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Some Lexicological Aspects of Terminology and Terminography

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Some Lexicological Aspects of Terminology and Terminography

Author: Valentīna Skujiņa
Year: 2008
Source: https://journals.lki.lt/terminologija/article/download/591/682
Te minologia | 2008 | 15 1 7
Alguns aspec os lexicológicos da
e minologia e da e minog a ia
VALENTĪNA SKUJIŅA (em inglês)
Ins i u o da Língua Le ã, Riga Em 2006, uma eunião comemo a i a do
cen ená io do nascimen o oi o ganizada na Academia Le ã de Ciências. Em
o am con idados a pa icipa na con e ência in e nacional pa a
ab il de 2008, os e minólogos da Li uânia, da Le ónia e de ou os países
comemo a o cen ená io do lexicóg a o li uano e do conhecido e minólogo
e e minóg a o Jonas K uopas. Desde a década de 1950 a é a década de 1970,
ambos os es udiosos o am os che es das Comissões de Te minologia:
Jonas K uopas […] na Li uânia, Rudol s G abis […] na Le ônia. Em meados da
década de 1960, a Li uânia, a Es ónia e a Le ónia começa am a desen ol e
con ac os mais es ei os em ma é ia de cul u a linguís ica e
e minologia. Po inicia i a de Moscou, em 1969, oi o ganizada em Riga a
con e ência egional sob e o desen ol imen o da e minologia e a
p epa ação de dicioná ios de e mos. Desde en ão, o am ealizadas
con e ências egula es em Vilnius, Tallinn e Riga, discu indo aspec os
eó icos e p á icos da e minologia. Jonas K uopas pa icipou des as
con e ências. Foi memb o do conselho edi o ial do li o de ma e iais da
con e ência, publicado em 1973.
(BPHTT de 1973).
O a igo esc i o po Jonas K uopas e seu colega Kazimie as Gai enis
(K uopas, Gai enis 1973) sob e o abalho e minológico e a compilação de
dicioná ios de e mos na Li uânia mos a-nos uma sé ie de p oblemas
semelhan es no desen ol imen o da e minologia nacional an o na Li uânia como na Le ónia:
• sob e as p imei as on es esc i as no século XVI […] ex os eligiosos;
• sob e aduções de emp és imos (calques) como um pad ão
p odu i o pa a a o mação de e mos (em li uano […] especialmen e de
o igem la ina, polonesa, alemã e ussa, em le ão […] especialmen e de
o igem la ina, alemã e ussa);
1 Valen īna Skujiņa | Alguns
• sob e a " iagem" de unidades léxicas
• de LGP (linguagem pa a ins ge ais) pa a LSP (linguagem pa a spe) de LGP (linguagem pa a ins ge ais) pa a LSP (linguagem pa a ins
especiais) e ice- e sa;
• do ocabulá io a i o pa a o ocabulá io passi o e ice- e sa;
• sob e a p ocu a de um equilíb io en e os e mos de on es nacionais e
os emp és imos;
• e c.
O í ulo des e a igo […] Alguns aspec os lexicológicos da e minologia e da
e minog a ia […] oi escolhido não apenas endo em con a o ema p incipal
des a con e ência comemo a i a, mas, ao mesmo empo, a im de de ini com
mais p ecisão (e a ualiza ) alguns p incípios pa a o abalho e minológico na
Comissão de Te minologia da Academia de Ciências da Le ónia. Do pon o de is a
linguís ico, em p imei o luga , a e minologia oi adicionalmen e a ada
como uma pa e da lexicologia. An es da década de 1960, na Uni e sidade
Es adual da Le ônia, no cu so de lexicologia, apenas ce ca de 15 minu os e am
dedicados à e minologia como uma camada do es oque de pala as le ão (Laua
1981: 138 […] 141). A pa i da década de 1960, sob a o ien ação de Rudol s G abis,
o am iniciados es udos cien í icos sob e ques ões de e minologia eó ica
no Ins i u o de Língua e Li e a u a Le ona da Academia de Ciências da Le ônia.
An es disso, podemos ala sob e a abo dagem cien í ica pa a a seleção e
o mação de e mos, começando com a segunda me ade do século XIX, quando
di e en es li os didá icos e manuais de á ios amos da ciência e da
ecnologia, bem como dicioná ios e minológicos, o am publicados em le ão e
quando p oblemas essenciais de o mação de e minologia (o papel de
de i ados e emp és imos na i os, a b e idade de um e mo, e c.) o am
discu idos em a igos sepa ados esc i os po J. Alunans, K. Valdema s e
ou os.
