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Priešas „Lietuvių kalbos žodyne“

Abstract

    Šio tyrimo tikslas – remiantis iliustraciniais sakiniais aptarti priešo koncepto fragmentą, fiksuojamą Lietuvių kalbos žodyne (toliau – LKŽe).     Tyrimas parodė, kad priešas LKŽe pirmiausia yra nedraugiška, užpuolusi kitos šalies kariuomenė, kurios veiksmai puolamos (ar užpultos) šalies atžvilgiu yra stereotipiniai. Besiginančios nuo priešo šalies veiksmai kariaujant taip pat yra gana nuspėjami ir stereotipiniai. Retai, kalbant apie besiginančią nuo priešo šalį, LKŽe iliustraciniuose sakiniuose įvardijama Lietuva (ar lietuviai). Konkretus Lietuvos (ar lietuvių) priešas taip pat LKŽe pateiktuose iliustraciniuose sakiniuose įvardijamas labai retai.    Priešas LKŽe iliustraciniuose sakiniuose taip pat gali būti: nedraugiškai nusiteikęs žmogus ar gyvūnas; tai, kas daro žalą, kenkia žmogui ar abstrakčiam reiškiniui, konkrečiam objektui; priešingų įsitikinimų žmogus ar žmonės ir tas, kas ką smerkia, laiko žalingu, blogu.

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Priešas „Lietuvių kalbos žodyne“

Author: Anželika Gaidienė
Year: 2020
DOI: 10.35321/bkalba.2020.93.12
Source: https://journals.lki.lt/bendrinekalba/article/download/2064/2169
BENDRINĖ KALBA 93 (2020) h p://jou nals.lki.l /bend inekalba ISSN 2351-7204
ANELIKA GUIDÍEN
Lie u ių kalbos ins i u as
PRIEŠAS LIETUVI LEGABOS PALAVORNE
ESMINIAI ŽODŽIAI: p iešas, koncep as, ilius acinis sakinys, seman ika, Lie u ių kalbos žodynas.
ANOTACIA O obje i o des e es udo com base ilius acinais ases discu i PRIEŠO
agmen o do concei o, ixojamo em Li uânia linguagem ocabulá io ( LKŽe).
In es ima mos oué, que inimšas LKŽe p incipalmen e é ned ougiška, ag edisa ou a país ka iuomenė,
cujas ações a acadas (ou za ul as) em elação ao país são es e eo ipinhas. Besiginanças do inimigo
país ações em gue ejaujando ambém são bas an e nuspėjami e es e eo ipinhas. Ra amen e, alando
sob e besiginança do inimigo país, LKŽe ilius aciniuose sakiniuose į a dijama Lie u a (a lie u iai).
Konk e us Lie u os (a lie u ių) inimšas ambém LKŽe o nec uas ilius aciniuose sakiniuose
in oduzijamas mui o a amen e.
Con aas LKŽe ilius aciniuose sakiniuose ambém pode se : não amigá elmen e nosi ei ado homem
ou animal; aquilo que az mal, p ejudica a pessoa ou a abs akção de enômeno, a conc e o obje o; con á ios
įsi ikinimų žmogus a žmonės i as, kas ką sme kia, laiko žalingu, blogu.
INTADINS NOTABES
Tapa idade pe cebe-se en a izando exclusi idade, e es e pode se associado com a i ibojimo de
ou os ou a é con a iingum. Umbe o Eco no li o Suku i p iešą e ou os p oginhos abalhos
a i ma: Tu ė i p iešą é impo an e não pa a que de inhássemos a nossa iden idade, mas ambém
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pa a que adqui íssemos kliū į, com a qual pudéssemos sulygin i o nosso sis ema de al ybių e com
ela susi ėmę mos a a sua alo ę. Po an o quando não exis e um inimigo ele de e se c iado (Eco
2011: 11). Segundo U. Eco, os inimigos são di e en es do que nós e agem segundo cos umes que não
são nossos; os inimigos de em se bjau us, po que o belžis iden i ica-se com gė iu; os inimigos
semp e chei am; às ezes os inimigos pe cebido como di e en e e bjau us de ido a que são de
o igem in e io (Eco 2011: 1135). Falando sob e a immig ação ondas medo e dando I ália exemplo,
U. Eco ašo: „Viena e us, galime sa e a pažin i ik Ki o aki aizdoje i uo emiasi
onde omuno į aizdis é idealus edempção ožys pa a a sociedade, de con i ência e de cos umes
mes. Todėl pa e ę jį p iešu ku iame sa o p aga ą žemėje“ (Eco 2011: 35).
eg as. No en an o, p e e imos conside a aquela Ki á ino ensi a, pois ele não é o obje i o des e
1
es udo com base ilius acinais sen inhas discu i PRIEŠO agmen á do concei o, ixouojamo
Li u ians language dic iona y ( oliau LKŽ). A ipisnyje le an adas a e as: 1) discu i a de inição
de inimigo escla ecí eis dicioná ios de língua li uanas; 2) iden i ica e discu i possí eis inimigos,
seus a ibu os, ações, зафиксированных LKŽ ilius aciniuose sakiniuose. Me odos de pesquisa:
seman inas análises, in e p e acinis e desc i omasis. Nes e a igo não se põe a a e a de
2
desc e e PRIEŠO concei o da o alidade imagem, po ém p e ende econs ui aquele agmen o
de concei o, que é ixado LKŽ. Como a i ma Aloyzas Guda ičius (2011: 113), concep os em si mesmo
não é um obje o de leksinės semân ica. No en an o kalbo y os assun o é concei o kalbinė aiška.
