J. Gi čienė. An i iões de p og amas
sob e ne o malią kalbinę aišką mídiaje 307
JURGITA GIRČIEN
Ins i u o das línguas Lie u ių
LAiD VeDėJAi APie neFORMALI
KALBIN AiŠK IMBIASCLIDOJE
1. ĮVADAS
Recen emen e, no mundo e na Li uânia, conside am-se in ensamen e a ques ão da
p i a ização do espaço público e des a p ocesso de in e ligações com
simpli icação de linguagem, ou não o maliu es ilo de ala umi1 (ž . Fai clough 1995;
Hedin 2005; ne inskai ė 2006; Webs e 2006: 168208; Pečiulis 2007: 198204; Fiske 2008:
94100; Ma cinke ičienė 2009 e k .). Um dos mais impo an es c iado es do ono
linguís ico do espaço público são ep esen an es da mídia. Sob e jo nalis as
usado usado ne o malios meios aiškos de di e en es opiniões são pa eikę
pesquisado es de á ias á eas, en e eles e kalbininkai. Um deles, p incipal c i é io
de boa língua pública adicionalmen e conside an es eg asingidade, ne o malią
kalbėseną in e p e a como p as ėjimą do idioma mídia, neno minius band inės
kalbos za ibio a ian es. Oi i, ao olha pa a o discu so público do pon o de is a de
uma sociedade libe alêjança subme ida ans o mações e de um p o esso que
enunciam oleins e de um diálogo amigá el com egime de des ina á io c ian es,
liga a não o maliu con e saėsen a uma e iciência da comunicação, boa compe ência
comunica i a, ajudando os ep esen an es dos meios de comunicação a c ia um
ambien e de comunicação in o mal ca ac e ís ico de um de e minado pe íodo2.
Tendo em con a al pe sky á de opiniões, é pe inen e pesquisa , o que sob e
ne o malios aiškos sk e bimąsi em médiau pensam os p óp ios seus
ep esen an es. A ques ão é en ada esponde com base na abo dagem de
ap esen ado es de TV e ádio à linguagem pública e polí ica de pesquisa de linguagem p oje o Bal ų socioling is ika (BALSOC):
1 Socioling is ica eo ia, na eo ia ne o malusis es ilous, como comun a imo, e não a osenos
s i ies peculia idade, en endido como o maliojo s iliaus p iešp ieša (ž . T udgill 1999: 117128;
mais amplamen e sob e esses e mos de e seus in oduzi eis concei os de elação com ou os
pa ecidos assun os in oduziijanciais e minis, exemplo, li e oji s o icialji a osena, e seus alcance im e . Miliūnai ė 2009: 40 e . ;
Tamaše ičius 2010: 192).
2 Apie ski ingai kalbos pap as ėjimą in e p e uojančių y ėjų pa eikiamus a gumen us plačiau
s . Gi čienė 2009: 299232; Tamaše ičius 2009; 2010 e k .
308 KALBOS KuLTū A | 83 kalbinė isuomenės sa imonė Lie u oje i La ijoje3
dados, ap imančiais sua compe ência lingubinė e inimo, konk ečiai a osenos
s i ies e ad esa o in luênciaą žu nalis ų kalbėsenai. In es igando ealizadas 24
es u u acionais qualybiniai in e iu com ipiškais (populia iais e bem
conhecidas) ap esen ado es de p og amas 3242 anos homens. embo a al
seleção es inja a gene alização dos esul ados pa a odos os
ep esen an es da mídia, homogeniška im is pe mi e e ela a maio possí el
di e sidade de opiniões num g upo, independen emen e de idade e gêne o
(ne inskai ė 2009). Umhi dos esponden conduzem des inados a pessoas de mais
madinho idade anali ines laidas (AnALiT.), ou os são popula es dos p amoginos
(POP.) laidas, eqüniau ski ų jaunimui, edėjai. No a-se que a alocação de elas
de aco do com es e c i é io oi complexa, po an o es a di e ença de e se
a aliada com ese as (ne inskai ė 2009). Me ade esponden es são a ibuídos
a p o issionais […] são jo nalis as ou a o es, du an e es udos
consis en emen e ensina linguagem e alamen o (P oOF.), ou os cons i uem
o chamado dos nep o esionais, não inen es educação jo nalís ica,
nãop o iden es du an e es udos neuns de p epa ação linguís ica, g upo
(neOP F.).
