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Acta Linguistica Lithuanica 2025, vol. 92, pp. 119 Contents link Turinio nuoroda / ISSN 2669-218X (online elektroninis) / Copyright © 2025 Harald Bichlmeier. Published by the Institute of the Lithuanian Language. This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution Licence, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited. // Išleido Lietuvių kalbos institutas. Šis yra atviros prieigos, platinamas straipsnis pagal Creative Commons priskyrimo licencijos sąlygas, leidžiančias neribotai naudoti, platinti ir atkurti turinį bet kokioje laikmenoje, nurodant autorių ir šaltinį. Received: Gauta: 2025-02-03. / Accepted: Priimta: 2025-05-15. / 1 ZUR ETYMOLOGIE VON LIT. AL TI, ALMUÕ, ÁLM, EMS ETC. UNDEN DERA ZECOMPANHANDO COM DEM GERMENHEN também ORTSNAMEN ULM UND DESSEN VARGUNTEN Liet. Dėl al ti, almuõ, álmė, emės ir kitų etimologijos bei jų santykio su vokiečių vietovardžiu Ulm ir jo giminaičiais HARALD BICHLMEIER Sächsische Akademie der Wissenschaften zu Leipzig Martin-Luther-Universität Halle-Wittenberg (Academia Saxônica das Ciências de Leipzig) é uma universidade alemã. E-mail: [email protected] ORCID ID: https://orcid.org/0000-0003-0001-1677 Fields of research: Onomastics (toponymy), historical phonology of the Germanic languages, IndoEuropean linguistics, Aljamiado-texts. https://doi.org/10.35321/all92-01 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ ANNOTATION Lit. al ti ‘fließen, tröpfeln, laufen, eilen, nual ti ‘überlaufen, (Felder) überschwemmen, almuõ (3) m. ‘Eiter, álmė alm (4) f. ‘out of the body austretende materie, emės (4) f. Pl. ‘dass. são tradicionalmente etimologizados sobre base de uma raiz, que ‘fließen deve significar. Aqui é argumentado, que aos termos pelo menos duas diferentes raízes subjuntem deverem estar: por um lado uridg. * h1elh2-‘wohin treiben ou uridg. * h2elh2-‘ziellos gaan, por outro lado a raiz uridg. * h1el(H)-‘modrig, faulig ser. Com base da raiz uridg. * h1el(H)-‘modrig, faulig ser são também do ortsname nhd. Ulm e com isso relacionados nomes para explicar. Mostra-se que esta namensippe no ehest para urgerm. * ulma-‘Moder, Fäulnis a colocar é. Das outras três em primeira vista funcionando herleições para esta namensippe tem-se uma cedo como inadequado provado, dois outros são semanticamente sensível, porém apenas uma delas é também sonicamente possível. A proposta, o nome a urgerm. * al(l)-, * ul-‘wallen para colocar, tem lauthistoricamente nenhum suporte. A herança de um ‘alteuropeu aquecername permanece no princípio uma possibilidade, a etimologia desde Hans Krahe mandada deve mas ser modificada. Uma vez que uma etimologia germânica é passável, é esta da ‘alteuropäischen solução a preferir.
2 SCÜSSELWÖRTER: Alteuropäische hydronymie, litauische Etymologie, alemães Toponyme, históricas Lautlehre das línguas germânicas. ABSTRACT Lith. al ti ‘to flow, to drizzle, to hurry, nual ti ‘to inundate (fields), to flow over, almuõ (3) m. ‘pus, álmė (1), alm (4) f. ‘matter flowing out of a body, emės (4) f. Pl. ‘id. have been traditionally etymologized as deriving from a root meaning ‘to flow. This article argues instead that these words originate from at least two distinct Proto-Indo-European (PIE) roots. On the one hand, they may be linked to PIE * h1elh2 - ‘to drive somewhere or PIE * h2elh2 - ‘to go around aimlessly, to wander around. On the other hand, some of them appear to derive from PIE * h1el(H) - ‘to be foul, rotten. The root PIE * h1el(H) - ‘to be foul, rotten also underlies the place-name NHG Ulm and related toponyms in Germany. These names can be connected to PGerm. * ulma - ‘foul(ness), putrid(ity). Among the three prevailing explanations for these names, one can be ruled out entirely, while the remaining two others are semantically plausible but only one of them also fits phonologically. The proposal to connect the names to the root PGerm. * al(l) -, * ul - ‘to boil, to seethe is impossible. The alternative hypothesis interpreting them as ‘Old European hydronyms, at first proposed by Hans Krahe remains possible but requires revision. However, since a Germanic explanation free of semantic and phonological contradictions can be provided, it is methodologically preferable to the ‘Old European hypothesis. KEYWORDS: Old-European hydronymy, Lithuanian etymology, German toponyms, historical phonology of the Germanic languages. 