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"O ensino das Ciências no 1º ciclo centrado no tp" impacte de um programa de formação contínua de professores

Abstract

Almeida, Isabel M.; Martins, Isabel P.

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"O ensino das Ciências no 1º ciclo centrado no tp" impacte de um programa de formação contínua de professores

Author: Almeida, Isabel M.; Martins, Isabel P.
Publisher: Dipòsit Digital de Documents de la UAB
Year: 2005
Source: https://ddd.uab.cat/pub/edlc/edlc_a2005nEXTRA/edlc_a2005nEXTRAp340enscie.pdf
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ENSEÑANZA DE LAS CIENCIAS, 2005. NÚMERO EXTRA. VII CONGRESO
“O ENSINO DAS CIÊNCIAS NO 1º CICLO CENTRADO NO TP”
IMPACTE DE UM PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA
DE PROFESSORES
ALMEIDA1, ISABEL M.; MARTINS2, ISABEL P.
1EB1 do Paço. Ag upamen o de Escolas de Es a eja; 3860-207 ESTARREJA, Po ugal.
2Depa amen o Didác ica e Tecnologia Educa i a, Uni e sidade de A ei o, 3810-193 AVEIRO, Po ugal.
Pala as cha e: T abalho P á ico; Fo mação de P o esso es; Educação em Ciências nos p imei os anos; Concepções
de P o esso es.
CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO
De ido a uma inexis en e ou de icien e o mação dos p o esso es em Didác ica das Ciência, à des alo iza-
ção da á ea po pa e dos mesmos, pais e esponsá eis educa i os, a ealização de T abalho P á ico (TP)
no âmbi o do ensino das Ciências no 1º Ciclo, numa pe spec i a de Ensino Po Pesquisa, em con ex o CTS,
não em nas escolas do 1º Ciclo a isibilidade e o espaço me ecido.
Não ha endo uma de inição do p o esso do 1º Ciclo como sendo p o esso de ciências, no âmbi o da edu-
cação em Ciências Sociais e da Na u eza (INAFOP, 2001: 15, 16) assume-se que ele o é, pois compe e-lhe:
i) desen ol e nos alunos uma pos u a cien í ica, mobilizando os p ocessos pelos quais se cons ói o con-
hecimen o;
ii) u iliza es a égias conducen es ao desen ol imen o das Ciências, nomeadamen e: a cu iosidade, o gos o
de sabe e in o mação igo osa e undamen ada sob e a ealidade social e na u al; a aculdade de a gu-
men ação e de e i icação do alo e dos limi es da Ciência; a capacidade de a icula as ealidades do
mundo social e na u al com as ap endizagens ealizadas na escola; a pe cepção/comp eensão da elação
CTS, eco endo, nomeadamen e, à cons ução de objec os simples, ao uso de modelos explica i os e à
esolução do p oblemas;
iii) p omo e a ap endizagem de con eúdos e de sabe es das ciências sociais e da na u eza;
i ) en ol e os alunos em a e as de índole expe imen al e de sis ema ização de sabe es da ealidade na u-
al, sob e udo os que se e e em à na u eza da ma é ia, ao sis ema sola , a aspec os do meio ísico, aos
se es i os, saúde e segu ança do co po humano;
) desen ol e ap endizagens no domínio das ciências conducen es à cons ução de uma cidadania cons-
cien e, designadamen e no âmbi o da educação pa a a saúde, ambien e, consumo, ap eço pela di e ença
e coexis ência democ á ica.
Pe an e es a ealidade, o p o esso do 1º Ciclo assume um papel undamen al, pois ele é, sem dú ida, o
agen e cha e do sis ema educa i o nes a ase e á ia. O modo como ensina Ciências é in luenciado pela ima-
gem que sob e ela em e a o ma como deco e o p ocesso de ensino/ap endizagem depende da sua on-
ade e acção, concepções e c enças (Ribei o e Ma ins, 1997).
2ENSEÑANZA DE LAS CIENCIAS, 2005. NÚMERO EXTRA. VII CONGRESO
Mas pa a que o p o esso possa pe spec i a o ensino das ciências expe imen ais segundo uma óp ica de
Ensino po Pesquisa (EPP) em con ex o CTS, en ol endo os alunos em expe iências e assun os cien í icos
ou ecnológicos que se encon em di ec amen e ligados à sua ida, é undamen al que o enha expe imen-
ado no seu pe cu so de o mação (Cachapuz, P aia e Jo ge, 2002).
Assim, a igu ou-se-nos como undamen al o desen ol imen o de um P og ama de Fo mação (PF) com
p o esso es do 1º Ciclo em exe cício, de exigência con inuada, na á ea da Didác ica das Ciências.
