ORACAM
FVNEBRE
nas
exequias
eaes
da
se eníssima
Rainha
de
Po ugal
D
MARIA
SOFIA
ISABEL
N.
SENHORA,
Celeb adas
na
Real
Caía
da
Mi e ico dia
de
Lisboa,
aos
ii.de
Sep emb o
de
1699.
D
1
S
S
E-A
7
O
A cebi po
de
C angano
D.
D
IO
GO
DA
ANNVNCIACAM
JUSTINIANO,
do
Con elho
de
Sua
Mage adej
o e ecida
AO
SERENÍSSIMO
PRÍNCIPE
DOM
JOAM
N.S.
LISBOA
,
NaO icina
de
MIGUEL
DESLANDES,
Amp eíTo
de
SuaMage ade.
Amo
1699.
^om
odas
as
licenças
nece ia
ias.
« i
Vi
p
A
ic
c
S
il
a
3
K
"i
AXiniyssaai
-
oi
í.mu/
•
,.j
?
iV.i
--íV)8
ÀIJÍÀM
,/
Oiikíag
.
8
:
;(
x
J
-
'
‘
V/
.
j
a c
w;
sLn
cCi;
i
-
h
6
o
I
Cl
>
-
’
'iohn?>pj/:D
-h
oqixhy/
A
Q
J .A
0
A
1
ü
,/
■
.;
.‘
a
ci
O
D
:
-1
a
c-!
«
o
H
A
I
íí
i
T
c
-J
isbi bg;.'
'
,:
.'2
9b
oi o.;
/.
:
■
oL
i
Q
;
>
JFJí
3
7
V
O
;i
J::
:
o
KJ
28
.!
M
j;;
.
■
•...
.H
M
a
01
M
(ji
a
~
1
"
V
>
'
•'*
‘
’
.*
A
■
i
,V
•
.íc
.
/-
'
'
.
1
wiò
*
SENHOR:
T)o
de
P
o ugal
exp e i a
nos
di/l
cu os
des e
papel,
em
maisadulaqao,
que
e e i
a
e dade
,
&
■
em
mais
ado no,que
a
imple^na açao
de
am
al as
p endas, ao
os
gemidos,que
po
pa e
da
iua
audade
ibu a
aos
Reaes
pès
de
V.
< Al eza
o
mais
ob equio o
e pei o,
no
golpe
mais
deshuma-
m.es-je
a
P o idencia
nao
dijpuze a,que
em
V
.
■
dl e y
nos
icajje
o
e a o
do
O iginal
que
pe ¬
demos
,
ainda
a
mo e
da
P inha
S i.
Senho a
o a
mais
incompa á el
men e
/
en ida.
<PKÍas
co¬
mo
os
ilhos
que icM,igualmen e
he daoo angue,
que
as
i udes
dos
pays
que
mo em;
em
V.
Jl-
CTgi
emosp e en e
o
me
no
>
que
na
Se en sima
iainha
no ia
Senho a
cho amos
mo o
:
&
■
com
ep e en açdo
amglo io a,
que
mal
ie
pode
dij in-
gui
quem
he
a
Idea,
ou
quem
he
a
Copia.
Veja- e
Aij
V.
F.
Al eia
no
e pelho
de i
me mo,
&
■
nas u
ai
he¬
oicas
aeçoens
e a
jun amen e
as
i udes
de
S.
EÁdageílade,pa a
de empenha
as
ob igações
de
i ahjúm ò
ão obe ano.
"
"
A
peHná We c e e
e le
P
anegy ico
he
am
de gual
do
èu
me mo
a ¬
gumen o,
que ó
a
%eal
benignidade
de
F.
Al e¬
ia
lhe
pode á
di simula
osde ehos
:
&-
a
na i a
clemenciada
:
i5 4agcslade,que
es á
em
glo ia
po¬
de á
concede
o
pe dão
à
ince
idade
cõ
que
co e
po
excellencias
am
po en o às
:
mas
hum
animo
po
an os
i ulos
magoadò,náopode
e
eloquen e,
Ú
mais
quando
conjide apúc endó
a o una
de
p econiia
a
íPo ugal
o auA smojuYamen o
de-
F.
Al eia,
e e
ambém
a
dè g üça
de
p opo
a
es e
eyuo,
nas
Exéquias
de
S.
zEV agc lâdé,
o
exce .si o
de
huma
pe da
ao
g ade.
Deos
gua ¬
de
a
ea.l
Fejjoa
de
F.
Al eia
com
as
elicidades
empo aes
,
&•
e e nas,
comò
omos
ob igados
a
de eja
a
F.^il eip
os eus
ajjallos.
Lisboa
n.
dcScp emb ode
i6$y.
D.
A cebiípo
de
Ç angano .
Ob eneb á us
eJISolin
o u
Juo
,
&Luna
non plendebi
in
lumine
uo.
IíaÍ3ecap.i3. e ao.
Tè
quando?
oh
mo e
deshumana
!
A è
quando
?
(Se eniííima
Rainha,&
Senho a
noíla,a
quem
a
ièm- azão
da
mo e
en e
as
omb as
uneílas
deíla
U na
i e
oubou
aos
noílbs
olhos,
pa a
g a a
a
memó ia
de
V.
Mageí ade
na
pe du á¬
el
lamina
da
noíla
íaudade.
Hum
Th ono
am
eminen e
não
e e
p i ilegio
pa a
e i a
hü
gol¬
pe
am
ba ba o;
po que
não
ha
co ina,
que
gua de
as
Mage ades
do
p6
da
mo e.
A
al u a
ez
cahi
mais
dep eílã
o
ayo-,Sc
domínio
am
obe ano
em
odas
as
qua o
pa es
do
mundo
ez
úneb e
ãí-
o mação
em
qua o
palmos
de
e a,
que
endo
na
ida
a gumen o
pa a
glo io os
elogios,hoje
na
mo e
he
a lump o
pa é ico
pa a
au-
doíbs
epi aphios.)
.
.
A è
quando?
oh
mo e
deshumana
!
A è
quando
inexo á el
à
oz
dos
noílbs
u pi os,S
cn u decida
ao
eíl õdo
das
lag imas
que
de ama
a
noíla
do ,
com
de p ezo
da
noíla
mágoa,
has
de
a a
ao
ca o
dos
eus
iumphos
os
de pojos
da
noíla
mo alidade?
A equa-
doi aciôna elmen cdeíigual,hasde
uni .o
ap cílãdo
dos
oos
ao
a do
dos
paílos,
endo
pa a
hús
ana omia
de
oílbs
que
anda,
&
pa a
ou os
ouce
que
oa
?
A é
quando
a
ua ouce
Igualmen e
ha
ide
alha
as
plah as,
S
os
ced os?
a
ua
elpada
ico a
as
Ab es,&
o
ic-
no
?
o
eu
a co
apon a
as
e as
con a
o
alle,
S
con a
o
mon e,
ea ua y annia
ha
dc
p opo ciona
pa a
o
golpe
os
u os
do
Uu-
*
ono,
Sc
as
lo es
da
P ima e a?
A é
quando
has
de
íè
impacien
^
Mo eo
S.
jVl.cmqua*
o, azendo
os
annos
em
Íeis.
En e ouíè
no
dia
dos
annos.
í
6
)
&
ambicio a
?
Ambicio k,po
co a
lo es,
Sc
u os:
impacien e,
po nao epa a
em
pe de
u os,
ó
po
co a
lo es.
A
I
quando
has
de
e
onzon e
do
no lo
Oncn eVTumuIo
do
nollb
Be ço?
Fi -
cal
da
no la
ida
?
E quecimcn o
de
oda
a
lemb ança
?
T ibunal
up emo
aonde
e
decidem
odas
as
cauíàs
dos . en es
?
Fune a
oinb asdo
^ luelíeme inoPlane ^que^pa aSgen a
as
e as
do
eu
Occiden e,
e e
o
eu
O ien e
>
4
,
-
uo,
inalmen e,
a a a
da
uazomba ia
não
ha
de
aze
di inccão^ê
1
u pu as,
Sede
Eima as?
de
canas,
Sc
de
ccp o
>
de
a lallos?
de
pa lo es,
Sede
Mona cas?
de
Palacios,
Sc
de
cabí
en ’
A
a
d
e
i
ílaSpe
'
'
SU1UaS
comm
Ummen enáo
dá
e po a
a
in-
en ibibdade
da
mo e
,
po que
conhecendo
a
azáo
das
queixa
,
illonuand
*
1
'
cada a
J
a
0
c
omique a is aze aeílaspe gun as:
po
damen ep
0
1
1
moI
e
^
a
°
S°^P
e
» echa
os
olhos,
po que
dcíâ ezoa-
chmamosX
°
e
aSCega
No
ccli
P
e
Po ém
a al,
que
hoje
n.:c
1
’
-
pe pe uamen e
cho a emos,
em
a
mo e
mui o
ju-
«ihcada azao
pa a
emmudece
mais,po que
depois
que
ap encleo
nèe ,
a
a
S
C ea U1
'
aS,nunCa
J
an ocomo
ho
Í
e
%
i acional
no
em.
hJ?
c
,
i o;
po,s
indoca
minhando
o
lumino o
A
10
,
que
hoje
nos
al a,
com
an a
p ella
pa a
os eus
annos,
que
lhe
al a a
owine^
11
P
a
*a
acaba
o
íèu
cu
o;
a im
lheco wu,
mo e
os
pa !
Eí a em- azão,que
emmudece
a
mo e
pa a
da
e poíla
às
n°
nín
H
ei
n
as
’
°
me mo
>
<l
lle
juíli ica
a
noíTa
do
pa a
o
en i-
T^n
?7
h
ma
i
a
!
PC da
.
Ve anCo
So1
acaba
em
â
°
P
b
e e
dia
!
7an a
luz epiil adaem ãopouca omb a
!
Tan a
ne e
des ei a
em
ao
eícallo
po!
Tan o
Ail o
cabe
em
ão
ape ado
umulo
!
O
bei
ço
da
ida
de pojo
da
mo e!
O
dia
dos
annos,
dia
do
epulc
W
Lque amab e iadasho as
oílem
ep e en açãoda
mo e,
Sc
da
ida.
Appaiece pa aanoíla
en u a
humaRainha
de
am
al as
endas
no
b e e
cu io
de
in a
Sc
es
annos
,
oh
que
a lbmb o!
Mas
Mas
que
em
menos
dé
in a
ic es
annos
de
íàppa ece(Tem
ão
o-
be anos
a ibu os,
oh
g ande
pena!
Que
em
in a
ie
es
annos
e
izeíle
huma
Rainha
ão
po en oíà,
oh
p odígio!
Mas
que
huma
Rainha
ão
admi a el
e
hou eílede
epul a
em
menos
de
in a
k
es
annos,
oh
en imen o
!
Que
quando
eipe a amos
celeb a -
lhe
os
annos
hum
dia
depois,
hum
dia
an es
lhe
cho aílemos
a
mo ¬
e,
oh
la ima!
oh
en imen o!
oh
pena!
oh
do !
