A igo de e isão bibliog á ica
Disse ação de Mes ado In eg ado em Medicina
Ano le i o 2013/2014
Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de
A enção e o desen ol imen o de Pe u bação po
Uso de Subs âncias
Paulo Alexand e Mou inho Colunas
O ien ado : P o . D . Paula Pin o de F ei as
P o esso Auxilia do ICBAS
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Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção e o desen ol imen o de Pe u bação
po Uso de Subs âncias
Índice
Abs ac /Keywo ds………………………………………………………………………3
Resumo/Pala as-Cha e ................................................................................................... 4
In odução ......................................................................................................................... 5
Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção e o desen ol imen o de ou as
como bilidades .............................................................................................................. 8
Associação da Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção e Pe u bação po
Uso de Subs âncias ..................................................................................................... 10
Gené ica e Neu o isiologia ............................................................................................. 12
Di e enças en e os sub ipos de Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção
.................................................................................................................................... 14
O isco amilia ............................................................................................................... 16
Idade de início da Pe u bação po Uso de Subs âncias ................................................. 18
O papel do abaco ........................................................................................................... 20
O papel das Pe u bações Dis up i as de Compo amen o ............................................ 22
O papel dos es imulan es ................................................................................................ 25
Limi ações ...................................................................................................................... 28
Discussão e Conclusão ................................................................................................... 29
Re e ências Bibliog á icas .............................................................................................. 32
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Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção e o desen ol imen o de Pe u bação
po Uso de Subs âncias
Abs ac
The A en ion De ici Hype ac i i y Diso de is a neu ode elopmen al diso de wi h a
majo impac a beha io al and social le el. Resul o hei inc eased isk o de eloping
o he psychopa hologies, his has been s udied wi h ega d o Subs ance Use Diso de .
The isk o popula ion wi h ADHD de eloping Subs ance Use Diso de , is
app oxima ely 2.5 imes g ea e han he isk o he gene al popula ion, also esul ing in
a ea lie age o onse o Subs ance Use Diso de . This associa ion is media ed by
symp om se e i y and he pe sis ence o ADHD in o adolescence and ea ly adul hood.
Neu ophysiology has ound common aspec s in bo h psychopa hologies ha suppo
hei ela ionship, whe e he dopamine gic sys em has he cen al ole. Rega ding he
sub ype o ADHD, he esul s a e disc epan , howe e combined sub ype, p esen ing
bo h symp oms o hype ac i i y and ina en ion, appea s o be he mos suscep ible .
Smoking is mo e p e alen in people wi h ADHD han in he gene al popula ion, wi h a
ole o ga eway o he use o o he subs ances. The ole o Dis up i e Beha io
Diso de s in media ing his ela ionship is con o e sial, bu he de elopmen o hose in
he popula ion wi h ADHD g ea ly inc eases he isk o Subs ance Use Diso de . A
amily his o y o ADHD o Subs ance Use Diso de as ea men wi h s imulan s has no
been associa ed wi h an inc eased isk o Subs ance Use Diso de , some s udies ha e
ound a p o ec i e e ec o he same. I is impo an o ind a ge ed in e en ions o
people wi h ADHD , pa icula ly p e en i e ac ions, in o de o dec ease he isk o his
de eloping Subs ance Use Diso de .
Keywo ds: ADHD, Subs ance Use Diso de , Dis up i e Beha io Diso de s,
ea men wi h s imulan s
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Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção e o desen ol imen o de Pe u bação
po Uso de Subs âncias
Resumo
A Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção é uma pe u bação do
neu odesen ol imen o com g ande impac o a ní el compo amen al e social. Resul an e
do seu isco ac escido de desen ol e ou as psicopa ologias, es a em sido al o de
es udo no que diz espei o à Pe u bação po Uso de Subs âncias. O isco da população
com PHDA em desen ol e Pe u bação po Uso de Subs âncias, é ap oximadamen e
2,5 ezes supe io ao isco da população em ge al, esul ando ambém numa idade de
início de Pe u bação po Uso de Subs âncias mais p ecoce. Es a associação é mediada
pela g a idade dos sin omas e pela pe sis ência da PHDA na adolescência e na idade de
jo em adul o. A neu o isiologia em encon ado aspe os comuns em ambas as
psicopa ologias que apoiam a sua elação, endo como papel cen al o sis ema
dopaminé gico. Em elação ao sub ipo de PHDA, os esul ados são díspa es, con udo o
sub ipo combinado, ap esen ando an o sin omas de hipe a i idade como de desa enção,
pa ece se o mais susce í el. O abagismo é mais p e alen e na população com PHDA
do que na população ge al, endo um papel de po a de en ada pa a o consumo de
ou as subs âncias. O papel das Pe u bações Dis up i as de Compo amen o na
mediação des a elação é con o e so, mas o desen ol imen o des as na população com
PHDA aumen a conside a elmen e o isco de Pe u bação po Uso de Subs âncias. Uma
his ó ia amilia de PHDA ou de Pe u bação po Uso de Subs âncias al como o
a amen o com es imulan es não êm sido associados a um aumen o do isco de
Pe u bação po Uso de Subs âncias, endo es udos encon ado um e ei o p o e o das
mesmas. É impo an e assim encon a in e enções di ecionadas pa a a população com
PHDA, nomeadamen e ações p e en i as, de modo a diminui o isco des a desen ol e
Pe u bação po Uso de Subs âncias.
