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Oraçam funebre nas exequias da serenissima rainha, E S.N. D. Maria Sofia Isabel de Neoburg, celebradas no Real Monasteyro de S. Dinis de Odivellas no dia 19 de Outubro de 1699

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Oraçam funebre nas exequias da serenissima rainha, E S.N. D. Maria Sofia Isabel de Neoburg, celebradas no Real Monasteyro de S. Dinis de Odivellas no dia 19 de Outubro de 1699

Author: Pedro de la Encarnación
Publisher: Lisboa : na Officina de Manoel Lopes Ferreyra , 1700
Source: https://idus.us.es/bitstreams/349a1902-deae-4012-a820-e4a403e3cede/download
FÚNEBRE
NAS
EXEQUIAS
DA
SERENÍSSIMA
RAINHA,
E
S.N.
D.
MARIA
SOFIA
ISABEL
DE
NEOBURG.
CELEBRADAS
NO
REAL
MOSTEYRO
DE
S.Dinis
de
Odi ellas
no
dia
19.de
Ou ub o
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O
EMINENTÍSSIMO
SENHOR
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SOUSA,
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IGREJA
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ROMA,
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Concelho
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o
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de
que
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do
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al o
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o
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a
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meu
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de ida,
&
po
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mo i os
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e
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de
IS.Emi¬
nência
man e a
ainda
o
en ido
excej o
da
u
a
ma¬
goa,
pelo
muy
o
qUea
Rainha
N.S.que
Deos
em ou-
he
e li na
as
p endas
de
N.
Eminência,
a
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epo-
l
dia
o e ece
e ie
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holo aü o, enao
a
que
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a
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ab ica
du ações
no
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?
No
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di :m ode
IS
Eminecia
adqui e
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ou¬
o
mo i o
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conhece
,comolS.E
-
(
minencia
e
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o
melho
concey o
de
ao
eno a
al a,
quali ica a
com
melho
a emao
e a
incompa á el
pena.
Finalmen e
e
quan o
mais
ele ado e
uhlima
o
mon e,
mais
egu o
de
inju ias
?
jacla
o
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o-
A
be ano
mon e
de
IS.
Eminência
e
d
o
alle
da
minha
w u pcienáa
as
melho es
omb as
j
em
que
ópeço
a
,
N.
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de culpe
bua
ou adia
ab icada
na
o -
icina
do
a eão,
pa a
exp ejjaô
de
hum
endimen o
o
nais
ob igada,que
e pe a
em
IS.
Eminência
o
auxilio
naisgene o o.
Gua de
Deos
a
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Eminência
.
Mais
humilde
O ado
;
&
íè o
de
V.Eminência,
D.
PEDRO
DA
ENCARNACjAM.
NA
NA
ORAC,AM
FU
NE
B
R
E,
QUE
0
M.R-P-M-Dom
Ped o
da
Enca iaça i,
Conigo
Regula
da
O dem
de
San o
A inho
0
e^
nas
Exéquias
da
Se
enigma
Rainha
N.
S.
no
Real
Con en o
de
S.
Dinis
de
Odi ellas.
DE
TROILLO
DE
VASCONCELLOS
SONETO.
A
Queila
do
mo al
hoje
explicada
De upe io alen o, e
du ida,
Se
execu ada
he
mais
pa a
en ida,
Se
epe ida
he
mais
pa a
cho ada
?
Mas
quando
al a
eloquência
íupe ada
A
e dade
deyxou
po
excedida,
Mais
a o men a
a
magoa
pe uadida,
Menos
a ul a
a
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execu ada.
Sendo
c uel
e imulo
ao
o men o,
Mayo
aõ
da
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ho o ,da
ida
e pan o
Pa mo
a
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na açaô
po en o.
Obíèquio
abio
a
en imen o
an o,
Que
mais
cul os
dedica
ao
en imen o
Quem
mais
mo i os
mul iplica
ao
p an o.
Aiij
DO

DO
SENHOR
DE
MELLO
D
E
C
D
E
o e
ms
ele
a ies
Ne e
Se maõ
que i e les,
One
a
magoa
ms
u pende les
Quando
a
do
nos
eco dajles:
Hüa
ma a
ilha
ob a ies
Com
a
luz.
do
en endimen o,
Pois
e n
an o
en imen o
P ide les
pa a
mais
glo ia
T az.e
a
pe da
d
memó ia,
E
i a
o
u o
ao
o men o.
M
A
S.
Su pendeo- c
em
cada
qual
Ma y io
ao
exce i o,
Po que
en aõ
o
enji i o
Se
deu
odo
ao
acional
:
NaÕ
e e
o ças
o
mal
,
Que
ou indo
a
o a
O açao
,
Se
emba gou
oda
a
a licçaõ
De
aõjujlo
en imen o
}
Po que
a
a
s
do
en endimen o
Foy
ambém
o
co açao.
D0
M.R.R.M.
DOM
LEONARDO
DE
S. o pbyComgó
Regula
de
S.
Augú mho,&‘
P
egado
de
Sua
Mage ade.
decima.
E
S
a
O ação
une al,
Que
an o
a
ama
ap egoa,
He
digna
de
e
co oa
Sb
do
umulo
eal
;
Se
log a
ida
immo al
A
que
eyna
em
paz ag ada,
Ne
ia
O açao
celeb ada
Se
e
melho
e culpida
,
Po
e
e a o
da
ida
Mo e
que
oy
ao
cho ada.
HEX ,
7
REU,
HEU
,
HEU
DOMINE
DEUS
,
decepi i iopulmn
Je u alem
,
<$-
çens;
e i obis:
&
eccepeweni
gladimu -
que
ad
animam?
Hie em.cap.
4.
Muy o
al a,
&
muy o
pode o a
Rainha,
&
enho-
a
noíTa,íèmp e
no lapelo
a edo,
jamais
al a
pelo
h ono
3
&
nunca
mais
pode o a
pelo
cele ial
domínio.
ORROROSAS
ba alhas
do
pen amen o,
caligino as ep e en açõcs
do
di cu o, e
a-
bcis
omen a
o
e ago
dos
acciden es,
pa a
quando
e e ais
o
a ogo
dos
de mayos?Sa
na
acillan e
con u aõ
das
penas
i ubea
o
en endimen o
en e
as
an ias
como
naõ
ô-
pe
o
a al
exceíTb
das
an ias
nos
i es
p eci¬
pícios,
que
lhe
pe uadem
as
penas
?
