scieee AI-readable full text Open interactive document viewer

Sermam que prègou na Dominica in albis no Collegio de Evora da Companhia de Jesus o R.P. Mestre Luis Cardeyra da mesma Companhia..

Cardeyra, Luis, (S.I.)

Full text

s ERMAM QVE PRÈGOV . N A DOMINICA IN ALBIS ' K ’° COLLEGIO DE EVORA DA COMPANHIA de JESVS. °% mestre lvis da mefma Companhia Lente de Efcritura ^ _ da Fhiyerfidade. EM COIMBRA - ^ Com as licençAS necejfarias. * Oflicina de Tbome Carvalho, Imprdlbr da Vniveríídade. Anno 1669, MuHa de Iofefh Ferrar a mercãdor de liyrot. !&' , ; 0 X ui .. " .'tf- : ; ' r r - rt* > 1.37 ?: ) 8 nr J A M I A D I M I !A C AÍHKMMOÒ ACI ÂfiO/n : f ' ' :b . liY»t ihl\S ^ ■ )) v> /:\iufc?-. v .vfwr\ S.\i MfinMJC '1 MH * r^‘-vi\ >.n ?«<•'-» 0|T: ..í f •>!> *n' ; n l 'SbtblhsYÍflYtb loíiiitjrnl fOrlírYlO v ; r^i nnA AWtfc A TjVmVw v 7 ,V:T1:A ,:>Q\ , mV’.**** Foi. i. THEM A. tyittáé dixit Thomá\ infer digitum tmm buc > © yidc manas meas ? © affermanum tmm y © mittein (atas meUm , © w/i eyfè incrédulasfed jide- /w. fRejpondit Thpmas y © dixit Do¬ minas meusj © Deus meus. Joan. cap. 20. EM moftra hoje Chrifto np cj fas a efti* mação que fe deve fazer dc hü fogeito, em quem d taleto he grande,&o preftimo pera muito. Coníiderou o affi Sám Ioão Chrifoftomo nefte lugar. Çoíidera Vomndtoris clemetiam^&pro vn* ani - ^ ma oftenàit fe ipftm vulnera hdente, f, s * cce dít ut ftlvet unum . O confiderai o que fas Chrifto,q í) ?P 0ra P o r íalvarhum, o que dantes fes por falvar todos. • í^ ç e a f ll niefmo com chagas pello remédio de hum Thod 0 5 0< l u e na Crus fe deu com chagas pella faude do muníc ç t0t l 0 ' Con fidera, Ora pondevos a confiderar devagar, *a r ° n ^ derai bemnifto, que tem iflb muito qúe coníide- ^rift° r ícr Thome o por quem tanto fefaz. Que fifcfíe ^ 0 ! ° / ant0 P or J°^°5 qiic o não negou, antes o acompa3 morte: ou por Pedro, que pofto faltou na Fe, nao VtI? na obftina ^ ão » bem mc citava? MasporThqmc? f noüie, quò depois dc refiflir à verdade negativo , f& A deixou deixou ficar obítinado. ? # Por Thome q devendo crer nò pf 1 ** meiro dia, rcfiflfio oiro inrcíros > Por Thome fas Cbrifto 0 que fas; 5c fe empenha tanto cõ ellc. ? Si, 5c as rezoes do ern* penho ferão a matéria da prègação. Naõ digo a rezão, íênao as rezoens 5 poi q as q Chrifto teve pera fe aver cõ Thome» comofeouve, nãoforáo hüa, fenam muitas: todasellas » c fundão cm duas palavras do noííb Thema. Domims 7 ncU$- Senhor meu. Porê porqtre as rezoês fa^am melhor, difficut' talashemos primeiro , fundando as dificuldades todas na* mais palavras do thema, 5c reípondendo com as refocí 15 deitas duas as difhculdades das outras* lMayía. M A ndanosS, JoaõChrifoítimo conííderar o Deos fas por Thome. Confiderâ demcntU*# min ator is , Jjpro vnx animo, otfendit fe ipfumvul# er ^ hentem , & accedit , vt fahttvnum. Efta Confideraçaõ & dá amiq confiderar . Mais fezChriftosòpor Thome nc» d a, doque tinha feito oito dias antes por todbs os.»*** Apoítolos. Aosmais moftroulhesas mâos, 5c o lado: OJttr dit tis ma,?ius , & Utus , porem Thome náosò vio as gloriofas, fenão que mefeo a mão no lado aberto: ^ rnanum tUrãm in Utus rntum , os mais virão, 5c quando & ^ to tocarão, palpate, & 'v ide te: Thome paflbu a diante iò vio as chagas de fera, fenaõ que examinou devagar^ paflfava dentro ncllas. Infer digitum tuum huc: fír r tHsm, & mitteinUtus meum. Por Thome fe fas ^ Chriào he Senhor, Dominus meus j 5c Thome chama c ^ dimo: Th ornas quidicitur Vidimus , Thome que íec * Didimo. E Didimo que quer dizer? Didinnts» hoc.cjtg JMs y d is Alcuino. Didimc quer dizer homem, que ^ c .