175Te minologia | 2021 | 28
doi.o g/10.35321/ e m28-08
Te mo compė ino dėmenų e
de inição subo dinação: um
caso análiseе
AUŠRA RIMKUTĖ-GANUSAUSKIENĖ
Lie u ių kalbos ins i u as
ORCID id: h ps://o cid.o g/0000-0001-8655-7333
ANOTACIA
o e mo de e e de inição cada esul ado de um aco do cons u i o. O con eúdo da
ap iėž e depende do concei o cambiai us (pamažėjus ou padaugėjus) ja ao núme o de
a ibu os comuns e dis in i os que a nomeian, pode muda (bū i e isslin o susiau in as
ou expandės as) e o con eúdo da de inição. Esc e endo a mesma noção de inição de
ce o assun o em á ea de especialis as pode se ixados não os mesmos a ibu os do
concei o. Tokį dispa odidade de de e minação di e en e especialis as expe iência,
conhecimen os, educacão, concepção de concei o, galas […] a é mesmo imagiduo é.
A igosnyje, com base exemplos, pela p imei a ez mais amplamen e examinada do
e mo compos o dėmens (-ų) e de inição subo dinação. ESMINIAI VOZŽIAI: e mo,
concepção, e mininė signi icação, de inição, e mo compos o.
ABSTRACT
E e y e m mus ha e a de ini ion he ou come o a cons uc i e ag eemen . The
con en o he de ini ion depends on he scope o he concep . A e he numbe
o basic and dis inguishing ea u es e lec ed by i changes (dec eases o
inc eases), he con en o he de ini ion may change as well (i may be upda ed, i.e.
na owed o expanded). When he de ini ion o he same concep is being c ea ed,
he p o essionals o a ce ain ield may choose sligh ly di e en ea u es o
de ine he same concep . Such inconsis ency may be de e mined by he di e ence
in hei expe ience, educa ion, concep pe cep ion, and e en imagina ion.
Re e indo o speci ic examples, he a icle p esen s he i s mo e KEYWORDS:
in-dep h analysis add essing he ela ionship o subo dina ion be ween he
cons i uen componen (s) o a combina i e e m and i s de ini ion.
e m, concep , e minological meaning, de ini ion, combina i e e m.
176 Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Sudė inio e mo dėmenų i de inição
subo dinacija: ieno a ejo analizė
ĮVADINS PASTABOS
Te minos diccioná ios de p epa ação na p á ica con on a-se com á ias
si uações complexas, po exemplo, de e minada das pessoas á ea de a i idade
alboje usado um concei o de odo não em nomeamen o ( e mino), po an o
emca c iá-lo ou usa um emp és imo, se al é. Às ezes em que escolhe en e
já quase ade ijado concei o de nomeamen o e no o. Būna casos, quando é
p eciso esol e ques ão de escolha de e mo compos o de g ama ical yšio
(de inamojo, aldomojo ou šliejamojo) e e c. No en an o, em odos os casos, o
con eúdo de um de e minado campo de e mo ajuda a e ela e mininė
eikšmė, i. i. signi icado, ca ac e ís ico de uma pala a de um de e minado
campo e minijoje (K ašy ė 2005: 53). O obje i o des e a igo panag ina a
subo dinação de um ce o ipo de e mo compos o dėmens (-ų) e de inição1.
Escolhido obje o compos os e mos com o p incipal dėmeniu oupa e sapa os,
ap esen ados Banco de e mos da República da Li uânia ou encon a Šal iniuose mencion oje li e a u a.
O a igo le an a os seguin es desa ios:
1) esumi , como a de inição é en endida em selecionados abalhos de
li uanos e es angei os lingbinhei os e que exigências lhes são
le an adas; 2) baseando-se li e a u as de linguo y os Li uanos e
es angei os, dis ingui equen es ipos de de inições;
3) e ela o e mo compos o dėmens(as) escolha e de inição
subo dinação elação.