Segundo Alano C useo (2014: 396), pag indinė unção da pala a é a i a concei o, com o qual ele é
associcijuado. Ronaldo
1
Tal obje o do a igo PRIEŠO concei oas escolhido não aciden almen e. Ac ualmen e esc e e-se á ios au o es
(Vesla os Čižik-P okaše os, Anželikos Gaidienės, Au elijos G i ėnienės, Danu ės Liu ke ičienės, Lo e os
Vaičiuly ės-Semėnienės) cole i ė es udio mokslo Lie u os d augai i p iešai 19222022 m.: seman iniai i s uk ū iniai
pokyčiai, na qual e elam-se as in es igações de pala as de iden idade escolhidas (d augas, p iešiai, Rusija, Vokie ija
i k .) seman iniai i s uk ū iniai pokyčiai, jų p iežas ys.
2
O concei o nes e abalho en ende-se como unidade de conhecimen o es u u ado de pessoa e sociedade,
acumulando complexos conhecimen os sob e uma ce a coisa, eiškinį, eiksmą ou k ., elacionado com
ca ego iza im e concep ualiza im do mundo. O con eúdo e es u u a do Koncep o pode a ia dependendo do
2016: 15).
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mundo ce canço (Gaidienė doi.o g/10.35321/bkalba.2020.93.12
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Langacke (1987: 56) a gumen ando, as pala as são concep ualiųjų es u u as de
conhecimen os p ieigos aškai. Zinaida Popo a e Josi as S e ninas (2007: 79) ambém a i mam
que kalbinė nominacija cha e, ab iu-se ao homem koncep ą como unidade de pensamen o,
pe mi indo ope á-lo no p ocesso de pensamen o. Assim, pode-se a i ma que cada nominação
sepa ada e le e apenas ce os a ibu os do concei o, i.e., e le e um ce o agmen ão do
concei o (Guda ičius 2009: 51). Segundo Liublino e noling is os, a pe cepção con ida numa pala a,
que ab ange um ce o concei o, de e se emulsi icada a pa i de á ias on es da língua, e
pos e io men e di idida po es ilos e espécies, empo e espaço (Sme onienė e k . 2019: 12).
pasaulio aizdo p o iliais, o jų ap ašymas leidžia su o muluo i isapusišką dalyko aizdą
Gau os cons i uomosios pa es são chamadas (Sme onienė e k . 2019: 12). Ad oga-se a opinião de
que [A]nalizando dados lexynos é possí el econs ui leksikog a inį isão do mundo alboje
(Ru ko ska e k . 2017: 31), e odo-comple e imagem do sujei o p ecisa o ma di e en es ipos
de dados não só sis emá icos (leksikog a inių), mas e anke inių, eks inių analizes ( o mais sob e isso e . Sme onienė e k .
2019: 12–16).
Usa LKŽ como ex ínio não é coisa no a. Uma das p imei as sob e o a o de que LKŽ é um
undamen al ex o da cul u a li uânica, que é necessá io le e pesquisa , esc e e Vik o ija
Daujo y ėPake ienė (2002: 34). LKŽ é especial no que diz espei o a que y a ansli ou da esc i a
klasikos <...>“ (Daujo y ė-Pake ienė 2002: 36). Šis žodynas unikalus i uo, kad jam būdingas
li uana, uma g ande pa e his o iškumas e ma e ial a minês gausa, po an o seu, como on e,
pesquisas podem ajuda pe leksiką econs ui agmen os do mundialė aizdžio dos li uanos
a é XXI a. LKŽ é impo an e e uma on e in e essan e, já incluído no abalho de pesquisa
cien í ica: Kadi e as poli i elne iksuis Russiais (Kadaba s 2010), paskuskus (Zaba s 2012),
žodyne iksuo ą Adalbe o Bezzenbe ge io medžiagą, ap ašy os ma ios, pama ys i pama iškis
iz e i še mė (G i ėnienė) , 2016 že meni (G i ėnienė 2017), 2019 (G i ėdienė 2020).
