9 Rasuolė Vlada skienė | Skolin ų e lie u iškų ekonomikos e minų konku encija
Skolin ų e lie u iškų
ekonomikos e minų konku encija
RUOL VLADARSKIEN
Vilniaus Gedimino écnica uni e sidade ESMINIAI VOODŽIAI: conco ência, e minos
sinonimija, a ian iškumas, e mos de economia Daba inės lie u ių kalbos žodyne eikiama
gana pala a conco ência a žymasis dėl pi ma imo. O ocabulá io de pala as
in e nacionais a ibui ês signi icados, indica-se que uma delas é ca ac e ís ica da á ea
de economia: 1 compe içomão, co ida numa alguma á ea pa a alcança o mesmo obje i o 2
in e ação en e duas e mais espécies, populações ou o ganismos, que p ecisam do mesmo
alimen o, e i ó io ou pa cei o sexual 3 ek. si uação de me cado, quando há su icien es
comp ado es e endedo es, é possí el li emen e en a em um me cado e sai dela (TŽ
2013). Assim, a conco ência é em á ias á eas amplamen e di undido enômeno. Na
linguagem, como e na economia ou em ou as á eas (p.g., i oje na na u eza), pode su gi
elações compe i i as.
Obje i o do a igo explaiškinus concei os de conco ência (konku en as),
sinonimija (sinonimas), a ian iškumas ( a ian as) samp a ą e suas
elações mú uas, panag inė i skolin ų e lie u iškų ekonomikos e minų
konku encijos ypa umus.
KONKURENCIJOS, SINONIMIJOS, VARIANTIŠKUMO SAMPRATA Konku encija
kalboje oco e cons an emen e, po que p ecisamen e ja baseada
desen olida do idioma, po ém Li uães alo y oje o eó ico undamen o dos
meios de compe ição do idioma começado g įs i ela i amen e ecen emen e.
P imeis consis en emen e es e p incípio, a aliando sinch oniamen e,
es ilis ina linguís ica adap ou e eo icamen e comp eendeu Kazimie as
Župe ka no seu habili aciniame abalho Kalbos p iemonių konku encija kaip
lie u ių kalbos s ilis ikos objek as (1995), baseando-se chekų s ilis ikos
y ėjų, pa icula men e Milano Jelíneko, abalhos. a é esse empo a
conco ência oi discu ida apenas diach onizada plo mėje. Assim, dis inguem-se duas isões à conco ência dos meios de linguagem:
9Te minologia | 2015 | 22
1) diach oninis conco ência pe cebe-se como dinamisches enöskinho,
quando na a oseno adqui e uma a ian e, de ela saçūmês ou a, às ezes e
neno minį a ian e;
2) sinc onís ico quando o a o de snecoza du an e em que escolhe uma das
á ias endo a mesma (ou semelhan e) signi icado dos ins umen os da
linguagem (Župe ka 1995: 10). K. Župe kos opinião, a ideia de meios de linguagem
conco ência issi u ulioio de sinónimos concei os, pois o mesmo daik as ou
ação pode se in oca não uma pala a. Sinonimia cons i ui meios de
linguagem cen o da conco ência (Župe ka 1995: 13). No en an o, alando
sob e a conco ência de meios de linguagem gene ininha no alboje mui o
impo an e e concei o de a ian as bem como sua elação com sinónimos.
