scieee Science in your language
[en] (orig) [lt] [de] [fr] [it] [es] [pt]

Patterns of Adaptation and Integration of English Loanwords in Lithuanian and Russian

Read accessible full text
Machine-translated document

This is a machine-generated translation of the original document and may contain errors, omissions, or changes in meaning. Do not rely on this translation for quotations, citations, or authoritative references. Please consult and cite the original document.

Patterns of Adaptation and Integration of English Loanwords in Lithuanian and Russian

Author: Helen Myers
Year: 2014
Source: https://journals.lki.lt/actalinguisticalithuanica/article/download/941/1031
43s aipsniai / a icles
keyWo ds: bo owing, language con ac , english loanwo ds, Li huanian, ussian.
esMiniai Žodžiai: skolinys, kalbų yšiai, anglų kalbos s e imžodžiai, lie u ių kalba, usų
kalba.
heLen Mye s
Os campos de pesquisa da Uni e sidade Es adual de Ohio:
Con a os linguís icos, linguís ica his ó ica, semió ica do cinema
e da li e a u a.
Pad ões de adap ação e
in eg ação do inglês
Emp és imo de pala as em li uano e usso i in eg a imo būdai lie u ių i usų kalbose ano ação
além de se uma língua de comunicação in e nacional, o inglês o nou-se a maio on e de
anglų kalbos s e imžodžių adap a imo
emp és imos pa a as línguas mundiais con empo âneas. No en an o, apesa do a o de que o
emp és imo do inglês é um enômeno linguís ico comumen e econhecido do mundo mode no, não
há mui o esc i o sob e a inco po ação de emp és imos do inglês no li uano e no usso, línguas que
possuem mui as ca ac e ís icas linguís icas compa ilhadas de ido aos seus con a os
his ó icos es ei os. O objec i o do p esen e a igo é classi ica os p incipais mecanismos de
adap ação e in eg ação de emp és imos ingleses nos sis emas linguís icos do li uano e do usso.
Com base na minha pesquisa, há mui as semelhanças nos pad ões de emp és imo de léxico inglês
pelo li uano e pelo usso. O pad ão mais comum de in eg ação de pala as emp es adas em inglês
em ambas as línguas é a adap ação mo ológica, especialmen e a su ixação. ou os mecanismos
incluem adap ação onológica, mo o- onológica, sin á ica e c iação de pala as. Há ambém alguns
pad ões dis inguí eis de assimilação de ma e ial es angei o po es as duas línguas. com base
nos dados analisados, a adap ação mo ológica é mais p odu i a em li uano do que em usso. Em
ge al, a in eg ação de emp és imos ingleses em li uano e usso e le e os pad ões na i os mais
p odu i os de o mação de pala as em ambas as línguas.
44 ac a Linguis ica Li uanica LXX heLen Mye s ano ação mode na pa a o mundo kalboms.
eiškiniu, anglų kalbos skolinių in eg a imas į lie u ių i usų kalbas, . y. kalbas, dėl a imų is o inių
skolinimasis no s iš anglų kalbos y a apęs isuo inai p ipažin u ling is iniu šiuolaikinio pasaulio
yšių u inčias daug bend ų ling is inių b uožų daž, nė a y imų objek as. Es e objec i o […]
anglų kalba y a ne ik a p au inės komunikacijos kalba, be i didžiausias skolinių šal inis
suklasi ikuo i pag indinius anglų kalbos s e imžodžių adap acijos i in eg acijos mechanizmus
lie u ių i usų kalbų sis emose. in es igação e ela ilhas de língua inglesa leksikos skolinimosi
būdų panašumų lie u ių i usų kalbose. dažniausias inglês linguagem s e imžodžių in eg a imo
būdas abiejose kalbose é mo ologinė adap acija, ypač p iesaginė da yba. ki i in eg a imo būdai
apima onologinę, mo onologinę, adap acija p oduk y esnė lie u ių nei usų kalboje. Inglês
Skolinių in eg acija lie u ių i usų kalbose a skleidžia p oduk y iausius ie inius abiejų kalbų
žodžių da ybos būdus.
sin aksinę adap aciją bei žodžių da ybą. Šių kalbų p ak ikoje naudojami i keli ski ingi užsie-
nio kalbos medžiagos asimilia imo būdai. kaip odo analizuojami duomenys, mo ologinė
i. In odução Além de se uma língua de comunicação in e nacional, o inglês ambém se
o nou a maio on e de emp és imos pa a as línguas mundiais con empo âneas. Os
anglicismos es ão sendo inco po ados em di e en es domínios, mas á eas como
ciência da compu ação, comé cio ele ônico, negócios e elações in e nacionais êm
adicionalmen e o inglês como um enômeno linguís ico comumen e econhecido do
expe ienced he g ea es impac o english. despi e he ac ha bo owing om
mundo mode no.
