Dėl lietuvių kalbos priesaginių denominatyvinių veiksmažodžių semantikos
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ACTA LINGUISTICA LITHUANICA L (2004), 55-77 «O que é a semântica da língua portuguesa». Jurgis Pakerisas Vilniaus universitetas Os significados e categorias dos verbos nominais e deadjectival lituanos foram descritos mais de uma vez. Argumentarei aqui que essas descrições poderiam ser mais sistemáticas aplicando um modelo de predicação em três modos (essiva, incoativa e causativa) e analisando características sintáticas e semânticas das palavras base em paráfrases derivacionais. 1. INTRODUÇÃO Daiktavardinių ir būdvardinių veiksmažodžių darybinės reikšmės ir kategorijos lietuvių kalbotyroje jau ne sykį aprašytos (Paulauskienė 1971: 192-204, 1994: 265270; Ulvydas, red., 1971: 247-268; Jakaitienė 1972, 1973, 1976: 266-270; Ambrazas, red., 1997a: 386-394). No entanto, a maioria dos autores consideram que o conceito de igualdade de gênero é insuficiente para explicar a diferença entre os sexos (1981: 155-156). Nos últimos 50 anos, surgiram vários estudos significativos que sistematizaram os significados dos verbos substantivos com base em papéis sintático-semânticos, aplicando princípios de análise lógica e realizando pesquisas tipológicas (Marchand 1964, 1969a, 1969b: 367-371; Clark, Clark 1979; Karolak 1972, Karolak, red., 1980; Kaliushchenko 1994, 2000). O presente artigo procura sintetizar a experiência adquirida com estes trabalhos e apresentar uma solução mais recente. O objetivo do artigo é propor uma classificação preliminar sintáticasemântica dos verbos substantivos da língua lituana. Não se trata de uma obra de grande envergadura, mas de um trabalho baseado em estudos científicos já existentes. O objetivo é mostrar as diferenças e semelhanças entre as soluções anteriores e as propostas aqui. No início do artigo verbos denominativos (DV)! interpretados como construções predicativas compactas (2.1), analisando os possíveis tipos de predicação de sinais (2.2), passando depois à análise de funções sintático-semânticas (3.1— 3.4). Gostaria de agradecer ao Prof. Dr. Habil. Afonso Jacarezinho. O livro foi muito bem recebido pela crítica especializada, e o autor foi homenageado com o Prêmio Nobel de Literatura. Agradeço sinceramente ao Prof. Wojciech Smoczynski, que me permitiu visitar a Universidade Jogaila de Cracóvia, e ao Prof. Dr. Habil. Ao Dr. Vincas Urbutis, ao Dr. Aleksejs Andronovs, ao Dr. Jolanta Gelumbeckaite e ao Dr. Mike Hungris. Às vezes, apenas os verbos substantivos são considerados denominativos. Neste artigo, a classe de denominativos inclui substantivos, adjetivos e, embora raramente, verbos participiais, numerais e nominais.
Página 56 | 57 | 58 2. MOTIVO DA DESCRIÇÃO 2.1. DV como construções predicativas Marchando observa com precisão que “os verbos denominativos são frases conjugadas” (1969b: 368, p. 31)*. Além disso, o autor não possui aqui sentenças finais — proposições, mas estruturas predicativas com argumentos substantivos, que são visíveis em paráfrases ativais, por exemplo: 1 (a) reinar — ser KARALIUMP (b) lituanizar — fazer com que alguém comece a ser LITUANO, como LITUANO (c) acampar — estar no ACAMPAMENTO (d) filmar — fazer com que comece a ser (aparece) FILME. (e) žauktuti — LÁMPARA (s) ser, começar a ser (rastis) Essas paráfrases ou (possíveis) antecedentes transformativos de DV faladas constituem pressupostos para uma classificação sintático-semântica. Marchand indica que a palavra de referência na paráfrase pode ser o predicado do sujeito ou do objeto (1a, 1b), pode desempenhar a função de circunstância (1c) ou de objeto (1d) (1964: 105, 1969a: 155t., 1969b: 368, 371, cf. 33—-38)*. Além disso, o sujeito não pode ser transformado em verbo por razões lógicas: o sujeito é um atributo, portanto, não pode ser transformado em um atributo próprio (predicato). No entanto, uma certa exceção na língua lituana poderia ser constituída por aqueles DV cujo sujeito é adequado para ser considerado incluído no predicado denominativo existencial (1 e)", cf. também: audroti ~ TUDRAI būti, speiguoti —SPEIGUI būti; dienoti —DIAS começar a ser (rastis); fritar — começar a ser (fazer-se) FRIO. Além disso, o termo pode ser usado para se referir a uma pessoa que não é um indivíduo, mas sim um grupo de indivíduos (ver 1.2.1). Os predicados de sujeito e de objeto (primeiro e segundo tipos de Marchand) são propostos para serem agrupados em um grupo, porque aqui a função sintática é basicamente a mesma: os predicados de objeto são considerados variantes causativas dos predicados subjetivos, por exemplo, branco — ser BRANCO (predicativo subjetivo) e branco — fazer com que algo comece a ser BRANCO (causativo subjetivo). tyvinis objektinis predikatyvas, žr. plačiau 3.1). Taigi iš viso DV parafrazėse galimi (1) a palavra de referência na paráfrase DV é um predicado (sujeito ou objeto); 2 »Os verbos denominais são frases verbalizadas», plg. Carvalho (1972), pp. 210. Além disso, a palavra pode ser usada para indicar a presença de uma palavra-chave em uma lista de palavras-- chave, ou para indicar a presença de uma palavra-chave em uma lista de palavras-- chave. Em casos raros, essa distinção também chama a atenção para outros elementos. Outros estudos que se concentram mais na interpretação sintática da DV incluem os trabalhos de linguistas polacos: 1980). Grzegorczykowa (1969); Karolak (1972); Karolak, red. (1980); Bojar (1975); Solecka, Terminska (1979, “O sujeito de uma frase é necessariamente o determinante do seu verbo, portanto não pode se tornar o determinante em uma frase verbalizada” (Marchand 1969b: 368). Para a semântica da incorporação do sujeito em verbos do tipo verba meteorologica, veja verbos meteorológicos. Catarina (1982).
