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VIII SEMINÁRIO DE EXTENSÃO - SEMEX INOVAÇÃO E OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Barbosa e Silva, Maria do Socorro... [et al.].

Abstract

O livro que o leitor agora tem em mãos é o fruto dos muitos trabalhos reunidos e apresentados no VIII SEMINÁRIO DE EXTENSÃO – SEMEX: “INOVAÇÃO E OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA”. O evento anual que congrega os Programas e Projetos de extensão universitária da Universidade Estadual da Paraíba. O SEMEX já ocorre há oito anos sem interrupções, mesmo durante o período pandêmico quando se manteve de forma remota, e dá sequência às Semanas de Extensão realizadas anteriormente na universidade. A partir de 2022 o Seminário passou a integrar de forma regular o calendário do Congresso Universitário, à época em sua segunda edição, integrando as atividades extensionistas em um grande evento, gerando a interlocução direta com eventos de pesquisa e ensino. Aqui está o registro da memória do último evento ocorrido nos dias 6, 7 e 8 de novembro de 2024, na Central Acadêmica Paulo Freire, em conjunto com as “Extensão Mostras” e “Rodas de Conversa” on-line envolvendo os oito campus da universidade. Um dos maiores eventos de extensão da Paraíba, o SEMEX se consolida registrando 1.396 inscrições entre discentes, docentes, técnicos administrativos e público em geral nas 276 apresentações, 2 Palestras, 1 Mesa-redonda, 4 Minicursos, 8 Oficinas e 67 Extensão Mostras. A dimensão do seminário é reflexo direto do êxito das propostas acadêmicas apresentadas em uma ampla gama de projetos. A riqueza da extensão universitária reflete a multiplicidade de facetas do próprio fazer universitário, de sua relação complexa com a sociedade, seus múltiplos papéis e profundo enraizamento. A UEPB conta com projetos extensionistas de mais de 20 anos em andamento, interligando sua vida acadêmica à vida da comunidade paraibana.

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VIII SEMINÁRIO DE EXTENSÃ O SEMEX INOV AÇÃ O E OBJETIVOS DO DESENV OL VIMENTO SUSTENTÁ VEL NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA | 6 A 8 DE NOVEMBR O DE 2024 Campina Gr ande-PB | 2025 Maria do Socorro Barbosa e Silv a Dauci Pinheiro Rodrigues Adja Fernanda da Silv a Aldo Manoel Br anquinho Nunes Dillane Ar aújo Arruda Ramos Elky Bento Sarment o Natan Mamede da Silva Thamar a Ribeiro Alencar Y asmin Simões de Souza (Organizador es) Uni v ersidade Est adual da P araíba Profª. C élia Regina Diniz | Reitor a Profª. Iv onildes da Silva Fonseca | Vic e-Reitora E ditora da Univ ersidade Estadual da Paraíba Cido val Morais de Sousa | Diretor Conselho E ditorial Alessandra Ximenes da Silva (UEPB ) Albert o Soares de Melo (UEPB ) Ant onio Roberto F austino da C osta (UEPB ) José E tham de Lucena Barbosa (UEPB ) José Luciano Albino Barbosa (UEPB ) Melânia Nóbrega P ereira de F arias (UEPB ) P atrícia Cristina de Aragão (UEPB ) Editora f iliada a ABEU Editora indexada no S ciELO desde 20 1 2 EDIT OR A D A UNIVERSID ADE ES T ADU AL D A P AR AÍBA Rua Baraúnas, 351 - Bairro Universitário - Campina Grande-PB - CEP 58429-500 Fone: (83) 3315-3381 - http://eduepb.uepb.edu.br - email: [email protected] Edit ora da Univ ersidade Estadual da P araíba Cidoval Morais de Sousa ( Diretor ) Expediente EDUEPB Design Gráfico e E ditoração Erick Ferreira Cabral Jefferson Ricardo Lima A . Nunes Leonardo Ramos Araujo Revisão Linguística e Normalizaç ão Antonio de Brito Freire Elizete Amaral de Medeiros Assessoria Editorial Eli Brandão da Silva Assessoria T écnic a Thaise Cabral Arruda Divulgaç ão Danielle Correia Gomes C omunicação Efigênio Moura Copyright © EDUEPB A reprodução não-aut orizada desta publicação, por qualquer meio, seja total ou parcial, constitui violação da Lei nº 9.610/98. Depósito legal na Câmara Brasileira do Livro - CDL S471 Seminário de Extensão - SEMEX (8. : 2024 : Campina Grande, PB). Inovação e objetivos do desenvolvimento sustentável na extensão universitária [recurso eletrônico] : anais do VIII Seminário de Extensão - SEMEX, Campina Grande, Paraíba, Brasil, 06 a 08 de novembro de 2024 / organização de Maria do Socorro Barbosa e Silva … [et. al.] ; apresentação de José Arlindo Aguiar Filho. - Campina Grande : EDUEPB, 2025. 906 p. ISBN: 978-65-5221-142-2 (24.000 KB - PDF) 1. Resumos - Extensão Universitária. I. Silva, Maria do Socorro Barbosa e. II. Rodrigues, Dauci Pinheiro. III. Silva, Adja Fernanda da. IV . Nunes, Aldo Manoel Branquinho. V . Ramos, Dillane A raújo Arruda. VI. Sarmento, Elky Bento. VII. Silva, Natan Mamede da. VIII. Alencar , Thamara Ribeiro. IX. Souza, Y asmin Simões de. X. Título. 21. ed. CDD 378 Ficha catalográfica elaborada por Fernanda Mirelle de Almeida Silva – CRB-15/483 COMIS SÃ O ORGANIZADORA Maria do Socorro Barbosa e Silv a Dauci Pinheiro Rodrigues Adja Fernanda da Silv a Aldo Manoel Br anquinho Nunes Dillane Ar aújo Arruda Ramos Elky Bento Sarment o Natan Mamede da Silva Thamar a Ribeiro Alencar Y asmin Simões de Souza COMIS SÃ O CIENTÍFICA E A V ALIADORA Allyson Per eira de Almeida Ana Paula Ar aújo Almeida Anndreisa Christiny Monteir o Antônio Germano Ramalho Arlandson Matheus Silva Oliveir a Brunno Fernandes da Silv a Gaião Dóris Nóbrega de Andr ade Laurentino Edson V asconcelos Fernando Ant onio de Farias Air es Junior Giselda Felix Coutinho Gustavo Gomes Agripino Igor Souza Ogata Jackson Cícero F r ança Barbosa Josyclesio Lima da Silva Juliana de Amorim Rosas Katia Simone Alves dos Sant os Kelina Bernar do Silva L uana V arela Miranda L uciano Nascimento Silv a Mácio Augusto de Albuquer que Manuel Antonio Gor dón-Núñez Marcia Ramos L uiz Maria Helena Chaves de V asconcelos Catão Maria Vitória Dias Carneir o Mario Cesar Soares Xa vier Neyliane Costa de Souza Olav o Barreto de Souza Patricia Cristina de Ar agao Paulla Christianne da Costa Newton Rafael Pereir a da Silva Regina Celly Nogueir a da Silva Rosalba Maria Santos Rosemary Alves de Melo T aíses Araújo da Silv a Alves V er a L úcia Meir a de Mor ais Silva V erônica P essôa da Silva 9 APRESEN T AÇÃO 10 P ALESTRAS E MESAS REDOND AS 11 MINICURSOS E OFICINAS 14 EXTENSÕES MOSTRA 19 RESUMOS DOS TRABALHOS 603 TRABALHOS PREMIADOS IV PRÊMIO P AUL O FREIRE DE EXTENSÃ O 612 DIÁL OGOS COLE T ÂNEA DE AR TIGOS SUMÁRIO APRESENT AÇÃ O O livro que o leit or agor a tem em mãos é o fruto dos muit os tr a- balhos reunidos e apr esentados no VIII SEMINÁRIO DE EXTENSÃO – SEMEX: “INOV A ÇÃO E OBJETIVOS DO DESENVOL VIMEN T O SUSTENT Á VEL NA EXTENSÃO UNIVERSIT ÁRIA ”. O event o anual que congrega os Pr ogr amas e Projet os de extensão universitá- ria da Universidade Estadual da Par aíba. O SEMEX já ocorre há oito anos sem interrupções, mesmo dur ante o período pandêmico quando se manteve de forma r emota, e dá sequência às Semanas de Extensão realizadas anteriormente na universidade. A partir de 2022 o Seminário passou a integr ar de forma regular o calendário do Congresso Universitário, à época em sua segunda edição, inte- gr ando as atividades extensionistas em um gr ande event o, ger ando a interlocução direta com ev entos de pesquisa e ensino. Aqui está o registr o da memória do último event o ocorrido nos dias 6, 7 e 8 de novembr o de 2024, na Central Acadêmica Paulo F reire, em conjunto com as “Extensão Mostr as” e “Rodas de Conversa ” on-line envol- vendo os oit o campus da universidade. Um dos maiores e ventos de extensão da P ar aíba, o SEMEX se consolida registr ando 1.396 inscrições entre discentes, docen- tes, técnicos administr ativos e público em ger al nas 276 apresen- tações, 2 Palestr as, 1 Mesa-redonda, 4 Minicursos , 8 Oficinas e 67 Extensão Mostras. A dimensão do seminário é reflexo diret o do êxito das propostas acadêmicas apr esentadas em uma ampla gama de projet os. A riqueza da extensão universitária reflete a multiplicidade de facetas do próprio faz er universitário, de sua relação complexa com a sociedade, seus múltiplos papéis e profundo enr aizamento. A UEPB conta com projet os extensionistas de mais de 20 anos em andamento, interligando sua vida acadêmica à vida da comunidade par aibana. Os resumos aqui coligidos dão ciência da for ça e da variedade da extensão universitária da UEPB. Com pr odução relev ante nas 8 (oito) Ár eas de Extensão: Comunicação, Cultur a, Direit os humanos e justiça, Educação, Meio ambiente, Saúde, T ecnologia e produção, e T r abalho; for am selecionados três v encedores em cada categoria APRESENT AÇÃ O par a publicação completa do tr abalho por sua excelência e impact o social. Ressalte-se a impor tância da publicação deste volume, que os registr os possam servir à comunidade como refe- rência, incentiv o e memória do desenvolvimento do tr a- balho extensionista em nossa universidade. A resoluçã o inegociá vel da Universidade Estadual da P araíba com o prin - cípio da indissociabilidade constitucional entre ensino, pesquisa e extensão segue um pilar da nossa vida universi - tária. Por fim, todo o agradecimento ao compromisso dos coordenadores e discentes extensionistas que, superando muitas dificuldades, de fa to realizam a integração com a comunidade. Merecem o aplauso e reconhecimento que se busca ampliar cada vez mais com o SEMEX e com esta publicaçã o. Viva a extensão da UEPB! José Arlindo Aguiar Filho EXTENSÕES MOSTRA • MORADORES DE RUA: UM GRI TO EM “CLICKS” POR VISIBILIDADE, CIDAD ANIA E MEMÓRI A. • MOSTRA EDUCACIONAL DO PROGRAMA “SOL O NA ESCOLA ”. • CAP ACI T AÇÃO E FORMAÇÃO DE GRADU ANDOS EM ENGENH ARIA CIVIL • PENSAMERNT OCOMPUT ACIONAL COM M ANIPULA TIVOS E SOFTWA - RE EDUCACIONAL. • CUL TURAS DE VIGILÂNCI A P ARA MONITORAMEN TO DE BAC TÉRI AS MUL TIRRESISTENTES EM UTI DE UM HOSPI T AL EM CAMPIN A GRAN- DE-PB • ENGENHARI A E SOCIED ADE: UM A PROPOST A DE CONSCIEN TIZ AÇÃ O QUAN TO A SEGURANÇA NO TRÂNSI TO . • PILARES CONSUL TORIA JÚNIOR DE ENGENHARI A CIVIL - ARARUNA – PB • BRECHÓ CDBEA - EMPREENDEDORISMO SOLIDÁRIO: UMA PROPOST A SUSTEN T Á VEL E EDUCA TIV A • OFICINAS DE AN ÁLISE LINGUÍSTICA/ GRAMÁ TICA P ARA O ENEM E P ARA TOD A A VIDA: UM PERCURSO DE A TIVIDADES MET ALINGUÍSTI- CAS E EPILINGUÍSTICAS NA ESCOL A. • OFICINAS DE DISSER T AÇÃO P ARA O ENEM: UM CAMINHO DE LEI TU- RA CRÍTICO-SOCIAL E (RE)ESCRI T A • EXPOSIÇÃO FO TOGRÁFICA ARRET AD AS • INFORMAÇÕES DA EQUIPE DO BRASIL EM TEL A EXPOSIÇÃ O DO PRO- JETO “COL OCANDO A MÃO NA M ASSA ”: GEOGRAFIAS, IM AGINÁRIOS E REPRESEN T AÇÕES A P AR TIR DO AR TESANA TO EM PORCELANA FRIA • PROJETO DE EXTENSÃO: CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃ O EM FOCO: ES- TUDOS E PRÁ TICAS NA RESOL UÇÃO DE CONFLI TOS EXTRAJUDICIAIS • EXPOSIÇÃO: CORDÉIS PED AGÓGICOS P ARA ALÉM DA SALA DE AULA • PROJETO: FEIRA ACADÊMICA DE AR TES SABERES E SABORES - F AASS EXTENSÕES MOSTRA • BUSCA A TIV A DE LESÕES PRODUZIDAS POR PRÓ TESES. • LINCCO – BUSCA A TIV A DE LESÃO ORAL • CRECHE É L UGAR DE APRENDER E SER SAUDÁ VEL ”: IN TERVENÇÃO P ARA PROMOÇÃO D A SAÚDE E PREVENÇÃO D A OBESIDADE INF AN- TIL. • DO SUBJETIVO AO ANÚNCIO NO PROJETO SEMIOLINGUÍSTICA. • CIDADE E EX CLUSÃ O : A VIDA DOS MORADORES DE RU A DA TERRA DO MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO • CAMINHOS DE INSPIRAÇÃO • APP IOS P ARA MONIT ORAMENT O DE SAÚDE • SISTEMA DE TRA T AMENTO DE Á GUAS CINZAS P ARA PEQUENAS PRO- PRIEDADES RURAIS • DISTRIBUIÇÃO DE MUD AS DE PLANT AS FRUTÍFERAS P ARA O PLAN- TIO EM QUIN T AIS PRODUTIVOS DE AGRICUL T ORES F AMILIARES DA MICRORREGIÃO DE CA TOLÉ DO ROCHA/PB. • UTILIZAÇÃO DE PLANT AS MEDICINAIS NO CON TROLE DE HELMINT O- SES INTESTINAIS EM CAPRINOS E O VINOS • REUTILIZAÇÃO DO ÓLEO DE CO ZINHA P ARA F ABRICAÇÃO DE SABÃ O: UM DESPER T AR P ARA A PRESERV A ÇÃO AMBIENT AL • A TIVIDADE NO TURNA DE OBSERV AÇÃO DOS ASTROS • A TIVIDADE FÍSICA P ARA SAÚDE E QU ALIDADE DE VIDA DE PESSO AS IDOSAS. • L UT AR, VENCER E SE DEFENDER. AR TES M ARCIAIS EM ARARUNA-PB. • A TENÇÃO E CUIDADO COM A SA ÚDE • SORRINDO SEM CÁRIE. • CIÊNCIA N A MESA, NA SALA E NO QUINT AL: AÇÕES DE IMP ACT O SOCIAL DA PÓS-GRADUA ÇÃO DA UEPB P ARA O EST ADO DA P ARAÍBA • EXTRAÇÃO DO AMIDO D A SEMENTE DE MANGA E SEU USO AGROIN- DUSTRIAL EXTENSÕES MOSTRA • P APÉIS DA VID A: ARQUIVOL OGIA N A TRILHA DOS DOCUMENT OS DE MORADORES DE RUA D A CIDADE DE JOÃO PESSO A • PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE MUD AS DE MORINGA COMO ALIMEN- TO AL TERNA TIVO P ARA FRANGOS CAIPIRAS RESUMOS DOS TRABALHOS ÁREA TEMÁ TICA: COMUNICAÇÃ O 21 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: AS SESSORIA DE IMPRENS A COMO FERRAMENT A P ARA AMPLIAÇÃ O E DIVUL GAÇÃ O DE AÇÕES EXTENSIONIST A S NO DEP ART AMENT O DE EDUCAÇÃ O FÍSICA José Nilo Campos Barret o Segundo 1 V erônica Almeida de Oliv eir a Lima 2 Resumo O Projet o de Extensão “ Assessoria de Imprensa como ferr amenta para ampliação e divulgação de ações extensionistas no Depar tament o de Educação Física ” da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), coordenado pela pr ofessor a V erônica Almeida de Oliveir a Lima, tem como objetivo pr oporcionar experiência pr ática aos estudantes de Jornalismo nas áreas de assessoria de imprensa e jornalismo digital. Vinculado ao Progr ama de Extensão “Laborat ório Pedagógico: Saúde, Espor te e Lazer”, coordenado pela pr ofessor a Anny Sionar a Mour a Lima Dantas, o projet o visa promo ver e divulgar as atividades espor - tivas of erecidas pelo pr ogr ama, que tem como público-alvo crianças, adolescentes e adultos das comunidades pr óximas à UEPB, pr omo - vendo saúde e bem-estar por meio da pr ática espor tiva gr atuita. A comunicação das atividades ocorre pr edominantemente pelas redes sociais, com ênfase no Instagr am e, ocasionalmente, por TV , r ádio e por tais de notícias, quando instigados por releases enviados aos contatos cadastr ados no mailing do projeto e pelos conteúdos divulgados pelo Instagr am. O bolsista do projet o, José Nilo Campos Barret o Segundo, é o responsá vel pela produção, edição e divulga- ção de conteúdos gr áficos, textuais e audiovisuais, sob a super visão e orientação da coordenador a. 1 Bolsista, Depar tament o de Comunicação Social, Curso de Jornalismo. 2 Coordenador a, Depar tamento de Comunicação Social, Curso de Jornalismo. 22 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: Os objetivos do pr ojeto incluem aumentar a visibilidade das ações extensionistas, criar conteúdo informativo, gerenciar r edes sociais, divulgar event os e matrículas nas modalidades, além de pr omover o engajamento entr e as comunidades envolvidas no pr ogr ama. O pro- jeto também busca for talecer a comunicação institucional da UEPB, ampliando o acesso da população às atividades físicas ofer ecidas. Assim, percebe-se que ele não beneficia apenas os atendidos pelo Progr ama de Extensão, mas também todos aqueles interessados em espor te, atividade física e saúde. A metodologia oper acional envolveu a comunicação direta com a equipe do Labor atório P edagógico, o acompanhamento das ativida- des do progr ama e a realização diária de pesquisas par a elabor ação de sugestões de pautas. Utiliz ou-se uma abordagem de assessoria de imprensa par a a produção de conteúdo e contato com a impr ensa local. Diversos r ecursos tecnológicos foram empr egados, como celulares, micr ofones de lapela, notebooks e softwares de edição, além de ferr amentas de comunicação como e-mails e aplicativos de mensagens, par a gar antir uma divulgação eficiente. Entre os principais resultados alcançados, destacamos um aument o significativo na divulgação das atividades do Labor atório, com cr es - cimento no númer o de seguidores e maior engajament o nas redes sociais. No Instagr am, ampliamos nosso engajamento em 1000%, conquistando cerca de 500 nov os seguidores em um ano. O pr o- jeto também ampliou a inser ção do progr ama na comunicação ins- titucional da UEPB e contribuiu par a o aumento das inscrições nas modalidades espor tivas of erecidas. Além disso, for am apresentados tr abalhos acadêmicos, firmadas parcerias com outr as instituições, e aprimor ada a integr ação com os veículos de comunicação locais. O impact o do pr ojeto na comunidade foi significativo, pois ao for tale - cer a comunicação e ampliar o alcance das atividades do Labor atório Pedagógico, a assessoria de imprensa contribuiu dir etamente par a o acesso a informações de qualidade e confiáveis, relacionadas tant o ao progr ama quanto ao espor te e à saúde. O projet o também estrei- tou os laços entr e os depar tamentos de Jornalismo e Educação Física, promo vendo a democr atização do acesso ao espor te, contri- buindo par a a saúde e o bem-estar da comunidade. Palavr as-chave: Assessoria; Espor te; Divulgação. 23 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: COMUNICAÇÃ O E INFORMAÇÃ O DO SESA: DIFUS ÃO DA AR QUIV OLOGIA EM REDES SOCIAIS E INTERNET Bárbar a F abrício da Silva - UEPB 3 Ev elly Cabr al de Oliveir a - UEPB 4 Kethlyn Queir oz Lour enço - UEPB 5 Leila Br andão - UEPB 6 Marcelo de Melo F arias Junior - UEPB 7 Zilka Nanes Lima - UEPB 8 Eliete Correia dos Sant os - UEPB 9 Juliana Marques - UEPB 10 Resumo O Projet o de comunicação do Projet o SESA se dedica ao desenvol- vimento de designes gr áficos de comunicação visual e à edição de vídeos par a o Y ouT ube, com o objetivo de pr omov er event os cultu- r ais e educacionais na Universidade Estadual da Par aíba. Desde o início do projet o, for am criados materiais como panfletos, pôster es e logotipos, além de conteúdos dinâmicos nas redes sociais, visando aumentar a visibilidade e a par ticipação em atividades propostas. As ações incluem o supor te a outros grupos na divulgação de e vent os, 3 Aluna bolsista do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 4 Aluna voluntaria/colabor adora do Centr o de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 5 Aluna voluntaria/colabor adora do Centr o de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 6 Aluna voluntaria/colabor adora do Centr o de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 7 Aluno voluntario/colabor ador do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 8 Coordenador a do projeto do Depar tament o de Farmácia 9 Prof essor colaborador do Centr o de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 10 Assessora de impr ensa colabor adora 24 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: contribuindo par a o cresciment o das visualizações e a inter ação com o público. O grupo também se encarrega de r egistrar as ações ao vivo, r ealizando tr ansmissões por meio de lives, que fav orecem a par ticipação em tempo real e permitem que dúvidas dos partici- pantes sejam sanadas. Par a garantir a or ganização dos event os, disponibilizamos formulários de inscrição atra vés da nossa plata- forma no Linktree, facilitando o acesso aos e ventos e a distribuição de cer tificados via e-mail após a par ticipação. A metodologia ado - tada prioriza a comunicação direta com os participantes, criando um ambiente de aprendizado e tr oca de experiências. A utilização de plataformas digitais, aliada ao design gr áfico atr ativo, tem permitido que o Projeto SESA amplifique seu alcance e engaje a comunidade acadêmica de forma eficaz. Os r esultados são visív eis, com um aumento significativo na par ticipação e no inter esse pelos eventos, refletindo a eficácia das estratégias de comunicação. Além disso, o projet o contribui par a a formação integr al dos estudantes, promo- vendo um espaço inclusivo e acessív el par a todos. Palavr as-chave: Comunicação Visual; Inclusão; E ducação. 25 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: ECOANDO CIÊNCIA: DIVUL GAÇÃO CIENTÍFICA SOBRE ECOL OGIA, MEIO AMBIENTE E CONSERV A ÇÃO D A NA TUREZA Steffany Sales Galisa 11 Daniela Sotério de Souza 12 Sérgio de F aria Lopes 13 Resumo A Divulgação Científica consiste na transmissão do conheciment o científico par a o público geral, por meio de linguagem adaptada e compreensív el conforme as condições do público receptor da men- sagem, viabilizando um diálogo entre a comunidade acadêmica e o público não especializado. O intuito é instruir a população, desmis- tificando mitos e conceit os equivocados como fak enews , contribuir na construção de uma sociedade cientificamente informada e pro - mover a qualidade de vida da população. Par a isto, surgiu o presente projet o de extensão, enquadr ado na área de comunicação, que obje- tiva divulgar e pr omover debates sobr e ecologia, meio ambiente e conservação da natureza dentr o de uma perspectiva interdisciplinar , principalmente no contexto atual de mudanças climáticas e descré- dito científico, bem como, pr omover a par ticipação de todos envol - vidos nas rodas de conv ersas. As ações for am desenvolvidas de forma vir tual por meio de debates, palestr as, entre vistas e divulga- ção semanal de conteúdos nas mídias sociais (Instagr am, T elegr am e Y ouT ube), f err amentas populares de amplo alcance social, possi- bilitando que pessoas de várias r egiões e países tivessem acesso aos materiais divulgados. As ações viabilizar am o amplo acesso aos resultados de pesquisas científicas desenvolvidas nas universi - dades públicas br asileir as ao público ger al, principalmente advindas 11 Ciências Biológicas, Universidade Estadual da Par aíba-UEPB 12 Ciências Biológicas, Universidade Feder al de Campina Grande-UFCG 13 Depar tament o de Biologia-UEPB 32 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: princípios da extensão e do aprendizado – e princípios teóricos da comunicação social e institucional, da democr acia e do jornalismo. A metodologia do pr ojeto seguiu mét odos jornalísticos: as exten- sionistas realizar am pesquisas a respeito do câmpus em questão e seu entorno, par a, só então, contatá-los. Em seguida, eram r eali- zadas as reuniões de pauta, com a intenção de debater , produzir e viabilizar ideias. Finalmente, aconteciam as visitas, onde se colocav a em pr ática todo o planejament o. Nas semanas seguintes, de acordo com o material, er a decidido o formato de cada pr odução (podcast, repor tagem escrita ou em vídeo e/ou post par a o Instagram). Como resultado, o pr ojeto t ornou-se uma ferr amenta poderosa na demo- cr atização à informação, na contribuição da formação de bons pro- fissionais e na apro ximação da universidade com a comunidade. A cada produt o publicado, o projet o cresceu consider avelmente. Optar pela divulgação em diversos canais contribuiu de forma eficaz para alav ancar a apresentação do projet o na sua fase inicial. Em um ano, apenas no Instagr am (nossa principal ferr amenta de divulgação), o projet o alcançou mais de mil impressões, acumulando cer ca de 220 seguidores. Além disso, o Inter câmpus atingiu seu objetivo no que diz respeit o à forma de cober tur a. Um dos principais dif erenciais do projet o par a a assessoria, que já abr ange as produções na UEPB, é justamente levar as pautas par a for a dos muros da universidade. Já nas primeir as publicações, recebemos f eedbacks positivos neste e em outros aspect os. Outro pont o positivo for am as abordagens de temas que r ar amente são debatidos em sociedade, mas que contri- buem de alguma forma par a a vivência da população ou que impac- tam diretamente no modo de vida da comunidade. Palavr as-chave: Jornalismo; Informação; Comunidade. 33 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: REVIST A ANTI-HORÁRIO: NARRA TIV AS INO V ADORAS COM FOCO EM SOL UÇÕES CONTRIBUEM P ARA AÇÕES DE TRANSFORMAÇÃ O SOCIAL NA P ARAÍBA Ev a Leite Barros 19 Letícia Ferr eir a da Silva 20 Antonio Simões Menez es 21 Resumo O projet o de extensão Revista Anti-hor ário surge em 2023 com o intuito de faz er um contr aponto à produção vigente na mídia hege- mônica, a par tir de abordagens jornalísticas ino vador as em soluções, que contribuam par a a promoção dos Objetiv os de Desenvolviment o Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). A Revista Anti-hor ário, principal produto do pr ojeto, é pioneir a no Brasil em contar histórias com foco em soluções, e foi produzida pelos estudantes integr antes do projet o e da disciplina de Jornalismo Digital, do curso de Jornalismo, da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), par a noticiar as respostas desenv olvidas pela sociedade frente aos desafios sociais, dando visibilidade às atividades e at o - res sociais. Com base nos fundament os do jornalismo móvel, jorna- lismo digital e fotojornalismo, os estudantes puder am convergir as pr áticas nessas áreas e inov ar atr av és do jornalismo de soluções. As narr ativas for am publicadas em duas edições digitais da Revista Anti-hor ário: “Soluções no Litor al”, com a contribuição de 10 alunos, e “Soluções na Perif eria ”, com 13 alunos par ticipantes. Ambas são fruto do desenv olvimento das ações da extensão, e contribuem par a a sensibilização do público-alvo, jov ens e adolescentes do Ensino Médio, sobre a impor tância dos ODS na Par aíba e em outros 19 Aluna do curso de Jornalismo, do Depar tamento de Comunicação Social da UEPB. 20 Aluna do curso de Jornalismo, do Depar tamento de Comunicação Social da UEPB. 21 Professor do curso de Jornalismo, do Departamento de Comunicação Social da UEPB. 34 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: estados nordestinos. O pr ocesso de produção env olveu a par ticipa- ção direta e ativ a dos integr antes, desde a sugestão de temas par a cada númer o da revista até a edição final do conteúdo. Viajar am pelo litor al paraibano e ár eas periféricas de cidades da r egião Nordeste, a fim de produzir narr ativas sobre soluções nessas áreas. A r evista foi diagr amada e lançada em plataforma online, que na versão gr atuita, como foi utilizada em ambas edições, não permite a visualização dos dados sobre os acessos. Por outr o lado, contou com divulgação no perfil do projet o Anti-horário, no Instagram, alcançando a marca de 5.335 impressões, 1.823 contas e quase 6 mil r eproduções nos vídeos. A contribuição inovador a desta revista também se estende à sua utilização como instrumento pedagógico em sala de aula, por meio do Desafio Anti-hor ário e do Repór ter Liter ário, projeto da Feir a Literária de Campina Gr ande (FLIC) em par ceria com o Anti- hor ário. Ao longo de pouco mais de um ano, a r evista ganhou visi- bilidade e reper cussão nacional e internacional, sendo mencionada na imprensa local, na newsletter da Solutions Journalism Network (a principal entidade mundial na área de Jornalismo de soluções), no 2º Prêmio MOL de Jornalismo par a a Solidariedade, com duas repor ta- gens, uma de cada edição da revista, que foram finalistas na catego - ria Jovem Jornalista, na 11° edição do Pr êmio SEBRAE, na qual uma repor tagem da edição “Soluções no Lit or al” conquistou o segundo lugar na categoria Jornalismo Universitário, e também foi finalista da modalidade “Revista-labor atório ” na etapa regional do Pr êmio Expocom 2024, do 24º Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste. T endo em vista os destaques mencionados, obser- va-se o a vanço no cumprimento das metas da Re vista Anti-hor ário, permitindo aos alunos integr antes a atuação jornalística par a além dos labor atórios, pensando a abor dagem inovador a em jornalismo de soluções, e inspir ando jovens e adolescentes a tornarem-se agen - tes de tr ansformação social. Palavr as-chave: Jornalismo de soluções; Ino vação; Revista. 35 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: SEMPRE UEPB: PERFIL DO EGRES SO E SEU DESENVOL VIMENTO NO MER CADO DE TRABALHO Maria Janaina Felix da Silv a Vilar , UEPB 22 José Victor P ereir a Viana, UEPB 23 Polyana Soar es de Car valho, UEPB 24 Prof. Me. F elipe César da Silva Brito, UEPB 25 Prof. Me. F r ancisco Anderson Mariano da Silva, UEPB 26 Esp. Rodrigo Rober to de Almeida, UEPB 27 Dr . Ítalo de Andrade Gomes, UEPB 28 Resumo Este estudo, par te do progr ama de extensão SEMPRE UEPB, analisa o perfil dos egressos do Centr o de Ciências Exatas e Sociais Aplicadas da Universidade Estadual da Par aíba (CCEA/UEPB) e sua inserção no mercado de tr abalho, abordando uma lacuna significativa na com - preensão das trajet órias acadêmicas e profissionais desses indiví - duos. O objetivo é identificar as características dos egressos, suas percepções sobre a formação recebida e as dificuldades enfrenta - das na tr ansição par a o mercado de tr abalho. Par a isso, foi aplicado um questionário eletrônico a 218 egressos, r epresentando apr oxi- madamente 12,94% do total de 1.685 concluintes até o semestr e 2023.2. A coleta de dados abr angeu aspectos pessoais, acadêmicos e profissionais, permitindo uma análise quantitativa e qualitativa das experiências e percepções dos egr essos. Os resultados re velar am 22 Discente do Curso de Bacharelado em Administr ação, CCEA/UEPB 23 Discente do Curso de Bacharelado em Administr ação, CCEA/UEPB 24 Discente do Curso de Bacharelado em Administr ação, CCEA/UEPB 25 Docente do Curso de Bacharelado em Administr ação, CCEA/UEPB 26 Docente do Curso de Bacharelado em Administr ação, CCEA/UEPB 27 T écnico administrativo do Centr o de Ciências Exatas e Socais Aplicadas, CCEA/ UEPB 28 T écnico administrativo do Centr o de Ciências Exatas e Socais Aplicadas, CCEA/ UEPB 36 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: que 65,14% expressam satisfação com suas perspectivas profissio - nais; 38,07% as classificar am como boas e 27,07% como ótimas, atribuindo essas avaliações à qualidade da formação acadêmica e às expectativas de cr escimento no mer cado. No entanto, 25,23% consider ar am suas perspectivas apenas r azoáveis, e 7,1% as a valia- r am como desanimador as. A pesquisa também indicou que 53,2% dos egr essos enfrentam dificuldades par a se manter atualizados, refor çando a impor tância da adaptação contínua ao mercado de tr a- balho dinâmico. Além disso, a demora na inserção profissional foi um ponto destacado, par a quase 17% dos diplomados alcançados, os problemas do mer cado de tr abalho for am o principal motivo. Em seguida, com percentuais r elativamente menor es, aparecem: 3,7% mencionar am a realização de uma pós-gr aduação; 2,3% citaram o ambiente de crise econômica ou de outro tipo; e 1,8% atribuír am a demor a a dificuldades pessoais e familiares; par a 20,64% houver am “ outros motivos”. Embor a, aproximadamente, 45% dos entre vistados não relatem grandes obstáculos, o cenário econômico desafiador impacta as tr ajetórias de muit os egressos. Essas informações são cruciais par a aprimor ar o supor te institucional aos alunos e pro- mover ações extensionistas que conectem a formação acadêmica às demandas do mercado. Este estudo não apenas pr eenche uma lacuna na UEPB, mas estabelece um modelo que pode ser replicado em toda a univ ersidade, contribuindo par a a formulação de políticas institucionais mais eficazes. As limitações incluem a dependência da autoper cepção dos par ticipantes, sugerindo a necessidade de análises complementares. Assim, r ecomenda-se a realização de investigações futur as que ampliem a compreensão do desenvolvi- mento dos egr essos e a promoção de iniciativas extensionistas que refor cem essa conexão. Palavr as-chave: E gressos; Mer cado de T r abalho; Formação Acadêmica. 37 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: PRO JETO DE EXTENS ÃO P ARA RENOV AÇÃ O E CONTINUIDADE D A “REVIST A DE ESTUDOS INTERNA CIONAIS” DO CURSO DE RELAÇÕES INTERNA CIONAIS DA UEPB E DO PR OGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃ O EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA UEPB (INS S 2236-4811) Caio Medeiros Salv ador Resumo O projet o de extensão propõe a r enovação da Revista de Estudos Internacionais da UEPB, voltada par a a área de Relações Internacionais, com o objetivo de enriquecer a produção acadêmica no Br asil, em especial na Par aíba e no Nordeste, onde há escassez de periódicos nessa área. A r evista tr az benefícios ao progr ama de pós-gr aduação da UEPB, como maior visibilidade, estímulo à produ- ção científica e for talecimento das atividades acadêmicas, além de ampliar o alcance internacional do curso. Além disso, o projet o pro- cur a incentivar e pr omover a ex celência acadêmica e contribuir par a o av anço do conhecimento na área das Relações Internacionais de forma aprofundada e crítica, com foco inicialmente na Par aíba e expandindo par a a Região Nordeste, Br asil e além, como demons- tr ado pelos ar tigos publicados até o momento. Nessa perspectiv a, esses ar tigos resultam de uma análise meticulosa, tant o metodo- lógica quanto conceitual, das r elações internacionais, abr angendo pesquisas empíricas e estudos de base política. Com isso, a re vista se consolidou como um espaço par a a publicação de ar tigos aca- dêmicos que visam aprimor ar a explicação e compreensão dos fenômenos internacionais em div ersas áreas de estudo e pesquisa das relações internacionais, na intenção de contribuir par a a for- mação de uma comunidade acadêmica engajada e colabor ativa, comprometida com a análise rigorosa e a reflexão contínua sobre 38 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: as complexidades das relações internacionais. V ale destacar tam- bém que, a metodologia e as estr atégias de ação par a a gestão do projet o for am feitas utilizando o no vo sistema de hospedagem de sites (OJS/PKP). Nisso, as etapas incluem a migr ação de informa- ções do sistema antigo (SEER), a organização do la yout da r evista, e o processo de submissão de ar tigos, edit oriais e dossiês, que envolve cadastr o de usuários, envio de arquivos em PDF e pr een- chimento de metadados. Os tr abalhos são submetidos ao Conselho Edit orial e passam por etapas de av aliação, edição e editor ação, em seguida, após apro vação, os ar tigos são publicados com acesso livre no site da r evista. Em suma, o projet o de extensão em questão não realiza contribuições sociais, econômicas ou cultur ais à comu - nidade. Entretant o, o mesmo realiza o compar tilhament o e a divul- gação de produções científicas voltadas par a a área das Relações Internacionais e demais assuntos r elacionados, com o objetivo prin- cipal de disseminar pesquisas voltadas à essa ár ea em um campo em expansão no Br asil e no mundo, e, consequentemente, contribui par a a formação e aprimor amento acadêmico de um gr ande número de pessoas. Palavr as-chave: Re vista de Estudos Internacionais; Relações Internacionais; Periódicos. 