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Sermão da penitencia que pregon o P.M. Fr. Pantaleam do Sacramento..

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Sermão da penitencia que pregon o P.M. Fr. Pantaleam do Sacramento..

Author: Pantaleão do Sacramento (O.F.M.)
Publisher: Em Coimbra... : na impressão de Manoel Diaz..., 680 i.e. 1680
Source: https://idus.us.es/bitstreams/03c7e697-6f4f-4a5e-a5a5-41f64f948807/download
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inju o
con ado.
'Reddidi
igin a
a ¬
gên eos
;
endo
que
eíla a
ob igado
a
eíli ui
a
hon a
,
de
quem
me e a
em
hüa
p izão;
Tene
e
eum.
;
a
ida,
de
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en ega a
a
hüa
mo e.
T
adens
anguinem
ju ii
,
E
com
co endo
an as
eíli uiçoens
naconciencia
dei e
peni en¬
e;
poílè
acho a
o
dinhei o,
que
eíli uia.
Pani en ia
duc
-
us
eddidi e
m
lhe
cuí a
o
meno
en ime o,
a
ida,
&
I o-
a
que
i a a.
Oi
que
bem
ize a
eí e
homem
na
peni encia
que
ez,
e
ize a
bem
peni encia.
Çong uè
ege i
pani e
iam.
M
as
como
a
peni encia
e
não
ez
bem,
udo
aqui
icoü
mal;
a
peni encia
em
p o ei o:
o
peccado
em
pe dão:
o
ni en e
em
emedio.
Laqueo
e u pendi .
Eíla
e a
a
di iculdade,que
Saudo
Amb o io
con ide aV^
na
peni encia;
não azela,não
;
que
a he
hum
Iudas
a az;
Pani en ia
du us;
mas
azela
bem;
que
he
mais
acil
acb#
quem
não
come a
hüa
culpa,
que
quem
aça
bem
hüa
pe li'
Lhc
.3.
encia.
Laciliusin eni,
qai
innocen iam
e a e i ,
num.
3.
qui
congnie
ege i
p
ceni en iam
.
E
e
a
di ina
e dade
a l °
nos
encomenda,
que
açamos
udos
dignos
de
peni encia
í
aci e
u us
dignos
pani en ia.
He,
po que
aíly
como
udos
ham
de
co e ponde
dignameii e
às
a o es,
de
q
uC
p ocedem;
a ly
as
peni encias
e
hão
de
iguala
p opo ei
0
’
nadamen e
às
culpas,
po
quem
e
azem.
1
Ah
como
emo
a
noílòs
mal
a is ei os
peccados,
que
o
que
em
Deos
he
mi^
ico dia,
e
con e a
em
ingança&
o
que
em
Deos
he
c&
paixão,
e
ans o me.em
caíligo
-
po
nenhua
ezão
sa& y

XI
■
J
da
peni encia.
quepo
níÍQ
aze e nos
u&os
dignos,de
peni encia.
Queila
a o e
âo
chea
de
di g aças,
como
de
olhas;
em
H
emlea eiga ão an osca igos,
que
e
íhecòn a ao
os
^go es
pellos
oncos;
amaldi oqua
Ch ií o
pe a
emp e
T
1 n
quqi i e uSíus.
na cq u .,
E
que
ez
eíla
a
yo ein e?
Ma .
1
1
T
1
'"'-?
pe a
QUa
o».
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num.
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ança,Cíiuacom
P
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a
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os
dignos
de
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na u eza.
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de
quem
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pe a
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de
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que
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Nun-
P° Pegcado es
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l
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m
.e> e
po
na u eza*
Po
na u eza
de emos
de
e ;
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0
;
0
ll
0
S
hQ
ua u alopecçado:
-que oyepm
po&oge; a
T
mea
p°y
c
5
n
o co
c
oncèú&ó.
npec a hconçepilme na e ;
p
l*
de
noí
m
°
an as
* ezes
cho a a
o
P o e a
Rey.
Os
ué es
nnm
'
1
9
'
Çados
£
a u eza
aõ
os
peccadps:
o
emedio
dejaQ lôs
j^eo-
Deo
S
>
aõ
0?
u ^os
da
pení en^4>
E qsbu caem
OOS
hoj
nio
S
°
U
bu camo^nòsa
ieoshoje.iAl çomoíc
3
^
Ue
não
adiemos
a
Deosep lipaíji o,
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nos
Pa©
acha
nie °
S
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/
u(
^
os
dignos
de
peni ençia,
E
como
o no
a
e-
j
e
^3
Ue
ilao
achando
Deos
em
nòs
a
peni encia,
digna
de
-^
s
>
enhamos
a
acha
£m
.Oeasjo
caíàgo ^que
da
'ni
P^
ca
do es,em
luga
da
cpmpaixao,
quç^oomosp^
p
e
$-
M e ís-e pxniiçn iÜus*
-
.
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i
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^
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yadi hculdade.ç Jaze Eem
peni encia,
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em
íquQíiiQàs nalueon eíl"»^^^
^
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‘
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que
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Se mão
,
que
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Hoje
é èmy íço
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à pó
dal^e adé
Éãó
éh e
y
cóW a ias,
cjüê
eh^CKnê
{)éÒ éú a
éiiás oníe^
.