1. LITHUANICA 1 Diepe(n) um lit. al ti ‘fließen, 2 tröpfeln, laufen, eilen, nual ti ‘überlaufen, (Felder) überschwem3 men, almuõ (3) m. ‘Eiter, (1), álmė alm (4) f. ‘out do corpo austretende Materie, emės (4) f. Pl. ‘dass. 4 foi(n) por Sergio Neri (em Neri, Ziegler 2012: 56f. e em Neri et al. 234f.) em conexão 5 com nhd. 2016: dial. Eller ‘agronômicamente não 1 A contribuição baseia-se na palestra On the Etymology of the Placename Ulm and its Relatives in Germany and its Potential Connections with Some Baltic Words, realizada na conferência 5-oji internacionalinė mokslinė Aleksandro Vanago konferencija Kalbos ir kultur dialogas XXI amžiaus nomastikoje 5th International Scientific Aleksandras Vanagas Conference Language and Culture Dialogue in 21st Century Onomastics, Vilnius, 7.8. Novembro 2024. Eu agradeço aos dois anônimos revisores do post por suas anotações; elas são amplamente em a contribuição. Ainda existentes eventuais erros e ingereimtheitas verantworte eu sozinho. 2 Não em LitEW (dont serão LitEW I 7 só al ti ‘arm ser e al ti ‘alala rufen indicado); LithED I 17 coloca al ti 1 ‘trickle, drip, ooze, wander a uma raiz uridg. * h2el -, sem lhe uma importância atribuir (ibenso SEJL 2024 s.v. al ti 1) e refere-se à lemma almuõ ‘pus, purulent effusion from a wound, purulent sputum (LithED I 20f.; semelhante SEJL 2024 s.v. almuõ), onde o veredictor mas esta raiz urindogermanica não menciona, mas novamente a al ti 1 refere. Zur Problematik eines solchen Ansatzes s. também ainda mais abaixo no artigo. 3 Vgl. LitEW I 8; LithEW I 20f. ; SEJL 2024 s.v. almuõ (e a antecessora footnote). 4 Vgl. LitEW I 8. LithEW I 20f. (s.v. almuõ) e SEJL 2024 s.v. almuõ declara álmė como neubildung com base da de almuõ abstrahidos neowurzel ur(ost)balt./lit. * alm -/* elm -. Esta herança não pode o acut em álmė explicar. 5 Vgl. LitEW I 8; LithEW I 20f. (s.v. almuõ) e SEJL 2024 s.v. almuõ explica e mės como neubildung sobre base da de almuõ abstrahidos neowurzel ur(ost)balt./lit. * alm -/* elm -.
3 usou Fläche, Ödland ou seja, em conexão com nhd. dial. Ülme ‘verrufene área, úmida Stelle no Acker, ülmig ‘stellenweise nass discutido. Totalmente, são na declaração três raízes urindogermanicas para a herança do um ou outros das formas mencionadas em Anschlag: - uridg. * h1elh2 - ‘wohin treiben (IEW I 306f.; LIV 2001 [1998]: 235), - uridg. * h2elh2 - ‘ziellos gehen (IEW I 27f.; LIV 2001 [1998]: 264), - uridg. * h1el(H) - (ou * [s]h1el[H] -?) ‘modrig ser (IEW I 305). 6 7 Seguinte Errecordações resp. Derivatões são citadas: Bei Neri 2012: 57 são almuõ, álmė, emės tentativo com lit. álksna f. ‘Pfütze, Lache, lett. al(u)ksna f. ‘einschießende morastige Stelle conectado, sendo as letztmenannten formas de vorurbalt. *h1ol(H)-s-nah2 - ‘die Morastige (com innerbaltisch sekundär eingeschobenem * -k - antes *s -) serem declarados. As outras três formas não são explicitamente etimologizadas, se pode mas bem seguintes preformas implicitar: 8 - lit. almuõ < urbalt. * almōn, Gen. * almenes < vorurbalt. *h1ol(H)-- mōn, Gen. *menes, - lit. álmė < urbalt. * almiā - < vorurbalt. *h1olH-miah2 -, - lit. emės < urbalt. * elmiā - < vorurbalt. *h1el(H)-miah2 -. A conexão a nhd. dial. Eller, respectivamente, a este precedente mhd. * elle ‘unfrutável Acker existe sobre a também este subjazente mesma raiz: mhd. * elle < ahd. * elana < urgerm. * elanō ‘Morast, Sumpf < vorurgerm. *h1el(H)-onah2 - ‘Fäulnis, o que uma substantivição a urgerm. * ulana -< vorurgerm. *h1(H)-ono - ‘verfault é. Lit. al ti não é mencionado neste contexto. Em Neri et al. 2016 é o todo um pouco diferenciado representado: A declaração de 2012 é basicamente mais vista como possível. Daneben é sob referência em Harald Bichlmeier 2013a: 406ff. e Bichlmeier 2011: 184 mas erwogen, as litauischen 9 Palavras, o ‘Eiter, a partir do cadáver fluindo massa significam com o verbo lit. al ti ‘fließen, tröpfeln, laufen, eilen conectar. 6 A raiz tem seguros appellativische fortsetzer só no Grego e Armenico e é no LIV 2001 [1998] com ‘? estabelecido; o Verf. mantém a abordagem mas para convincente. 7 A raiz tem seguras appellativische fortsetzer no grego, latinês e talvez no letão. 8 Vgl. LitEW I 8; vgl. além ALEW 34, onde mas nenhuma etimologia no próprio sentido é oferecida; LithED I 19 (s.v. a ksnis) leva lit. álksna ‘place covered with alder trees, alder grove e lett. àlksna ‘forest marsh em mais velhas * aliksna < * alis nā - de volta, sendo que o acut no âmbito de uma substitutete de extensão após Schwund do médio *i - tenha surgido, e não considera nem mesmo uma conexão com lit. al ti, álmė etc. Em SEJL 2024 s.v. a ksnis menciona o autor agora depois de tudo uma indogermanische forform uridg. * h2elis no -, porém também encontra aqui nenhuma verknüpfung com a em Anm. 2 mencionados raiz * h2el - lugar. 9 In Neri et al. 2016: 244 é no bibliográfico sob Bichlmeier considerações falsamente Bichlmeier 2013b em vez Bichlmeier 2011 indicado.