A pa i do inal da década de 1960, a e minologia oi p oclamada como um
amo in e disciplina de ciências au ônomo com um e mo como obje o
especí ico de in es igação cien í ica, e o e mo e minologia nes e sen ido
ob e e um sinônimo p e e ido ciência da e minologia (em le ão […]
e minzinā ne, em usso […] терминоведение).
Desde en ão, uma sé ie de con e ências, seminá ios e wo kshops de
e minologia o am o ganizados em di e en es países e cen enas de
li os e a igos publicados exa amen e sob e ques ões e minológicas. A
e minologia o nou-se um amo mul i-aspec i o e de g ande escala da
aspec os lexicológicos da e minologia...
Te minologia | 2008 | 15 1 9 signi icado in e linguís ico. Os e mos são compilados
não apenas em dicioná ios, mas ambém em bases de dados, incluindo coleções
mul ilíngues (po exemplo, base de dados ETB). Embo a hoje em dia a e minologia
seja econhecida como um amo independen e (in e disciplina ) da ciência, suas
ligações es ei as com a linguís ica de e minam o papel signi ica i o dos
p incípios linguís icos (in a-linguís icos) na o mação de e mos. O aspec o
léxico dos p incípios linguís icos supõe espei a o ca á e especí ico do
es a o e minológico no sis ema léxico ge al da língua, as in e elações de
e mos e não- e mos, ocabulá io e minológico e ge al, as conexões en e a
e minologia e camadas léxicas p o issionais, sociais, e i o iais, his ó icas e
es ilís icas limi adas, e c. O in en á io léxico de uma língua é cole ado em
dicioná ios. A lexicog a ia é um sub- amo da linguís ica onde a eo ia e a p á ica
da p epa ação de dicioná ios de e mos são desen ol idas e p incípios e
mé odos pa a compila , sis ema iza , analisa e desc e e pala as são
desen ol idos. Ten emos esponde à pe gun a: há alguma di e ença en e um
dicioná io de linguagem comum e um dicioná io de e mos? Pa a o e ei o,
compa emos algumas en adas de con eúdo "p ocedu al" e "a ibu i o" de dois
dicioná ios explica i os: o Dicioná io da Língua Le ã (LVV 2006) e o Dicioná io de
Te mos Linguís icos Básicos (VPTSV 2007).
En adas pa a exp essa o con eúdo do p ocesso (I) ulko (em inglês: aduzi ) -oju,
LVV (common language dic iona y):
-o, -o, pag. -oju, pā ej. 1. Iz eik (ko) ci ā alodā (em inglês: exp essa (algo) em ou a
língua). T. sem o igem. Tulko ā li e a u a. (em inglês) T. li o k ie iski. T. unu.
la isko (em inglês: o La ianize) -oju, -o, -o, pag. -oju, pā ej. 1. Pā eido a bils oši
la iešu alodai, ās īpa nībām; (pa)da ī la isku (em inglês: ans o ma de
aco do com a língua le ã, suas peculia idades; aze
Le ão). L. uz a du. (em inglês)
VPTSV ( e m dic iona y):
ciência com ulkošana a. adução . T adução , Übe se zung ,
Übe agung k . T adução
Vienā alodā (o iģināl alodā ai a o alodā) aks ī ā ai unā ā ā da,
2 0 Valen īna Skujiņa | Alguns aspec os lexicológicos da e minologia... eks a sa u a,
jeb ulkojum alodas) līdzekļiem (em inglês: exp essa (a pala a, ex o, ideia, e c.)
de uma língua de o igem pa a a língua de des ino). b ī ā ulkošana; bu iskā
ulkošana. Sk. a ī o iģināl aloda; a o aloda; mē ķ aloda.
la iskošana a. La ianiza ion, Le oniza ion . Einle ischung k .
la ishiзация, летонизация
Pielāgošana, pada o a bils ošu la iešu alodai, ās īpa nībām, s uk ū ai. (Em inglês:
ans o mação de aco do com a língua le ã, em con o midade com a língua le ã)
En adas pa a exp essa o con eúdo do p ocesso (II) deklinē (declina ) -ēju, -ē, -ē, pag.
-ēju, pā ej. 1. Valodniecībā locī (nomenus) (em inglês: In linguis ics o in lec nomina). D.