^n o ! ,5chun^ h omem deflaforte, que valpor *» u l * j; f c & >o, façnflfc líuiiro por cllc. Mais nos aproveitou (dis • Grcgorio ) Thome duvidando, que os mais crendo: a in- ^Jlidadc de hum íó Thome, que a fè dos outros todos, Hs n °í is infidellUs Tbomt aafidem , qukm fides credent ^ iYn Eifcipulorumprofuit ; porque rcduzirfcellc, foy contniarnionos nòsj abjurar fua incredulidade, foy confirmar *toffa fcepuix dum ille adfidem palpando rcducitur , nociva J 1 ç sfoliditur. A fè dos mais nefle cazo foi mais pera elles, ^Ue pera nos: a fe de Thome aqui foi mais pera nòs,que pe3çll q : p l us nobisprofuit. Foy peraellcjfí; mas pera ròs mui 0 niai ^ p lus nobis. Ehum homem de tanto prcftimo pera o mú, como c fte: homem que nâo fó ciè, mas fas crer: q ao íó crè, como deve, mas confirma outros naTè de feu cr daddro Senhor : homem como cfte de tanto prcítimo, ^penhetTe feu Senhor mais com ellc, & façalhemayores ^ v ores* Chrifto obra comoSenhor, Dcminus meus fez que he bem que fe faça: prefira o Senhor no favor, quem aventnjanozelo; 5c mais zeíocomo efte. de r c ^ a advertência a S. Pedro pouco antes 0*7; P 3 Xam: Slmon ' Simon ecce Satanas expetmt vos^ut <i tZ Ct f UUt tnticum: e ê° autem rogayitpro te , ut non deÇ tua ‘ ^ l)C * i2 - ^ 'dro advirtovo dantemam, que ^anas v os ha de tentar a todos, & verfe vospòde perdfcr: Por C r ní ^ í 'í' > 5 l ,e cu ^ s ora< ? a o particularmentc por vò*, Çu .!/ f°^ a ^ na0 P crc ^ 3 * ^ ol irtofavor particular, que to/ za ^ a n i Pedro, dis Sam Joam Chriíòftomo, SanPorn? 0 r ^ outros > o rar particularmentc por cllc. Pois 1C az CH R ISTO cfte favor particularmentc a Sam ^n, 0maisqtlca aIglini outro Apofiolo? CHR1STO ScP ° r todosfcusDifc ipuIos orou pedindo a ícii UÍ a Pày 05 cm P araí *, * defendefle. Ego pro eis roço 4 tos m nomtne tno. Joan. 17 . Pois fe por todos orou A * por por retnedio," porque ha de particularizar cm Pedro a oração por favor; Ego autem rogxvipro te ; por rodo^> orei, mas por vòs em particular ,pro te. A rezlo deíla duvida dm 0 nicfmo CHRISTO nas palavras, que ajuntou logo. Et^F qu/indo converfas confirme, fratres tuos. E vos depois knfl' braivos de confirmar na fè os mais Drfçipqlos meus, & Ifi mãos vofib'j queaíli expliçãoefle lugar os ExpoíitorcS COmummentc. De maneira que qs mais Apoílolos nãoerauj pera Pedro, Pedro era pera os mais Apoílolos: osmais eraO pera fi, Pedro era pera todos, pera fi* fim, mas pera os a u ' tros muito mais. Á fè dc Ioaõ naõ cõfirmava a fè de Pedr^i mas a fè de Pedro confirmava a de Ioáo: & hum hom^ 1 defta fo/fcej hum homem que mais he pera nòs, que pera i J j feja oSeitjior mais pera elle, que pera nò:>: homem q u c na0 fq crè, mas confirma, que não íó tem mám cm fua çrenç 3 » mas confirma noíía Fè, que nam foelle he fiel, mas fas q u ^ nòs q íejamos; avendofe de aventejar alguem,fcja etfe te de todos. Se o Senhor ha de por os olhos ponhaos ne primeiro. p c<i •Quando Chrifto chamou pera o Apofloladp a 5. ^ dro, & Santo Andre feu Irmão, dis Sam Marcos, q ü< j P meiro o Senhor pos os olhos em S. Pedro, Sc depois O . ^ pefa Andre: Fida Simonem , & Andre e. fratrem ejt# .^ 0 tentes retix inmere. Marc. i. Depois indo avante avio a Ioáo, & a Diogo; pos também os olhos nclles, ^ mouos: Etprogrefites inde pufilum vidit Iuobant , dei , cr íaannem. Ém quatro Apoílolos pos Chriílo aq ^ olhos; mas o primeiro em quem os pos foy Fcdro^ ^ d**o que avia de tomar as armas por meu ferviço? fendelo no horto contra a furia de feus inimig os • quando o mundo duvida de Ghriílo quem foffc, cl c ^ quem cra: Ti* es ChriHus filius Dei vivi. Pedro q u c 1 ‘ rz / / 5 3Via dc fcr fiel, *vt non dcficiatfides tua, mas avia confirmar duvidofos, confirwafratres tuos. Pedro, que com os dita¬ is de fu a prudência, & cfficacia de feu zelo, avia de ter * direito a Monarquia de Chrifto: ncfte poem Chrifto pri¬ meiro os olhos. N,am os poem primeiro cm Ioam, & mais av ia dc fcr o mais amado: nam em Diogo,& mais tocavaihc P°rparenteíco: nam em Andre com fero mais velho dc tQ dos$ sò cm Pedro os poem primeiro? E a rezaõ difio qual He q GHR1STO cra Senhor, & Princepc íoberano, .