39 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: COMUNICA UEPB: O DESPERT AR D A CONSCIÊNCIA CRÍTICA E O COMBA TE À DESINFORMAÇÃ O NO ÂMBITO D A EDUCAÇÃ O P ARAIBANA Juliana Ferr eir a Marques (UEPB) 29 Gabrielle T orr es de Lima (UEPB) 30 Stefanny de Andr ade Sena (UEPB) 31 Maria Helena do Nascimento (UEPB) 32 Douglas Nascimento de Santana (UEPB) 33 Thalia Andr ade Silva (UEPB) 34 Danielle Harlene da Silva Mor eno (UEPB) 35 Mar tha Simone Cav alcanti Amorim Soares (UEPB) 36 Rossana Maria Neves Gadelha (UFPB) 37 Ana Paula Alencar (UFF) 38 Mar ta Patrícia de Souza Rolim (UEPB) 39 29 Assessora de Comunicação da UEPB e coor denador a. Doutor a em Ciência da Informação PPGCI/UFPB. E-mail: julifmarques@servidor .com 30 Egressa Ar quivologia da UEPB e colabor a do Projeto. E-mail: gabriellle.torr esl@ gmail.com 31 E gressa de Arquiv ologia da UEPB e bolsista. E-mail: stefanny [email protected] . b r. 32 Discente de Ciências Biológicas e bolsista. E-mail: [email protected] 33 Egr esso de Arquivologia da UEPB e colabor ador do Projeto.. E-mail: [email protected] 34 Discente de Ciências Biológicas e colabor ador a do Projeto. E-mail: tha_liaandr ade@ hotmail.com 35 Bibliotecária da UEPB e colabor adora do Projeto. E-mail: danielleharlene@gmail. com 36 Docente do Câmpus V da UEPB e colabor adora do Projet o. Email: mar thasimone@ servidor .uepb.edu.br 37 Ser vidor a da Assembleia Legislativa da Par aíba e colabor adora do Pr ojeto. E-mail: [email protected] 38 Doutoranda em Midia e Cotidiano (PPGMC/UFF) e colabor adora do Projet o. E-mail: alencar [email protected] 39 T écnica-administr ativa da UEPB e colabor adora do Pr ojeto. E-mail: mar tapatriciadesouzar [email protected] 40 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: Resumo Em tempos de disseminação de desinformação, a par tir de conteú- dos forjados, manipulados, for a de contexto, que contam com a con- tribuição das T ecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) e dos sistemas de inteligência ar tificial par a se propagar em, tornando-se propulsores do negacionismo científico, da cultura do ódio e da violência, a sociedade tem buscado formas de contr aposi- ção a esse cenário. Diante disso, as universidades e demais institui- ções educacionais, que possuem o impor tante papel de promo ver , disseminar e difundir o conhecimento par a além dos muros e limites acadêmicos, podem contribuir no enfrentament o a essa conjuntura desinformacional com ações que, par a além do ensino curricular e acadêmico, possam desper tar o olhar crítico e a formação cidadã. A par tir dessa potencialidade, foi constituído o Projet o “Comunica UEPB: o desper tar da consciência crítica e o combate à desinforma- ção no âmbito da educação par aibana ”, com o objetivo de desenvol- ver atividades junt o a estudantes e docentes de escolas de ensino médio da Par aíba que auxiliassem no combate à desinformação e promo vessem a competência crítica em informação em conso- nância com o Progr ama de Combate à Desinformação do Supremo T ribunal Feder al, do qual a UEPB faz par te. Por meio desse Projet o, de acor do com os objetiv os específicos que foram propostos e alcançados, dur ante o ano de 2023, for am realizadas oficinas de educação midiática e combate à desinformação junto a estudantes e docentes de ensino médio de escolas de seis municípios paraiba- nos (João Pessoa, Campina Gr ande, Monteiro, Guar abir a, Ar aruna e Pat os). Ao todo, 266 estudantes for am atendidos por seis oficinas, que ocorrer am presencialmente, e 75 docentes par ticipar am de 11 (onze) atividades de aperf eiçoamento, r ealizadas via Google Meet. Par a essas ações, foi utilizado o refer encial teórico da Competência Crítica em Informação, Educomunicação, Pedagogia Crítica e Comunicação. T ambém foram utilizados conteúdos do Pr ogr ama de Educação Midiática Educamídia. P ar a as oficinas com discentes, a metodologia escolhida privilegiou element os lúdicos, dinâmicas, brincadeir as, material audiovisual e r odas de conversa que visav am apresentar o conceit o de desinformação, os tipos de desinformação, como identificar a desinformação e como for talecer a democr acia 41 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: por meio do acesso e disseminação de informação confiável. Já as atividades com docentes, além de contar com módulos concei- tuais sobre a desinformação, for am direcionadas par a apresentar formas de promo ver a competência crítica em informação nos dis- centes com iniciativas ar ticuladas ao conteúdo curricular . A par tir desses encontros, for am apresentadas algumas propostas de pla- nos de aula, que for am o ponto de partida do Guia de Resistência à Desinformação, publicado em 2024 pela EDUEPB. T ambém foi criada uma página no Instagr am par a a propagação de conteúdos relacionados à temática do Pr ojeto e encaminhadas par cerias com a Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD) e Instituto Palavr a Aber ta, par a situar as ações desenvolvidas na Par aíba no contexto nacional. Além dessas iniciativ as, for am publicados ar tigos científicos, a experiência foi apresentada em ev entos acadêmicos e o Projet o iniciado em 2023 segue rendendo frut os, como o Encontro Par aibano de Combate à Desinformação, realizado em outubro de 2024. Palavr as-chave: Desinformação; E ducação midiática; Consciência crítica. 48 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: um espaço de divulgação das iniciativas do pr ojeto, incluindo um acervo em constante atualização. Entre as produções destacadas, o vídeo “Caminhos T r açados: o impacto da univ ersidade nas nos- sas vidas” reuniu depoimentos significativos de ex-gestores, alunos e egressos, que r elembr ar am suas jornadas e contribuições par a a história do campus. O pr ojeto visou não apenas pr eservar a memó- ria da UEPB, mas também desper tar o interesse de no vos alunos, ressaltando a impor tância da continuidade das ações de v alorização dos egressos e da inter ação com a comunidade externa. Ao fomen- tar o reconheciment o das histórias individuais e coletivas, esper a-se for talecer a identidade da instituição e contribuir par a um futuro pr o- missor , pautado na valorização de suas r aízes hist óricas. Palavr as-chave: Memória Hist órica; Egr essos; V alorização Institucional. 49 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: SEMPRE UEPB: PROSPECÇÃ O DE OPORTUNIDADES Geov ana dos Santos Lemos UEPB 55 Prof. Me. F elipe César da Silva Brito, UEPB 56 Prof. Me. F r ancisco Anderson Mariano da Silva, UEPB 57 Dr . Ítalo de Andrade Gomes, UEPB 58 Esp. Rodrigo Rober to de Almeida, UEPB 59 Resumo: O projet o de extensão SEMPRE UEPB: Prospecção de Oportunidades surgiu par a suprir uma carência observada tanto com relação aos egressos da instituição, que ocasionalmente enfr entam dificuldade de colocação profissional, quanto dos alunos atuais, que encontram obstáculos par a acessar opor tunidades de estágios. Nesse sentido, a ideia é mobilizar tanto a comunidade interna quant o a externa da instituição par a prospectar vagas e ampliar as oportunidades de alu- nos atuais e egressos. Impor tante frisar que o acompanhament o de egressos em instituições superiores r ev ela-se essencial par a apro- fundar a compreensão sobr e os caminhos de aprimor amento das atividades de ensino. Esse processo fornece uma visão detalhada das tr ajetórias dos gr aduados e também for talece a relação entre a instituição e o mercado de tr abalho. Assim, o objetivo é fomen- tar parcerias com empr esas gerenciadas ou per tencentes a ex-alu- nos, ofer ecendo opor tunidades de vagas de estágio e utilizando a visibilidade do progr ama junto à comunidade interna e externa par a divulgar currículos de egressos ainda não integr ados à sua área de 55 Discente do Curso de Bacharelado em Administr ação, CCEA/UEPB 56 Docente do Curso de Bacharelado em Administração, CCEA/UEPB, colabor ador interno. 57 Docente do Curso de Bachar elado em Administr ação, CCEA/UEPB, colaborador interno. 58 T écnico administr ativo do Centro de Ciências Exatas e Socais Aplicadas, CCEA/ UEPB, colabor ador interno. 59 T écnico administrativo do Centr o de Ciências Exatas e Socais Aplicadas, CCEA/ UEPB, coordenador do projet o Prospecção de Oportunidades. 50 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: tr abalho. Par a isso, como forma de obter dados sobr e disponibili- dade de vagas e a necessidade de divulgação de currículos, foi reali- zada uma pesquisa com aplicação de questionários a 218 egressos. A coleta de dados buscou obter uma compreensão detalhada, af e- rindo as informações relativ as às projeções no mer cado dos egres- sos e abordando aqueles que mostr aram inter esse em ofertar vagas de estágio e em publicar seus currículos. A metodologia adotada permitiu uma análise quantitativa das respostas. Os r esultados re ve- lar am que, dos 218 respondentes, 54 demonstr aram interesse em publicar seu currículo e apenas 17 disser am que poderiam forne- cer vagas de estágio par a alunos da instituição. Entretanto, quando efetiv ar am contatos, apenas 08 egr essos mandar am currículos par a divulgação, e dos 17 originalmente disponíveis par a ofer ta de vagas, apenas 05 entr aram em contat o, mas não houve vagas ef eti- vamente of er tadas. Dois ex-alunos, que são sócios, encaminhar am vagas par a estágios em computação, em parceria com o projeto, for a da dinâmica de ofertas junto ao questionário apresentado. Além do objetivo principal, o pr ojeto desenvolv eu par alelamente um tr a- balho de supor te, divulgando editais e opor tunidades par a alunos e egressos, além de tr abalhar na produção de uma car tilha v oltada a concedentes de estágio, com vistas principalmente a esclarecer e facilitar uma cultur a de contr atação de estagiários localmente, além de ger ar informação numa área onde há uma per cepção de escas- sez de orientação. Embor a com algumas limitações, decorrentes das dificuldades de adesão mencionadas, o projeto teve resultados e contribuições relev antes, seja ger ando pr odutos , como a cartilha, ou ofer tando v agas de estágio e dando visibilidade a currículos, ou ainda aumentando a percepção da comunidade acadêmica sobr e os egressos, ou por fim, contribuindo com os demais projetos do Progr ama SEMPRE UEPB, agindo de forma integrad a, especialmente na coleta de dados inicial. Além da impor tância institucional e social já citada, o projet o apr esenta uma significativa r elev ância na forma - ção acadêmica e nas expectativas do mer cado de tr abalho (par a egressos e alunos), pr oporcionando também aos alunos de cursos como Administr ação e Computação a opor tunidade de aplicar na pr ática habilidades específicas de suas áreas. Palavr as-chave: E gressos; Opor tunidades; Estágio. 51 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: TRANSFORMANDO REALIDADES: ODS E PRO T A GONISMO JO VEM SÃ O P AUT A NO DESAFIO ANTI-HORÁRIO Nathália Letícia de Aguiar Leal (UEPB) 60 Antonio Simões Menez es (UEPB) 61 Resumo Com a proposta de apr esentar os Objetivos de Desenvolviment o Sustentável (ODS) par a jovens e adolescentes de escolas públicas de Campina Gr ande e, sobretudo, estimular uma cultur a de prota- gonismo social na comunidade estudantil, o projet o Desafio Anti- hor ário, em 2023, capacitou dez enas de estudantes par a o registr o fotogr áfico de respostas aos desafios sociais. As imagens foram captadas com smar tphones e demonstr am como a sociedade civil busca contribuir par a atingir os ODS. O tr abalho, que tem como ref e- rencial teórico principal o Jornalismo de soluções (Simões, 2022), deu continuidade às ações realizadas desde 2018: a capacitação de estudantes de escolas públicas de Campina Gr ande par a a pro- dução de conteúdos jornalísticos baseados em histórias com foco em soluções. Desta vez, a linguagem escolhida par a a construção das narr ativas foi o fot ojornalismo (Boroski, 2020), com o intuito de ger ar mais impacto e engajament o com o público . Par a isso, os estu- dantes par ticipar am de uma oficina ministr ada por univ ersitários do curso de Jornalismo da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), que ofer ecer am um conteúdo acessível e segmentado, de jovem par a jovem. Dur ante a capacitação, for am abordados tópicos como a impor tância dos ODS, princípios básicos de jornalismo e funda- mentos do fot ojornalismo. T ambém foram discutidos o tr atamento 60 Estudante de Jornalismo da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), do Depar tament o de Comunicação (DECOM). 61 Professor do curso de Jornalismo da Univ ersidade Estadual da Par aíba (UEPB), do Depar tament o de Comunicação (DECOM). 52 COMUNICAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: de imagens, uso de aplicativos de edição e questões legais, como direit os autor ais e de imagem. Feito ist o, os estudantes iniciaram o processo de pr é-produção, pr odução e pós-produção das fot os. O projet o, atr avés da educação midiática, ajudou os alunos a desen- volver uma no va compr eensão sobre o jornalismo, e entender a rele vância dos ODS na construção de um mundo com mais justiça social e preservação ambiental. Assim, eles apr ender am habilidades e competências que lhes permite fugir do av oidance news, car acteri- zado pelo processo de deixar de consumir notícias no cotidiano, que atinge 43% dos br asileiros, conforme o Digital News Repor t 2024. A o final da formação, 43 alunos de três escolas – Instituto Feder al da Par aíba (IFPB), Escola Clementino Procópio e EEEF de Aplicação – for am cer tificados, com a produção de 33. Como resultado, a meta de uma exposição fotogr áfica foi alcançada. A mostra “Olhares que cur am ”, r ealizada de forma presencial no IFPB, com o apoio do IFNews, coordenado pelo professor Golbery Rodrigues, e financiada com recursos do pr ojeto de extensão “Redação do Enem a par tir de textos jornalísticos”. Além disso, foi r enovada a parceria com a F eir a Liter ária de Campina Gr ande (FLIC), que pr oporcionou a r ealização de atividades de educação midiática par a estudantes beneficiados pelo projet o Repór ter Liter ário. Após uma capacitação jornalística promo vida pela equipe do Anti-hor ário, os alunos tiver am a opor tuni- dade de cobrir o ev ento da FLIC, desenvolv endo habilidades valiosas par a sua formação estudantil e humana. Par a além da comunidade acadêmica, o projet o alcançou, só nos últimos três meses de 2023, 2096 contas no perfil do Anti-horário no Instagr am. O alcance che - gou a dar às publicações uma média de 1100 visualizações nos últi- mos 10 reels; um deles atingiu 1977 contas, sendo 1595 deles não seguidores. Esses dados demonstram a eficácia do projeto em divul - gar narr ativas inov ador as e engajar o público em temas rele vantes par a a sociedade. Palavr as-chave: Jornalismo de Soluções; Objetiv os de Desenvolviment o Sustentável; E ducação Midiática . ÁREA TEMÁ TICA: CUL TURA 54 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: A INTERDISCIPLINARIDADE D AS CIÊNCIAS HUMANAS NO ENSINO MÉDIO: AS POS SIBILIDADES DE USO DO A CERV O DO NDH-UEPB P ARA O DESENVOL VIMENTO DOS ITINERÁRIOS FORMA TIVOS - BNCC DO EM. Maria Clar a Firmino Duar te 1 João Paulo da Silva Rodrigues2 L uciana Calissi3 Resumo O presente text o tem por finalidade apr esentar a atividade de exten - são do Núcleo de Documentação Histórica (NDH/CH/UEPB), r eali- zada na escola ECIT Dom Marcelo Pint o Carvalheira, na cidade de Guar abir a-PB. A atividade extensionista, vinculada ao Projet o intitu- lado “ A interdisciplinaridade das Ciências Humanas no Ensino Médio: as possibilidades de uso do acervo do NDH-UEPB par a o desenvol- vimento dos Itiner ários Formativos - BNCC do EM”, tem como prin- cipal objetivo apr oximar da comunidade, em especial as turmas do Ensino Médio das escolas públicas, à comunidade acadêmica, atr avés da utilização do acervo do NDH, os autos-findos do TR T -13. Par a a execução da proposta, foi elabor ado um material didático que servisse como base para o ensino de hist ória, dialogando acerca da História do T r abalho. A oficina aplicada no ECI T Dom Marcelo Pint o Carvalheir a utilizou como r ecor te tempor al o contexto da Er a V argas e o papel da CL T - Consolid ação das Leis T r abalhistas par a o tr abalha- dor . Dur ante a oficina, os alunos conseguir am compreender as modi - ficações tr abalhistas na Er a V argas e na sociedade br asileir a atual, 1 Gr aduanda do curso de História pela Universidade Estadual da Par aíba - Centro de Humanidades; e-mail: maria.clar a.duar [email protected] 2 Gr aduando do curso de História pela Universidade Estadual da Par aíba - Centro de Humanidade; e-mail: [email protected] 3 Prof essora do Departamento de História da Univ ersidade Estadual da Par aíba - Centro de Humanidade; e-mail: luciana.calissi@servidor .uepb.edu.br 55 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: tr azendo as experiências de pessoas pr óximas e do seu cotidiano. Abordar essas quest ões em sala de aula empregando os documen- tos do NDH permitiu que os alunos per cebessem que o ensino de história pode ser f eito também atr avés de no vas fontes, tr azendo suas próprias experiências e não apenas materiais ou o ensino tr a- dicional. Além disso, acreditamos que a pr oposta desenvolvida, pos- sibilitou uma apr oximação da escola com atividades desenv olvidas no Núcleo de Documentação Histórica. Palavr as-chave: Ensino de Hist ória; NDH; Documentos. 56 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: JIU JITSU: A ARTE ABRINDO NO VOS CAMINHOS Michel Ser afim de Sousa - UEPB 4 Felipe Alv es da Nobrega - UEPB 5 Daniel Bar acuy da Cunha Campos - UEPB 6 Resumo O projet o foi implementado no Campus VIII da Universidade Estadual da Par aíba, em Ar aruna-PB, com o objetivo de ofer ecer à comuni- dade e aos estudantes o acesso ao jiu-jitsu, promo vendo benefícios físicos, mentais e sociais . Com u ma abor dagem que integr a corpo, mente e espírito, o projet o visou não apenas à melhoria da saúde física, mas também ao desenvolviment o de valores mor ais e sociais, como honr a, respeit o e disciplina. Esses valores, quando aplicados em dif erentes esf eras da vida, contribuem significativamente par a a formação integr al de crianças e adolescentes. A pr ática da ar te marcial contribuiu par a a redução do sedentarismo, da obesidade e do estresse, além de incentivar v alores como disciplina, r espeito e responsabilidade, impactando positivamente a vida dos participan- tes dentro e for a do tatame. O projeto foi estrutur ado em três etapas: a introdução às técnicas e à filosofia do jiu-jitsu; o desenvolviment o técnico, com foco em variações de posições e noções de segur ança; e a par ticipação em competições e seminários. As aulas, realizadas duas vezes por semana, incluíam aqueciment o, demonstr ação e pr á- tica de técnicas, e, ao final, simulações de luta. Sob a orientação de um prof essor capacitado, os participantes aprender am não só os aspectos técnicos da modalidade, mas também os princípios éti- cos e mor ais que a acompanham. Os resultados for am expressivos, especialmente na melhoria da saúde física e mental dos pr aticantes. V ários par ticipantes reduzir am quadros de obesidade e aumentar am 4 Bacharelado em engenharia civil-Departamento de Engenharia civil-autor . 5 Bacharelado em engenharia civil-Depar tamento de Engenharia civil-coaut or colabor ador . 6 Bacharelado em engenharia civil-Depar tamento de Engenharia civil-coaut or coordenador . 57 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: sua autoestima e condicionament o físico. No aspecto mental, a pr á- tica contribuiu significativamente par a a disciplina e concentração, refletindo em melhor desempenho escolar . A integr ação social tam - bém foi notá vel, com o for taleciment o dos laços entre os par ticipan- tes e a inclusão de grupos vulner áveis, que encontr ar am no jiu-jitsu um ambiente acolhedor e de respeit o mútuo. Além dos ganhos indi- viduais, o projet o impactou positiv amente a comunidade, promo- vendo saúde, inclusão social e a preservação cultural da ar te marcial. O desenvolviment o de liderança e r esponsabilidade entre os pr atican- tes destaca-se como um dos legados mais valiosos dessa iniciativa. Palavr as-chave: Jiu-jitsu; Desenv olvimento físico e mental; Inclusão social. 64 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: de car tilha e material didático par a serem apresentadas nas visita- ções e utilizadas nas escolas do município. Palavr as-chave: Educação patrimonial; Etnobotânica; Conhecimento T r adicional; Agricultur a F amiliar . 65 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: DESENVOL VENDO COMPETÊNCIAS P ARA O ENSINO DE HISTÓRIA NO NÍVEL FUND AMENT AL II: LEITURA E CRÍTICA HISTÓRICA DE DOCUMENT OS DO NDH-UEPB L ucas da Silva Sant os 20 João Batista Gonçalves Bueno 21 Resumo O presente text o tem por objetivo apr esentar as experiências decor- rentes do Pr ojeto de Extensão apr esentado e desenvolvido na Escola Municipal Governador Flá vio Ribeiro Coutinho, localizada na zona rur al do município de São Miguel de T aipu, PB. O Projet o intitulado, “Desenvolvendo competências par a ensino de história no nível F undamental II: leitur a e crítica histórica de document os do NDH-UEPB”, foi realizado junt o com o prof essor regente e alunos do 9ªano do ensino fundamental dessa escola. Assim, apresentar emos a metodologia utilizada na extensão, assim como objetivos alcan- çados após a realização de suas atividades. Entr e vários objetivos propost os nesse projet o, o principal, foi instigar a par ticipação dos estudantes dur ante todo o pr ocesso de desenvolviment o das ativida- des, assim como o estímulo da capacidade crítica de cada discente sobre o tema a ser discutido; o tr abalho no Brasil. A principal fonte didática utilizada, foi um processo tr abalhista do acer v o do NDH – CH, da década de 1980, anterior à Constituição de 1988. Objetivamos a par tir disso, historicizar , de forma sintética, as concepções sobre o sistema de tr abalho no Br asil, desde a chegada dos europeus, até a contempor aneidade, par a a compreensão do pr esente. Sob a pers- pectiva decolonial, for am problematizadas as atividades labor ais nesse território, perpassando a diáspor a africana, e considerando 20 Graduando do curso de História pela Universidade Estadual da Par aíba; e-mail: [email protected] 21 Pr ofessor do Departamento de História da Universidade Estadual da Par aíba; e-mail: joaobgbueno@servidor .uepb.edu.br 66 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: os povos originários com suas formas de vida. Sob essa perspec- tiva pr ocur amos a análise crítica desse processo até a República do Br asil, quando já se fala em Direit os T r abalhistas – Er a V argas - pos- sibilitando a análise de novas configurações de tr abalho. Concluímos que, os objetivos pr opostos nesse pr ojeto, utilizando os arquiv os do NDH (Núcleo de Documentação Histórica) da UEPB (Univ ersidade Estadual da Par aíba – Centro de Humanidades) for am alcançados pois, as análises do processo tr abalhista escolhido como fonte, a par tir de sua contextualização, possibilitou ao longo das atividades uma nova observação por parte dos envolvidos acerca do tr abalho, par tindo de suas próprias viv ências. São várias as contribuições per- cebidas ao longo e ao final do processo. Per cebemos, por exemplo, uma nova perspectiv a dos alunos - muitos vindos da z ona rur al, e vivenciando o tr abalho no seu cotidiano -, sobre a impor tância de suas próprias atividades e os dir eitos tr abalhistas. Além disso, acre- ditamos ter contribuído com a escola, apresentando met odologia e fontes alternativas par a a construção de um conheciment o hist órico significativo. Palavr as-chave: Ensino de Hist ória; Processo T rabalhista; F ontes Alternativas. 67 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: PEDIP APER SESA: CONHECER JO Ã O PES SOA COM DESPORTE, EDUCAÇÃ O CUL TURAL E AMBIENT AL Ev elly Cabr al de Oliveir a - UEPB 22 Bárbar a F abrício da Silva - UEPB 23 Leila dos Santos Br andão - UEPB 24 Kethlyn Queir oz Lour enço - UEPB 25 Marianny W alleska Gomes da Silva - UEPB 26 Marcelo de Melo F arias Junior - UEPB 27 Herika Ellen Per eir a Da Silva - UEPB 28 Ev elly Raiane da Silva - UEPB 29 Gabriela Silva de Lir a - UEPB 30 Eliete Correia dos Sant os - UEPB 31 V ancarder Brito Sousa - UEPB 32 Ramsés Nunes e Silva - UEPB 33 Josemar Henrique de Melo - UEPB 34 22 Aluna bolsista do Centr o de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tamento de Arquivologia 23 Aluna voluntaria/colabor adora do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 24 Aluna voluntaria/colabor adora do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 25 Aluna voluntaria/colabor adora do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 26 Aluna voluntaria/colabor adora do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 27 Aluno voluntario/colabor ador do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 28 Aluna voluntaria/colabor adora do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 29 Aluna voluntaria/colabor adora do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 30 Aluna voluntaria/colabor adora do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 31 Coordenador a do projet o do Centro de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 32 Prof essor colaborador do Centr o de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Biologia 33 Prof essor colaborador do Centr o de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 34 Prof essor colaborador do Centr o de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas - Depar tament o de Arquivologia 68 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: Resumo O projet o de extensão Pedipaper SESA, desenvolvido na Univ ersidade Estadual da Par aíba (Campus V ), tem como objetivo integr ar des- por te, educação cultur al e ambiental. Idealizado pela Profa. Dr a. Eliete Correia dos Sant os, o projet o visa à imersão dos discentes em questões sociais e cultur ais por meio de atividades práticas que envolvem ensino, pesquisa e extensão. O P edipaper promo ve o conhecimento hist órico e patrimonial de João Pessoa atr avés de percursos pedestr es, incentivando o exer cício físico e cultural ao explor ar lugares de memória. O pr ojeto é um ex emplo de como a universidade pode desempenhar um papel ativo na formação crítica e no engajamento da comunidade acadêmica com os pr oblemas sociais. O Pedipaper busca inov ar e atr air novos públicos com a r ea- lização de atividades em locais históricos de João Pessoa, como o centro hist órico, a pr aia de Cabo Br anco e Rio Tinto. Essas iniciativas visam propor cionar experiências enriquecedor as e ampliar o reper- tório cultur al dos par ticipantes, promov endo a integr ação e o apren- dizado de forma lúdica. Ao associar despor te e cultur a, o Pedipaper torna-se uma f err amenta dinâmica de ensino, focada em acolher novos alunos e ampliar o conheciment o dos discentes. A metodolo- gia adotada inclui pesquisa em fontes de informação e visitas in loco aos locais históricos, par a desenvolver as atividades do Pedipaper . O material necessário envolve pr anchetas, canetas e roteiros impr es- sos, facilitando a organização e a aplicação das pr ov as. O event o é cuidadosamente planejado par a ofer ecer uma experiência educacio- nal imersiva, com atividades lúdicas e inter ativas. O projet o conse- guiu mobilizar muitos alunos e colabor adores, promov endo maior integr ação entre discentes e comunidade externa. Em 2023, mais de 80 alunos par ticipar am das atividades, for talecendo a credibili- dade do projet o dentro e for a da universidade. O sucesso também se reflete na divulgação estr atégica nas r edes sociais, que gerou maior interesse pelo pr ojeto. O P edipaper se consolidou como uma ativi- dade reconhecida na UEPB, pr omovendo debates sobr e temas his- tóricos locais e incentivando o env olvimento ativ o dos par ticipantes Palavr as-chave: P edipaper; Educação Patrimonial; João P essoa. 69 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: AS AR TES CÊNICAS E SU AS MÚL TIPLAS LINGUA GENS: APORTES À EDUCAÇÃ O Ana Paula de Lima Vilar – UEPB. Aut or 35 Cristiane Agnes Stolet Corr eia - UEPB. Autor 36 Adalto Carlos da Conceição A utor 37 Gabriele Suamy Gomes Campelo Autor 38 L uís Phelype de Lima Leite Aut or 39 Sidar ta da Silva Mat os Aut or 40 Resumo O projet o de extensão “ As Ar tes Cênicas e suas Múltiplas Linguagens: Apor tes à Educação ”, desenvolvido pela Profa. Dr a. Cristiane Agnes desde 2014, o qual ainda segue em vigor , conta com a estrutura de unir o meio acadêmico à população de Monteiro e adjacências, tendo como objetivo principal encor ajar pessoas a desenvolver- -se dentro do teatr o, tr abalhando suas respectivas potencialidades ar tísticas e pessoais. O início de todo o pr ojeto fundamenta-se na Pedagogia do Oprimido de Paulo F reire e na Estética do Oprimido , de August o Boal, em diálogo com outros pensador es, como Antonin Ar taud com O T eatro e seu duplo , e Jerzi Gr otowski, com O teatr o pobre . Na cota 2023-2024, as duas ações principais do pr ojeto tive- r am continuidade: aulas de teatro par a a comunidade e montagens/ apresentações de espetáculos. Na pr esente cota, for am ofer eci- dos 3 minicursos, a saber: O teatro no corpo: uma no va abordagem 35 Aluna de Letras - Espanhol - UEPB CCHE - Monteir o 36 Professor D- DE / Mestr ado e Doutor ado em Ciência da Literatur a (UFRJ) / Formação em Ar tes Cênicas (UNIRIO/CAL/T eatr o Procópio Ferr eir a – RJ) 37 Ar tista e pr ofessor de Português/Literatur as (ECIT José Leite de Souza)/ Especialização em Liter aturas de Língua P or tuguesa (UFRJ) / Gr aduação em Letras Português-Japonês (UFRJ)/ Experiência como percussionista. 38 Atriz e professor a de Ar tes (ECIT José Leite de Souza)/ Licenciatura em T eatro (UFPE). 39 Graduando em Geogr afia (UFCG), experiência com ar tes visuais e performance. 40 Aluno do curso de Letras-P or tuguês (UEPB-CCHE). 70 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: educativa , Memórias e ar tes: Experiências de escritas de si na con - tempor aneidade e As Artes Cênicas na formação de professor es de Espanhol (específico par a prof essores em formação e formados, em parceria com o subpr ojeto de Residência em Espanhol - Campi I e VI), além de uma oficina permanente com aulas de teatro práticas semanais. Com relação às montagens/apr esentações teatr ais do Grupo Experieus (fundado pelo projet o), tivemos como r esultado as esquetes “Lo que nos toca ”, “Eus não é igual a nós” e o espetáculo teatr al “O Ancestr al em nós: Conexões entr e Corpos e V oz es”. T odas as ações for am divulgadas nas redes sociais pessoais, do grupo Experieus, do CCHE - campus VI, além da mídia local. As aulas de teatro tiv er am como objetivo principal contribuir com o desenvolvi- mento pessoal e coletiv o, com exercícios corpor ais, vocais e, sobre- tudo, cênicos. Antes das atividades serem le vadas à pr ática, eram marcados encontr os entre a coor denador a e monitor a, onde comen- tários sobre as leitur as atribuídas para estudo, e pr opriamente o pla- nejamento de dinâmicas par a aulas futuras er am feit os. Dur ante as aulas pr áticas foi desenvolvida a conexão entr e as pessoas, par a que as mesmas compreendessem sobr e o ato de confiança, de entregar - -se ao espaço e às cenas, sejam elas propostas ou criadas a par tir do moviment o dos alunos. Dentro do que é dialogado com os par ti- cipantes, em todo final de aula, o conhecimento gerado no espaço do teatro é de gr ande valia, seja no âmbito coletiv o e/ou pessoal, pois se ganha um maior entendimento do EU e por consequência do,a liber tação de padr ões limitantes do pensamento, em acredi- tar , por exemplo, que teatro é apenas textual, quando na v erdade há diversos outr os modos de ser tr abalhados. Acreditamos que um dos maiores benefícios à comunidade tenha sido r eunir pessoas, com os contextos mais diversificados possíveis, em um espaço único, onde pudessem se conhecer e atr avés da ar te expor as suas verdades, contribuindo assim par a um processo integr ador sem preconceitos no exer cício real da democr acia. Palavr as-chave: Ar tes Cênicas; E ducação; Linguagens. 71 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: FEIRA A CADÊMICA DE ARTES, SABERES E S ABORES V anessa Laurentino de Lira 41 Dr a. Margar eth Maria de Melo 42 Resumo A Feir a Acadêmica de Ar tes, Saberes e Sabor es (F AASS) é um projeto de extensão que par te da demanda da formalização e r egulariza- ção da par ticipação de estudantes, pessoas carentes da comuni- dade externa a UEPB e do Moviment o de Mulheres Empr eendedor as com seus diversos produt os para comer cialização, como um meio de ger ação de renda e sustentabilidade de forma autônoma, bem como, acadêmica de integr ação e socialização das produções de docentes, discentes e técnicos/as administr ativos/as. A F AASS fun- ciona em três turnos, quar ta-f eir a à tarde e noite e quinta-f eir a pela manhã, agregando-se a F eir a Agroecológica, as iniciativ as de equi- pes do bem-estar animal, semanalmente, e, mensalmente, com a par ticipação das pessoas da UEPB, atr avés de exposição de suas atividades de ensino, pesquisa, extensão, ar te e cultur a. O projet o auxilia nessas apresentações com o of ereciment o e organização de materiais como cadeir as, TV , Caixas de som e microfones, disponibi- lizados pela Universidade. A F AASS é um espaço de encontr os, con- vivências, tr ocas multiculturais, de saber es, práticas, apr endizagens, expressões ar tísticas e cultur ais, o que permite a tessitura de um processo pedagógico, inter disciplinar , integrativ o e tr ansformador da relação entr e a UEPB e outros set ores da sociedade. Com essa r eali- zação o projet o atende uma reivindicação de estudantes e mulher es em situação de vulner abilidade financeira, ger ando empoder amento, sustentabilidade autônoma e solidariedade. Bem como, em r elação aos projet os acadêmicos com a adesão da comunidade interna há 41 Graduanda do curso de P edagogia da Universidade Estadual da Par aíba - UEPB: [email protected] 42 Pr ofessor a do Depar tament o de Educação da Universidade Estadual da P araíba - UEPB: margarethmmelo@servidor .uepb.edu.br 72 CUL TURA ÁREA TEMÁ TICA: a socialização do que é produzido entr e as diversas categorias que formam a UEPB. F azem par te da F AASS, atualmente, 16 empr een- dedores, sendo alguns deles discentes de cursos de gr aduação na UEPB, além de 20 mulheres ar tesãs e 03 pessoas da comunidade do entorno da UEPB. Seis docentes também participaram da f eir a com apresentação das suas atividades acadêmicas com suas tur- mas e em parceria com o NEABI, Núcleo de Estudos Afr o-Br asileiro e Indígena, foi ofer tada uma oficina de percussão. Por fim, o projet o organiz ou um espaço cultur al, com um Palco Aber t o, par a apresen- tações cultur ais das mais variadas expr essões ar tísticas. A par tici- pação foi tímida, mas esper amos na continuidade atr air e re velar novos talent os. Palavr as-chave: F eir a; Empreendedorismo; Saber es. ÁREA TEMÁ TICA: DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA 80 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: Resumo O presente ar tigo investiga o perfil compor tamental e criminal de agressor es de mulheres, com foco na persistência da violên- cia doméstica esta que por sua vez se car acteriza por qualquer tipo agressão, seja ela física, psicológica, patrimonial ou sexual. Violência esta que é perpetrada em r elações interpessoais signifi - cativas, envolv endo cônjuges, parceir os ou familiares, no entant o, este ar tigo enfatizou as agr essões cometidas por parceir os(as) con- tr a mulheres. Realizado em par ceria com a Delegacia Especializada de Atendiment o à Mulher (DEAM) de Campina Gr ande, Par aíba, o estudo tem como objetivo identificar as características sociodemo - gr áficas dos agr essores e das vítimas, bem como analisar os tipos de crimes e suas r ecorrências, a fim de propor intervenções que pos - sam pre venir e reduzir a violência. A pesquisa abr ange o período de 2019 a 2024 e se baseia na análise de inquéritos policiais e pr een- chimento do instrument o de coleta de dados. A metodologia env ol- veu a coleta e análise de dados criminais e sociodemogr áficos, com o uso do software SPSS par a tratament o estatístico, permitindo a construção de perfis detalhados dos agressores. Entr e os principais resultados, constat ou-se que o crime de ameaça, previst o no ar tigo 147 do Código Penal Br asileiro, foi o mais frequente, com a violência verbal e psicológica se apr esentando como precursor as da violên- cia física. O estudo também destacou a subnotificação de casos de violência psicológica, muitas vezes de vido ao desconhecimento das vítimas sobre seus dir eitos e ao medo de r epresálias. As contribui- ções do projet o incluem a elabor ação de uma car tilha educativa e a realização de palestr as comunitárias para conscientizar a população e as autoridades sobr e o tema, bem como a sugestão de políticas públicas focadas na reeducação dos agr essores, visando a r edução da reincidência e a pr oteção das vítimas. Esses dados refor çam a impor tância de uma abordagem prev entiva e educativa no combate à violência doméstica. Palavr as-chave: Violência doméstica; Agr essores de mulher es; Intervenção psicossocial 81 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: HUMANIZAR: ESCRITÓRIO SOCIAL P ARA O ENCAMINHAMENTO, RES SOCIALIZAÇÃO E CID AD ANIA Gustav o Guimarães Gonçalv es Vitor Hugo Dos Sant os Per eir a W esley Por t o Brito José Per eir a da Silva Resumo Intr odução: O projeto “HUMANIZAR: Escritório Social par a o Encaminhamento, Ressocialização e Cidadania ” é uma iniciativa ativa desde 2017 no Núcleo de Audiências e Cust ódia (N AC ) da Comarca de Campina Gr ande, vinculado ao T ribunal de Justiça da Par aíba (T JPB). Estudos que relacionam psicologia e direito são escassos, demandando mais ações de pesquisa e extensão par a preencher essa lacuna e fomentar debates sobr e essa área de inves- tigação. Objetiv os: A tender indivíduos liber ados após a audiência de custódia que tiv er am como uma das medidas da condicional da liberdade, o compar ecimento aos serviços prestados pelo escrit ório social; Realizar acolhimento aos cust odiados liber ados após audiên- cia de custódia no Escrit ório Social no Fórum Afonso Campos; Encaminhar os custodiados par a setores da sociedade: serviços de saúde, educação e tr abalho; Desenvolv er ações de humanização com os custodiados no F órum Afonso Campos em Campina Gr ande. Met odologia: O projet o fundamenta-se na ACP de Carl Rogers, que enfatiza a tendência natur al ao cresciment o e desenvolviment o pes- soal. É essencial criar um ambiente seguro e motiv ador , onde os indivíduos possam explor ar suas experiências, reconhecer seus sen- timentos e encontr ar soluções para seus pr oblemas. A presença de atitudes como aceitação incondicional, congruência e empatia por par te do ter apeuta favorece um espaço ter apêutico que permite ao custodiado refletir sobre suas próprias per cepções, promovendo sua autoatualização. No context o do projet o, as atividades pr áticas ocor- rem no F órum Afonso Campos, onde alunos extensionistas realizam 82 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: entre vistas com os custodiados par a entender suas realidades e orientar sobre políticas públicas e possíveis encaminhament os. Os dados coletados são analisados qualitativamente, sob supervisão docente, com base na ACP . Resultados alcançados e contribuições do pr ojeto à comunidade: O projeto alcançou resultados significati - vos ao pr oporcionar um espaço de escuta par a os custodiados, que enfrentam quest ões socioeconômicas muitas vezes determinantes par a sua situação. Além de ofer ecer encaminhamentos aos serviços a que têm direit o, o projet o contribui para a r essocialização e inte- gr ação desses indivíduos na sociedade. No total, dez enove pessoas for am atendidas pelo projet o, como resultado foi customizado pan- fleto no qual continham informações sobre a impor tância de um pro - cesso humanizado de audiência de custódia, fundamentado a par tir de conceitos da Abor dagem Centr ada na Pessoa, sendo posterior- mente distribuído, também foi realizado e vento com a exposição do projet o, seus objetivos, fundamentação e resultados obtidos até o momento no qual foi f eito contat o com funcionários do fórum par a exposição de tais atividades, além do mais foi produzido e distri- buído folders, nos quais possuíam informações sobre a impor tância de se realizar um pr ocesso de audiência de custódia humanizado, possuindo como embasamento a abor dagem centr ada na pessoa. Palavr as-Chave: Ressocialização; Cust odiados; Abordagem Centr ada na Pessoa (ACP). 