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Deseño dunha proposta de intervención sobre a Música Tradicional para a Educación Primaria

Author: Vidal Cortizo, Ángel
Year: 2021
Source: https://minerva.usc.es/bitstreams/3b3d6da5-4e75-44ac-889e-6fcfb3c5b89d/download
Deseño dunha p opos a
de in e ención sob e a
Música T adicional pa a
a Educación P ima ia
Xanei o 2021
T aballo de Fin de G ao p esen ado na Facul ade de Ciencias da Educación da Uni e sidade de
San iago de Compos ela pa a a ob ención do G ao en Mes e de Educación P ima ia con mención en
Educación Musical.
T aballo de
in de g ao
Facul ade de Ciencias da Educación
Ángel Vidal Co izo
2
Deseño dunha p opos a de in e ención sob e
a Música T adicional pa a a Educación
P ima ia
Diseño de una p opues a de in e ención
sob e la Música T adicional pa a la Educación
P ima ia
Design o an in e en ion p oposal ela ed o
T adi ional Music o P ima y Educa ion
3
Resumo
Es e aballo de Fin de G ao asume o po encial didác ico da música adicional como
elemen o ehicula pa a o desen ol emen o da ma e ia de Educación Musical no sex o
cu so de Educación P ima ia. Emp egando a modalidade de deseño dun p oxec o de
in e ención, es e aballo pa e dunha ap oximación ao es ado da música adicional galega
no ensino pa a elabo a unha p opos a de in e ención que emp egue es a como eixe
p incipal. O obxec i o inal des e aballo é o de xe a conciencia e in e ese no alumnado de
educación p ima ia sob e a música adicional e ende pon es ca a músicas cul u almen e
a íns.
Palab as Cha e: Música T adicional, Educación P ima ia, Educación Musical, Pedagoxías
Musicais, Folk.
Resumen:
Es e abajo de Fin de G ado asume el po encial didác ico de la música adicional como
elemen o ehicula pa a el desa ollo de la ma e ia de Educación Musical en el sex o cu so
de Educación P ima ia. Empleando la modalidad de diseño de un p oyec o de in e ención,
es e abajo pa e de una ap oximación al es ado da música adicional gallega en la
enseñanza pa a elabo a una p opues a de in e ención que emplee a es a como eje
p incipal. El obje i o inal de es e abajo es el de gene a conciencia e in e és en el
alumnado de educación p ima ia sob e la música adicional y ende puen es hacia músicas
cul u almen e a ines.
Palab as Cha e: Música T adicional, Educación P ima ia, Educación Musical, Pedagogías
Musicales, Folk
Abs ac :
This inal p ojec akes on he didac ic po encial o adi ional music as a ehicle o he
de elopmen o he subjec Musical Educa ion in he six h g ade o P ima y school.
Employing he design modali y o an in e en ion p ojec , his wo ks s a s om an app oach
o he s a e o adi ional Galician music in eaching o c ea e a p oposal o in e en ion
which uses his as main axis. The inal goal o his wo k is o gene a e awa eness and in e es
4
in P ima y school s uden s ela ed o adi ional music and build b idges o di e en musics
which a e ea ed cul u ally.
Key Wo ds: T adi ional Music, P ima y Educa ion, Musical Educa ion , Musical Pedagogies,
Folk
5
Índice
1. In odución ...................................................................................................................................... 7
2. Ma co Teó ico ................................................................................................................................. 8
2.1. Ap oximación á música adicional galega .............................................................................. 8
2.2. Ap oximación á música adicional na escola na ac ualidade ................................................. 9
2.3. E olución das Pedagoxías Musicais do século XX ................................................................. 12
2.3.1. Zol án Kodály (1882-1967) ............................................................................................ 14
2.3.2. Ca l O (1895-1982)..................................................................................................... 16
2.4. Música adicional na lexislación educa i a galega ............................................................... 17
3. P opos a de in e ención: “Música T adicional e Cul u as Veciñas” ........................................... 21
3.1. Xus i icación da P opos a ...................................................................................................... 21
3.2. Compe encias Xe ais da P opos a ......................................................................................... 22
3.3. Obxec i os Xe ais da P opos a .............................................................................................. 23
3.4. Con idos ................................................................................................................................. 24
3.5. Me odoloxía .......................................................................................................................... 26
3.6. A aliación .............................................................................................................................. 26
3.7. Unidades didác icas ............................................................................................................... 27
3.7.1. Unidade Didác ica 1: A nosa música ............................................................................. 27
3.7.2. Unidade Didác ica 2: Facemos Música T adicional ....................................................... 29
3.7.3. Unidade Didác ica 3: A música Cel a ............................................................................. 32
3.8. Ma e iais e ecu sos didác icos emp egados ........................................................................ 34
3.8.1. Ma e ial Didác ico nº1 .................................................................................................. 34
3.8.2. Bloque de exe cicios nº1 ............................................................................................... 35
3.8.3. Ma e ial Didác ico nº2 .................................................................................................. 35
3.8.4. Bloque de exe cicios nº2 ............................................................................................... 35
3.8.5. Peza 1 ............................................................................................................................ 35
3.8.6. Peza 2 ............................................................................................................................ 36
3.8.7. Bloque de exe cicios nº3 e nº4 ..................................................................................... 36
3.8.8. Peza 3 ............................................................................................................................ 37
3.9. Implan ación da P opos a ..................................................................................................... 37
4. Re lexións inais ............................................................................................................................. 38
5. Re e encias Bibliog á icas ............................................................................................................. 39
6. Anexos ........................................................................................................................................... 43
6.1. Anexo I: Ma e ial Didác ico nº1 ............................................................................................ 43
6.2. Anexo II: Bloque de Exe cicios nº1 ........................................................................................ 46

6
6.3. Anexo III: Ma e ial Didác ico nº2 .......................................................................................... 47
6.4. Anexo IV: Bloque de Exe cicios nº2 ....................................................................................... 49
6.5. Anexo V: Bloque de Exe cicios nº3 ........................................................................................ 50
6.6. Anexo VI: Bloque de Exe cicios nº4 ....................................................................................... 51
6.7. Anexo VII: Muiñei a CS.315 ................................................................................................... 52
6.8. Anexo VIII: Alalá das Ma iñas ................................................................................................ 53
6.9. Anexo IX: Fainne Geal an Lae ................................................................................................ 54
6.10. Anexo X: Con idos dispoñibles pa a desca ga ................................................................... 55
7
1. In odución
Pa a o composi o e pedagogo musical Zol án Kodály, a música adicional es á i a, é unha
on e in e minable de a e, e pódese equipa a coa música cul a (I ano a, 2009). A
ansmisión da música adicional oi maio i a iamen e o al. Podemos conside a , polo
an o, es e ipo de música coma un en e i o, que non pa a de muda de xe ación en
xe ación, unha p odución a ís ica de ca ác e anónimo (López de la Calle, 2014). No caso
galego, es a cump ía unha unción social pos o que es aba des inada a se can ada e a
acompaña e en os sociais, xa osen es as amilia es, aballos colec i os, manuais ou do
campo, oma ías, xogos, en e ou os (Rico e San ama ina, 2014).