LVV (common language dic iona y):
a ibu os nome a no eik o galo ni. Es e e mo não pode se desclinado. conjugē
(conjuga ) -ēju, -ē, -ē, pag. -ēju, pā ej. Localização (da bības ā dus)
(em inglês: pa a in lexiona e bos).
locī (in lec ) loku, loki, loka, pag. locīju, pā ej... 4. G ama ikā mainī ā du
o masījumos loc ai pe sonās (em inglês: In g amma o change he o ms o
wo ds in cases, pe sons). L. lie ā du. (em inglês) L. pala a de ação.
VPTSV ( e m dic iona y):
deklinēšana a.
declinação, declining .
Deklinie en k .
Declinação
Nomenu (lie ā du, īpašības ā du, skai ļa ā du) un o nozīmē lie o u ā du
( ie niek ā du, lokāmo di dabju) locīšana, . i., g ama isko o mu mainīšana
dzim ē, skai lī un locījumā. (Em inglês: mudança das o mas g ama icais de
nomina em gêne o, núme o, caso) conjugação a. conjugação . Konjugie en k .
спряжение
jēgas, domas (ieskai o zem eks us u. c.) iz eikšana a ci as ( alodasmē ķ alodas
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Sk. ambém conjugação.
Da bības ā da locīšana, . i., g ama isko o mu maiņa pe sonās,
skai -skai ļos, laikos, kā ās un iz eiksmēs. (Em inglês: mudança das o mas
g ama icais dos e bos em pessoas, empo, oz, humo )
Sk. ambém deklinamen o.
Locação. deklinēšana; konjugēšana ENTRIES FOR EXPRESSING THE ‘ATRIBUTIVE
CONTENT ienkā šs(simple) īp. ; […] ienkā ši[…] (simplesmen e) aps . 1. Tāds, kas
LVV (common language dic iona y):
sas ā no iena elemen a, ienas daļas... (em inglês: such que consis e em um
elemen o, uma pa e...) V. eikums. 2. Tāds, kas na g ū s, na sa ežģī s... (em
inglês: al que não é complicado...) V. uzde ums... 3. Pa as s, pie icīgs... (em inglês:
o diná io, modes o...) V. ēdiens... 4. Tāds, kam na īpašu p i ilēģiju... (em inglês: al
que não em p i ilégios...) V. abalhado .
VPTSV ( e m dic iona y):
ienkā šāpagā ne,impe ek s a.
passado inde inido . Impe ek n
k . simplesmen e passado
Da bības ā da laika o ma, kas izsaka da bību, kas i no ikusi pi ms unas
momen a, piemē am, Es ikko a nācu mājās no skolas... (Em inglês: a o ma ensa de
um e bo exp essando uma ação que oco eu an es do momen o de ala )
ienkā šs eikums a. simple sen ence . ein ache Sa z n k . p oposal простое

2 Valen īna Skujiņa | Alguns aspec os lexicológicos da e minologia...
sen-sen ence wi h only one syn ac ic cen e) simpli ied eikums. Sk. (em
inglês) ambém eikums; salik s eikums; g ama iskais cen s. Como
podemos e a pa i da compa ação das en adas, as p incipais di e enças
são: No LVV (dicioná io de linguagem comum) há: 1) apenas pala as indi iduais
como cabeçalhos; 2) o mas g ama icais, e e ências a uma pa e do
discu so; 3) explicações áceis e comp eensí eis;
4) odos os signi icados numa única en ada;
5) ausência de sinônimos no cabeçalho das en adas; 6) signi icado p ocessual
g ama ical ep esen ado po um e bo. (Não exis em equi alen es de e mos
em ou as línguas.) No VPTSV (dicioná io de e mos) exis em: 1) pala as
indi iduais e combinações de pala as como pala as-cha e; 2) ausência de
in o mações g ama icais; 3) de inições (explicações) com ca ac e ís icas
ele an es do concei o; 4) apenas um concei o explicado numa única en ada; 5)
sinônimos no cabeçalho das en adas; 6) signi icado p ocessual g ama ical
ep esen ado po um subs an i o. Conclusão: Tendo em con a as
peculia idades acima mencionadas dos dicioná ios de línguas comuns e de
e mos, podemos conclui que, do pon o de is a eó ico, exis e um mo i o
subs ancial pa a a a da e minog a ia como o assun o in e disciplina
especí ico cons i uído po undamen os da lexicologia, da lexicog a ia e da
e minologia.