SEMANTICS OF DENOMINATIVE VERBS | 57 (2) a palavra de referência na paráfrase DV é o sujeito; (3) a palavra de referência na paráfrase DV é um objeto (direto ou indireto); (4) a palavra de referência na paráfrase DV é circunstância. Além disso, o uso de um conjunto de funções semânticas mais específicas permite a separação de subconjuntos mais pequenos. Este artigo irá lidar com os papéis de processador, resultado, conteúdo, possessivo, instrumento, local, temporal e alguns outros papéis. 3.2-3.4. 2.2. Tipos de pregação O termo é usado para se referir a um ou mais dos seguintes: 1999 - 2000 - 2001 - 2002 - 2003 - 2004 - 2005 - 2006 - 2007 - 2008 - 2009 - 2010 - 2011 - 2012 - 2013 - 2014 - 2015 - 2016 - 2017 - 2018 - 2019 - 2020 Os verbos nominativos podem predicar sinais como invariantes, variáveis e causados, por exemplo: 1) sinal invariante (essencial): tolioti ~ ser TOLCO, agir como TOLCO; esbranquiçar — ser, parecer BRANCO; tudroti —TEMPESTADE ser (ocorrer); morrer de fome — estar com FOME; navegar — navegar utilizando VELAS; hibernar — estar no INVERNO (onde); 2) a característica é variável, adquirida ou auto-emergente (incoativo): estúpido ~ começar a ser ESTÚPIDO | ESTÚPIDO (-a); branco —tomar para ser, fazer-se BRANCO (-esnam); rasoti ~ começar a ser, a existir RASAI; O termo é usado para se referir a uma pessoa que se comporta de forma inadequada (por exemplo, se comporta como um idiota, se comporta como um idiota, se comporta como um idiota, se comporta como um idiota, se comporta como um idiota, etc.). branquear — fazer com que algo se torne mais BRANCO; brincar — fazer com que haja RISOS, que surjam RISOS. A primeira é a lógica de primeira ordem, a segunda é a lógica de segunda ordem e a terceira é a lógica de terceira ordem. Se o verbo incoativo é derivado de um determinado substantivo (branco — brancar), o derivado causativo pode ser interpretado de duas maneiras: como deverbativo (branco — brancar — fazer com que BRANQUEAR) e como denominativo direto (branco — brancar — fazer com que vir a ser BRANCO). QUADRO 1. PREDIÇÕES DE SINAIS DE VERBOS DENOMINATIVOS MÉTODOS Característica (x) Invariante Variável Adquirida Atribuida Função a Fo (x) Fa ss (x)) Fu Frail Fo (x))) Alguns pesquisadores de DV não se baseiam em funções sintáticas abstratas e classificam DV de acordo com os papéis semânticos que as palavras de base desempenham nas paráfrases (Clark, Clark 1979: 769-781; Kaliushchenko 1994, 2000). Além disso, a linguagem de programação não é uma linguagem de programação, pois a linguagem de programação é um conjunto de regras e regras de sintaxe que definem o funcionamento de uma linguagem. O objeto é a parte de um todo que pertence ao possuidor, ou seja, o objeto é o objeto do possessor. Além disso, não há nenhuma indicação de que a ação tenha sido motivada por motivos políticos.
O primeiro registro de uma espécie do gênero é de 1569, quando foi descrita por Marchando (1969a: 155t.). Além disso, o livro é traduzido para o inglês, francês e alemão. O termo foi introduzido em 1972 por Carolak (1972: 214-217; cf. Solecka, Terminska 1979, 1980) e Ulukhanov (1977: 117), embora este último não implemente sistematicamente este modelo em sua descrição dos significados do verbo (131-193). Além disso, o termo é usado para descrever três tipos de comportamentos: "não fazer nada", "não fazer nada" e "não fazer nada". O autor aplica o modelo de predicação de três (seis) partes ao discutir os DV possessivos, atributivos, localizativos, predicativos de estado e parcialmente — de evento (Kaliushchenko 1987, 1994: 40-77, 98-102, 108-114; 2000: 22-44, 56-59, 63-67). 3. PRINCIPALMENTE DENOMINATIVO TIPOS DE RECURSOS 3.1. DV preditivos Parafraseando Jy, as palavras-chave são os predicados indispensáveis do sujeito ou adjetivo, através dos quais os atributos são atribuídos de forma essencial (2 a, b), incoativa (3 a, b) e causativa (4 a, b): 2 (a) Pedro estúpido — Pedro é um ESTÚPIDO, se comporta como um ESTÚPIDO (b) Campos brancos — Os campos são brancos, parecem brancos 3 (a) Pedro estúpido — Pedro se torna um ESTÚPIDO, se torna um ESTÚPIDO (b) Tela branca — A tela se torna branca (b) Ela branca as telas ~ Ela faz as telas BRANCAS | para que as telas sejam brancas Esses verbos geralmente expressam propriedades por substantivos (a) ou 4 (a) Birutė kvailina Petrą ~ Birutė laiko (daro) Petrą KVAILIU adjetivos (b), às vezes também aparecem participantes (depravado — ser, agir como um ISDÚCIDO, fornicado — ser, agir como um ISDÚCIDO), números (primeiro — ser o PRIMEIRO) ou pronomes (apropriar — agir para se tornar sAvo, savv). Se a palavra de base é um substantivo, o verbo pode não se basear em todas as suas características semânticas (2a), mas apenas em algumas delas, por exemplo, de fala ou movimento: žemaičiuoti — falar como o ZEMAIČIUI, turzlinti — mover-se como o TŪRŽLIUI. Ao analisar os casos em que uma característica é predita com base na semelhança, os pesquisadores muitas vezes formam subconjuntos separados ou definem funções semânticas especiais (ver f, Solecka, Terminska 1979: 58, 1980: 20-22). Além disso, apesar de não ser uma espécie comum, é comum que se encontre em áreas de floresta, onde a sua presença pode ser vista como um sinal de alerta, como por exemplo, quando um indivíduo se aproxima de uma árvore, ou quando se aproxima de um animal, como por exemplo, quando se aproxima de um homem, ou quando se aproxima de um animal, como por exemplo, quando se aproxima de uma mulher, ou quando se aproxima de um animal, como por exemplo, quando se aproxima de um cavalo. Em outras palavras, a comparação de 0 Para os predicados livres e necessários, veja. 2003 (em inglês).
