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Aurelija Tamulionienė, Nida Poderienė, Sonata Vaičiakauskienė. Lietuvos mokyklų lenkų ir rusų kalba mokinių kalbos vartojimo polinkiai ir kalbinės nuostatos

Irena Smetonienė

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Re iews Re iews 341 / IRENA SMETONIENĖ Vilniaus uni e si e as Di ecções de in es igações acadêmicas: e o ica, es ilís ica, no ma eo ia e p á ica, polí ica do idioma, cul u inê lingu is ica. DOI: doi.o g/10.35321/all90-15 Au elija Tamulionienė, Nida Pode ienė, Sona a Vaičiakauskienė LIETUVOS MOKYKL LENK RUS LINGUA IRÔNI Uso DE LEBRAS POLINKIAI IR KALBINS NUTSTATOS Vilnius: Li u ians kalbos ins i u as, 2023, 178 p. DOI doi.o g/10.35321/e-pub.63.mokyklu-lenku- usu-kalba ISBN 978-609-411-347-5 Es a ez comeca ei da conclusões, que o lei o imedia amen e en enda, que is o não se á e isão, na qual se busca, a o acapa a ši okios es údios espe ámos longos. Po im emos. Líboa polí ica o mado es é isso pa ankinė li o, sem ela nãoimagina o u u os de gui ias, pokalbių com Educação, ciência e espo minis e ia, nacionalidades bend ijas ep esen an es. A nós, não du idosos pa a o que aqui oi di o, isso ambém se á abalhosas bem como á ias pas agas pila is, po que con inua silencia e espe a , que udo escisse em si mesmo, não é possi el. S eikinu au o es, ealizadousias milžinišką abalho. Lei as a página após a página e sen es, que lhes dói, que lhes não impo a an o, o que acon ece na educação Li uana e na ida social 34- indo aosi Nep independência anoams. Is o é comple amen e no o e ou o ipo de in es igação, do que habi ual le nos abalhos dos colegios da Uni e sidade de Vilniaus (Lo e os Vilkienės, Lau os Vilkai ės-Lozdienės, Jus inos B užai ėsLiseckienės e ou os). Nas linguinas disposições aqui é olhada de no a, di e en e ques ioninha e espos as análise. Boa e isão de pesquisas pe mi e en ende qual é a base eó ica dos pesquisado es, po ém não se pe segue com eo ias à esque da, se p ocu a ma e ial IRENA SMETONIENĖ 342 Ac a Linguis ica Li huanica XC padic uo ų įž algų i apibend inimų. O mesmo pode se di o e sob e me odologia. Sua base cla a eó ico base é cons i uída pelo Ho a do Gileso e noling is ino concei o de i alidade, po ém p ocessando dados de enque es apela -se e ap op iados mé odos quali a i os. Es udos in odu ade lei y ojas anda impo an es es a ís icas: quan os e em quais anos o am nacionais bend ijas escolas de mokinių, como aquele núme o ou o. Mui o impo an e, que o necida in o mação, qual é os educadões dos alunos das comunidades nacionais em ou os países bál icos, análises de pesquisas semelhan es. Quando alamos sob e ugdymą, odos os olhos di ecionam-se pa a os p o esso es sob e os seus omb os in lada es a sunki naš a, po ém pouco se ala, com que p oblemas en en am os p o esso es em ais escolas, de que ajuda lhes de e ia. isso lemos sob e no p imei o es udo capí ulo. Chugia a au o a da p imei a pa e a idéia esumido a, de que [š]alies escolas de mino ias nacionais abalham eno meulha expe iência acumulada p o esso es de línguas li uanas, a i amen e pa icipan es no p ocesso educa i o e como c iado es, e como o mado es de con eúdo ugdymo, capazes escolhe adequadas o mas ugdymo e c i icamen e a alia meios de con eúdo ugdymo e ma e ial educa i o (p. 23). No en an o, p o esso es le an ados p oblemos incen i a sune im i, qual c esce jo em ge ação, se sua pob edus ocalinas, al a mo y ação ap ende li uãos de idiomas, li uãos língua a mokiniai ou i só a a és li uãos de idiomas lições. Malgu, se a si uação pasi aisse, se à ajuda chegi […] […]m[…]colhls e ep esen an es da adminis ação, ou os emas p o esso es, que enco ajassem e incluíssem alunos em e en os, p oje os, ou os c ia i inias ocupações, execu us língua Li u ians[…] (p. 25), c eio, que aqui de e se solução polí ica, como es á nos países izinhos. Sem dú ida, a língua dos alunos a ua e ambien e (seima, amigos, paechas na in e ne ala, ilmes, música, jogos, li os). Como a i mam os p o esso es pa icipan es no es udo, [k]al ambien e binês não exis i co elaciona di e amen e com sku džiu mokinių žodynu (p. 25), po ém o ambien e a e ado são imbecilmen e não só p o esso es, mas e ambém polí icos. Cap i ap esen a á ios me odicos, como se pode enco aja os alunos a ap ende , sob e as manei as de esolução de p oblemas ala os p óp ios p o esso es, mas sem apoio amilia , adequados guidėlių mo i ações um p o esso não c ia M[M]o ky ojas deixik as sozin (p. 36). Pa icula men e in e essan es e aliosas ou as duas seções do es udo, nas quais analisam-se pesquisas dos alunos, sua elação pessoalbníca com ma ąja e língua Li uãs. Quando se ala de alunos, besicando polkų kalba, espe a-se que em casa eles usem só polkų kalba, po ém o es udo mos ou que [l]enkų