scieee Open visual document viewer

Žmogaus tapatybės konceptas pagal „tapatus, -i“ ir jo vedinius dabartinės lietuvių kalbos publicistikoje

Loreta Vaičiulytė-Semėnienė

Full text

S aipsniai / A icles 105 LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ Lie u ių kalbos ins i u as As di eções de pesquisas acadêmicas: mo osin aksė, ipologia, alen ingumas, semân ica. HOMGAUS TAPATYBS KONCEPTAS PAGAL TAPATUS, -I IR JO VEDINIUS DABARTINS LIETUVI TALBOS PÚBLICISTICALE Concep o Human Iden i y on he Basis o apa us, -i and I s De i a i es in Con empo a y Li huanian Opinion Jou nalism ANO AcI jA Šio s aipsnio objek as – žmogaus apa ybė būd a džio apa us, -i, jo eiksmažodinių i daik a a dinių edinių pag indu. A abo dagem es u u al pa a o signi icado aqui é combinada com kogni y inio. Com base na Daba inės lie u ių kalbos eks yno ( oliau DLKT) publicis ikos ma e ial, ala-se sob e o que é o concei o de iden idade humano. A pesquisa mos ou que, de aco do com os discussí eis pala as alen inos ak an us e p edika us, cujos ak an ais eles mesmos ão, a iden idade do homem é peculia o alidade de pessoa, desde o nascimen o sen iciama, pe cebama e (ou) c ia-se de aco do dualidade: como ín imo elacionamen o humano en e si com pa icula es p igim ine esp. nep igim ine, die iškąja esp. zemiškosiami iden idades. Em elação ao empo a iden idade p igim ina é cons o ότερη do que nep igim ina. Va iamum elacionado com aiška ski ingmi são apa us esp. apa in i(s) o mas. ESMINIAI VOODŽIAI: būd a dis apa us, -i, edinys, koncep as, s uk ū inė seman ika. NO AN A IO N The a icle cen es on human iden i y based on he adjec i e apa us, -i, i s e bal and nominal de i a i es. I combines he s uc u al app oach owa ds meaning wi h he cogni i e one. By e e indo o he da a o opinion jou nalism kep in he Co pus o Con empo a y Li huanian Language (CCLL), he a icle elabo a es on he concep o human iden i y. The pequeno g upo LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 106 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX pe son which is sensed, pe cei ed and/o c ea ed on he s udy e ealed ha based on he alency ac an s o he wo ds unde discussion and he p edica es whose ac an s hey hemsel es a e, human iden i y is a peculia en i e y o he basis o duali y igh om bi h: as he pe sons close ela ionship wi h he pa ial inhe en o non-inhe en , hea enly o ea hly iden i y. F om a empo al pe spec i e, inhe en iden i y is mo e s able han non-inhe en . Va iabili y is associa ed wi h exp ession by di e en o ms o são apa us and apa in i(s). KEYWORDS: adjec i e apa us, de i a i e, concep , s uc u al seman ics. 1. ĮVADAS. TEORINĖS NUOSTATOS Pas a ąjį dešim me į madinga kalbė i apie apa ybę. Ši ema y inė a is o- ioso iniu, sociologiniu, iloso iniu, socialiniu, kul ū iniu i ki ais aspek ais ne- de au o es li uanos, que odos aqui suminė i se ia keblu e inalmen e não há ikslo (in e alia Mo kūnienė, sud., 2012; Ma ony ė, Mo ke ičius 2013; Ruba ičius 2014; G igas 2016 e gausiai lá ci ada li e a u a). Nos úl imos anos iden idade sulaukė e kalbininkų a enção: ela é analisada socioling is iniu (Ramonienė, ed., 2016), e noling is iniu (Ru ko ska, Sme ona, Sme onienė 2017) aspec os. Romualdas G igas diz que sa e [...] eu posso conhece , pe cebe só comunicando com seus a imaisiais, colegasamžiais, colabo iais, em ge al com me supančiu mundou. [...] Assim es i e com a nação. [...] Ela nasce, o ma-se, a ianza-se, deg ada-se e desapa ece só em elação com ki u (G igas 2016: 18). Ou, como em 2005 m. ou ub o mês esc e eu no online be na dinai.l página1, apa ybę dê não só isso, como pe cebes a si mesmo, po ém e isso, como e pe cebem ou os. Tapa idade é mul idiab iaunê e complexa. Kažkas é su o mulou-se, que emos á ios es a os de iden idade […] somos a si cebūnai. Išnag inėję aš uonių e ybių pa adinimų seman iką emdamiesi kogni y- inės e noling is ikos p incipais, K is ina Ru ko ska, Ma ius Sme ona i I e- na Sme onienė (2017) pe mi e conhece se com a iden idade li u io. Os au o es da monog a ia, de aco do com Je zio Ba miskio e sua equipe esg inhada me odologia do mundo do ídeo linguís ico (p. 2935) analisa am os concei os UGNIS, VANDUO, NAMAI, šEIMA, DARBAS, EUROpA, LAISVė e GARBė, chega am à conclusão de que a de ecção e isolamen o da s e as de concei o com es u u a hie á quica con ibuem jun amen e como pe cepção de si p óp io e do g upo 260 (py na). Pa eceu, que suas abe as kin anças lie u iškos e dades 1 Ci uada de aco do Daba inės lie u ių kalbos eks yne o necida ma e ial publicis ikos. A igos A icle 107 imonês alo inho, linguagem b anginho, paixão pai ynei aiška (p. 259). / Lo e a Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje labai susijusios su e niškumu, senąja bal iška kul ū a, „o ai sie ina su aukš u sa- Vilkienė, iden idade a ada como pe manen es indi ido sa i okos paquis kas e sa ikū os p ocessos (Ramonienė, ed., 135, ainda plg. lá ci ojama li e a u a), a a a s e u mo ado es li uanos, pessoas de o igem li uanas e emig an és e ninas, lingubinas e cul u aisas ques ões de iden idade, liaisões da língua li uanas e emig an és de iden idade, acla ase, qual o papel da língua li uanas na pe cepção de sua e ninidade (p. 117185 2016: Au o ė a i ma que alba aos li uanianos é signi ica i o indiciclo e ninês de iden idade (p. 118, ainda e p. 128129, 132, 152) e, ciją. Po ou o lado, e ninė apa ybė lanksčiausiai e melho e ela-se po kalbą, glūdinčią apa ybės cen e (Buchol z, Hall 2006: 369), e discu iamieji iš Ki a puses, necessi a econhece e o que, i o a isão, que lie u iu pode se e igno an ando lie u ių kalbos kaip ašo Simas Ka aliūnas (1997: 163), a lieka apa inamąją- ienijamąją unk- (p. 132). Ou o elacionamen o, segundo L. Vilkienės, é com a man ido mais emocional, e não e i ó io (p. 132). Kul ū inė s e u esiden es li uanos, de pessoas de o igem li uanas e emig an ų apa ybė esmės su lie u ių kalba aki aizdžiai apa inasi (Ramonienė, ed., 2015: 152). umokiu ou a ou a ex ensão esan i hib idiška, mas nela s ip i lie u iškumo pa e; p eziado Li u iško cul u al peculia idade língua, his ó ia, símbolos e e c. (p. 184). Nes e a igo em iden idade humana ie a – Lie u a, ku i e ninei emig an o apa ybei y a „nelabai s a bi“ (p. 125), iksliau sakan , „ yks a e ninės apa ybės „iš ie inimo“ p ocesas, nes su Lie u- olha-se a pa i de posições es u u á ias semân icas, mais p ecisamen e, es u u acional abo dagem à signi icação combina-se com cogni y inio. Dessa pe spec i a a iden idade humana, quan o conhecido, não oi discu ida. Laikomasi opiniões que s uk ū inė eikšmė y a eksplikuo a kogni y inė eikšmė (Jakai ienė 1988: 58; plg.: Jakai ienė 2010: 56; Guda ičius 2011: 117). Aqui analisam-se pala as in e - elações e ê-se, que in o mação po elas exp essiam, i. e. qual ou como é e balizá el o concei o de iden idade humana como consciência dos consumido es de linguagem glūdin i in an i in o mação concei ual, pensamen o con eúdo, es a égia (plg. Jakai ienė 1988: 4243, 5794; 2010: 1718, 4546, 50). Seu undamen o pode ala sob e o chamado mundialê aizdį2 da linguagem como en endimen o do con eúdo cap ado nos elemen os da linguagem, uma ce a in e p e ação da ealidade na linguagem (plačiau e Guda ičius 2007: 10; 2009: 1117, Ru ko ska, Sme ona, Sme onienė 2017: 2022, 29 e lá ci ada li e a u a)3. 3 E noling is ine concei o do concei o baseia-se e, po exemplo, Ju ijaus S epano o (Степанов 1997), Valen inos Maslo os (Маслова 2001), S e lanos Te -Minaso os (Тер-Минасова 2000), Algi do Ruškio (2011), Reginos K ašy ės e Sil ijas Papau ėly ės (2013), Sil ijas Papau ė Ju ės (2013), Nedogai is (2015) nos abalhos ( e ambém a li e a u a ci ada en. 2 Plg. Ru ko skos, Sme onos, Sme onienės (2017: 22) a ojamą e miną pasaulio aizdas kalboje. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 108 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX O obje o des e es udo ecip okinio apa us, -i e seu eiksmažodinių ( apa in i, apa in is, susi apa in i, su apa in i) e daik a a dinių ( apa ybė, apa umas) edinių o mas di e en es, pelo menos quando um deles ak an ų eksplikuojamas ou implicikuojamas como homem ou g upo de pessoas, например. : Rei apa us ao es ado DLKT; Homem começa a se (plg. homem) iden i ica com comunidade DLKT; Se ialai em e ei o e apêu ico e e le e a iden idade da nação, mais p ecisamen e, isso, com quem ela mesma se é p opensa iden i ican i DLKT. Obje las baseado apa us, -i e seu edinių publicis ikos sakinyje4 análise de ini o concei o de iden idade humano5 como pasaulės uk ū ą, ac ualizuojama (da osi aizdžio žmogaus sąmonėje dalį, am ik ą su okimo būdą. Keliamas klausimas, kaip a osenoje6 pe ap a iamus žodžius i jų alen inius ak an us, . y. o malią isoma) men alinė es u u a iden idade humano como pa e do concei o de iden idade. Išsikel i okie užda iniai: nep e enduojan į išsamią li e a ū os apž algą, mi- nė i, kas būdingiausia publicis ikai (ž . 2 sky ių), kaip būd a dis apa us, -i i seus ediniai de inem-se em dicioná ios, desc e em-se em g ama ikas (ž . 3 išanalizuo i ap a iamus žodžius minimaliuose publicis ikos agmen uose, . y. capí ulos), em sakinyje, e análise é base pa a de e mina , como se espalha a imagem da iden idade humana a ual da língua li uânica consumido es consciência exis en e um concei o (ž . 