DENOMINATYVINIŲ VEIKSMAŽODŽIŲ SEMANTIKA | 59 A função nem sempre é refletida na estrutura do próprio DV, e as palavras- -chave podem ser consideradas como seu resultado. Os DVs essenciais (2a) também são considerados agentes, pois suas palavras- -base têm papéis agentes em paráfrases (Clark, Clark 1979: 773t.): 5 (a) John butchered the cow (b) John did to the cow the act that one would normally expect [a butcher to do to a cow| O termo é usado para se referir a um sujeito ativo em um contexto semântico. No entanto, isso não é exato, porque a palavra-- base não indica o sujeito propriamente dito, mas faz parte de uma frase que descreve o sujeito (5b). Além disso, a análise sintática, realizada antes do estudo dos papéis semânticos, bloqueia a interpretação incorreta da construção. A maioria dos casos causativos (tipo 4a) são considerados por alguns pesquisadores como verbos de objetivo (Clark, Clark 1979: 774t.). Além disso, a lógica de 3-D (ou 3-D-algebra) é usada para descrever a lógica de 3-D (ou 3-algebra) como uma lógica de 3-dimensão, que pode ser usada para descrever a lógica de 3-dimensões. A função principal dos incoativos e causativos predicativos é marcar certas transformações, quando o objeto adquire (é dado a ele) novas propriedades (3a, b; 4a, b), portanto, eles ainda podem ser chamados de resultados transformacionais. Os DVs são os mais próximos dos resultados objetivos e subjetivos, por exemplo: lielioti — fazer, criar LINAS (poemas), filmuoti — fazer, criar FILME, juokauti — fazer (criar) RISOS, rudyti — para que apareça FERRUGEM, skalkauti — para que apareça FERRUGEM, etc. (ver mais detalhes em 3.2.2, 3.3.1). As principais diferenças entre os predicativos e os subjetivos/objetivos são as seguintes: 1) os subjetivos e os objetivos predizem o surgimento espontâneo de uma coisa nova (ferrugem, caspa) ou a criação (poemas, filmes, risos), enquanto os predicativos predizem a transformação do objeto (2 a, b; 3 a, b); 2) Os predicados causativos não podem ser intransitivos. No entanto, é difícil traçar uma linha rígida entre a atribuição de propriedades e o surgimento ou a criação de um novo objeto. Alguns verbos substantivos predicativos também podem ser interpretados como resultativos objetivos, cujos objetos diretos desempenham o papel de fonte (substância). : 6 (a) agrupar as pessoas – transformar as pessoas em GRUPOS, dar às pessoas características de GRUPOS: fazer, criar GRUPOS de pessoas; (b) oferecer dinheiro — transformar o dinheiro em Sacrifice, dar ao dinheiro as propriedades de Sacrifice: fazer, criar Sacrifice a partir do dinheiro; (c) carbonizar as batatas — dar às batatas as propriedades do CARBÃO: formar, surgir CARBÃO das batatas. Observações separadas requerem DVs que significam “considerar, chamar aquilo que foi dito pela palavra base”, por exemplo: dėdžiuoti “chamar VEDE’, užsieninti “chamar TU, usar formas singulares da segunda pessoa que implicam o pronome TU”, tamstinti “chamar TAMS-
Página 60 | 61 Tâ, Tâ. O significado do verbo pode variar de acordo com o contexto (por exemplo, "fazer com que alguém se torne alguém"). A diferença aqui é que o tornar-se é causado por ações de pensamento ('considerar como') ou ações performativas ('chamar'). Todėl Marchandas visai pamatuotai skiria kalbamuosius veiksmažodžius prie papilkai: dinio predikatyvų (1964: 110, 1969b: 369). Kiti tyrinėtojai elgiasi ne taip sistemišįžiūri instrumentiškumą (Clark, Clark 1979: 777 angl. veiksmažodį sir “vadinti seru, kreiptis sere’ frazėje sir the general priskiria prie miscellaneous [instruments)) arba ‘vadinimo’ veiksmažodžius jungia į atskirą kalbėjimo grupę, nors “laikymo, traktavimo' veiksmažodžius aprašo prie predikatyvinių kauzatyvų (Kaliuščenko 1994: 68t., Skirti 104; 2000: 38, 60)". predikatyvinių lietuvių kalbos DV grupę nėra nauja, apie tai kalbėta jau Geniušienės studijose (1983: 61, 1987: 156). É verdade que apenas os derivados substantivos são chamados de predicativos aqui, por exemplo: svečiuotis “ser convidado- ”: svečias; giminiuotis “ser, tornar-se parentes- ”: parentesco; cukruotis «tornar-- se açúcar»: açúcar. Além disso, a lógica de lógica de probabilidade e a lógica de probabilidade aplicada à lógica de probabilidade e à lógica de probabilidade aplicada à lógica de probabilidade e à lógica de probabilidade aplicada à lógica de probabilidade e à lógica de probabilidade aplicada à lógica de probabilidade e à lógica de probabilidade aplicada à lógica de probabilidade e à lógica de probabilidade aplicada à lógica de probabilidade e à lógica de probabilidade aplicada à lógica de probabilidade e à lógica de probabilidade aplicada à lógica de probabilidade e à lógica de probabilidade aplicada à lógica de probabilidade. 3.2.1. O problema da distinção subjetiva de DV. Jau užsiminta (2.1), kad subjektinius DV skirti neįprasta, o Marchando nuomone ir logiškai neįmanoma". Além de sua obra em inglês, Marchand também escreveu sobre a conjugação de verbos em inglês (1969b) e sobre a conjugação de verbos em alemão e francês (1964, 1969a). Além disso, o termo é usado para se referir a um conjunto de palavras que podem ser interpretadas como verbos, tais como: 1964: 116, pg. 116. Parafraseando Clark: Está chovendo - Ele (o tempo) está fazendo a atividade que normalmente se esperaria [chuva para fazer] (Clark, Clark 1979: 780). Apesar dessa observação, Marchand ainda coloca os verbos falados em objektiniy®. Não existem palavras em inglês que tenham a função de sujeito vazio, portanto, a interpretação sintática subjetiva de alguns DVs não é bloqueada. Que nas paráfrases suas palavras de base não desempenham função predicativa, pode-se ver pelas transformações negativas, cf. (7 b) e (8 b): 7 (a) Ontem houve uma tempestade - Ontem foi uma TEMPESTADE (b) Ontem AURORA não foi "1 Os predicativos deste artigo na classificação de DV Kaliushchenko são chamados de atributivos, e os predicativos são considerados verbos motivados por nomes de ações, estados, etc. (ver 1994: 94tt., 2000: 54 páginas. ). O grupo DV do inglês subjetivo é definido por Kuricyna (1985: 70t.), mas ela usa esse termo para descrever apenas verbos intransitivos (to vagabond, to seal, to panic, etc.). 12 * A propósito, Clark também reconhece o papel semântico do objeto aqui: “existem alguns verbos de elemento, que são ainda outro tipo de verbo of objeto” Clark, Clark (tradução) 1979: 780).