Li uano e usso.
i.1. A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. o igem li uana
O li uano pe ence ao g upo bál ico da amília indo-eu opeia de línguas e, com base
nos dados o necidos po e hnologue (Lewis, simons e ennig (eds.) 2013), é alado po
ce ca de 4 milhões de pessoas em odo o mundo. O li uano so eu menos mudanças do
que qualque ou a língua da amília indo-eu opeia. alguns de seus e lexos são
quase idên icos aos encon ados apenas em línguas ex in as, como o g ego an igo,
o sânsc i o e o gó ico, po exemplo, y as […]man[…] L ./ õ asman[…] sânsc i o,
pla us […]wide […] L .[…]pla us […]wide […] g ., sūnus nom. ‘son, sūnaũs gen. ‘son L ./
sunus nom. "Filho", sunaus gen. " ilho" gó ico1. 1 os exemplos acima são i ados de:
Zinke ičius 1998.
Pa e ns o adap a ion and in eg a ion
o english Loanwo ds in Li huanian and ussian
45s aipsniai a igos linguis as, an oine Meille , a i mou que qualque um que deseja
ou i o som do indo-eu opeu de e ou i o camponês li uano. Hou e épocas na his ó ia do
li uano em que expe imen ou uma o e in luência de ou as línguas. os es udiosos
dis inguem pe íodos de ge manização, polonização e ussi icação da língua li uana. O
e mo "ge manização" e e e-se à in luência linguís ica expe imen ada pelos li uanos
p ussianos, que i iam na P ússia O ien al desde o século XV e cons i uíam lá o maio
g upo de população não-alemã2. O chamado pe íodo p ussiano oi mui o impo an e
po que os p imei os ex os imp essos em li uano apa ece am no ducado da P ússia nos
séculos XVI e XVII. es es li os o na am-se a on e pa a o li uano mode no pad ão. No
en an o, a de o a da o dem eu ônica e o es abelecimen o da mona quia alemã
p ussiana coloca am os li uanos p ussianos e sua língua em uma si uação des a o á el.
A população li uana na P ússia acabou po encolhe conside a elmen e de ido a uma
p aga e à seguin e imig ação pa a a Alemanha du an e os séculos XVIII e XX. A polí ica de
ge manização oi ape ada du an e o século XIX. No início do século XX, a maio ia li uana
pe maneceu apenas ao no e do io Neman e á eas ao sul e sudoes e do io. Du an e esse
empo, a nob eza li uana oi polonizada e seus memb os se conside a am poloneses de
o igem li uana (Zinke ičius 1998: 256). O polonês o nou-se a língua dominan e, enquan o o
li uano e a conside ado pagão e oi comba ido nas escolas, ig ejas, polí ica, e c. Apenas
he e m ‘Poloniza ion’ e e s o he pe iod o he Polish–Li huanian com-
monweal h ha was o med in 1569 be ween he kingdom o Poland and he
os camponeses con inua am a usa o li uano du an e esses empos. Zinke ičius menciona
os a os em que os camponeses o am punidos po dize suas o ações em li uano (256).
Quando a Commonweal h pe deu seu domínio polí ico e oi di idida en e a Rússia, a
P ússia e a Áus ia no inal do século XVIII, a maio pa e da Li uânia o nou-se pa e
do Impé io Russo. O go e no sa is a implemen ou uma sé ie de polí icas de
ussi icação, incluindo uma p oibição da imp ensa li uana, e e n k aj ( egião). O
Li huania became pa o he new ussian adminis a i e a ea called no h Wes -
es abelecimen o do Es ado li uano oco eu em 1918, após a P imei a Gue a Mundial
(259).
so a Li huanian was able o p ese e i s a chaic ea u es e en in he imes o
a subjugação mais du a po ou as línguas, especialmen e pelo polonês, alemão e
usso. No en an o, alguns es udiosos exp essam sé ia p eocupação com a a ual
in o mação his ó ica sob e a língua li uana baseada em Zinke ičius 1998.
46 ac a Linguis ica Li huanica LXX heLen Mye s day emp és imos ingleses pa a a
começa am a apa ece em li uano du an e as úl imas décadas, especialmen e na
língua li uana (a sociedade da língua li uana 1993; klimas 1994). cen enas de anglicismos
língua e nácula alada dos mo ado es mais jo ens das cidades. Mui os desses
anglicismos ie am pela p imei a ez a a és da música, ou seja, músicas, discos,
CDs, ídeos, ádio, ele isão, ilmes, bem como com bandas de ock isi an es do
Ociden e. Vá ios jo nais li uanos, e is as e e is as ilus adas popula es
publica am a igos pedindo aos edi o es, jo nalis as, esc i o es, locu o es de
ele isão e ádio que pa assem com essa inundação de emp és imos em inglês pa a o
li uano, que apa eceu em quase odas as es e as da ida (klimas 1994). Linguis as
ala mados es ão en ando p e e se o li uano se á capaz de supo a al in luência
in ensa do inglês e man e suas ca ac e ís icas a caicas únicas.