Um p og ama que espondesse às suas eais necessidades, p omo endo um desen ol imen o pessoal,
social e p o issional, passí el de conduzi a mudanças de pe spec i as no p ocesso de ensino/ap endizagem
das Ciências e, pos e io men e, a p á icas ino ado as pelas a i udes e alo es que in oduzem pa a aze
eme gi uma ou a cul u a de educação cien í ica. Uma o mação com e pa a os p o esso es em que a p á-
ica osse o pon o de pa ida pa a a sua o mação e a e lexão sob e as suas p á icas o eixo me odológico
isando a ino ação das mesmas (Cachapuz, P aia, Paixão e Ma ins, 2000).
Pa indo de um quad o eó ico deco en e da In es igação em Didác ica das Ciências, do le an amen o das
concepções e p á icas de cinco p o esso es, da ca ac e ização das suas ca ências e necessidades concebeu-
se e implemen ou-se, du an e o ano lec i o de 2003/2004, um PF con ínua de p o esso es. Com o ema “O
Ensino das Ciências Cen ado no T abalho P á ico”, oi um p ojec o de ca iz eó ico-p á ico, numa pe s-
pec i a cons u i is a de EPP (Cachapuz, P aia e Jo ge, 2002) que en ol eu os p o esso es e os espec i-
os alunos (num o al de cen o e cinco, englobando os qua o anos de escola idade).
Sendo um p ojec o de in es igação-acção, le ado a cabo po p o esso es num con ex o educacional, op ou-
se po uma in es igação de ipo quali a i a, com uma abo dagem mul ime odológica.
Como on es de ecolha de dados u ilizou-se a en e is a clínica semi-es u u ada ealizada aos p o esso-
es an es e após o PF, a g upos de alunos após a ansposição didác ica dos emas do PF, a análise de a-
balhos p oduzidos pelos alunos nas di e en es u mas (em si uação de ensino/ap endizagem) e a e lexão
esc i a dos p o esso es.
É o esul ado do es udo desen ol ido que se ap esen a nes e abalho.
1. OBJECTIVOS DO ESTUDO
Não es ando em causa a possibilidade de ob e dados gene alizá eis a sujei os e si uações de o mação di e-
en es, p e endia-se:
– iden i ica e ca ac e iza concepções de uma amos a de p o esso es sob e as po encialidades do TP no
Ensino das Ciências;
– es a um modelo de o mação de p o esso es sob e o Ensino das Ciências cen ado no TP, assen e na
comp eensão e e o mulação das suas p á icas, endo como e e ência o EPP;
– iden i ica quais as o ien ações do PF que o am p omo o as de mudança nas p á icas dos p o esso es.
1.1 Objec i os do p og ama de o mação
– Con ibui pa a a o mação con ínua de p o esso es, do 1º Ciclo, pa indo dos seus p oblemas e necessi-
dades, de modo a pe mi i -lhes comp eende as po encialidades do TP na Educação em Ciências: adop-
ção de uma pos u a di e en e sob e ensina e ap ende ciências – com a elabo ação de p opos as con-
c e as de desen ol imen o cu icula no âmbi o das ciências, bem como de ma e iais didác icos a u iliza
na sala de aula como supo e a essas p opos as;
– Con ibui pa a o desen ol imen o de p ojec os de ca ac e ís icas in es igação/ acção, no domínio do
ensino das Ciências, que pe mi am capaci a os p o esso es pa a a concepção, desen ol imen o e a alia-
ção de es a égias de ensino/ap endizagem ino ado as;
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ENSEÑANZA DE LAS CIENCIAS, 2005. NÚMERO EXTRA. VII CONGRESO
– Con ibui pa a a au o-implicação dos p o esso es na sua o mação;
– Desen ol e uma cul u a de colabo ação en e p o esso es e a inclusão de uma componen e in es iga i-
a, em Didác ica, que o ien e as suas p á icas.
2. CARACTERIZAÇÃO DOS PROFESSORES E ALUNOS PARTICIPANTES NO ESTUDO
Assumindo a con icção de que a in es igação Didác ica em Ciências e as p á icas docen es êm andado
di o ciadas e de que há necessidade de encon a o mas de as a icula , inco po ando e en es elacio-
nais e comunicacionais que pe mi am uma o mação/ in es igação com os p o esso es, no seu local de a-
balho e com os colegas, op ou-se po ealiza o PF, endo como sujei os de es udo, os qua o p o esso es
da escola à qual a in es igado a pe ence e um quin o p o esso que se lhes jun ou.
