BASE DE DADOS DE PREÇOS DE
REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS
Cla abóias
CÉDRIC ANTOINE DOS SANTOS
Disse ação subme ida pa a sa is ação pa cial dos equisi os do g au de
MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL — ESPECIALIZAÇÃO EM CONSTRUÇÃO
O ien ado : P o esso Dou o Rui Manuel Gonçal es Calejo Rod igues
JULHO DE 2013
MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL 2012/2013
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL
Tel. +351-22-508 1901
Fax +351-22-508 1446
miec@ e.up.p
Edi ado po
FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO
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4200-465 PORTO
Po ugal
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Rep oduções pa ciais des e documen o se ão au o izadas na condição que seja
mencionado o Au o e ei a e e ência a Mes ado In eg ado em Engenha ia Ci il -
2012/2013 - Depa amen o de Engenha ia Ci il, Faculdade de Engenha ia da
Uni e sidade do Po o, Po o, Po ugal, 2013.
As opiniões e in o mações incluídas nes e documen o ep esen am unicamen e o
pon o de is a do espe i o Au o , não podendo o Edi o acei a qualque
esponsabilidade legal ou ou a em elação a e os ou omissões que possam exis i .
Es e documen o oi p oduzido a pa i de e são ele ónica o necida pelo espe i o
Au o .
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A meus Pais
Nada es á ei o enquan o es a alguma coisa pa a aze .
Romain Rolland
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AGRADECIMENTOS
Ao P o esso Dou o Rui Calejo Rod igues pela o ien ação, apoio, disponibilidade e conhecimen os
ansmi idos, especialmen e pelo igo , disciplina e me odologia aplicada ao longo da o ien ação da
disse ação.
Ao Eng. Miguel Mon ei o e Eng.ª Bea iz Puga pela disponibilidade, acompanhamen o e cedência de
in o mação que con ibuí am pa a o desen ol imen o da disse ação.
Aos es an es memb os da emp esa 3M2P pela disponibilidade e bom ambien e emp esa ial que i e
opo unidade de p esencia ao longo da disse ação.
Aos Engª Ângela Cos a; Eng.ª Ana Luísa, Eng. Rica do San os; Eng. Ped o F anca; Engª Emília
Ma ins e Eng. Filipe Fe ei a que ealiza am os o çamen os necessá ios pa a o desen ol imen o do
es udo.
A odas as emp esas que con ac ei e que independen emen e da con ibuição que lhes oi possí el
disponibiliza .
Aos meus pais pelos es o ços e sac i ícios que me pe mi i am adqui i e desen ol e a minha
o mação académica, alo es e educação. Ao meu pai pela expe iencia p o issional que adqui i ao
longo da ida ao abalha com ele.
Aos i mãos, es an es amilia es, amigos, colegas de cu so e p incipalmen e a minha namo ada
Ve ónica em que odos es i e am p esen es ao longo da minha ida e que de ce a o ma con ibuí am
pa a o meu pe cu so pessoal, académico e p o issional acul ando-me ap idões pa a lu a hoje e no
u u o.
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RESUMO
As ob as de eabili ação êm como obje i o eequaciona um dado p é-exis en e, pa a al em que se
de in e enção pouco in usi a, e e sí el e que ga an a a segu ança e du abilidade, espei ando o
edi ício, os ma e iais e écnicas cons u i as.
As me odologias de o çamen ação não es ão mui o adap adas às ob as de eabili ação, po isso é que
se en endeu desen ol e uma Es u u a de Base de Dados o ien ada pa a a eabili ação, sendo aplicada
nes e es udo especi icamen e ao caso das cla abóias.
A es u u ação da base de dados e a o ganização segundo os elemen os cons u i os pa iu do p incípio
que é possí el eabili a um de e minado elemen o sem se ob iga ó io a eabili ação dos ou os
elemen os p esen es.
O es udo aplica-se às cla abóias que são uma componen e iconog á ica da cons ução an iga e
ca ac e ís ica dos aglome ados de habi ações e p o em da necessidade de acul a luz aos espaços
in e io es. Podem-se e cla abóias na maio pa e dos elhados do Po o, dos mais di e sos ipos, com
um alo his ó ico e a qui e ónico la gamen e econhecido, o nando impo an e a sua eabili ação. Os
abalhos desen ol idos no es udo pa a as cla abóias são e e en e aos abalhos p epa a ó ios, a
es u u a e aos e es imen os, enchimen os e acabamen os.
A base de dados oi ob ida a a és da p odução de um conjun o de documen os com a e as o ien adas
pa a di e en es si uações, sendo es as pa a a epa ação, a subs i uição pa cial e em casos mais c í icos a
subs i uição o al.
Os cus os associados às a e as o am ob idos a a és de emp esas do sec o da cons ução que se
disponibiliza am a o çamen a os documen os desen ol idos pa a o es udo. Es es cus os de em inclui
enca gos di e os como o ma e ial, mão-de-ob a, equipamen o; enca gos de es alei o; enca gos
indi e os e ma gens de luc o e isco. Após e compa ado os dados o necidos pelas emp esas oi
possí el conclui a base de dados com os cus os médios, máximos e mínimos pa a cada a e a.
PALAVRAS-CHAVE: Reabili ação, Es u u a de Cus os, Base de Dados, Cla abóias.
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ABSTRACT
Building e u bishmen wo k has he objec i e o e hinking p e-exis ing si ua ions. Wi h ha in mind,
he in e en ion should be as minimally as possible, e e sible, ensu e he secu i y and du abili y o
he building, and s ill espec he o iginal ma e ials and cons uc ion echniques.
Cos es ima ion me hodologies a e no designed o e u bishmen cons uc ion, so a new Da abase
S uc u e was de eloped especially o e u bishmen ope a ions. In his s udy i was applied
speci ically o he case o skyligh s.
The s uc u e o he da abase and he o ganiza ion ollowing he cons uc ion elemen s p esume ha i
is possible o ehabili a e a ce ain elemen wi hou necessa ily ha ing o in e ene in he o he p esen
elemen s.
This s udy ocuses on skyligh s, which a e an iconog aphic elemen o olde cons uc ions and a
cha ac e is ic o agglome a ions o buildings p o iding na u al ligh o he inside spaces. I is e iden
ha many o Opo o’s oo s ha e skyligh s wi h many shapes and o ms. These ha e his o ic and
a chi ec u al alue, making ehabili a ion an impo an goal. The wo k ca ied ou in his s udy o
skyligh s e e s o he p epa a o y wo k, he s uc u e and coa ings, ille s and inishes.
The da abase was ob ained h ough a se o documen s ha co e di e en si ua ions: epa a ion,
pa ial eplacemen , and in c i ical cases, o al eplacemen .
The cos s o comple ing hese a ious asks we e ob ained om cons uc ion companies ha had
supplied ele an quo es. These cos s should include he di ec cos s o ma e ial, manpowe ,
equipmen ; cons uc ion si e cha ges; indi ec cos s; and p o i and isk ma gins. A e compa ing he
supplied da a i was possible o cons uc a medium, maximum and minimum cos o each ask.
KEYWORDS: Re u bishmen , Cos S uc u e, Da a base, Skyligh .
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5.3.2.4. Limpeza ge al da cla abóia ................................................................................................... 43
5.3.3. CLARABÓIAS - ESTRUTURA ......................................................................................................... 43
5.3.3.1. Elemen os em Madei a ......................................................................................................... 43
5.3.3.2. Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado ...................................................................... 44
5.3.3.3. Fixações da es u u a ........................................................................................................... 45
5.3.3.4. Apoios da es u u a a cobe u a ou pa imen o ...................................................................... 46
5.3.3.5. Lan e nins ( en ilação) ......................................................................................................... 46
5.3.4. CLARABÓIAS - REVESTIMENTOS, ENCHIMENTOS E ACABAMENTOS ................................................... 47
5.3.4.1. Re es imen o ex e io ........................................................................................................... 47
5.3.4.2. Re es imen o in e io ............................................................................................................ 48
5.3.4.3. Vid o .................................................................................................................................... 48
5.3.4.4. Vedan e, junções e jun as .................................................................................................... 49
5.3.4.5. Ru os ................................................................................................................................... 50
5.4. DESENHOS TÉCNICOS ............................................................................................................... 50
5.5. MAPA DE TAREFAS E QUANTIDADES E MEDIÇÕES .................................................................... 52
5.5.1. MAPA DE TAREFAS E QUANTIDADES (MTQ)................................................................................... 52
5.5.2. MEDIÇÕES ................................................................................................................................ 52
5.6. CONSULTA DO MERCADO ......................................................................................................... 53
5.6.1. LÓGICA E PROCEDIMENTO DA CONSULTA ...................................................................................... 53
5.6.2. EMPRESAS CONSULTADAS .......................................................................................................... 54
6. OBTENÇÃO, ANÁLISE E TRATAMENTO DOS CUSTOS
ASSOCIADOS A REABILITAÇÃO DO ELEMENTO -
CLARABÓIAS .................................................................................................................... 55
6.1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................ 55
6.2. OBTENÇÃO DE DADOS .............................................................................................................. 56
6.3. CUSTOS .................................................................................................................................... 56
6.4. TRATAMENTO E INTERPRETAÇÃO DOS VALORES OBTIDOS. ..................................................... 57
6.4.1. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO DOS PREÇOS ........................................................................................ 57
6.4.2. ACESSO AO LOCAL DE TRABALHO – LOCALIZAÇÃO ......................................................................... 58
6.4.3. CLARABÓIAS - TRABALHOS PREPARATÓRIOS................................................................................. 59
6.4.3.1. Elabo ação de documen ação, egis o o og á ico e inspeção de elemen os. ........................ 59
6.4.3.2. Remoção cuidada de elemen os deg adados ....................................................................... 60
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6.4.3.3. Remoção/demolição de elemen os .......................................................................................62
6.4.3.4. T anspo e e a mazenamen o em es alei o. ..........................................................................64
6.4.3.5. T anspo e e a amen o de ma e ial não u ilizado. ................................................................65
6.4.3.6. Limpeza ge al da cla abóia. ..................................................................................................66
6.4.4. CLARABÓIAS - ESTRUTURA .........................................................................................................67
6.4.4.1. Elemen os em Madei a – Subs i uição. .................................................................................67
6.4.4.2. Elemen os em Madei a - Re o ço. .........................................................................................70
6.4.4.3. Elemen os em Madei a - T a amen o. ...................................................................................70
6.4.4.4. Se alha ia – Repa ação de es u u a ...................................................................................71
6.4.4.5. Se alha ia – Repa ação dos o namen os supe io es. ...........................................................73
6.4.4.6. Se alha ia – Re o ço ...........................................................................................................75
6.4.4.7. Se alha ia – T a amen o. .....................................................................................................75
6.4.4.8. Fixações da es u u a. ..........................................................................................................76
6.4.4.9. Apoios da es u u a da cla abóia a cobe u a ou pa imen o. .................................................77
6.4.4.10. Se alha ia – Lan e nins......................................................................................................79
6.4.5. CLARABÓIAS - REVESTIMENTOS, ENCHIMENTOS E ACABAMENTOS ...................................................80
6.4.5.1. Re es imen o ex e io . ..........................................................................................................80
6.4.5.2. Re es imen o in e io . ...........................................................................................................81
6.4.5.3. Vid o. ...................................................................................................................................82
6.4.5.4. Vedan e, junções e jun as.....................................................................................................84
6.4.5.5. Ru os. ..................................................................................................................................84
6.5. CASO PRÁTICO. ........................................................................................................................85
6.5.1. CASO SANTA CATARINA. ............................................................................................................85
6.5.2. CASO LARGO DO VIRIATO ...........................................................................................................90
6.5.3. CONCLUSÃO DOS CASOS PRÁTICOS. ............................................................................................94
7. CONCLUSÕES ............................................................................................................95
7.1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................95
7.2. RESULTADOS DA BASE DE DADOS ...........................................................................................95
7.3. DESENVOLVIMENTOS FUTUROS ................................................................................................96
BIBLIOGRAFIA ..................................................................................................................................99
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xi
ANEXOS ............................................................................................................................... A.1
A.2. ESTRUTURA DESENVOLVIDA PELO O AUTOR ......................................................................... A.2
A.4. DESENHOS TÉCNICOS............................................................................................................ A.6
A.7. LISTA DE EMPRESAS CONSULTADAS .................................................................................. A.12
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ÍNDICE DE FIGURAS
Fig. 1 - Reabili ações do edi icado e cons uções no as, Po ugal, 1995-2011. (INE, 2012) ................ 2
Fig. 2 – Cons ução Residencial, Fon e: Eu ocons uc Lond es 2012. (INCI, 2012) ............................ 4
Fig. 3 – Dis ibuição das ases do es udo ........................................................................................... 5
Fig. 4 - O ganog ama da es u u a p incipal pa a a eabili ação. ........................................................13
Fig. 5 – Telhados do Po o e suas Cla abóias. (Fo o do au o )...........................................................25
Fig. 6 – Desenho écnico de cobe u a. (F ei as, V.P., 2012) .............................................................26
Fig. 7 – O ganog ama de cla abóia asan e. ......................................................................................27
Fig. 8 – O ganog ama de cla abóia salien e. .....................................................................................28
Fig. 9 – Cla abóia asan e e salien e. (Fo o do au o ) ........................................................................28
Fig. 10 – Desenho ilus a i o de uma cla abóia asan e de uma água. (desenho do au o ) ................29
Fig. 11 – Cla abóia Rasan e de uma água. (3M2P) ...........................................................................29
Fig. 12 - Desenho ilus a i o de uma cla abóia asan e de duas águas. (desenho do au o ) ...............30
Fig. 13 – Cla abóia Rasan e de duas águas. (Fo o do au o ) .............................................................30
Fig. 14 - Desenho ilus a i o de uma cla abóia salien e base da es u u a. (desenho do au o ) ..........31
Fig. 15 - Base da es u u a ci cula e es imen o in e io . (3M2P) ......................................................31
Fig. 16 - Desenho ilus a i o da es u u a do co uchéu mais comuns. (desenho do au o )..................32
Fig. 17 - Es u u as de co uchéus. (Fo o do au o ) .............................................................................32
Fig. 18 - Desenho ilus a i o da es u u a do co uchéu mais elabo ado. (desenho do au o ) ..............32
Fig. 19 – Es u u a do Co uchéu edondo e mais elabo adas. (Fo o do au o ) ....................................33
Fig. 20 – O namen os de cla abóias. (1º e 2º (www02), 3º e 4º o o do au o ) ....................................33
Fig. 21 – O ganog ama do es udo de um elemen o a eabili a . .........................................................38
Fig. 22 – Caso de exemplo de emoção de elemen os deg adados. (3M2P) ......................................42
Fig. 23 - Caso de exemplo de anspo e. (3M2P) ..............................................................................43
Fig. 24 - Caso de exemplo de elemen os em madei a. (3M2P) ..........................................................43
Fig. 25 - Caso de exemplo de se alha ia. (3M2P) .............................................................................44
Fig. 26 - Caso de exemplo de ixações da es u u a. (3M2P) .............................................................45
Fig. 27 - Caso de exemplo de apoios da es u u a a cobe u a ou pa imen o. (3M2P) .......................46
Fig. 28 - Caso de exemplo de e es imen o ex e io . (3M2P) .............................................................47
Fig. 29 - Caso de exemplo de e es imen o in e io . (3M2P) ..............................................................48
Fig. 30 - Caso de exemplo de id os. (3M2P) ....................................................................................49
Fig. 31 - Caso de exemplo de Vedan e, junções e jun as. (3M2P) .....................................................49
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x i
Fig. 32 - Caso de exemplo de u os. (3M2P) ..................................................................................... 50
Fig. 33 – Plan a da cla abóia do caso 5. ............................................................................................ 51
Fig. 34 – Co e da cla abóia do caso 5. ............................................................................................. 51
Fig. 35 - G á ico de espos as das emp esas con ac adas. ................................................................ 54
Fig. 36 - O ganog ama do a amen o e esul ados............................................................................ 55
Fig. 37 - G á ico de espos as de o çamen ação das emp esas disponí eis. ..................................... 56
Fig. 38 - Cobe u a acessí el com auxílio de equipamen o. ............................................................... 59
Fig. 39 - Elabo ação de documen ação, egis o o og á ico e inspeção de elemen os. ....................... 60
Fig. 40 - Remoção cuidada de elemen os deg adados. ..................................................................... 61
Fig. 41 - Remoção cuidada de elemen os deg adados 1.2.1.13. ........................................................ 62
Fig. 42 - Remoção/demolição de elemen os. ..................................................................................... 64
Fig. 43 - Remoção/demolição de elemen os 1.2.2.13. ....................................................................... 64
Fig. 44 - T anspo e e a mazenamen o em es alei o. ......................................................................... 65
Fig. 45 - T anspo e e a amen o de ma e ial não u ilizado. .............................................................. 66
Fig. 46 - Limpeza ge al da cla abóia.................................................................................................. 67
Fig. 47 - Elemen os em Madei a - Subs i uição. Caso 1 e 2. .............................................................. 68
Fig. 48 - Elemen os em Madei a - Subs i uição. Caso 3, 4 e 5. .......................................................... 69
Fig. 49 – Elemen os em Madei a – Subs i uição. Caso 3, 4 e 5 compa ação en e exclusão ou não de
emp esas. ......................................................................................................................................... 69
Fig. 50 - Elemen os em Madei a - Re o ço. ....................................................................................... 70
Fig. 51 - Elemen os em Madei a - T a amen o. .................................................................................. 71
Fig. 52 - Se alha ia – Repa ação de es u u a. Caso 1. .................................................................... 72
Fig. 53 - Se alha ia – Repa ação de es u u a. Caso 3, 4 e 5. .......................................................... 73
Fig. 54 - Se alha ia – Repa ação dos o namen os supe io es. ......................................................... 74
Fig. 55 - Se alha ia – Re o ço. ......................................................................................................... 75
Fig. 56 - Se alha ia – T a amen o. .................................................................................................... 76
Fig. 57 - Fixações da es u u a. ......................................................................................................... 77
Fig. 58 - Apoios da es u u a da cla abóia a cobe u a ou pa imen o. ................................................ 78
Fig. 59 - Se alha ia – Lan e nins. ..................................................................................................... 79
Fig. 60 - Re es imen o ex e io . Caso 3, 4 e 5. .................................................................................. 80
Fig. 61 - Re es imen o in e io . ......................................................................................................... 81
Fig. 62 - Vid o. .................................................................................................................................. 83
Fig. 63 – Compa ação dos di e en es cus os do a igo 3.3.1.2. .......................................................... 83
Fig. 64 - Vedan e, junções e jun as. .................................................................................................. 84
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
x ii
Fig. 65 - Ru os. .................................................................................................................................85
Fig. 66 – Ap esen ação do caso p á ico San a Ca a ina. (3M2P) .......................................................86
Fig. 67 - Soma ó io dos g upos de a igos. ........................................................................................89
Fig. 68 – Resul ado inal in e enção no ex e io da cla abóia. (3M2P) ..............................................90
Fig. 69 - Ap esen ação do caso p á ico La go do Vi ia o. (3M2P) .......................................................90
Fig. 70 - Soma ó io dos g upos de a igos. ........................................................................................94
Fig. 71 - Resul ado inal in e enção no in e io da cla abóia. (3M2P) ................................................94
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ÍNDICE DE QUADROS
Quad o 1 - Edi ícios concluídos pa a Habi ação Familia , 2001 a 2011. .............................................. 3
Quad o 2 - Edi ícios concluídos pa a Habi ação Familia po Regiões, 2011. ...................................... 3
Quad o 3 - Códigos de deg adação p e is os no EPIQR. ................................................................... 8
Quad o 4 – Capí ulos p incipais da es u u a abo dada no li o “Cu so sob e eg as de medição na
cons ução”. ......................................................................................................................................14
Quad o 5 - Capí ulos p incipais da es u u a abo dado no li o “In o mação sob e cus os ichas de
endimen os ac ualização. Dez2007”.................................................................................................15
Quad o 6 - Classes da es u u a desen ol ido na disse ação “Classi icação da in o mação na
indús ia da cons ução”. ...................................................................................................................16
Quad o 7 – Capí ulos p incipais do P oNIC. ......................................................................................18
Quad o 8 – Es u u a desen ol ida pelo au o com os ês p imei os ní eis de desag egação. ..........21
Quad o 9 – Es u u a comple a da base de dados pa a a eabili ação de cla abóias. .........................39
Quad o 10 – Cabeçalho ap esen ado no mapa de a e as e quan idades ..........................................52
Quad o 11 – Medição es ima i a do ma e ial usado nos cinco casos de cla abóias. ..........................53
Quad o 12 - mé odo simpli icado de análise de cus os de ob as ........................................................56
Quad o 13 – Cobe u a acessí el sem auxílio de equipamen o..........................................................58
Quad o 14 - Cobe u a acessí el com auxílio de equipamen o. .........................................................58
Quad o 15 – Elabo ação de documen ação, egis o o og á ico e inspeção de elemen os..................59
Quad o 16 - Remoção cuidada de elemen os deg adados. ...............................................................61
Quad o 17 - Remoção/demolição de elemen os. ...............................................................................63
Quad o 18 - T anspo e e a mazenamen o em es alei o. ...................................................................65
Quad o 19 - T anspo e e a amen o de ma e ial não u ilizado. .........................................................66
Quad o 20 - Limpeza ge al da cla abóia. ...........................................................................................66
Quad o 21 – Elemen os em Madei a - Subs i uição. Caso 1 e 2. .......................................................67
Quad o 22 - Elemen os em Madei a - Subs i uição. Caso 3, 4 e 5. ....................................................68
Quad o 23 – Elemen os em Madei a - Re o ço. .................................................................................70
Quad o 24 – Elemen os em Madei a - T a amen o. ...........................................................................70
Quad o 25 - Se alha ia – Repa ação de es u u a. Caso 1. ..............................................................72
Quad o 26 - Se alha ia – Repa ação de es u u a. Caso 3, 4 e 5. .....................................................73
Quad o 27 - Se alha ia – Repa ação dos o namen os supe io es. ....................................................74
Quad o 28 - Se alha ia – Re o ço. ....................................................................................................75
Quad o 29 - Se alha ia – T a amen o. ..............................................................................................76
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
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Quad o 30 – Fixações da es u u a. .................................................................................................. 77
Quad o 31 - Apoios da es u u a da cla abóia a cobe u a ou pa imen o. .......................................... 78
Quad o 32 - Se alha ia – Lan e nins. ............................................................................................... 79
Quad o 33 - Re es imen o ex e io . Caso 3, 4 e 5. ............................................................................ 80
Quad o 34 – Re es imen o in e io . ................................................................................................... 81
Quad o 35 – Vid o............................................................................................................................. 82
Quad o 36 – Quan idade de id o segundo os casos. ....................................................................... 83
Quad o 37 – Vedan e, junções e jun as. ............................................................................................ 84
Quad o 38 – Ru os............................................................................................................................ 85
Quad o 39 – Cus os associados a in e enção do caso p á ico San a Ca a ina. ................................ 86
Quad o 40 – Soma ó io dos g upos de a igos. ................................................................................. 89
Quad o 41 – Cus os associados a in e enção do caso p á ico La go do Vi ia o. ............................... 91
Quad o 42 – Soma ó io dos g upos de a igos. ................................................................................. 93
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
xxi
SÍMBOLOS, ACRÓNIMOS E ABREVIATURAS
INE - Ins i u o Nacional de Es a ís ica
CN - cons ução no a
RE - eabili ação do edi icado
INCI - Ins i u o da Cons ução e do Imobiliá io I.P.