Fúneb es
a licções^ ene-
b o as
imagensj emedia eis
lemb anças.,
audo as
po écias,
ob cu os
pe u bado es
obje&os
a ozes
melancólicos
mi*
ni os,ou
ha eis
de
a ii i
pa a
o
ince ia el
o men o,
ou
an cende
a
oí a
es e a
o
upe io
queb an o.
Se
em
ca a-
áe es
de
lag ymas
pe pe uas
g a à aõ
os
Egypcios
as
auda-
despeno as,
que
na
al a
daquella
i acional
Deidade
p o a-
nà aó
o
en imen o
com
a
il
e e encia.
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1
Ba ba a
Mmphi em
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dos
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da
ida
huma-
na,
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os
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ieo es'
Quan o
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Pois
naó
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mas
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o
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Heu.heuheu iíomine^Deus
e
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i ium^ê
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gladius
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,
ay,
ay
Se¬
nho
Deos
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,
po
en u a
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Je u a-
lem,
6c
a
e( e
po o
,
pois
quando
p ome ieis
da
paz
os
ma-
yo es
lau os,nosa a e la
ae padada
alma
ose pi i os?E as
íaõ
as
pala as
que
omey
po
hema
,
6c
e as
nas
que
e
ci a
da
noíía
do
a
magoa
j
pois
no
empo
da
paz
p ome ida
nos
e e
da
a licçaõ
a
e pada
peno a.
Vamos
miudamen e
pecu-
lando
o
que
aga o amen e
e amos
cn indo.
Que eja
igu¬
a
de
Je u alem
exp eííae a
glo io a
ma a ilha
de un a,
he
aó
e iden e
nos
concey os^comoin alli el
nas
expo içôes
j
pois
e
Je u alem
e
in e p e a
i aõde
paz:
Vi io
pacis
j
po
Index
.
quem
log ou
e e
Reyno
a
ida
da
paz
deí
jada,
enaô
po
e -
a lo
up ema.,
que
uípendendo
as
ameaçadas
gue as
de
húa
a enuada
ge açaõ,deu
em
mul iplicada
ucceí aó
de
u -
os
a
melho
paz
?
He
Je u akm
he ançajComo
diz
Lau
o:
Hie u ialem
ecundüm
aliquos
in c p e a u
ha edi as
Lau e .
ip isXL
oy
a
noíía
Rainha
xcel a
quem
inculou
no
Reyno
Syl .al-
a
melho ,6í
mais
ce a
he ança.
Signi ica
Je u alem
a
con ci-
leg
.
encia
pu a,6c
a
aíma an a
,como
a i ma
Be co io
:
Hie u
-
Be ch.
alem
e i
anima ianSia^
con icien ia
u a a
ne a
my i-
om-
3
/
*
ca
Je u alem
admi amos
na
ida
a
mais
pu a
con ciencia,
6c
i. e b-
c emos
piamen e
na
mo e
a
an idade
da
alma.
Rep e en a
Hie u i
Je u alem
aCidade
da
mi e ico diajComo
no ou
meu
Pad e
S.
AuguRinho:
{
De igna Hie u ialem
cale iem
Ci i a cm
pio im
.
E
a
mi e ico diade íea ibmb o
co oado
publica
o /*/*
do
o
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p an o
íaudo o.
E
121
•
e
Je u alem,
como
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Be co io,
he
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nos
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cos
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nos
ex e io es
lu imen os,
6c
glo io a
nos
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n
os:
Hie u ialem
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3
glo io a
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e ias
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^
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alma
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epa o
no
me ino
capi ulo,em
que
e e e
a
E c i u a
e e
ucceíío,
osdi e os
i ulos,com
Ma o.
q
Uea
M
ageí ade
oappellida,8c
com
que
o
E angeli a
S.
I
Ca
P'
l
m
Ma heus
o
exal a^
o
E angeli a
chama
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Ch i oJe us:C«
na us
ej e je us
.Os
Magos
odi ulgão
RcyaV o
e
qui
na us
e i
Rex?.
Pois
que
hei o?
No
me mo
capi ulo
al
di -
'
e ençade
ozes,
&
ão
di e o
imb e
de
epi e os?
Quando
u ceo
Ch i o
não
e a
Rey?
Não
e
deípo ou
com
a
e a
1
pela
união
hipo a ica,
pa a
concede
os
u os
da
Redemp-
çáo
p ome ida,
como
no ou
com
muy os
odou iílimo
Ala-
Alap.
in
.
Çh i us
m
Inca na ione
celeb a i
pon alia
?
Pois
Luc.c.
e
o
i ulo
da
edempção
oy
o
de
Rey,
que
lhe
pu e ão
na
12,
C uzJ.N.R.J.
po que
no
Na cimen o
e
chama
íójcíus,
6c
po que
na
ado ação
e
publica
Rey
?0
E angeli a
lhe
dà
o
nome
com
m
u
m
^
S osReys
lhe nbucãooexcel o?
Sim,que
os
Reys
i ão
a
g ande a
de
Ch i o
no
o ien e
de
hüa
no a
E ella:
Vidimus
ie
liam
ejus
in
O ien e
j
&
como
no
Na -
j
cimen o
de e
A o
íe
exal a a
a
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de
Ch i o,
po
i ô
lhe
dão
o
i ulo
de
Rey,
que
oy
o
ul imo
b azão
de
Redem¬
p o ,
po que
no
na cimen o
de
hüa
e ella
quiz
Ch i o
ym-
boliza
a
íublimidade:
Ubie i
qui
na us
e i
RexWidimus
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liam
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A im
pa ece
que
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e a
ó
pelo
de po o io
p e-
en e,
enão
po que
naícia
hüa
e ella
no a
^
em
cujo
e plen-
do
e
a iança a
a
e a
Co oa
o
e mal e
dc eu
Rey
na
eliz
de-
ejada
ucce aõ.
Que
Ch i o
não
e
in i ula
Rey
quindo
cõ
a
e a
e
ca a,
enão
quando
a
e ella
appa ece-,
pois
eo i*
ulodeRc^y
e aoe mai c
de
Redemp o ,não
o
pe mi e
no
Na cimen o
p op io
,,
enão
no
da
E ella
e plandecen e
:
Vidimus
iellam
ejus
in
O ien e.
A
go a
en endo
o
que
di ie
C
D.