Esc e endo a igo aplicados analí ico e compa amássicos mé odos.
In o mação suplemen a ap esen a-se em quad oslu.
1. APREBŽTIES SAMPRATA
Qual é o empo em que a e minologia u iliza o e mo de inição (Jakai ienė 2005: 24; 2010: 183 e k .), e o e mo
de inição é ap esen ado como sinônimo (K ašy ė 2005: 12 e k .), como ambém o e mo in e nacional
de inicija2 (K ašy ė 2005: 12). O Calbinis a Jonas Klima ičius obse a que com Li uu os Republik e minų banko
įs a ymu (2003 m. 23 de dezemb o d. 1 Subo dinacija nes e a igo en ende-se como pe encimen o, plg.
subo dinacija 1. coems de ko je, alando sob e sin ác icos yšius a p sen inio sanda os une ų, dos quais um
(p iklausomasis) depende de ou o (g undinho) e só pe pe p incipal é incluído no ase (LKE 1999: 509; plg.
no s p iklausymas (TŽŽ 2007: 1049; 2013: 781). Te minas subo dinacija dažniausiai a ojamas sin aksė-
Gai enis, Keinys 1990: 160). Em ez dele mais eqüen emen e usado é o co espondimen o lie u iškas
p ijungimas. 2Cu iosamen e isso, que em 2005 m. saído Kalbos pa a imų knygelėje Leksika: skolinių
a ojimas ie oj žodžio de inicija p opos a p e e omybę eik i žodžiam apib ėž is, apib ėž is (KP L1 2005:
40), e 2013 m. espi i ame segundo emi ei e suplemen o e pak y ame knygelės leidime ik apib ėž is (KP L1 2013:
22).
177Te minologia | 2021 | 28
No IX-1950) em ez da de inição con oladamen e įsi e žė já desde RLŽ 1932 3213 conhecida e bas an e a o a
(S. Šalkauskio e k .) de inição (Klima ičius 2005: 248). Es asio Šalkauskio, c iado da eo ia das e minologias
cien í icas li uanas, opinou, a de inição é sudaik a a din as (ad modum subs an iae) ação de inido
nomeamen o, e o e mo de inição signi ica oco dy ą ação, é a edição da de inição (Šalkauskis 1991: 204). Ma y ,
e mo de inição, longo empo usado nos abalhos dos e minologos, mudado e mo de inição, a im e i a
d i eikšmiškumo ma e mo de inição pode se in oduziado e ação (abs ak i eikšmė), e esul ado da ação
(konk e i eikšmė). Te minólogo S asio Keinio opinem, a ando a e minologia, [K]onk ečios signi icações
ediniai da y ini com espec i os da ybos ca ac e es ca ac e ís icas p eesagos ou galūnėmis (Keinys 2005: 25),
como jus os p eesagos - idinys de in is po an o p ankische . Reginos K ašy ė p epa ou no Mokomajame
e minologiaė diccioná io esc e e que de ini é eixaus desc ição e bal, e le indo seman4 do núcleo de
signi icância e minológica e descon ando o con eúdo do concei o, pelo qual a um ce o ní el de abs acção
e elam os ca ac e es essenciais, dis inguindo a ela de conjec u as izinhas (K ašy ė 2005: 13). S anda d e
Li uane LST ISO 1087-1:2005 Te minologijos da bas. Exškinamasis diccioná io. Pa e 1. Teo ia e aplicação e mo
de inição […] isso […]są oką de inêndose a i mação desc i i a, ajudando a dis inguí-la dos elacionados
concei os[…] (TB). Simila men e desc e e-se e na Te minologia Manualêly, des inada numa da Comissão Eu opeia
T ans imo esc i o ao depa amen o de língua Li uânica do di ec o a o ge al: de inição […] są oką
desc ibin zinhas a i mação, ajudan inha dis ingui ela de ou os concei os. Ela em que de ini o concei o como
unikalius combinação de a ibu os e unikalią obje os aibę ma cin į une ą (TV 2006: 16). Assim, pela de inição
desc e e com p ecisão ou desc e e o concei o de ce a á ea subje i a, a ce os a ibu os do obje o ali
in ocado, e a mesma noção na á ea subje i a ansmi e linguís icos (no malmen e e mos) ou não-linguís icos
(į ai ūs) símbolos (Fig. 1). De o ma semelhan e de inição en endem-se e pa a es udan es des inadas Ilonos
Mickienės e Bi u ės B iaukienės mokymo p iemonėje Lie u ių e minologijos aspek ai. Só aqui é usado o e mo
de inição. Ele é desc i o como są ocação do con eúdo, i. e. e e ência de e le imen os do concei o, de coisas,
de enômenos essenciais (Mickienė, B iaukienė 2016: 18). 3 Omenyje em um lexicóg a o Jono Ba ono p epa ado
Rusų lie u ių žodynas (Kaunas: Spindulys) au . pas . 4 Aqui e con inu e in a solodyno au o ês R. K ašy ės.
Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Compos o e mo dėmenų i apib ėž ies Kalbo y os
subo dinacija: ieno a ejo analizė
e minų žodynėje pa eikiamas e minus apib ėžimas bei
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
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jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
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ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojoj-
ojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo-
jojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojojo A
de inição de e se adequa us, i. e. en e de inêmias e de inênias concei os de e se
equia e iškumo elaçãois. A de inição não de e se nem mui o la ga, nem mui o
es ei a. Além disso, nele não de e ha e a o, i. e. o obje o de inido não pode se
de inido po um concei o, que se o na cla o só a pa i da p óp ia noção de inido a ou
de ininan e e de inido a são os mesmos concei os (Gai enis, Keinys 1990: 22). Como
is o, a noção de de inição é adicional e p á icas ecomendações, indicam-se possí eis
de iciências, acen ua-se a dependência de inêamosa e de inê-anhã concei o uma da
ou a, em ou as pala as de inição p ecisa da aqueles a ibu os, que p ecisamen e (nei pe lačiai, nem pe siau ai ou k .) e ela o con eúdo do e mo. Como ação lógica de inição é desc i a e na Uni e sal da Li uânia enciclopédia: Loginis ação, pelo qual se es abelece c i é io a obje o de es udo de ou os obje os de dis ingui indicando sua especi icão e usadas ou in oduzidas lingubinhas exp essões signi icância (VLEe)5. Enciclopedia en a iza-se que embo a cada ciência o mule sua de inição de concei os, po ém odos us a a lógica c iada meios de de inição. Po an o, não izim5 Ž . acesso à in e ne : h pswww. le.l ://s aipsnis/apib ezimas [žiū ė a 2021-07-05]. 1 ig. Relação de obje o, concei os, de inição e e mo
179Te minologia | 2021 | 28 is e e minologia ciência. Como só po isso
lemb emos b e emen e, como a ma é ia em ques ão comp eende-se
logicamen e. Aqui no signi icado do esul ado da ação usado usou-se
eiksmajodinis p eesagos -imas edinys de inição (lo . de ini io) e
in e p e ado como um ce o eiginys, mais p ecisamen e sua espécie. Teiginį
cons i ui ês pa es: de ineíamoji (lo . de iniendum), de ineíančioji
niens) i jungiančioji, pap as ai eiškiama okiais žodžiais kaip y a, adi-
(de inama, signi ica e pan. O concei o delineá el, como já assinalado, p esco um
de e minado obje o, e a de inêndo a os essenciais aços dele, que ajudam a
es abelece a genem ou classe ge al do obje o e, ao mesmo empo, pe mi indo
sepa á-lo de ou as poklasias de ce a gêmea ou espécie de classe (plačiau e
Plečkai is 2004: 163; Eidukienė 2009: 60; Bubelis e k . 2012: 116). Como emos de
on es, embo a a de inição (ou de inição, pois usada sinonimicamen e)
desc i a a um pouco di e en es pala as umau como loginis ação, o u como
e balis desc úbimen o ou eiginys, po ém em odas indica-se que a de inição
p ecisamen e nusaco ou desc ibia o concei o, isu acen uados são o e mo e
ce os a ibu os, e elando a essência do concei o e (o ) nusakan es sua
especi icidade, singula idade e exclusão num de e minado domínio do
sujeikininum. Galbis as conco dam que na e minologia de inição de e mo não
é o mesmo, que simples pala a de inição em diccioná ios ela p incipalmen e
di e encia seu es abelecido con eúdo, p ecisão. Assim, a essência de um e mo
desc e e a elação com ele ma cado concei o, po an o de inindo ale ia
lemb a -se que [S]ą de inição de um e mo de e se o mais cu a e simples
possí el, mas nela de e se o necida a essencial in o mação que dis ingue o concei o
(Jakai ienė 2010: 183).