83 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: CONSTRUINDO CID ADE(S), FORT ALECENDO A P ARTICIP AÇÃ O: TERRITÓRIOS ZEIS NO PROCES SO DE REVISÃ O DO PLANO DIRETOR DE CAMPINA GRANDE (PB) Maria Jackeline F eitosa Carvalho - UEPB 37 Mariana Neves Diniz - UEPB 38 Angélica V anessa de Andrade Ar aújo Lira - UEPB 39 André Guerr a de Menezes - UEPB 40 Ar thur Rafael Gomes Batista dos Santos – UEPB 41 Thales Vital de Lima Almeida - UEPB 42 V aldeci Feliciano Gomes-UEPB 43 W ellton L uís da Silva Cavalcante-UEPB 44 Resumo A ação extensionista desenvolvida tev e como foco principal a inser- ção das Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) no processo de re visão do Plano Diret or (PD) de Campina Gr ande. A mobilização política, aliada à troca de saber es e à formulação de propostas, foi 37 Coordenador a da Extensão: Professor a Dr a. do Curso de Sociologia(UEPB); Pesquisador a Observatório das Metrópoles(Núcleo PB); Coor denador a do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre o Urbano (GEUR/UEPB); jack eline.carvalho@servidor . uepb.edu.br 38 Bolsista da Extensão: Graduanda do Curso de Licenciatur a em Sociologia da Universidade Estadual da Par aíba – PB; [email protected] 39 Voluntária da Extensão: Gr aduanda do Curso de Direito da Universidade Estadual da Par aíba – PB; [email protected] 40 V oluntário da Extensão: Gr aduando do Curso de Geogr afia da Universidade Estadual da Par aíba – PB; andre.menez [email protected] 41 V oluntário da Extensão: Graduando do Curso de Licenciatur a em Sociologia da Universidade Estadual da Par aíba – PB; ar thur .sant [email protected] 42 Voluntário da Extensão: Gr aduando do Curso de Direito da Univ ersidade Estadual da Par aíba – PB; [email protected] 43 V oluntário da Extensão: Graduando do Curso de Licenciatur a em Sociologia da Universidade Estadual da Par aíba – PB; [email protected] 44 V oluntário da Extensão: Graduado do Curso de Direit o da Universidade Estadual da Par aíba – PB; [email protected] 84 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: o eixo centr al da luta pelo direito à cidade. A pr oposta de Extensão apresent ou um car áter formativo e de diálogo com t odos os ator es envolvidos, com destaque par a os morador es dessas áreas, que for am o público-alvo principal das atividades. Inicialmente, o objetivo er a tr abalhar com jov ens dessas comunidades por meio de escolas públicas estaduais. No entanto, o pr ocesso extensionista se expan- diu, passando a incluir também Oficinas nas Sociedades Amigas de Bairros (SABs), como as r ealizadas nos bairros do Pedr egal e Jardim Eur opa. O tr abalho dos extensionistas e da coordenação buscou for- talecer a par ticipação popular , principalmente dos morador es das ZEIS, criando uma ponte entre conheciment o, informação e forma - ção sobre o Plano Dir etor e a impor tância de gar antir o cumprimento da função social da cidade. Essa formação permitiu a presença da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB) em seis bairros de Campina Gr ande: Acácio Figueiredo (Catingueir a), Alto Br anco, Bodocongó, Conjuntos Glória II, Jardim E uropa e Pedregal, t odos com territórios ZEIS. As Oficinas realizadas nas escolas e SABs fomentar am uma reflexão crítica sobre o Plano Diretor , conectando os pr oblemas diá - rios enfrentados pelos cidadãos às políticas públicas necessárias par a as ZEIS. Um dos maiores desafios encontrados foi desper tar um maior interesse sobr e o direit o à cidade, promo vendo a par tici- pação popular no processo de r evisão do Plano Diret or de Campina Gr ande. De forma ampla, foi possível alcançar um grupo consider á- vel de par ticipantes, que, ao final das oficinas, demonstr aram maior compreensão sobr e seus direit os e dever es em relação à cidade. Esses ator es saír am das atividades atentos aos aspect os abordados pelo Plano Diret or , como moradia, mobilidade, saneament o, patrimô- nio cultur al, lazer , emprego e r enda, e como essas gar antias impac- tam suas vidas e territórios. A metodologia utilizada nas Oficinas Par ticipativ as envolveu a elabor ação conjunta de materiais por extensionistas, com a orientação da Coordenação Extensionista. As atividades for am realizadas com o auxílio de vídeos, car tilhas, músi- cas, jogos inter ativos, grupos de tr abalho e dinâmicas par ticipativas, propor cionando um ambiente colaborativ o adaptado às especifici - dades de cada contexto. O pr ojeto de extensão consolidou-se como um impor tante meio de promo ver formação política, especialmente par a os jovens e líderes das SABs visitadas. F oi essencial par a que os par ticipantes refletissem sobre como ampliar e socializar o 85 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: conhecimento adquirido nas oficinas, aplicando-o em suas vidas cotidianas. Destacou-se, também, a impor tância da ação individual e coletiva na pr omoção da justiça social e inclusão urbana, incenti- vando os env olvidos a se tornarem agentes de tr ansformação em suas comunidades. As Oficinas Par ticipativas repr esentar am uma opor tunidade valiosa para que a população das ZEIS explorasse o debate sobre o dir eito à cidade e desenv olvesse uma visão crítica sobre o espaço em que vivem. Esse pr ocesso de conscientização for taleceu a luta por políticas públicas que promo vam maior inclu- são urbana e justiça social nas comunidades mais vulner áveis. Palavr as-chave: Direito à Cidade; ZEIS (Zonas Especiais de Inter esse Social); Par ticipação P opular . 86 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: O FENÔMENO DA CONSTR UÇÃ O DE MUROS NO MUNDO CONTEMPORÂNEO: O CASO D A RO T A DOS BÁL CÃS Giuliana Dias Vieir a - UEPB 45 Areli F ábian da Silva Nunes - UEPB 46 Resumo O presente tr abalho trata-se de uma pesquisa sobr e a construção de muros e barr eir as físicas na região dos Bálcãs, uma ár ea historica- mente impor tante devido à sua div ersidade étnica e localização estr a- tégica como ponto de conexão entr e o Oriente Médio e a Eur opa. Os Bálcãs têm sido, ao longo dos anos, uma rota crucial par a migrantes e refugiados que buscam asilo na E uropa Ocidental, especialmente dur ante a crise migr atória que atingiu seu ápice entr e 2013 e 2015. Essa rota de migr ação, que ficou conhecida como “Rota dos Bálcãs”, tornou-se a principal via de fuga par a centenas de milhares de pes- soas pro venientes do Oriente Médio, África e Ásia. A crise migr atória desses anos foi marcada por um aument o expressiv o no número de pessoas que atr av essar am os Bálcãs com o objetivo de chegar a paí- ses da União Eur opeia, como Alemanha, Fr ança e outros. Isso gerou uma série de desafios par a os países da região e os demais países europeus, que precisar am lidar com o fluxo constante de r efugiados e migr antes. Em resposta a essa situação, muit os governos adota- r am a construção de barreir as físicas para tentar conter a passagem desses indivíduos, resultando em um fenômeno que se intensificou ao longo dos anos seguintes. O principal objetivo desta pesquisa foi analisar o aumento no númer o de muros e barr eir as de segur ança construídos ao longo das fronteir as dos países da região dos Bálcãs e arredor es, bem como a correlação desses pr ojetos com o aument o dos moviment os migr atórios. A investigação abr angeu países como 45 Prof essora do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Estadual da Par aíba 46 Aluna do Depar tament o de Relações Internacionais da Universidade Estadual da Par aíba 87 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: Albânia, Bósnia e Herzego vina, Bulgária, Croácia, Grécia, Macedônia do Nor te, Montenegro, Romênia, Sérvia, Eslov ênia, Koso vo e par tes da T ur quia, além de outros como Hungria, Á ustria e Itália, que, ape- sar de não estarem localizados dir etamente nos Bálcãs, também tiver am um papel fundamental na resposta à crise. Os dados indi- cam que o número de barr eir as físicas erguidas cr esceu de maneir a significativa entre 2013 e 2016, com construções que variam desde cercas de ar ame farpado até muros mais robust os e tecnologica- mente av ançados. Um dos exemplos mais marcantes é a Hungria, que, em 2015, construiu cercas ao longo de suas fronteir as com a Sérvia e a Croácia par a impedir a entr ada de migrantes. Na Bulgária, for am implementadas barreir as físicas na fronteir a com a T ur quia, enquanto a Gr écia refor çou suas fronteir as terrestres e marítimas com a ajuda de outros países da União E uropeia. Além das barr ei- r as físicas, diversos países investir am em tecnologias de vigilância, sejam eletrônicas ou o aument o de policiamento em suas fr ontei- r as. As ações possuem um claro objetivo de mostr ar aos migr antes que sua presença não é bem vinda em seus territ órios Os resulta- dos da pesquisa demostr ar am um aumento significativo no númer o de muros e uma tendência cr escente de difer enciação entre o “nós” e o “ eles”, com o principal objetivo de manter os migr antes for a de território eur opeu. Essas barreir as variam em tamanho e extensão, mas têm em comum o impact o que causam nos flux os migr atórios, forçando muit os migr antes a buscar rotas alternativas, muitas v ezes mais perigosas. Palavr as-chave: Migr ação; Muros; Rota dos Bálcãs. 88 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: PRO JETO HUMANIZA - EDUCAÇÃ O EM DIREITOS HUMANOS P ARA O ENSINO MÉDIO DA REDE PÚBLICA DA P ARAÍBA K yar a Horanna Nunes de Oliv eir a 47 Prof. Dr a. Raquel Bezerr a Cavalcanti Leal de Melo 48 Resumo O Humaniza, projeto de extensão desenv olvido desde o final de 2020, se apresenta como uma ponte entr e a academia e a sociedade, fazendo par ceria com escolas par a que os alunos tenham a opor- tunidade de formular sua consciência crítica, de serem indivíduos emancipados e conscientes de seus direit os e dever es e de serem protagonistas na construção de uma sociedade mais justa e igualitá- ria. O projet o foi desenvolvido com alunas e alunos do ensino médio da rede pública de ensino da cidade de João P essoa, inicialmente com a Escola de Ensino Médio Prof essor Orlando Cavalcanti Gomes, no Bairro do Crist o. Em setembro de 2022, o Humaniza se deslocou par a a Escola Estadual Alice Carneiro, no Bairr o de Manaír a. Dentre os objetivos pr opostos pelo pr ojeto, encontr am-se a promoção da educação em direit os humanos com base na pedagogia social crí- tica e numa perspectiva do Sul Global - voltada par a a transformação social por meio do empoder amento das/dos jo vens da periferia e par a o for talecimento da democr acia no Br asil-, além de estimular o pensamento emancipat ório e o orgulho e o per tenciment o das(os) estudantes em relação às suas identidades e à suas comunidades, criar uma cultur a de acolhimento, de celebr ação das difer enças e de inclusão e contribuir com o empoder amento dos jov ens da periferia, estimulando o seu protagonismo social. A met odologia oper acional do Humaniza consistiu em discussões temáticas nos círculos de diálogos e oficinas, facilitados pelas(os) alunas e alunos da UEPB 47 Aluna de Relações Internacionais. 48 Prof essora do Departamento de Relações Internacionais, campus V . 89 DIREIT OS HUMANOS E JUSTIÇA ÁREA TEMÁ TICA: par ticipantes do projet o e pelas prof essoras Raquel Melo (coor de- nador a do projet o) e L ygia Maia (Escola Alice Carneir o). Os temas abordados em cada círculo e oficina er am relacionados aos direit os humanos e necessariamente contextualizados, levando em conta a realidade das(os) estudantes. Os temas for am trabalhados a par- tir do entendimento de Ancestr alidade e do compar tilhamento de experiências dos educandos, de recursos audio visuais, de exer cícios cênicos e performances ar tísticas de convidades. Quanto aos resul- tados alcançados, a natureza do pr ojeto e a sua met odologia não são condizentes com a mensur ação quantitativa, pois se tr atam de mudanças no campo subjetivo, cujos ef eitos apenas são sentidos de forma difusa e a longo pr azo. Ainda que alguns indicador es pos- sam ser apontados no futuro, não se pretende estabelecer relações causais entre as ações desenv olvidas e os “ efeitos” observados, pois tais “resultados” seriam met odologicamente inconsistentes. Esper a-se que com o decorrer do pr ojeto, as contribuições sociais possam ser percebidas e analisadas qualitativ amente atr avés do seu impacto em termos de tr ansformações na comunidade escolar e em outr as esfer as (família, bairro, comunidade em que os educan- dos estão inseridos). Palavr as-chave: E ducação Crítica; Decolonialidade; Sul Global. 96 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: EDUCAÇÃ O EM SA ÚDE MENT AL E PROMOÇÃ O DA S AÚDE Virginia Maria Bez err a Silva (UEPB) 1 1 Ana L uiza Silva Andr ade (UEPB) 2 2 Maria Érica Sousa de Fr eitas(UEPB) 3 3 Leila Pinheiro de Menez es (UEPB) 4 4 Laur a Rodrigues Mar tins de Almeida (UEPB) 5 5 Carla de Sant’ Ana Brandão Costa(UEPB) 6 6 Resumo Como uma forma de vínculo entre a univ ersidade e a comunidade externa, a extensão universitária possibilita um significativo espaço de produção e disseminação de conheciment os. Par a viabilizar essas ações de compar tilhamento com o público externo, na ins- tituição são desenvolvidas atividades pr áticas fundamentadas por um supor te teórico que faz par te do pr ocesso de formação acadê- mica dos discentes. Nesse sentido, a extensão realizada pelo pr ojeto Educação em Saúde Mental e Pr omoção da Saúde viabilizou, dentre outr as ações, informações sobre serviços de psicologia e de saúde úteis à população par a os cuidados em saúde mental na perspec- tiva da pr evenção e da pr omoção da saúde. Com isso, a proposta desse projet o teve como objetiv o capacitar as extensionistas para atuar na produção e divulgação de informações e no diálogo com a comunidade sobre temas r elevantes à saúde mental atr avés de discussão teórica e metodológica sobr e os temas Educação em Saúde Mental e Promoção da Saúde nas r euniões grupais e leitur as 1 Gr aduada do curso de Psicologia da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB) 2 Gr aduanda em Psicologia pela Universidade Estadual da Par aíba (UEPB) 3 Gr aduada do curso de Psicologia da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB) 4 Gr aduanda do curso de Psicologia da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB) 5 Gr aduanda do curso de Psicologia da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB) 6 Prof essora pós dout or a do depar tamento de psicologia da UEPB. Coor denador a e orientador a do projeto de extensão. 97 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: individuais, possibilitar à comunidade acadêmica e ger al o acesso a informações rele vantes sobre temas em saúde mental por intermé- dio das postagens no instagr am @acolhimentopsi.uepb e pr oporcio- nar um diálogo com a comunidade acadêmica/servidores da UEPB/ comunidade em ger al sobre a educação em saúde mental atr avés de atividades educativas e espaços ter apêuticos. Dentre as ativida- des destacadas, ocorrer am ações direcionadas aos servidores da UEPB, em parceria com a PROGEP , sobre saúde mental e síndrome de burnout; e um workshop par a servidores da UEPB pais/responsá- veis de crianças neur odivergentes, enfatizando a saúde mental dos cuidadores. T ambém ocorr er am ações grupais direcionadas aos estudantes de psicologia da UEPB acerca da experiência de estar longe de casa e sobre o término do curso de gr aduação. O uso de T ecnologias de Informação e Comunicação (TICs) foi fundamental par a disseminar informações e criar um espaço de apoio comuni- tário, além disso aos encontros do grupo par a reuniões semanais com as discussões teóricas previamente orientadas, supervisão e organização das atividades r ealizadas. O projet o realiz ou ações e produziu conteúdos sobr e promoção da saúde de maneir a dinâmica, ofer ecendo acesso a informações e estr atégias pre ventivas. Desse modo, o projet o Educação em Saúde Mental e Pr omoção da Saúde possibilitou o acesso às informações e a ações educativ as, contri- buindo par a melhoria das condições favor áveis à saúde mental da população por meio da aprendizagem coletiva e da construção de novos conheciment os. Palavr as-chave: Saúde Mental; E ducação; Psicologia. 98 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: DESAFIOS P ARA O ENGAJAMENT O DA S CRIANÇAS NA MODALID ADE DE LUT A S NO PRO JETO LP-SEL Axel Rille y Mir anda de Brito Silva (A utor) 7 L ucas Gabryel da Silva Holanda (Coaut or) 8 Maria Gabriela Peroni Soar es (Coautor a) 9 João Vitor Barbosa da Nóbr ega (Coautor) 10 Rodolfo Heckmann de Fr ança Clemente e Rodrigues de Oliveir a (Coautor) 11 Anny Sionar a Mour a Lima Dantas (Coautor) 12 Resumo A modalidade de lutas dentro do pr ogr ama LP-SEL (Labor atório Pedagógico Saúde, Espor te e Laz er), tem como objetivo a iniciação espor tiva. Dessa forma, atr avés dos princípios do judô, as crianças aprendem além dos golpes, o respeito, hierar quia, autoconfiança e espírito espor tiv o, qualidades que não servem somente par a den- tro do espor te mas também par a formação pessoal. Dentre muitos desafios enfrentados par a prender a atenção das crianças em aulas de lutas entre eles TEA, TD AH e hiper foco, temos também a falta de interesse na pr ática da técnica da luta, pois a mesma tem que ser repetida par a que haja o domínio. Segundo o que a liter atur a aponta, relata que são necessárias 300 a 500 repetições par a aprender um novo padr ão motor e se alguém tem um mau hábito já estabelecido, 7 Discente do curso de Bacharelado em E ducação Física no Depar tament o de Educação Física da UEPB - ax [email protected] 8 Discente do curso de Bacharelado em E ducação Física no Depar tament o de Educação Física da UEPB - [email protected] 9 Discente do curso de Bacharelado em E ducação Física no Depar tament o de Educação Física da UEPB - gabriela.per [email protected] 10 Discente do curso de Bacharelado em E ducação Física no Depar tamento de Educação Física da UEPB - joao.vit or [email protected] 11 Discente do curso de Bacharelado em E ducação Física no Depar tamento de Educação Física da UEPB - r [email protected] 12 Docente titular do curso de Bacharelado em Educação Física no Depar tament o de Educação Física da UEPB - annysionar a@ser vidor .uepb.edu.br 99 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: são necessárias 3000 a 5000 repetições par a corrigir esse mau hábito. Diante do exposto, além dos desafios enfr entados par a o engajamento, dentr e eles tínhamos a ver gonha e o medo de err ar na frente dos colegas, dificuldade de execução de tarefas como a própria técnica da luta ou nos momentos de alongament o, algumas crianças tinham uma cer ta resistência par a as atividades propostas . Sendo assim, a par tir disso, nosso objetivo foi pensar em uma met odologia de ensino que ultr apassasse todas essas barr eir as, par a que as téc- nicas do judô fossem repassadas de uma forma lúdica e div er tida, fazendo com que as crianças r ealizassem os movimentos de forma fluída e dinâmica. Devido a isso, a par tir da ideia de treinamentos funcional realizados atr avés de circuit os, pensamos na estr atégia de montar circuit os que tr abalhassem além da par te motor a, mas tam- bém as técnicas do judô que er a ensinado em sala. Sendo assim, er a pensado em um circuit o que continham zig-zag, saltos, mudança de direção, mo vimentos de equilíbrios entr e outros ex ercícios que tr abalháv amos com bola, corda, ar cos, chapéu chines, cones, bolas de peso e tr ampolim, enquanto tr abalhávamos subliminarmente as técnicas aprendidas em sala. Com isso, começamos a observar que as crianças além de realizar em todas as atividades com facilidade, elas também realiza vam repetidas v ezes, de forma que em sala elas antes não queriam realizar . Além disso, per cebe-se que a percepção da melhoria motor a, facilita no engajamento pois atr av és do circuit o conseguimos captur ar a atenção das crianças o que fez com que elas tivessem uma ev olução não somente na aprendizagem do judô, mas também na socialização, autoconfiança e aptidão física. Dessa forma, é explícito os r esultados alcançados atr avés de uma inter- venção de 6 meses, as crianças tiver am uma evolução significativa no que diz respeit o à aprendizagem do judô e além do mais houv e um aumento no r eper tório mot or e gr ande melhor a na socialização, respeit o, disciplina e empatia, qualidades que são essenciais dentro e fora do espor te. Logo, o pr ogr ama LP-SEL justifica a sua impor - tância a toda a comunidade, tendo em vista a e volução destacada nesse resumo de um grupo de crianças típicas e atípicas, vist o que a metodologia de ensino aplicada ger ou frutos positiv os na vida dos par ticipantes. Palavr as-chave: Engajament o; Aprendizagem mot or a; Socialização. 100 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: AS TER TÚLIAS DE DIREIT O E ARTE E O RESGA TE DO HUMANO PEL O JURÍDICO Camila Holanda Ar agão 13 Laplace Guedes Alcofor ado Leite de Carvalho 14 Alunos Extensionistas V oluntários: Ana Cecília Faustino da Cunha Félix; Emilly Kar olayne Maciel de Lir a; Saphira Zaine Gonçalv es de Queiro z; Joelson Batista Ciqueir a; Pedro Henrique Lopes do Nascimento; Raphaella Cristina de Ar aújo; Letícia Gomes Candeia; Hemylle Suyane de Souza Sout o Barbosa; Laissa Ohana Ferr eir a Per eir a; Jefferson Sant os Ribeiro da Silv a; Matheus Augusto P essoa de Mor aes Lima; Lorena Suellen Vieir a Pontes; Júlia da Costa Ar aújo; Pedr o Henrique Catão Grisi de Mélo; Wanielly Lopes dos Sant os; Brenda Rober ta da Costa Oliv eir a; Y asmim Vitória Firmino Aze vedo; L uiz Davi Sales de Oliv eir a; Carla Michelly Ar aújo Santos. 15 Resumo O projet o de extensão “ As T er túlias de Direit o e Ar te e o Resgate do Humano pelo Jurídico ”, da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), buscou apro ximar o Direit o da Ar te e da Liter atur a, promo vendo debates intercultur ais e interdisciplinares com o objetivo de huma- nizar a pr ática jurídica e desenvolver uma visão crítica e mais empá- tica dos fenômenos sociais. V oltado par a a comunidade acadêmica e a sociedade civil, o projet o utilizou tant o plataformas digitais como Google Meet, Discord e Instagr am, quanto encontros pr e- senciais no auditório Ronaldo Cunha Lima e no P arque da Criança, em Campina Gr ande. O projet o tinha como meta principal a realiza- ção de encontros mensais, onde for am debatidos temas jurídicos a par tir de obr as literárias, cinemat ogr áficas e outr as expressões cultur ais. Obr as como “T or to Ar ado ” e o filme “Estômago ” serviram 13 Graduanda em Dir eito pela Universidade Estadual da P ar aíba (UEPB) 14 Especialista em Direit o Processual Civil. Lotado no Departamento de Direito da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB) 15 Graduandos em Dir eito pela Universidade Estadual da P ar aíba (UEPB). 101 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: como ponto de par tida par a discussões sobre direit os e questões sociais. Além disso, o projet o realiz ou um event o especial intitulado “ Ar te como denúncia ”, debatendo questões históricas e jurídicas, e par ticipou do VII Seminário de Extensão (SEMEX), apresentando os resultados das atividades. O pr ojeto também foi muit o ativo nas redes sociais, especialmente no Instagr am, onde postagens regula- res fomentar am o debate sobre temas como a relação entr e Direit o e Ar te, Direit os Humanos, e questões literárias e cinematogr áficas. Essas ações permitir am ampliar o alcance do projet o, sensibilizando um público diversificado, composto por acadêmicos, oper adores do Direit o e membros da sociedade civil. Dentr e os resultados, o pr ojeto cumpriu suas metas ao promov er debates livres, aber t os e demo- cr áticos, e incentivar a produção científica interdisciplinar . Par ticipou de event os como a II Jorn ada Direito & Liter atur a, com apresentação de tr abalhos acadêmicos, e organiz ou grupos de estudo que explo- r ar am as interseções entre Dir eito, Ar te e Liter atur a. O projet o con- tribuiu par a a formação de uma perspectiva crítica e humanista nos estudantes de Direit o, além de estimular a comunidade acadêmica a refletir sobr e a pr ática jurídica de maneir a mais sensível e criativa. Palavr as-chave: E ducação jurídica; Direit o e Ar te; Direit o e sociedade. 102 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: CINEDUC III: ARTICULANDO CINEMA, HIST ÓRIA E EDUCAÇÃ O Manuela Soares da Câmar a Rocha (UEPB) 16 Allysson Agustinho de Brito (UEPB) 17 Anne Michelle de Souza Carneiro (UEPB) 18 Day ane de Sousa Aguiar (UEPB) 19 Josemberg Gomes da Silv a (UEPB) 20 Y asmin T awanny Lopes Pereir a (UEPB) 21 Senyr a Mar tins Cav alcanti (UEPB) 22 Resumo Os filmes históricos ger almente são apresentados como atividade de entreteniment o ou como atividade complementar nas salas de aulas da educação básica e superior , pela falta de um tratament o didático-metodológico e mesmo pela sensibilização par a o lugar do cinema na cultur a contempor ânea. A fim de super ar tais dicotomias, o Projet o de Extensão Cineduc III buscou opor tunizar sugestões de discussão para o trabalho com filmes históricos junto aos interes - sados e, mais destacadamente, aos prof essores em formação ou que atuam na educação básica fazendo uso de conteúdos de his- tória, mediante of er ta de um curso teórico sobr e cinema e ensino de história com car ga hor ária de 24h, cinco episódios de Podcast, um ciclo com 12 palestr as via Meet do Google com 39h de carga hor ária. O eixo teórico nor teador das ações do Pr ojeto foi com- posto pela abor dagem do cinema como fonte da história e o esta- belecimento das r elações entre cinema e hist ória. Cinema nacional, 16 Monitor a Bolsista, Pedagogia, Departamento de Educação (UEPB, Campus I) 17 Monitor Bolsista, Pedagogia, Departamento de Educação (UEPB, Campus I) 18 Monitor a V oluntária, Pedagogia, Departamento de Educação (UEPB, Campus I) 19 Monitor a V oluntária, Pedagogia, Departamento de Educação (UEPB, Campus I) 20 Monitor a Pedagogia, Departamento de Educação (UEPB, Campus I) 21 Monitor a Pedagogia, Departamento de Educação (UEPB, Campus I) 22 Coordenador a, Pedagogia, Departamento de Educação (UEPB, Campus I) 103 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: difer enças étnico-r aciais e o ensino de história for am os eixos nor- teadores das palestr as que contou com em média 73 par ticipantes logados, nas quais for am abordados os desafios enfrentados pelas pessoas negr as em sua luta histórica por dir eitos e r econhecimento tanto nos espaços públicos quanto na historiogr afia brasileir a e na cinematogr afia nacional. Assim, o projeto cumpriu com o seu obje - tivo ao opor tunizar propostas diferenciadas de trabalho com filmes nacionais que focalizam as difer enças étnico-r aciais, ofertou for- mação complementar par a o uso didático-pedagógico do cinema e apro ximou a comunidade acadêmica do cinema br asileiro, mediante a apresentação de uma grande variedade de filmes com temática negr a que não apenas incentivar am os acadêmicos a consumir mais cinema nacional, mas também ajudar am na construção de um arca- bouço pedagógico par a a explor ação dessas temáticas nas escolas, adaptado às difer entes faixas etárias e necessidades das comunida- des em que estão inseridas. Palavr as-chave: Filmes Hist óricos; Difer enças Étnico-Raciais; Ensino de História. 104 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: CUL TURAS JUVENIS, DIVER SIDADE E INCL USÃ O SOCIAL: REDE DE SABERES E EXPERIÊNCIA S EDUCA TIV AS Ana Vitória Imperiano da Silv a - UEPB 23 Cynthia Cav alcante Ber toldo - UEPB 24 Esther Ribeiro da Silv a - UEPB 25 L uandson de Ar aújo Chav es - UEPB 26 L uís Gustav o de Oliveir a Gonçalves - UEPB 27 Maria Eduar da de Ar aújo Barros - UEPB 28 Maria Fernanda de Oliv eir a Lima - UEPB 29 Mariana Mota de Fr eitas Per eir a - UEPB 30 T atiane Pires de Oliveir a - UEPB 31 Patrícia Cristina de Ar agão - UEPB Resumo A extensão universitária tem um papel fundamental na formação acadêmica, promo vendo a integr ação entre teoria e prática. O pr ojeto “Cultur as Juvenis, Diversidade e Inclusão Social: Rede de Saber es e 23 Gr aduada em História. Universidade Estadual da Par aíba – Campus I. E-mail: [email protected] 24 Gr aduanda em História. Universidade Estadual da P araíba – Campus I. E-mail: cynthia.ber t oldo.oliveir [email protected] 25 Gr aduanda em História. Universidade Estadual da P araíba – Campus I. E-mail: esther .silv [email protected] 26 Gr aduando em História. Universidade Estadual da P araíba – Campus I. E-mail: [email protected] 27 Graduando em História. Univ ersidade Estadual da Par aíba – Campus I. E-mail: luis. [email protected] 28 Gr aduanda em História. Universidade Estadual da P araíba – Campus I. E-mail: maria.eduarda.barr [email protected] 29 Gr aduanda em História. Universidade Estadual da P araíba – Campus I. E-mail: maria.fernanda.oliveir [email protected] 30 Gr aduanda em História. Universidade Estadual da P araíba – Campus I. E-mail: [email protected] 31 Gr aduanda em História. Universidade Estadual da P araíba – Campus I. E-mail: [email protected] 105 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: Experiências Educativ as” destacou-se, entre 2022 e 2023, por suas ações educativas, como minicursos e palestr as, r ealizadas tanto no ambiente acadêmico quanto em escolas públicas. Dentr e as parcei- r as fundamentais par a o desenvolviment o do projet o estão a Escola Estadual de Ensino Fundamental Nossa Senhor a do Rosário, a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Pr of essor Cardoso e a Escola Estadual de Ensino Fundamental Ant ônio Galdino Filho, que contribuír am significativamente par a a ex ecução das atividades educativas. Este tr abalho tem como objetivo apresentar os r esulta- dos das vivências educativas dos extensionistas ao longo do pr o- jeto. A metodologia adotada baseou-se em pesquisa bibliogr áfica e documental, complementada por relat os de experiências. Os resul- tados re velam que as atividades r ealizadas pelo projet o contribuír am de maneir a expressiv a par a o aprimor amento das competências pedagógicas e reflexiv as dos extensionistas, além de for talecerem a colabor ação entre a univ ersidade e as instituições de ensino envolvi- das. As experiências permitir am uma rica troca de saber es entre os universitários e a comunidade escolar , promov endo uma compreen- são ampliada sobre div ersidade e inclusão. Observou-se também um increment o no engajamento dos estudantes das escolas par tici- pantes, que manifestar am maior interesse e par ticipação nas ações educativas desenv olvidas. O projet o “Cultur as Juvenis, Diversidade e Inclusão Social: Rede de Saberes e Experiências E ducativas” alcan- çou de forma efetiv a seu propósit o de promo ver a inter conexão entre teoria e pr ática, favor ecendo tanto a formação crítica e inclusiv a dos extensionistas quanto o apr endizado dos alunos das escolas parcei- r as. As vivências r eforçam a impor tância das iniciativ as de extensão universitária na construção de um diálogo contínuo entre acade - mia e comunidade, além de evidenciar o impact o positivo dessas atividades na promoção de uma educação mais inclusiv a e atenta às questões de div ersidade. A relev ância dessa ação está em seu potencial de tr ansformar o ambiente educacional, não apenas nas escolas, mas também na universidade, ao criar um espaço de inte- r ação e aprendizagem que v ai além do contexto formal de ensino. Ao envolv er diretamente a comunidade escolar , o projet o contribuiu par a a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a diversidade. Adicionalmente, a iniciativa r eforça o compr o- misso social da universidade, ao expor seus estudantes a difer entes 112 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: INTRODUÇÃ O AO PENSAMENT O COMPUT A CIONAL: UMA PROPOST A P ARA FORMAÇÃO DE PR OFES SORES DE MA TEMÁ TICA D A EDUCAÇÃO BÁ SICA Elsa dos Santos Lopes – UEPB 46 F abricia da Silva Oliveir a – UEPB 47 Ana Emília Victor Barbosa Coutinho – UEPB 48 Br auner Gonçalves Coutinho – UEPB 49 Resumo Nos últimos anos, muitos países têm r eformulado seus currículos escolares par a responder à crescente demanda por competências em computação no século XXI. No Br asil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) enfatiza que os alunos da E ducação Básica dev em desenvolver habilidades tecnológicas de forma crítica e ética, basea- dos em três eix os principais: Pensamento Computacional, Mundo Digital e Cultur a Digital. O Pensament o Computacional é definido pela BNCC como uma habilidade que envolv e a análise, modelagem e resolução de pr oblemas de maneir a sistemática, por meio de algo- ritmos. Além disso, a BNCC especifica que o ensino de Matemática deve incorpor ar o desenvolvimento dessa habilidade. A liter atura br asileir a tem registr ado um aumento nas pesquisas voltadas par a a promoção do P ensamento Computacional na Educação Básica, associando essas habilidades ao ensino de Matemática por meio de processos inv estigativos e criativos. No entant o, a maior par te des- ses estudos se concentr a em atividades extr acurriculares. Diante desse cenário, torna-se essencial refletir sobre a formação inicial e continuada de prof essores par a que o Pensamento Computacional seja integrado de forma eficaz nas aulas de Matemática. Em 46 Licenciatura Plena em Matemática, Centr o de Ciências Humanas e Exatas. 47 Licenciatura Plena em Matemática, Centr o de Ciências Humanas e Exatas. 48 Licenciatura Plena em Matemática, Centr o de Ciências Humanas e Exatas. 49 Licenciatura Plena em Matemática, Centr o de Ciências Humanas e Exatas. 