5 capí ulos). A iden idade do homem de ine-se induci elmen e. O pon o de saída eó ico é conside ado a abo dagem dos ep esen an es da linguís ica es u u al de uma linguagem como um sis ema de elemen os signi ica i os es u u ado glúdinha na cabeça de pessoas alan es da língua, onde aqueles elemen os desc e em a a és de suas elações mú uas, i. i. impo an e não des i i x e y en ai, mas a elação en e eles (in e alia Hjelmsle 1995: 36; G eimas 2005: 517, 50; Vykypl 2005: 1144)8. Analizei imama conc e i (ishe) aiška linguagem a osenoje ases minimaliame (kon) ex o. Po exemplo, sakinyje Ka alius apa us ao es ado signi icminiai elemen os 4 Plg. E aldos Jakai ienės (2010: 32 ) a ojamą p edika emos e miną. 5 Sob e os e mos signi icado, concep oca, concei o e semnia con ênio e suas mú ua išius mais ičius 2007: 14–23, 2011; plg. Jakai ienė 2010: 46–48. 6 Plg.: „Žmogaus egzis encija y a apa i jo unkcijai kokiame no s sakinyje. Šis a ian as susilieja plačiau e . Gudasu oda mode nnybe e pos mode nybe, onde uni e sa é apa i aos discu sos que a desc e em. Tais apon amen os são conseqüência da a i mação de que não só o uni e so, mas ambém o homem é ma e ial, de pa es cons i uído coisa, en ão pode se cons i uído e de ou a, não igual, que discu so, e a é mesmo de aco do con a humanos desc ições (Mickūnas 2012: 306). 7 Plg.: Vienas mesmo e mas-obje o não em signi icado. Reikšmė p esupone p esença de elação: a elação en e e mos é condição necessá ia de signi icado (G eimas 2005: 47). 8 Cogni y inė semán ica es uda elações en e pa i ies (angl. expe ience), įkūny ojo conhecimen o (angl. embodied cogni ion) e línguas (E ans, G een 2006: 50); signi icados a am-se como es u u a men alês (Taylo 2006: 569). Os a igos A icle 109 (leksemos) são elacionados opoziciamen e: di e en es o mas Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje de daik a a džiai ka alius, als ybė elacionados com apa us (kaip ak an ai s. p edika as /); daik a a dis ka alius elacionado com o es ado (subjec as s. obje o). Konk e esnė p edica o apa us signi icado explica-se ao lado de ou os leksemų daik a a džiais žymimų ak an ų: nes e caso leksemos ka alius e als ybė condicionalmen e ku ia, ou a ez, ac ualizuoja, apa us (bend iau en ou em apa ybės) con ínio9. De aco do componicínio p incipio, compos os exp essões como isumos eikšmė apib ėžiama jos sudedamųjų dalių eikšmių pag indu10. S uk- ū inė signi icação com o concei o elacionada pa e e do odo elaçãou ji e balizuoja am ik us kin ančius men alinio u inio elemen us. condicionalmen e11, i. y. Visų p imei o ê-se que apa us, -i e seu ediniai ossem usados ní el da ase, i. e. que os mesmos ei ų p edika u ( apa us, (susi) apa in i) ou que osse um dos p edika o alen inių ak an ų (isgua da sua iden idade). Como mencionado, a enção é k epiada ao a o de que pelo menos um bū inųjų apa us, -i ou bū ų pasakomas žmogų a ba žmonių g upę žyminčiu žodžiu, i analizuojama an ojo ak an o leksinė aiška – nus a oma, kas juo pasakoma. Žiū ima, su ko- seus edinių ak an ų kiais p edika ais u ilizados daik a a diniai apa us, -i ediniai, i. i. que o ma o sakoja b anduolį naqueles casos, quando apa us, -i edinys ai não p edika u, e ak an u. Nag inėjamos aiškos: homem (x) é apa us y, homem apa inase com y, pe cebe o homem iden idade e e c., e seškoma espos a à pe gun a, como e kokie pe aišką sakinio lygmeniu видеть содержания человеческой идентичности polinkiai12 a ualis as da língua li uana. O p incipal mé odo de es udo aplicado desc i omass analí ico, g ama ínas, seman inas analises. Nag inėjan a ual das línguas li uanas a oseną, baseiama-se exemplos, cole ados da Vy au as Maggio Uni e si y Kompuu e inės ling is ikos cen e 9 Daugumos p edika inių pala as signi icado cla i ica só dbina iame ou plu iana iame conjuninyje (Jakai ienė 2010: 51). Ainda sob e es a ques ão e . C use (2001: 16). Plg. Louiso Hjelmsle o us ojamão a noção de a inidade: sis a inidade isso a um o ça de a ação, pela qual ce a o ma a ai uma ce a subs anção; ela exis e an o em plano de exp essão, como de con eúdo (Vykypl 2005: 18). 10 Plg.: S uk ū ines signi icações concei o base a cons i ui conhecimen os dos consumido es da linguagem sob e pala as sis emá icos laços e suas eg as e no mas de consumo ex o. [...] Es udo de pala as mú uo elações e é a p ocedimen o, que pe mi e įžiū ė i signi icamėje e explikua ce os smulkesnius cons i uedamuosius elemen os seman inos. É po isso que o aspec o es u u al do signi icado pode se de inido como o ganizuo o (i. i. de ce o modo su a ky ą) o odo dos elemen os seman ís icos (Jakai ienė 2010: 56). 11 Nem seque é in ei amen e co e o ala de sua [signi icações e concei os da pala a] in e acção, po que in e acção implica ia ce a sepa adeza. E iden emen e, nós aqui nos depa amos com um enomeninho, po ém que, sendo mui o complexo, em duas o mas de emanação: mais supe iciais signi icado da pala a e mais giluminas, mais a ijuojanças kogni y inę concep oką. Gene icamen e é possí el econhece p imazia do concei o do pon o de is a da signi icação da pala a (Guda ičius 2007: 18; plg. da Jakai ienė 1988: 5758). 12 Ap endendo a osená da linguagem, que é cons an emen e mu á el e, po an o, mui o di ícil dela de e mina (ap inėži ), pode ope a -se apenas endências (Vykypl 2005: 20). LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 110 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX suda y o Daba inės lie u ių kalbos eks yno ( oliau – DLKT). Nuo 1992 m. iki šiol c iado DLKT a maio pa e cons i ui esc i inas, mui as ezes edaguo as, de di e en es gên ões: publicis ikos, g ožinės, neg ožinės ou adminis a i as li e a u a, idiomas ex ai. Pa e deles são e s iniai. DLKT saky inės linguagem exemplos de são apa en emen e menos. Publicis ikos ex ynas cons i ui 63,8 po cen o. de odas DLKT ma e iais. Análise selecionou 1000 publicis ikos sakinių13, nos quais são u ilizados os discussamieji pala as. Se o exigido, conside a-se ambém a con ex o mínimo dos sen ados (300 ca ac e es de aco do DLKT conco danso eilu ês widį). 2. KODĖL PUBLICISTIKA Publicis ika šal iniu pasi ink a ne ik dėl o, kad ji suda o didžiąją DLKT da- lį, be i dėl sa o „kaip a pininkės“ (plg.: Bi inienė 2007: 17; Župe ka 1983: 108) ypa ybių. T adiciškai apie publicis iką kalbama nag inėjan s ilis iką – unkcinius s i- lius14 (in e alia Pikčilingis 1971; Župe ka 1983, 2012; Bi inienė 2007). De aco do com sa ea de uso da linguagem e as p incipais unções da linguagem15 o es ilo publicis ino dis ingue g e a do co idiano domés ico (šnekamosios kalbos), do o icial emá ico, do cien í ico e do a ís ico bele is ino (Pikčilingis 1971: 286 ) ou ao lado do cien í ico, adminis a i o, domés ico (šnekamojo, de aco do Župe ką 2012: 91) e do a ís ico (Župe ka 1983: 12, 99, 101; plg. 2012: 8097). Kazimie as Župe ka (1983: 99, 101, 108; plg. 2012: 79) ala sob e o a o de que os dois mais b ilhan es pos ilius jo nalís ico16 (k ásy inį) e o a o inį (saky inį) con endo es ilos publicis is esąs a ís ico e nemeni (dalykinio. espinio) es ilos, ou supe e ų, sandū oje, mais p ecisamen e, a čiau nemeni s yus (Župe ka 2012: 13 Plg.: Sakinys é um obje o básico, onde se encon a a Seman ika (Степанов: 4, ci a Jakai ienė 2010: 42). 14 Funkcinis es ilo é his o icamen e susi o mada uma a iada de linguagem comun inês, cujas es ilis inas peculia idades e meios da linguagem dão a sa ea de consumo da língua, con eúdo e unções (Župe ka 2012: 78; quan o di e en e opinião plg. : Župe ka 1983: 12, 99; Pikčilingis 1971: 277; Gai enis, Keinys 67; Amb azas 1999: 204). „Funkcinis s ilius y a am ik i kolek y inėje sąmonėje įsi i inę, įsi- 1990: conscien iin i polinkiai de consumo de línguas, gai ės, bas an e abs ac us modelis, a oda kalbinės o ė a siskleidžia į am ik ą s ilių o ien uo ame eks e“ (Bi inienė 2007: 10). 15 Apie kalbos unkcijas, jų sky imo k i e ijus, skaičių, a pusa io p iklausomybę plačiau ž . Ka a- aiškos į ailiūnas 1997: 113175 e lá ci ojamo li e a u a. Ainda sob e es a ques ão plg. Župe ka 1983: 99100; 2012: 79, Ma cinke ičienė 2008: 3377 e lá ci ojamo li e a u a. 16 Laik aš iniai gêne os são in o mação, a igo, elje on, epo ažas, apyb aiža e k . Exis e e in e mediá ios gên ões, cien í ica publicís ica (Župe ka 1983: 101 , ainda e p. 108). publicis ikai a ibuídos gêne os, suas ipologia, c i é io de classi icação e . . mais amplamen e Sob e s . Ma cinke ičienė 2008. S aipsniai / A icles 111 Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje 79). „Ski ingai nuo dalykinių s ilių (mokslinio i adminis acinio), būdingas publicís ica ca ac e is ica é uma a aliação subjec i a. Po conseguin e, o ex o publicis ino [...] é como pusiukelėje en e o emá ico e o a ís ico es ilo (Župe ka 1983: 108; plg.: Župe ka 2012: 87; Bi inienė 2007: 24; Ma cinke ičienė 2008: 9192). Es ilo o bamajam, cujo obje i o não só expo ac os, mas e adequadamen e nu e ica , con ence lei o ja, ca ac e ís ico comunicika y inės e eksp esy inės (Župe ka 1983: 108), ou, ou a, de mė de unções de ela ó io (in o mação a ualios) e de e ei o (agi ações e exp esões)17 . Aud onė Bi inienė publicis inį s ilių en end a es eu amen e como pe iodiką (laik aščius, žu nalus) e a i ma que pi minė publicis ikos paski is e lindė i isuomenės gy enimą ( iksuo i ak us, į ykius) e só en ão