Knygoje Emp ehlungen ü die Te minologiea bei esc e e que um e mo de
aco do com o con eúdo ou domínio de aplicação (us ojimo) é desc i o pela
de inição, que o dis ingue dos ou os e mos (EFT 2018: 44). Há mencien es e um
pouco mais amplas que a de inição de e mo ia a apenas um dos elemen os da
signi icação do e mo e necessa iamen e é comple a, independen e (Sage
1990: 45). Tokio do pon o de is a ado a-se, ma y , achando que isolados e mos
são elacionados umas com ou as de e min as elações, eles numa
de e min inha á ea cons i uem sis emas de e mos, e cambii us samp a ai do
e mo (padidėjus ou pamažėjus conce okos apimčiai) ou mesmo e minų
sis emai caso necessá io pode apildy i, subs i ui e de inição. Além disso, é
p o á el que de inição ise não semp e es ão ixados odos os mais
impo an es concei o de dis in i os sinais, po que isso em pa e depende de
sua c iado sujeikinês s i as specialis is o, de sua pa i ies, in oduziamo sujei o sabe anymo, u imos conhecimen os.
180 Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Apibend inando o e mo Sudė inio de dėmenų
subo dinacija: ieno a ejo analizė
e de inição pode-se alega que a e elação do con eúdo do concei o de ce a
ma é ia emá ica ajuda a de inição. Como se á de inida, i. i. quais os a ibu os
essenciais se ão lis ados na de inição, em essência depende do con eúdo do
i apim ies sup a imo – kuo daugiau esminių objek o požymių žinoma, uo
apib ėž esnis, išsamesnis są okos u inys. Iš 1 pa eiksle pa eikiamos schemos
concei o e , que de de e minado domínio sujei íssima obje o, concei o,
e mo e de inição es ão elacionados a ce as elações de subo dinação e um
dependem do ou o (ž . 2 ig.) mudi as a um dos elemen os, mudam-se e ou os.
