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Oraçam funebre nas exequias reales da serenissima rainha de Portugal D. Maria Sofia Isabel N. Senhora celebradas na Real Casa da Misericordia de Lisboa, aos II. de septembro de 16 99

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Oraçam funebre nas exequias reales da serenissima rainha de Portugal D. Maria Sofia Isabel N. Senhora celebradas na Real Casa da Misericordia de Lisboa, aos II. de septembro de 16 99

Author: Diogo da Annunciaçaõ Justiniano Arzobispo de Cranganor
Publisher: Lisboa : na officina de Miguel Deslandes ... 1699
Source: https://idus.us.es/bitstreams/b0312aac-17ae-46a3-a4ef-c965d5618929/download
ORACAM
FVNEBRE
nas
exequias
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da
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Rainha
de
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MARIA
SOFIA
ISABEL
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SENHORA,
Celeb adas
na
Real
Caía
da
Mi e ico dia
de
Lisboa,
aos
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Sep emb o
de
1699.
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JUSTINIANO,
do
Con elho
de
Sua
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o e ecida
AO
SERENÍSSIMO
PRÍNCIPE
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LISBOA
,
NaO icina
de
MIGUEL
DESLANDES,
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SuaMage ade.
Amo
1699.
^om
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as
licenças
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de
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os
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iua
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V.
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o
mais
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mais
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a
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nao
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V
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<PKÍas
co¬
mo
os
ilhos
que icM,igualmen e
he daoo angue,
que
as
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dos
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que
mo em;
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V.
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cho amos
mo o
:
&
■
com
ep e en açdo
amglo io a,
que
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ie
pode
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gui
quem
he
a
Idea,
ou
quem
he
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Copia.
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V.
F.
Al eia
no
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me mo,
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■
nas u
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oicas
aeçoens
e a
jun amen e
as
i udes
de
S.
EÁdageílade,pa a
de empenha
as
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de
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peHná We c e e
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anegy ico
he
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de gual
do
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me mo
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gumen o,
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%eal
benignidade
de
F.
Al e¬
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clemenciada
:
i5 4agcslade,que
es á
em
glo ia
po¬
de á
concede
o
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à
ince
idade
cõ
que
co e
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excellencias
am
po en o às
:
mas
hum
animo
po
an os
i ulos
magoadò,náopode
e
eloquen e,
Ú
mais
quando
conjide apúc endó
a o una
de
p econiia
a
íPo ugal
o auA smojuYamen o
de-
F.
Al eia,
e e
ambém
a
dè g üça
de
p opo
a
es e
eyuo,
nas
Exéquias
de
S.
zEV agc lâdé,
o
exce .si o
de
huma
pe da
ao
g ade.
Deos
gua ¬
de
a
ea.l
Fejjoa
de
F.
Al eia
com
as
elicidades
empo aes
,
&•
e e nas,
comò
omos
ob igados
a
de eja
a
F.^il eip
os eus
ajjallos.
Lisboa
n.
dcScp emb ode
i6$y.
D.
A cebiípo
de
Ç angano .
Ob eneb á us
eJISolin
o u
Juo
,
&Luna
non plendebi
in
lumine
uo.
IíaÍ3ecap.i3. e ao.
Tè
quando?
oh
mo e
deshumana
!
A è
quando
?
(Se eniííima
Rainha,&
Senho a
noíla,a
quem
a
ièm- azão
da
mo e
en e
as
omb as
uneílas
deíla
U na
i e
oubou
aos
noílbs
olhos,
pa a
g a a
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memó ia
de
V.
Mageí ade
na
pe du á¬
el
lamina
da
noíla
íaudade.
Hum
Th ono
am
eminen e
não
e e
p i ilegio
pa a
e i a
hü
gol¬
pe
am
ba ba o;
po que
não
ha
co ina,
que
gua de
as
Mage ades
do
p6
da
mo e.
A
al u a
ez
cahi
mais
dep eílã
o
ayo-,Sc
domínio
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obe ano
em
odas
as
qua o
pa es
do
mundo
ez
úneb e
ãí-
o mação
em
qua o
palmos
de
e a,
que
endo
na
ida
a gumen o
pa a
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elogios,hoje
na
mo e
he
a lump o
pa é ico
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au-
doíbs
epi aphios.)
.
.
A è
quando?
oh
mo e
deshumana
!
A è
quando
inexo á el
à
oz
dos
noílbs
u pi os,S
cn u decida
ao
eíl õdo
das
lag imas
que
de ama
a
noíla
do ,
com
de p ezo
da
noíla
mágoa,
has
de
a a
ao
ca o
dos
eus
iumphos
os
de pojos
da
noíla
mo alidade?
A equa-
doi aciôna elmen cdeíigual,hasde
uni .o
ap cílãdo
dos
oos
ao
a do
dos
paílos,
endo
pa a
hús
ana omia
de
oílbs
que
anda,
&
pa a
ou os
ouce
que
oa
?
A é
quando
a
ua ouce
Igualmen e
ha
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alha
as
plah as,
S
os
ced os?
a
ua
elpada
ico a
as
Ab es,&
o
ic-
no
?
o
eu
a co
apon a
as
e as
con a
o
alle,
S
con a
o
mon e,
ea ua y annia
ha
dc
p opo ciona
pa a
o
golpe
os
u os
do
Uu-
*
ono,
Sc
as
lo es
da
P ima e a?
A é
quando
has
de
íè
impacien
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Mo eo
S.
jVl.cmqua*
o, azendo
os
annos
em
Íeis.
En e ouíè
no
dia
dos
annos.
í
6
)
&
ambicio a
?
Ambicio k,po
co a
lo es,
Sc
u os:
impacien e,
po nao epa a
em
pe de
u os,
ó
po
co a
lo es.
A
I
quando
has
de
e
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Oncn eVTumuIo
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Be ço?
Fi -
cal
da
no la
ida
?
E quecimcn o
de
oda
a
lemb ança
?
T ibunal
up emo
aonde
e
decidem
odas
as
cauíàs
dos . en es
?
Fune a
oinb asdo
^ luelíeme inoPlane ^que^pa aSgen a
as
e as
do
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Occiden e,
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O ien e
>
4
,
-
uo,
inalmen e,
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da
uazomba ia
não
ha
de
aze
di inccão^ê
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u pu as,
Sede
Eima as?
de
canas,
Sc
de
ccp o
>
de
a lallos?
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pa lo es,
Sede
Mona cas?
de
Palacios,
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in-
en ibibdade
da
mo e
,
po que
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das
queixa
,
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que
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mais,po que
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,
que
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nos
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que
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mo e
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pa a
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7an a
luz epiil adaem ãopouca omb a
!
Tan a
ne e
des ei a
em
ao
eícallo
po!
Tan o
Ail o
cabe
em
ão
ape ado
umulo
!
O
bei
ço
da
ida
de pojo
da
mo e!
O
dia
dos
annos,
dia
do
epulc
W
Lque amab e iadasho as
oílem
ep e en açãoda
mo e,
Sc
da
ida.
Appaiece pa aanoíla
en u a
humaRainha
de
am
al as
endas
no
b e e
cu io
de
in a
Sc
es
annos
,
oh
que
a lbmb o!
Mas
Mas
que
em
menos
dé
in a
ic es
annos
de
íàppa ece(Tem
ão
o-
be anos
a ibu os,
oh
g ande
pena!
Que
em
in a
ie
es
annos
e
izeíle
huma
Rainha
ão
po en oíà,
oh
p odígio!
Mas
que
huma
Rainha
ão
admi a el
e
hou eílede
epul a
em
menos
de
in a
k
es
annos,
oh
en imen o
!
Que
quando
eipe a amos
celeb a -
lhe
os
annos
hum
dia
depois,
hum
dia
an es
lhe
cho aílemos
a
mo ¬
e,
oh
la ima!
oh
en imen o!
oh
pena!
oh
do !
Mas
e
a
mo e
oy
ão
c uel,
ie
ão
inhumana,que
íè
an icipou
hum
dia
p imei o
pa a
da
a
ul ima
ho a
à idadeS.
Mageí adeyu-
o
e a
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hum
mez
depois,
a
peza
da
me ma
mo e,
e u ci aile-
mos
nós,
no
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poííi el,
à
Se emílima
Rainha
.•
ôc
e
os
Panegy-
icos,
como
diz
San o
Amb o io,
dão
no a
ida
aos
mo os:
Fide-
D
Amb
.
i
IT
u nobis
m e mone
e i ce e
j
p incipiemos
nós
oPanegy ico
dcS.
O a .Fun.
Mageí ade,
pa a
que
ao
menos
neí a
b e e
ho a
a
enhamos
e u -
T
hcodoí;
ci ada,já
que
po ão
la go
empo
a
ha emos
de
cho a
mo a.
San¬
o
Amb oíio
p egando
as
Exéquias
do
Empe ado
Theodo io,di .
e
,
que
uppoí o
o
laíhmo o
daquelle
uccei
0
,com
a
epe içam
ha ia
de
magoa
ao
animo
dos
eus
ou in es,
ambém
as
lamamas
com
quecho aílem
di g aça
am
g ande,
ali ianãoa
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eu
co ação
en e necido
Fle us
e ige a
pe im,
&
mcejh m
con ola u .
n
,
bubi
Aíhm
e a
na
e dade,
po que
no
úneb e
daquellasl npe iaesExe- up ."
1
'
quias
e a
igual
o
O ado
ao
a gumen o:
mas
não
pode á
e
hoje
*íF m,
po que
o
a gumen o
del as
Exéquias
Reaes
he
ummamcn-
cedeíigual
do
O ado :
icnão ey
e
pa a
a is aze
cabalmen e
a
1
Si
np 0
am
obe a K)
’
e ia
mais
di e e o
aco do
colloca
naqueU:
.
c
Mau oleo
(como
lã
íize ão
os
Egypcios
no
umulo
do
P íncipe.
