Veiksmažodžių abstraktų darybos tipų istorinė kaita
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A tradução para a língua portuguesa, em 1987, do livro "A História da Língua Portuguesa", de José de Alencar, é uma tradução de uma obra de José de Alencar, intitulada "A História da Língua Portuguesa". O lugar mais importante nele é ocupado por um ou vários tipos produtivos, cujo significado de trabalho coincide com o significado de toda a categoria. Eles são o centro semântico da categoria, e outros tipos de verbos com significados mais restritos ou mais especializados são a sua periferia. O objetivo deste artigo é analisar as mudanças no centro semântico da categoria nomina actionis (NA) dos verbos lituanos. Na língua portuguesa, o sufixo -oé usado apenas para designar o sujeito. Eles podem ser formados a partir de qualquer verbo e geralmente mantêm o significado categórico de ação ou estado*. Os derivados das extremidades são agora periféricos. Eles são frequentemente usados na linguagem atual com significados especializados e muitas vezes se tornam termos de vários campos®. O estudo dos abstratos de verbos nos escritos dos séculos XVI e XVII mostra que a situação da categoria era diferente naquela época. Os nomes dos personagens, que eram conhecidos apenas por seus nomes de batismo, eram usados como nomes próprios. Tai matyti iš toliau duodamų pavyzdžių, NA mūšis M. Daukšos Postilėje dar turi tik „mušimo“ reikšmę: mufBiu ptaBtakų ir kūm/ciu... kąkino WieBpatį DP 167193, (t. p. 16044, 1614, 55; orig. bicie, karanie, policzki, razy®). Foi usado com o mesmo significado em muitos outros XVI — 17,10; 18,8; 20,30; 28,6; Lex 75, 84a; SD? 13; SIG II 81,; Ch! Luc 12,18; Atos 16,18; 2 PvK 6,5; 11,23; 11,24; 1 Pt 2,24). A palavra "batalha", que significa "batalha", é encontrada apenas em alguns textos antigos. Lute. Café | mufis SD? 1 Wellmann H. Formação de palavras alemãs: tipos e tendências na língua contemporânea. 2º Chefe. O Substância. —Diisseldorf, 1975, S, 19—20; Mopoxosckas D. SI, OcnoBubie acIIEKTGI OONIEŽ TEODHH JIKHTBHCTHYUECKHX Mmozmeneit. —Kues, 1975, c. 82; Ilsiragenro I'. II. O CJIOBOOGpa3OBATEJILHOH MapajurmMe —OJIHOM H3 KOMIIOHEHTOB TEOpHH CJIOBOOGpa30BAHHA. — B xx. : Vi3ysenne TpaMMATHUeCKOTO CTDOS M ItperroJiaBaHHe TpaMMATHKH B By3e H mkone (Marepzajisi Bcecoro3Hoit koud.). Kunmues, 1976, c. 72-73; Mypsicos P. 3. O cjioB006pa30BaTeJIbHEIX rtapajarMAx. - B KH. : Ciosoo6pasosanne u Opa3s006pa3oBanue: Tes. noxs. Hayd. KOHO. | 1979, pp. 57-59. Pg. A. J. de Sousa, A evolução da língua portuguesa. —Bratislava, 1971, p. 16. 3ª edição. : Editora da UFRJ. —V., 1978, p. 161, 215, 268—269. 4ª Temporada - Temporada Final. - Kn. : Problemas da Linguística Social (Questões da Linguística Lituana), V., 1979, t. 19, p. 167-168. 5000 a.C.. «Index-stownik do „Daukšos Postilė“» (em inglês). —Poznan, outro significado semelhante 1977, t. 1, s. 647. 88