i.2. A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po
o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. A Rússia, izinha his ó ica dos bál icos,
a ion when anglicisms had looded in o i s domains a e ussia opened up po-
li ically and cul u ally o he in e na ional exchange a e he all o he so ie
encon ou-se numa si uação semelhan e. O usso é um memb o do g upo de línguas
esla as o ien ais e é alado po ap oximadamen e 162 milhões de pessoas em odo o
mundo (Lewis, Simons e Fennig, 2013). "O e mo "" unglish,"" que oi in en ado pela
p imei a ez po cosmonau as ussos em 2000 pa a desc e e sua comunicação com
colegas ame icanos na Es ação Espacial In e nacional (Expedi ion One C ew), é ago a
amplamen e usado pa a ilus a a pe igosa pene ação do inglês em odos os domínios
da ida ussa, um a amen o ala man e pa a a pu eza da linguagem de Pushkin,
Tols oi e Dos oe sky." Pa a en a iza a impo ância des e p ocesso, a lei ede al da
Fede ação Russa "sob e a língua es a al da Fede ação Russa" assinada pelo go e no
usso em 2005 ( g. u) con ém a cláusula que p oíbe o uso de pala as es angei as em
usso como língua es a al, a menos que ais pala as não enham equi alen es ussos.
En e ou as medidas go e namen ais des inadas a aumen a o in e esse público pelo
usso e sua pu eza, oi a decla ação de 2007 como o Ano da Língua Russa (news u.com).
i.3. A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem
po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. Ao longo do longo pe íodo de
desen ol imen o his ó ico compa ilhado, depois de se ami ica em da amília
indo-eu opeia, as línguas bál icas e esla as desen ol e am mui as ino ações
comuns, que ainda es ão p esen es nessas línguas. No p esen e es udo, aço uma
en a i a de in es iga se o li uano e o usso usam mecanismos semelhan es de
inco po ação de emp és imos ingleses nos seus sis emas linguís icos. Pa a a minha pesquisa, uso ma e iais de á ios gêne os encon ados no as o co pus
Pa e ns o adap a ion and in eg a ion
o english Loanwo ds in Li huanian and ussian
47s aipsniai a igos do meio esc i o on-line, como jo nais on-line, blogs, ó uns, si es
ecnológicos e a igos acadêmicos. uma ez que a In e ne , sem dú ida, e le e a
in e ação linguís ica mais ecen e de di e en es línguas, pe mi e disce ni os
es ágios consecu i os da adap ação das pala as es angei as pelas línguas de
des ino. Com base no meu moni o amen o dos anglicismos inco po ados na
comunicação on-line, de ino os pad ões mais comuns de in eg ação de emp és imos
ingleses em li uano e usso e compa o esses pad ões pa a es abelece semelhanças e
di e enças nas manei as em que essas línguas se adap am aos emp és imos ingleses.
Com base no a o de que os sis emas de in lexão e o mação de pala as do li uano e
do usso compa ilham mui as ca ac e ís icas comuns, espe o que os mecanismos de
in eg ação de emp és imos em inglês nessas línguas ambém compa ilhem mui as
semelhanças. ii. Mo i ações sociais pa a os ingleses e ussos que abalham no campo
do con ac o linguís ico, exis em duas g andes mo i ações sociais pa a os
LeXicaL bo oWings in Li huanian
emp és imos léxicos: necessidade e p es ígio. O desen ol imen o mode no da
ollowing classi ica ion by Wein eich, which was adap ed by many schola s
ecnologia, da mídia, dos negócios e da música ock no Ociden e, e especialmen e na
Amé ica, e sua disseminação em odo o mundo du an e as úl imas décadas c ia am a
necessidade de "designa no as coisas, pessoas, luga es e concei os" (Wein eich 1968:
56). A mode nização das sociedades c ia cons an emen e a necessidade de a ualiza as
línguas com no os ecu sos. no os emp és imos do inglês es ão inundando mui as
línguas do mundo, incluindo o li uano e o usso, p eenchendo as lacunas em seus léxicos
(Win o d 2010: 38). e usso ep esen a não apenas emp és imo léxico, mas em p imei o
luga e le e o emp és imo de odo o concei o de "usa , en ol e ou ab ange á ios
in he ollowing example (1) in eg a ion o english ‘mul imedia’ in Li huanian
meios de comunicação".
(Me iam-Webs e ) Não é possí el.