Mas
e
a
mo e
oy
ão
c uel,
ie
ão
inhumana,que
íè
an icipou
hum
dia
p imei o
pa a
da
a
ul ima
ho a
à idadeS.
Mageí adeyu-
o
e a
que
hum
mez
depois,
a
peza
da
me ma
mo e,
e u ci aile-
mos
nós,
no
modo
poííi el,
à
Se emílima
Rainha
.•
ôc
e
os
Panegy-
icos,
como
diz
San o
Amb o io,
dão
no a
ida
aos
mo os:
Fide-
D
Amb
.
i
IT
u nobis
m e mone
e i ce e
j
p incipiemos
nós
oPanegy ico
dcS.
O a .Fun.
Mageí ade,
pa a
que
ao
menos
neí a
b e e
ho a
a
enhamos
e u -
T
hcodoí;
ci ada,já
que
po ão
la go
empo
a
ha emos
de
cho a
mo a.
San¬
o
Amb oíio
p egando
as
Exéquias
do
Empe ado
Theodo io,di .
e
,
que
uppoí o
o
laíhmo o
daquelle
uccei
0
,com
a
epe içam
ha ia
de
magoa
ao
animo
dos
eus
ou in es,
ambém
as
lamamas
com
quecho aílem
di g aça
am
g ande,
ali ianãoa
magoando
eu
co ação
en e necido
Fle us
e ige a
pe im,
&
mcejh m
con ola u .
n
,
bubi
Aíhm
e a
na
e dade,
po que
no
úneb e
daquellasl npe iaesExe- up ."
1
'
quias
e a
igual
o
O ado
ao
a gumen o:
mas
não
pode á
e
hoje
*íF m,
po que
o
a gumen o
del as
Exéquias
Reaes
he
ummamcn-
cedeíigual
do
O ado :
icnão ey
e
pa a
a is aze
cabalmen e
a
1
Si
np 0
am
obe a K)
’
e ia
mais
di e e o
aco do
colloca
naqueU:
.
c
Mau oleo
(como
lã
íize ão
os
Egypcios
no
umulo
do
P íncipe.
^
P
,s
)
huma
imagem
muda,
pa a
que
apon ando
pa a
o
luga
daV
Queilas
Reaes
cinzas,
epe ií e
com
eloquen e
ilencio
o
me mo,^
po
ene ação
não
abem
dize
as
ozes
,
nem
po
e pei o
podem
a icula
as
linguas.
As
Mage ades
de un as,
dizia
Te ulliano,
é
huma
no á el
di g aça
i
ic
em
a
e ,
depende em
as
uas
acçoens,
oc
a
g adeza
da
ua
obe ama,
dos
Panegy iílas
que
as
e e em,&
das
ínguas
que
as
acclamão.
E
neíla
ma ena,
al
ez
,
i e ão
melho
io una
os
anãllos,queosReys:
po que
oy
menos
eloquen e
o;
U
ado
dos
Reys,
que
dos
aílãllos.
Mas
eí a
di g aça
não
pode á
,
e
.
a
Mageí ade
da
no lã
Se cniíTima
Rainha,
po que
°
b ado
g
a
~
de
das
uas
Reaes
p e oga i as
baila
pa a
upp i
o
limi ado
de
o-
dosos
Panegy icos,
p incipalmen c
em
quem
endo
azoens
pa a
■
*
emi
nu
“
H ígdbic.
Gloí hic.
cmmüdece
e e en e,
eílá
ob igado
a
alla
ob equio o.
Pa a
p èga
ne as
Reaes
Exéquias
ab i
o
li o
das
E c i u as,
6c
na
no c.de
hüma
Rainha
encon ei
no
Capi ulo
13.
de
líaias,
íc
não
p opo cionada
allcgo ia,
que
1ÍI0
e a
impo i el,
alguma
e-
.
melhança,
po que
de cobn
na
Eíc i u a
ao
Sol,
6c
a
Lua
mo os
no
diado euna cimen o.
O
Sol
de un o
com
a
mo e
na u al,
aLua
mo a
de
en imen o
pelo
occaío
do
Sol:
Ob eneb a us
e i
Sol
in
o
,
i o,
&
L na
non
iplendebi in
lumine
i o.
O
Sol
e cu eceo- e,
po que
ealmen e
no
dia
dos
eus
annos
mo eo
o
Sol:
a
Lua
ecliplòuíe
de
mo al.do ,
po que
ao
eu
Sol
io
mo e
e a
o
dia
dos
eus
annos,
O
Sol
mo o,
&
como
al
no
dia
dos
annos
Íèpul adc,
diz
Hugo, oy
Bal ha a ,
po que
com
e ei o
no
dia
dos
eus
annos
e
epul ou
,
éc
mo eo:
Üb eneb a us
e i
Sohn
o n
iuo,ide i
Rex
ial ha ia
mo a
hs
e
i
in
die
na alis
ui.
A
Lua
eclipíãda
pela
mo e
do
Sol,
em
dia
ão
ce¬
leb e,
oy
a
Rainha
lua
e poiã,
po que
ne le
dia
mo eo
à
e icacia
do
en imen o,
po
e
de un o
aquelle
e poíb,aquemcom
o
co-:
ação
ez
en ega
dos
a ec os.:
E
Luna
non
plendebi
in
lumine
i o,
ide i
Regina
uxo
Bal ha a .
E
e
o
e po o
e
íepul
ou
mo o
em
o
dia
dos
eus
annos,
po que
e
lhe
acabou
neíle
dia
alua
ida
:
a
e po a,
diz
a
ín e lineal,mo eo
com
al
cxceílb
pelaímgula idade
dado ,
que
depoílas
as
iníignias
de
Rainha,
eeclip ou
de un a
,
po que
o
Sol
e
eicu eceo
mo o:
Non
iplendebi
ampl us
Regina
appa ai
Re
-
giO.
E e
Tex o,
quan o
ao
en idoli e al,
já
e e
execução,
po ¬
que
o
en imen o
de
e
ao
Rey
eu
eípo o
de un o,
Sc
epul ado
no
dia
dos
eus
annos
,
ma ou
a
Rainha,que
oy
e po a
daqualle
Rey.
Fal ou
po em
em
o
Rey
emelhan e
ineza,
po que
aindanos
não
coní a
de
nenhum
Rey
mo o
pela
e icacia
da
pena,po
e
mo a
,
ík
epul adaem
o
dia
dos
eus
annos
a
Rainha
uaelpoíá.
Só
na
mo ¬
e
da
Se eni ima
Rainha
de
Po ugal
Dona
Ma ia
So ia
I abel,no -
a
Senho a, emos
a
ella
ineza,
po que
pelo
en imen o
e
e cu e-
cco
o
Sol
do
eu
e eni imo
e po o,
quando
no
dia
dos
eus
annos,
pela
mo e
e
eclip ouaLuada ua
e po a
e eni ima.
Imi ou
o
cípoíb
deíla
Rainha
o
amo
da
e po a
daquelle
Rey
i
po que
e
a
e ¬
po a
e
eclip ou,
po que
o
e po o
no
dia
dos
annos
mo eo
:
hoje
e
eclipía
o
elpo o,
pois
a
e po i
mo eo
no
dia
dos
annos-
Lá
a
mo e
oy
no
e po o,
6c
a
do
na
e po a
.-aqui
a
mo e oynaeípo a,6cado
no
e poío.
Lá,po que
o
eclip e py
noSol,
oy
ode muyonaLua:
(
9
5
<áqui,
po que
a
Lua
de máyou
,
po
i lb
o
Sol
e
e cu eceò.
ÁíH a
o ão
mu uas
as
e as
na
Eípoía,
Sc
no
E po o,
que
o
E po o icou
e cu ecido,
quando
a
Eípoía
oy
edip adaJ
Como
a
E poíà
he
ame-
adedo
co ação
do
eípoio,
não
podia
no
e po o
ica
o
co ação
in¬
ei o,
pa mdo-íe#a
mo e
da
E po a
o
co ação
do
Eipo o.
Na
Ei-
po a oy
a
mo e
neccílidade
da
na u eza
,
no
E po o
oy
a
mo e
ob igaçãoda
ineza;
po que
e
a
Eípoía
he
a
alma
do
E p.oío
,quem
io
já
mais
apa a e
a
alma,
Òc
ica
ida
O
Eipo o,
6
a
Eípo a,
diz
S.
Ped o
Ch y ologo,
aõ
hum
dous
,
dous
hum
,
ou o
o
Cli y oh
-me mo:
Fe.ci
Deus,u i .homo,
unusdjuoy
duounus,
al e
ip i.
;
S
e
aõ
le ,?5
’
hum
dous,
não
pòde
i e
hum
quando
mo e
o
ou o.
Se
aõ
dous
hum,
não
e
pòde
de ui
a
unidade,pa a
que
hum
pe eça,
6c
o
ou o
exi a.
Se
ao
ou o
o
me mo,
não
e
pòde
deíl ui
a
iden¬
idade,
S
aze
di i o
o
me mo,que
he
in epa a el.
He
logo
o
oc-
ca o
do
E po o
occiden e
da
E poia,
ôc
o
epulch o
da
Eípo a
u¬
mulo
do
E po o,po que
ambos
icãocícu ecidos,quando
qualque
delles
he
o
eclip ado.
No
eclip é
po ém
dei es
dous
A os,
ainda
que
as
e as
o ão
iguaes
em
ambos
os
Plane as,
ponde emos
nos
p incipalmen e
as
omb as
da
Lua,
6c
nellas
e emos
a
co e pon-
dcncianos
de mayosdo
Sol,
po que
ne ieca o icou
o
Sol
mo o,
po que
a
Lua
oy
a-de un a:
Ob eneb a us
e
Sol
in
o u
uo
,
&
Luna
non
plcndebi in
lumine
uo.
A
Lua
no
e mo
da
ua
du ação
em
qua o
e ados:
appa ecc
Lua
no a
co oada
de
ayos:
c eíce
no
luzido
dos
eus
e plando-
es:
enche
oda
a
oda
da
ua
g andeza
com
oíingula
das
uas
p e-
oga i as:
õ
mingua
laílimoíamen e
no
eclip e,aonde
epul a
oda
a
ua
luz,
6c
oda
a
ua
gala.
He
a
luz
nas
Eícn u as
chamada
Rai-
jyi .AlIeg.
ilha
do
Ceo,
diz
Lau e o
:
Luna
Regina
C<ch.
E
huma
Rainha,
que
V
c b-ICeg*
he
do
Ceo,
ainda
que
ambém
o
oilé
da
e a,
con inha
que
i eí e
■
na
e a
as
p op iedades
que
no
Ceo
em
a
Lua
Rainha
dasE el-
las.
Pa a
cho a mos
mais
ama gamen e
p
ecliple
de eReal
A i o,
ponde emos
os
qua o
e ados
que
e e
a o mo a
Lua,que
hoje
e¬
ne amos,
ÔCe e namé e
ene a emos
epul ada
não
an o
no
u-
ne o
dei e
i e
o na o,
quan o
na
exce íi a
magoa
do
noílb
co a-
çaõ
a iigido,6c
no
minguã edos
eus
c plãdo es
e emos
como
o
Sol
em
eclip ado
os
eus
ayos:
Ob eneb a us
e
Sol
in
o u
uo,
c
aa
non plendebi
inlumine uo.
loco-
En ãoappa eceaLuano aemonoiToOnzon e,
quan
^
,
.