^
P
,s
)
huma
imagem
muda,
pa a
que
apon ando
pa a
o
luga
daV
Queilas
Reaes
cinzas,
epe ií e
com
eloquen e
ilencio
o
me mo,^
po
ene ação
não
abem
dize
as
ozes
,
nem
po
e pei o
podem
a icula
as
linguas.
As
Mage ades
de un as,
dizia
Te ulliano,
é
huma
no á el
di g aça
i
ic
em
a
e ,
depende em
as
uas
acçoens,
oc
a
g adeza
da
ua
obe ama,
dos
Panegy iílas
que
as
e e em,&
das
ínguas
que
as
acclamão.
E
neíla
ma ena,
al
ez
,
i e ão
melho
io una
os
anãllos,queosReys:
po que
oy
menos
eloquen e
o;
U
ado
dos
Reys,
que
dos
aílãllos.
Mas
eí a
di g aça
não
pode á
,
e
.
a
Mageí ade
da
no lã
Se cniíTima
Rainha,
po que
°
b ado
g
a
~
de
das
uas
Reaes
p e oga i as
baila
pa a
upp i
o
limi ado
de
o-
dosos
Panegy icos,
p incipalmen c
em
quem
endo
azoens
pa a
■
*
emi
nu
“
H ígdbic.
Gloí hic.
cmmüdece
e e en e,
eílá
ob igado
a
alla
ob equio o.
Pa a
p èga
ne as
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Exéquias
ab i
o
li o
das
E c i u as,
6c
na
no c.de
hüma
Rainha
encon ei
no
Capi ulo
13.
de
líaias,
íc
não
p opo cionada
allcgo ia,
que
1ÍI0
e a
impo i el,
alguma
e-
.
melhança,
po que
de cobn
na
Eíc i u a
ao
Sol,
6c
a
Lua
mo os
no
diado euna cimen o.
O
Sol
de un o
com
a
mo e
na u al,
aLua
mo a
de
en imen o
pelo
occaío
do
Sol:
Ob eneb a us
e i
Sol
in
o
,
i o,
&
L na
non
iplendebi in
lumine
i o.
O
Sol
e cu eceo- e,
po que
ealmen e
no
dia
dos
eus
annos
mo eo
o
Sol:
a
Lua
ecliplòuíe
de
mo al.do ,
po que
ao
eu
Sol
io
mo e
e a
o
dia
dos
eus
annos,
O
Sol
mo o,
&
como
al
no
dia
dos
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Íèpul adc,
diz
Hugo, oy
Bal ha a ,
po que
com
e ei o
no
dia
dos
eus
annos
e
epul ou
,
éc
mo eo:
Üb eneb a us
e i
Sohn
o n
iuo,ide i
Rex
ial ha ia
mo a
hs
e
i
in
die
na alis
ui.
A
Lua
eclipíãda
pela
mo e
do
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em
dia
ão
ce¬
leb e,
oy
a
Rainha
lua
e poiã,
po que
ne le
dia
mo eo
à
e icacia
do
en imen o,
po
e
de un o
aquelle
e poíb,aquemcom
o
co-:
ação
ez
en ega
dos
a ec os.:
E
Luna
non
plendebi
in
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i o,
ide i
Regina
uxo
Bal ha a .
E
e
o
e po o
e
íepul
ou
mo o
em
o
dia
dos
eus
annos,
po que
e
lhe
acabou
neíle
dia
alua
ida
:
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e po a,
diz
a
ín e lineal,mo eo
com
al
cxceílb
pelaímgula idade
dado ,
que
depoílas
as
iníignias
de
Rainha,
eeclip ou
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,
po que
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Sol
e
eicu eceo
mo o:
Non
iplendebi
ampl us
Regina
appa ai
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-
giO.
E e
Tex o,
quan o
ao
en idoli e al,
já
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eípo o
de un o,
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epul ado
no
dia
dos
eus
annos
,
ma ou
a
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oy
e po a
daqualle
Rey.
Fal ou
po em
em
o
Rey
emelhan e
ineza,
po que
aindanos
não
coní a
de
nenhum
Rey
mo o
pela
e icacia
da
pena,po
e
mo a
,
ík
epul adaem
o
dia
dos
eus
annos
a
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uaelpoíá.
Só
na
mo ¬
e
da
Se eni ima
Rainha
de
Po ugal
Dona
Ma ia
So ia
I abel,no -
a
Senho a, emos
a
ella
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po que
pelo
en imen o
e
e cu e-
cco
o
Sol
do
eu
e eni imo
e po o,
quando
no
dia
dos
eus
annos,
pela
mo e
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eclip ouaLuada ua
e po a
e eni ima.
Imi ou
o
cípoíb
deíla
Rainha
o
amo
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e po a
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i
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o
e po o
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mo eo
no
dia
dos
annos-
Lá
a
mo e
oy
no
e po o,
6c
a
do
na
e po a
.-aqui
a
mo e oynaeípo a,6cado
no
e poío.
Lá,po que
o
eclip e py
noSol,
oy
ode muyonaLua:
(
9
5
<áqui,
po que
a
Lua
de máyou
,
po
i lb
o
Sol
e
e cu eceò.
ÁíH a
o ão
mu uas
as
e as
na
Eípoía,
Sc
no
E po o,
que
o
E po o icou
e cu ecido,
quando
a
Eípoía
oy
edip adaJ
Como
a
E poíà
he
ame-
adedo
co ação
do
eípoio,
não
podia
no
e po o
ica
o
co ação
in¬
ei o,
pa mdo-íe#a
mo e
da
E po a
o
co ação
do
Eipo o.
Na
Ei-
po a oy
a
mo e
neccílidade
da
na u eza
,
no
E po o
oy
a
mo e
ob igaçãoda
ineza;
po que
e
a
Eípoía
he
a
alma
do
E p.oío
,quem
io
já
mais
apa a e
a
alma,
Òc
ica
ida
O
Eipo o,
6
a
Eípo a,
diz
S.
Ped o
Ch y ologo,
aõ
hum
dous
,
dous
hum
,
ou o
o
Cli y oh
-me mo:
Fe.ci
Deus,u i .homo,
unusdjuoy
duounus,
al e
ip i.
;
S
e
aõ
le ,?5
’
hum
dous,
não
pòde
i e
hum
quando
mo e
o
ou o.
Se
aõ
dous
hum,
não
e
pòde
de ui
a
unidade,pa a
que
hum
pe eça,
6c
o
ou o
exi a.
Se
ao
ou o
o
me mo,
não
e
pòde
deíl ui
a
iden¬
idade,
S
aze
di i o
o
me mo,que
he
in epa a el.
He
logo
o
oc-
ca o
do
E po o
occiden e
da
E poia,
ôc
o
epulch o
da
Eípo a
u¬
mulo
do
E po o,po que
ambos
icãocícu ecidos,quando
qualque
delles
he
o
eclip ado.
No
eclip é
po ém
dei es
dous
A os,
ainda
que
as
e as
o ão
iguaes
em
ambos
os
Plane as,
ponde emos
nos
p incipalmen e
as
omb as
da
Lua,
6c
nellas
e emos
a
co e pon-
dcncianos
de mayosdo
Sol,
po que
ne ieca o icou
o
Sol
mo o,
po que
a
Lua
oy
a-de un a:
Ob eneb a us
e
Sol
in
o u
uo
,
&
Luna
non
plcndebi in
lumine
uo.
A
Lua
no
e mo
da
ua
du ação
em
qua o
e ados:
appa ecc
Lua
no a
co oada
de
ayos:
c eíce
no
luzido
dos
eus
e plando-
es:
enche
oda
a
oda
da
ua
g andeza
com
oíingula
das
uas
p e-
oga i as:
õ
mingua
laílimoíamen e
no
eclip e,aonde
epul a
oda
a
ua
luz,
6c
oda
a
ua
gala.
He
a
luz
nas
Eícn u as
chamada
Rai-
jyi .AlIeg.
ilha
do
Ceo,
diz
Lau e o
:
Luna
Regina
C<ch.
E
huma
Rainha,
que
V
c b-ICeg*
he
do
Ceo,
ainda
que
ambém
o
oilé
da
e a,
con inha
que
i eí e
■
na
e a
as
p op iedades
que
no
Ceo
em
a
Lua
Rainha
dasE el-
las.
Pa a
cho a mos
mais
ama gamen e
p
ecliple
de eReal
A i o,
ponde emos
os
qua o
e ados
que
e e
a o mo a
Lua,que
hoje
e¬
ne amos,
ÔCe e namé e
ene a emos
epul ada
não
an o
no
u-
ne o
dei e
i e
o na o,
quan o
na
exce íi a
magoa
do
noílb
co a-
çaõ
a iigido,6c
no
minguã edos
eus
c plãdo es
e emos
como
o
Sol
em
eclip ado
os
eus
ayos:
Ob eneb a us
e
Sol
in
o u
uo,
c
aa
non plendebi
inlumine uo.
loco-
En ãoappa eceaLuano aemonoiToOnzon e,
quan
^
,
.
,
(ÇmJ
■
1
) c
o aí íè/ço:
^a á
Po ugal
po ^ còoi -ô^ qiíc
bn aSTe
decla¬
ou
ília
RSíhna;
cc
pa a
as
ou as
naçoens
po
obiequio
,
po que
cndolhejá
np
O ien e
íac i icados
-os
a eólos
,
e pe a ão
que
e
a
Lua
no a
as
mm
co oou
,
com
os
ayos
que
ao
depois
lia Hío
de
ahi
da
Lua
no a,
co oa iaõ
aos
eus
Impé ios
,
6c
enaó
i iais. elicidáde
hôs
eiplando es,
que
a
Lua
concedeíle
aobTeus;.do-
ninios,
do
que
e
á
mel a
a
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illuíl aí e
áòs
eus
E
liados
,
po que
os
íbbc audj
e lexos,que
íãhiílem
da
úaíüz,
le íaõ
eiplando es
de
hum
Mona ca
iam
po en o o,
6c
de
huma
Lua
a a
admi a el.