Como ins umen is a o mado no ambien e da música clásica obse ei en epe idas
ocasións un compo amen o lixei amen e pexo a i o ca a a música adicional, moi as eces
omen ado polos es e eo ipos e os p exuízos p o in es do descoñecemen o. Es a p opos a
a a de sen a unha pequena base pa a que o alumnado comp enda a e dadei a
dimensión e o calado da música adicional na nosa sociedade, e e i a polo an o, a
ep odución de es igmas non undamen ados.
Na ac ualidade a música adicional goza dunha posición an axosa no que á
Educación P ima ia se e i e, xa que como e emos máis adian e, o ma pa e do cu ículo
escola . Coma docen es, debemos se conscien es do alo cul u al da nosa adición, e polo
an o debemos in eg a a música adicional na nosa p ác ica docen e e aballala co noso
alumnado. Es e T aballo de Final de G ado, insc i o na modalidade de deseño dunha
p opos a de in e ención, p e ende se unha e amen a pa a aballa á musica dende o
pun o de is a da música adicional median e a plani icación dun p oxec o de in e ención.
O p incipal obxec i o des a p opos a de in e ención é xe a un achegamen o do alumnado
de sex o cu so de educación p ima ia á música adicional galega den o do con ex o
educa i o.
A a és des e aballo con ibúese á adquisición das seguin es compe encias xe ais
de alladas na memo ia do plan de es udos do G ao en Mes e de Educación P ima ia
1
:
1
Recupe ado de
h ps://www.usc.gal/gl/cen os/cc_educacion/ i ulacions.h ml?plan=14084&es udio=16968&codEs udio=1632
2& alo =9
8
- Deseña , plani ica e a alia p ocesos de ensino e ap endizaxe indi idualmen e e en
colabo ación con ou os p o esionais.
- Colabo a cos dis in os sec o es da comunidade educa i a e da con o na social.
Asumi a dimensión educado a da unción docen e e educa pa a unha cidadanía
ac i a.
- Man e unha elación c í ica e au ónoma ca a aos sabe es, os alo es e as
ins i ucións sociais.
- Re lexiona sob e as p ác icas de aula pa a inno a e mello a o labo docen e.
Adqui i hábi os e des ezas pa a a ap endizaxe au ónoma e coope a i a.
- Coñece e aplica nas aulas as ecnoloxías da in o mación e da comunicación.
Disce ni a in o mación audio isual que con ibúa ás ap endizaxes e á o mación
cí ica.
- Comp ende a unción, as posibilidades e os lími es da educación na sociedade ac ual
e coñece modelos de mello a da calidade dos cen os educa i os.
Es e aballo cons a dun ma co eó ico no que se abo da a his o ia da música
adicional galega, o emp ego da mesma no eido escola e a lexislación que o ampa a, así
coma o unha b e e ecensión sob e as pedagoxías musicais do século XX e o emp ego da
música adicional como elemen o didác ico. A con inuación de állase a p opos a i ulada
“Música T adicional e Cul u as Veciñas” na que se expoñen unha se ie de e amen as en
o ma de secuenciación de unidades didác icas coas que se aballa, se in es iga e se
in e p e a música adicional. Po úl imo, o aballo ema a cunhas conclusións. Como anexo
inclúense odos os ma e iais didác icos deseñados pa a le a a cabo a p opos a.
2. Ma co Teó ico
2.1. Ap oximación á música adicional galega
A música adicional é en endida po Salaza (2016) coma oda aquela que “ o ma pa e da
cul u a e a iden idade dun g upo social e que se ansmi e de o ma o al” (p. 206). A música
acompáñanos dende os inicios da nosa his o ia. As p imei as ep esen acións en Galicia
podemos a opalas na época medie al, da man das Can igas Galego-Po uguesas. Po én, as
o colapso da cul u a medie al galega, o país iuse sumido nun illamen o social, cul u al e
económico (López de la Calle, 2014). É nes e in e cando se comeza a con igu a a música
9
adicional que chegou a nos pos o que, pese a es e illamen o a p odución musical in e na
non cesou, xa que a música popula e a un e lexo dun pobo, que aballaba, que celeb aba
e que med aba, acendo ale á música como acompañan e da ida (Foxo, 2016). É aquí
onde nacen os xéne os e as emá icas musicais adicionais que coñecemos: muiñei as no as
e ellas, alalás, can os de be ce, can os de pandei o, can os de sei u a, omances, xo as ou
pasa úas.
É no con ex o do Rexu dimen o e do Nacionalismo Galego de inais do século XIX e
p incipios do XX, onde a musica adicional galega adqui e unha no a dimensión a a és da
digni icación po pa e de in elec uais do momen o coma Juan Mon es, Pascual Veiga,
Manuel Qui oga, Jesús Bal y Gay, And és Gaos, en e ou os (López de la Calle, 2014), coa
c eación de ob as inspi adas no olclo e galego e a ansc ición e ecompilación de pezas en
cancionei os como Cancione o Musical de Galicia de Cas o Samped o.
Co in da di adu a anquis a, no úl imo e zo do século XX comezou, da man de
g upos coma Milladoi o, unha no a co en e que xe minou nunha cul u a musical que
es aba o gullosa da súa música, da súa e a e do que es a signi icaba. Es a no a xe ación
musical pe seguiu unha me a mul inacional, ei indicando o pasado cel a que endeu pon es
co es o das nacións cel as eu opeas coas que se compa ían moi os lazos cul u ais e
musicais. Xa na ac ualidade, a musica adicional en unha p oxección moi o maio que no
pasado, exis en g an a iedade de a is as, composi o es e ag upacións que ene an e
cul i an a música e a cul u a popula .
2.2. Ap oximación á música adicional na escola na ac ualidade
No con ex o ac ual, cabe p egun a se se os nenos e nenas de hoxe en día comp enden o
alo cul u al da música adicional do seu pobo. Vázquez-Ma iño (2003) a i ma que a
música adicional é emp egada coma un me o ins umen o pa a o acceso á música cul a do
alumnado que ealmen e posúa o alen o pa a ealiza unha p o esionalización musical.