Pala as-Cha e: PHDA, Pe u bação po Uso de Subs âncias, Pe u bações
Dis up i as do Compo amen o, T a amen o com es imulan es
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po Uso de Subs âncias
In odução
A Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção (PHDA) enquad a-se nas
Pe u bações do Neu odesen ol imen o e é ca ac e izada po um início p ecoce de
ní eis pe sis en es e p ejudiciais de desa enção, deso ganização e/ou hipe a i idade e
impulsi idade. A PHDA oco e em 3-10 % das c ianças em idade escola ,
ep esen ando uma das causas mais comuns de e e ência pa a os se iços de psiquia ia
e de pedia ia, sendo os seus sin omas e p ejuízos equen emen e pe sis en es na
adolescência e na idade adul a, com uma p e alência de 9% e 2,5-5% espe i amen e.
Quando diagnos icada na in ância es a pe sis e na adolescência em ce ca de 75% dos
casos e nos adul os em 50%. No que diz espei o ao géne o é mais p e alen e no sexo
masculino do que no eminino, numa p opo ção de 2:1 em c ianças e de 1,6:1 em
adul os, e em sido desc i a uma maio p e alência na aça caucasiana ela i amen e às
a o-ame icanas e la inas. (1-5)
Es a pe u bação ge almen e é diagnos icada nos p imei os anos escola es onde a
desa enção e os dé ices cogni i os começam a se obse ados pelos pais e p o esso es,
apesa de nes a idade ha e p edomínio de sin omas de hipe a i idade, mui as das ezes
não pe ce í eis ou conside ados den o da no malidade. De um modo ge al, du an e a
adolescência e na ida adul a os sin omas de hipe a i idade o nam-se menos
p oeminen es mas a desa enção pe sis e.(1, 3)
A PHDA em sido associada a á ios p oblemas, nomeadamen e Pe u bações
Dis up i as de Compo amen o, Pe u bações de Humo , dé ices neu opsicológicos,
p oblemas amilia es, baixo desempenho escola , dis unção social e aumen o do isco
de en a i a de suicídio. As associações aqui ap esen adas o am e i icadas em ambos
os sexos, p e endo assim um pad ão dispe so e a iá el de p ejuízo a ní el
compo amen al, académico, social, a e i o e amilia .(1, 2)
A Pe u bação po Uso de Subs âncias é ca ac e izada pelo conjun o de sin omas
compo amen ais, cogni i os e isiológicos indica i os que o indi íduo con inua a usa a
subs ância apesa dos p oblemas signi ica i os que daí ad êm. Cons i ui um
p eocupação c escen e a ní el clínico, de saúde pública e económico a ní el mundial.
Nos EUA es ima-se que a sua p e alência em adul os es eja na o dem dos 15,3% a 18%,
na qual a maio ia ap esen a uma g a idade signi ica i a com base no comp ome imen o
uncional, nas en a i as de suicídio, desemp ego, baixa escola idade e en aquecimen o
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po Uso de Subs âncias
das elações sociais. A Pe u bação po Uso de Subs âncias es á associada a
Pe u bações de Humo e Pe u bações de Compo amen o, e a ou os p oblemas ais
como iolência, lesões aciden ais e compo amen os de isco. (1, 2, 6)
O es udo da como bilidade en e PHDA e Pe u bação po Uso de Subs âncias é
ele an e pa a pesquisa e p á ica clínica em pedia ia do desen ol imen o, psicologia e
psiquia ia, com implicações pa a o diagnós ico, p ognós ico, a amen o e saúde
pública. Exis e uma g ande necessidade de iden i ica os seus p ecu so es, pa a pe mi i
a ua a ní el p e en i o, de modo a acili a a implemen ação p ecoce de in e enções
di ecionadas e minimiza as sequelas a longo p azo.(2, 4-7) Aqui se enquad a o ema
des a e isão bibliog á ica.