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O ma e ial in es igado pa a es e a igo é cole ado da e são ele ônica do dicioná io,
ab angendo odos os omus do dicioná io (h p: www.lkŽe). A likus de alląją paešką as a pe
450 ilius acinių sakinių, nos quais pa a o a leksema inimšas. 90 po cen o dos LKŽe as os
3
sakinių cons i uem sakiniai, exc i os a pa i de á ias on es esc i as e manusc ip as: de
esc i o es conc e os, de igu as cul u ais e e c. esc i as (p.ex., Mai onio, Salomėjos Nė ies,
Pe o C i kos, Jus ino Ma cinke ičius, Vinco K ė ės-K eke ičius, Vinco Mykolaičio-Pu ino,
Žemai ės, Ie os Simonai y ės, Vienano Baluolio, Jono Jablons, Juozo Jučik An onio) encon ados
em sakiniai, ambém em encopedias, pala as, ch oma os e esc i os em sakiniai ( ši a = ains) e
sakiniai (spa a = sakinis) e sakiniai. Apenas sob e 10 pe cen os LKŽe encon os sakinių, nos quais
pa a o a leksema inimšas, cons i ui sakiniai, ansc i i do i oosios língua. Dado maio pa e
das as as sakinių cons i ui de á ios esc i os, imp ensa expo ida sakiniai, é impo an e
lemb a que LKŽ no pe íodo so ié ico neiš engė (sa i)censū os e ideológico kišimosi em
ocabulá io con inio (plčiau sob e isso e G i ėnienė 2020: 4243 e k .) e só nuo XVI nebeliko
(Zaba skai ė 2010: 128). No en an o, como a i ma Vy au as Vi kauskas (2002: 11), e (sei)censū os
omo žodyne sumažėjo ideologinės medžiagos, o po nep iklausomybės a kū imo jos isai
pe íodo mokslui o am mais impo an es a mių e elųjų ex os ac a, i sakiniai, yškinę
nau os gy enimą, mąs ymą.
Nag inėjando PRIEŠO concei o a de e ia menciona que do pon o de is a linguís ico ele
i ado pouco. Gana amplamen e es e concei o discu ido po Vik o ijas Maka o as (2014)
a igo, no qual ap esen am os esul ados da análise compa amó ia do concei o de cul u a
li uãos PRIEŠAS e usas concei o de cul u a ВРАГ. A pesquisa oi ealizada com base em 100
(lie u ių kalbos i usų kalbos eks ynų). P iei a p ie okių iš adų: 1) as pa s subjek as lie u ių
exemplos a pa i publicis ikos discu so nau os sąmonėje pode se amigo e i s i inimšu; 2) aos li uanos inimigos são polkų a olanças
3
DRAUGO concei o à publicis ikoje esc e e Lo e a Vaičiuly ė-Semėnienė (2020 Sob e).
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g upo ės e bolše ikai; 3) a cul u a li a ians não pe mi e albančiajam kabin i inimšo e ike ės
(‘Х é p iešas), mas isso pode se ei o š elnesne o ma, po exemplo, pasi elkian
kons ukciją ‘Х-o p iešas; 4) lie u is pode desc e e as ações do inimigo neu almen e, sem cono ações nega i as
(Maka o a 2014: 191).
Falando sob e PRIEŠO concei o com an opologia, his ó ia, iloso ia, e nologia e k . pasaky ina,
que aqui mais g ildenamos sa as e ou o (s enimas) oposições (plg. Sa oniakai ė 2014), onde
ou o (s enimu) pode se não só exiliškinami ca ac e ís icas de nacionalidades, mas e ou o
(s enimas) pode se pe cebido como inimšas. O ilóso o Leonidas Donskis (1997) é conside s ęs
sob e inimus da cul u a massi a.
1. PRIEŠO APIPRŽTIS AIŠKINAMUOSIUOSE VODYNUOSE
Aiškinamuosios dicioná ios de língua li uanas LKŽe, Daba inės lie u ių kalbos žodyne
(DŽ7i) e Bend inės lie u ių kalbos žodyne (BŽ) a pala a p iešas signi icações núme o
a ijuja (ž . 1 abelę).

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1 LENTEL. inimigos do e mo em dicioná ios da língua li uana 1.
LKŽe4:
DŽ7i:
não-amis osamen e na i ado, desejando pic a 1. que lu a po
de alguma coisa não gos a, não econhece 5. quem de alguma
in e esses con á ios 2. não-amis osos, in adidos do país 2.
não-amis osamen e na i ado, inclinando pa a ou o homem
coisa, sme indo, 5. udo que az dano, não ag ada 6. bandido,
exé ci o é mau homem 4. isso que p ejudica, az dano 4. quem
maland o, 7. inimigo 9. quem de inimigos, não acei a (Banda 5?) 5.
homem con a 3. exé ci o, com qual 5. con icções, com qual 5.
8. p iešp ieša, p iešybė
1. žmogus, ku is ned augiškai nusi eikęs, linki ki am žmogui bloga, jo nekenčia
4
LKŽe ap esen ado a pala a inimšas é homonima. Nes e caso ak ualus inimšas, ma cado p immu
homonimo nume iu.