4 Para lit. emės é com isso implicit urbalt. * elmiā - < vorurbalt. *h1elh2-miah2 reconstrui, enquanto para ebenda (Neri in Neri et al. 2016: 234f. em relação a nhd. dial. Ülme, ülmig) discutidoes urgerm. * ulman - seja um amphikinetically flektierender n -stamm *h1élh2-mon -*h1h2-mn- ́ ‘com líquidez versehenes > ‘Eiter, fäulnis (neste caso seria assumir que lit. almuõ uma secundária o -Stufe introduziu) ou uma só innergermanice substantiviation do adjectivo * ulma - ‘modrig < *h1h2-m(n) ó - ‘eitrig, fluüssig é assumir. / Continuar poderia-se igualmente *h2élh2-mon -*h2h2-mn- ́ ‘com líquididade verséenes / > ‘Eiter, Fäulnis adotar, o que às germanicas e litauicas formas sem Zusatzannahmen subrasa encontra. A questão permanece aqui, naturalmente, se se pode do aqui assumido desenvolvimento semântico ‘com líquidez verséenes > ‘Eiter, fôulnis assim sem ulteriores concordar, sobretudo já que é mesmo também a o.a. Wurzel uridg. * (s)h1el(H) - ‘modrig ser (IEW I 305) realmente existe, mesmo se a questão, se se trata de uma raiz com s mobile, v.a. 10 disso depende, se gregicas e indoiranische palavras, a ‘wasserbecken, lake, Sumpf u.Ä. (ai significar. sáras - n. ‘Wasserbecken, Teich, [End-]See, jav. * harah - n. no choronym jav. Haraxvaitī - f., apers. harauvatī-/ f. ‘Arachosien, gr. / λος n. ‘humuchte Wiese, sumpfige Niederung, Sumpf, Marschland) agora just de uma Wz. uridg. * sh1el(H) - ‘modrig ser deduzir são ou lhes uma própria raiz uridg. * sel - ‘Sumpf, sumpfig (vgl. IEW I 901) subrondo está. 11 Para as formas de palavra bálticas tem-se uma raiz pré-urbaltica sem anlautendo * s -, mas com enclausentando Laryngal ansetzen (also uridg. * h1elH -), já que outra akutierte formas de palavra da sippe não são a explicar, enquanto as palavras indoiranenses e gregas anlautendo * s - exigir, mas nem em *h1 - nem em explautando *-H - dar a menor indicação (also uridg. * sel -). Um pode ambos Sippen agora sob uma abordagem uridg. * (s)h1el(H) - unir, você pode isso também deixar; isso é bem Geschmackssache. As considerações em H. Bichlmeier 2011 e 2013a foram empregados, sem uma raiz uridg. * (s)h1el(H) - ‘modrig ser em a investigação miteinzubriar. Como é estas agora desprovidamente v.a. do testemunhado continuador em línguas germânicas indubidadamente dá, levanta-se a questão de se as mencionadas palavras lituanias são todas formadas com base da mesma raiz urindogermanica, ou lhes não estão pelo menos dois subjacentes: Lit. al ti ‘fließen, tröpfeln, laufen, eilen, nual ti ‘überlaufen, (Felder) überschwemmen podem mais simplesmente em vorurbalt. * h2elh2 eh1 -/* h2elh2 eo - / 10 A abordagem de uma raiz com s mobile ao lado de uma outra com Laryngal anlautante raiz é embora não o regelfall, deixa-se mas durchaus também outra provavelmente fazer; vgl. Mark R. V. Southern 1999 passim. 11 Para a discussão a esta problemática seja em Neri 2016: 234f. referiram; estas reproduzir, iria aqui levar a longe.