RECRIA – Regime Especial de Compa icipação na Recupe ação de Imó eis A endados (D.L. n.º
329-C/2000, de 22 de Dezemb o)
REHABITA – Regime de Apoio à Recupe ação Habi acional em Á eas U banas An igas.
RECRIPH – Regime Especial de Compa icipação e Financiamen o na Recupe ação de P édios
U banos em Regime de P op iedade Ho izon al (D.L. n.º 106/96, de 31 de Julho).
SOLARH – Solida iedade de Apoio à Reabili ação de Habi ação (D.L. n.º 39/2001, de 9 de
Fe e ei o).
EPIQR - Ene gy Pe o mance, Indoo en i onmen al Quali y and Re o i
MER - Mé hodes d’É alua ion Rapide
MEXREB - Me odologia Exigêncial de Reabili ação
SRU - Sociedades de Reabili ação U bana (Dec e o-Lei nº.104/2004, de 7 de Maio)
LNEC – Labo a ó io Nacional de Engenha ia Ci il
P oNIC - P o ocolo pa a a No malização da In o mação Técnica na Cons ução
IHRU - Ins i u o da Habi ação e Reabili ação U bana
EP - Es adas de Po ugal
POSC - P og ama Ope acional Sociedade do Conhecimen o
IC-FEUP - Ins i u o da Cons ução – Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o
INESC Po o - Ins i u o de Engenha ia de Sis emas e Compu ado es do Po o
MTQ - Mapa de a e as e quan idades
GECoRPA - G émio das Emp esas de Conse ação e Res au o do Pa imónio A qui ec ónico
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
6
O quin o capí ulo, com í ulo de “O ganização da base de dados e documen os pa a o elemen o a
eabili a - Cla abóias”, consis e na elabo ação de documen os que pe mi em uma melho abo dagem
das a e as desen ol idas pa a a base de dados.
No penúl imo capí ulo, com í ulo “Ob enção, análise e a amen o dos cus os associados a eabili ação
do elemen o - Cla abóias” em que a a és da consul a de emp esas com os documen os an e io men e
elabo ados são especi icado os cus os das di e en es a e as elemen a es que cons i uem a base de
dados. Analisando-se a amos a de in o mação de modo a ob e os cus os máximos, mínimos e médios
das di e sas a e as.
No úl imo capí ulo, “Conclusões”, são ealçados alguns pon os undamen ais e indicadas algumas
ideias po desen ol e .
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
7
2
2. SÍNTESE DE CONCEITOS
2.1. PREOCUPAÇÃO DA REABILITAÇÃO
A p eocupação com a eabili ação já em em Po ugal á ias décadas, nas quais o am ealizados
di e sos encon os e cong essos abo dando es e e mui os ou os assun os.
Em 1985 oi ealizado o 1º encon o sob e “Conse ação e Reabili ação de Edi ícios de Habi ação”
onde de iniam os concei os de Conse ação e Reabili ação. Um dos emas abo dado oi o “Cus o e
Ren abilidade das In e enções” em que os p incipais obje i os o am, de ini mé odos de apoio à
decisão e es ima os cus os de conse ação e eabili ação. Ou o ema a ado oi um p og ama de
es imação do cus o da conse ação o imizada do pa que imobiliá io designado po “En opia”
desen ol ido pela “Bu eau Ve i as” endo como obje i o c ia uma cade ne a de saúde da cons ução,
que pe mi i ia es ima os cus os de conse ação pa a N anos e depois consoan e a disponibilidade dos
ganhos dos in e essados, analisa os in es imen os possí eis ao longo da ida da cons ução. Nessa
época os pa ques habi acionais p ecisa am de conse ação e não an o de eabili ação. (Ra a a, A.,
1985)
Na Con e ência In e nacional sob e Conse ação “C acó ia 2000” e pa a da desen ol imen o às
ecomendações in e nacionais e ca as já exis en es, oi ealizada a ca a de C acó ia 2000 “P incípios
pa a a conse ação e o es au o do pa imónio cons uído” que a ua no espí i o da Ca a de Veneza
(1964) e em como obje i o a conse ação, manu enção e epa ação das cons uções. (Summa ielle, E.
& Passos, J.M.d.S., 2002)
Em Po ugal, ao longo dos anos o am c iados á ios p og amas de apoio a ecupe ação e eabili ação
u bana ais como RECRIA, REHABITA, RECRIPH e SOLARH. As polí icas, os bancos e ou os
p og amas de ou as á eas exis en es ais como o incen i o a cons ução no a e a p op iedade de casa
p óp ia, e am mais a a i os, azendo com que os p og amas de eabili ação não i e am g andes
impac os na cons ução. Pa a con a ia es a si uação o am c iados as Sociedades de Reabili ação
U bana (SRU) que ob igam os municípios a in e i na eabili ação dos cen os his ó icos e á eas
conside adas como c í icas es imulando assim a eabili ação. (F ei as, V.P., 2012; Sá, J.V.P.D., 2011)
Pe an e odos es es conhecimen os concluiu-se que a eabili ação já é uma idealização com á ias
décadas e que na maio pa e dos países eu opeus já possuía uma g ande impo ância no sec o da
cons ução, enquan o que em Po ugal começou a ganha in luência apenas na úl ima década sendo
assim necessá io in es i na expansão e co e a aplicação da eabili ação. A eabili ação em que se de
in e enção pouco in usi a, e e sí el e que ga an a a segu ança e du abilidade, espei ando o edi ico,
os ma e iais e écnicas cons u i as. Não de emos op a pela simplicidade do des ui e cons ui de
no o, man endo somen e alguns elemen os, ais como achadas ou es u u as.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
8
2.2. INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO E CUSTOS NA EUROPA
Na Eu opa exis em já á ias e amen as de análise de inspeção, diagnós ico e cus os, as quais êm
como obje i o comum disponibiliza in o mação pa a ajuda de o ma p á ica e simpli icada a decisão
e elabo ação dos diagnós icos, pe mi indo pos e io men e de e mina pa a cada um dos elemen os
cons u i os uma es ima i a dos cus os associado a epa ação. Alguns des es ins umen os pe mi em
a a da manu enção e ambém de edi ícios no os, aplicando-se ambém a ou os p oje os sem se em
de habi ações.
2.2.1. MÉTODO EPIQR (ENERGY PERFORMANCE, INDOOR ENVIRONMENTAL QUALITY AND RETROFIT)
O mé odo EPIQR oi desen ol ido pela Comissão Eu opeia, endo como obje i o apoia na
plani icação écnica e inancei a da eno ação da habi ação, c iando pa a al uma e amen a
mul imédia com di e en es cená ios possí eis de in e enção, que ajuda am na decisão do diagnós ico.
A p incipal an agem é a cons i uição de um dossiê comple o e com in o mações p ecisas do es ado
ge al do imó el o necendo como p incipais in o mações o diagnós ico do es ado ísico e uncional.
Es e dossiê de alha a na u eza dos abalhos a se em e e uados, indicando o p ocesso de eabili ação e
da manu enção e o alo imobiliá io do edi ício habi acional.
Ou as an agens do mé odo é que pe mi e o imiza em os consumos de ene gia, a qualidade do a e o
con o o in e io . Realiza uma p e isão do desgas o na u al dos elemen os, ajuda na plani icação dos
cus os de eno ação e p opõe possí eis melho ias de modo a alo iza o imó el.
Os diagnós icos são compos os po ês e apas: uma inspeção isual comple a e sis emá ica dos
elemen os do edi ício, sem ecu so a especialis as; um inqué i o des inado aos p op ie á ios ou
loca á ios; e uma análise das possí eis soluções de epa ação e os seus cus os, indicando os consumos
e possí eis melho ias aplicá eis no edi ício. Pa a es e mé odo o edi ício é compos o po 50 elemen os,
em que cada um des es co esponde a um g upo de componen es. A deg adação desses componen es é
codi icada em qua o g upos (quad o 3) que indica o es ado de deg adação, qual a u gência e o ipo da
in e enção. Pa a melho in e p e ação o mé odo o nece o og a ias ilus a i as dos es ados de
deg adação. (Lanzinha, J. [e al.], 2001)
Quad o 3 - Códigos de deg adação p e is os no EPIQR.
Código
Es ado de deg adação
U gência
Tipo de in e enção
A
Bom es ado
Conse ação
Manu enção
B
Deg adação ligei a
Vigilância
Repa ação ligei a
C
Deg adação média
In e enção
Repa ação média
D
Fim do ciclo de ida
In e enção imedia a
Subs i uição
s, ,u,
Po encial de e olução
Facul a i o
Melho a
Códigos s, ,u, – pa a alguns elemen os, es es códigos pe mi em p e e in e enções- ipo
ul apassando a simples eposição em condições de uncionamen o e pe mi indo aze a análise dos
po enciais de aumen o do ní el de exigência. (Lanzinha, J. [e al.], 2001)
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
9
2.2.2. METODO MER HABITAT (METHODES D’ÉVALUATION RAPIDE)
Desen ol ido na Suíça, o mé odo MER oi desen ol ido pa a a alia o p eço da eno ação de
edi ícios simples e com da a an e io á gue a. O mé odo MER HABITAT ab ange odo o ipo de
cons ução e desen ol e a mesma ideia, com o p incípio de diagnos ica e indica os cus os pa ciais ou
globais pa a es au a os edi ícios.
O p incipal componen e desse mé odo é o manual de diagnós ico que em po base de e e ência as
in e enções e cus os de “edi ícios modelos”, nos quais emos que p ocu a o que se iden i ica melho
com o caso em es udo.
Os diagnós icos do es ado do edi ício e o cus o são ealizados a a és da inspeção no local e os cus os
são, pos e io men e a ados manualmen e ou in o ma icamen e com uma g elha de cálculos. O
manual di ide o edi ício em 291 elemen os que se o ganizam em 31 sub- a e as, eag upadas em 9
g upos de a e as. Os casos iden i icados no manual podem não se adap a o almen e ao edi ício em
es udo, sendo a ibuídas coe icien es pa a ap oxima o modelo do eal. Pode se essencial usa
pe cen agens nas a e as quando são usados á ios ipos de “edi ícios modelos” pa a se ap oxima do
eal. Es e mé odo como o an e io di ide a classi icação em qua o es ados de deg adação.
Code 4: bom es ado;
Code 3: deg adação ligei a, acilmen e epa á el;
Code 2: deg adação impo an e ou alha pa cial, di icilmen e epa á el;
Code 1: mau es ado ou alha o al, a subs i ui ou ac escen a .
Com o p oje o ou a medição das á eas dos elemen os e a g elha de cálculo com os códigos,
coe icien es e pe cen agens de idamen e a ibuídas é calculado os cus os pa ciais e o ais do edi ício
sendo os esul ados de g ande iabilidade. (Ma co, D. [e al.], 1996)
2.2.3. MÉTODO TEST HABITATGE
Desen ol ido em Espanha pelo Col·Legi d’Apa ellado es i A qui ec s Tècnicas de Ba celona, o
mé odo é baseado em ou os já exis en es e em como obje i o adap á-los a elemen os mais pequenos e
habi ações uni amilia es.
Os diagnós icos são ealizados com o p eenchimen o de ichas o ganizadas em 55 elemen os e
eag upados em 6 capí ulos. Numa p imei a e apa é ealizada uma inspeção isual e nas suas
conclusões inais, pode se ecomendado pe an e alguns dados ecolhidos, eco e a ensaios
especí icos. Na segunda e apa é a ibuída uma classi icação de deg adação idên ica à do mé odo MER
HABITAT, e ambém é a ibuída uma pe cen agem às deg adações. Numa e cei a e apa de conclusão
é compilada a in o mação das anomalias obse adas e calculado o cus o com um mé odo semelhan e
ao mé odo an e io . (Lanzinha, J. [e al.], 2001)
2.2.4. BATIPRIX “LA BASE DE DONNEES DES PRIX DE LA CONSTRUCTION”
A emp esa F ancesa Ba ip ix lançou em 2001 a p imei a e são do seu sí io, desde en ão em indo a
desen ol e a pla a o ma de acesso e a base de dados dos elemen os e dos p eços. A base de dados
em como obje i o ajuda a es ima e e i ica os cus os a ibuídos aos p oje os e elemen os de
abalho. Pa a al a base de dados é cons i uída po 34000 elemen os que podem se consul ados ia
web, ou em papel de 9 olumes. Pa a cada elemen o é disponibilizado uma sé ie de in o mações sendo
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
10
as mais impo an es uma desc ição sumá ia, o empo medio de execução e odos os cus os associados.
(www01)
2.3. INSTRUMENTOS NACIONAIS DE DIAGNÓSTICO E CUSTOS
2.3.1. MEXREB (METODOLOGIA EXIGÊNCIAL DE REABILITAÇÃO)
O MEXREB em como obje i o p incipal ajuda na decisão da a uação que de e e o p op ie á io na
conse ação e epa ação do seu bem. Pa a al es a e amen a es á es u u ada pa a diagnos ica e
iden i ica as exigências a sa is aze , epa indo-se a elabo ação desse mé odo em qua o ases:
De inição de exigências;
Es u u ação do mé odo de diagnós ico;
Desen ol imen o do modelo in o má ico;
Validação do modelo in o má ico.
O mé odo de diagnós ico passa po inspeciona isualmen e ou compa a i amen e os elemen os,
ealizando ensaios adequados pa a a in e p e ação das necessidades dos elemen os e são e i icados os
dados ob idos elacionados com as exigências de inidas. Os esul ados são ap esen ados po um
in e ace g á ico que elucida acilmen e o ní el a que se encon am as exigências a ibuídas.
Pe an e es es esul ados e consoan e as possibilidades mone á ias do momen o o na-se possí el
decidi como in es i na melho ia da qualidade do edi ício. (Lanzinha, J.C.G. [e al.], 2003)
2.3.2. LNEC INFORMAÇÃO SOBRE CUSTOS
Apesa de não se aplica di e amen e à eabili ação, o LNEC publica desde de 1968 na sé ie
“In o mação sob e Cus os”, ichas de endimen os de ope ações de cons ução com a indicação dos
seus cus os. As ichas de endimen os o am a ualizadas ao longo dos anos endo como ul ima
a ualização a da a de Dezemb o de 2007. Es a edição é compos a po 2712 ichas de endimen os
especí icas a de e minadas a e as, endo como base a abela 1 do sis ema CI/S B (sendo na abela 1
que a cons ução se enquad a), a abela di ide-se em se e capí ulos com os seus espe i os
subcapí ulos.
As ichas de endimen o êm como indicação os cus os de e e ências e possuem como in o mação:
Núme o de o dem da ope ação;
Código da ope ação (3 úl imos dígi os indicam o a igo, os 2 p imei os o capí ulo);
Unidades de medição;
Da a dos p eços;
Desc ição da ope ação de cons ução;
Cus o di e o com coe icien e de e iciência e a pe cen agem a ibuídas ao ma e ial, equipamen os
e mão-de-ob a;
Cus o da ope ação com pe cen agem dos cus os indi e os;
Cus o o al da ope ação com o alo de luc os.
As in o mações disponibilizadas pelo LNEC são de maio ele ância na ase de p oje o e no
acompanhamen o e con olo de execução da ob a.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
11
As publicações são ealizadas quando se e i ica o aumen o signi ica i o dos p eços e elabo a-se
no as ichas quando exis e um aumen o conside á el das écnicas e dos ma e iais na cons ução.
(Manso, A.d.C. [e al.], 2008)
2.3.3. PRONIC (PROTOCOLO PARA A NORMALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO TÉCNICA NA CONSTRUÇÃO)
O P oNIC é esponsabilidade do IHRU (Ins i u o da Habi ação e Reabili ação U bana) e da EP
(Es adas de Po ugal) e az pa e do âmbi o do POSC (P og ama Ope acional Sociedade do
Conhecimen o). O p oje o oi desen ol ido e é assegu ado po um consó cio, no qual pa icipam o IC-
FEUP (Ins i u o da Cons ução – Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o), o LNEC
(Labo a ó io Nacional de Engenha ia Ci il) e o INESC Po o (Ins i u o de Engenha ia de Sis emas e
Compu ado es do Po o).
O p incipal obje i o do p oje o é c ia uma pla a o ma in o má ica como e amen a de supo e que
pe mi e sis ema iza odas as ases do p ocesso cons u i o e uni o miza os documen os u ilizados na
cons ução (P oje os, Mapas de T abalhos, Cade nos de Enca gos, O çamen os, Medições e Mapa de
abalho e Quan idade).
A pla a o ma encon a-se di idida em duas pa es, as cons uções no as e as in aes u u as das ob as
odo iá ia. Es es englobam á ios abalhos dis in os que quando in e ligados cons i uíam a o alidade
do emp eendimen o. A o ganização das ob as pelo P oNIC é ei a a a és de uma es u u a de
desag egação que pe mi e seleciona o g au de po meno ização que que emos a ibui às a e as. Pa a
cada pa e exis e uma lis a de capí ulos, indicando os abalhos de especialização pa a as cons uções e
os g upos de abalhos pa a as in aes u u as das ob as odo iá ias.
A eabili ação não possuía um capí ulo p óp io, pe encendo ao g upo da cons ução no a. Não
que endo alimen a a ideia de que a eabili ação em cus os mais ele ados os au o es do p oje o
op a am po especi ica as écnicas cons u i as. Nos casos de eabili ações é necessá io indica a
écnica de eabili ação que é u ilizada; e nos casos di os de eabili ação, em que se des ói pa a depois
ol a a cons ui , no p og ama é iden i icado como sendo cons ução no a, pois essas a e as são
conside adas no as.
Cada u ilizado em a sua p óp ia base de dados, sendo que a base de dados ge al da pla a o ma i á
desen ol e -se à medida que os u ilizado es disponibiliza em os seus documen os écnicos. Cada base
de dados é cons i uída pelos seguin es documen os écnicos:
Ficha de execução de abalhos;
Ficha de ma e iais;
Mapa de abalhos e quan idades;
Es ima i a o çamen al;
Cade no de enca gos.