5
Po pala a inimšas Lexicog a ico a igo inal de edagação signi icações o mulação e núme o pode
kei is.
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Dos signi icados ap esen ados ê-se que DŽ7i e BŽ manusc i o ixados signi icados inimigo
de inidos semelhan e, só di e em o dem de sua ap esen ação, plg. p imei a e segunda
de inição: 1. que lu am po in e esses con li an es DŽ7i e 1. žmogus, que não amigabilmen e
nosi ei ęs, linki ou o homem é mau, seu ódčia BŽ ( ank aš is); 2. desamis ogiamen e dei aês,
saudindo a ou o mau homem DŽ7i e 2. p óxingos con icções homem BŽ ( ank aš is). LKŽe
ad e sas em no e signi icados, cinco delas coincide com DŽ7i e BŽ manusc i o LKŽe
už iksuo omis eikšmėmis, plg. 1 len elėje pa eik as 1–5 LKŽe eikšmes. Pasku inės ke u ios
signi icados (69) são speci ines e ixouojamas só nes e diccioná io. Apibend inando pode-se
alega que nos mencionados diccioná ios explica i os, os inimigos de inidos como não-amigá el,
mal inclinado homem (p. ex.: Po ginčo eles se o na am inimigos LKŽe), os inimigos são con a as
con icções homem (p. ex.: Liaudies p iešas LKŽe; Idėjinis p iešas BŽ), os inimigos país e
ka iuomenė, com a qual a gue a (p. ex.: Liauzhi a mu [nugalė i] BŽ), é aquele que (suje o,
adinasi, i o) não lhe dá pa e, (p. ex.: Šal is sodis on is LKŽe).
Rūkymo p iešas LKŽe) i p iešas y a ai (objek as, adinasi, negy as), kas da o žalą, kenkia
Pasižiū ėkime, koks PRIEŠO koncep o agmen as iksuojamas LKŽe ilius aciniuose
sakiniuose quem é aquele inimšas, quais os seus sinais, ações exlyškinam como mais impo an es.
2. PRIEŠAS LIETUVI KALBOS VOZYNO ILUSTRACINIUOSE SAKINIUOSE
2.1. Enemy A acan e país a a miesė
Maio iausia LKŽe ilius acinių sakinių pa e cons i uem ais sakiniai, nos quais ixsujada ko a
com inimšu ned augiška, in adiuusa ou a país ka iuomene. Tokių sakinių abundância lemb a do
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an igo susiklosčiusi bū inybė de in i seus e i ó ios, e ex e nes inimų, que, a ody ų,
semp e es ão p epa asă pa a a aca , plg. U. Eco no li o desc i o acon ecimen o: Kadaise
Niujo ke e e que di igi áxi, que conduzia homem com di iculdade deci ujamu nome. Ele
explicou se paquis ane e. Paklusė, de onde im, espondi de I ália. <...>. Galinamen e pe gun ou,
quem são nossos inimigos. Me pe gun ei: A sip ašau?, paci amen e explicino que ėjęs descob i ,
com quais nações desde amžių wa iaujame po causa de e i ó ios, e ninês odian os,
pe manen es on ei as paxeidinamen os e semelhan es. Respondi que com ninguém não lu a a
com ninguém. […]...> Ele icou insa is ei o (Eco 2011 10). Assim nau ai e inimões, com os quais
podem gue ea , apa ece, é impo an e. LKŽe cap ados em saká ios ka iuomenė a iscleidia po
ealizadas ações e mui as ezes não es á cla o, a que conc e amen e paísia menciona ka iuomenė pe ence. Também mui as ezes
neį a dy a, kas y a „mes“, ka iaujan ys, – Lie u a a ki a šalis.
2.2. Ações de milícias do país a acan e em gue ajando
Em elação às ações do inimigo ka iuomenê do país a acan e pode cons a a -se que LKŽe
ilius aciniai sakiniai e le e o es e eo ipiný compo amen o: a) os inimigos de início
p epa am-se, exemplo: cons uem ma inha, acumulia o ças, exemplo. : oponas ago a no amen e
pas a ė didelį lai yną i engiasi iškel i ka iuomenę į mūsų žemę J. Balč
6
(ž. kel i). P iešai
jėgas aukia š (ž. auk i);
b) o ganiza uma in asão, po exemplo, ap ina inimą, o en ol e, exemplo. :O inimigo descob iu seu
local de acampacla amen o š (ž. s o ykla imas). A é os habi an es escka o, os inimigos já spėjo
oda a cidade ap em i š (ž. apoia ). I ap upo inimigos eles a cos de ogo E. Miež (ž. a cas). Os
inimigos que iam de epen e nos aclup i š (ž. klup i); c) começa in asão, po exemplo,
6
Ab e iimai como LKŽe.