Exis em mui as lacunas na comp eensão des a associação como as ap esen adas de
seguida. Um início p ecoce de Pe u bação po Uso de Subs âncias em sido associado a
uma mo bilidade signi ica i a, du ação mais p olongada, maio se e idade, meno
p ocu a de a amen o, maio es axas de insucesso escola , de compo amen os
pe igosos e suicidas, e de ou as como bilidades psiquiá icas. É ainda impo an e
e i ica se a PHDA não só aumen a o isco de Pe u bação po Uso de Subs âncias mas
ambém se diminui a idade de início des a pe u bação. (4)
Como exis e uma g ande sob eposição en e a PHDA e ou as pe u bações, com
des aque pa a as Pe u bações Dis up i as do Compo amen o, que ambém são
p edi o es de Pe u bação po Uso de Subs âncias, é necessá io en a pe cebe a
in luência que es as pode ão e na elação en e a PHDA e a Pe u bação po Uso de
Subs âncias.(3)
Uma das á eas com escassez de in o mação é a elação en e o sub ipo de PHDA
(p edominan emen e hipe a i idade, p edominan emen e desa enção e combinação de
ambas) e a Pe u bação po Uso de Subs âncias, sendo assim impo an e sabe se há
di e enças en e os sub ipos no isco de desen ol e Pe u bação po Uso de
Subs âncias. (8)
O a amen o com es imulan es ambém é uma á ea de eno me in e esse, is o se em
subs âncias susce í eis de desen ol imen o de Pe u bação po Uso de Subs âncias, e
embo a o a amen o com es imulan es enha demons ado melho a os sin omas
nuclea es da PHDA, pe manecendo assim a base do a amen o, ainda se encon a po
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explo a o papel des es no desen ol imen o de ou as como bilidades psiquiá icas,
nomeadamen e na Pe u bação po Uso de Subs âncias. (9)
O obje i o des a e isão bibliog á ica consis e en ão em explo a a associação en e a
PHDA e a Pe u bação po Uso de Subs âncias de modo a en a iden i ica os
indi íduos com maio ulne abilidade pa a Pe u bação po Uso de Subs âncias e en a
escla ece elemen os que podem in e e i nes a elação mas que pe manecem
con o e sos.
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Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção e o
desen ol imen o de ou as como bilidades
Os es udos p ospe i os em c ianças com PHDA a é à adolescência e idade adul a
indicam que a pe u bação es á equen emen e associada a ou as psicopa ologias e a
ou as dis unções na mesma idade ou em momen os mais a dios da ida, ha endo
di e enças en e as aixas e á ias. (7)
Nas c ianças des acam-se duas g andes pe u bações, a Pe u bação de Desa io e
Oposição e a Pe u bação de Compo amen o; a p imei a em ce ca de 25% das c ianças
com ap esen ação p edominan emen e de desa enção e em 50% das c ianças com
ap esen ação combinada; a segunda encon a-se em 25% das c ianças com ap esen ação
combinada. As pe u bações de humo e ap endizagem ambém são encon adas com
alguma equência em c ianças. (2)
Nos adolescen es com PHDA na in ância, as como bilidades mais comuns são a
Pe u bação de Desa io e Oposição, a Pe u bação de Compo amen o e as Pe u bações
de Ansiedade e Dep essão, endo sido encon ado que a PHDA na in ância é um o e
indicado da pe sis ência des as na adolescência. O géne o, a aça e o es a o social
pa ecem não modi ica o isco das como bilidades. (10, 11)
Rela i amen e aos adul os, os es udos p ospe i os, êm demons ado que a PHDA
ap esen a um isco es a is icamen e signi ica i o pa a o desen ol imen o de ou as
como bilidades, ais como a Pe u bação de Pe sonalidade An issocial, Pe u bações de
Humo , Pe u bações po Uso de Subs âncias e Pe u bações de Ansiedade. Apesa de
e em sido e i icadas algumas elações mais o es des as psicopa ologias em elação
ao géne o, não e am di e en es das e i icadas na população ge al, o que em
demons a que a p opensão pa a o desen ol imen o de ou as como bilidades é
independen e do géne o. (1, 7, 11-13)
No que diz espei o à Pe u bação Bipola exis e g ande con o é sia, po um lado o
diagnós ico da Pe u bação Bipola em idade pediá ica e po ou o os c i é ios de
diagnós ico que es a ap esen a em comum com a PHDA, esul ando assim numa
sob eposição de c i é ios e não numa e dadei a elação. (7, 12)
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po Uso de Subs âncias