LeO;
S.
LeaõPapa
alando
na
en u a
de
Ab ib o T
a ia cha
e m.
3.
Ab aha
innume abilis ue a uccej io
j
ad
c edendum
c -
de
Epip-
n
0
p
omi lampo ie i a e n
o
uino i ide is
exci a u ^uQ
cap.
2
.
e
lhe
p ome e áo
a
Ab ahão
innume a eis
Íucce íões,mas

ms
Exéquias
da
Rainha
N.S.
T)om
Ma ia
So ia
.
1
7
pa a
o
c edi o
del as
elicidades
o
animou
dehua
^g el¬
ho
nalcimen o.
Da
meima
o e
a
Po ugal
Ui
C
j
h
"
l
o
.*
e
cundas
p ome las
:
In
e m imne
uo:
e
P
e
J ^X
bi
.
mas ambe ode
húa
e ella
o
O ien e
oy
da
my e iola
pala a
o
c edi o
,
ba a alhe
a
Ab aháo
pa a
a
^cc ílao
p o-
me idaca a
com
Sa a,
mas
quiz
Deos
annuncia e
o
nalci
menco
deli ia
e ella,
po que
epe idos
em
Po ugal
os
p o¬
undos
gy os
do
ny c io. e
ene a em
as
m inlecas
luzes
d
°
A
m
e
í
ma
Sabedo ia
Di ina
pa ece
que
a icinou
e a
di a
^
n^dh-Ope e p a eni eSolemad
benedu onem mm,
J
âado um
lucis e
ado a e-,
my lico,
8c
li e al
a lomb o
(e
P
nce a
ne e
iii icadoTex o.Quecon .nha
(diz)
p e eni
oa a
a
benção
o
Sol
po
ado a
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Dcos
no
o ien e
da
luz.
Al-
lim
oye e
acalocom
an a
illuminação
de
p odígio;
pois
no
me mo
empo,
em
que
ecebia
o
í nho
Dom
A onío
VI.
como
Sol
as
bênçãos
da
Ig eja/adia a
o
na cimen o
da
luz
na
no la
e eni ima
Rainha
i
P
a aque
ado ando
de
Deos
a
pa-
la ap ome ida,log a íe
e eReyno
.
ucce ao
o bind*;
Opo e
p a en e
Solem
ad
bened â
onem
uam$$
ad
c -
um
lucis
e
ado a -e.
,
lu amen epois
illu aa
noíía
íc cni ilma
Rainha
ccm
o
i ulo
de
Te u alem
omeu hema^oisjà
ne e
ag ado
e
p
í
e¬
o
e
incluhio
pelo
P o e a
I aias
e e
lau o.
Falacom
Jc u a-
lem,
Sc
diz
que
a
ua
luz
e à
guia
do
Mundo,
Sc
oi
e
xpie
ndo
^
de
íeu
na cimen o
glo ia
dos
Reys
da
e a
:
E
ambula
J
bun
çen es
in
lumine
iuo S
Reges
m
Jplendc e
e us
Mi
8
c
a li n
e
comp o a
ne e
aca o,
pois
no
luzen e
eíplandc
de
eu
na cimen o
e
igu ou
a
exc ll ncia
do
Lu i ano
Kcal
li ono,
Sc
os
Reys
que
naquelle
con o cio
e
podião
p cmc -
e .e áoosqueno
eu
na cimen o
alcança a
a
p ognol ica .
E
Reges
e a
injplendo e
01
ús
m.
O
h
p jdigi >a on>
b o o
do
en endimen o
!
Mas
igo oío
cbji lo
do
P
a
‘
,
s
Que
quan o
mais
e
e peculáo
as
íobe anasexcellenci
s^
^
k
augmen a
a
inex inguí el
co en e
dashg ynias.
yd
18
O a
çao
Fúneb e
poíTi ei
que
o a
o
alen o
como
he
aò i el
que
e
ole e
o
de oço,
e
no
na cimen o
de cob e
an as
p endas
gene o as,
que
lu£ uando
o
co ação
emaníias
au en es,
nem
alcança
a
íaudade
emcdio.,
nem
con egue
a
memó ia
leni i o
,
pois
o¬
men ando
a
lemb ança
o
nau agio,cada
p e oga i a
he
hum
ochedo,
cada
p enda
he
hum
penha co,
cada
epa o
he
hum
pe igo,cada
di cu o
hum
deípenho
,
6c
no
pene an e
Scylla
das
magoas,
no
c uel
Ca ybdis
das
penas
íó
póde
e
í is
das
empe ades
p ocdlo as
a
cõ inua
exhalação
das
queyxas
do¬
lo idas
;
Heu
i
heu heu
.
O egundo u pi ode mayado
he
do
que
e
pe deon*
i¬
da
glo io i,
6c
aqui
como
mais
in in ecas
as
a iicções,
a u -
men ãomais
e ibeis
as
agonias;
po que
c e ccndo
a
cada
paíToo
a al
ho o o o
pa oci mo,
à
omen ando
a
ba ba a
uíu a
dos
alen os
no
in eliz
caligino o
emp e imo
dos
e a-
gos.
Doze aôas
agudas
pon as_,que
e paíTaó
na
con ide a-
çío
as
almas^nos
doze
annos
en u o os,
que
illu ou
a
no la
Se eniííima
Rainha
osdominios
Lu i anos,
que
ebem
e a
mais
p olongada
a
ua
idade
,6c
maisexcel amen e
dila ada
a
ua
ida, ónos
pe mi io
doze
elices
annos
a
ío ie
jôc
ó
de -
es
nos
ele ados
p og eíTos
lamen a emos
os
de anecidos
au en es
a
un osj
&ju amen e
ainda
p e eindindo
de a
idéa
expe imen adocon i ma
do
cõcey o
ae peculaçáo
my e io-
a
j
pois
e
ó
doze
annos
eynou,
ò
o ão
e es
os
que
i eo;
po que
a
ida
dos
Reys
não
e
con a
pelo
na u al
el ado.,
pois
ó
e
nume a
pelo
impe ial
go e no.,
Sc
não
dão
p incipio
aos
alen os
da
ida
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que
po luem
a
Co oa.
Com
as
ua es
p e e encias
de
Pay
exal a
aquelle
Inc ea-
do,&
E e no,a
eu
Unigéni o
Filho
Cb iílo
,
alando
pelo
*P al.
2
.