(1) mul imedija (L .) mul imedia ( us.) ‘mul imedia nem semp e é cla o o que mo i a o
emp és imo. em alguns casos, uma pala a emp es ada subs i ui a na i a com o
mesmo signi icado. O exemplo (2) demons a como o emp és imo inglês dai e
subs i ui o usso ny jalščik pelo signi icado equi alen e. (2) dai e ( us.) ‘di e
ny jalščik ( us.) ‘di e o concei o de me gulho exis ia na língua ussa desde os
empos an igos e, po an o, oi apoiado pela pala a que deno a es e concei o. Na
e dade, mui os esla os

48
heLen Mye s
ac a Linguis ica Li huanica LXX
As línguas êm a ian es da aiz ny -/ni in, as pala as que indicam obje os ou ações
elacionadas ao me gulho, po exemplo, ny ka (bl s.) […] ipo de pa o[…] (Носовичъ 1984:
343); wynu zy (Pol.) ‘ o come o he su ace’ (Vasme E ymological Dic iona y),
c o. poni a i […]sink disappea […] (bujas 2008: 1112), e c. O a o de essa aiz exis i em
ou as línguas da amília esla a indica sua o igem esla a comum. É cla o que o de edo
do emp és imo não oi mo i ado pela necessidade. O p es ígio nes e caso ambém
pa ece uma mo i ação imp o á el, pois não há endência no usso mode no pa a
subs i ui o ocabulá io ge al po seus colegas em inglês. No en an o, o dai e
emp es ado ecen emen e o nou-se cada ez mais popula em alguns domínios e a é
supe ou em equência o uso do ny jal […]ščik usso na i o. de aco do com os ex os
ussian na ional co pus (accessed augus 26, 2013), dai e is used 4 imes in
li e á ios de icção e não- icção e 54 ezes em jo nais, enquan o ny jalščik oi usado 50
ezes em ex os li e á ios e apenas 33 ezes em jo nais. na maio ia dos con ex os,
dai e deno a "me gulho como p o issão", enquan o o ny jal […]ščik na i o em um uso
mais ge al e pode deno a an o "um me gulhado p o issional" como "aquele que
me gulha po p aze ou hobby". No en an o, es a dis inção é su il e podemos encon a
os con ex os onde dai e é quase sinônimo de ny jalščik (3): (3) a ak alang daju em, u
kogo es ljub se i ika dai e a-i elja.
"Os que ecebem o aqualung são os que possuem um ce i icado de me gulhado
amado ". Ac edi o que a subs i uição do usso ny jal[…]ščik e de ou as pala as
na i as não é necessa iamen e mo i ada pelo p es ígio, mas pela endência ge al
pa a a simpli icação da linguagem.
Há exemplos semelhan es na língua li uana ambém. po exemplo, o emp és imo inglês
b ause is (L .) […]b owse […] é equen emen e usado pa a subs i ui o na i o na
ykle (L .) que o iginalmen e signi ica a […]ba ei a no io pa a cap u a peixes,
ede[…], mas com o desen ol imen o da ecnologia ambém começou a se usado pa a
deno a […]b owse […]. O mo o de busca li uano google.l (acessado em 26 de agos o
de 2013, h p: www.google.l ://# p=a5 /ece00357cd65&q=b ause is ) de ol eu 514.000
okens de b ause is usados pelos si es li uanos pa a deno a "b owse " e 1.080.000
okens de na šykle, a maio ia dos quais são usados no signi icado "b owse ", po
exemplo,
Na šyklė
„Fi e ox“
[…]b owse i e ox[…], e alguns deles no signi icado […] ede pa a cap u a peixes[…], po
exemplo, iš na š[…]klės a nešė aukšlių […](eles) ouxe am bleaks da ede[…]. Pa ece
plausí el que alguns domínios, nes e caso o domínio da ecnologia, inco po em pala as
em inglês não apenas pela necessidade de "p eenche as lacunas em seus léxicos"
(Win o d 2010: 38), mas ambém de ido a uma endência ge al en e os alan es de
di e en es línguas a usa algum ipo de e minologia uni e sal que simpli ica a
comunicação. a ques ão que su ge da análise des a si uação é se ambas as pala as, um
lexema emp es ado e na i o, sob e i e ão. De aco do com Wein eich, iii. ipos de
Pa e ns o adap a ion and in eg a ion
o english Loanwo ds in Li huanian and ussian
A ans e ência de pala as es angei as que não ep esen am um concei o no o e,
po an o, eduplicam um ocabulá io exis en e c ia con usão no uso, que ge almen e é
es i o aos p imei os es ágios do con a o linguís ico (Wein eich 1968: 54).
e en ualmen e, um dos e mos pode se abandonado, ou ambos podem pe manece na
língua den o da aixa ixa de con ex os.
emp és imos An es de pode mos analisa os emp és imos em inglês em li uano e usso,
in Li huanian and ussian
é impo an e escla ece a e minologia que se á usada pa a de ini os emp és imos e
seus ipos.