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in asi e gia, įsib auna, p asisk e bia pa a uma cidade, pilį ou e c., exemplo. :En ai odo pašėlimu
puolė mies ą š (ž. šėlimas). Gina suas e as e pessoas do inimų in asi e žimų š (ž. e žimas).
Įg io ę sieną, inimai įsi e žė pilin Š (ž. g iau i). Os ad e sá ios e žėsi de ês pães NdŽ (ž. e ž i).
Įsib o ė p iešas, suliepsnojo ka as S. Nė (ž. įb au i, liepsno i). Con aai kyliu in adimušda am em
cidade š (ž. muš i). En isisiau ėjo įni ingas ba alhais. An esas žū bū no ėjo p asisk e b i
7
a gal V. Myk-Pu (ž. siau ė i) P iešo sk e bimasis em p o undidade do país p omadino esc i o es
Li uãos em ko ą š (ž. sk e bimas); (ž. a aca ). oponas a siuda DŽ1 (ž. dispa a ). oponas sem
d) šaudo (iš pa ankų, kulkos aidžių i pan.), p z.: P iešas a aka o mūsų pozicijas š
palio os dispa a a de pa ankos š (ž. pa anka). Con aai laidė de s ilksnių milha esčius akmenų
M. Valanč (ž. s ilksnė). Enemai em nós kulkos aidžiu pažė ė š (ž. že i). Os inimigos começa am
blec i (dispa a ) de šau u ų š (ž. blek i). Dois dias e duas noi es queima lepsnoyo inimigo
o ku as e a em in e no E. Miež (ž. p aga as); quan o dele cingis a, quan o desg a ado! J. Jan
e) aukiasi, p alaimi, p z.: P iešas jau links a, aukiasi, myš a
8
... Kiek jo sugau a,
(ž. miš i). De ido à si uação des an agem inimigos pe de am š
(ž. a o ankumas); ) mo ūs a, p z. : Bangų juodoj p aga mėj não um inimšas mo eu š (ž.
p aga mė). Finalmen e g) za aldo (o įsib auna in o) k aš ą (es a ybę), aqui es abelece,
p iešas užsp ingo pa s sa o k auju, ne ekęs šim ų ka ei ių i daugybės echnikos š (ž. sp ing i).
например., P iešai za aldė nosso k aš ą š (ž. aldy i). No mesmo seu es ado meio deie, seu,
pode-se dize , ši dyje, inimšas sukasi sau lizdą š (ž. suk i). S e imame k aš e p iešas elgiasi
šiu kščiai siau ėja, niokoja, queima casas, ma a pessoas, i a seus pão, p z. :Os inimigos po
nossa k aš ą dūko š (ž. dūk i). Os inimigos siaučioio nosso k aš e DŽ (ž. siaučio i). Os inimigos
e ioja nossos casas, massu doja pessoas, a ima Es a pala a em a o og a ia mudada
9
žū bū .
7
8
k ik i, i i LKŽe.
9
ma a LKŽe.
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Beždžionių, melių, pelėnų inimai ou os animais, p z. : Dos beijonhões melho es olia egês
pa ianai: plyname a lauke seu pikčiausia inimą leopa d com ela no abdi apenas não pa a
quilôme o š (ž. olia egis). No abe o, que pelês e pelênai em soduas ab igam-se
pe manen emen e, ep oduisiam nepap as ai apčiai, pois mui o изреėjo o maio deles néšas
pelėdos sp (ž. e ė i). Ž ė ies p iešas homem, p z. : Ž ė is um con a uma se encon a com
neapkenčiamiausiu seu inimšu žmogumi sp (ž. neapkenčiamas).
2.5. Enemigo aquilo que az mal, p ejudica
Kai ku iuose LKŽe ilius aciniuose sakiniuose iksuojamas žmogaus (žmonių) p iešas
abs ac us eiškinys ou conc e us (negy as) assun o, mui o nepalankus, da ando danos,
pe kian is, po exemplo, des ino empo e dis ância, eal o és conhecimen o, exagimamen o,
menas, ca izmas, p aze , deg inė. Plg. : Des ino, e e ninas minhas inimigas, não que ia
p opo ciona -me aquela elicidade J. Balč (ž. eik i). O empo e a dis ância são elações de
pessoas inimigas (ž. elações). F aco conhecimen o da ealidade o mais malčiais ad e sá ios dos
išpuikimas š (ž. kū ybiškumas). Ne iesakalbingumas
15
– didžiausias p iešas, kenkėjas pačiam
esc i o es š (ž. conhecimen o). Kū ybiškumo p iešas ne iesakalbiui š (ž. iesakalbingumas).
Ca ism was mi inis liaudies p iešas (so .) š (ž. mi inis). Minhas a mas apon a con a o
p incipal inimá con a animaiska, consumido iška e, desg aça, pode oso p incipio: ida p aze J.