G aças
po em
à
P o idencia
Di ina,
que
pa a
nós
ez
na ee
a
@ l:e
RculAíl o,
6
sò
pa a
nós
p oduzio
em
hum
dia
am
g ande
‘humá
Li a
am'
p òdigio a,
íciido
sò
pa a
a
no la
di a
o
eu
auí i l -
*mo
na eimen ó;
6c
com
ci cunllancias
am
po en o as,
que
sò
pa¬
a
Po ugal
Foy
deílinada
já
do
be ço
eíla
Rainha
Se eni lima.
Foy
,
couíà
no á el,
&
mgula ,
que
as
duas
p imei as
Filhas,
que
a
Im¬
pe ial
Ca ade
Sua'Màgeí ade
concedeo
pa a
os
de po o ios
dos
Mona cas,òia ce lem
ambas
enl
o
mc mo
dia,
bem
que
em
di e os
annos,
6c
em
di e en és
mézcs.
A
Auguíli lima
Empe a iz
na -
ceo
em
6.
de
Jàhei o'de
i6??.
6c
a
noi aSe eni li na
Rainha
na -
ceo
em
6,dcAgoílode
1666.
Ponde emos
os
dias,
logo
epa a¬
emos
nos
annos-
E leaca o
m
e
pa ece,que
namca ece
demyíle-
io.
De
modo
que
as
p imei as
duasP incezas,que
na
Caía
de
Sua
•Mageílade
íe
co oá aõ,
na eendo
em
mezes,
6c
annos
di e en es,
’
con o má aõ- e
nos'dias
pa a
o
nalcimen o
?
E
po que
nam
na eeo
Sua
Mageílade
em
6.
de
Janei o,
mas
em
6.
de
Agoí o?
E
a
Augu¬
íli lima
Empe a iz,
po que
nam
na eeo
em
6
.
de
Agoílo,
mas
em
6.
de
Janei o?
Di ey:
Em
6.
de
janei o
e a
dia
de
Reys,6c
en ão
Bcda
hic.
o aô
es
Reys
ao
P e epio
,
diz
o
Vene a el
Beda,
6c
Rupe o,
Rupe c.
U.
p
0T
^
ue
i
a
J
aquelk
dia
sò
e
inhaõ
de eube o
as
es
pa es
do
mun-
**
*
doj
icaudo
ainda
a
Ame ica
deíconhecidaaos
homens
:
7
es
Mà.»
gí^
è^munài
a es Eu opam^
A iam^
ç
A -icam.
E
como
nam
e e
^
naquelle
dia
pa eo
Rey
da
qua a
pa e
do
mundo,
que
sò
he
o
de
Po ugal,
po
i loSúa
Mageílade
naícco
em
ou o
dia
,
po que
sò
pa a
Po ugal
oy
o
na iihcn o
de
Sua
Mageílade.
A lim
a
deíli-
nou
Deos
pa a
o
ne lb
emedio,que
nam
pe mi io
que
i e le
o
eu
O ien e
èmóü o
dia,
enaõ
naquelle
em
que
na
qua a
pa e
do
níihdò
í é i
Mona ca
pudeííe
e
a
ep e en açam
mais
glo io a.
Em
que
dia
ha ia
de
e
nalcimen o
am
admi a el,
enaò
no
dia
6.

(
*7
)
■
,j
do
Ago o,
em
que
Ped o
na
T ans igu ação
ha ia
de
e
am
g an¬
de
pa e:
A ümpji
Pe m
:
pa a
que
nos
d
é le
a
en ende
o
Ceo,que
Ma h-c.
17,
pa a
£ed o
já
deílina a
deíde
en ão
a
luz,que
ha ia
de
appa ece
.i.
naquelle
dia.
O
Thabo
igni ica
a
Ma ia,
diz
o
no íb
San o
An
o¬
mo
.•
Thabo
Ma iam ígni ica
:
6
c
como
não
ha ia
Ped o
e
a
po ie
^
m
-
*
de
Ma ia
em
6
.
de
Ago o, e
a
P o idencia
le ou
a
Ped o
pa a
e e
i ans
dia:
AJ ump i
Pe m
?
com
dominio
am
obe ano
em
dia
am
ad
-
mi a el,
que
como
íè
de
Ped o
o e
sò
e e
dia,
a
Ped o
como
cou a
p óp ia
pe encia
a
accõmodação
do
dia,
6
c
das
pe lbas
que
nelle
ap-
pa ecé áo:
Faciamus
hic
ia
Abe nacuU
,
ibi
unum^
Moyjiunum
,
&
Vc .4*
EiU
unum
,
endo
pa a
i
ei o
eleição
de
ica
naquelle
mon e
:
Bo-
mme noshicej c
,
po que
sò
no
mon e,
que
e a
Ma ia,
em
6
.
de
Ibukm
'
Ago o
ha ia
de
e
Ped o
a
ua
pe manência
,
deixandónos
na
ua
Real
ucce iaõa
companhia
;
&
com
my e ioem
6
.
de
Ago o
ha ia
de
Ped o
a legu a nos
a
a íi encia:
Hk
ej e
,
po que
ha endo
de
e eolhe
Ped o
meyo
pa a
i e
pe pe uamen e
nos
no íbs
co-
açoens,
p imei o
p ocu ou
a
a li encia
no
dia
22..
de
Junho
,
pe -
endendo
nas
audo as
memó ias
daSe eni íima
Rainha
D.
Ma ia
F anciíca
I abelde
baboya,deixa nos
a uaReal ucce lãónos
u¬
os
que
em
ambos
os
M
ona cas
p ome ião
as
p ima e as
de
an as
lo es.
Mas
e e
bene icio
não
e a a
concedido
ao
dia
22.
de]unho,
em
quem
a
Se eni íima
Rainha
Dona
Ma ia
F anci ca
e e
o
eu
na eimen o;
mas
ao
dia
6
.
de
Ago o
,
po que
sòa
e e
dia
e a a
i memen e
p ome ida
a
a li encia
de
Ped o:
Hic
ej e:
não
a
Ma ia
■
J?^
a
cco
em
22.
de
Junho,
mas
a
Ma ia
em
6
.
de
Ago o,
po que
ona eime-
huma ô i-,
o
do
Sol
sò
e a a
p ome ido
a
e a
Au o a.
A
Ma ia
em
22.de
lha.
Do
c-
Junho
oi
concedida
a
lo
na
al a
do u o^
mas
a
Ma ia
em
6
.
de
Ago o
o ão
concedidas
as
lo es,
&
os
u os.
j
uas
ilha?.
Não
íó
naíceo
Sua
Mage ade
em
6.
de
Ago o
,
po que
e e
dia oy
c peciai
de
Ped o,
mas
ambém
no
anno
de
1666.
po que,
íè-
gundo
a
nolTa
memó ia,
oy
o
mais
celeb e
anno
pa a
as
e pe anças
de
Po ugal.
O
anno
mais
decan ado
nos
de ejos
da
e pe ança
Po -
^
ugueza
íoy
o
de
1666.
po que
ne e
anno
e pe a ão
mui os
Po u-
cí
-
pc
,
guezes
a
indado
Encube ojmas
engana ão- e
no
objeé co
da
e pe-
a a
5
os
Sc-
ança,
po que
e e
anno
não
e a
pa a
i
o
Encube o,
mas
a
Encu-
be a,
po que
ne le
anno
en ol a
nas axasdo
eu
be ço
appa eceo
o
-ncu
ano la
Se enií lma
Lua,
pa a ena ee em
as
no as
e pe anças,cCP
a
"
n
eíuíci a
a
ba onia
dos
no lbs
Mona cas.
Oh
Oh
Lua
admi a el!
Ôc
quan o
cegão
lá
os
eus
ayos
nas
p i¬
mei as
Au o as
da
ua
ida!
Jâ
en ão
o
nollbde ejo
pe cendia,
que
Alemanha
olie
pa a
o
eu
naícimen o
omeíino
que
o
Onenje
he
pa a
a
Au o a:
be ço
pa a
na cc ,
mas
não
luga
pe manen e
pa a
o
Real
Ad o
queemáona cia.
Que íamos
que
lá
i ellem
mui o
embo a
os
annos
da
Lua
o
p ologo,
mas
que
Po ugal
olie
o
hea-,
o
em
quem
i eilea
dia
ep elen açáo
a
Lua.
Foliem
lá
mui o
embo a
os
Onzqn es,
com
an o
que
Po ugal
olie
o
luga
aonde
como
cm
p opno
emi phe io
e
p oduziilem
os
ay
os.
Mas
ay
!
ÔC
que
pouco
pe manen e
que
oy
a
ida
da
Lua
no a
!
A
nollá
en¬
u a
eí e e
no
eu
O ien e,
mas
oy
al
a
nollá
di g aça,
que
pedin¬
do
os
ayos
da
Lua
no a
mais
dila ado
mapa
,
pa a
e
con e a em
no
Sol,
Se
na
Lua
as
luzes,
já
e
elcu ccè áo
as
luzes
do
Sol,
po que
jí
nap
bnihão
os
e plando es,da
Lua
:
Obuneb a m
e
Sol
i
n
o a
J o,
&
Lunanon
plendebi
in.lumine uo
.
Quem
como
Lua
no a
appa eceo
no
be ço
do
eu
O ien e,nos
e lexos ôc
augmen o
dos
eus
ayos,
não
podia
deixa
de e
pa a
a
ua
luz
o
Qua o
c e cen e
dos
ieus
e plando es.
E a
g andeza
e e
Sua
Mage ade
nos
íeus eliciílimos
deípoíb ios
,
di pondo
a
P o idencia
que
em
Po ugal
i eile
Sua
MagedaJé
o
dominio.