5 serem devolvidos; vorurbalt. * h1olh2 eh1 -/* h1olh2 eo - aparece devido da então a adhermantes o -Stufe menos provável. Lit. almuõ (3) m. ‘Eiter é o mais simples sobre vorurbalt. * h1olH mon - com uridg. * h1elH - ‘modrig ser a ligar: a transição ‘Moder > ‘Fäule > ‘Eiter aparece unproblematicamente. A ligação com os ‘Bewegungsverbwurzeln uridg. * h1elh2 - ‘wohin treiben (IEW I 306f.; LIV 2001 [1998]: 235) ou uridg. * h2elh2 - ‘ziellos gehen (IEW I 27f.; LIV 2001 [1998]: 264) faria necessário fazer assumir que o nomennungsmotiv para a palavra para ‘Eiter ser fließen seria. Wohl com isso a conectar é então também lit. álksna f. ‘Pfütze, Lache, lett. al(u)ksna f. ‘einschießende morastige Stelle < vorurbalt. *h1olH-s-nah2 - ‘die Morastige. Lit. álmė (1), alm (4) f. ‘out do corpo austretende materie, emės (4) f. Pl. ‘dass. são menos seguros classificar: Se o ‘Austreten da massa, então cujo movimento deveria ter sido o denominennungsmotiv, pode uma das duas ‘verbes raízes subrutar (urbalt. * álmiā - < vorurbalt. * h2elh2 mieh2 mieh2 mieh2 . * h1olh2 mieh2 . * élmi urbalt - < h1elh2 mieh2 mieh2 mi. Foi mas isso Denominungsmotiv, que se na da massa austretente justamente a fauliges tem hantado, mag aqui também urbalt. * álmiā - < vorurbalt. * h1olH mieh2einerseits frente urbalt. * élmiā - < vorurbalt. * h1elH mieh2outras vezes a colocar ser. Se bem pode não encontrar argumentos para que todas as três inicialmente mencionadas raízes no lituáus são continuadas, mas um contraste ‘Bevegungsverbwurzel versus ‘Moder, Fäule aparece ainda como provável. Se a ‘Bevegunsverbwurzel agora uridg. * h1elh2 - ‘wohin treiben (IEW I 306f.; LIV 2001 [1998]: 235) ou uridg. * h2elh2 - ‘ziellos gehen (IEW I 27f.; LIV 2001 [1998]: 264) foi, ou se ambos no (Vor-)Urbaltischen a uma raíze frühurbalt. * elH -/* alH - zusammengefallen são, deixa-se não mais decidir ou depende disso, a qual valor argumentativo um teoricamente possíveis (pre-)urbalticos morphologischen Bildemechanismen zugestez. Além da justamente representadas explicação dos diferentes vocales (a -: e -) do anlaut das palavras litauicas sobre a base de várias urindogermanischer raízes e/ou sobre a base de vários ablautstufen fosse também ainda referenciado, que também a possibilidade existe, que se trata aqui de uma (dialektale) innerlitauische resp. innerbaltische variation, na qual segundo a ‘Lex Rozwadowski, lit. e - eben mit lit 12 dial. - a troca, como z.B. in lit. ẽžeras m. ‘See vs. lit. dial. ažaras, ažeras m. ‘dass., apreuß. assaran ‘dass.. Decidir-se isso deixa provavelmente dificil. Na possibilidade de diferentes subjacentes raízes pode o intonationdiference das palavras lituanias indicar: formas com acut (álksna, álmė) podem dificilmente de outra forma do que com base de uma raiz urindogermanica com exluentando laryngal, tais com zirkumflektierter raiz podem aqui pouco a uma decisão contribuir, já que aqui também com originalmente choßtonig intonierter raiz o suffix *iā - o zirkumflex hervocado 12 Vgl. para isso Jan Rozwadowski 19141915.
6 pode ter. Ercificada é a avaliação do valor das intonações para a explicação além disso pelo fato de que além o -stufiger raiz do laryngal segundo a de Saussuresche regra realmente deveria ter desaparecido cedo e nenhum acut presumivelmente. Neste contexto seja também ainda indicado, que um elemento urbalt. * alma - comparativamente frequentemente na litauischen resp. geralmente baltic hydronymie encountered; vgl. aproximadamente as flussnamen lit. Alm, Almajà, Almuonė ou as Seenames lit. A majas, A menas etc. Estas são tradicionalmente com o verbo almti ligado ou são até como de derivado deste. Nenhum desses nomes parece ter uma choßtonige raiz. 13 Zudem, esses nomes também são muitas vezes com duas palavras ostindogermanicas em conexão, ai. árma - m. ‘Brunnen e toch. B ālme n. ‘Quelle. Ambas formas apontam a uma forform sem exluentando laryngal respectivamente deixam nenhuma afirmação a. Ambas as palavras são habitualmente em uridg. * h2el mo - para raízel uridg. * h2el - ‘ernähren, wachsen (IEW I 26f. ; LIV 2001 [1998]: 262) colocados e etimologicamente com lat. almus ‘nahrhaft, nährend 14 litauischen Gewässernamen eben auf dieser Grundlage aufgebaut sind und dass zudem auch lit. almti ein denominales Verb von dieser Grundlage ist, wobei freilich eine ordentliche semantische Verschiebung akzeptiert werden muss: ‘ernähren (uridg. * h2el. > 15 identifiziert. Unter dieser Voraussetzung scheint es wahrscheinlich, dass die genannten ‘hervorbringen > -) ‘Quelle, Brunnen (ai árma -, toch Blässme) > ‘Wassend mit Wasser (litauische Gewübernamen) > ‘schwemmen (lit. alm. ti). Para um primáres verbo pôde lit. almti, frequentemente, de qualquer maneira nunca ser mantido, d.h. este verbo e as mencionadas águessernames são mais prontamente formações paralelas da mesma base de partida. No nível de ‘algém com água/Fließen (lítuuische gewässernamen) poderiam aqui bem também as formas acima discutidas ser inseridas, que com lit. a - anlauten e zirkumflektierte intonation mostram, então talvez almuõ (3) m. ‘Eiter e seguramente mater (4) f. ‘out do corpo austretente almie akutierte e tais que com e - anlauten, podem com a supostamente subjazente raiz uridg. * h2el - não vereinharem-se. Voltando ao alemão: A raiz, que significa ‘modrig, faulig ser, é bem continuada no alemão. As lá representadas lexeme significam consistentemente só isso e representam fortsetzer de uma raiz * h1el(H) -. A abordagem desta raiz seria então desnecessário (fiele mithin Ockhams rasiermesser ao sacrifício), se se todas as palavras germânicas, que tradicionalmente hervon derivadas serem, comprovadamente em as duas o.g. ‘Bevegungsverbwurzeln uridg. * h1elh2 - ‘wohin treiben (IEW I 306f.; LIV 2001 [1998]: 235) ou uridg. * h2elh2 - ‘ziellos gehen (IEW I 27f.; LIV 2001 [1998]: 264) poderia devolver. Mas diferente do que por exemplo em lit. almuõ, álmė, emės, as ‘Eiter, de um corpo morto lançando líquido significam, não se pode nas palavras germânicas aproximadamente uma significação agarrar, que ainda de alguma forma com uma movimento (um líquido) poderia ser conectado. Manter-se-á então melhor com a concepção tradicional. No alemão colocam-se a esta raiz aproximadamente ahd. olmo m. ‘fauliges, morsches madeira, mhd. ulmic, iges adj. ‘von Fäulnis angefressen (MH 2: 1721), em alemães dialetos pode-se como ulmig ‘faulig, verroult ainda no elsässischen, pfälzischen e Westfälischen comprovar, no thüringischen apresentam-se a isso eben Ülme ‘verrufene gegend, feuchte 13 Vgl. 1981 Vanagas: 39f. 14 Vgl. DTB 2013 [1999]: 29, 60; EWAia I 120. 15 Vgl. EDLIL 35 (s.v. alō).
7 16 Stelle no Acker, ülmig ‘stellenweise nass. Todas essas formas apontam em urgerm. * ulma - ‘Fäule, Fäulnis de volta. Daneben existe mas também ainda o fundamento nhd. Ulm ‘fauliges Holz, Moder (DW XXIII 754 [Ulm 2]). Para outras conexões etimológicas dentro e fora do Germânico veja EWAhd VI 11681171. Unclear permanece, por quê ebenda ahd. olmo m. ‘faules/morsches madeira em uridg. * h1elh2 - ‘wohin treiben (LIV 2001 [1998]: 235) respectivamente uridg. * h2elh2 - ‘ziellos gehen (LIV 2001 [1998]: 264) devolvida é, embora haja a raiz uridg. * h1elH - (tradicionalmente 3. - el: ol westgermurger./m. * ulma - < vorurgerm. * h1(H) m(n)ó - é completamente unbederklich. ‘modrig sein, faulen’“ [IEW I 305]) gibt. Eine Herleitung westgerm./urgerm. * ulm-an - ← A este Etymon permite-se continuar uma Sippe de alemães Ortsund aquessernames problematamente acoplar, como no fozitor deve ser mostrado. 2. ONOMASTICA TEUTONICA O ortsname Ulm e com ele parentes nomes têm até agora três diferentes explicações sensíveis encontradas e uma quarta, da qual há muito tempo foi reconhecido, que ela não pode aplicar-se. Dieselbe etymologia do fundwort exibem alguns outros ortsund Aguassernames (Nieder -Olm, Ober -Olm, Ulmbach, um mais Ulm etc.) em, que todas midealterliche forformes da gestalt Ulma (no caso de Ulm an der Donau) respectivamente. Ulmena, Ulmene, Olmena têm. Essas três explicação devem no seguinte artigo uma vez em sua stichhaltigkeit e sua gangabilidade serem examinadas. A namensippe tornou-se muitas vezes ao verbo urgerm. * allea -/* ulea - ‘wallen colocado, em segundo lugar a um Etymon urgerm. / / * ulma - ‘Moder, Fäulnis e, finalmente, foi com um antigouropeu aquessername à Gewässerwurzel * el -/* ol - como ponto de partida calculado. As quatro abordagens de solução acabadas mencionadas e outras, aqui não mais a discutir propostas, foram mais em detalhe tratadas por Lutz Reichardt (1986: 302310, bes. 307310). Todos os trabalhos subsequentes oferecem a isso nem progressos nem chamam eles sempre todas propostas. 16 Vgl. Martin, Lienhart 1899: 33; Christmann 1994: 874; Niebaum et al. 2021: 1075; DW XXIII 758.