De uma manei a em ge al a p e alência de ou a psicopa ologia ao longo da ida é
supe io nas pessoas com PHDA em elação à população ge al, exce o pa a as psicoses,
as pe u bações de linguagem e a encop ese. As c ianças com PHDA e ou as
como bilidades psiquiá icas êm pio es esul ados a ní el social, emocional e
psicológico do que as que ap esen am apenas PHDA, endo in luência nega i a a ní el
da sin oma ologia, p ognós ico e a amen o da PHDA. (7, 11, 14)
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O isco amilia
Rela i amen e à PHDA, o isco em amilia es de p imei o g au é supe io nos p imei os
cinco anos de ida, não se e i icando após es e pe íodo, e é independen e da
Pe u bação po Uso de Subs âncias. (27) Es a ulne abilidade em sido elacionada
com uma a i idade p é- on al a ípica no que diz espei o ao con olo cogni i o e em
es udos mais ecen es com o ce ebelo. Es es esul ados de i am de achados em i mãos
saudá eis de c ianças com PHDA que êm mos ado dé ices semelhan es a ní el p é-
on al, es ia al e ce ebela ela i amen e às c ianças a e adas. (28)
No que diz espei o à Pe u bação po Uso de Subs âncias, ambém se e i icou que o
isco em amilia es é supe io , sendo de manei a ge al independen e da PHDA. (27)
Quando nos e e imos à in luência mú ua, Biede man e al 2008 (29) chegou à
conclusão que a PHDA p e ê Pe u bação po Uso de Subs âncias em amilia es e ice-
e sa.
Con udo em sido encon ados alguns aspe os in e essan es na elação en e ambas,
desc i os de seguida.
Wilens e al 2011 (4), num es udo longi udinal de 497 c ianças ao longo de 10 anos,
obse ou que apesa de em amílias com PHDA se em encon adas axas mais ele adas
de Pe u bação po Uso de Subs âncias, em c ianças com PHDA, uma his ó ia amilia
de Pe u bação de Uso de Subs âncias não e a um p edi o do seu desen ol imen o
pos e io , ou seja inha um e ei o nulo. Também obse ou que pessoas com PHDA e
que não ap esen am Pe u bação po Uso de Subs âncias são mais p opensas a e uma
his ó ia amilia de Pe u bação po Uso de Subs âncias, o que in e p e ou como
suges i o de um po encial e ei o p o e o da PHDA ela i amen e ao abuso de
subs âncias. Biede man e al 2009 (27) ambém encon ou uma maio p e alência de
Pe u bação po Uso de Subs âncias nas amílias de adolescen es com PHDA sem
Pe u bação po Uso de Subs âncias, que não oi es a is icamen e signi ica i o mas que
supo a ia a ideia an e io . Es es esul ados o am explicados pelo cuidado ac escido dos
pais ela i amen e aos seus ilhos com PHDA que esul a ia da maio sensibilidade dos
pais ela i amen e a es a p oblemá ica em esul ado da sua his ó ia pessoal de
Pe u bação po Uso de Subs ancias. (4)
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po Uso de Subs âncias
No mesmo es udo, Wilens e al 2011 (4), ambém obse ou que a PHDA amilia não
aumen a a o isco de Pe u bação po Uso de Subs âncias subsequen e, endo mesmo
encon ado um e ei o p o e o da PHDA amilia em elação à Pe u bação po Uso de
álcool em adolescen es. A explicação pa a es a conclusão é idên ica à an e io men e
e e ida pa a a Pe u bação po Uso de Subs âncias, ou seja os pais com his ó ia de
PHDA se ão mais a en os ao diagnós ico e a amen o de PHDA nos seus descenden es,
eduzindo assim o isco que a p io i es as c ianças e iam de desen ol e uma
Pe u bação po Uso de Subs âncias.
Em elação à he edi a iedade não em sido encon ada uma co-ag egação en e as duas
pe u bações no isco amilia , suge indo assim uma ansmissão he edi á ia
independen e da PHDA e da Pe u bação po Uso de Subs âncias. (5, 27) Os mesmos
esul ados o am obse ados em ambos os sexos, o que demons a á que a ansmissão
não é mode ada pelo géne o.
Quando nos e e imos ao ambien e amilia , há escassez de es udos mais ocados na
como bilidade en e es as duas pe u bações. A ualmen e é de consenso ge al que o
ambien e amilia não se á causa de PHDA, mas in luenciado do cu so da doença
(se e idade e pe sis ência) em esul ado de a o es como psicopa ologia e es ilo
pa en al. Os a o es pa en ais pode ão ainda con ibui pa a o desen ol imen o de ou as
psicopa ologias, aumen ando ambém o isco de Pe u bação po Uso de Subs âncias.