Nes e caso, deixando de lado ou as peculia idades, p es emos alguma a enção
adicional ao papel das di e en es pa es da ala na e minologia, em ge al, e nos
dicioná ios de e mos, em pa icula . É bem conhecido que os e mos não são
pala as especí icas. Os e mos são pala as com uma unção especí ica:
deno a po uma pala a ou combinação de pala as uma unidade de sis ema de
concei os do espec i o amo da ciência ou da espec i a es e a de a i idade.
Em ou as pala as, ge almen e dizemos que os e mos não são i ens
subs anciais, mas uncionais.
Teikums, ku ā i ikai iens g ama iskais cen s... (Em inglês: he
Te minologia | 2008 | 15 2 3
Es a unção especí ica do e mo é dupla: nomea e designa o concei o. As
unidades linguís icas denominado as são ge almen e subs an i os (po exemplo,
na linguís ica, os subs an i os som, mo ema, pala a, ase, ansi i idade são
usados na unção de e mos linguís icos) ou combinações de pala as com um
subs an i o como componen e básico dessas combinações de pala as (po
exemplo, a linguagem subs an i a é o componen e básico das combinações de
pala as linguagem na u al, linguagem a i icial, linguagem de sinais que são usadas
na unção dos e mos). Os subs an i os são a classe de pala as que êm a
possibilidade de [de]nomina odos os di e en es ipos de ealia […] obje os,
p ocessos, qualidades, quan idades, condições, e c. Po an o, exa amen e os
subs an i os se encaixam bem pa a a unção dos e mos. O papel dominan e dos
subs an i os como ep esen an es de concei os ap op iados ixados em
dicioná ios de e mos é indubi á el e é en a izado po uma sé ie de linguis as e
e minólogos. Di e en es pon os de is a são exp essos sob e ou as pa es da
ala, em pa icula os e bos […]. Em alguns casos, an o os subs an i os como os
e bos podem se encon ados como pala as-cha e nas no mas ISO (po exemplo,
na ISO/IEC 2382). Compa emos alguns exemplos de de inições dadas pa a
subs an i os e e bos nes as no mas ISO e p es emos a enção ao núme o de
concei os e ca ac e ís icas essenciais mencionados pa a concei os nes as
de inições: exibi uma ap esen ação isual de dados. pa a exibi pa a ap esen a
dados isualmen e. A e enção de dados num disposi i o de a mazenamen o.
a mazena Re e dados num disposi i o de a mazenamen o.
p og amação A concepção, esc i a, modi icação e es e de
p og amas.
Pa a p og ama Pa a p oje a , esc e e , modi ica e es a p og amas. Se,
de aco do com o iângulo semân ico (e e minológico), o concei o é a
ap esen ação men al do obje o e o e mo é a ap esen ação linguís ica do
concei o, en ão quan os concei os são ap esen ados nesses exemplos? T ês
ou seis? Se compa a mos a "p esen ação linguís ica" dos concei os nes as
de inições: "uma ap esen ação isual" e "p esen a isualmen e", ou: "a
e enção... num disposi i o de a mazenamen o" e "a e enção... num disposi i o de a mazenamen o", ou:
2 Valen īna Skujiņa | Alguns aspec os lexicológicos da e minologia... […]o
concei os são exp essos po pala as com o mesmo con eúdo concei ual,
apenas di e indo na o ma g ama ical de aco do com a pa e ap op iada da ala.
Po conseguin e, pa ece mais con incen e o pon o de is a dos linguis as e
e minólogos que conside am os subs an i os como os p incipais
ep esen an es dos concei os ap op iados na linguagem, mas a i mam os
e bos como unidades e minológicas que, de ac o, exp essam o mesmo
concei o, di e em em a iação ou modi icação g ama ical (mo ológica ou
sin á ica) e são usados pa a necessidades de con ex o, no discu so.
Na u almen e, exis em algumas peculia idades em di e en es campos
emá icos, po exemplo, em ma emá ica, e minologia écnica ou espo e. A
na u eza subs an i a de um e mo baseia-se na na u eza adequada de um
concei o. Uma concepção de um i em e minológico como o e mo (Skujiņa 1996)
dá às pala as de di e en es pa es da ala (e ou o mas de pala as) a
possibilidade de se alocado um luga de inido den o do ocabulá io
e minológico: o e mo (nome) como ep esen an e do concei o é o memb o
cen al do e mo (po exemplo, o e mo adução), mas um e bo e ou as
pala as ou o mas de pala as (pa icipan es, ad e bios, adje i os) de a o
exp essam o mesmo concei o são memb os secundá ios (po exemplo, aduzido
pa a aduzi , aduzi , e c.).