o ope a e man i e . Ou, como ci ado G ace And us de Laguną (1927) a i ma S. Ka aliūnas, kalba é uma impo an e manei a de pessoas coope a em implemen a . [...] Pessoas não alam só pa a que seus sen imen os calmassem, co ação exlie ų ou sua opinião exp essassem, mas pa a sužagassem pa ne ių, companionų eação e in luenciassem a i udens, pi au as e ações (Ka aliūnas 1997: 108). sis ema que a „In e akcijos bei komunikacijos esama i a p okių žmonių, ku ie iesiogiai nie- kad nesusidū ė i nesusidu ia, be ienas ki ą eikia pe sudė ingą isuomeninių unciona enabelece a ansmi e inagem de mensagens po meios écnicos de comunicação das ins i uições a a és da dis ância. Tal ipo de in e ação e comunicação es i, po exemplo, [...] en e o au o de a igo e amplas camadas de lei o es de jo nal, a quem esse au o comunica sua opinião (p. 96; plg. Bi inienė 2007: 1218). Cabe, po im, cadangi a ansmissão de in o mação, sua ci culação na sociedade conside ada comunicação, é a comunicação do pon o de is a psicosocial, comunicação galų gale, pa é , é a al e ação e egulação do compo amen o das pessoas (Ka aliūnas 1997: 107). A. Bi inienė a es a ques ão ac escen a: is do ad esa o [lei o ] a si a imama mundo conhecimen o di e si o ė, possibilidade em u i paklus i ad esan o į aigai, pe im i jo požiū į į ik o ės eiškinius“ (Bi inie- nė 2007: 20). Bū en okie „be aliai“, mokan ys skai y i i ašy i, be nek i iški, „suda o daugiau kaip pusę klausy ojų a skai y ojų“. ele j elg i seu jlgngsniu: Assim ad esa as do que b e emen e di o, o na-se cla o, que publicis ikai a ibuiam ex s des in is in o ma , a alia e (su) o ma a maio ia dos lei o ojos, ou pública, opiniê. Tendo em con a isso, pode, ma y , conside a que DLKT publicis ikos sakiniuose isisimas concei o de iden idade humana a liepia ou é anašus a mui os de nossos a i os lei o ojos gal ose ak ualmen e su(si) o mu uma in e p e ação de iden idade. 17 Ž . Župe ka 2012: 79, 87, 97; plg. : Pikčilingis 1971: 307; Ma cinke ičienė 2008: 3435, 53 . 18 Impo a não o que as pessoas pensam, mas como de em pensa (Bi inienė 2007: 12). LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 112 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX 3. BŪDVARDŽIO TAPATUS, -I IR JO VEDINI APIBRĖŽTYS ŽODYNUOSE IR GRAMA- TIKOS DARBUOSE No in de aliza apa us, -i e seu edinių con idos e man endo a pe spec i a de que bend oji žodžio eikšmė su okiama in ui y iai i y a abs akcija (Ka aliūnas 1997: 277–278), s a bu apž elg i, kaip kalbamieji žodžiai eikiami žodynuose. Didžiajame Lie u ių kalbos žodyne ( oliau LKŽe) būd a dis apa us, -i in e p e inamos como ʻiden iškas, olygusʼ (ž . 12 sakinius), Daba inės lie u ių kalbos žodyne ( oliau DLKŽe) ʻ oks pa iden iškas19,20, olygus21ʼ. Apa e o necido daik a a dis iden idade LKŽe elacionado com apa us como do úl imo edinys, e būd a dinis iden idade aqui de ine-se como endo duas signi icados, das quais uma ʻobjec o lygybė22 pačiam se ou a ou o obje o, oliguma, uni o muma23ʼ nes e a igo ak uali. DLKŽe būd a dinis p e ei o -umas abs a o apa umas o necido leksikog a iniame apa us, -i a igo, e apa ybė sepa adamen e como ʻ apa umasʼ. Būd a dinis eiksmažodis apa in i LKŽe de ine-se como ʻlaiky i apačiu, iden i icikuo iʼ, DLKŽe ʻlaiky i apačiuʼ. Aqui a ualu menciona e p óp io conside a signi icado ʻmany i esan como, u in ce as peculia idadesʼ (DLKŽe)24, suponuojança subjec a como pe cipien ą25, zg. : [Pcp] Todos o conside am sábio (ž . Sližienė 1994: 370). Tendo em con a isso, DLKT ap esen ada cons ução Su he óis [mes] apa inamemos nós mesmos, apa iname oda a nação pode pe aza -se em Mes manome mesmos esan ys apa ūs com he óis e oda a nação si uada apa ou Nós manome que pa a eles nós mesmos somos apa ūs he óis e que pa a eles oda a nação apa i (plg. Sližienė 2004: 297). Valen ingumo pag indu (Sližienė 1994: 15–57; plg. Jakai ienė 2010: 65–71) ab a iamieji pala as, que, segundo mencionado lexicog a ines de inição, nusako 19 Plg. DLKŽe: esse mesmo, essa mesma pa od. į . um, como ou o. 20 Plg. DLKŽe: iden iškas, -a 1. olygus, ão pa , apa us. 21 Plg. DLKŽe: olygus, -i 2. endo comuns dos aožos, esse mesmo. igugus. 22 Plg. DLKŽe: lygus, -i – 2. okio pa didumo, pla umo, ge umo i pan., ienodas: Jis su manimi 23 Plg. LKŽe: homólogo, -a 1. endo quase ou odo ais mesmo qualidades, al mesmo: Iguodi odos deixou Rdn. 24 Plg. LKŽe: man e . 20. o e com: Kuo u me laikai J. Jabl. BLKŽe: man e 4. (como a) acha , econhece a quem ou qual a ci cuns ância: Conside emos uns ou os i mãos. 25 Pe cipien e es ado psíquico expe imen ado unção, ca ac e ís ica de se es i os, que pe cebem as coisas da ealidade, que êm uma ce a a i udem em elação a eles, psicologicamen e a eles eajudando (Sližienė 1994: 2021). A igos A icles 113 elação de simili ude en e das coisas26, são d i alenčiai Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje ( apa us, apa in is, apa ybė e e c.) ou i alenčiai ( apa in i), i. e. sua signi icação lemia d i ou is lais as iehe en iniai) ecip okai28, pelos quais eiškiamas elação de as27, ku ias sakinyje užima am ik os eikšmės žodžiai bei jų o mos. Būd a dis apa us, -i i jo ediniai ( apa in is, apa ybė) y a leksiniai (in- ecip ocio (angl. mu ual) elação iškai ecip oio é sime iškas. No malmen e ele é a p mažų mažiausiai d iejų si uacijos daly ių (angl. mu uan ) – x i y. Inhe en- in e so: se a i mado que x é apa is y, po an o, y é apa is x. Sem ais ipicamen e simé icos (plg. Mes apa inamemos p incipalmen e e p incipalmen e com sua nação DLKT), é mais di ícil pasiduodan es in e siei menos sime ichos29 (angl. semi-symme ic, quasi-symme ical, some imes-symme ical) casos, plg. Nós apa inamemos com a sua his ó ia DLKT, mas: *Is o ija apa inasi com nos. Assim, a sime icidade é g adual30. No aladooju caso in e sinis sime iškumas elacionado com iden in is signi icado do e bma, implicikuojančia gy ą subjek ą žmogų. Em ou as pala as, usando di e en es iden i icação ou seu edinio ( apa ização) o mas, pon os de e e ência pode se um homem, plg. : Só nesse caso é possí el ala e sob e paski o homem iden i icaçãose com ce a nação e sua cul u a DLKT, mas:? alima ala sob e cul u a iden i icaçãose com homem. De aco do escolhida pon o de e e ência aqueles mesmos mu uio si uações (angl. si ua ion) daly ius galima pasaky i ski ingai: a ski ai a ba kaip isumą. Toliau pa eikiamame 1 sakinyje a skai os ašku pasi enkamas a ski as a pusa io si u- mu ual acijos daly is (x) sujei o indo ei ou mes 2 sen in e, e 34 sen iniuose si uações pa icipan es odouma (x e y), que pasakoma daik a a džio o ma plu aliskai os. 13 sakiniuose eiškiamoje ecip ocio si uação pa icipaju sepa ados pessoas ou g upos de pessoas ( ienas esp. g upa), 49 sakiniuose daik ai. Em ou as pala as 26 Dalijas Teko ienės (1990: 74) opinião, apa u o mas eiškiam eguências en e as coisas elação. 27 Exce o nos casos em que os pala as em ques ão são usados o ma plu al; en ão eles são ien alenčiai ou d i alenčiai (plg. 3 sakinį). 28 Plg. : Lexical ecip ocals (also called allelic p edica es) can be de ined as p edica es ha exp ess a mu ual con igu a ion by hemsel es, wi hou necessa y g amma ical ma king. They consis o a seman ically es ic ed se o p edica es whose meanings gene ally all in o he class o social ac i- ons and ela ions ('ma y', 'qua el', ' iend'), spa ial ela ions ('adjoin', 'nex o'), and ela ions o (non-)iden i y ('same as', 'di e en om', ' esemble') (Haspelma h 2007: 2090). 29 Plg. : A non-symme ical ela ion becomes a ela ion ha has a leas one asymme ical ins ance (Pa ee 2008: 4). Po exemplo, Jiedu se cump imen ou implica que Ele se cump imen ou com ela ou Ela se cump imen ou com ele, mas não necessa iamen e a in e so, i. e. se ela se cump imen ou com ele, não necessa iamen e ele se cump imen ou com ela. 30 Mu ual si ua ions a e a ely ully symme ic (Haspelma h 2007: 2088; semelhan e a opinião ainda e . Knjaze 2007: 116 ). Mais po sob e alelinos p edicaka os g aduiço sime iškumu e . Pa ee 2008. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 120 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX 39) Naujausioje knygoje sa e apa inu daugmaž su pasaulio pa i ies homemumi. 40) A p óp ia esc i o a ambém cla amen e iden i ica p incipal pe sonêia com si mesma: Aš isso Lisa. Como e ela, c iança do campes inho, pude li emen e chelja na na u eza. 41) Ma o , eu semp e me su apa inau, subend inda au com lio keliau ojas, ku is, galų gale, sug įž a namo... G aikas! 42) Bijau susi apa in i su kokiu no s ma ksis iniu p opagandis u (šypsosi Odisėju. Pasaukompozi o ius), peikianço o mundo capi alis a. 43) Ele iden i ica a se imaginaçãomen e com polia ines nak ies p isionais, e a pa i daqui su giu ecs asioso ag adecimen o po cada solê ekį e cada pão iekę. 44) Since amen e apelo a odos os que ainda e hoje doen e de lepsas: ago a eles êm zad a ėją pai Damjaną, que e an es suspi damas mui as ezes se con agina a com hospiais, dizendo mes, lepssuo ieji. 45) Bebês nas mãos p essionando como id o de od inas (mama An is alcoolikės p o ó ipo). Não é de admi a que as apazi as não quei am se a elas semelhan es e iden i icinhasse com comba ojimas, e os apazes isquąs a desses mui osia aikios is ižėlių. 