Além disso, a palavra "lobo" não é usada em nenhuma das frases, e a palavra "lobo" não é usada em nenhuma das frases. (a) O lobo é um animal (b) O lobo não é um animal (herbívoro) (*O lobo não é um animal (herbívoro) (*O lobo não é um animal (herbívoro)) Como se pode ver, a parte nominal do sujeito não é representada por um substantivo em proposições negativas, portanto, em sentenças nominativas da semântica existencial, é razoável ver o sujeito sintático (e não o predicado). Além disso, a 147.ª Divisão de Infantaria (147.ª D.I.) foi criada em 1939. Além disso, o artigo 1º da Constituição da República Federal da Alemanha estabelece que: "O nome de uma pessoa é o nome de sua família, enquanto o nome de uma pessoa é o nome de sua profissão- ". Ao comentar o exemplo Nuo stogų TEŠKA, ant žemės KLANAI, o autor afirma que "as partes principais das frases que passam ao lado [...] teška, klanai [...] são homogêneas porque indicam vários fenômenos que ocorrem paralelamente" (Balkevičius 1963: 151, cf. 142). Além disso, a palavra "agora" é Vis dėlto žodį klanai laikant veiksniu, reiškinių lygiagretumas nebūtų kaip nors pažeiusada para indicar o futuro, p. ex. A partir dos telhados, os clãs se espalharam pela terra. A questão essencial aqui é a interpretação do verbo ser: as transformações negativas, no entanto, apoiam mais o significado da existência do que a função da conexão predicativa. O termo é usado para se referir a uma pessoa que, em algum momento da sua vida, se sentiu atraída por algo ou alguém, ou que, em algum momento da sua vida, se sentiu atraída por algo ou alguém. (em inglês) "The 100 Greatest People of All Time" (em inglês). É verdade que o padrão dessas frases, no entanto, é apresentado com uma conexão predicativa (Vis N.). Além disso, a língua portuguesa possui um dialeto próprio, o dialeto da língua portuguesa do Norte (ou dialeto do Norte-Oeste). Além disso, o termo pode ser usado para se referir a uma pessoa que não tem nenhuma conexão com o mundo físico, como por exemplo: "O que você está vendo aqui é uma caixa de papelão cheia de coisas que você não quer que sejam vistas". 1911: 19 = 1957: 453): Daqui já flui TUDO BOM; A DUPLA não está faltando; RAIVA pode ocorrer; Do velho nasce o jovem. No entanto, é comum descrever exemplos do tipo (9) com uma conexão predicativa, ver, por exemplo, Ambrazas, ed., 1997: 617 (Vf., „Adįj,,,,,/Adv.). Que argumentos podem ser apresentados para comparar essas sentenças com sentenças do tipo (7) interpretadas existencialmente? Não há nenhuma evidência de que a transformação negativa seja válida, pois as formas não nominais não são conjugadas. Em alguns casos, o adjetivo masculino singular é usado em vez do adjetivo masculino singular do gênero do ascendente (ver Paulauskienė 1994: 216t.), mas eles não estão relacionados com a negação, p. ex.: namuose buvo SALTA; em casa não estava frio; *não havia casas SALTO. Além disso, o termo pode ser usado para se referir a uma pessoa que não é um membro de uma organização, como em "aqueles que não são membros de uma organização" (Stewart, 1994). : Na floresta completamente TyLu; A floresta é completamente silenciosa. Além disso, o número 9 é usado para representar o número 7 (sétimo). Além disso, o significado do verbo estar ‘existir’ em ambos os tipos de frases é indicado pelo fato de que ele está diretamente relacionado com as circunstâncias do lugar (e do tempo), cf. a passagem do poema de Salomėja Nėris, citada várias vezes: Autumn PaAkyžiui. Molhado. A luz está acesa. O modelo de ordem das partes da frase não marcado
62 | JURGIS PAKERYS variável com circunstância no início: Ontem foi uma tempestade; A floresta estava em silêncio. Notavelmente, esta ordem corresponde a construções existenciais com um fator de quantidade indeterminada, por exemplo, No quintal havia crianças. Em alguns casos, os números 9 e 10 são usados para indicar a posição (ou a posição de um objeto). Além disso, o uso de palavras de origem estrangeira (especialmente em contextos estrangeiros) e o uso de palavras de origem portuguesa (especialmente em contextos portugueses) são proibidos. Além disso, o estudo de 1987 sugeriu que o espectro de ondas de rádio pode ser interpretado como um "espectro de ondas de rádio de alta frequência" (1987: 157). É verdade que a autora fala aqui do papel semântico do sujeito, não do sujeito sintático (verbo). 1994: 109-114, 2000: 63-67) descreve os verbos de fenômenos naturais como um grupo separado de "verbos de evento" (cobvimuiinvie 2naeonui, Ereignisverben) e em suas parafrases não vê o sujeito (verbo) (1994: 109, 28; 2000: 63, 24). 3.2.2. A semântica dos DV subjetivos. Jau minėta, kad šių DV parafrazėse pamatiniai žodžiai užima veiksnio (sintaksinio subjekto) poziciją, pavyzdžiui: 10 (a) šiandien darganoja —šiandien yra (egzistuoja) DARGANA (b) Jau dienoja —jau ima būti (randasi) DIENA (c) dabar anksti šviesėja —dabar anksti ima būti SVIESU /atsiranda ŠVIESA (d) vartai rūdija —ant vartų ima būti (randasi) RŪDŽIŲ Šių DV subjektų egzistavimas apibūdinamas arba esyviškai (10 a), arba inchoatyviškai (10 b, c, d). Além disso, os autores do estudo apontam para a existência de uma relação entre o uso de drogas e o risco de doenças cardiovasculares, que é descrito como "relacionado com o uso de drogas" (Stewart, 1988: 20). O conceito de emergência é um conceito que se refere a uma situação de emergência, como por exemplo, uma catástrofe natural, uma epidemia, um surto de doença (1918, 1919). É difícil estabelecer uma linha de demarcação clara entre o que é essencial e o que é incoativo. Por exemplo, as proposições na distância relâmpagos, o mar ondula pode ser parafraseado de duas maneiras: na distância é RElâmpagos: na distância começa a ser ZAIBU; O mar está cheio de ondas: o mar está cheio de ondas. Apesar de muitas vezes ser usado como um termo genérico, o termo é mais comumente usado para se referir a uma pessoa que tem uma doença mental ou um distúrbio de personalidade, como o transtorno de personalidade bipolar (ou transtorno de personalidade bipolar), ou um transtorno de personalidade obsessivo-compulsivo (ou transtorno de personalidade obsessivo-compulsivo). Se o sujeito usado nesta posição desempenha o papel de agente causador, tal verbo não é adequado para ser considerado um DV subjetivo, por exemplo: Mas quem sobe muito alto nas nuvens negras, muitas vezes PERKŪNS ordena aos Zaibiiodams voltar (LKZ_. 73; sublinhado por mim — J. P.). Ao contrário, o que se espera é que o olho se mova, se mova, se mova, se mova, se mova, se mova, se mover, se mover, se mover, se mover, se mover, se mover". Além disso, a língua tem um dialeto, que não é considerado como uma língua separada, mas como uma variante da língua estoniana. (em 1965, 1966, 1970, 1971, 1972, 1973, 1975, 1976, 1977, 1978). Observações. Se não houver nenhuma dessas condições, não há necessidade de classificar o objeto como um objeto de referência. 5 Quanto à possibilidade de as palavras de referência desempenharem uma função subjectiva, v. também 1994: 39º, 2000: 21º.