De aco do menê uos dois c i é io o malizada oma de qua o g upos, das
quais cada uma pe ence po seis laidos edėjus. TV e ádio (como uma das mais
b ilhan es ap aias de espaço público) ap esen ado es de p og amas ao es udo
desc i o nes e a igo são ex emamen e ac uali g upo de alado es
p o issionais, pois sua alėsena neabejo inai az e ei o consumido es de língua
em ge al. Além disso, os ap esen ado es de p og amas, como p o issionais da
pala a, são compe en es samp o au i sob e mudanças de linguagem (plg.
ne inskai ė 2009). Conside a, que suas exp essiam do s a os (di e en emen e
dos chamados nai iųjų consumido es do idioma), embo a i as po mé odo di e o, pudesse sie is com ealiąja a osena do idioma na espanha pública
(ž . Vaicekauskienė 2010: 171).
2. MOTYVuOTOS AnTinO MOS PO eiKiS
Uma das ques ões ap esen adas aos esponden es, elacionadas com pe sonaline linguine
compe encia, p ocu a a descob i se casos exis em, que esdami laidas eles specia liai
laužy ų comun inhes no mas de linguagem, e possí el azão de isso. Apibend in ai
digai ina que a maio ia (20 de 24) dos p og amas ap esen ado es alegam po á ias azões
quando necessá io mo i o o ai laužan es no mas da linguagem (ž . ig. 1). 3 P ojek ą
ealizou Ins i u o Lie u ių kalbos (2009) m., sėmė Es a ubinis undo de ciência e es udos.
J. Gi čienė. Conducido es de p og amas sob e ne o malią kalbinę aišką
médiaidoje 309 1 PAV. Apa ição dos condu o es de p og amas po
(ne)laužamen o de no mas da linguagem comum em conduamadas p og amas
2.1. Dois dos qua o esponden es, de aco do pi miná es i amen e nega i a
o muluao ê da espos a (Não; Não, eu especialmen e não iolau) a ibuídos ao
subg upo não iolan es das no mas, ainda espė ando a espos a admi e que mui o
a os (excepcionais, paulados) casos a no mas que a apalham o p ocesso de
comunicação podem bypassa : não. não. po que digo, o único caso sob e Aud os oi,
es e é es e. Eu ealmen e me es o ço, mesmo se soa klaikiai e eu sei que 90 po cen o
dos meus conhecidos ce amen e não assim di ia, po que eles ce amen e não sabem
que assim de e se 4. [neP oOF. AnALiT.] não, eu delibe adamen e não queb o.
Especialmen e ce amen e não queb o. E se eu p eciso u iliza o aquela pala a <...>
d ai as, quando não há li iško co espondência, <...> isso acon ece, que en ão e
pasaco, caip dizem músicos, d ai as. Isso pode se , que lançe o eu a mesma slengá,
an es disso ou ido ja, žiū o á a isando, que ha e á slengas, mas a odos o na mais
cla o de isso. [neP OF. AnALiT.]
No a elmen e, que ês dos qua o esponden es, a i man es em seus p og amas
especialmen e não iolan es comun inês no mas da linguagem, conduzem con eúdo mais
sé io, des inado ao adul o idade p og amas de na u eza analí ica, exigindo exigen es
o malesnės kalbinės aiškos. Dois deles a ibuíbeis nep o esionalos pog upiu, como e
único, sakęs yčia ealmen e não iolan e no mas da língua popula íí dos laídos
ap esen ado . en e p o issionais de subg upo pe encen es esponden es apenas um
disse não queb ando no mas de linguagem é uma jo nalis a conduzindo analí ica
o maliąją poli icos deba es laidą5 (ž . ig. 2). 4 Abu ki čiação a ian es áud a (1) e aud à
(4) são no miniai. ( ed. no a). Ci a-se língua ne aisoma. J. G.