46) Os adolescen es são en ol i ingais co k ynininkais, p isis iais, pilo os, isagaliais, bu ininkais, in inciimais lu ado es, eles iden i icam si com menė as pe sonagens. Médicos ale am que jus amen e aqui e la en es azões, po causa das quais os jo ens insensa amen e gos am sk ajo i em au omó eis. Do que oi di o sob e 3146 sen inhas, escla ece-se que aquele ou o, o mando a pe ençância da pa e ou camoksnija da iden idade humana, não é a e dadei a, mas o p óp io se es abeleceu pessoa com quem Iden i ica-se. E o que cons i ui o homem independen e Eu, de ou a o ma, o que é eal, do cons an e ou mais cons an e na iden idade do homem e é? A iden idade do homem DLKT publicis ikoje skaidoma segundo na u al dualidade (d asia esp. co po): ela skaidoma em idų esp. ex e nă (ž . 4749 sakinius), ambém segundo ly į ( y as esp. mo e is; z . 5051 sakinius), amžių (jaunas esp. senas; 5254 sakinius). In inė, ou inhe en inė, pa e da iden idade humana é penkiais p incipais pojūčiais neapčiuopiama. Se conco damos que, como a i mado na ase 48 , aquilo que nós somos é apa u à ene gia espi i ual den o de nós e é mais cons an e na iden idade humana, en ão pojūčia (mais) apčiuopiama, ou (mais) a pa e ex e na da iden idade de uma pessoa (ly į, amžių), pode se conside ada menos inhe en ine mais kin ančia ou galinčia kis i39. A iden idade in e na e ex e na homem em de na u eza, . y. ela gauna nascendo. P igim inė é a eal humana 39 Plg.: Em qualque caso imu á el indi ido subs anção concepção pode pe ei amen e ha moniza com a mudança de qualidades: ela é aquilo que pe manece indi ide, mudando seus quidadesms. [...] [N]o ece e hoje, isso que pe manece indi ide, mudando seus quali a sams žmogiškoji subs ancija é chamado de alma. Alma é i alinis p incípio isso, que o ganiza o i ão o ganismum em um odo. As pa es do odo podem oca , S aipsniai / A icles 121 Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje iden idade. Nep igim inė (neinhe en inė) iden idade do homem é do p óp io indi íduo se susci ado Aš (iluuzijas, s ajonės e e c.) e (ou) aos ou os c iado Aš (į aizdis, kaukė, e ike ė e e c.) (ž . 5556 sakinius, ainda plg. 3641 sakinius; Joseph 2004: 4). Su(si)ku oji Eu pa e da iden idade isso, ao que uma pessoa (ne)wan ou (ne)pode iam o na , i. i. possí elis camaksnis da iden idade humana40. Em ou as pala as alando, pa es da iden idade possí el podem o na -se a e dadei a iden idade humana, i. y. isualmen e (aquele que o homem que , sonha a se ) mo i a o ik uoju a ik esniu Aš ( ai, ką žmogus su okia sa yje kaip labiau inhe en iška). Galimosios apa ybės y a kin ančios. 47) Vienas mano mėgs amas mąs y ojas „susili a imu“ pa adino būseną, kai [žmogaus] d asia isiškai susi apa ina su kūnu, dažniausiai – se gan- čiu i kenčiančiu kūnu. Kiek ienam pažįs amas jausmas, kai isas žmogiš- seu compo amen o, obje i os ou e c. e pode o na -se quemis Eu o na-se só um dolo udinho. 48) Isso que nós somos, é apa u à ene gia espi i ual exis en e em nós. 49) Olhando do ou o lado pa a aš, e emos que, comendo, quando es amos mui o esgal kę, comple amen e su apa imos si com apčiuopiamu co po, zangę em algo passimos esą só chole ichas emoções kamuolys, adqui il em cien i ica li e a u a su apa imos si com a uinem. De qual des es di e en es lados é o e dadei o Eu? 50)Em ais amílias c esce sumišę, sem aiškių sa iugdos gai ių b ęs an ys paaugliai, ne u in ys p óximo de pessoa, com o qual possam con agina se e sua sex iškumą... 51) Nijolė A bačiauskienė: Mulhe es e homens lygia e čiai, mas não apa ūs. 52) Também e di e ença de pe sonalidades: que e qual b andi osse pe sonalidade, em jeunio idade ela não pode se ma a i à pe sonalidade de sênio idade. 53) E e dadei o olhinho apa ece á; se ei algumakodėl i mamen e espe anausi kažin qual di e en e. Tal ez a é em pa e não iden i icus a si, in ezen os apa us likau. Ne sau, penkiamečiui. Asmuo nieku nedingo, ienokia a anoshi, digamos. Mas ou aquela expe iência nada não zažkloi, eu sou asai o 54) Taip aikas mokosi a i ol i. Mamai i gi uo me u eikia ši o moky is. Ji u i bū i šiek ik b andesnė negu aikas. Jei ji pe nelyg su juo susi apa ino, jai mesmo. Penke ių ou in ašim ie. isso é di ícil aze . 55) Ex e io es se ialas e a eles se susp udêem pessoas, en ando so aiden i ica se com pasaldin om, boni amen e nuscol in om iliuzijom, e mais a de na ando lėkš us siuže us sob e meiles e nemeiles, laimes e nelaimes. mas os p incípio que as o ganizam pe manece á o mesmo: al é do humano indi íduo de qualidades e de suas almas aqui P . 2. na eligião imo al não ma e ialus dialek ika“ (Aleksand a ičius 2012: 216). 40 Plačiau apie ik asis esp. galimasis aš-pa s samp a ą psichologiniu, psichosocialiniu aspek u ž . Ma kus, Nu ius 1986, Oos e wegel, Oppenheime 1993 i en ci uojamą li e a ū ą. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 122 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX 56) Pa a o inclinado ao ea alismo homem às ezes seusi iza com a sua másca a e não consegue i á-la mesmo ambien es de pessoas p óximas41. Do que a é ago a DLKT exemplo de base di o, ê-se que sob e a iden idade humana pode ala como sob e bū į e apsmą. Do pon o de is a do empo iden idade es ado is implica ela i a cons ância, apsmas dinamiskidade. Seman icamen e pon o de is a cons an íssima é in e na pa e da iden idade humana an ín ida siela42 (d asia43), g ama iniu esamojo empo se o mas, usadas com ad e bio apa us, plg.: um homem é apa us sielai, i. y. um homem é o mesmo ou o mesmo al como siela; o homem é apa us isho ei (kūnui, ex aizdai), i. i. o homem é al mesmo como seu ex e io ė (kūnas, ex aizda), mas:?žmogus é o mesmo que seu ex e io ė (kūnas, ex aizda)44; a cin amiausia é nep igim inė iden idade do homem si e (ou) ou o c iado pa e da iden idade, g ama icamen e ma cima po o mas ini a i as(s). Em elação ao empo pode ala de camadas de iden idade humana, en e as quais es ão di e en es pa umas yi a e mo imen o, e iden idade, i. e. aquilo que pe manece manasis aš ou minha alma pa o cian e manąja sa as imi, minha opinião pa i imi, que assim não e i a oda a cin a (2012: 214 ; e ainda a li e a u a ci ada ali; e dis inguindo. Mick 2012: 30; kin amumo laipsnis: asmens p igim inė ( idinė esp. išo inė) esp. nep igim inė (su(si)ku oji sau esp. ki am) apa ybė. Kaip eigia Po ilas Aleksand a ičius, a- Joseph 2004: 6452). Ha moninga de mia das mencionadas pa ciais iden idades é a base da unidade e peculia idade humana. Além disso, aiškos 41 Plg. DLKT: E ikečių klija imas, es igma ização e ou as pe seguições não pôde não a e a mesmo os mais o es pessoas. Nemaža pessoas pelo menos em pa e o am o çadas seusi apa iza com paženklin ųjų e ique as, e his ó ias mos am que pa es dessas pessoas idasmen os e ago a ica am nãošsplês y não supe adas aumá icas pa i ies. 42 Plg. DLKŽe: siela – 1. elig. nema e ialus, nemi ingas žmogaus p adas, eikian is kūnui gy ybę i a siski ian is nuo jo mi š an . 2. idinis pasaulis, psichika: A ė ė sa o sielą. LKŽe: siela – 1. idi- nis psichinis žmogaus pasaulis, jo sąmonė, jausmai, išgy enimai: Sunku gydy i kūną, kai siela ken- p adas do homem, ligando homem de com Deus; espí i o: minha alma glo i ica o Senho b š. 43 Plg. DLKŽe: espí i oia 2. psicológicas o ças do homem como a uação aks in: Kel i pessoas d ãsią. 3. p k. a e dadei a signi icância, essência: O espí i o do Tempo. 4. il. indi ide su elk a sociedade é sąmonė. BLKŽe: espi i uia 5. ns. iloso ijoje c iamasis p adas, que exis ia em si mesmo, se pe cebe, é ilimi ado em empo e espaço, ab ias budučiai: Analizúo i d ãsios i ma è ijos sán ykį. Š . Augus inin eigė, kàd p o è slpi diẽ iškosios d ãsios š iesà. 44 Plg. da DLKT exemplo: O isso em sua ez signi ica que ex e no de um homem es imen o (į aizdis) namas su idiniu dėmeniu (iden i e u). Aš esu = aš a odau. apa i45 Plg. : Ou iden i ies, whe he g oup o indi idual, a e no na u al ac s abou us, bu a e hings we cons uc ic ions, in e ec (Joseph 2004: 6); O sujei o mode no não em essência: ele c ia o sa e i sa o aplinką kaip au onomiją, i šiuo a eju ku ia i objek us, i naujus jų oškimus“ (Mic- co po 2012: 302). A ipsniai A icles 123 se apačiam sau esp. apa in is com si mesmos (com seus Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje iluzijomas) esp. apa in i se com seus iluzijomas escolha no ase indica e humano a imą esp. olimą žiū ą į sa e pa į. Kokios, além de mencionados, são pa es de iden idade compos a ou camoksniai, o mandoan es Aš ise ą, e quan os deles exis em? Pa ece que a maio ia de nós pouco sabe, quem e qual é a sua p óp ia ou ou a alma qual ele ou ou o é no in e io , i. i. qual é a pa e pe manen e da iden idade do indi íduo (plg. Joseph 2004: 8). A maio pa e, o que cada um de nós pode dize sob e o ou o, é, mais ou menos conhecendo a sua p óp ia iden idade, suku i segundo si sua p óp ia e são da iden idade do ou o, que kū ėjui pa ece á se a e dadei a iden idade do ou o. Ou ipolgando, segundo o p incípio do espelho um a a és de sua iden idade pe cepção ( apa izaçãosi) ê ou a iden idade, e ou o a a és sua p óp ia in e p e a a p imei a iden idade. Exis em casos, quando de aco do com a dualidade da na u eza humana ( idus esp. ex e io ) e da iden idade de pessoa (p igim inė esp. nep igim inė) como um único p incípio (plg. 47 sakinį), duas iden idades sepa adas undem-se em uma, i. e. duas pessoas sepa adas são pe cebidas como uma (ž . 