S aipsniai / A icles 89
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
Ins i u o das línguas Lie u ių
As di eções de pesquisas acadêmicas: mo osin aksė,
ipologia, alen ingumas, semân ica.
DKA ATUTINCE
LITUVI KALVO
Dėka in Con empo a y Li huanian Language
ANOTACIJA Es e a igo em obje o daik a a diamen e e p ielinksniamen e usado g açaska.
Com base Daba inės lie u ių kalbos eks yno (DLKT) ma e ial, ala-se sob e g açaska e seus
cons uções com kilmininku leksinę sudė į e seman iką. Dêka complemen u ai conc e ús e
abs ac us aik a a džiai ou eles in aduo an es in oduzijos. Sem azão, p elinksnio g aças
às cons uções con am-se e ou as pu as ou sink e inas ci cuns âncias ou signi icado de
obje o. Tendo em con a os polinkies a osenos, é undamen o g aças a cons uções a alia
no as; expandi , p ecisa a no ma da linguagem.
Pala as essenciais: daik a a dis g aças, p ielinksnis g aças, g aças cons uções
signi icância, aspec o da no ma da linguagem.
ANNOTATION
The objec o he a icle is he use o dėka as a noun o a p eposi ion. Wi h e e ence o he
ma e ial om The Co pus o Con empo a y Li huanian language (CCLL), he a icle add esses
dėka and he lexical composi ion and seman ics o i s cons uc ions wi h he geni i e case.
Conc e e and abs ac nouns o p onouns subs i u ing o hem a e used as he complemen
o dėka. In addi ion o he causal meaning, he cons uc ions wi h he p eposi ion dėka also
exp ess o he pu e o sync e ic meanings o ad e bial modi ie s o objec . Taking accoun he
usage ends, he e a e g ounds o e-e alua e g aças cons uc ions in a new ligh ; o expand
and e ise he linguis ic no m. KEYWORDS: noun dėka, p eposi ion dėka, meanings o dėka
cons uc ions, aspec o linguis ic no m.
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
90 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
1. DKA DEFINICIÃO VOODYNUOSE
Na G ande Dicioná io da Lí ima Li uânia (LKŽe)1 g aças é o necido como
daik a a dis de giminos mo e iškosios, usado de duas signi icadas: (1) ‘padėka2,
dėkojimas (ž . 1 sakinį) e (2) ‘malonė3 (no malmen e usado polinksniu p iežasčiai
žymė i) (ž . 23 sakinius). Semelhan emen e g aças desc i o e Daba inės lie u ių
kalbos žodyne (DLKŽe). Aqui daik a a džio g aças (1) signi icado associada com
eiškimas, padėkojimas’. Bend inės lie u ių kalbos žodyne (BŽe) daik a a džio dė-
padėka ‘dėkingumo ka não. Teikiamà g aças como polinksnio4, que usado
exp essando um a o á el a o ou a o á el es ado de es ado causa, de inição5.
me ma y i, kad daba inėje kalboje dėka a ojamas ik kaip monoseman iškas
Remiesi BŽe, galė upolinksnis. É de eal? Responde a es a e ou as pe gun as no
pagal Daba inės lie u ių kalbos eks yno ( oliau DLKT), suda y o Kauno VDU
a igo escolhida Kompuu e inės ling is ikos cen e, medžiagą (plčiau ž . 4 sky ių).
(1) Deik ei embo a g aças pala as P.Vaič.
(2) Não eu dicas assim acon eceu Sh.
(3) Tenho, mas não de eu dėks Gs.
Dėka é do e bmazoodi (pa-)dėko i ‘(pa-) eikš i padėką, dize dėkui abs a o, o mado com
galūne -a (p z. : e ag adeço pela ca a Eu pela ajuda que ajudas e; / plg. : Te minha co açãoiga
(pa)dėka po ca a e ajuda). Veiksmajodis g açasko i žymi elação en e o sujei o e
des ina a o, exp exp essos o u ilizado ku. P ielinksninė kons ukcija ma ca esse
elacionamen o base (Amb azas, ed., 2006: 1 An asis Lie u ių kalbos žodyno 2 omo (CF) edição
saiu 1969 anos Vilniuje. Seu y . edi o us Jonas K uopas.
2 De aco do LKŽe, ag adaka ‘dėkingumo de sen imen o po ei a boa (exclu a meu. L. V.-S.)
demons ação, ag adkojimas, exemplo. : Den o da senho a padėką ele nada nea saco I.Simon. 3 Plg.
LKŽe o necida malonė signi icância ‘ge umas, ge aši diškumas; mos amos a o ankumas (p z. :
En ão [pe a gę] laidemos i klus e a ida imos bangos malonei (nesip iešinome joms) J.Balč. ; Mui o
di e mi iajoua , só não sabes, qualhi malonėj za man e á (bem ou malaca am, man e á) Ukm.)
a spal į ‘g a demian i ci cuns ância, elicidade, bem, exemplo. : Da malónė, que ana (ka ė) nespi a
Do . ; É oda malónie, que eu aquela pašiú ę pas ačiau Sk .. De aco do DLKŽe, daik a a dis malonė
u ilizado signi icamidades: (1) ‘ge aši diškumas, mise ices ingo compo amen o; mos ado
a o acidade e (2) ‘des de a o acidade concedida doana, ge ada ybė.
4 Plg. o. p ielinksnį dank, a ojamą com kilmininku e naudininku, signi icado ‘au g und, in olge, du ch, .
y. ‘pag indu, pasekme, pe , например. dank einem Zu all eines Zu alls wu de die Ta en deck : / e
gewann das Rennen dank seine g oßen E ah ungen; (i onisch) dank seine Unpünk lichkei e eich en
wi den Zug nich meh . Im 19. Jah hunde en s anden aus de Wendung Dank sei [...] (ci ado de aco do
com h p://www.duden.de/ ech sch eibung-/dank).
5
Dėka ambém de ineêzia e Elena Valiuly ė Lie u ių kalbos g ama ikoje (Ul ydas, ed., 1971: 590).
A igos A icles 91 /
Dėka daba inėje lie u ių kalboje
598) mo y ą6, que, ale conco da com Elena Valiuly e (Ul ydas, ed., 1971:
646647), pin e se usynęs com p ižas imi7.
2. PRIELINKSNIS8 DĖKA
GRAMATIKOS DARBUOSE
E. Valiuly ė, Daba inės lie u ių kalbos g ama ikoje (Amb azas, ed., 2006: 441) ap a dama
p ielinksnius, a i ma, que an iniu p ielinksniu9 g aças a eiškiano. L. V.-S.). Quan o mais
mas „ eigiamo eiksmo, būsenos a min ies pag indas, p iežas is“ (išski a ma-
adian e, analisando a azão signi icância e bomodinos signi ica pessoa ou sua posi i a a ibú
junginius, ji ašo, kad „daik a a džio kilmininkas joje [kons ukcijoje su dėka]
(isski a mano. L. V.-S.) (Amb azas, ed., 2006: 546; semelhan e opinião ainda e Valiuly ė 1986: 140;
1998: 396), exemplo.: (5) Ryž o dėka nugalimas blogis. (ci a ada po Amb azas, ed., 2006: 546) (6) Ele
(4) Ligonis pas eiko gydy ojų dėka. (ci uojama pagal Amb azas, ed., 2006: 546)
an o mui o alcançou g aças a gabumų. (ci ado po Amb azas, ed., 2006: 441) 6 Do pon o de is a
da eo ia do alen inumo pa a com galininko co esponde a mo i ação mo i o [M] unção, que é
p óp ia de coisas, enomeninhos, que são pe cebidos como base de ação ou es ado (Sližienė
1994: 22).
7 E. Valiuly ė ašo: p ielinksnis za sa galininku usado [...] unsakando a pildą, com o qual mui as ezes
pin e es i epausa azão [...], например. : E po ele, po asos lašą ag adeço desconhecidos gue ei o,
po e ão noi es de ylą, boas ob as dos oškulį. [...] P elinxnis po seman icamen e sua iza com
p elinxnio po quando eles são usados, eiškian azão de elações (Ul ydas, ed., 1971: 646647). 8 No
a igo o e mo p ielinksnis é usado em sen ido amplo. A ende-se e ao a o de que kilmininkinis g aças
é usado e como p elinksnis, e como polinksnis. Do pon o de is a da cul u a da língua g açasca como
p e equisi o o uso é is o como uma a ian e secundá ia (dalinis) da no ma (Šukys in Miliūnai ė, sud.,
2003: 34).