(1, 2, 5)
Os esul ados encon ados supo am a a i mação de que nem a p esença de PHDA nem
a p esença de Pe u bação po Uso de Subs âncias em ou os elemen os da amília
aumen a consis en emen e o isco basal da PHDA ela i amen e ao pos e io
desen ol imen o de Pe u bação po Uso de Subs âncias nesse mesmo indi iduo. (4)
Es a a i mação é ainda supo ada pelos es udos com i mãos saudá eis de c ianças com
PHDA, que pa ilham os mesmos genes e o mesmo ambien e amilia (30). Não oi
encon ado um aumen o da p e alência de Pe u bação po Uso de Subs âncias nos
i mãos saudá eis, suge indo assim que é a p óp ia PHDA e não a amília que aumen a o
isco de desen ol e Pe u bação po Uso de Subs âncias. (15, 16)
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Idade de início da Pe u bação po Uso de Subs âncias
An es de começa a explo a a in luência da idade de início de Pe u bação po Uso de
Subs âncias na PHDA, é necessá io e a noção que a g a idade dos sin omas de PHDA
a ia en e os pe íodos de desen ol imen o e que os p ocessos pelos quais a PHDA
p ediz um início de Pe u bação po Uso de Subs âncias pode ambém a ia du an e
es es pe íodos. Sendo assim, a ulne abilidade pode a ia consoan e a idade e a ase de
desen ol imen o em que os sin omas são medidos.
De uma manei a ge al os sin omas diminuem desde a in ância a é às idades mais a dias,
mas a p e alência de sin omas conside ados p ejudiciais man em-se al a a ingindo
mesmo alo es acimas dos 50%. (12, 31) Es a diminuição global pode se apenas
ilusó ia não e le indo a g a idade dos sin omas, pois os sin omas pe cepcionados pelos
pais na in ância não o são na adolescência de ido à maio au onomia dos adolescen es e
meno con ac o com os pais. Assim sendo, podem e ní eis de sin omas equi alen es
mas que já não são econhecidos pelos pais. (3, 32)
Malone e al 2010 (3), num es udo que a aliou o pad ão de desen ol imen o dos
sin omas en e a in ância e a adolescência, di idiu a amos a de es udo em 3 g andes
g upos endo em con a a sin oma ologia: o p imei o apenas com al e ações mínimas, o
segundo em que hou e um aumen o e depois dec éscimo de sin oma ologia (pad ão
con exo) e o e cei o que consis ia num dec éscimo seguido de um aumen o de
sin oma ologia (pad ão cônca o). O pad ão cônca o ap esen a a uma idade de início de
uso de subs âncias mais p ecoce, e es a is icamen e signi ica i a em elação ao g upo de
al e ações mínimas. O pad ão con exo encon a a-se num pa ama in e médio mas sem
e idência es a ís ica de di e ença pa a os ou os dois. Es es esul ados o am
independen es no que diz espei o ao géne o, à aça e à Pe u bação de Compo amen o.
A g a idade dos sin omas não é o único indicado do isco de um início p ecoce de uso
mas o p ejuízo social que daí ad ém pa ece media es a elação. A ejeição social que
mui as das ezes oco e na PHDA le a a um maio isco de a iliação com os pa es
des ian es e pa ece se ou o dos a o es pa a uma idade de início mais p ecoce do uso
de subs âncias. (3)
No que diz espei o à ase de desen ol imen o, a adolescência é o pe íodo onde exis e
maio ulne abilidade. Is o é explicado pelo aumen o na busca de no as sensações, pela
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po Uso de Subs âncias
insu icien e compe ência de au o egulação e pela p ocu a da expe iência de uma
a iedade de compo amen os pe igosos nes a aixa e á ia. Também exis e uma
ulne abilidade biológica: o desen ol imen o do cé eb o na adolescência o na-o mais
ulne á el às subs âncias e aumen a o isco de dependência a a és de al e ações
neu ológicas. (3)
Como os adolescen es com PHDA ap esen am al os índices de impulsi idade e de
assunção de iscos, es ão mais p opensos a inicia o uso de subs âncias. O isco de
adição aumen a in e samen e com a idade de início do uso de uma subs ância. (3)
A g a idade da sin oma ologia e o p ejuízo social êm sido en ão elacionados com
uma idade mais p ecoce de início de uso de subs âncias (2), con udo exis e a elação ao
con á io em que o consumo p ecoce de subs âncias pode con ibui em g ande pa e
pa a os esul ados ad e sos isí eis em pacien es com PHDA nomeadamen e na idade
adul a. (20)
A li e a u a é con e gen e quando e e imos a ulne abilidade da PHDA pa a uma idade
de início de Pe u bação po Uso de Subs âncias mais cedo. (3-5)
A como bilidade com Pe u bações Dis up i as do Compo amen o pa ece in luência
es a elação, esul ando num e ei o adi i o en e es as e a PHDA no isco de um início
p ecoce do uso de subs âncias. Es e e ei o adi i o oi encon ado na Pe u bação de
Compo amen o(22) mas não na Pe u bação de Desa io e Oposição(16).