A amos a ap esen a a as seguin es ca ac e ís icas:
– qua o p o esso as e um p o esso , en e os 26 e os 47 anos, com empo de se iço en e 1 e 29 anos.
– o p o esso A lecciona a o 2º ano; o B o 2º e 4º ano; o C o 2º e 3º ano; o D o 4º ano e o p o esso E lec-
ciona a o 1º e 2º anos.
Os alunos pa icipan es, no o al 105 alunos, equen a am os qua o anos de escola idade, dis ibuídos do
seguin e modo:
– 6 do 1º ano; 44 do 2º ano; 18 do 3º ano; 37 do 4º ano;
– idades dos 6 aos 12 anos: 6 alunos de 6 anos; 37 de 7 anos; 23 de 8 anos; 26 de 9 anos; 7 de 10 anos; 6
com 11/12 anos.
– dis ibuição po sexo: 38 do sexo masculino; 67 do sexo eminino.
3. CONCEPÇÕES DOS PROFESSORES ANTES DO PF
Pa a le an amen o das concepções dos p o esso es sob e o Ensino das Ciências no 1º Ciclo e o papel do
TP, ealizou-se uma en e is a clínica semi-es u u ada a cada um. Embo a os p o esso es conside assem
impo an e a ealização de TP, no âmbi o do ensino das Ciências, da análise do seu discu so, eme gi am
alguns cons angimen os que se coloca am à sua ealização:
– a ausência de o mação inicial dos p o esso es na á ea da Didác ica das Ciências;
– a ausência de acções de o mação con ínua que os ajude a supe a as lacunas da o mação inicial em odos
os âmbi os, nomeadamen e no da o ganização da sala de aula du an e o deco e dos TP;
– a ausência de condições ísicas nas escolas e a al a de ma e iais didác icos de apoio ao p o esso ;
– a men alidade dos p o esso es, pais e di igen es das escolas que des alo izam es a á ea ela i amen e a
ou as;
– a sob eca ga de á eas p og amá icas.
4. LINHAS ORIENTADORAS DO PF
Numa óp ica de desen ol imen o p o issional dos p o esso es en ol idos e indo ao encon o do p econi-
zado pelos Na ional Science Educa ion S anda ds (NRC, 1996) no PF p ocu ou-se:
– ap esen a objec i os cla os, p ecisos e coe en es;
– uma pe spec i a de ensino bem de inida nos seus p incípios;
– o en ol imen o dos p o esso es em ac i idades de eo in es iga i o - enómenos ou p oblemas que aci-
li e o desen ol imen o das ap idões necessá ias ao exame c í ico do cu ículo escola e da escolha selec-
i a das a e as de ensino;
– desen ol e conhecimen o no âmbi o das Ciências Na u ais e das Ciências da Educação, p omo endo a
ligação en e ambas;
4ENSEÑANZA DE LAS CIENCIAS, 2005. NÚMERO EXTRA. VII CONGRESO
– p opo ciona opo unidades pa a a e lexão ace ca da na u eza e p ocessos da Ciência e suas implicaçõ-
es na p á ica pedagógica;
– in oduzi os p o esso es na li e a u a especializada e nas ecnologias que acili em o acesso a in o ma-
ção ele an e;
– p olonga a o mação po um pe íodo de á ios meses pa a que os p o esso es i essem acesso a um leque
di e si icado de ac i idades de ap endizagem adap adas às suas necessidades p o issionais.
5. DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO
Após o le an amen o das concepções dos p o esso es concebeu-se o PF. Englobando ês emas de TP
mui o p óximo do ap esen ado po Caamaño (2003) o mesmo con empla a expe iências ilus a i as, de
esolução de p oblemas, in es igações e p odução de a e ac os óp icos (pe iscópio, caleidoscópio e bússo-
la).
Pa a cada ema, hou e a p eocupação de ap esen a in o mação cien í ica de base conside ada necessá ia
ao p o esso e ma e iais didác icos de supo e ao desen ol imen o das di e en es ac i idades p opos as, na
o ma de um “Guia do P o esso ” e um “Guia do Aluno”.
Os emas escolhidos pa a abalha em si uação de o mação di igida e pos e io men e anspos os pa a
si uação de sala de aula, pelos p o esso es de o ma au ónoma o am:
1) As imagens que nos odeiam: Luz, co e isão – Espelhos planos e cu os
2) A elec icidade no nosso dia-a-dia. Vamos aze ligações…
3) Vamos “ e ” magne ismo…
A implemen ação do PF deco eu em ho á io pós-labo al, num o al de 9 sessões de 2 ho as cada, em que
se p i ilegiou:
– undamen ação pa a a impo ância e necessidade do ensino das ciências, no 1º ciclo, numa pe spec i a
EPP em con ex o CTS: iden i icação e ca ac e ização de pe spec i as ino ado as de ensino das ciên-
cias–lei u a, análise e discussão de ex os de di e en es au o es econhecidos no domínio da Educação
em Ciências;
–concepção de ac i idades p á icas em pequeno g upo – alo izando o ensino em con ex o social e o EPP;
– cons ução de supo es didác icos pa a implemen ação de ac i idades p á icas na sala de aula.