A a és desse conjun o de conhecimen o se á possí el uni o miza e elabo a os documen os pa a
concu sos e ajuda na análise de compa ação de p opos as. Também pe mi e que haja menos e os e
omissões na elabo ação dos documen os. (Ca alho, P.M.d.S., 2011)
2.4. CONCLUSÃO
Como se pode comp o a exis em mui os ins umen os de diagnós ico e cus os da cons ução, sendo
que a é as p óp ias emp esas podem ob e as suas p óp ias e amen as. Seja a a és de mé odos
p óp ios, p og amas desen ol idos ou mesmo conjun os de in o mações, as emp esas ão
desen ol endo e adqui indo essas e amen as com as suas expe iências e os abalhos ealizados.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
12
A emp esa 3M2P é uma dessas emp esas que com os conhecimen os e expe iências adqui idas e com a
ajuda de e amen a in o má ica, desen ol eu o seu p óp io p og ama de base de dados. A emp esa
disponibilizou ao au o a base de dados pa a ajuda a iden i ica elemen os e a e as, pe mi indo assim
pode quan i ica-los.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
13
3
3. ESTRUTURAÇÃO DA BASE DE
DADOS DOS ELEMENTOS DE
REABILITAÇÃO
3.1. NOTAS INTRODUTÓRIAS
Um dado é uma in o mação ele an e sob e um de e minado assun o ou pessoa, os dados são
in e p e ados e usados po pessoas que êm conhecimen o e ap idão pa a o usa . Po exemplo um
médico não em a mesma in e p e ação de um p oje o de cons ução que um engenhei o, e acon ece o
mesmo no caso de um engenhei o analisa um p ocesso médico de um pacien e.
Uma base de dados é um conjun o de in o mações que podem e os dados in e ligados en e si ou não.
Po exemplo um ca ão de cidadão, um li o, um cade no ou capa com apon amen os de uma
disciplina, uma pen d i e, um cade no de enca go, são odos conjun os de in o mações que o mam
um banco de dados ou uma base de dados.
Uma es u u a é a o ma como se o ganiza e dispõem-se os dados, de modo a que as in o mações
enham uma lógica no seu seguimen o e na consul a dos dados, possuindo uma dependência en e os
dados do mesmo conjun o ou g upo.
A elabo ação da es u u a aplicada ao es udo passa po duas ases, a p imei a consis e na análise de
es u u as exis en es e a segunda ase consis e na de inição dos a o es e ní eis de desag egação da
es u u a.
Fig. 4 - O ganog ama da es u u a p incipal pa a a eabili ação.
Es u u a p incipal pa a
a eabili ação Análise de modelos de
es u u as exis en es
C iação da es u u a
pa a o es udo Fac o es ele an es
Ni eis de desag egação
T a amen o e esul ados
Es udo de um elemen o
a eabili a
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
14
3.2. MODELOS DE LISTAS DE ESTRUTURAS DE BASE DE DADOS
3.2.1. TIPOS DE ORGANIZAÇÃO DE ESTRUTURAS
Pa a ealiza a es u u a da base de dados é necessá io c ia uma es u u a que possua lógica e que se
adap e às necessidades e condições da cons ução ci il e da eabili ação, pa a al oi ealizada uma
consul a e ecolha de á ios ipos de es u u as que exis em e que o am desen ol idas po en idades e
po au o es de disse ações.
Segundo a análise ealizada pela engenhei a Joana V. de Sá na sua disse ação “P opos a de uma
es u u a de cus os na eabili ação de edi ícios an igos análise de casos” conside ou en e ou as menos
usuais, ês ipos de o ganização de es u u as, sendo elas:
O ganização po a es ou especialidades de cons ução;
O ganização po elemen os de cons ução;
O ganização po unção dos elemen os.
Nes e subcapí ulo p e ende-se ap esen a e analisa á ias es u u as de base de dados e os seus
di e en es ipos de o ganização.
3.2.2. CURSO SOBRE REGRAS DE MEDIÇÃO NA CONSTRUÇÃO (FONSECA, M.S., 1997)
As eg as de medição, esul am do desen ol imen o do abalho do LNEC “Medições em cons ução
de edi ícios” em que pos e io men e, em euniões com ep esen an es de di e sas en idades públicas e
pa icula es e especialis as o am discu idas, e is as e ampliadas, endo como base c i é ios mais
p ecisos que os co en emen e usados e não os modi icando demasiado, man endo assim o seu ácil e
imedia o uso pelos medido es e o çamen is as.
A o ganização po a es ou especialidades de cons ução é a mais gene alizada e usada pelas en idades
do sec o da cons ução, is o que é a que se adap a melho às en idades do sec o da cons ução. Es a
es u u a em á ias u ilizações, exis indo mui os documen os, desde a elabo ação de documen os
con a uais, mapas de a e as e quan idades, o çamen os, au os de medição, planeamen o das
a i idades, en e ou os. A exis ência de an os documen os com a mesma es u u a passa po uma
consciência de uni o mização da in o mação.
O quad o 4 é cons i uído pelos capí ulos p incipais da es u u a. A es u u a comple a pode se
ap eciada no anexo A.1.1.
Quad o 4 – Capí ulos p incipais da es u u a abo dada no li o “Cu so
sob e eg as de medição na cons ução”.
ID
A es ou Especialidades de Cons ução
1
Es alei o
2
T abalhos P epa a ó ios
3
Demolições
4
Mo imen o de Te as
5
Pa imen os e d enagens ex e io es
6
Fundações
7
Be ão, co agem e a madu as em elemen os p imá ios
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
15
8
Es u u as me álicas
9
Al ena ias
10
Can a ias
11
Ca pin a ias
12
Se alha ias
13
Po as e Janelas de Plás ico
14
Isolamen os e Impe meabilizações
15
Re es imen os de Pa edes, pisos ec os e escadas
16
Re es imen os de cobe u as inclinadas
17
Vid os e Espelhos
18
Pin u as
19
Acabamen os
20
Ins alações de Canalização
21
Ins alações Eléc icas
22
Ascenso es e Mon a-ca gas
23
Elemen os de Equipamen o ixo e mó el de me cado
24
Ins alações de Aquecimen o po água ou apo
25
Ins alações de A Condicionado
3.2.3. INFORMAÇÃO SOBRE CUSTOS FICHAS DE RENDIMENTOS ACTUALIZAÇÃO DEZ 2007 (MANSO, A.D.C. [ET
AL.], 2008)
No âmbi o das a i idades de Documen ação e Di ulgação Técnica Ge al, o LNEC pública na sé ie
“In o mação sob e Cus os”, ichas de endimen os de ope ações de cons ução, endo como in luência
a abela 1 do sis ema CI/S B, a es u u a da abela di ide-se em se e capí ulos indicados no quad o 5.
A o ganização po elemen os de cons ução em como p op iedade a de especi ica o edi ício po
pa es ísicas e ma e iais.
O quad o 5 é cons i uído pelos capí ulos p incipais da es u u a, a es u u a comple a pode se
ap eciada no anexo A.1.2.
Quad o 5 - Capí ulos p incipais da es u u a abo dado no li o “In o mação
sob e cus os ichas de endimen os ac ualização. Dez2007”.
ID
Elemen os de Cons ução
1
In aes u u as
2
Elemen os P imá ios
3
Elemen os Secundá ios
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
22
E.PA.4.
Elemen os singula es de pa edes
E.PO.
PORTAS E PORTÕES
E.PO.1.
T abalhos p epa a ó ios
E.PO.2.
Es u u a e uncionamen o
E.PO.3.
Elemen os complemen a es
E.JA.
JANELAS
E.JA.1.
T abalhos p epa a ó ios
E.JA.2.
Es u u a e uncionamen o
E.JA.3.
Elemen os complemen a es
E.CO.
COBERTURAS
E.CO.1.
T abalhos p epa a ó ios
E.CO.2.
Es u u a
E.CO.3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
E.CO.4.
Elemen os singula es na zona da cobe u a
E.CL.
CLARABÓIAS
E.CL.1.
T abalhos p epa a ó ios
E.CL.2.
Es u u a
E.CL.3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
I.
ELEMENTOS INTERIORES
I.PA.
PAREDES INTERIORES
I.PA.1.
T abalhos p epa a ó ios
I.PA.2.
Es u u a
I.PA.3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
I.PO.
PORTAS E PORTADAS
I.PO.1.
T abalhos p epa a ó ios
I.PO.2.
Es u u a e uncionamen o
I.PO.3.
Elemen os complemen a es
I.JA.
JANELAS
I.JA.1.
T abalhos p epa a ó ios
I.JA.2.
Es u u a e uncionamen o
I.JA.3.
Elemen os complemen a es
I.ES.
ESCADAS
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
23
I.ES.1.
T abalhos p epa a ó ios
I.ES.2.
Es u u a
I.ES.3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
I.EH.
ELEMENTOS HORIZONTAIS
I.EH.1.
T abalhos p epa a ó ios
I.EH.2.
Es u u a
I.EH.3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
I.EH.3.1.
Pa imen os
I.EH.3.2.
Te os
I.IN.
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
I.IN.1.
T abalhos p epa a ó ios
I.IN.2.
Es u u a
I.IN.3.
Enchimen os e acabamen os
I.AE.
ACESSORIOS E EQUIPAMENTO FIXO E MOVEL
I.AE.1.
T abalhos p epa a ó ios
I.AE.2.
Es u u a e uncionamen o
A es u u a p incipal desen ol ida pa a odo o edi ício não possui um g upo pa a abalhos
p epa a ó ios ou ge ais da ob a pois es es são em mui os casos idên icos às ob as no as e aplicá eis a
mais do que um elemen o a eabili a .
Também é necessá io e em a enção ou as componen es que apa ece am ao longo dos anos, que são
as ins alações mecânicas, elé icas, elecomunicações e segu ança.
A co eção acús ica e é mica são as componen es mais ecen es que êm indo a e uma especial
a enção na eabili ação, pois é necessá io melho a os edi ícios an igos pa a es es cump i em com os
egulamen os e as exigências e qualidade de ida dos u ilizado es.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
24
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
25
4
4. CARACTERIZAÇÃO DO
ELEMENTO DE REABILITAÇÃO -
CLARABÓIAS
4.1. INTRODUÇÃO
O Homem oi e oluindo ao longo dos séculos e, com ele, a sua habi ação. Es a oi-se desen ol endo,
chegando ao ipo de cons ução dos dias de hoje. Ao longo des e pe cu so passou po di e sas
ans o mações, g aças à descobe a de no as écnicas e no os ma e iais e ambém de ido à
necessidade de expansão das cidades, o nando-se possí el a cons ução “em al u a”. Nessa linha de
e olução apa ece am á ias al e ações, sendo uma delas a exis ência de elemen os nas cobe u as, ais
como apei as, mi an es, cla abóias, chaminés e ou os elemen os singula es.
As cla abóias são elemen os ca ac e ís icos dos aglome ados de habi ações e da necessidade de
acul a luz aos espaços in e io es. Como se pode e i ica nos elhados do Po o, independen emen e
do ipo de cla abóia, é mui o a o não exis i uma. Exis e uma di e sidade de cla abóia endo “(…)
mui os o ma os, desde simples id aças ao co e das águas do elhado, a é complicadas gaiolas de
an asia, al as como mi an es, e exube an emen e o namen adas.” (Oli ei a, E.V. & Galhano, F.,
2003)
Fig. 5 – Telhados do Po o e suas Cla abóias. (Fo o do au o )
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
26
4.2. NOTA INTRODUTÓRIA SOBRE COBERTURA.
A es u u a da cobe u a é de o igem ances al e a sua simplicidade cons u i a ez com que coexis isse
com as soluções de hoje.
A es u u ação da cobe u a passa pela exis ência de asnas, es as são cons i uídas po duas pe nas ou
ba as dispos as em esou a e apoiadas numa linha ou iga ans e sal, que po sua ez apoia-se nas
pa edes la e ais, podendo se e o çadas com ba o es, ba as de meno dimensão. O conjun o de asnas
supo am a ilei a e as mad es, que po sua ez supo am as a as e ipas.
Fig. 6 – Desenho écnico de cobe u a. (F ei as, V.P., 2012)
4.3. FUNCIONALIDADE E CARACTERIZAÇÃO DAS CLARABÓIAS
4.3.1. FUNCIONALIDADE
A cla abóia em como p incipal unção a iluminação do in e io de um edi ício, uma ez que es es
cos umam es a a izinhados com ou as cons uções e não possuem janelas em odos os
compa imen os. São colocadas cla abóias nas escadas de modo a que os compa imen os no cen o do
edi ício possam e luz na u al, em casos mais a os, ambém são colocadas cla abóias nos
compa imen os adjacen es à cobe u a, po exemplo, numa sala de es a ou qua o. É essencial não
con undi cla abóias mais elabo adas com as apei as e mi an es, uma ez que es es elemen os
esul am do ap o ei amen o do só ão ans o mado num compa imen o habi á el.
4.3.2. RESISTÊNCIA AO VENTO E A NEVE
A capacidade de esis ência e de de o mação ao en o depende da exposição e da u ilização da
cla abóia. O p óp io peso do co uchéu, que o iginalmen e e a em aço maciço ou chumbo, con e ia
uma g ande ca ga, di icul ando o seu deslocamen o. Pos e io men e e pa a a ibui uma maio
esis ência é aplicado ixações com esquad os e g ampos de e o na ligação do co uchéu com a
es u u a em madei a.
A esis ência à ne e não é subs ancial, is o que não é co en e ha e ne e na egião das nossas
cidades. Tan o nas cla abóias asan es como nas salien es, a inclinação dos en id açados é supe io ou
igual à cobe u a, po an o podemos conside a a mesma esis ência do que o es o da cobe u a.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
27
4.3.3. COMPORTAMENTO TÉRMICO, ACÚSTICO E VENTILAÇÃO
Na época das p imei as cla abóias não ha ia a p eocupação da acús ica, é mica e en ilação, sendo
necessá io no deco e da eabili ação adap a as cla abóias exis en es aos egulamen os e no mas dos
dias de hoje.
As p op iedades é micas dos elemen os pe encen es á cla aboia êm que se em o imizadas, seja
a a és da aplicação de isolamen o nas pa edes e/ou a al e ação dos en id açados. Desse modo os
coe icien es de ansmissão é mica, a o sola e os coe icien es de ansmissão luminosos i ão
melho a e cump i ão as no mas.
O de icien e isolamen o sono o a uídos aé eos e a ampliação dos uídos de pe cussão p o ocado pela
chu a e g anizo, são as p incipais causas a se co igidas pa a melho a as condições acús icas.
A ligação exis en e en e a cla abóia, o ão de escada e a po a da en ada p incipal c ia uma co en e
de a que p o oca descon o o é mico no in e no, podendo adap a -se essa co en e de a às
exigências de en ilação a uais.
A al e ação dos en id açados é a a e a que soluciona ou que se ap oxima mais das exigências das
no mas em igo , melho ando o compo amen o é mico e acús ico da cla abóia sendo necessá io e
em a enção se es a al e ação não ul apassa a esis ência es u u al da cla abóia.
4.4. TIPO DE CLARABÓIAS E SUA CONSTRUÇÃO
4.4.1. ASPETO ARQUITETÓNICO E CULTURAL
A ní el a qui e ónico podemos di idi as cla abóias em dois g upos, as asan es e as salien es.
As cla abóias asan es possuem a mesma inclinação da cobe u a, podendo se de uma ou duas águas,
dependendo do local que se encon am na cobe u a.
Fig. 7 – O ganog ama de cla abóia asan e.
As cla abóias salien es sob essaem da cobe u a podendo se de di e en es sub ipos consoan e a
es u u a da base, se ci cula ou elíp ica; a es u u a do co uchéu, se inclinada, edonda ou ap esen a
mais do que uma o ien ação; e possui , ou não, o namen os, ais como ca a en os, bolas colo idas,
g impas e ou os.
Rasan es
Uma água
Duas águas Con inua
Não con inua
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
28
Fig. 8 – O ganog ama de cla abóia salien e.
Quan o mais a cla abóia e a elabo ada, colo ida e o namen ada, mais nob e e a a cons ução,
ansmi indo um signi icado cul u al de iqueza.
Fig. 9 – Cla abóia asan e e salien e. (Fo o do au o )
4.4.2. CLARABÓIA RASANTES:
O posicionamen o da cla abóia em semp e em a enção a es abilidade da es u u a da cobe u a. Desse
modo, e pa a man e a es abilidade, ela encon a-se en e duas asnas. São cla abóias de ácil execução
e de baixo cus o, sendo o seu uso mais equen e.
Exis e ambém pon os de luz nas cobe u as com elhas de id os que se podem conside a como
cla abóias asan es e que se em pa a ilumina o só ão ou en ão que ie am subs i ui em mui os casos
as an igas cla abóias que de e io a am-se e que os p op ie á ios op a am po uma solução mais
simples, menos dispendiosa e po ezes p o isó ia.
Salien es Es u u a da base Ci cula ou elip ica
Rec angula
Es u u a do co uchéu Inclinada
Redonda
Duas ou mais
o ien ações
O namen os Ca a en os
Bolas colo idas
G impas
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
29
4.4.2.1. Cla abóia asan es de uma água
As cla abóias asan es de uma água são cons i uídas po uma caixilha ia de me al ou madei a
en id açada e ixa á cobe u a, e es ida no seu con o no po u o de chapa de zinco, que em como
obje i o impe meabiliza a ligação do caixilho com as elhas da cobe u a.
Es e ipo de cla abóia é a mais simples de se e e ua , pois não implica g andes al e ações na es u u a
da cobe u a. Po es as mesmas azões é de ácil implemen ação, podendo se aplicada pos e io men e
na cons ução.
Fig. 10 – Desenho ilus a i o de uma cla abóia asan e de uma água. (desenho do au o )
Fig. 11 – Cla abóia Rasan e de uma água. (3M2P)
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
30
4.4.2.2. Cla abóia asan es de duas águas
As cla abóias asan es de duas águas podem se con ínuas ou não. A sua cons i uição é igual á dá
cla abóia asan e de uma água e no caso das con ínuas, êm um u o em o ma de cumeei a, na junção
das águas, que es á apoiado na ilei a. Assim o u o pe mi e impe meabiliza a junção das duas águas.
Es e ipo de cla abóia não é ão simples de se e e ua como o caso an e io mas não é dos mais
complicados de execu a , pois implica pequenos e o ços na es u u a da cobe u a. Pelas mesmas
azões e logica é mais complicado implemen a em casos de se aplicada pos e io men e na
cons ução.
Fig. 12 - Desenho ilus a i o de uma cla abóia asan e de duas águas. (desenho do au o )
Fig. 13 – Cla abóia Rasan e de duas águas. (Fo o do au o )
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
31
4.4.3. CLARABÓIA SALIENTE:
As cla abóias salien es ais como as asan es encon am-se en e duas asnas e ap esen am uma maio
dependência no seu posicionamen o. Vis o que não pode á exis i elemen os a a a essá-la, ais como a
ilei a e as mad es, que pe encem à es u u a da cobe u a, condicionando assim o seu
posicionamen o.
A cla abóia salien e é uma ob a de a e que possuía um ce o ní el de complexidade, di idindo-se em
duas pa es cons u i as, a in e io cons i uída po uma es u u a em madei a e a supe io em es u u a
me álica.
4.4.3.1. Base da es u u a
Como oi e e ido an e io men e a pa e in e io da cla abóia é uma es u u a em madei a cons i uída
adicionalmen e po uma pa ede de abique ( ig. 15) e e es ida no ex e io po elha canudo ou po
chapa me álica. As elhas canudo ixas á cla abóia com a gamassa é a solução mais an iga ( ig. 20. 2º e
3º), a chapa me álica lisa ou ondulada passou a se a solução mais usada po se de melho aplicação e
de maio impe meabilização ( ig. 20. 1º).
A base é ixada aos elemen os es u u ais da cobe u a e a o ma mais comum da cla abóia é ci cula
ou elíp ica, e ão em casos mais a os uma o ma quad ada ou e angula . A o ma da base é a mesma
que à do co uchéu.
Fig. 14 - Desenho ilus a i o de uma cla abóia salien e base da es u u a. (desenho do au o )
Fig. 15 - Base da es u u a ci cula e es imen o in e io . (3M2P)
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
38
O es udo do elemen o a eabili a passa po ês ases, que são adap a a es u u a ao elemen o em
es udo, elabo a documen os de apoio e consul a o me cado exis en e.
Como já de inido an e io men e, o elemen o em es udo é a cla abóia, após e ecolhido a in o mação,
al como os di e sos ipos que o elemen o em, a sua cons i uição, anomalias ípicas e possí eis
in e enções. Assim após a ecolha da in o mação em que se especi ica e adap a o elemen o á
es u u a elabo ada pa a odo o edi ício. A p imei a ase passa pela adap ação da es u u a de odo o
edi ício, especi icando o elemen o em es udo.
A segunda ase consis e na elabo ação de documen os de apoio ao es udo, que pe mi em às emp esas
consul adas uma melho abo dagem e in e p e ação do p e endido pa a o es udo. Os documen os
seguem a ideia de concu so pa a ob as em que exis e cade no de enca go, desenhos écnicos e mapa de
a e as e quan idades que nos pe mi e iden i ica , ilus a e explica o que p e endemos desen ol e .