P ielinksniai não em sa a ankiškos leksinės signi icações. Suas signi icação a isclui apenas das
conjunções de pala as, nas quais eles são usados. O mesmo p elinks em di e en es ambien es
léxicos-sin axís icos pode se usado pa a ou as elações signi ica , plg. conjun os de pala as:
saí do bosque (e d ės elações signi icado), saí de manhã ( empo elações signi icado), saí de
baimės (p iežas ies elações signi icado) (Valiuly ė in Ul ydas, ed., 1971: 577). daik a a dó ios ou
Plg.: „P ielinksnis – a nybinė kalbos dalis, ku iai p iklausan ys žodžiai junginyje su
suas unções indoan es pala as indi e i os aleg niais signi ica á ios elacionamen os
sin aksícios com ou os sa a ankiškais pala as de conjunção ou sen inho pala as.
Sa a ankiško sin axião aidmens não man ém, nekai oma (Gai enis, Keinys 1990: 158159). 9 An iniais
(naujybiniais) chamam-se p ielinksniai, que podem se ligados com pala as de ou as pa es da
língua, mais equen emen e com p e eiksmias (Valiuly ė in Amb azas, ed., 2006: 438). Plg.:
Naujybiniais chamam ais p ielinksniai, que são man enikę aiškius e imologinius yšius
su ais sa a ankiškais žodžiais, iš ku ių jie kilę“ (Valiuly ė in Ul ydas, ed., 1971: 580).
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
92 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
Jonas Shukys (1998: 545) conside a que uma eikšmis sa o išką p iežas į eiškian is10
dėka su kilmininku indica uma boa ação baig ies ou ac o ju de es ado de a o á el
causaį, mais p ecisamen e pessoa, cujos es o ços, cuidimusa, nuopelnu go dėka
palanki eiksmo baig is a būsena a si anda (išski a mano. – L. V.-S.), p z.: D au-
issigelbėjau11. Ele a i ma que palankios es ado de causa é a pessoa, e suge e ( . p.: 546;
plg. Šukys in Miliūnai ė, sud., 2003: 35) saikingiau usa ais ases, quando dėka
kons ukcijā būsenos sukėlėjas é algum eiškinys ou daik as: ais dėka kons ukcijų
ge iau ne a o i, [...] neskojama simplesmen e só a pessoa12 (isski a mano. L. V.-S.)13
(plg. adian e). Tendo em con a o a o de que g aças à cons ução, quando ação ou
es adosenão causa não pessoa, e qual i ik as e enškinho, pa o em paleigni eqünos,
J. Šukys ( . p.: 547) acho, nosso Julius; Só g aças à g ama ica podemos língua exp imi
kad g iež ai aisy i jas ne ikslinga, p z.: Gal da kokio s ebuklo dėka išplauks i
men is. Isso, que p ielinksnio isso abs ak ais daik a a džiais, an e io men e em
„dėka a ojimo s e a is labiau plečiama“ i jis sakomas „i su ki okiais, pap as-
seus abalhos no ada é e E. Valiuly ė (1986: 141; 1998: 397), например. : Manusc i o
g aças a uma eliz coincidência não pe žu o; T i omés g ama ica exalginamen os,
e isões azem-se como só daquelas monog a ijas g aças. (Valiuly ė Ji 1986: 141) diz:
no s es es pasakimen os são bem a as ados dos casos de uso de a aminių minimo
kons ukcijos [i. i. daqueles, quando cons uções cons am com daik a a džiais,
žyminčiais лицами], po ém o comum é que e eles ajudam a exp essa pozi i ios,
posi i a in o mação base, e po an o podem se jus i icados.
J. Shukys (1998: 547) nuegąs audando, que ais g aças à cons ução não expulsa iam gy esnių e
sa esnių aiškos būdų, diz que dažniau p e e menybę eikė ų eik i p iemonės įnagininkui (čia
e a a é aisi i) [panašią joą nuomonę. Miliūna būi ė, sud., 2003: 35] [ž . 78 sakinius], įnagininkuiž
[ . 910 Pl 11g. Šukio opinião a seu li o de 1978 ano P ielinksnių a ojimas (1978: 129): Vien
10 Panašią nuomonę da ž . Gi denienė (2005: 96).
p iežas į žymi polinksnis dėka. Ele indica um bom acon ecimen o baig ies ou ac o êjui
a o á el a es ado de es ado a causa. P z. : Did y iško [...] abalho g aças a p imei o
penkyea oi cump ido p ima empo. 12 Plg. Vi o Labučio (1998: 294) opinião: Polinksniu g aças
pakoma al azão, que es á elacionada com dėkojim aí ela se e en ão, quando pessoa az
alguma coisa na a i o do sinal do con ado .
13 Do pon o de is a da no ma de linguagem J. Šukys (Miliūnai ė, sud., 2003: 35) co g aças de que,
quando a causa causa um ipo de eiškinys ou daik as, e não uma pessoa, conside a como eng iną
( ng .). Isso mos a, que o a aliado eiškinyo não es á ins i uído como no ma de linguagem
pe spek y os a ba da neno minis, nepakankamai iš i as i pan.“ (Miliūnai ė, sud., 2003: 9).
bend inês: ele eng ino como já neno minis e não endo Plg. Kniūkš a, pa ., 2000: 75: dėka ne a o i
eiksmo p iežasčiai i būdui nusaky i: Didelių pas angų dėka (Didelėmis pas angomis; Labai s engdamiesi) da bą baigėme laiku.
A igos A icles 93 /
Dėka daba inėje lie u ių kalboje
sakinius] [ski ingą jo opinião ê. Miliūnai ė, sud., 2003: 3514], azão de įnagininkui
[ž . 1112 sakinius], azão de nusakančiai p ielinksnio de ido à cons ução [ž . 1314
sakinius], mo i o de būdo p ie eiksmiui ou causa de nusakančiai p ielinksnio pe
kons ukcijai [ž . 1516 sakinius], não se pode p e ende a e bmaž [...] [ž 1718
sakinius], e nem seque um desses modos de aio. (7) O homem odos os abalhos
execu a a g aças aos músculos ( aumenimis). (ci ado segundo Šukys 1998: 547)
(8) Se é possí el in luencia o compo amen o po meio de medicamen os e
ho mônios ( medicamen os e ho mônios). (ci ado segundo Šukys 1998: 547)
(9) G ažios de aizdos e liekno s o o g açaska (plg. G ažia изваizda e lieknu s o u) ele
suža ėjo odos. (ci a ada de aco do Šukys 1998: 547) pnesni mokiniai podem excop i em
(10) Sa a ankiško da bo dėka (plg. Sa a ankišku da bu, di bdami sa a ankiškai) i sil-
pi mūnus. (ci a ada de aco do Šukys 1998: 547) (11) Edi ícios o am sal ados só g aças a
g andes es o ços (plg. g andes es o ços, po g andes es o ços). (ci a ada de aco do
Šukys 1998: 547) (12) Seu cuidado g aças ( ūpesčiu ūpinimusi) įs eig a escola. / (ci ado
segundo Šukys 1998: 547)
(13) Ilgo pescoço e pe nas g aças (Dėl ilgo pescoço e pe jos; Tu ėdama longa o pescoço
e pe nas), a gi a a é o mais al o zimbólol. (ci ado de aco do Šukys 1998: 547) (14) Essas
medidas g aças (plg. Po esses meios; musis/kai im asi desses meios) o núme o de
aciden es diminuiu. (ci a ada de aco do Šukys 1998: 547) (15) A si ik inumo g aças (plg.