113 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: resposta a essa necessidade, este pr ojeto de extensão tev e como objetivo capacitar licenciados e pr ofessor es de Matemática, intro- duzindo o Pensament o Computacional atra vés de abor dagens lúdi- cas e desafiador as, em conformidade com a BNCC. Este projeto de extensão ofer eceu dois cursos de capacitação, com foco em integr ar o Pensament o Computacional ao ensino de Matemática por meio de abordagens diversificadas. A primeir a fase do pr ojeto, realizada entre maio e agosto de 2023, concentr ou-se na capacitação da bolsista e na elabor ação do material didático. No entanto, de vido à substituição da aluna bolsista, foi necessário um período adicional par a o treina- mento da no va integr ante. Durante o desenvolviment o do projet o, for am ofer ecidos dois cursos, ambos supervisionados por docentes e voltados à pr omoção do Pensamento Computacional. O primeir o curso aconteceu dur ante a VII Semana Acadêmica do CCHE, no III Congresso Universitário da UEPB, em no vembr o de 2023, com a par- ticipação de 16 alunos. Nele, foi demonstr ada a interligação entre Matemática e Pensament o Computacional, por meio de abordagens como progr amação e atividades desplugadas. Já o segundo curso contou com 5 par ticipantes, t odos licenciandos em Matemática, e focou em atividades desplugadas relacionadas a conteúdos mate- máticos, sem o uso de dispositivos tecnológicos. A metodologia adotada nos cursos enfatizou na investigação, pr omovendo a argu- mentação e a busca por soluções criativ as par a os desafios pr opos - tos. A abor dagem desplugada, especialmente no segundo curso, mostrou como as habilidades do P ensamento Computacional podem ser explor adas de maneir a lúdica, utilizando atividades como jogos e resolução de enigmas. Os r esultados dos cursos destacam a impor tância da formação de prof essores para o desenv olvimento de atividades que associem Matemática e Pensament o Computacional de forma criativa e pr ática. A adoção de atividades desplugadas ofer ece uma alternativa enriquecedor a, permitindo que os alunos desenvolv am habilidades cognitivas e de resolução de pr oblemas essenciais conforme as diretriz es da BNCC, sem a necessidade da tecnologia digital. Palavr as-chave: P ensamento Computacional; Ensino de Matemática; Formação de pr ofessor es. 114 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: MULHERES DA COMPUT AÇÃO - MDC Rebeca Barbosa Lourenço - UEPB – Campus VII Ellen Santos Ramalho - UEPB – Campus VII Robson Lourenço Filho - UEPB – Campus VII Emilly Santos Ramalho - UEPB – Campus VII Mair a Fernandes Nunes - UEPB – Campus VII Y ohanna Bárbara P ereir a Costa - UEPB – Campus VII Lilianny Gonçalves Marinho de Ar aújo - UEPB – Campus VII Jannayna Domingues Barr os Filgueir a - UEPB – Campus VII Resumo Intr odução: O Projeto de Extensão MDC – Mulher es da Computação, iniciado em 2023, tem como principal objetivo promo ver a r epresen- tatividade feminina nos cursos de T ecnologia da Informação (TI) atr avés de atividades educativas e de apoio às alunas. O projet o sur - giu em resposta à sub-r epresentação de mulher es na área de com- putação, uma realidade que se agr avou a par tir da década de 1980, quando os homens passar am a dominar esse mercado. Embor a o número de mulher es nos cursos de TI venha crescendo, a taxa ainda é significativamente menor que a dos homens. A iniciativa busca incentivar meninas do ensino médio e universitárias a ingr essarem nos cursos de TI e a permanecerem neles, of erecendo supor te em diversas fr entes. Objetivos Pr opost os: O Projet o de Extensão MDC – Mulheres da Computação desenv olveu uma série de atividades com o objetivo de pr omover a r epresentatividade f eminina na área de tecnologia. Entre as principais ações, se destacam as oficinas e minicursos, que apresentar am diversas áreas da computação, apr o- ximando a comunidade externa da universidade. Essas atividades incentivar am alunas do ensino médio a conhecerem mais sobre o curso de Ciência da Computação e a impor tância da presença f emi- nina nesse campo. O projet o também ofer eceu tutoria personalizada par a disciplinas com altas taxas de ev asão, proporcionando suporte acadêmico com hor ários flexíveis e adaptados às necessidades das 115 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: alunas que já ingressar am no curso e dando mais confiança par a as meninas que querem ingr essar . Essa ação teve como foco r edu- zir as desistências e contribuir par a o melhor desempenho acadê- mico das estudantes. Foi criado ainda um grupo de suporte online, onde as alunas podem trocar informações e acessar opor tunida- des como vagas de estágio, cursos online e ev entos de tecnologia, gar antindo um ambiente de apoio contínuo par a o seu desenvolvi- mento. Além disso, o pr ojeto pr oduziu vídeos e rodas de conv ersa em datas impor tantes, como o Setembro Amar elo e o Outubro Rosa, abordando temas r elacionados à saúde mental e pre venção de doenças. Met odologia Operacional: A met odologia oper acional do Projet o MDC – Mulheres da Computação foi estrutur ada para alcançar seus objetivos de inclusão e apoio às alunas, com ações que for talecer am a presença feminina na ár ea de TI e envolv er am a comunidade externa. Oficinas e minicursos foram realizados em escolas e event os, com o pr opósito de apresentar dif erentes ár eas da computação e destacar o papel das mulheres no set or . Essas atividades apro ximar am as alunas do ensino médio e a comunidade local da universidade, pr omovendo a r epresentatividade f eminina e incentivando o inter esse pelo curso de Ciência da Computação. Resultados Alcançados: Um dos principais foi o incentivo a meninas do ensino médio, desper tando nelas o interesse pela computação e as incentivando a explor ar o setor e consider ar uma carreir a em tec- nologia. Além disso, a par ticipação das alunas em event os de tecno- logia aumentou, pr oporcionando-lhes inspir ação para atuar na ár ea e reconhecer as opor tunidades profissionais disponíveis. Outro resul - tado significativo foi a redução de casos de assédio na univ ersidade, gr aças à criação de um ambiente acolhedor e de apoio, promo vendo mais segur ança e respeit o par a as alunas que já estão no curso e par a as que vão chegar . Contribuições do Pr ojeto a Comunidade: O Projet o MDC – Mulheres da Computação tem incentiv ado a repr e- sentatividade feminina na ár ea de tecnologia, estimulando alunas do ensino médio a consider arem carr eir as na computação. Atr avés de oficinas e atividades r ealizadas em f eiras e escolas na cidade de Pat os, o projeto despertou o interesse de v árias alunas. Além disso, a par ticipação em ev entos de tecnologia aument ou, ofer ecendo mais opor tunidades de desenvolviment o e networking. O projet o também 116 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: realiz ou ações solidárias, organizando arrecadações de aliment os par a a comunidade local, refor çando seu compromisso social. Palavr as-chave: Repr esentatividade Feminina; Inclusão em TI; Apoio Educacional; Supor te Acadêmico; T ecnologia; Computação; Incentivo F eminino; Ambiente Acolhedor; Ações Solidárias. 117 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: OLHAR HOLÍSTICO DE UM VOL UNT ÁRIO NA MODALID ADE DE L UT AS DENTR O DO PROGRAMA LP-SEL Kennedy Gabriel Ramos Batista (A utor) 50 L ucas Gabryel da Silva Holanda (Coaut or) 51 Axel Rille y Mir anda de Brito Silva (Coaut or) 52 Rodolfo Heckmann De Fr ança Clemente e Rodrigues de Oliveir a (Coautor) 53 Anny Sionar a Mour a Lima Dantas (Coautor) 54 Resumo Dentro do pr ogr ama LP-SEL, a modalidade de lutas tem se desta- cado pelo tr abalho com crianças atípicas, em especial aquelas que possuem diagnóstico de TDAH, TOD , autismo e outros tr anstornos de desenvolviment o, além de sujeit os com dificuldades de socia - bilização. Destaca-se que as intervenções têm tr azido relev antes resultados, sobr etudo por fazer a combinação de lutas e cir cuitos motor es que enriquecem a experiência da aprendizagem mot or a, promo vendo habilidades essenciais par a o desenvolvimento infantil. Diante disso,temos como objetivo aprimor ar as habilidades moto- r as de nossos alunos e ao longo do projet o alcançamos ótimos resultados. Em r elação a coordenação mot or a, sabe-se que são demandados moviment os coordenados na pr ática das lutas o que ajuda as crianças desenvolver em consciência corpor al e habilidades motor as finas e grossas. E ao trabalharmos com os cir cuitos moto - res, possibilitamos às crianças a pr aticarem difer entes habilidades, 50 Discente do curso de Bacharelado em Educação Física no depar tament o de educação física da UEPB - [email protected] 51 Discente do curso de Bacharelado em Educação Física no depar tament o de educação física da UEPB - [email protected] 52 Discente do curso de Bacharelado em Educação Física no depar tament o de educação física da UEPB - [email protected] 53 Discente do curso de Bacharelado em Educação Física no depar tament o de educação física da UEPB - rodolfo.r [email protected] 54 Docente titular do curso de Bacharelado em Educação Física no Depar tament o de Educação Física da UEPB - annysionar a@ser vidor .uepb.edu.br 118 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: como correr , pular e equilibr ar , assim, desenv olvendo sua coorde- nação motor a. É possível destacar um aumento dos indicador es de concentr ação e atenção, onde a técnica de luta exige foco e disciplina, uma forma perfeita de fazer com que as crianças com TDAH desenv olvam melhor es habilidades de atenção e concentr a- ção pois tr azer novos desafios com variedade de atividades dentro circuit os possibilita que elas se mantenham engajadas, assim, esti- mulando a concentr ação. Além disso, várias crianças sofrem com baixa autoestima, insegurança e dificuldades sociais, dessa forma, a pedagogia das ar tes mar ciais ajuda as crianças a concentr arem suas emoções, direcionando uma saída saudá vel par a o estresse e frustr ações pois além de aprender técnicas de luta, pode ensiná-las a controlar em suas reações emocionais, tendo assim, aut ocontrole par a que elas se sintam mais confiantes e capazes em outr as áreas da vida. Ademais, na par te social, o judô e o circuit o muitas v ezes promo ve inter ações entre os alunos e o trabalho em equipe. A par- ticipação em atividades em equipe promo ve o apr endizado sobre colabor ar e ter respeit o com as pessoas ao redor , dessa maneir a, ajudando as crianças atípicas desenvolver em habilidades sociais. Desta forma, podemos destacar que a modalidade de lutas, atr avés do judô aplicada dentro do pr ogr ama LP-SEL não ajuda somente as crianças mas também aos alunos extensionistas, pois o trabalho em equipe, as divisões de tarefas, além do desenv olvimento de habilida- des de comunicação são essenciais par a nossa carreir a e desde que adentr amos no projet o desenvolvemos bem essas habilidades. De modo que o progr ama destaca-se por sua relev ância à comunidade por promo ver atr av és da modalidade de lutas não apenas a saúde física, mas também o desenvolviment o emocional, social e cogni- tivo, criando um ambiente de aprendizado diversificado e inclusivo par a os extensionistas e principalmente par a as crianças, as quais são atendidas pelo projet o independentemente de sua condição física ou mental. Palavr as-chave: Desenv olvimento mot or; Concentr ação; Inclusão. 119 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: PRODUÇÃ O TEXTUAL P ARA A COMUNIDADE NO ÂMBITO DO PR O-ENEM Melissa Rhênia Barbosa Espínola 55 Noelma Cristina Ferr eir a dos Santos 56 Resumo O Pro-Enem é uma iniciativ a da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB) com a finalidade de prepar ar estudantes da rede pública e comunidade em ger al par a o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). O progr ama conta com a par ticipação de discentes dos cur- sos de licenciatur a em Letr as – Por tuguês e Espanhol e Matemática, é ministr ado de forma gr atuita e ofer ece aulas de Matemática, Álgebr a, T rigonometria, Física, Geometria, Espanhol, Gr amática, Liter atur a, Produção T extual, Sociologia e Filosofia. Nesse sentido, o presente tr abalho tem o objetivo de deslindar as atividades desen- volvidas na disciplina de Pr odução T extual no ano de 2023. Assim sendo, a disciplina Produção T extual er a ministr ada às quar tas-f ei- r as, no campus VI, sede Centro; tev e um total de 183 inscrit os e uma média de 25 alunos por aula. Ressalte-se que a turma de Produção T extual tinha 15 alunos fixos, que permanecer am até o final do pro - gr ama, enquanto os demais compar eciam a 2 ou 3 aulas e acaba- vam desistindo. Em r elação ao conteúdo de Produção T extual, a gr ade foi pensada em conjunto com a orientador a, que forneceu o material de pesquisa, bem como a sugestão de exer cícios par a a fixação do conheciment o. Desse modo, nas aulas expositivas, por meio do aparelho de datashow fornecido pela univ ersidade, er a expli- cado o assunt o e aplicado um exer cício de fixação, que era corrigido no mesmo dia. Já nas demais aulas, er am pensados temas em par- ceria entre monit or a, orientador a e alunos a serem desenvolvidos 55 Gr aduanda do 10º período do curso de Letr as – Por tuguês da Univ ersidade Estadual da Par aíba – UEPB, Campus VI. Mestre em Ciências Jurídicas pela Universidade Feder al da Paraíba – UFPB. Gr aduada em Direito pela UNIF ACISA. 56 Professor a Doutora do Curso de Letr as Por tuguês da UEPB – Campus VI. 120 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: em um texto disser tativ o-argumentativ o, com pontuação atribuída nos mesmos ditames do ENEM. T odas as r edações er am corrigidas, pontuadas e entregues na aula seguinte par a o esclarecimento de dúvidas. Ao fim, percebemos bons resultados por meio de feedba - cks dos estudantes da disciplina, alguns dos quais, inclusive, passa- r am a cursar Letr as na UEPB – CAMPUS VI. Palavr as-chave: Produção T extual; ENEM; T exto Disser tativo-ar gumentativo. 121 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: PRO JETO DEL T A: AÇÕES DE CONSOLIDAÇÃ O E APROFUND AMENTO DE MA TEMÁ TICA BÁSICA Maria Fernanda Amar al Cândido 57 Ademir Benteus Pampu 58 Resumo O Projet o Delta é uma iniciativa dos pr ofessor es de matemática da UEPB-Pat os, destinada a promov er ações de nivelamento em mate- mática básica par a alunos que desejam ingressar em na gr aduação em matemática, promo vendo ações que ajudem esses estudantes a superar em dificuldades no conhecimento nos temas que consti - tuem-se como as bases da matemática e a se prepar arem par a os desafios do ensino superior . Entr e os objetivos do projeto, destacam - -se a promoção de ações de niv elamento de matemática básica, a assistência a estudantes com insuficiência de base ao ingr essar no ensino superior e a divulgação de tópicos fundamentais da mate- mática. A metodologia oper acional do projeto foi composta por tr ês ações principais. A primeir a, o Mutir ão de Matemática, ocorreu entr e junho e agosto de 2023, pr oporcionando tut oria a alunos ingressan- tes do curso de matemática. Dur ante esse ev ento, os par ticipan- tes tiver am acesso a sete módulos de conteúdos dif erentes, com atividades elabor adas pelos tutor es, que passar am por um treina- mento pr évio. A segunda ação, ocorrida entre agost o e setembr o de 2023, envolveu uma par ceria com a escola ECIT Dr . Dionísio da Costa, no município de Patos/PB, onde for am ministradas aulas de re visão par a alunos do terceiro ano, visando aprimor ar seu conhe- cimento e desempenho no IDEB 2023. A ter ceir a ação, ocorrida no dia 11 de novembro de 2023, foi uma oficina no e-Mat (Encontro de Matemática, event o que integrou a progr amação do III Congresso 57 Bolsista da cota PROBEX 2023/2024. Curso de Licenciatur a de Matemática, Centro de Ciências Exatas e Sociais Aplicadas – CCEA/UEPB. 58 Coordenador do projeto. Curso de Licenciatur a de Matemática, Centro de Ciências Exatas e Sociais Aplicadas – CCEA/UEPB 128 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: BRASIL EM TELA: A FORMAÇÃ O SOCIO-HISTÓRICA BRASILEIRA RETRA T AD A NO CINEMA NACIONAL Micaela Nogueir a da Silva - DCS/UEPB Alícia V entur a Costa - DSS/ UEPB Ernandes Edson da Silv a - DCS/UEPB Geov anna Guedes Aguiar - DSS/ UEPB Hermes do Nascimento Ber tino - DSS/ UEPB Karla Queiro z do Nascimento - DSS/ UEPB Lívia Aurélia de Almeida Duarte - DSS/ UEPB Maria Eduar da Piano de Ar aújo - DSS/ UEPB Maria Gisely Figueiredo Oliv eir a - DSS/ UEPB Sophia Cibelle da Silva Per eir a Ar agão - DSS/ UEPB Ana Paula Viveir os F alcão Almeida - PPGSS/UEPB Anna Raquel Andr ade Gonzaga - PPGSS/UEPB Fiama de Castro Aze vedo Dias - PPGSS/UEPB Maria Eduar da Silva dos Sant os - PPGSS/UEPB Mikaele De V er as Matias - PPGSS/UEPB Ruth Ferr eir a Conserva Andr ade - PPGSS/UEPB Samar a Raquel da Silva Costa - PPGSS/UEPB Alcione Ferr eir a da Silva - DSS/ UEPB Maria Aparecia Nunes dos Sant os - DSS/ UEPB Sandr a Amélia Sampaio Silveir a - DSS/ UEPB Sheyla Suely de Souza Silva – DSS/PPGSS/UEPB Resumo Desde a Colonização – pautada na escr avização; patriar cado; con- trole dos corpos das mulher es, par a atender exigências demogr á- ficas do capital; heteronormatividade, para atender exigências patrimoniais; e “normalização ” dos corpos, para atender padr ões de produtividade – a r ealidade br asileir a repr oduz opressões, como machismo, misoginia, r acismo, lgbt/tr ansfobia, capacitismo, apo- rofobia etc., as quais se r ecrudescer am no Governo Bolsonar o, 129 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: aglutinando ultr aneoliber alismo, conservadorismo, negacionismo e incentivo à violência. Entr e 2018 e 2022, segundo o Fórum Br asileiro de Segur ança Pública (2023), aumentar am o feminicídio; a violência doméstica; o assédio e impor tunação sexual. Em 2021, houve 316 mor tes violentas de pessoas L GBT QI APN+ (GGB, 2022). Em 2022, os homicídios de pessoas negr as repr esentar am 76,5% do total de homicídios e, em 2021,a população indígena totaliz ou 90% das mor- tes por conflitos no campo, número aumentado 1.110% em relação a 2020 (Atlas da Violência 2024). Diante desse r ecrudescimento, do precário acesso ao cinema nacional e da r elevância do tripé da pes- quisa, ensino e extensão par a uma melhor apropriação da r ealidade social, uma equipe de prof essor as do Serviço Social/UEPB propôs o projet o de extensão “BRASIL EM TELA ”, com o objetiv o de, atr av és da exibição e debate de filmes nacionais, opor tunizar a estudantes de Ensino Médio e à equipe extensionista a reflexão crítica sobre as determinantes das violências sociais. O Projet o realiz ou 22 exibi- ções de filmes junto a 02 escolas públicas de Ensino Médio, alcan - çando 117 estudantes (46% a mais que a meta proposta) e debateu sobre as violências contr a as minorias, favorecendo o cumpriment o das Leis 13.006/14, 10. 639/03, 11.645/08 e 11.34 0/06 – as quais orientam as escolas de educação básica a exibirem pr oduções cine- matogr áficas nacionais; ensinarem história e cultur a afro-br asileir a e indígena e desenvolv erem ações educativ as par a enfrentament o à violência contr a a mulher – e dialogando com diversos Objetivos de Desenvolviment o Sustentável/ONU. Além disso, o Pr ojeto propor- cionou aos sujeitos env olvidos a interlocução com equipamentos sociocultur ais e universitários (Cineteatro São José; UEPB e UFCG) e o acesso e valorização do Cinema Nacional, destacando que, dur ante as 22 exibições de filmes, apenas uma vez houve relato de secun - daristas já ter assistido ao filme apresentado. O Projeto incentivou postur as de enfrentament o às violências e, também, estimulou e fav oreceu o ingr esso no Ensino Superior , pois, atra vés de uma r ápida e única pesquisa nas primeir as chamadas do SISU, detectamos que ao menos 1/3 dos estudantes de 3º ano envolvidos no Pr ojeto ingressou nas universidades locais (UEPB e UFCG). Uma dessas estudantes ingressou no Curso de Serviço Social e relat ou que sua opção deveu-se à participação no “Brasil em T ela ”. Ao ter debatido o filme “Que horas ela volta?”, o Projeto contribuiu na elabor ação da 130 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: redação do ENEM/2023, cujo tema foi “Desafios para o enfr enta - mento da invisibilidade do tr abalho de cuidado realizado pela mulher no Br asil”. Outr o alcance foi a produção técnico-cientifica, pois, além de realizar uma pesquisa Pibic sobr e o recurso didático-pedagógico ao cinema, apresentamos e publicamos duas comunicações or ais em event o internacional e uma comunicação or al e um pôster em event o local. Por último, registr amos que o Br asil em T ela encontra- -se em plena execução na cota 2024-2025. Palavr as-chave: Violência contr a as minorias sociais; Ensino Médio; Cinema Nacional. 131 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: DRIBLANDO AS DIFICULD ADES D A VIDA: O FUTS AL COMO FERRAMENT A DE DESENV OL VIMENT O PSICOS SOCIAL E FÍSICA NO PROGRAMA LP-SEL José Victor V alente de Brito Silva 69 Rubenmax Myller Ferr eir a de Lima 70 João Jhonatan Rodrigues Barbosa 71 Gr azielly Gomes de Souza 72 Kaio Gustav o da Costa Lopes 73 Erik de Brito Ramalho Alv es 74 Anthony Lourenço da silv a 75 Anny Sionar a de Mour a Lima Dantas 76 Resumo O futsal é um dos espor tes mais pr aticados no Br asil, pois propor- ciona v ários benefícios fisiológicos e psicológicos aos seus pr atican - tes, sendo uma impor tante f err amenta de cultur a e lazer nas aulas de Educação Física(Net o, 2013). Por tant o, podendo ger ar aos pr ati- cantes tanto o desenv olvimento físico, devido a sua dinamicidade 69 Discente do curso de Bacharelado em E.Física do Depar tamento de E.Física da UEPB - [email protected] 70 Discente do curso de Bacharelado em E.Física do Depar tament o de E.Física da UEPB - [email protected] 71 Discente do curso de Bacharelado em E.Física do Depar tament o de E.Física da UEPB - [email protected] 72 Discente do curso de Bacharelado em E.Física do Depar tament o de E.Física da UEPB - gr azielly [email protected] 73 Discente do curso de Bacharelado em E.Física do Depar tament o de E.Física da UEPB - [email protected] 74 Discente do curso de Bacharelado em E.Física do Depar tament o de E.Física da UEPB - [email protected] 75 Discente do curso de Bacharelado em E.Física do Depar tament o de E.Física da UEPB - anthony [email protected] 76 Docente titular do curso de Bacharelado em E.Física do Departamento de E.Física da UEPB - annysionar [email protected] 132 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: de reper t órios motores, quanto o desenv olvimento psicossocial dos pr aticantes, já que, consiste de um espor te coletivo, que facilita a execução e o engajament o dos alunos. Desta forma, o objetivo da modalidade de futsal do progr ama LP-SEL(Laborat ório P edagógico de Saúde, Espor te e Lazer) consiste em pr oporcionar a pr ática do futsal par a crianças de 7 a 15 anos das comunidades circunvizi- nhas a UEPB. O progr ama LP-SEL ofer ta gr atuitamente às comu- nidades circunvizinhas a UEPB a pr ática de diversas atividades físicas, dentre elas o futsal, as aulas da modalidade do futsal são divididas em 2 turmas, no hor ário das 7:30 as 8:30 e 8:30 as 9:30 e acontecem todas ter ças e quintas no turno da manhã, no ginásio principal da UEPB, o ensino da modalidade baseia-se na abordagem pedagógica desenvolvimentista, seguindo um cr onogr ama base de atividades focados em: Fundament os do Futsal(T écnico/T ático) e Capacidades Físicas, periodizando em prepar ações específicas e globais. Par a tanto, os alunos durante as semanas iniciais do pr o- gr ama, realizam a valiações e testes físicos par a o conhecimento, par a atender as necessidades individuais e ger ais dos alunos e tam- bém par a o acompanhamento de seu desenv olvimento dur ante o calendário de aulas do progr ama, onde estes testes são realizados novamente dur ante o semestre par a comparamos as e voluções dos alunos. Após estes procediment os iniciais, as aulas ser ão direciona- das par a atender as necessidades dos alunos, seja física ou dos fun- damentos. A estrutur a das atividades segue um plano base de aula dividido em 4° Momentos, onde o 1° Moment o compõe-se de alon- gamentos e um aqueciment o/ativação por meio de uma atividade lúdica, um jogo ou brincadeir a, o 2° Momento compõe-se de uma ati- vidade específica ou geral a r espeito do futsal, o 3° Moment o com - põe- se de outra atividade específica ou ger al a respeito do futsal e o 4° Momento compõe-se do jogo coletivo entre os alunos, a fim dos mesmos colocarem em pr ática suas experiências das aulas e esti- mular os sentimentos de tr abalho em equipe, amizade e respeito. A elabor ação dos planos de aulas fica em responsabilidade dos bolsis - tas da modalidade, entretant o, também distribuída aos voluntários da modalidade, a fim de compar tilhar a experiência de comandar e guiar a aula aos mesmos, assim, seguindo uma divisão de duplas de prof essores por aula, com a distribuição sendo f eita todo início de mês. Deste modo, com o segmento das aulas, podemos observar a 133 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: evolução física, compar ando os resultados dos testes e av aliações e psicossocial dos alunos, que acontecem gr adativamente com as intervenções, onde muitos alunos demonstr am inicialmente senti- mentos de: estr anheza, desobediência, distanciamento social, r aiva, e que vão “ sumindo ” durante as aulas, per cebendo a impor tância do progr ama LP-SEL na vida destas crianças e adolescente, promo- vendo a qualidade de vida ger al aos seus praticantes. Palavr as-chave: Desenv olvimento; Psicossocial; Físico. 134 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: NÓS PROPOMOS! GEOGRAFIA, ESCOLA E CIDAD ANIA NA P ARAÍBA Josilany Soares Batista 77 José Hor ácio Fidelis L uíz 78 Maria Vitória dos Sant os Silva 79 Rawanny Ar aujo de Melo 80 Angélica Mar a de Lima Dias 81 Resumo O projet o “Nós Propomos! Geografia, Escola e Cidadania na Par aíba ”, se organiza por meio de elabor ação de propostas de resoluções de problemas, visto que a educação geogr áfica não dev e ser apenas teó - rica, mas também pr ática, prepar ando os alunos a se envolverem na gestão de sua cidade. Por ém, par a que isso aconteça, é fundamental criar canais eficazes de par ticipação par a esse grupo de cidadãos em formação educacional. Dessa forma, este tr abalho tem como objetivo discutir ações que dizem r espeito ao ex ercício da cidadania ao abordar temas que englobam a r ealidade dos alunos e a comu- nidade local por meio da sua realidade do cotidiano. As ações de identificação dos pr oblemas urbanos são desenvolvidas pelos estu - dantes e orientadas pelos prof essores das escolas env olvidas, assim 77 Autor es - Graduando(a)s do curso de Licenciatur a Plena em Geogr afia da Universidade Estadual da Par aíba, Centro de Humanidades, Campus III. josilany . [email protected] 78 Autor es - Graduando(a)s do curso de Licenciatur a Plena em Geogr afia da Universidade Estadual da Par aíba, Centro de Humanidades, Campus III. jose.fidelis@ aluno.uepb.edu.br 79 Autor es - Graduando(a)s do curso de Licenciatur a Plena em Geogr afia da Universidade Estadual da Par aíba, Centro de Humanidades, Campus III. maria. [email protected] 80 Autor es - Graduando(a)s do curso de Licenciatur a Plena em Geogr afia da Universidade Estadual da Par aíba, Centro de Humanidades, Campus III. rawanny . [email protected] 81 Coordenador a - Pr ofessor a do Departamento de Geografia da Univ ersidade Estadual da Par aíba, Centro de Humanidades, Campus III. angelicadias@servidor .uepb.edu.br 135 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: como os extensionistas da universidade. A metodologia do pr ojeto se desenvolve em 3 eixos que são: 1) identificação de problemas locais; 2) tr abalho de campo sobre os mesmos pr oblemas; 3) apre- sentação de propostas de intervenção. As atividades extensionistas for am desenvolvidas na Escola Cidadã Integr al Fr ancisco Pessoa de Brito, no município Ar açagi – PB – com a produção de uma série de pequenos podcast que fez parte da grade de pr ogr amação da Rádio Comunitária “Marmar au - FM” do próprio município, com intuit o de promo ver à população um processo de conscientização sobr e suas pr áticas no cotidiano e como reciclar , economizar água e luz etc. - e na Escola Estadual De Ensino F undamental Stella da Cunha Santos em Sapé – PB – com a produção de um jornal pelo(a)s estudantes do 6 ano, disponibilizado par a a escola, com a finalidade de ex citar a produção textual, além de tr azer notícias, fatos e r eivindicações par a o município de Sapé-PB. Palavr as-chave: Geogr afia escolar; Cidadania territorial; Estudo de caso. 136 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: LABORA TÓRIO DE PSICOL OGIA E EDUCAÇÃO INCL USIV A (LAPSIEI): TEMA S E PRÁ TICAS P ARA A FORMAÇÃ O CONTINUAD A DE PROFES SORES Ronald William Vidal Ar aujo 82 Joyse Thaciana Vasconcelos Sant os 83 Maria Eduar da Lima Pereir a 84 Juciclar a Jacinto Oliv eir a 85 Clay ane Ionar a Bezerr a de Lima 86 Débor a Ev ellyn de Queiro z Medeiros 87 T atiana Cristina Vascocelos 88 Resumo O processo de inclusão escolar demanda formação inicial e contí- nua par a os prof essores, especialmente no context o da Educação Básica. Nesse par adigma, o projet o de extensão desenvolvido pelo Labor atório de Psicologia e E ducação Inclusiva (LAPSIEI) teve como objetivo pr omover a formação de pr ofessor es por meio de ações educativas focadas em temas fundamentais, como inclusão esco- lar , ensino e aprendizagem, leitura, dificuldades de aprendizagem, autismo, ludicidade e Desenho Universal par a Aprendizagem. Esses temas mostr ar am-se ferr amentas essenciais para aprimor ar as prá- ticas escolares no par adigma da Educação Inclusiva. T eoricamente, o projet o foi embasado na perspectiva da teoria Hist órico-Cultur al, alinhando-se à concepção de uma Educação emancipat ória e huma- nizador a. Essa base teórica orientou t odas as ações do projet o, que buscou opor tunizar formação continuada de prof essor as e ofer ecer 82 Letras P or tuguês — Departamento de Educação 83 Letras P or tuguês — Departamento de Educação 84 Letras P or tuguês — Departamento de Educação 85 Letras P or tuguês — Departamento de Educação 86 Letras P or tuguês — Departamento de Educação 87 Letras P or tuguês — Departamento de Educação 88 Letras P or tuguês — Departamento de Educação 137 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: uma r eflexão crítica sobre as pr áticas pedagógicas em relação à inclusão. Quanto à met odologia, for am desenvolvidas ações pr esen- ciais e online nas quais for am atendidas, apro ximadamente, 200 pro- fessor as/es e 100 estudantes. Após a realização da formação inicial dos acadêmicos/as extensio- nistas, estes desenvolver am ações de formação e atividades lúdicas no campo da leitur a em uma escola localizada em Campina Gr ande – PB, de Educação Infantil e Ensino F undamental Anos Iniciais, tota- lizando 88 estudantes e sete pr ofissionais da educação, incluindo cinco prof essor as e duas integr antes da equipe pedagógica, dur ante o ano de 2023. For am realizados Círculos de Cultur a que promo- ver am discussões e reflexões coletivas sobr e pr áticas educativas inclusivas, permitindo que os/as educador es/as compar tilhassem experiências e estr atégias. Além disso, for am produzidos materiais pedagógicos adaptados às necessidades dos alunos, facilitando o processo de ensino-apr endizagem e estimulando um ambiente mais acessível. As ações de formação for am variadas e englobar am tanto encontros pr esenciais quanto atividades vir tuais por meio das r edes sociais. As Lives no Y ouT ube também for am uma impor tante estr a- tégia do projet o, alcançando um público amplo e propor cionando um espaço par a a troca de experiências e conheciment os sobre inclusão escolar . Nesse viés, essas transmissões ao viv o for am momentos de inter ação e aprendizado que priorizar am a relação entre ensino, pesquisa e extensão, que se mostr ar am fundamentais par a a for- mação de prof essores/as e par a a sensibilização da comunidade em ger al sobre a impor tância da inclusão, como também fortale- ceu a formação continuada, o que result ou em uma maior conscien- tização sobre a r elevância da educação inclusiva. Dessa forma, o LAPSIEI desempenhou uma função significativa na formação de educadores, enriquecendo suas pr áticas pedagógicas e fomentando um ambiente mais acolhedor e inclusivo par a todos os alunos. Com isso, percebeu-se que as experiências e apr endizados obtidos no projet o impactar am de maneir a positiva na interrelação entr e exten- são, ensino e pesquisa, na formação dos/as extensionistas, na ins- taur ação de parcerias com a comunidade, nas pr áticas educativas da escola e na formação de uma sociedade mais inclusiva, sempre alinhando as ações com os objetivos da agenda 2030. Palavr as-chave: E ducação Inclusiva; F ormação de Prof essores. 144 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: PRO JETO UNIVERSID ADE EM AÇÃO (PUA): SEMEANDO A P AZ E O PRO T A GONISMO JOVEM, CONSTRUÍDOS PELA P AZ. Laila Clementino de Sá Lopes Callou - UEPB 101 Resumo O Projet o Universidade das Ar tes (PU A) atua nas áreas de Infância, Adolescência, Educação e Cultur a, focando principalmente em escolas dos bairros Crist o e Rangel, como as instituições munici- pais Santa Ângela, Agostinho Fonseca, Santa Emília de Rodat e o Centro de Ref erência da Juv entude do Rangel. Com o uso de ativi- dades lúdicas, ar te (clown, circo, teatr o, dança, moda, yoga), cír cu- los de diálogos e letr amento, o pr ojeto busca pr omover inter ações positivas, for talecer a aut onomia e valorizar as div ersas identidades, visando a redução da violência e ev asão escolar , além de incenti- var a criação de grupos ar tísticos multiplicador es da Cultur a de Paz. Desde sua fundação, o projet o tem tr abalhado junto à comunidade par a combater a insegur ança e a violência estrutur al, utilizando a Cultur a de Paz e pr áticas restaur ativas. Atr avés da ar te, especial- mente o T eatr o do Oprimido, e de atividades como circo e moda, fomenta o protagonismo infant ojuvenil, a educação e a construção de identidade pessoal e social. T ambém capacita educadores e pro- fissionais em práticas de paz e mediação de conflitos. No campo da alfabetização, apoia o letr amento de crianças com dificuldades, especialmente após a pandemia, promo vendo autoestima e empo- der amento par a torná-las agentes tr ansformadores. Com mais de dez anos de atuação, o projet o utiliza a ar te e figuras como o palhaço par a sensibilizar e capacitar alunos e prof essores, sempr e adap- tando suas ações às necessidades identificadas pelas lider anças locais. Guiado pela metodologia de pesquisa-ação emancipat ória e 101 Curso de relações internacionais - Depar tamento de Ciências Biológicas e Sociais Aplicadas. 145 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: teorias de Johan Galtung, Paulo F reir e e Augusto Boal, pr omovemos uma educação humanista voltada para a transformação de confli - tos e construção de paz. Em 2023, o PU A alcançou gr ande par te de suas metas, formando nov as equipes par a atuar em escolas e no Centro de Ref erência da Juv entude do Rangel, com foco em cír- culos de diálogo e invasões lúdicas. Além disso, realiz ou apresen- tações ar tísticas, inclusive em ev entos internacionais, e capacit ou novos participantes com ferr amentas da Cultur a de Paz e da Ar te par a a Construção de Paz. Par cerias como a com a organização Palhaços Sem F ronteir as ampliaram as ações do pr ojeto, impac- tando comunidades como Santa Clar a, a Escola Liliosa Paiva Leite e a Casa de Apoio ao Migr ante com oficinas de cir co, yoga, palhaçaria e letr amento. O projeto ofer ece cursos, oficinas e workshops sobre temas como palhaçaria, moda, conf ecção de bonecos e grafite, mantendo um espaço de diálogo contínuo com a comunidade. T ambém desen- volve pesquisas científicas e antr opológicas e foi apresentado no Congresso Universitário dur ante o SEMEX de 2023. Palavr as-chave: Cultur a de Paz; Educação; Ar te e Letr amento. 