Real
P o e a:
Filius
meus
es
u>ego
boâiegenui
e
;
mas
no-
V-J.
em
obedie:Wòs
oismeuamado
Filho,a
quem
ge ey
hoje:
quando
he
e e
hoje
?
No
eu
Na cimen o,
a íi ma
meug áde
<D.Au?.
Áugu inho:
IUe
dies.quo
Je us
Cb i us
ecnnâúm
ho ni-
nem
na ns
e
mas
no á eis
epa os!
Se
o
Pad e
E e no
e à
inT *.
odos
osin an es
ge ando
a
Ch i o,
como
diz
exp eí amé e
’
'
/
.
qus
nas
Exéquias
da
Rainha
N.S.
Dona
Ma ia
So ia.
i9
que
nodia
de
íui
Na cimen oíMaisipalTemos
c a
di icuU
dade
j
pois
di ão
que
ala
na
empo al
ge ação
j
mas
emes
ou a
mayo
du ida.Se
no
dia
da
Enca naçso oy
a empo al
ge ação
de
Ch iílo.,como
diz
que
no
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do
Na ci nen o
?
O
homem
não
e
ge a
quando
na ce,pois
como
Ch iílo
ne le
dia e
ge a
Como?
O
P almo
de a a
a
ôu iàa:Ego
au em
cQTiJli u usJ iT l
Eex
&b
€
0
1
ne le
dia
oy
Ch i lo
ccn i uido
no amen e
Rey:
ah
hm?
Pois
con e
k
deíde
eíle
dia
a
ge a¬
ção
,
que
ainda
que
oíTe
an eceden e,
ainda
que
e
admi a le
mais
p olongada,
ne le
dia
ecebe
a
Co oa,
ne le
dia
dà
p in¬
cipio
à
Mage ade,&
a
ida
dos
Reys
não
e
con a
pelo
na u¬
al
e ladOipois
ó
e
nume a
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impe ial
go e no,&
náo
dão
p incipio
aos
alen os
da
ida
a é
que
po luem
a
Co oa:
Ego
hodiegenui
e
.
D
oze
annos
pois
o ão
os
que
i eo
a
no Ta
e-
'
eniíTima
Rainha,
pois
doze
annos
po iuhio
o
e nal ado
im¬
b e
da
Co oa,
&
el es
aõ
o
obje&o
das
minhas
ozes,po que
aõ
a
y anna
me a
das
no las
lag ymas.
Se
e
hou e lem
de
con a
as
i udes,
que
execu ou
neíles
doze
annos^ou
e
p ecipi a a
o
en endimen o
pe igo o,
ou
i-
nalizá a
o
e pi i o
con ide a i o.
No emcspois
ó
o
que
pô¬
de
cabe
na
limi ada
b e idade
deíle
úneb e
na a o io,
&
*
acha emos
aííomb os
nas
excellencias,&
pa mos
nas
ci cun -
ancias.A
p imey a
oy
a
O ação
equen e,em
cujo
a eba a¬
do
exe cicio
de o o
^ximindo-íe
das
aulicas
a a&i as
e-
e enciaSjga a a
nodia
epe idas
ho as.
Que
e iden e
inal
ab azadodo
bem
que
concedeo
a
e e
Reyno
di o olPois
não
ó
o
mani c cu
nas
ecundas
obe anias,mas
ambém
nas
de o as
o ações,
po que
a
o ação
dehüa
Rainha
póde
mais*
que
dep ecaçõcs
de
odo
hum
Reyno.
Em
inceíTa eis
p ã os,
em
con ínuos
gemidos
pedia
a
Deos
Ma doqueo
u pende íe
a
exação
de
hu
po o,íac iíicando
jun amen e
com
elle
í-
&imas,&
exe ci ando
edos
e o o as
peni encias
;
mas
não
de e io
a
eíla
upplica
a
di ina
mi e ico dia,
ou
memo ialme-
eindignada,ou
inacceíli elmen e
ec e a.Con e ea
Rainha
E lhe
as
egias
delicias
em
ab azados
holocau os
de
o a es.
E ihe
cap.iS.
Ma h.
c.S.
4.
Niceph.
Çalligd.
8.<-.31.
Eccle .
hi ‘
Id.l.n
.
cap.^i»
20
O a
çaõ
Fúneb e
'‘Dep ecàba
'Dominam
T>eum
l ael,k
logocompade-
eido
o
cele ial
domínio,mudáo- e
em
áquillidaoes
as
unas,
em
glo ias
as
pe eguições,
em
o eos
as
humildades,
&
e a
appWos
as
ignominias*
alando
a
E he
AíTue o,
&conle*
guindo
a
libe dade
o
po o:
Plane
e
nim
diemlOeus
ommpo
-
moe
o
is,
&
luBds
eis
e i
ingaudiü.
Pois
e
Ma do-
que
o
pede,
e
odo
o
po o
oga,(ó
E hè
alcança
?
Sim.que
E he
he
Rainha
com
o ações
,
E he
he
Rainha
com
a e-
auo as iaimas.&he
de
al
o e
a
o ação
de
hüa
Rainha,q
póde
mais
que
as
dep ecaçóes
de
odo
hum
Reyno:
caba u
c
Dòminum
T>eum
IJ ael.
Com
ücce íi as
o ações
pedia
e e
Reynoa
Deos
os
un-
damen aes
alice ces
da
ucce ao;
mas
quiz
o
eu
clemen e
a ¬
cano,
que
oí e
a
noíTa
e eniíTima
Rainha
o
in úmen o,
mio
ó
nas
ma e iaes
pompas,mas
ambém
nas
my icas
p e oga-
i as.Po ém
que
muy o
e
na
egunda
ci cun ancia
dei e
di -
cu oa ende mos
da
ca idade
ao
ab azado
exceíTo,que
em
an as,6c
ão
mi i icadas
e molas
ainda
me eceo
mais,
que
nas
compayxoesmas
cau elas
j
libe al
com
g ande i,
p ódiga
em
calümnia
■
gene o a
em
e pe ança,g andio a
em
obe ba,
ma-
ge o a cm
ia ancia
emp e
clemen e
em
publicidade
aju ando
e
ao
p ecey ode
Ch i o,bu ca a
oppo umda
„es
pa a
o
eg edo:
Si
eleeáio yna
ua
in
ab condi o
;
pois
ín o -
mando- e
comca uaes
dis a ces
das
peí oas
necedi adaS
,
as
manda a occo é
com
abundancias
occul as.l
a memas
hi(-
ò iasdà
Empe a iz
San a
Helena,
po que
execu ou
an os
a£ osdeca idade,como
o
e i
aos
pob es,oa iií i
aos
ne-
ceíTi ados.Sc
cõ ola
aos
a igidos,
po que
ne a
Augu a
mi-
e ico dio a
Rainha
e
ene e
ão
p imo o a
ci cun ancia.