Naquella
a al
inundação
em
que
a
di g aça
le a a
a
nau aga
o
noílò
Reyno
na
al a
da
ba onia,
lançou
Po ugal
os
olhos
poi
*
1
oda
Eu opa,pa a
da
condigna
E po a
ao
eu
Mona ca
,
&íõSuaMa-
geíhide
oy
quem
lhe
oubou
os
a e&os
,
pa a
nos
deixa
o
noílb
Se enií imo
Rey
e e nizada
a
ua
memó ia
nos
mul iplicados
u¬
os
da
ua
Real
uccei aõ.
Eíle oy
o
augmen o
com
que
SuaMa-
geílade
co oou
os
e plando es
do
leu
O ien e.
Não
podé
Jo
c e -
ce
as
íingula es
p endas
com
que
eíla
Se eniílima
Senho a
appa e¬
ceo
no
eu
na cimen oi ó
os
eus
de po o ios
lhe
pude ão
augmen-
a
a
ua
g andeza,
po que
communicadas
as
luzes
deíles
dous
obe-
,
a
nos
Plane as,
icou
o
Sol
mais
luzido,
&
a
Lua
mais
e plandccen-
e.
Nam
podia
uni e
a
melho
Eíl ella
o
Sol,
nem
a
Lua
em
ou¬
em
mais
que
no
Sol
podia
e
condigna
uniaõ
da
ua
g andeza.
Nam emnos eusde polò iosqueen eja aLuano a,
cm
as
duas
e plandecen es
E ellasde uasSe enií imas
I mãs,
o
Scep o
de
Alemanha,
&
a
Co oa
de
Ca ella.;
po que
neíle
globo
ubluna
o
âmbi o
da
Co oa
de
Po ugal
he
o
compendio
do
gy o
do
Fi ma*
men o,
& am
dila ado
oj^ cui o
do
eu
Impé io,
que
.começando
^
c
„1
o
S
ol
a
mcdilo
de dc
o
na cimen o,
nam
acaba
a
émp eza
enão
quã*
<lo
m
o e.
Os
de po o ios
dos
ou os
Mona cas
p ome em
a
home¬
nagem
em
Eí ados,
ju ãoas
aíiallagens
em
P o íncias,
&
conce¬
dem
as
obediências
em
Reynos
:
mas
Po ugal
em
odo
o
mundo
concede
as
obediências,
ju aas
aíiallagens,
&
p ome e
a
homena¬
gem
às
íuasRamhas
pela
o una
dos
íeus
de po o ios.
Oh
que
e¬
licidade
pa a
Po ugal
nos
Epi alamios
dei a
Se eni ima
Senho a
!
Mas
oh
que
excedo
de
p e oga i as
e ul à aõ
a
eí a
Senho a
Se-
enidima
pela
uniáodos
eus
Reaes
de po o ios!
Pa eceme
na
e dade,
que
endo
os
demais
glo io os
I mãos,
a
quem
a
na u eza
concedeo
o
Real
íãngue
da
Rainha
noíla
Senho¬
a,
ôc
a
p ecedencia
nos
annos
,
pa eceme
que
endo
naíce
a
eí a
Se enidima
I maa,
admi ados
das
íuas
g andes
p e oga i as,
&
e i»
dos
com
a
excedi a
luz
dos
íeus
ayos,
lhes
ouço
aze
huns
aos
ou¬
os
aquella
pe gun a,com
que
emíemelhan e
ca o e
u pendè ão
os
I mãos
de
ou a
P mceza,
endo-a
na ce
he dei a
do
eu
meímo
langue
:
So o
no l a
pa a
,
d
úbe a
non
habe
:
qi id
aciemus
o o i
no.
Can Ie,c
-**
i am
die
,
quando
alloquenda
e i
?
Que
a emos
a
eí a
noda
I mãa
,
'
8
"
que
ainda
ago a
no
eu
na cimen o
he
am
pequena,
que
apenas
em
appa ecido
como
Au o a
no
leu
O ien e
?
Que
ei as,
&
que
o-
lemnidades
lhe
e áõ
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ua
g andeza,
quando
ie
aquelle
ce¬
leb e
dia,em
o
qual,
já
padãdos
alguns
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pode á
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d e
quando
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,
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quando
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’
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i
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ei
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que
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eí a
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g andeza
e
lhe
não
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dia
em
que
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mas
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dia
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que elhedeí ina.
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I mãos
lhe
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po
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celeb e
ao
eu
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po que
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,
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ou o
dia,
que
uccede á
ao
eu
na cimen o
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Sabem
po que?
diz
Gly
sle io
.•
po que
no
na cimen o
eia
Deos
na ce
P incezajno
dia
po ém
de
que
eadmi aóos
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ha
de
azela
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;
c
á e ni
P
a is
complacen iam
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Regiam,
&
p
on
*
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Ji
Regno.
E
quando
uccede á
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g andeza
a
P inceza
am
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P
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a
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copulanda.
E
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P incezas,
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quando
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,
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ma imonio
copu-
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po que
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de eca oaallego ia.
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20
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quem
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e aP inceza,pa a
quem
Fo am
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Fau os
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humP incipe
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P incipis:
ou
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Simmacho, oy
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:
Filia
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Ducisy
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con o e iaP incipe
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E
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Duque
na
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Foy
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0
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Na
dignidade
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na
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po que
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que
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ne o:
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ex
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g edUen u .
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diz
Glysle io
:
Pe -
,
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c.s
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Ma e
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ao
Fobe-
Can ic. .s.
anonomede
Ma ia
o
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po que
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So ia
que
dize
Sabedo-
Exppí- bl.
i
a>a
Sabedo ia
Foy
a
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alia
o
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de
Ma ia
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que
dize
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de
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que
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y
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,
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,
que
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«b.
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que
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Sac amen os
Sc
ne a.
**
h
*
P inceza
inha
Deos
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có
a
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do
Feu
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da
1
aPo ugal
a
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pa a
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da
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a e¬
nuada
:
£
in
ip a
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gene a ione
,
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e p c a
,
&
i-
^o.DeuDeosae aP incezahúaFecúdidadc am
g an ie,quecomo-
diílemosjlhe
deu
em
Fe e
Sac amen os
Fe e
pa os
j
Sc
a
eíla
Fecun¬
didade,
diz
So omayo ,lhe
ajun ou
Deos
a
idade
de
in a
8c
es
■
g
a(
j
annos,
po que
e a
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dou ina
de
Paulohc
a
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pe Fei a:
In
men-
Ep!ic .c.4.
u am
e a is
pleni dims
Ch i ii-
Bono um
omnium
,
diz
So omayo
.
13
•
copiam
nunquam
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:
a q c
Uú iam,
que
expie a e
p o ici u : e-
So omayo
&
obolem
:
nec
non
e a isin eg i a em,.
E
inalmen e
pa a
a
5
ud
?
cá .
que
nenhuma
ci cu ancia
nos
Fal e,
e a
EFpoFa
Foy
EFpoFa
de
Pe-
J.iXxpoF.i
d o
,
po que
a
Ped o
eFpeciaimen e
Fe
en egou
e a
EFpoFa,
§.Te io,
q
U
c
na
opiniaó
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Foy
a
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:
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es
Pe us&
upe
hanc
pe~
ol.mihi.
adi icabo
Eccle am
meam.
Epo i ib
nam
Fem
my e io
,
diz
8
5
8
*
,
Pl sle iojFeceleb à aõ
em
diado
EFpi i o
San o
os
Epi alamios
^
,c,x
’
deíU
E
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pa a
que
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dia,
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e e
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Pad e,
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Ped o,,8c
da oaE po aaquella
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angos
i
^
^
lhos,
quan os
en aõ
na ce ao
a
Ig eja
Ca hohca
.
u
{ica o-
8Can
'-
-**
Pe usApo iolo um
P inceps
palam
Di m
e bi
e
exhibm
p
Expo
em+unlcme
ijus
<&diea ione
y
a q. ie
inms
exubens
exp e ione
an a
«Bcneiom c
Eccleíiaçeni a
cL oe i
idelmm
p oles
.
Nem
os
pa eça
imp opi a
ol.i nhi
a
allego ia
dos
deipo o ios
e pi i uaes
de
Ped o
com
a
Ig eja
,
aos
de no b ios
do
nolVo
Mona ca
com.
a
Se eniíTima
Rainha
;
po que
dei es
lb
hou e
e e
ilhos,
8c
daquelles
o aõjos
ilhos
ínnume a-
eis:
pois
na a e
daE cn u a
os
pa os
exp eílos
no
nume o
de
ie-
e
equi alem
a
in ini os
ilhos
,.como e eno
capi u
o
egundodo
n imei o
li o
dos
Reys,
po que
dizendo
a
no la
Vulga a,que
e-
aó
mui os,
ÕC
in ini os
os
pa os
de
Anna:
Donec
ie U s
pepen
pl*-
'
•
dizem
os
Se en a,
que
os
pa os
de
Anna
o aõ
lo
e e:
Donec
Vide
-
Mcn
.
(I
lis
e en
ep em.
E
humaPnncezacom
allego ia am
p opna^a
donçam
noíla
Se em limaRainha,
nos
eus
deipo o ios
em
oda
a
lua
g ã-
Rcg
om. í
deza,
po qos
eus
de po o ios
o aó
aquelles,que
ao
eu
na cimen o,
acumulá aó
os
ay
os
com
que
e plandeceo
eíla
e molií imaLua
:
Quid
acimus
i o i
no l s
m
Me
qnando
alloq ienâa
e i
l
Aí imhe,Se eni imaRainha,8cSenho ano la.
a iimhe
:
o
O ien e
de
V.Maae ade oy
pequena
es e a
pa a
Lua
am
obe-
ana,
c
u o
C
eo.pS-a amadm.m el
Sol.e ci o
mapa
pa a
A o,
aóma a ilho o.
Foy
Au o a
que
p ogno icou
an a
g andeza.