^queria fundar por mcyodelles a Monarquia de íua Igrejj* E ainda que os mais erãofogeitos de muito porte, Peavia de fer de mais prefiimo. Todos ellcs aviam dc tf abalhar muito 5 como travalharaõ por fugeitar o mundo tQ do ao império de feu Senhor: mas pofto nenhum faltou a ° trabalho, Pedro era mais importante â Monarquia. Os ^ais a dilatarão, mas Pedro a fuftentou, & fuftentarà atè o m do mundo por mcyo dc feus Succefibres. Pois avendo PSenhor olhar primeiro pera alguém , feja pera Pedro. ponha primeiro os olhos nos mayores annos de AnQre > fenam no mayor preftimo de Simaó. Vidit Shvoncm , & ^ndream. Math. 3 . Nam cm Ioão pofto feja o mais quefido dc feu amor; cm Pedro fi, que hc o mais importante a ^ trv i ço. Nam em Diogo por chegado no parcnte/co, nam cm Pedro por aventejado no prefiimo 5 que aos a Ds de hum Princepc nem os ha de guiar a inclinaçaõ do v (n* nrrn avcz l n h a n ç a dofangue* fenam o prefiimo do ^ al °. Nam ha de por os olhos primeiro naquclle aqnem ] ç ais ama, f cnaln naquclle que melhor ferve. Efte lhe ha de ítn ar ^ n C ^ a ^ n iCnlC 0S0 ^ 10S5 narn 0 <3 U C agrada ao 0r > fenam o que mais ferve â Monarquia, v * °rifíb CHRISTO naquella occazião pos os olhos * thculartr.cmc cm Pedro, Vidit Simoncm , & hojeospoe . . cm cm Thome. V finde dixit Thoma porque hum, & outro fogeitoeram íògcitosde preítimo. Mas quando, 3c cm que tempo fes CHRISTO cíle favor a Thome? Aiada nam reparei na círcunftància do tempo. O tempo do favor foi, quando Thome eftava mais retirado, tçodo as pç>rtas fe¬ chadas ao mundo. Venit l E SVSjxnuis cUitfis. Quando mais retirado, 3c mais defeado, por ter caido da graça. B porqueefpcca oScBhor cftas circunftancias de tempo pera poros olhos nellc, 3c o favorecer. Vomintis meus, & Vcus meus, dis Thome. Porque he Senhor, 3c he Deosj he hum Senhor dado do Ceo. Em nenhuma couza moífra mais hum Princepe ler Princepe dado por Deo? , que nci¬ tas duas coufas ; cm por os olhos neíhs duas fortes de ho¬ mens, nos que cílam retirados, 3c nos qandaõ caidos,quandoaíTihunSjComo outros podem predar pera muito. Começemos pellos mais retirados. Achou FelipP* Nathanael, 3cdifelhc como tinha achado a CHRIS1 » que fc foffe com elle, 3c faberia melhor cfta verdade. Bc aílim Nathanael foi com Felippe & vendoo ^ vir, poíTe a dizer dellelouvores. FescntamNathanae * pergunta a CHRISTO: Vndc menojli. Joan. i. E v ° s ^ elJ deme conheceftes pera que vos ponhais a dizer c l u C fou ? A efta pergunta acodio CHRISTO com cfta vc^ ^ Priufqutm te Philippus voctret , cumefícsfubfictt vf Nathanael, dis CHRISTO, fabeis, que antes de^ vos chamar pus eu os olhos cm vòs, 3c foi iftoquan veis mais retirado que nunca, fem vos paflfar pel a nação ouvcíTc de fer aífi. Quando eftaveis mais rct» r ^jninguem punha cm vòs os olho*, então volos c ^p\y fericordiafamente: Cttm e(fes fubficu vidi te. -A 1 ^ ca cftc lugar o DoutiíTimo Maldonado de fin rc * r 0 òfi Sana Cyrillo, Santo Agoftinho, 3c Eutimco. A.tto ^mirado Natfeafiàél, rompco neítas palavras dicas de ! Verdadeira Fè, & confiança. Rabbi, tu esfilius Rfttyíu HRcx jp4c/. Mcftre, & Senhor Verdadeira mertte qüè vòs fois "fj^o de Déós <: vcrdadcirartiente quevòscfòift Rey de Íí-l ^d.':>i>©i s Jfeíatháuáel ^iie mudança hc efta tam rdpèótinafí S&atè'agora Vos nam podicis (Urfuadit Tfifirfo de tçt h COuza boa, ágòra porque }à credes o mefmo, quc v lii ^Qi pouco impugnáveis > jfiòride inferiftes efta verda&d * Cr GHRISTO o verdadeitò AteíTias, StRey prometido 5 ^ftaelr Inferio (di^Nachanací) deVefqucefie Senhor ^^«ioqQandb-mftgúetft me (blíiáva^: : iqüe r q i iá;ndo eu tfJ’ ^ v atrjai$ retirado, ehtam me bufeou dle còm os olhos, ^ íe dignou deos por em mi: ^uU dixtTtibi tiidite fub fi- *i trtdis ; . & homem como efiè, quequãndo é-u me retir °> clíe me olha, que quahdb ningiiem mc pOetn bs olhó^ Ct ^tam pòem elleps olhos cm mi ! 