ádas,çliégaa e e candalo e ,que ccò i e ão.
Bons,
&
maos nídòs
no
mé mo
co po.
Bomaim
màl?s>
Rép obos,»
e colhidÒs
no
me mo
co po
adímados.
Rjp oài
aún
elê là
Mayo
p o en oa e à,masnaopòdeà e máyo cacinJo-
En a
pois
hoje
a
peni encia
a
e
e cei a
ha
cómpoziç^p
de as
pa es;
&
endo
hda,
como
amos
dizendo,
de
hom
eS
ão
ju i icados,que
e
lhe
não
acha
culpa:
&
ou a
dého lés
ão
de ahidos,que
udò
nelleshe
peccado;a
huns,&
ou os
edè çob ehoje
a
peni encia
ãòneceíla ia
q
üéa
nenhu^
delles
eXcíüéhòJe
a
peniíéncíàçE
jà
pode
e ,q
po
iílb
ne
c
dia,
a
peni en e
ag ada
ò dem
dé
F anci co
òs
ep
e
'
zen ou
cóm
odos
“os
e adosda
Ig eja,
heíla
p oci lao
a
c
'
ni enciade odos;
quecomohe ãoneceílà ia,,
ninguém,
^
íeja
juBoiOu
peccádò ,
pode
algüa
ho a
dize quelhé
^
3
he
necedã ia
a
peni encia.
Nemo
pe e
e e
amjujhis,
^
n mquàm
ii
eipx íi eniíanecej a ia.
Po que
e
he
ju o,
a
P
e
'
ni encia
helhe
nece lã ia
pe a
o
p e e a
da
culpa,
8
i
^
delinquen e,
a
peni encia
helhe
neceíTa ia
pe a
o
li a
do
peccado.
E
ão d
eu
qual
he
mais
ne eíla ió,
e ug
^
M
*l*
**
peccado,
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come e ;
e
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peccado,
^
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que
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peni encia
éni
qU
a lí<7
V
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adi inem
os
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da
culpa
co *
1
^
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4.
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da
que
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pode
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^
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1.
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*oi enciaheneceí]a iaaopeccado
,
pe a
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1.
?
e
leyan e,
&
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ju o
pe a
que
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não
p ecipi e.
Ao
mao,P
e
|
Lug.
di -
que e
melho e
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bemí
ao
bom
pe a
que
íè
p e e
e
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^
p .i.
Mandá
Ch i o
a
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Di dpulos,
que
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ão
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não
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eíbe
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amui.
/nuuui iy^çw
u
uj
n
.
_
’
e a
de
no os
pecçados-.pe dao
pe á
a
pu i ica
de
an igas;
culpas;
que
udo
i o
em
a
peni
enda.
Mas
epa o
eu
9
em
que eo,
&
noílb
me e
Ch i o
lhe
deo
aconhece
íua
VSíi âi
encia,
pglla
mud|ça
da
ida.
E ie
oqazo
que
.a ogada
eip.
hum,ma
delag ímas,
a
quella
não
ja
nau agan jê
pecc^j
qo a;
olhando
Ch i o
pe a
ella,
&
pe a
o
Fa izeo,
cm
cuj*
çaza
Ch i o
comia,&
a
Magdajçnadiq a. a;
di le
Ch i o
a
Symao.
Vides
hanc
mulie em
?
Synuo
ese a
molhe ,
co¬
nheces
e aa ligida?
E lâ
ce o,
quç
e alie
a
Magdalena».
Vides
hanc
mulie em
?
Senho
a
m
pouco
conheçid^he
a
Magdalena,que
eja
neee a io
da e ía
os
a
conhece ?
EÍk
homem
não
e à
dizendo,
q
ella
he
huma
peccadd a;
cca ix
ejl.
Como
lhe
pe gun aes
e
a
conhece?
Vides
han
c
mulie em}
Po en u a
he
al
e c
Fa izeo,
quenaoconhÇj
Pe .
uiune
ie
a izeo.
^ ias
nao,
acoae
d.am
ea o
^q yiou^
imo;
ÀMagdaíena,
p egun a
Ch i o
a
Symao
. e
a.qonb^
çe;
po que
dè pois
das
lag imas
de
ua
peni encia
icou
iiç
ou a,
que
mydqua ida;
à
^hiima
ida
mudada
do
0
.
e a,
n nghem
açonhece
pello
que
p a.
Veni
ip p
,
di^
1
?
Ch i o
-
,
P
ed o
Ch y q o no,
al e a,
aí ê a
[ed
ip[a
x
u
jniw í
hg,
mu a e u
ila,
nonnomine'.
E e
he
o
e ei o
da
e dade^*
c m.
74
peni encia,
muda
a
ida,
&
mudada
ella
e pe a
da
di h
1
*
compayxao,
queda a
glo ip a
i meza
,
em
am
mudança.
Mi e us
e jx ui en iius:
,
>
Eqpàndo
íe
ha
de
aze :e á
mudança
da
ida?