Flo es (2007), baseándose na a i mación de Swanwick, expón que es e
(...) c i icaba algunhas ac i udes que obse a a en moi os docen es que emp egaban a
música popula nas aulas, po exemplo, o seu uso como ecompensa ao inal dunha
lección ou dun imes e ou p og amación coma un acon ecemen o excepcional (...) [o
que se debía a que} o p o eso non se omaba en se io es as músicas, po que incluso
es aban ó a do plan de es udos. (p. 5)
16
2.3.2. Ca l O (1895-1982)
Se O des acou na súa ace a de composi o , amén o ixo coma pedagogo musical. Nos
seus cinco olumes denominados Musik ü Kinde , ecolle unha g an can idade de
ma e iais, pezas deseñadas pa a aballa na aula, e sen a as bases da súa me odoloxía,
undamen almen e baseadas en pezas “p opias de cada comunidade e o olklo e popula ”
(Gillande s, 2001, p. 38).
O sis ema de Ca l O en coma unción p incipal o desen ol emen o da pe cepción
e da exp esión do neno, in eg ando a linguaxe, coa música e o mo emen o, con in de xe a
un ap endizaxe globalizada e p o unda (Vicen e Nicolás, 2009).
Pa a aballa i mo e a p osodia, o mé odo deseñado po O emp ega palab as
cuxas silabas encaixen a pe ección en de e minados esquemas í micos, en unción da
co elación en e o núme o de sílabas e o núme o de golpes do esquema í mico. O
p opón aballa a oz a a és da en oación de in e alos ecollidos den o da escala
pen a ónica nun p imei o in e pa a despois ampliala á dia ónica an o en modo maio coma
meno (Gillande s, 2001).
Sen dúbida, unha das apo acións á educación máis impo an e de Ca l O , como
a i ma Vicen e Nicolás (2009), son os ins umen os de pe cusión que le an o seu nome.
T á ase dun conxun o de ins umen os de láminas a a és das cales in odúcese aos nenos á
in e p e ación g upal e a imp o isación. Di os ins umen os, cons an de láminas de madei a
ou me al, a inadas na onalidade de Do maio , e es án o denados po exis o. Es es
pe mi en a in e p e ación de pezas nas que cada discen e desempeña un ol di e en e, pois
o papel que in e p e a un me aló ono baixo, non en nada que e coa oz dun ca illón
sop ano. Is o da unha pe spec i a no a ao neno ao descub i a poli onía. Ou o pun o
undamen al da súa me odoloxía é a imp o isación, an o ocal e ins umen al, median e o
can o ou in e p e ación sob e un baixo ha mónico, esquemas de p egun a e espos a ou uso
de escalas pen a ónicas con ins umen os O e i ando as placas a e si (IV e VII g ados)
pa a e i a disonancias. En palab as de Jo que a (2004): “En e ou os, o concep o o iano
i o o mé i o de in oduci nas aulas escola es de moi os países de Occiden e ins umen os
de calidade supe io espec o aos que se acos umaba a emp ega a a en ón” (p. 32)

17
Como imos, calque a me odoloxía é ú il pa a a ensinanza da música adicional, pois
odas elas p esen an calidades que poden axuda a a ianza os con idos musicais no noso
alumnado. Nes a p opos a de inno ación educa i a, en a emos ace unha sín ese global de
odas as me odoloxías, ecollendo os aspec os máis in e esan es de cada unha das mesmas,
engadindo amén pinceladas do noso p opio aballo pe soal.
2.4. Música adicional na lexislación educa i a galega
En Galicia, dende o ano 2014, o cu ículo a segui a ni el educa i o é o publicado no Dec e o
105/2014. Es e documen o é unha adap ación do ex o que se publicou a ni el es a al, pos o
que no a igo 31 do Es a u o de Au onomía da nosa comunidade, es ablécese que é a
adminis ación galega a enca gada de egula o ensino.
A ma e ia de Educación Musical es á enma cada na Á ea de Educación A ís ica, que
compa e coa ma e ia de Educación Plás ica. O cu ículo es ipula que es a Á ea es á
cen ada en apo a e amen as que sexan ú iles pa a que o alumnado poida analiza e
alo a de o ma c í ica as p oducións a ís icas, semp e den o dunha ap endizaxe po
compe encias. Así mesmo, o dec e o ins au a a di isión da ma e ia de educación musical en
es bloques:
- Bloque 1, “A escoi a”: en ocado á ensinanza da escoi a ac i a e da conciencia sono a
do en o no do alumnado.
- Bloque 2, “A in e p e ación musical”: es e apa ado es á o ien ado á c eación
musical dende un pun o de is a coope a i o e de au o supe ación.
- Bloque 3, “A música, o mo emen o e a danza”: es e bloque es á deseñado pa a da
luga á c ea i idade e a exp esi idade do alumnado a a és do mo emen o e o baile.
Po ou a banda, no dec e o 105/2014, a ma e ia de educación p ima ia es á di idida
en seis cu sos, nos que a ensinanza da música adicional es á p esen e de o ma explíci a do
seguin e xei o:
18
Táboa 2. Con idos e C i e ios de A aliación elacionados coa Música T adicional ecollidos no
dec e o 105/2014
Cu so
Con idos
C i e ios de A aliación
1º
Non se ai e e encia explíci a a musica ou danza adicional.
2º
B1.8. Audición ac i a e
ecoñecemen o dunha selección
de pezas musicais b e es, de
cul u as e de es ilos di e en es.
B1.9. Audición ac i a dalgunha
peza do epe o io adicional
galego.
3º
B1.3. In e ese polo epe o io
adicional de Galicia e das zonas
de p ocedencia dos compañei os
e das compañei as.
B1.1. U iliza a escoi a musical pa a
indaga nas posibilidades do son e coñece
exemplos de ob as a iadas da nosa
cul u a e dou as cul u as
4º
B1.3. In e ese polo epe o io
adicional de Galicia e das zonas
de p ocedencia dos compañei os
e das compañei as.
B1.13. Ins umen os da cul u a
galega e dou as cul u as.
B1.1. U iliza a escoi a musical pa a
indaga nas posibilidades do son e coñece
exemplos de ob as a iadas da nosa
cul u a e dou as cul u as
5º
B1.14. In e ese polo epe o io
adicional de Galicia e das zonas
de p ocedencia dos compañei os
e das compañei as.
B1.15. In es igación de campo
sob e a música do seu concello en
elación coa manei a de i i dos
seus de ancei os e das súas
de ancei as.
B1.7. Busca , selecciona e o ganiza
in o macións sob e mani es acións
a ís icas do pa imonio cul u al p opio e
dou as cul u as, de acon ecemen os,
c eado es e p o esionais en elación coas
a es plás icas e a música.
6º
B1.5. Valo ación e in e ese pola
música de di e en es épocas e
cul u as, nomeadamen e a
galega.
B1.6. Audición ac i a e
comen ada de música a iada da
nosa cul u a e dou as cul u as.