Ma cin (ž. a o ojiškas). Seu maio inimšas deg inė DŽ (ž. inimšas).
LKŽe apa ece sakinių, nos quais menção de um enómeno abs a o (p z.,
ciência, p og essos e k .) ou conc e e a (negy o) sujei o (p z., sodų, a ião)
inimšas pa i šu iniškumas, nacionalismo, bu oc a izmas, šal is, aplazamen o, например. :
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Jusakalbingumas e dade de con e sação LKŽe.

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Pa i šu iniškumas é mokslo p iešas sp (ž. pa i šu iniškumas). O nacionalismo é bu oc a ismo
ma ksizmo p iešas (so .) sp (ž. p iešas). Vienas žiau iausių mūsų pažangos p iešų y a
š (ž. inimšas). Šal is mais impo an e sodos inimšas š (ž. inimšas). Nos ânsi os
se en ionais, os a iões que oa am an e io men e encon u a am com pe igino inimšu apledėjimu sp (ž.
congelamen o).
2.6. An igo homem ou pessoas de con á ias con icções
LKŽe encon a á ios sakiniai, nos quais pa o no ado o e mo liaudies inimšas. Reco da-se que
liaudies nep išas so ie inėje e minijoje pessoa, lu ando com o so ie ų pode ou pelo menos
abe amen ei ela nep i a ian e, mui as ezes só po isso acusado VLE. Liaudies inimai, com base
16
LKŽe o quis ados exemplosis, p ocu ou isjuodi , disc edi ua , e o pa ido eles (liaudies inimus)
iuškino e e c., exemplo. : Liaudies inimigos p ocu a am isca odi , desac edi a os melho es
17
daquela nação (so .) sp (ž. mi inas). Paša em de coope ação eilių odas gobšias isuomenės
a ma as bei liaudies p iešus (so .) sp (ž. gobšus).
klasikinio palikimo a s o us (so .) š (ž. juodin i). Pa ija su iuškino mi inus liaudies p iešus
LKŽe é зафиксирована примеров, nos quais menciona comuns inimšas, например. : Iki e oliuciniais
anos pa ido dos bolshe iki já cê de odas as nacionalidades ussas pessoas de abalho em comum
lu a con a comum inimá sp (ž. iki e oliucinis). Longos op essões anos uni am as nossas nações em
e oina comba i os con a a comum inimá koho ą š (ž. koho a). nešdinė i). Agen es O dino,
Randama i okių pa yzdžių: Bažnyčios p iešai p anešdinėjo popiežys ei galą Gmž (ž.
papiežiaus e impe a o iaus apoiados, Occiden as na Eu opa p ega am, que a Li uânia aindabesan i
pagoniška, que li u iai esą ik i sa acênai e c is ianidade inimai e . . š (ž.
16
Plačiau s . h ps://www. le.l /s aipsnis/liaudies-p iesas/.
17
Tu ima em men e pa ido comunis as.
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sa acėnai). Naqueles empos, six ando esc e inhos em Va pą, usá amos o mais a iados
apelidos, pa a que os inimigos pensassem, que os esc i o es bu ys são o maio P (ž .
slapy a dė). Pa eik i sakiniai e lindi LKŽe (sa i)censū ą sob e alguns inimos, que nãoi iam
o iciais ideologiais con icções, so ie mečiu e a pe iginga (ou neleis a) ala . Fo necidos
exemplos (especialmen e dois p imei os) e le em da época p ime amus con icções ideológicas.
2.7. oponen e quem o condena, conside a p ejudicial, mau Zodyno ex o encon a
alguns ilius aciniai sakiniai, nos quais se ala sob e o que é isokių piniginių
sme kiama, laikoma žalingu, blogu, pa yzdžiui, piniginiai žaidimai, ūkymas. Plg.: Aš esu
žaidimų p iešas š (ž. moniginis). Rūkymo inimšas DŽ (ž. inimšas).
2.8. P eço e amigo con ap eço
Como sepa adas pog upis nes e a igo dis ingui ais LKŽV зафиксировать sakiniai, nos quais
aki aizdi inimšo e d augo p iešp ieša. Tokių sakinių dicodyne são não poucos. Pensamen o em
con aopos os e sua abundância glūdi nas mesmas o igens da c iação do mundo, quando ao
mundo oi olhada como a em dois opos os pólos, opos os p imos unico ê (Vėlius 1983: 10).
Exemplos con ap iešos podem da mais de um, plg.: e a e céus, ida e mo e, meilė e
odikan a, amigo e inimigas e . . (mais ê. E many ė 2003, 2015). Pa ece ia que es es pólos
opos os es ão dis an es um do ou o, po ém, como mos a a ida, assim não é. Falando sob e
inimigo e amigo con ap iešá con ei á el, que inimigo e amigo elação, ou pode muda de a i ude
p iklausomai nuo į ai ių aplinkybių ( iek idinių, iek išo inių), gali pasikeis i akimi ksniu
em amizade a aliação. Is o e indica LKŽe encon ada ase, no qual зафиксировано, que só o
empo pode mos a , que os sujei os são um em elação ao ou o inimigos ou amigos, plg. : Se
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nós somos amigos, ou inimigos, o u u o em ainda mos a , okie i V. K ė (ž.
pa ody i).
