BENDRINĖ KALBA 90 (2017) www.bend inekalba.l ISSN 2351-7204
ALDONAS PUPKIS
STANDARTIN LÍNGUA?
Na e is a de ciência online Lie u ių kalba (www.lie u iukalba.l ) em 2016 oi publicado o a igo de I enos
Sme onienės, An ano Sme onos e Aud iaus Valo ko Dėlinės s anda inės kalbos e mino (www:
Sme onienė i k . 2016). Nele le an a a ques ão, a não se ia ap op iada en a usa não a linguagem
comum, e a linguagem pad ão? (p. 1). Dado que conclusão do a igo esumida, que u ime usa
s anda dines language e miną (pa yškin a mano. A. P.), con iene apigila , po quê, po que a gumen is
baseados linguo y os e minijoje li uanos o necida aze bas an e e oliucingą decisão.
O A igo in oduzida indica po que se le an a es a ques ão. Pa a os au o es as mais impo an es
pa ecem causas ex e nas, su gen es da comunicação com cien is as es angei os: com eles esą
começamos a nãocomunbė i po causa da nossa linguo y ciência neišdisku uados e mos (pelo seu
concei o bem como e mos sinonimia). Dá-se ambém exemplos de e mos conc e os, de opinião dos
au o es, não discu uados (dê po quê, p o a elmen e, e não se ala am): como en endemos o lendá io e
es animidades, no ada o, naujažodžio e neologismo, como explicamos elações de polí ica de
1
linguagem e de planeamen o de linguagem, ou alando de assun os de mo ologia, melho usa o
ma ciklio ou ma ke io e minus, o que aze com os e mos de kancelia , kancelia ino e adminis a i o
compe indo na á ea da es ilis ica. Diz-se e geidžiama a osena di eção: [ ]is mais inclinada a escolhe
in e nacional, e não Li u išką e miną, po que assim é mais ácil de se con e sa ba com ou os
países cien is as (Sme onienė and k .: 2016: 1). Semelhança esą e com bend inês bem e minos de
língua pad ão. Na opinião dos au o es, o e mo de língua pad ão e le e melho a ce a a ian e
linguís ica, o ca á e no ma i o, o s a us es a al, o o icialismo, a coe ência e a dėsningá do sis ema
linguís ico e a aplicação dos esul ados desse conhecimen o nos p ocessos de pad onização da língua
e da polí ica da língua (Sme onienė e 2016: k . 1). De ido aos úl imos comumes e pad ão linguagem
e minos san ea-se assim: Aišku, sem al e a o con eúdo qualque e mo não di icul a subs i ui
ou o (i é só de aco do e p ecisão
1
Di ícul é en ende , qual lógica baseada em uma g upo de exemplos de e mos não discu idos inclui elações de polí ica
de linguagem e planejamen o de linguagem: um dos co-au o es do a igo alado não ão há mui o empo oi publicado um
a igo de alhado (ž . Valo ka 2015) sob e aquelas concepções de elação de con eúdo.
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ques ão), <...>, [o] p á ica in e nacional indica que lokalus e mis e pe manece localiu, causa e mos
p oblemų e čian jį į ki as kalbas“ (Sme onienė i k . 2016: 1). Au o iai s engiasi įž elg i i abiejų
[…]di e enza do eo , api eiškian į di e en es e apas do desen ol imen o da língua in oduzi im. Um
a gumen o impo an e lhes pa ece e é o de que a ase bend inê ala, au o es a i mem, abalhos de
ciência e documen os aduzem angl. common language, po ém e le i anks y ąją ase de
desen ol imen o da linguagem pad ão, ainda não alcançada mode na ase de linguagem (Sme onienė e k .
2016: 2), en ão aqui e se ia esse p ieškodi ikacinis. No en an o, pelo menos po causa dos e mos usados
nos abalhos cien í icos al a i mação é oda um nepag įs as (ž . len elę).