B3.2. Valo ación e
ecoñecemen o das danzas e a
B1.3. Coñece exemplos de ob as a iadas
da nosa e dou as cul u as, pa a alo a o
pa imonio musical, alo ando a
impo ancia do seu man emen o e da súa
di usión, e do espec o co que deben
a on a as audicións e as ep esen acións.
B3.1. Adqui i capacidades exp esi as e
c ea i as que o ecen a exp esión co po al
e a danza, alo a a súa achega ao
19
súa con ibución ao noso
pa imonio a ís ico e cul u al.
pa imonio, e goza coa súa in e p e ación
como unha o ma de in e acción social.
Fon e: elabo ación p opia.
Como emos, exis e unha g an e e encia á música adicional no cu ículo, mais co in de
e alo iza a música popula galega den o da ensinanza, pode iamos adap a ou os
con idos p esen es no mesmo e así en iquece máis a ap endizaxe. A áboa an e io mos a
os con idos e os c i e ios de a aliación que eñen elación di ec a coa música adicional; na
seguin e áboa de állanse algúns con idos e c i e ios de a aliación pa a emp ega a música
adicional coma elemen o ehicula .
Táboa 3. Con idos e C i e ios de A aliación adap ables pa a aballa a Música T adicional
ecollidos no dec e o 105/2014
Cu so
Con idos
C i e ios de A aliación
1º
B1.2. Iden i icación de azos
dis in i os de sons do con ex o
na u al e social.
B1.8. Audición ac i a e
ecoñecemen o dunha selección
de pezas musicais b e es.
B1.13. Fo ma musical: epe ición e
con as e. Iden i icación da
epe ición (AA) e o con as e (AB) en
cancións e ob as musicais.
B2.5. Imi ación de ó mulas í micas
e melódicas.
B1.3. Coñece ob as cu as de dis in os
es ilos e de di e en e au o ía.
2º
B1.7. Audición de pezas ocais e
ins umen ais.
B2.2. Cons ución de
ins umen os musicais sinxelos
con obxec os de uso co ián.
B2.3. Iniciación á au a doce. O
xiló ono e o me aló ono.
B2.7. Imi ación de ó mulas
í micas.
B2.3. Exe ci a as ocalizacións e as
p onuncias in e p e ando un pequeno
epe o io de cancións sinxelas e
p ac icando a imp o isación.
3º
B1.10. Compases bina ios e
e na io.
B1.11. Recoñecemen o e
iden i icación das pa es dunha
B2.1. In e p e a un epe o io básico de
cancións e pezas ins umen ais, en
soli a io ou en g upo, median e a oz ou
ins umen os, u ilizando a linguaxe
20
peza musical. Fo mas musicais
bina ias e e na ias.
B2.8. Imp o isación de esquemas
í micos e melódicos sob e bases
musicais dadas
musical.
4º
B1.2. Asis encia a ep esen acións
musicais e comen a io pos e io .
B1.4. Audición e análise de ob as
musicais de dis in as
ca ac e ís icas e p ocedencias.
B2.10. Sono ización de imaxes,
ídeos ou ep esen acións
d amá icas usando dis in os
ma e iais ins umen os e
disposi i os elec ónicos.
B2.1. In e p e a un epe o io básico de
cancións e pezas ins umen ais, en
soli a io ou en g upo, median e a oz ou
ins umen os, u ilizando a linguaxe
musical, así como alo a o aballo ei o,
a alia o esul ado e p opo accións de
mello a.
5º
B1.8. Elabo ación dun p oxec o
de di usión da cul u a musical.
B1.11. Ins umen os dou as
cul u as.
B1.5. Coñece e iden i ica as p incipais
amilias dos ins umen os, e iden i ica as
p incipais ca ac e ís icas de ins umen os
dou as cul u as.
6º
B2.2. In e p e ación de pezas con
ins umen os de aula e/ou au a
doce.
B2.6. G a ación e exis o das
in e p e acións pa a unha
alo ación e unha análise
pos e io es.
B2.2. In e p e a composicións sinxelas
que con eñan p ocedemen os musicais de
epe ición, a iación e con as e, en
soli a io ou en g upo, median e a oz ou
ins umen os, u ilizando a linguaxe
musical, asumindo a esponsabilidade na
in e p e ación en g upo e espec ando
an o as achegas das demais pe soas
como a pe soa que asuma a di ección.
Fon e: Elabo ación p opia.
O abanico de posibilidades que nos p opón o ma co lexisla i o é amplo se o noso in é
in oluc a ao alumnado coa música popula . Semp e hai que e en con a o ni el do
alumnado co que pa imos, e é impo an e sabe se en e os nosos discen es exis e adición
musical e de que ipo é es a. Tamén hai se conscien es do con ex o do cen o, pois non
a opa emos as mesmas ci cuns ancias nun cen o de ámbi o u al que nou o u bano. Aínda
así, debemos de ga an i unha ensinanza en igualdade de opo unidades, coma nos di o
a igo 82 da Lei O gánica 2/2006, do 3 de maio, de Educación.
21
3. P opos a de in e ención: “Música T adicional e Cul u as Veciñas”
3.1. Xus i icación da P opos a
Es a p opos a de in e ención en como obxec i o xe a un achegamen o do alumnado de
sex o cu so de educación p ima ia á música adicional galega no con ex o educa i o,
en endendo a nosa música como un elemen o ehicula que nos pe mi a ap oxima nos as
aíces da nosa cul u a, así coma es ei a lazos musicais con ou as adicións p óximas. Es a
p opos a a a, polo an o, de ace conec a ao alumnado de sex o cu so de educación
p ima ia coa adición musical galega. Tómase como e e encia o Dec e o 105/2014, do 4 de
se emb o, polo que se es ablece o cu ículo da educación p ima ia na Comunidade
Au ónoma de Galicia, no que, como imos no úl imo pun o da áboa nº2, aise e e encia á
música adicional nos con idos cu icula es B1.5 B.1.6 e B3.2. así coma nos c i e ios de
a aliación B1.3. B3.1.
A nosa p opos a ancó ase amén no aballo de Casals (2009) sob e a in eg ación da
música adicional nun con ex o educa i o co in de mos a unha pe cepción e unha g ande
conside ación pola cul u a e a adición p opias e, consecuen emen e, polas alleas que
amén deben se incluídas na nosa p og amación didác ica. Así mesmo Da is (2009) en ende
que é undamen al o emp ego ac i o de ecu sos didác icos chegados da música adicional,
xa que pode xe a un “modelo de ansmisión cul u al que es ea di ec amen e elacionado
coa conse ación dos sabe es e es ea baseado na in e io ización das habilidades e dos
coñecemen os da cul u a” (Val e de y Godall, 2018, p. 18).