Tais casos, quando se quise en a iza o sujei o inde inėž um, es animidade ou indi e ingidade
em elação a ele, p epa am-se inimigo e amigo oposição como comple amen e opos os concei os:
Jus iça, G ė ė não é inimigas, mas ambém não amiga à Ka alienei, ela es anha, ão es anha,
como e p imei o dia após Viliaus ed Simon (ž. s e imas).
Também LKŽe encon a sakinių, nos quais mencionado sujei o, ou o a ex-ex-amigo, acilmen e
pode i s i inimšu ou simplesmen e cambiis i dele, como (ne)amigo, a adação: Ge iausiąjį sa o
bičiulį pessoas из anda pikčiausiu inimšu J. Jabl (ž. 1 as i). Se nãopano ou ou i -me bom, como
amigo, eu o o ça ei como pode inimšas! V. K ė (ž. a u). g um is não só com inimigos, mas
Gindamas sa o nuomonę, šeimą, eises, ko odamas dėl išlikimo i pan., subjek as gali
ambém com amigos: Visą amžių besig umdamas com inimigos e amigos, eu mesmo pao gau e
ou os es a ginau V. K ė (ž. a gin i). O que meu ankoj, é meu, embo a isso osse não inimigo,
mas amigo kala ijas V. K ė (ž. anka). P iešo e amigo oposição a ixada e em di ados de li uãos
liaudies, dados em LKŽe: Amigui meilę kaisčią, inimigo kie ą ūs į ob igalai a le a šio em seu co ação
š (ž. kie as). O pequeno-almoço sua ize ocê mesmo, o almoço apa e com um amigo, e a
espe inha en egue ao inimigo š (ž. algy i). Skolindando amigo, en egando inimšas TŽIII375 (ž.
skolin i). Quail amigo do que inimá pe igoso TŽV600 (ž. k ailas).
IŠVADOS
Išanaliza us sob e 450 LKŽe ilius acinių sakinių, nos quais pa a o a leksema p iešas,
compêlioja al agmen o do concei o PRIEŠO.
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Inimigo LKŽe é p incipalmen e ned ougiška, in adiu ou a (mui as ezes não nomeada) país
ka iuomenė, cujas ações em elação ao país a acado (ou assal ado) são es e eo ipadas: em
p imei o luga p epa am-se comba es, mais a de o ganiza-se e começa-se a aque, e a omazga
do a aque é pe caimização, mo eis ou i ó ia (k aš o, conquis a do país). Às ezes LKŽe
ilius aciniuose sakiniuose pab ėžiama, kad p iešas y a na sus, a kaklus, jo pajėgos y a
maio es, e ginkluo é melho . Besiginanças da inimiga país ações em gue eja ambém são
bas an e nuspėjami e es e eo ipadas: p epa am-se comba e, começa-se a aque, a aque
a omazga é i ó ia, mo e ou ap ediação. Ra amen e, alando sob e besiginança do inimigo país,
LKŽe ilius aciniuose sakiniuose į a dijama Lie u a (a lie u iai). Konk e us Lie u os (o lie u ių)
inimšas ambém en a a ijamos mui o a amen e.
O inimigo ambém pode se não-amiga elmen e de disposição homem ou animal (pg.: ou o homem,
nação), aquilo que az dano, p ejudica a homem (pg.: empo, dis ância, exage o) ou a um
abs akção, a um obje o conc e o (pg.: pa supe icialu iniškumas ciência inimšas, šal is sodas
inimšas). O inimigo pode se e de con á ios c enças homem ou pessoas (pg.: liaudies inimšas,
ig exas inimšas). Também os inimigos são aquele que o condena, conside a p ejudicial, mau (pgs.:
ele é moniginių jogos, uma imo inimigas).
LKŽe ilius aciniuose sakiniuose aki aizdi inimigo e amigo oposição, e elação en e eles
pode muda acimi ksniu (p esso dependendo de in e nos e ex e nos eiksnių) ou pode
muda a abo dagem em amizade a a a imen o.
Kaip ma y i, LKŽe ilius aciniuose sakiniuose konk e us p iešas (ypač kalban apie
ou a país ka iuomenę) não há in oludijamas. Isso pode de e mina LKŽe (sa i)censu a, poli ico
co ek iškumas, não pe mi indo de ini cla amen e o inimigo. Além disso, a pala a ad e sas e
seman iicamen e, e emociamen e são o es, po an o al ez e i e-se ad e sa ad e i al o e
conc e amen e, ala sob e não nomeada, mas a odos conhecido o ad e sa é mais segu o.