,
(ÇmJ
■
1
) c
o aí íè/ço:
^a á
Po ugal
po ^ còoi -ô^ qiíc
bn aSTe
decla¬
ou
ília
RSíhna;
cc
pa a
as
ou as
naçoens
po
obiequio
,
po que
cndolhejá
np
O ien e
íac i icados
-os
a eólos
,
e pe a ão
que
e
a
Lua
no a
as
mm
co oou
,
com
os
ayos
que
ao
depois
lia Hío
de
ahi
da
Lua
no a,
co oa iaõ
aos
eus
Impé ios
,
6c
enaó
i iais. elicidáde
hôs
eiplando es,
que
a
Lua
concedeíle
aobTeus;.do-
ninios,
do
que
e
á
mel a
a
Lua
illuíl aí e
áòs
eus
E
liados
,
po que
os
íbbc audj
e lexos,que
íãhiílem
da
úaíüz,
le íaõ
eiplando es
de
hum
Mona ca
iam
po en o o,
6c
de
huma
Lua
a a
admi a el.
G aças
po em
à
P o idencia
Di ina,
que
pa a
nós
ez
na ee
a
@ l:e
RculAíl o,
6
sò
pa a
nós
p oduzio
em
hum
dia
am
g ande
‘humá
Li a
am'
p òdigio a,
íciido
sò
pa a
a
no la
di a
o
eu
auí i l -
*mo
na eimen ó;
6c
com
ci cunllancias
am
po en o as,
que
sò
pa¬
a
Po ugal
Foy
deílinada
já
do
be ço
eíla
Rainha
Se eni lima.
Foy
,
couíà
no á el,
&
mgula ,
que
as
duas
p imei as
Filhas,
que
a
Im¬
pe ial
Ca ade
Sua'Màgeí ade
concedeo
pa a
os
de po o ios
dos
Mona cas,òia ce lem
ambas
enl
o
mc mo
dia,
bem
que
em
di e os
annos,
6c
em
di e en és
mézcs.
A
Auguíli lima
Empe a iz
na -
ceo
em
6.
de
Jàhei o'de
i6??.
6c
a
noi aSe eni li na
Rainha
na -
ceo
em
6,dcAgoílode
1666.
Ponde emos
os
dias,
logo
epa a¬
emos
nos
annos-
E leaca o
m
e
pa ece,que
namca ece
demyíle-
io.
De
modo
que
as
p imei as
duasP incezas,que
na
Caía
de
Sua
•Mageílade
íe
co oá aõ,
na eendo
em
mezes,
6c
annos
di e en es,
’
con o má aõ- e
nos'dias
pa a
o
nalcimen o
?
E
po que
nam
na eeo
Sua
Mageílade
em
6.
de
Janei o,
mas
em
6.
de
Agoí o?
E
a
Augu¬
íli lima
Empe a iz,
po que
nam
na eeo
em
6
.
de
Agoílo,
mas
em
6.
de
Janei o?
Di ey:
Em
6.
de
janei o
e a
dia
de
Reys,6c
en ão
Bcda
hic.
o aô
es
Reys
ao
P e epio
,
diz
o
Vene a el
Beda,
6c
Rupe o,
Rupe c.
U.
p
0T
^
ue
i
a
J
aquelk
dia
sò
e
inhaõ
de eube o
as
es
pa es
do
mun-
**
*
doj
icaudo
ainda
a
Ame ica
deíconhecidaaos
homens
:
7
es
Mà.»
gí^
è^munài
a es Eu opam^
A iam^
ç
A -icam.
E
como
nam
e e
^
naquelle
dia
pa eo
Rey
da
qua a
pa e
do
mundo,
que
sò
he
o
de
Po ugal,
po
i loSúa
Mageílade
naícco
em
ou o
dia
,
po que
sò
pa a
Po ugal
oy
o
na iihcn o
de
Sua
Mageílade.
A lim
a
deíli-
nou
Deos
pa a
o
ne lb
emedio,que
nam
pe mi io
que
i e le
o
eu
O ien e
èmóü o
dia,
enaõ
naquelle
em
que
na
qua a
pa e
do
níihdò
í é i
Mona ca
pudeííe
e
a
ep e en açam
mais
glo io a.
Em
que
dia
ha ia
de
e
nalcimen o
am
admi a el,
enaò
no
dia
6.
(
*7
)
■
,j
do
Ago o,
em
que
Ped o
na
T ans igu ação
ha ia
de
e
am
g an¬
de
pa e:
A ümpji
Pe m
:
pa a
que
nos
d
é le
a
en ende
o
Ceo,que
Ma h-c.
17,
pa a
£ed o
já
deílina a
deíde
en ão
a
luz,que
ha ia
de
appa ece
.i.
naquelle
dia.
O
Thabo
igni ica
a
Ma ia,
diz
o
no íb
San o
An
o¬
mo
.•
Thabo
Ma iam ígni ica
:
6
c
como
não
ha ia
Ped o
e
a
po ie
^
m
-
*
de
Ma ia
em
6
.
de
Ago o, e
a
P o idencia
le ou
a
Ped o
pa a
e e
i ans
dia:
AJ ump i
Pe m
?
com
dominio
am
obe ano
em
dia
am
ad
-
mi a el,
que
como
íè
de
Ped o
o e
sò
e e
dia,
a
Ped o
como
cou a
p óp ia
pe encia
a
accõmodação
do
dia,
6
c
das
pe lbas
que
nelle
ap-
pa ecé áo:
Faciamus
hic
ia
Abe nacuU
,
ibi
unum^
Moyjiunum
,
&
Vc .4*
EiU
unum
,
endo
pa a
i
ei o
eleição
de
ica
naquelle
mon e
:
Bo-
mme noshicej c
,
po que
sò
no
mon e,
que
e a
Ma ia,
em
6
.
de
Ibukm
'
Ago o
ha ia
de
e
Ped o
a
ua
pe manência
,
deixandónos
na
ua
Real
ucce iaõa
companhia
;
&
com
my e ioem
6
.
de
Ago o
ha ia
de
Ped o
a legu a nos
a
a íi encia:
Hk
ej e
,
po que
ha endo
de
e eolhe
Ped o
meyo
pa a
i e
pe pe uamen e
nos
no íbs
co-
açoens,
p imei o
p ocu ou
a
a li encia
no
dia
22..
de
Junho
,
pe -
endendo
nas
audo as
memó ias
daSe eni íima
Rainha
D.
Ma ia
F anciíca
I abelde
baboya,deixa nos
a uaReal ucce lãónos
u¬
os
que
em
ambos
os
M
ona cas
p ome ião
as
p ima e as
de
an as
lo es.
Mas
e e
bene icio
não
e a a
concedido
ao
dia
22.
de]unho,
em
quem
a
Se eni íima
Rainha
Dona
Ma ia
F anci ca
e e
o
eu
na eimen o;
mas
ao
dia
6
.
de
Ago o
,
po que
sòa
e e
dia
e a a
i memen e
p ome ida
a
a li encia
de
Ped o:
Hic
ej e:
não
a
Ma ia
■
J?^
a
cco
em
22.
de
Junho,
mas
a
Ma ia
em
6
.
de
Ago o,
po que
ona eime-
huma ô i-,
o
do
Sol
sò
e a a
p ome ido
a
e a
Au o a.
A
Ma ia
em
22.de
lha.
Do
c-
Junho
oi
concedida
a
lo
na
al a
do u o^
mas
a
Ma ia
em
6
.
de
Ago o
o ão
concedidas
as
lo es,
&
os
u os.
j
uas
ilha?.
Não
íó
naíceo
Sua
Mage ade
em
6.
de
Ago o
,
po que
e e
dia oy
c peciai
de
Ped o,
mas
ambém
no
anno
de
1666.
po que,
íè-
gundo
a
nolTa
memó ia,
oy
o
mais
celeb e
anno
pa a
as
e pe anças
de
Po ugal.
O
anno
mais
decan ado
nos
de ejos
da
e pe ança
Po -
^
ugueza
íoy
o
de
1666.
po que
ne e
anno
e pe a ão
mui os
Po u-
cí
-
pc
,
guezes
a
indado
Encube ojmas
engana ão- e
no
objeé co
da
e pe-
a a
5
os
Sc-
ança,
po que
e e
anno
não
e a
pa a
i
o
Encube o,
mas
a
Encu-
be a,
po que
ne le
anno
en ol a
nas axasdo
eu
be ço
appa eceo
o
-ncu
ano la
Se enií lma
Lua,
pa a ena ee em
as
no as
e pe anças,cCP
a
"
n
eíuíci a
a
ba onia
dos
no lbs
Mona cas.
Oh
Oh
Lua
admi a el!
Ôc
quan o
cegão
lá
os
eus
ayos
nas
p i¬
mei as
Au o as
da
ua
ida!
Jâ
en ão
o
nollbde ejo
pe cendia,
que
Alemanha
olie
pa a
o
eu
naícimen o
omeíino
que
o
Onenje
he
pa a
a
Au o a:
be ço
pa a
na cc ,
mas
não
luga
pe manen e
pa a
o
Real
Ad o
queemáona cia.
Que íamos
que
lá
i ellem
mui o
embo a
os
annos
da
Lua
o
p ologo,
mas
que
Po ugal
olie
o
hea-,
o
em
quem
i eilea
dia
ep elen açáo
a
Lua.
Foliem
lá
mui o
embo a
os
Onzqn es,
com
an o
que
Po ugal
olie
o
luga
aonde
como
cm
p opno
emi phe io
e
p oduziilem
os
ay
os.
Mas
ay
!
ÔC
que
pouco
pe manen e
que
oy
a
ida
da
Lua
no a
!
A
nollá
en¬
u a
eí e e
no
eu
O ien e,
mas
oy
al
a
nollá
di g aça,
que
pedin¬
do
os
ayos
da
Lua
no a
mais
dila ado
mapa
,
pa a
e
con e a em
no
Sol,
Se
na
Lua
as
luzes,
já
e
elcu ccè áo
as
luzes
do
Sol,
po que
jí
nap
bnihão
os
e plando es,da
Lua
:
Obuneb a m
e
Sol
i
n
o a
J o,
&
Lunanon
plendebi
in.lumine uo
.
Quem
como
Lua
no a
appa eceo
no
be ço
do
eu
O ien e,nos
e lexos ôc
augmen o
dos
eus
ayos,
não
podia
deixa
de e
pa a
a
ua
luz
o
Qua o
c e cen e
dos
ieus
e plando es.
E a
g andeza
e e
Sua
Mage ade
nos
íeus eliciílimos
deípoíb ios
,
di pondo
a
P o idencia
que
em
Po ugal
i eile
Sua
MagedaJé
o
dominio.