6163 sakinius, ambém plg. 38 sakinį), ou ice- e sa: o homem iskidomas š e ma omas como duas pessoas sepa adas (ž . 6164 53 sakinį). D iejų asmenų suliejimas a ba ieno išskaidymas y a dalinis (pana- sakinius, ambém plg. 3146 sakinius como 6435) e de aco do com um de e minado c i é io: mulhe (ja esp. elha, c iança, esp. adul o) ou mulhe ( esp. idade). O úl imo cla amen e ê-se de 6566 sakinių, e 67 sakinyje suspinha com in oduzi ijimo c i e iumi. mulhe mui o pasine ia pa a o mundo do ilho. se ela [mama] demasiado 61) Kai jam sukanka pusė me ų, ė ui de ė ų daugiau pa aduo i mo iną. Ma longas sei apa ina com o aiku, es e não ap imo sa a ankiškumo, azosi dependomas. 62) Keičia seu des ino, começa i po ou o caminho. Depois dos casamen os não ecomendais às mulhe es muda de sob enomes? Quando pessoas uns aos ou os amam, que em susilia , susi apa in i, como apsisiusa uma sob eklode, o na um ene giniu sūku iu. 63) Os gêmeos onde que mais dependem um do ou o, além disso, eles semp e são i ažo ai. A é penke ių menino simplesmen e iden i ica a se com sesu e, ela e a seu segundo aš. E su iga... P a eguição causa pode se aciden almen e auindi ido nem ealidadeje, nem eo iaja não pode klė ojos a d augo iš a as žodis, pas aba. 46 Socialinis apa umas – „ ai indi ido kaip isuomeninės, bend uomeninės bū ybės apa umas, nes isola -se de ou os indi idus, pois não exis e e sociedade como homogeniško da inho, e é elações en e indi idus sis ema, que e chama-se sociomene. Sociap ocessos, cujo a o es são linio apa umo s a s ymuose gali bū i išski iami ekonominis, poli inis, au inis, kul ū inis, pilie- inis a kokios no s g upės apa umas i . .“ (Mo kūnienė 2012: 96). „Socialinis apa umas y a indi íduos (p. 121). LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 124 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX 64) Mais a de p. Aldona ainda po longo ausėsi na memó ia, mas assim e não conseguiu daquele g ande homem [sou adul o] coincidi com algumku iame suole sėdėjusiu mokinuku [ aiku]. A memó ia nebesu alpina po meia século pa a a ida expos as dos alunos eidos e nomes. 65) Ba niuka de e e ma ido como exemplo. Com ele [ma o, paiço] o ilho [ba niuka] pode ia não só amis a , mas ambém se iden i ica . Isso signi ica, o i ica sua iden idade gêne a. 66) Lend ei a a-se com b inquedos, bečiuoja, ab iga... Só mais a de a anda ė į e se es o ça o na pa ecidos a ele. Do que, como o mesmo homem seusi apa ia com mama e susi apa ia com paiço, depende a abo dagem a pa e nidade. 67) Pagueis i pa imê es e a iškis nu a ė po que, que não que ia se iden i icado com seu i mão I. Ach emo u47, que é nudeis as kalė i a é a cabeça i a ma, už žu nalis o Vi o Lingio nužudymą. Žmogaus apa inimas(is) su ki u kaip mažesne a didesne g upe – g upe (šei- pa ija48, eli u, idu iniąja klase e e c.) esp. bend uomene esp. isuomene esp. au a) ou ep esen an e daqueles g upo ac ualizuojamas 6874 sakiniuose. Socialinis c i é io de iden idade humano, como sua p esença e a uação sepa adamen e, en e ou os, jun amen e com ou os (ž . 7578 sakinius), suspenda com c i é io de luga 7980 sakiniuose. A iden i icação do homem(is) com luga ac ualizá el 8189 sakiniuose. De aco do com a p oximidade a pessoa o c i é io local pode se di idido em p ima e dis ima, conc e amen e alando, é o luga de habi ação (onde uma pessoa nasceu e (ou) i e; z . 81 82 sakinius) esp. egionas (ž . 83 sakinį) esp. países (ž . 84 sakinį), d ža a (ž . 8586 sakinius) esp. kon inen as (ž . 8788 sakinius, ainda plg. 82 sakinį) esp. pasaulis (ž . 89 sakinį, ainda plg. 82 sakinį). 68) Be a ne bū inybė išsiski i iš minios lemia panašių ekspe imen ų pasiseki- mą? Kai bu au jaunas, isada no ėjau su kuo no s susi apa in i. Pa y- dėjau a pais, que eles podiam pa icipa no mo imen o es udan e do 7o década, que inha obje i oą, que en a a muda mundo. 69) Adolescen es às ezes a é se iden i icam com g upo es e úl imo o na-se e alão de compo amen o. Po an o, no p ocesso de socialização do adolescen e, g upos pa eseguais desempenha um signi ica i o papel. 47 Plg. ainda DLKT sakinį: Na e dade al li eu ização é não o que ou o como pa o de sob enomes. a dė y a asmens apa ybės dalis. Todėl, k aipydami asmens a dą i jo pa a dę, mes am asmeniui Mos amos des espeção. 48 Plg. DLKT pa yzdžius: Pa ija, ku i susi apa ina su ienu lyde iu, y a pasme k a žlug i, ji ne u i a ei ies. Além 19 po cen o. dos elei o es, que de a o são apoli iški e passi os, 14 po cen o. iden i icam se com os adicionais conse ado es, que ep esen am os in e esses de g ande negócio, do c escimen o econômico e globalizações pa adigmas. Os a uais libe ais gos am iden i ica -se com oda a sociedade Ociden al. A igos A icles 125 70) Eu não gos o pessoas que se iden i icam com Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje minia49, agem só como é acei a, i em segundo ce o eg as /. Semp e enho a minha opinião e poucos que possam mudá-la. 71) Se o homem começa a se iden i ica com a comunidade, ele en a em ischel oujos cí culo. Quem não conco da com omos idėjos, a isbu a en e a s um ųjos. 72) Respos as à pe gun a, a qual a social camaksni pa a se a ibui as sel , nos bemokai nus ebado: eik 90 p oc. menciou med iniąją classe. Com ela se apa ino e acadêmico, e Ga iūnuas e oélicas negociando ex-empleado, man endo se emp esá io. 73) Pe gezinas nau os duk ą Rolandas Paksas e no amen e seusi apa ina com liaudimi e se a as a do eli o. Rei ings do P esiden e po causa des a his ó ia ce amen e não cai á. 74) O cha i sen imen o de pe encência nau ai pe manece bas an e o e: absoluu i maio ia, 95 %, esponden es iden i icinase com a nação Li uânica. 75 % iden i icam-se com a sua comunidade, 72 % com esiden es da União Eu opeia50. 75) G odamas pessoa zazsimi š a e assim įsessaučia, que pe cebe se não como sepa adoą, isoliuo ą aš, mas seusi apa ina com suas a i idades. 76) É e dade que em Ne ingoja o ca go de p e ei o iden i ica-se com a pessoa do p e ei o S. Mikelio? Sim, diz ela, e dade. 77) V. Kisa ausko abalhosi d ama iški, skausmingi. E como ele e a o mesmo como homem? Kū yba mui as ezes iden i ica-se com o homem. Vincas e a bas an e minúsculo cons i uição homem, mui o calmaus modo, em udo eaga a sensuamen e, sub ilmen e. 78) In o mação sob e sa iškius susce kamos nós mesmos. As pessoas nos iden i icam com KGB. 79) Isso não signi ica que eu en eu iden i ica -me com Domus gale ija ou com alguma ou a emp esa. 80) Com a Li uânia e li a ians nau a mais apa inasi cidades, especialmen e g andes, habi an es. No en an o, de mies ieços, desc ição dos especialis as, gana nega i a iu pe spec i a em sua cidadania dis ingue-se kauniečiai. 81) Pessoas, pe dendo luga es, com as quais se iden i icou, que es emunha am suas o igniem bem kū ė senso de segu ança, pe dem o ien y us, que possí eis só sendo p esença nenu auk iems sai ams. 49 Plg.: Minia é pessoas sem o espib o cul u al, sem maio e udição [...]. Po an o eles não en endem o cima da sociedade e êm medo dele (Mo kūnienė 2012: 165). 50 Plg. DLKT exemplo: Nós iden i icamos a nós mesmos p imei o e mais com a nossa nação. Sob e a nação li uânica, como e sob e qualque ou a, pode-se ala d ejopai como sob e meque qua o milhão de indi is massa e como sob e peculia idades se ca ac e izinhan e o alidade, que, como e qualque ou a comunidade, pode se discu ida abs aj a, in oduijendo o concei o de iden idade e dis inguindo-a de ou as analógicas comunidades, se ca ac e izinhas com dou as peculia idades (Kuzmickas 2008: 168 ). LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 126 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX 82) Reikšmingai išaugo lie u ių apa inimasis ne su Eu opa a pasauliu, mas com a mais p óxima habi ação ambien e. Com sua cidade ou assen amen o em 1990. iden i ica a ce ca de 25 % das pessoas, e em 2005 já duas ezes mais, ou 49 %. 83) Pie iniai e nó dicos y iniai Vilniaus k aš o li u os não pode se apa ūs já po um só mo i o de que eles geog a icamen e nãouejam. Juos dis ingue não encido em e mos nacionalmen e elemen o, que o ma Vilniaus k aš o idu į. 84) Li uanos se a é šiol iden i ica apenas com e nog a inės Lie u os e i o ija51. 85) Todėl, kad ai bu o nepami š amieji 1988-ieji – a gimimo p adžia, kuome bene kiek ienas sa e, sa o il is, lūkesčius apa inome su Lie u a, gal- ojome apie ją, jau ėme ją, oškome ben kažką a dan jos pada y i. 86) Esu lie u is, sa e apa inu su lais a als ybe. A u ėčiau da y i kažką dėl ki ų žmonių ku ie šios sąlyginės lais ės ne u i? 87) Nós de a o nem men almen e, nem socialmen e, nem poli icamen e nunca se emos apa ús à Eu opa dos Ociden ais, po an o se iamen e em nós pega o ça emos e Ry us, e Ociden e só en ão, quando consegui mos mos a que somos ou os, mas somos. 88) No en an o, se os japões iden i icinase com o con inen e Asiá ico. 89) 1990 m. Eu opai sel a ibuiu 1 %, no ano passado 3 % inqui idos. Suu mundo 1990-aisiais apa inosi 4 %, e 2005-aisiais 6 % da população Li uana. Locos c i é io inclui ealíssima e (o ) imaginoua amij a na u eza ou daik á, com os quais um homem apa inasi ou apa izado 9097 sakiniuose. Aqui se ia mais p eciso ala não an o sob e a iden i icação(se) do homem com conc e a coisa ou enômeno da na u eza, quan o com ocpinço po suas ce as qualidades con eúdo abs acção, idėja, simboliu ou pan. Isso cla amen e se ê de 98100 sakinių. 