LENTEL. Te minų bend inė kalba, s anda inė kalba dados de consumo ( adução) da
base de dados Li uanis ikos online em sey elhos de pala as signi ica ó ios
2
Lie u iškas eikšminis
žodis e imas
Angliškas eikšminio
žodžio A ejų skaičius
1.
bend inê
ala
s anda d
language
1503 2.
bend inê
ala
common
language
64 3.
bend inê ala li e a y language 45
4. língua
pad ão
s anda d
language 56
An a e us, se bend inem língua e sime s anda d language, liksian is neaiškus pas a osios
elaçãois com common language. Tad mui o nes a s ę, mas manipululiuodami ou o esc i o de ou a
esc i a (Cizikai ė 2002) a i mações, au o es p. 2 ašo, que bend inė lingua common language ma ca
p ieškodi ikacinę kalbos azę, embo a Dalia Cizikai ė a i ma, que como só common language, . y.
linguaji, signi ica aquela p ieškodi ikacinę azę. Isso pode se is o a pa i das ci adas de ambos a igos ap esen ados abaixo.
2
Žiū ė a 2017 m. junho 14 d.
3
Nes e núme o não incluído quase 20 casos, onde é mencionada apenas bend inė língua, e o angliško e mo
co espondência não es á nem en e pala as signi icamícias, nem ano ações (čia e em ou ou con abilizando pode e su gido ne eisšminga paklyba).
4
Es e e mo oco e não sis emicamen e, não semp e é cla o, de quem ele es á insc i o em base (p.j., pa a Jono
Klima ičiaus Te minologijoje), A noldo Pi očkino (2004) Gim ajame dizódea (2000 imp essados a igos de pala as
signi ica i as de odo não es á indicado, ou os a igos imp essados na Polônia ou Li uânia em publicações pouco conhecidas no mundo da ciência).
5
Te mininai pa a o i alea o iamen e, não há sis emiški (plg. 4-ą изнашą).
6
En e elas es ão e Gied iaus Subačiaus 2002 m. coleção Res Bal icae <...> publicado num a igo mencionados pala as
signi ica i as bend inė (s anda inė) lingua. À base de dados Li uanis ikos não es á incluído ou o Subačiaus ašinys,
2004 m. paskelb as Me menų žu nale, – o s aipsnio an aš ėje ašoma panašiai: „S anda inių (bend inių) kalbų is o ijos
ch onologija ( . 84, p. 97115).
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(1) Sme onienė e k . 2016: 2:
No en an o se bend inem a língua expuls amos em S anda d language, ambém es a o p oblema de elação com common
language. Bend ine língua common language ma cimen o kalbos azę se ia possí el chama p ieškodi ikacine /. Es e é um
dos p ecoce ase de desen ol imen o da língua comun inês, quando ainda não haja uni o mes codos (no mas) da língua
ixuojan es uni e salmen e econhecidos eikalos (g amma ikos, pala asynų) (Cizikai ė 2002: 274; de e ia se p. 275. A. P.).
(2) Cizikai ė 2002: 274275:
Te minos common language (bend a kalba), di e en emen e nei li e a y i na ional language <...> gana a as. […]...> common
language e linhou p ecoi inha bend inesa ase da língua, ainda não alcançada mode na da linguagem da aidos e apo, po ém já
cla amen e se dis inguinhando do dialec o […]...>. Tal a ase da linguagem se ia possí el chama p ieškodi ikacine. Es e é um
dos p ecoce ase de desen ol imen o da língua comum, quando ainda não haja uni o mes de códigos (no mas) que ixuojam
uni e salmen e econhecidos eikalos (g amma ikas, pala asynas).
Des e jei o não in e p e ando co e amen e as a i mações dos ou os, ap esen ando dados
alsi icados aos au o es e su ge a idéia aze conclusão, que aipô ap esen ando ao mundo
encon amos keis okai ( e dade a saindo a silikę) (Sme onienė e k . 2016: 2).