Se ben é ce o que, como imos an e io men e, a música adicional o ma pa e do
cu ículo de educación p ima ia, conside amos que é p eciso un en oque me odolóxico que
abo de es a dende un pun o de is a máis holís ico e que a e de mos a e ele a o alo
que a nosa música en den o da nosa cul u a dende a aíz do sis ema educa i o. Po es e
mo i o, é necesa io que na o mación inicial dos docen es se abo de es á emá ica co in de
que os docen es poidan coñece e en ende a nosa música, os xéne os, as emá icas, os
ins umen os e as súas a ian es; así como domina os cancionei os máis impo an es. Só
des e xei o, os mes as e mes es se án quen de equilib a e adap a sa is ac o iamen e os
con idos máis axei ados ao seu g upo aula.
Es a p opos a a a, po an o, de exempli ica co seu desen ol emen o, un no o
en oque á ho a de ensina música adicional, co in de in oluc a ao alumando coa adición
e ansmi i unha isión posi i a e sen p exuízos da mesma. Debido ás es icións sani a ias

22
de i adas da expansión do i us SARS-CoV-2 non puidemos implan a pe soalmen e a
p opos a na aula. Da súa pos a en ma cha enca gouse o docen e especialis a de música dun
dos colexios de p ima ia da ila de Lalín, quen adap ou as es unidades didác icas ao seu
g upo e cas es icións sani a ias ixen es.
3.2. Compe encias Xe ais da P opos a
As compe encias, segundo o cu ículo au onómico es ablecido polo Dec e o 105/2014, do 4
de se emb o, polo que se es ablece o cu ículo da educación p ima ia na Comunidade
Au ónoma de Galicia, son as “capacidades pa a ac i a e aplica de o ma in eg ada os
con idos p opios de cada ensinanza ou cada e apa educa i a, pa a log a a ealización
axei ada de ac i idades e a esolución e icaz de p oblemas complexos” (p. 37406).
P incipalmen e, es a p opos a p en ende desen ol e as seguin es compe encias
cla e ecollidas no A igo 5 dese mesmo dec e o, e que son:
- Comunicación lingüís ica (CCL): a aula é un con ex o comunica i o p incipalmen e
e bal, no que a comp ensión e exp esión o al son undamen ais. Po ou a banda,
aballa emos a comp ensión e exp esión esc i a a a és de ac i idades de p ocu a
de in o mación e sín ese da mesma.
- Compe encia ma emá ica e compe encias básicas en ciencia e ecnoloxía (CMCT): A
música en unha g ande elación coas ma emá icas, á ho a de le e in e p e a unha
pa i u a ou ealiza un di ado í mico es a emos con ibuíndo á compe encia
ma emá ica.
- Compe encia dixi al (CD): no mundo ac ual é imp escindible es a compe encia, po
iso aballa émola a a és de ac i idades como pode se o emp ego das TIC pa a a
p ocu a de in o mación ou o uso de so wa e de no ación pa a esc ibi e edi a pezas
musicais.
- Ap ende a ap ende (CAA): é impo an e que o docen e sexa un acili ado de
e amen as e non un me o ansmiso do coñecemen o. Po iso emp ega emos
ac i idades como, po exemplo, a análise sinxelo de pezas que lle acili en
e amen as ao noso alumnado pa a disc imina en e xéne os musicais, emá icas e
ins umen os no u u o.
- Compe encias sociais e cí icas (CSC): o emp ego de ac i idades que se ealicen en
g upo é imp escindible pa a con ibuí con di a compe encia.
23
- Sen ido de inicia i a e espí i o emp endedo (CSIEE): pa a con ibuí con ela
debemos emp ega ac i idades que xe en no alumnado in e ese, imaxinación e
au onomía. Po iso aballa emos a composición de pezas e le as, an o en g upo
coma de xei o indi idual.
- Conciencia e exp esións cul u ais (CCEC): acili a emos es a compe encia a a és de
ac i idades de ecompilación de in o mación sob e a música, ins umen os e danzas
da nosa e dou as cul u as.
Po ou a banda, as compe encias p opias do ap endizaxe da música adicional que
a amos de consegui son as seguin es:
- C ea i idade e Capacidade C í ica (CCC): a a és do aballo indi idual e g upal,
en a emos que os nosos discen es sexan quen de comp ende , a anxa e analiza
polos seus p opios medios os elemen os da música adicional.
- Comp omiso e Conciencia coa Musica T adicional (CCMT): es a compe encia
aballa ase con ac i idades como a p ocu a de in o mación co in de xe a un al o
es ima sob e a nosa música e un alumnado in oluc ado con ela.
3.3. Obxec i os Xe ais da P opos a
Se ben as compe encias cla e das que alamos no apa ado an e io es án deseñadas pa a a
súa consecución ao logo de odas as e apas da educación, os obxec i os xe ais son
especí icos de oda e apa de educación p ima ia e es án ecollidos no a igo 3 do Dec e o
105/2014, do 4 de se emb o, polo que se es ablece o cu ículo da educación p ima ia na
Comunidade Au ónoma de Galicia. Así mesmo, os obxec i os didác icos eñen un ca ác e
máis conc e o e aplícanse a unha unidade didác ica; e é nes as nas que es es es elemen os
a opan a cohe encia.
Na ma e ia de Educación Musical, os obxec i os xe ais aos que máis con ibui emos
eñen ma cados polo p opio dec e o, e son os seguin es:
- A) Coñece e ap ecia os alo es e as no mas de con i encia, ap ende a ob a de
aco do con elas, p epa a se pa a o exe cicio ac i o da cidadanía e espec a os
de ei os humanos, así como o plu alismo p opio dunha sociedade democ á ica.
- B) Desen ol e hábi os de aballo indi idual e de equipo, de es o zo e de
esponsabilidade no es udo, así como ac i udes de con ianza en si mesmo/a,
24
sen ido c í ico, inicia i a pe soal, cu iosidade, in e ese e c ea i idade na
ap endizaxe, e espí i o emp endedo .
- D) Coñece , comp ende e espec a as di e en es cul u as e as di e enzas en e
as pe soas, a igualdade de de ei os e opo unidades de homes e mulle es e a non
disc iminación de pe soas con discapacidade nin po ou os mo i os.
- E) Coñece e u iliza de xei o ap opiado a lingua galega e a lingua cas elá, e
desen ol e hábi os de lec u a en ambas as linguas.
- H) Coñece os aspec os undamen ais das ciencias da na u eza, as ciencias sociais,
a xeog a ía, a his o ia e a cul u a, con especial a ención aos elacionados e
inculados con Galicia.
- I) Inicia se na u ilización, pa a a ap endizaxe, das ecnoloxías da in o mación e da
comunicación, desen ol endo un espí i o c í ico an e as mensaxes que eciben e
elabo an.