Naquella
a al
inundação
em
que
a
di g aça
le a a
a
nau aga
o
noílò
Reyno
na
al a
da
ba onia,
lançou
Po ugal
os
olhos
poi
*
1
oda
Eu opa,pa a
da
condigna
E po a
ao
eu
Mona ca
,
&íõSuaMa-
geíhide
oy
quem
lhe
oubou
os
a e&os
,
pa a
nos
deixa
o
noílb
Se enií imo
Rey
e e nizada
a
ua
memó ia
nos
mul iplicados
u¬
os
da
ua
Real
uccei aõ.
Eíle oy
o
augmen o
com
que
SuaMa-
geílade
co oou
os
e plando es
do
leu
O ien e.
Não
podé
Jo
c e -
ce
as
íingula es
p endas
com
que
eíla
Se eniílima
Senho a
appa e¬
ceo
no
eu
na cimen oi ó
os
eus
de po o ios
lhe
pude ão
augmen-
a
a
ua
g andeza,
po que
communicadas
as
luzes
deíles
dous
obe-
,
a
nos
Plane as,
icou
o
Sol
mais
luzido,
&
a
Lua
mais
e plandccen-
e.
Nam
podia
uni e
a
melho
Eíl ella
o
Sol,
nem
a
Lua
em
ou¬
em
mais
que
no
Sol
podia
e
condigna
uniaõ
da
ua
g andeza.
Nam emnos eusde polò iosqueen eja aLuano a,
cm
as
duas
e plandecen es
E ellasde uasSe enií imas
I mãs,
o
Scep o
de
Alemanha,
&
a
Co oa
de
Ca ella.;
po que
neíle
globo
ubluna
o
âmbi o
da
Co oa
de
Po ugal
he
o
compendio
do
gy o
do
Fi ma*
men o,
& am
dila ado
oj^ cui o
do
eu
Impé io,
que
.começando
^
c
„1
o
S
ol
a
mcdilo
de dc
o
na cimen o,
nam
acaba
a
émp eza
enão
quã*
<lo
m
o e.
Os
de po o ios
dos
ou os
Mona cas
p ome em
a
home¬
nagem
em
Eí ados,
ju ãoas
aíiallagens
em
P o íncias,
&
conce¬
dem
as
obediências
em
Reynos
:
mas
Po ugal
em
odo
o
mundo
concede
as
obediências,
ju aas
aíiallagens,
&
p ome e
a
homena¬
gem
às
íuasRamhas
pela
o una
dos
íeus
de po o ios.
Oh
que
e¬
licidade
pa a
Po ugal
nos
Epi alamios
dei a
Se eni ima
Senho a
!
Mas
oh
que
excedo
de
p e oga i as
e ul à aõ
a
eí a
Senho a
Se-
enidima
pela
uniáodos
eus
Reaes
de po o ios!
Pa eceme
na
e dade,
que
endo
os
demais
glo io os
I mãos,
a
quem
a
na u eza
concedeo
o
Real
íãngue
da
Rainha
noíla
Senho¬
a,
ôc
a
p ecedencia
nos
annos
,
pa eceme
que
endo
naíce
a
eí a
Se enidima
I maa,
admi ados
das
íuas
g andes
p e oga i as,
&
e i»
dos
com
a
excedi a
luz
dos
íeus
ayos,
lhes
ouço
aze
huns
aos
ou¬
os
aquella
pe gun a,com
que
emíemelhan e
ca o e
u pendè ão
os
I mãos
de
ou a
P mceza,
endo-a
na ce
he dei a
do
eu
meímo
langue
:
So o
no l a
pa a
,
d
úbe a
non
habe
:
qi id
aciemus
o o i
no.
Can Ie,c
-**
i am
die
,
quando
alloquenda
e i
?
Que
a emos
a
eí a
noda
I mãa
,
'
8
"
que
ainda
ago a
no
eu
na cimen o
he
am
pequena,
que
apenas
em
appa ecido
como
Au o a
no
leu
O ien e
?
Que
ei as,
&
que
o-
lemnidades
lhe
e áõ
decidas
á
ua
g andeza,
quando
ie
aquelle
ce¬
leb e
dia,em
o
qual,
já
padãdos
alguns
annos,
e
pode á
alla
a
eí a
P inceza,
diz
Glysle io:
In
d e
quando
alloquenda
e l
,
idejl
quando
c -
^°
’
mo
i
e
ei
?
No ay:
que
na cendo
eí a
P inceza
am
p odigio a,
oda
a
íua
g andeza
e
lhe
não
admi a
pelo
dia
em
que
naice,
mas
pelô
dia
yEmulo
que elhedeí ina.
Pois e
os
Se eniílimos
I mãos
lhe
econhecem
Expoíi .j*
po
am
celeb e
ao
eu
O ien e,
po que
sò
eadmi ão
,
ôc
p epa ao
pa a
o
ou o
dia,
que
uccede á
ao
eu
na cimen o
?
Sabem
po que?
diz
Gly
sle io
.•
po que
no
na cimen o
eia
Deos
na ce
P incezajno
dia
po ém
de
que
eadmi aóos
I mãos,
ha
de
azela
Rainha
.*
ox a
h
;
c
á e ni
P
a is
complacen iam
in
Regiam,
&
p
on
*
dioni a em
da o
e e a
0
u
m
ihi9?5
Ji
Regno.
E
quando
uccede á
eí a
g andeza
a
P inceza
am
glo io-
Ex
P
oíím.§-
a
?
O
me mo
Pad e
o
diíTe:
No
dia
dos
eus
de po o ios:
/«
die
qm-
De
hoc
n
'*>
*
do
alloquenda
e i,
cihce
ma imonio
copulanda.
E
o
dia
mais
glo io o
das^Pnncezas,
nam
he
quando
na cem
P incezas,
he
im
quando
e
^
de po aõ
Rainhas
:
In
die
quando
alloquenda
ejl
,
idejl
ma imonio
copu-
mihii>y4*
Pc mi ime
allego iza c eTex o,
po que
he
p op ijíhma
§.
N
oh.iJÚ
de eca oaallego ia.
m&K
‘
c
ij
Qs
em
{
20
)
Quemhe,oa
quem
Foy
e aP inceza,pa a
quem
Fo am
àna
Cá .c.3. .i.
Fau os
os
eusdeFpoFo ios
?
Foyhuma ilhade
humP incipe
:
F
lia
P incipis:
ou
como
lè
Simmacho, oy
ilha
de
hum
Duque
:
Filia
Vide
GlysU
Ducisy
em
con o e iaP incipe
jlLuí nííimo
po
odos
os
i ulos.
hic,ExpoL
E
e
p
incipe,
ou
e e
Duque
na
opiniaó
commua
Foy
Ab aham,,
i.§.Nocadu%com
0
no
ou
Glysle io,
o
qual
po
aa onoma ia
Fe
in e p e a
o
Pay
excel o:
Pa e
excel us
;.po que
de
Ab aham,
como
de
illuíl e
on-
e b.Abí -
CO
Fe
de i á ao
como
Feus
ne os,os
Mona cas,
SC
OS
Reys:
Reges
ex
bam.
e
eg edien u
:
p edicados
,
que
có
oda
a.
p op iedade
íe
a nbuem
ao
Augu i limo
Pay
da
noíFaSe eniíTima
Rainha.
Na
qualidade
Gcne .c.17-
p
inci
p
e
.
P ncipís.
Na
dignidade
Duque:
Filia
Ducis
j
Sc
na
deFcendencia
excelFo,
po que
a o
Fe àoEmpe ado ,
ouRey,
que
com
o
empo
nam
enha
a
p e oga i adeFe Feu
ne o:
Reges
ex
e
e
-
g edUen u .
E a
P inceza
chama a-Fe
Ma ia,
diz
Glysle io
:
Pe -
,
<Slysl.in
c.s
p
ulc e
jummam
Ma e
cxplicans olici udmem.j.u.n ou.k- hc
ao
Fobe-
Can ic. .s.
anonomede
Ma ia
o
de
So ia,
po que
íe
So ia
que
dize
Sabedo-
Exppí- bl.
i
a>a
Sabedo ia
Foy
a
EFpoFadequem
alia
o
Tex o
Sapien iam
^apienc^s.
queji i
pon am
mhi
aj ume e.
Ao
nome
de
Ma ia
So ia
Fe
lhe
ag e¬
di.
gou
o
de
IFabcl
^po que
Fe
IFabel
igualmen e
que
dize
ju amen o
de
Deus,
que
Fep ena io]
Fag ado
E
li abe h
y
ide i
ju amen am
,
&
i -
Syl i
Alleg.
c um
ep ena ium
}
íè e
pa os
e e
e a
P inceza
,
que
na
opinião
«b.
Hdã-
c
ommua
p
p
g e
j
a>
p
0
que
e e
Fe c
Sac amen os
Sc
ne a.
**
h
*
P inceza
inha
Deos
p ome ido
có
a
e dade
do
Feu
ju amé o
da
1
aPo ugal
a
Fecundidade,
pa a
epa o
da
decima-Fex a
ge açaõ
a e¬
nuada
:
£
in
ip a
decima ex a
gene a ione
,
a enm a
p ole
e p c a
,
&
i-
^o.DeuDeosae aP incezahúaFecúdidadc am
g an ie,quecomo-
diílemosjlhe
deu
em
Fe e
Sac amen os
Fe e
pa os
j
Sc
a
eíla
Fecun¬
didade,
diz
So omayo ,lhe
ajun ou
Deos
a
idade
de
in a
8c
es
■
g
a(
j
annos,
po que
e a
na
dou ina
de
Paulohc
a
idade
pe Fei a:
In
men-
Ep!ic .c.4.
u am
e a is
pleni dims
Ch i ii-
Bono um
omnium
,
diz
So omayo
.
13
•
copiam
nunquam
de icien em
:
a q c
Uú iam,
que
expie a e
p o ici u : e-
So omayo
&
obolem
:
nec
non
e a isin eg i a em,.
E
inalmen e
pa a
a
5
ud
?
cá .
que
nenhuma
ci cu ancia
nos
Fal e,
e a
EFpoFa
Foy
EFpoFa
de
Pe-
J.iXxpoF.i
d o
,
po que
a
Ped o
eFpeciaimen e
Fe
en egou
e a
EFpoFa,
§.Te io,
q
U
c
na
opiniaó
commua
Foy
a
Ig eja
:
Tu
es
Pe us&
upe
hanc
pe~
ol.mihi.
adi icabo
Eccle am
meam.
Epo i ib
nam
Fem
my e io
,
diz
8
5
8
*
,
Pl sle iojFeceleb à aõ
em
diado
EFpi i o
San o
os
Epi alamios
^
,c,x
’
deíU
E
F
poFa:
pa a
que
ne íc
dia,
diz
e e
g ande
Pad e,
a cc adc
Ped o,,8c
da oaE po aaquella
ecun^ma
gmçaad^
angos
i
^
^
lhos,
quan os
en aõ
na ce ao
a
Ig eja
Ca hohca
.
u
{ica o-
8Can
'-
-**
Pe usApo iolo um
P inceps
palam
Di m
e bi
e
exhibm
p
Expo
em+unlcme
ijus
<&diea ione
y
a q. ie
inms
exubens
exp e ione
an a
«Bcneiom c
Eccleíiaçeni a
cL oe i
idelmm
p oles
.