Esqua ça dessas a i mações ek ilib is iką não é simples, não é ácil segaudi a e minčių k a inyje, as
quais desc end inamas úl ima pa ág a o pala ajou somos a silikę. En ão p ecisa escla ece -se po que
es amos a asadas po causa incapaci ação de aduzi , po causa de con usão de e mos ou ainda po
quais ou os mo i os? No p imei o capí ulo do a igo (kažkodėl ele é chamado po pa e, embo a mais
a de se ale de capí ulos) Te minos a osena em ou os países a espon a-se an es de quase uma
década e meia de uma e is a de ciência publicado li e a u ologės (ne kalbininkės) Cizikai ės a igo sob e
inglês comun inês e mo his ó ia e seus co esponden es em língua li uanas (Cizikai ė 2002: 273284).
Pode-se pasmea -se, po que au o es do a igo e isoujamo p incipalmen e não di e amen e, mas
a a és único in e mediinká dai osi em ou os anglakalbes países, e não em sua linguo y os his ó ia
deixando. Em segundo lado, podia pode eles mesmos pasidomedi do con eúdo dos e mos alados e suas
de inições não só Cizikai ės minimos, mas e de ou os países em línguas (ypač al a al a de análise da
aidos do e mo okiečių kalbos, pois ele podia e (e inha!) nemažą, al ez a é um decisi o impac o e
suomių, no egų, eng ų i k . kalbų e minų apž algos). Cizikai ės s aipsnis nė a kuo no s
e miniai da língua li uanas des a á ea, ambém es ų, especial, mas b e emen e e is as, pois nele como única on e e baseia-se menciona au o es.
ALDONAS PUPKIS. S anda inė língua? 4 | Não se pode disco da com a au o a a i mação de que o e mo
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da língua pad ão nukonku a o anks esnius e minus ingles kalboje (Cizikai ė 2002: 280), ele cada ez mais
eqüen emen e pe imado e ou os línguas eu opeias p ackoje e não ienu o na p incipal. Aqui ainda
se pode ac escen a ou a au o a as alegações de que e minom língua pad ão ep esen a speci inem
Oes e concepção, que a espalhou adição cul u al (Bi š onai ė 2002: 266), que [n]acional ou comun ines
concepções de linguagem <...> comple amen e não co esponden esas ex-Impé io B i ânico si uações
(Bi š onai ė 2002: 265). Dalios Cizikai ės a igo conclusões o muladas bas an e con adi o amen e.
Falando sob e os li uanos es a á ea e miná, au o ê a i ma que bend iné ala, di e en emen e do inglês
common language, é isa e is e minas (Cizikai ė 2002: 280), suas apib ėžimuose encon amos quase
odos os mais impo an es e os mesmos semes, em inglês s anda dinė kalba: nacionalinė, suno min a,
s anda inė, que êm uma esc i a e šnekamąją o mas, pa yzdžiuizdinė, a ojama s e ų daugelyje.
Assim, isso, que em língua inglesa chama-se s anda d English, nos idiomas li uãos nsakoma bend inesa
linguagem e mo. Ele mais ico a no a e apa da língua li uãs e no a concep a da língua, susi o mou-seia
no início do século XIX, nusaky i (Cizikai ė 2002: 281). Mas na conclusão inal já a i ma-se, que [ ]ašomosios
línguas, bend inês línguas e li e a u aū ines línguas e mos são pa a es eu i codi ikuo ai e no mine
língbas Li uãs į a di a . Bend inês linguagem e mo pa icula men e incon enien e usa g e inan
his ó ia de á ias línguas
(Cizikai ė 2002: 281282).
Segundoame ecensuajamo a igo capí ulo e isãoemsa a ia dos e minos alados na Li uânia.