Os aspec os eó icos da conco ência de meios de linguagem numa a osena
comum analisam Ri a Miliūnai ė monog a iação Daba inės lie u ių kalbos
a osenos a ian es (2009). Ela conside a que dabo inas a ian es da língua
li uãs êm que se conside adas a mesma ou mui o ap oximada signi icância e
egula men e se eci an es exp essão linguís icas, en e as quais a
a osena se o ma a ian idade podendo um subs i ui o ou o elações
(Miliūnai ė 2009: 177). O mais impo an e aço do uncionamen o das opções no
a oseno s ip esnė ou apnesnė sua compe ição, ela ge almen e signi ica
á ios coisas i žymąsi, e ao longo de um deles a adquisição e ou os
expulūmimą (Miliūnai ė 2009: 188). Tokia concei o de a ian es de linguagem é
bas an e la go, em ela caeca e sinónimos. Passando à e minia de e ia dize
que pa a se escla ece , como se pode analisa e mos de elações
conco ensinas, mui o impo an e, como pe cebam ke ines com meios de
linguagem conco ência signi icado elacionados concei os. E jôem pode se
dado á ios con eúdos: comum e e mininha a osenha no sinónimo e
a ian o concei os de concep a di e en e. Na e minologia ge almen e
ala-se sob e e minos sinonimía. Te minijoje sinónimos nomeiam a mesma
coisa, elaciona-o com um concei o, mas não desc ibem di e en es daquik o
peculia idades e não le a es ilis inas unções (Danilenko 1977, ci . de
Zemle ičiū ė 2001). e embo a eo icamen e a sinonimia dos e mos enha sido
conside ada bigele e minijos yda, i eque ible e a é p ejudicial assun o,
po ém isso não obs an e é ine i á el enêškinho em um amo da ciência
(Gai enis 2002: 34; Keinys 2005: 25; Kaulakienė 2009: 167). Mui as ezes o no minis
e mo adqui i e es abelece-se e minijoje de á ios sinónimos ou a iões
(Kaulakienė 2009: 168). Segundo os e minólogos, a sinonimia es ando pa icula men e ca ac e ís ica às iniciais e apas de o mação dos subsis emios e miniais, quando não só os e mos,
100 Rasuolė Vlada skienė | Skolin ų e Li u iškų ekonomikos e minų konku encija mas e
as p óp ias noções e seus alcanços não são su icien emen e cla os (Kaulakienė 2009:
168; Gai enis 2014: 176). Po an o, sinônimos e mos compe em algum empo, a é a um
concei o nomea adqui i ili um e mo. Supõe-se que as a ian es são pa e da sinonimia
em sen ido amploja. Al ydo Umb aso opinou, e minos a ian es de e ia conside a -se
ais e mos, que cons i uem as mesmas pala as, endo só neesmíns di e ências (pg.:
o og a ia, oné ica, mo ologias, kai ybos, aplie u ínio) (Umb asas 2004: 101). Es e é a
adicional concepção de a ian es, po ém econhece-se que a on ei a de e mos de
sinônimos e a ian es não é cla amen e nudeçada, po isso quando não é mui o
impo an e p ecisamen e sepa á-los, endo ainda em con a que a sinonimia pode se
mui o di e sa de na u eza, [p]a anku konku e minologijoje a o i K. Župe kos em
Li uanian konku o y ą in oduz uma noção de língua, que ab angia e es eu ai
en endidas a ian es, e sis emá icos sinônimos, e ou os ex os conco endo
unidades e minológicos (Mi ke ičien 2015: 47). TeRMiN KONKUReNCiNiAi SANTyKiAi
Są okas en endendo assim, como é habi ual bend inês eo ia da linguagem, e mos
sinonímicos ambém são a ian es, aos quais ca ac e ís icos elações compe i i as.
S aipsnyje konku en ais (konku uojančiais e minais) conside am-se sinónimos
e mos ( as mesmas ou mui o a imos signi icanças pala as ou suas combinações,
po in ys subs i ui uns ou os em um mesmo campo de ciência), dos quais ilgainiui um,
expulmês ou os, adquili a osenoje. Os e mos podem conco e no mesmo
dicioná io ou ex o (no ex o cien í ico, a o ju ídico): no dicioná io ap esen ando a
linha de sinónimos ma cação e sua eiliškidade, o p imei o é esc i a a a ian e da no ma,
e no ex o au o usa aquela conco en e, a qual o nece p io idade p incipal, mas
ou os e mos conco endo como a ian es secundá ias ambém podem indica
desc i i o (usadas auxilia es de aiškos ou, ambém chamado, suplan e e c.) ou
g a icamen e (ques ucias ap esen a a a ian e secundá ia). Te minų konku encija
pode oco e e da mesma á ea em di e en es diccioná ios ou ex os: au o , a aliinęs
uncionuojančius konku en us isso pčiai concei oshe nomea , escolhas uma deles.