Nem
os
pa eça
imp opi a
ol.i nhi
a
allego ia
dos
deipo o ios
e pi i uaes
de
Ped o
com
a
Ig eja
,
aos
de no b ios
do
nolVo
Mona ca
com.
a
Se eniíTima
Rainha
;
po que
dei es
lb
hou e
e e
ilhos,
8c
daquelles
o aõjos
ilhos
ínnume a-
eis:
pois
na a e
daE cn u a
os
pa os
exp eílos
no
nume o
de
ie-
e
equi alem
a
in ini os
ilhos
,.como e eno
capi u
o
egundodo
n imei o
li o
dos
Reys,
po que
dizendo
a
no la
Vulga a,que
e-
aó
mui os,
ÕC
in ini os
os
pa os
de
Anna:
Donec
ie U s
pepen
pl*-
'
•
dizem
os
Se en a,
que
os
pa os
de
Anna
o aõ
lo
e e:
Donec
Vide
-
Mcn
.
(I
lis
e en
ep em.
E
humaPnncezacom
allego ia am
p opna^a
donçam
noíla
Se em limaRainha,
nos
eus
deipo o ios
em
oda
a
lua
g ã-
Rcg
om. í
deza,
po qos
eus
de po o ios
o aó
aquelles,que
ao
eu
na cimen o,
acumulá aó
os
ay
os
com
que
e plandeceo
eíla
e molií imaLua
:
Quid
acimus
i o i
no l s
m
Me
qnando
alloq ienâa
e i
l
Aí imhe,Se eni imaRainha,8cSenho ano la.
a iimhe
:
o
O ien e
de
V.Maae ade oy
pequena
es e a
pa a
Lua
am
obe-
ana,
c
u o
C
eo.pS-a amadm.m el
Sol.e ci o
mapa
pa a
A o,
aóma a ilho o.
Foy
Au o a
que
p ogno icou
an a
g andeza.
No
O ien e
na eeo
V
Mage ade
ilhade^P
e
,
ado
“^
e
B
^
de
Duques,
de
Ma quezes.
de
Condes,.deVi condes,
&
deBa
°
e
?-
mas
na eendo
ilha
de
an os
P íncipes,
nenhum
P mape
na ceoh-
lho
de
V.
Mage ade.
Sóe a
o una
e
e e ou
pa a.
os
delpol-
ios,
ena eendoV.Mage ade
Máyde
R
eys,
l
eno
n
a cimen o oy
ilhadeP incipes.
G ande
o una
hena ee
ilha
de
Reys.masne
mayo
a
elicidade
de
quem
pelos
eus
dc po onos
em
aos
Reys
p
eus
ilhos.
Mais
illu ehe
pa a
V.
Mage ade
aDe cendencia,q
a
A cendencia,
po que
e
a
A cendencia.a
ez
a
V.
Magç adc-n
*
aDe cendencia
acon i uío
aY.
Mage ade
May.
G ande
he
e
o
anguedos
Reys,
mas
mayo
hon a
he
da
aos.Rey^
‘
‘
gue.
Cla .io j
dií e
S.
Ped oDamião
allandode
ou
*^"
*
io
p o eElo
j íi
p o
A o m
i uhs
,
,
ed
incompa abib e
c
4
>
o í a e
p olis
.
Filia
iq idem
Regnm
y
ed
Aía e
Regis-
Ycus
de
Reys
he ingula
b azão
pa a
nâo
JXazao
mais
glo
ioíb
de eendea esj
mas
ade cendencia
dos
Reys
hc
biazao
S
^
ôi.
e. i.
y.x.
Ibidem.
Mac h.
c.
y.
3
i
.
C
2
2
)
ape
s
qUempek
de
«
n
denci
M
u
edáaos
R
eys
,
ica
May
dos
P i l-
No ey
eu
mui o,
que
o
P o e a
I aias
allando
naqueila
ua
ce-
leb e
a a,
em
quem
le
hgu ou
a
mayo
P in e -,
„„
U
,
ha ia
de
de eende
de
J &:£
£
edi«lZ,J1T
J
qUC
não
di le l'e,que
de
Da .d
ha ade
p ocedí
e a
a /^
n
q
“
?
;
hlho
de
Jelsè,
&
J
e sè
oy
pay
de
Da °d“
noia
S1
a
p
mais
immedia o
pay
do
que
jeisè,
no a^
2,
a
ia
^
e
Da id oy
o
pay
daquella
P mceza ’
Mais
noh^ '^
1
7
*
°
P
‘
'
0
^
c
i
1
a
’
c
l
u
j
e
que
Je sè,
po que
Jelsè oy
hum
homem
mui o
humdde^
)
aV
‘ )
íoyhumReymuy
lobe ano.
Pois e
oR-X
„
a’
S
ce
a
nob eza
da
a a,
po que
ugioà
egalia
do
on n”^
en
,
ca
?'
^^aaahuUy
.
o
huma
lo ,
3
que
e a
í3i i ô
ZIa
&
l
&
i Íe
a
4
^
a
^
aV
'
a
e
e
d
j
^
™
'
ha ia
de
e na
na
Ca i
13
Ͱa.
‘J
i
0
qual
o iaheHas.íainh, ,L°„ 7í
o
™
Í
5
usPll
y
s
}
po que
ma-
o
***M*B
™
e
hon ada
mayo
Rainha
do
mundo
:
&e c
oy
o
imb e
da
mayo
Rainha
de
Po ugal,
da em-lhe
an a
deza
os
eusReaes
de po o ios,
que
na eendo
S.
Mwclhde
ilha
dê
ode*&com ^°
<
^í^
>0
(
0 i
.
o
,
s
«
^ icí ío
iSe
a
M
g
emqii maim
1
1
!
1
Angula idade,
que
a o
le á
o
Reyno
domundo,
cm
quem
com
o
empo
enam
eia
co oado
j
0
>
•
nhano là
Senho a.
Êa a
Po ugil
o ajam‘ es
dc
o'
c,^
T
í
?
M
^
n
os
no sos
Sàe
™
mZ
s
p â
lu ae o
1
,
o
0Sda Ua
Pi'
odl
g
lo a
ecundidade:
pe endendo
c5
ume o
dos
pa os
iguala
no
e eudo
das
A
_
cipes
Quinasde^onugal
C>
E
U
akl
n
°
e
^
udo
^
A
n ódS eRèyno«
o
chagas
i as
&
ÍCn
°
C01
po
^
e
Gh i
^°
e
e ampá aõ
qua-
Angula a
ccundidad: s
m
M?
e
X
e
d
ne ap 0dÍS,
°í
a
aUeg0,
'
Ía
o
nascinco
Quinas
de
eus
m-^ n
™
i h"“T'“decmcojpo que
,
“-us
gene oíos
ilhos
igualmen e
cho amos
i
hum
mo o,
que
ado amos
a
qua o
i os.
E a
he
a
no sa
emnde
di ida
a
Rainha
nolsa
Senho a:
8c
nam
hc
meno
a
ob igaç ó
que
os
ou osRey
nos
o a
de
Po ugal
de em
a
e aSenho a
Se end i!
na,
pois
lhes
deixou
duas
E dlas.com
quem
podem
e mal â
as
Tuas
uas
Co oas,ju a
dolhes
como
a
Rainhas
a
obediência,pa a
na
a sal-
lagem
a
an a
íòbe ania
pode em
e e niza
a
lua
di a
A
glo ia
dos
Reys
nam
e iá
na
ecundidade
dos
íilhos,
e iá
im
na
ecundidade
dos
ilhos
pa a
e em
Reys
depois
dos
Pays.
Te em
os
Reys
i¬
lhos,
S
pa a
os
íilhos
nam
e em
os
Reys
Reynos,
nem
he
pa a
os
Reynos
en u a
,
nem
pa a
os
Reys
hé
o una.
Po
i so
oslegundosde po o iosnam
co iumaò
ie
pa a
as
Rainhas
mui o
elices,
po que
commumen e al aò
os
Reynos
aos
ilhos
dos
deí-
po o ios
íegundos.
Te em
po em
as
Rainhas
ilhos
quehaõ
de
e
Reys,
S
ilhas
que
in aiii elmen e
e âõ
Rainhas,
e sa
he
a o u¬
nados
de po o ios
Reaes.
S.
Mage iade
nos
eus
p imei os
de po-
o ios
e e
as
egundas
o
das
do
no so
g ande
Mona ca
,
mas
íèndo
asíegundas
o ão am
en u o as,
que
pa a
o
no so
Reyno
íè
ó
pa a
os
eus
ilhos,
oy
S.
Mage iade
a
que
ao
no ib
Reyno
deu
a
ba¬
onia
dos
noí os
P incipes.
A
Rainha
no ia
Senho a
oy
a
edem-
pção
do
noiío
Scep o,
a
i meza
da
noí a
Co oa
,
ôc
o
epa o
da
nolla
uína,
po que
ó
Sua
Mage iade
acabou
a
e enlidade
pa a
os
no sos
P íncipes,
dandonos
he dei os
pa a
o
no so
Reyno.
Nam
aõ
os
ilhos
os
que
azem
ecundos
aos
pays
j
os
ilhos
que
hão
de
eyna ,
aõ
os
que
ázem
aos
pays
ecundos.
Hum
Rey
com
mui¬
os
ilhos,
em
nenhum
lhe
pode
uccede
no
Reyno,
com
oda
a
ua
ecüdidade
ainda
hee e il,po q
a ecundidade
dos
Reys
naõhe
an o
em
o dem
aos
ilhos
,
quan o
em
o dem
aos
ilhos
pode em
.
e
Reys.
Só
S.
Mage iade
oy
Rainha
ecundií ima
pa a
Po u¬
gal,
S
pa a
odo
o
mundo,
po que
pa a
o
mundo,
S
pa a
Po ugal
deixou
Rainhas,
S
deixou
Reys.
Heíingula iííimaaoppoíição
do
Tex o
de
Je emias
no
capi¬
ulo
Zz.
com
o
Tex o
de
S.
Ma hcus
no
capi ulo
i
.
IL c c e
,
diz
Dcos
a
Je emias,
e c e e,pa a
que
odo
o
mundo
iaiba
,
quejecp-
nias,ouJoakim
,que udoheo
me ino,hehomeme ie il
,
&
clI
H
,
l
ucce são,
po que
eu
não
que o
que
enha
ilhos:
Scnbe
u n
ijh
,
ienlem^
nec
enim
e i
de
emine
ejus i .
Podem
ha e
pala as
mais
•
exp e sas
donde
con ie,
que
não
e e
ilhos
Jeconias
Não
aspòde
ha e .
O aleamosaS.
Ma heus
no
capi ulo
i.
lechonüis
genui
Sa-
Ma h.c.i.
U hiel
,
Sala hielau em
genui
Zo obabd.
Jeconias,dizS.
Ma heus,
e e
y.h.
po
ilho
a
Sala hiel,
S
Zo obabel
oy
ne o
de
Jeconias,S
de ie
ue-
OjS
ilho
deíc e eS.