A e cei a ase e com maio impo ância é a consul a ao me cado exis en e. A di iculdade nes a ase
oi encon a emp esas que possuíssem empo e disponibilidade pa a o es udo, ou a di iculdade é
encon a emp esas que enham conhecimen os e expe iências na eabili ação do elemen o em causa.
Fig. 21 – O ganog ama do es udo de um elemen o a eabili a .
5.2. ESTRUTURA ADAPTADA E ESPECIFICADA À REABILITAÇÃO DE CLARABÓIAS
Nes a ase, e após se e analisado e adqui ido o conhecimen o necessá io sob e cla abóias, oi
possí el especi ica as possí eis a e as que são necessá ias pa a o elemen o em causa a a és do
es udo do ipo de modelos e dos ma e iais que cons i uem as cla abóias bem como as anomalias e
Es u u a p incipal pa a
a eabili ação
T a amen o e esul ados
Es udo de um elemen o
a eabili a Es u u a adap ada
ao elemen o
Documen os de apoio
ao es udo Cade no de enca gos
Desenhos écnicos
Mapa de a e as
e quan idades
Consul a do me cado
Consul a de emp esas
Subme e documen os
as emp esas disponi eis
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
39
in e enções possí eis nelas. Foi assim iá el especi ica as possí eis a e as que são necessá ias pa a
eabili a o elemen o em causa.
O quad o 9 co esponde à o ganização usada na es u u a e na base de dados pa a a eabili ação de
cla abóias. Como mencionado an e io men e no capí ulo 3 a es u u a p incipal desen ol ida pa a odo
o edi ício não possui um g upo pa a abalhos p epa a ó ios ou ge ais da ob a sendo que oi ac escido
algumas das mais comuns a e as de acessibilidade pa a os abalhos ealizados em cla abóias. Uma
ez que as a e as elemen a es o ien adas pa a as si uações de acessibilidade ao local de abalho são
aplicadas an o pa a o acesso do pessoal, bem como pa a o anspo e de ma e ial a é à cla abóia.
Quad o 9 – Es u u a comple a da base de dados pa a a eabili ação de cla abóias.
AC.
ACESSO AO LOCAL DE TRABALHO
1.
Localização
1.1.
Cobe u a acessí el sem auxílio de equipamen o
1.2.
Cobe u a acessí el com auxílio de equipamen o
CL.
CLARABÓIAS
1.
T abalhos p epa a ó ios
1.1.
Elabo ação de documen ação
1.2.
Remoção de elemen os deg adados
1.3.
T anspo e
1.4.
Limpeza ge al da cla abóia
2.
Es u u a
2.1.
Elemen os em Madei a
2.2.
Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado
2.3.
Fixações da es u u a
2.4.
Apoios da es u u a a cobe u a ou pa imen o
2.5.
Lan e nins ( en ilação)
3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
3.1.
Re es imen o ex e io
3.2.
Re es imen o in e io
3.3.
Vid o
3.4.
Vedan e, junções e jun as
3.5.
Ru os
De modo a acompanha o es udo na ob enção dos cus os na p óxima ase oi elabo ado um dossiê com
os seguin es documen os: cade no de enca gos, desenhos écnicos e mapa de a e as e quan idades que
se encon am desc i os nos p óximos pon os. Es es documen os seguem a o ganização e es u u a
indicado no quad o 9.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
40
5.3. DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CADERNO DE ENCARGOS SOBRE CLARABÓIAS
O cade no de enca gos oi elabo ado com a in enção de cla i ica e ajuda na comp eensão das
di e sas a e as elemen a es e possui um índice que co esponde ao quad o 9.
Cada a e a elemen a possui um ex o elucida i o cons i uído po ês in o mações, condições
écnicas, c i é io de medição e obse ações/comen á io.
As “condições écnicas” explicam em que consis e a a e a e como se ealiza, os “c i é io de medição”,
indicam a medição aplicada à a e a em ques ão e as “obse ações/comen á io” indicam os possí eis
ipos de mão-de-ob a, e amen as e equipamen os usados na a e a.
No anexo A.3. pode se ap eciado o cade no de enca gos comple o, sendo que as desc ições nos
pon os seguin es ansc e em cada um dos capí ulos e subcapí ulos do cade no de enca gos e são
acompanhados de um ex o explica i o simples e em ce os casos o os exempli ica i as.
5.3.1. ACESSO AO LOCAL DE TRABALHO - LOCALIZAÇÃO
Es e capí ulo inclui as a e as elacionadas com a acessibilidade às cobe u as, endo sido conside ados
casos de ácil acesso e casos em que é necessá io eco e a equipamen o de apoio.
Conside ou-se como modelo um edi ício de 4 pisos com al u a o al de 18 me os, localizado no Po o
na Rua das Flo es.
5.3.1.1. Cobe u a acessí el sem auxílio de equipamen o
Nes es a igos, à cobe u a é de ácil acesso, sendo os dois p imei os casos usados ao longo da
execução da ob a, o e cei o caso é mais comum quando se a a de inspeções ao es ado da cobe u a.
No in e io , sendo acessí el no p óp io edi ício.
No ex e io , sendo acessí el no p óp io edi ício.
No ex e io , sendo acessí el po um edi ício izinho.
5.3.1.2. Cobe u a acessí el com auxílio de equipamen o
Nes es a igos, à cobe u a é de di ícil acesso, sendo necessá io o uso de equipamen os pon uais ou
pe manen es, dependendo das a e as se em pon uais ou equen es.
No in e io , sendo acessí el com andaime.
No ex e io , sendo acessí el com andaime e sem obs ução da ia pública.
No ex e io , sendo acessí el com andaime e com obs ução da ia pública.
No ex e io , sendo acessí el com camião g ua e sem obs ução da ia pública.
No ex e io , sendo acessí el com camião g ua e com obs ução da ia pública.
No ex e io , sendo acessí el com g ua ixa e sem obs ução da ia pública.
No ex e io , sendo acessí el com g ua ixa e com obs ução da ia pública.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
41
5.3.2. CLARABÓIAS - TRABALHOS PREPARATÓRIOS
Es e capí ulo incluí os abalhos necessá ios a e e ua an es da eabili ação da cla abóia, como é o caso
da elabo ação de documen ação, emoção dos elemen os deg adados, anspo e e limpeza da
cla abóia.
5.3.2.1. Elabo ação de documen ação, egis o o og á ico e inspeção de elemen os.
O a igo 1.1.1., “Visi a do local pa a elabo ação de documen ação”, em como obje i o ob e e
o ganiza in o mação que nos pe mi a epo as ca ac e ís icas e aspe o o iginais da cla abóia.
O a igo 1.1.2., “Visi a do local po meio de um equipamen o ele ónico aé eo”, em um obje i o
semelhan e ao e e ido no pon o an e io .
O a igo 1.1.3. “Inspeção e iden i icação de odos os elemen os deg adados na cla abóia”, pe mi inde
analisa os abalhos necessá ios a ealiza e op a pela solução mais adequada ao elemen o median e o
esul ado dessa análise.
5.3.2.2. Remoção de elemen os deg adados
Os a igos a segui iden i icados e e em-se á emoção dos elemen os deg adados, e di idem-se em
dois g upos. Nes es g upos odos os elemen os cons i uin es da cla abóia se ão di ididos e a ados em
sepa ado.
No g upo 1.2.1., “Remoção cuidada de elemen os deg adados”, as a e as são ealizadas de modo a
emo e somen e o que se encon a em mau es ado de conse ação, endo o cuidado de não dani ica
os es an es elemen os exis en es na cla abóia.
Remoção cuidada dos e es imen os in e io es deg adados - Es uque.
Remoção cuidada dos e es imen os in e io es deg adados - A gamassa.
Remoção cuidada dos e es imen os in e io es deg adados - Fasquio.
Remoção cuidada dos e es imen os ex e io es deg adados - Chapas de zinco e/ou de aço
gal anizado.
Remoção cuidada dos e es imen os ex e io es deg adados - Ru os.
Remoção cuidada dos e es imen os ex e io es deg adados - Telhas canudo ixas com
a gamassa.
Remoção cuidada do id o.
Remoção cuidada dos edan es.
Remoção cuidada das junções.
Remoção cuidada das jun as.
Remoção cuidada das madei as.
Remoção cuidada dos elemen os me álicos.
Desmon e e emoção de oda a cla abóia pa a pos e io ecolocação.
No g upo 1.2.2., “Remoção/demolição de elemen os”, os elemen os cons i uin es são emo idos na
sua o alidade.
Remoção/demolição dos e es imen os in e io - Es uque.
Remoção/demolição dos e es imen os in e io - A gamassa.
Remoção/demolição dos e es imen os in e io - Fasquio.
Remoção/demolição dos e es imen os ex e io - Chapas de zinco e/ou de aço gal anizado.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
42
Remoção/demolição dos e es imen os ex e io - Ru os.
Remoção/demolição dos e es imen os ex e io - Telhas canudo ixas com a gamassa.
Remoção dos elemen os em id o.
Remoção/demolição dos edan es.
Remoção/demolição das junções.
Remoção/demolição das jun as.
Remoção/demolição das madei as.
Remoção/demolição dos elemen os me álicas.
Desmon e e emoção de oda a cla abóia sem pos e io ecolocação nem uso.
Como caso de exemplo, nas imagens da igu a 22, os elemen os in e io e ex e io da cla abóia se ão
subs i uídos na ín eg a, pe encen e ao g upo (1.2.2.).
Fig. 22 – Caso de exemplo de emoção de elemen os deg adados. (3M2P)
5.3.2.3. T anspo e
O a igo 1.3.1., “T anspo e e a mazenamen o do co uchéu pa a es alei o, com is a à sua pos e io
ecolocação no local de o igem”, e e e-se ao anspo e e a mazenamen o do co uchéu.
T anspo e e a mazenamen o de odos os elemen os da cla abóia pa a es alei o localizado em
ob a, pa a pos e io ecolocação.
T anspo e e a mazenamen o de odos os elemen os da cla abóia pa a es alei o localizado em
ob a, pa a pos e io in e enção e ecolocação.
T anspo e e a mazenamen o de odos os elemen os da cla abóia pa a es alei o localizado em
ob a.
T anspo e e a mazenamen o de odos os elemen os da cla abóia desde a ob a a e ao es alei o da
emp esa (10 km).
O a igo 1.3.2., “T anspo e e a amen o de ma e ial não u ilizado”, e e e-se ao anspo e e
a amen o dos sob an es.
T anspo e dos sob an es a azadou o.
T a amen o e en ega a emp esa de ges ão de esíduos.
Na o og a ia da igu a 23 emos a exis ência de uma g ua que oi usada pa a manusea e ecoloca o
co uchéu, após es e e sido epa ado em es alei o.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
43
Fig. 23 - Caso de exemplo de anspo e. (3M2P)
5.3.2.4. Limpeza ge al da cla abóia
Es e a igo consis e numa limpeza simples à cla abóia, sepa ando a limpeza dos elemen os in e io es
dos ex e io es.
Limpeza dos elemen os in e io es. Inclui a emoção de esíduos.
Limpeza dos elemen os ex e io es. Inclui a emoção de esíduos.
5.3.3. CLARABÓIAS - ESTRUTURA
Es e capí ulo engloba as a e as elacionadas com a es u u a, desde os elemen os em madei a e
se alha ia, as ixações en e os elemen os, os apoios e ligação da cla abóia a es u u a da cobe u a e
os lan e nins pa a a en ilação.
5.3.3.1. Elemen os em Madei a
Nos a igos pe encen es aos elemen os de madei a emos á ios casos. Consoan e o ní el de
deg adação podemos subs i ui os elemen os que se encon am deg adados ou dani icados e man e a
o iginalidade da cla abóia. Tem ambém a a e a de e o ço, po exemplo pa a o caso de se subs i ui
os id os po uma solução mais pesada em que a es u u a an iga não es á adap ada pa a essa no a
solução. Po im emos o a amen o p e en i o da madei a.
Fig. 24 - Caso de exemplo de elemen os em madei a. (3M2P)
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
44
Subs i uição pa cial:
No a: Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem qualque a amen o, a e as
ealizadas nas ichas CL.1.2. e CL.2.1.3.
Subs i uição pa cial com ní el de deg adação in e io a 20% dos elemen os em Madei a de
Pinho na es u u a.
Subs i uição pa cial com ní el de deg adação in e io a 50% dos elemen os em Madei a de
Pinho na es u u a.
Subs i uição pa cial com ní el de deg adação igual ou supe io a 50% dos elemen os em
Madei a de Pinho na es u u a. Es a solução é jus i icá el somen e se o elemen o i e alo
his ó ico ou pa imonial.
Subs i uição o al dos elemen os em Madei a de Pinho na es u u a.
Re o ço:
No a: Não inclui qualque a amen o sendo a ado na icha CL.2.1.3.
Re o ço de elemen os em Madei a de Pinho com ma e ial idên ico ao exis en e.
T a amen o:
T a amen o da es u u a em madei a com p odu os xiló agos.
5.3.3.2. Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado
Nos a igos pe encen es aos elemen os de se alha ia emos á ios casos. Consoan e o ní el de
deg adação podemos subs i ui os elemen os que se encon am deg adados ou dani icados e/ou man e
a o iginalidade da cla abóia. Incluí ambém a a e a de e o ço, no caso de se subs i ui os id os pa a
uma solução mais pesada e que a es u u a an iga não es eja adap ada a essa no a solução. Po im
emos o a amen o p e en i o dos elemen os de se alha ia.
Fig. 25 - Caso de exemplo de se alha ia. (3M2P)
Repa ação de es u u a (Co uchéu) Ø 160 mm:
No a: Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem qualque a amen o, a e as
ealizadas nas ichas CL.1.2. e CL.2.2.3.
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 20% dos elemen os em e o gal anizado no local.
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 50% dos elemen os em e o gal anizado no local.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
45
No a: Não inclui a desmon agem e o anspo e do elemen o, a e a ealizada na icha
CL.1.2.1.13. e CL.1.3.1.
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 50% dos elemen os em e o gal anizado no
es alei o.
Repa ação com ní el de deg adação igual ou supe io a 50% dos elemen os em e o
gal anizado. Es a solução é jus i icá el somen e se o elemen o i e alo his ó ico ou
pa imonial.
Subs i uição da o alidade dos elemen os em e o gal anizado.
Repa ação dos o namen os supe io es (ca a en o e ou os):
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 30% dos o namen os supe io es em e o
gal anizado.
Repa ação com ní el de deg adação igual ou supe io a 30% dos o namen os supe io es em e o
gal anizado. Es a solução é jus i icá el se o elemen o i e alo his ó ico ou pa imonial.
Re o ço:
No a: Não inclui qualque a amen o sendo a ado na icha CL.2.2.3.
Re o ço de elemen os em e o gal anizado com es é ica idên ica ao exis en e.
Re o ço de elemen os em e o gal anizado com es é ica di e en e ao exis en e.
T a amen o:
Decapagem e me alização, pa a pos e io a amen o e pin u a.
T a amen o da es u u a em se alha ia com p odu os an ico osi o.
T a amen o da es u u a em se alha ia com pin u a de p o eção.
5.3.3.3. Fixações da es u u a
Nes e a igo a subs i uição pa cial ou e o ço não o am dis inguidos pois são ealizados da mesma
manei a em ambos os casos. As ixações êm como obje i o o alece as ligações en e os elemen os
da cla abóia. Nos dois p imei os casos é necessá io ep oduzi os elemen os iguais aos exis en es, e
nos dois úl imos casos pode-se coloca o que o mais adequado.
Conside a peça exis en e idên ica á da p imei a imagem ( o ma de L com 20 cm de comp imen o o al
e 3 cm de la gu a).
Conside a peça di e en e da exis en e á das ou as o os (peças já ab icadas).
Fig. 26 - Caso de exemplo de ixações da es u u a. (3M2P)
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
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Subs i uição pa cial / Re o ço:
No a: Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem qualque a amen o, a e as
ealizadas nas ichas CL.1.2. e CL.2.2.3.
Subs i uição dos elemen os deg adados ou co oídos (en e ujado), com o ma o idên ico ao
exis en e, ixados com p egos.
Subs i uição dos elemen os deg adados ou co oídos (en e ujado), com o ma o idên ico ao
exis en e, ixados com pa a usos.
Subs i uição dos elemen os deg adados ou co oídos (en e ujado), com o ma o di e en e do
exis en e, ixados com p egos.
Subs i uição dos elemen os deg adados ou co oídos (en e ujado), com o ma o di e en e do
exis en e, ixados com pa a usos.
5.3.3.4. Apoios da es u u a a cobe u a ou pa imen o
Nes e a igo podemos subs i ui ou e o ça com elemen os idên icos (po exemplo ábuas ou ba o es
de madei a) ou di e en es (pe is de aço) mas que man enham a es é ica e uncionalidade do elemen o.
Fig. 27 - Caso de exemplo de apoios da es u u a a cobe u a ou pa imen o. (3M2P)
Subs i uição pa cial:
No a: Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem qualque a amen o, a e as
ealizadas nas ichas CL.1.2., CL.2.1.3. e CL.2.2.3.
Subs i uição dos elemen os deg adados nos apoios em madei a.
Subs i uição dos elemen os deg adados nos apoios po uma iga de aço.
Re o ço:
No a: Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem qualque a amen o, a e as
ealizadas nas ichas CL.1.2., CL.2.1.3. e CL.2.2.3.
Re o ço dos elemen os com madei a.
Re o ço dos elemen os com iga de aço.
5.3.3.5. Lan e nins ( en ilação)
Sendo a unção dos lan e nins p imo dial pa a a en ilação, é necessá io e e ua a sua epa ação pa a
ol a à sua uncionalidade o iginal. No caso de não exis i ou/e de se comp o a a sua necessidade
pode se ealizada uma al e ação ou ac éscimo a es u u a de modo a pe mi i a de ida en ilação.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
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Repa ação:
No a: Não inclui a emoção de elemen os deg adados, nem a subs i uição de id o e edan e
sendo a ados nas ichas CL.1.2., CL.3.3.1. e CL.3.4.1.
Repa ação dos lan e nins exis en es, incluída subs i uição de peças, acessó ios e elemen os de
ixação.
Ac escen a :
No a: Não inclui a desmon agem e o anspo e do elemen o, a e a ealizada na icha CL.1.1.
Colocação de lan e nins não exis en es na cla abóia, incluído peças, acessó ios, elemen os de
ixação, edan e e id o.
5.3.4. CLARABÓIAS - REVESTIMENTOS, ENCHIMENTOS E ACABAMENTOS
Es e capí ulo inclui as a e as elacionadas com os e es imen os e elemen os não es u u ais, desde os
e es imen os ex e io es e in e io es, os id os e os ma e iais de isolamen o ais como edan es,
junções, jun as e u os.
5.3.4.1. Re es imen o ex e io
Na maio ia dos casos de e es imen os ex e io es a subs i uição é o al, sendo uma das causas a sua
deg adação de ido á exposição dos elemen os ao clima e a agen es ag essi os, e ou a causa possí el é
o di ícil acesso pa a e e ua as manu enções necessá ias. Es es cons i uem mui as ezes os elemen os
mais deg adados da cla abóia que pos e io men e i ão a e a os e es imen os in e io es e sua
es u u a.
Fig. 28 - Caso de exemplo de e es imen o ex e io . (3M2P)
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
54
5.6.2. EMPRESAS CONSULTADAS
Consul ou-se um conjun o de 53 emp esas, das quais esul a am seis si uações de espos as no
con ac o e e uado, es as encon am-se em pe cen agem na igu a 35. A lis a das emp esas consul adas
pode se ap eciada no anexo A.7.
A p imei a si uação que oco e é o “e o no con ac o” que pode se po di e sas causas, sendo que o
co eio ele ónico ou núme o de ele one é inexis en e ou e ado. Es as causas esul am possi elmen e
da ex inção da emp esa ou não comunicação da oca de dados às en idades que as di ulgam.
Ou a si uação com os mesmos mo i os que o an e io men e desc i o é “sem espos a”, nes a si uação
oi possí el en ia um co eio ele ónico mas o núme o de ele one é inexis en e ou e ado.
A si uação “disponí eis” co esponde às emp esas in e essadas e disponí eis em desen ol e o
o çamen o.
Na si uação do “ ão en a ” co esponde às emp esas in e essadas e que ão en a o çamen a as
a e as, mas eceiam não consegui an es da conclusão do es udo, possi elmen e de ido ao olume de
abalho das emp esas.
Algumas emp esas indica am ia ele one que a si uação encon a-se “po decidi ” pela ge ência ou
esponsá eis, não sabendo quando pode iam da espos a ao pedido.
A úl ima si uação é que a emp esa “não em disponibilidade” pa a o es udo, a maio ia mos ou
in e esse no que se p e ende desen ol e mas de ido a sob eca ga dos o çamen is as, es es não
possuíam empo su icien e pa a o çamen a o es udo.
Fig. 35 - G á ico de espos as das emp esas con ac adas.