No
O ien e
na eeo
V
Mage ade
ilhade^P
e
,
ado
“^
e
B
^
de
Duques,
de
Ma quezes.
de
Condes,.deVi condes,
&
deBa
°
e
?-
mas
na eendo
ilha
de
an os
P íncipes,
nenhum
P mape
na ceoh-
lho
de
V.
Mage ade.
Sóe a
o una
e
e e ou
pa a.
os
delpol-
ios,
ena eendoV.Mage ade
Máyde
R
eys,
l
eno
n
a cimen o oy
ilhadeP incipes.
G ande
o una
hena ee
ilha
de
Reys.masne
mayo
a
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de
quem
pelos
eus
dc po onos
em
aos
Reys
p
eus
ilhos.
Mais
illu ehe
pa a
V.
Mage ade
aDe cendencia,q
a
A cendencia,
po que
e
a
A cendencia.a
ez
a
V.
Magç adc-n
*
aDe cendencia
acon i uío
aY.
Mage ade
May.
G ande
he
e
o
anguedos
Reys,
mas
mayo
hon a
he
da
aos.Rey^
‘
‘
gue.
Cla .io j
dií e
S.
Ped oDamião
allandode
ou
*^"
*
io
p o eElo
j íi
p o
A o m
i uhs
,
,
ed
incompa abib e
c
4
>
o í a e
p olis
.
Filia
iq idem
Regnm
y
ed
Aía e
Regis-
Ycus
de
Reys
he ingula
b azão
pa a
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JXazao
mais
glo
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de eendea esj
mas
ade cendencia
dos
Reys
hc
biazao
S
^

ôi.
e. i.
y.x.
Ibidem.
Mac h.
c.
y.
3
i
.
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2
2
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u
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R
eys
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dos
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No ey
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mui o,
que
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P o e a
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allando
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ua
ce-
leb e
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quem
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do
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mundo
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mayo
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de
Po ugal,
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os
eusReaes
de po o ios,
que
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S.
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1
1
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1
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que
a o
le á
o
Reyno
domundo,
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quem
com
o
empo
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j
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>
•
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Senho a.
Êa a
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'
Ía
o
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Quinas
de
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m-^ n
™
i h"“T'“decmcojpo que
,
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gene oíos
ilhos
igualmen e
cho amos
i
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mo o,
que
ado amos
a
qua o
i os.
E a
he
a
no sa
emnde
di ida
a
Rainha
nolsa
Senho a:
8c
nam
hc
meno
a
ob igaç ó
que
os
ou osRey
nos
o a
de
Po ugal
de em
a
e aSenho a
Se end i!
na,
pois
lhes
deixou
duas
E dlas.com
quem
podem
e mal â
as
Tuas
uas
Co oas,ju a
dolhes
como
a
Rainhas
a
obediência,pa a
na
a sal-
lagem
a
an a
íòbe ania
pode em
e e niza
a
lua
di a
A
glo ia
dos
Reys
nam
e iá
na
ecundidade
dos
íilhos,
e iá
im
na
ecundidade
dos
ilhos
pa a
e em
Reys
depois
dos
Pays.
Te em
os
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i¬
lhos,
S
pa a
os
íilhos
nam
e em
os
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Reynos,
nem
he
pa a
os
Reynos
en u a
,
nem
pa a
os
Reys
hé
o una.
Po
i so
oslegundosde po o iosnam
co iumaò
ie
pa a
as
Rainhas
mui o
elices,
po que
commumen e al aò
os
Reynos
aos
ilhos
dos
deí-
po o ios
íegundos.
Te em
po em
as
Rainhas
ilhos
quehaõ
de
e
Reys,
S
ilhas
que
in aiii elmen e
e âõ
Rainhas,
e sa
he
a o u¬
nados
de po o ios
Reaes.
S.
Mage iade
nos
eus
p imei os
de po-
o ios
e e
as
egundas
o
das
do
no so
g ande
Mona ca
,
mas
íèndo
asíegundas
o ão am
en u o as,
que
pa a
o
no so
Reyno
íè
ó
pa a
os
eus
ilhos,
oy
S.
Mage iade
a
que
ao
no ib
Reyno
deu
a
ba¬
onia
dos
noí os
P incipes.
A
Rainha
no ia
Senho a
oy
a
edem-
pção
do
noiío
Scep o,
a
i meza
da
noí a
Co oa
,
ôc
o
epa o
da
nolla
uína,
po que
ó
Sua
Mage iade
acabou
a
e enlidade
pa a
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no sos
P íncipes,
dandonos
he dei os
pa a
o
no so
Reyno.
Nam
aõ
os
ilhos
os
que
azem
ecundos
aos
pays
j
os
ilhos
que
hão
de
eyna ,
aõ
os
que
ázem
aos
pays
ecundos.
Hum
Rey
com
mui¬
os
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em
nenhum
lhe
pode
uccede
no
Reyno,
com
oda
a
ua
ecüdidade
ainda
hee e il,po q
a ecundidade
dos
Reys
naõhe
an o
em
o dem
aos
ilhos
,
quan o
em
o dem
aos
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pode em
.
e
Reys.
Só
S.
Mage iade
oy
Rainha
ecundií ima
pa a
Po u¬
gal,
S
pa a
odo
o
mundo,
po que
pa a
o
mundo,
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pa a
Po ugal
deixou
Rainhas,
S
deixou
Reys.
Heíingula iííimaaoppoíição
do
Tex o
de
Je emias
no
capi¬
ulo
Zz.
com
o
Tex o
de
S.
Ma hcus
no
capi ulo
i
.
IL c c e
,
diz
Dcos
a
Je emias,
e c e e,pa a
que
odo
o
mundo
iaiba
,
quejecp-
nias,ouJoakim
,que udoheo
me ino,hehomeme ie il
,
&
clI
H
,
l
ucce são,
po que
eu
não
que o
que
enha
ilhos:
Scnbe
u n
ijh
,
ienlem^
nec
enim
e i
de
emine
ejus i .
Podem
ha e
pala as
mais
•
exp e sas
donde
con ie,
que
não
e e
ilhos
Jeconias
Não
aspòde
ha e .
O aleamosaS.
Ma heus
no
capi ulo
i.
lechonüis
genui
Sa-
Ma h.c.i.
U hiel
,
Sala hielau em
genui
Zo obabd.
Jeconias,dizS.
Ma heus,
e e
y.h.
po
ilho
a
Sala hiel,
S
Zo obabel
oy
ne o
de
Jeconias,S
de ie
ue-
OjS
ilho
deíc e eS.
Ma heus
hu
ma
ge ação
am
copio e
»
^ eS.
Jo eph.
e e e
no e
de eenden es,
odos.ne os,
a
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eco
.
Jc cm.ubi
íap .
X
J
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Je onias.
Cla amen e
e
yèaoppoíiçãodoE angeli iacom
o
P o¬
e a
:
po que
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Jeconias oy
e cnl
,
he
cc oque
não
e e
ilhos:
é
e e
ilhos,
he
ce o
que
não
oy
cl ei
il.
Logo
como
podia
íè
e ie il
quem
e e
an os
ilhos,
Ò
an os
ne os
?
Foy
e ie il
e ie
Rey,
po que
endo
ne os,
&
ilhos,
pa a
os
ilhos,
S
pa a
os
ne os
al ou
o
Reyno,
po que
nenhum
ne o,
o
u
ilho
de
Jeconias
empu¬
nhou
O
Scep o.:
Nccemmen
de
emmeejus
i
,
qui
idea
upe
o-
Uum
Da id
,
&
po e ia em
habea
ul a
m
ada.
E
como
a
ecundidade
dos
Reys
he
mais
pa a
o
h ono,
que
pa a
os
ilhos,
po
i so
oy-e c-
il
hum
Rey,
que
e e
ilhos,
S
não
e e
h ono:
Scnbe
i um
i/}*
ie ilem.
Só
a
Rainha
no sa
Senho a
e e
e ia
elicidade
,
po que
dandonos
an os
P incipes,igualmen e
lhes
deixou
o
Rcynonapa-
ia,
que ó a
da
pa ia
o
domínio,
an o
mais
ambicio ainen e
pe -
endido,
quan o
mais
as
uas
he oicas
p endasie
azem
ob equio a-
inen e
deíejadas.
Mas
ay
!
que
du ou
pouco
a
Au ho a
de
an a
<
di a
!
pois
ao
empo
em
que
nos
Plane as
de
eus
Se eni limos
Fi¬
lhos,
S
nos
ayos
do
eu
p ecla i limo
E po o
p ome ião
mayo
du¬
ação
os
eus
Reaes
e plando es,não
iòie
e cu eceo
como
Lua
no¬
a,
mas
ambém
e
eclip ou
no
Qua o
c e cé e
das
uas
luzes;
S
o
E po o
e
e cu eceo
como
Sol
^
pois
padeceo
huma
omb a
am
inhumana
a
Lua
no
eu
Qua o
c elcen e:
Ob enebm us
e i
Sclin
o i
/uoy
&
Lunanon
plendebi
in
lumine uo.
Nam
pa ou
a
Lua
no
Qua o
c e cen edos
eus
de po o ios
,
mas
delle
ubio
ao
e ado
de
Lua
chea
nas
uas
g andes
i udes.
O
*
enche
a
Lua
ao
eu
lumino o
gy o,he
po que
en ão
em
em
íí’
o¬
da
amageíhdedos eus
ayos,
apa ando- e
do
Sol
na
di iancia
de
cen o,
Sc
oi en a
g aos.
Sua
Mage adc
pa a
le
Lua
mais
obe a-
na,
qua i
pela
meíma
di iancia
pa a
e
Lua
chea,
eyo
de
am
longe
pa a
íc
uni
ao
íeu
Se eniíli no
E po o,
em
cuja
p e ença
in enden-
doíelhe
os
ayos
,
as
i udes
a
izel em
Lua
chea
de
odas
as
pe eigoens.
As
admi á eis
aeçoensde
S.
Mage ade
na
i mhan-
ça
do
Sol
a
ize ao
Lua
chea
de. e plando es,
po que
o aó
he oicas
as
uas
i udes.