Ma heus
hu
ma
ge ação
am
copio e
»
^ eS.
Jo eph.
e e e
no e
de eenden es,
odos.ne os,
a
?
eco
.
Jc cm.ubi
íap .
X
J
+
)
Je onias.
Cla amen e
e
yèaoppoíiçãodoE angeli iacom
o
P o¬
e a
:
po que
le
Jeconias oy
e cnl
,
he
cc oque
não
e e
ilhos:
é
e e
ilhos,
he
ce o
que
não
oy
cl ei
il.
Logo
como
podia
íè
e ie il
quem
e e
an os
ilhos,
Ò
an os
ne os
?
Foy
e ie il
e ie
Rey,
po que
endo
ne os,
&
ilhos,
pa a
os
ilhos,
S
pa a
os
ne os
al ou
o
Reyno,
po que
nenhum
ne o,
o
u
ilho
de
Jeconias
empu¬
nhou
O
Scep o.:
Nccemmen
de
emmeejus
i
,
qui
idea
upe
o-
Uum
Da id
,
&
po e ia em
habea
ul a
m
ada.
E
como
a
ecundidade
dos
Reys
he
mais
pa a
o
h ono,
que
pa a
os
ilhos,
po
i so
oy-e c-
il
hum
Rey,
que
e e
ilhos,
S
não
e e
h ono:
Scnbe
i um
i/}*
ie ilem.
Só
a
Rainha
no sa
Senho a
e e
e ia
elicidade
,
po que
dandonos
an os
P incipes,igualmen e
lhes
deixou
o
Rcynonapa-
ia,
que ó a
da
pa ia
o
domínio,
an o
mais
ambicio ainen e
pe -
endido,
quan o
mais
as
uas
he oicas
p endasie
azem
ob equio a-
inen e
deíejadas.
Mas
ay
!
que
du ou
pouco
a
Au ho a
de
an a
<
di a
!
pois
ao
empo
em
que
nos
Plane as
de
eus
Se eni limos
Fi¬
lhos,
S
nos
ayos
do
eu
p ecla i limo
E po o
p ome ião
mayo
du¬
ação
os
eus
Reaes
e plando es,não
iòie
e cu eceo
como
Lua
no¬
a,
mas
ambém
e
eclip ou
no
Qua o
c e cé e
das
uas
luzes;
S
o
E po o
e
e cu eceo
como
Sol
^
pois
padeceo
huma
omb a
am
inhumana
a
Lua
no
eu
Qua o
c elcen e:
Ob enebm us
e i
Sclin
o i
/uoy
&
Lunanon
plendebi
in
lumine uo.
Nam
pa ou
a
Lua
no
Qua o
c e cen edos
eus
de po o ios
,
mas
delle
ubio
ao
e ado
de
Lua
chea
nas
uas
g andes
i udes.
O
*
enche
a
Lua
ao
eu
lumino o
gy o,he
po que
en ão
em
em
íí’
o¬
da
amageíhdedos eus
ayos,
apa ando- e
do
Sol
na
di iancia
de
cen o,
Sc
oi en a
g aos.
Sua
Mage adc
pa a
le
Lua
mais
obe a-
na,
qua i
pela
meíma
di iancia
pa a
e
Lua
chea,
eyo
de
am
longe
pa a
íc
uni
ao
íeu
Se eniíli no
E po o,
em
cuja
p e ença
in enden-
doíelhe
os
ayos
,
as
i udes
a
izel em
Lua
chea
de
odas
as
pe eigoens.
As
admi á eis
aeçoensde
S.
Mage ade
na
i mhan-
ça
do
Sol
a
ize ao
Lua
chea
de. e plando es,
po que
o aó
he oicas
as
uas
i udes.
E endeo- epelo
eu
Impé io
a ama
das
uas
ex-
cellen
cms,o
aonde
não
chegou
a uaReal
p e ença,
lá e
ou i ão
,os
cccosda
íua
glo ia.
Todo
o
mundo
oy
o
hea o
das
uas
ac-
çoens,
po que
a
odo
o
mundo
chegou
a
no icia
da
lua
uiedade
Aí
Vi udes
de
S-Mage ade
oú
e
podem
con ide a
em
o dem
ao
amo
de
üeos,
ou
ao
amo
do
p oximo.-
&
em
qualque
de es
dous
objc os
obje os
aonde
cdn ide emos^as uas^ i ude^ oy ^p ehc oicp^o.
eu
amo .
Diícu
emo.s
p imei o
o
amo
de
Deos,&dep
a emos
pelo
amo
do
p oximo.
c
Com
as
lag imas
nos
olhos
endo
S.
Mage ade
aos
íeus
Se
-
(imos
ilhos
ni imandolhes
o
amo
deDeos,cu umayadize ,que
e
uas
Al ezas
na cè aõ
pa a
oí ende
a
bondade
Di ina
,
pedia
ao
me mo
Senho
q
aí im
como
lhe
ez
ame ce
de
lhos
da
pa a
o
bem
uni e aí
deíle
Rey
no,
aí im
lhe
ize le
a
g aça
de
os
le a
pa a
li
an¬
es
eme
o
pude iem
oí ende .
Oh
pala as
dignas
de
mayo
lamina,
que
a
minha
oz
1
Oh
Lua
cheyade
oda
a
San idade
l
em
quem
o
amo
de
Deos
p e aleceo
ao
amo
dos
me mos
ilhos,
Sc
do
meímo
Re no
]
Oh
Rainha
admi a el!
em
quem
o
amo
de
Deos
p e a¬
leceo
às
impo âncias
da
Co oa,
Sc
ás
con eniências
dos
ilhos!
Oh
en o a
P inceza!
cm
quem
a
ida
dos
ilhos
oy
id ima
ao
amo -
de
Deos!
A
mayo
di g aça
dos
Reys
he,
e em
o
eu
co açaõ
na
maõ
de
Deos:
Co
Regis
m
manu
Domim,
8c
naò
egula em
os
Reys
P o e b<
pela
mão
de
Deos
ao
eu
co ação,
p e alecendo
nelíes
ao
amo
de
xu
Deos
o
amo
dos
ilhos.
S.Mageílade
oy
a
exceiçaó
de a
eg a,
po que
mais
que
aos
ilhos
amou
a
Deos
S.
Mageilade.
Amou-os
com
hum
aó
g ande
amo
,
que
cada
hum
dos
noilos
P íncipes
e a
o
eu
co açaõ,&
a
ua
ida:
mas
abo ecíamos
com
ão
íag ada
impie¬
dade,que
po
amo
de
Deos
mo ou
queabo ecia
aosP incipes,
po que
lhes
de eja a
a
mo e, e
com
a
ua
ida
ou eíTe
de e Deos
o
o endido.
Amou
aDcos
S.Mageílade
como
Deos
que
íe ama^o,
po que
po
amo
de
Deos
chegou
a
moíl a
,
que
abo ecia
ao
Que o,
diz
Ch iílo,que
odo
o
ilho
abo eça
a
ua
mãy,
&
oda
a
mãy
abo eça
ao
eu
ilho:
que
e
naõ
ize
aí im,nao
me
pode
c
ê
iul
*
ou
eia
ilho,
ou
eia
Mãy:
Si
yms em
aà
me,
&
non
odi pa em
,
Luc*
ca
?
em,
& il os
,nonpo ej}
meus
ej e
Di cipyJus.
Eíle
Tex o
he
hum
1
4
,
Y,i
mais
dií icul o os,
que
em
oda
aEíc i u a
Sag ada,
po que
o
a
mãy
em
hum
p ecei o
na u al,
que
a
ob iga
a
ama
a
eu
ilho,
odo
o
ilho
em
o
me mo
p ecei o
pa a
ama
a
ua
mãy:
&
a
S
o a
’
egundo
a
dou ina
de
Ch i io,
amãy,
&
o
ilho
em
hum
p ece
no
di ino
pa a
abo ece em
o
me moque
eílaõ
ob igados
**
n)
*
^
w
a
p ecei os
Di inos
nao
encon ão
os
na u aes.
Ama
po
?
YQ
^
C
ao
mãy
ao
ilho,
6c
o
ilho
à
mãy,
Sc
po
p ecei o
ab<
l
ec
^
■
a
al
/
‘ac*
ilho,
Sc
o
ilhoà
mãy,
he
impoí i el:
pois
como
íe
jun a-
C
3
2
]
C uen o,
&
inc uen o,
po que
em
o dem
a
eílesdous
Sac i ícios
oy
o
Sace dócio
deClmí o.
G ande
myíle io
!
No
me mo
dia
Rey
,
lac amen ado,
mo o,
6c
íèpul ado?
udo
unido
udo
con¬
o me
!
Sim:
po q
unida
a
epul u a
á
Eucha iília
,
unia
o
epulch o
ao
Sac amen o,
o
qual
diz
o
Alapide
oy
a
T ans igu açaô
ie
Ch i-
S
^Conc
o*
-i °
:
Ch ijhis
m
Eucha ijha
ans igu a i
idc u ^
an ub an iauo
enimeji
na .
Joan.i.
qm iacciden ium
ans igu a io,
E
comoodiadaEpiphania oy
o
dia
oi.9*
da
Eíl ella:
adimusjielUm
e ajuílo
que
no
dia
da
Eíl ella
e
con i-
Ma h.cap.
b aile
0
Occaíò
de
hum
Rey,
que
á
T ans igu açaô
ha iade
uni
o
epulch o.
Ao
na cimen ò
do
Rey
e
une
a
T ans igu açaô,
6c
a
epul u a
,
po que
pa ece
não
pode
ha e
pa a
os
Reys
melho
El ella
,
que
uni
a
epul u a
,
6c
a
T ans igu açaô'
ao
eu
na -
ci
men o.
Eile
dia
que
en e
o
naíce ,
8c
íèpul a
de
S.
Mageílade
coníe -
ou
adiílancia
de
in a
6c
esannos,
e e
p e ença
aó
admi a el*
q
o
na ee
que
já
inha
ido,
eunio
ao
epulch o
que
ainda
ha ia
de
íe :
6c
o
epulch o,
que
ha ia
de e ,umo c
ao
na cimen ò
que
já
■
p&lm.
i**
inha ido.
Hum
dia
,
dizia
Da id,
alia
com
ou o
dia
:
Diesdiei
.K.
j iíla
e bum.
Já
edes
a
implicaçaó:
po que
pa a
dous
alla em,
ambos
de
dous
coexií em,
ÔC
quando
hum
dia
chega,
já
o
ou o
oy:
logo
não
podem
alla .
Sim
podem,
diz
Agoílinho;
po que
eí es
dous
dias
que alláo,
íàõ
o
dia
do
na cimen ò,
6c
da
epul u a
de
Ch i-
&ug.Sc m.
o
:DiesNa i da ulocjni u dieipa lionis.
Comopòdeíe ,
Agoílinho,
•js
mNa .D?
e dadei a
cila
p opo ição?
A
lepul u a
oy
in a
6c
es
annos
de-
ouic
ii
dc
pois
do
na cimen ò,
6c
o
na cimen ò
in a
6c
es
annos
an es
da
e-
’
puku a:pois
como
euniVap,6c
como
alla ão?