Náo
e
celeb em
jà
os
públicos
di pendios
de
Placilla,pois
os
ez ep ehendidos
a
mani è ação.*
que
da
noíTa
e eniilima
Rainha
as
clemen es
dadi as
palpi áo
no
e eondido
e plan-
do
das
magni icências.
Maspa aque ecançao
di eu o
em
bu ea
compa ações,
e ó
em
hüa
ci cun ancia
éas
mais
eí anhas
Angula idades?
sao
nas
Exéquias
da
Rainha
N.S.Dona
Ma ia
So ia
,
,
21
Não
ó
deu
Sua
Mage ade
e molas,
não
íó
la ou
os
pésdos
pob es,mas
(
oh
p odigio a
obe anía
da
mais
e quecida
bcl-
le a
j)
não
lemb ando-lhe
as
up emas
aki e as
da
Mage ade,
cu a a
com
as
p óp ias
mãos
as
immundicias
en e mas
dos
pob es.No
meímo
cempo.em
que
a
e anhe a
de
ão
encen-
dido
ac i icio
mo ia
as
ci cundan es
ao
mais
epugnan e
e-
dio.Mas
que
muy o. e
he
de
al
ca ego ia
e a
i ude
,
q
pa ía
os
limi es
da
comp ehen aó,&
lu ua
en e
os
ob aculos
do
c edi o,po q
aba e e
a
Mage ade
a
oca
a
immundicia,che-
2a
a
Al e a
aonde,
jaz
a
a que o idade,he
p odígio
com aes
ci cun ancias,que
pa ece
impo i el
en e
as
ma a ilhas.
Chegou
a
Be hania
Ch i o
pa a
e uíci a
a
Laza o,£<
du¬
idando
Ma ha
e a
gozoza
en u a
mo ou
a
Ch i o
asdi iiculdades
ne a
pala a
:
Domine
^jam
é e ,
qua i
-
J
o
an
c
'
duanus
e
enim,
Senho ,
(dizia
Ma ha)
não
os
canceis^qjà
1
*
•
e à
Laza o
co up o,&
a que o o,po que
em
qua o
dias
de
de un o.Mas
como
?
Du ida
aca o
Ma ha
o
pode
de
Ch i ¬
o
?
Não
póde
e :
pois
acaba
de
con e a
no
me mo
in ã e
que
Ch i o
náoe i e eau en e,nâo
e ia
Laza o
alecido
:
Domine, i uij es
hic a e
meus
non a e mo uiis.Yois
q e
hei o?
No
me mo
empo
em
que
publica
o
pode ,
du¬
ida
do
milag e
?
(
A
im
pa ece
pela
ep ehen aõ
que
lhe
deu
Ch i o iVíW
ne
dixi
ibi,quoniam ic
edide is uidebisglo¬
iam
Dei?)
S
e
encõ a
capacidade
em
Ch i o
pa a
o
a a
da
en e midade,não
a
acha
pa a
o
e u ci a damo e?Laza o
i o
póde
e
obje£ o
do
pa mo,6c
mo o
impugna
o
p odí¬
gio
?
Sim,que
e a a
a que o o
ijam ue e
&
aze
Ch i o
hum
milag e
he
pó li eh
mas
chega
à
a que o idade
pa ecia
a
Ma ha
di icul o o.
Chama
o
Senho :
Domine,01
z
que
jà
e àimmundo:
ce e
,
pois
pa ecelhe
impoíli el
o
milag e,
q
zç uú zDomine,&
aquelle
ce e
, em
epugnância.
Cu a
Ch i o
a
Laza o
i o
he acil.,
chega
Ch i o
a
Laza o
aí*
que o o
pa ece
impoííi ehpo que
aba e e
a
Mage ade
a
o¬
ca
a
immundiciahe
p odígio
com
aes
c
j
c
.
l
J,
n
anc
*
as
pa ece
impoíli el
en e
as
ma a ilhas:
Dueja ce e ,q <*
^
duanus
e .
c
"
)

22
O açaõ
Fúneb e
Oh
obe ano
a
ba imen o!Oh
gene o o
de p e i el
iun¬
o
!
Que
não
lhe
pa ecendo
ba an es
as
igualdades
ulgen¬
es,íe
empenhou
nas
igualdades
mais
excelias
!
Que
jul i ica-
do
ge ogly
ico
e a ou
nas
e en es
an ias
do
Pelicano
que¬
endo
delinea
a
ca idade
hum
dou o
mode no:À
7
^
ibipa
-
ci
y
não
di pen a
com igo
me mo
as
a ocidades
pa a
não
ex¬
e ci a
as
ehemencias.
Aílim
ano i a
Augu liílima
Rainha
naõ
pe doou
a
i
me ma
a
obe anía,pa a
naõ
execu a
a
mais
a&i a
ca idadede
}
p
o
z
o
iun an e
olio
^aba eo
o
ele an e
e pey o
pa a
execu a , encendo
da
na u e a
os
ó os,os
mais
ele ados
lu idos
a íè&os.
Mas
jà
b ada
pelos
elogios
pa a
acc eícen a
os
queyxumes
a
ul ima,
&
mayo
ci cun ancia
da
ecundidade, i en e
ani-
mado
pad ão
da
ua
excellencia_,&
equen e
mul iplicada
li¬
ção
da
no ia
magoa.
Em
e e
b ilhan es
e ellas
illuminou
de eReyno
os
eneb o os
ho o es
,com
e e
eliciílimos
pa os,o e ecendo
a
Deos
o
p imogêni o,
ou
pa a
mayo
i-
&ima
dos
a iu ados
emo es
,
ou
pa a
ublimidade
ma a i-
Iho a
dos
nume os.
Fo ão
e e.,
6c
jà aõ
eis;
mas
po que
hao
de
ica
ó
eis,
e
podião
i e
odos
e e
?
Po que
?