E endeo- epelo
eu
Impé io
a ama
das
uas
ex-
cellen
cms,o
aonde
não
chegou
a uaReal
p e ença,
lá e
ou i ão
,os
cccosda
íua
glo ia.
Todo
o
mundo
oy
o
hea o
das
uas
ac-
çoens,
po que
a
odo
o
mundo
chegou
a
no icia
da
lua
uiedade
Aí
Vi udes
de
S-Mage ade
oú
e
podem
con ide a
em
o dem
ao
amo
de
üeos,
ou
ao
amo
do
p oximo.-
&
em
qualque
de es
dous
objc os
obje os
aonde
cdn ide emos^as uas^ i ude^ oy ^p ehc oicp^o.
eu
amo .
Diícu
emo.s
p imei o
o
amo
de
Deos,&dep
a emos
pelo
amo
do
p oximo.
c
Com
as
lag imas
nos
olhos
endo
S.
Mage ade
aos
íeus
Se
-
(imos
ilhos
ni imandolhes
o
amo
deDeos,cu umayadize ,que
e
uas
Al ezas
na cè aõ
pa a
oí ende
a
bondade
Di ina
,
pedia
ao
me mo
Senho
q
aí im
como
lhe
ez
ame ce
de
lhos
da
pa a
o
bem
uni e aí
deíle
Rey
no,
aí im
lhe
ize le
a
g aça
de
os
le a
pa a
li
an¬
es
eme
o
pude iem
oí ende .
Oh
pala as
dignas
de
mayo
lamina,
que
a
minha
oz
1
Oh
Lua
cheyade
oda
a
San idade
l
em
quem
o
amo
de
Deos
p e aleceo
ao
amo
dos
me mos
ilhos,
Sc
do
meímo
Re no
]
Oh
Rainha
admi a el!
em
quem
o
amo
de
Deos
p e a¬
leceo
às
impo âncias
da
Co oa,
Sc
ás
con eniências
dos
ilhos!
Oh
en o a
P inceza!
cm
quem
a
ida
dos
ilhos
oy
id ima
ao
amo -
de
Deos!
A
mayo
di g aça
dos
Reys
he,
e em
o
eu
co açaõ
na
maõ
de
Deos:
Co
Regis
m
manu
Domim,
8c
naò
egula em
os
Reys
P o e b<
pela
mão
de
Deos
ao
eu
co ação,
p e alecendo
nelíes
ao
amo
de
xu
Deos
o
amo
dos
ilhos.
S.Mageílade
oy
a
exceiçaó
de a
eg a,
po que
mais
que
aos
ilhos
amou
a
Deos
S.
Mageilade.
Amou-os
com
hum
aó
g ande
amo
,
que
cada
hum
dos
noilos
P íncipes
e a
o
eu
co açaõ,&
a
ua
ida:
mas
abo ecíamos
com
ão
íag ada
impie¬
dade,que
po
amo
de
Deos
mo ou
queabo ecia
aosP incipes,
po que
lhes
de eja a
a
mo e, e
com
a
ua
ida
ou eíTe
de e Deos
o
o endido.
Amou
aDcos
S.Mageílade
como
Deos
que
íe ama^o,
po que
po
amo
de
Deos
chegou
a
moíl a
,
que
abo ecia
ao
Que o,
diz
Ch iílo,que
odo
o
ilho
abo eça
a
ua
mãy,
&
oda
a
mãy
abo eça
ao
eu
ilho:
que
e
naõ
ize
aí im,nao
me
pode
c
ê
iul
*
ou
eia
ilho,
ou
eia
Mãy:
Si
yms em
aà
me,
&
non
odi pa em
,
Luc*
ca
?
em,
& il os
,nonpo ej}
meus
ej e
Di cipyJus.
Eíle
Tex o
he
hum
1
4
,
Y,i
mais
dií icul o os,
que
em
oda
aEíc i u a
Sag ada,
po que
o
a
mãy
em
hum
p ecei o
na u al,
que
a
ob iga
a
ama
a
eu
ilho,
odo
o
ilho
em
o
me mo
p ecei o
pa a
ama
a
ua
mãy:
&
a
S
o a
’
egundo
a
dou ina
de
Ch i io,
amãy,
&
o
ilho
em
hum
p ece
no
di ino
pa a
abo ece em
o
me moque
eílaõ
ob igados
**
n)
*
^
w
a
p ecei os
Di inos
nao
encon ão
os
na u aes.
Ama
po
?
YQ
^
C
ao
mãy
ao
ilho,
6c
o
ilho
à
mãy,
Sc
po
p ecei o
ab<
l
ec
^
■
a
al
/
‘ac*
ilho,
Sc
o
ilhoà
mãy,
he
impoí i el:
pois
como
íe
jun a-
C
3
2
]
C uen o,
&
inc uen o,
po que
em
o dem
a
eílesdous
Sac i ícios
oy
o
Sace dócio
deClmí o.
G ande
myíle io
!
No
me mo
dia
Rey
,
lac amen ado,
mo o,
6c
íèpul ado?
udo
unido
udo
con¬
o me
!
Sim:
po q
unida
a
epul u a
á
Eucha iília
,
unia
o
epulch o
ao
Sac amen o,
o
qual
diz
o
Alapide
oy
a
T ans igu açaô
ie
Ch i-
S
^Conc
o*
-i °
:
Ch ijhis
m
Eucha ijha
ans igu a i
idc u ^
an ub an iauo
enimeji
na .
Joan.i.
qm iacciden ium
ans igu a io,
E
comoodiadaEpiphania oy
o
dia
oi.9*
da
Eíl ella:
adimusjielUm
e ajuílo
que
no
dia
da
Eíl ella
e
con i-
Ma h.cap.
b aile
0
Occaíò
de
hum
Rey,
que
á
T ans igu açaô
ha iade
uni
o
epulch o.
Ao
na cimen ò
do
Rey
e
une
a
T ans igu açaô,
6c
a
epul u a
,
po que
pa ece
não
pode
ha e
pa a
os
Reys
melho
El ella
,
que
uni
a
epul u a
,
6c
a
T ans igu açaô'
ao
eu
na -
ci
men o.
Eile
dia
que
en e
o
naíce ,
8c
íèpul a
de
S.
Mageílade
coníe -
ou
adiílancia
de
in a
6c
esannos,
e e
p e ença
aó
admi a el*
q
o
na ee
que
já
inha
ido,
eunio
ao
epulch o
que
ainda
ha ia
de
íe :
6c
o
epulch o,
que
ha ia
de e ,umo c
ao
na cimen ò
que
já
■
p&lm.
i**
inha ido.
Hum
dia
,
dizia
Da id,
alia
com
ou o
dia
:
Diesdiei
.K.
j iíla
e bum.
Já
edes
a
implicaçaó:
po que
pa a
dous
alla em,
ambos
de
dous
coexií em,
ÔC
quando
hum
dia
chega,
já
o
ou o
oy:
logo
não
podem
alla .
Sim
podem,
diz
Agoílinho;
po que
eí es
dous
dias
que alláo,
íàõ
o
dia
do
na cimen ò,
6c
da
epul u a
de
Ch i-
&ug.Sc m.
o
:DiesNa i da ulocjni u dieipa lionis.
Comopòdeíe ,
Agoílinho,
•js
mNa .D?
e dadei a
cila
p opo ição?
A
lepul u a
oy
in a
6c
es
annos
de-
ouic
ii
dc
pois
do
na cimen ò,
6c
o
na cimen ò
in a
6c
es
annos
an es
da
e-
’
puku a:pois
como
euniVap,6c
como
alla ão?
Sabeis
como?
Unin-
do e
o
que
ha ia
de
e
in a
6c
es
annos
depois,
ao
que
inha
ido
in a
6c
es
annos
an es,
po que
não
he
no idade
nos
Reys
o
na -
ci
men o
que
oy,uni e
á
epul u a
que
e a,
6c
a
epul u a
que e á,
imn e
ao
na cimen ò,
que
oy.
E les
dous
dias
euni aó,
po que
he
p i
ilegio
dos
Reys
que
mo em
de
in a
6c
es
annos,
aze em
p e en es
o
dia
em
que
na eem,
6c
o
dia
em
que
e
epul ão.
Na ceo
S.
Mageílade
em
eis,
6c
em
eis
jun amen e
e epul ou
,
po que
como
mo eo
de
in a
6c
es
annos,
no,
Reys,
que
mo em
a iim,
hecoílume alla em
eílesdous
dias
com
al
p opo ção,que
ambos
e
unem,
pa a
que
ambos
di eo am
:
Diesdiei
e xi a
e bum,
Mas
e
S.
Mageílade
e
cpul
a
em
íeis,
que
he
o
dia
em
que
na ¬
ceo,
como
mo e
em
qua o
?
N
ão
edes
que
o
dia
eis
inha
ido
ícu
pelo
q u
em
m

C
33
J
pclò
na cimen o,
Sc
náo
inha
lido
léu
po
qualque
ucce lb
odia
qua o.
Pois
mo a
em
qua o
,6c
náo
em
leis,
po que
quem
cm
cb ode
^
íeis
hade
e
o
epulch o
que
náo
he
eu,
he
bem
que
mo a
em
qua¬
o,
pa a
e
em
dia
que
náo
he
íèu,
a
mo e,
como
ícnáo
o a
íua.
G e
g.
^iíl.
S.
G e^o io
N
ílVeno
a i mou
que
Ch ii o
mo e a
no
dia
24.
o a .
&
u
de
Ma ço
Aquando
e
ac amen ou,
p e enindo,
6c
an icipando
a
^k. e^
1
ao e,
que
ha ia
de
e
em
o
dia
25*.
Sic
que
conj a p a eni c
mo n
m
^
^
i am,
inam
po inâieJcUice
die
V ne is
udai
in
C uce
ip i
iji nh e
eYan
^
illa u i.