90) Žais um pala as en aginęs sepa a , se ele su apa ina homem com a na u eza, ou sužmogina a na u eza. 91) T umpėja dias, sals as o chei o de ex inção a si usenan es bul ienojai. Cansada a na u eza ensina a p epa a -se pa a in e no. O, que pudesses pa inu su udeniu! Su ši a skaid ia, ne yškia š iesa, su pasku iniąja ši- dize : susi aluma, inespe adamen e zágulančia pečius, com ão b iskamen e amybe. 92) J. Degu y ės ly ikoje, panašiai kaip i piemenų dainose, saulę aikas a- e achudamen e nu ac iama pa ina com a mãe. 93) E d ei, za e s a suckslessem, o ma ančiai e pę plis i p ejudiquom aos sauda ai e kėms. Tal bosque é ao homem es anho, insegu o, nemielas, e no ima se susi apa in e com eikianço mui as possibilidades, изauginancí mui o da na u eza 51 Plg. mais DLKT: Nekilo e nicos zemios p oblemas e omėnams, po an o eles ė ynę apa ino não com nau a e iquezas, e e namen e sa iu, po en o, jos žemėmis, o su isa espublika – ka u su nuka iau omis ki ų au ų e i o ijomis. S aipsniai / A icles 127 Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje jun o e man enikanciu am sec e os, mis išku mišku. 94) Juk e iden i ica com compe, u iliza-se ua manei a e eu o i, diz V. Ma inai is. Mas eles o e ecem an o, e se não conco da es, pode ecusa . 95) E coincidi uma mulhe com o compu ado (ap essa o bo ão uk […] oco e á eação sexualé) k aila... 96) Lanús em algo de li iesaus, condicionalmen e š en iško, como pa a a boca simbolicamen e zakas emos suas lemb anças. A comida é nós, ou isso, com o que em b e e nos iden i ica emos52. 97) Quem se susi apa ino com iqueza ou e ele mesmo p a u ou, aquele e poli ikoj eiškê semp e mais. 98) As pessoas êm de se iden i ica em com o sinal, sua idėja e con ia anuncibiamu šūkiu. 99) En ão com quem se iden i ica á a pessoa que al ez e que quei a se iden i ica com o ideal de e iqueza, mas já sabe que jamais o não e á? 100) Su mo e imi apa inama ai, kas giliausia, slapčiausia. I ai – kas pa i šu iniškiausia. 101) P esiden eu as escândalo esgo ado pessoas cada ez mais em ęž is em p emije ą Algi dą B azauską, que mui os iden i icam com o e o no da es abilidade. Da DLKT sakinius escla ece que a iden i icação(is) do homem com o luga , pa icula men e p óxima, se suspenze com a linguagem (ž . 102103 sakinius) como uma nação peculia idade aožu (Mo kūnienė 2012: 140), cidadania (ž . 104105 sakinius), cul u a (ž . 104105 sakinius, li e a u a, ciência; ž . 106107 sakinius), his ó ia (ž . 10810953 sakinius), con essões (pl. 110112 sakinius) Como esc e e Vy au as Ruba ičius, odas comunidades de pessoas i em em ce as localidades, que e gua dam uma ce a cul u a e sua peculia cul u alem lemb ança, nacional, nacional apa umai são p incipalmen e locais, uma ez que os sus en a a coexis ência com ou as pessoas e com conc e a localia (Ruba ičius 2014: 96). Conside ando al į. [...] Vie o ė kildina i palaiko žmogaus socialinę aplinką. [...] Pi minė apa u- mo sa ikū os medžiaga y a ie o ės aizdai i pasakojimai, gim inės aizdas i ga sas. [...] D įs u eig i, kad isokie socialiniai apa umai, aip pa e nokul ū i- abo dagem ( a e Ruba ičius 2014: 9454), i. e. local p ima ismo à iden idade humana de inido, impo an e o na iam 113 ases, onde, esol endo 52 Plg. da DLKT sakinį: Asimiliuoji kepeninę deš ą, em seguida um pouco dela disimiliuoji, e udo que es a, ca šiojiesi em sa y como esminę sua pa e de iden idade. Tapa ybe i uausi deš os masė a y um pelėsiais ap onga es esoki ais pensamen osim, sen imen os, assim e i eni. 53 Plg.: Kon esinė p iklausomybė ambém pode se o comum indi ido a iden idade cul u al que o mojan- i aplinkybė“ (Kuzmickas 2012: 15). 54 Cul u a é o undamen o da língua na i a his o icamen e suscelo ando um odo de manei as, laidujoan es de uma de e minada localidade habi an es pessoas e comunidades de coabi ação com aquela localidade, sua na u eza, com LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX do desen ol imen o do homem ( ilho), pa ece ia, que na u al p incipalmen e iden i icação com isocialinė bū ybė, é conside ado um sa aplinka55. Ki okios nuomonės laikosi Jū a ė Mo kūnienė (da plg.: Kuzmic- kas 2012: 16, 24, Ramonienė, ed., 2015: 152). Ji eigia, kad žmogus, „kaip sis ema abe o, po an o ik elação com ambien e, isso é soomene e pasauliu, é sua i alidade e 128 p essupos a (Mo kūnienė c : 2012 100, ambém p. 137). P imá io dela é conside ado o c i é io social. Línguas (s uk u as) pon o de is a pa ece mais impo an e esąs an e io men e mencionado iden idade es ado e apsmo elação, co eliuojando com mencionada P. Aleksand a ičiaus opinião, e sepa ado (locos, socialinio ou k .) c i é io pi muma elacionado com sua impo ância comunicação sakinyje. 102) Se só con a douna e mais nada az, isso só anuncia sob e sua o igem, se susi apa ina com k aš u, a me, iden i ica se com especí icaine cole i ine pa i imi. E nada mais sozinho, nuo si mesmo, não az. 103) Po que comunicamos no malmen e com ou os só en ão, quando p ocu amos da nossa (cul ū inas, balbinas e de ou a) iden idade de con i mação, sensação de p oximidade. Se não quise mos iden i ica -nos com hom akalbiais, es anu i anços náu iços, signi ica-se, nós kažkuo dis inguamemos. E a é mui o. Ou não sen indo a as amos, susce imosamos...56 104) LDK cidadãos se chama am li au iais. De aco do eodalinha mundialėžiū ą a língua não ha ia sinal de nação. Nau a oi iden i icada com pilie ybe. Jus iça, po causa Re105) No Es ado i em pessoas de nesanso į akos kilo susidomėjimas sa o is o ija, kalba. á ias nacionalidades, que, sendo daquele es ado cidadãos, p incipalmen e iden i icam-se com ela isso desc e e-se de iden idade cidadão ou iden i ica-se com poli ine nau a concei os. 106) P adap ikando-se às exigências do es ado le an adas aos cidadãos, ou a ce os sai apa inase com sua cul u a, Li uânia é chamada ė yne, na ida guia-se semelhan es alo esidades, sen e-se his o icamen e susie i. 107) E a ais y a suaugę su e nine au a – bend auja jos kalba, u i bend ų pap očių, isão pa a a pin u a a pa i daquele momen o mudou comple amen e. Vocês descalou? Sim. Dingo jogo na, ap oximadamen e sugal oji alguma coisa, se não aquela, é ou a... si mesmo como comunidade, sua his o ico-cul u al he damen o e com izinhos comunidades, genciais ou nações en o no (Ruba ičius 2014: 94). 55 Da plg. DLKT sakinį: T ijų medidas imen os, pelos quais um homem são: local de es adia, empo de es adia e modo de es adia. E que e como osse eia, o luga é p imíci coik as, p imíci dimensão da iden idade humana. Só indo a esse ou ou o luga , só įsi ie inus" é possí el c ia cul u a o alece sua p óp ia ou ado a ou a. nelie u ių mesmo em amília comunicam-se em á ias línguas. 56 Da ž . DLKT pa yzdžius: Romos impe ija, p z., niekada nebu o apa inama su au a a ne gi su kalba. Vilniaus nelie u iams kalba ečiau y a apa inimosi su aplinkiniais požymis, nes ečdalis S aipsniai A icles 129 Susi apa inau com algumkuo. Se á os amilia izada Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje u u a, quando susilieji žiū ė108) O componen e de iden idade cul u al pode não damas? O čia susilieji da labiau, nei žiū ėdamas. muda e i endo ou a nação no e i ó io, po exemplo, mui os Li uãos, o nados ame icanos, his o icamen e iden i icinase com Li uânia e sua his ó ia. 109) Galima não emekė i linguagem, nãoegi en i na sua e a, mas pe manec i lie u iu, a é apa ini se com nau os his o ia. 110) Embo a p a icando-se ca alikos na Li uânia kažin ou su ink umemos apenas 30 po cen o, quase 80 po cen o. se ainda iden i icana com Ka alikų bažnyčia. 111) His o ijoje o am pe íodos de, quando a amília oi p e e ida su u a com o es ado, Ig eja ou mokslu. Es ado pa a a amília kū ė p oje os de con ole e socialinio ga an o, Ig eja cuida a p og ama de exsalimo. 112) A is ando-se da elha é emanescen es, ca alikybę M. Valančius iden i ica com lie u iškumu, enxe gia já susikloschiusias adições, es o ça-se as ku i: az az ob igalomą Pulkim em pés giedojimą an es Missias. žylis susi apa ina com ambien e e se não nomeia como 113) Jei i u ėje pa ojingų daik ų nė a, aikas saugus, egul sau pils o k uo- pas, – pa a ia Vik o ija G igaliūnienė. „Aš pa s!“ Maždaug iki 3 m. ma- de pessoa. Po an o diz: Pe iukas i á em campo, Onu ė ausis ba ukus. Como oi is o de exemplos, socialinis e c i é io local não in equen emen e são suspe ynę. Em ou as pala as alando, quando um homem nasce, ele ao mesmo empo sua iden idade começa cons ui num ce o luga i endo numa amília. Po an o o na impo an e e c i é io de empo. Humbe o e empo (p aei is esp. p esen eis esp. a ei is) ou num ce o pe íodo oco ido, yks ančio ou yksiančio acon ecimen o elaçõesis, mais ou menos one suspinęs com o c i é io do luga , ac ualizuojamo 114120 sakiniuose. 114) O pa ido de go e no é esponsá el pelo ac o de uma g ande pa e dos jo ens, que iden i icamos com o u u o da nação, pode se i ug ąžinamai pe dida Li ui57. 115) Vi gilijus Čepai is aimana o, kad lie u iai i s a „Žalgi io“ si galių au a. Su kuo daba apa in is? Su nesug įž amai išnykusia p aei imi? Su is mais ca ika ū ėjančia ago a imi? Com a luz da União Eu opeia e da NATO no u u o? 116) P aei is o na-se p incipal mo in ojo, con ideinço iaja mais longe, semp e a as a e ap oxima -se à si mesmo, à ou os. Assim eu o no-me aquilo que oi, se iden i icino com odas as his ó ias, e en os cul u ais, pessoas i í eis, pens ojusios, ė usius. E pas ei a sen i udo acumupês. ou não 57 Plg. da DLKT pa yzdį: Tapa in i Vy au ą Žalake ičių su sep in uoju, „a šilimo“ dešim mečiu – mui o hon a ek as a šilimui. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 136 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX usa o nome e pênalde de ou a pessoa, núme o de segu o social e ou a in o mação sob e cheekios, ab i os ca ões de c édi o). Que e o que ao homem acon ecesse, ele semp e em possibilidade de iden idade muda : de no o dinys, pode con i ma -se que a iden idade do homem é pe manen e a gai in i, susiku i a a ku i i ją „pasima uo i“ (ž . 172–178 sakinius). Taigi, emian is p edika ais, ku ių ienu iš a gumen ų eina daik a a dinis apa us e- i smas. Em ou as pala as alando, a iden idade humana como odoidade não é só o que o homem oda ida u i s a us quo, mas ambém o que o que du an e a ida seip sen indo e pe cepindo seques a como eal e possí el. Tudo isso, que é ei o po subje i as (sa i ą) mais ou menos p óxima uma elação mú ua si mesmo e (ou) ou o: asmeniu, luga , empo e Deus, undzia cada pessoa peculia idade. A a és de iden i icação di e en e ocê e a singula idade de cada. De udo o que se disse, escla ece-se que a peculia idade do homem c ia e sua ine en e, pa icula men e in e na Deus doadoji iden idade, e p óp io subjec i amen e sen ida e susiku a iden idade (plg. 179 sakinį). 172) Po exemplo, Anne Cassidy em li o Ieškan Džei Džei apenas aos dezesse e anos ecebida apa iga ob iga comple amen e muda sua iden idade, pelo menos dez anos não associa -se nem com um único an e io men e conhecido homem, e isso não paika zágaida, e au isauga. 173) Anali ikai moni o a o chamado p ocesso de e aibalização da sociedade i aquiana, quando ea i inama klaninė-gen inė apa ybė, na qual pessoa an o segu ança, quan o ing esos p agy enimui busca kininys ės elações em g upos ligados. 174) Que endo his o icamen e es abelece -se p ecisamen e como in elec uais, eles são o çados a c ia de no o e mo alinho, e cul u almen e o c owd iden idade. 175) Em busca de saída, p imei o ale ia ejei a no os aos empos ca ac e ís ico es ilos de pensamen o con icção, de que a iden idade consegui á pelo menos quan o de an emão sup oje a . 176) Se os cidadãos sua iden idade mo alí cons uíssem com base na a i mação de Ben hame de que não há comunidade, en ão eles apidamen e pe de am qualque qualque um mais cla o en endimen o de coisas mo ais. 177) Nosso popula íssimos his o iikai Al edas Bumblauskas com Ed a du Guda ičiumi já co ne segunda década en ou o ma uma mode na iden idade Li u išką, nežiū ė i į Lie u os p aei į ien his o iiko Adol o Šapokos c iada e so ie mečiu sa aip adap ada pa adigma. 178) Con ando his ó ias, nas quais p óp io não ac edi a e das quais não en ende, Neį a dijamasis ma uja-se á ias iden idades, a é assegu a -se, que isso não em sen ido. 179) Pai o, ma ido, lie u io e e c. iden idade unciona como lėlės cons i uedamosios pa es, mas suas neesminės. Ve ikalê em Deus odo os concei os, pa adigma, iden idades sus a o em seu luga , aloca joms um papel auxilibiní. Quando apčiuopei a sua p óp ia e ical? Maždaug 2000 anos. Sob e ašį, e icalę e iden idade. S aipsniai / A icles 137 Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje Tapa idade, ou iden idade, é coincidi com sua essência, que é comum a odos. É e coincidência com ou o esme. Ta essência eu minimasis Deus, e icalê. 6. DEPINIDINAMENTO E IŠVADOS DLKT publicis ikos sakiniuose, nos quais são usados di e en es a ibu o do apa us, -i e seu agi mažodinių ( apa in i, apa in is) e daik a a dinių ( apa ybė, apa umas) edinių o mas, a econhecido e pe subjek i ų apa inimąsi com si dėl o p ime a skai ančiajam ašančiojo a ik i ki u ma y i apibend in as apa aus žmogaus aizdinys. Pa s žmogus sakiniuose ak ualizuojamas kaip pa ien as i (a ba) pe cipien as, agen as a ba bene icien as. Čia, publicis ikoje, eikšminga ai, kad kon eks as a ba eks as, ku is leidžia „gi - dė i“ ašančiojo min į, . y. ai, ką i kaip jis no ėjo apie sa e a aplinką pasaky i, no s i palieka skai ančiajam daugiau lais ės e in i, jį sup as i subjek y iai, is iden idade do homem (plg. Aki aizdu, que a his ó iajimas não pode oco e em i. Taminga. Indi e amen e comunicando-se o esc i o não só ep esen a a si mesmo, i. i. į eks ina seu p óp io pe cepção de iden idade comunicando ele em in luência à iden idade do lei o , ela o ma, c ia ou keičia62. Po an o, pa ecidos concep os de iden idade humana, ma y , em cada a i is publicis ikos lei o oy; de aco do com indi idual consciência humana exis-sen e p óp io concei o de iden idade e ca ac e ís icas do concei o g upinal. Da pesquisa cole adas DLKT publicis ikos sakinių humano iden idade išsiskleidė como peculia pessoa odo, desde o nascimen o sen iciama, pe cebiama e (ou) c iada de aco do dualidade: como mais ou menos ín imo elacionamen o humano en e si com pa í eis (p igim ine esp. nep igim ine, die iškąja esp. žemiškąja) apa ybėmis. A e dadei a iden idade in e io do homem alma nascendo gaunama de Deus. Ela é uma pa e cons an e da iden idade humana. Segundo simili ude, . y. eid odžio p incipą, e zemiškuosius (ki o asmens, locais, empo) c i é io homem iden idade sluoksnius. Da na u eza ob ém-se ex e no camoksnis de iden idade (ly is, p igim inį. Va iamum elacionado com aiška ski ingmi são apa us esp. apa in i(s) o mas. Raiškos bū i apačiam esp. apa in is esp. apa in i pasi inkimas 62 Plg.: Iden i y is cons an ly in e ac i ely cons uc ed on a mic ole el, whe e an indi iduals iden i y is claimed, con es ed and (susi)kū ė, (susi)ku ia a ba da (susi)ku s labiausiai kin ančius nep igim inės e-cons uc ed in in e ac ion and in ela ion o he o he pa icipan s (No is 2007: 657). bend ieji išo ės b uožai) y a a p p igim inio idinio i nep igim inio apa ybės sluoksnių. Laiko a ž ilgiu p igim inis apa ybės sluoksnis y a pas o esnis už ne- LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 138 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX sakinyje iškelia į a ansceną pa ies žmogaus ski ingą (a imą esp. olimą) san- ykį su sa imi a ba ki u (plg. bū i apačiam sau / ki am esp. apa in is su sa i- mi com as suas ilusões com ou o esp. iden i ica se com as suas ilusões com ou o). Daik a a dinių apa us edinių, que ão pe cepcinių e ação p edika ų ak an ais, a osena pe mi e a i ma que um homem sua iden idade sen e, pe cebe e c ia ou pe ku ia suaip. Isso undamen a a peculia idade de cada iden idade. Tendo em con a o a o de que o a ibu o apa us em dois di e en es a ibu os seman inos: panašus e sa i as, que são comuns às pala as igual mesmo, olégus e ou ooks, sa i as, o iginalus, a de inição lexylinė apa us, ma y , ikslin ina. Apesa de que o homem, alando (esc e endo) sob e iden idade, mui as ezes busca, anda e sen ença en a iza seu e ou o ou ou os dois semelhança, essa semelhança semp e é pa cial e mais ou menos a ian e. Segundo esmę cada homem com odos os seus ac uais e possí eis semelhanças é sa i as ( apa us si) di e en e de odos, aos quais oi, é ou se á anašus algumu qualque aspek u. ŠALTINIAI BLKŽe – Bend inės lie u ių kalbos žodynas: elek oninis a ian as, y . ed. Danu ė Liu ke ičienė. Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 2015. P ieiga pe in e ne ą: h p:// bkz.lki.l . DLK – Daba inės lie u ių kalbos eks ynas, sud. Kauno Vy au o Didžiojo uni e si e o Kompiu e inės ling is ikos cen as. P ieiga pe in e ne ą: h p://donelai is. du.l . DLKŽe – Daba inės lie u ių kalbos žodynas: elek oninis a ian as. 7-asis pa ais. i pa- pild. leid. Vy . edak o ius S asys Keinys. Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 2015: P i- eiga pe in e ne ą: lkiis.lki.l . LKŽe – Lie u ių kalbos žodynas 1–20, 1941–2002: elek oninis a ian as, ed. kolegija: Ge ūda Nak inienė ( y . edak o ė), Jonas Paulauskas, Ri u ė Pe okienė, Vy au as Vi kauskas, Jolan a Zaba skai ė. Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 2008. P ieiga pe in e ne ą: www.lkz.l . S aipsniai / A icles 139 Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje LITERATŪRA Aleksand a ičius Po ilas 2012: Žmogaus apa umo on ologija: en e subs anção e asmens. Indi ido apa umas, sud. Jū a ė Mo kūnienė. Vilnius: Mykolo Rome io Uni e sidade, 189274. Amb azas Vy au as 1999: Funkcinis es ilos. Enciclopédia dos Li uãos, pa . Kazys Mo kūnas. Vilnius: Sóclo e Enciclopedijas Ins i u o de Publicação, 204205. Bi inienė Aud onė 2007: Publicis inis es ilous. Vilnius: Vilniaus pedagoginis uni e sidade. Buchol z Ma y, Hall Ki a 2006: Language and iden i y. – A companion o he phi- losophy o educa ion, ed. by Randall Cu en. Co nwall: Blackwell Publishing, 369394. C use Da id Alan 2001: Lexical seman ics. Camb idge: Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge: Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge: Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y P ess. Camb idge Uni e si y School o Enginee ing, which is also known as Camb idge Uni e si y, is also known as Camb idge. De Laguna G ace A. 1927: Speech. I s unc ion and de elopmen . New Ha en: Yale Uni e si y P ess. D uk einis Albinas 2009: Seman inas saginiai es u u as com sink e inas p edika ais. – Res Humani a iae 6, 24–41. E ans Vy yan, G een Melanie 2006: Cogni i e linguis ics: An in oduc ion. Edin- signi icâncias bu gh: Edinbu gh Uni e si y p ess. Gai enis Kazimie as, Keinys S asys 1990: Kalbo y os e minų žodynas. Kaunas: Š iesa. G eimas Algi das Julius 2005: S uk ū inė semán ica. Vilnius: Bal os lankos. G igas Romualdas 2016: Li u ias iden idade e Eu opa. Aspec o his o ioso inis. Vilnius: Emp esa. Guda ičius Aloyzas 2007: G e inamoji semân ica. Šiauliai: Biblio heca ac o um humani a ico um uni e si a is Saulensis. Guda ičius Aloyzas 2009: E noling is ica (Tau a alboje). Šiauliai: Biblio heca ac o um humani a ico um uni e si a is Saulensis. Guda ičius Aloyzas 2011: Reikšmė, concep oka, concei o e signi icado. Res Humani a iae 10, 108119. Haspelma h Ma in 2007: Fu he ema ks on ecip ocal cons uc ions. Recip ocal Cons uc ion 4, ed. by Nedjalko Vladimi P. John Benjamins Publishing Company: Ams e dam, Philadelphia, 20872116. Hjelmsle Louis 1995: Falba. in oduz. Vilnius: Bal os lankos. Jakai ienė E alda 2010: Leksikologija. Vilnius: Vilniaus uni e si á ia edi o a. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 140 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX Joseph John E. 2004: Language and iden i y: na ional, e hnic, eligious. Basings oke: Palg a e Macmillan. Ju gai is Nedas 2015: K izės koncep as línguas li uãs e okiečių. Disse ação Dou o - cija. Šiauliai. Ka aliūnas Simas 1997: Kalba i isuomenė (Psichologiniai i komunikaciniai kalbos a ojimo b uožai). Vilnius: Ins i u o das línguas Li uãs. Knjaze Ju ij P. 2007: Lexical ecip ocals as a means o exp essing ecip ocal si ua ions. Recip ocal Cons uc ion 1, ed. by Nedjalko , Vladimi P. John Benjamins Publishing Company: Ams e dam/Philadelphia, 115l46. Kuzmickas B onislo as 2008: Lie u iškasis apa umas: cul u a e nação. Con inuidade da iden idade nacional e sa ikú a nas condições de eu oin eg ação, sud. An anas And ijauskas, Vy au as Ruba ičius. Vilnius: K on a, 166183. Kuzmickas B onislo as 2011: Indi ido cul u al apa umas. P oblemas 80, elas e ino ações). Indi ido apa umas, sud. Jū a ė Mo kūnienė. Vilnius: Mykolo Rome io Uni e sidade, 1194. 65–74. Kuzmickas B onislo as 2012: Indi ido kul ū inio apa umo sklaida ( a p adici- K ašy ė Regina, Papau ėly ė Sil ija 2013: Kai ku ie koncep o liga b uožai Lie- u os iešajame disku se. – Filologija 18, 107–117. Maye s Da id G. 2008: Socialinė психология. Vilnius: Polig a ia e in o ma ica. sus Ma cinke ičienė Rū a 2008: Žan o ibos i pa ibiai. Spaudos pa i ys. Vilnius: Ve - au eus. Ma kus Hasel Rose, Nu ius P. 1986: Possible sel es. Ame ican Psychologis 41, 954–969. Ma ony ė I mina, Mo ke ičius Vaidas 2013: Eli ų Eu opa: iden idades e in e esses kaleidoscopas. Vilnius: Fi idas. Mick Algūnasis 2012: Globalização e mode nus sujea . Indi ido apa umas, sud. Jū a ė Mo kūnienė. Vilnius: Mykolo Rome io Uni e sidade, 291311. Mo kūnienė Jū a ė 2012: Socialinis apa umas: p essupos os, mudanças, des ucções. Indi ido apa umas, sud. Jū a ė Mo kūnienė. Vilnius: Mykolo Rome io uni e sidade, Mo kūnienė Jū a ė, 95–188. sud., 2012: Indi ido apa umas. Vilnius: Mykolo Rome io uni e sidade. S aipsniai A icles 141 No is Sig id 2007: The Mic opoli ics o pe sonal na ional Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje and e hnici y iden i y. / Discou se and Socie y 18(5), 653674. Oos e wegel Anne ikie, Oppenheime Louis 1993: The sel -sys em: De elopmen al changes be ween and wi hin sel -concep s. Hillsdale, NJ, US: Law ence E lbaum Associa es, Inc. Papau ėly ė Sil ija 2013: Alguns concei o libe dade aožai das línguas li uanas mundialė aizdyje. Ac a humani ica uni e si a is Saulensis 16, 222231. Pa ee Ba ba a H. 2008. Symme y and symme ical p edica es. Compu a ional Linguis ics and In ellec ual Technologies: Pape s om he In e na ional Con e ence DIALOGUE, ed. by Kib ik Aleksand E. e . al. Moscow: Ins i u P oblem In o ma iki, Pikčilingis Juozas 1971: Li u ians kalbos 606–611. P ieiga in e ne e: h ps://ud i e.oi .umass.edu/pa ee/Seman ics_Readings/ Symme yHandou Pen usSemina Co ec edPlusNo es.pd . s ilis ika 1. Vilnius: Min is. Ramonienė Meilu ė, ed., 2016: Emig an ai: língua e iden idade. Vilnius: Vilniaus uni e sidade. Ruba ičius Vy au as 2014: Vėluojan i sa as is. Es udos e a igos. Vilnius: União de esc i o es da Li uânia edi o a. Ruškys Algi das 2011: Koncep as žemė lie u ių azeologijoje. Res Humani a iae 10, 120–140. Ru ko ska K is ina, Sme onienė I ena, Sme ona Ma ius 2017: Ve ybės Sa icka lie u io pasaulė aizdyje. Vilnius: Akademinė leidykla. Aida 2004: As Iden idade de Pessoa du an e pe mainas: en e lem ies e escolha. – Kul u ologija 11, 7794. Sa icka Aida 2008: Globalios ik o ės desa iamen os à iden idade do indi íduo. Con inuidade da iden idade nacional e sa ikú a nas condições de eu oin eg ação, sud. An anas And ijauskas, Vy au as Ruba ičius. Vilnius: K on a, 184–195. Sližienė Nijolė 1994: Lie u ių kalbos eiksmažodžių junglumo žodynas 1. Vilnius: Mocklo e enciklopedijų publikla. Sližienė Nijolė 2004: Língua Li uânica eiksmažodžių junglumo diccioná io 2 (2). Vilnius: Ins i u o de línguas Li uãs edi o a. Taylo John R. 2006: Cogni i e Seman ics. Encyclopedia o Language and Linguis ics, ed. by B own Kei h. Ox o d: Else ie , 569582. Teko ienė Dalija 1990: Be a dės giminės būd a džiai. Vilnius: Mokslas. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ 142 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX Vykypĕl Bohumil 2005: Hjelmsle o glosema ika i bal ų kalbų onologija. Vilnius: Sap nų ilha. Župe ka Kazimie as 1983: Li u ias linguagem es ilís ica. Vilnius: Mokslas. Župe ka Kazimie as 2012: S ilis ika. Šiauliai: Šiaulių uni e si e o biblio eca. Лакан Жак 1998: Семинары. Книга 1. Москва: Гнозис, Логос. Маслова Валентина А. 2001: Лингвокультурология. Москва. Степанов Юрий С. 1981: Имена. Предикаты. Предложения. Москва: Наука. Степанов Юрий С. 1997: Константы: словарь русской культуры. Москва. Тер-Минасова Светлана Г. 2000; Язык и межкультурная коммуникация. Москва. Concep o Human Iden i y on he Basis o apa us, -i and I s De i a i es in Con empo a y Li huanian Opinion Jou nalism SUMARY The a icle add esses he con en o human iden i y on he basis o he adjec i e apa us and i s e bal ( apa in i, apa in is) and nominal de i a i es ( apa ybė, apa umas). I combina s uc u al and cogni i e app oaches o meaning. A human being is he s a ing poin o he s udy. I e e s o he ma e ial collec ed om he Co pus o Con empo a y Li huanian Language de eloped a he Cen e o Compu a ional Linguis ics o Kaunas Vy au as Magnus Uni e si y. O ma e ial o opinion jou nalism a ailable a he CCLL nos pe mi e econhece and see he image o an iden ical human being sha ed by e e y mo e ac i e eade o opinion jou nalism h ough he subjec i e iden i ica ion wi h onesel and ano he human being. The ea u es o he g oup concep can be seen on he basis o he peculia concep o iden i y exis ing in he consciousness o an indi idual human being. In he sen ences in ques ion a human being is ac ualised as he pa ien and/o pe cipien , agen o bene icia y. The esea ch e ealed ha human iden i y is a peculia en i e y o he pe son which is sensed, pe cei ed and/o c ea ed on he basis o duali y igh om bi h: as a mo e o less A igos 143 close ela ionship be ween a human being and pa ial iden i ies (inhe en o Žmogaus apa ybės koncep as pagal apa us, -i i jo edinius daba inės lie u ių kalbos publicis ikoje non-inhe en , hea enly o ea hly). The ue inne human iden i y he soul is ecei ed om God a bi h. I is he s able pa (laye ) o human iden i y. By simila i y ( he mi o p inciple) and ea hly (ano he pe sons, place, ime) c i e ia a human being c ea ed, c ea es o will c ea e he mos a iable laye s o non-inhe en iden i y. The ou e laye o iden i y ecei ed a bi h (gende , gene al ex e nal ai s) is be ween he inhe en inne laye and he non-in- he en iden i y laye . F om a empo al pe spec i e, inhe en iden i y is mo e s able han non-inhe en . Va iabili y (dynamism) co ela es wi h exp ession by di e en o ms o y a apa us and apa in i(s). The usage o he nominal de i a i es o apa us used as he ac an s o pe cep ual and ac ion p edica es leads o he conclusion ha a human being eels, pe ce es and ( e)c ea es his o he iden i y in his o he own way. I subs an ia es he peculia i y o e e yones iden i y. Conside ing ha he adjec i e apa us has wo di e en seman ic ea u es simila and peculia which a e also sha ed by he wo ds oks pa , olygus and ki oks, sa i as, o iginalus espec i amen e, he dic iona y de ini ion o apa us should appa en ly be upda ed. Não obs an e o a o de que quando alando (esc e endo) sob e iden idade um se humano mui as ezes en a encon a e encon a a iden idade de onesel , ou o se humano ou ou os wo se es humanos como simila idade, que ele ou ela az ao p imei o plano in he sen ence, es a simila idade é semp e pa cial e a iá el. In essence, a human being wi h all o his o he ele an and/ o po en ial simila i ies (i.e. pa ial iden i y wi h onesel o ano he human being) is peculia di e en om e e yone wi h whom he o she was, is o will be simila in some aspec . Į eik a 2018 m. junho 8 d. LORETA VAIČIULYTĖ-SEMĖNIENĖ Lie u ių kalbos ins i u as Pe o Vileišio g. 5, LT-10308 Vilnius, Li uania lo e [email p o ec ed]