1 H òmcmq ! que IfábtP por 0s olhos nos 1 que c fiam mais retirados, & de quéni o ^ndo fenam lembraefie Homem íiaoíhe foHomem$ c também homem Rc^-; 4 nam dado pcllos homdns , ícy Rey niandado por Dcos. Tu ts tâilius DH> tu es'Rcx { r *ch Dá propriedade da ácçafrí ;‘inféfloatcaleza db íah- .^ Ue 5 medindo pellaeffcfa dos olhos, à grandeza da Ajaj^ftade. Efta diífcrença tem o olhar dos Rcys , & o oar d os mais homens, que ò olhar dos mais homens tem k° r «fera da 1 vifia certa díftaritia de lugar 1 ; o olhsr dos ^ c y s tem por esfera dos Olhos a largueza do^mundo to* 0 olham ao perro, & maisaolònge : ao perto olham v ra os qúc andam chegados ; ao longe olham , pera os c nam-ouzam chegar ; ou por que a fortuna os náni „ou por que a dcfgraça os reliróii ; Aífim olham, ou f . mi ' he 1 brmque olhem os Rcys, pera quehuns, & ou- • entendam que tem olhos fobre fi, que olham, 6c fabem £ olhar, i’V d afitcs: nàm darites quãdo CHRISTO lhe diflfe itiblhcr,' ícham erttam qüando lhe chartidü Maria. Dà a rezaõS.G^' gório aferis própria denòrti) iritenroque pòdefer. Pttf* èfihTti-XiitCTrteÁÀ Bominus Ibmmuni vocábulo àppelUvit e * ' cr Àgbifífs^oH àTiyVocaf cx noMnk. Vendo CH^^" XO que n Mddalèna o nam corihecco quando' llie charti°u nioihcr,cUambua por feu nome, & foy adorado delia, fih er?o qutí vocàtüt ex nomine , recoanoícit nuthorerv » 1 . nHor, que allla tjomeârá,ÇiVaquellcMeftre íeu, a que b 1 1 * cava, & em quem devia crer. Creo nelle dahi por diante,# foi fiel FéVva fua, tazehdooquceftava obrigada a tam í° - berarià grán<fcrza. Pois molher, fe de primeiro nam crfos> fcomd agctfatetelolVes? Senâm foibaftanfe dantes p c ra i . j fazer abraçar a verdade de que drè ali duvidavas a eloq l 1c1 ^ Üa dc doas Anjos, comobaftou agòra pera o meímoa ^ petiçam dc hum nome? MariaPç nam acabavas de crer q u a do tc deziaõ, molher: Mulier quidpioras ? Comocres t fl facilmente quando te ouves chanVarpeUo nome dc ^ a l 1 ^ (_AtilU convérft drettei; Rabboni. Sabeis porque? ^ 0 . r ^ a ; o nome dc rriolher naní era nome proprio da Mada t ' . Èam Vominus com/nuni vocábulo appelU vit . O rtom^ ' . Maria, efle fim; proprio era, & verdadeiro nome fe ü > °. *x nomine . O nome de molher cra nome cõmum, ô “ e ria 'particular. Ctlamarllie molher bem 0 pbdiafazdr,^^ quem lhe ignoraíTc a pcíToa; porem dizcla Maria; & JP ^ fazer ifto, quem lhe foúbdle o nomc 5 nam o nome c° qiie rinha, fenatti o particular tàc quem cra. Poriflb á ^V e 3 leria vendofechamar por Matia, éreo que o Senhor, 4 ^ chamou, eraoji) efmoa quem bnfcava,& a quem ^ eV ^ v ^ > vir, como fervio póotualmcnte . Como a Madalena ^ uC «Wj ip fie Pa i inttrft ^uarebat. E Mâi Í4 vendofe nomeai or foi nÔnVc, -méb por CbnClüfamrinfalÜvel que ‘o^e- fh le Tabia5 o nome, 5c qnc chamavaõ por ella: Maria: ôbcdecco logo a íeu Sc nbor, 5c fez o que lhe mandava cera t0 <la a diligencia poflivel. O Senhor mandou, 5c a Madale¬ na obedecco: Vade ad frátres meos , (^ dic eis , eisahiaa CHllISTO mandando: Venit OH ar is CUagdalena nnKuntixns DifcipuUs , eis aqui a Madalena obedecendo. •Mas quando fez a Madalena o que cra obrigada , quando ^Dcdeceopontuaimcnte? quando ouvio qlhe fabiaõono- ^: q lhe fabiaó o nome, 5c q fe Iêbrayaõ delia: Mmi ergo fyU vocAtur ex nomine. Maria porq fe ouvio chamar por Í<J U nome, por iflbfcs o que devia fazer, 5c. tributou ficlmêtc 3 f euSenhortodoocoraçam, 5cvontade. As cfficacias jkft.areíoiuçam foraõ cffeitos daquella lembrança. Saberonomefoiganharlheocoraçaõ, disíanto Agodinho: ** r ius çonverjA corpore quod non erxt putA\it , nunc concor de, quoderat signovit. Tanto monta como ido ter Cnt cndido o iubdito que feu Senhor lhe fabe o nome, 5c q ^ l nda he lembrado: lembrarfe dellehúa ves, hc ganhàlo pe- ? femprcj lembrarmonos de quem he, he obrigalo a fer oq £Ve. Ninguém jamais efteve tam averfo , que ouvindo ^naar por íi, nam voltafle. E mais fe chamais por elle quaf 0 menos o eíperava, volta logo,5c volta de coraçam: ç^erfa corde: como íeconfidera lembrado, logo volta rclh l u to > retratando o mal que fazia, porque vè a honra, que fazeis. Ha modo mais facilde conquidar coraçocns 5 c ô ^ palavra de lembrança íc faz tudo ifto*. Vixitci IESVS *rU . Converfx ilU dixit ei. Com ido ficou a Madaletf ocada, 5c o Senhor conhecido. Inferioa Madalena a ^and C 2a do Senhor de fe ver conhecida dc nome: Aíarut ^ quia vocattir ex nomine recognovit aathorem * que tam parte dc Senhor faber o nome âquellcs, que Deos * 0s « e baxode feu império. Adim alentou CHRISTOa C Fc 1 6 ' - Fò da Madalena, Sc a crença deThomej ficou Thome aletado, & o Senhor conhecido, Dominus meus , cr Deus meus. Como CHRISTO fallou com Thome, moftroulhe as maõs, & lado aberto. Videmanus meas, & *ff cr manuns tmm, ér mitteinhtus me um. Thome, dis CHEUSTO, cofidrai eftas maõs, Sc metei a maõ nefte lado aberto por voffoam.or r Aeftas palavpas acodio Thome com eftaprotcfta - çam: Dominus meus, & Deus meus. Protefto Senhor q í° lS meuDeos, protefto que fois meu Senhor. Donde fundou Thome a verdade do império de CHEUSTO nefte cazo? De lhe ver o lado.aberto: 'sfffer manum tmm , & in Utus meurn. Eftadiff-çença ha do Senhor ao vaíTallo, d c quem má da a quem obedece: que quem obedece bafta trâ “* zer o coraçaõ fechado no peito, quem mãda deve de o trizer patente no lado, tam evidente, Sc tam claro, q l ,e a “ l.* quando o mais.Ie encubra, fó o coraçam íenam feche. ▼ 1 ^ Iíaias a Deos em trono de mageftade, & vio que dous Set* fins o encubriaõ: cada hum dos Serafins tinha feis azas: c 0 duasencubriaõ-a Dros quanto vai do lado atèos P bus vclabantpedes ejus.Sc com outras duas o tornavaõ * e cubrir, quanto, dis.da Cabeça atèolado: Duabus y^ A ^ cAput cjus: porcta advertio que (ó o lado nani cftava & ^ b; rtoj porque abrindo os ; S e r afins as azas dos lados, «c* lado d Deos patente, Sc manifefto : dr duabus Ifai.6. Pois fe, Dcos encobre os pés, fe nam defcobrea c ^ ça, porque, revela o Iado> Porque fechar o lado parec^ ^ contrar.a mageftade. Quando o Profeta vio a Deos, V| confideraççêh dq Senhor, vidtDominum j &:fccbar® w ^ quem he Senhor nam fas ifto: nam fecha o lado, reve revelado o lado, porque fique patente o coraçaõ. ^ oU çam he hum Sinhor: tem propriedade de lusj oui as ^ as deve cqr t A Ju* tem cfta propriedade, que aonde d \ ^ 17 pode cftar cncuberta: taldeVe de fero lado, fehe lado de Penhor, tam evidente como a lus: nam ha dc aver trev as q o occultem, porquem ha de fer lus dc fi mcfmo. Jàomundo cftavàémtrevasj &àsefcuras: TertebrtfáJknt fuper vnherfam ter ram-, quando hum Toldado cô lança abrio o lado a CHRISTO que cftava pregado n 3 Crus Cõrando S. Joaó efte fucceífodis, que elle vioifto c °tn feus olhos, que clle vio o lado aberto, & fair delle ían- £ u c , & agoa: Et quividit, teftmonitim perhibuit, & ver um tèJHmonium ejus. Pouca Fílofofià he necceüario íaber, P^ra faber que hü obje&o Vifivel nam íe pòde ver ícm lus. {padas condiçoens neccffarias pera fe darvifta no? olhos aver lus no obje&o, pois Te já tudo eràõ trevas, como poS. Ioaõ ver cõ evidência ò q não fe pòde ver sê claridade, c °mo pòde ver õ lado aberto fem lus, q o dcfcubriííe? Poler ifto por fer lado de Rcy aquelle lado. IESVS Naza- ****** Rex Iudaorum , dezia o titulo da Crus. Elle he IEVs de Nazaré Rey defte povo. E pèra que o lado do Rey ^devifenam he necèííária outra lus,pòrqiie elíè he lus