- J) U iliza di e en es ep esen acións e exp esións a ís icas e inicia se na
cons ución de p opos as isuais e audio isuais.
- O) Coñece , ap ecia e alo a as singula idades cul u ais, lingüís icas, ísicas e
sociais de Galicia, poñendo de ele ancia as mulle es e homes que ealiza on
achegas impo an es á cul u a e á sociedade galegas. (pp. 37413-37414)
A maio es, os obxec i os elacionados coa música adicional que a emos chega ao
noso alumnado con es a p opos a son:
- O.1: Coñece a isionomía p incipal da música adicional a súa his o ia e a
impo ancia den o da nosa cul u a.
- O.2: En ende e di e encia en e os di e en es xéne os e emá icas da música
adicional.
- O.3: Coñece os ins umen os p incipais da música adicional.
- O.4: In e p e a de o ma axei ada en g upo e indi idualmen e pezas de ca ác e
adicional.
- O.5: Es ablece lazos con ou as cul u as elacionadas coa música cel a.
3.4. Con idos
Os con idos o man pa e do co pus undamen al de calque a p opos a educa i a e
esponden á p egun a do “qué ensina ”. Todas as unidades didác icas des a p opos a es án
25
undamen adas nos con idos p esen ados nas áboas do Dec e o 105/2014, do 4 de
se emb o, polo que se es ablece o cu ículo da educación p ima ia na Comunidade
Au ónoma de Galicia, que son os seguin es:
- B.1.1: Audición de música con empo ánea, e in es igación e alo ación das
posibilidades do son. (...)
- B.1.3: Iden i icación e ap eciación de o mas musicais sinxelas. (...)
- B.1.5: Valo ación e in e ese pola música de di e en es épocas e cul u as,
nomeadamen e a galega.
- B.1.6: Audición ac i a e comen ada de música a iada da nosa cul u a e dou as
cul u as.
- B.1.7: Ac i ude a en a, silenciosa e espec uosa du an e a audición de música e/ou na
asis encia a ep esen acións musicais.
- B.2.2: In e p e ación de pezas con ins umen os de aula e/ou au a doce.
- B.2.3: In e p e ación, memo ización e imp o isación guiada de cancións a unha ou
a ias oces, desen ol endo p og esi amen e a dicción, a a inación e a écnica ocal.
Canon.
- B.2.4: Recoñecemen o de ipos de ins umen os acús icos e elec ónicos,
ag upacións ins umen ais e ocais, e exis os da oz.
- B.2.5: U ilización das g a ías con encionais na lec u a, na esc i u a e na
in e p e ación de cancións e de pezas ins umen ais sinxelas.
- B.2.6: G a ación e exis o das in e p e acións pa a unha alo ación e unha análise
pos e io es.
- B.2.7: In e ese pola mello a do p oceso de in e p e ación e do esul ado inal
- B.2.8: T aballo coope a i o, asumindo as esponsabilidades que lle co espondan e
espec ando as achegas das demais pe soas do g upo.
- B.2.10: U ilización dos medios de comunicación e de in e ne pa a a p ocu a de
in o mación, en sopo e imp eso e dixi al, sob e ins umen os, composi o es/as,
in é p e es e e en os musicais de in e ese.
- B.3.2: Valo ación e ecoñecemen o das danzas e a súa con ibución ao noso
pa imonio a ís ico e cul u al. (pp. 37971-37975)
32
Ac i idades
Tipo
- P ocu a guiada de pezas usando di e en es on es (pla a o mas
de s eaming, paxinas web, cancionei os...)
- A anxo de pezas a a és do so wa e lib e Musesco e
- Ensaio e in e p e ación musical da peza 1
- G a ación
Fon e: elabo ación p opia.
3.7.3. Unidade Didác ica 3: A música Cel a
A de adei a unidade des a p opos a es á encamiñada a coñece as no as músicas que eñen
elación coa nosa p opia. Fa emos unha e isión da e olución musical cel a de inais do
s.XX, an o en Galicia coma no es o de Eu opa, e das achegas que is o nos deu na
ac ualidade.
Como as an e io es, di idi ase en es sesións:
- Sesións 1 e 2: emp ega emos es as dúas p imei as sesión o isionamen o do
documen al Naqueles empos 04, Sexamos cel as 1976 -1979 ealizado pola TVG
e que ai una e isión his ó ica da música cel a e a súa in luencia na Galicia da
ansición ca a a democ acia. Es e documen al en unha du ación duns 52
minu os, e se á di idido en dous; unha p imei a pa e que se e á na p imei a
sesión e que chega a a o minu o 27, e unha segunda pa e que e emos na
segunda sesión dende o min 28 a a o inal. Es as sesións non deben se un me o
isionamen o, pois pa a e i a unha pe da de in e és po pa e do alumando, o
docen e debe ac i alo pa ando o ídeo e in e pelándoo con p egun as. Des a
o ma, podemos asegu a nos do ni el de concen ación e adquisición de con idos
do noso alumnado.
Despois de cada sesión de isionamen o, amén ealiza emos o Bloque de
Exe cicios 3 e 4 (anexos V e VI) pa a a ianza os coñecemen os.
- Sesión 3: na de adei a sesión ensaia emos e in e p e a emos a peza 3 que
podemos a opa a anxada no anexo IX seguindo o esquema plan exado nas
sesións 2 e 3 da unidade didác ica nº2. Facendo un epa o inicial dos papeis
axus ado á expe iencia de in e p e ación an e io da unidade didác ica nº2 e as
posibilidades de cada alumno. T aballa emos en sen ido ascenden e, comezando
cos me aló onos e xiló onos baixos, despois polos PAI, pa a con inua co es o de
ins umen os PAD que con o man a ha monía en o de ascenden e, e ema a

33
polas melodías. Como na sesións an e io es, emp ega emos o MIDI como
acompañamen o a a és da e amen a Audaci y, engadindo ou qui ando pis as
e xogando co empo da peza segundo sexa necesa io pa a adap a nos ás
necesidades do alumnado. O inal da sesión dedica émolo a g a a e e isa a
peza.