Dis inguem-se qua o modos de ges ão de e mos: e minog a ia, e minos
pad onização, compu ado inė e minų a kba e eks inė e minų a kba (Gai enis
2002: 6387). Todos es es modos de manejo de e mos são impo an es um cujo
conco en e es abelecimen o na a oseno. Também e minos conco joje nemažą
papel aidina e a ce os poli i linguagem polin-
101Te minologija | 2015 | 22 kia e legislação edi yba. Po exemplo, 1991 m. Go e no
da República da Li uânia con i mou n u imą Dėl i mų a dų egis a imo (VŽ
1991, N . 35-967). Nesse egulamen o oi indicado que emp esas, ins i uições e
o ganizações são chamadas uma pala a i ma. Foi ins i uído o Regis o de
Nomes Fi mados, e em 1999 oi ado ada a Lei de Nomes Fi mados (VŽ 1999, No
63-2060); nele concep oka i ma desc i a como be qual ipo de emp esa,
ins i uição pública, c édi o unija ou ou a c édi o ins i uição. Te minus im
amčiai a o i, ap esen ados em diccioná ios de e mos BBBŽ 1994, AĮVTŽ 2000,
na úl ima dicção há e compos os de e mos, nos quais i ma ai p incipal
dėmeniu, po exemplo.: konsul cinė i ma, ambém execu a a unção de
dependomio dėmen, i. y. desc e e o dėmenį p incipal, po exemplo.: i mos nome,
i mos ikslai; ambém é indicado que o sinônimo i mas pode se emp esa. No
en an o, 2003 m. Fi mų a dų įs a ymą p ipažinus ne ekusiu galios (VŽ 2003,
N .116-5252), o Fi mų a dų egis o dadosėlus į Ju idinių asmenų egis ą,
e miną i ma p adėjo pamažu iš a os pe kenos s um i jo konku en ai
įmonė, bend o ė, ju idinis asmuo i k . Seimo da República da Li uânia na base de
busca de legislações ( LRSB) encon ou que 1994 01 012004 01 01 VŽ publicada 813
documen os de, nos quais é usado a pala a i ma a dininkas, e 2004 01 012014 01
01 VŽ des e pala a a dininko encon ado apenas 83 documen os. Ac ualmen e
na legislação li uana o e mo i ma e a ojase a nomea a pessoas ju ídicas
es angei as ou em aduções de documen os ado ados pelas ins i uições da
eu opos União, po exemplo, 2002 m. dezemb o 16 d. di ec i a eu opos
Pa lamen o e do Conselho 2002/87-eB sob e supe isão adicional de ins i uições
pe encen es a um conglome ado inancei o, emp esas de c édi o, segu os e
i ms de in es imen o. Vėlesniose diccioná ios (eTŽ 2005;
AeTŽ 2006) i mos já não exis em.
SVeTiMOS iR LieTUViŠKOS KiLMėS S e imos e a sua o igem e mos de
eKONOMiKOS TeRMiNŲ KONKUReNCiJA
compe ição oco e em cada língua. Angelė Kaulakienė (2009: 182) a sinonimia de
e mos in e nacionais e Li u iškos conside a baseada e não e i á el.