As emp esas que disponibiliza am-se pa a o es udo ecebe am po co eio ele ónico o dossiê
comple o com in o mação complemen a , cade no de enca gos, desenhos écnicos e mapa de a e as e
quan idades. A in o mação complemen a é cons i uído po um ex o de ap esen ação do p e endido
pelas emp esas, uma explicação das a e as a o çamen a e a indicação dos elemen os en iados,
con ac o e p azo de en ega.
11,3%
11,3%
22,6%
11,3%
15,1%
28,3%
Respos a das emp esas con ac adas
Sem Respos a E o no con ac o Disponi eis
Vão Ten a Po Decidi Não disponi eis
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
55
6
6. OBTENÇÃO, ANÁLISE E
TRATAMENTO DOS CUSTOS
ASSOCIADOS A REABILITAÇÃO DO
ELEMENTO - CLARABÓIAS
6.1. INTRODUÇÃO
A ob enção, analise e a amen o dos cus os di ide-se em duas pa es, a p imei a passa pela análise dos
dados e a segunda pela ap esen ação dos esul ados.
Na análise dos dados e e ua-se a compa ação e análise dos o çamen os ob idos pa a se pode a ibui
um cus o às a e as expos as no o çamen o. Nes a ase ealiza-se uma e i icação dos cus os ob idos e
desca a-se os cus os com di e enças ele adas.
Os esul ados inais ap esen am os cus os a ibuídos a cada a e a elemen a , indicando como
in o mação complemen a os alo es máximos e mínimos de cada a e a.
Fig. 36 - O ganog ama do a amen o e esul ados.
Es u u a p incipal pa a
a eabili ação
T a amen o e esul ados
Analise dos dados Compa ações
Ve i icação
Resul ados inais
Es udo de um elemen o
a eabili a
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
56
6.2. OBTENÇÃO DE DADOS
Passando o pe íodo de 1 mês após e en egue o dossiê às emp esas, iniciou-se a eceção dos
o çamen os. Das emp esas con ac adas, às que se encon am na si uação “disponí eis” e “ ão en a ”
do capí ulo an e io , 33,3% conseguiu acul a o o çamen o an es da conclusão da disse ação, as
es an es não consegui am po di e sas azões, sendo a p incipal po al a de empo.
A si uação “en egue” aplica-se às emp esas que en ega am o o çamen o a empo de se analisado.
Na si uação “A iso sem empo” co esponde às emp esas que demons a am in e esse, mas po
mo i os de excesso de abalho comunica am que não conclui iam a empo pa a se analisado.
A si uação “Não en egue a empo” co esponde a odas às emp esas es an es que en a am ealiza o
o çamen o, mas que não consegui iam a empo da conclusão do es udo.
Fig. 37 - G á ico de espos as de o çamen ação das emp esas disponí eis.
6.3. CUSTOS
Foi solici ado às emp esas que os p eços uni á ios das a e as elemen a es ossem o necidos numa
base conco encial como se a asse de um e dadei o concu so (es es p eços de em inclui enca gos
di e os com ma e ial, mão-de-ob a, equipamen o, enca gos de es alei o, enca gos indi e os e ma gens
de luc o e isco).
Ap esen a-se de seguida um mé odo simpli icado de análise de cus os de ob as:
Quad o 12 - mé odo simpli icado de análise de cus os de ob as
Cus os de ma e ial, mão-de-ob a e equipamen o:
CMa = Q x RMa
CMO = Q x RMO
CEQ = Q x REQ
RMa => Rendimen o do ma e ial
RMO => Rendimen o de mão-de-ob a
REQ => Rendimen o do equipamen o
Q => Quan idade
33,3%
16,7%
50,0%
Respos as de o çamen ação
En egue A iso sem empo Não en egue a empo
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
57
Cus o di e o:
CD = CMa +CMO +CEQ
CMa => Cus o de ma e ial
CMO => Cus o de mão-de-ob a
CEQ => Cus o de equipamen o
Cus o indi e o:
CI = CD x α
CD => Cus o di ei o
α => Coe icien e
Cus o es alei o:
CE = CD x γ
CD => Cus o di ei o
γ => Coe icien e
Cus o o al:
CT = CD +CI +CP
CD => Cus o di e o
CI => Cus o indi e o
CP => Cus o es alei o
P eço de enda (cus o da a e a elemen a )
PV = ∑ (CT x K)
CT => Cus o o al da a e a
K => Ma gem de Luc o e Risco
6.4. TRATAMENTO E INTERPRETAÇÃO DOS VALORES OBTIDOS.
Os o çamen os o am compa ados e analisados de modo a ob e os alo es médios, máximos, mínimos
e des io pad ão dos cus os ap esen ados em cada a e a elemen a . Nos pon os seguin es são expos os
os dados an e io men e e e idos e de modo a simpli ica desc imina-se os alo es dos cinco casos se
es es o em di e en es, caso con á io indica-se os alo es de apenas um caso.
No deco e desse p ocesso o am e i icados algumas si uações em que os cus os ap esen ados pelas
emp esas inham di e enças signi ica i as en e eles. Isso de e-se ao ac o de algumas emp esas não
e em in e p e ado a a e a elemen a do mesmo modo que as es an es. Nes as si uações o am
desca ados os cus os com di e enças ele adas, pe mi indo uma compa ação mais iá el.
6.4.1. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO DOS PREÇOS
Fo am necessá ios es abelece alguns c i é ios de exclusão dada as di e gências dos p eços nas a e as
o çamen adas pelas emp esas, de ido a possí eis incomp eensões na lei u a das a e as p e endidas.
A emp esa que ap esen a o maio p eço e es e o supe io ao dob o do p eço da emp esa com o alo
mais p óximo é excluído da a e a. O mesmo c i é io se aplica a emp esas com os p eços mais baixo,
ou seja, se a emp esa que ap esen a o meno p eço e es e o in e io a me ade do p eço da emp esa
com o alo mais p óximo é excluído da a e a.
Se uma emp esa ap esen a p eços iguais nos 5 casos em es udo, enquan o que as es an es ap esen em
p eços di e en es, en ão exclui-se a emp esa que o nece os p eços iguais nessa mesma a e a,
conside ando que hou e má in e p e ação da a e a.
Se uma emp esa no conjun o das a e as em a maio ia dos a igos excluídos pelos c i é ios an e io es,
en ão exclui-se os cus os dessa emp esa em odo o conjun o, conside ando que os p eços inicialmen e
não excluídos não co espondem a uma co e a in e p e ação do conjun o de a e as.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
58
6.4.2. ACESSO AO LOCAL DE TRABALHO – LOCALIZAÇÃO
Os acessos ao local de abalho o am ap esen ados como o ma de comple a a base de dados
e e en e às a e as execu adas nas cla abóias. Sendo que es as a e as encon am-se na maio pa e dos
casos dissol idos com ou os cus os pe encen es à ob a.
No quad o 13, as a e as não êm cus os, pois não eque em ma e ial, equipamen o, nem mão-de-ob a,
endo apenas como obje i o acul a in o mação na base de dados.
Quad o 13 – Cobe u a acessí el sem auxílio de equipamen o.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
1.1. Cobe u a acessí el sem auxílio de equipamen o Med Max Min Pad ão
1.1.1. - No in e io , sendo acessí el no p óp io edi ício. 0,00
1.1.2. - No ex e io , sendo acessí el no p óp io edi ício. 0,00
1.1.3. - No ex e io , sendo acessí el po um edi ício izinho. 0,00
Quan
Und
No quad o 14, as a e as 1.2.2, 1.2.3, 1.2.4 e 1.2.5 êm um des io pad ão ele ado, podendo-se conclui
que as emp esas passam po duas si uações pa a ealiza es e ipo de a e as. A emp esa pode
subcon a a os equipamen os e se iços ou pode possui os equipamen os necessá ios, o que po
no ma diluiu os cus os pelas á ias ob as que ai ealiza com es es, podendo e um cus o mais
compe i i o nas a e as.
Quad o 14 - Cobe u a acessí el com auxílio de equipamen o.
ART.
DESCRIÇÃO Und Quan P eço P eço P eço Des io
1.2. Cobe u a acessí el com auxílio de equipamen o Med Max Min Pad ão
1.2.1.
- No in e io , sendo acessí el com andaime. un 2,00 31,69 € 40,00 € 24,00 € 8,02
1.2.2.
- No ex e io , sendo acessí el com andaime e sem
obs ução da ia pública.
un 9,00 136,62 € 180,00 € 90,00 € 45,09
1.2.3.
- No ex e io , sendo acessí el com andaime e com
obs ução da ia pública.
un 9,00 211,32 € 369,00 € 90,00 € 143,01
1.2.4.
- No ex e io , sendo acessí el com camião g ua e
sem obs ução da ia pública.
h 2,00 116,75 € 156,00 € 90,00 € 30,30
1.2.5.
- No ex e io , sendo acessí el com camião g ua e
com obs ução da ia pública.
h 2,00 155,80 € 262,20 € 96,00 € 73,25
1.2.6.
- No ex e io , sendo acessí el com g ua ixa e sem
obs ução da ia pública..
h 1,00 21,09 € 24,00 € 17,50 € 2,89
1.2.7.
- No ex e io , sendo acessí el com g ua ixa e com
obs ução da ia pública.
h 1,00 32,79 € 49,00 € 17,50 € 13,07
Na igu a 38, des acam-se as a e as 1.2.3 e 1.2.5, pelo ac o de ap esen a em um maio des io pad ão,
ou seja, uma maio a iação de cus o. Is o jus i ica-se pelo ac o de algumas emp esas não e em ido
em con a os cus os que implicam a obs ução da ia pública. Pela análise dos cus os ap esen ados po
ce as emp esas no conjun o das a e as 1.2 e i ica-se que não hou e ac éscimo de cus o com a
obs ução da ia pública o que le a a conclui que os cus os mais baixos es ão incomple os.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
59
Fig. 38 - Cobe u a acessí el com auxílio de equipamen o.
Duas das emp esas não ap esen a am cus os em nenhumas das a e as do conjun o 1.2. Ou as das
emp esas ambém o am excluídas, po ap esen a cus os excessi os numa das seguin es a e as 1.2.1,
1.2.2 e 1.2.3.
6.4.3. CLARABÓIAS - TRABALHOS PREPARATÓRIOS
6.4.3.1. Elabo ação de documen ação, egis o o og á ico e inspeção de elemen os.
No quad o 15, odas as a e as do conjun o possuem um des io pad ão ele ado, sendo o mais ele ado
o da a e a 1.1.2. A di e ença de cus o pode se po al a de conhecimen o do endimen o e da
u ilização dos equipamen os e se iços, e pelo ac o de ha e uma al a de conco ência en e
emp esas, o que az com que não haja cus os uni o mes.
Quad o 15 – Elabo ação de documen ação, egis o o og á ico e inspeção de elemen os.
ART. DESCRIÇÃO Und Quan P eço P eço P eço Des io
1.1.
Elabo ação de documen ação (desenhos écnicos),
egis o o og á ico e inspecção de elemen os.
Med Max Min Pad ão
1.1.1 Visi a do local pa a elabo ação de documen ação.
g 1,00
Caso 1 82,55 € 120,00 € 48,00 € 33,24
Caso 2 88,55 € 120,00 € 62,21 € 26,38
Caso 3 110,44 € 144,00 € 77,76 € 28,25
Caso 4 122,94 € 150,00 € 77,76 € 32,79
Caso 5 135,44 € 200,00 € 77,76 € 51,01
1.1.2
Visi a do local po meio de um equipamen o
ele ónico aé eo.
h 1,00 351,85 € 450,00 € 200,00 € 133,37
1.1.3
Inspeção e iden i icação de odos os elemen os
deg adados na cla abóia.
g 1,00 111,94 € 150,00 € 77,76 € 30,68
Na igu a 39, isualiza-se que os cus os das a e as 1.1.1 e 1.1.3 êm des ios pad ão com meno
di e ença e os p eços mínimos são ob idos da mesma emp esa. Admi em-se duas hipó eses
explica i os: que a emp esa com cus os mais baixos es á a conside a menos empo pa a e e ua a
a e a ou que as es an es emp esas podem e conside ado mais a o es ele an es no cus o,
possi elmen e de ido ao uso de equipamen o ele a ó io. Se o o caso es e equipamen o de e se
0,00 €
50,00 €
100,00 €
150,00 €
200,00 €
250,00 €
300,00 €
350,00 €
400,00 €
1.2.1. 1.2.2. 1.2.3. 1.2.4. 1.2.5. 1.2.6. 1.2.7.
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60
conside ado numa a e a p óp ia como oi mencionado nas obse ações da a e a no cade no de
enca gos.
Pela análise dos cus os ap esen ados po ce as emp esas no conjun o das a e as 1.1.1 e i ica-se que
hou e ac éscimo de cus o com a dis inção dos casos das cla abóias, o nando o p eço máximo
a iá el. Es a si uação e i ica-se numa das emp esas em que nos casos 1, 2 e 3 es á na média e no
caso 4 e 5 es á no alo máximo.
Fig. 39 - Elabo ação de documen ação, egis o o og á ico e inspeção de elemen os.
Uma das emp esas não ap esen ou cus os nas a e as 1.1.1 e 1.1.3 e ap esen ou cus os demasiado
baixo na a e a 1.1.2, sendo excluídas. Ou a emp esa não ap esen ou cus o na a e a 1.1.2 e o cus o
ap esen ado na a e a 1.1.1 ambém oi excluído, po excesso. Po úl imo ou a emp esa não
ap esen ou cus os nas a e as 1.1.2 e 1.1.3.
6.4.3.2. Remoção cuidada de elemen os deg adados
No quad o 16, as a e as 1.2.1.01 a 1.2.1.12 êm des ios pad ão eduzidos, no en an o de e iam
possui des ios pad ão ainda mais baixos, o que não acon ece de ido a g ande a iação de cus os. Esse
ac o de e-se a uma das emp esas e os cus os máximos de quase o dob o, em algumas si uações da
emp esa seguin e e as es an es emp esas e em alo es mais dispe sados en e elas. O cus o máximo
ap esen ado pela emp esa pode de e -se ao ac o de conside a se p eciso mais mão-de-ob a no apoio
da emoção dos elemen os do que nas es an es emp esas.
No caso da a e a 1.2.1.13, a dis inção dos casos de e-se ao olume de abalho necessá io em cada, e
essa dis inção não oi implemen ado da mesma o ma nas di e sas emp esas, em que algumas
dis ingui am quase odos os casos, ou as iguala am o 3, 4 e 5 e dis ingui am-nos do caso 1 e do 2, e
ou as op a am po não dis ingui nenhum dos casos.
A desc ição ap esen ada no a igo 1.2.1.11 é di e en e da que oi ap esen ado às emp esas. De ido às
espos as acul adas, o au o al e ou a a e a pa a o alo global, indicando na desc ição a quan idade a
que co esponde es a a e a, sendo que igual à que oi ap esen ada no pedido de o çamen o.
0,00 €
50,00 €
100,00 €
150,00 €
200,00 €
250,00 €
300,00 €
350,00 €
400,00 €
450,00 €
500,00 €
1.1.1(1) 1.1.1(2) 1.1.1(3) 1.1.1(4) 1.1.1(5) 1.1.2 1.1.3
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61
Quad o 16 - Remoção cuidada de elemen os deg adados.
ART.
DESCRIÇÃO Und Quan P eço P eço P eço Des io
1.2. Remoção de elemen os deg adados Med Max Min Pad ão
1.2.1.
Remoção cuidada de elemen os deg adados.
(Co esponde a uma pe cen agem do elemen o)
1.2.1.01
Remoção cuidada do es uque. m2 1,00 6,39 € 16,00 € 1,00 € 5,34
1.2.1.02
Remoção cuidada da a gamassa. m2 1,00 6,59 € 16,00 € 1,00 € 5,18
1.2.1.03
Remoção cuidada do asquio. m2 1,00 5,91 € 16,00 € 1,00 € 5,38
1.2.1.04
Remoção cuidada das chapas de zinco e/ou de aço
gal anizado.
m2 1,00 7,05 € 16,00 € 1,00 € 5,91
1.2.1.05
Remoção cuidada dos u os. ml 1,00 5,28 € 16,00 € 1,00 € 5,59
1.2.1.06
Remoção cuidada dos e es imen os ex e io es
deg adados - Telhas canudo ixas com a gamassa.
m2 1,00 6,74 € 16,00 € 1,50 € 5,26
1.2.1.07
Remoção cuidada do id o. m2 1,00 8,01 € 16,00 € 3,00 € 4,93
1.2.1.08
Remoção cuidada dos edan es. ml 1,00 4,68 € 16,00 € 1,00 € 5,84
1.2.1.09
Remoção cuidada das junções. ml 1,00 4,39 € 12,00 € 1,56 € 4,07
1.2.1.10
Remoção cuidada das jun as. ml 1,00 4,01 € 12,00 € 1,00 € 4,32
1.2.1.11
Remoção cuidada da madei as. [0,01 m3
(ap oximadamen e 5%)]
g 1,00 6,44 € 20,00 € 1,23 € 7,80
1.2.1.12
Remoção cuidada dos elemen os me álicos. kg 10,00 10,00 € 20,00 € 5,00 € 6,07
1.2.1.13
Desmon e e emoção de oda a cla abóia pa a
pos e io ecolocação.
g 1,00
Caso 1 129,95 € 150,00 € 120,00 € 13,57
Caso 2 155,25 € 220,00 € 120,00 € 46,01
Caso 3 e 4 177,64 € 250,00 € 125,00 € 47,08
Caso 5 195,24 € 264,00 € 125,00 € 60,77
Na igu a 40, ao isualiza -se o des io pad ão das a e as podemos e i ica que es e es á a as ado do
alo máximo, con i mando o que oi e e ido an e io men e. Ti ando a emp esa com alo es máximos
as es an es es ão mais p óximas do alo mínimo in luenciando assim o des io pad ão.
Fig. 40 - Remoção cuidada de elemen os deg adados.
Sepa ou-se as a e as do pon o 1.2.1.13 das es an es, de ido à o dem de g andeza dos alo es das
a e as se di e en e das a e as ap esen adas na igu a 40.
0,00 €
2,00 €
4,00 €
6,00 €
8,00 €
10,00 €
12,00 €
14,00 €
16,00 €
18,00 €
20,00 €
22,00 €
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62
Na igu a 41, isualiza-se que o aumen o do alo máximo e média é g adual e depende da
complexidade da cla abóia. O aumen o e e uado pelas emp esas nos di e en es casos não oi com a
mesma p opo ção, le ando ao aumen o do des io pad ão de ido à di e gência dos cus os. Ou o a o
que in luenciou oi o alo mínimo, em que uma das emp esas condicionou o caso 1 e 2 e ou a
condicionou os es an es casos.
Fig. 41 - Remoção cuidada de elemen os deg adados 1.2.1.13.
Fo am excluídos po excesso o alo nas a e as 1.2.1.11, 1.2.1.12 e 1.2.1.13 em di e en es emp esas e
po ca ência oi excluído ou o alo da a e a 1.2.1.13 de ou a emp esa.
6.4.3.3. Remoção/demolição de elemen os
No quad o 17, as quan idades das a e as 1.2.1.01 a 1.2.2.12 o am acul adas po uma das emp esas
dando assim uma o dem de g andeza da es ima i a do empo necessá io pa a e e ua a a e a. Es es
endimen os podem se conside ados gene alizados pa a os di e en es casos, no en an o o ideal se ia
de ini os endimen os pa a cada caso, sendo es es alo es p óximos.
O caso da a e a 1.2.2.13, segue o mesmo pad ão de di e enciação dos casos que o a igo 1.2.1.13 do
quad o 16. Algumas emp esas não ize am dis inção em nenhum caso enquan o que as es an e
dis ingui am do mesmo modo, em que iguala am o 3, 4 e 5 e dis ingui am-nos do caso 1 e do 2.
0,00 €
50,00 €
100,00 €
150,00 €
200,00 €
250,00 €
300,00 €
1.2.1.13
(1)
1.2.1.13
(2)
1.2.1.13
(3 e 4)
1.2.1.13
(5)
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63
Quad o 17 - Remoção/demolição de elemen os.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
1.2. Remoção de elemen os deg adados Med Max Min Pad ão
1.2.2.