Sabeis
como?
Unin-
do e
o
que
ha ia
de
e
in a
6c
es
annos
depois,
ao
que
inha
ido
in a
6c
es
annos
an es,
po que
não
he
no idade
nos
Reys
o
na -
ci
men o
que
oy,uni e
á
epul u a
que
e a,
6c
a
epul u a
que e á,
imn e
ao
na cimen ò,
que
oy.
E les
dous
dias
euni aó,
po que
he
p i
ilegio
dos
Reys
que
mo em
de
in a
6c
es
annos,
aze em
p e en es
o
dia
em
que
na eem,
6c
o
dia
em
que
e
epul ão.
Na ceo
S.
Mageílade
em
eis,
6c
em
eis
jun amen e
e epul ou
,
po que
como
mo eo
de
in a
6c
es
annos,
no,
Reys,
que
mo em
a iim,
hecoílume alla em
eílesdous
dias
com
al
p opo ção,que
ambos
e
unem,
pa a
que
ambos
di eo am
:
Diesdiei
e xi a
e bum,
Mas
e
S.
Mageílade
e
cpul
a
em
íeis,
que
he
o
dia
em
que
na ¬
ceo,
como
mo e
em
qua o
?
N
ão
edes
que
o
dia
eis
inha
ido
ícu
pelo
q u
em
m
C
33
J
pclò
na cimen o,
Sc
náo
inha
lido
léu
po
qualque
ucce lb
odia
qua o.
Pois
mo a
em
qua o
,6c
náo
em
leis,
po que
quem
cm
cb ode
^
íeis
hade
e
o
epulch o
que
náo
he
eu,
he
bem
que
mo a
em
qua¬
o,
pa a
e
em
dia
que
náo
he
íèu,
a
mo e,
como
ícnáo
o a
íua.
G e
g.
^iíl.
S.
G e^o io
N
ílVeno
a i mou
que
Ch ii o
mo e a
no
dia
24.
o a .
&
u
de
Ma ço
Aquando
e
ac amen ou,
p e enindo,
6c
an icipando
a
^k. e^
1
ao e,
que
ha ia
de
e
em
o
dia
25*.
Sic
que
conj a p a eni c
mo n
m
^
^
i am,
inam
po inâieJcUice
die
V ne is
udai
in
C uce
ip i
iji nh e
eYan
^
illa u i.
Mas
e
Chni o
e
hade
epul a
na
Sei a
ei a
que
hamie
ie
2
y.
pa a
que
eamicipaa
mo e
na
quin a
ei a,
queiaó
2
4
?
Di ei:
Nos2íV
oy
o-dia
dosannos
de
Chni o,
po que
em
2
y
.
de
Ma ço
enca nou
o
V
e bo
i
6c
dei e
dia,
diz
Albe o
Magno,
e
lhe
de em
p incipia
a
con a
os
annos
a
Chni o
:
a ius
incipi
Deo
i e e
à
die
/Lc
concep onis
,
malas
amem
adie
na i ka is
h
num
dum
,
qma olum
Albe .Mag.
mundonA use i.
Chní onodiadosannos,q oyaos
2
y.
ha iade e
o
de.Laud.
epulch o
emhüa
epul u a
que
náo
e a
íua-
:
Po m illud
o ephin
^j
h>ca?
.
monumen o
uo.
E
quem
no
dia
dos
annos
ha
de
e
a
epul u a,
que
Y 6
’
0
.
náoheiüa
,
he
bem
que
no
dia
an es
enha
a
u
a
mo e,
pa a
que
mo a
em
dia
que
náo
he
eu,
como
e
a
mo e
náo
oíle
ua.
Demais,
que
endo
S.Mage ade
nos
p i ilégios
Au o a,
a
Au o a
em
a
p e oga i a
demo e
an es
dos
annos,
6c
no
dia
dos
annos
e
o
en e o."
Mo e
an es
dos
annos
a
Au o a,
po que
e
o
Sol
hê-quem
az
os
annos,
an es
que
o
Sol
chegue,
a
Au o a
mo e.
Tem
po ém
no
dia
dos
annos
o
en e o,
po que
íeíepul a
no
dia
em
que
o
Sol
p incipia
o
gy
o
dos
annos.
É
e
S
.Mageílade
oy
a
Adi
o*
m,
quenonoí o
Emíiphenoannunciouona cimen o
do
Sol,
como
náo
ha iadeexpe imen a
an es
dosannos
a
mo e,
pa a
e
nodia
dosannos
a
umba
.
?
A
Au o a
he
máy
do
Sol,
Sc
o
Sol
he
ilho
da
Au o a.-
mas
a
máy
como
Au o a
mo e
depois,
po que
na
noy e
p ecedeoà
Au o a
a
mo e
do
Sol:
6c
o
Sol
como
ilho
mo e
p i¬
mei o,
po que
o
epulch o
do
Sol
na
noy e
cho a
na
mad ugada
a
Au o a.
Juí oe a
que
o
P íncipe
como
hlho
mo ei)
e
p imei o
que
a
Máy
como
Sol,6ca
Máy
como
Au o a
mo cí e
depois,
pa a
que
o
Sol
deixando
no
dia
dos
annos
o
epulch o,pe mi iiTc
á
Máy
como
Au o a
e
nelle
o
depo i o.
j
O
Sol,6c
a
Luaquádo
pa a5,coí umaó
pa a
no
me mo
higai.
*.
H
abac.cap.
&
Lma
ie e un
in
babi aculo
uo.
Eíe
o
Filho
como
Sol
ni
?
},ÍI
’
ado
no
luga
do
epulch o
p imei o
que
a
Máy,pa ando
ao
.
C
P^
‘
Jòan.cap.i<
Y.&
Ma cli.cap.
*7
-5*
Lucjecap.9
y.i8.
A
ba alha
dclReyD.Se-
baíHáo
oy
2
4-ck
Agoí o
May
como
Lua,
não
podiaó
ambos
e
ome mo
luga
,
íc
o
ilho
naó
d ixa e
o
umulo
,pa a
a
máy
e
o
en e o.
Joaó
chegando
p imei o
que
Ped o
à
co a,
ao
depois
quando
eyo
Ped o
deulhe
)
Joaó
a
p e e encia
pa a
en a
na
epul u a:
Fem
e go
Simon
Pe ns
equens
eum>d
i oi i
in
monume num.
E
e
em
Joaó
he
na i o
eí e
oblequio:
como
o
P incipe
D
Joaõ
naó
da ia
a
ua
be enilíima
May
a
p imazia,
pa a
q
S.
Mageí ade
i eíle
no
umulo
a
p e e encia?
O
golpe
que
a
mo e
inhumanamen e
deu
nó
P incipe
em
17.
deSe-
p emb ojonze
annos
p imei o
que
na
Se enií ima
Rainha
emp e-
gaíle
o
i o,
mo almen e
e io
à
May
que
e a a
i a.
O
ilho
dc-
íun o
onze
annos
depois
,
ambém
íe
laí imou
pela
em azaó
da
mo e
:
Sc
íe
pa a
nós
mo eo
o
ilho
an os
annos
p imei o,
ago a
pa a
ac e cen a
anoíla
di g aça,
ena ee
das
me mas
cinzas,
pa a
o na
a
mo e
po
i cn imen o
no
dia
em
q
a
May
c
íèpul a
mo a.
E
è
a
máy
mo eo
em
qua o,
endo
na cido
em
leis,
o
ilho
deixou
oíepulch o
cm
íeis
,
endo
na eido
em
in a,
pa aq
no
ilho
i eíle
a
máy
a
mo e
110
dia
dos
annos,
Se
o
ilho
no
dia
dos
annos
da
mãy
o naíle
a
mo e
à
o ça
do
en imen o.
No
dia
da
T ans igu açaó
e
io
a©
P incipe
Moy es
deixa
o
epulch o
E
ecce
appa ue un
Moy es,
&Elias:
deixe
logo
no
meímo
dia
o
P incipe
D.Joaóaco a,
pa a
que
o
dia
6.
de
Ago o
em
que
na
T ans igu açaó
e
a iou
.
de
huma
mo e
aõ en ida:
Diceban
excej um
ej s
,
e
p opo cione
a
ou o
dia
do
me mo
myí e io,aonde
ha
de
e
en ida
hüa
mo e
aô
deíã ezoada;
S
pa a
que
não
al e
ci cun ancia,
deixe
o
P incipe
D.Joaò
o
umulo,
jà
que
Moy esncíle
dia
deixou
o
epulch o.
Di idioS.
Mageí ade
o
dia
damo e
dodia
dos
annos,
po que
ecom
os
annos
inha
hon ado
ao
dia
leis,
ago a
quiz
hon a
coma
ua
mo e
o
dia
qua o.
Mas
ay!
que
podendo
e
ou o
qualque
dia,odiadeí eOcca o, oy
o
dia
qua o
de
Agoílo
o
dia
dei e
ecli-
p e!
Eí á
a
mo e
de
po ie
de
aze
in auí o
pa a
Po ugal
a
eí e
dia,
.
Sepa a
nao
pe de
ao
eu
di ei o
,
eem
qua o
de
Agoílo
i ou
o
i
eu
elogio
nos
campos
de
Á ica
pa a
acaba
a
ida
de
hum
Rey
.
Po ugucz;
no
me mo
dia
applicou
em
Lisboa
a
ua
ouce,
pa a
co ¬
a
a
icia
de
hüa
Rainha
de
Po ugal.
Gen o
Se
in e
Sc
oi o
annos
cí e e
a
mo e
apon ando
eí e
i o,
pa a
de pedi
do
eu
a co
com
mayo
impul o
eí a
e a,
julgando
e
con enien e
i a
a
Po ugal
huma
Rainha,
no
me mo
dia
em
que
i ou
hu n
Rey
a
Po ugal:
ou
po que
a
pe da
e a
igual,
ou
po que
o
golpe
e a
mayo ;
Sepa a
que
que
em
udo
o lem
p opo cionados
os ucce íb
'
*
Nci edia
Fa ia
no
mdino
dia
i e lem
ci as
duas
mo es
a
lua
i
ep e
e
ç
•
,-p
Epi .na ida
qua o
de
Ago o,
ha
cen o
Sc
in e
oy
o
annos
,
queem
dclRe,
d.Sc-
cho ou
engue
o
Ceoi&de deod.aqua ode
Api o
a e
e ahom,
^
hajà
hum
mez
con inuo,
que
as
pedVa^em
L sboa
e ao
cho ando
o
langue
doco açaó,
po que
a
melho
Ped a
dePoi ugal
o»
1
“da
inllan e
dei e
mez
e
e à
des azendo
em
o en es
de
agua,
paia
en .
condignamen e
a
húa
al
mo e
A
ped a
do
de e o,
a
penas
mo eo
Mana
em
Cadés
,
logo
e
des ez
em
a
gua
no
melmo
uga
aonde
Ma ia
mo eo:
Mon ae iib
Mma.
E« ej m
u pj-
Numc .
cap.
Rm
,.