O emp és imo é adicionalmen e dis inguido da in e e ência, ou ans e ência, que
es á associada à aquisição de uma segunda língua (Win o d 2010). no emp és imo, os
ma e iais de uma língua- on e não-dominan e (SL) são impo ados pa a uma
língua- ecep o a (RL) a a és da agência de alan es pa a os quais es a úl ima é a
língua dominan e ou p imá ia, ou seja, a agen i idade do RL. (Win o d 2005: 377). O
emp és imo no malmen e en ol e ocabulá io e, às ezes, elemen os de es u u a. Os
elemen os emp es ados são assimilados a é ce o pon o e in eg am-se plenamen e no
sis ema linguís ico de um RL. a sua ep odução não eque o conhecimen o de uma SL
pelos alan es. Ao mesmo empo, os i ens não assimilados são equen emen e
e e idos como oca de código (Lo eday 1996; Mye s-sco on 2003) e ge almen e exigem
and conscious a en ion on he speake s’ pa . haugen’s ypology (1950: 212) di ides
bo owings in o impo a ion and subs i u ion based on he p esence o he absence
o bilíngue dos ma cado es de es anheza. Quando os alan es subs i uem os mo emas
nas pala as emp es adas, demons am o econhecimen o da equi alência en e es es
mo emas (213). No en an o, a ipologia de Haugen não inclui imi ação onológica. Os
emp és imos léxicos ge almen e so em adap ação não apenas no ní el da mo ologia,
mas ambém em ou os ní eis, a é que se o nam indis inguí eis do ma e ial na i o
(Win o d 2005). Nes e abalho, sigo a ipologia p opos a po an Coe sem e apoiada po
mui os linguis as mode nos que desc e em o emp és imo como um p ocesso dinâmico
de imi ação e adap ação, em ez de seus esul ados inais. A imi ação é desc i a po an
Coe sem como o "mecanismo p imá io" de emp és imo, que p oduz uma ap oximação de
um i em sL ( an Coe sem, ci ado de Win o d 2005). A imi ação é equen emen e seguida
de adap ação, que en ol e a a ibuição a uma pala a emp es ada das ca ac e ís icas
linguís icas ípicas des a classe de pala as na RL. Os p odu os des e p ocesso são
emp és imos "di e os" e mis u as de emp és imos, que ep esen am adições ao L em
di e en es es ágios de sua in eg ação sem a e a um L singl.noun.Masc.nomsg.
50 ac a Linguis ica Li huanica LXX heLen Mye s es u u a. a maio ia dos
"di e os" e mis u as de emp és imos. Os exemplos (3) e (5) são os a ixos ionais pa a
emp és imos ingleses em li uano e usso se enquad am na ca ego ia de emp és imos
indica a conco dância em gêne o, caso e núme o. Os exemplos (4) e (6) são mis u as
de emp és imos e demons am o p ocesso de anexa su ixos de i a i os a um caule
illus a ions o he ‘di ec ’ loanwo ds which a e inco po a ed in o he ecipien
languages in hei ‘pu e’ o ms wi hou modi ica ion excep o adding in lec-
emp es ado, a im de que um i em emp es ado se encaixe numa ca ego ia de
emp és imo. no caso de b u al[…]nos […] ( us.) (exemplo 4) do inglês […]b u ali y[…], o
su ixo -NOST[…]- é um ma cado de subs an i o eminino abs a o e é sinônimo do
su ixo inglês […]iTY[…] em pala as como […]mo ali y, pa iali y[…], e c. O su ixo
li uano -AVin inansa o " inanciado" é uma o ma modi icada do su ixo e bal -AU,
que se o na
- AV an es de uma ogal.
(3) p edik o ( us.) ‘p edic o pala a de
emp és imo di e o (4) b u al-NOST ( us.)
‘b u alidade blend de emp és imo b u al.nome.abs . em.
(5) singl-AS (L .) ‘single (cd)’ – di ec loanwo d
(6) inans-AV-O (L .) […] inanciado[…] […] blend de emp és imo ou os ipos de
inans.Ve b.Pas .sg
emp és imos léxicos, como mudanças de emp és imo, ambém es ão p esen es em
li uano e usso, mas não são ão nume osos como emp és imos. Os exemplos (7) e (8)
ilus am os calques ussos e li uanos do inglês "skysc ape ". no caso do li uano
(exemplo 8), a ogal […]o[…] é usada pa a conec a as aízes aduzidas dang- […]sky[…] e […]/
- Raižis é um aspado .
(7) nebo-sk ëb ( us.) […] a anha-céu […] […] adução de
emp és imo (calque) a anha-céu
(8) dang-o- aižis (L .) ‘skysc ape adução de emp és imo (calque) sky-o-sc ape a
im de comunica concei os emp es ados do inglês, an o o li uano quan o o usso
ambém usam c iações, que podem se compos as apenas de pala as ou mo emas
na i os, ou combinações do ma e ial na i o com cons i uin es es angei os. Nem
semp e é possí el explica a mo i ação pa a ais c iações. com base nas ipologias
desen ol idas po Haugen e Win o d, o seguin e exemplo (9) ep esen a uma c iação
pu amen e na i a usada pa a exp essa em usso o sinal […]@[…], que em inglês é
ocalizado como a p eposição espacial […]a […]. A azão pela qual os ussos decidi am
usa a o ma diminu i a de um subs an i o "cão" no signi icado do signo @ não é de
odo cla a, mas exis em nume osos exemplos de nomeação des e signo em
homenagem a animais em ou as línguas.