A si ik inai, pe a si ik inumą) quedeu nesujei ado. (ci ado segundo Šukys 1998: 547)
(16) Pažinčių dėka (plg. Pe pažin is) įsi aisê em um quen ão luga . (ci ado segundo Šukys 1998:
547)
Naujo ias g aças (plg. P i aikę naujo es) já ecebemos luc o (17). (ci a ada segundo Šukys
1998: 547)
(18) G aças à colabo ação (plg. Bend ada biaudami) supe amos mui as
di iculdades. (ci ado segundo Šukys 1998: 547)
(19) Sneigas man eceu g aças ao šal uko (plg. Sniegą (pa)laikė šal ukas). (ci ado
segundo Šukys 1998: 547)
(20) O mundo nuçolhou g aças à sua beleza (plg. da sua beleza; Pasaulį nux ie ė sua belezais).
(ci ado segundo Šukys 1998: 547)
(21) Ele ecupe ou g aças a bom a amen o (plg. Conseguiu-lhe cu a um bom
a amen o). (ci ado segundo Šukys 1998: 547)
14 Do pon o de is a da no ma, J. Šukys (Miliūnai ė, sud., 2003; 35) co g açaska būdui eikš i (molašiai
como e p iemonei) a alia como não des inadaina (n c.). Isso suge e que o enómeno a aliado é um
e o da linguagem e à língua comum não des inado (ne a o ino) (Miliūnai ė, sud., 2003: 9).
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
94 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
Pelo que se disse b e emen e, ê-se que p elinksnio g aça com ma mininku
kons ukcija pasakoma azão de uma ação a aliada posi i amen e ou de um
es ado a o á el; g aças a dependomasis dėmuo ge almen e signi ica pessoa.
Abejojama, se g aças a ap op iado usa com negy us (konk ečiais e
abs akčiais) daik us ma cinčiais pala as. A pa i dos sugges oms
su p iemonės, būdo, p iežas ies įnagininku a ki omis p iežas į eiškiančiomis
co imen os podemos supo , que p ielinksnis g aças a concu uoja cons uções.
3. APIBENDRINTA (ABSTRAKTI)
PRIEŽASTIS: TEIGIAMA s.
NEIGIAMA (DKA s. PER)
Do pon o de is a semân ico ao p elinksni g aças à oposição cons i ui mo i o de pe ,
que usa -se eiškian causa de uma ação indesejada, nega i a ou impossí el15
(Valiuly ė in Ul ydas, ed., 1971: 631; Valiuly ė in Amb azas, ed., 2006: 451; Valiuly ė 1998:
397). P ejun o exp essando p ielinksnį pe com galininku em odos os casos pode
subs i ui po 16+kilm17 (Valiuly ė in Amb azas, ed., 2006: 545). P ielinksnio pe aldomo
galininko linksniu ai abs ac us daik a a dzii (pame ė pe nea sa gumą, skubėjimą,
apsi ikimą), ečiau konk e us daik a a dzii (išski a mano. L. V.-S.) (nuken ėjo pe
d augus) (Valiuly ė in Amb azas, ed., 2006: 546; e ainda. Valiuly ė 1986: 138 ;
1998: 399; plg. Šukys 1998: 457). Exemplo:
(22) Is oho acon eceu po mal-en endimen o. (ci a ada de aco do Šukys 1998: 457) (23) Du an e a
saldumą do d a ininko ela esqueceu, que oi se p omedėjusi, a é i a lá pés não le an a .
(ci a ada segundo Šukys 1998: 457) (24) Pe muses aqui nãožmigsi. (ci a ada segundo Šukys 1998: 457)
(25) Pe aquela ž a bią gailią asą a ugnelė neužgeso? (ci a ada de aco do Šukys 1998: 457) (26) Pe
ją me nebė lá de ida. (ci ado de aco do Šukys 1998: 457) 15 Plg. a mėse a ojamą za su
kilmininku, eiškian ukdančią p iežas į, kliū į (Valiuly ė in
Ul ydas, ed., 1971: 646).
16 P ielinksniai po , dėlei usados eiškian mo i o de um compo amen o ( aipém būsenos,
eiksminės ypa ybės) (Valiuly ė in Ul ydas, ed., 1971: 590), obje i o, nuolaidą, min ies ou objecção de
linguagem, e o çando ou a pala a, po exemplo. : Po causa da bondade ele é bom (da bondade ele
é bom) (Valiuly ė in Amb azas, ed., 2006: 441).
17 Plg.: P iežas į eiškian is p ielinksnis pe ne e ai pode se mudado p ielinksniu po . [...] Mas
p elinksnis po meio de a aliação nega i a en a iza mais (Šukys 1998: 457).
A igos A icles 95 /
Dėka daba inėje lie u ių kalboje
J. Šukys (1998: 457) ambém obse a que ik mui o a amen e pe kons ukcija
signi ica neu a ou mesmo posi i amen e a aliado ação azão, mas aqui
y a i būdo eikšmės a spal is“ (plg., pa yzdžiui, 15–16 sakinius i siūlomus jų
ge almen e aisymus, onde g açaska kons ukcija ambém em būdo a spal į),
(27) Vienas iš aud ingiausių andenynų pe a si ik inumą ga o Ramiojo andenyno a -
plg.: dą. (ci a ada de aco do Šukys 1998: 457) (28) Pe mi acullą izsigelbėjau.
(ci a ada segundo Šukys 1998: 457) (29) A a és de i a i eia oda elha casa.
(ci ado de aco do Šukys 1998: 457) Di e en emen e que 2729 sen inhei os su pe ,
azão g aças a ne a o inas, i. e. in e p e ado como e o de linguagem, quando
se ala sob e malą baig į ou nepalankią būseną, quando pasakomas base de
in o mação nega i a (p iežas is) (Šukys in Miliūnai ė, sud., 2003: 34; e ambém
Valiuly ė 1998: 397). Isso, como diz E. Valiuly ė (1986: 141), neside ina com o p óp io
pala a g açaska signi icado. Mas se g aças, de aco do BŽe, é usado como
polinksnis ( adinasi, é deseman iza ęsis), ou necessa iamen e em de ė i (ž .
con inua )? Compa emos: (30) Ta a g aças (= Po i) sou desa o uniga. (ci ado
segundo Miliūnai ė, sud., 2003:
35)
(31) Rūkymo dėka (= Rūkydami) jo ens gadina seu saúde. (ci ado segundo Miliūnai ė,
sud., 2003: 35)
P ielinksnių pe , g aças à azão cons uções pode se sinonimís icas po causa
cons uções, pelas quais se exp essa desc end i a azão, . i. minčių, conclusão
loginis base (Valiuly ė 1986: 139; 1998: 399). P ížas ies po causa a osena
pe encen e daik a a džio em elação é (beques ) ilimi ada: com ele cons i uem-se
cons uções com abs acções e conc e os, ma cinčiais pessoas ou daik us,
daik a a džiais (Valiuly ė 1998: 386; plg. 1986: 136). Seman icamen e pon o de is a po
cons ução ab êpia ( o almen e ou em pa e) signi icados mais es ei os,
especializados endo g aças e pe cons uções, i. e. aqueles, pelas quais é di o
posi i as esp. nega i as consequências causa (Valiuly ė 1998: 376) (plg. 3235 sakinius).
Como diz Valiuly ė (1998: 403404; plg. Valiuly ė 1986: 150151), po causa da cons ução
em desc end in o azão signi icado, seman iicamen e [jas] elacioniauja com
odas ou as azão p ielinksnių cons uções, só ne ienodu ex ens u. [...] As
cons uções pe Gal e Kilmdėka são quase comple amen e incluídas em cons uções
po causa seman ínio campo, e ou as cons uções apenas de pa e. Ou is
džiais a ian , kons ukcijoms dėlKilm y a sinonimiškos kons ukcijos pe Gal,
žoKilmdėka.
(32) Anė inha que sai pa a as pessoas, e isso só po causa b olienės ((pe b olienę). (ci a ada segundo
Valiuly ė 1998: 400)
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
96 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
(33) En ão u, Algiuk, po causa daqueles sielos ((pe sielius)) e pa a escola a pa êla ai? (ci a ada segundo
Valiuly ė 1998: 400)
(34) E ago a po osso shykš umo ((dėl osso shykš umo) qualsnio nãoho. (ci a ada segundo
Valiuly ė 1998: 400)
(35) Nes e yž o g açaska (plg. po yž o) malis nogoimas, įsi iešpa auja gė is e
e dade. (ci ado segundo Valiuly ė 1998: 396)
E. Valiuly ė (1998: 338; plg. 1986: 150–151) ski ia apibend in os p iežas-
ies aiškos o mų seman inę (hie a chiškai o ganizeduo ą opozicijų) sis ema,
onde in e io es pakopos oposições en am em supe io es pakopos oposições; ela is o
1 no esquema.