Po que
mani c ando
a
ua
g ande a,
o l em
lumino os
emblemas
da
T
^
Lla
^
íCun
^idade
:
Sena ius
nume as
Vene i
dica us
,
&p o-
-T?'
li icmoniymul iplica ioni) oecnndi a
/,
c ea ionh
a
d e io
wJ.
1
.
Mazze inoi
que
íe
o
nume o
íex o
oy
emp e a
de
ecundas
^/W
mul iplicações,
ne e
nume o
ha ia
de
con i ui
as
incly as
c
emUn
has.E
ace adamé e
e
aõ
os
P íncipes
e ellas, e
ü-
damen á ão
os
noíTos
no
íex o
nume o
pois
e
asc ellas
de
AUp.
i i
mayo
g ande a
aõ
íó
eis,
como
no ou
odou i limo
Alapi-
Gen.c.i
.
de
com
o
commum
dos
A ologos
,
não
ica a
digno
luga
.i6.
ao
e imo,pa alu ic
no
i mamen o
e e e*
pois
occupem
os
eis
o
nume o
de
mayo
g ande a
,8c
a eenda
o
e imo
a
b ilha
nos
h onos
da
Glo ia,
po que
e
não
poíTue
digno
lu¬
ga
pa a
a
e e encia
humana,
íó e
ha
de
colloca
na
habi a¬
ção
di ina.
E a
a
noíía
e eniílima
Rainha
lo ida
ca i ilma
açucena
,
q
cxbala a
os
allego icqs
a ibu os
da
i ude^
e
5
a
pom-
nas
Exéquias
da
Rainha
N.
S.
Dcna
Ma ia
So ia.
2
3
apompo a
magelhdsda
açucena
compocm
de
íeis
olhas
a
chey o a
ecundidade
jmyí e io oy.,
que
açucena
áo
ma a-
ilho a
publica le
em
íeis
u os
a
ecundidade
íobe ana.
Sem
du ida
e
admi ou
neíla
ecundidade
o
íãmige o
ex*
ce íb
da
mi e ico dia,
pois
lemb ando
Be co io
de a
o
e¬
mune ado
de elo, e e e,que
en e
os
Medos
na ce
húa
a o¬
e
de
qualidade
ão
p odigio a,
que
i ando
delia
húm u Oj
ena ce
no
m mo
in an e
ou o
u o.-^ ^
a bo
an a:
y
e
L
'
J
-
oecundi a is
exijU jquòdpomo
mo
colle ío, la m
aliud
hh.i^c.
na ici u
j
Sêcen u gi .
Symbolada
ca idade
íe
ene a
e a
37-
plan a,
6
c
ace ado
emblema
da
noíla
e eniílima
Rainha,pois
Media.
não
ó
íe
e i icou
nas
e molas_,mas
ambém
íe
con i mou
nos
égios
u osj
da a
a
luz
hum
glo ioío
P íncipe
,
6
c
logo
no
meímo
in an e
enaícia
ou o
aílbmb o,
endo
em
ucceíli a
dila ada
ecundidade
my ie ioío
p odígio
da
íobe ania.
Não
explico
aquellea den i li no
zelo,
&
Fe o o o
cuy-
dado,com
que
aíli indoá
educação
dos
íe eni iimos
ilhos,
apu ou
a
es e a
dos
Ca holicos
de elos
*
po quejà
com
mais
dou a
penna
debuxa ão
mais
aga oíamen e
e a
ci cun an-
cia
em
dila adas
dig e ibes
an os
ub ili iimos^
8
c
abios
dií-
cu íos
íó
digo
que
ne e
a den e
e udo
lhe
de e
os
mayo es
holocau oso
Reynojpsis eas y annias
de
Ne o
p ocede¬
ão
dos
deícuydos
de
Seneca,
6
c
as
meninices
de
Alexand e
p o ie ão
das
malícias
de
Leonidas,
quan o
de e
e e
Reyno
a
no ia
e eniílima
Rainha,
pois
pa a
i a
as
na u
2
esinclina-
çõeSjpoz
na
educação
as
mais
igilan es
aníias.
Não
como
Domiciano
A
Ch y ippo
igo o a.,
não
como
Timo heo
6
c
Themi ocles
de cuydada,mas
im
como
Fenices,
8
c
Eu ydi-
ce
igilan e.Oh
di o o
Reyno
!
Oh
eliciílimo
au picio
,
que
I
íe
o
Macedonio
Filippo endeu
mais
g aças
aos
abulcíos
AulGeL
deoíes^po
e
naíeido
no
empo
de
A i c dcs
Alexãd e,À
7
^-
que
pela
me ma
o una
de
e
he dey o
no
Impé io;
quan o
A ic
.
de e
e a
Mona quia
e ima
e
Iu i
eus
incly os
P íncipes
no
empOjCm
que
pa a
a
educação
mais
aju ada
b ilhou
da
noíTa
Se eni iima
Rainha
a
piedade
eligioía:
2
^
O açao
Fúneb e
Mas
pa a
que
me
cançò
em
e a a
as
glo ias/e
nos
doze
annosque
eynoii,
ene o
as
mayo esci cun ancias.Aqu lla
a o e
do
Pa ailb
o en ou
em
doze
u os
as
uas
i udes
.*
A e ens
u us
duodecm
,
6
c
a
noíía
e eniílima
Rainha
Jpoc.ii
ecopilou
nosdozeannos
as
me nas
excellécias
■
,
jáo
a
p o-
/p iedadedos un os,no ando
de
Alapide
as
expoíições;
o
Alap.
ad
p
j
ne
y
o
U
o
he
a
pu e a
da
men e;
Tu i as
men ium
,
8
c
hüc
loc.
nc
jj
a
eíplandeceo
a
men e
mais
pu a
,
mani e ada
na
con é-
píaçáodi ina.
O egundo
he
o
de p e o
do
mundo;
Abje-
Bio empo alium
,
&
na
benignidade
i uo a
de p e ou
a
põ-
pa
mundana.O
e cey o
he
aconco dia
das
on ades
:
Çon-
co dia
olun a um
,
6
c
no
inculo
mais
ap a i el
unio
das
õ-
ades
o
dominio
mais
gene o o.
O
qua o
hea e mo u a
das
ob as:
{
Pnlch i udo
ope um c
digão-no
ase molas,
con e -
íem*no
as
admi ações.