A semântica dos verbos nominativos | 63 Os verbos subjetivos incoativos são caracterizados pela semântica objektiniais rezultatiniais DV (žr. 3.3.1). Objektiniai rezultatiniai DV skiriasi tuo, do resultado e são comparáveis com as proposições que indicam a força causadora do resultado verbalizado (ativo-redutivo). No entanto, a maioria dos algoritmos de algoritmos não são conhecidos e, portanto, são frequentemente inúteis. Se a posição do sujeito na estrutura argumentativa de tal DV é aberta, na paráfrase ela corresponde à posição da semântica localizativa ou beneficiente (direcionada, do beneficiário da ação) (o lugar do sujeito na paráfrase é ocupado pela palavra de base), por exemplo: CAMPOS autumnenėja — CAMPOS começa a ser outono; O PORTÃO enferruja — começa a haver ferrugem no PORTÃO; A janela começa a se encher de orvalho. PETRAS prakaičia ~ PETRAS começa a suar. É verdade que alguns casos são discutíveis — por exemplo, no último exemplo, interpretando Pedro como a causa do suor, o causador (cf. Pedro separa PRAKAITĄ), o verbo prakaituoti pode ser proposto para os verbos resultantes objetivos (3.3.1). No entanto, Pedro não é aqui o causador direto do suor, a sua atividade em relação ao suor não é consciente, proposital e controlada, pelo que a interpretação causativa é duvidosa (ver outros resultados não controlados: o rosto sarda(-se) — no rosto aparecem SARDAS; A ferida sangra — na ferida surge SANGUE, o sol BRILHA ~ do sol surgeM RAIOS)'. Por razões semelhantes, o grupo mo’: ériuotis, poršioti, kalvėti e assim por diante. "Acredito que o que está acontecendo é um sinal de que a situação está se deteriorando". Além subjektiniams inchoatyviniams DV galima priskirti ir nedidelę “palikuonių atsiradidisso, a posição de um objeto tautológico pode ser aberta por um verbo não-regressivo semelhante a vaikuoti: Não tenhas filhos até que você tenha xz. 904). Os verbos aqui discutidos são frequentemente descritos pelos pesquisadores com base no conceito lógico-semântico do objeto. As decisões sobre a verba meteorologica já foram mencionadas anteriormente, portanto, as propostas em análise são sobre exemplos como o rosto escorrega, Pedro transpira, a vaca dá à luz. Marchand discute-os na subseção de objetos resultantes, onde há grupos menores de separação (o que), sobreposição (o que), condução de filhotes e outros (1964: 116; 1969b: 370). O artigo de Clark apresenta os resultados espontâneos e causados no grupo geral de objetivos (incluindo os DVs predicativos, ver Clark, Clark 1979: 774t.). O objetivo do jogo é capturar a mente do inimigo e obter resultados inesperados e surpreendentes. enraizar (: raiz), brotar (: broto); Mentira. «O que é o domínio público» (PDF) (16 de março de 1987). Além disso, a OMS recomenda que as pessoas com diabetes tipo 2 evitem o consumo de alimentos ricos em açúcar, açúcar refinado, açúcar refinado e açúcar refinado (2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025, 2026, 2027, 2028, 2029, 2030, 2031, 2032, 2033, 2034, 2035, 2036, 2037, 2038, 2039, 2040, 2041, 2042, 2043, 2044, 2045, 2046, 2047, 2048, 2049, 2050, 2051). Entre os objetos que aparecem e seus locais de encontro, os contatos podem estabelecer uma relação possessiva. Além disso, o algoritmo é usado para calcular a probabilidade de um dado conjunto de eventos, tais como a ocorrência de um evento aleatório, um evento aleatório aleatório, etc. (2005, pp. 25). Além disso, o sistema de classificação não é baseado em um sistema de classificação, mas sim em um sistema de classificação baseado em algoritmos (3.3.2). «O que é (não) controle de ações?». 1991: 60t., 163t. "7 Propostas existentes para perceber o sujeito DV aqui e como um ator ativo, causador, e não benéfico (Solecka, Terminska) 1980: 23).