de 1 hieímo: nani he necefiaria lus eftrahha que o revele* elle a lcni de íi que o riianifeítaj ainda quando tudo o mais Te ocCu l ta, fó elle fe nam encobre: nam o cegaõ efeuridad: s,por ^eonam comprehendçm trèvas; podendo nòs dizer do pode CHRISTO, o que domeftho CHRISTO dis S. °3õ: Et tenebr* enm non comprehtnderunt. Joan. i. Como p lado de Rcy naÕ podia ficar âs efeuras: fe hc lado real, pode nam Ter evidente. ^ porque rezam ( m o r alizcmos a doutrina ) porqreo deve fer tam cVidêntc efte lado > A rezam hc hiuito im- ^ rt ^nte, afti fora praticada. Devcícrtam evidente, & tam ^ ar °> porque quando olharmos pera cllc nos políamos ver ^ 0s * O ladodo Senhor deve Ter hGa repreíentaçam dos c 2 vaflfal- i8 vaflallos j affim nos dcvc trazer a todos retratados em Teit coraçaõ, que nos políamos ver nelle, quando lhe puzermos os olhos. Naõ remos menos abonado fiador defta verdade, qOc o íuprçmoMonarcha Deos. Paliando fam }oaõ no capirulo primeiro defeu Evangelho do lugar,, que o Divino Verbo tem em feu Eterno Pay, disque o temo Pay em feü kdo: Vnigenitus, quteft infenti P Atris : Vnigenito quecítà no feyo do Pay. Nam dis ifto o Evangelifta da pefioa do Efpirito Santo, fenão da pefiba do Divino Vcrboj & çnais o Eípirito Santo he efieneialmefiteamor por feradto dc von¬ tade eCFencialmente. E o Verbo por iflb mefmo que he Vdv boheado do entendimento. Pois porque nam dis queoâmor occupa q lado,fenam que o verbo eftà no feyo?D çam nam he centro do amor ? fim he: pois porque nana m oEvangeliíb, que o Eterno Paydào lado ao Efpitito^^ to, que hc afrído da vontade, fenam ao Divino Ver.bPj*!^ he ado do entendimento f A efta Theologia de fa’ n1 J° a tam verdadeira avemos íatisfazer coni outra nam. m e n certa da íabedoriapor Salamam. Falia Salamam d°r'^ tr Divino à letra, fegundoacxpofiçam comrrma dos D° u ^ rçs fanto Agoftinho, S. Ambrofio, Lyra, & os mais, & c malhecípelho fem macula, & imagem propia de^ u ^ CanAor £ pe?úm lucisçtcrtiA , & fpuulumfoí Wtft 1 inajçfiptiSy f^ximago.lptnUtis ilUttf. Sapient. 7- ^ c ° n rí n Verbq he imagem* como hc cfpelho* como hc |mag ep1 ’ que Deos Te vé, comohe dpelho em que nòs nos reptd^ tamos, tem no o fupremo Monarcha Deos ctp Teu lado ^ (ó porque .hq ^dppaçcha, fenam tambqop, : pçiqV e hc cha Pay: ín? Atris hfi Monarcha, que he com o ha dc ter cípelho uoJado, em que os fubditos fc v d a frA s pados: trafnps Deos reprefentados no lado, porque n p c0 s cíUmpados nó coraram: tal dcvc fer o lado dc quem ^ t x 9 |°y fervido fazer Senhor: há de fcr lado em q todos os vaflàl- *°^ s fe poflaõ ver, porque ha de fcr lado, cm que todos anjjf* Por itlo Thome verdadeiramente vendo em CHRIJS-^ PO o lado aberto, da evidencia do lado, inferio a foberaniat. damageftade porq olhado pera 3quelle divino lado cohhec coíe dentro nelle, & concluio era Senhor feu por verdade Suenvo trazia no coraçaô por amor, Dominus meus, &c. • Porem nam ofFercccoíio CHRISTO a Thome olafvnam que também eílendeoas mãos, Sc lhas moftrou abertas: Vifomanus meas. Eftende CHRISTOambas as ^àos, foi abrir ambos os braços, mofti ando bem nifto o Se¬ nhor, que de coraçam o bufcava,pois o buícava com os braǰs abertos: a tanta piedade fe rendeo logo Thome, <5e fc voluntariamente por vécido, Dominus meus, c-r Deus ****** Renderíccom tanta facilidade o coraçamdeTho- ^e>foy vitoria do lado de CHRISTO 5 & que menos poia fuccedcr fe via Thome a feu Senhor, que o efperavacõ l ra Ç ° s abertos,que abria os braços, Sc offq-ecia o coraçam: ha coraçam tanto de pedra, que a efta violência fuave, en am renda facilmente. . Muito trabalhava o Senhor ncftc mundo por trazer y os homensj jàos doutrinava, já os reprehendia, já os cõTpcig çom r.ezõcs, & admirava com milagres, Sc -vendo çj ^Çabava de lhes ganíiar as vontades, nem conquiíiar 3 i l 0 r íl ^ e s, nem com a verdade de fuas rczoens,ncm com •fti u C,a de ^ CUS P r 0 í %i 0 Sf c rcíolvco que o meyo pera os , fjc n ; a r a via dc fcr eftc: íubir â Crus, & porfe nella: Et ego fi Por txtus f ucro * tc ^ r A^mniã trxham ad me ipfttm:Íc eu mc Cr em hua Crus, dis CHRISTO , logo trarei os homens r ’’ P° r mais que ellcs agora rcfiftam,& nam acabem de fc 'toj 5 que aíTim explica íanto Agoftinho em íentido lite- > k mais proprio aqucllc emnltdc CHRISTO, ideft QW . 