146 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: O PROGRAMA A COLHER E SUAS DIRETRIZES: UMA PROMOÇÃ O DE CONHECIMENTO JURÍDICO A PROFIS SIONAIS DA REDE DE PRO TEÇÃ O Manoel T obias Gois Ma yrinck 102 Ana Clar a de Oliveir a T eixeir a 103 Émerson Lir a da Silva 104 Hadélia Natália Maria de Andr ade Leuthier Pereir a 105 Joana Bianca Per eir a da Silva 106 Resumo O presente pr ojeto intitulado “O Pr ogr ama Acolher e suas diretriz es: uma pr omoção de conheciment o jurídico a profissionais da r ede de proteção ”, tem como pesquisadores Manoel T obias Gois Ma yrinck (bolsista e autor); Ana Clar a de Oliveir a T eix eir a (voluntária e coaut or a), Émerson Lir a da Silva (voluntário e coaut or), Hadélia Natália Maria de Andr ade Leuthier Per eir a (voluntária e coaut or a) e Joana Bianca Per eir a da Silva (voluntária e coaut or a), sob orientação da Prof essor a Doutor a Adriana T orres Alves de Jesus. O pr ojeto é desenv olvido em Conselhos T utelar es e maternidades públicas, localizados no muni- cípio de Campina Gr ande, no estado da Par aíba. Além disso, detém como público-alv o os profissionais de saúde que são consider ados, ante a sua atividade profissional, como “por ta de entr ada ” e identifi - cadores do desejo da mulher de entr egar a criança, quer seja no pré- -natal ou no pós par to. Nesse ínterim, o objetiv o centr al da proposta concentr a-se em divulgar o “Progr ama Acolher ”, esclar ecendo o direit o da mulher gestante ou mãe de criança recém-nascida a entr e- gar seu filho par a a adoção, mediante acompanhamento sensível, 102 Aluno do curso Dir eito do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ - UEPB) 103 Aluno do curso Dir eito do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ - UEPB) 104 Aluno do curso Dir eito do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ - UEPB) 105 Aluno do curso Dir eito do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ - UEPB) 106 Aluno do curso Dir eito do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ - UEPB) 147 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: humanizado e sigiloso, visando uma elucidação a respeit o desse direit o por par te dos profissionais de saúde. Os tr abalhos visam pre - par ar , de modo técnico-jurídico, os profissionais dessas localidades na diligência de cenários de entrega r esponsáv el; direit o assegur ado pelo Estado e Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em vista disso, o projet o ergue-se sob uma égide inter e multidisciplinar , uma vez que engloba os âmbit os de educação e direit o, re verber ando a sua rele vância enquanto teor acadêmico e social. Assim sendo, sus- tenta-se uma metodologia dialética associada a atividades explo- r atórias de ensino-apr endizagem, já que se encaixa em pesquisas sociais, focando no debate e na análise da realidade. O pr ojeto conta com a publicação dos encontros em format o de registr o (foto e/ou em vídeo), no perfil @acolher_diretriz es, na rede social “Instagram ”, bem como postagens que esclarecem o mét odo de funcionamento do “Progr ama Acolher”, a tr ansmissão de depoimentos de profis - sionais acerca do tema e a exposição temática pelos universitários extensionistas do CCJ-UEPB. Mensalmente, for am progr amados roteir os de publicações orientados pela Profª. Adriana T orres Alv es de Jesus, promo vendo uma abordagem sensível e juridicamente embasada sobre o tema. Em r elação aos resultados alcançados e contribuições do projet o à comunidade, tem-se que o projet o realiza entre vistas em rádios — com pr odução da CODECOM UEPB par a a CBN Universidade — e palestr as para a sociedade — explicando os tr âmites legais da entrega legal. Além das ações pr esenciais, o pro- jeto mantém uma presença ativ a nas r edes sociais, desmistificando tabus e promo vendo uma cultur a de respeit o aos direit os humanos, abordando temas como o dir eito ao sigilo no pr ocesso de adoção e arrependiment o após a entrega legal, of erecendo conteúdo v ariado como indicações de filmes, livros e séries, par a apro ximar o público do conhecimento jurídico. Com div ersas visualizações, o projeto atingiu diversas faixas etárias e r egiões, contribuindo par a que o conhecimento ultr apassasse os limites da Universidade e reduzisse barreir as sociais atra vés da internet. Assim, tem-se um av anço par a além do campo dogmático, tr anscendendo o car áter normativo. Palavr as-chave: Adoção; Entr ega Legal; Progr ama Acolher . 148 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: MONITORAMENT O DA S CONDIÇÕES DE VIDA E ORIENT AÇÃ O SOCIAL P ARA A S F AMÍLIAS USU ÁRIAS DA CRECHE MUNICIP AL MARIA EMÍLIA CORDEIRO PEDROS A (ARAXÁ) L uana Ester da Silva Lima - UEPB 107 Resumo O projet o par tiu de uma construção coletiva de docentes e discentes da gr aduação e pós-gr aduação em Serviço Social da Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), tendo como intuito o acompanha- mento do agr avament o das condições de vida da população br asi- leir a mobilizada pela crise econômica, política e sanitária vivida no país e no mundo nos últimos anos. O objetivo foi o monit or amento das condições de vida e promoção do acesso a dir eitos sociais, por meio de ações conjuntas com o Centro de Ref erência de Assistência Social (CRAS Jeremias). Pr etendeu-se promo ver a apr oximação entre a Universidade e a sociedade (sobretudo dos set ores mais vul- ner áveis), atr avés de ações assistenciais e socioeducativ as junto às famílias usuárias da Creche Municipal Maria Emília Cor deiro Pedr osa (Ar axá) em parceria com o CRAS Jer emias. O presente pr ojeto de extensão ocorreu, inicialmente, atr avés de capacitações (seminários e palestr as) pela equipe organizador a - visando a prepar ação dos par ticipantes par a o campo da extensão de maneira ética e profis - sional, com o objetivo de obter uma melhor compr eensão da equipe acerca do que seria abor dado na creche. Ademais, outr a equipe ficou responsá vel pelo questionário social (que foi re visada e debatida por toda a equipe, de modo a qualificar o pr ocesso de elabor ação e apli - cação do questionário junto à comunidade usuária da Cr eche), além disso, for am realizadas visitas ao Jar dim Botânico, que se dispôs a fornecer os materiais iniciais e a qualificação necessária par a a 107 Discente do depar tament o de Serviço Social da Universidade Estadual da Par aíba. 149 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: construção e manutenção da Hor ta. Entretant o, as ações pretendi- das e planejadas não chegar am a ser desenvolvidas, tendo em vista toda a demor a para aut orização da SEDUC e, principalmente, que no momento de definição, junt o à Direção da Creche, sobr e datas de início da intervenção em campo, houve uma série de dificuldades por par te da Instituição e de nossa ar ticulação com a Direção par a implementação as ações. Palavr as-chave: E ducação; Hor ta; Palestr as. 150 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: CAP ACIT AÇÃO E FORMAÇÃ O DE GRADUANDOS EM ENGENHARIA CIVIL Maria Elaine Pontes dos Sant os - UEPB 108 Resumo Em uma gr aduação, é comum ver alunos se surpreender em ao des- cobrir que precisam de hor as dedicadas a atividades acadêmicas científicas-cultur ais, sendo assim, existem inúmer as opções par a o discente escolher , uma delas são os event os. Esses event os trazem a opor tunidade de atr air o estudante para um ambiente de escuta, que vai instigar a curiosidade par a novos conteúdos, que pode ser levada como discussão em temas que são vistos em sala de aula. Além disso, desper tando o estímulo par a a par ticipação da docên- cia, que auxilia com os inúmeros cer tificados com hor as comple - mentares, que ir ão resultar em maior número de títulos no currículo acadêmico do estudante, que ajuda na entr ada em pós-gr aduações de universidades públicas. O pr ojeto tev e como objetivo fundamen- tar a busca pelo aprofundament o do conhecimento dos gr aduandos em suas ár eas afins; opor tunizar a vinda de palestr antes de outr as instituições par a a exposição de temas relev antes aos gr aduan- dos; apresentar as atuais tendências, r ealizar minicursos e oficinas abr angendo os diversos r amos da Engenharia Civil. Par a a realiza- ção do event o, for am prepar ados alguns materiais, assim como a confecção de back ground e planner par a os congressistas. T ambém for am utilizados os recursos online, tais como: a criação de um grupo em aplicativo de mensagens instantâneas par a que houvesse uma maior inter ação entr e os congressistas. Os cer tificados for am emitidos por meio de endereço eletr ônico. O projet o foi dividido em algumas etapas, onde, primeir amente, for am realizadas algumas reuniões com a equipe or ganizador a do ev ento par a discutir sobre os temas que seriam abordados, quais palestr antes/ministrantes 108 Curso de Engenharia Civil/Departamento de Engenharia Civil. 151 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: seriam convidados, além de planejar o cronogr ama do event o. T odo o planejado teve como foco o público alv o, que for am os gr aduandos do curso de Engenharia Civil do campus VIII da UEPB e de outr as instituições de ensino superior . Mediante a realização do event o aca- dêmico, obteve-se uma ex celente contribuição na formação e capa- citação de 95 estudantes, atr av és da realização de palestr as com profissionais atuantes nas mais distintas áreas da Engenharia. Além disso, foi possível acrescentar a experiência no currículo acadêmico dos congressistas de vido à realização da ExpoCivil, pois t ornou-se possível um inter câmbio de conhecimento entr e os palestr antes e estudantes, estabelecendo discussões realizadas nas v árias ativida- des, com temas voltados par a as áreas de inspeção, sistema cons- trutivo, estrutur as, geotecnia, BIM (Building Information Modeling) e sustentabilidade. Entende-se que as melhorias compreendidas com esse projet o alcançar am estudantes desde os períodos iniciais até aqueles de períodos mais av ançados no curso de Engenharia Civil. Diante disso, pode-se analisar que par a os estudantes de períodos mais av ançados, o congresso apresent ou um fator determinante, servindo como um acréscimo de conhecimento e contat o com pro- fissionais da área. Já par a aqueles estudantes de períodos iniciais, a ExpoCivil atua como base, sendo um dos primeiros contat os com o mundo profissional. Palavr as-chave: Ev entos; Palestr as; Pr ofissionais; Engenharia; ExpoCivil. 152 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: O GRÊMIO ESTUDANTIL COMO ESP AÇO INSTITUCIONAL DE P ARTICIP AÇÃ O DOS ESTUDANTES NA GEST Ã O DEMOCRÁ TICA: AÇÃO DE IMPLEMENT AÇÃO DE GRÊMIOS ESTUDANTIS EM ESCOLA S PÚBLICAS. Nadyne Maria Marinho dos Santos - UEPB 109 Michelly Day ane Ar aújo de Mour a - UEPB 110 José Michael dos Santos Gomes - UEPB 111 Profª Drª Iolanda Barbosa da Silv a - UEPB 112 Profª Laudilene Barbo za Silva – EEEFM Ademar V eloso da Silveir a 113 Resumo O grêmio estudantil enquant o órgão r epresentativo pr evisto na Lei N°7.398/85 visa romper com a centr alização do poder na gestão escolar e fornece protagonismo dos estudantes na comunidade. O debate político fomentado no processo de criação de um gr êmio auxilia no exer cício da democr acia e à propagação da participação efetiv a dos estudantes na gestão democr ática. A EEEFM Ademar V eloso da Silveir a, com seu grêmio até então inativo há mais de 5 109 Nadyne Maria Marinho dos Santos, aluna graduada no Curso de Sociologia, Depar tament o de Ciências Sociais, extensionista bolsista; nadyne.santos@aluno. uepb.edu.br 110 Michelly Dayane Ar aújo de Moura, aluna gr aduada no Curso de Sociologia, Depar tament o de Ciências Sociais, extensionista voluntária; michelly .mour a@ aluno.uepb.edu.br 111 José Michael dos Santos Gomes, aluno do Curso de Sociologia, Depar tamento de Ciências Sociais, extensionista voluntário; [email protected] 112 Profª Drª Iolanda Barbosa da Silva, prof essora do Curso de Sociologia, Depar tament o de Ciências Sociais, coordenador a do projet o; iolabarbsilva@ servidor .uepb.edu.br 113 Profaª Laudilene Barboza Silva, pr ofessor a na EEEFM Ademar Veloso da Silveir a, Secretaria de E ducação do Estado da Par aíba, colaborador a do projeto; [email protected] 153 EDUCAÇÃ O ÁREA TEMÁ TICA: anos, foi o palco par a a realização de um curso pr epar atório intitu- lado “Processo hist órico de organização do mo vimento estudan- til, constituição dos Grêmios e desafios atuais”, este levou para os encontros r ealizados na escola a teoria sociológica e política par a o entendimento da impor tância do Gr êmio Estudantil e da partici- pação dos estudantes na gestão democr ática. O curso realizado ao longo dos bimestres do ano letivo de 2023, te ve a adesão dos estudantes do ensino médio e das séries finais do fundamental, e teve como conclusão a ef etivação de uma nova gestão do gr êmio estudantil da escola. A par tir do projet o, com as discussões teóricas realizadas no planejament o do curso, e no curso em debate com os alunos da escola, foi possível mensur ar a impor tância de uma repr esentatividade juvenil no espaço escolar , além de ampliar a dis- cussão dentro da comunidade acer ca da gestão democr ática e da reivindicação dos alunos acer ca das demandas vigentes. O objetivo principal do projet o er a de, além de inserir a temática em debate na escola, iniciar um processo eleit or al par a auxiliar na reativ ação da entidade. Por tant o, juntamente com os alunos extensionistas, as prof essor as, e toda a comunidade escolar , principalmente os alunos par ticipantes do curso, foi possível r ealizar uma assembleia ger al em que for am votadas por aclamação a r eformulação do antigo Estatuto do Gr êmio, bem como da Comissão e o Calendário Eleitor al, posteriormente sendo realizadas as inscrições das chapas e a cam- panha realizada pela chapa única, intitulada “União Jo vem ” vence- dor a da eleição realizada na pr ópria escola. Em conclusão, o projet o possibilitou a mobilização de vários agentes da comunidade escolar na reativ ação do grêmio e da manutenção da democr acia na escola, especialmente no processo eleit or al em que além da chapa, os alu- nos votantes puder am ter a dimensão de como o mesmo funciona e exer citar o ato de v otar em urna aber ta com o vot o diret o, secret o e universal. Mas principalmente, a reativ ação do Grêmio por meio da extensão, teve a ef etivação em propagar o sentido da repr esen- tatividade dos estudantes com a força de sua v oz na comunidade escolar . Palavr as-chave: Gr êmio Estudantil; Gestão Democr ática; Par ticipação Política. 256 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: INCL USÃ O SOCIOECONÔMICA DE CA T ADORES/A S DE MA TERIAIS REUTILIZÁ VEIS RECICLÁ VEIS Larissa Letícia da Silva Sant os – UEPB 60 Profa. Dr a. Maria de Fátima F . Araújo – UEPB 61 V ancarder Brito Souza – UEPB 62 Alice Vitoria F arias de Albuquerque Pereir a – UEPB 63 Resumo Os catadores/as de materiais r ecicláveis, como categoria de tr a- balhadores/as são mais de 800 mil pessoas vivendo dessa ativi- dade, de acordo com estudos r ealizados pela a ANCA T , Associação Nacional de Catadores/as, ger ando renda e realizando nas cidades br asileir as um tr abalho ambiental, um tr abalho púbico de coleta de resíduos r ecicláveis, possibilitando uma maior vida útil aos aterr os sanitários, na medida em que eles recolhem os r ecicláveis e desviam toneladas e t oneladas, fazendo com que esses pr odutos voltem par a a cadeia produtiv a e par a a economia circular . O projet o intitulado: Mobilização, Inclusão e formação de catadores/as de materiais reciclá veis da cidade de João Pessoa: Uma experiência necessária., foi conveniado entr e a UEPB/Ministério do T r abalho, sob o número, 774.164/2012 no ano de 2013 par a beneficiar uma média mínima de 600 catadores/as, sendo 70% não or ganizados e 30% já organizados em empreendiment os econômicos solidários existentes no municí- pio, bem como beneficiar indiretamente a população do município João Pessoa -PB. Nessa cota 2023/2024. O projet o aqui apresen- tado tem como objetivo, assessor ar três associações de catadores/ as (ACA T AJUD , ASCARE/JP e ACORDO VERDE) e prepar a-los para tr ansforma-los, em cooper ativas. Pr oporcionar-lhes cursos de for- mação melhor ando a atuação dos catadores/as, e ao mesmo tempo, 60 Estudante - Bacharelado em Arquiv ologia - CCBSA - Câmpus V 61 Professor a Colaborador a - CC BSA - Câmpus V 62 Professor CCBSA - Câmpus V 63 Estudante voluntaria - Ciências Biológicas CCBSA - Câmpus V 2 57 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: desper tar neles a capacidade de aut ogestão. Par a execução deste, utilizaremos uma met odologia par ticipativa onde as decisões ter ão de passar por todos os que estiver em envolvidos no pr ocesso. No contexto social, é notáv el o impacto do pr ojeto na inclusão dos cata- dores no sistema formal de coleta seletiva. Isso pr oporciona opor- tunidades de tr abalho digno e seguro par a grupos frequentemente marginalizados, contribuindo assim par a a redução da desigualdade e ofer ecendo meios de subsistência. Do ponto de vista econômico, o projet o for talece a economia circular ao pr omov er a reciclagem e o reuso de materiais, r eduzindo o desperdício e estimulando pr áticas mais sustentáveis. O apoio aos catador es não apenas gera empre- gos, mas também impulsionar a economia local, uma vez que os materiais reciclados podem ser vendidos e r einvestidos na comu- nidade. Além disso, a redução de r esíduos sólidos que iriam par a aterros sanitários diminui os custos para as cidades, beneficiando a administr ação pública e os contribuintes. No aspecto cultur al, o projet o desempenha um papel crucial na educação e conscientiza- ção da sociedade. A inter ação direta com associações de catador es promo ve uma compreensão mais pr ofunda da cultur a e dinâmica desses grupos, enquanto destaca o v alor do tr abalho que realizam. A conscientização sobre a impor tância da r eciclagem pode se espalhar pela comunidade, encor ajando pr áticas de consumo mais sustentá- veis. Além disso, ao v alorizar o tr abalho dos catadores e pr omover a reciclagem, o pr ojeto inspir a outras comunidades a seguir caminhos semelhantes, ger ando um efeit o positivo em cadeia. Com a colabo- r ação de universidades, instituições públicas e outr as organizações, o projet o estimula um diálogo interinstitucional que pode resultar em mudanças significativas nas políticas públicas relacionadas à ges - tão de resíduos e ao apoio aos catador es. Palavr as-chave: Inclusão; Catador; E conomia Circular . 258 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: P ALESTRAS DE INCENTIV O P ARA AL UNOS DO ENSINO MÉDIO DA REDE PÚBLICA A OPT AREM POR CURSO DE ENGENHARIA Lays Gonçalv es de Mir anda - UEPB Bárbar a Ribeiro F alcão - UEPB Carlos André Palmeir a de Souza - UEPB Resumo As palestr as de incentivo par a alunos do ensino médio da rede pública e privada têm como objetivo despertar o interesse por cur- sos de Engenharia, apresentando a profissão e suas diversas áreas de atuação, especificamente a Engenharia Sanitária e Ambiental. Nessas palestr as, são discutidos temas como a impor tância da Engenharia na sociedade, as opor tunidades de carreir a e o mercado de tr abalho, além dos benefícios da escolha dessa área. T ambém são abordado s os desafios enfr entados dur ante o curso e as possi - bilidades de super ação, com exemplos de hist órias inspir ador as. A orientação vocacional é outr o ponto centr al, auxiliando os alunos a identificarem suas aptidões, especialmente em r elação ao raciocí - nio lógico e gosto por matemática, química e física. Além disso, são fornecidas orientações sobre como se pr epar ar par a o ingresso no ensino superior , com destaque para bolsas de estudo e pr ogr amas de apoio. O foco é motivar os alunos a enxer garem a Engenharia como uma opção viável e promissor a e apresentar o curso ao público-alvo; com o auxílio de maquetes elabor adas pelos alunos do curso Palavr as-chave: Engenharia, P alestr as, Orientação V ocacional. 259 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: EDUCAÇÃ O AMBIENT AL SOBRE A VEGET AÇÃ O DA CAA TINGA A TRA VÉS DO CA CT ÁRIO DO JARDIM BOT ÂNICO D A UEPB: VISIT AÇÕES, MINICURSOS E MINICA CT ÁRIOS VERTICAIS E/OU HORIZ ONT AIS EM ESCOLAS PÚBLICA S Bruno Maciel Alves 64 Marcos Ant onio Vitorino de Arruda 65 Resumo Os cactos, são conhecidos por suas formas espinhentas e car acte- rísticas singulares, são membr os destacados da família Cactaceae. Esta família botânica abr ange uma diversidade impr essionante de plantas suculentas, cuja notável capacidade de armazenar água as torna par ticularmente adaptadas a ambientes desafiadores, como regiões extr emamente quentes ou áridas, essas espécies vegetais têm sua distribuição ampla pelo território br asileiro e possui diversas potencialidades de uso como: decor ação, produção de aliment os, na indústria farmacêutica entre outr as. Neste contexto, devido a rele - vância de disseminar as cactáceas na r egião nordeste, foi conce- bido em 2023 a idealização do projet o propondo o desenv olvimento de minicactários em escolas públicas, além de minicursos e visita- ções com o intuito de valorizar a flor a local. As ações envolver am a criação de espaços dedicados ao cultivo de cact os e atividades pr áticas que permitir am aos estudantes um contato dir eto com as plantas. A metodologia incluiu a or ganização de visitas ao jardim botânico, palestr as e oficinas que estimular am o cuidado e o plantio de cactos, além do r eapro veitamento de materiais descartáveis par a 64 Graduado em Licenciatura Plena em Geografia pela Universidade Estadual da Par aíba-UEPB. 65 Licenciando em Licenciatur a Plena em Geografia pela Universidade Estadual da Par aíba-UEPB. 260 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: a confecção de v asos, refor çando o conceito de sustentabilidade. O projet o também destacou a impor tância de preservar a biodiver- sidade local, sensibilizando as comunidades par ticipantes sobre a rele vância da Caatinga e das cactáceas par a o equilíbrio ecológico da região. As atividades r ealizadas nas escolas públicas incluír am a implantação de minicactários e a par ticipação ativa dos alunos em oficinas de plantio e manejo, promovendo uma conscientiza - ção prática e educativa. Apesar de alguns desafios, como a não realização de um minicactário em uma escola de vido a reformas, o projet o alcançou seus principais objetivos ao promo ver a educa- ção socioambiental e o for talecimento de pr áticas sustentáveis nas escolas envolvidas. A tr avés das atividades desenv olvidas, foi possí- vel sensibilizar a população sobre a necessidade de preservação das cactáceas e a impor tância do bioma Caatinga. O tr abalho conclui que iniciativas como essa são essenciais par a a valorização do meio ambiente e par a o for talecimento de uma consciência ambiental crí- tica entre as no vas ger ações, ao mesmo tempo em que contribuem par a a preservação da flor a da Caatinga, tão impor tante par a a biodi - versidade do semiárido br asileiro. Palavr as-Chave: Meio Ambiente; E ducação ambiental; Cactáceas. 261 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: EDUCAÇÃ O AMBIENT AL EM SOL OS Damião V agno Dantas Jales 66 F abiana Fernandes da Silva 67 Mateus Basílio de Oliveir a 68 Vitória Car olina da Silva Soar es 69 Alcides Almeida Ferr eir a 70 Lays Klécia Silv a Lins 71 Ev andro F ranklin de Mesquita 72 Resumo O solo vem sendo pr ogressivamente degr adado devido a usos inade- quados a ponto de diminuir , em muito, o seu potencial par a sustentar o cresciment o vegetal e outr as funções ambientais. Neste sentido, a ampliação do conhecimento e conscientização pública acerca dos solos e meio ambiente, é for temente motivada pela inser ção das ati- vidades lúdicas ou ferr amentas didáticas nas ações de educação ambiental (EA). Os principais objetivos do deste tr abalho foram: (1) desenvolver e v alidar materiais didáticos voltados par a a educação ambiental com ênfase no solo; (2) r ealizar palestr as e oficinas sobr e o uso sustentável do solo e os impact os ambientais de atividades humanas; (3) promo ver visitas às escolas par a exposição de recur- sos didáticos e sensibilizar os alunos par a a impor tância do solo no equilíbrio ambiental. O projet o foi estrutur ado em parcerias com ins- tituições de ensino (escolas da rede pública de Catolé do Rocha-PB) e envolv eu palestr as e demonstr ação pr ática com recursos didáti- cos par a alunos e prof essores, com a abor dagem de temas como as mudanças climáticas e o uso consciente dos recursos natur ais. 66 Curso de Agronomia 67 Curso de Agronomia 68 Curso de Agronomia 69 Curso de Agronomia 70 Depar tament o de Agrárias e Exatas 71 Depar tament o de Agrárias e Exatas 72 Depar tament o de Agrárias e Exatas 262 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: Atividades pr áticas como demonstrações sobr e a avaliação da quali- dade da água e produção de húmus de minhoca também for am rea- lizadas, e também foi utilizado o expositor de formação do solo. Os estudantes tiver am a opor tunidade de aprender sobre a impor tân- cia do solo e como sua degr adação pode afetar a sustentabilidade ambiental. A combinação de atividade teóricas e demonstr ação pr ática mostrou-se eficaz na fixação do conteúdo. A s contribuições do projet o for am significativas par a a comunidade escolar , promo - vendo o conheciment o sobre o solo e sua impor tância ambiental. Os alunos tiver am acesso a informações essenciais para o desenvolvi- mento de uma consciência crítica em r elação ao uso dos recursos natur ais. O projet o também for taleceu a ligação entre a escola e o ambiente, incentivando pr áticas sustentáveis que podem ser aplica- das no cotidiano dos alunos e suas famílias, contribuindo par a a for- mação de cidadãos mais conscientes e engajados na proteção do meio ambiente. Palavr as-chave: Recursos natur ais; Ferr amentas didáticas; Conscientização ambiental. 263 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: ARBORIZAÇÃ O E HORT A PED AGÓGICA NO ÂMBITO ESCOLAR COMO PRÁ TICA DE EDUCAÇÃO AMBIENT AL Raquel Alice Silveir a Alves 73 Samuel Saldanha Rodrigues 74 Caio da Silva Sousa 75 Giov anna Lir a Ev angelista Pinto 76 Lays Klécia Silv a Lins 77 Ev andro F ranklin de Mesquita 78 Resumo A Educação Ambiental (EA) é uma f erramenta fundamental na for- mação de indivíduos conscientes e comprometidos com a pr eser- vação do meio ambiente. No context o escolar , essa abordagem incentiva pr áticas sustentáveis que promo vem tanto o bem-estar ambiental quanto o pessoal, como a alimentação saudá vel. A arbori- zação e a criação de hor tas pedagógicas são métodos eficazes par a inserir a EA no cotidiano escolar , transformando espaços ociosos em ambientes de aprendizagem. Este tr abalho buscou aprofundar o entendimento sobr e a impor tância da EA no ambiente escolar e sua relação com a alimentação saudá vel dos alunos. A pesquisa foi realizada na Escola F undamental e EJA Maria V az Vieir a em Riacho dos Cav alos-PB, onde pr áticas de arborização, hor tas ecológicas e pomares for am implementadas para tr ansformar o espaço escolar . Um questionário foi aplicado aos alunos do 9º ano, com o objetivo de av aliar sua compreensão sobre a importância da EA na alimen- tação. Os dados mostr ar am que a EA tem um papel essencial na formação de uma consciência ecológica nos alunos, promov endo 73 Bacharelado em Agronomia, UEPB, Câmpus IV . 74 Bacharelado em Agronomia, UEPB, Câmpus IV . 75 Bacharelado em Agronomia, UEPB, Câmpus IV . 76 Bacharelado em Agronomia, UEPB, Câmpus IV . 77 Depar tament o de Agrárias e Exatas, UEPB, Câmpus IV . 78 Depar tament o de Agrárias e Exatas, UEPB, Câmpus IV . 264 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: hábitos alimentar es mais saudáveis e incentiv ando a preservação ambiental. A hor ta pedagógica se destacou como uma f err amenta impor tante par a o desenvolvimento de competências pr áticas em agricultur a sustentável, além de contribuir par a a construção de uma sociedade mais sustentável. Dessa forma, a arborização e as hortas ecológicas se tornam pr áticas pedagógicas ativas, que integr am o meio ambiente à vida escolar , transformando tant o o espaço físico quanto a mentalidade dos alunos. Palavr as-chave: Sustentabilidade; Horta pedagógica; Meio ambiente. 265 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: ANÁLISE QUÍMICA DE SOL OS: UMA CONEXÃO RUMO A SUSTENT ABILID ADE Fernanda Suassuna F ernandes - UEPB79 Caio da Silva Sousa - UEPB80 Ev andro F ranklin de Mesquita - UEPB81 Irinaldo Per eir a Filho - UEPB2 Resumo A análise de solo é uma ferr amenta essencial para a valiar atribut os químicos, físicos e biológicos, permitindo diagnosticar a fertilidade do solo e sua capacidade de suprir nutrientes às plantas, além de fornecer informações sobre textur a e retenção de água. Este estudo teve como objetiv o av aliar a fer tilidade do solo em tr ês comunidades (Cajueiro, Boqueir ão e T r apiá) no semiárido par aibano, analisando pH, macro e micr onutrientes, e propondo r ecomendações de correção do solo. For am coletadas amostras de solo em cada comunidade, seguindo prot ocolos padronizados. As análises incluír am pH do solo, condutividade elétrica, fósforo (P) via mét odo Mehlich 1, potássio (K) e sódio (Na) por fotometria de chama, além da extr ação de cálcio (Ca), magnésio (Mg) e alumínio (Al) com solução de KCl 1 mol/L. A concentr ação de alumínio foi determinada por titulação com NaOH, enquanto a r elação Ca/Mg foi obtida pelo método ED T A. A acidez potencial (H + Al) também foi mensur ada. Os resultados mostr a- r am que os solos das três comunidades apr esentar am pH alcalino (acima de 6,0), indicando a necessidade de correção com matéria orgânica e enx ofre par a melhorar a disponibilidade de nutrientes e otimizar o desenvolviment o das culturas. As ações de extensão do projet o incluír am a capacitação de agricultor es par a gar antir a qua- lidade das amostr as e conscientização sobre pr áticas sustentáveis, 79 Bacharelado em Agronomia, UEPB, Câmpus IV . 80 Bacharelado em Agronomia, UEPB, Câmpus IV . 81 Depar tament o de Agrárias e Exatas, UEPB, Câmpus IV . 272 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: LIX O DO BOM: EDUCAÇÃ O AMBIENT AL P ARA COLET A SELETIV A NA EMEF BRANCA DE NEVE – ARARUNA – PB Victor Alcântar a Farias – UE PB Ana Eloisa Pontes de Sousa – UE PB Edson Rodrigues Candido – U EPB Felipe de Aze vedo Mour a – UEPB Flávio Müller Bor ghezan Filho – UEPB Jessiel Salvador de Lima Júnior – UEP B Nair Kay onar a Bar acho – UEPB Igor Souza Ogata – UEPB 100 Resumo Ambientes urbanos são ecossistemas propícios a pr oblemas ambientais, o que contribui negativamente na manutenção de uma vida saudáv el par a os seres humanos. Nesse cenário, os resíduos sólidos se apresentam como um dos principais causador es desses problemas, especialmente quando dispost os de forma inadequada. Sendo assim, o progr ama de extensão LI X O DO BOM, aplicado à Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Br anca de Neve, busca promo ver a educação ambiental desde o ensino infantil, uti- lizando atividades lúdicas par a implementar a coleta seletiva no ambiente escolar . A iniciativa é fundamentada na Política Nacional de Educação Ambiental e visa sensibilizar os alunos sobr e a respon- sabilidade ambiental desde cedo. Os objetivos principais incluem planejar ações de educação ambiental e manejo de resíduos sólidos, integr ando essas atividades ao calendário escolar , e guiar a comu- nidade estudantil a se tornar em multiplicadores do conheciment o, mantendo a pr ática da coleta seletiva após o término do projet o. A metodologia do pr ojeto segue tr ês etapas: planejamento e ex ecução. Dur ante o planejamento, for am analisados dados sobre a comuni- dade escolar e os resíduos produzidos, a fim de elabor ar um plano 100 Engenharia Civil 273 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: de implementação. Na etapa de execução, o foco foi em atividades lúdicas par a facilitar a assimilação do conteúdo e, entre as atividades realizadas, se destacam peças teatr ais, jogos e brincadeiras, v olta- das par a crianças de 6 a 10 anos. Os resultados alcançados incluem a inserção das atividades no planejament o pedagógico da escola, implementação da coleta seletiva e continuidade das ações educa- cionais pr eviamente estabelecidas nas fases anteriores do pr ojeto. A iniciativa conseguiu consolidar a pr ática de educação ambiental na escola e promo ver hábitos sustentá veis entr e os alunos, impactando positivamente a comunidade escolar e seu entorno. A continuidade dessas iniciativas é fundamental para solidificar esses valores em futur as ger ações, criando cidadãos mais conscientes e prepar ados par a enfr entar desafios ambientais globais. Além disso, o projeto serve como um modelo de boas pr áticas ambientais que pode ser replicado em outr as instituições, ampliando seu impacto e contri- buindo par a o desenvolviment o de uma sociedade mais responsáv el e comprometida com a pr eservação do meio ambiente. Isso for ta- lece a educação ambiental como uma ferr amenta essencial na for- mação de cidadãos capazes de pr omover mudanças sustentá veis em suas comunidades. Palavr as-chave: E ducação Ambiental; Coleta Seletiva; L udicidade. 2 74 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: EDUCAÇÃ O HUMANIT ÁRIA EM BEM-EST AR ANIMAL E MOBILIZAÇÃ O SOCIAL: O USO DA S MÍDIAS DIGIT AIS NO COMBA TE AO ABANDONO E NA PR OMOÇÃ O DE UMA NOV A CONSCIÊNCIA SOBRE OS ANIMAIS DE RUA EM CAMPINA GRANDE Emmanuelle Albuquerque Chav es - UEPB 101 Calliandr a Suassuna de Andr ade Ferr eir a - UEPB 102 Ana Paula Lacchia - UEPB 103 Resumo O abandono de animais, especialmente em áreas urbanas de vulner a- bilidade social e em espaços públicos, como as universidades locais (UEPB e UFCG), tornou-se um pr oblema crescente em Campina Gr ande, PB. A superpopulação de animais abandonados ger a inú - meros impact os, como riscos à saúde pública e ao bem-estar dos próprios animais. O Núcleo de Extensão e Pr oteção Animal (NEP A) buscou enfrentar essa r ealidade por meio da educação em bem-es- tar animal, sensibilizando a comunidade universitária e a população de Campina Gr ande par a promo ver atitudes mais r esponsáveis. O objetivo centr al do projeto er a conscientizar e mobilizar a sociedade acerca dos impact os do abandono e maus-tr atos, visando à constru- ção de uma cultur a de respeit o aos direit os dos animais a médio e longo pr azo. A met odologia inicial do NEP A estav a focada em inter- venções educativas e ações de sensibilização pr esenciais, realizadas não apenas em escolas, mas também em espaços como universi- dades e associações de mor adores. No entant o, com o aumento da 101 Emmanuelle Albuquer que Chaves; Ciências Biológicas; emmanuelle.cha ves@ aluno.uepb.edu.br 102 Calliandr a Suassuna de Andrade F erreir a; Fisioterapia; calliandr a.ferreir a@aluno. uepb.edu.br 103 Ana Paula Lacchia; Ciências Biológicas; analacchia@servidor .uepb.edu.br 275 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: conectividade e a necessidade de ampliar o alcance das atividades, as redes sociais t ornar am-se o principal meio de sensibilização e mobilização. O uso de plataformas digitais possibilitou a divulga- ção de resgates, adoções e campanhas de conscientização sobr e guarda r esponsável, castr ação e maus-trat os. Desse modo, o NEP A conseguiu engajar não só a comunidade acadêmica, mas também os mor adores de Campina Gr ande e de outras r egiões, promo vendo um ciclo de inter ação e mobilização contínua. Um dos principais resultados alcançados foi a sensibilização da comunidade, refletida no crescente engajament o nas redes sociais e na conscientização ger ada por meio das histórias e casos de r esgates. Embor a o NEP A não tivesse como objetivo dir eto o r esgate de animais, essa ação tor- nou-se inevitáv el diante dos frequentes pedidos de ajuda por par te da população e de protet ores independentes. O r esgate acabou se configur ando como uma f err amenta poder osa, ao pro vocar empatia e mobilizar diversas pessoas em t orno das histórias de abandono e do acompanhamento dos casos. As postagens nas r edes sociais do projet o re velar am tanto a crueldade do abandono quanto a tr ansfor - mação que o cuidado, o amor e a ajuda coletiva podem propor cionar aos animais resgatados, às pessoas que os adotam e àquelas env ol- vidas no processo de r esgate e cuidados. Essas histórias ex empli- ficam a educação humanitária ao evidenciar que a maior par te da comunidade ainda possui valor es positivos, e que acreditar nesses valor es e tê-los como exemplo é fundamental par a a construção de mudanças significativas. A maior contribuição do NEP A par a a comunidade foi o aumento do debate sobr e o bem-estar animal e a criação de uma consciência coletiva que, a longo pr azo, pode iniciar uma tr ansformação no cenário de abandono em Campina Gr ande. Assim, o NEP A desempenhou e continua desempenhando um papel fundamental ao utilizar a educação humanitária como instrumento de tr ansformação social, promo vendo a sensibilização e a mobili- zação comunitária em prol do bem-estar animal. O pr ojeto se con- solidou como um exemplo de como a educação e o uso de redes sociais podem atuar de forma integr ada par a promover mudanças compor tamentais e sociais significativas. Palavr as-chave: Pr oteção animal; Guarda r esponsável; E ducação de valor es. 276 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: SOCIALIZAÇÃ O DE PRÁ TICAS AMBIENT AIS A P ARTIR DO HUMANIZA BOSQUE CARL OS BELARMINO (HBCB), DO CENTRO DE HUMANID ADES D A UNIVERSIDADE EST ADUAL D A P ARAÍBA – UEPB (P ARTE II) Resumo O pr ojeto de extensão SOCIALIZAÇÃO DE PRÁ TICAS AMBIENT AIS A P AR TIR DO HUMANIZA BOSQUE CARL OS BEL ARMINO (HBCB), DO CENTRO DE HUMANID ADES DA UNIVERSID ADE EST ADUAL D A P ARAÍBA – UEPB (P AR TE II), teve o objetivo de continuar le vando a todos os env olvidos o conhecimento das atividades que v êm acon- tecendo no HBCB/CH/UEPB e promo ver a reflexão, a sensibilização e a conscientização ambiental. A outr a intenção do citado projet o é contribuir par a a discussão e vivência dos ODS, principalmente aque- les ligados à preservação ambiental e qualidade de vida, tais como os de números: 3. Saúde e Bem-Estar; 4. E ducação de Qualidade; 6. Água Potá vel e Saneamento; 7. Ener gia Acessível e Limpa; 11. Cidades e Comunidades Sustentáveis; 12. Consumo e Pr odução Responsáveis; 13. Ação Contr a a Mudança Global do Clima; 14. Vida na Água; 15. Vida T errestre. O objetivo ger al do projeto é socializar as diversas pr áticas ambientais que ocorrem no HBCB/CH/UEPB e sua manutenção a par tir da recepção de grupos de pessoas da comunidade local, municípios vizinhos e escolas públicas e priva- das do estado da Par aíba, que desejem conhecer todo o processo de organização do espaço e os seus r esultados positivos sobre a paisagem local. Já a metodologia concentr ou-se na ação e recep- ção de visitantes ao HBCB par a compar tilhar pr áticas ambientais, na manutenção das atividades locais e recepção de grupos de pessoas que vier am conhecer todo o pr ocesso de organização do espaço, sua manutenção, criatividade e resultados positivos sobr e a paisa- gem local e seus frequentador es. Nesse contexto, foi possív el apro- ximar as escolas visitantes com a comunidade universitária do CH/ 277 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: UEPB, unindo o conhecimento científico e o popular ao convívio com a natureza, a par tir das visitas pr ogr amadas ao HBCB/CH/UEPB e na par ticipação em atividades diversas env olvendo estudo, pales- tr as, caminhadas, plantio e cuidados de manutenção das espécies aqui plantadas. Conclui-se que as ações desenvolvidas atr avés do progr ama de extensão HBCB/CH/UEPB, em sua P AR TE II, significam uma gr ande contribuição par a a formação da consciência ambien- tal. Assim, consider amos que as pr áticas ambientais desenvolvem a sustentabilidade atr avés de ações com a natur eza, induzindo o pró- ximo a repensar e se t ornar agente de mudança no seu contexto social, visando melhores condições ambientais. 