5 Sob e os chamados de ca ác e social dos cabos de con e sa (ne) o malidade e a sua
in luência de meios de aiškos ne o malizados escolčiai mais amplamen e e . G i č i e n ė
sa o į a dijimai isuomeninius klausimus nag inėjančiose pokalbių laidose: socioling is inis
J. nomina is iniai ad easpek as, 2010 (į eik a imp usdi i Žmogus kalbos e d ėje).
KALBOS
KuLTū A | 310 83
2 PAV. Dis ibuição de conduc o es de cabos de aco do com a elação
(ne)queb ação de no mas da língua comum com a na u eza da caboda edada e
e olução Apenas um pouquinho (5 de odos 24) dos conduc o es de cabos
elacionam a queb a das no mas da linguagem com a qualidade das no mas ( ês
de in e, que se admi ina am aquela azendo consecu i amen e, e dois de qua o,
a ibuídos ao subg upo dos não-queb an es). Aqueles esponden es só não
seguem eg as, a žančių min ies aišką, mui o des is ančių de, ano um
esponden e, nusis o ėjusios šnekamosios kalbos, liaudiškų adições: Me é
di icilmen e comp eendida <...>, po quê, digamos, ce os nusis o ėjęse no nosso
país, nossa šnekamojoje kalboje, dalykai, sudiga <...> en am exmuš i <...>. Eu
en endo, onde es á, digamos, slengas e osequisas ou as coisas, mas, digamos,
as mesmas Joninas. Nós ago a emos de dize Joninas, mas não Joninas. Mas oda
a ida odos disse am Jonínas. Po que p ecisa muda al coisa? […]...> É ais
coisas pa a mim […] pa ece […] sem sen idomiški. e ealmen e às ezes é possí el basea -se na sabedo ia liaudies e aze ce a exceção. Tegul Joninas e ica Joninas, e não
Ioninas6. [neP OF. POP.]
no mas laužau <...>, po que algumas idéias, se elas quise em exa amen e exp essa ,
[con adas] necessa iamen e co espondem eg as kalbininkų es abelecidas. […]...
[na maio ia] subjoūdo dic a o dos kalbininkų, embo a e não semp e conco do.
[neP OF. AnALiT.] ( ambém eja pi muosius du ilus acinius exemplosus)
Pon ebė ina que odos os cinco esponden es, mo i ou uma iolação ligando com,
seus pa ece , nãookybiška no ma como comunicaciniu obs adžiu, não êm jo nalis a
educa ion.
6 Ambas as a ian es de ci cčiação Jonnės (2) e Jõninės (1) são no miniai. ( ed. no a).
J. Gi čienė. An i iões de p og amas
sob e ne o malią kalbinę aišką mídiaje 311
2.2. A maio ia (19) dos esponden es elaciona casos de consumo de an ino mas
mo i ados não com as p óp ias no mas qualidade, e com a ge al da língua za ibio
elemen os o necida possibilidade de expandi e e i amen e a comunicação
necessá ios dos meios de exp essão lingubinês a senal, i. i. ul apassa um dos
bons linguís icos equisi os egula idade limi es, pa a que, pasi elkę
exp essi amen e ou os elemen os de códigos es ilís icos, pudessem
suac i a ou a ealmen e a si uação comunica i a bons, ou s ilingos,
segmen os gy umding, e c. (pl. Župe ka 2001: 9). Es a p e aujan e g upo opiniê
esume uma um seu ep esen an e jo nalis a desen ol ilização possuindo
esponden e ci a a: Žu nalis ika é ce ace o es ilaus coisas, e se u usais
kažkokius pala as conscien iamen e, conscien iamen e laužas [ aisykles] ou
conscien iamen e não ão ki chiuoji, isso, minha cabeça, é no malu. aqui pouco
que em a e com egula idade da linguagem, aqui mais es iliaus coisas. [P O .
AnALiT.]
Veedo es de p og amas, mo i oui queb an es comun inês no mas da linguagem,
espos as análise e elou um ce o gen esnes esponden ų minimos
ne o maliųjų ocodyno e elemen os de p ozodía consumo causa. 1) Mo i ada
an ino ma indica-se como impo an e ins umen o, pe mi indo melho
ansmi i (na laidoje c iados pe sonajos) cha ac e e ius, p z. : Tele izão
c iamam pe sonagemu <...> ne aisyklinga língua o nece badie čio, <...> k ailio ou
ainda kažkokį imagemdį. pois iokingai <...> e a é k ailai pa ece ia, se esse
pe sonažas, [pa yପରି] bandi o, <...>, kalbė ų labai š a ia li e a ū ine kalba.
[P OF. POP.]