Mas
e
Chni o
e
hade
epul a
na
Sei a
ei a
que
hamie
ie
2
y.
pa a
que
eamicipaa
mo e
na
quin a
ei a,
queiaó
2
4
?
Di ei:
Nos2íV
oy
o-dia
dosannos
de
Chni o,
po que
em
2
y
.
de
Ma ço
enca nou
o
V
e bo
i
6c
dei e
dia,
diz
Albe o
Magno,
e
lhe
de em
p incipia
a
con a
os
annos
a
Chni o
:
a ius
incipi
Deo
i e e
à
die
/Lc
concep onis
,
malas
amem
adie
na i ka is
h
num
dum
,
qma olum
Albe .Mag.
mundonA use i.
Chní onodiadosannos,q oyaos
2
y.
ha iade e
o
de.Laud.
epulch o
emhüa
epul u a
que
náo
e a
íua-
:
Po m illud
o ephin
^j
h>ca?
.
monumen o
uo.
E
quem
no
dia
dos
annos
ha
de
e
a
epul u a,
que
Y 6
’
0
.
náoheiüa
,
he
bem
que
no
dia
an es
enha
a
u
a
mo e,
pa a
que
mo a
em
dia
que
náo
he
eu,
como
e
a
mo e
náo
oíle
ua.
Demais,
que
endo
S.Mage ade
nos
p i ilégios
Au o a,
a
Au o a
em
a
p e oga i a
demo e
an es
dos
annos,
6c
no
dia
dos
annos
e
o
en e o."
Mo e
an es
dos
annos
a
Au o a,
po que
e
o
Sol
hê-quem
az
os
annos,
an es
que
o
Sol
chegue,
a
Au o a
mo e.
Tem
po ém
no
dia
dos
annos
o
en e o,
po que
íeíepul a
no
dia
em
que
o
Sol
p incipia
o
gy
o
dos
annos.
É
e
S
.Mageílade
oy
a
Adi
o*
m,
quenonoí o
Emíiphenoannunciouona cimen o
do
Sol,
como
náo
ha iadeexpe imen a
an es
dosannos
a
mo e,
pa a
e
nodia
dosannos
a
umba
.
?
A
Au o a
he
máy
do
Sol,
Sc
o
Sol
he
ilho
da
Au o a.-
mas
a
máy
como
Au o a
mo e
depois,
po que
na
noy e
p ecedeoà
Au o a
a
mo e
do
Sol:
6c
o
Sol
como
ilho
mo e
p i¬
mei o,
po que
o
epulch o
do
Sol
na
noy e
cho a
na
mad ugada
a
Au o a.
Juí oe a
que
o
P íncipe
como
hlho
mo ei)
e
p imei o
que
a
Máy
como
Sol,6ca
Máy
como
Au o a
mo cí e
depois,
pa a
que
o
Sol
deixando
no
dia
dos
annos
o
epulch o,pe mi iiTc
á
Máy
como
Au o a
e
nelle
o
depo i o.
j
O
Sol,6c
a
Luaquádo
pa a5,coí umaó
pa a
no
me mo
higai.
*.
H
abac.cap.
&
Lma
ie e un
in
babi aculo
uo.
Eíe
o
Filho
como
Sol
ni
?
},ÍI
’
ado
no
luga
do
epulch o
p imei o
que
a
Máy,pa ando
ao
.
C
P^
‘
Jòan.cap.i<
Y.&
Ma cli.cap.
*7
-5*
Lucjecap.9
y.i8.
A
ba alha
dclReyD.Se-
baíHáo
oy
2
4-ck
Agoí o
May
como
Lua,
não
podiaó
ambos
e
ome mo
luga
,
íc
o
ilho
naó
d ixa e
o
umulo
,pa a
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máy
e
o
en e o.
Joaó
chegando
p imei o
que
Ped o
à
co a,
ao
depois
quando
eyo
Ped o
deulhe
)
Joaó
a
p e e encia
pa a
en a
na
epul u a:
Fem
e go
Simon
Pe ns
equens
eum>d
i oi i
in
monume num.
E
e
em
Joaó
he
na i o
eí e
oblequio:
como
o
P incipe
D
Joaõ
naó
da ia
a
ua
be enilíima
May
a
p imazia,
pa a
q
S.
Mageí ade
i eíle
no
umulo
a
p e e encia?
O
golpe
que
a
mo e
inhumanamen e
deu
nó
P incipe
em
17.
deSe-
p emb ojonze
annos
p imei o
que
na
Se enií ima
Rainha
emp e-
gaíle
o
i o,
mo almen e
e io
à
May
que
e a a
i a.
O
ilho
dc-
íun o
onze
annos
depois
,
ambém
íe
laí imou
pela
em azaó
da
mo e
:
Sc
íe
pa a
nós
mo eo
o
ilho
an os
annos
p imei o,
ago a
pa a
ac e cen a
anoíla
di g aça,
ena ee
das
me mas
cinzas,
pa a
o na
a
mo e
po
i cn imen o
no
dia
em
q
a
May
c
íèpul a
mo a.
E
è
a
máy
mo eo
em
qua o,
endo
na cido
em
leis,
o
ilho
deixou
oíepulch o
cm
íeis
,
endo
na eido
em
in a,
pa aq
no
ilho
i eíle
a
máy
a
mo e
110
dia
dos
annos,
Se
o
ilho
no
dia
dos
annos
da
mãy
o naíle
a
mo e
à
o ça
do
en imen o.
No
dia
da
T ans igu açaó
e
io
a©
P incipe
Moy es
deixa
o
epulch o
E
ecce
appa ue un
Moy es,
&Elias:
deixe
logo
no
meímo
dia
o
P incipe
D.Joaóaco a,
pa a
que
o
dia
6.
de
Ago o
em
que
na
T ans igu açaó
e
a iou
.
de
huma
mo e
aõ en ida:
Diceban
excej um
ej s
,
e
p opo cione
a
ou o
dia
do
me mo
myí e io,aonde
ha
de
e
en ida
hüa
mo e
aô
deíã ezoada;
S
pa a
que
não
al e
ci cun ancia,
deixe
o
P incipe
D.Joaò
o
umulo,
jà
que
Moy esncíle
dia
deixou
o
epulch o.
Di idioS.
Mageí ade
o
dia
damo e
dodia
dos
annos,
po que
ecom
os
annos
inha
hon ado
ao
dia
leis,
ago a
quiz
hon a
coma
ua
mo e
o
dia
qua o.
Mas
ay!
que
podendo
e
ou o
qualque
dia,odiadeí eOcca o, oy
o
dia
qua o
de
Agoílo
o
dia
dei e
ecli-
p e!
Eí á
a
mo e
de
po ie
de
aze
in auí o
pa a
Po ugal
a
eí e
dia,
.
Sepa a
nao
pe de
ao
eu
di ei o
,
eem
qua o
de
Agoílo
i ou
o
i
eu
elogio
nos
campos
de
Á ica
pa a
acaba
a
ida
de
hum
Rey
.
Po ugucz;
no
me mo
dia
applicou
em
Lisboa
a
ua
ouce,
pa a
co ¬
a
a
icia
de
hüa
Rainha
de
Po ugal.
Gen o
Se
in e
Sc
oi o
annos
cí e e
a
mo e
apon ando
eí e
i o,
pa a
de pedi
do
eu
a co
com
mayo
impul o
eí a
e a,
julgando
e
con enien e
i a
a
Po ugal
huma
Rainha,
no
me mo
dia
em
que
i ou
hu n
Rey
a
Po ugal:
ou
po que
a
pe da
e a
igual,
ou
po que
o
golpe
e a
mayo ;
Sepa a
que
que
em
udo
o lem
p opo cionados
os ucce íb
'
*
Nci edia
Fa ia
no
mdino
dia
i e lem
ci as
duas
mo es
a
lua
i
ep e
e
ç
•
,-p
Epi .na ida
qua o
de
Ago o,
ha
cen o
Sc
in e
oy
o
annos
,
queem
dclRe,
d.Sc-
cho ou
engue
o
Ceoi&de deod.aqua ode
Api o
a e
e ahom,
^
hajà
hum
mez
con inuo,
que
as
pedVa^em
L sboa
e ao
cho ando
o
langue
doco açaó,
po que
a
melho
Ped a
dePoi ugal
o»
1
“da
inllan e
dei e
mez
e
e à
des azendo
em
o en es
de
agua,
paia
en .
condignamen e
a
húa
al
mo e
A
ped a
do
de e o,
a
penas
mo eo
Mana
em
Cadés
,
logo
e
des ez
em
a
gua
no
melmo
uga
aonde
Ma ia
mo eo:
Mon ae iib
Mma.
E« ej m
u pj-
Numc .
cap.
Rm
,.
&
a
Ped ada
no laCo e
de e eo e
em
lag imas,
po que
com
a. -n.
a
mo e
de
Ma ia
icou
o
eu
Palacio
de e o.
Mana
quando
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„„;
j,
j,
,i
c
cen o
S
in e
annos,
cho a ão
as
ped as
a
lua
mo e,
endo
Mhaidadc
aó
longe:
S
como
não
cho T /a
Ped a
de
Po u-
cnlamo cdcMi ià
na
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de
in a
Sc
es
annos,
aonde
alua
ida oy
an o
mais
cu amen e
medida,
quan o
mais
b e emen e
co ada
?
A
ci cun ancia
do
en imen o
das
ped as
na
mo e
de
■
Ma ia
o
e
a ua
mo e
em
Cadés
,
que
e
in e p e a
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CaAcs
mLuc
:
Seque
Mana
e
muda le,
pa a
que
em nn a
Sc
no e
annos
de
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i e lé
m empe uolamen e
a ua
mo e,
he e-w*
alidade
ão
g ande
pa a
o
en imen o
da
ua
pe da,
que
a e
as
ped as
cho ão
po
en imen o
o
eu
Occa o!