Remoção/demolição de elemen os
1.2.2.01
Remoção/demolição do es uque. h 1,00 9,30 € 12,00 € 6,00 € 2,45
1.2.2.02
Remoção/demolição da a gamassa. h 1,00 9,30 € 12,00 € 6,00 € 2,45
1.2.2.03
Remoção/demolição do asquio. h 1,00 10,67 € 12,00 € 6,00 € 2,42
1.2.2.04
Remoção/demolição das chapas de zinco e/ou de
aço gal anizado.
h 0,30 3,20 € 3,60 € 1,80 € 0,73
1.2.2.05
Remoção/demolição dos u os. h 0,20 2,13 € 2,40 € 1,20 € 0,48
1.2.2.06
Remoção/demolição das elhas canudo ixas com
a gamassa.
h 1,00 9,30 € 12,00 € 6,00 € 2,45
1.2.2.07
Remoção dos elemen os em id o. h 0,30 3,20 € 3,60 € 1,80 € 0,73
1.2.2.08
Remoção/demolição dos edan es. h 0,10 0,93 € 1,20 € 0,60 € 0,24
1.2.2.09
Remoção/demolição das junções. h 0,10 0,93 € 1,20 € 0,60 € 0,24
1.2.2.10
Remoção/demolição das jun as. h 0,10 0,93 € 1,20 € 0,60 € 0,24
1.2.2.11
Remoção/demolição das madei as. h 0,20 2,13 € 2,40 € 1,20 € 0,48
1.2.2.12
Remoção/demolição dos elemen os me álicas. h 0,20 2,13 € 2,40 € 1,20 € 0,48
1.2.2.13
Desmon e e emoção de oda a cla abóia sem
pos e io ecolocação nem uso.
g 1,00
Caso 1 106,00 € 192,00 € 78,00 € 48,91
Caso 2 131,36 € 192,00 € 80,00 € 53,30
Caso 3 a 5 145,60 € 200,00 € 80,00 € 53,86
Quan
Und
Na igu a 42, e i ica-se que os cus os en e as emp esas são mais uni o mes e na maio ia as a e as
possuem um des io pad ão baixo. As com des io pad ão maio es são as que eque em mais a enção na
ealização da a e a, seja po ques ão de segu ança ou g au de di iculdade.
O a igo 1.2.2.03 é aquele que isualmen e êm a media mais p óxima do alo máximo, de e-se ao
ac o do alo uni á io a ibuído a uma ho a de abalho, po algumas emp esas, se di e en e
consoan e o ipo de a e a, ap oximando-se assim dos alo es mais ele ados a ibuído pelas ou as
emp esas. Es a si uação e i ica-se ambém nas a e as 1.2.2.04, 1.2.2.05, 1.2.2.07, 1.2.2.11 e 1.2.2.12,
mas em meno escala. Es e enómeno possi elmen e ad ém do ecu so adicional de mão-de-ob a pa a
si uações que se ealiza am no ex e io da cla abóia ou que en ol e am elemen os es u u ais.
Uma das emp esas não ap esen ou cus os na a e a 1.2.2.13 e não o am excluídos nenhuns alo es do
conjun o de a e as 1.2.2.
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
70
6.4.4.2. Elemen os em Madei a - Re o ço.
A desc ição e unidade ap esen adas nos a igos 2.1.2 so e am a mesma al e ação que o a igo 2.1.1 e
pelas mesmas azões. As duas emp esas que o am excluídas no a igo 2.1.1 con inuam excluídas
pelas mesmas azões nes e a igo e em odos os casos.
Quad o 23 – Elemen os em Madei a - Re o ço.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.1. Elemen os em Madei a - Caixilha ia / Base Med Max Min Pad ão
2.1.2.
Re o ço
2.1.2.0
Não inclui qualque a amen o sendo a ado na
icha CL.2.1.3.
2.1.2.1
Re o ço de elemen os em Madei a de Pinho com
ma e ial idên ico ao exis en e.
g 1,00
Caso 1 e 2 (0,02 m3) 36,15 € 50,00 € 25,50 € 10,38
Caso 3, 4 e 5 (0,041 m3) 69,72 € 102,50 € 52,28 € 22,52
Quan
Und
Na igu a 50, e i ica-se que a média encon a-se mais p óxima do alo mínimo, o que se de e ao
ac o de a maio ia dos cus os se em p óximos uns dos ou os e do alo mínimo. O des io pad ão
c esce, com o aumen o da quan idade conside ada en e os casos, c iando assim uma maio ince eza.
Fig. 50 - Elemen os em Madei a - Re o ço.
6.4.4.3. Elemen os em Madei a - T a amen o.
No quad o 24, a di e ença en e o cus o máximo e mínimo do a amen o da madei a de e-se
essencialmen e às ca ac e ís icas do p odu o que as emp esas op a am po usa .
Todas as emp esas ap esen a am cus os pa a a a e a e nenhuma oi excluída.
Quad o 24 – Elemen os em Madei a - T a amen o.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.1. Elemen os em Madei a - Caixilha ia / Base Med Max Min Pad ão
2.1.3.
T a amen o
2.1.3.1
T a amen o da es u u a em madei a com p odu os
xiló agos.
m2 2,00 21,86 € 30,00 € 12,00 € 7,07
Quan
Und
0,00 €
20,00 €
40,00 €
60,00 €
80,00 €
100,00 €
2.1.2.1
(1 e 2 )
2.1.2.1
(3 a 5)
Máximo Média Mínimo | Des io Pad ão
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
71
Na igu a 51, a a és da média e do des io pad ão podemos conclui que os alo es es ão dis ibuídos
en e o máximo e mínimo de modo uni o me.
Fig. 51 - Elemen os em Madei a - T a amen o.
6.4.4.4. Se alha ia – Repa ação de es u u a
Os a igos do conjun o 2.2.1 ap esen am uma pe cen agem do abalho a se ealizado no elemen o e
oi aplicado uma quan idade de quilo co esponden e a es á pe cen agem pa a os casos em causa. Logo
podemos in e p e a as a e as de duas o mas, pela pe cen agem ou pelos quilos.
Algumas emp esas indica am que a unidade de medição ao quilo não é a que se adap a melho as
ope ações de eabili ação dos elemen os me álicos, ap esen ando uma das emp esas os cus os pe an e
as ho as de abalho es imadas pa a eabili a , segundo a pe cen agem indicada na desc ição.
O au o op ou po man e a unidade ao quilo is o que a maio ia das emp esas espondeu pe an e essa
unidade. A quan idade icou a c i é io das emp esas, sendo que somen e uma delas acul ou
quan idades a a e a enquan o que as es an es acul a am o p eço uni á io ao quilo. No caso da
emp esa que o neceu o cus o segundo ou a unidade, oi conside ado que o cus o o al da a e a
co esponde à pe cen agem nela desc i a, pe mi indo assim compa a os alo es das emp esas.
Uma das emp esas oi excluída de odas os a igos do conjun o 2.2.1 pa a odos os casos, po
ap esen a cus os excessi os.
Os elemen os em se alha ia o am di ididos em dois quad os. No quad o 25, emos o caso 1 e no
quad o 26, emos os casos 3, 4 e 5. O caso 2 não encon a-se em nenhum quad o pois co esponde ao
dob o do caso 1.
No quad o 25, compa ando os a igos 2.2.1.2 e 2.2.1.3 que em a mesma quan idade no a-se que o
alo máximo e mínimo são iguais en ão que o alo médio al e a-se. Es a si uação de e-se a uma das
emp esas e aumen ado o p eço uni á io da a e a 2.2.1.3, is o que co esponde a um abalho
ealizado em es alei o e que es e possuía melho es condições de segu ança, pe mi indo uma melho
abalhabilidade e baixa de cus o da a e a.
0,00 €
5,00 €
10,00 €
15,00 €
20,00 €
25,00 €
30,00 €
35,00 €
2.1.3.1
Máximo Média Mínimo | Des io Pad ão
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
72
Quad o 25 - Se alha ia – Repa ação de es u u a. Caso 1.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.2. Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado Med Max Min Pad ão
2.2.1.
Repa ação de es u u a -
Caixilha ia / Co uchéu (Ø 160 mm)
2.2.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados
nem qualque a amen o, a e as ealizadas nas
ichas CL.1.2. e CL.2.2.3.
2.2.1.1
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 20%
dos elemen os em e o gal anizado no local.
kg 4,44 26,95 € 35,96 € 13,32 € 11,95
2.2.1.2
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 50%
dos elemen os em e o gal anizado no local.
kg 11,11 63,82 € 100,79 € 33,33 € 30,44
2.2.1.3.0
Não inclui a desmon agem e o anspo e do
elemen o, a e a ealizada na icha E.CL.1.2.1.13. e
E.CL.1.3.1.
2.2.1.3
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 50%
dos elemen os em e o gal anizado no es alei o.
kg 11,11 61,38 € 100,79 € 33,33 € 31,31
2.2.1.5
Subs i uição da o alidade dos elemen os em e o
gal anizado.
kg 22,21 113,81 € 201,49 € 66,63 € 55,59
Quan
Und
Na igu a 52, e i ica-se que o aumen o da quan idade da a e a in luencia os alo es e o des io
pad ão. No a igo 2.2.1.1 exis e uma apa en e ap oximação dos cus os en e as emp esas dando um
des io pad ão azoá el, en ão que no a igo 2.2.1.5 no a-se que apesa do cus o uni á io se o mesmo
em ambas as a e as exis e um g ande in e alo de cus os e es es ap esen em e um conjun o maio
p óximo do alo mínimo.
Fig. 52 - Se alha ia – Repa ação de es u u a. Caso 1.
No quad o 26, o desc i o an e io men e e e en e aos a igos 2.2.1.2 e 2.2.1.3 ambém se aplica pa a os
casos 3, 4 e 5. Compa ando os a igos 2.2.1.4 e 2.2.1.5 e endo a mesma quan idade e i ica-se que a
a e a 2.2.1.4 em cus os maio es. Es a di e ença de cus os de e-se a necessidade de uma g ande
in e enção no elemen o, sendo es a um abalho minucioso e que eque mais empo. Enquan o que a
a e a 2.2.1.5 co esponde a ep odução do elemen o.
0,00 €
25,00 €
50,00 €
75,00 €
100,00 €
125,00 €
150,00 €
175,00 €
200,00 €
225,00 €
2.2.1.1 2.2.1.2 2.2.1.3 2.2.1.5
Máximo Média Mínimo | Des io Pad ão
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
73
Quad o 26 - Se alha ia – Repa ação de es u u a. Caso 3, 4 e 5.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.2. Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado Med Max Min Pad ão
2.2.1.
Repa ação de es u u a -
Caixilha ia / Co uchéu (Ø 160 mm)
2.2.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados
nem qualque a amen o, a e as ealizadas nas
ichas CL.1.2. e CL.2.2.3.
2.2.1.1
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 20%
dos elemen os em e o gal anizado no local.
kg 15,97 96,95 € 129,36 € 47,91 € 42,97
2.2.1.2
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 50%
dos elemen os em e o gal anizado no local.
kg 39,93 229,37 € 362,24 € 119,79 € 109,41
2.2.1.3.0
Não inclui a desmon agem e o anspo e do
elemen o, a e a ealizada na icha E.CL.1.2.1.13. e
E.CL.1.3.1.
2.2.1.3
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 50%
dos elemen os em e o gal anizado no es alei o.
kg 39,93 220,59 € 362,24 € 119,79 € 112,51
2.2.1.4
Repa ação com ní el de deg adação igual ou
supe io a 50% dos elemen os em e o gal anizado.
Es a solução é jus i icá el somen e se o elemen o
i e alo his ó ico ou pa imonial.
kg 79,86 741,63 € ####### 519,09 € 288,01
2.2.1.5
Subs i uição da o alidade dos elemen os em e o
gal anizado.
kg 79,86 409,23 € 724,49 € 239,58 € 199,87
Quan
Und
Na igu a 53, isualiza-se que o aumen o da quan idade da a e a in luencia os alo es e o des io
pad ão, a exceção da a e a 2.2.1.4 que em a in luência do abalho ex a necessá io pa a a sua
execução. Ou o ac o ele an e é que o cus o médio da a e a 2.2.1.4 é maio que o cus o máximo da
a e a 2.2.1.5 concluindo que o cus o do co uchéu no o de uma cla abóia é quase me ade do cus o se
essa es i e-se em a ançado ní el de deg adação e osse eabili ada.
Fig. 53 - Se alha ia – Repa ação de es u u a. Caso 3, 4 e 5.
6.4.4.5. Se alha ia – Repa ação dos o namen os supe io es.
No quad o 27, a epa ação dos o namen os di e em segundo o ipo de o namen o, nos dados
ecolhidos, uma das emp esas man e e o cus o igual pa a o conjun o de a igos 2.2.2
0,00 €
200,00 €
400,00 €
600,00 €
800,00 €
1.000,00 €
1.200,00 €
2.2.1.1 2.2.1.2 2.2.1.3 2.2.1.4 2.2.1.5
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74
independen emen e do ní el de deg adação do elemen o, sendo es e mui o p óximo do alo máximo
ou da média nos casos mais elabo ados, en ão que as es an es emp esas dis ingui am os cus os odos.
Os alo es mínimos pe encem odos a uma única emp esa, as es an es o am aumen ando
g adualmen e o cus o segundo o ipo de o namen o, sendo que o que possui maio es cus os é o
ca a en o de ido ao empo de abalho que eque .
Quad o 27 - Se alha ia – Repa ação dos o namen os supe io es.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.2. Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado Med Max Min Pad ão
2.2.2.
Repa ação dos o namen os supe io es.
Ca a en o e ou os ( e anexo).
2.2.2.1
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 30%
dos o namen os supe io es em e o gal anizado.
g 1,00
No mal 93,44 € 150,00 € 50,00 € 42,88
Bola 118,79 € 150,00 € 80,00 € 36,57
Ca a en o 149,13 € 230,00 € 100,00 € 57,79
2.2.2.2
Repa ação com ní el de deg adação supe io ou
igual a 30% dos o namen os supe io es em e o
gal anizado. Es a solução é jus i icá el se o
elemen o i e alo his ó ico ou pa imonial.
g 1,00
No mal 114,99 € 160,00 € 50,00 € 50,67
Bola 140,33 € 210,00 € 80,00 € 54,62
Ca a en o 178,18 € 320,00 € 100,00 € 97,09
Quan
Und
Os des ios pad ão são ele ados de ido a ince eza na execução das a e as. Mais complexo o elemen o
é, maio é o alo do des io pad ão. Na igu a 54, isualiza-se o aumen o g adual de quase odas as
a e as, mos ando um possí el aumen o de con iança nos cus os da a e a 2.2.2.1 (Bola). Tendo em
a enção odo o conjun o es e aumen o de con iança nes a a e a pode signi ica o con á io, is o que
oi a única a e a que não e e aumen o no alo máximo, pe mi indo a ap oximação dos alo es,
podendo assim induzi em e o.
Fig. 54 - Se alha ia – Repa ação dos o namen os supe io es.
Uma das emp esas não ap esen ou cus os em nenhumas das a e as do conjun o 2.2.2 e o am
excluídos, po excesso, os cus os de uma das emp esas em odo o conjun o.
0,00 €
50,00 €
100,00 €
150,00 €
200,00 €
250,00 €
300,00 €
350,00 €
2.2.2.1
(No mal)
2.2.2.1
(Bola)
2.2.2.1
(Ca a en o)
2.2.2.2
(No mal)
2.2.2.2
(Bola)
2.2.2.2
(Ca a en o)
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75
6.4.4.6. Se alha ia – Re o ço
No pedido solici ado às emp esas não se indicou a quan idade p e endida no conjun o de a igo 2.2.3
sendo ao c i é io de cada emp esa ap esen a a opção que melho se adequa à a e a. As emp esas
op a am pelas mesmas unidades que ap esen a am no a igo 2.2.1, a maio ia pelos quilos e uma delas
pelo núme o de ho as e as quan idades o am indicadas pela mesma emp esa. Todas as emp esas
ap esen a am cus os pa a o conjun o de a e as 2.2.3 e nenhuma oi excluída.
No quad o 28, e i ica-se que os cus os en e as a e as do conjun o 2.2.3 são p a icamen e iguais, as
di e enças ad ém de uma única emp esa que usou como unidade de medição o núme o de ho as de
abalho endo dis inguindo as quan idades e al e ando assim o cus o médio. Fo am usados os cus os
o ais dessa emp esa pa a compa a com as es an es.
Quad o 28 - Se alha ia – Re o ço.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.2. Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado Med Max Min Pad ão
2.2.3.
Re o ço
2.2.3.0
Não inclui qualque a amen o sendo a ado na
icha CL.2.2.3.
2.2.3.1
Re o ço de elemen os em e o gal anizado com
es é ica idên ica ao exis en e.
kg 5,00 28,14 € 40,00 € 16,25 € 9,45
2.2.3.2
Re o ço de elemen os em e o gal anizado com
es é ica di e en e ao exis en e.
kg 5,00 25,14 € 40,00 € 16,25 € 9,32
2.2.3.3
Re o ço de elemen os em Madei a com ma e ial de
se alha ia.
kg 5,00 24,14 € 40,00 € 12,00 € 10,48
Quan
Und
Na igu a 55, isualiza-se que o cus o médio diminuía nas a e as. Pela análise das a e as concluímos
que a a e a 2.2.3.1 eque mais empo que as es an es. Os des ios pad ão êm alo es signi ica i os
de ido ao ac o das emp esas e em cus os a iados en e elas, espalhando-se en e os alo es
máximos e mínimos.
Fig. 55 - Se alha ia – Re o ço.
6.4.4.7. Se alha ia – T a amen o.
No quad o 29, a di e ença en e o cus o máximo e mínimo do a amen o da se alha ia de e-se
essencialmen e às ca ac e ís icas do p odu o que as emp esas op a am po usa . Algumas emp esas de
0,00 €
10,00 €
20,00 €
30,00 €
40,00 €
50,00 €
2.2.3.1 2.2.3.2 2.2.3.3
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76
se alha ia indica am que a me alização dos elemen os de e-se ealiza em áb ica pa a ob e melho es
acabamen os. Todas as emp esas ap esen a am cus os pa a as a e as e nenhuma oi excluída.
Quad o 29 - Se alha ia – T a amen o.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.2. Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado Med Max Min Pad ão
2.2.4.
T a amen o
2.2.4.1
Decapagem e me alização, pa a pos e io
a amen o e pin u a.
m2 1,00 15,82 € 24,00 € 11,94 € 5,09
2.2.4.2
T a amen o da es u u a em se alha ia com
p odu os an ico osi o.
m2 1,00 15,80 € 28,00 € 8,00 € 8,47
2.2.4.3
T a amen o da es u u a em se alha ia com pin u a
de p o eção.
m2 1,00 13,22 € 28,00 € 7,00 € 8,19
Quan
Und
Na igu a 56, os alo es máximos são odos de uma única emp esa e compa ando os alo es a ibuídos
às a e as pelas emp esas, e i ica-se que nos a igos an e io es as emp esas conco da am com uma
o dem de alo es no conjun o. Nes e conjun o não se aplica nenhuma o dem, enquan o que uma
emp esa indicou um a igo como o máximo no conjun o, ou a emp esa indico es e mesmo a igo
como sendo o mínimo, es e ac o epe e-se em odo o conjun o, não sendo possí el chega a um
consenso en e as emp esas, ela i amen e a qual das a e as êm maio cus os. Nos a igos 2.2.4.2 e
2.2.4.3 onde isualiza-se que uma mino ia das emp esas a ibuiu cus os ele ados e mui o di e en es do
es o do g upo, ele ando o des io pad ão.
Fig. 56 - Se alha ia – T a amen o.
6.4.4.8. Fixações da es u u a.
No quad o 30, no a-se que exis e uma g ande di e ença de cus os, não se excluiu nenhuma das
emp esas pois me ade da amos a e e alo es mui o p óximos dos alo es mínimos sendo que a ou a
me ade e e alo es mui o p óximos do máximo. Pa a es e conjun o de a e as o am o necidos
po meno es écnicos sob e as peças de ixação de modo a pe mi i uma melho comp eensão, apesa
dessa in o mação exis e um g ande azio en e os alo es das emp esas. Es a si uação pode
in e p e a -se de duas o mas: as emp esas com alo es uni á ios ele ados co espondem à o alidade
da quan idade da a e a ou as emp esas com alo es uni á ios baixos não in e p e a ão os po meno es.
0,00 €
5,00 €
10,00 €
15,00 €
20,00 €
25,00 €
30,00 €
2.2.4.1 2.2.4.2 2.2.4.3
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77
Quad o 30 – Fixações da es u u a.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.3.
Fixações da es u u a Med Max Min Pad ão
2.3.1.
Subs i uição pa cial / Re o ço
2.3.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados
nem qualque a amen o, a e as ealizadas nas
ichas CL.1.2. e CL.2.2.3.
2.3.1.1
Subs i uição dos elemen os deg adados ou
co oídos (en e ujado), com o ma o idên ico ao
exis en e, ixados com p egos.
un 4,00 154,18 € 280,00 € 30,00 € 110,55
2.3.1.2
Subs i uição dos elemen os deg adados ou
co oídos (en e ujado), com o ma o idên ico ao
exis en e, ixados com pa a usos.
un 4,00 160,67 € 300,00 € 48,00 € 111,35
2.3.1.3
Subs i uição dos elemen os deg adados ou
co oídos (en e ujado), com o ma o di e en e do
exis en e, ixados com p egos.
un 4,00 147,12 € 240,00 € 30,00 € 102,69
2.3.1.4
Subs i uição dos elemen os deg adados ou
co oídos (en e ujado), com o ma o di e en e do
exis en e, ixados com pa a usos.
un 4,00 153,67 € 260,00 € 48,00 € 102,47
Quan
Und
Na igu a 57, podemos e i ica o azio en e as a e as, a a és do des io pad ão que ap esen a uma
g ande a iabilidade e que se ap oxima ou ul apassa os alo es ex emos.