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po Uso de Subs âncias
O papel do abaco
O abagismo na ju en ude é conside ado uma po a de en ada pa a ou as Pe u bações
po Uso de Subs âncias e embo a a explicação seja con o e sa oi apon ado que a
nico ina modula a a i idade da dopamina no sis ema mesolímbico, p opo cionando um
e o ço posi i o pa a com ou as subs âncias. No con ex o da PHDA es e e ei o da
nico ina se ia pa icula men e impo an e e noci o, em esul ado das ano malidades
dopaminé gicas des a população.(33)
McCle non e al 2011 (34), obse ou que indi íduos com PHDA êm axas mais al as de
consumo de abaco em elação à população ge al, sendo is o explicado pelo aumen o da
sensibilidade da ecompensa nes e g upo e a p ocu a do alí io da sin oma ologia da
PHDA e dos dé ices cogni i os, nomeadamen e a desa enção. A nico ina aumen a os
ní eis de concen ação e diminui a se e idade da sin oma ologia da PHDA e
consequen emen e a abs inência da nico ina aumen a os dé ices de a enção.
Ou as elações encon adas o am um início mais p ecoce, uma maio dependência e
uma maio di iculdade no abandono do consumo do abaco, sendo es a úl ima explicada
pelos sin omas de abs inência mais se e os na população com PHDA. Wilens e al 2004
(5) e G ay e al 2011 (35) apoiam as conclusões e e idas an e io men e. É impo an e
e e i , que a axa de abandono de consumo de abaco es á in e samen e elacionada
com a se e idade da sin oma ologia da PHDA. (34)
Biede man e al 2012 (33) obse ou que o consumo de abaco aumen a o isco de uso de
álcool e de ou as subs âncias em indi íduos com PHDA, ha endo um e ei o
independen e e adi i o, mas não mul iplica i o, en e o abagismo e a PHDA pa a o
isco de i a desen ol e Pe u bação po Uso de ou as Subs âncias. O e ei o adi i o
da combinação aumen a em 5 ezes o isco pa a o álcool e em 9 ezes o isco pa a
ou as subs âncias, po compa ação com o g upo con olo que não ap esen a a nenhuma
das pa ologias. Es e es udo supo a o papel do abaco como po a de en ada pa a o
uso/abuso de ou as subs âncias em jo ens com PHDA an e io men e e e ido. Con udo
o au o e e e que es e papel do abaco não de e se is o como su icien e ou necessá io
pa a o desen ol imen o de ou as Pe u bações po Uso de Subs âncias.
Rela i amen e à in e ação amilia , Monu eaux e al 2008 (36), e i icou uma e idência
es a is icamen e signi ica i a de co-seg egação en e a PHDA e o abagismo en e
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Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção e o desen ol imen o de Pe u bação
po Uso de Subs âncias
amilia es de p obandos. Os amilia es de pessoas com PHDA umam mais do que os
amilia es de pacien es sem PHDA. O au o diz que es e achado suge e que as duas
pe u bações são ansmi idas mais equen emen e do que o espe ado pelo acaso. É um
esul ado consis en e com a hipó ese amilia , que p opõe que a combinação de PHDA e
abaco comp eende um sub ipo amilia de e iologia dis in a, apoiado pela gené ica e
pa o isiologia encon adas em ambas as pa ologias. (36)
O abaco adqui e uma maio impo ância quando alamos da cannabis. A cannabis, a
segui ao álcool e ao p óp io abaco, é a subs ância mais comummen e usada pelos
adolescen es e mui as das ezes o p incipal al o do a amen o. A cannabis e o abaco
pa ilham a mesma ia de adminis ação, e o uso de cada uma p omo e a iniciação,
in ensi icação e uso p olongado da ou a. (35)
G ay e al 2011 (35), num es udo ealizado com pacien es em p og ama de a amen o
pa a a cannabis não e i icou um aumen o no consumo de ciga os. Também e i icou
que apesa das axas de sucesso das in e enções na edução da cannabis se em iguais
pa a umado es e não umado es, os não umado es inham uma edução no consumo de
cannabis mais p ecoce que os umado es, suge indo que a edução da cannabis em
umado es necessi a de in e enções mais p olongadas.