O
quin o
he
o
ecolhimen o
in e io ;
Çolle io
in e mnm
i iun £
alem
as
o ações,
na em
as
peni encias.O
ex o
hea
pu e a
dos
pen amen os:
Mundi ia
cogi a ionum
publiquem
noas
i udes.,
celeb em-no
as
obe anias.C)
e imo
he
a
ci cun pecção
das
pala as
:
C/ -
cun peõíio
e bo umM
digão-no
as
mage o as
g a idades,
8
c
as
ace adas
e oluções.
O
oy a
o
he
a
quie ação
dos
appe-
i es.•
Quiesappe i uum o
admi e- enos
de p e os,
eja- e
nos
cul os.O
nono
he
a
ans o mação
em
Deos
:
T ans o -
ma ioin
T)eum>&
diga-o
o
a eba ado
e pi i o,
6
c
o
quo i¬
diano
ecolhimen o*)
decimo
hea
impaciência
dos
deíejos
cele es
:
lm a ien ia
de ide io um
c lejlium
,
6
c
diga-o
a
mo e
na
mocidade.
O
undécimo
he
o
oí imen o
das
ad
e -
idades:
Su iinen ia
ad e Ji a iSj
8
c
diga-o
a
p odigioía
o¬
le ância
nas
doenças.
O
duodécimo
,
6
c
ul imo
he
o
olici o
a c&odas
i udes:
Solici udo
i u um
,&
mo e
o
nas
diligen es
educações
po que
endo
pa mo
dos
my e ios,
ab ique
em
doze
glo io osannos
a
abundancia
copio a
dos
cele iaes
u os.
E
no
my ico
epi e o
deJe u alem,
com
que
a
cho a
o
nu ib
he nsj
achamos
da
ida
oda
a
p op iedade
5
pois
k
'^Ê^q áus
da
Rainha
N.S.T)om
Ma ia
So ia.
2
?
Je u alem,
como
a i ma
B
co .o,
oy
do
Reyo
* «o
«j-
uo o
da
piedade
o
emplo
clemen e.
Si
do
po o
a
En idade
ab azada
-
H. n/aJ uH edes
quUaUs
,
^
*
Templum
pie a is
,
quo
cul us
igui ,
po ulus
e b.
íaucli a is,qui
c
Deumcolui
■
,a
nolTa
e em lima
Rainha e-
Hie u .
{‘o ou
de
Sua
Magel ade
o
h ono,
augmen ou
da
piedadco
u
j-
om li icou
do
po oa
e e encia
com
o
exemplo,
n
° í.
men e
e
podia
epe i
ao
no ib
e eni imo
Reyo
que
•
o
0
aae
oi TÍcodeT ijino:Tií>iuxo i deçus,&
Tlin.
in
ÍS,
quld
cmm
illâ anÚiusj
$uidan iqmus
?
„/«
Ta
FJa ano
d
eípo o io
de
Augu a
,oque
íe
e e e
mais
ju a-
n
eg.
ad
men e
á
no Ta e eni lima
Rainha.
Foy
glo ia
,
oy
e plendo ,
J ajan.
S o
deco o
do
Lu i ano
e cla ecido
Impé io.
Quem
mais
i uo i
>
Q
uem
an íg iamen e
mais
ajudada
?
Mas
ay
que
e -
asmemonasíó
e em
de
de pe a as
iíles
anguíhas.que
oDp imidas
na
animada
p i aõ
do
pey o
bu eáo
ás
e pi açoes
con olado
e paço,
em
que
e
mi igue
a
pena,
em
que
e
mo-
dé eaanlia
,po
mais
que
de pedaçando
a
d.a anidade
dos
en os,
exhale
o
co ação
ince a eis
dolo o os
gemidos.
Heu,
híl>
Á
e^ cey a",
Sc
ul ima
queyxa
he,
do
que
e
de e
cho am,
mo e,
em
cujo
a uinado
a al
e paço
íe
apu a
an o
a
bi a -
iado en imen o.quechegandoa éosul .mosa ogos. odi
la a
a
ida
pa a
a iigidos
holocau os
,que
na
n e
py a
da
do
mais
ehemen e
con omem
as
cinzas
do
o imen o
ma
*
gene o o.
As
memó ias
a ogão,as
ci cunaincias
e eni.
as
a
-
as
comba em,
&
..in elicidade*
pe i em
s
m
a
s
eao epe
do
golpe
do
ma e
11o
íe
ab ica
dae a ua
o
memo ial
.do
no
pa a
que
noco açáo
e
e ija
da
a licçao
hua
e a ua
du á¬
el,L
da
pena
o
ma ello
igo e o,
&
collocada
nas
ma.
n-
in ecas
a as
do
en imen o,
e e nize
em
en i i os
pad oes
o
eneno o
queb an o.O
p imey o
pado
pa a
a
m
e
oy
a
c uel
ehemenc.a
da
en e midade,
quede eona a,^
do
da
i en e
quie ação
os
alen os
,
omen e
Q,
lpo n
.
en eosna u aese pi i os.Oh agihdadehuma
•
pa
Eccle i
H-
32
O açao
Fúneb e
E
e
no a mos
a
hum
pe íodo
da
Di ina
Sabedo ia,
e e¬
mos
ndle
incluídos
os
ucce ibsda
Tua
g ande a:
E
Jic
in
Si
-
on
i ma a
um
,
&
in
Ci i a e
JanÜi ica a
imili e
e-
quie i
,
&
in
Je u alem
po e
ias
mea.
E
adica iinpo
-
pulo
hono
i ica o
inpa e
‘Dei
meih
a
edi as
illms
J
&
inpleni udineSanSlo umde en io
mea.
Fala
a
Di ina
Sa¬
bedo ia,
&
diz,
que
e e
em
Sião
a
ua
i me a
:
E Jic
in
Sion
i ma a
i m
;
&
aílim
a
no ia
eniílima
Rainha,
que
k
ao
Meyo
dia
íe
i üa
Sião,
como
diz
meu
Augu inbo
;
Sion
q àppeh
Me idie^
a
m
b
em.no
Meyodia
eüà
Po ugal:
E
in
Ci i a e
an i ica a
imili e
equie i
>
aqui
íe
encon¬
a
a
epul u a
na
Caía
de
Vicen e
an i icada
:
E
in
Je u
-
alempo ejlasmea
y
o
noOb
hema
inclue
e e
eíplando
nas
glo io as
analogias
de
Je uíalem:
E
adica i
inpopulo
ho-
no i ica o:
RadicesmiJij
dizjan enio.