Fig. 57 - Fixações da es u u a.
6.4.4.9. Apoios da es u u a da cla abóia a cobe u a ou pa imen o.
A desc ição e unidade ap esen adas nos a igos com elemen os em madei a so e am a mesma
al e ação que o a igo 2.1.1 e 2.1.2 e pelas mesmas azões. Nos a igos 2.4.1.1 e 2.4.2.1 exclui-se duas
das emp esas po excesso, uma delas não ap esen ou al e ações de alo es en e os casos, en ão que as
es an es i e em em con a esse a o e a ou a em o dob o do alo máximo do quad o 31.
As a e as no conjun o 2.4 com a unidade de medição ao quilo o am ap esen adas sem quan idade às
emp esas sendo que a maio ia acul ou os cus os uni á ios. A emp esa que nos casos semelhan es a
es e, an e io men e ap esen ou a al e ação da a e a pa a a unidade de ho as de abalhos, nes a decidiu
usa como unidade os quilos a ibuindo-lhes uma quan idade. Apesa da quan idade e e ida pela
0,00 €
50,00 €
100,00 €
150,00 €
200,00 €
250,00 €
300,00 €
350,00 €
2.3.1.1 2.3.1.2 2.3.1.3 2.3.1.4
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78
emp esa o au o op ou po usa as quan idades da emp esa que indicou an e io men e as quan idades
dos conjun os 2.2.1 e 2.2.3, sendo que es a ez dis inção en e a quan idade do caso 1 e dos es an es
casos. No pedido às emp esas, a desc ição dos a igos com iga de aço inha uma ca ac e ização do
aço e adamen e usada, a qual oi emo ida.
Quad o 31 - Apoios da es u u a da cla abóia a cobe u a ou pa imen o.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.4.
Apoios da es u u a da cla abóia a cobe u a ou
pa imen o
Med Max Min Pad ão
2.4.1.
Subs i uição pa cial
2.4.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados
nem qualque a amen o, a e as ealizadas nas
ichas CL.1.2., CL.2.1.3. e CL.2.2.3.
2.4.1.1
Subs i uição dos elemen os deg adados nos
apoios em madei a.
g 1,00
Caso 1 e 2 (0,02 m3) 40,03 € 50,00 € 25,50 € 10,51
Caso 3, 4 e 5 (0,2 m3) 400,32 € 500,00 € 255,00 € 105,15
2.4.1.2
Subs i uição dos elemen os deg adados nos
apoios po uma iga de aço.
Caso 1 kg 30,00 113,93 € 150,00 € 82,50 € 26,75
Caso 2, 3, 4 e 5 kg 45,00 170,90 € 225,00 € 123,75 € 40,12
2.4.2.
Re o ço
2.4.2.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados
nem qualque a amen o, a e as ealizadas nas
ichas E.CL.1.2., E.CL.2.1.3. e E.CL.2.2.3.
2.4.2.1
Re o ço dos elemen os com madei a. g 1,00
Caso 1 e 2 (0,02 m3) 36,97 € 50,00 € 23,00 € 11,90
Caso 3, 4 e 5 (0,2 m3) 369,69 € 500,00 € 230,00 € 118,96
2.4.2.2
Re o ço dos elemen os com iga de aço.
Caso 1 kg 30,00 113,93 € 150,00 € 82,50 € 26,75
Caso 2, 3, 4 e 5 kg 45,00 170,90 € 225,00 € 123,75 € 40,12
Quan
Und
Na igu a 58, isualiza-se que os alo es nas si uações de subs i uição ou de e o ço são mui o
p óximos, no caso do uso de madei a ou iguais no caso do uso de me al, quando es es di e em é a
subs i uição a que êm cus os maio es. Com o aumen o da quan idade e complexidade do caso os
des ios pad ão aumen am p opo cionalmen e e os alo es máximos e mínimos a as am-se.
Fig. 58 - Apoios da es u u a da cla abóia a cobe u a ou pa imen o.
0,00 €
100,00 €
200,00 €
300,00 €
400,00 €
500,00 €
2.4.1.1
(1 e 2)
2.4.1.1
(3 a 5)
2.4.1.2
(1)
2.4.1.2
(2 a 5)
2.4.2.1
(1 e 2)
2.4.2.1
(3 a 5)
2.4.2.2
(1)
2.4.2.2
(2 a 5)
Máximo Média Mínimo | Des io Pad ão
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79
6.4.4.10. Se alha ia – Lan e nins.
No quad o 32, e i ica-se que os casos in luenciam os cus os das a e as e que ac escen a um
lan e nins em cus os mais ele ados do que no caso de se epa a . Nem odas as emp esas segui am a
in luência dos casos, me ade dis inguiu em unção dos casos en ão que o es o em os alo es odos
iguais. No conjun o de a e as 2.5 uma emp esa não ap esen ou cus os, ou a oi excluída po excesso
e ou a emp esa e e o a igo 2.5.2.1 excluído po ca ência.
Quad o 32 - Se alha ia – Lan e nins.
ART.
DESCRIÇÃO P eço P eço P eço Des io
2.5.
Lan e nins ( en ilação) Med Max Min Pad ão
2.5.1.
Repa ação
2.5.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
nem a subs i uição de id o e edan e sendo a ados
nas ichas CL.1.2., CL.3.3.1. e CL.3.4.1.
2.5.1.1
Repa ação dos lan e nins exis en es, incluído
subs i uição de peças, acessó ios e elemen os de
ixação.
g 1,00
Caso 1 e 2 108,19 € 140,00 € 80,00 € 24,62
Caso 3 131,03 € 150,00 € 108,00 € 18,21
Caso 4 143,53 € 200,00 € 108,00 € 39,86
Caso 5 156,03 € 250,00 € 108,00 € 64,01
2.5.2.
Ac escen a
2.5.2.0
Não inclui a desmon agem e o anspo e do
elemen o, a e a ealizada na icha CL.1.1.
2.5.2.1
Colocação de lan e nins não exis en es na
cla abóia, incluído peças, acessó ios, elemen os de
ixação, edan e e id o.
g 1,00
Caso 1 e 2 212,83 € 310,00 € 126,10 € 92,39
Caso 3, 4 e 5 227,13 € 310,00 € 169,00 € 73,68
Quan
Und
Na igu a 59, isualiza-se o escalonamen o dos alo es segundo os casos e o g au de di iculdade,
endo os alo es máximos um ac éscimo mais acen uado que os es an es, dando assim ao des io
pad ão um maio in e alo de alo es. Uma ez que es e ipo de a e as são a as e complicadas as
emp esas em di iculdade em es ima os abalhos necessá ios, di e gindo na a ibuição dos alo es.
Fig. 59 - Se alha ia – Lan e nins.
0,00 €
50,00 €
100,00 €
150,00 €
200,00 €
250,00 €
300,00 €
350,00 €
2.5.1.1
(1 e 2)
2.5.1.1
(3)
2.5.1.1
(4)
2.5.1.1
(5)
2.5.2.1
(1 e 2)
2.5.2.1
(3 a 5)
Máximo Média Mínimo | Des io Pad ão
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
86
Fig. 66 – Ap esen ação do caso p á ico San a Ca a ina. (3M2P)
Quad o 39 – Cus os associados a in e enção do caso p á ico San a Ca a ina.
P eço P eço P eço Des io
Med Max Min Pad ão
AC
ACESSO AO LOCAL DE TRABALHO
1.
Localização:
1.1. Cobe u a acessí el sem auxílio de equipamen o
1.1.2. - No ex e io , sendo acessí el no p óp io edi ício. 0,00
1.2. Cobe u a acessí el com auxílio de equipamen o
1.2.1. - No in e io , sendo acessí el com andaime.
un 2,00 31,69 € 40,00 € 24,00 € 8,02
CL CLARABÓIAS
1. T abalhos p epa a ó ios
1.1.
Elabo ação de documen ação (desenhos
écnicos), egis o o og á ico e inspecção de
elemen os.
1.1.3
Inspeção e iden i icação de odos os elemen os
deg adados na cla abóia.
g 1,00 111,94 € 150,00 € 77,76 € 30,68
1.2. Remoção de elemen os deg adados
1.2.1.
Remoção cuidada de elemen os deg adados.
(Co esponde a uma pe cen agem do elemen o)
1.2.1.01
Remoção cuidada do es uque.
m2 5,00 31,95 € 80,00 € 5,00 € 26,69
1.2.1.02
Remoção cuidada da a gamassa.
m2 5,00 32,93 € 80,00 € 5,00 € 25,89
1.2.1.03
Remoção cuidada do asquio.
m2 5,00 29,56 € 80,00 € 5,00 € 26,91
1.2.1.11
Remoção cuidada da madei as
[0,01 m3 (ap oximadamen e 5%)]
g 1,00 6,44 € 20,00 € 1,23 € 7,80
ART.
DESCRIÇÃO
Und
Quan
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
87
P eço P eço P eço Des io
Med Max Min Pad ão
1.2.2.
Remoção/demolição de elemen os
1.2.2.04
Remoção/demolição das chapas de zinco e/ou de
aço gal anizado.
h0,30 3,20 € 3,60 € 1,80 € 0,73
1.2.2.05
Remoção/demolição dos u os. h 0,20 2,13 € 2,40 € 1,20 € 0,48
1.2.2.07
Remoção dos elemen os em id o. h 0,30 3,20 € 3,60 € 1,80 € 0,73
1.2.2.08
Remoção/demolição dos edan es. h 0,10 0,93 € 1,20 € 0,60 € 0,24
1.2.2.09
Remoção/demolição das junções. h 0,10 0,93 € 1,20 € 0,60 € 0,24
1.2.2.10
Remoção/demolição das jun as. h 0,10 0,93 € 1,20 € 0,60 € 0,24
1.3.
T anspo e
1.3.2.
T anspo e e a amen o de ma e ial não u ilizado.
1.3.2.2
T a amen o e en ega a emp esa de ges ão de
esíduos.
m3 7,90 280,26 € 474,00 € 94,80 € 167,23
2.
Es u u a
2.1.
Elemen os em Madei a - Caixilha ia / Base
2.1.1.
Subs i uição
2.1.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem
qualque a amen o, a e as ealizadas nas ichas
CL.1.2. e CL.2.1.3.
2.1.1.2
Subs i uição pa cial com ní el de deg adação in e io
a 50% dos elemen os em Madei a de Pinho na
es u u a.
g 1,00
254,25 € 367,50 € 187,43 € 78,32
2.1.3.
T a amen o
2.1.3.1
T a amen o da es u u a em madei a com p odu os
xiló agos.
m2 10,00 109,31 € 150,00 € 60,00 € 35,35
2.2.
Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado
2.2.1.
Repa ação de es u u a - Caixilha ia / Co uchéu
(Ø 160 mm)
2.2.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem
qualque a amen o, a e as ealizadas nas ichas
CL.1.2. e CL.2.2.3.
2.2.1.2
Repa ação com ní el de deg adação in e io a 50%
dos elemen os em e o gal anizado no local.
kg 39,93 229,37 € 362,24 € 119,79 € 109,41
2.2.4.
T a amen o
2.2.4.1
Decapagem e me alização, pa a pos e io
a amen o e pin u a.
m2 2,50 39,56 € 60,00 € 29,85 € 12,71
2.2.4.2
T a amen o da es u u a em se alha ia com
p odu os an ico osi o.
m2 2,50 39,51 € 70,00 € 20,00 € 21,18
2.2.4.3
T a amen o da es u u a em se alha ia com pin u a
de p o eção.
m2 2,50 33,06 € 70,00 € 17,50 € 20,48
2.5.
Lan e nins ( en ilação)
2.5.1.
Repa ação
2.5.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
nem a subs i uição de id o e edan e sendo a ados
nas ichas CL.1.2., CL.3.3.1. e CL.3.4.1.
2.5.1.1
Repa ação dos lan e nins exis en es, incluído
subs i uição de peças, acessó ios e elemen os de
ixação.
g 1,00 131,03 € 150,00 € 108,00 € 18,21
ART.
DESCRIÇÃO
Und
Quan
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
88
P eço P eço P eço Des io
Med Max Min Pad ão
3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
3.1.
Re es imen o ex e io
3.1.1.
Subs i uição pa cial
3.1.1.1
Subs i uição dos e es imen os me álicos na zona
ex e io da cla abóia, chapa de zinco de 0,06 mm.
( e anexo)
m2 6,30 357,36 € 567,00 € 201,60 € 140,78
3.2.
Re es imen o in e io
3.2.1.
Recupe ação / subs i uição pa cial (Fasquio,
a gamassa de saib o e es uque)
3.2.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.2.1.1 Subs i uição dos asquios na zona da cla abóia.
m2 5,00 152,30 € 320,00 € 60,00 € 101,14
3.2.1.2
Subs i uição das a gamassas de saib o na zona da
cla abóia.
m2 5,00 43,99 € 60,00 € 30,00 € 14,70
3.2.1.3
Subs i uição dos es uques na zona da cla abóia. m2 5,00 46,94 € 80,00 € 32,50 € 16,93
3.2.1.4
Subs i uição das o las em es uques na zona da
cla abóia.
ml 8,00 166,84 € 384,00 € 64,00 € 123,29
3.3.
Vid o
3.3.0
- Fa o sola do id o não supe io a 0,25;
- Coe icien e de ansmissão é mica mais adequado
a si uação, segundo os ní eis de qualidade não
supe io a N1=3,30, N2=2,50, N3=2,00 e
N4=0,5*3,30=1,65 W/(m2.C).
3.3.1.
Subs i uição
3.3.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.3.1.5
Subs i uição de id os anspa en es laminados 3+3
na cla abóia.
Vid o T apezio V1 (a ea=0,2625 pe ime o=2,6416) m2 3,15 190,01 € 220,50 € 174,14 € 21,35
3.4.
Vedan e, junções e jun as
3.4.1.
Subs i uição o al
3.4.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.4.1.1
Subs i uição dos edan es, junções e jun as na
cla abóia.
ml 32,00 38,75 € 57,60 € 25,60 € 13,62
3.5.
Ru os
3.5.1.
Subs i uição pa cial
3.5.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.5.1.1
Subs i uição de u os na zona da cla abóia.
Pe il em L ligação cla abóia/cobe u a.
ml 7,50 209,54 € 372,00 € 112,50 € 113,44
3.5.1.2
Subs i uição de u os na zona da cla abóia.
Pe il em Z ligação cla abóia/co uchéu.
ml 6,00 163,29 € 273,00 € 54,00 € 99,30
3.5.1.4
Cumo com 30 cm de diame o un 1,00 31,17 € 40,00 € 21,00 € 9,57
Cus o o ais da in e enção. 2.772,38 € 4.541,04 € 1.537,30 €
ART.
DESCRIÇÃO
Und
Quan
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
89
No quad o 40, ap esen a-se o soma ó io dos alo es de cada g upo de a igos sendo possí el e i ica
que nes e caso p á ico a cla abóia em maio in e enção nos e es imen os, enchimen os e
acabamen os. Nes e caso e i ica-se que maio é a o dem de g andeza do conjun o, mais p óximo o
alo médio se o na do alo mínimo.
Quad o 40 – Soma ó io dos g upos de a igos.
P eço P eço P eço
Max Med Min
AC ACESSO AO LOCAL DE TRABALHO
1. Localização: 40,00 € 31,69 € 24,00 €
CL CLARABÓIAS
1. T abalhos p epa a ó ios 897,20 € 504,40 € 195,39 €
2. Es u u a 1.229,74 € 836,09 € 542,57 €
3. Re es imen os, enchimen os e acabamen os 2.374,10 € 1.400,19 € 775,34 €
Cus o o al 4.541,04 € 2.772,38 € 1.537,30 €
ART.
DESCRIÇÃO
Na igu a 67, não se especi icou os cus os do a igo de acesso ao local de abalho, is o es e e
alo es com uma o dem de g andeza mui o in e io aos es an es g upos de a igos. Não se iden i ica o
des io pad ão nessa igu a is o que o soma ó io dos des ios pad ão das a e as aduzi ia uma ideia
e ada da a iação dos cus os. A a és do alo médio podemos conclui que o maio conjun o de
emp esas em os seus alo es p óximos do mínimo.
Fig. 67 - Soma ó io dos g upos de a igos.
Na igu a 68, isualiza-se o esul ado inal da in e enção ex e io da cla abóia, na qual podemos
e i ica que o e es imen o ex e io encon a-se eabili ado e man em a es é ica de o igem do
elemen o.
0,00 €
500,00 €
1.000,00 €
1.500,00 €
2.000,00 €
2.500,00 €
3.000,00 €
3.500,00 €
4.000,00 €
4.500,00 €
1. 2. 3. To al
Máximo Médio Mínimo
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
90
Fig. 68 – Resul ado inal in e enção no ex e io da cla abóia. (3M2P)
6.5.2. CASO LARGO DO VIRIATO
A in e enção e e uada no La go do Vi ia o que o au o ap esen a, e e e-se à econs ução de uma
cla abóia salien e que co esponde a solução de o igem do edi ício. Pa a al é necessá io e i ica -se o
es ado dos apoios da es u u a da cla abóia com o pa imen o do só ão, elabo a a es u u a em madei a
da cla abóia e a es u u a em me al do co uchéu. No in e io é necessá io emo e o abique na base da
an iga cla abóia e o e es imen o é com placas de gesso ca onado com uma o la em es uque na base e
no ex e io o e es imen o é com chapa de aço gal anizado. Es e caso assemelha-se ao caso 4 do
es udo.
Também é necessá io emo e pa e da cobe u a e al e a a sua es u u ação, es as a e as não são
o çamen adas jun o da econs ução da cla abóia, pe encen e a ou o elemen o.
Fig. 69 - Ap esen ação do caso p á ico La go do Vi ia o. (3M2P)
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
91
Quad o 41 – Cus os associados a in e enção do caso p á ico La go do Vi ia o.
P eço P eço P eço Des io
Med Max Min Pad ão
AC
ACESSO AO LOCAL DE TRABALHO
1. Localização:
1.1. Cobe u a acessí el sem auxílio de equipamen o
1.1.1. - No in e io , sendo acessí el no p óp io edi ício. 0,00
1.2. Cobe u a acessí el com auxílio de equipamen o
1.2.1.
- No in e io , sendo acessí el com andaime. un 2,00 31,69 € 40,00 € 24,00 € 8,02
1.2.6.
- No ex e io , sendo acessí el com g ua ixa e sem
obs ução da ia pública..
h1,00 21,09 € 24,00 € 17,50 € 2,89
CL CLARABÓIAS
1.
T abalhos p epa a ó ios
1.1.
Elabo ação de documen ação (desenhos
écnicos), egis o o og á ico e inspecção de
elemen os.
1.1.3
Inspeção e iden i icação de odos os elemen os
deg adados na cla abóia.
g 1,00 111,94 € 150,00 € 77,76 € 30,68
1.2. Remoção de elemen os deg adados
1.2.2. Remoção/demolição de elemen os
1.2.2.01
Remoção/demolição do es uque.
h0,25 2,33 € 3,00 € 1,50 € 0,61
1.2.2.02
Remoção/demolição da a gamassa. h 0,25 2,33 € 3,00 € 1,50 € 0,61
1.2.2.03
Remoção/demolição do asquio. h 0,25 2,67 € 3,00 € 1,50 € 0,61
1.2.2.11
Remoção/demolição das madei as. h 0,20 2,13 € 2,40 € 1,20 € 0,48
1.3.
T anspo e
1.3.1.
T anspo e e a mazenamen o em es alei o pa a
pos e io ecolocação no local de o iginal.
1.3.1.1
T anspo e e a mazenamen o de odos os elemen os
da cla abóia pa a es alei o localizado em ob a, pa a
pos e io ecolocação.
g 1,00 106,00 € 156,00 € 30,00 € 60,81
1.3.2.
T anspo e e a amen o de ma e ial não u ilizado.
1.3.2.2
T a amen o e en ega a emp esa de ges ão de
esíduos.
m3 2,00 70,95 € 120,00 € 24,00 € 42,34
2.
Es u u a
2.1.
Elemen os em Madei a - Caixilha ia / Base
2.1.1. Subs i uição
2.1.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem
qualque a amen o, a e as ealizadas nas ichas
CL.1.2. e CL.2.1.3.
2.1.1.4
Subs i uição o al dos elemen os em Madei a de
Pinho na es u u a. (0,295 m3)
g 1,00
400,44 € 471,84 € 331,76 € 75,29
2.1.2.
Re o ço
2.1.2.0
Não inclui qualque a amen o sendo a ado na
icha CL.2.1.3.
2.1.2.1
Re o ço de elemen os em Madei a de Pinho com
ma e ial idên ico ao exis en e. (0,041 m3)
g 1,00 69,72 € 102,50 € 52,28 € 22,52
2.1.3.
T a amen o
2.1.3.1
T a amen o da es u u a em madei a com p odu os
xiló agos.
m2 10,00 109,31 € 150,00 € 60,00 € 35,35
ART.