Eu aidinu <...> be niuką, <...> lá desse slengo... u bū ou idos nulink ų, não
ha ia ou ėję. alassi: <...> Eu Mes kepemos, mama. O que ocê kepė ? Eu, ób io,
digo blynus, não blynus. <...> Vysiškai, ysiškai nebū ina, quando mynkai ešlą
escol i do ešla o o o de lūkš us <...>. B azylijoj assim comego. […]...> é p eciso
odas as pala as mal c uciua po causa de que de aco do siuže ą […] sesuo é
moksliukė, […]...> e i mão oksai osu į a ilikęs, isso ele não pode paga
egula men e alė . <...> aqui a é ca ac e io b uožas, pe sonažas oksai é mal
alan e, mui o exp esškingai, mas mui o bados. [P OF. POP.] Filus <...> alguns
só ai pessoas adcem bem. De ido a que nossos edi o es mui o não lankús
são. Isso, eu achou, em ais á eas como a e kinas, li e a u a li uãos língua é
mui o p a a. É não i os dialogos <...> si uação. naqueles luga es <...> Eu mui o
mais li e, po que isso é comple amen e que é di e en e. <...> in ei amen e
alan es pe sonagens, que êm se con incen emen e i os e mui o
a amen e u gos as naquilo que lá acon ece: eles são mediniai ais. [P O . AnALiT.]
312 KALBOS
KuLTū A | 83
2) Comun inês linguagem pad ão não pe encen es de aiškos ins umen os,
po exemplo, domés icas linguagem elemen os, ajuda ededo es c ia
ne o malią ambien e, b iauna communic a imo ba je us, es imula a ce os
p og amas (pokalbių šou e e c.) necessidade, espec á o os a espe a da
abe u a dos pa icipan es dos p og amas, po exemplo. : Às ezes a audiência p ecisa choci ua acilmen e a im de que a auk um ela. [P OF.
AnALiT.]
Sau leidi alguma coisa, po que <...> isso, digamos, des ói ce os ba je us. [P OF.
POP.] 3) Es ilis icamen e eksp essy i mo i ou a an ino ma eqünam de cabidos
edêjui pe mi e quando necessá io ace a a men į, economesniais meios
ansmi i ap op iada con ex ą, exemplo. :
Manyčiau, [pe gun a] alguma coisa en a iza , <...> задė i loginį ki į min ies. [ne POF.
POP.]
[Laužau no mas,] se isso p ecisa algumkokiam pa adoxo a pab ėž . [neP OF.
AnALiT.]
Em algumas si uações, […] elacionadas com pala as ou qualque ase, […] que
p onuncia am alguma pessoa amosa […], isso pode se , po exemplo, […] pseudoseimo
p esiden e […]Žinių[…] pe sonagem usado […]na ik[…], […]pu asklaidė[…] ou ainda
qualque ou o no ada , […] que não são de linguagem comum, eles […] como
enômenos êm ce os niuansos de sen ido […] e podem, em ez disso, quein um,
como em um con ex o polí ico, […] bas a dize a mesma coisa e ele con a udo.
[P O . AnALiT.]
4) os não o maliais comun inês elemen os do idioma za ibio, na opinião dos
jo nalis as, ajuda a c ia espec a o os p icaus an e ge al o exp essi os
laidos oná, ela i e i, especialmen e humo is iniais in a pais, exemplo. : Eu
enho speci inem laidą y ina, que em que se acima de udo di e ida,
nãopobligan e, <....> aqui em que se saudá el humo o o mui o mui o e
nenhum s abdžių. Isso ica de udo, ica de udo. [P OF. POP.]
Se exigem, po exemplo, algumaque o ag adecimen o humo ís ico, às ezes
ajuda <...> queb a eg as da linguagem. <...> us o á ios pala as ne a o inus.
[P OF. POP.]
Minha colega <...> susimalê alando e ao in és e žlia ak is disse
e žlia akŠ is. Isso me gos ou ão, eu ão zaixabinau, <...> oda aquela laidą e
epe ijai: na isso a, pega emos e žlia akŠ į. Como [no mas queb adas]
exemplo isso se ia. [P OF. POP.]