17 (t. p. SD? 21, 136); Campo de batalha abazo mupis Lex 35; mufis (Batalha) PK 535, Plg. «homicídio (homicídio)»: Karaliftes jiames iefko ... waydays muSieys ir SP II 155,;. NA Zinia nas escrituras antigas significa ne apenas «Informação», mas ir «conhecimento». O termo é frequentemente usado neste sentido. K. Servílio Pontos. Iš 26. dos casos de utilização Nos 23, a NA mensagem tem significado "conhecimento", por exemplo: gituma | žinios ape wifa kas deftis I 14,5. Palavras umiejetno$é, wiadomosč, em que foi traduzido K. Servílio Zinia, na língua polaca antiga também significava "conhecimento, conhecimento." Este valor foi mė registair do em outros estudos. XVI — 17, no a. texto. : Dok nós pine druktibe ir mostranMZ 535; do tobius mok/flo ... ou žinids fawos DP 436, Plg. mas Aço inoxidável (Entendendo) BB Pat acc. 5,12; s.g. xinina (Sabedoria) Ps 7,4; A mensagem foi enviada Rosas-do-rosário SIG II 714; Tem um bom wifu costume Ch* ApD 26,3. Nos dialetos atuais, o significado ši permaneceu apenas em compostos engrossados: minha breve mensagem "pouco eu sei" Dez: um monte de conheciyr mento em mente "eu sei muito" PSV (LCC). O mesmo significado M. Cachorro-quente A postilhão deve conter: ir NA conhecimento: g conhecine mento iptikeiimo fawo sabia 404; (orig wiadomos¢). O termo "conhecimento" é usado para se referir a um conjunto de conhecimentos (ou conhecimentos). XVI — Sufixos a. correspondir entes para o marcador XVII -tis vedinys pažintis"). O significado oposto — "ignorância" nas escrituras antigas tinha NA. Não se sabe, por exemplo : kas waik/czioia tamfumūfia (sem conheciir mento de dados) DP 510, (t. p. 23455, 29915, 52833, 6105; — orig. desconhecida); Desconhecido | Imprudência. A não aprovação não prejudica SD* 218 (t. p. SP I 10453, 1175, 248,,, 29444; II 8,5, 314, 112,). O termo NA é frequentemente traduzido como "desconhecido" ou "inconhecido". NA oração, o be significado predominante de "apelo a į Deus; O termo "religião" é usado frequentemente na literatura do século XX, em especial na literatura de ficção (especialmente na literatura de ficção 2 científica). iš 200): / Cristo] nos matando tefia fawefp DP 380,5 (t. p. 5455, — orig. pedido); klaufik balfa maldos (tais. i 100 mg BB Ps 28,2 (t. p. Ps 31,23 — orig. Suplicar). malda (Por favor) Trabalho 6,8; Lex. 18; Peça de oração Lex 101a; Projba | Petitio, precatio. 346 a.C.) e, mais tarde, em 347 a.C. (ver 346 a.C.). O significado de "pedido" concorda com o significado de "falar, pedir" do verbo *mel-|, que até agora foi mantido pelo verbo molsti "pedir". O termo foi usado pela primeira vez em 1966, em um artigo de 1966 do jornal The New York Times, sob o título de "The 1966-1967 Blitzkrieg". Oração, t. p. Apesar de ter sido lançado em 1979, o 3500 foi um sucesso de vendas, com vendas de mais de 3655, 3925, 393,). 200.000 unidades, embora o 3500 tenha sido um sucesso de vendas menor do que o 3500, embora o 3500 tenha sido um sucesso de vendas menor do que o 3500. O nome da espécie é uma referência ao antigo nome da espécie, S. aegyptiacus. —Wroclaw etc., 1968, p. 548. ? O termo "abstrato" é usado para se referir a um conjunto de objetos abstratos. — Kalbotyra, 1983, t. 34(1), p. 80. 8 Szemerėnnyi O. Princípios da pesquisa etimológica em línguas indo-europeias. —Em: Etymologie /Hrsg. por R. Schmitt. Darmstadt, 1977, pp. 338-345 su lit. ; B.B.S.B.. BC. Olá, senhora. —M., 1981, às vezes usado em escritos posteriores, por exemplo: corda de descida LC 1884, 5 (LC VIII 934). c 171, 89