S iuka a apž alga, neišsami, selek y i. Às ezes su ge a imp essão de que g ieb asi so is inių
iukų: e e e e e e i em-se apenas ais casos, que são ú eis aos au o es, e essa cai os
e isão e minam em 1980. (mais p ecisamen e 1972 m.).
P imei amen e causa admi ação, que não seja possí el esumi um dos bene mais amplamen e des a
le a do e mo, o a igo do p o . A noldo Pi očkino (1970), no qual se indica que o e mo da linguagem
esc i a começou a se usado ou não F yd ichas Ku šai is (seu u no pode addu siu e Augus o Šleiche io
nos esc i os li uanis á ios é o e mo Sch i sp ache. A. P. o.), Jonas Jablonskis, como apa ece no
a igo ecensu ado. Além disso, menin Jablonskį no abalho cien í ico de eu indica , onde ele aquela
escolha e conscien i icada sepa ação do shnekamosios língua é consolidado. An a e us, užmi šus
Pi očkino a igo, não é o necida mui a in o mação sob e oco ência do e mo alado, sua o ma kai ą,
ou os e minus, galų gale nesužinome e a igo au o iaus Pi očkino posições.
ALDONAS PUPKIS. S anda inė língua? | 5 B e emen e mencionei esc i o o e mo da língua, mas não
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escla ecendo seu con eúdo, bas an e amplamen e esc e e-se sob e P ano Ska džiaus 1927 m.
c iada e em a osená inje ada a e miná da língua bend iné. Nes e jun o en a-se basea a si
dis in i os a ibu os me odica. E ci ando, e a ossalhando Ska džių pa icula men e en a iza a
pab ėžiama os kalbos a mainos b e n d u m o ypa ybė (požymis): „ e mino kū ėjui bu o s a bu
comunhumão da língua como es ado uni ica o aspec o <...>. De a o, en ão essa oi a melho escolha,
ele co espondeu àquela época an o à espi i ualidade polí ica quan o à his ó ica da Li uânia
(Sme onienė and k . 6; pa yškin a mano. A. P. 2016:).
Toliau esc e e sob e 1950 m. bend inês linguagem e miną mudi usį usišką (= de usų kalbos изверs ą. A.
P.) литературной речи e miną. A i mou-se que ele não es i e ês nem um pouco melho ( u bū á p a
bend iná língua, mas não se diz po quê), na Li uânia não e e nenhuma adição (no s seu e seu analogų
a osena siekė mesmo 100 anos; é a Pi očkinas 1970: 31). Toda sem sen idomišku cai imu não o am
sa is ei os nem Li uânia, nem no es angei o esiden es kalbininkai: sob e isso mais uma ez oi esc i o
P anas Ska džius, Pe as Jonikas, a i amen e disku a ę e Lie u os kalbininkai (pas a asis eiginhas da
li e a u a me não é conhecido, discussões inicia am só quase depois de 20 anos). Te mo de linguagem
bend inesa começado a cai in i 1969 m., indicado, onde ele p incipalmen e ima o usa . Não odos lingüis as
disso p ensa am, ossem publicados alguns a igos diskusionais. Des es pa icula men e ins igá el é a
opinião de Jono Palionio (1975) de que, sem o e mo en a em igo , i in impo an e esą isso, que
aduziando o Li u iškąjį comun inės kalbos e miną em ou os, especialmen e de nações co ebinas,
língbas ou de e ia usa aqueles po os li e a inės kalbos e mo co esponden esis, ou em cada caso
escla ece naquele e mo de língua comun inė a concepção (Palionis 1975: 32). A au o es do e e ido a igo
admi em que essas pala as Palionio e são o nadas seu a igo lei mo i : neįmanoma gene inės kalbos e mino do ai a o i em ou as línguas, e dade, ago a já
Vaka ų (Sme onienė i k . 2016: 7).