Apibend in a (abs ak i) causa
Nãoymi ada
Modalinė po Kilm
Posi i a Nega i a Mo i o
Kilmdėka pe Gal zaGal
1 SCHEMA. Apibend in os azão sis ema Cada desc end in a azão seman inė
g upo em seu ípico aišką. A pa i de exemplos oi is o que às ezes a mesma
signi icação pode dize sinonimicamen e, i. i. on ei as en e sepa as
desc i end in as azão seman ines g upos de aiškos modos pode pe ciklo i.
En ão isso mesmo signi icmei dize pag eciui (gali se ) usadas algumas
mo osin aksinas aiškos: Ins g açaska (plg. 1112 sen inius /); po g aças (plg.
1314, 35 sen inhas); pe g aças (ž . 1516, 2729 sakinius), pe dėl (plg. 3234 sakinius). /
Em elação à í ido mencionadas azão p ielinksnių pe enomasis dėmuo,
ma cado kilmininku ou galininku, diz-se assim: pe Acc: i o (asmuo gy ūnas) >
dėlGen: gy as (asmuo / gy ūnas) > negy as (konk e us / abs ak us) daik as;
mo o (konk e us abs ak us) / daik as; Gendėka: i as (asmuo animais)
>?negy as (konk e us abs acc us) daik as /. Tendo em con a que BŽe g aças é
de inido como polinksnis (p elinksnis em sen ido amplo18), e em 3639 sen inhas,
onde g açaskojame e dėkingi exame e gás ia g aças do pe encen e êmens
18 V . 8 isnašą.
A igos A icles / 97
Dėka daba inėje lie u ių kalboje
negy iems (konk e iems i abs ak iems) daik ams, y a pag indo plės i i p ie-
pe mi ida u ilização não limi a dėkojimo base pessoaindu19.
(36) Eu espe a a a opo unidade de conhece com ocês oda ligšiolinį sąmoningą ida e
inalmen e me šypsos elicidade. Po isso ag adeço a casualidade, po meio do qual,
Kazlėko paskai ų, pasi eiškia bū inybė, a ba lem is. DLKT
como sabeis do ma xis o (37) Assim, o nuobodulys o na-se meu mo o de c ea i idade.
P ecisamen e po isso eu e sou dag iga ao meu a o ouli. DLKT
(38) Rįždama em pi į, Saliomija cada ez balsiai g açaskoja gi ios a paukščiams, á o es,
gi ios espi i uia. XXII Kūčių aka e Saliomija įbeda pequenas eglu ės kamiengalį em zemių
puodą, à šakų p isega alguns ž akių. DLKT (39) A i ma que Pe u é o iginęs da pala a Pi ua.
Kečujá língua isso signi ica didelę kuku ūzo bu buolę. Oi i conside a que po seu nomeą
Pe u de e se dėkinga nedideliam Vi u pois como jus amen e de aqui kuku ūzai o am
upeliui šalies šiau ėje. Sa aip eisūs i ieni, i ki i. Pe u sa e laiko kuku ūzų ė yne,
azh i. DLKT yքերով, endo em con a o a o de que pe cons uções, sem jomas ipiškos
Be jau minė ų, šiame s aipsnyje ieškoma a sakymo i į ki us klausimus. Pa-
nega i as causa de signi icações, ap op iamas consumi e posi i as ou neu ias
consequências azõesčiai dize , po que co igidas g açasca, quando jomis diga uma
nega i amen e ou neu almen e a aliada ação ou des a o kios es ado de causa. Ma y ,
baseado no mesmo g aças leksinės semân ica undamen o: ge almen e ag adkojamos só
po ge ą (ž . 1 изнашą). De exemplo: Eu nuhei, e aqui o icial, isqui díssimo o que que o, mui o
nus ei e papasalhou sob e si uação, que já mui os anos acon ece na Li uânia, aconsê
quan o an es i em banco. Aqui descob iu-se que a con a es as ida. Es a é uma g ande lição
de ida, pela qual sou mui o dãinga a es es gen elmen20, e , emos que base a ag adece e
dãingi es adoname (galime se ) e po um ação nega i a ou des a o kias es adosa
pada inas. Žiū in em suge omus 715 sen inių aisymas, o na-se cla o e o que que
a osenoje g aças não monoseman iškas. A cuja ou as g aças kons175),
expe imen inėjęs a ual g aças a oseną, a i ma, que būdo (sykiu i p iemonės) e azão
ukcijų eikšmės (gali bū i) pa eisinamos? Pa yzdžiui, Vidas Valskys (2013:
signi icâncias neme oui suspynusios, например. : J. Loewo po causa do pos o (kaip? po
quê?) isga secido apaz o nou-se sensação da in e ne ; [...] G aças a es a memb ana o
c eme não em de con a o di e o com a ex e na meio ambien e (nepa enka a iados
mic oo ganismos po con a o com as mãos), e do pon o de is a da no ma o e ece e i a
(be nelaiky i neno miniu) g aças eiškian causa, que causa o mo o (konk e us,
abs ac us)
19 Da plg. isnašą 7.
20 Fon e:
h p://www.del i.l /dekonews/daily/li huania/m-a-pa ilioniene-p abilo-kaip-ja-apga osukciai-juju-siems-dzen elmenams.d?id=70512580.
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
104 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
T em inys pode segui , onde es ão sua gen e. Tem que de alguma o ma se li a deles.
Tal ez asai kwank elėjęs suopis pudesse nulokdá-los onde em glūdumo da aldeia? DLKT
(70) Užs alėje, jusdamas kaip ši dį maloniai šildo okelis su hono a u, o gomu į – ėl a -
encon ado nes e mundo le e inho e melho. P o a elmen e a g aça do inho (kodėl?
como?) ele ūmai descob eu, que esc i o es li uãos em essência semp elaik e a cunelis,
o kš an is a nau i. DLKT
(71) Não obs an e isso, ele dispos o uč uojau o nece e nemenką k edi , Hela obse a a
sua eação. Isso signi ica, que Ma gos es amen o g açaska (kodėl? como? plg. es amen o
pag indu) e obui e as e ainda podėsi adicionalmen e in es i . Pano ėjęs galėsi neblogai
p asiku i. Ku as pa eceu susci s ês. Ele p ecisa de dinhei o. DLKT (72) Po exemplo, elnio
co ų a šakos mos am des e animal amžių, e a pa i olhas o ma e co pode julga sob e
seus óxicos e cu amósias p op iedades. Tokios sinais g aças a (kodėl? como?) a na u eza
mais ácil de conhece . Nė a mon no, es elaes, su ė imo, que pudesse nuscêle do homem
seus ma cenis, mos anços seus slap ingo esmę. DLKT (73) Isso ma a ilhoso. Tais excelen es
esul ados alcança ão de a amen o e icaz e excelen es cuakaip?). Ago a sua condição de
gos, nuoši daus namiškių i apylinkės gydy ojos ūpesčio ligoniu dėka (kodėl?
saúde sen a hema ologis as, po que doença lė ina, exigindo con ínuas cuidados. O mais
impo an e é que a pessoa se sin a bem. DLKT (74) Vandenis, pe encen e UAB G ožis,
a bi a iamen e anspo ando passagei os e pai aisdando as eg as da na egação
nunkendo jun o Ven ės ago. Só g aças à coincidência (kodėl? como? plg. coinciden inai; pe
a si ik inumą; de ido ao coincidinismo) e i ada í imas das pessoas.
DLKT
(75) Po que a nação não espo ciona, não alo iza co po cul u a, po an o ascende só
pequenas es elasdelas. Pa ilhões pessoas ão p imei o em en e só de g ande no o e
alen o g aças (kodėl? em quais condições?)... O skaudina al a de é ica dos a le as. Falo e
sob e ajã, e sob e compo amen o, soando o hino do es ado e e e biando a žo us.