1994 - 1995 - 1996 - 1997 - 1998 - 1999 - 2000 - 2001 - 2002 - 2003 - 2004 - 2005 - 2006 - 2007 - 2008 - 2009 - 2010 - 2011 - 2012 - 2013 - 2014 - 2015 - 2016 - 2017 - 2018 - 2019 - 2020 - 2021 - 2022 - 2023 - 2024 - 2025 - 2026 - 2027 - 2028 - 2029 - 2030 - 2031 - 2032 - 2033 - 2034 - 2035 - 2036 - 2037 - 2038 - 2039 - 2040 - 2041 - 2042 - 2043 - 2044 - 2045 - 2046 - 2047 - 2048 - 2049 - 2050 - 2051 - 2052 - 2053 - 2054 - 2055 - 2056 - 2057 - 2058 - 2059 - 2059 Além disso, o autor também dá exemplos de verbos lituanos (considerados subjetivos neste artigo) para ilustrar os incoativos quase-possessivos DV: lapoti "tomar, ter folhas, adquirir uma folha", herolėti "herba apaugti", e também inclui alguns verbos de fenômenos naturais, como o alemão. se bewöken ‘debesuotis’. Além disso, o autor descreve os subgrupos de caça, coleta, caminhada e obtenção de alimentos (1994: 83-86, 88; 2000: 47-50). O último subconjunto ('ir para o que (obter)') o autor considera próximo dos possessivos locativos. Além disso, o sistema de classificação de 2014 incluiu 24 espécies de aves e 24 espécies de répteis (2014). A função fs é usada para descrever a conexão do objeto de referência da palavra-- base com o todo, por exemplo: le. plombowacz “selar” (PLOMBA torna-se parte do dente), szezotkowacz “limpar, pentear (com uma escova)” (escova, pente — le. SZCZOTKA — ao tocar o cabelo ou outros objetos torna-se parte deles); le. policzkowacz “bater no rosto, dividir as sobrancelhas” (em certo momento uma parte do corpo do ator toca o rosto, a bochecha do ator — le POLICZEK, por um momento faz parte dele, cf. português: bocejar, ver 3.4.1) (Karolak, ed., 1980: 53tt., 65tt., 89tt.). A função da verdadeira possessividade 7,,,"é proposta para aplicação a tais DV como visitar, invernar, dinar ("permanecer em algum lugar durante o dia"), interpretando a presença em algum lugar como uma certa pertença a alguém (Solecka, Terminska 1980: 25). A classificação de uma língua como uma língua minoritária não é comum. Ao contrário do que muitos pensam, o termo "estado" não se refere a um estado físico, mas a um estado mental, ou seja, a um estado de espírito, ou seja, a um estado de espírito que se manifesta através de um estado de espírito. (p. 270). Além disso, o termo é usado para se referir a um grupo de pessoas que se encontram em uma situação de conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito, conflito. 3.3.4. Instrumentos de Dvorak. Em suas paráfrases, as palavras- -chave indicam as ferramentas com as quais se realizam certas ações, por exemplo: 20 (a) Carpinteiro aplaina a tábua — O Carpinteiro OBLIUMI aplaina a tábua, usa a tábua OBLIŲ para processar a tábua OBLIŲ (b) Jonukas gražiai skambina — O Jonukas toca bem o violino SVIIKU (c) Atletas spaguojasi — Os atletas se abraçam (um ao outro) ŠPAGOMIS (d) Ona šukuojasi — Ela (a si mesma) se abraça com SUKOMIS (e) Bronė daug liežuvauja ~ Bronė daug dirba LIEZUVIU (f) Petras gerai vairuoja ~ Petras gerai vairuoja | naudojasi VALIU (g) Vaikai slidinėja — As crianças esquiam — As crianças usam SKIDAS Os DV instrumentais pregam o uso de ferramentas de forma essencial, mas também há curativos ocasionais, por exemplo: violiodinti, (su-)plaukuoti (LKZ, 204, „„, 335)**. - O quê? * XV **—Na verdade, o exemplo dado em sušiodėti nizde é um pouco confuso: Pati vilną nesukao[- ja], marti susukiiodina. Ao contrário do que se pensa, a posição do sujeito não é determinada pela posição do predicado, mas sim pela posição do sujeito (o sujeito é o objeto, o objeto é o sujeito, o sujeito é o predicado).
O 71 Tina, ou se eles podem ser diretamente relacionados com os substantivos de base, a relação aqui é intermediária: violoncelar: violoncelar: violão. Em relação aos PD instrumentais, o conceito de ferramenta não deve ser limitado a substantivos específicos, aqui incluem-se também meios de ação mais abstratos, por exemplo: raciocinar, pensar — usar a MENTE, a CABEÇA. O vínculo intermediário com tarp posesinių kauzatyvų ir instrumentinių DV sudaro atvejai, nusakantys veiklą tam substâncias reais (por exemplo: resinar, clorar, salgar), que podem ser interpretadas como meios, por exemplo: Nós envenenamos baratas — Nós exibimos baratas com VENOS. Entre esses casos, tem-se tentado traçar uma linha mais clara, por exemplo, observando que os verbos instrumentais em inglês são incompatíveis com os prefixos privativos deir dis-(Clark, Clark 1979: 779, com base em Marchand 1969b: 134t.), cf.: unbutton ‘desatar’ (verbo instrumental inverso): debutton ‘fazer sem botões, rasgar os botões’ (verbo privado). É muito difícil limitar os casos em questão. Além disso, a utilização de um instrumento em relação a um determinado objeto implica um contato espacial entre o instrumento e o objeto em questão, cf. Solecko, Terminska (1980: 24t.). Portanto, alguns casos podem ser interpretados de forma dupla, especialmente se a palavra-base é uma substância que é indissociável do objeto durante a ação: cimentar os alicerces — colocar CEMENTO nos alicerces (fazer com que os alicerces tenham CEMENTO) ou agir sobre os alicerces com CIMENTO (por exemplo, envenenar baratas — fazer com que as baratas tenham VENOM | que as baratas tenham VENOM em si | agir sobre as baratas com VENOM). A categoria instrumental de DV é distinguida por todos os pesquisadores, embora nem todos incluam nela materiais de ação DV (tipo de colagem, cimentação). Atualmente, a companhia opera em 114 países (1963-2013) e possui 113.000 funcionários em todo o mundo. (em inglês) Agência Espacial Europeia. O estudo de Clark, como já mencionado, analisou separadamente as semelhanças e diferenças entre os DVs instrumentais e coral. Os autores não estão dispostos a reconhecer como instrumentos os objetos que se tornam parte integrante dos resultados da ação (1979: 778), mas, no entanto, em sua lista de DV instrumentais estão glue, cement, etc. Além disso, a OMS recomenda que o uso de antibióticos seja limitado a casos de infecção aguda (1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025, 2026, 2027, 2028, 2029, 2030, 2031, 2032, 2033, 2034, 2035, 2036, 2037, 2038, 2039, 2040, 2041, 2042, 2043, 2044, 2045, 2046, 2047, 2048, 2049, 2050, 2051, 2052, 2053, 2054, 2055, 2056, 2057, 2058, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059, 2059). Além disso, o termo é usado para se referir a um tipo de armadilha, como a armadilha de ferro (1983, pp. 157). Além disso, o número de pessoas que trabalham na indústria, no comércio e na construção civil é de 100 milhões de pessoas, o que faz com que o país seja classificado como um dos países mais pobres do mundo, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU) em 2010. 269; Ambrazas, red., 1997: 388, 390; plg. : Ulvydas, red., 1971: 248, 253t., 262, 265; 1994: 26º lugar. ). 3.4. VD circunstanciais Em suas paráfrases, as palavras- -chave desempenham funções de circunstâncias e são representadas por construções verbais ou preposicionais. Estes VDs descrevem o espaço (21a) ou o tempo (21b) da ação, por exemplo: 21 (a) Turistas estão acampando em um lago — Turistas estão (vivem) EM ACAMPAMENTO em um lago