kalba em casa comunica menos de me ade dos alunos, ečdalis é bícalbiai ou poliakalbiai, penk adalis em casa comunica usų kalba (p. 79). A linguagem, como sabemos, o ma a cul u a, alo es, pensamen o, po an o ais dados em que o ça a suclui odos: polí icos, o mulado es de polí icas de linguagem, neabejingą pa e da sociedade, po bem de, e lenkų bend uomenę. A in luência dos pais, pelo menos no jaune ni ageje didžiulė: [T]ė ai diegia ab i ą ou į a ų požiū į em pessoas, ansmi e e man ém adições, ugdo mo alines Au elija Tamulionienė, Nida Pode ienė, Sona a Vaičiakauskienė. Li uãs escolas polkų i usų kalba mokinių kalbos a ojimo polinkiai i kalbinės nuos a os Re iews de Re isões 343 p op iedades, o mam disposições sob e ap endizagem necessá ia, ugdo modo de ida hábi os, lemiančius co idiano de ida, bui ies qualidade. As suas disposições, as a aliações é icas os alunos baseiam em pais su o muo ados alo es (p. 47), [Š]eimos língua p e alece em maio ia dos co idiano dos alunos em comunicação com pais, i mãos, i mãs e a ós, assis indo a p og amas de ele isão, jogando jogos, pa icipando em missas e em mui os ou os con ex os de consumo da língua amilia ( en pa elle). A i a-se a a enção às abelas 6 e 7 nas quais línguas comunica-se com amigos, nas edes sociais, esc e em-se mensagens, 10 e 11 nas quais línguas ê ilmes e na šo na in e ne . E no mais impo an e meio nessa (da amília a in e ne ) ão mui os línguas ussas em amílias polkas? Que aleg ia e abe u a de opo unidades a izinhos não amigá eis! E quando se ala sob e o uso da língua li uãs, y ėjos ê que [I]šsky us skai ymą, em odas as ou as á eas de a i idade lingubinês língua li uãs de consumo ab êp is mui o es eu a (p. 61), embo a os p óp ios mokiniai en a izem, que é impo an e bem paga lie u iškai, que pudesses isu susikalbė i, ob e um bom abalho, aigi a língua em al a alo social. No en an o e nes as escolas o inglês língua adqui e cada ez maio alo ê, [k]o maio es alunos, an o o inglês língua ocupa cada ez maio de sua ida diá ia, ambém e pa e do idioma consumo (p. 66). Rusų dės omąja kalba ugdomose escolas besmungan ys mokiniai į uos pačius y ėjų klausimus a sakė šiek iek ki aip: [ ]aikai dažniausiai nu odė, que kasdien namuose kalba usų kalba (90 p oc.), i in a amen e lie u iškai (1 p oc.), que usou kelias línguas usų i lie u ių, indica apenas 5 p oc. mokinių, que kalba lenkiškai, pažymėjo 0,6 p oc. mokinių (p. 83). Essencialmen e só em usų se comunica com amigos, em edes sociais, leem-se li os, ela p e alece selecionando ilmes, e es ei [I]n o mações in e ne quase semp e busca em ês línguas: a maio pa e (69%.) usų kalba, lie u ių kalba p oc.), anglų kalba (14%) e isolados casos (2%) polkų kalba [...] (p. 98). 70 po cen o. mokinių en ende que i endo na Li uânia é p eciso mokė i lie u ių kalbą, ačiau s a biau mokė i anglų, po que ela madinga. Da au o es é necessá io elogia po mui o aiškią e logišką es u u a de es údio, suas sepa adas pa es ligam o mesmo au o es obje i o e idėja. Acessi a pa es do es udo baseadas em pesquisas cien í icas, ad dá ao es udo peso e con iabilidade. A ailu é que em de alhe são discu idas odas as espos as, azem-se conclusões e, que é mui o impo an e, ap esen am ecomendações, como se ia possí el esol e os p oblemas su idos. Mui o aliosas capí ulos esum inimas, eles causam mui o pensões, pos a s amen os. Au o ês modlamen e esc e e, a quem pode ia se ú il al pesquisa. Meu en ende em, ele neįp ejá el e, como men ei, impe a i o le -se a odos. Do que dizem os alunos e p o esso es, pode-se sem di iculdade insc e e , quais de em se da educação e da polí ica de linguagem, o que aze , pa a que nas nacionalidades bend ijas escolas as línguas Li uãs ocupassem o de ido luga . Acho, pa a odos nós (i polkų comunidade) IRENA SMETONIENĖ 344 Ac a Linguis ica Li huanica XC é p eciso chama a a enção à dominação da língua usas, pois nosso obje i o a pa i mesmo da Nep iklausomybės es au imen o nessas á eas de ida emė i mui o das línguas li uanas, e não cuja ou as. Assim, es udo da ciência p o oca mui o mui os pensamen os e essa é sua boa peculia idade. Siūlyčiau au o ėms con inua a con inua boni amen e iniciado a abalho, achou, al es udo se ia impo an e e nas Li u iškos escolas, que e lá ma y mes eais a linguagem si uação. Es udia é abalho au o ís. Com as idéias nela ap esen adas pode-se discu i , escla ece ce as nuances, mas isso em que se desloca em con e ências, seminá ios, e en os de discussões, e ago a é p eciso cons a a que emos um ó imo abalho, suge i ia a odos lê-lo e e le i ... Į eik a 2024 m. maio 6 d. IRENA SMETONIENĖ Vilniaus uni e si e as Faculdade de Filologia Taikomosios kalbo y os ins i u o língua Li uãs Cá ed a Uni e si e o g. 5, LT-01131 Vilnius, Li uânia i ena.sme [email p o ec ed]