&
a
Ped ada
no laCo e
de e eo e
em
lag imas,
po que
com
a. -n.
a
mo e
de
Ma ia
icou
o
eu
Palacio
de e o.
Mana
quando
mo eo
„„;
j,
j,
,i
c
cen o
S
in e
annos,
cho a ão
as
ped as
a
lua
mo e,
endo
Mhaidadc
aó
longe:
S
como
não
cho T /a
Ped a
de
Po u-
cnlamo cdcMi ià
na
idade
de
in a
Sc
es
annos,
aonde
alua
ida oy
an o
mais
cu amen e
medida,
quan o
mais
b e emen e
co ada
?
A
ci cun ancia
do
en imen o
das
ped as
na
mo e
de
■
Ma ia
o
e
a ua
mo e
em
Cadés
,
que
e
in e p e a
mudança:
CaAcs
mLuc
:
Seque
Mana
e
muda le,
pa a
que
em nn a
Sc
no e
annos
de
mudança
i e lé
m empe uolamen e
a ua
mo e,
he e-w*
alidade
ão
g ande
pa a
o
en imen o
da
ua
pe da,
que
a e
as
ped as
cho ão
po
en imen o
o
eu
Occa o!
Que
Manadeixa le
oEgyp o
pa a
e
muda
pa a
Cadés!
Que
S.
Mage ade
de.xalk
Alemanha
L a
e
muda
pa a
Po ugal
;
Sc
que
in a
&
no e
annos
de
mu¬
dança
ba
alVe
pa a
ma a
em
Cadés
a
Mana
!
&
e ea lamen e
dqz
annos
de
mudança
de lem
em
Po ugal
a
S.
Mage ack
ac
e
cila
he
a
a a,
que
e e
a
Ped
a
Ped o,
pa a
cho a
a
mo e
de
Mana
na
ua
mudança
;pois
e pe ando
que
a
mudança
a
e ei
mza le
cm
ugal
em
mais
longa
ida,
a
mudança
a
a eba ou
pa a
ao
b e e
mo e.
Oh
dia
une o
pa a
Ma ia
que
mo e,
po que
iemudou.
pa a
Ped o,que
de ejando
muda -íe
pa a
e
en e a
i o
com
iViai
i
mo a,
po
mais
q
Ped o
e
quei a
ma a ,
naópòde
Ped o
moii
.
Nodiade a
mo e
expe imen amos
es
golpes
eml
em
Á ica
pa a
a
ida
delRcy
D.
Seba iao,
ou o
em
Lisboa
pa
idadaSe
P
eni imaRainhaD.Ma .ia,¶o en ime^don
)
l
i
,
ee êni imoRey
ou o.
E eslançadas
cm.
™
°^“^
<J
as,Sc
'
ió
dia,
po que
enaó
eí aga a
a
alma
paia
a
do
de
a
P
eX
p
e
i-
pa a
ojuílo
en imen o
de
golpes
ao
pene an
ê
inen a^
men a amos
,
que
no
diã
da
mo e
das
Rainhas
no iaõ
as
Rai¬
nhas,
ÔC
ica ão
os
Reys:
mas
neí e
dia
,
a
peza
dano la
do ,
mo ¬
em
os
Reys,
Ôc
mais
as
Rainhas.
As
Rainhas
mo em,
po que
aca-
baõ;
os
Reys
mo em,
po que
e
noagoaõ.
Huma
ida
co ada
an o
em
lo
!
hüa
ida
na
p ima e a
aõ
i anamen e
co ada
,
igual¬
men e
he
mo e
do
E po o,que
da
E po a.
An es
naõ
he
an o
'mo ¬
e
pa a
a
E po a
que
mo e,
como
he
mo e
pa a
o
E po o
que
ica
em
a
E poía.
A
E po a
mo e
,
po q
enece,
mas
a
ua
mo e
mais
he
pa a
o
E poib
que
ica,
po q
pa a
a
do
do
E po o,
ó
co u
ma
e
a
mo e
da
Eípo a.
Cho a a
Jacob
a
mo e
de
Rachel,
6c
cho a a
a ilm.-
Mihi
e úm
Gen
cap
48.
q
H
anào
emebam
de
Me opo amia
,
mo ua
e i
Rachel.
Pa a
mim,
-
7
*
dizia
Jacob,mo eoiRachel.
Pa a
mim?
no á el
modode alla !
Pa a
íi
he
que
ha ia
de
dizS-
Jacob
que
mo è a
Rachel,
po que
Rachel
oy
a
que
mp eo.
Pois
como
não
diz
que
Rachel
mo è a
pa a
R
achel,
mas
que
Rachel
mo è a
pa a
Jacob:
Mihi
mo ua
eji
?
Bem
e
decla a
o
Pa ia ca:
po que
diz,
que
Rachel
lhe
mo è a
nap i-
I idein.
ma e a:
E a
e num empus:
6
c
quando
na
p ima e a,
ou
pelos
an-
nos,
ou
pelo
empo
mo e
as
Eípoíàs,
mais
he
a
mo e
pa a
o
E po o
que
ica,
que
pa a
a
E poía,
q
acaba.
A
E poía
enece,
po que
mo ¬
e:
Mo ua
e i^
mas
po que
o
íen imen o
naõ
pode
acaba
ao
Eípoíò,
po
i lb
pa a
o
E po o
he
a
mo e
da
E poía:
Mihiyno ua.
Bem
o
e¬
mos
iílo
no
Qua o
mingoan e
da
no la
c mo ií ima
Lua
;
pois
nao
ó
a
Lua
oy
a
eclipíada,
mas
ambém
o
Sol
icou
e cu ecido:
5c
^ iim
ambos
ica am
igualmen e
mo os.
A
Lua,
po que
na
e po a
dos
annos
padeceo
o
golpe
mais
deshumano;
o
Sol,
po que
pe en-
dendo
mo e ,
naõ
o
pode
o
íen imen o
ma a :
Ob eneb a us
e i
Sol
n
o u
uo
,
&
Luna
non
plendeb m
lumine
uo.
Tenho
acabado
o
Panegy ico,
ainda
q
não
enha
ía is ei oã
g andeza
doa lump o.
E e
oy
o
Qua o
mingoan e
deila
mo e
pa a
a
no la
do ,
8c
naõ
de e
e
menos
e íicaz
pa a
o
no ib
de enga-
no;
po que
e
pa a
os
Reys,
6c
pa a
as
Rainhas
ha
mo e
,
que
emos
nós
que
e pe a
da
ida?
Sendo
a
mo e
aõ
ce a,
6c
aõ
commua
no
mundo,
naõ
hacouíano
mundo
mais
inc iyel,que
ha e em
de e
as
Rainhas
,
6c
os
Reys
mo e..
A iim
i emos
enganados
coma
mo e
dosP incipes
,
que
nos
não
pe uadimos
que
mo em
os
Reys.
Sam
Ped o
p egando
de
emelhan e
a gumé o,
acabou
o
íeu
Sennaó
pedindo
aos
eus
ou in es
pe dão
de
que
no
íeu
di eu o
lhe
inha
A&o cap.
a
.ij.
inha
di o
húa
dzw
Meus
i maós,uizia
Ped o,
'ícjamc
lici o
dizei
os
nua
eme
idade
uíoü
o
Apõ olo
,diz
Ugo.de acau ela
pa a
que
osou-
ügohic
in es
euaó
ind enaí em
con a
o
P ègado :
Bocdici
ne
w
digna
en-
Eque
e nendade
podia
dize
hü
Apo elo,
-con a
quem
epu-
deí íelcádáiza
o
audi ono?
E le
me moQ
^
,,j
os
Ac
Pa m cha
ÜMid,
quon Amde n i iuse l,& epulms.L)M
Am olo
á
elRey
Da id
mo è a,
&
e
lepul á a.
E
a im
c e a
os
homens
immo ács
aos
Reys,
que
a ada
na
bocca
de
hu a
Apo-
olo
iulgaó
eme idade
o
dize elhes,
que
pa a
hum
Rey
ha
epul-
cu a,
Sc
mo e.-
Qua®
eme ana
eja
e a
p e umpçao,
bem
o
imos
nc'h
mo e,
pois
quem
aUi
e U
mo a,
8c
epul ada,
he
hua
Rainha.
c'
1
Real
de
Po ueal
em aõ
pouco^jjÉhnos
emos
iílo
a
mo e
de
dous
Reys,
de
.es
Rainhas,
de
dous
‘
P incipes,
&
de
duas
P
ncezas*
6c
epe ição
de
aõ
une as
mo es,
naõ
iolas
me e
Deos
cm
ca a
em
e pecial
P o idencia.
Ab amos
os
olhos
,&-deixemos
de
e
cegos.'
Con ide emos
o
que
omos,
8c
dc cnganemonos
,
que
n
i ã
a
mo e
nao
ap o ei a
nada.
Nãooilluj e
do angue
.po que
alli
e à
mona
hiía
Rainha
iUu i ima.
Nao
as
eneinçoens
da
Co oa,
po que
alli
e á
en e ado
hum
Ce o.
Nao
osannos.po q
aíl,
c aa
P ima e aamo ecida.
Não
as
p endas,po que
os
a
i¬
bu os
mais
òbc anos
ambém
alli
e ão epul ados.
Todas
asca as
Reaesda
Eu opa
e áo
alli
den o
naquella
U na
,&
odas
muda-
menu
nos
b adão,
que
alli
ai
apa a
udo.
E ee ahea e oluçao
de odas
ásReaes
calas,aonde
hamde
hi
pa a aspa iculaies,po
mais
illu es
que
eiáo?
Alli
ase pe a
o
eu
e mo
,
po que
aquel
c
umulo
he
o
eclipie
uni e al
de
oda
a
Magel ade
,
o
Occa o
de
oda
a
luz,
8c
o
Occiden e
de
odos
os
A os,
p
o que
alli
igualmen c
e
aílbmb a
o
Sol,
q
íè
eícu ece
a
Cua.
A
Luaalhjazha
mui osdias.
de encane e
ago a
o
Sol,
8c
maisas
E cllas,
que
luppoí o
enhao
o
cu omais
aga o o,
ambém
hamde
chega
aquella
Un a,
po que
ambém
allihamde
e
mo e
os
cus ayosiSc
po
mais
obe anos
q
lenoos eus
e plando es,
odos
depois
de
eclip ados
hamde
depen¬
de
dc
q
a
no lã
piedade
lhes
diga
a
cadahú,
hum
Reqme[a«
wpae.
F
I
N
I
S
LICENCAS.
o
V
I
as
as
in o maçoens,
póde e
imp imi
e e
Se maõ,
&
depois
de
imp eíío
o na á
pa a
e
con e i ,
&
da
licença
que
co a,
&
emella
naõ
co e á.
Lisboa
9.
de
Ou ub o
699.
Cajl o.
DiniZi
Ca nei o.
F .G.
.
P
O
d
e^ e
imp imi
o
Se maõ
de
q
e ape içaõ
a a,
&
depois
de
imp e lb
o na á
pa a
e
lhe
da
licença
pa a
co e .
Lisboa
xo.
de
Ou ub o
de
F
.P
.Bi po
de
Bona,
>