2. APRIŽŽČI TIPAI
Na e minologia as de inições icam di e en es. Alguns au o es deles
sepa am mais de um décimo de espécies, po exemplo, como indicado Julios
Edua do nos Muelle a igo, Helmu as Mönkeė deles sepa ou a é 70 (Муelle
41), algumas dezenas deles indicado e VLEe: os ensinis, nominalinis, seman inis,
sin aksinis, ope cinis, con ex inis, desc ipcinis (ap ašomasis) de inição,
de inição genine e so inum, nominalinis de inição e k 2016: Ve dade, aqui elas
são desc i as como de inições da ciência da lógica. O e minologis a Li uãos
Kazimie as Gai enis no li o Lie u ių e minologija: eo ijos i a kybos
me menys indica que o e minologis a polkų S anislo as Gajda aos concei os
de ini e explica explici amen e na linguagem da ciência us a a 11 espécies
de de inições, que podem e po á ios po ūšių: paaiškinamosios,
palyginamosios, klasikinės, gene inės (ou kilminės), ope a, pa ap adės (ou
p o ode inicines), nomina i as e ecu si as, aki aizdžiosios,2 Relação de
subo dinação do Te mo dėmen (-s) e de inição
181Te minologija | 2021 | 28 liosios e ealiosios, con ex i as e leksikog a inės
(Gai enis 2002: 132 133). O p óp io lbinis a, bene p incipalmen e de odos os
e minologos li uanos examinado de inições de e mos, dis ingue seis
de ineis desiguodo de p odu i idadena p imei a pa e da de inição indica-se a
čių ipus: „1) pilnuosius apib ėžimus (a imus loginiams apib ėžimams,
adinamiems de ini io pe genus p oximum e di e en iam speci icam), kai
e minologia do concei o mais p óxima giminė, e na segunda a espécie
di e encial; 2) de inições sinônimas, quando su eikšmės co espondmenimis;
dė inis e minas aiškinamas ienu a keliais apačios a ba labai a imos
3) as de inições enume á eis, quando se deduzem i ens ou enóškinhas,
pe encendo a um concei o e minia de iné el; 4) compa á eis de inições,
quando após ab e ipos plg. é adicionado singula ou e mo compos o, que
sepa adamen e é de inido, u iliza qualque ou o ipo de de inição; 5)
incomple es de inições, que podem não e o ma de de inição loginio e
indica apenas uma qual e minícias concei os ou ealias peculia idade
paski į, kilmę, pa idalą e pan. ; 6) de inições e e en iais, quando indicam-se à
comunicação cien í ica dize ini os e mos no mais em ez de es eu ai usos
p o esionalizmų ou ne aisyklingų e pasenusių e minų (Gai enis 2004: 114115). K.
Gai enis es es ipos de de inições dis inguiu esnag inhado de odos os ipos
de e mos compos os a ap esen ação em diccioná ios de e mos edi ados
nos anos posa io.
Como já oi possí el en ende , de a o o ipo de de inição depende do cien is a escolhido de di e gência.
Aqui em ou as on es em língua li uana ge almen e dis inguem in ensi as e ex ensi as de inições (Gai enis
2002: 30; plg. Celiešienė, Džežulskienė 2008: 45; EFT 2018: 4445; ISO 1087: 2019)6. In ensine de inição (angl.
in ensional de ini ion) onde são lis adas uma a imis ia já de inida ou conhecida a odos um cognininė
concei o7, e a ibu os, desc i i an es concei os iposinos di e enças (K ašy ė 2005: 13; plg. Gai enis 2002:
30), eks ensine (angl. ex ensional de ini ion) onde são lis adas um mesmo ní el de abs acção pe encen es
a conjun os de espécies ou de isumos ( en pa ; plg. Gai enis 2002: 17, 30; da plg. ISO 1087: 2019). K. Gai enio 6
Como já es á esc i o, es as de inições K. Gai enis chama a plnosiomas de inições. 7 Aqui e pos e io men e
em ci ação exp ess e in a dizodyno au o ês R. K ašy ės. 8 m. 2019 elabo ado no pad ão in e nacional ISO
1087: 2019 Te minology wo k and e minology science Vocabula y (į lie u ių kalbą jis neiš e s as) dis inguem
dois ipos de ex ensões de inições: gimininė eks ensional apib ėž is (angl. gene ic ex ensional de ini ion) e
pa es eks ensinė apib ėž is (angl. pa i i e ex ensional de ini ion).
Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Segundo o e mo Sudė inio dėmenų i
subo dinacija: ieno a ejo analizė
de inições, [I]n ensiniai de inições ge almen e são de inições clássicas
de ini io pe genus p oximum e di e en iam speci icam. Nessas de inições
à espécie di e ença pode i não um, mas á ios sinais. Isso é po que há casos
em que impossí el encon a aquele único aço que de inia o obje o de
de inição sepa a ia de odos os ou os obje os e essencialmen e e ela ia
seu con eúdo (Gai enis 2002: 30).