Mas apesa das discussões (= ideológico e bu oc á ico despis amen o. A. P.) o e mo de língua
bend inesa adquilhou e isso oi didelė ideologinė pe galė, mos žiusi i ą lie u ių kalbininkų
s ubu ą (Sme onienė i k . 2016: 7; pa yškin a mano. A. P.). G ąžin asis e mo mais a de
in oduzindo ki ų semų (mencionado Joniko (1972: 1) a a i mação de que bend ine kalba possa
chama -se a oda a nação a ibuídas cul u ais e ci ilizacinês linguagem ipo), mas es e e mo,
Joniko opinião, endo e de iciências: esą di ícil de ini mais p ecisamen e bend umo noção, nes
comum endoças e a ski õs šeimõs, e kaimo, e pa apijos šnek a. Aleksas Gi denis (1973: 45)
de inindo uma comun iná língua como a língua da ida pública da nação, iešumo sema ha endo
ans e ida e em Lie u ių kalbos enciklopediją (1999, 2008). Con udo, aqui mesmo é ei a a conclusão de que al p eenchimen o do con eúdo do e mo (aspei a isso se ia qual
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exceção da e minologia abalho p á ica) e ap oximação ao mundo plin anço linguagem pad ão e mo
nė a bom, po que em ou os países em linguagem pad ão é is a como em p iei ą (? A. P.) e apą, ou
seja, e nós de e íamos conside a es a ques ão endo em men e, que a língua Li uânia ambém
nes o i luga , que a lingua bend inė e a ambém um ce o pe íodo de seu aio, mas ele, como e em
ou os países, se pasibaigė (Sme ė k onien e 8). 2016:
Te cei o capí ulo chama-se Comê hoje Li uânia a o inas e minos da língua pad ão? Nele de íamos
encon a cla amen e e logicamen e explicada, po que adqui ido, do e mo adicional comunhinha língua
não pode suplinzi no os semas, po que odos ou pelo menos mui os ( ape pode encon a já a pa i do
con ex o do a igo) os idiomas aida ap oxima am (a passa am em) um no o pe íodo de aidos e como ele
de e ia se desc i o, po que em inglês, e em línguas dos pos -so ié icos e de ou os países pos colijões,
e em sei i ocan es? Assim, em odo o mundo ha e á oco ido uma up u a do desen ol imen o das línguas
( iesiog e oliucija), que ou não os p imei os na Li uânia no a am os au o es do a igo em ques ão (ou
es a idéia passinolino de Cizika (2002), ou al ez de Gied iaus Subačiaus 2002 m. a igo, embo a úl imo não
incluísse na lis a daquelas li e a u as) e decidi am que e nós não e íamos a língua inglesa a ilikada dos
p ocessos, po isso e íamos que i com uma kojon su ( adição do impé io b i ânico) e a a és dela
adqui i um e minão. Não só isso, esse no o e mo e le i ia e nuoseklų i dėsningą conhecimen o do
sis ema de linguagem e esse conhecimen o aplicação em p ocessos de pad onização da linguagem e de
polí ica de linguagem (Sme onienė e k . 2016: 1). É de a o no a o iška idéia, que mudança de e mo pudesse
em essência es imula ín eg a linguo y os á ea de pesquisas, po que, sup ask, bend inês linguagem
e mis o ealiza incapaz. In elizmen e, nenhuma explicações mais de alhadas nem nes a, nem ou as
ques ões a igo não encon amos. Nele só gausu não acil ai en endidos samp o a imen os, eiškiados
p incipalmen e ci ações de á ias on es ou au o es, ad aqui belicha dize algumas dos aqueles
s a s ymų sa u ian es apon os e umêgin i a alia p opos a do a igo au o es.