8 2.1. Os nomes e suas explicações tradicionais Em literatura atual são seguintes explicações para o material coletado oferecidas: No DONB (= Niemeyer 2012: 632) enumera Jörn Riecke todas as quatro soluções até agora apresentadas em cima e explica os ortsnamen Ulm assim: 813 Ulmam ... villam (F. 2. Drittel 12. Jh.), 854 Hulmam [Or], 856 Ulma [Or]; Ulm (1334) [<...> Dem ON encontra um múltiplamente testemunhado GwN a raiz, o qual ou com uma innergermânica etimologia ao forte verb germ. * walla - ‘wallen pertence, ou in Anbetracht ähnlich lautender osteuropäischer GwN como vorgermanisches Gewässerwort (zu * el -/* ol -) a deuter. Um Anschluss a mhd. ulmic ‘von Fäulnis angefressen é linguisticamente possível, porque uma evolução de significado a ‘sumpfig é concebível. O Anschluss explica mas a origem da restante Ulm-GwN não. A conexão com Ulme é excluída, já que o árvore no MA elm(boum) é. J. Riecke segue aqui L. Reichardt 1986, que os mesmos três possibilidades passáveis nembra. Não citado é aqui como lá Adolf Bach (1953: 157, 235), que a herança de mhd. ulmic ‘von Fäulnis angefressen ao lado da a * al(l) - anota e se novamente a ainda algo mais antiga literatura invoca. O que o exclusão da baumbezeinamento nhd. Ulme ou respectivamente de suas preformas no âmbito da declaração do topónimo afectou, pode-se J. Riecke (e antes dele já Reichardt 1986: 307f. e Bach 1953: 235) só concordar: Esta palavra é só tarde(est)althochdeutsch ou mittelhochdeutsch in Gl. 3,40,59 (12. Jh., bair.) testemunha e é possivelmente um lehnwort do latinês, embora uma declaração como germanisches erbwort não possa ser excluída (vgl. EWAhd IX s.v. ulm). 17 O que em Riecke não é mencionado, é a circunstância, que no ortsnamen Ulm a senkung * u > o não ocorreu, embora na folgesilbe um dunkler vokal está (westgerm. * Ulmō -). L. Reichardt (1986: 309f.) explica isso com isso, que os primeiros belege consistentemente em documentos latinenses testemunham sejam e isso aqui cedo a uma beeinfluência da forma de nome por lat. ulmus ‘Ulme tivesse chegado. Além pertence aquiher o nome Ulmen (em a Eifel), o Albrecht Greule em DONB 632 trata: 17 EWAhd IX: Etymologisches Wörterbuch des Althochdeutschen [Etymological Dictionary of Old High German] 9: t - u -, hrsg. de R. Lühr, erarb. por D. S. Wodtko (Arbeitsstellenleitung), H. Bichlmeier, M. Kozianka, R. Schuhmann, Göttingen: Vandenhoeck & Ruprecht. O volume será previsivelmente no ano 2026.
9 1074 Ulmena, um 112062 ulmene, 1253 Ulmen, 1434 Ulmen. III. O nome pertence em uma série com os ON Nieder -/Ober -Olm (bei Mainz), Ulm (Kr. Wetzlar), Ulm (Lkr. Rastatt) e Ulm (Ortenaukreis), que todos à águas-marinhas e Ulmena /Olmena têm como forma básica. Ulmen (Eifel) fica no Ulmener Maar. Ulmena, mais velho * Ulmana, é mittels n -suffix de germ. Adj. *(w)ulma-(zu * wula-‘wallen) derivado. Ähnliches escreve A. Greule in DGNB 554 ao aguassername Ulmbach: 2Ulmbach, r.z. Lahn (z. Rhein), emprende no Westerwald ao sul de Mademühlen (Gem. Driedorf, Lahn-Dill-Kreis, Hessen, D), é por a Ulmbachtalsperre a um lago aufgestaut, mündet em Biskirchen (Stadt Leun, Lahn-Dill-Kreis). 1000 (cópia 12. Jh.) flumen Ovmena (lies Olmena), 1313 mitten in de Ulmen, 1325 uff der Ulmene, 1341 zuschin ... der Olmene, 1486 (cópia 18. Jh.) uff der Vlme; ON. Ulm (Gem. Greifenstein, Lahn-Dill-Kreis), 1286 de Olmene (e novas provas), 1308, 1328 de Ulmene, 1314 de Olmena (e novas provas), 1321 de Ulmina, 1495 Olmen. Grundform FlN. ahd. * Ulmana > mhd. UlmeneOlmene, com n -suffix derivado de / (nord)gm. Adj. * wulma-‘tobend (awn. olmr ‘wütend) ao verbo gm. * wul-a-‘wallen; FlN. gm. * wulmanō com perda do anlautendenw-/ vor/u > * Ulmana. Com o Flussund ortsnamen é uma série de ortsnamen, que hoje OlmUlm lautam, idêntico. Outras ortsnomes, como por exemplo Nieder -OlmOber -Olm (vgl. já Greule 1983: 280 / 282) pertencem também a esta Sippe; no total já apresenta Greule 1983: 281 quatro ortsnamen em Alemanha junto, que como ênteses evidencias no mediealter Ulmena, Ulmene, Olmene têm, que todos em ahd. * Ulmana < westgerm. * Ulmanō - voltarem, Ulm (Kreis Wetzlar), Ulmen (Kreis Cochem-Zell), Ulm (Stadt Lichtenau, Kreis Rastatt), Ulm (OrtenauKreis), e refeire ainda em Olmen in Belgium. Na Alemanha encontram-se os nomes com o componente Ulm(-) então em Hessen, Rheinland-Pfalz e Baden-Württemberg. Neu -Ulm como nome de uma cidade em Bavaria (Regierungsbezirk Schwaben) conta como uma espécie Sobrenomeamento depois Ulm aqui não. Enquanto A. Greule no DONB e DGNB apenas mais a solução germânica com a conexão a urgerm. * allea -/* ulea - mencionado, nomeia ele em seu mais velho contributo (Greule 1983: 281) também ainda a possibilidade da herança dos aos esta Sippe pertencentes nomes da Gewässernamenwurzel * el -* ol - e toma com isso uma análise H. Krahes / (1957: 7f.) em.