72 | JURGIS PAKERYS (b) Os gaviões passam o inverno na África — Os gaviões passam o INVERNO na África Os papéis semânticos do espaço e do tempo podem ser combinados em um único papel — o papel do espaço-tempo, porque o tempo é referido como um lugar específico na dimensão do tempo. Entre alguns dos DV discutidos anteriormente, podemos encontrar aqueles que descrevem o modo de ação e podem ser parafraseados usando advérbios ou sílabas semanticamente próximas. Ao contrário do que se pensa, a ação de Pedro não é uma ação de Deus, mas sim uma ação de um homem: Pedro é um homem de Deus, mas não é um homem de Deus; Pedro é um homem de Deus, mas não é um homem de Deus; Pedro é um homem de Deus, mas não é um homem de Deus; Pedro é um homem de Deus, mas não é um homem de Deus; Pedro é um homem de Deus, mas não é um homem de Deus; Pedro é um homem de Deus, mas não é um homem de Deus; Pedro é um homem de Deus, mas não é um homem de Deus; Pedro é um homem de Deus, mas não é um homem de Deus, mas é um homem de Deus. 3.4.1. 2ª edição. Em suas paráfrases, as palavras- -chave geralmente indicam os lugares onde estão (23 a) ou onde se supõe que estão (23 b, c), por exemplo: 23 (a) Ela está no pátio do tio — Ela está no PÁTIO do tio (de visita) (b) Os construtores armazenam materiais — Os construtores colocam os materiais no ARMAZÉM (s) (c) Os socorristas removem obstáculos — Os socorristas colocam os obstáculos na ILHA, colocando-os para longe Esyvinės predikacijos atvejai reti, plg. dar aikštėti —būti AIKŠTĖJE, namuoti —būti NAMIE, NAMUOSE (LKŽ,, 36, mf 537; Ulvydas, red., 1971: 248, 258)*, minėtinas ir sinchroniškai nebeskaidus medžioti ~ būti MEDYJE ‘miske’. Além disso, a aproximação de um objeto próximo é muito mais fácil do que a aproximação de um objeto distante (a aproximação de objetos próximos é muito mais fácil do que a aproximação de objetos distantes). À semântica direcional, ou aos casos diretivos do ponto final (23 b, c) pertencem também os verbos raros de bater em um determinado lugar do corpo, por exemplo: snukiuoti ~ atuar (com o punho) em direção ao SNUCO, ausiuoti — veikti (kumštį, delną) AUSIES link, mušti į/per AusįĮ. Sie DV (žr. daugiau pavyzbater no SNUCO; 1974: O termo "causativo" é usado para descrever o fato de que o sujeito não se move em uma direção específica, mas sim o objeto que ele controla (por exemplo, o punho). Ocorrem espaços DV, cujas palavras- -base desempenham em paráfrases o papel semântico de caminho, por exemplo, gruodenti — mover-se pelo GRÃO, passar pelo GRÃO. Além disso, os jogadores devem ser capazes de se mover em qualquer direção, seja para a esquerda ou para a direita, e devem ser capazes de se mover em qualquer direção, incluindo a direção da bola, a direção do campo, a direção da linha de fundo e a direção da linha de fundo. Kadangi prielinksnis skersai žymi ir vietą, galimas kauzatyvinis vedinys: skersinti —daryti, kad kas būtų SKERSAI (ko), “skersai ką daryti (dėti, krauti)’ DŽ* 701. O conceito de espaço-tempo varia relativamente pouco na literatura. Além disso, o termo "estado" pode ser usado para descrever o estado de uma coisa, como "estar em um estado" ou "estar em um estado de espírito" (cf. "estado de espírito", "estado de espírito", "estado de espírito", "estado de espírito", "estado de espírito", "estado de espírito"). 1(2)
O nome do município é derivado do nome de um dos primeiros colonos, o indonésio (1564). O termo é usado para se referir a um conjunto de propriedades e propriedades relacionadas, como a propriedade de Schrodinger. O tipo de VL de luxo pode ser interpretado de duas maneiras: como possessivo negativo (fazer com que não tenha LUXO) e como locativo negativo (‘fazer com que não seja LUXO’). Além disso, o estudo de Clarks mostra que exemplos semelhantes estão em diferentes lugares: shell the peanuts 'esconder os amendoins' em locatum (subgrupo 'not-on'), shell the peas 'esconder as ervilhas' em location (subgrupo 'not-in') (1979: 770, 773), cf. ainda lie. iSprotéti “tomar para não ter (perder) a razão’: (metaforicamente) “sair da razão’ (positivo negativo: locativo negativo). Além disso, pode-se dizer que a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se, ou seja, a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se, ou seja, a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se, ou seja, a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se, ou seja, a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se, ou seja, a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se, ou seja, a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se, ou seja, a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se, ou seja, a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se, ou seja, a ação de sentar-se é uma ação de sentar-se. Além disso, a expressão pode ser traduzida como "ser abençoado" ou "ser abençoado por Deus". A interpretação do verbo viajar também pode ser dupla: estar NO CAMINHO (lugar) e usar O CAMINHO (meio, instrumento). Apesar de não ser uma espécie comum, a espécie é frequentemente encontrada em áreas de floresta tropical (Ross, 1971). O Wikcionário tem o verbete Genio. (1987, 1990, 1991, 1992, 1993, 1994) Apesar de não ser uma tradução literal, o texto é uma tradução literal. 3.4.2. 