A palavra "poesia" tem origem na palavra latina poesis, que significa "conto" ou "história" (cf. 16644, 27241, 37133, 4755, —orig. powieszcz, przypowiesc®); Ant tos pafakos dkis atkielkite SIG II 20,4 (panašiai II 21,, 26,); 17:21 (cf. PvTit 1:14; Pc 48,,); Nós a chamamos de Hiftoria, porque ufrakina... tykrq pafakq ape tey, qual nufidawe Ch Jó (introdução) (cf. Êx. (introdução); Ch! 2 PvTm 4,4). NA ataque (ataque) séculos XVI—XVII significava “desastre; metades; “um acontecimento inesperado”: ij¢ Swetimy priepūlių | mokikites DP 65, (11x —orig. przypadek, przypadlosé, przygoda'- ®); wifoki priepuoley (wpelakie praypddki) SP I 109, (t. p. II 14,); 1ª ed.. wifokiame pripūliy SIG II 2,5 (em A Aventura de trás; t. p. II 164, 404); Caso | prgygoda. Cafus repentinus, euentum Ataque de SD? 364 (p. ex. SD* 147, 148, 171; SD? 242, 319, 364, 414, 446); 110a (semelhante a PK 73,4, 112,,, 251,... 9x; AK 85,5; BK 54,,; Ch! 1 PvK 7,15); «Introdução ao Iluminismo» (PDF) (em inglês). O significado agora comum, a marcação da doença® é bastante novo; é fixada apenas XX a. Salgueiro. Além disso, o fato de que os derivados terminais dos séculos XVI-XVII tinham melhor preservado o significado categoring de NA do que na língua atual, é demonstrado pelo fato de que o mesmo significado terminologizado frequentemente não tinha apenas o derivado do extremo, mas também o derivado -imas|-ymas do sufixo usado para acelerar ou algum outro NA preposicional. Por exemplo, M. Daukša, ao lado da terminação védica nodžia (187x), usou o sufixo -mė no sentido especializado de "crime religioso" (K. Sirvydas e S. M. Slavočinskis - apenas o último), e nos escritos antigos da Lituânia Menor encontra-se ainda o pecado. O mesmo significado tem o raro sufixo derivado -tis (grzech) AK 2351, 3628, 3948.21; BK 64, 16,3. O derivado -ė gailé é usado nos escritos de K. Sirvydas não só com o significado categórico de "piedade" (por exemplo: Zal | jalowdnie | šdlošč. Poenitentia, dolor. Gayli/ta | gaile SD? 520), mas também com o significado de "arrependimento" (por exemplo: Sakramento gailes —Sakramenta pokuty SP II 1304) para se juntar com outro derivado do final gailius (pokuta) SP I 159,, e com os verbos veda gailysta, gailė, gailėjimas, por exemplo. : Pokutd | Poenitentia, poena, mulcta, fatisfactio pro defectibus fufcepta. Gaylifta | gayle SD* 319; daritu gaylifti aju fawo nufideiimus (34 graech fwoy pokutowal) SP II 1165; acc. s.g. gayliftawimu (pokuta) SP I 57,4, Outros autores dos séculos XVI—XVII usaram prefixos NA para este propósito: gailėjimas(is) DP 143x; SE 1235; AK 10,_3, 24,; BK 235; gailesys (gailesis) ® Kudzinowski Cz. KI, t. 2, s. 50. 10 Kudzinowski Cz. KI, t. 2, s. 153. 1 Dicionário da Língua Portuguesa. - Kn. A Igreja Católica é a religião oficial de Swazilândia. V., 1958, p. 502. 12 Cisnes J. A mesma coisa. 13 pp. : ilustrações e notas. 1959, pp. 2, 3, 4. (em inglês) 14 Plg, mas Zinco Z. Algumas observações em português XVI — História a. do Século XVII. — Kn. : Problemas da Linguística Social (Questões da Linguística Lituana). 1979, pp. 121 Portal da literatura 122. 90