Realizam-se e compa a í ias pesquisas de e mos sinonimá ios de
di e en es línguas. Po exemplo, Sigi a S anke ičienė, compa ando e mos
de ele os á ica sinônimos e a ian es em línguas li uanas e omeças,
de e minou que e minų aiška em línguas izinhas di e em e
quan i a i amen e, e quali a i amen e, po ém as polinhas de consumo de
sinónimos são semelhan es (S anke ičienė 2012). As a Mi ke ičienė em sua disse ação nuodugniai
102 Rasuolė Vlada skienė | Skolin ų e lie u iškų ekonomikos e minų konku encija
esnag inhando á ios ipos de sinoniminių e minų, como ipišką plačiau su okiamas
leksinės e minų sinonimijos a ejį указывает skolin ų и lie u iškų e minų sinonimiją
(Mi ke ičienė 2015: 4243). Que in escla eça i, como emp in os e Li u iškų e minos
compe ição oco e na economia e minijoje, ealizado um es udo. Panag inė i anos
19942006 publicados qua o diccioná ios de e mos econômicos; e i icada, como
encon a casos de conco ência de emp és imos e Li u iškų e mos se e le em em
ex os de documen os da á ea econômica. Necessi a dize que a aliando e mos de
conco ência, nomeadamen e p e alência de e mos em ex os cien í icos e
adminis a i os, e não sua consolidação em diccioná ios indica o im da conco ência.
In es imen o escolhida sa ea da economia po que que na Li uânia XX a. inal yko
esminė sis ema econômica pe a ka, su gido no os concei os e de á ios compe indo
compe indo seus aiškos ins umen os.
Suscen ando-se sob e a di e en e o igem de e mos em elações compe i i as, e mos sanda a es udo oi
mui o impo an e, po an o in es iga não só uni isinhas e mos, mas e casos, quando aqueles e mos são
compos os de e mos dėmenos. Hib idas, endoin ys es animas o igem šaknį, mas lie u išką p iesagą (p z.:
kon e uojamumas, eze inis, consolidação) a igo condicionalmen e ambém conside am skoliniais.
Scu iando g upos de conco en es, coloca em uma única g upo ambém e mos ien isinhos, e e mos
compos os, se os cons i uí em pala as que enham a mesma aiz que um e mo ien isinho, po exemplo:
endo, u ilnuone emo imen oTJ 2006; u ili as ends nuonešis, u ilen iškumas, u ilen iškumas, 2006;
u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades,
u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades,
u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades,
u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades,
u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades,
u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades,
u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades, u ilidades.
Como is o, a abundância de e mos conco endo ap esen ada mais cedo expulso no dicioná io BBBŽ 1994, sua
abundão, p ecisa se pensa , lemb a o a o de que naquela época na Li uânia da economia planinha e a passada
pa a a economia de me cado, po an o busca a-se melho es aiškos meios a no os concei os nomea . AVTŽ
2000 conco en es encon ados poucos, es e diccioná io o ganizado es, seguindo-se e mos de
uni eikšmičnos i exigência, es o ça am-se e i a suas sinonimia, po an o supply o menos possí el
concu ojan es e mos. eTŽ 2005 1 O o al núme o de g upos de e mos conco en es é meno do que em
diccioná ios sepa ados encon adas suma de g upos de e mos conco en es, po que pa e desses g upos
em alguns diccioná ios coincidi am.
103Te minologija | 2015 | 22 dos ou os diccioná ios se dis ingue pelo que nele
alguns emp es ados e mos cla amen e ikmenys, например.: biznis n k. =
į e inami kaip ne eik ini ekonomikos e minijai, žodyne duodami jų a i-
e slas; ha monização n k. = ha monização; o e d a as n k. = c édi o de
con a. Os dados do BBBZ 2006 mos am que nes e ocabulá io são o necidos
co esponden es li uanos daqueles e mos emp es ados que es a am em
diccioná ios an e io men e publicados, po exemplo: amo ização BBBZ 1994,
AĮVTŽ 2000, eTŽ 2005, des e imen o amo ização AeTŽ 2006; ac o ing BBBZ
1994, AĮVTŽ 2000, eTŽ 2005, enda de dí idas ac o ing AeTŽ 2006; mul iplicado
AeTŽ 2005, AĮVTŽ 2000, Aeiklis mul iplicado AeTŽ 2006.