DLKT (76) P ecisa dize ob igado àquelas pessoas que abalha am à al lei. Po an o, que
medicinoj acon ece, que g andes es o ços de, digamos, chi u gos ou akuše ių g açaska
(kodėl? como? em quais condições?) pode sal a a ida. Às ezes essa ida exis e exis e há
longos como ida, como gy as is, às ezes ela ica sem pe nas, en ão é in álido. DLKT (77) No
en an o ago a ela caminha olkėdama pa icula men e umpais sijonukas e a ėdama
cincocas colių de al u a ba eliais. luga 5 (120 cm). Nes es empos longos pe nas g aças
(kodėl? como? em quais condições?) é possí el aze não só uma excelen e ca ei a, mas e
zaca iau i p íncipe co ação. Isso conseguiu aze pouco conhecida modelinha no egas
E ai SASUM. DLKT (78) Lide o amen o a g andes cole i os ou pesquisas cien í icas
expe iência. Ypa ingi habilidades, adqui idos g aças à a i idade p o issional pe manen e
(kodėl? kada? plg. pe ilgalaikę p o esinę działalność) pa a abalhos únicos ealiza . DLKT
(79) T. y. b inquedos o na aqueles obje os símbolos. Pa a isso não impo a
comple amen e a semelhança do b inquedo com aquela coisa que ele signi ica, e é impo an e sua unção, possibilidade dele [žaislo] g aças a (quo? ; plg.
S aipsniai / A icles 105
Dėka daba inėje lie u ių kalboje
jogulu) ealiza pi aisduojen e ges á. Só assim, na opinião de Vygo ski, e pode explica -se o
jogo simbólico dos ilhos. Skudu ų yšulėlis ou legalouka de madei a. DLKT (80) * Reco e-se
a eo ias que possam explica os dados do es udo; * ap esen ação de dados e análise de
es udo; * os esul ados e g aças a eles (como? plg. seu undamen o; de aco do com eles;
com base neles) o mulada eo ia; * a aliação, discussões sob e os esul ados; * de moks-
linės p oblemos išplaukiančios iš ados. DLKT
(81) Os aco dos, alcançados g aças a p ocedimen o indicado no pon o 1 (kaip? plg. indicado
p ocedimen o undamen o; de aco do nu ady ą p ocedú u), de em se a i icados ou
con i mados de aco do Es adoybėse, des a Su a ies Salyse, igo ança o de. DLKT (82)
Me odologia, elacionada com mé odos e écnica de in es igação. Nes e abalho
me odologia de pesquisas edukologicas in e p e amos como uma ce a eo ia do
conhecimen o, cuja [ am ce o a eo ia do conhecimen o] g aças (kaip? plg. cuja
pag indu) e elamos o pensamen o cien í ico ca ac e ís ica e p incípios. Em ou as
pala as é um conjun o de manei as e eg as, ajudando a aze bem um de e minado abalho. DLKT
(83) Fé é o conhecimen o pessoal de Deus, que não é possí el de ou a o ma, mas só
po causa da expe iência (kaip? plg. pe expe iímimen o). DLKT
(84) Rescolgindo indicalças, ele con on a com mui os inocen es suspei os, e i ica á ias
e sões, a é inalmen e logiais conclusões ou in uição g açaska (como?) e ela
e dadei o nusicélėl. Como e g ande li e a u a, no omane de e i á io y inėjama
acon ecimen os po eks ė. DLKT
(85) Du an e a e olução de 1905 podia no amen e, como e no inal do XIX a. início do XX a. , a i ma-se que a
ins i uição de escolas supe io es em Vilniuje g aças (em que condições?) aqui se eunk am nãoázonas
o ças do jo em li u iško, e isso pagaugin as g e as da in eligência li u iška, po que aqueles que ciência
saem s e u , mui as ezes... DLKT (86) e assim nesus abdė. e žlaus pu o e bjau as ies s au o, mas o
que ez, G aças aos seus es o ços (plg. embo a ele se es o ceu ez udo, o que podia) a Te a não o nou
quan o melho ėlese, e ago a ho a se se i nau i do bem da na i a Pažadė osios plane a. Klienas 86
sen ença, alando sob e nepalankią būseną (ne apo ge ėlesnė) usada nucaidos g aças a cons ução é
a idžiai klausėsi pilo o i Makend iko pokalbio (da plg., pa yzdžiui, sakinį (45))21.
opozicinė 87 sen ença galimam a o i p iežas ies pe (o causa) com galininku. 88 sen inha sinonimiškomis
pe e g aças pasakoma posi i amen e a aliada ação azão (mais plg. 2729 sen inius). Segundo es a pe
analogia, o consumido , isi elmen e, g aças p iežasčiai žymė i selkasi 8994 sen inhas, onde p edica u
pasakomas eiksmas ou būsena são a aliados neu almen e ou nega i amen e. 21 Es a ase com
p edica o posi i o é de DLKT: En ão e nesus abdė e žlaus pu o e bjau as ies me as pasi a nau i
gim osios Pažadė osios plane os labui. Klien a en amen e ou iu pilo o e Makend iko em con e sa.
s au o, ačiau pada ė iską, ką galėjo. Jo pas angų dėka (kodėl?) Žemė apo kiek ge ėlesnė, o daba
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
106 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
Pa yzdžiui, 93 sakinyje a ojama jo [Hun o] dėka kons ukcija pasakoma neigia-
mai mo i o da conclusão da ação a aliada (desapa ece am á ias espécies samanas);
aqui, de aco do no ma, azão g aças de e ia se ocada po com galininku. No
en an o, o con ex o disponí el es a g aças cons ução pe mi e in e p e a , se não
como posi i as, isso meno as pelo menos como neu ias ação baig ie causa (plg.
embo a Hun o g aças ex inguiu á ias espécies samaná, mas Ell ago a a coleção de
Lenois é uma das mais abundan es no mundo). Pelo mesmo neu almen e alo ado
mo i o pada iniu pode se undamen ada e g aças a osena 94 sen ença. Em ou os
pala as, como às ezes pe com galininku é pasakoma neu a e posi i amen e
a aliado ação ou a o ankia es adoa causa, assim g aças kons ukcija neu a ou
nega i amen e a aliado causa. D ejopai g aças cons uções podem se en endidas
9596 sen inhei os: isso, se g aças com kilmininku pasakoma posi i amen e ou
nega i amen e a aliado ação ou (ne)palankias es ado de es ado, depende do que, em
elação a quem é a aliada. Pode-se pensa que naqueles a os casos, quando ação ou
se áena pode se a aliadas neu almen e, desc end in as azões aiška pe sikloja,
. i. u ilizadas p ielinksnių dėka e pe kons ukcijas. (87) A a és de seu es o ço (plg.
po seus es o ços; seus es o ços; po ele) Te a nãoapo quan o ge ėlesnė.
(88) Po an o o nei-me cons u o de cas elos aé eo! Reikalauji, que aco dus ei, po ém
de e dadei o mesmo sono a me c os olhim e po milaglą, isso é, minha g aça apeini odos
spąs us e duobes, suk ai aleg iaėsi Magas. Saibok, elicidade não e e na, em segundo pode
ape i skysc ajis. DLKT
(89) Po ou a pala a, comple amen e cla o, que jus amen e dois be niukų, se assim
pode dize pono G. Vagno iaus e pono R. Su ilos g aças (plg. pe poną G. Vagno ių e poną