MZ 3353; Onda 6915; BP II 2295; MT 244, 54,, 6111, 6719 ...; DP 6x; Piedade SE 57544, 2574; Piedade BK 43,5; BP 6x; fundição (is) Vinho, Vinho 4x; BP Duas vezes. Na maioria dos casos, mantendo o significado categórico, a ação dos membros NA XVI — No entanto, o a. 17º nível é muito diferente do 18º nível, em termos de habilidades. Além disso, os autores do estudo não encontraram evidências de que o uso de antidepressivos tenha sido associado com o desenvolvimento de su síndrome de abstinência. iš to XVI — 17 páginas a. Portal da língua portuguesa NA, que não possuem os derivados correspondentes do sufixo -imas|-ymas, geralmente formam de 48 até 9094, o entre ty, que tem tais derivados concomitantes, os derivados terminais são usados mais frequentemente do que os correspondentes sufixos -imas|-ymas NA. A relação entre estes grupos é NA desigual nos diferentes textos. Isto foi influenciado por duas circunstâ1) ncias: a tendência dos autores NA para usar 2) sinônimos. Ao contrário do que se NA pensa, os efeitos colaterais são relativamir ente su raros. -efeito/efeitos colaterais. Sim, é verdade. Lista de cidades da Lituânia (M, Vln, PA, BB ir kt ). Por B. exemplo, nos escritos de Wilton os su sufixos védicos correspondentes -imas|-ymas tem apenas adjetivos 99, terminais NA. Em alguns países, como a Suíça, onde o número de NA pessoas com deficiência é muito maior, é ir mais comum a su utilização de cartões de crédito. -im|-im. A maioria dessas proximidades são M. Cachorro-quente Na cama? * que, em geral, é caracterizada por uma abundância ir de sinônimos ivairumul®. Enquanto isso M. Cachorro-quente Ao contrário do que acontece com os sinônimos, os sufixos -im|-im derivam de terminações de 17% verbos. NA. XVI — XVII a. muitos tipos de construNA ção de membros (especialmente em su membros vedativos) -a, -is|-ys, -ia) eram mais produtivos do que agora. A maioria to dos livros da série são de ficção científica (exceto o último). A sua obra é particularmente conhecida pelos seus trabalhos sobre a história da Escócia, em especial sobre a vida de Snorri Sturluson. Muitos dos livros que foram publicados entre 1970 e 1980 não foram publicados ou foram publicados em números muito pequenos. Por exemplo, 469% das AN deste grupo, fixadas nos Pontos de K. Sirvid, 28% —M. 26% em 2001, 26% em 2002. 25% de etanol, 22% de álcool. O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei Leão. Ao contrário do que se pensava, a formação de uma nova classe social no século XVII não foi apenas uma questão de ordem econômica, mas também uma questão de ordem social. A língua é falada apenas na província de Lipetsk, onde é oficial. no período de desenvolvimento!". Ainda em tempos mais antigos, dos quais não temos fontes escritas, o centro semântico da categoria NA consistia em derivados terminais, que ocupam um lugar importante nos paradigmas de construção de outras línguas relacionadas. O Wikcionário tem o verbete 15. O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre 15 —Baltistica, 1980, t. 16(1), p. 68. 16 Plg, Tangl E. Der Accusativus und Nominativus cum Participio em lituano antigo. — Weimar, 1928, S. 8—11; Skardžius P. Daukša pirmasis bendrinės kalbos kūrėjas Didžiojoje Lietuvoj. —Archivum Philologicum, 1933, t. 4, p. 12, 15; Lebedys J. Mikalojus Daukša. — V., 1963, p. 308—318. 177 pp. Apresentação de um trabalho sobre o desenvolvimento de uma linguagem de programação. — Baltistica, 1983, t. 19(1), p. 66—69. 91