J. Gi čienė. Veedo es de p og amas sob e ne o malią kalbinę aišką žiniasklaidoje 313
Pab ėž ina, que mo i ou a an ino mos po eikį esponden ai liga com ne o malių
aiškos meios qualybe, adeamumu a um ce o o ma o de p og amai, esponsomybe si
e ad esa ui ( odėl ka ais ne o mališka palydima me aling aiinių komen a ų), . y.
p o essionalumu. : Isso de e deliciamen e nuskambê. mui o e i o banales, ga inių,
papil usių coisas, usadas no é e , po que imagino que p ecisamen e no é e pessoas
que es ão de em ha e exemplos, […] eles po isso lá e es ão, po que algumaco se
des acam dos ou os, eles p epa am, […] eu...> isso que é desnudkiado, […] ao
espec ado já não é de in e esse. [P OF. POP.] Isso se exige, digamos, algumcuz do
p og ama ou elemen o do p og ama, que necessá io inse i algumquísimo zemai išką
sakinį ou usišką, ou algo [panašaus]. [neP OF. POP.] Se alguma coisa alguma e a a
aze es conscien iamen e, isso em que se p epa ado... Homem ainda assim no a á.
Mui as, maio ia dos casos à audiência isso nep aslis a p o ausis. e naquele caso, u
em que e ė pelo menos duas explicações, <...> u ė si en ão a gumen ą. e ób io,
isso de e ia se a gumen ai impo an es, <...> se u que ias, digikim, alguma coisa
su eikšmin mais. <...> Alémgi, se ja gonismo, ele ge almen e encluiūna, encluiūna
de ido a que jisai é incomum, não pad ão i é ambien e, ou soa desconhecamai a alguém
ou o, al ez na nossa aldeia di e en e diz... [neP OF. AnALiT.] Apibend inando as
espos as à pe gun a sob e seus queb ados no mas de linguagem comunhinha,
con a-se que a maio ia dos esponden es a aliam casos de an ino mos como um jogo
consciencioso, exigen e, de compe ência, de comunicação. A obse ação sob e o que a
queb a de no mas mais eqüen emen e é pe cebida como ins umen o es ilis ina, e
não aisqu lingumo des espei o, ainda mais e o ça o a o de que odos os
esponden es im is maio ia cons i uin es, sob e a ques ão de conscien imen o
queb a de no mas siedem não com a qualidade da no ma, não no ma como kliu iniu (plg.
2.1), e como com o consumo ge al de elemen os inês de consumo o e ece a
possibilidade adicional de expandi a diapaz de exp essão, em essência o mesmo
a i ma am e espondendo à pe gun a sob e meios exp essi os.
3. eKSP eSyVi AiŠKOSMO P ieni PO eiKiS exp essões eikianças de meios de
aiškos linguís icos po eikį, suas essencialbę e e iu es emunha e o a o de
que à pe gun a sob e exp essy ių elemen s pala as, en e elas e naujada ų,
конструций и пр., laid consumido es posi i amen e espondeu quase odos os
esponden es. Os p incipais meios de exp essão linguís ica coincidem
essencialmen e com os mencionados espondendo à pe gun a sob e as no mas
314 KALBOS KuLTū A | 83 siai pe ence subsis emi do ocodyno: minimi (sa i)
naujada ai, ou os idiomas ou ou os li uãos idiomas a mainos (bui ines
šnekamosios kalbos, slengo, a mių) pala as, ečiau azeologija, só como
eksp esiklijos eiškiai indicomi jaus ukai e iš ik ukai. oliai joga-se e p osodiais
elemen ais, pa oeniais casos mencionas sin aksínas aiškos ins umen os. A
segui ap esen a-se algumas conc e as meios de exp essão e elando
esponde es de esponden es: Mais eus ukų al ez. <...> [jie concede] digamos,
mui o didelho desp ebamen o: ooou, mas isso não é au, oou expuchiando a a
isso azoma, isso é mui o encan ado a epe i o . [P OF. POP.]
Gos o e choci u i... e no osada os p igal o , ao in és iešnia con idčia. [P OF. POP.]
Šiaip isso é o p e o abalho sugal o i pala as <...>. Eu, digo, es ou in oduzindo um
pa ą no osada ų e sei o que isso signi ica, quan o u a kinieses. Mas eu al ez mais
gos o de usa algumcuios ais, como suš ilp as, nuš onk as, odocui ais, que às
ezes ba e na cabeça, não sei de onde me em […]...> Mas às ezes desses ex agues e
eu mui o gos o de da a essas pala as comple amen e ou a [ eikšmę], as pu updy
em ou o con ex o comple amen e. [neP OF. POP.]
queb adas suas mais equŠes mui as ezes ambém in o mais, comuns às
linguís icas ecu sos a ibuídos ao zá ibi da língua comum são u ilizados
quando necessá io po odos os condu o es dos p og amas popula es e
maio ia dos esponden es que eda am analí icas laidas ( ês dos qua o, que
não u iliza am meios de exp essão linguís ica, explica am as esa ias laidas
suas pasi elkę). ne o mais exp essy ios meios aiškos consumo os
esponden es associam com humo , e ei o de no idade, emo iingum, aiklesne,
i esne min imi, indi idualiu es ilo, po exemplo: na, se isso cha minga, pelo menos me pa ece, que isso de e se cha minga.