Palinkus emp ésin us e mos ixados em dicioná ios de e mos de economia
emi idos em á ios pe íodos e seus co esponden es lie u iškus, yškėja
e minų lie u inimo polinkis, quando du an e dezme ą o e mo lie u iškas não
conco e ao emp ésin o e es abelece-se em dicioná ios, po exemplo: leilões
BBB 1994,ŽŽ eT 2005 iešas endas de me cado ias e se iços o e ecendo o
maio p eço,jamcionas, a žy ynės eT 2005, a žy ynės AeT 2006;Ž, negócios
BBBŽ 1994 la, en ol idos com o comé cio, enda e p es ação de se iços, com
is a a ob e luc o, eTV
AeTŽ 2005; 2005; 2005; 2005; 2005; 2005; 2005; 2005; 2005; 2005; 2005; 2005; 2005; 2005;
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2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000;
2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000;
2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000;
2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000; 2000;
AeTŽ 2006; manedžmen as ž . adyba BBBŽ 1994 planeamen o, o ganiza imas,
mo y acija i kon olė o ganizacijos siekian ikslų, adyba AĮVTŽ 2000, AeTŽ
2005 2006; manedže is, adūnas BBBŽ 1994, adybininkas AeTŽ 2006;
104 Rasuolė Vlada skienė | Skolin ų e Li u iškų ekonomikos e minų konku encija
ansakcija, ansação BBBŽ 1994 eisinė su a is a p pi kėjo i pa da ėjo,
ansação AĮVTŽ 2000, mé odo de ansações, balanço de ansações AeTŽ 2006. No que
diz espei o à es u u a dos e mos conco en es nas pala as analisadas, de e ia
dize -se que a maio pa e (69,6%) dos e mos monód icos encon a co espondências
monód icas, po que en ão seu pode compe i i o é maio , po exemplo: aluguel […]
aluguel BBBŽ 1994; depósi os […] depósi o BBBŽ 1994; de al ação […] de e são AeTŽ;
ecessia […] m […] AeTŽ 2005; chance […] possibilidade AeTŽ 1994; base econômica […] base
econômica AeTŽ 2006; o mação de capi al […] capi al AeTŽ 2006; depósi o Ae […] depósi o
AeTŽ 2006. Mais equen emen e conco en es g upo em uma co espondência,
po ém às ezes conco eu e á ios e mos: lie u iški e skolin i, umažodžiai e d ižodžiai,
p z. : p e e encia an agem, p io idade BBBŽ 1994; es ação ensaio, ensaio, es udo
BBBŽ 1994; depozi o ius deposi a ijus, saugo ojas BBBŽ 1994; donacija do ana,
pa ne ija BBBŽ 1994; companionas co- inkinas, pa ne is BBBŽ 1994; subsidi as A, A, A
TŽ 2006, nep i eklius A, TŽ 2000, 1994, al a de undos AeTŽ 2006; anuidade de enda AeTŽ
2005, AeTŽ 2006, AeTŽ 2006, AeTŽ 1994. Talhos casos indicam que ainda se in ensi amen e
p ocu a a mais adequada aiškos.