Pa e ns o adap a ion and in eg a ion
o english Loanwo ds in Li huanian and ussian
51s aipsniai a igos guages ambém. Po exemplo, chama-se "um e me" em húnga o, "um
ga o" em inlandês, "um pa o" em g ego e "um ca acol" em co eano3. (9) sobač-K-A ‘@ sign -
c iação na i a dog.noun.diminu i e- em.nom.sg c iações híb idas, que são de na u eza
bilíngue (haugen 1950) e en ol em a ans e ência de alguns pad ões es u u ais das
línguas des ina á ias, ep esen am o ipo p odu i o de o mação de pala as an o em
li uano quan o em usso. No exemplo (10) do li uano, o híb ido é uma ase subs an i a ixa,
que consis e no subs an i o p incipal na i o s e aine […]gues - oom[…] e no modi icado
emp es ado in e ne o, que é adap ado ao sis ema de aco do li uano a a és da adição do
a ix de in lexão na i o -o, que deno a o subs an i o masculino singula no caso geni i o. (10)
in e ne O s e aine (L .) […]websi e[…] […] c iação híb ida in e ne .Masc.gen.sg.-gues - oom
exemplo (11) ilus a um híb ido compos o do usso, compos o pelo emp és imo di e o dip
[…]dip[…] e o namazka na i o […]sp ead[…] - um subs an i o eminino da p imei a declinação em
[…]a, que, sendo a cabeça des e compos o, go e na sua in lexão. (11) dipnamazka ( us.)
[…]dip[…] […] c iação híb ida compos a iV. PhonoLogicaL, Mo Pho-PhonoLogiiV.1. (em inglês)
In eg ação onológica: o g au em que os emp és imos se assimilam ao sis ema linguís ico de
uma língua des ina á ia depende do a o de quan o empo um emp és imo exis e na língua
e de ou os a o es sociológicos. No en an o, o empo em si não in luencia a axa de
assimilação; in luencia a axa de equência de uso que in ensi ica o g au de assimilação
(Holden 1976). pa a se in eg a em plenamen e, os emp és imos so em uma sé ie de
mudanças sono as pa a se con o ma em a um sis ema onológico da língua de des ino.
caL, Mo PhoLogicaL and syn ac ic
in eg a ion o bo oWings
3 Compu ado es e ida. […]Собачка[…] @: Мифы и реальность[…], acessado em 27 de agos o de 2013, h p://a icles.
o g. u/blog/i em,170
58 ac a Linguis ica Li huanica LXX heLen Mye s eXaMPLes
assimiladas onologicamen e gloss da língua Gloss da
de emp és imos em inglês abele 1. Pala as emp es adas
língua des ina á ia da pala a emp es ada Akayn us.
in Li huanian and ussian
"con a Moni o Rus. […]moni o […] Andég ound us.
Loanwo d ecipien
"sub e âneo" Pica L . "pizza" békg aund us. […] undo […]
Plis us. Po a o , Bene icá io Rus. "bene iciá io"
P edik o us. "P edic o " Juze us. U ilizado Šoping
us. " aze comp as" Kampus us. Campus S op Rus.
(Campus S op Rus) (Campus S op Rus) (Campus S op Rus)
(Campus S op Rus) (Campus S op Rus) (Campus S op Rus)
(Campus S op Rus) (Campus S op Rus) (Campus S op Rus)
(Campus S op Rus) (Campus S op Rus) (Campus S op Rus)
(Campus S op Rus) (Campus S op Rus) (Campus S op Rus) (Campus S op Rus) (Campus S op Rus) (Campus S op Rus) Tabela de oca 2. Pala as emp es adas assimiladas mo o onologicamen e
Loanwo d ecipien
gloss language Loanwo d ecipien language gloss
Biodeg aduodamai L . ‘biodeg adá el Pikas L . ‘peak ins alljacija
us. "ins alação" P ecipi acija us. "p ecipi ação" Moni o is L .
"moni o " Šopingas L . " aze comp as" Tabela 3. Pala as
emp es adas assimiladas mo ologicamen e Gloss da língua
des ina á ia das pala as emp es adas
A koduo i L . "decodi icação"
Consolidi o a […] us. "Consolida e" Moni o a imas L . "um p ocesso de
moni o ização" Moni o inis L . " ela i o ao moni o amen o" (adj.)
Nei o i ulen nos " us. " Neu o i ulência " Tabela 4. Pala as
emp es adas que ob i e am os ma cado es do gloss linguís ico de aco do
sin á ico Pala as emp es adas gloss linguís ico do des ina á io
Loanwo d ecipien
Au saide is L . ‘ou side F iki us. "F eaks" B i ingas L . "b ie ing"
Kukisy us. […]cookies[…] Dispense is L . […]dispense […] Moni o ius L .
[…]moni o […] Džinsai L . […]jeans[…] Rolly us. […] olos […]
Failas, enen e, a qui o.

Pa e ns o adap a ion and in eg a ion
o english Loanwo ds in Li huanian and ussian
59s aipsniai a igos abLe 5. c iações, nas quais é
u ilizado ma e ial na i o gloss linguís ico
Loanwo d ecipien
Blanko- eksel […] usso. "No a em b anco" hib idação
Kollekcija banne o us. "Banne pool" hib idação
Laundž-muzyka us. […]lounge-music[…] hib idação
ob-nuli […] us. C iação ze o usando mo emas
na i os
Vnu isocyumnyje
se i us. ‘social-ne wo k-
ing si es’ hyb idiza ion
Lis a de ab e ia u as us
[…] ussian c o […] c oa ian
L […] Li uano Pol […] Polonês bcs […] bósnio/c oa a/sé bio sL […]
on e Língua blg […] búlga o L […] des ina á io Língua bl s […]
bielo usso bibLiog aPhy ba nb ook geo , danielsson Pe nilla, e
Michaela Mahlbe g (eds.)