NA se estabeleceu antes do aparecimento dos primeiros monumentos escritos, provavelmente na época da comunhão das línguas eslavas! ?, Muitos destes textos védicos são encontrados nas línguas indo-iranianas desde os tempos antigos!®. Em grego clássico, a terminação *-4-NA* é muito comum. No grupo das línguas germânicas, a terminação NA (especialmente com a terminação *-0-) é mais comum nas línguas góticas e no alto-alemão antigo*. *!, Muitos pesquisadores associam a proliferação de derivados de membros, que ocorreu em diferentes tempos em diferentes línguas indo-europeias, com a diferenciação do gênero masculino e feminino e o aumento da produtividade das raízes 0 e 4*?*?. + Antes da expansão dos verbos terminais, os verbos com os formantes *-fei-/-ti e *-teu-|-tou-|-tu-, que tinham significados diferentes*, ocupavam um lugar privilegiado no paradigma de construção de NA das línguas indo-europeias?”. A partir de NA com o formante *-fubalto, nas línguas bálticas, desenvolveu-se a aspiração, e no prussiano, também a comunicação com o formante -tvei. No entanto, nas línguas bálticas orientais, este tipo de verbo perdeu a sua produtividade muito cedo. 1983. pp. 153 «A formação da língua portuguesa e a sua evolução» A. A. de Almeida, 1951, pp. 153. 1973 - "O que é o Universo- ?" 1974 - "O que é o Universo- ?" 1974 - "O que é o Universo- ?" 276-277, 302-333; Vondrak W. Gramática eslava comparada. —Gotinga, 1924, vol. 1, pp. 494 (em inglês). ; 1999 - J.C. Prado, A origem da ficção científica. —Em: Stownik prastowianiski. 1974, pp. 1-10, 1975, pp. 1-10, 1976, pp. 1-10, 1977, pp. 1-10, 1978, pp. 1-10, 1979, pp. 1-10, 1980, pp. 1-10, 1981, pp. 1-10, 1982, pp. 1-10, 1983, pp. 1-10, 1984, pp. 1-10, 1985. —Wroclaw etc., 1974, p. 12-16. 1» Wackernagel J., Debrunner A. Gramática da Índia Antiga. —Gottingen, 1954, Vol. 2, T. 2, S.219-235,- 238—251; Burrow T. A língua sânscrita. —Londres, 1959, p. 123 ff. ; Tepuenbepr JI. Ta, Ta. O Wikcionário tem o verbete 35. — JI., 1972, c. 240, 245; Enusapenkosa T. SI. 351 páginas. —M., 1982, c, cm. 136 20 páginas A. A. Delgado, O ensino da língua portuguesa. —Heidelberg, 1917, S. 141-142; Chantraine P. A formação dos nomes em grego antigo. —Paris, 1933, p. 19-23; Arend E. Verbalabstrakta bei Herodot und ihre Vorgeschichte. 1936 - "A História da Igreja Católica em Portugal- ", em "A História da Igreja Católica em Portugal- ", 1936, pp. 131-133. 21 Bahder K. Die Verbalabstrakta in den germanischen Sprachen (em alemão). —Halle (Saale), 1880, pp. 40 e seguintes. ; Meid W. Linguística Germânica. Bd. Formação de palavras 3. —Berlin, 1967, S. 59—60; Hinderling R. Studien zu den starken Verbalabstrakta des Germanischen. —Berlim, 1967, pp. 42 e seguintes. ; - Obrigado, senhor. —M., 1963, T. 3, c. 76-1717. 22 Plg, Burrow T. Op. cit., p. 121 e segs. ; Gagnepain J. Les noms grecs en -oc et en -&: Contribution a l'étude du genre en indo-européen (em francês). —Paris, 1959; Kurylowicz J. As Categorias Infleccionais do Indo-Europeu. —Heidelberg, 1964, p. 216-217; Birnbaum H. Formação nominal indo-europeia submersa em eslavo. —In: A Palavra Eslava: Proceedings of International Slavistic Colloquium at UCLA/Ed. por D.S. Worth. 1972, pp. 162-163; Maziulis V. Relações entre as línguas bálticas e outras línguas indo-europeias (Declinação). —V., 1970, p. 306-308; Georgiev V. I. O Abstrakta luvico auf-ahi, os Nomina actionis hititas auf-(a)ai e a voz @. —KZ, 1974, vol. 88, H. 1, p. 121; Watkins C. A representação das laringais em certas categorias morfológicas nas línguas indo-europeias da Anatólia. —In: Proceedings of the 5th Congress of the International Society of Linguistics (em inglês). Regensburgo, 9-14. 1973/1974 - 3º lugar. por H. Rix. Brasília, 1975, pp. 363. ; Capítulo 5. 3ª ed. cou., c. 134-135; Brosman P. W. O Desenvolvimento do PIE Feminino. —O J. de Estudos Indo-Europeus, vol. 1982, 10, N 3—4, p. 253-272. 22 Benveniste E. Nomes de agentes e nomes de ação em indo-europeu. —Paris, 1948, pág. 112. 92