2ª ed.. Em paráfrases destes Védas, as palavras-- chave indicam conceitos de tempo e desempenham o papel semântico do temporal, por exemplo: 24 (a) Verão no campo — no VERÃO estar no campo (b) Noite no lago — no OESTE estar no lago Os DVs orais não indicam apenas o tempo de ação, mas também implicam a atividade típica do tempo, por exemplo: verão — descanso, férias, noite — descanso, diversão ou trabalho em casa. Além disso, os verbos adverbiais da semântica do tempo podem ser medidos por advérbios substantivos que indicam um ponto de tempo relativo (estes derivados não são considerados denominativos): 25 (a) O trem está atrasado — O trem está no ponto de tempo (acima) ATRASADO (isto é, atrasado em relação ao ponto de tempo de referência) (b) Por que é tão arriscado semear ervilhas? 1450 - 1455) foi um bispo de Tours durante a Idade Média. Alguns desses verbos podem ter não só as variantes essenciais, mas também as causativas, por exemplo: ankstinti, vėlinti — fazer com que seja ANKSTI (mais cedo), VALAI (mais tarde). Os adjetivos podem ser classificados em adjetivos nominais, adjetivos predicativos e adjetivos adverbiais. O número de membros do grupo é incerto, e nem todos os membros são conhecidos. Além disso, o termo é usado para se referir a uma viagem de lua de mel, ou seja, uma viagem de fim de semana. Marchando são considerados resultados objetivos, porque eles indicam a ação-
74 | JORGIS PAKERYS la como um resultado específico**. O estudo de Clark apresenta os mesmos DVs em um grupo separado de duração (Clark, Clark 1979: 773). 1995-1996: 10º lugar na 1ª Divisão 1996-1997: 10º lugar na 1ª Divisão 1997-1998: 10º lugar na 1ª Divisão 1998-1999: 10º lugar na 1ª Divisão 1999-2000: 10º lugar na 1ª Divisão 2000-2001: 10º lugar na 1ª Divisão 2001-2002: 10º lugar na 1ª Divisão 2002-2003: 10º lugar na 1ª Divisão 2003-2004: 10º lugar na 1ª Divisão 2004-2005: 10º lugar na 1ª Divisão 2005-2006: 10º lugar na 1ª Divisão 2006-2007: 10º lugar na 1ª Divisão Em um deles, ele é apresentado como um mentiroso. Dienoti com o significado de "fazer-- se quente" (1994: 107, 2000: 62) também pode ser interpretado como incoativo. Apesar de não haver uma definição oficial de "estado- ", o termo é usado para se referir a um estado ou região do mundo (Gilmore, 1994: 247-248). A temporada de 1972-1973 foi a 36ª temporada do Campeonato Brasileiro de Futebol (Campeonato Brasileiro Série A) (1972-1973- ). Além disso, o termo "espírito" pode ser usado para se referir a um ser vivo, como o homem, ou a um objeto, como a água, o ar, a terra, etc. 1976: 269; 1997: 394; 2001: 395. 4. CONCLUSÕES 1. Ao classificar os verbos nominativos da língua lituana, é conveniente aplicar os critérios de predicação tripla e sintático-semânticos (ver tabela 2). QUADRO 2 LIETUVIŲ KALBOS DENOMINATYVINIŲ VEIKSMAŽODŽIŲ SINTAKSINĖ-SEMANTINĖ KLASIFIKACIJA ATSIŽVELGIANT Į PREDIKACIJOS TIPUS (PZ -PAMATINIS ŽODIS) SintaksinéssPredikacijos tipas Esyvas Inchoatyvas Kauzatyvas emantinés PZ ypatybés Predikatyvas kvailioti: kvailys kvailėti: kvailys kvailinti: kvailys baltuoti: baltas baltėti: baltas baltinti: baltas Sujeito Processante tempestuoso: tempestade Resultado diurno: dia Objeto Resultado brincalhão: brincadeira Conteúdo famintos: fome Envergonhar: vergonha Possuir poder: poder enriquecer: riqueza Armar: arma Instrumento para pescar: vara de pescar *% P. ex. sobre o fim de semana: "das Wochenende wird durch die Handlung als etwas Lebendiges sozusagen erst erzeugt, wird in der Handlung erst existent" (Marchand 1964: 117).
A SEMANTICIDADE DOS VERBOS DENOMINATIVOS | 75 QUADRO 2 Predikacijos tipas Esyvas Inchoatyvas Kauzatyvas Circunstância Espaço para acampar: acampamento Armazenamento: armazém Tempo para invernar: inverno 2. O sistema tripartido de predicação consiste na predicação essencial básica (o sinal é possuído), da qual se deriva a incoativa (o sinal é adquirido), e da última, a causativa (o sinal é concedido). Os verbos nominativos predicam os sinais ou seus complexos através de seus substantivos de base. 3. As características sintático-semânticas são determinadas tendo em conta as funções da palavra de base em paráfrases verbais. 4. O nível mais abstrato de funções sintáticas na classificação de verbos denominativos consiste em funções de predicados, sujeitos, objetos e circunstâncias. 5. Os verbos nominativos subjetivos têm subtipos semânticos de processantes e resultados. 6. Os verbos nominativos objetivos têm quatro subtipos semânticos expressos por objetos diretos e indiretos: resultados, conteúdos, dependências e instrumentos. 7. Os verbos nominativos circunstanciais têm dois subtipos: espaço e tempo. Dicionário da Língua Portuguesa (Dicionário da Língua Portuguesa, 2ª ed., 2000), Instituto de Estudos e Pesquisas Linguísticas, 2000. 1999. pp. 111-112. (em inglês) «The 1941–1945 War of Independence» (PDF) (em inglês) Crawford, J. W., et al. (1999). 1997 - "A História da Língua Portuguesa", Lisboa: Editora da Academia das Ciências e das Letras de Portugal. 1963 - A língua portuguesa no Brasil contemporâneo: um estudo sobre a língua e a literatura portuguesas contemporâneas. 1975 - "O Brasil em 1975": uma reflexão sobre o discurso político brasileiro. São Paulo: 167-171. CLARK, E. V. 1978: Localizações: construções existenciais, locativas e possessivas. Greenberg, J. H., ed., Universals of Human Language 4: Syntax, Stanford, Califórnia: Stanford University Press, 85-126. CLARK, E. V,, CLARK, H. H. 1979: Quando os substantivos suface como verbos. Língua 55 (4), 767-811. FREEZE, R. 1992: Existenciais e outros locativos. Língua 68 (3), 553-595. GENIUSIENE, E.[GENJUSENE, Ē.] 1983: Pecdhūaekcuenbie 21a2zonbi 6 Garmuiickux A3bIKAX U munono2us pedhAeKcueo6, BuibHIOC: BHIbHIOCCKHH YHUBEPCHUTET. GENIUŠIENĖ, E. 1987: The Typology of Reflexives, Berlim, Nova Iorque, Amsterdã: Mouton de Gruyter.
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DENOMINATYVINIŲ VEIKSMAŽODŽIŲ SEMANTIKA | 77 ULUCHANOV, I. S. 1977: C106006pasoeamenonas cemanmuxa 6 pycckom s3biKe, Mocksa: Hayka. 1971 - Gramática da Língua Portuguesa 2: Morfologia (Verbo, Advérbio, Particula, Preposição, Conjunção, Sentimento, Expressão). Pensamento. 1976 - 1977 - 1978 - 1979 - 1980 - 1981 - 1982 - 1983 - 1984 - 1985 - 1986 - 1987 - 1988 - 1989 - 1990 - 1991 - 1992 - 1993 - 1994 - 1995 - 1996 - 1997 - 1998 - 1999 - 2000 - 2001 - 2002 - 2003 - 2004 - 2005 - 2006 - 2007 - 2008 - 2009 - 2010 - 2011 - 2012 - 2013 - 2014 - 2015 Jorge Paquete Recebido 2004 03 17 Departamento de Estudos Bálticos e Linguística Geral Vilniaus universitetas Rua da Escola, 5,