2005:
Tex os signi ica i os: a ex ação de in o mações semân icas de co pos
monolingues e mul ilingues.
Lond es; No a Io que: con ínuo.
h. bende ha old a. Índice e imológico li uano. (h p: www.a chi e.o g.uk) (h p:
www.a chi e.o g.uk) (h p: www.a chi e.o g.uk) (h p: www.a chi e.o g.uk) (h p:
a chi e.o g.uk) (h p: a chi e.o g.uk) (h p: a chi e.o g.uk) (h p: a chi e.o g.uk) (h p:
a chi e.o g.uk) (h p: a chi e.o g.uk) (h p: a chi e.o g.uk) (h p: a chi e.o g.uk) (h p: a chi e.o g.uk) (h p: a chi e.o g.uk) […] Esla os e da Eu opa O ien al
Diá io 3, 248 […] 267.
Bujas Ž. 2008: Veliki h a sko-engleski ječnik. (em inglês) Zag eb: nakladni za od globus. (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus) (Globus)
mais ápido Maks
1967: E imologičeskij slo a usskogo jazyka. Mosco a: izda els o
[…]P og esso[…].
ilipo ič udol
1982. The English Elemen in Eu opean Languages. Vol. 2. Zag eb:
Uni e sidade de Zag eb.
Haugen ei n a 1950: a análise do emp és imo linguís ico. […] Língua 26, 210[…]31. Holden
ky il 1976: axas de assimilação de emp és imos e p odu i idade onológica. O
Língua. Vol. 52, no. 1, 131-147. (em inglês)
60 ac a Linguis ica Li huanica LXX heLen Mye s holden ky i l 1980: emp és imo
387-399.
usso do inglês. […] O Jo nal Esla o e da Eu opa O ien al. Vol. 24, no. 4, In e no,
klimas an anas 1991:
P e ixes and su ixes in he Li huanian e bal sys em. –
Li-
senho .
Re is a imes al li uana de a es e ciências. 37, olume no 4, In e no. Klimas
An anas (1994): a anglicização do li uano. Li uanus. Re is a imes al li uana de
a es e ciências. Vol. 40, 2. Ve ão.
h p://www.li uanus.o g/1994_2/
94_2_01.h m (em inglês)
Lewis M. Paul, ga y . sim o n s, e cha les d. ennig (ed.) 2013: E hnologue: sion:
Languages o he Wo ld, se en een h edi ion. dallas, exas: siL in e na ional. online e -
h p://www.e hnologue.com. Acessado em 15 de agos o de 2013. Lo eday Leo j. 1996:
Con ac o linguís ico no Japão: uma his ó ia sócio-linguís ica. Ox o d: Cla endon
P ess. (em inglês)
A Me iam-Webs e . Qual é a ua ideia? Uma emp esa da Enciclopédia B i ânica. acessado
em 25 de agos o de 2013, www.me iam-webs e .com/dic iona y Abo dagens
mul idisciplina es pa a a oca de códigos. Edições de 2009. Ludmila Isu in, Donald Win o d,
as cha es do bo .
News u.com (em inglês) Vladimi Pu in decla ou 2007 o ano do idioma usso. Acessado
em 23 de agos o de 2013.
Pažūsis Lionginas 1982: a in eg ação mo ológica de subs an i os emp es ados
em inglês no li uano ame icano. […] O elemen o inglês nas línguas eu opeias. Vol. 2
(em inglês) Em Zag eb.
g. u. Российская газета. – Документы. accessed augus , 23, 2013.
h p://www. g.
u/2005/06/07/yazyk-dok.h ml
.
Co po Nacional Russo. Acessado em 26 de agos o de 2013.
h p://www. usco po a. u/en/ ska džius P anas 1943: Lie u ių kalbos žodžių da yba.
Vilnius: Academia Li uã de Ciências.
[…]a expedição de uma
ipulação[…],
h p://space ligh .nasa.go . acessado em 23 de Agos o
O To on o S a . 22 de Se emb o de 2007
Reg as ussas. ou em inglês; O mundo
hi- ech usso salpicado de anglicismos.
. acessado em 15 de agos o de 2013.
h p://www. hes a .com
li e/2007/0229/ ussish_ ules_o _englishian.h ml O
dicioná io e imológico de Vasme . acessado em 25 de
agos o de 2013, h p://s a ling. ine . u
cgi-bin/main.cgi? oo =/us /local/sha e/s a lingmo pho
Wein eich u iel 1968: Línguas em con a o. Descobe as e
P oblemas. Mou on, Haia, Pa is.
Win o d Donald 2010: con a o e emp és imo. […] O Manual de Con ac o
Linguís ico. Willey-blackwell: a john and sons, L d., Publica ions,
170[…]188.
Pa e ns o adap a ion and in eg a ion
o english Loanwo ds in Li huanian and ussian
61 a igos de s aipsniai
Win o d Donald 2005: al e ações
induzidas pelo con ac o. classi icação e p ocessos. –
Diac ônica. Volume 22 e 2.