278 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: EXPOSIÇÃ O DE RECURSOS DIDÁ TICOS P ARA EDUCAÇÃ O EM SOL OS Marcelo Sebastião De Sousa 104 Giov anna Lir a Ev angelista Pinto 105 Vitória Car olina da Silva Soar es 106 Ev andro F ranklin de Mesquita 107 Lays Klécia Silv a Lins 108 Resumo O solo é a matriz de muitos r ecursos no meio ambiente e se forma a par tir da decomposição de rochas e miner ais, que são de extrema impor tância par a a natureza e a sociedade em ger al. Além disso, é a par tir da composição do solo e de seus nutrientes que se pro- move o cresciment o e reprodução das plantas, influenciando dir e - tamente em fator es como as mudanças climáticas e gar antindo, assim, maior segur ança alimentar . Na sociedade, o solo é funda- mental par a a construção de pontes, casas, plantações e edifícios. O solo é pouco estudado nas salas de aula devido a uma série de fator es, como a falta de disciplinas dedicadas ao seu estudo. Isso resulta em uma falta de conheciment o sobre sua impor tância na agricultur a, no meio ambiente e na segur ança alimentar , assim como seus fator es de formação, miner ais e rochas pr esentes na sua composição. Diante desses problemas, for am realizadas palestr as e exposições de recursos didáticos par a fornecer aos alunos do muni- cípio de Catolé do Rocha conheciment os sobre o solo em ger al. Os recursos didáticos expost os for am: expositores de formação, perfis, rochas e miner ais presentes no solo, além de atividades lúdicas e inter ativas com os alunos por meio de desenhos sobre a formação 104 Bachar elado em Agronomia, Campus IV , Universidade Estadual Da Paraíba 105 Bachar elado em Agronomia, Campus IV , Universidade Estadual Da Paraíba 106 Bachar elado em Agronomia, Campus IV , Universidade Estadual Da Paraíba 107 D AE - CCHA 108 D AE - CCHA 279 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: e composição do solo. A exposição de materiais pedagógicos tem um papel muito impor tante na educação de crianças e adolescentes sobre o solo, sua formação e seu manejo par a agricultura e biodiver- sidade, bem como a sustentabilidade desse recurso essencial par a a vida humana. Atr avés desse pr ojeto os alunos tiver am a opor tu- nidade de obter conhecimentos ger ais, de forma interativ a, sobre o solo e suas car acterísticas e funções, assim como proporcionou aos alunos a opor tunidade de realizar atividades pr áticas e desenvolver análise crítica sobre os assunt os abordados. Palavr as-chave: Rochas e miner ais; Formação do solo; Materiais pedagógicos. 280 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: CONSCIENTIZAÇÃ O P ARA USO RACIONAL DE MA TERIAIS DESCART Á VEIS DE USO INDIVIDU AL – (AÇÃ O CONTINUAD A – ANO 03) ORIENT AÇÕES EM ESCOLAS PÚBLICA S Maria Júlia Ribeiro Silv a Chaves – UEPB 109 Eduar da Raquel de Lima V asconcelos - UEPB 110 Ialy Bernadino de Almeida Ramos – UEPB 111 Lígia Maria Ribeiro Lima - UEPB 112 Lenilde Mérgia Ribeir o Lima – UFCG 113 V er a L úcia Meira De Mor ais Silva – UEPB 114 Resumo O projet o de extensão “Conscientização par a Uso Racional de Materiais Descar táv eis de Uso Individual”, em seu terceir o ano de execução, visou sensibilizar a comunidade escolar de Campina Gr ande, Par aíba, sobre a impor tância do consumo consciente de descar táv eis e o descar te adequado destes materiais, com enfoque na educação ambiental. A metodologia aplicada foi expositiv a-inte- r ativa, na qual r ealizou-se a apresentação de palestr as direcionadas par a os riscos ambientais relacionados ao uso excessiv o de des- car táv eis, essencialmente de plásticos, como o Bisfenol A (BP A) e Ftalatos, que estão pr esentes em produt os descar táv eis, cosméticos e farmacêuticos, bem como acerca de seu descar te inadequado, 109 Aluna bolsista, Departamento de Farmácia da UEPB 110 Aluna v oluntária, Depar tamento de F armácia da UEPB 111 Colaborador a, com lotação no Depar tamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UEPB 112 Colaborador a, com lotação no Depar tamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UEPB 113 Colabor adora, com lotação no Centr o de Desenvolvimento Sustentá vel do Semiárido da UFCG 114 Coor denadora, com lotação no Departamento de Química da UEPB 281 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: objetivando a pr omoção do uso de materiais reutilizá veis e a redu- ção do resíduo descar tá vel primor dialmente no ambiente escolar . Além da etapa elucidativa, aplicou-se um questionário online atr avés do Google Formulários par a a análise da abrangência da apr esenta- ção, atr avés deste, foi possív el observar que 86,8% dos alunos que responder am à pesquisa desenvolver am um senso crítico acerca do uso de materiais descar táv eis. Além do material expositivo, foi rea- lizada uma atividade dinâmica acompanhada de discussões, neste momento lúdico os alunos for am organizados em duas equipes, e então foi aplicado um “jogo da velha ecológico ”, no qual par a que os par ticipantes pudessem colocar suas peças na posição desejada, deveriam acertar aproximadamente o tempo que o material descar- tável ilustr ado na posição leva par a se decompor . Este momento permitiu aos envolvidos uma maior reflexão acerca do papel indivi - dual e coletivo na pr oteção do meio ambiente, da mesma maneir a que serviu de aler ta par a o tempo que os materiais permanecem no meio ambiente quando descar tados incorretamente e os malefícios subsequentes desta ação. Este tr abalho contribuiu par a a criação de uma cultur a de sustentabilidade na comunidade, destacando-se como uma ação educativa r elevante par a a conscientização ambien- tal, com efeit os positivos no compor tament o coletivo e no desenv ol- vimento de uma mentalidade mais ecológica e r esponsável par a o futuro. Palavr as-chave: E ducação ambiental; Consumo consciente; Descar táv eis. 288 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: A V ALIAÇÃ O DA QUALID ADE DE ÁGUA: UMA FERRAMENT A DID Á TICA UTILIZADA NA MICRORREGIÃ O DE CA T OLÉ DO ROCHA-PB Dennedy Magnos de Oliveir a Gomes/ UEPB 130 Ana Cecília de Oliveir a Rocha/ UEPB 131 Mikael da Silva Oliveir a/ UEPB 132 Lays Klécia Silv a Lins 133 Ev andro F ranklin de Mesquita/ UEPB 134 Resumo A água é amplamente reconhecida como o principal element o par a o desenvolviment o da vida na T err a, sendo essencial tanto par a as atividades humanas quanto par a diversos processos natur ais. No entanto, par a que cumpra seu papel de maneira eficaz, é funda - mental que a água apresente qualidade adequada par a o consumo humano, animal e vegetal. Assim, é impr escindível realizar a valia- ções que gar antam a qualidade da água utilizada. Este tr abalho teve como objetivo centr al coletar e analisar a água de poços ar tesianos localizados no Sítio Cajueiro, no município de Cat olé do Rocha-PB, medindo par âmetros como pH e condutividade elétrica. Além disso, buscou-se ensinar alunos de escolas públicas sobre a impor tância da qualidade da água par a a produção agrícola. A metodologia ado- tada incluiu: re visão bibliogr áfica, coleta de amostr as de água em cinco poços ar tesianos da região, tabulação dos dados obtidos, ela- bor ação de aulas teóricas sobre qualidade da água, palestr as sobre o tema, e a redação do r elatório final. Os dados coletados mostrar am que essa pr ática ofer ece informações valiosas sobre a qualidade da 130 Curso de Agr onomia 131 Curso de Agr onomia 132 Curso de Agr onomia 133 Departamento de Agrárias e Exatas 134 Departamento de Agrárias e Exatas 289 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: água, que podem ser utilizadas par a monitor ar a variação dos níveis de salinidade ao longo do ano. Essas informações são fundamen- tais par a conscientizar os produt ores sobre a importância da pre- servação dos recursos hídricos. No context o das aulas e palestr as, a metodologia utilizada demonstr ou de forma clar a aos alunos que a preservação da água está dir etamente ligada ao manejo adequado do solo e à conservação ambiental. Palavr as-chave: Pr eservação da Água; Educação Ambiental; Recursos Hídricos. 290 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: CONEX ÕES DE SABERES DO SOL O: DO POPULAR A O CIENTÍFICO F abiana Fernandes da Silva 135 Vitória Car olina da Silva Soar es 136 Raquel Alice Silveir a Alves 137 Lays Klécia Silv a Lins 138 Irinaldo Per eir a da Silva Filho 139 Ev andro F ranklin de Mesquita 140 Resumo O desenvolviment o de conteúdos acessíveis, que tr ansitem da lin- guagem popular à científica, é essencial par a gar antir a compreen - são eficaz do público-alvo em projetos educativos. Esse foi um dos principais enfoques deste projet o, que incluiu a coleta de amostras de solo e a aquisição de materiais como cola, pincéis, copos des- car táv eis e folhas de ofício. O objetivo foi capacitar os par ticipantes a prepar ar e utilizar Geotinta, uma tinta sustentável feita a partir de solo, além de promo ver a criação ar tística com esse material, for ta- lecendo a conexão entre ciência, arte e sustentabilidade. Para atingir os objetivos pr opostos, for am realizadas várias ações. Entre elas, destacam-se palestr as educativas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Pr ofessor a Catarina de Sousa Maia, localizada em Catolé do Rocha-PB, onde a equipe do pr ojeto compar tilhou conhe- cimentos científicos sobr e solos, abordando sua importância para o meio ambiente e a vida cotidiana. Paralelamente, oficinas práticas de prepar ação e uso da Geotinta for am conduzidas, proporcionando aos par ticipantes a experiência de produzir arte sustentável com um 135 Curso de Agr onomia 136 Curso de Agr onomia 137 Curso de Agr onomia 138 Departamento de Agrárias e Exatas 139 Departamento de Agrárias e Exatas 140 Departamento de Agrárias e Exatas 291 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: recurso natur al abundante e acessível. Essas atividades não apenas estimular am o apr endizado científico, mas também incentivar am a criatividade dos alunos, ao mostr ar como o solo, muitas vezes negli- genciado, pode ser uma ferr amenta ar tística e educativa poder osa. O projet o também contou com a par ticipação de outr as escolas, ampliando seu impacto e gar antindo que mais estudantes tivessem a opor tunidade de aprender sobr e a impor tância do solo e da sus- tentabilidade por meio de pr áticas inov ador as. Ao combinar ciên- cia, ar te e educação ambiental, o pr ojeto atingiu seus objetivos de maneir a envolvente e tr ansformador a, apro ximando o público-alvo de conceitos complex os por meio de experiências pr áticas e lúdicas. Palavr as-Chave: Comunitária; Materiais Didáticos; E ducação. 292 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: HORT A S AUD Á VEL NO HOSPIT AL DA FUND AÇÃ O AS SISTENCIAL DA P ARAÍBA (F AP) Andreza De F atima Da Silva, UEPB 141 Saulo Ferr eir a Leite, UEPB 142 Marcia Paloma da Silv a Leal, F AP 143 Élida Barbosa Corrêa, UEPB 144 Resumo A alimentação está diretamente r elacionada à saúde das pessoas, seja na pre venção e cur a de doenças, ou ao fav oreciment o de doen- ças. O Hospital da F AP é uma impor tante instituição quanto à assis- tência médico-hospitalar de pessoas com câncer residentes em Campina Gr ande e região. De acor do com o Instituto Nacional do Câncer uma das principais formas de evitar o câncer é ter uma ali- mentação saudáv el, ser fisicamente ativ o e manter o peso corpo - r al adequado. Diante do exposto, os objetiv os do projet o for am: (i) auxiliar a produção de aliment os agroecológicos par a os usuários da Fundação Assistencial da P ar aíba - F AP e (ii) propor cionar aos estu- dantes dos cursos de Agroecologia e Agr onomia da UEPB formação quanto ao sistema de pr odução de hor taliças em bases agroecoló- gicas par a suprir par te da demanda da cozinha do hospital da F AP . A hor ta não apenas promo ve a sustentabilidade e a segur ança ali- mentar , mas também demonstra um compr omisso pr ático com a eficiência oper acional e a of er ta de aliment os saudáv eis aos pacien - tes. Com a realização das atividades de cultiv o, condução e colheita de hor taliças folhosas e de frut os nas áreas da hor ta, atingiu-se o objetivo de auxiliar a pr odução de alimentos agr oecológicos, livres de agrot óxicos, sendo assim segur os par a os pacientes do setor de 141 Curso de Agr oecologia, Depar tament o de Ciências Agrárias e Ambientais. V oluntária 142 Curso de Agr onomia, Depar tamento de Ciências Agr árias e Ambientais. Bolsista 143 Colabor adora, Hospital da F AP 144 Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais. Coor denador a 293 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: oncologia como dos demais setor es. O objetivo de pr oporcionar aos estudantes formação quanto ao sistema de pr odução de hor taliças em bases agroecológicas foi atingido, pois os estudantes acompa- nhar am todas as etapas de condução da hor ta, desde a r esolução de problemas com pr agas e doenças, instalação de sistema de irriga- ção, adubação, semeadur a até a colheita par a fornecimento a cozi- nha do hospital ou par a comercialização na f eir a. Conclui-se que o cultivo de hor taliças em espaços urbanos pr omove a saúde coletiv a e economia local. Palavr as-chave: Agricultur a urbana; Agroecologia; Alimentação Saudável. 294 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: EDUCAÇÃ O AMBIENT AL: LEV ANDO O CO TIDIANO A O ENSINO DE POLÍMEROS. AÇÃ O CONTINUADA. Laisa Karolaine Dantas Soar es 145 Antonio A ugusto Per eir a de Sousa 146 Resumo O presente projeto visa contribuir de forma significativa par a a for - mação social e científica do discente baseado em metodologias alternativas, fazendo com que o mesmo se inter esse por respecti- vos assunt os abordados em salas de aula, tr azendo o seu cotidiano par a dentro da sala de aula e mostr ando para o mesmo, uma forma difer enciada de se aprender Química. A sequência didática envolveu aulas expositivas apoiadas por recursos visuais, incluindo apr esen- tações de slides e vídeos educativos. F or am explor ados conceitos de química dos polímeros e sua r elação com o meio ambiente, jun- tamente com discussões sobre os impact os sociais e ambientais do uso de plásticos. Os alunos também assistir am a um documentá- rio relevante e analisar am ar tigos científicos relacionados ao tema. Este projet o constitui-se na aplicação de uma sequência didática desenvolvida em cinco turmas de terceir o ano de uma escola esta- dual da cidade de esper ança-PB, cujo objetivo é explor ar o conceito de polímeros, abor dando os polímeros de adição, condensação e copolímeros. Além disso, a sequência buscou conscientizar os alu- nos sobre as quest ões ambientais relacionadas ao uso de plásti- cos, destacando tanto os benefícios quant o os impactos negativ os desses materiais na sociedade. Além disso, o projet o visou engajar os alunos na produção de bebedour os e comedouros de garr afas PET como uma forma de r eutilização de resíduos plásticos e incen- tivar a aplicação dos “5 R’ s” (Reduzir , Reutilizar , Reciclar , Repensar e Recusar) em suas vidas cotidianas. Os alunos for am incentivados 145 Discente do curso de Licenciatur a em Química- DQ/CCT/UEPB 146 Docente orientador do Departamento de Química do CCT/UERPB 295 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: a par ticipar ativamente, discutir os temas e formular per guntas ao longo das aulas. Eles receber am informações sobre os códigos de identificação dos tipos de plásticos e a impor tância da cor das lix ei - r as na separ ação de resíduos par a reciclagem. A lousa também foi utilizada par a ilustr ar conceitos e pr omover discussões. A conf ecção dos bebedouros e comedour os envolveu materiais simples, como garr afas PET , tesouras e estiletes. Eles também apr esentar am rela- tórios que abor davam os conceit os de polímeros, os impact os dos plásticos na sociedade e no meio ambiente, bem como a impor tân- cia dos “5 R’ s” para a sustentabilidade. A sequência didática pr omo- veu uma compreensão significativa dos conceit os de polímeros e dos desafios ambientais relacionados ao uso de plásticos. Os alunos demonstr ar am maior consciência sobre a impor tância da r eutiliza- ção de resíduos plásticos e adotar am uma postura mais r esponsá- vel em r elação ao consumo de plásticos em suas vidas cotidianas. O projet o result ou na produção de bebedour os e comedouros de gar- r afas PET que for am doados a uma instituição de apoio aos animais da cidade de Esper ança, promo vendo a r eutilização e a conscientiza- ção sobre a impor tância de cuidar do meio ambiente. Palavr as-chaves: E ducação ambiental, Polímer os; 5 R’ s. 296 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: DIA GNÓSTICO DO DESCARTE DE MEDICAMENTOS - UM P ANORAMA DOS RESÍDUOS F ARMA CÊUTICOS DE USO DOMÉSTICO E SEU DESTINO FINAL (AÇÃ O CONTINUAD A – ANO 07) – CONSCIENTIZAÇÃ O E SENSIBILIZAÇÃ O AMBIENT AL EM ESCOLAS PÚBLICA S. Maria Eduar da Aires Silv a - UEPB 147 João Vitor Domingos - UEPB 148 V er a L úcia Meira de Mor ais Silva - UEPB 149 Lenilde Mérgia Ribeir o Lima - UFCG 150 Lígia Maria Ribeiro Lima – UEPB 151 Resumo O Br asil ocupa o sexto lugar no r anking de países que mais movi- mentam a indústria farmacêutica, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS, 2022). T al dado r eflete os riscos of ereci - dos à população, uma vez que a alta demanda ger a o descar te na mesma propor ção, e, majoritariamente, o descar te doméstico é ina- dequado, lev ando à contaminação do meio ambiente. Assim, o obje- tivo principal do pr ojeto “Diagnóstico do Descar te de Medicament os” é a sensibilização e a conscientização de alunos, prof essores e fun- cionários das Escolas Públicas de Campina Gr ande. A metodologia empregada foi expositiv a-inter ativa, com palestr as abordando os problemas r elacionados ao descar te inadequado de medicament os, bem como a solução par a e as boas pr áticas de descar te; e, além do 147 Aluna v oluntária, Depar tamento de F armácia da UEPB 148 Aluno Bolsista, Departamento de Farmácia da UEPB 149 Coor denadora, com lotação no Departamento de Química da UEPB 150 Colabor adora, com lotação no Centr o de Desenvolvimento Sustentá vel do Semiárido da UFCG 151 Colaborador a, com lotação no Depar tamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UEPB 2 97 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: momento expositiv o, aplicou-se um questionário online por meio da plataforma Forms Google , buscando fazer o diagnóstico do alcance da palestr a. Além do material expositivo, nos momentos inicial e final da palestra, foi realizado um momento de descontr ação com um jogo lúdico, baseando-se na apresentação, utilizando uma caixa com os tipos de coletor es de resíduos sólidos e com ex emplos de medicamentos par a serem descar tados. O jogo buscou estimular a inter ação com os alunos e analisar visualmente o que é questio- nado no formulário online: “ onde você descar ta seu medicament o?”. Como resultados, o pr ojeto alcançou cer ca de 70 pessoas, da Escola Cidadã Integr al – ECI – Monte Carmelo, em Campina Gr ande, dis- tribuídas entre alunos, pr ofessor es e funcionários, com impacto positivo acer ca da sensibilização para com o descarte adequado e a redução dos pr oblemas ambientais relacionados. Assim, v ê-se que a conscientização, a promoção e a educação em saúde sobr e o des- car te corret o de medicamentos em ambiente escolar são impor tan- tes, pois as informações ultr apassam as barreir as físicas da escola e chegam à população, sendo uma estr atégia de qualidade de vida e bem-estar social. Palavr as-chave: Meio ambiente; Descarte de medicamentos; Sensibilização; Escolas públicas; Educação em saúde. 304 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: LIX O DO BOM: EDUCAÇÃ O AMBIENT AL P ARA COLET A SELETIV A NA EMEF PROF . JOÃ O MOREIRA SOARES – ARARUNA – PB Kay an Barbosa Barros – UEPB Maria L uíza do Nascimento Cruz – UEPB Cleber de Souza Silva - UEPB Jose L uis Medeiros da Silv a - UEPB João Manoel Nicácio dos Santos - UEPB Maria Elaine Pontes dos Sant os - UEPB Maria Adriana De Fr eitas Mágero Ribeir o – UEPB Igor Souza Ogata – UEPB 165 Resumo Nos últimos anos, o progr esso industrial e tecnológico tem exer- cido um impacto significativ o sobre o meio ambiente, lev ando à sua depreciação e desencadeando uma série de pr oblemas, em especial sob o aspecto dos r esíduos sólidos. Desse modo, esse projet o de extensão, vinculado ao progr ama de extensão LIXO DO BOM, tem como ideia principal promover a educação ambiental par a fins de coleta seletiva na Escola Municipal de Ensino F undamental (EMEF) Prof essor João Moreir a Soares, em Ar aruna – PB, sensibilizando a comunidade estudantil a se adaptarem a política nacional de r esí- duos sólidos. Nesse sentido, foi realizado um diagnóstico do cenário do manejo de resíduos sólidos na instituição de ensino, par a assim, realizar medidas ajustadas a r ealidade local com treinament o par a os funcionários e prof essores e ações de educação ambiental par a os alunos, gar antindo que ocorresse coleta seletiva, atr avés da separ a- ção do material reciclá vel, de modo que o resíduo apr oveitável tiv esse o mínimo de contaminação e fosse encaminhado par a a cooper ativa de catadores em Ar aruna – PB, fechando um ciclo de colabor ação 165 Engenharia Civil 305 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: e apro veitamento. No contexto da educação ambiental, as ativida- des for am realizadas par a o público infantil, por tanto, a ludicidade desempenhou um papel crucial no processo de ensino-apr endiza- gem. Nesse sentido, houve ações de integr ação de elementos lúdi- cos à educação ambiental par a as crianças, sendo essencial par a desper tar um interesse genuíno no tema, buscando maior eficiência na sensibilização da comunidade escolar , principalmente sobre a impor tância da separ ação correta dos resíduos sólidos. As ativida- des realizadas incluem r odas de conversas diretas, peças de teatr o, teatro de fant oches e brincadeir as que visam engajar os alunos na adoção de pr áticas sustentáveis. O pr ojeto env olveu planejament o estr atégico e a implementação de ações pr áticas par a melhor ar o manejo dos resíduos. A conscientização env olveu tanto a comuni- dade escolar quanto as famílias desta, incentiv ando-os a tr ansmitir o conhecimento par a suas casas e contribuir para a sustentabilidade local. Além disso, foi promovida a adequação de coletor es de lixo de acordo com as normas do CONAMA, reforçando a impor tância da coleta seletiva de qualidade. O impacto positivo do projet o se refletiu na mudança de hábitos dentr o da escola e no desenvolvimento de uma cultur a de preservação ambiental. O pr ojeto funciona como um modelo de pr áticas sustentáveis, passív el de ser replicado em outr as instituições, ampliando seu impacto e promo vendo uma sociedade mais consciente e responsáv el com o meio ambiente. Palavr as-chave: Resíduos sólidos; Reciclagem; Ensino público. 306 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: OFICINAS DE PR ODUTOS DE LIMPEZA / S ABÃO ECOEFICIENTE Ian Humber to A. Ramir ez – UEPB 166 Edilane Lar anjeira Pimentel - UEPB 167 Antônio A ugusto P . de Sousa - UEPB 168 V erônica E vangelista Lima UEPB 169 Resumo Levando em consider ação as necessidades sócio-econômicas das pessoas, os objetivos educacionais desta Instituição de Ensino Superior e a demanda por par te de uma significativa clientela, desper - tou-se o inter esse em se fazer um tr abalho de extensão acadêmica de cunho didático-social envolvendo os alunos do curso de Química Industrial e Licenciatur a em Química. Tivemos como objetivo desse projet o propor cionar ao público alvo, como por exemplo, alunos e funcionários de escolas e associações de bairros, a capacidade de produzir pr odutos de limpeza par a seu próprio consumo e par a fins lucr ativos ger ando, assim, uma fonte alternativa de renda, além de reduzir o impact o ambiental. Neste período, for am realizadas oficinas na Escola Cidadã Integral/ Escola Estadual de Ensino F undamental e Médio (EEFM) Maria Z eca Souza, em Massaranduba e com alunos da UEPB. Metodologia: Inicialmente foi feita uma aborda- gem sobre a impor tância dos materiais de limpeza; os cuidados a serem t omados ao manusear os produt os químicos e prev enções de acidentes dur ante o prepar o tais como o uso de equipamentos de proteção individual. Em seguida, foi realizada uma bre ve explanação sobre cada pr oduto químico a ser utilizado, mostr ando sua função dentro do pr ocesso de produção. P ar a melhor acompanhamento das oficinas, foram distribuídas car tilhas especificando as substâncias 166 Química Industrial/Departamento de Química 167 Química Industrial/Departamento de Química 168 Química Industrial/Departamento de Química 169 Química Industrial/Departamento de Química 307 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: usadas, a quantidade de uso, e todo o pr ocedimento a ser seguido dur ante a fabricação dos produt os. Posteriormente, foi realizado um momento lúdico culminando com a entrega dos materiais obti- dos dur ante a oficina. Como resultados alcançados e contribuições do projeto verificamos que a integração e a parceria efetiv a entre a Universidade e o par ticipantes das oficinas, atra vés da socialização do conhecimento pr oporcionou a inclusão social, melhor qualidade de vida, como também, adquirir am uma conscientização e sensibili- zação par a proteção do meio ambiente. Palavr as-chave: Pr odutos de Limpeza; Ger ação de Renda; Meio Ambiente. 308 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: LIX O DO BOM: EDUCAÇÃ O AMBIENT AL P ARA COLET A SELETIV A NA EMEF JO ÃO AL VES TORRES – ARARUNA – PB T allyne Matias Ribeiro – UEPB Ana Beatriz Mar tins de Almeida – UEPB Gisely Maria Bezerr a Souza – UEPB Jucimar a Carneiro F erreir a – UEPB Anderson Marques dos Sant os Silva – UEPB João Hugo Bar acuy da Cunha Campos – UEPB Igor Souza Ogata – UEPB 170 Resumo A coleta seletiva é uma pr ática de grande impor tância par a a gestão adequada dos resíduos sólidos e par a a preservação ambiental. Ela permite a separ ação de materiais reciclá veis do lixo comum, r edu- zindo o volume de r esíduos enviados aos aterros e possibilitando o reapr oveitament o de recursos. Esse processo não apenas dimi- nui os impactos ambientais, mas também pr omove uma cultur a de sustentabilidade. No contexto educacional, a conscientização sobre a impor tância da coleta seletiv a é crucial par a formar cida- dãos comprometidos com o meio ambiente. Nesse sentido, o pro- jeto de extensão Lix o do Bom, realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) João Alv es T orr es, em Ar aruna-PB, busca sensibilizar e educar os alunos sobre essa pr ática, utilizando uma abordagem inter ativa e envolvente. O pr ojeto tem como obje- tivo a sensibilização dos discentes do ensino fundamental sobre os benefícios da coleta seletiva do lix o atr avés de diálogos, dinâmicas e palestr as, em incentivo à consciência ambiental e na busca pela tr ansformação dos hábitos cotidianos em hábit os sustentáveis. O projet o utilizou como met odologia um conjunto de atividades edu- cativas inter ativas, organizadas em sequência, com a perspectiva do aprendizado por meio de atividades lúdicas. T odas as discussões 170 Engenharia civil 309 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: for am realizadas de maneir a dialógica, para que os estudantes com- par tilhassem suas próprias per cepções sobre a gestão de r esíduos e refletissem sobre como podem colocar em pr ática ações no sentido da sustentabilidade. Além disso, for am realizadas dinâmicas par a refor çar os conceitos discutidos, por meio de jogos, de forma que os estudantes pudessem se engajar em um processo de separ ação do lixo. T ambém for am feitas rodas de conv ersa sobre gestão de resíduos e sustentabilidade, abor dando questões locais e globais a respeit o de como resíduos são pr oduzidos e descar tados. Os resul- tados alcançados compreender am a percepção dos alunos acerca da relev ância da coleta seletiva e modificação do comportamento ref erente ao descarte de resíduos. Ademais, o projet o buscou tornar os par ticipantes multiplicadores das pr áticas sustentáveis, lev ando o conhecimento adquirido par a suas residências e comunidades em que habitam. A médio e longo pr azo, esper a-se que o projeto contri- bua ainda mais par a a redução do lix o ger ado na escola e na cidade, atr avés do incentivo à separ ação correta dos resíduos e o r eapro- veitament o de materiais. O projet o Lixo do Bom pr etende continuar inspir ando os alunos da EMEF João Alves T orres a ter em um for te interesse pela natur eza e pela educação cultur al. Ao conscientizar sobre a coleta seletiv a e a sustentabilidade, o progr ama ajuda a criar um ambiente sustentável entr e os jov ens, incentivando-os a se tor- narem agentes de mudança em suas comunidades. A o continuar o tr abalho e expandir o progr ama a outras instituições, alcançar emos mais opor tunidades e resultados positiv os. Palavr as-chave: Coleta Seletiv a; Educação Ambiental; Sustentabilidade. 310 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: PRO JETO Á GUA DE BEBER – A ÇÕES DE EDUCAÇÃ O AMBIENT AL P ARA PRESERV AÇÃO DOS RECURSOS E QUALID ADE DA Á GUA DE CONSUMO Cláudio W ellinton Rosendo Viana (UEPB) 171 Georgia Br enna Rocha de Souza (UEPB) 172 Ana Carolina da Silv a Rodrigues (UEPB) 173 Blenda Per olyna Nunes Marques (UEPB) 174 Carla Barbosa Vieir a da Silva (UEPB) 175 Eliete Maria Conceição Geronimo (UEPB) 176 Ketylin Jemily Mar ques Silva (UEPB) 177 Suelen Nascimento de F reitas (UEPB) 178 Edilane Lar anjeira Pimental (UEPB) 179 V erônica E vangelista de Lima Emerich (UEPB) 180 Resumo Não é de agor a que a população do semiárido Nordestino sofr e com escassez e falta de abastecimento r egular de água tr atada. Mesmo com os av anços em saneamento e distribuição de água potável, ainda há em muitas comunidades a necessidade de arma- zenament o, que realizado de forma incorr eta pode comprometer a qualidade dos recursos hídricos disponíveis. Diante dos obstáculos enfrentados nos pequenos municípios par aibanos, esse projeto de extensão tem como objetivo contínuo of erecer supor te em educação 171 Aluno bolsista do curso de Química Industrial, Dep. Química, CC T/UEPB 172 Aluna v oluntária do curso de Química Industrial, Dep. Química, CCT/UEPB 173 Aluna v oluntária do curso de Química Industrial, Dep. Química, CCT/UEPB 174 Aluna v oluntária do curso de Química Industrial, Dep. Química, CCT/UEPB 175 Aluna v oluntária do curso de Química Industrial, Dep. Química, CCT/UEPB 176 Aluna v oluntária do curso de Química Industrial, Dep. Química, CCT/UEPB 177 Aluna v oluntária do curso de Química Industrial, Dep. Química, CCT/UEPB 178 Aluna v oluntária do curso de Química Industrial, Dep. Química, CCT/UEPB 179 Pr ofessor a Colabor adora do pr ojeto, Dep. Química, CC T/UEPB 180 Pr ofessor a Coordenador a do projeto, Dep. Química, CCT/UEPB 311 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: ambiental ref erente à qualidade e disponibilidade da água destinada ao consumo humano em escolas públicas. A metodologia de ação foi desenvolvida em uma Escola de Ensino Infantil e F undamental do Distrito de Santa T erezinha, na cidade de Massar anduba/PB, compreendendo as etapas de verificação das condições gerais dos reservat órios de água, coleta de amostr as, realização das análises químicas, físico-químicas e microbiológicas da água da escola (f ei- tas nos Labor atórios de Química do CC T/UEPB) e várias visitas de inter ação com os gestor es e estudantes par a apresentação dos resultados e sugest ões. As análises químicas e físico-químicas re ve- lar am que a água na escola atendia aos requisit os de potabilidade estabelecidos, fornecendo uma gar antia de que os par âmetros críti- cos estavam dentr o dos limites aceitáveis. No entanto, as análises microbiológicas r evelar am contaminação por coliformes totais em amostr as coletadas no balde de armazenamento e no filtr o da cozi - nha da unidade, como também nos filtros de barro que servem às crianças menores em duas salas de aula. A partir dos r esultados, em contribuição à comunidade escolar for am opor tunizados momentos de conversas, destacando a necessidade de intensificar os cuidados no manuseio e limpeza mais frequente dos filtros e caixas d’ água. Deixando claro a impor tância da manutenção pr eventiv a par a gar an- tir que a água tr atada recebida na unidade escolar permaneça com qualidade par a uso diret o, mesmo após o armazenament o. A inte- r ação com as crianças foi for talecida com a distribuição de car ti- lhas, por meio de uma abordagem mais lúdica sobr e saúde e meio ambiente. Palavr as-chave: E ducação Ambiental; Qualidade da água; Escola. 