Restam apenas alguns: lie. chuva (chuva), la. lictus: mentira. Iji, la. cama; Mentira. almoço, ver pyti "Beber umidade, escorregar, escorregar; < libertar o leite» id. *pi-|poi- "beber"?? ; La. falso "fraude- ": a esperança de "enganar"; mitus (miétus) "mudança": mitiés "alterar, mudar"; 1 (em inglês) «"I'm in Love with You" (Part 1)» (em inglês). Muitos NA com vários formantes *-teu-|-tou-|-tuvarian em línguas bálticas receberam significados instrumentais. Por exemplo, os nomes dos instrumentos de língua lituana com sufixos foram formados dessa forma -Tub, -tub. Ao contrário da maioria das línguas indo-europeias, a língua estoniana é composta por um único fonema, o /i/. Apesar de ter sido um dos primeiros a usar o termo "evolução" para descrever a evolução de um organismo, o termo "evolução" passou a ser usado para se referir a todas as formas de evolução de um organismo, incluindo a espécie humana. Além disso, o letão e o lituano são línguas muito próximas, embora o letão e o lituano sejam línguas muito diferentes, embora o letão e o lituano sejam línguas muito próximas, embora o lituano e o letão sejam línguas muito diferentes. Com o crescimento da população e o desenvolvimento da indústria, a língua começou a se tornar cada vez menos falada. Este processo já se reflete nos monumentos da língua lituana do século XVI-XVII. O uso de palavras de origem lituana na língua lituana moderna é muito menor do que na Lituânia antiga. Por exemplo, a construção de extremidades NA. O número de membros da Assembleia Geral é duas vezes menor do que o número de deputados. O mesmo se pode dizer da relação entre o número de terminações NA no manuscrito Lexicon Lithuanicum e no dicionário de K. Sirvydas. No entanto, a produção de café na região do Vale do Rio Grande do Sul diminuiu significativamente nos últimos anos. A maioria dos textos do século XVI e XVII são inéditos. Atualmente, existem apenas 165 exemplares em circulação. Apesar de ter sido escrito em latim, o texto é escrito em um dialeto oriental, como os escritos de Sirvydas, que possuem uma grande quantidade de terminações védicas. O fato de que o número de palavras pode variar ta entre as línguas ne pode ser explicado pelo fato de que todas as línguas antigas refletem a língua viva do povo. A maioria das espécies são de hábitos noturnos. M. O que é o K. Sermão da Montanha? S. M. Além disso, a língua é a língua mais falada na Lituânia, a maior parte da população lituana falando a língua lituana. Por outro lado, os pronomes -imas|-ymas padronização de derivados, particularmente perceptível B. O estilo do livro, no ir entanto, foi influenciado pelo estilo oriental. Observa-se que, na língua eslava antiga, a ação de terminar NA ir Apêndices O uso de -nije|-tije em védicos também depende do estilo da escrita*". O fim está registrado nos antigos monumentos da língua lituana to NA quando os derivados dos membros ainda estavam no centro da categoria. NA A reorganização do paradigma da criação, que começou antes da escrita, terminou nos últimos séculos: 4 Fraenkel E. Os Estados Bálticos Línguas. — Heidelberg, Alemanha 1950, S. 37; Etimologia da língua lituana Dicionário. — Heidelberg, Gottingen, Alemanha 1962, S. 588; Humildade J. Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa. — Berlim, 1959, Bd. 1, S. 839—840. 25 Endelina J. Gramática da língua portuguesa. — Rio de 1951, Janeiro, 1ª ed. 380. 26 Endelina J. Levanta-te. cit., Ipp. 380. 27 Bytes A. PYKOBOACTBO IO - Obrigado, senhor. — M., 1952, c. 228. 93
Esta categoria contém as seguintes 2 subcategorias (de um total de 2). A área de uso de derivados terminais diminuiu significativamente. Atualmente, eles não são mais sufixos Os sinônimos védicos -imas|-ymas o têm significados mais especiais, p. ex. batalha ir batendo, conto de ir fadas contando, mensagem ir Zindjimas ir pan. A língua letã também tende a especializar os derivados terminais? Além disso, a linguagem é muito simples e fácil de aprender, o que faz com que seja uma das línguas de programação mais utilizadas no mundo. NA -im|-im derivados. Um processo semelhair nte ocorreu nas línguas eslavas. Na língua eslava antiga, os derivados de extremidades ainda eram usados como -nije/-tije sinônimos védicos? ?. Foi estabelecido que, no russo antigo, os derivados terminais constituíam cerca de todos os substantivos verbais*? ?. 8094 Durante o período de desenvolvimento independente de línguas eslavas individuais, o uso de terminaçõesA esfera se estreitou, os NA significados se mo especializaram, os pronomes jų o O -nije|-tije védico se espalhou muito e se ir tornou o NA núcleo da categoria. Esta reorganização dos verbos foi observada em russo**, bulgary®?, checo**, eslovaco**, polaco**. Assim, vemos um claro paralelismo no desenvolvimento das terminações NA das línguas bálticas e eslavas. É interessante notar que, em ta ambos os casos, a posição dos derivados terminais no paradigma de trabalho foi ocupada por NA tipos de verbos adverbiais, que se espalharam apenas durante o desenvolvimento independente rų das línguas individuais. *¥ Gramática da língua portuguesa. — Riga, 1959, s. I, Ipp. 100, 106—108; Crynuxns B. O6pa3oBanHe TEDMHHOB TEXHHYCCKHX HAYK B Comentários sobre: Abaixo de nível. IHC. ... Cana, um. Hayk. — Pura. 1969, c. 12. * BatamCity in Indonesia A. Vcas. - O que é que estás a fazer? c. 228-229, % Bap6or X. X. [IpeBrHepycckoe MMeHHOe - Obrigado, senhor. — M., 1969, c. 18. #1 AuerbachCity in Germany I. Nomina abstrata im O russo 16. Século: Um Contribuição para a História dos sufixos abstratos em eslavo. —Miinchen, 1973, pp. 118–139 com a referência anterior. ; 1990 - "A Teoria do Sufixo Nulo e da Sufixação Nula na Língua Russa: Sobre a Teoria da Formação de Palavras". — Miinchen, 1973; Dulewiczowa I. Nomina actionis we wspblczesnym jezyku rosyjskim.—Wroclaw etc., 1976, s. 17-22; Bonkos C. C. Habmonenns Bax IpOH3BOJIHbIMH Geccyd- ¢dukcubIX cymecTsuTenbabX B aKTax XVII B. (lekcudeckne HoBooGpa3osanus). - A mim. : Bompocs! "TEOpHH H HCTODpHH si3bika: COOpHHK B yecTh mpodeccopa B. A. Jlapuna. JI., 1963, c. 53 cn; Oi... Corpo M. Beccydhdukcansubie - O quê? - Obrigado. B XI — XVII BB. : Aproximado). Porco. ... Frango. Oujioj. Hayk. — Munck. 