Ena
mul iplicação
dosíe eni imos
ilhos
deu
a
eíle
Reyno
as
melho es
aizesj.
po o
hono i icado
pelo
meímo
cdej ial
auxilio
:
Ip e
e -
picie
,
&
ide
bi
*
in
pa e
c
Dei
mei
h
a
edi as
illiuSj
diz
a
Sabedo ia
que
na
pa e
de
Deos
con ignou
e ia
he ança,
juílamen e
applicado
c e
Tex o
a
e a
Mona quia,
pois
em
Deos
na
ua
he ança
a
melho
pa e:
Impe ium
nihi
abi-
li e.
E
in
pleni udine
SanEio um
de en io
mea,
p o e e
ul¬
imamen e
a-me ma
Sabedo ia,
qüe oy
en e-os
San os
a
ua
de ença
i&a iim
a
noíla
íe eniílima
Rainha
nos
p imey os
alen os
da
mocidade
pa i ou
ao
up emo
h ono
da
Glo ia,
que
não
e
ha ia
de
dila a
no
mundo,
po que
a
ua
de ença
a
ó
no
Ceo:
E
inpleni udineSanào um
de en io
mea
:
que
e
Sapien ia
he
o
me mo
que
Sopha,jú imen e
lhe
con¬
ém
e e en idoaccommoda icioànoíTa e eni iimaRainha,
po que
de aba ando
o
co ação
no
a do
dos
a ogos,
alcance
algum
alen o
nos
u pi os.
Mas^y
que
nada
ba a
pa a
o
en imen o^
po que
não
e
pódep ende
odi c i o
J
&
:
nem
a
almahe
acil
em
e
enga¬
na ,
nem
open amen o
docil
pa a
e
u pende j
po que
no
a eba ado
impul o
dos
en imen os
não
ha
mayo
impoíli-
el

'^^na^jXequiãsdà
iiiinha
N-S.'Dona
Ma ia
SojiUj
5
3
el
que
os
dis a ces
*
&
e
Anna
cho ou
com
i emediá eis
la-
g ymas
do
ilho
au en e
as
audades:
Fleba igi u
ma e
Xob.io.
ejus
i emediabilibus
laC ymis
>
como
e a
hüa
au encia
ien e pe ançajhõa
pena
em
con o!
ação,hum
o men o
e a
ali io
&
hüa
a i idade
em
emedio?
No
eclip e
do
Sol
i¬
gu ou
hum
e udi o
a
mo e
de
hu n
p odigio
com
e a
le a
.*
‘Tjemi
nil
mihijedO bi.
O
me mo
e
expe imen a
no
ca o
p e en e,comoSol
eeclip ouda
no ia
e eniílima
Rainha
a
}uz,& ecob io
com
une o
apo
>
mas
não
lhe
al ão
os
e plando eSj
ó
en e
o
mundo
a
al a
dos
lu imen os,
que
ao
Sol
eclip ado
não
e
lhe
i a
oeí encial
a do
glo io o
,
ó
á
e a
e
lhe
u u pa
o
e plendo
luíido:
Demi
nil
mihij ed
O bi.
Pois
de a
pe da,
de a
al a
,
ó
ica
no
co ação
a
me¬
mó ia,
que
ba alhando
con a
as
con ancias
doe pi i o,en¬
aquece
as
í me as
do
animo,&
e alando
na
eícondida
habi¬
ação
do
pey o,
mandão
à
oz
o
exhalado
agmen o
do
uí-
pi o:
HeuJjeuJje i.
Temoscon ide adoamayo
es e a
da
magoa
de e
úne¬
b e
panegy ico
na
u bulen a
memó ia,
emos
i o
as
es
pe¬
ne an es
e padas
nas
es
melancólicas
uínas,
do
que
e
pe ¬
deu
no
na cimen o,
na
ida,
k
na
mo e,
&
nunca
enxu o
o
o midá el
ma io o
p an o
ulmina
em
co en es
de pe diços
o
mayo
a ogo-,
po que
em
liquidas
i&imas
da
lealdade
e
mani e cm
asju i ieadas
ado ações
da
e e encia.
Mas
òs
jò
e eniílima
Rainha
e da ecida,jà
com
melho
diade ía
(
como
piamen e
c emos
)
co oada
de de
os
ele¬
ados
h onosquepo iuhis,
podeis
mi iga
0
$
íoluços
que
cau ais, e
ne ie
e
n
l
u
ado
p
y amidalobeli co
lemb ais
as
y-
annas
memó ias
do
no ib
lamen o
joeííe
Empy eo
que
go¬
zais
obe ano,
podeis
inculca
as
glo ias
do
emedio
appe e-
cido.
Comoaquèlla
excel a
Molhe
do
Apocalyp e
b ilhais
no
up emo
;(i ono
cele e.-õ
'ignum
magnim
appa ui
in
^p
oc
j
2
.
Calo
:
Miilie
ami a
So e,
&
Luna ubpedibus
ejus
,
&
in
*
capi e
ejus
co ona
Jlella um
duodecim.
Que
e
oy
o
Sol
eu
luzen e
e ido,
e
oy
a
Lua
o lammige o
calçado
,6c
*
e
E
'
gua necia
34
O açao
Funel Y
gua necia
de
doze
b ilhan es
e ellas
da
mage lo a
co oa
as
iun an es
ma a ilhas*
òs
Augu i limò
excel o
a lbmb o,
e i eso
Sol
nas
cla as
luzes,
calça es
a
Lua
nos
ecundos
ayoSj&
o en a es
das
e ellas
a
glo io adiademajnos
doze
elices
annoS
da
oíTa
obe ania.
Rogay
ao
Al i limo
Senho ,
que
os
exal a
pela
con e ação,que
e eReyno
de eja^que
e
aqudla
Mulhe cau ou
ao
in e nal
d agão
a
mayo
uína,
o os
ogos
lhe
o na ão
a
ence
a
a ucia
,
pa a
que
odos
nòs
di o os
con e amos
as
i es
magoas
em
aleg ias,
os
u-
ne osappa a osem
applau os,
os
ho o es
em
gozo,
as
i -
eías
em
jubilo,
as
in elicidades
em
hon a,
os
golpes
em
de¬
licia,
as
culpas
em
g aça.,
&
as
mo alidades
em
glo ia.
Òuam
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&
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San us.
Amen
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5.
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8.
de
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de
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