312 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: BIOGEOGRAFIA E ORQUID ÁRIO DO HUMANIZA BOSQUE CARL OS BELARMINO (HBCB/CH/UEPB): NA TUREZA E CUL TURA NA SELEÇÃO DE ESPÉCIES VEGET AIS (P ARTE II) Jaqueline Nascimento de Ar aújo 181 Rafael Diógenes Genuíno de Carvalho 182 Maria Eduar da Duar te Borges 183 Elaynne Mir ele Sabino de Fr ança 184 Ana Maria Sever o Chav es 185 Ana Carla dos Santos Mar ques 186 Ramon Santos Souza 187 Belarmino Mariano Neto 188 Resumo Em 2019, ocorreu a elaboração do projeto intitulado HUMANIZ A BOSQUE CARL OS BELARMINO (HBCB), no Centro de Humanidades da Universidade Estadual da Par aíba/UEPB/CH, atualmente estru- tur ado em forma de progr ama de extensão. No qual encontr a-se atrelado o pr ojeto “Biogeogr afia e Orquidário do Humaniza Bosque Carlos Belarmino (HBCB/CH/UEPB): natureza e cultur a na seleção de espécies vegetais (Parte II)”. O mesmo tem por objetivo prepa- r ar o orquidário do HBCB/CH/UEPB par a socializar o processo de plantio e cuidado com as espécies de orchidaceae e desenv olver a pr ática da educação ambiental a par tir de atividades de extensão. A 181 Gr aduada em Geografia pela UEPB 182 Gr aduando em Geografia pela UEPB 183 Gr aduanda em Geografia pela UEPB 184 Pr ofessor a do Depar tament o de Geogr afia - CH/ UEPB 185 Pr ofessor a do Depar tament o de Geogr afia - CH/ UEPB 186 Pr ofessor a do Depar tament o de Geogr afia - CH/ UEPB 187 Pr ofessor do Departamento de Geografia - CH/ UEPB 188 Pr ofessor do Departamento de Geografia - CH/ UEPB 313 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: metodologia adotada tem um car áter qualitativo, desenvolvida atr a- vés das pr áticas ambientais realizadas no orquidário do HBCB/CH/ UEPB, as quais são direcionadas a manutenção, monit or amento, produção de mudas, contr ole de pr agas e seguida de revisão biblio- gr áfica. Em consonância ocorr e a recepção de escolas do estado da Par aíba e socialização das ações desenvolvidas no espaço em estudo. O acervo é composto por 31 indivíduos, os quais compr eendem 12 espécies, dos Gêneros Campylocentrum, Epidendrum, Gomesa, Gongor a, Oeceoclades, Renanther a, T richocentrum, Dendr obium, Cyr topodium e V anilla . O desenvolviment o destas orquídeas é com- par tilhado com os parceir os envolvidos nesta extensão (comuni- dade universitária, escolas públicas e comunidades do estado da Par aíba). Dessa forma, a extensão se efetiva no cuidado dir eto com o orquidário do HBCB/CH/UEPB e atr avés do compar tilhament o de vídeos, palestr as, fotos e visitas pr ogr amadas das escolas parceir as. Assim, os cuidados com as orquídeas dev em ser ininterruptos par a as manter saudáveis, o que expr essa a impor tância da continuidade do projet o, visando a preservação destas espécies de Or chidaceae e com isso ger ar nov os saberes e pr omover uma conscientização ambiental. Palavr as-chave: Or chidaceae; Extensão; Meio Ambiente. 320 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: REUSO DE Á GUA CINZAS: UMA AL TERNA TIV A HÍDRICA P ARA PEQUENAS PR OPRIEDADES RURAIS Renata Fernandes Dantas 203 Rita de Cássia do Nascimento Medeir os-Sá 204 Maria Cecília Aquino dos Santos 205 Severino Gomes da Silv a 206 Fr ancisco V anies da Silva Sá 207 Resumo A alta demanda por recursos hídricos em r egiões de clima áridos e semiáridos vem tendo dificuldade na gestão sustentáv el desses recursos. Assim, o r euso de água é uma solução pr ática par a agricul- tur a em ambiente semiárido, uma vez que a utilização de t oda fonte de água disponível aumenta as chances de sucesso. Com isso, o objetivo deste tr abalho é a difusão do conhecimento sobre o r euso de água cinzas em comunidades rur ais do município de Catolé do Rocha-PB e região. P ar a isso, foram realizadas oficinas sobre o trata - mento e manejo de água cinzas na agricultur a familiar , coma a pos- sibilidade de cultivo de olerícolas não consumidas cruas e pr odução de mudas par a quintais agroecológicos. Está pr ojeto incentiv ou e difundiu o conhecimento sobr e reuso de águas cinzas na agricultur a, além de verificar sua aceitação pelos produt ores rurais, como solu - ção par a escassez hídrica em períodos de estiagem. Além de que oficinas for am realizadas no campus-IV visando aumentar o alcance 203 Aluno(a) do curso de Agronomia do Depar tamento de Agr árias e Exatas, CCH A- UEPB 204 Aluno(a) do curso de Agronomia do Depar tamento de Agr árias e Exatas, CCH A- UEPB 205 Aluno(a) do curso de Agronomia do Depar tamento de Agr árias e Exatas, CCH A- UEPB 206 Aluno(a) do curso de Agronomia do Depar tamento de Agr árias e Exatas, CCH A- UEPB 207 Professor do Departamento de Agr árias e Exatas, CCHA-UEPB vanies@servidor . uepb.edu.br 321 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: das informações sobre r euso de água par a por meio dos futuros téc- nicos em agropecuária e agr ônomos da Universidade Estadual da Par aíba para dif erentes r egiões do estado da Par aíba e Rio Grande do Nor te. Palavr as-chave: Recursos hídricos; Agricultur a sustentável; Águas servidas. 322 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: A V ALIAÇÃ O DA QUALID ADE DA Á GUA DE CISTERNA S E POÇOS DA Z ONA RURAL D A P ARAÍBA- AÇÃ O CONTINUAD A V alessa da Silva Lima 208 Márcia Ramos L uiz 209 Resumo A tecnologia de cisternas é uma das soluções mais antigas para o armazenament o de água, sendo fundamental par a suprir a escassez hídrica no semiárido br asileiro. Mesmo com o a vanço tecnológico do século XX, as cisternas permanecem uma alternativa viáv el, de baixo cust o e fácil manutenção, atendendo prontamente as neces- sidades de famílias e comunidades. Este estudo aborda as deficiên - cias no manejo da água armazenada, enfatizando a impor tância da educação dos usuários e da manutenção adequada das cisternas par a gar antir a segur ança sanitária. Além disso, busca-se valorizar o uso de barreir as sanitárias nas etapas de captação e manejo, com o objetivo de melhor ar a qualidade da água.O projeto tem como obje- tivo analisar a qualidade da água de cisternas e poços ar tesianos em uma comunidade rur al do semiárido da Par aíba, focando em aspec- tos físico-químicos e micr obiológicos, e promov er a capacitação dos mor adores par a o manejo adequado das cisternas. Par a isso, for am realizadas coletas de amostr as de água, seguidas de análi- ses labor atoriais que a valiar am parâmetr os como condutividade elé- trica, cor aparente, sólidos dissolvidos t otais e turbidez. As análises microbiológicas focar am na detecção de coliformes fecais e outros indicadores de contaminação, a fim de identificar possív eis riscos à saúde pública. A metodologia também incluiu ações educativ as, como a realização de palestr as e a distribuição de materiais informa - tivos aos mor adores, visando à conscientização sobre a impor tância 208 Bolsista 209 Coordenador(a) 323 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: da manutenção regular e do tr atamento adequado da água armaze- nada nas cisternas. Essas ações tiver am o propósito de orientar a comunidade sobre as boas pr áticas de captação, armazenamento e tr atamento da água, além de pr omov er uma maior valorização dos recursos hídricos disponíveis. Os r esultados mostr ar am que, embor a a maior par te das amostr as analisadas estivesse dentro dos padrões de potabilidade, alguns par âmetros, como a conduti- vidade elétrica, cor aparente, sólidos dissolvidos t otais e turbidez, apresentar am valores acima dos limites permitidos pela legislação. As análises micr obiológic as indicaram contaminação significativa por coliformes fecais, e videnciando a necessidade de intervenções urgentes par a garantir a segur ança da água consumida pela popu- lação.O pr ojeto contribuiu significativamente par a a comunidade ao identificar os pr oblemas relacionados à qualidade da água e ao pro - por medidas corretiv as e prev entivas. Como par te do pr ojeto, ser ão realizadas palestr as e distribuídos materiais informativos par a capa- citar os mor adores sobr e as melhores pr áticas de manejo da água das cisternas, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre os riscos de contaminação e os métodos de tr atamento adequados. A continuidade do projet o incluir á a distribuição de materiais edu- cativos e a orientação contínua dos mor adores, visando alcançar padrões de potabilidade segur os e melhor ar a qualidade de vida da população. 3 24 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: PRODUÇÃ O E DISTRIBUIÇÃO DE MUD AS DE MORINGA COMO ALIMENTO AL TERNA TIV O P ARA FRANGOS CAIPIRAS Lindober to L ucio da Silva Filho 210 Felipe Queir oga Car taxo 211 Resumo O presente pr ojeto te ve ênfase em apoiar a avicultur a local, par ti- cularmente voltada à agricultur a familiar . A a vicultur a de cor te tem gr ande impor tância econômica no Br asil, mas enfrenta desafios com o custo elev ado de insumos como farelo de milho e soja. Diante disso, a moringa (Moringa oleifer a Lam.) foi escolhida como alter- nativa devido ao seu alt o teor proteico e capacidade de adaptação a climas secos, sendo ideal par a complementar a alimentação dos fr angos caipir as. O objetivo principal do pr ojeto foi pr oduzir e distri- buir mudas de moringa par a os avicult ores locais, visando à r edução de custos com a alimentação das a ves. Além disso, buscou-se for- talecer a agricultur a familiar e ofer ecer capacitação aos agriculto- res sobr e o cultivo e pr ocessamento da moringa par a produção de farelo. F or am produzidas 510 mudas e distribuídas a 102 avicult ores de seis comunidades do município, com orientação técnica sobre o manejo da planta e a utilização do farelo na r ação das aves. O projet o foi realizado ao longo de 12 meses e incluiu diversas eta- pas, como a identificação dos avicultores interessados, a produção das mudas na UEPB, a organização de r euniões comunitárias e a distribuição das plantas. Nessas reuniões, os produt ores receber am orientações sobre a pr odução de farelo de moringa, sanidade das aves e pr áticas de manejo na avicultur a alternativa. A metodologia utilizada incluiu visitas técnicas, palestras e uso de materiais didá- ticos par a facilitar o aprendizado dos par ticipantes. Os r esultados 210 Agr onomia, Centro de Ciências Humanas e Agr arias - UEPB 211 D AE - CCHA - UEPB 325 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: for am promissor es, evidenciando que o uso do farelo de moringa contribuiu par a o cresciment o e ganho de peso dos frangos caipi- r as. A distribuição das mudas gerou um engajament o positivo entre os produt ores, fomentando a colabor ação entre as comunidades e a adoção de pr áticas sustentáveis. Além de melhor ar os aspectos econômicos da avicultur a local, o projeto r eforçou a impor tância da sustentabilidade ambiental ao reduzir a dependência de insu- mos externos. A experiência propor cionou maior interação entr e a comunidade e a universidade, destacando o papel da extensão uni- versitária no desenv olvimento rur al. A iniciativ a não só beneficiou os avicult ores, mas também serviu como uma opor tunidade par a estu- dantes e pesquisadores aplicar em seus conhecimentos em campo. O projet o se posiciona como um impor tante passo par a a promoção de um futuro mais sustentá vel e prósper o para a agricultur a familiar na região. Palavr as-chave: Pr odução de mudas; Moringa; A vicultura alternativ a; Sustentabilidade; Desenvolviment o rur al. 326 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: QUINT A D A FEIRA AGR OECOL ÓGICA DA UEPB Alison Gonçalves V eríssimo 212 Simão Lindoso de Souza 213 Resumo Feir as agroecológicas em ambientes acadêmicos podem contribuir par a formação de estudantes, par a a expansão ar tística e cultur al e, sobretudo, par a a apropriação destes espaços pela sociedade civil a fim de dar visibilidade às suas realidades e demandas. O objetivo centr al desta proposta é t ornar a feir a uma ferr amenta de divulga- ção/concepção/apropriação da agr oecologia em seu car áter multi- disciplinar e, ao mesmo tempo, atender aos preceit os de extensão, pesquisa no ensino superior . Com este propósito foi criada a F eira Agroecológica da Univ ersidade Estadual da Par aíba (UEPB), fruto da ar ticulação de entidades gov ernamentais, não governamentais e organizações de famílias agricult or as agroecológicas do Agr este e do Cariri par aibanos. A feir a funciona às quintas-feir as desde setem- bro de 2018 no campus I da UEPB, no município de Campina Gr ande, Par aíba. Além de promover a comer cialização da produção de siste- mas agroecológicos familiar es, opor tuniza um espaço de diálogo e integr ação cultur al entre a comunidade universitária e agricult ores, contribuindo par a uma pr ática cidadã e divulgação da Agroecologia, além de viabilizar acessos a pesquisa, formação e extensão univer- sitária. A par tir das ações desenvolvidas no decorr er da vigência do projet o, foi possível alcançar os objetivos pr opostos, tendo em vista que a feir a da UEPB agregou no mesmo espaço físico nov as iniciati- vas, como a f eir a do Coletivo de Mulher es/ Mães Empreendedor as, da Comissão de Direit o e Bem-estar Animal da UEPB e do Bazar de Livros, que atualmente são pr ojetos de extensão. A a valiação é r egu- larmente feita por t oda a equipe do pr ojeto, consistindo na realização de reuniões e visitas f eitas às propriedades das famílias agricult or as. 212 Gr aduação em Ciências Biológicas - UEPB - [email protected] 213 Pr ofessor do Departamento de Biologia- UEPB - simao@ [email protected] 327 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: São realizadas ainda, semanalmente, a valiações logo ao término de cada feir a, avaliando v endas, quais produt os são mais procur ados e o que pode ser acrescentado nas barr acas. Além de proporcionar alimentos saudá veis, a f eir a facilita o envolvimento de estudantes e servidores da UEPB, bem como se constitui como um espaço de aprendizado e tr oca de conhecimento, alcançando assim, seu prin- cipal objetivo. Palavr as-chave: Agr oecologia; Feir as; Par aíba. 328 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: CONHECENDO A TERRA QUE PLANT AMOS: TROCA DE SABERES E EXPERIÊNCIA S AGR OECOL ÓGICAS Jadson Santos Nunes 214 Alison Gonçalves V eríssimo 215 Simão Lindoso de Souza 216 Resumo O uso inadequado do solo pode lev ar ao r ápido declínio da sua fer- tilidade, resultando em consequências danosas par a a agricultura. Sistemas de produção agr oecológica adotam pr áticas que con- tribuem par a a manutenção da fertilidade do solo e para a saúde do agroecossistema. Estas pr áticas exigem tempo e mão de obra, nem sempre disponíveis pelas famílias agricult oras e podem atr a- sar a produção. Assim, o objetiv o centr al deste tr abalho foi conhecer melhor o solo e ar ticular ações de mutirões viabilizando o diálogo e a troca de saber es entre dif erentes at ores, com dif erentes per cepções e experiências agroecológicas. Nessa perspectiv a, for am realizadas 4 ações na zona rur al dos municípios de Massaranduba, Lagoa Seca e Remígio . No agroecossistema do município de Lagoa Seca foi rea- lizada uma limpeza da cacimba, comparecendo dez pessoas. Num segundo momento e na mesma r egião foi feita uma capina no plan- tio de milho, onde comparecer am onze pessoas. No sítio localizado em Massar anduba foi realizado um pr eparo de ár ea par a plantio de feijão e milho, comparecendo 5 pessoas. Por fim, no sítio localizado em Remígio, foi feit o o mutir ão de colheita de algodão e compar ece- r am 11 pessoas, sendo 3 estudantes. Os mutirões, ao mesmo tempo em que atender am às demandas mais urgentes de mão de obr a das famílias agricultor as, for talecer am laços de amizade impor tantíssi- mos no contexto agr oecológico. Assim, o projet o possibilitou a troca 214 Estudante de Gr aduação de Biologia - UEPB - [email protected] 215 Estudante de Graduação de Biologia - UEPB - [email protected] 216 Pr ofessor do Departamento de Biologia - UEPB - simao@servidor .uepb.edu.br 329 MEIO AMBIENTE ÁREA TEMÁ TICA: de saberes e experiências entr e os agricultor es, pesquisadores e estudantes sobre o manejo agr oecológico do solo e promov eu a dis- cussão e experimentação de pr áticas de manejo do solo de acordo com a realidade local. O compartilhamento de experiências, troca de sementes, for talecimento dos laços camponeses, no vas cultur as agrícolas e nov as técnicas de manejo agroecológico for am alguns dos diversos r esultados alcançados com as ações desenvolvidas dur ante os mutirões. Palavr as-chave: Agr oecologia; Par aíba; Mutirões. 336 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: a utilização de jumps, bolas, bambolês e bastões de madeira, finan - ciados pela Pró-Reit oria de Extensão, contribuindo par a uma prática diversificada. Além disso, são f eitas avaliações periódicas, que men - sur am a percepção de dor , execução de mo vimentos e r esistência física, que demonstram os avanços significativos dos par ticipantes. Uma das alunas relat ou: “Eu não conseguia mov er o br aço muito bem, agachar ou me movimentar com liber dade, mas depois que comecei aqui, tudo melhorou”. O impact o do progr ama também pro- porciona um espaço de inter ação social, contribuindo para a saúde mental dos par ticipantes, ofer ecendo uma opor tunidade de convi- vência e tr oca de experiências. A socialização promovida nas aulas ajuda a combater a solidão e a ansiedade, sentimentos comuns entre os idosos, especialmente aqueles que enfr entam luto ou isola- mento social. Conforme r elatado por uma das alunas: “Quando está- vamos de f érias me senti muito ansiosa e solitária, pois sou só eu e meu marido, e não temos filhos. Isso aqui é o que faz a gente esque - cer um pouco os problemas e sair da r otina do dia a dia ”. As aulas seguem uma metodologia formativ a, com foco no desenvolvimento contínuo das par ticipantes. Iniciam-se com 20 minutos de alonga- mentos, seguidos por exercícios destinados à tonificação muscular , à perda de peso e à melhoria do equilíbrio, t ornando mais simples a execução de tar efas cotidianas. O ambiente em grupo promo ve a socialização entre as idosas e contribui par a o bem-estar emocional. Ao término das aulas, as par ticipantes of erecem f eedbacks, que per- mitem a adaptação das atividades conforme as necessidades indi- viduais de cada uma, gar antindo atenção personalizada e respeit o às limitações, assegur ando assim um progr esso seguro e gr adual. Onde também relatam melhorias per cebidas com a pr ática regular , como a diminuição do cansaço ao realizar compr as, subir escadas e a maior facilidade em carregar sacolas. As aulas de ginástica ocor- rem às ter ças e quintas-feir as, das 13h30 às 14h30, na sala de ginás- tica do progr ama, no Depar tamento de E ducação Física da UEPB. O público-alvo é compost o predominantemente por mulheres entr e 50 e 75 anos. A pr ática de ginástica no progr ama tem trazido melhor as a qualidade de vida dos idosos, promo vendo um estilo de vida mais ativo e saudá vel. Palavr as-chave: Ginástica; Qualidade de vida; Idosos. 337 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: PERDA A UDITIV A INDUZID A POR RUÍDO EM AMBIENTES ODONTOL ÓGICOS: CONSCIENTIZAÇÃO, PREVENÇÃ O E A V ALIAÇÃ O DE RISCOS OCUP ACIONAIS Vitória Almir a Santos de Sá – UEPB 6 L uana Cammyly Ar aújo Ferr eir a – UEPB 7 Sar a Maciel Guerr a Zelaquetti – UEPB 8 Y orrana de Souza Mor eir a – UEPB 9 Alexandre Hybernon da Silv a Filho – UEPB 10 L uana de Souza Moreir a – UEPB 11 Beatriz Souza Ribeiro – UEPB 12 Bianca Suellen Timoteo da Silva – UEPB 13 Izabel Felint o de Oliveir a – UEPB 14 Julia Ellen Silva Lima – UEPB 15 Y ale Galdino de Lima – UEPB 16 José Manoel de Ar aújo T er ceiro – UEPB 17 Kamael Oliveir a Coelho – UEPB 18 Naligia Ferino Sant os – UEPB 19 Mariana de Souza Gomes – UEPB 20 Criseuda Maria Benício Barros – UEPB 21 Alexandre Cor deiro Soar es – UEPB 22 6 Autor principal, bolsista do projeto. Gr aduanda em Odontologia, Campus I, UEPB. Email: [email protected] 7 V oluntária(o). Graduanda(o) d e Odontologia, Câmpus I, UEPB 8 V oluntária(o). Graduanda(o) d e Odontologia, Câmpus I, UEPB 9 V oluntária(o). Graduanda(o) d e Odontologia, Câmpus I, UEPB 10 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 11 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 12 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 13 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 14 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 15 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 16 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 17 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 18 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 19 V oluntária(o). Graduanda(o) de Odont ologia, Câmpus I, UEPB 20 Mestre em Ensino de Ciências e Educação Matemática, Campus I, UEPB. 21 Professor a Doutora do curso de Odont ologia, Campus I, UEPB. 22 Coordenador do projet o. Mestre em Ciências Políticas, Campus I, UEPB. 338 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: Resumo Intr odução: Os cirurgiões-dentistas, diariamente, estão expostos a ruídos advindos dos equipamentos odont ológicos, podendo-se des- tacar o compressor de ar , o ultr assom periodontal e as canetas de alta e baixa rotação, dessa forma, estão expost os a riscos ocupa- cionais, como a perda auditiv a pro vocada por ruído, que tem car áter cumulativo e pode ser tempor ária ou permanente. Objetivos pro- postos: Este projet o visa a conscientização a respeito dos ruídos ocupacionais presentes no ambiente de tr abalho do cirurgião-den- tista e a promoção dos E quipamentos de Pr oteção Auditiva (EP A) par a biossegur ança auditiva, bem como a af erição dos ruídos par a av aliar o impacto na capacidade auditiva de docentes, discentes, técnicos, auxiliares e demais profissionais expostos ao ambiente odontológico. Met odologia operacional: Inicialmente for am rea- lizadas reuniões com os membr os par a introdução e nivelament o dos conhecimentos a r espeito do pr ojeto de extensão, assim como, pesquisas em bases de dados sobre o tema par a aprofundamento. A par tir do ref erencial teórico, foram f eitas discussões e a produ- ção de materiais didáticos par a distribuição no Depar tamento de Odontologia da UEPB e das Instituições de Ensino Superior (IES) par- ticipantes. Ademais, for am realizadas af erições da intensidade dos ruídos emitidos pelo ambiente e pelos equipamentos odont ológicos nas clínicas-escola de odontologia da UEPB e outr as IES com o deci- belímetro digital (HM-813). Resultados alcançados e contribuições do pr ojeto à comunidade: Orientação sobr e o risco da Per da Auditiva Induzida por Ruído (P AIR) e realização da aferição dos equipament os odontológicos nas IES, onde t odos os equipamentos ultr apassaram o nível de segur ança de 80 decibéis. Por conseguinte, foi realizado palestr a a respeit o do impacto da exposição ocupacional aos ruí- dos, de modo a promo ver a conscientização e pre venção do público, seguido da distribuição de protet ores de auricular es. Como também a contribuição à comunidade científica com a produção de relatos acerca da P AIR na odontologia, utilizando os dados coletados, bem como, o incentivo a par ticipação dos discentes em congr essos e outros e ventos. Além disso, foi r ealizado a produção de manuais de biossegur ança e divulgação de posts informativos atr avés das redes sociais, com o propósit o de alcançar tanto pessoas da área quant o além da sociedade odontológica. Palavr as-chave: P erda auditiv a; Risco ocupacional; Odontologia. 339 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: A TENÇÃO A O PORT ADOR DE DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR (D TM) E DOR OROF A CIAL – PRO JETO VINCULADO 02: A CONSELHAMENTO Larissa Per eir a Mar tins 1 , Ana Isabella Arruda Meir a Ribeiro 23 Renata de Souza Coelho Soares 24 José Per eir a da Silva 25 Resumo A Disfunção T empor omandibular (DTM) é um conjunt o de sintomas que prejudica a ar ticulação tempor omandibular (A TM) e a muscu- latur a da mastigação. Essa disfunção, por sua vez, possui etiologia complexa e multifatorial, podendo estar r elacionada às questões psicossociais, como ansiedade, estresse, depr essão e hábitos de vida. A par tir disso, este projet o de extensão promo veu, por meio do serviço de Escuta Psicológica, do aconselhamento, da psicoedu- cação e do atendimento especializado, atendiment os a por tador es de DTM e dor Or ofacial. Além disso, apresentou informações sobre as disfunções, ofer eceu materiais informativos, realiz ou webinários, aulas, capacitações e manteve um serviço de ref erência em D TM e Dor Orofacial (DOF).Sobr e a metodologia oper acional, essa exten- são Universitária prest ou assistência aos pacientes portadores de DTM que pr ocurar am a Clínica de Odontologia da UEPB-Campus I e, quando necessário, fez encaminhament os dos pacientes que preci- sar am de psicoter apia par a a clínica escola de Psicologia da UEPB - Campus I e as que necessitar am de Fisioter apia par a a clínica escola de fisioterapia da UEPB - Campus I. Houve também a disseminação de informações sobre a D TM e seus conceitos, etiologias, fat ores predisponentes, tr atamentos, entre outr os, por meio do Instagr am, 23 Depar tament o de Odontologia da UEPB- Campus I 24 Depar tament o de Odontologia da UEPB- Campus I 25 Depar tament o de Psicologia da UEPB-Campus I 340 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: aulas no Meet e Y ouT ube, ações, capacitações e produções cien- tíficas e didáticas. Quanto aos resultados alcançados, os objetivos for am cumpridos por meio do estímulo à produção científica dos docentes e discentes envolvidos, por meio de publicações online, atingindo não apenas a população de Campina Gr ande, mas de todo o Br asil, consider ando que for am utilizadas redes sociais, como o Instagr am. Neste interstício, 12 pacientes receber am atendimento interdisciplinar , e mais de 200 pessoas for am beneficiadas pelos webinários. Por fim, destaca-se que o projeto trouxe diversas con - tribuições à comunidade, visto que, for am realizados atendimentos de urgência, ações extr amuros e a elabor ação de materiais informa- tivos, que for am distribuídos para a população de Campina Gr ande e de outras regiões do país. Além disso, vários profissionais tiver am a opor tunidade de aprender mais sobr e o diagnóstico e tr atamento da Disfunção T empor omandibular e dor Orofacial atr avés das progr a- mações aber tas ao público, como os W ebinários e as capacitações. Palavr as chaves: Disfunção T emporomandibular (D TM); Extensão; Aconselhamento. 3 41 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: A EVIDÊNCIA CIENTÍFICA NO CONTEXTO D A DISFUNÇÃ O TEMPOROMANDIBULAR (D TM) E DOR OROF A CIAL Eric dos Santos Damasceno 26 Ana Isabella Arruda Meir a Ribeiro 27 Renata de Souza Coelho Soares 28 Resumo A Disfunção T empor omandibular (D TM) é um conjunto de alte- r ações que acometem a ar ticulação temporomandibular (A TM), os músculos da mastigação e as estrutur as musculoesqueléticas associadas à cabeça e pescoço, com causas multifatoriais. O pr o- jeto vinculado 06, “ A E vidência Científica no contexto da Disfunção T empor omandibular e Dor Orofacial (DOF)” faz parte do programa de extensão Atenção ao P or tador de Disfunção T empor omandibular e Dor Orofacial, pr ogr ama que envolve os cursos de odont ologia, fisioter apia, psicologia, farmácia, educação física e medicina. O pro - jeto te ve como objetivo disseminar o conheciment o técnico e cien- tífico acerca das DTM e DOF , incentivar a produção científica dos discentes, promo ver saúde e conhecimento de fácil acesso par a a população, como também construir a ideia da interdisciplinaridade. Como metodologia oper acional, foram r ealizadas ações na moda- lidade online e presencial, pr omovendo educação continuada com capacitações em diversos municípios, aulas internas e externas pelo Google Classroom, webinários pelo Y ouT ube, apr esentação de tr a- balhos científicos em congressos pr esenciais e online, além da divul - gação de informações atualizadas pelo Instagr am, por meio de post da “T erça Científica ”, r ealizando ainda a distribuição de car tilhas e folder informativos. Dessa forma, foi possível alcançar os r esultados esper ados, visto que o pr ojeto conduziu ações que pr oporcionar am 26 Depar tament o de Fisioterapia da Univ ersidade Estadual da Par aíba - UEPB 27 Depar tament o de Odontologia da Universidade Estadual da Par aíba - UEPB 28 Depar tament o de Odontologia da Universidade Estadual da Par aíba - UEPB 342 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: benefícios em âmbito acadêmico e comunitário, a par tir disso, ger ando experiências aos extensionistas, procur a aos ser viços pres- tados e informando à população comunitária acerca da D TM e DOF . Diante dos resultados obtidos, evidencia-se a importância do projeto na disseminação do conhecimento e na atuação de maneira eficaz no processo de ensino-apr endizagem dos extensionistas, mem- bros externos, profissionais da saúde e também atingindo o público comunitário. Palavr as-chave: Disfunção T empor omandibular; Evidência Científica; Promoção de Saúde. 343 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: AMBIENTES 100% LIVRE DE F A TORES QUE CONDUZEM À DEPENDÊNCIA QUÍMICA Mateus L ucas da Silva Lima 29 Alessandr a Albuquerque Pessoa 30 Clésia Oliveir a Pachú 31 Maria Salete Vital 32 Resumo No Br asil, a adicção atinge propor ções devastador as, cerca de 30 milhões de pessoas convivem com um familiar dependente químico. Observa-se que 6% da população br asileir a, ou mais de 12 milhões de indivíduos, são dependentes químicos. Esse quadro r epresenta um ver dadeiro colapso social, com milhões de famílias destruídas e a saúde pública em ruínas. A cada dia, o impacto dessa epidemia silenciosa se espalha, consumindo vidas e abalando a estrutura da sociedade de forma irre versível. Objetiv ou-se promo ver ambientes 100% livres de fat ores que conduz em à dependência química. Foi uti- lizada a problematização acer ca de fator es que conduzem à depen- dência química com estudantes do bairro de Bodocongó, Campina Gr ande, Par aíba, no período de abril de 2023 a março de 2024. Par a tanto, foi utilizada abor dagem pedagógica envolv endo diretamente os estudantes em atividades dinâmicas, como debates, oficinas e palestr as. Essas atividades propor cionar am um espaço de discussão aber ta, onde os escolares puder am refletir acerca dos efeit os físicos, psicológicos e sociais das substâncias químicas. Ao incluir temas, como a pr essão dos par es, problemas emocionais e a influência da mídia, visa propor cionar uma visão ampla e crítica dos fator es que influenciam a dependência química. Obser v ou-se que a metodologia lúdica desempenhou um papel crucial, tornando o pr ocesso de 29 Licenciatura em Ciências Biológicas / Departamento de Biologia 30 Bacharelado em Ciências Biológicas / Departamento de Biologia 31 Depar tament o de Farmácia 32 Depar tament o de Comunicação Social 344 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: aprendizagem mais acessív el e atr aente par a os jov ens. Por meio de dinâmicas e inter ações criativas, os temas delicados for am aborda- dos de forma leve, mas impactante, pr omovendo a assimilação dos conteúdos e sensibilizando acerca dos fat ores e consequências do uso de álcool, cigarro e outr as drogas. Foi possív el perceber que os estudantes começar am a adotar uma postur a mais crítica em rela- ção às suas decisões pessoais e influências externas. A intervenção realizada pr eveniu o uso de dr ogas entre os par ticipantes, além de capacitar par a a tr ansformação de suas perspectivas no ambiente escolar e relações sociais. A sensibilização propor cionada refletiu em significativa mudança de compor tamento dos estudantes, que passar am a identificar situações de risco e tomadas de decisões mais saudáveis e segur as. Pode-se afirmar que houve contribuição par a a formação de escolares sensibilizados a pr omover em ambien- tes 100% livres de fat ores que conduz em à dependência química. Esper a-se ter contribuído na formação de cidadãos críticos e prepa- r ados par a lidar com os chamamentos danosos à saúde de forma positiva, sem r ecorrer ao uso de substâncias químicas, for talecendo a comunidade escolar como um espaço de desenvolviment o saudá- vel e r esponsável. Palavr as-chave: Sensibilização; Pr evenção; L udicidade 345 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: A TIV A IDADE - ENVELHECIMENT O SA UDÁ VEL NA COMUNIDADE Lar a Stephanie do V ale souza 33 Renata Cardoso Rocha Madruga 34 V ânia Maria Oliveira de F arias 35 Resumo Introdução: O pr ojeto A tiva Idade - Envelheciment o Saudável na Comunidade é uma iniciativa de Extensão voltada par a o desenvol- vimento de atividades educativ as em saúde par a pessoas idosas. Com abordagem interprofissional, em que estudantes dos mais diversos cursos da saúde: Educação Física, Enf ermagem, Farmácia, Fisioter apia, Odontologia,Psicologia, Serviço social e Jornalismo se comprometem a tr abalhar de forma ativa e humanizada na extensão em Unidade Básica de Saúde da Atenção Primária. Objetiv os propos- tos: Pr omover a participação com protagonismo e engajamento das pessoas idosas, extensionistas e profissionais das equipes de saúde. Investir na formação de estudantes mais críticos e compr ometidos com a realidade social da comunidade. Met odologia operacional: uti- lizando uma linguagem coloquial e estr atégias lúdicas as temáticas abordadas são cuidadosamente escolhidas com a par ticipação das pessoas idosas par a refletir as experiências e desafios do envelhe - cimento, estimulando a aut onomia, a longevidade e a qualidade de vida dos par ticipantes. Por meio de met odologias par ticipativas e ativas, o pr ojeto fomenta um ambiente de apr endizado colabor ativo, em que o conhecimento é socializado e experiências são compar- tilhadas entre as pessoas idosas, extensionistas e profissionais de saúde. Os encontros, pr omovidos pelo pr ojeto, incentivam a troca de saberes, permitindo que os par ticipantes se sintam v alorizados 33 Estudante de Odontologia Campus l 34 Prof essora Dr . do curso de Odontologia do Campus l 35 Assistente social da SMS-CG e preceptor a do projeto 352 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: 2023-2024, um papel fundamental na redução do estresse e no forta- lecimento do bem-estar psicológico das crianças e de seus familiares dur ante o tr atamento. Dentr e os objetivos desta cota, evidencia-se a promoção de atividades lúdicas que estimular am o compar tilha- mento de sentiment os e emoções das crianças e de seus familiares, criando um espaço de apoio mútuo e ressignificação da experiên - cia da hospitalização. Par a isto, a equipe, composta por alunas de Psicologia, foi supervisionada semanalmente pela professor a-orien- tador a, com reuniões de estudo e planejament o de intervenções que promo vessem o bem-estar das crianças hospitalizadas e de seus familiares. Utilizando-se de mét odos como contação de histórias, atividades ar tísticas e rodas de conv ersa, as intervenções propostas buscar am propor cionar um ambiente acolhedor par a a expressão emocional e a r essignificação da experiência de hospitalização. Nos momentos em que houve escuta ativa par a os pais e responsáv eis, buscou-se for talecer os vínculos familiares e of erecer apoio emocio- nal dur ante a internação. Assim, os resultados alcançados pelo pr o- jeto incluem a pr omoção da expressão emocional das crianças, que, atr avés das atividades lúdicas, puder am ressignificar sua experiên - cia de hospitalização, reduzindo a ansiedade e incentiv ando sua par- ticipação ativa no tr atamento. A inter ação entre as crianças e seus pais ou responsá veis foi for talecida, permitindo o compar tilhament o de emoções e expectativ as e, consequentemente, solidificando os vínculos familiares. Além disso, as crianças desenvolv er am estr até- gias de enfrentament o em relação ao adoeciment o, resgatando sua autoestima e refletindo sobre o futuro. Por tanto, as ações realizadas seguir am os objetivos propost os pelo projeto e contribuír am par a a humanização da experiência hospitalar das crianças e adolescentes da cidade de Campina Gr ande – PB e das cidades circunvizinhas atendidos pelo HCA-CG, tornando-a mais compr eensível e menos tr aumática. O envolviment o das famílias nas atividades criou um ambiente de apoio mútuo, enquanto o pr ojeto of ereceu às alunas de Psicologia uma valiosa experiência pr ática, enriquecendo sua forma- ção profissional. Palavr as-chave: Brinquedoteca Hospitalar; Desenv olvimento; Saúde. 