R. Su ilą) odo o sis ema kaime oi lançis a des ui niekuo sua não subs i uičian .
DLKT
(90) Tu não p ecisa sabe . Só não nes a ase. Cla o. Aleks pediu o acil com a xaku e. Na
e dade isso nada e não algê. Meu io e a espião. Seus g aças (plg. h ough you)
nãoegyi . Eu mui o escla eçinou, isso ocês me zumigde a e a gabeno šičia. By he way,
aš? – Čia y a ienas iš mūsų mokymo cen ų, – paaiškino. DLKT
e onde (91) O S . Ž. Ju šėnas e oda LDDP assus a-se, po que que o mais longo esis i
ao pode lo io e nem uma pala a nãožsimena, que suas g açaska (plg. pe eles) Li uânia acabaama
sug iau i. Kazimie as Uoka pab ėžia, kad isi do i lie u iai u i eikalau i p iešlaikinių
Seimo inkimų. DLKT
(92) De sua ilei a es a sa a ad? a me aconselha ? En ão e emos se ui ce o,
nukenksmindamas š ilpynę. Po que p i ilo ? Penso, Valen inai... Penso, como eu g aças
a e) būčiau apsijuokus ąsyk p ieš ga bingą kompaniją. Ačiū mamai. Ji išgelbėjo a-
(plg. pe gedinės a is ės p es ižą... DLKT
(93) Taiklia pa a de Geo ge’as Hun as B i anijoje aip uoliai „medžiojo“ samanas, kad jo
g açaska (plg. pe ele), ko p o a elmen e, ex ingui am á ias delas espécies. Mas é
A igos A icles 107 /
Dėka daba inėje lie u ių kalboje
jus amen e g aças a ais es o ços ago a a coleção de Leno Ellis é uma das mais
abundan es no mundo. Todos 780 000 seus exempla es insc i os em g andes páginas s o o
de papie iaus. DLKT (94) O que já dize sob e liaudies canins! Simaniškių aldeia sinais. Meu
pai uc Jonas Če na (po exemplo, eu apau Ča na Rozalimo klebono g aças (plg. pe
Rozalimo kleboną), no li o de c is o insc isiu me quan o mudada pa a de) e a não só em
oda a aldeia, mas e bem con inuokai paga sėjęs can o . A canção me acompanhou. DLKT
(95) Ras i nãouginçijados com a mo e puní eis c imes de p o as semp e e a semp e e a
di ícil, e desag adiningos ad ogados g aças (plg. po desąžiningus ad ogus) culpados
mui as ezes ica am não puni sob e isso mąs anci Einsli inha à cabeça em p imei o
luga O. Dž. Simpson caso. DLKT
(96) Ele in âmamen e escu ou con olie iaus, isso u bū pe cebeu que es es p oblemas
mui o há mui o empo o am le an ados e de alguns dos nossos ações espebiá eis ponus
g aças (plg. pe alguns quais nossa ação espebiamuosius ponus) es e p oblema oi
insoluído. nosso comi ê an es po es es deli os imus, eu não bauo ha pala a, suge ê de
ca gos emo e ex ussio u banis ikos... DLKT
Do que ligšiol di o, escla ece-se que em elação ao dependen e dėmen g aças à azão
a osena leksiškai não é limi ada: es a adelinksnio cons uções são u ilizadas
an o com i os (pessoes, animais), quan o com não i us (konk ečius, abs- (milaşie
akčius) daik us žyminčiais daik a a džiais a juos nu odančiais į a džiais
como e com azão pe ou de ido). Nesses casos, quando g aças à padminko
con olinho ai um conc e o i ik a a dis (mamas g aças; au opilo o g aças),
p ielinksninė kons ukcija ne isada keis ina p iežas ies dėl kons ukcija; os
úl imos podem supo o signi icado do obje i o. A p óp ia al composição léxnica
g aças a cons ução o signi icado da azão explica-se indi e amen e de con ex o
mais amplo ou descob eia em conjunção de pala as (plg., po exemplo, 5657, 63
mė iesiogiai da osi aiški iš pačios dėka kons ukcijos, kai su dėka eina abs ak-
ūs daik a a džiai (mamos iūso dėka; a si ik inumo dėka; plg. dėl mamos iūso;
sen inhas). P ejas ies signi icdél acasoinho) ou conc e os ( i os, não- i us) coik us
eiškian ys daik a a džiai em seus dependen es pala as (ge o kaimyno dėka; seu
dado ak o dėka; apsuk iosios H asės dėka; plg. kaimyno ge umo dėka; H asės
apsuk umo dėka). A úl ima g aças à cons ução mui as ezes sinônima de azão
dėl kons ukcijoms. Ki aip sakan , emdamiesi E. Valiuly ės (1998: 362–371)
desc end in a p ielinksnio do cons uções di e a e indi ec a de azão ski imi,
sob e al podemos ala e desc end in a de azão g aças caso. Sem sua ípicas
azão signi icações, g aças à cons ução ca ac e ís icas e ou as nep iežas ies
signi icações. Algumas delas são sink e ichas, ou as pu as. Toliau podemos ala
sob e p ielinksnio g aças cons uções eiškiamus modi icika o ius. Simonas Dikas
Funkcinėje g ama ikoje (1989; 1997) dis ingue ke u is com p edica u elacionados
modi icika o ių (a ba, S. Diko e minais, sa eli ų (an.
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
108 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV modi icika o iai cons i uem ob ilkalo (an. co e) ou išplės inę
sa elli es)) lygmenis. Į b anduolinę (an. nuclea ) sakinio p edikaciją neįeinan ys
(an. ex ended) p edikaciju (i. y. nep iklauso p edika ui e seus a gumen os). Modi icado es do
p imei o ní el são p o o ipiški (būdo, p iemonės, jakości, e c.) modi icado es elacionados com o
mesmo p edica o ( o. VP-in e ne Adjunk e), que modi icam ou especi icam o p incipal p edica o
eiškiamą acon ecimen o, ou, S. Diko (1989: 192 […] 225; 1997: 193 […] 226) e minis alando, b anduolines
p edikacijas (an ad. nuclea p edic ion) de coisas (an. s a es o a ai s (SoA)), p z. : Onu ê desenha
bem. Esses modi icado es en am em p edica o negimo ab êp į. Po exemplo, 82 sen ença posi i a
p edicado a subs i uída nega i a, e emos que nega i o é p edicado (a skleidžiame) e būdo dėka
(plg. G aças à eo ia do conhecimen o (como?) não des elamos modo e p incípios de pensamen o
cien í ico, i. i. isso e elamos de ou a manei a; semelhan emen e como Onu ė nãoiešia
boni amen e, . y. Onu ė pin a da manei a como ela consegue). Adjunk e); jais eiškiama a si uação
dos coisas luga , empo, esul ado, ikslo, azão e e c. ela i amen e (Dik 1989: 206208; 1997: 243244),
например. : Jonas on em à noi e encon ou com Onu e Ka ed os p aça. Tais ci cuns âncias do ní el
An ojo lygmens modi ika o iai ski iami sakinio lygmeniu ( o. VP-ex e ne
sen encial es ão o a do p edica o neigimo ab êp ies limi es. O segundo ní el p edica o
modi ica o im ci cuns ânciasem a ibuída à azão g açasga cons ução. Pe aza us sen inhas
posi i as com azão g aças a em nega i os, nega i o p edicado, mas não g aças à cons ução.
P iežas ie g aças man ém seu signi icado (plg. 56 sen inio pa a azę Tal ez só saluskos g aças ( . y.
pe d uską) ele ma inas nep agy eno oi o uone ius anos) ou, como já zazminhado, o na nuolaidos.
Neigimo ap ėp ies es eikšmė (gali bū i) en endama como sink e inė. Po exemplo, 75 sen ença
posi i o p edika ą (pa yko) subs i ué nega i oamu (nepa yko), e emos que g aças à kons ukcija
pasakoma nuolaida, plg. : Shiaip ou assim, p ecisamen e ši ų samp o a imų dėka me dėka yškesnę
p iežas į nei būdo signi icado (palašiai e 7678 sakiniuose). Ou, digamos, 67 sen ença posi i o p edika ą
as gali padė i i ais dėka a osenos a ejais, kai šio p ielinksnio kons ukcijos
(y a conhecída) subs i uída nega i o (nė a pažįs ama) e sakinį pe aza ę į: C e os kul u a nė a
pažįs ama anglų a cheologo A. E anso (1851-1941) i inamen o abalhos e k uopš aus sua desc ição
g aças, e emos que aqui nega i a e g aças kons ukcija; hence, g aças mais p op iamen e
nepa yko nusi amin i. Tai leis ų kalbė i apie eigiamame 75 sakinyje a ojamo
pasakoma não causa, mas on e modi icado do p imei o ní el22. 22 Os modi icado es do e cei o e
qua o ní el nes e a igo não são abo dados sepa adamen e. Em b e e digi e-se isso, que os
modi icado es do e cei o ní el são p opoziciniai (pagal Diką (1989: 252253;
1997: 297298), a i udinal sa elli es); eles einicia-se a aliação da si uação das coisas alado . Em
ou os pala as, isso é uma modalinês ci cuns ância do enunciado, p z. : Saimei, eu e encon ei.