– alidação das p opos as didác icas pelos p o esso es- o mandos em con ex o de sala de aula:
6. IMPACTE DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO
A a aliação do impac e imedia o que o PF e e nos p o esso es oi ei a a a és de:
– análise dos abalhos ealizados pelos alunos;
– en e is a clínica indi idual ealizada a cada p o esso e sua análise;
– en e is a colec i a ealizada a cinco g upos de alunos en ol idos e sua análise.
– análise de e lexão esc i a ei a pelos p o esso es sob e o PF e a aplicação das ac i idades p á icas nas
espec i as u mas.
Da análise do discu so dos p o esso es in e imos que o PF mudou a o ma como os cinco passa am a pe s-
pec i a o Ensino das Ciências. Embo a a linguagem a ie em algumas si uações, há ideias comuns:
– odos os p o esso es dizem que inicia am as ac i idades pa indo das ideias p é ias dos alunos, do seu
egis o, como es a égia didác ica e como econs ução do conhecimen o;
– os alunos e am con on ados com ques ões-p oblema às quais inham de da espos a a a és da expe i-
men ação.
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Rela i amen e aos aspec os que os p o esso es mais alo iza am no PF, iden i ica am-se como ideias domi-
nan es o ac o de lhes e sido p opo cionado:
– a ime são nas ac i idades p á icas que, pos e io men e, i iam ealiza com os alunos, p omo endo a a i-
culação de conhecimen os didác icos e cien í icos;
– o conjun o de ma e iais didác icos e (in) o ma i os sob e cada um dos emas incluindo in o mação cien-
í ica sob e os mesmos e di ec izes de como explo á-los em si uação de sala de aula;
– o acesso a li e a u a de ca iz cien í ico que lhes pe mi iu iden i ica pe spec i as ino ado as de Ensino
das Ciências a a és da lei u a/análise/ discussão de ex os de di e en es au o es econhecidos no domí-
nio da Educação em Ciências.
Su gi am ainda ideias como:
– a di e sidade de expe iências ealizadas;
– a di e sidade de ma e iais u ilizados nas expe iências;
– os emas escolhidos;
– a es u u a e o ganização das ac i idades;
– a es u u a do p óp io PF.
Da análise ealizada aos discu sos, é ainda e iden e: que o PF não só mudou o modo como os p o esso es
se sen em, mas ambém na o ma como pe spec i am o ensino das ciências pa a os p óximos anos lec i os,
com a mesma ou ou a u ma, na mesma ou nou a escola, pois, em odos é e iden e:
– mudança na lei u a que azem do p og ama de ciências;
– mudança na o ma como pe spec i am o Ensino das Ciências;
– mudança nas concepções que inham sob e as po encialidades do TP;
– con iança na ap endizagem que o PF lhes p opo cionou.
7. CONCLUSÕES
A lei u a ei a do discu so dos cinco p o esso es apon a pa a um impac e posi i o do PF nas suas concep-
ções e p á icas do ensino das Ciências. Assim, é nossa con icção que: i) só uma o mação assen e no ques-
ionamen o das concepções dos p o esso es sob e o p ocesso de ensino/ ap endizagem das ciências; ii) a
sua pa icipação e ec i a na ( e)cons ução de no os conhecimen os didác icos, pa indo dos seus sabe es
e a iculando o mação com in es igação, no seu local de abalho e com os seus colegas; iii) a elabo ação
e alidação de ma e iais didác icos (pa a p o esso es e alunos) que supo em a iloso ia das ac i idades; i )
a abo dagem dos p oblemas que a implemen ação de TP lhes pode á coloca em sala de aula, pe mi i á,
aos p o esso es, um desen ol imen o p o issional conce ado passí el de le a à mudança das suas p á i-
cas.
REFERÊNCIAS
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CACHAPUZ, A, PRAIA, J., JORGE, M. (2002). Ciência, Educação em Ciência e Ensino das Ciências. Lisboa:
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NRC (NATIONAL RESEARCH COUNCIL) (1996). Na ional science educa ion s anda ds. Washing on, DC:
Na ional Academy P ess.