Pode íamos en ão dize que a in e enção no abagismo con ibui pa a a melho ia de
ou as Pe u bações po Uso de Subs âncias, o que se ia e o çado em pacien es com
PHDA de ido às g andes axas de abagismo nes a população.
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Pe u bação de Hipe a i idade com Dé ice de A enção e o desen ol imen o de Pe u bação
po Uso de Subs âncias
O papel das Pe u bações Dis up i as de Compo amen o
Dada a ele ada como bilidade en e a PHDA e as Pe u bações Dis up i as de
Compo amen o e des as com a Pe u bação po Uso de Subs âncias, é impo an e
analisa o papel das Pe u bações Dis up i as do Compo amen o na elação en e a
PHDA e as Pe u bações po Uso de Subs âncias.
Es udos da década de 90 e e iam o papel de Pe u bação Dis up i a de Compo amen o
na mediação en e PHDA e Pe u bação po Uso de Subs âncias. Mais ecen emen e
alguns es udos ie am con adize es a a i mação. (2)
O isco de desen ol e Pe u bação po Uso de Subs âncias em indi íduos com PHDA
encon a-se aumen ado quando es es ap esen am Pe u bações de Compo amen o, de
Desa io e Oposição e de Pe sonalidade An issocial, (1, 4, 5), no en an o, a p óp ia
PHDA, nomeadamen e a se e idade da sua sin oma ologia, pa ece se um a o de isco
independen e pa a uma Pe u bação po Uso de Subs âncias. (4, 5, 18, 22)
A Pe u bação de Compo amen o, encon a-se p esen e em 30-50% dos adolescen es
com PHDA (18) e em 60-90% dos adolescen es que ap esen am Pe u bação po Uso de
Subs âncias (5). É conside ada um a o de isco independen e (4, 5) com maio peso no
desen ol imen o da Pe u bação po Uso de Subs ancias do que a PHDA. (37) É
encon ada na a aliação inicial de um núme o signi ica i o de c ianças com PHDA e
es á associada a um isco ês ezes maio de Pe u bação po Uso de Subs âncias (4),
es ando es e isco p esen e a é 20 anos após o diagnós ico. (6) Den o das Pe u bações
Dis up i as do Compo amen o, a Pe u bação de Compo amen o e á um papel na
mediação da se e idade dos sin omas de PHDA com a Pe u bação po Uso de
Subs âncias, endo em con a a equência de uso, o abuso e a dependência. (3) (16)
O desen ol imen o da Pe u bação de Pe sonalidade An issocial em indi íduos com
PHDA oi associado a índices mais ele ados de Pe u bação po Uso de álcool. Em
adul os jo ens com PHDA e Pe sonalidade An issocial o am encon adas axas de
p e alência de abuso de álcool de 46% compa adas com 22% nos que apenas
ap esen a am PHDA. Em adolescen es es a di e ença se á maio , endo sido encon ado
um isco 5 ezes supe io . (20)
A Pe u bação de Desa io e Oposição em sido associada a um comp ome imen o
signi ica i o a ní el psiquiá ico, amilia e de uncionamen o social independen e da
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po Uso de Subs âncias
Pe u bação de Compo amen o. (38) Apesa de se menos pe sis en e na adolescência
(16), ambém em sido associada a um maio isco de Pe u bação po Uso de
Subs âncias, nomeadamen e no que diz espei o ao álcool, ao abaco e à cannabis. (10,
15) Os indi íduos que ap esen am PHDA e Pe u bação de Desa io e Oposição êm
axas mais ele adas de Pe u bação po Uso de Subs âncias ela i amen e aos que
ap esen am somen e PHDA. (15) Mas es a elação em ido alguma con o é sia, endo
sido p opos o que a Pe u bação de Desa io e Oposição não é um a o de isco pa a
Pe u bação po Uso de Subs âncias mas apenas um a o de isco pa a Pe u bação de
Compo amen o, ou seja a associação en e a Pe u bação de Desa io e Oposição e a
Pe u bação po Uso de Subs âncias pode á se mediada pela Pe u bação de
Compo amen o. Con udo a maio ia das pessoas que ap esen am PHDA e Pe u bação
de Desa io e Oposição não i á desen ol e Pe u bação de Compo amen o. (38, 39)
G oenman e al 2013 (16) ambém não encon ou um aumen o do isco de Pe u bação
po Uso de Subs âncias em indi íduos com PHDA e Pe u bação de Desa io e Oposição
ela i amen e aos que ap esen a am apenas PHDA.