Modi icado es do qua o ní el são ilokuciniai (an. illocu iona y sa elli es) (Dik 1989: 258 ; 1997: 304 ) ou
A igos A icles 109 /
Dėka daba inėje lie u ių kalboje
Assim na a ual al ação Li uãs p ielinksnio g aças com kilmininku cons uções
são pasakomi modi ica o iais do p imei o e segundo ní el. Res a a ques ão, se
g aças é usado só como p elinksnis. Em ou as pala as, se g aças é pe doado a
elação com o aik a a džio g aças signi icmês. Žiū in em ais a amen e
oco en es sen inhas DLKT como 97101 e g açaska a osena ‘dėkojimas,
g açaskingumo eiškimas e ‘malonė signi icmėmis.
Dėka com kilmininku pode se elacionado com o aik a a džio ajuda semân ica. Isso é
is o de como egua en es no ma a ian es 102 sen ine e ou DLKT 103 108 sakinių ( a
plg. 63 sakinį)23. Sinoniminas g aças e ajuda elação pe mi e ala sob e o que an o
g aças com kilmininku, an o daik a a džiu ajuda com įnagininku eiškiama azão (plg.
103104 sakinius), e sob e g aças kons ukcijų sink e inę (p iežas ies i būdo)
signi icado 105108 sakūnainiuose (plg. Milii ė, sud., 2003: 35). De 109111 sakinių e , que
p elinksnis g aças es á elacionado e com p elinksnis ajuda manei ai, p iežasčiai ou
menos ipicamen e p iemonei žymė i (le mais sob e isso consul e Vaičiuly ė-Semėnienė
2016). (97) Belamen e pa adino auka. Tal ez chamei assim. Já que ocê, klebone,
zemiškas, en ão e eu se ei oksai. Da in ância em gi dėda a pai: ob igada po dėką.
Ma celinas Kalenda sune imo, es endeu a mão, que endo oca Po ilui peį, mas a u ou.
Como eu de o en ende , meu amigo? DLKT
(98) Jam homonimiškas é daik a a džio ienaskai os įnagininkas, plg. Dėka ( . y. dėkojimu) nãoliksi,
p ecisa á pagá-se. DLKT (99) E d ės silps ančiai gy asčiai p ecisa a cada ez menos, mas ele
não aukė do ykš ančios, kunkuliuojančios, b ęs ančios e a, ela g aças a udo e aoi ou.
Realmen e, ago a ele geidê ela mais do que nunca, ebūnie isso só ykus sodo can elis. Assim ele lá
no sodo e o cido sunê ês as mãos. DLKT šnekos ak o (plg. Hol oe , Pajėdienė 2005: 95); modi icada
ou especi icada po eles ilokucinė in e p e ação do a o de snekos, i. i. eiškiamas comen á io do
alan e em elação ao a o de snekos, p z. : F ancamen e alando, ele é nemolagus.
Sob e suge omão das ci cuns âncias (modi ika o ių) ski s ymą lie u ių kalboje plg. Hol oe ,
Pajėdienė (2005), ali mesmo é. e nou os abalhos de g amá ica li uanas p esen a omą opiniões
apž algą. 23 Dêka e ajuda mú uo sąsajom g indzia e ou os suge idos aisymai (p z. : Mokslus
baigiau g açaska ge ų žmonių ( ge ų žmonių dėka, ge ų žmonių padedamas (Šukys 1998: 546; Šukys in
Miliūnai ė, sud., 2003: 34)), e ele ônicas LKŽ ka o ekos exemplos, encon ados no Sis ema de
in o mação de ecu sos da língua Li uânia (LKIIS), p z. :
Plg. okiečių linguagem sinonimišką p ielinksnių dank e mi hil e com kilmininku a oseną, p z. :
Mi hil e/Dank de Leseb ille kann Opa endlich wiede Zei ung lesen.
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
110 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
(100) Assim olhando, podemos en ende as pala as dos Pais do Sínodo: Cada um dos
sace dócios ocacionam exis e na Ig eja e Ig eja e esmagado g aças a ela. Isso
signi ica que cada sace do e ecebe ocação do Senho po meio da Ig eja como g aças
a do anão, como g a ia g a is da a (cha isma). DLKT
(101) E smuklininkas La uasas aíp se assim aleu ajudando molūno abalhado es e
čių, ku ie ežė mal i g ūdus, dėka (plg. iš als iečių, ku ie ežė mal i g ūdus, malo-
es adoenês). Nos domingos jun o dele passa a e de ou os clien es um ou o esiden e de
adjacen e A o kaimelio. No en an o, ele is iu nedalia. DLKT (102) Dėdės dėka (│Dėdės
padedando ( emiado, incen i ado)) es uda des ykau ao es angeį. (ci ado segundo
Miliūnai ė, sud., 2003: 35) (103) Dekša. Delai não que o, iquezas minhas jamais não domina am,
embo a bem comp eenda, que sem pa imônio di icilmen e é possí el alcança alguma
coisa. Você me mui o ajeda e, sua g aças (plg. com sua ajuda) eu es udio, es ou so us e
adequadamen e ape ado. En endo, es amen as é es amen as, isso ipo ab idu amen o
con a no icedades. DLKT (104) [...] Aksis Mundi e a cen o do mundo. Quando o sug io ê,
ex inguiu e lilimų cul u a, po que eles não consegui am u iliza o pode da luz. Hoje, com a
nossa ajuda g aças (plg. com a nossa ajuda; nossa ajudando, po an o, que nós ajudamos),
lilimai i e melho . Ped es sob a o ma de luz eu da a lilimams no o co ação, e ago a es e
sociedade o ganismo c esce e p ospe a , o na maio . DLKT (105) An es do s . Za u eckį
udo su e es e sob e meu, e an es de mim su e es e sob e m Za u eckio. Mas, sabe que,
eu ainda assim a anjo o abalho. Kalouseko g aças? (plg. como?/kodėl? com Kalouseko
ajuda) passei a se kandus. Só não po causa de ocê! Tu isu ão p aguishas, que nem
ocê mesmo en ende. O u apo a? Su okiu. Concu so u não ganhas.
(plg. sen ença (2) ) DLKT
(106) Be nelis, ca algando em ca alo, sen e-se segu o, g aças a ele (plg. como?/kodėl? com
sua ajuda) ence espaços, dis inguinças on ei as e obs áculos, além disso, bas an e a
boldamen e ing essoja em espaços pe enusanças a ma gelês. DLKT nau, que dele nelabai
(107) […] Jis negi dė ų, nes nė a ainiausias pasaulyje, – nusijuokė Monika. – Klausyk, ži-
i škini, mas ele me o nece ma e ialá e só g aças a ele (plg. como?/kodėl? com a sua ajuda,
só dele ajudando) posso pakliū i em ce os luga es, dos quais nebúčiau nem sabia. Mas ocê
gos a ele? Na... Assim como e ou os. Não sei. DLKT (108) O mui os jun amen e com ela
es enčia gim adienius, a dadienius ou ou o i in signi ica i os e iados de amília. An es
de dezesseis anos šešu o g açaska (plg. como?/kodėl? com šešu o ajuda; pe šešu ą)
indo à ele isão e p o issionalu abalho issiko ojusi o es posições, hoje bene a melho
BTV dik o ė se con essa não consegui i e sem ela. DLKT po causa de uma pessoa
(109) E ologų nuomone, aikai ins ink y iai p isi iša p ie sa o ė ų a ki o uo me u juos
(kaip?/kodėl?) que cuida (plg. imp in ingu). E ólogos dis inguem dois pe iodos de
desen ol imen o social: ge al do imp in ingo e especi icíssimo imp in ingo.