Nos dicioná ios analisados encon am 52 casos (24,4%) em que o emp és imo
monossó dico conco e com dois e mos de adição, ao qual a composição pode
en a e ou os emp és imos, ex: denonsação escisão do con a o BBBŽ 1994;
emp esa ilial subminis ação AVA 2000; mo a o ium adiamen o de impos os BBBŽ
1994; p olongação p azos p olongamen o, 1994; ei e ação ocupação de ca go
BBBŽ 1994; epo e libe o inismo de AVA 1994-2006; acância e a us 2005. Oco eu
apenas 7 casos (3,3%) em que o e mo monônimo conco e com ižodžiu, ex.:
ein es ição adicional capi al inse ção BBBŽ 1994; e al ação aumen o da axa de
câmbio AeTŽ 2006. Ras i 5 (2,7 po cen o) casos de conco ência de e mo
uni ó dio e e u ódio, ex: eimpo as e o no de in odução ao país BBBŽ 1994;
ga an i […] ansacção de escolha de comp a de acções AeTŽ 2006. Hanisi,
umažodžius e minus ge almen e se es o ça subs i ui umažodžiais
konku en ais, po que conco endo a á ios e mos bas an e impo an e é a
dėsnis da economia da língua. No en an o e ilgesni e mos podem conco oe
cu os pouco conhecidos emp ésin us e minus, desde que dos eles cons i uindo
pala as signi icminos explica-se jais ca ac e izao do concei oima, exemplo. :
hedgingo ameaça isco AeTŽ 2006; senjo ažas axa de emissão de dinhei o AeTŽ
2006.
105Te minologia | 2015 | 22
Realią conco ência dos e mos bas an e bem e ela o uso dos e mos em
documen os. a pa i deles pode ob e não só dados es a ís icos que
mos am a osenos polinkius2, mas e is o como acon ece a conco ência de
e mos: inicialmen e em a oseno apa ece skolinys, mais a de um ou á ios
sinónimos Li u iški e mos, je a en e quais sliaus as ainda como a ian e
secundá ia é ap esen ado skolinys, e inalmen e nos ex os é usado apenas
Li u iškas e minas indicam konku encinių san ykių baig į, plg. ( e in a R. V. ):
Finansų holdingoė ins i uição inancei a cujas emp esas ou a maio ia delas
são en idades inancei as ou odas são emp esas. (LRS 2002-06-11);
Mandamen o (holdingo) eu opos companhia cons i uindo de aco do com o
a igo 2. (2) do Regulamen o, o p oje o de condições de cons i uição de uma
holding (holdingo ) eu opos companhia de e se a aliado pela emp esa de
audi o ia com a qual cada emp esa con a a, iniciuojan i a adminis ação (h
oldingo) eu opos companhia s eigimą (VŽ 2004-05-11, N . 78-2710); Finanças
con olado a (holdingo) emp esa ins i uição inancei a que são con oladas
odas as emp esas ou a maio ia delas são ins i uições de c édi o ou emp esas
inancei as, e das quais alguma uma é ins i uição de c édi o
(VŽ 2002-09-18, No 91-3891);
Finanças con olado a emp esa como de inido no Regulamen o (eS) n.o 575/2013 do Pa lamen o Eu opeu e do Conselho de
26 de junho de 2013 sob e os equisi os p udenciá ios pa a ins i uições de c édi o e emp esas de in es imen o […] (TAR
2015-3-031, No 2015-04829). isnag inando a ma é ia in es igada pode-se alega , que uns emp es ados e mos e suas
co espondências Li u iška ainda obs inadamen e conco em mesmo naqueles casos, quando diccioná ios e bases de
e mos é o necido co espondência Li u iškas. O exemplo mais b ilhan e pode ia se o ma ke ing de emp és imo BBBŽ
1994 e seu li iško a i ikmens inkoda a o ganização e execução da es a égia de enda AĮVTŽ 2000, eTŽ 2005, AeTŽ 2006
konku encija. LRSB encon ou que o ma ke ing do e mo p onome, bene iciá io, galinho e ennaginho aleg niai 2
S a is iniai dados não são bem p ecisos, po que na base de paeseškos de legislações da República da Li uânia Seimo é
au oma icamen e possí el ob e apenas núme os de documen os, nos quais a pala a ou sua combinação oi pau ado, e
não núme os de casos de pau ação (pode se que em alguns documen os a pala a ou combinação p ocu ada enha sido
pau ado mais de uma ez). Ou a coisa, que sequemis pala a ou conjunção de pala as pode se pa o ado não bend ine,
e ik ine signi icado, . i. pode o ma o nome de pessoa ju ídica ou pode nele en a , exemplo. : UAB Ma ke ingingas,
Ma ke ingas da egião bál ica, Nemuno ma ke ingas, P og esy us ma ke ingas. No en an o, em qualque caso,
p a inhas de usa osena nes a base de dados bas an e cla amen e e le im, a aliando e minos conco ência, suas
ce as e apas bem ma ca e da as de p epa ação de documen os.