Não odos os ipos de de inições no abalho p á ico de e minologia
igualmen e impo an es. Assim Reine is A n zas, He ibe as Pich as e
Felixas Maye is no li o Ein üh ung in die Te minologiea bei desc e em
duas mais eqüen es espécies: 1) de inição de con eúdo (plg.: ok.
Inhal sde ini ion, angl. analy ical de ini ion, in ensional de ini ion, gene ic
de ini ion) ansmi e o e mo con ênio, i. e. especí icos aços ou
peculia idades, que podem se a ibuídas ao de inido sujei o.
Essencialmen e isso é o mesmo, que na e minologia Li uânica é conside ada
já mencionada in ensine de inição, pois baseia-se naquilo que já é conhecido,
e dis inguem-se ce os bū ini (não odos!) de iníam concei o aços,
ajudan es p ide in i o e mo a já exis en e sis ema de e mos;
2) de inições de alcance (plg.: ok. Um angsde ini ion, ok. ex ensionale
De ini ion, angl. ex ensional de ini ion) ajuda a desc e e o e m, indicando
um ní el de abs acção pe encen es aos a ibu os ou ao concei o de odo
as pa es cons i uendá ias. Assim, os au o es aqui dis inguem a de inição
ex ensi a desc i a na li e a u a da e minologia li uana e acen ua que o
escopo do e mo pode indica -se a iadamen e, po exemplo, lis ando isolados
i ens ou enómenos, cons i uindo. de ineiam a e minologia concei a, ou
desc e endo ce os símbolos, ó mulas, núme os e sinais de concei os
sociais (A n z e k . 2004: 6266). Mencionados au o es a i mam, de inições de
con eúdo e escopo ajudam e ela hie a chicos concei os de elações, e
e mos de ini em pode bas a i ou do con eúdo, ou do escopo pa ame o,
embo a em alguns casos concei os escopo e con eúdo es ão elacionados. R.
A n zas, H. Pich as e F. Maye is ais de inições seleção basezia
adap ikomumu p á ico no abalho de e minologia. Pode-se conco da que
isso é pa icula men e a ual pa a ce os especialis as da ma é iacinha
de e minada, que se es o çam a de ini p ecisamen e os e mos. Juan C.
Sage en a iza que no abalho de e minologas o ien ado pa a a p á ica é
possí el c ia odos os ipos de de inições, mesmo caso elas e não cump am
igo osos equisi os de con eúdo da de inição clássica (Sage 1990: 42). Aqui, ma y , ale ia
183Te minologija | 2021 | 28 não esquece do que mui as ezes qualque espécie
de classi icação baseia simplesmen e di e en es di e en es au o es de
pon os de is a e, como já mencionado, desiguodu subs indo de desag egação.
Especialmen e mui a a enção aos e mos de inidos, seus ipos e exigências
aloca o e minologis a usų Se gejus Shelo . Ele em 2003 m. saíuuso
monog a ia em Te min. Te minologicidade. Te minológicas de ini aço, que a
a e a da de inição é não con i ma e não desc e e , e es abelece , de ini o
obje o e assim dis ingui -o de ou os (Шелов 2003: 33). Kalbi1) classi icacionais
ninkas, daugiausia emdamasis logika, apib ėž is ski s o į penkias g upes:
de ini ys ( us. родовидовые, классифицирующие определения), nas quais
dis ingue-se kinininė concep oka e seu gênis a ibu o (Шелов 2003: 37). Es as
de inições di idem-se em pa i y ines e o a i ines;
2) lis asijamosios de ini ys ( us. перечислительные определения),
quando o con eúdo de um e mo e ela-se lis ijando lhe pe encenčius
elemen os (Шелов 2003: 45);
3) de inições con ex uais ( us. con ex uais de inições), quando o
signi icado do e mo explica a lis agem exa os de odos os con ex os
(Шелов 2003: 51);
4) ope acionais de ini ys ( us. ope acionais de inições), nas quais a ende
ce a ope cinė a i idade. Elas são ca ac e ís icas das ciências ísicas
e ma emá icas (Шелов 2003: 62); 5) monomo inesas e polimo inesas
de inições ( us. monomo adas e polimo adas de inições).