DLKT
A igos A icles 111 /
Dėka daba inėje lie u ių kalboje
(110) Su ūdijusiais gelžgaliais maio esus laužus de me al pa ams o, de nedisk e iško daik o
guzikus su e ina, pa aiso belo usiukus, ou os pada gus, (kuo?/caip?) g aças a eles (plg.
jais) apdi pa sklypai, a é mesmo de ag icul o es e e as comuns. Nê um não es á
ecebendo Gedimino o dino, o que ecebeu do seu es ado independen e en ilhecemos. DLKT
(111) Gydomasis e ei o cons uído ealmen e nãomalas. Aiškia egė (pascalban i com o
mesmo Senho ) ki pėja g uzinė (kaip?/kodėl?) água e nossos p askydusios y iausybės
dėka (plg. água e com nossa p askydusios y iausybės pagalba) se e ilhos seus ap ūpino
apa amen os e Lie u os pilie ybe. Mulhe andeniu e papel-de- oale inho cu eu
esqui iuosius e dešiniuosius, p esiden esus. DLKT
6. APIBDRINIMAS
Na a ual alância li uãs g açaska ge almen e é usado como p ielinksnis,
a amen e como daik a a dis.
P ielinksnio g aças g aças cons uções leksinė composição não é limi ada:
g aças kilmininko complemen u ai daik a a džiai, žymin ys i os (pessoes, i os
pada us) e não i us (konk ečius, abs akčius) coik us, ou eles in aduojan es
į a džiai. Mais equen emen e g aças o con olhinho é abs ac us
obik a a dis (62,7%) e ečiau conc e us (37,7%). Tendo em con a os po osenos
polinkius, p o a elmen e de e ia expandi e p ecisa a no ma.
Típicamen e p ielinksnio g aças com kilmininku cons ução eiškiama
desc end in a azão. No malmen e eles con am-se posi i amen e a aliado ação ou
a o á el es ado de es ado, a amen e nega i amen e ou neu a a aliado undo. No
ul imo caso g aças pe sikloja com azão pe kons ukção. P iežas is g aças às
cons uções pasakoma di e amen e ou indi e amen e. Indi e amen e a causa
con a-se p elinksnio g aças com um conc e o doic a a dinho, ele subs i uindo de
ídolo ou desc eend indo do indicamen o ídolo kilmininku, i. i. casos de condensação
sin aksís ica (plg. mamas g aças; ca es g aças; e as g aças; o g aças),
di e amen e quando seu aldinho ai um ídolo abs a o doic a a dis ou conc e us
doic a a dis em seu p óp io (plg milag o ou modi icinumo; mamas es elas g aças;
ge umo / ge os mamos dėka; žmonių i ž aigždžių palankumo / palankių žmonių i
Valdeko hands o ça de o es Valdeko hands; ak ak akge do mix o; g aças do
seu dou o ). komas (ma y , menos ipiškos) ins umen o obje o, būdo, condições,
Dėka kons ukcijoms su kilmininku būdingos i ki os eikšmės. Vienos jų
y a sink e iškos, ki os – g ynos. P ielinksniu dėka su kilmininku y a pasa-
disconidos ci cuns âncias. Dêka cons uções azão signi icado pode se
en elaçada com obje eikšmėmis. To na-se p oposi o conside a e no a alo iza
inėmis (šal inio, p iemonės) a ki ų (būdo, sąlygos, laiko i pan.) aplinkybių
g aças à polisemiškumą.
LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ
112 Ac a Linguis ica Li huanica LXXV
Na a ual língua li uânica p ielinksnio g aças a cons uções eiškiami p edika u, e
pi mojo i an ojo lygmens modi ika o iai, ku ių pi mieji y a susiję su pačiu
an ieji com odo sakiniu. Do es udo ê-se que g aças à p imelinksion secundá ia
a cons ução do segundo modi icika o ių ní el sk e biasi em p imei o o
modi icika o ių ní el. . y. em obje i os e com o mesmo p edica o elacionadas
ci cuns âncias ní el.
ŠALTINIAI
DLKT – Daba inės lie u ių kalbos eks ynas, sud. Kauno Vy au o Didžiojo uni e si e o
Kompiu e inės ling is ikos cen as (p ieiga in e ne e h p://donelai is. du.l ).
DLKŽe – S asys Keinys, y . ed., Daba inės lie u ių kalbos žodynas: elek oninis a-
ian as. Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 2011 (p ieiga in e ne e h p://dz.lki.l ).
BŽe – Danu ė Liu ke ičienė, y . ed., Bend inės lie u ių kalbos žodynas: elek oninis
a ian as. Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 2015 (p ieiga in e ne e h p://bkz.lki.l ).
LKIIS – Lie u ių kalbos iš eklių in o macinė sis ema. Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as
i pa ne iai, 2015 (p ieiga in e ne e h p://lkiis.lki.l ).
LKŽe – Ge ūda Nak inienė, ed., Lie u ių kalbos žodynas, 1–20 (1941–2002): elek-
oninis a ian as. Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 2005 (p ieiga in e ne e h p://
www.lkz.l ).
LITERATŪRA
Amb azas Vy au as, ed., 2006: Daba inės lie u ių kalbos g ama ika. Vilnius:
Mokslo i enciklopedijų leidykla.
Dik Simon C. 1989: The Theo y o Func ional G amma 1. Be lin e c.: Moun on de
G uy e .
Dik Simon C. 1997: The Theo y o Func ional G amma 1. Be lin e c.: Moun on de
G uy e .
Gai enis Kazimie as, Keinys S asys 1990: Kalbo y os e minų žodynas. Kaunas:
Š iesa.
Gi denienė Skaid a 2005: S uk u elle Besonde hei en de kausalen P äposi io-
nen im Deu schen, Li auischen und Russischen. – Žmogus i žodis 3, 93–100.
Hol oe Axel, Pajėdienė Jū a ė 2005: Aplinkybės i jų ipai. – G ama inių unk-
cijų y imai, ed. Axel Hol oe , Rolandas Mikulskas. Vilnius: LKI (= Lie u ių kalbos
g ama ikos da bai 3), 93–116.
S aipsniai / A icles 113
Dėka daba inėje lie u ių kalboje
Hol oe Axel 2003: Sujungiamieji i p ijungiamieji sakiniai o mos bei unkcijos
požiū iu. – Sin aksinių yšių y imai, ed. Axel Hol oe , A ū as Judžen is. Vilnius: LKI
(= Lie u ių kalbos g ama ikos da bai 1), 99–114.
Kniūkš a P anas, pa ., 2000: Kancelia inės kalbos pa a imai. Vilnius: Mokslo i en-
ciklopedijų leidybos ins i u as.
Labu is Vi as 1998: Lie u ių kalbos sin aksė. Vilnius: Vilniaus uni e si e o leidykla.
Miliūnai ė Ri a, sud., 2003: Kalbos pa a imai, kn. 2: Sin aksė: p ielinksnių i polinks-
nių a ojimas (S2). Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidybos ins i u as.
Sližienė Nijolė 1994: Lie u ių kalbos eiksmažodžių junglumo žodynas 1. Vilnius:
Mokslo i enciklopedijų leidykla.
Šukys Jonas 1978: P ielinksnių a ojimas. Kaunas: Š iesa.
Šukys Jonas 1998: Lie u ių kalbos linksniai i p ielinksniai: a osena i no mos. Kau-
nas: Š iesa.
Ul ydas Kazys, ed., 1971: Lie u ių kalbos g ama ika 2. Mo ologija. Vilnius: Min is.
Vaičiuly ė-Semėnienė Lo e a 2016: Daik a a džio pagalba įnagininko deseman i-
zacija. – Ac a Linguis ica Li huanica 74, 9–39.
Valiuly ė Elena 1986: P iežas ies p ielinksnių sis ema lie u ių kalboje. – Lie u ių
kalbo y os klausimai 25, 97–156.
Valiuly ė Elena 1998: Daba inės lie u ių kalbos sin aksiniai sinonimai. Vilnius:
mokslo i enciklopedijų leidybos ins i u as.
Valskys Vidas 2013: Dėl kai ku ių lie u ių kalbos linksnių i p ielinksnių a ose-
nos a ejų kodi ikacijos. – San alka: Filologija, Edukologija 21(2), 170–176.
Dėka in Con empo a y Li huanian Language
SUMARY
Based on he ma e ial om The Co pus o Con empo a y Li huanian language (CCLL), he
a icle analyzes he use o dėka as a p eposi ion o a noun. The aim is o discuss dėka and
he lexical composi ion and seman ics o i s cons uc ions wi h he geni i e case.