Nao^
ha
de
gua da
pe a
o
empo
da
mpc e.’
Po que
ainda
0
'
Eccle
que
Salamgò
djz,
qpe
udo
em ep
empp;
omnia
n
'
l
'
habe .
Com
que
pa ece
,
que
odo
o
empo
nãq
he
pe a
^
do*
pe a
apeni ençia
aíy
he;queo
empo
da
mo e
não
jjgP
a
peqi eqçía...É
pp o
que
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Ig eja
câ hoiica,
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Pèm èma
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' o o co íi
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dà
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P
J
s:
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h eén è
^pen ÃiEiá
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6m
G
maspe a
que
nós
lemb emos
de
hao
gua da ’pe ôó
em-
^
j
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c
a
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5
ao
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da
peni encia.
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o
p ega à
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'a^QSl^^ eb^cp eV í é.n e;'
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bem
i o
éxemplo
de^peni éh.çia,
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g a
nçje
Bâp i à*
Po que
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p ègà ,
è
a
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°
e
^
bu n
dèííes
dias,
hum
de es
e moens-
odo
o eií
,liní
p
oe a
p ega
Bap i mo
de
peni encia.
Bap i mum
^
W
7
^
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0
a
V
èlalIump
0
?
Bap i mo
de
peni encia?
E
p
**1°
n
a
o
p ègaua
o
Sac amen o
da
Unção?
Que
e
como
c
o e a
eüa a
endo
osXàè amen os
da
Ley
da
G aça,
° no
p ega a
mais
hum,que
ou o
Sac amen o}
x
«
.
3
.
cn *!?*^
Ah
que
San ol
Ah
que.peni en e!
Mas
ah
que
n
.
5
.
enc
*ido
peni en e.
&
que
di c e o
Sando.
P ega
na
éx-
0
^
na
'Vnção
a
peni encia,
hé
gua da
a
peni encia
pe a
i
^
cni
p
o
da
ex ema-unçao,
que
he
á
mo e.
P ega
Bap-
i
^°
^peni e icia,
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aze
peni epcia
no
empo
do
Bap-
(
l
U
e
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logo
em
na cendo
op imei o
empo.
Pe a
Qü
Uão
P
e
aou o
giía
deguá dà
a
peni encia;
Po -
Ron
2
l
n
ec:eíli
4
ad
e
,
que
delia
emos,
nos
ob iga
aquelo-
edil
mos
’
Oxjúehenece íã io,
qlogo
e a la,
pe a
que
%o
*n
^
e a
ou o
empo.
S
ah
quando
cu
nonmodo}Qow
D<j4u£.
4
c
a
l
a
San o
Ago inho;
pe a
quando
ha
de
e
a
peni-
p
0
la
A
,
0
P
e
haja
de
e
he
hece la io;
a
du ida
eílâ
no
em-
la
mbe
>
<
l
ue
a
%
como
0
empo
pa la
,
pode
paíiã
a
p
eni encia.
Eílehe
o epodis
SamPaulo;
Ec-
i-ad o .
ago a
C
le n
P
u
s
accep aòile.
Ainda
naopa íà;
po que
ainda
ca
p
-
^
Kon,
Co
^eíTa.
Ol
come lèmosago a,
que
comeílàmosa
P^
as
ni
P
°.
Que
e
o
oy
pe a
as
lag imas
de
hum
Ped o:
Mdjj
an
eiasde
huma
Magdalena-.pe a
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con i loens
de
hü
G
nciV
^
on
h
í°ens,
andas,
&
lag imas
odas
ampeni-
’
Deos
acei a
de pois,
que
o
nega
humdi cip lo;
de pois
i8
Se mão
de pois,
que
o
o ícnde
hua
peccado a:
de pois,
que
obla
ema
hum
pe ju o.
E
e
nôs
a
e es
lhe
eguimos
ja
os
paííôs?
1
igamo -lhe
ago a
os
a ependimen os,
que
aquelle
Senho ,
que
de es
peni en es
e
çompadeceo
com
ua
g aça
,
coi l
ame ina
e
compadece a
dos
ou os
peni en es..
Mi e l is
eji
pani en ibus
.
E
de pois
de
neí a
ida
cpmpâdecido: l<J
ou a
e
nos
moíl a à
glo iozo.
Quam
mihi,
&
obis
p
é
a e
dígne u
Sandiííima
T ini as
Pa e ,
&
Filius,
&SpF
SandusAmen.
cen u a
SanBa
Ma i
Ecclej a.
i
C
E
N
G,
ü
R
A
S,
P
pR
o dem
do
N.
M.
R.P.M.
F .
Manoel
de
San iago
en e
jubilado,
Cali icado
do
S.
OíHcio
Examinado
das
p
^
dens
Mili a es,
&
Mini o
P o incial
da
P o inda
de
ugal
i
c c
e mão,
que
p egou
o
P.
F .
Pan aleam
do
Sa¬
men o
Len e
dcTheologia,
Cali icado
do
S.
O íicio
exa-
Colíe
°
^
aS
^
d
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Milia a es,
&
de
p ezen e
Gua diam
do
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^
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0
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de
Coimb a
em
qua a
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C
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os
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