Táboa 6: U.D. 3
Unidade nº 3
Tí ulo: A música Cel a
T imes e: 3º
Sesións: 3
Ma e iais:
Documen al Naqueles empos (TVG) 04 Sexamos cel as 1976 -1979
Peza 3
Bloque de Exe cicios 3
Bloque de Exe cicios 4
In odución:
U.D. pensada pa a coñece e in e p e a as no as músicas que eñen
elación coa nosa p opia
Obxec i os
cu icula es
J
B
O
E
H
A
I
Compe encias Cla e
CCL
CD
CMCT
CSC
CAA
CSIEE
CCEC
Obxec i os
Didác icos
P opios
O.1
O.2
O.3
O.4
O.5
Compe encias
P opias
CCMT
CCC
Con idos
C i e ios
Es ánda es
Peso (%)
Ins . A aliación
B.1.1
B.2.2
B.1.1
EMB1.1.1
5
- Cade no de no as do
docen e
- P obas esc i as
- P obas o ais
- P obas Ins umen ais
B.1.3
B.1.5
B.1.2
EMB1.2.1
EMB1.2.2
15
B.1.6
B.1.3
EMB1.3.1
20
B.2.2
B.2.3
B.2.4
B.2.2
EMB2.2.2
EMB2.2.3
EMB2.2.4
EMB2.2.5
EMB2.2.6
40
34
B.2.5
B.2.6
B.2.7
B.2.8
EMB2.2.7
B.2.10
B.2.3
EMB2.3.1
EMB2.3.3
20
Ac i idades
Tipo
- Visionamen o do Documen al Naqueles empos (TVG) 04
Sexamos cel as 1976 -1979
- Realización de exe cicios
- Ensaio, in e p e ación e g a ación da peza 3
Fon e: elabo ación p opia.
3.8. Ma e iais e ecu sos didác icos emp egados
3.8.1. Ma e ial Didác ico nº1
Es e ma e ial didác ico ai un b e e esumo da música adicional galega. De o ma xe al e
esquemá ica exp esa os concep os undamen ais elacionados coa música adicional.
Con a cun p imei o apa ado, no que comen amos o papel da música na cul u a
galega no pasado e as uncións coas que con aba. No segundo epíg a e explicamos os
xéne os máis impo an es da nosa música. Es es son:
- Can os A caicos
- Muiñei as
- Xo as
Ap o ei ando as explicacións engadimos e mos de linguaxe musical coma Adagio, ad
Libi um ou Hemiolia, pa a en iquece o ocabula io do alumnado. As explicacións an
acompañadas de pezas ex aídas do cancionei o Eu non can o po can a de Rico e
San ama ina que comp en a labo de exempli ica di as explicacións. Escollemos es e
cancionei o pola súa accesibilidade na edición, que pe mi e unha lec u a máis cla a e sinxela
que ou os máis complexos. Po úl imo, o de adei o pun o ai e e encia ás emá icas
p incipais.
Os discen es con a án con es e ma e ial na súa compu ado a en o ma o PDF pa a
que poidan consul alo con maio acilidade.
35
3.8.2. Bloque de exe cicios nº1
Es e conxun o de exe cicios es á dedicado a complemen a e a ianza os con idos do
ma e ial didác ico 1. Con a con un exe cicio de comple a os ocos, ou o de e dadei o ou
also e un de espos a cu a. A uncionalidade des as p egun as cu as é asegu a se de que
os con idos o on asimilados de xei o co ec o e amén cump e coa unción de a aliación.
Es es exe cicios en ega anse en o ma o ísico pa a pode ecollelos e a alialos
indi idualmen e.
3.8.3. Ma e ial Didác ico nº2
Es e ma e ial, que amén se en ega á en o ma o PDF, é un complemen o á isi a de Xosé
Fe ei ós, quen, pola súa o mación p o esional no eido musical e no educa i o, a á unha
explicación e demos ación axei ada dos ins umen os e da súa unción na música
adicional.
Den o des e podemos a opa unha ap oximación aos ins umen os máis
impo an es da nosa música, baseado nas explicacións de Pablo Ca pin e o na web do
Consello da Cul u a Galega, na que apa ece e lexada oda a clasi icación dos ins umen os
adicionais e a que poden accede a a és da ligazón que se inclúe nes e ma e ial.
Así mesmo, cada ins umen o en unha ligazón á que o alumnado debe accede pa a
amplia o seu coñecemen o sob e el.
3.8.4. Bloque de exe cicios nº2
A a és des e segundo apa ado de exe cicios, que amén se en ega á en o ma o papel,
buscamos a ianza e comp oba os con idos explicados na isi a de Xosé Fe ei ós e no
Ma e ial Didác ico nº2.
T á ase de es exe cicios b e es que, como no Bloque de Exe cicios nº1, amén e án
unha unción a alia i a.
3.8.5. Peza 1
A p imei a peza que se in e p e a á é un a anxo da Muiñei a ecollida po Cas o Samped o
en Poio e que con a coa nume ación 315 no seu cancionei o.
Escollemos es a muiñei a xa que p esen a unha melodía sinxela en compás de 6/8
que se desp aza po g ados conxun os ou in e alos de 3ª xe almen e, es á na onalidade de
do maio e o seu ámbi o é educido. Es á p o is a de dúas ases, den o das cales hai dúas
semi ases; i micamen e non p esen a maio complicación que as síncopas do compás 12.
O a anxo es á dis ibuído da seguin e o ma:
36
- F au a doce: melodía o ixinal.
- Ca illón Sop ano: dob a a melodía unha oc a a a iba.
- Xiló ono Sop ano: simpli ica a melodía.
- Me aló ono Con al o: ealiza a ha monía a imo de neg a con pun illo.
- T iángulo: acompaña á melodía a i mo de neg a co chea.
- Bombo: acompaña ao baixo e á ha monía co i mo de neg a con pun illo.
- Me aló ono Baixo: le a a no a pedal a i mo de b anca con pun illo.
A maio es, inclúe os ci ados pa a que o docen e poida acompaña con algún ins umen o
ha mónico coma a gui a a ou o piano.
3.8.6. Peza 2
A peza de ese a coa que con amos é o Alalá das Ma iñas. Unha peza cun a anxo máis
sinxelo que pode se aballada en meno empo que a an e io . A súa melodía amén se
desp aza po g ados conxun os e o ámbi o é amplo, pois acada a oc a a.
Con a coa seguin e dis ibución:
- F au a doce: melodía o ixinal.
- Ca illón Sop ano: dob a a melodía.
- Xiló ono Sop ano: ealiza a ha monía en no as dob es a i mo de b anca.
- Me aló ono Con al o: ealiza a ha monía a i mo de b anca.
- Sin e izado : pola súa complexidade, es e ins umen o queda ese ado pa a o
docen e ou alumno cos coñecemen os necesa ios, in e p e a a ha monía.
- Me aló ono Baixo: le a a no a pedal a i mo de edonda.
3.8.7. Bloque de exe cicios nº3 e nº4
A ealización des es bloques a ase despois do isionamen o de cada unha das pa es do
documen al Naqueles empos 04 Sexamos cel as 1976 -1979 da TVG. Seguindo o esquema
de p egun as cu as, as dúas p imei as cues ións a an de a ianza os con idos is os no
documen al, men es que a e cei a p egun a ai indaga aos discen es na web pa a amplia
coñecemen os. Igual que o es o de bloques de exe cicios, e á unha unción a alia i a e
en ega ase en o ma o ísico.