[P OF. POP.]
Escolki a sua manei a de ala , a sua es ilo de ala isso é, a cada homem
[p ecisa] aumen a indi idualidade. <...> Como e eu sou i o, isso e língua i a.
[neP OF. POP.]
Às ezes em ce as si uações isso ali ia a linguagem e in oduz <...> sakykim,
saudá el, saudá el humo . Em algumas si uações simplesmen e é p eciso usa ais
no osada us, mas no amen e sem ul apassa limi es. Vis o em saica <...> E às
ezes u iliza algum que seja naujada ą e, digamos, apazigua uma ou ou a si uação, po que gi não? [ne-
P OF. POP.]
Kad pagi in um a mesma min ies exp ess ašką, <...> pailius uo um emoção. [neP OF.
POP.]
Siguindo alguma coisa hipe o uo i, pa yškin i g andes di e enumas. [P O . AnALiT.]
J. Gi čienė. Baídos conduzei sob e ne o malią kalbinę aišką žiniasklaidoje 315
Kad kalba bū ų aiklesnė. <...> O abalho naquilo e encan ado, que cada dia
semp e algo no o p iku i e ou o dia esquece . [neP OF. AnALiT.]
p ocu a elmen e algumkokio <...> a o is iškumo... <...> Ta i no o, no o algo
suskambė i. <...> Cla o, que odo o empo aspi a a que as alas ossem oh, aqui
bom!
[neP OF. AnALiT.]
Respondendo à pe gun a sob e a exp essão da linguagem, os esponden es não só
menciona am essencialmen e os mesmos como e mo i adas an ino mas meios
aiškos, mas e conc e amen e um com as ou as ligou, np. : Se na imagem há algo
especí ico, isso às ezes especi icamen e sugal oji algumaquém uma pala a
especi icí ou algumacaip queb ás algumacoki a no ma. [neP oOF. AnALiT.] Mas,
digo, e maximamen e en amamess nãoap ezeng i, começêssemos desde a
decência limi es, segunda a, línguas cul u ais. [neP OF. POP.]
4. MOTYVuOTOS neFORMALIOS AiŠKOS e KOMUNIKACINS KOMTenPeCiJOS
SSAJOS Assim, pa a a maio ia dos esponden es mo i ado a queb a das
no mas da linguagem comum é apa us à exp essão de linguagem,
gausinimen o de meios de exp essões e a ossščiai (plg. 2 e 3). Ambos
p ocessos pe cebem-se não só como laidos edėjo, mas e como espec a o
ou ou in e de compe ência exigindo, conscien e, comunicação pa eikumą
es imulan e lingubinis in ellec is jogo, e não yčinis ou casual o chamado
(pa)p as os linguagem consumo, nuleis a qualidade ka elė. Tal abo dagem
dos p og amas ap esen ado es sie ina com boa comunicacine
compe ência, à qual em ambien es in o mais indispensá el habilidade
passa pa a a não o malaus comé cio, aí pasi elk i e non o malias
aiškos meios, žais i kalba (plg. Hedin 2005: 60; Tamaše ičius 2010).
Juaismingume, o jogo linguís ico em ge al é conside ado pos mode nizmo
epochos exclusi o aožu (Hassan 1987, ci . de Lapėnienė
2007; Lyo a d 2010: 32).
Obse ações sob e esponsá el conscien iinho jogo ne o malia linguine
aiška ainda e o ça espos as esponden es a ou as com conside a ooo
elacionadas pe gun as sob e o público e do p i ado alamen o di e enças,
ha azão, aplicaçãose ao des ina a o. Todas as esponden es posi i as
espos as à pe gun a de se conduzindo laidas eles dedam es o ços de ala , neabejo inai indicam esponsabilidade po