2 ° nes hominesd im,mas fc nada acabam com os homens as re* prchenções deTeus vicios; fe pòde pouco com clles acíficacia das^ezões, ôc verdade di doutrina : fenam acabam de fc render a valentia dos milagres: fe fenam rendem-a Chril' tbmilagroío, como fe ham dc render a Chrifto Crucifica' do? Que mais tem Chrifto na Crus que fora delia pera obn* gar aos homens? Tres couzas acho teve Chrifto na Crus, q muito nos obrigaram : Chrifto na Crus inclinou a cabeça* inclinato capite: Eftendeo os braços, tota die expandi man^ meas : E abrio o lado, vnus militam lance a latas ejas tf e ~ ruit, Toan. 19 . Inclinar Chrifto a cabeça, dis HugoCardca, foioffcrccer perdam aos peccadores,& chamalos: catores , qaibas vcniamtndulgebat. E que quando nòs fuf?*' tnqs, elle nos chama, que quando nòs fugimos delle, ell c incline pera nòs, que qnando armamos contra elle as irrá° s > elle eftenda pera nòs os braços, que ainda quando lhe neg^ mos os corações, die nos offcreça olado,hc hum gcncro ^ violência eftetam fuavr, quenam ha quem lhercíft a: V o iflbos mefmos homens que impugnavão a íêu Senhor lagrofo, renderanfelhe crucificado: como virão que os c ^ mava com o lado , & braços abertos fogeitaraolhe os rações rendidos, revertebãturpercatientespeCfora fu* tend.T Chrifto na Crus os braços, inclinar a cabeça, o lado tudo foraõ fígnifícaçÕes grandes de feu amor : ^ os milagres que fazia ainda que também crão efteito ^ fua charidade, mais parecião com tudo dcmõftraçocn feu poder. E com os braços do Senhor na Crus çftateffl ^ bilitados, fògeitarao chvrres horas dc Criis, o que na ^ c f la nhãofogcitadoem trinta & tres annos devida : pofft u ^ vida obravão armados com o poder de feus nulagr cS Crus obrarão armados com a valentia de feu amor: na ^ obravão, na Crus abrirãíc; Tot.i die expandi manas ^ 21 «dpopulum contradicentem mihi, Que multo poisvenceíTe 0 Senhor as contradições do povo, te chegou a abrir os braǰ s : que muito acabaftem agora os braços, oquedãtesnão P c tfuadião rezoens; & que muito tributafle Thome tam fa- ^tticnte ocoraçam a feu Senhor; fe o Senhor cfperavaa Thome com lado, & braços abertos, vide manus meas.mitte mxnum tunm in Utus meum\ pera hum fubdito Te render efta he a rezão mais forçofa; que muito renda o fubdito o ^°taçam, fe o Senhor fabe abrir os braços, Dominus meus , ^ Deus meus. Dcfte modo fe ouve Chrifto com fanto Thomcquan- :° o quis reduzir, recebeo com o lado, & braços abertos tontamente. Porem nam leo que Thome tocaflcos Pès de j^riftojcomo fízerãoos mais Apoftolos, quando Chrifto nes apparecco ha oito dias, nam cftãdo Thome com ellcs, ^ conta fam Lucas, Palpate , & videte : & cum kac dixijfet *ft*nditcis mams , & pedes. Pois Thome porque nam toca tombem os pès do Senhor, como os outros fizeraõ, Thome P° r que nam toca, & o Senhor porque o nam manda? Domi- ***** meus , & Deus meus , refponde Thome,porque he Deos QlCü s & Senhor meu 5 & por fer Senhor meu de forte quer ^toendar o peceado, noliefíe incredulus , que moftre nam yt abater a pefloa. Notai o como: fe Chrifto mandava a nome tocafíe feus pès fagràdos, pera Thome tocar os pès e Chrifto aviafle de abater Thome aos pès de Chrifto; i ctil ha dc tocar os pès hc força abaterfe primeiro.Pois que ç n ^ 0 ^ en h o rnam o manda tocar, pcllonam madar abater: no lado,mas