Que
Manadeixa le
oEgyp o
pa a
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muda
pa a
Cadés!
Que
S.
Mage ade
de.xalk
Alemanha
L a
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muda
pa a
Po ugal
;
Sc
que
in a
&
no e
annos
de
mu¬
dança
ba
alVe
pa a
ma a
em
Cadés
a
Mana
!
&
e ea lamen e
dqz
annos
de
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de lem
em
Po ugal
a
S.
Mage ack
ac
e
cila
he
a
a a,
que
e e
a
Ped
a
Ped o,
pa a
cho a
a
mo e
de
Mana
na
ua
mudança
;pois
e pe ando
que
a
mudança
a
e ei
mza le
cm
ugal
em
mais
longa
ida,
a
mudança
a
a eba ou
pa a
ao
b e e
mo e.
Oh
dia
une o
pa a
Ma ia
que
mo e,
po que
iemudou.
pa a
Ped o,que
de ejando
muda -íe
pa a
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en e a
i o
com
iViai
i
mo a,
po
mais
q
Ped o
e
quei a
ma a ,
naópòde
Ped o
moii
.
Nodiade a
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expe imen amos
es
golpes
eml
em
Á ica
pa a
a
ida
delRcy
D.
Seba iao,
ou o
em
Lisboa
pa
idadaSe
P
eni imaRainhaD.Ma .ia,¶o en ime^don
)
l
i
,
ee êni imoRey
ou o.
E eslançadas
cm.
™
°^“^
<J
as,Sc
'
ió
dia,
po que
enaó
eí aga a
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alma
paia
a
do
de
a
P
eX
p
e
i-
pa a
ojuílo
en imen o
de
golpes
ao
pene an
ê
inen a^
men a amos
,
que
no
diã
da
mo e
das
Rainhas
no iaõ
as
Rai¬
nhas,
ÔC
ica ão
os
Reys:
mas
neí e
dia
,
a
peza
dano la
do ,
mo ¬
em
os
Reys,
Ôc
mais
as
Rainhas.
As
Rainhas
mo em,
po que
aca-
baõ;
os
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mo em,
po que
e
noagoaõ.
Huma
ida
co ada
an o
em
lo
!
hüa
ida
na
p ima e a
aõ
i anamen e
co ada
,
igual¬
men e
he
mo e
do
E po o,que
da
E po a.
An es
naõ
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an o
'mo ¬
e
pa a
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E po a
que
mo e,
como
he
mo e
pa a
o
E po o
que
ica
em
a
E poía.
A
E po a
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,
po q
enece,
mas
a
ua
mo e
mais
he
pa a
o
E poib
que
ica,
po q
pa a
a
do
do
E po o,
ó
co u
ma
e
a
mo e
da
Eípo a.
Cho a a
Jacob
a
mo e
de
Rachel,
6c
cho a a
a ilm.-
Mihi
e úm
Gen
cap
48.
q
H
anào
emebam
de
Me opo amia
,
mo ua
e i
Rachel.
Pa a
mim,
-
7
*
dizia
Jacob,mo eoiRachel.
Pa a
mim?
no á el
modode alla !
Pa a
íi
he
que
ha ia
de
dizS-
Jacob
que
mo è a
Rachel,
po que
Rachel
oy
a
que
mp eo.
Pois
como
não
diz
que
Rachel
mo è a
pa a
R
achel,
mas
que
Rachel
mo è a
pa a
Jacob:
Mihi
mo ua
eji
?
Bem
e
decla a
o
Pa ia ca:
po que
diz,
que
Rachel
lhe
mo è a
nap i-
I idein.
ma e a:
E a
e num empus:
6
c
quando
na
p ima e a,
ou
pelos
an-
nos,
ou
pelo
empo
mo e
as
Eípoíàs,
mais
he
a
mo e
pa a
o
E po o
que
ica,
que
pa a
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E poía,
q
acaba.
A
E poía
enece,
po que
mo ¬
e:
Mo ua
e i^
mas
po que
o
íen imen o
naõ
pode
acaba
ao
Eípoíò,
po
i lb
pa a
o
E po o
he
a
mo e
da
E poía:
Mihiyno ua.
Bem
o
e¬
mos
iílo
no
Qua o
mingoan e
da
no la
c mo ií ima
Lua
;
pois
nao
ó
a
Lua
oy
a
eclipíada,
mas
ambém
o
Sol
icou
e cu ecido:
5c
^ iim
ambos
ica am
igualmen e
mo os.
A
Lua,
po que
na
e po a
dos
annos
padeceo
o
golpe
mais
deshumano;
o
Sol,
po que
pe en-
dendo
mo e ,
naõ
o
pode
o
íen imen o
ma a :
Ob eneb a us
e i
Sol
n
o u
uo
,
&
Luna
non
plendeb m
lumine
uo.
Tenho
acabado
o
Panegy ico,
ainda
q
não
enha
ía is ei oã
g andeza
doa lump o.
E e
oy
o
Qua o
mingoan e
deila
mo e
pa a
a
no la
do ,
8c
naõ
de e
e
menos
e íicaz
pa a
o
no ib
de enga-
no;
po que
e
pa a
os
Reys,
6c
pa a
as
Rainhas
ha
mo e
,
que
emos
nós
que
e pe a
da
ida?
Sendo
a
mo e
aõ
ce a,
6c
aõ
commua
no
mundo,
naõ
hacouíano
mundo
mais
inc iyel,que
ha e em
de e
as
Rainhas
,
6c
os
Reys
mo e..
A iim
i emos
enganados
coma
mo e
dosP incipes
,
que
nos
não
pe uadimos
que
mo em
os
Reys.
Sam
Ped o
p egando
de
emelhan e
a gumé o,
acabou
o
íeu
Sennaó
pedindo
aos
eus
ou in es
pe dão
de
que
no
íeu
di eu o
lhe
inha
A&o cap.
a
.ij.
inha
di o
húa
dzw
Meus
i maós,uizia
Ped o,
'ícjamc
lici o
dizei
os
nua
eme
idade
uíoü
o
Apõ olo
,diz
Ugo.de acau ela
pa a
que
osou-
ügohic
in es
euaó
ind enaí em
con a
o
P ègado :
Bocdici
ne
w
digna
en-
Eque
e nendade
podia
dize
hü
Apo elo,
-con a
quem
epu-
deí íelcádáiza
o
audi ono?
E le
me moQ
^
,,j
os
Ac
Pa m cha
ÜMid,
quon Amde n i iuse l,& epulms.L)M
Am olo
á
elRey
Da id
mo è a,
&
e
lepul á a.
E
a im
c e a
os
homens
immo ács
aos
Reys,
que
a ada
na
bocca
de
hu a
Apo-
olo
iulgaó
eme idade
o
dize elhes,
que
pa a
hum
Rey
ha
epul-
cu a,
Sc
mo e.-
Qua®
eme ana
eja
e a
p e umpçao,
bem
o
imos
nc'h
mo e,
pois
quem
aUi
e U
mo a,
8c
epul ada,
he
hua
Rainha.
c'
1
Real
de
Po ueal
em aõ
pouco^jjÉhnos
emos
iílo
a
mo e
de
dous
Reys,
de
.es
Rainhas,
de
dous
‘
P incipes,
&
de
duas
P
ncezas*
6c
epe ição
de
aõ
une as
mo es,
naõ
iolas
me e
Deos
cm
ca a
em
e pecial
P o idencia.
Ab amos
os
olhos
,&-deixemos
de
e
cegos.'
Con ide emos
o
que
omos,
8c
dc cnganemonos
,
que
n
i ã
a
mo e
nao
ap o ei a
nada.
Nãooilluj e
do angue
.po que
alli
e à
mona
hiía
Rainha
iUu i ima.
Nao
as
eneinçoens
da
Co oa,
po que
alli
e á
en e ado
hum
Ce o.
Nao
osannos.po q
aíl,
c aa
P ima e aamo ecida.
Não
as
p endas,po que
os
a
i¬
bu os
mais
òbc anos
ambém
alli
e ão epul ados.
Todas
asca as
Reaesda
Eu opa
e áo
alli
den o
naquella
U na
,&
odas
muda-
menu
nos
b adão,
que
alli
ai
apa a
udo.
E ee ahea e oluçao
de odas
ásReaes
calas,aonde
hamde
hi
pa a aspa iculaies,po
mais
illu es
que
eiáo?
Alli
ase pe a
o
eu
e mo
,
po que
aquel
c
umulo
he
o
eclipie
uni e al
de
oda
a
Magel ade
,
o
Occa o
de
oda
a
luz,
8c
o
Occiden e
de
odos
os
A os,
p
o que
alli
igualmen c
e
aílbmb a
o
Sol,
q
íè
eícu ece
a
Cua.
A
Luaalhjazha
mui osdias.
de encane e
ago a
o
Sol,
8c
maisas
E cllas,
que
luppoí o
enhao
o
cu omais
aga o o,
ambém
hamde
chega
aquella
Un a,
po que
ambém
allihamde
e
mo e
os
cus ayosiSc
po
mais
obe anos
q
lenoos eus
e plando es,
odos
depois
de
eclip ados
hamde
depen¬
de
dc
q
a
no lã
piedade
lhes
diga
a
cadahú,
hum
Reqme[a«
wpae.
F
I
N
I
S

LICENCAS.
o
V
I
as
as
in o maçoens,
póde e
imp imi
e e
Se maõ,
&
depois
de
imp eíío
o na á
pa a
e
con e i ,
&
da
licença
que
co a,
&
emella
naõ
co e á.
Lisboa
9.
de
Ou ub o
699.
Cajl o.
DiniZi
Ca nei o.
F .G.
.
P
O
d
e^ e
imp imi
o
Se maõ
de
q
e ape içaõ
a a,
&
depois
de
imp e lb
o na á
pa a
e
lhe
da
licença
pa a
co e .
Lisboa
xo.
de
Ou ub o
de
F
.P
.Bi po
de
Bona,
>