Zinke ičius Zigmas 1998: A his ó ia da língua li uana. Vilnius: Mokslo i
enciklopedijų leidykla.
Zinke ičius Zig m a s 19801981: Li uânia linguagem his ó ica g ama ica. Vilnius: Mokslas.
Мейе Антуан 1938: Введение в сравнительное изучение индоевропейских языков.
Перевод Д. Кудрявского. Москва: Государственное социально-экономическое изда-
тельство.
Nosso ich I. I. 1984: Slo a блорусскаго нарчiя (specimina philologiae sla icae).
Munique: Edição O o Sagne .
anglų kalbos s e imžodžių adap a imo
i in eg a imo būdai lie u ių i usų kalbose san auka šiuolaikinėms pasaulio kalboms. Anglicizmai
in eg oojami į į ai ias s i is, ačiau adiciškai didžiausią anglų kalbos į aką pa y ė kompiu e ių
anglų kalba y a ne ik a p au inės komunikacijos kalba, be i didžiausias skolinių šal inis
mokslas, elek oninė p ekyba, e slas i a p au iniai san ykiai. skolinimasis no s iš anglų kalbos
y a apęs isuo inai p ipažin u ling is iniu šiuolaikinio pasaulio eiškiniu, anglų kalbos skolinių
in eg a imas į lie u ių i usų kalbas, . y. kalbas, dėl a imų is o inių yšių u inčias daug bend ų
ling is inių b uožų daž, nė a y imų objek as. Es e objec i o de inição e quali icação
undamen ais da linguagem inglesa s e imžodžių adap ações e in eg ações mechanizmus lie u ių i
usų kalbų sis emose. análise naudeio a in e ne e skelbiama medžiaga: in e ne iniai laik aščiai,
in e ne o dieno aščiai, echniniai i akademiniai s aipsniai bei nacionalinis eks ynas. in es igação
e ela mui as skolinimosi būdų panašumų lie u ių i usų kalbose, įskai an i ai, kad didžioji
dauguma s e imžodžių y a daik a a džiai, ku iems p iski i sin aksiniai giminės, linksnio i
skaičiaus žymikliai. unkcinių mo emų, okių kaip a iksai, skolinimasis y a e as eiškinys; luga jo,
suda an edinius, ie iniai kalbos dalies kei imo elemen ai pap as ai p idedami p ie daik a a džių
kamienų. dažniausias inglês linguagem s e imžodžių in eg a imo būdas abiejose kalbose é
mo ologinė adap acija, ypač p iesaginė da yba. ki i in eg a imo būdai apima onologinę,
mo onologinę, sin aksinę adap aciju bei žodžių da ybą. majo i y o sudy ų žodžių y a hib idai,
ku iuose ie inė medžiaga naudojama siekian pakeis i užsienio kalbos mo emas. maio ia das
sudy ų žodžių y a hib idai, ku iuose ie inė medžiaga naudojama siekian pakeis i užsienio kalbos
mo emas. Análise pa odė, kad abiejose kalbose echnologijos s i is pa y ė didžiausią į aką.
an oje ie oje e slas, muzika, mais as i i usų kalbų p ak ikoje naudojami i keli ski ingi
ki os s i ys. dėl sa o dinamiškumo in e ne as i spausdin a žiniasklaida pasižymi naujausiais
skoliniais, o li e a ū a i knygos daugumos skolinių dažnai y a da nespėję in eg uo i. Lie u ių
užsienio kalbos medžiagos asimilia imo
62 ac a Linguis ica Li uanica LXX heLen Mye s būdai. Lie u ių kalboje ku kas dažniau naudojama
usų kalboje, ne a ojami lie u ių kalboje. ki as pas ebimas ski umas y a ai, kad usų kalboje
ie inė medžiaga nei usų kalboje, odėl dauguma anglų kalbos s e imžodžių, ku ie y a gana dažni
s e imžodžiai dažnai a ojami su nulinėmis galūnėmis, o lie u ių kalbos daik a a džiai pap as ai
ne u i nulinių galūnių, be u i kalbai būdingus sin aksinio de inimo žymiklius, p idė us p ie
pasiskolin ų kamienų. como odo analizuojami duomenys, mo ologinė adap acija lie u ių kalboje
p oduk y esnė nei usų. Pasiskolin as daik a a džio kamienas mui as ampa daugelio lie u ių
kalbos edinių pag indu, uo a pu usų kalboje okia da yba nė a labai p oduk y i. de ido a ais
in ensi os mo ologias ac i idades inglesas linguís icas skoliniai lie u ių kalbos sis emoje kalbos
dalies kai ą pa i ia dažniau nei s e imžodžiai usų kalboje. Inglês Skolinių in eg acija lie u ių i usų
kalbose a skleidžia p oduk y iausius ie inius abiejų kalbų žodžių da ybos būdus.
Į eik a 2014 m. maio 29 d.
HeLen Mye s
Uni e sidade Es adual de Ohio, Depa amen o de Esla o e Eu opa O ien al
Línguas e Cul u as
400 Hage y Hall, 1775 College Rd, Columbus, OH 43210 (em inglês)
[E-mail p o egido]