O aumen o do isco de Pe u bação po Uso de Subs âncias em indi íduos com PHDA
de ido às Pe u bações Dis up i as do Compo amen o pode á se explicado po es as
e em um e ei o mul iplicado com a PHDA no isco de pio es ní eis de
desen ol imen o, nomeadamen e meno in eligência ge al, pio desempenho na unção
isuo-espacial, execu i a e a ní el académico. (6, 40) As Pe u bações Dis up i as do
Compo amen o acili am ainda a a iliação com pa es des ian es e di icul am o
elacionamen o com os memb os da amília aumen ando assim o isco de um
compo amen o delinquen e que esul a num aumen o do isco de Pe u bação po Uso
de Subs âncias. (6, 22, 41)
Apesa des es es udos a a o do aumen o de isco de Pe u bação po Uso de
Subs âncias nas Pe u bações Dis up i as do Compo amen o, ou os êm demons ado
que po si só es as pe u bações podem não al e a o isco de Pe u bação po Uso de
Subs âncias em indi íduos com PHDA, endo sido encon adas mesmo di e enças en e
os adolescen es e os jo ens adul os. Elkins e al 2007 (18) desc e e que nos
adolescen es o isco de Pe u bação de Uso de Subs âncias na PHDA é um esul ado
independen e da como bilidade com Pe u bações Dis up i as do Compo amen o,
enquan o nos jo ens adul os pa ece se dependen e da como bilidade.
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po Uso de Subs âncias
Mas exis em es udos que a i mam que a PHDA só em um isco aumen ado pa a
Pe u bação po Uso de Subs âncias quando se desen ol e uma Pe u bação Dis up i a
do Compo amen o. Augus e al 2006 (15), Flo y e al 2003 (42), B ook e al 2010 (6) e
Fe gusson e al 2007 (43), concluí am que as Pe u bações Dis up i as do
Compo amen o i e am uma elação di e a com o desen ol imen o a dio de
Pe u bação po Uso de Subs âncias e que sem o desen ol imen o des as a PHDA não
ap esen a a um isco aumen ado.
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po Uso de Subs âncias
O papel dos es imulan es
O a amen o com es imulan es, e nomeadamen e com o Me il enida o (MTF), é
a amen o de p imei a linha, pela sua al a e icácia pa a os sin omas p incipais da
PHDA. Exis em ou os es imulan es como a Pemolina e a A omoxe ina que ambém
êm sido usados. Em i ude da sua ação posi i a nas edes neu onais da a enção, da
dis inção de es ímulos i ele an es e do aumen o da ese a uncional a a és da
no malização do olume de subs ância b anca, nomeadamen e no sis ema
dopaminé gico, os es imulan es conseguem ob e melho ias na a enção, igilância e
mo i ação. (2, 44)
Dado que os medicamen os usados são es imulan es e êm p op iedades de ecompensa
neu onais semelhan es às an e aminas e que a exposição epe ida a es imulan es al e a a
sensibilidade dos ece o es de dopamina, são subs âncias com al o po encial pa a abuso.
Assim sendo, exis em ques ões quan o ao seu uso e o desen ol imen o u u o de
Pe u bações po Uso de Subs âncias. (2, 37, 45)
Os es udos são con adi ó ios no que diz espei o ao isco de desen ol e Pe u bações
po Uso de Subs âncias com o a amen o com MTF. Pa a a a iabilidade de esul ados
encon ada em sido suge idas algumas explicações, nomeadamen e as di e en es doses
adminis adas, idades de início e du ação de a amen o. (37) Alguns êm encon ado
uma edução no isco como Ka usic e al 2005 (46) e de Wilens e al 2008 (45). Es e
úl imo não encon ou di e enças ela i as à idade de início ou du ação de a amen o.
Wilens e al 2004 (5) suge e mesmo que o isco em indi íduos a ados pa a a PHDA
pode mesmo ap oxima -se do isco em indi íduos sem PHDA.
Ou os em demons ado alguma al e ação do isco como é o caso de Mannuzza e al
2008 (44). Num es udo que a aliou a exis ência de di e enças en e a idade de início do
a amen o com MTF e o isco de Pe u bações po Uso de Subs âncias, chegou à
conclusão que c ianças que começa am o a amen o an es dos 8 anos de idade o am
menos p opensas pa a desen ol e Pe u bações po Uso de Subs âncias do que aquelas
que começa am o a amen o numa idade mais a dia, 8-12 anos, endo es e úl imo
g upo mais p opensão pa a subs âncias não alcoólicas.
No mesmo sen ido, ou os es udos que in es iga am os e ei os da e apia es imulan e no
isco de Pe u bações po Uso de Subs âncias êm mos ado um e ei o p o e o na
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po Uso de Subs âncias
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