Monomo ínias de inições peculia idade é cla o, es i amen e
p esc i o o con eúdo do e mo de inido, e polimo ines de inições
pe mi e mais li emen e in e p e a o concei o semân ica, não são
p ecisos, po an o ne ekomendaojamas no minizada e minog a ijā
(Шелов 2003: 67). A au o iaus opina, es a sis ema de inições em e
ne ikslumų ( enpo).
Apibend inan de e ia en a iza que, pa a, jog de ini -se p ecisamen e
unsaky ų, in e namy ų ou desc ibidos um concei o, nela de e ia se
e elados ce os ca ac e es de concepção į a dijamosios, ajudan es a
eulškinhi as suas di e enças de ou os concei os e mos a ce os
seman inos laços. A pa i do que já oi di o, al ez não su ja dú idas, que
não só e mos, mas e ambém de inições ajudam ga an i a odos
uni o memen e comp eensí el, jun amen e e con iá el subje i ão de comunicação. Além disso, como ê-se da igu a 1, o e mo e de inição es ão ligados-
190 Auš a Rimku ė-Ganusauskienė Sudė inio e mo dėmenų i de inição ies
subo dinacija: ieno a ejo analizė
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191Te minologia | 2021 | 28
SubORDINATION bETWEEN COMpONENTS AND DE INITION O A COMbINATI E TERM: CASE STuDY
Summa y
Como é ge almen e conhecido, o con en o he e m is e ealed by he de ini ion o he
e minological meaning, he con en o which essen ially depends on he scope o upda ed
he concep . I he numbe o he basic and dis inguishing ea u es e lec ed by he
concep changes (dec eases o inc eases), he con en o he de ini ion may be u he
(na owed o expanded). The p o essionals o a ce ain ield may choose sligh ly di e en
ea u es o he concep o de ine he same concep . Such inconsis ence may be
de e mined by he di e ence in hei expe ience, pe cep ion o he concep , p o essional
knowledge, and e en imagina ion. Nós podemos dize que a de inição de um ce o e mo é o
ou come de um aco do cons u i o, e he e a e cases whe e se e al de ini ions ( a he
han one) e ealing he basic and dis inguishing ea u es o he concep de ised by he
p o essionals o a ce ain ield may be conside ed co ec and app op ia e.
The a icle analyses wo-wo d e ms wi h he head componen ap anga and shoe ound in
he Te m Bank o he Republic o Li huania: gimnas ikos ap anga, gol o ap anga,
slidinėjimo ap anga, eniso ap anga and mo ociklininkų ba ai, pa ašiu ininkų ba ai, bokso
ba ai, žolės iedulio ba ai, e c. I is discussed why in some cases he combina i e e ms
wi h ap anga and ba ai as head componen s indica e aspec wi h he shade o pu pose and
in o he cases wi h he shade o belonging. The analysis o he examples en ails a
conclusion ha he exp ession o he aspec ual componen (s) o he combina i e e m
ob iously depends on he con en o he de ini ion c ea ed by a p o essional o a ce ain
ield. I means ha he way a p o essional concei es he speci ic e m de e mines which
elemen is chosen o use. Po an o, he e m and i s de ini ion a e linked by bidi ec ional
ela ions o subo dina ion, i.e. he selec ion o cons i uen componen s o a one-wo d o
combina i e e m depends on he con en and scope o he de ini ion, and ice e sa.
Recebido 2021-07-10
Auš a Rimku ė-Ganusauskienė
Lie u ių kalbos ins i u as
P. Vileišio g. 5, LT-10308 Vilnius
E-mail aus a.gan[email p o ec ed]