16 DGNB: Deutsches Gewässernamenbuch. Etymology of Water Names and the Associated Area, Settlement, and Field Names], A. Greule, sob colaboração de S. Hackl-Rößler, Berlin, Boston: De Gruyter, 2014. DONB: Deutsches Ortsnamenbuch [German Place Names Book], hrsg. de M. Niemeyer, Berlin, Boston: De Gruyter, 2012. DTB 2013 [1999]: A Dictionary of Tocharian B. Revised and Greatly Enlarged, 2 Bd.e., de D. Q. Adams, Amsterdam, New York: Rodopi. DW XXIII: Deutsches Wörterbuch [German Dictionary] 23, de J. Grimm, W. Grimm, München: dtv Verlagsgesellschaft mbH & Co. KG, 1999. EDLIL: Etymological Dictionary of Latin and the other Italic Languages, de M. de Vaan, Leiden, Boston: Brill, 2008. EWAhd VI: Etymologisches Wörterbuch des Althochdeutschen [Etymological Dictionary of Old High German] 6: mâda pûzza, hrsg. de R. Lühr, erarb. por H. Bichlmeier, M. Kozianka, R. Schuhmann, L. Sturm, Göttingen, Bristol: Vandenhoeck & Ruprecht, EWAia I: Etymologisches Wörterbuch des Altindoarischen [Etymological Dictionary of Old Indo-Aryan] 1, por M. Mayrhofer, Heidelberg: Winter, 1992. Greule Albrecht 1983: As ortsnamen da Verbandsgemeinde Nieder-Olm [The Place Names of the Nieder-Olm Municipality]. Nieder-Olm. O espaço da Verbandsgemeinde, hrsg. de K. H. Spiess, Alzey: Verlag der Rheinhessischen Druckwerkstätte, 280287. Greule Albrecht 1998: Gewässernamenschichten im Flußgebiet der Lahn [Water Name Layers in the Lahn River Basin]. O mundo dos nomes. Sechs namenkundliche Beiträge, hrsg. de 2017. N. Nail, Marburg: Universitätsbibliothek Marburg, 117. Greule Albrecht 2007: Estudos etimológicos a nomes geográficos em Europa. Auscelgadas contribuições 19982006 [Etymological Studies on Geographical Names in Europe: Selected Contributions 19982006], hrsg. de W. Janka, M. Prinz, Regensburg: Edition Vulpes. Greule Albrecht 2004: Com m - suffigierte germanische Gewässernamen [Germanic Water Names Suffixed with m -]. Namenwelten. Ortsund nome de pessoa em visão histórica, hrsg. de A. van Nahl, L. Elmevik, S. Brink, Berlin, New York: De Gruyter, 93 102. IEW I: Indogermanisches etymologisches Wörterbuch [Indo-European Etymological Dictionary] 1, de J. Pokorny, Munique, Bern: Francke, 1959. Hans Krahe 1957: Fluß- (e Orts-)namen em -mana/-mina [River (and place) Names Ending in -mana/-mina]. Contribuições para o nomeforschung 8, 127.