1970, c. 20; AxmMerosa Eu". XI. Uma... Ha JIEKHCTBHSA B pycckoM s3bIKe XV — XVI BB. (cJioB006pa30BaTeJI5HbIe THIIbI H 1999 - "Assombrado". Mc... galinha. Caramba. Hayk. —JI., 1975, c. 15, 17; Pycckas rpaMmatuka. — M., 1980, T. I, c. 220—221. 2000 - A importância do papel da mulher na literatura portuguesa dos séculos XVII e XVIII. Lisboa. — Wroclaw, Polónia 1968, s. 94. *2 Palavras criadas em češtinė. —Praga, 1967, pp. 592–607, 610–617; Armen B. II. CnoB00G6pa30BaHHe AČCTDpaKTHbIX CYINIECTBHTEJILHbIX B 4EIICKOM s5335IKe: ABTOped. Cassie. - Bem, tudo bem. Mayk. — Munck. 1979, c. 7-8. “4 Furdik. J. "Acima. cit.,'s. 54 Ta. # Klemensiewicz Z., Lehr-Sptawinski T., Urbanczyk S. Gramática histórica da língua portuguesa. —Warszawa, 1955, s. 207; Fokker A.A. Derivation of Nouns from Verbs in Contemporary Literary Polish (em inglês). —Lingua, 1964—1965, vol. 13, p. 395 ff. ; O nome da língua é derivado da palavra polonesa język. —Warszawa, 1969, s. 34—40; Rospond S. ‘Gramatyka historyczna języka polskiego. — Varsóvia, Polônia 1979, s. 181. 94
ABREVIATURAS BK — Trump. Taxas de juros Criação Montagem/Nudez Roberto. Belldirminoitalyprovince. kgm Perguntato -se. — Vilna, 1677. Lituânia — Dicionário da Língua Portuguesa. — V., 1957—1984, t. 1—13. LCDH — Dicionário da Língua Portuguesa. KZ — Revista de comparação Pesquisa de linguagem no Áreas da Indo-Europeia Línguas, Ed. de A. Kuhn. — Berlim etc. Outras abreviaturas são as mesmas que em maiúscula «Dicionário da Língua Portuguesa». HCTOPHYECCAS CMEHA CJIOBOOEBPA3OBATEJIbHbIX TOMATO HMEH JEACTBHUA Pe3:roMe B Obrigado. MACEMEHHOCTH 3ACBHJIETEJILCTBOBAH COCAÍNA TOTAL IIeEpHOJIa, Korma (DJIEKTHBHBIC TPOH3BO/IHBIC BMECTE C - O quê? C CydbĖOuKcoM -imas|-ymas OoO6pa3oBajinu ceMaHTHYECKHH NeHTp CATEGORIA MMeH CategoriaTBHS (nomina actionis; B - Obrigado. — B XVI-— XVII BB. dOurekTHBHbIe JI erte B OCHOBHOM COXDAaHSIM CATEGORIA 3HAYCHAE H - O quê? JIMCb KaK HA3BAHMA JCHCTBHI H COCTOSHHÉ, Hanp. : a batalha «OuTLe», HLIHe cpaxemmne, convulsões «Oejia, HecuacTbe; yna]oK», HbHE «TipHIraNoK», Finid «3HaHHe, [MO3HAHWE, IOHHMAHHe», HBIHE "cooOImemne, KEĒdOpMAuHa". B TedeHHWe TIOCJIENYIHX COTOIETE (DJEKTHBGLIE - O quê? NOCTENCHHO CY3HJIH CEDEP YNoTpeOJEHHSA, NOOJIYSHJIH GOJIEC CIEIMAJILHEIC BAUCHHA H TMEpEMECTHJIKC5 B NiepAdepuro xateropun Beber. B rexrpe KareropHH OCTAJIHCB JIMIN6 Coordenação C OÉurcoM -im|-im. CXOIHBIA IPOLECC CIenHaJIH3anLHH (DJIEKTHBHEIX WI nabmromaercs B mePHOJZ CAMOCTOSITEJILHOTO Pa3BUTHS JIATLINICKOTO H MHOTHX CJIABAHCKHX S3BIKOB, Ilha MECTO (DJIEKTHBHBIX IDOH3BOJHBEIX B O mapa está em ruínas. WI/I 3amsi]mm Taxa CJIOBOOGpa30BaTeJIbHBIC THIIbI CYOOHKCAJIILHLIX IIEDOH3BOJTH5IX: B JIATLONICKOM — WJ] Ha - Ana, não. B — WJ ma - Não, não é. Ha - Obrigado, Senhor. CpaBHHTeJILHOTO aHAM3a ŠGAJITHŪCKHX S3BIKOB PESSOAS Cieayiolias MOC100 mg/ mL CMEHBI CJIOBOOOpa3OBATEeJILHLIX THIOB B CEMAHTHYECKOM IEHTDpe Obrigado. IMI natosckoro s3uika: 1) WI c Tom saltador *-ti-* u *-tuo6mebantriic- (B kom); 2) Uji c Hopman... Tom. *-tipoHH- (B eM BOCTO4HOGanTHiickoM); 3) dnextusrbie ENSINO (B MO31HEM BOCTOYHO-GANTHIAC~ COM); 4) - Olá. - Olá. MJT BMecTe C IPOM3BOAHEIME ¢ cyddukcom -infecção/infecções (B IpeBHETHTOBCxoM); 5) UJI c cybdukcom -imas/ymas (B COBPEMEHHOM JTHTOBCKOM SI3BIKE).