Apa eceu mais do que es anho, quando ecensui no a igo a i mando que p ecisamen e eu ainda em 1980 os
meus Fundamen os da Cul u a da Língua o e mo comunhinė kalba samp a ą esu ap oximinęs ao en ão já
usado na Eu opa do e mo s anda dinės kalbos (ou al ez en ão meu já inha sido ao olha começado esse
no o es ágio do desen ol imen o da língua comunhinė li huã?). Não ha mais isso, naquele li o os au o es
ainda encon am e minha suges ão sob e a e minologia da linguagem pad ão na Li uânia (Sme onienė e k .
2016: 8; pab . meu. A. P.). Pe skaičius sob e ais descobe as, necessá io lemb a p óp io meu aquela idéia
o mula imen o Kalbos bases cul u ais: Bend inė ala do ou os idiomas a mainų ( a mių, sis ema. Es e,
ža gonų, sociolek ų) pi miausia ski iasi uo, kad ji y a suno min a, daugiau a mažiau apdo o a
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dis inguamasis, b uožas eiškiasi codi ikacija, isso é é ixsuo as eg as p esença. ca ac e ís icas de
língua comum, indicadas de á ios au o es, podem se não absolu us, ca ac e ís icas não de odas as
línguas ou não de odas as epochas (Pupkis 1980 7). De á ias isso língua a iadamen e nomea us o dos
e mos, que êm unokios ou ou osokios de ei os, [g]e iausiai mos y ų comun inês linguagem speci iką
s anda d language e mos (s anda as Ta p au inių žodžių žodine explicado no ma, exemplo; essa pala a
pode eikš i e šabloną, a a e ą bend inė kalba nė a šabloninė, a a e inė kalba), mas ele não em
nenhuma adições (Pupkis 1980: 8). En ão nem aqui de algum ap oximamen o, nem siūlimo ealmen e
nepajėgiu įžiū ė i.
Falando sob e os meus indicados e mos de língua comunhinha e suas peculia idades os au o es udo
isso compõem manei a de li e epo ação e a i mam que no momen o já desigęs qua is aužus de
língua comunhinha: 1) suno min a, mais ou menos p ocessada lingbinė sis ema; 2) codi icação eg as
ixas; (3) pí si a pídalo e monólogo; 4) a mais impo an e unção comunicacinė. Mas no li o aquelas
aožai (ypa ybės) compilliam quan o de ou a o dem e ela não é absolu amen e al, qual a sumodela am
au o es. Já mencionado, que peculia i as de ou os au o es pensados in e p e ando é um das
peculia idades des e a igo, e cian es abejo i e mui os ou os seus eigines e conclusões. I.e. lendo
mais adian e, pode apa ece , que sob e gene inha linguagem e sua e minão enho alecido apenas
aquela uma única ez e isso esan i a inal minha opinião. Mas pa a mim, como e de não um ou o lingüis a,
depa amen os não há algum conc e o es agnês, que não pudesse com o empo muda -se. Po que, po
exemplo, nenhuma pala a não éžmenenada sob e a minha companhinha linguagem (są okos e e mo)
desc iúção em Es udos de Cul u a da Língua (2005)? Eles, me pa ece, nãobem a as ando do 1980 m.
concei o, num ce o sen ido pass ūmė a pa a en e e esc e e-se que bend inė língua é não só
conscien emen e a ada, mas e his o icamen e secul u ha a amada da língua nacional a ai, usada
de oda a nação de comunição (komunikação), pensamen o, polí ico, econômico e cul u al ida
necessidades sa is aze , nacional iden idade e ep esen ação (Pupkis 2005: 30). Aqui, a įs ei acha , como
só mais b ilhan emen e le an adas bend inês unções da língua, en e as quais i in impo an es são nacional iden idade e ep esen ação unções.
Au o es, ob iamen e, não encon ou necesalo pas udijua e ou os li os e a igos de kalbininkų
li uãos sob e bend iná língua e m, peculia idades, de inições, susi o mação, his o iiją e k . O a igo
nėpsnyje não ézmenenado sob e os mais no á eis his o iado es da língua li uânica Jono Palionio,
Zigmo Zinke ičiaus li os, jôneu os e minus, pe iodização e k ., bem como os mais elhos a igos de
P ano Kniūkš os, Albe o Rosino, des e século iniciais Jono Klima ičiaus, Ri os Miliūnai ės e k .
abalhos, nos quais uma ou ou a o ma ala-se mui o de ques ões elacionadas com o a igo.