nam fc abata aos pès. Dcfte modo cm mèh/ °dcli<fto, mas cvitatfeha oabatimêto. Divina dou- ^ n a cft 3) con hccer o fubdito que tratam de o cmmendar, k í ^ c l Uc o nam querem abater: fubdito que anda aos pès anão he fubdito cmmcndado; defta íorteo fubdito per- 22 perdcíle, & o delido nao fecmmenda. Nam fez mais o Príncipe da Igreja fam Pedro, quan¬ do quis tirar a vida a Safira; conta íaõ Lucas cíle fucceíío nos ados dos Apoítolos, & disque negado Safira huma culpa porque o Princepe da Igreja lhe perguntava, & clla.tmh* cometido, caio de repente aos pès do Princepe dos ApoP tolos, & acabou: Confeftim cecidit xdpedes ejus, (jr expi ríl ' <vit. Ador; 5 . O cm que aqui reparo priucipalmête nam h c tãto no acabar, fenam no modo, com que acabou. Nam ^ lS o Hvangeliíla acabou, & então cayo aos pès do Princepe da Igreja, o que dis he, que porque Safira fie vio aos pès* p 0 ^ iflb acabou de repente, cecidit xd pedes ejus , & exp#^' cfte íegundo acabar, expiravit, foy coolequencia daqnd primeirocaír, cecidit xd pedes, porque Safira fie vioabatida» ficou morta. Dcmaneira queqta doo Princepe da Ig r ^ quis acabar com cfte íogeito, não fes mais que darlhe mam, & poftralo a feus pè% cecidit xd pedis*, abater a foi acabar o (ògeiro. Quando o mefmo íam Pcdoqui * tar a Tabith i refuícitada por elle, deulhe a mam, & ^ toua: Vxns xutemillimxnum , erextt exm.AClo r. 9- .. c toua, he verdade, dxns xutem illi metnum , mas foi dnn ^ amam; por iílb o Evangclifta cõ mifterioadvertio n a ^ o dxns fenam que ajuntou também o xutem como fera, mas por iílo Tabitha fe levantou, porque tcVe < ^- il0 s? Crgucííc. Quem naõconfideraadiverfidadedeftcsfiog ^ hum crgueífe, outro acaba; mas por iflfoTabitha íc ^^ 3 , porque íam Pedro lhe deu a mam, & por ifib Safi * 3 porque fe vè defíftimada, trazida a baxodos pès, cCCi . pedes. E maishe bem advirtamos, que com acabar aq ^ íogeito, nam lemos o arrependimento de fua culpa hM mosque acabou, mas nam lemos que fe arrepen^u fogeitofccõfidera abatido, & q otrazeaospes L ' # ^acaboufe: o fogcito acabou,& da emmenda nam fc fabcj’ ^remédio pois pera ganhar o íogeito? O remedio hefuC A o qqe Chrifto fas, & hgbê, que nòs façamos, não o •toater* ergueloj naõ o trazer aos pès,levalo nos braços Defic niod^p.íubditoreodefe^Ã; Senhor he obedecido codeve tesfêí reco nhecido por quemjic, Domnus tatus. ’ Quero ^aba^çonfiderando hüa-p artieníaridade, qtie ot °n o Evangclifta. Advertiò fam João que antes de Chrif0 felJat com fanto. Thome, parou entre feus Difcipulos, no ^eyo de todos ellcs, Venit 1ESVS , & t tetit in medio. Parou ^ uieyo de todos elles indifterctemente. E porque fenatn %ga o Senhor mais pera Thome peilo menos, fe a Thoíj^ptincipalmentcbufcahoje} Porque nam inclina mais a ^nia parte, que a outra, fenam que fe poem igualmente in¬ fante de toda a circunferênciaf Nam fes ifto, porque ef- $$cnhor não he íó Senhor, hc também Deos , Vmims & Deus meus, dis S. Thome. Efta diyetfídade ha cnfenhores da terra, & entre o Sephor de todos elles* da ^. Írí íj & mais do Ceo,quebe Deos, que os mais fam fóíe3orcs, 5c Deos he Senhor,& he Pay. O paterno, & o impetudo fe acha cm Deos: heSenhorj fim: mas Pay juntat ^ntc 5 $ apnde ifto fe acha junto: quem fabe vnir cftcs exj?^ O Sv PoSfç em hfia indiffcréçatal, que fe poem nomeyo nam inclina mais pera hum, que pera outro P orc l u c hc dc toda a parte, por ifto fc nam chega mais qnc pera aqudlc fogcito : porque he pera todos C nic .ntcíem cxceiçam de pcflbas. Ifto fim; ifto he fer > que hc Pay. Huaqucftáopropos a Samaritanaa 1 °> & foi cfta: Patres noíin in monte hoc ador/iverunt f í 0a y ° s dicitis , cjuU . lerofolymis efl ybi adortre oportet ; Íq m 4> Senhor rcíolvcimc cfta queftam: nofibs mayorcsaar ãoa,Dçosnx;ftemontCj & vososHcbreos dizeis, que D Iw