Na u almen e, de e ia e em men e, que LKŽe ilius aciniai sakiniai são o necidos sem
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con ex o, e no mesmo on e (ou i o con o de homem) os inimigos podiam se in oduzidos, só
não menção em conc e o em LKŽe incluído no ilius aciniame sakinyje. A im de se possí el
conc e amen e undamen a es as conside ações, é p eciso esp ei a mais on es, po
exemplo, Daba inės lie u ių kalbos eks yno, anke ų duomenis e pan.
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Gau a 2020 12 05
P iim a 2020 12 30
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THE ENEMY IN THE DICTIONARY
OF THE LITHUANIAN LANGUAGE
Summa y
The goal o his s udy is o dissec , using illus a i e sen ences, he agmen o he
concep o ENEMY (Li h. PRIEŠAS) eco ded in he Dic iona y o he Li huanian Language
(LKŽe). The a icle has he ollowing objec i es: (1) discussing he de ini ions o enemy in
he mode n Li huanian hesau i, (2) iden i ying and discussing po en ial enemies, hei
a ibu es, ac ions eco ded in he illus a i e sen ences o he LKŽe. The s udy employed
hese me hods: seman ic analysis, in e p e a ion, and desc ip ion.
Thesau i ( he Dic iona y o he Li huanian Language (LKŽe), he Dic iona y o he
Mode n Li huanian Language (DŽ7i), and he Dic iona y o he S anda d Li huanian
Language (BŽ)) de ine enemy as an un iendly, ill-meaning pe son (e.g., ‘They became
enemies a e he dispu e’ (Li h. Po ginčo jie pasida ė p iešai, LKŽe)); an enemy is someone
wi h opposing belie s (e.g., ‘enemy o he people’ (Li h. Liaudies p iešas, LKŽe), ‘ideological
enemy’ (Li h. Idėjinis p iešas, BŽ)); an enemy is he opposing coun y and a my a wa (e.g.,
‘ epel [o e come] he enemy’ (Li h. P iešą a muš i [nugalė i], BŽ)); an enemy is someone who
dislikes some hing, conside s i ha m ul (e.g., ‘enemy o smoking’ (Li h. Rūkymo p iešas,
LKŽe)); an enemy is some hing ha causes damage o ha m as well (e.g., ‘cold is he ga den’s
enemy No 1 (Li h. Šal is – s a biausias sodų p iešas, LKŽe)).
Analysis o nea ly 450 illus a i e sen ences om he Dic iona y o he Li huanian
Language wi h he lexeme enemy (Li h. p iešas) has pieced oge he he agmen o he
concep o ENEMY as desc ibed below.
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Fi s and o emos , enemy in he LKŽe is de ined as an un iendly, assailing a my o ano he
(o en uniden i ied in he illus a i e sen ences o he LKŽe) coun y; i s ac ions wi h ega d o
he coun y ha is being (o has been) assaul ed a e s e eo ypical: i s i p epa es o comba ,
hen o ganises and launches an a ack, which culmina es in de ea , dea h, o LKŽe accen ua e
ic o y ( he occupa ion o he land o coun y). Some imes he illus a i e sen ences o he
ha he enemy is b a e, pe sis en , i s o ces a e la ge , weapons be e . The ac ions o he
coun y de ending i sel agains he enemy in wa a e also a he p edic able and s e eo ypical:
p epa a ion o comba , he launching o an a ack, which culmina es in ic o y, dea h, o
su ende . On a e occasions, he illus a i e sen ences o he illus a i e sen ences p esen ed
LKŽe e e o Li huania (o Li huanians) as a coun y de ending i sel agains an enemy. The
in he LKŽe con ain e y ew men ions o he speci ic enemy o Li huania (o Li huanians) as well.
In he illus a i e sen ences o he LKŽe, enemy can also be an un iendly pe son o animal
(e.g., ano he human being o na ion), ha wha causes damage o ha m o a human being (e.g.
ime, dis ance, a ogance) o an abs ac phenomenon, a speci ic objec (e.g., supe iciali y is
an enemy o science; cold is an enemy o he ga den). Enemy can also be a pe son o pe sons o
opposing belie s (e.g., an enemy o he people; an enemy o he chu ch). Fu he mo e, enemy is
he who condemns some hing, conside s i ha m ul o e il (e.g., he is an enemy o gambling o
money; an enemy o smoking). The illus a i e sen ences o he LKŽe ca y a clea -cu
opposi ion be ween enemy and iend; hei ela ionship can change in an ins an (depending on
in e nal and ex e nal ac o s), and so can he app oach o iendship. I is e iden ha he
illus a i e sen ences eco ded in he LKŽe do no men ion he speci ic enemy (especially
when i comes o he a my o ano he coun y). This can be he
p oduc o he LKŽe’s (sel -)censo ship, poli ical co ec ness ha p e en s any clea