ALDONAS PUPKIS. S anda inė língua? 8 | Re o nando a aqueles au o es cada ez en a izam esą pa a eles
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não in ei amen e comp eendidas ca ac e ís icas da língua bend inha b e n d u m o (p imin ina que
Cizikai ė 2002: 280 conside a bend umá social, e não de empos mais an igos (p incin inas já mencionadas
ling is iniu bend inės kalbos požymiu) galima p isimin i, kad ja abejojančių jie a iasi adę i iš
Jonėko abejonés, mas ele (1972: 1) não ed ejando bend iná língua é nomeinęs isai nau ai. dis inguidas
cul u inas e ci ilizacines espécie de linguagem bend uma, seu cul u al e ci ilizacinis pobūdis di e amen e
ko eliuoja com Gi denio Tas (2000: 316) bend ines línguas iešumu (Bend inė (li e a ū inė) língua é uma
nação de ida pública ( aš o, escolas, li e a u a, meios de comunicações mas) língua). Isso mesmo oi
en a izado e meus Es udos de Cul u a das Línguas (2005). E eis aqui, e dade, indi e amen e, a sie ai dos
mencionados ci a os, au o es pasisakoma, o que se p e ende de a o: Iš iesų, adições nós c iamos nós
mesmos, e hoje não há necessidade de impo ância e semnas en a iza apenas comunidade ou lis a
s e as, nas quais a no minė língua de e se usada (Sme onienė i k . 2016: 8), e o e ece acen ua minhas m.
1980 mencionadas peculia idades, onde a comum b e d u s não é le an ada como a sua mais impo an e.
Mas se comun u m ão conside a mos linguís ico, e não socialmen e enomenico, e emos que
econhece que a p óp ia essência de uma linguagem comum, como aço
Gied ius Subačius (2003: 63), é apoiada idéia de in eg ação de o mas de linguagem, . i.
ienodėjimo, exp essão de uni o mização, que p ecisa aquela língua us ojanças sociedade ou
comunidade consolidação. Assim ca ac e ís ica do comum é não alguma yda ou con eúdo não
endo kons uk as, e sociedade elkian e, ela uni ican e idėja, que nes es empos de odo
nede a com amplamen e disseminados desin eg ação de neolibe alismo disposições.
Seguindo adian e pelo caminho de sín ese é p eciso discu i mais algumas ques ões essenciais.
P imei o, como mencionei, aos au o es bene mais impo an e, que com o e mo de língua comun inês
esą a asamos da Oes e da Eu opa, que em desen ol imen o de línguas ão a ançusa em dian e. Aqui
meio se en a esol e as necessidades in e nas da oca de e mos, mas comple amen e se
con unda. A i mam-se que em di e en es e mos in oduzem-se di e en es es ágios de
desen ol imen o de línguas, mos an es aqueles ní eis de qualidade. Assim samp o au i se ia
logicamen e possí el, mas a igo neišaiškin i dois essencialmen e alados emas dėmenos: 1) quais
são aqui discu idos e apas de desen ol imen os da língua li uanas, quais suas limi es c onologicas,
com que medidae a (ou já é medidae a) a qualidade da língua li uanas (ap oximadamen e o úl imo caso 2) não se diz nada, nem mesmo não agaaxkin a, o que na cabeça, qual é o con eúdo do a gumen o).