Pola súa pa e, o documen al oi escollido debido á súa capacidade de sín ese do
ema a a a e pola boa ep esen ación e igo que mos a. Nel podemos e e escoi a
en e is as aos pe sonaxes eais do cambio da música olk ao inal do século XX, e ademais,
ao se un ecu so audio isual empa iza en maio medida co noso alumnado.
37
3.8.8. Peza 3
Es a de adei a peza que in e p e a emos nes a p opos a é Fáinne Geal an Lae, á ase
dunha peza adicional i landesa que cons a de dúas melodías sinxelas que seguen o
esquema A-B-B-A. Es a peza, adicionalmen e in e p e ase en Re maio , pe o co in de
acili a a in e p e ación ao alumnado anspo ouse a Do maio . O seu ámbi o é amplo e
des aca o in e alo de 6ª dos compases 7 e 11, que poden esul a complexos pe o
asumibles polo alumnado. A dis ibución ins umen al é a seguin e:
- F au a doce: melodía o ixinal.
- Ca illón Sop ano: dob a a melodía p incipal.
- Xiló ono Sop ano: emp ega a péxeos sob e os aco des de I, III, IV e V g ado.
- Me aló ono Con al o: xe a a ha monía cun i mo de b ancas
- Caixa: acompaña á melodía a i mo de dúas neg as e unha b anca na ase A,
in é ese na ase B.
- Bombo: acompaña ao baixo e á ha monía do Me aló ono Con al o.
- Me aló ono Baixo: le a a no a pedal a i mo de edonda.
3.9. Implan ación da P opos a
Debido á si uación p o ocada polo i us SARS-CoV-2 e as medidas de p o ección que se
es án emp egando pa a e i a a súa p opagación, non puiden le a a p opos a de
in e ención a cabo en pe soa nunha aula de p ima ia. Non obs an e, es a oi pos a en
ma cha polo mes e especialis a en música dun dos colexios de educación p ima ia de Lalín.
O mes e adap ou pa a os seu g upo de sex o cu so de educación p ima ia algunhas
das sesións que se p esen an no apa ado an e io . En liñas xe ais, segundo a expe iencia
ansmi ida polo docen e, a p opos a uncionou co ec amen e e esul ou moi in e esan e,
dende o pun o de is a dos con idos e das emá icas p opos as, como polas p opias
e lexións ás que chegou o alumnado en o no á nosa música adicional. Pola con a, o
docen e a opouse con dous impedimen os:
- O empo: o docen e explícanos que no seu cen o as sesións son de 50 minu os,
ás que hai que es a lle uns 15 ou 20 minu os de i ados do aslado á aula e as
medidas de desin ección do p o ocolo Co id. Polo an o, a i ma que hai
ac i idades que se i on minguadas pola al a de empo. O mes e pon como
exemplo a sesión núme o dous da p imei a unidade, que se puxo en p ác ica cun

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g upo que p esen aba inquedanzas p e ias polo ema e que amosa on moi o
in e ese. Segundo el, des a sesión, xu di on a ias e lexións en o no á música
adicional e á ac ual a a és dun deba e na aula que i o que se in e ompido
pa a a ealización dos exe cicios, que se ixe on de o ma o al pa a non excede o
empo de clase.
- Os a anxos: o docen e puxo en ma cha os es a anxos p opos os, se ben nos
explica que, a escolma de pezas e a súa o ques ación esul a axei ada e non
demasiado complexa, si que p ecisa ía máis empo pa a unha mon axe máis
axus ada. O mes e a i ma, que o seu g upo adqui e unha dinámica máis luída a
a és da memo ización, pois non odos os seus discen es son capaces de le e
oca de xei o simul áneo, polo an o, conside a que se ía mello dedica unha
sesión comple a a que o alumnado in e p e e e memo ice ás melodías na au a
pa a que a ansición ás láminas lles sexa moi o máis sinxela.
4. Re lexións inais
Es a p opos a p e ende se unha e amen a didác ica que de espos a an o ao cu ículo,
o ecendo con idos elacionados coa nosa música e a música con empo ánea que en as
súas aíces na adición galega. Tendo en con a o es emuño que nos o eceu o mes e que
puxo en ma cha es a p opos a, é adecuado en can o ao balance en e a eo ía e a p ác ica,
pois se ben é necesa ia unha base eó ica, a p axe debe se o co po p incipal do ace
musical.
O p incipal obxec i o des a p opos a de in e ención oi xe a un achegamen o do
alumnado de sex o cu so de educación p ima ia á música adicional galega den o dun
con ex o educa i o, así como p esen a a ealidade ac ual da mesma e ende pon es ca a
músicas e cul u as eciñas. Emp egando a expe iencia que ecolleu na súa aula o mes e que
le ou a cabo a p opos a, podemos a i ma que se acadou di o obxec i o, xe ando no
alumnado unha base sob e a que a pos e io i pode án complemen a pola súa con a. Como
des acamos no an e io apa ado, a emá ica p opos a xe ou deba es e inquedanzas que só
poden e lec i un in e ese pola mesma, xa ben sexa p e ia ou xe ada a a és da pos a en
ma cha da p opos a.
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En de ini i a, o eixe xe al da p opos a pode se adap ado a di e en es aulas e
di e en es alumnados, pois as ac i idades e os ma e iais p opos os poden se mudados en
i ude das ca ac e ís icas do noso alumando, do empo e dos medios cos que con emos. O
in úl imo que pe seguimos con es a p opos a é o de p omo e e xe a un in e ese sob e a
música adicional no noso alumnado, c eando nel un pun o de pa ida pa a unha u u a
ap endizaxe au ónoma. Como docen es debemos e en con a que emos que se un
in e media io en e o alumnado e o coñecemen o, e non un me o ansmiso do mesmo.
A í ulo pe soal, no elacionado a e isión documen al p esen e no ma co eó ico,
es e aballo apo ou unha se ie de ecu sos bibliog á icos que poden supoñe o co pus da
miña u u a p ác ica docen e. No eido da elabo ación e pos a en ma cha da p opos a de
in e ención, supuxo unha no a o ma de a on a a labo de inculca o gus o pola música
adicional no alumnado e que non se ía posible sen a axuda do mes e que le ou a cabo
di a p opos a.
5. Re e encias Bibliog á icas
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48

49
6.4. Anexo IV: Bloque de Exe cicios nº2
50
6.5. Anexo V: Bloque de Exe cicios nº3
51
6.6. Anexo VI: Bloque de Exe cicios nº4
52
6.7. Anexo VII: Muiñei a CS.315
53
6.8. Anexo VIII: Alalá das Ma iñas

54
6.9. Anexo IX: Fainne Geal an Lae
55
6.10. Anexo X: Con idos dispoñibles pa a desca ga
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