Todas as ac i idades cien í icas baseiam-se em p incípios. Na Le ónia,
du an e á ias décadas, as p incipais a e as de e minologia o am
ealizadas e os p incípios o am adop ados de aco do com as opiniões de E.
nology school, in con o mi y wi h sys emic app oach in he amewo k o
Wüs e (Wüs e 1979) e com a chamada " eo ia adicional" de e minologia
aus íaca (Cab é Cas ell í 2000: 35). Es as a e as o am su icien es pa a
alcança ce os obje i os no desen ol imen o da e minologia nacional de
aco do com os equisi os cien í icos e os p incípios desen ol idos na eo ia
clássica da e minologia in e lingüís ica. Es as a e as não o am ealizadas
apenas pa a a pad onização da e minologia, mas ambém pa a o en iquecimen o do sis ema léxico nacional, em pa icula .
Em conclusão, gos a ia de salien a que du an e á ias décadas o assun o
(since abou he 1960s) e minology science has become a mul idisciplina y
oi cons i uído sob e os undamen os da linguís ica e seus sub- amos -
lexicologia, lexicog a ia, de i a ologia, e c., bem como sob e elemen os
undamen ais da lógica, iloso ia, cogni i ís ica, on ologia, ciência da
comunicação, e c.
Além disso (como é salien ado na li e a u a e minológica (Cab é Cas ell í 2000):
55), embo a seja in e disciplina , a e minologia é ambém ansdisciplina ,
desenho, a esc i a...[…] e […]desenha , esc e e ...[…], […] de emos conclui que os
Te minologija | 2008 | 15 2 5 uma ez que não há disciplina es u u ada sem uma
e minologia e nenhuma manei a de exp essa e ans e i o conhecimen o
cien í ico sem e minologia. Embo a pa a a e minologia seja ca ac e ís ico que
a di e sidade de aplicações dos p incipais p incípios cien í icos da o mação de
e mos desempenhe um papel undamen al a é ago a. Ago a, na ciência da
e minologia, podemos indica uma busca de no as abo dagens que ajudem a
explica a complexidade das unidades e minológicas no âmbi o da comunicação
ge al e especializada, endo em con a a na u eza sin á ica e comunica i a dos
e mos nos ex os. No en an o, não signi ica nega a abo dagem adicional. Isso
signi ica que a base pa a uma no a eo ia da e minologia explica ia an o a unção
ep esen a i a quan o a comunica i a da e minologia (Cab é Cas ell í 2000: 36, 46).
A no a abo dagem signi ica, em p imei o luga , a i ma as aplicações.
main scien i ic p inciples, and, second, o ocus on he di e si y o e m
A "no a eo ia" é p e e ida não se apenas uma " eo ia linguís ica pa a a
e minologia", mas uma " eo ia e minológica pa a a e minologia" que
"concebe ia os e mos como conjun os de unidades denomina i as e
concei uais pe encen es à linguagem na u al" e " ep esen ando
conhecimen o especial den o de um domínio pa icula e se indo à comunicação p o issional" (Cab é Cas ell í 2000: 53).
Conclusões
1. Desde as p imei as on es esc i as du an e ce ca de cinco séculos, o li uano
and La ian e minology s ep by s ep has become mul idisciplina y and
é bas an e ico pa a cump i odas as unções necessá ias da língua es a al
que se o nam u gen es no inal do século XX e são a uais a é ago a. Con a os
mais es ei os en e e minólogos le ões e li uanos começa am a pa i de
meados dos anos 60 do século XX, quando con e ências egula es sob e
e minologia e cul u a linguís ica o am ealizadas em Vilnius, Riga e Tallinn.
Es a oi a época em que a e minologia oi p oclamada como um assun o
in e disciplina au ônomo cons i uído em undamen os da linguís ica, bem
como em elemen os undamen ais da lógica, iloso ia, cogni i ís ica, on ologia,
ciência da comunicação, e c.
2. Do pon o de is a linguís ico, em p imei o luga , a e minologia oi
adicionalmen e a ada como uma pa e da lexicologia. O aspec o lexicológico
da e minologia supõe espei a o ca á e especí ico do es a o
e minológico no sis ema léxico ge al de uma língua, as in e elações de e mos
e não- e mos, o ocabulá io e minológico e ge al, as conexões en e os e mos e os e mos.