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Se o e mo da língua comum e le iindo a ase da linguagem pad ão, ainda não a ingida e apa da mode nação
da linguagem, isso quando dėž i aquela mode nação da linguagem on ei a? Desde quando no minamo desde
lie u ių kalbą galima p adė i laiky i mode nia – nuo Auš os laikų, nuo Va po? Be gali bū i, kad i
1918 m. da esku ó ia Li uânia independência a língua de início o nas uma es a al e começėjus espčiai a
plė o i uncioncinius es ilos da língua? Mas en ão o e mo de língua comum ainda ainda não exis ia. Isso
se á al ez desde 1927, quando apa eceu o e mo de língua comum? Ou al ez enha em men e ikijabonskinė
epocha ou mesmo ainda mais elho a (onde bend inês linguagem e mo com jibu iu não encon a)? Do ou o
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lado de is a, con undijo-se en e his ó icas da as: p ecisou indica com p ecisão o empo, quando iniciou
aquele no o es ágio da língua pad ão (Vaka ų Eu opoje i Lie u oje), se ainda 1980 m. aš Kalbos kul ū os
pag unduose bend inės kalbos e mino samp a ą, como ašo au o iai, já a inau p ie en ão já usado na
Eu opa o e mo da língua pad ão (Sme ė i 2016: k onien. 8). Assim, se a escolha do e mo de e ia
de e mina -se ní el de qualidade da linguagem, en ão o que nos escla eça á, de que ní el aqui se ala, e
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con ence á que os au o es em discussão e mos e alados igualmen e não con adigem uns aos ou os?
Esu con encido, que aquelas con usões não ossem exis en es, caso au o es à e minos linguo y os li uãos
ossem ėję de on es linguo y os li uãs, e não p incipalmen e ėmęsi o síine p á ica. Nos nossos
alo y oje es es s ei a e mininai já há longokai nosis o ėję e basako olha que e em Palionio abalhos,
que udo se ia s ojęsi em seus luga es. An ai no li o Rašomosios kalbos is o ija Palionis (1995) o chamado
pe íodo p é-inacional da língua esc i a chama ašomąja kalba, plačiai kalba apie XIX a. pabaigoje XX a.
p adžioje lie u ių bend inės ašomosios kalbos susida imą i oliau isoje knygoje naudoja ik pas aį
e miną (Palionis 1995: 35). Po jei o, en a iza, que aqui man endo anks esniões adições e po causa a ual
de a osens polinkių, abandonada li e a u anės kalbos e mo (no s, sua opinião, ele não é mui o p as as), e
seu luga e o nin i ašomosios kalbos e bend inės kalbos e mos. No en an o, o úl imo e mo e a ojase
só a pa i dos Auš os empos dos susikū usios, oda a nação li uânica comum ašomosios e šnekamosios
(s anda inės) linguagem signi icado (Palionis 1995: 7). Se ainda i esse sido bem insc i a em a igo de
Cizikai ės, isso não di ícil e ia sido en ende , que sua mencionada e mis common language, skliaus os
anslas a com pala as bend a lingua, e ainda explicado, que isso é simplesmen e ʹbe qual
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Quan o an es Sme onienės (2014) oi di o mais cla amen e: mais impo an es anos da língua pad ão (p adžios)
conside y ini 1922 m., quando na Cons i uição Li uânia língua anunciada es a al, Minis é io da Educação Jablonskio
g amá ica econheceu pad ão u, e Kaune oi ís eig as uni e sidade. Ques ionimen o sob e es a a i mação aqui
de e ia o mula -se de ou a o ma: se a pe iodização da his ó ia da língua depende de ex e nas ci cuns âncias
polí icas, sociais ou cul u ais, que e mui o impo an es na ida da sociedade, ou de quali a i as e (ou) quan i a i as p óp ias es u u as da língua (sis emas) e usosena mudanças?
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Foi possí el a anja que e no meu li o Kalbos kul ū os s udijos dado a a ual codi ica a língua li au a do
esquema de desen ol imen o ou sob e ela pousa (ž . Pupkis 2005: 4546).
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Recebido 2017 06 20
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