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18 Reitzenstein Wolf-Armin F. de 2013: Lexikon schwäbischer Ortsnamen: Herkunft und Bedeutung. Bayerisch-Schwaben [Dictionary of Swabian Place Names: Origin and Meaning. Bavarian Swabia], München: C. H. Beck. Rozwadowski Jan 19141915: Przyczynki do historycznej fonetyki językow słowiaskich [Contributions to the Historical Phonetics of Slavic Languages]. Rocznik slawistyczny 7, 9–23. Schützeichel Rudolf 2012: Althochdeutsches Wörterbuch [Old High German Dictionary], 7., atravessada e melhorada Aufl., Berlin, Boston: De Gruyter. SEJL 2024: Słownik etymologiczny języka litewskiego [Etymological Dictionary of the Lithuanian Language], de W. Smoczyski, Versão do 30.1.2024; LII, 2308 S. acesso: www.rromanes.org/pubalii/Smoczyski W. Słownik etymologiczny języka litewskiego.pdf Southern Mark R. V. 1999: Sub-Grammatical Survival: Indo -European smobile and its Regeneration in Germanic, Washington: Institute for the Study of Man. Udolph Jürgen 2004: Suffixbildungen in alten Ortsnamen Nordund Mitteldeutschlands [Suffix Formations in Old Place Names of Northern and Central Germany]. Suffixformungen in alten Ortsnamen. Actas de um simposium internacional em Uppsala 14. –16. Mai 2004, hrsg. de T. Andersson, E. Nyman, Uppsala: Kungl. Gustav Adolfs Akademien för svensk folkkultur, 137175. Vanagas Aleksandras 1981: Lietuvių hidronimų etimologinis žodynas [Etymological Dictionary of Lithuanian Hydronyms], Vilnius: Mokslas. Dėl liet. al ti, almuõ, álmė, emės ir kitų etimologijos bei jų santykio su vokiečių vietovardžiu Ulm ir jo giminaičiais SANTRAUKA 1. Apeliatyvai liet. al ti ‘tekėti, lašėti, bėgti, skubėti, nual ti ‘driektis (apie laukus), užlieti, almuõ (3) m. ‘pūlinys, álmė (1), alm (4) f. ‘iš kūno išsiskirianti masė, tradiciškai aiškinami siejant su viena šaknimi, jie nors dviejų skirtingų indoeuropietų šaknų dariniai, t. y. judėjimą reiškiančio veiksmaž šaknis, senoji ide. * h1elh2 - ‘stumti, nešti arba senoji ide. * h2elh2 - ‘vaikštinėti (tai dviejų senųjų baltiškų susiliejusių šaknų * alH -/* elH darinys) ir senoji ide. * h1el(H) - ‘pūti. Etimologiniu ponto de vista reikėtų atskirti lietuviškus, baltiškus vandenvardžius su pamatiniu * alm - ir greičiausiai to pamato paties liet. veiksmažodį alm ti, nes jie galbūt sietini su senąja indų árma -, tocharų ā Blme, lot. almus ir kildintini iš senosios ide. šaknies * h2el -
19 ‘maitinti, augti, auginti. 2. Su pirmosiomis minėtomis šaknimis sietini ir vokiečių vietovardžiai bei vandenvardžiai (Ulm ir kiti), sudaryti ankstyvosios vokiečių aukštaičių, vakarų germanų, senosios germanų šaknies * ulm - pagrindu. Ji sutinkama vokiečių kalbos bendriniuose žodžiuose, например, sen. vok. aukšt. olmo ‘pūvanti, tręštanti mediena, sen. vok. vid. ulmic, iges ‘supuvęs, -usi, sutęšęs, -usi. Greičiausiai dėl vandens kokybinių ypatybių pirmiausia taip buvo įvardijami vandenvardžiai. Jų įvardijimo pagrindu laikytinas sen. germ. * ulma - < ankstyvojo sen. germ. * h1(H) m(n)ó - remiantis sen. germ. šaknimi * h1el(H) - ‘supuvęs, -usi, sutrešęs, -usi. 3. Senosios germanų šaknies * elH - ‘suktis, verstis vediniai vokiečių kalbos varduose negalimi. Tokios vardų grupės atvejai vakarų germanų (vokiečių) kalboje turėtų prasidėti * - > W-. Tuomet senosios germanų, vakarų germanų * ulm - turėtų virsti senąja vokiečių aukštaičių * wulm -. 4. Žvelgiant iš teorinės perspektyvos, galima teigti, kad tokie vardai yra Senosios Europos, t. y. ikigermaninio periodo vandenvardžių palikuonys. Tai galimai atspindi destes šešios šaknys: - * el -/* ol -/* əl - spalvą reiškianti šaknis ‘raudonas, -a, rudas, -a (IEW I 302304) [šiuolaikinė: * h1el -], - * el -/* ol - ‘supuvęs, -usi, sutrešęs, -usi (IEW I 305) [šiuolaikinė: * h1el(H) -], - * el -* ol - skambėjimą, garsą reiškianti šaknis (IEW I 306) [šiuolaikinė: * Hel(H) -], - * el - elə* - *: * lā - - ti, judinti, judėti, eiti (IEW I 306f.) [šiuolaikinė: * h1elhė2 - (LIV/E) 2001 [1998]: 235)], - * al - ‘baltas, -a (IEW I 29) [šiuolaikin2 ė: * h al-/* h el-], - * l - ‘vaikštinė2 ti, bėginėti (IEW I 26f.) [šiuolaikinė: * h elh -(LIV 2001 [1998] 26:4)]. 2 2 Šiuo caso remtis bet kuria iš šių šaknų negalima. 5. Atsižvelgiant į metodologinį principą, kada aiškinant vėlesnę kalbos atmainą pirmenybė teikiama ankstesniajai kalbos atmainai, nors abiejų duomenys sutampa, šiuo atveju būtų įtikinamiau teigti, kad šios vokiečių vardų grupės aiškinimas sietinas su senąja germanų, vakarų germanų šaknimi * ulma -. Tuomet atkreiptinas dėmesys ir į sen. vok. aukšt. olmo ‘supuvusi, sutręšusi mediena, vok. vid. aukšt. ulmic, iges ‘supuvęs, -usi, sutrešęs, -usi ir kt., ir į lietuviškus ‘pūlinys lizdo žodžius.