DESCRIÇÃO
Und
Quan
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
92
P eço P eço P eço Des io
Med Max Min Pad ão
2.2.
Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado
2.2.1.
Repa ação de es u u a - Caixilha ia / Co uchéu
(Ø 160 mm)
2.2.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem
qualque a amen o, a e as ealizadas nas ichas
CL.1.2. e CL.2.2.3.
2.2.1.5
Subs i uição da o alidade dos elemen os em e o
gal anizado. (79,86 kg)
kg 79,86 409,23 € 724,49 € 239,58 € 199,87
2.2.4.
T a amen o
2.2.4.1
Decapagem e me alização, pa a pos e io
a amen o e pin u a.
m2 2,50 39,56 € 60,00 € 29,85 € 12,71
2.2.4.2
T a amen o da es u u a em se alha ia com
p odu os an ico osi o.
m2 2,50 39,51 € 70,00 € 20,00 € 21,18
2.2.4.3
T a amen o da es u u a em se alha ia com pin u a
de p o eção.
m2 2,50 33,06 € 70,00 € 17,50 € 20,48
2.4.
Apoios da es u u a da cla abóia a cobe u a ou
pa imen o
2.4.1.
Subs i uição pa cial
2.4.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados nem
qualque a amen o, a e as ealizadas nas ichas
CL.1.2., CL.2.1.3. e CL.2.2.3.
2.4.1.1
Subs i uição dos elemen os deg adados nos apoios
em madei a. (0,2 m3)
g 1,00 400,32 € 500,00 € 255,00 € 105,15
3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
3.1.
Re es imen o ex e io
3.1.1.
Subs i uição pa cial
3.1.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.1.1.2
Subs i uição dos e es imen os me álicos na zona
ex e io da cla abóia, chapa de aço gal anizado de
0,06 mm. ( e anexo)
m2 6,30 255,54 € 378,00 € 157,50 € 98,48
3.2.
Re es imen o in e io
3.2.1.
Recupe ação / subs i uição pa cial (Fasquio,
a gamassa de saib o e es uque)
3.2.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.2.1.4
Subs i uição das o las em es uques na zona da
cla abóia.
ml 13,00 271,11 € 624,00 € 104,00 € 200,35
3.2.2.
Subs i uição o al (placas de gesso ca onado)
3.2.2.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.2.2.1
Colocação de placas de gesso ca onado no
e es imen o in e io .
m2 11,00 173,98 € 247,50 € 105,60 € 53,81
3.3.
Vid o
3.3.0
- Fa o sola do id o não supe io a 0,25;
- Coe icien e de ansmissão é mica mais adequado
a si uação, segundo os ní eis de qualidade não
supe io a N1=3,30, N2=2,50, N3=2,00 e
N4=0,5*3,30=1,65 W/(m2.C).
ART.
DESCRIÇÃO
Und
Quan
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
93
P eço P eço P eço Des io
Med Max Min Pad ão
3.3.1.
Subs i uição
3.3.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.3.1.5
Subs i uição de id os anspa en es laminados 3+3
na cla abóia.
Vid o T apezio V1 (a ea=0,2625 pe ime o=2,6416) m2 3,15 190,01 € 220,50 € 174,14 € 21,35
Vid o Rec angula V4 (a ea=0,1196 pe ime o=1,4400)
m2 1,45 82,39 € 101,50 € 72,50 € 13,13
3.4.
Vedan e, junções e jun as
3.4.1.
Subs i uição o al
3.4.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.4.1.1
Subs i uição dos edan es, junções e jun as na
cla abóia.
ml 49,00 59,34 € 88,20 € 39,20 € 20,86
3.5. Ru os
3.5.1. Subs i uição pa cial
3.5.1.0
Não inclui a emoção de elemen os deg adados,
a e a ealizada na icha CL.1.2.
3.5.1.1
Subs i uição de u os na zona da cla abóia.
Pe il em L ligação cla abóia/cobe u a.
ml 7,50 209,54 € 372,00 € 112,50 € 113,44
3.5.1.2
Subs i uição de u os na zona da cla abóia.
Pe il em Z ligação cla abóia/co uchéu.
ml 6,00 163,29 € 273,00 € 54,00 € 99,30
3.5.1.4 Cumo com 30 cm de diame o un 1,00 31,17 € 40,00 € 21,00 € 9,57
Cus o o ais da in e enção. 3.288,65 € 4.994,93 € 2.025,37 €
ART.
DESCRIÇÃO
Und
Quan
No quad o 42, ealizou-se a mesma análise que no caso an e io sendo possí el e i ica que nes e
caso p á ico a cla abóia em maio in e enção na es u u a segundo os cus os médios e mínimos e
maio in e enção nos e es imen os, enchimen os e acabamen os segundo os cus os máximos. A
necessidade de in e enção na es u u a da cla abóia aumen ou os seus cus os e ap oximou-se dos
alo es dos e es imen os, enchimen os e acabamen os. Compa ando com o caso an e io e sendo o
ipo de in e enção semelhan e em ambos os casos, e i icamos que os alo es do g upo dos
e es imen os, enchimen os e acabamen os êm alo es ap oximados.
Quad o 42 – Soma ó io dos g upos de a igos.
P eço P eço P eço
Max Med Min
AC ACESSO AO LOCAL DE TRABALHO
1. Localização: 64,00 € 52,78 € 41,50 €
CL CLARABÓIAS
1. T abalhos p epa a ó ios 437,40 € 298,34 € 137,46 €
2. Es u u a 2.148,83 € 1.501,16 € 1.005,97 €
3. Re es imen os, enchimen os e acabamen os 2.344,70 € 1.436,37 € 840,44 €
Cus o o al 4.994,93 € 3.288,65 € 2.025,37 €
ART.
DESCRIÇÃO
Na igu a 70, pelas mesmas azões an e io men e desc i as, não se especi icou os cus os do a igo de
acesso ao local de abalho, is o es e e alo es com uma o dem de g andeza mui o in e io aos
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
94
es an es g upos de a igos. Não se iden i ica o des io pad ão nessa igu a is o que o soma ó io dos
des ios pad ão das a e as aduzi ia uma ideia e ada da a iação dos cus os. A a és do alo médio
podemos conclui que o maio conjun o de emp esas em os seus alo es p óximos do mínimo.
Fig. 70 - Soma ó io dos g upos de a igos.
Na igu a 71, isualiza-se o esul ado inal da in e enção in e io da cla abóia, na qual podemos
e i ica que a cla abóia em o mesmo aspe o e man em a es é ica de o igem das cla abóias
adicionais.
Fig. 71 - Resul ado inal in e enção no in e io da cla abóia. (3M2P)
6.5.3. CONCLUSÃO DOS CASOS PRÁTICOS.
Os alo es máximos, mínimos e médios ap esen ados na base de dados e ob idos pa a os casos
p á icos o ien am pa a uma es ima i a dos cus os p a icados pelo me cado a ual na eabili ação das
cla abóias. Es es cus os pe mi em que as emp esas compa em os seus o çamen os com uma
es ima i a, concluindo qual a sua posição pe an e o me cado. Os alo es ap esen am uma di e ença de
2 ou 3 ezes maio es en e os alo es ex emos, essa di e ença é ele ada.
É necessá io e em con a que os abalhos p epa a ó ios e o acesso ao local de abalho, nos casos
ap esen ados e no deco e de uma ob a, po encialmen e encon am-se diluídos pelas á ias a e as ou
o çamen adas em a igos p óp ios que englobem odos os abalhos dessa na u eza. Po exemplo, o
caso da emoção de elemen os pode es a já implíci o na demolição dos elemen os no início da ob a.
0,00 €
500,00 €
1.000,00 €
1.500,00 €
2.000,00 €
2.500,00 €
3.000,00 €
3.500,00 €
4.000,00 €
4.500,00 €
5.000,00 €
1. 2. 3. To al
Máximo Médio Mínimo
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
95
7
7. CONCLUSÕES
7.1. INTRODUÇÃO
A di e ença de alo es en e as emp esas, de e-se ao ac o de que a maio pa e das a e as são
complexas ao de ini em-se os abalhos que en ol em, sendo que as emp esas p o a elmen e não
es ipulam a mesma quan idade de mão-de-ob a, ma e iais e equipamen os necessá ios. Assim quando
são compa ados os seus cus os exis i em di e gências. Pa a es es casos as emp esas êm po hábi o
eco e as p óp ias expe iências e basea em os cus os em ou as si uações pa ecidas. Po ezes os
alo es a ibuídos não co espondem ao que ealmen e cus a a in e enção. De modo a e i a esses
e os é necessá io que as emp esas possuam uma amos a su icien e de casos semelhan es que
pe mi em compa á-las.
7.2. RESULTADOS DA BASE DE DADOS
Podemos conclui que o uso da g ua ixa é a solução mais económica, mas es e ac o de e-se à g ua e
um cus o mais diluído no es o da ob a do que os es an es equipamen os, sendo uma solução ideal
pa a ob as que possuam espaço que pe mi em a ins alação de g ua. Em casos pon uais e de cu o
pe íodo de empo, o uso de camião g ua ap esen a se a solução mais en á el, seja pa a si uações de
manob a e/ou ca egamen o de ma e ial ou a é mesmo pa a si uações de ele a a mão-de-ob a pa a
inspeciona o ex e io dos elemen os pe encen es á cobe u a. O uso de andaime no ex e io em o
cus o condicionado pela al u a que o edi ício possua, es e equipamen o é de bom uso quando se
implemen a a sua u ilização em simul âneo com ou as a e as ealizadas em ob a, pe mi indo dilui o
seu cus o po essas á ias a e as.
Compa ando dois meios de se e e ua a a e a de inspeciona um elemen o podemos conclui que a
e olução das no as ecnologias em ajudando cada ez mais, mas em que se bem pensado e
planeado pa a não ica mais dispendioso que os mé odos adicionais. Podemos ambém conclui que
mais elabo ada é a cla abóia mais empo eque , logo os cus os ambém aumen am.
A emoção dos elemen os ex e io es em cus os ac escidos de ido a ealiza em-se abalhos em al u a
colocando em isco os abalhado es. Pa a en a eduzi o isco é con enien e ealiza as a e as com
um i mo adequado às condições e cla o u iliza os equipamen os de p o eção indi idual. A o ma de
man e o endimen o da ob a é coloca mais mão-de-ob a a ealiza a a e a.
Nas ob as de eabili ação é mui as ezes complicado e um local em ob a que se e de es alei o,
sendo necessá io e e ua o anspo e dos ma e iais e equipamen os undamen ais pa a ealiza as
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.2
A.2. ESTRUTURA DESENVOLVIDA PELO AUTOR
E.
ENVOLVENTE EXTERIOR
E.
FU.
FUNDAÇÕES
E.
FU.
1.
T abalhos p epa a ó ios
E.
FU.
1.1.
Mo imen os de e as
E.
FU.
1.2.
Ensaios
E.
FU.
2.
Es u u a e uncionamen o
E.
FU.
2.1.
Fundações di e as
E.
FU.
2.2.
Fundações indi e as
E.
PA.
PAREDES EXTERIORES
E.
PA.
1.
T abalhos p epa a ó ios
E.
PA.
1.1.
Remo e elemen os desag egados
E.
PA.
1.2.
Limpa elemen os
E.
PA.
2.
Es u u a
E.
PA.
2.1.
Elemen o de meação (ped a)
E.
PA.
2.2.
Elemen o em al ena ia
E.
PA.
2.3.
Elemen o em abique
E.
PA.
3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
E.
PA.
3.1.
Isolamen os e impe meabilizações
E.
PA.
3.2.
Emboço e eboco
E.
PA.
3.3.
Acabamen o
E.
PA.
3.4.
Azulejo
E.
PA.
3.5.
G ani o
E.
PA.
3.6.
Pin u a
E.
PA.
4.
Elemen os singula es de pa edes
E.
PA.
4.1.
Óculos, e as e pos igos
E.
PA.
4.2.
Cacho os ou mísulas
E.
PA.
4.3.
Co nijas
E.
PA.
4.4.
Va andas ou sacadas
E.
PA.
4.5.
Pla ibandas
E.
PA.
4.6.
Solei as
E.
PO.
PORTAS E PORTÕES
E.
PO.
1.
T abalhos p epa a ó ios
E.
PO.
1.1.
Desmon agem
E.
PO.
1.2.
Limpeza de elemen o de ca pin a ia
E.
PO.
1.3.
Limpeza de elemen o de se alha ia
E.
PO.
2.
Es u u a e uncionamen o
E.
PO.
2.1.
Elemen os de madei a
E.
PO.
2.2.
Elemen os me álicos (se alha ia)
E.
PO.
3.
Elemen os complemen a es
E.
PO.
3.1.
Jun a a o/ ão
E.
PO.
3.2.
Vid o
E.
PO.
3.3.
Fe agens
E.
PO.
3.4.
Acessó io
E.
JA.
JANELAS
E.
JA.
1.
T abalhos p epa a ó ios
E.
JA.
1.1.
Desmon agem
E.
JA.
1.2.
Limpeza de elemen o de ca pin a ia
E.
JA.
2.
Es u u a e uncionamen o
E.
JA.
2.1.
Janelas de pei o e de sag ada de ba en e
E.
JA.
2.2.
Janelas de pei o de Guilho ina
E.
JA.
3.
Elemen os complemen a es
E.
JA.
3.1.
Jun a a o/ ão
E.
JA.
3.2.
Vid o
E.
JA.
3.3.
Fe agens
E.
JA.
3.4.
Acessó io
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.3
E.
CO.
COBERTURAS
E.
CO.
1.
T abalhos p epa a ó ios
E.
CO.
1.1.
Desmon agem
E.
CO.
1.2.
Remoção de elemen os deg adados
E.
CO.
1.3.
Limpeza
E.
CO.
2.
Es u u a
E.
CO.
2.1.
Es u u a p incipal (Asnas, Linha, Pe na, Pendu al e acessó ios de
ixação)
E.
CO.
2.2.
Es u u a secunda ia (Mad e, Va a, Fo o, Ripa, con a- ipa e acessó ios
de ixação)
E.
CO.
3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
E.
CO.
3.1.
Isolamen os e impe meabilizações
E.
CO.
3.2.
Telha ce âmica
E.
CO.
3.3.
Fasquio, a gamassa e es uque
E.
CO.
4.
Elemen os singula es na zona da cobe u a
E.
CO.
4.1.
Alge ozes
E.
CO.
4.2.
Bei ados
E.
CO.
4.3.
Calei as
E.
CO.
4.4.
Gá gulas
E.
CO.
4.5.
Co pos Salien es
E.
CO.
4.6.
Capeamen o de mu e es e pla ibandas
E.
CO.
4.7.
Chaminés
E.
CL.
CLARABÓIAS
E.
CL.
1.
T abalhos p epa a ó ios
E.
CL.
1.1.
Elabo ação de documen ação
E.
CL.
1.2.
Remoção de elemen os deg adados
E.
CL.
1.3.
T anspo e
E.
CL.
1.4.
Limpeza ge al da cla abóia
E.
CL.
2.
Es u u a
E.
CL.
2.1.
Elemen os em Madei a
E.
CL.
2.2.
Se alha ia - Elemen os em e o gal anizado
E.
CL.
2.3.
Fixações da es u u a
E.
CL.
2.4.
Apoios da es u u a a cobe u a ou pa imen o
E.
CL.
2.5.
Lan e nins ( en ilação)
E.
CL.
3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
E.
CL.
3.1.
Re es imen o ex e io
E.
CL.
3.2.
Re es imen o in e io
E.
CL.
3.3.
Vid o
E.
CL.
3.4.
Vedan e, junções e jun as
E.
CL.
3.5.
Ru os
I.
ELEMENTOS INTERIORES
I.
PA.
PAREDES INTERIORES
I.
PA.
1.
T abalhos p epa a ó ios
I.
PA.
1.1.
Remo e elemen os desag egados
I.
PA.
1.2.
Limpa elemen os
I.
PA.
2.
Es u u a
I.
PA.
2.1.
Elemen o em al ena ia
I.
PA.
2.2.
Elemen o em abique
I.
PA.
3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
I.
PA.
3.1.
Isolamen os e impe meabilizações
I.
PA.
3.2.
Emboço e eboco de a gamassa de cimen o, cal e a eia,
I.
PA.
3.3.
Acabamen o es anhado.
I.
PA.
3.4.
Azulejo
I.
PA.
3.5.
G ani o
I.
PA.
3.6.
Pin u a
I.
PA.
3.7.
Rodapés, lamb ins e Sancas
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.4
I.
PO.
PORTAS E PORTADAS
I.
PO.
1.
T abalhos p epa a ó ios
I.
PO.
1.1.
Desmon agem
I.
PO.
1.2.
Limpeza de elemen o de ca pin a ia
I.
PO.
1.3.
Limpeza de elemen o de se alha ia
I.
PO.
2.
Es u u a e uncionamen o
I.
PO.
2.1.
Elemen os de madei a
I.
PO.
3.
Elemen os complemen a es
I.
PO.
3.1.
Jun a a o/ ão
I.
PO.
3.2.
Vid o
I.
PO.
3.3.
Fe agens
I.
PO.
3.4.
Acessó io
I.
JA.
JANELAS
I.
JA.
1.
T abalhos p epa a ó ios
I.
JA.
1.1.
Desmon agem
I.
JA.
1.2.
Limpeza de elemen o de ca pin a ia
I.
JA.
2.
Es u u a e uncionamen o
I.
JA.
2.1.
Janelas de pei o de Guilho ina
I.
JA.
3.
Elemen os complemen a es
I.
JA.
3.1.
Jun a a o/ ão
I.
JA.
3.2.
Vid o
I.
JA.
3.3.
Fe agens
I.
JA.
3.4.
Acessó io
I.
ES.
ESCADAS
I.
ES.
1.
T abalhos p epa a ó ios
I.
ES.
1.1.
Remoção de elemen os deg adados
I.
ES.
1.2.
Limpeza
I.
ES.
2.
Es u u a
I.
ES.
2.1.
Apoios es u u ais
I.
ES.
2.2.
Pe na
I.
ES.
3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
I.
ES.
3.1.
Espelho e esquad o
I.
ES.
3.2.
Gua da e co imão
I.
EH.
ELEMENTOS HORIZONTAIS
I.
EH.
1.
T abalhos p epa a ó ios
I.
EH.
1.1.
Remoção de elemen os deg adados
I.
EH.
1.2.
Limpeza
I.
EH.
2.
Es u u a
I.
EH.
2.1
Vigas e a ugos
I.
EH.
3.
Re es imen os, enchimen os e acabamen os
I.
EH.
3.1.
PAVIMENTOS
I.
EH.
3.1.1.
Calço
I.
EH.
3.1.2.
Soalho
I.
EH.
3.2.
TECTOS
I.
EH.
3.2.1.
Ba o e
I.
EH.
3.2.2.
Fasquio, a gamassa e es uque
I.
IN.
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
I.
IN.
1.
T abalhos p epa a ó ios
I.
IN.
1.1.
Ensaios
I.
IN.
1.2.
Limpeza
I.
IN.
1.3.
Desin eção
I.
IN.
2.
Es u u a
I.
IN.
2.1.
Tubagens
I.
IN.
2.2.
Ligações
I.
IN.
3.
Enchimen os e acabamen os
I.
IN.
3.1.
Elemen os e acessó ios de ligação
I.
IN.
3.2.
Elemen os e acessó ios de en ada e saída
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.5
I.
AE.
ACESSORIOS E EQUIPAMENTO FIXO E MOVEL
I.
AE.
1.
T abalhos p epa a ó ios
I.
AE.
1.1.
Desmon agem
I.
AE.
1.2.
Limpeza
I.
AE.
1.3.
Ensaios
I.
AE.
2.
Es u u a e uncionamen o
I.
AE.
2.1.
Mobiliá io
I.
AE.
2.2.
Equipamen os
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.6
A.4. DESENHOS TÉCNICOS
A.4.1. CASO 1: CLARABÓIA RASANTE DE UMA ÁGUA;
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.7
A.4.2. CASO 2: CLARABÓIA RASANTE DE DUAS ÁGUAS;
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.8
A.4.3. CASO 3: CLARABÓIA SALIENTE COM CORUCHÉU INCLINADO, COM BASE DE ESTRUTURA CIRCULAR E
INTERIOR CÔNCAVO;
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.9
A.4.4. CASO 4: CLARABÓIA SALIENTE COM CORUCHÉU INCLINADO, TENDO ESTE UMA BASE DE ESTRUTURA
VERTICAL, COM BASE DE ESTRUTURA CIRCULAR E INTERIOR CÔNCAVO;
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.10
A.4.5. CASO 5: CLARABÓIA SALIENTE COM CORUCHÉU INCLINADO COM UMA ESTRUTURA MAIS ELABORADA E
BASE DE ESTRUTURA CIRCULAR E INTERIOR RETO;
Base dados de p eços de eabili ação de edi ícios - Cla abóias
A.11
A.4.6. PORMENORES TÉCNICOS.