106 Rasuolė Vlada skienė | Skolin ų e lie u iškų ekonomikos e minų konku encija
pa a o i 191, e kilmininkas linksnis 358 documen os (kilmininkas ge almen e como
dependomasis dėmuo en a em um compos o e miną). Uma das azões o mais po que
es e emp és imo ainda é a i amen e ainda u ilizado em ex os o iciais, é que ma ke ing
en ou no Š ie imo pos ičių klasi ika o u: 342 ma ke ingas i eklama (VŽ 2000-07-28, No.
62-1887), e ele en a ambém em o dem do di e o do Cen o de A aliação da Qualidade de
Es udos nos úl imos anos nos í ulos de p og amas de es udo c edenciados, po
exemplo: adyba e ma ke ing, ma ke ingas i p ekybos adyba (TAR 2015-07-20, No.
2015-07647); elações públicas e ma ke ing (TAR 2014-10-21, No 2014- 14467); ma ke ing e
a es mediá icas (TAR 2014-07-08, No 2014-09941); ma ke ing in e nacional e o ulagem
(TAR 2014-06-02, No 2014-0605); ma ke ing, ma ke ing e come cialização in e nacional,
ma ke ingingo adyba, ma ke ing e endas, ma ke ingingo adyba, in e nacional
ma ke ing e comé cio (TAR 2014-03-28, No 2014-03628). Ou a legislação que ambém
con ibui pa a o pode compe i i o des e e mo é o modelo de ela ó io de danos
es aduais, no qual uma coluna in i ulada Ma ke ingingo gas os (TAR 2015-04-03, No
2015-05160).
kainų i ene ge ikos kon olės komisijos nu a imu pa i in as pelno i
Com sucesso não só em diccioná ios, mas ambém no a oseno
es abelece am-se nomes Li u iški de ins umen os inancei os, e não de
ou as línguas a ėję a ian es, apesa de que a sua s e as de consumo
bas an e es ei a e speci inė, eg: u u os sando is BBBŽ 1994; u u os
a esai ymų sando is BBBŽ 1994, AeTŽ 2006 e juče inis sando is BBBŽ 1994;
p éanks inis sando is BBBŽ 1994, AeTŽ 2006 e o wa das; a ansacção de
opção AeTŽ 2006 e opcionas BBBŽ 1994, AĮVTŽ 2000, eu oopcionas BBBŽ 1994. No
en an o, ou os especí icos, apenas usados po especialis as de uma á ea
es ei a e minos li uanos pa a compe i com skoliniais ica neleg a, plg.
ends e nuonešis AeTŽ 2006 1. essencial longa du ação da sé ie de empo
dados dedamoji, que mui as ezes é calculada pa a mos a a endência
longa du ação do ca os do a ian e; 2. medida do amanho médio do a iá el
econômico (p z., ing esos) num ce o momen o. LRSB encon ou apenas 11
documen os com á ios e mos ends aleg niis, po exemplo: <...> a
in luência do empo é de e minada u ilizando análises de endas po á ias,
análises de pe pa da idades, análises de coe icien e de endência de p eços
de enda e múl iiana ês análises de eg essão (LRSB, 2002). Nuenešio
documen os des a base não encon a nem num único documen o.