353 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: PRO JETO DE EXTENS ÃO: ESCUT A PSICOLÓGICA A OS INF ANTO/JUVENIS E EDUCADORES D A CAS A DE A COLHIMENTO INSTITUCIONAL - ESPERANÇA-PB. Maria Clar a de Ar aújo Souto Badú-UEPB Ana Beatriz Costa Xavier-UEPB Kassandr a Thay ane Silva Per eir a-UEPB Eldo Henrique Cunha de Queiro z-UEPB Profa. Dr a. Jailma Belarmino Souto-UEPB Profa. Dr a. Lígia de Aquino Gouveia-UEPB Resumo A infância e a adolescência são conceitos construídos ao longo dos processos sócios hist óricos e culturais. Construção atr elada ao sur- gimento da pr opriedade privada e da necessidade de gar antias de parentesco por motivos de tr ansmissão de herança. No entant o, nenhum decreto oriundo, ainda que de laços biológicos, é suficiente como gar antias de que um par parental cuide de sua criança até a autonomia. Há nesses pr ocessos fator es diversos, externos e internos, que impossibilitam os genitores de adotar um outr o ser , no próprio desejo. A contempor aneidade rev elou mais nitidamente essa impossibilidade singular de cada par com a sua criança. Fez-se necessário a intervenção do Estado par a assegur ar a infância e a ado- lescência sob tutela com direit os básicos gar antidos. Esta atividade de extensão ofer eceu espaço de Escuta e acolhimento às deman- das das crianças e adolescentes que estão fazendo uso da Casa de Acolhimento Institucional – Irmã L uciana – Esperança/PB, tant o quanto aos educador es da ref erida casa. Opor tuniz ou ainda, ao gr a- duando do curso de Psicologia da UEPB - Universidade Estadual da Par aíba – uma atuação junto ao público em situação de tutela esta- tal, destacando suas nuances e especificidades, situando este faz er clínico no âmbito da saúde pública e da saúde mental. Pr oporcionou também, a interlocução entre a teoria e a pr ática aplicadas à Clínica 354 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: Infanto-juv enil, à luz da teoria e ética psicanalítica, assim como a experiência de aprendizagem em espaço inter disciplinar . A discus- são sociopolítica ref erendou-se na compr eensão do conceito de infância resgatando sua criação e e volução hist órica, o percurso e as tr ansições que culminam na criança contempor ânea, ampar ada pela Lei, atr avés da criação do ECA. For am atendidas vinte e cinco crian- ças, dez adolescentes e seis funcionários. O acolhimento aconteceu por meio de oficinas lúdicas, r odas de conversa com adolescentes e funcionários, Escuta e acompanhamento clínico individual, quando se fez necessário, tant o par a as crianças e adolescentes, quanto par a os educadores que demandar am o atendimento. Constatou-se que o projet o contribuiu par a dar vo z às crianças e aos adolescen- tes dur ante esse tempo de passagem pela Casa de acolhimento. Possibilit ou que essa clientela expressasse seu sofrimento do modo que lhes foi possível, fav orecendo a elabor ação do luto das situa- ções vivenciadas, visando o enfr entamento das nov as realidades e um recomeço, mais aut ônomo e for talecido, seja de ret orno ao lar de origem, seja par a nov a vida de adoção com uma família substituta. O projet o contribuiu com os estudantes de psicologia que par tici- par am, experiência de prática pr ofissional mais r ealista e per tinente com o comprometimento profissional na atuação institucional em políticas públicas. Palavr as-Chave: Clínica infant o-juvenil; Casa de acolhimento Institucional; Escuta psicanalítica. 355 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: PEQUENOS A TLET AS, GRANDES CONQUIST A S: O IMP ACT O DO FUTSAL NA FORMA ÇÃO INF ANTIL. João Vitor Lima da Silva 51 Mysllene Duar te Lourenço 52 Edson Diego Silva Barbosa 53 Rodolfo Heckmann de F r ança Clemente e Rodrigues de Oliveir a 54 Anny Sionar a Moura Lima Dantas 55 Resumo O Progr ama LP-SEL: Labor atório Pedagógico: Saúde, Espor te e Laz er , do Depar tamento de E ducação Física da UEPB, of erece atividades focadas no futsal, abordando seus pr ocedimentos técnicos, táticos, fundamentos básicos e valor es psicossociais. O progr ama inclui treinament os específicos para goleiros e jogador es de linha, além de discussões sobre as r egr as do espor te e suas aplicações práticas. O principal objetivo é pr oporcionar uma pr ática física estruturada, baseada nos fundamentos do futsal, que pr eencha o tempo ocioso dos alunos, promov endo inclusão social, inter ação e desenvolvi- mento corpor al. As aulas utilizam uma metodologia diagnóstica e formativa, com exposições teóricas e pr áticas, permitindo uma av a- liação contínua do progr esso dos alunos e ajustando o conteúdo para otimizar o aprendizado. As sessões acontecem às terças e quintas- -feir as, nos horários de 13h30 às 14h30 e 14h30 às 15h30, no giná- sio do Depar tamento de E ducação Física. O público-alvo, composto 51 Autor - Aluno da licenciatur a em Educação Física, UEPB, e-mail: vitor [email protected] . edu.br 52 Colaborador a - Aluna da licenciatura em Educação Física, UEPB, e-mail: Duarte. [email protected] 53 Co – Aut or - Prof essor externo, colaborador , graduado em Educação Física pela UEPB 54 Co – Autor - Aluno do Bachar elado em Educação Física, UEPB, e-mail: Rodolfo. [email protected] 55 Co – A utor - Prof essor a titular do depar tamento de Educação Física, coordenador a do Progr ama LP-SEL, UEPB, e-mail: annysionara@servidor .uepb.edu.br 356 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: majoritariamente por crianças e adolescentes de 7 a 17 anos. No início do semestre, realizamos anamnese clínica, coleta de dados corpor ais e testes de agilidade e velocidade, r epetidos ao final do semestre par a avaliar a ev olução dos alunos. As atividades incluem exer cícios técnicos, táticos e lúdicos, utilizando bolas, cones, cha- péus chineses, escadas funcionais e coletes, materiais financiados pela Pró-Reit oria de Extensão. O progr ama beneficia tanto os alunos da comunidade, que têm acesso gr atuito a atividades físicas super- visionadas e de qualidade, quanto os monit ores, que ganham expe- riência prática nas ár eas despor tiva e educacional, promov endo o desenvolviment o de ambos os lados e incentivando os par ticipantes a buscarem um futur o promissor . O progr ama de futsal demonstrou um impact o significativo no desenvolviment o mot or e social das crianças par ticipantes. Um exemplo disso é observado no caso de um dos nossos alunos e é relatado por sua mãe: “Meu filho, tem se desenvolvido imensamente no futsal, tanto no aspect o motor quant o no psicológico. No início, ele chor av a muito, não sabia correr e fre - quentemente caía dur ante as aulas. No entanto, gr aças ao futsal, ele vem aprimor ando suas habilidades e, mais importante, desenvol- vendo seu lado social. É evidente o cuidado que os pr ofessor es têm com ele, e é gratificante ver o praz er que meu filho sente ao ir par a as aulas. Ele realmente gosta e se sente bem lá; em algumas oca- siões, chegou a chorar par a não voltar par a casa. A par ticipação no progr ama tem sido um aprendizado gigante par a ele. Embor a ainda tenha muito a desenv olver ”. P ode-se destacar a notável ev olução dos alunos, especialmente daqueles que frequentar am o primeiro hor ário, com melhorias visíveis na frequência e um maior engaja- mento nas atividades. O futsal mostrou -se uma ferr amenta eficaz par a o desenv olvimento de habilidades físicas e sociais, promo vendo a par ticipação ativa e o compr ometimento dos alunos. A troca de experiências entre pr ofessor es e estudantes foi fundamental, resul- tando em av anços concretos nas habilidades espor tiv as ao longo do semestre. Esse pr ocesso de aprendizado contínuo enriqueceu tanto a pr ática despor tiva quanto a inter ação social dos alunos. Palavr as-chave: F utsal; Educação física; Inclusão social. 3 57 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: CUIDADO F ARMACEUTICO NO MANEJO DE P ACIENTES IDOSOS Chirlane Alves Sant os - UEPB 56 Laysa Kailanne Pachêco Gomes Pinho - UEPB 57 Maria do Socorro Ramos de Queir oz - UEPB 58 Resumo O crescente aument o da população idosa no Br asil ocorreu a par tir da modernização e desenvolviment o de nov as tecnologias e melho- res condições de vida e de saúde, que possibilitar am à população uma maior expectativa de vida, contudo, com a senescência ocorr e o aumento das alter ações cognitivas e fisiológicas que promov em consequentemente o tanto do númer o de patologias quant o do número de medicament os, resultando em pacientes polimedicados e/ou fazendo uso de Medicament os Potencialmente Inapr opriados par a Idosos (MPII). Esse estudo teve como objetiv o m onitor ar o uso de medicamentos por idosos atr avés da intervenção farmacêutica. T r atou-se de uma pesquisa documental, com abor dagem quantita- tiva e descritiva que aconteceu no período de fe vereir o a setembro de 2023, na Instituição de Longa Permanência par a Idosos (ILPIs), Lar Doce Lar Arruda Cruz, em Campina Gr ande-PB. As variáv eis inde- pendentes abr anger am sociodemogr áficas, clínicas, físicas e farma - coter ápicas. Os MPII for am av aliados pelo Consenso Brasileir o de Medicamentos P otencialmente Inapropriados par a Idosos (CBMPII). Dos 26 idosos inseridos na pesquisa, 61,54%, er am do gênero mascu- lino, a faixa etária de 70 a 79 anos teve maior incidência e 92,32% não tinham companheiro (a). F oi observado que 53,92% apresenta vam algum tipo de incapacidade, sendo a motor a com 30,88%. Quanto às patologias apr esentadas, os tr anstornos mentais for am mais 56 Bolsista, Depar tamento de F armácia 57 Colaborador a, Depar tamento de F armácia 58 Coordenador a, Depar tament o de Farmácia 358 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: registr ados. Ficou confirmado que 46,08% dos idosos er am indepen - dentes par a desempenhar as suas funções diárias. Observou-se que 4 (15,36%) da amostr a não utilizavam medicament os, a polifarmá- cia foi registr ada em 6 (23,04%) das prescrições, inter ações medi- camentosas em 4 (15,36%) e de acor do com os critérios do CBMPII, em 14 prescrições (53,92%) for am encontrados MPII, r epresentados em 7 classes farmacológicas, sendo destacados benzodiaz epínicos e antipsicóticos. Diante de todos os err os identificados, foi neces - sário aprimor ar a qualidade da farmacoter apia dos idosos residen- tes em ILPI, por tanto, intervenções farmacêutico-paciente-cuidador for am realizadas par a resolver os problemas identificados visando melhor ar a eficácia do tr atamento medicamentoso. Com a realiza - ção deste projet o foi possível contribuir par a uma melhor qualidade de vida dos idosos, porque os err os relacionados aos medicament os for am corrigidos e consequentemente houve melhor contr ole pres- sórico e glicêmico, evitando assim agr avos à saúde. Palavr as-chave: A tenção Integr al à Saúde do Idoso; Polifarmácia; F armacoter apia. 359 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: D ANÇA: O RITMO COMO MECANIS MO INTEGRA TIVO E DE MELHORIA DOS INDICADORES DE EQUILÍBRIO Rodolfo Heckmann de Fr ança Clemente e Rodrigues de Oliveir a - UEPB 59 Anny Sionar a Mour a Lima Dantas - UEPB 60 Resumo O Progr ama LP-SEL (Laborat ório Pedagógico: Saúde, Espor te e Lazer) faz par te da r otina do Depar tament o de Educação Física da UEPB desde 2004 ofer ecendo atividades voltadas a população em ger al, tendo surgido como forma de inser ção das comunidades cir- cunvizinhas às pr áticas corpor ais e de espor te, além de permitir aos discentes a vivência de atividades supervisionadas relacionadas à docência de forma dinâmica e efetiv a. A modalidade de danças se insere de forma cotidiana na vida do aut or pelo especial interesse e identificação com a modalidade, tanto da prática quanto da con - dução de aulas. De todas as 23 alunas matriculadas, 17 possuem mais de 56 anos, tendo relat os de quedas e perda da aptidão física do equilíbrio, de modo que foi necessária a adequação dos planos de aulas enquanto estudante-extensionista par a permitir o traba- lho contínuo de melhoria dos indicadores de equilíbrio das alunas, sabendo que o envelheciment o um fator biológico que, em r egr a, atua como debilitante das capacidades motor as humanas. Ao iden- tificar a ele vada demanda por par te dos pr aticantes, foi proposta a av aliação física de forma mais completa e dentro do que disponível no depar tamento de educação física. Par a tanto, foi escolhida a ava- liação utilizando por Escala de Equilíbrio de Ber g (EEB), o T este de Alcance Funcional Anterior (T AF), o teste “ timed up and go ” (TUG). Dur ante duas semanas houve a av aliação das pr aticantes que acei- tar am aderir a av aliação, que não possui car áter invasivo e possuem 59 Autor - Discente do Bachar elado em Educação Física. Universidade Estadual da Par aíba – UEPB. [email protected] 60 Coautora - Pr ofessor a Especialista titular do Depar tamento de Educação Física. Universidade Estadual da Par aíba – UEPB. annysionara@servidor .uepb.edu.br 360 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: metodologia específica em cada uma delas. A avaliação das alunas em questão ocorreu em dois moment os: o primeiro pela a valiação dos testes que ser á repetido ao fim da inter v enção; o segundo, a apli - cação de um questionário que repetido após 6 (seis) semanas e ao fim da inter venção que contendo questões relacionadas a satisfa - ção e sociabilização. Como resultados par ciais, foi possível observar que em 93% das alunas, houve variação positiv a na autoper cepção de equilíbrio, ao passo em que 7% mostrou não ter em percebido a ref erida variação, quant os aos índices de satisfação, houve como resposta a per cepção de melhoria em cerca de 97%, que aponta- r am perceber melhor r elação com outros alunos. Assim, ainda que a rea valiação completa ocorr a em momento posterior , foi possível identificar que a intervenção específica pós-avaliação trouxe ef eitos positivos nos indicadores de equilíbrio par a as alunas trabalhadas, de modo que sugere-se a manutenção das a valiações com as r eferi- das metodologias como mecanismos de a valiação motor a, melhoria da qualidade de vida e redução dos indicador es de quedas e per- cepção de equilíbrio em ger al, além de agregar plataformas dispo- níveis dentr o da estrutur a da universidade como a estabilometria desenvolvida pelo NUTES-UEPB, bem como de expandir o método de av aliação par a outr as modalidades do progr ama, atingindo maior número de par ticipantes. A intervenção em questão tr az ainda como circunstância a r elevância do Pr ogr ama par a a comunidade em ger al, inserindo-se como instrumento de melhoria dos indicador es de satisfação e sociabilização, mostr ando a elev ada rele vância da modalidade e do progr ama para a UEPB e a comunidade, atingindo melhores r esultados e maiores públicos. Palavr as-chave: Danças; E quilíbrio; Satisfação e sociabilização. 361 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: DIREITO À S AÚDE: UMA QUEST Ã O DE CIDADANIA Débor a Dantas de Oliveir a 61 Maria Vitória da Silv a Ribeiro 62 Clésia Oliveir a Pachú 63 Resumo A Constituição Feder al determina como garantia fundamental o direit o à saúde, cabendo observar a universalidade, equidade e inte- gr alidade. Já, ar tigo 196 assegur a o Estado como agente de direito, encarregado da obtenção da saúde por meio de políticas sociais. Nesse sentido, o Br asil apresenta 200 mil mor tes anuais em decor- rência do tabagismo e 12,5% da população sofr e com o uso descon- trolado do álcool. Em consequência ao uso, aumentam os gast os públicos envolvendo doenças r elacionadas ao tabaco, similar ao alcoolismo, motivador de doenças como hepatite alcoólica, cirr ose e gastrite. Objetivou-se pr omover o dir eito à saúde por ser uma ques- tão de cidadania. Na presente intervenção foi utilizada a met odologia ativa, pr oblematização, no tocante ao dir eito à saúde entr e usuários de drogas de um equipament o de saúde voltado ao tr atamento da adicção na Par aíba, no período de abril de 2023 a mar ço de 2024. A primeir a etapa, fez-se a abor dagem social e histórico de iniciação ao consumo de drogas lícitas e ilícitas. Em seguida, r ealizou-se rodas de conversa, jogos, dinâmicas e musicalidade par a visualização da per- cepção dos assistidos acerca do álcool, cigarr os e ilícitos. O direit o à saúde no Br asil, apesar da vasta política de controle ao uso de drogas lícitas, visualizadas tant o na legislação quanto nos pr ojetos sociais, o uso dessas substâncias vem aumentando, principalmente, na adolescência. Este fato causa desarmonia na discussão do dir eito à saúde proposta pela Constituição, pois a liber ação e o uso precoce dessas substâncias, a médio-longo pr azo, tr ará sérios pr oblemas de 61 Acadêmica de Enfermagem, Universidade estadual da P ar aíba. 62 Acadêmica de Fisioterapia, Univ ersidade estadual da Par aíba. 63 Doutor a do Depar tament o de Farmácia, Univ ersidade estadual da Par aíba. 368 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: ESTRA TÉGIAS P ARA MELHORIA DAS CAP ACID ADES MOT ORAS P ARA CRIANÇAS DO PR OGRAMA LP-SEL NA MOD ALIDADE DE L UT AS L ucas Gabryel da Silva Holanda (Aut or) 73 Axel Rille y Mir anda de Brito Silv a (Coautor) 74 Isaac Batista Oliveir a (Coautor) 75 Rayssa K etyllin Nascimento De Andr ade (Coautor) 76 Rodolfo Heckmann de Fr ança Clemente e Rodrigues de Oliveir a (Coautor) 77 Anny Sionar a Mour a Lima Dantas (Coautor) 78 Resumo A luta é uma atividade pr aticada desde a pré-hist ória, inicialmente como uma questão de sobreviv ência. Com o passar dos anos, evo- luiu par a um entreteniment o nos coliseus e hoje é vista como uma forma de laz er . Neste sentido, a luta contribui para a autoconfiança, formação de valor es e serve como uma maneira de aliviar o estr esse do cotidiano, e, dentro do pr ogr ama LP-SEL no Depar tamento de Educação Física - UEPB, tem como objetiv o a iniciação espor tiva. Atr avés do judô, é aplicado ensinamentos não somente das técnicas da luta mas também par a tr abalhar o desenvolviment o motor das crianças par ticipantes da modalidade. Ao longo dos anos, a forma como as crianças inter agem com o ambiente mudou bastante, 73 Discente do curso de Bacharelado em Educação Física no depar tament o de educação física da UEPB - [email protected] 74 Discente do curso de Bacharelado em Educação Física no depar tament o de educação física da UEPB - [email protected] 75 Discente do curso de Bacharelado em Educação Física no depar tament o de educação física da UEPB - isaac.oliveir [email protected] 76 Discente do curso de Bacharelado em Educação Física no depar tament o de educação física da UEPB - r [email protected] 77 Discente do curso de Bacharelado em Educação Física no depar tament o de educação física da UEPB - rodolfo.r [email protected] 78 Docente titular do curso de Bacharelado em Educação Física no Depar tament o de Educação Física da UEPB - annysionar a@ser vidor .uepb.edu.br 369 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: principalmente devido à ev olução tecnológica, que tem reduzido a pr ática de atividades físicas básicas. Além do mais, dentro de sala observamos que existia uma gr ande dificuldade para realização das atividades propostas devido ao déficit no desenvolvimento motor . Sendo assim, o foco das atividades desenvolvidas er am para esti- mular o desenvolviment o das capacidades motor as. Diante do exposto, desenv olvemos uma metodologia de ensino para tr abalhar o reper t ório motor r ealizando uma mescla de atividades técnicas do judô como amor tecimento de quedas, golpes como: osot ogari e ippon , além disso criamos um circuito, com objetiv o de desenvolver as capacidades motor as. Dentro do circuit o, for am realizadas ativi- dades visando a variedade de mo vimentos, desenvolviment o neu- romuscular , adaptação, versatilidade e fortalecimento de membros superiores e inf eriores com o objetiv o de desenvolver o r eper t ório motor , e ao decorrer das aulas, conforme a e volução das crianças, focamos na expansão do reper t ório motor atr avés do tr einamento multifuncional com progr essão gr adual. As aulas são divididas em 4 momentos, onde no primeir o momento é r ealizado o alongamento e mobilidade, já no segundo momento é dado início a par te teórica e logo em seguida a pr ática do judô. Em seguida, o ápice da aula consiste no momento do desenv olvimento do cir cuito, pois é onde as crianças executa vam as técnicas do judô em conjunt o com exer- cícios multifuncionais tendo como pilar exercícios como: padr ões de locomoção, moviment os pliométricos e de saltos, mudança de direção, mo vimentos invertidos e de equilíbrio, coordenação óculo- -manual e óculo-podal. Ao longo da intervenção, podemos observar crianças que antes não conseguiam realizar atividades simples como pular cor da e sentiam uma gr ande dificuldade ao realizar atividades de dupla tarefas, conseguindo r ealizar as atividades normalmente. Ao final, tem sido possível obser v ar melhora em relação às dificulda - des das crianças pois tiver am uma evolução consider ável em t odos os aspectos mot ores, as quais também for am notadas pelos pais e responsá veis, os mesmos relatar am ter percebido uma gr ande ev o- lução em suas atividades básicas como: correr , saltar e equilíbrio, e também relatar am que as crianças estão mais concentradas e obedientes. Além de uma gr ande ev olução motor a, foi notado uma evolução de cunho social pois as crianças estão mais par ticipati- vas, r espeitosas e empáticas. Portanto, é notório que os r esultados 370 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: for am expressiv os, atr avés de uma intervenção de 9 meses, logo, re vela os resultados par a a comunidade, que é o desenvolvimento motor , socialização, e lazer . Palavr as-chave: Judô; Desenv olvimento mot or; Socialização. 371 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: GRUPO DE AUT OCUIDADO APOIADO À PES SOA IDOS A COMO ESTRA TÉGIA P ARA A PREVENÇÃO E MANEJO DE DOENÇAS CR ÔNICAS Hellen Anaídh de Oliveir a 79 Ellen Cristina Cordeir o Lima 80 L uana Karla Barbosa Liber al 81 T âmara Larryanne Costa Mor ais 82 Prof. Dr . Carlos Jordão de Assis Silv a 83 Resumo Introdução: As Doenças Cr ônicas Não T r ansmissíveis (DCN T) for- mam o grupo de doenças mais incidentes nas pessoas idosas. Por tant o, visando a promoção da saúde e do bem-estar , há uma necessidade de educar essa população o autocuidado par a pre- venção e manejo das DCN T , e diminuição de suas complicações. Objetivos Pr opostos: Pr omover o aut ocuidado apoiado de pessoas idosas com doenças crônicas. Met odologia oper acional: Nas pri- meir as etapas do projet o, no processo de planejament o e busca ativa, as ações se iniciar am com visitas técnicas à Clínica Escola de Enfermagem da Univ ersidade Estadual da Par aíba (UEPB), onde for am discutidas parcerias e r ecursos disponíveis com a equipe mul- tidisciplinar . Dessa forma, foram ex ecutadas outr as ações como: elabor ação do cronogr ama de atividades, processo de seleção de alunos extensionistas e reuniões, além da divisão dos grupos par a realização de atividades. Ademais, r ealizou-se visita ao grupo de idosos do território, onde houv e o acolhimento da população alvo atr avés da apr esentação do projeto, seus objetivos, par ticipação 79 Acadêmica em Enfermagem – UEPB. 80 Acadêmica em Enfermagem – UEPB. 81 Acadêmica em Enfermagem – UEPB. 82 Enfermeir a gr aduada pela UEPB – Colabor adora do pr ojeto. 83 Coordenador do projet o e prof essor do depar tament o de Enfermagem – UEPB. 372 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: dos integr antes, discussão sobre as datas e horários das oficinas, além de um momento destinado à esclar ecer dúvidas sobre a imple- mentação das ações, consider ando as necessidades individuais dos par ticipantes. Resultados alcançados: A par tir das ações desen- volvidas, foi possível estabelecer vínculos com a Clínica Escola de Enfermagem da UEPB e com a Equipe da A tenção Primária à Saúde do território, assim como os par ticipantes do grupo de idosos do bairro. Estas conex ões propor cionar am aos discentes integr antes do projet o a opor tunidade de vivenciar e tr ocar experiências enri- quecedor as. Dessa forma, após a visita de acolhimento ao grupo de idosos do território, for am identificadas dificuldades em relação à implementação das atividades planejadas, especialmente um cho- que de hor ários entre o grupo de pessoas idosas e disponibilidade de hor ário dos extensionistas (devido a gr ade de disciplinas do curso de enfermagem), e videnciando a necessidade de ajustes na progr a- mação das ações e busca de possibilidade de outros hor ários para as ações. Com isso, estuda-se a possibilidade de integr ar um novo grupo de idosos com compatibilidade de hor ário com a disponibi- lidade de hor ários, buscando uma maior flexibilização para os alu - nos extensionistas. Essa estr atégia tenta otimizar a execução das atividades, gar antindo que as necessidades da população alvo do território sejam atendidas. Contribuições do pr ojeto à comunidade: O projet o contribui par a a apro ximação entre os discentes e as pessoas idosas da comunidade. Além disso, atua ativamente par a fornecer a esta população informações válidas sobre aut ocuidado, saúde e bem-estar . Espera-se que estas pessoas idosas não ape- nas aumentem o seu conhecimento a r espeito destes temas, mas também apliquem na pr ática o conhecimento adquirido atr avés do gerenciament o da sua saúde de forma independente, adotando hábitos saudá veis que resultar á em uma melhor qualidade de vida. Palavr as-chave: Enf ermagem Geriátrica; Educação da População; Aut ocuidado. 373 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: HORT A S ESCOLARES: PROMO VENDO A CONSCIÊNCIA AMBIENT AL, A REEDUCAÇÃ O ALIMENT AR E A SA ÚDE BUCAL Ihhay anna Guilherme de Amorim 84 João Victor do Nasciment o Arcanjo 85 Ana Rute Nascimento Mar ques 86 Alícia Gouveia Melo de Brito 87 T amyres da Silva 88 Sandr a Aparecida Marinho 89 Resumo Os hábitos alimentar es desenvolvidos por uma criança desde os pri- meiros anos de vida determinar ão sua saúde futura. Deste modo, são imprescindív eis intervenções educativas no tocante à alimentação junto ao público infantil que, na gr ande maioria das vezes, apresenta hábitos alimentar es inadequados, como altas ingestões de açúca- res e gor dur as satur adas. Este projet o teve por objetiv o estimular as crianças de escolas públicas municipais da cidade de Ar aruna a terem consciência ambiental, a desenvolv erem hábit os alimentares saudáveis, além de pr omover a pre venção da saúde bucal infantil. O projet o consistiu na realização de intervenções semanais em duas escolas municipais de Educação Infantil, por meio de plantio de uma hor ta orgânica, palestr as educativas, atividades lúdicas e escov ação supervisionada. Em 2023, o projeto atendeu 54 crianças de quatr o a seis anos de idade, estudantes das escolas municipais Rita Nunes e Marizete de Ar aújo Bezerr a, ambas localizadas no centro de Ar aruna. 84 Curso de Odontologia, Campus VIII - UEPB 85 Curso de Odontologia, Campus VIII - UEPB 86 Curso de Odontologia, Campus VIII - UEPB 87 Curso de Odontologia, Campus VIII - UEPB 88 Curso de Odontologia, Campus VIII - UEPB 89 Curso de Odontologia, Campus VIII - UEPB 3 74 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: Na escola Rita Nunes, as hor tas for am confeccionadas no canteiro próprio da escola e na escola Mariz ete, em garr afas pet , em uma hor ta vertical. Houve plantação de sementes e mudas de tomate cereja, pimentão, alface, couv e, tomate, hor telã, salsinha, manjericão e mor ango, com par ticipação ativa das crianças. As frutas e v erdur as colhidas for am utilizadas na merenda escolar das mesmas. F or am realizadas também palestr as sobre a impor tância de uma alimen- tação mais saudável, rica em nutrientes, e r ealização de atividades lúdicas com incentivo da reciclagem de materiais par a confecção de brinquedos. Foi também r ealizada a distribuição de 54 kits de higiene bucal da Colgate e escovação supervisionada das crianças. Houve gr ande colaboração das dir etor as (n=2), professor as (n=3) e funcionários (n=4) das escolas envolvidas. Este projet o apresenta gr ande rele vância social, por permitir uma educação integr al para as crianças, mostr ando-as impor tância do meio ambiente, ensinando a reciclagem de materiais e demonstr ando que alimentos saudáveis são saborosos. A obtenção de uma boa saúde bucal das crianças foi alcançada por meio de escov ação supervisionada e orientações de higiene e demais medidas pre ventivas. O pr ocesso par ticipativo propor cionado por este projet o, em que crianças, pais, prof essores e funcionários envolvidos inter agem diretamente nas atividades propostas, faz com que o conhecimento adquirido seja solidificado, de modo que as mudanças alimentares e compor tamentais sejam alcançadas e ampliadas também par a for a do ambiente escolar . Palavr as-chave: Nutrição da Criança; Saúde Bucal; Saúde da Criança. 375 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: INTERVENÇÕES F ARMA CÊUTICAS A USUÁRIOS DE PSICOF ARMÁ COS NO SISTEMA ÚNICO DE SÁUDE Clar a Polyanna Bernar do Mouzinho - UEPB 90 Maria Catarina do Nascimento Alv es - UEPB 91 Maria do Socorro Ramos de Queir oz - UEPB 92 Resumo Psicotrópicos ainda repr esentam uma significativa parcela dos fármacos prescrit os na atenção básica, porém uma boa par te dos usuários faz uso de maneir a inadequada desses medicamentos, até mesmo sem a real necessidade. Nesta perspectiv a, surge no cená- rio o serviço farmacêutico na Unidade Básica de Saúde, na figur a do profissional farmacêutico par a promover o uso r acional de medi - camentos, bem como sugerir intervenções quando necessário. O objetivo deste estudo foi r ealizar o acompanhamento farmacoter a- pêutico e intervenções necessárias a pacientes que fazem uso de psicofármacos. T r atou-se de uma pesquisa de campo, de natur eza aplicada, com abordagem quantitativ a, sendo um estudo documen- tal e descritivo que tev e início após a apro vação do Comitê de ética. Foi realizado na Farmácia Municipal que fica localizada no hospi - tal Maria do Carmo Amorim Navarr o, município de F agundes-PB. Par ticipar am do referido estudo t odos os usuários de psicofárma- cos que recebem seus medicament os atr avés do Sistema Único de Saúde. For am incluídos nesta pesquisa todos os usuários de psico- fármacos que aceitar am par ticipar da pesquisa. Par a os menores de 18 anos os pais for am os responsá veis pelas informações e também for am os orientados a como realizar o melhor acompanhament o ao menor . T odas as análises for am realizadas com o auxílio do software Statistics versão 7.0. Observou-se pre valência do gênero f eminino 90 Bolsista, Depar tamento de F armácia 91 Colaborador a, Depar tamento de F armácia 92 Coordenador a, Depar tament o de Farmácia 376 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: (63%), a faixa etária mais presente foi a de adult os de 50-59 anos (31%), foi possível observar que 71 (93%) dos indivíduos tinha como prescrit or inicial o psiquiatr a e 47 (62%) tinha como subsequente a clínica médica. Observou-se que os estimulantes combinados com depressor es (42%) for am os mais frequentemente pr escritos, segui- dos pelos depressor es isolados (37%) e, por último, pelos estimu- lantes isolados (13%). Dos entre vistados 68 (89%) consider ar am que houve uma melhor a, porém, 8 (11%) não considerar am resulta- dos satisfatórios. No que tange às Intervenções F armacêuticas, no decorrer da pesquisa, foi necessário r ealizar 19 (25%), sendo as mais frequente farmacêutico-paciente, composta por aconselhament os, tendo como objetivo pr oporcionar informações rele vantes acer ca da saúde, hábitos de vida e ter apia medicamentosa. Constatou-se que o compromisso contínuo do farmacêutico no acompanhament o dos pacientes em tr atamento é um fat or determinante par a o sucesso do tr atamento medicament oso, sendo essencial destacar que a contri- buição do farmacêutico na equipe de saúde visa promov er a assis- tência farmacêutica par a alcançar resultados ter apêuticos mais eficazes. Palavr as-chave: T ranst ornos Mentais; Assistência F armacêutica; Saúde Mental. 377 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: PESQUISA DE PR OT OZO ÁRIOS EM LESÕES PERIODONT AIS DE P A CIENTES A TENDIDOS EM CLÍNICA DE ODONTOL OGIA DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA Vitória Nathalia Alv es do Nascimento 93 Laryssa Carla da Silva 94 Saulo T eix eir a Duarte 95 Camila Paiva Soar es 96 Nay ar a Blenda 97 Maria do Socorro Rocha Melo P eixot o 98 Resumo A periodontite é uma doença bucal car acterizada por causar uma inflamação gengival, constituída por um conjunto de alter ações que são produzidas por bactérias pr ovenientes da placa subgengiv al, sendo essa inflamação uma por ta de entrada par a colonização de micror ganismos opor tunistas, como bactérias, vírus e prot ozoários. Dur ante a elabor ação do projet o de pesquisa, constatou-se que as pesquisas envolvendo pr otozoários na ca vidade or al são limitadas, sobretudo, no que se r efer e à patogenicidade. P or tanto, esse estude teve como objetiv o determinar a pre valência desses pr otoz oários em pacientes por tadores de lesões periodontais que r ecorrer am aos serviços odontológicos prestados pela clínica escola do depar- tamento de odont ologia de uma universidade pública da P ar aíba. Além disso, buscou-se realizar um compar ativo entre o apareci- mento desses par asitas nas lesões e as questões socioeconômicas 93 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Campina Grande, PB, Br asil. vitoria. [email protected] 94 Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), Campina Grande, PB, Br asil. 95 Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), Campina Grande, PB, Br asil. 96 Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), Campina Grande, PB, Br asil. 97 Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), Campina Grande, PB, Br asil. 98 DF - CCBS - Universidade Estadual da Par aíba (UEPB), Campina Gr ande, PB, Br asil. 384 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: MOMENTO CIENTÍFICO: A REDE SOCIAL COMO FERRAMENT A DE DIVUL GAÇÃ O CIENTÍFICA Letícia F arias de Macêdo - UEPB 113 Airlla Laana de Medeiros Ca valcanti – UEPB 114 Bolívar Ponciano Goulart de Lima Damasceno – UEPB 115 Resumo A Política de Ciência e T ecnologia (PC T) no Br asil visa promov er av anços científicos, tecnológicos e melhorar a qualidade de vida da população. No entanto, ainda existem desafios relacionados à falta de investimentos, desigualdade no acesso ao conhecimento e dificul - dades na disseminação de informações científicas para a sociedade e pesquisadores. As mídias sociais, como o Instagr am, tornar am-se ferr amentas impor tantes para a divulgação de conteúdos científicos de forma clar a e acessível, facilitando o entendiment o sobre ino va- ções e tecnologias emergentes. O pr ojeto te ve como objetivo disse- minar , por meio do Instagr am, temas como inovação tecnológica, patentes, sistemas de liber ação de fármacos e nanotecnologia, uti- lizando uma linguagem simples e didática. For am definidos temas específicos e convidados pesquisadores qualificados par a discutir esses tópicos em tr ansmissões ao vivo ( lives ). As lives alcançar am um público amplo, com até 600 visualizações, e promov er am inter a- ção ativa por meio de per guntas e comentários. Além das transmis- sões, for am realizados encontr os presenciais entr e os par ticipantes do projeto par a discutir pr ojetos científicos, como o desenvolviment o de cur ativos poliméricos e filmes poliméricos. Metodologia: O projeto 113 Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Depar tamento de F armácia, Labor atório de Desenvolviment o e Caracterização de Produtos F armacêuticos (LDCPF). 114 T écnico em Labor atório - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Depar tament o de Farmácia, Labor atório de Desenvolvimento e Car acterização de Produt os Farmacêuticos (LDCPF). 115 Professor Dout or - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Departamento de Farmácia. 385 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: foi conduzido no Labor atório de Desenv olvimento e Car acterização de Produt os F armacêuticos (LDCPF) da UEPB. As reuniões for am organizadas com o coor denador e alunos da gr aduação e pós-gr a- duação, além de palestr antes convidados. As tr ansmissões ao vivo for am divulgadas nas redes sociais dos participantes e do labor ató- rio. Os materiais utilizados incluír am computadores, celulares com câmer as de boa qualidade e conexão de internet estáv el. O projet o alcançou um público amplo atr avés do Instagr am, promov endo a inter ação e o diálogo sobre temas importantes para a ciência e tecno- logia farmacêutica. Além das tr ansmissões ao vivo, for am realizadas apresentações entr e os alunos, estimulando a troca de conhecimen- tos sobr e temas como nanotecnologia e sistemas de liberação de fármacos. O conteúdo disseminado ajudou tanto o público ger al quanto os alunos env olvidos a aprimor ar seu entendimento sobre as tecnologias emergentes na ár ea. As contribuições do projet o par a a comunidade for am evidentes na ampliação do acesso à informação científica, na promoção de discussões qualificadas e na integração entre a academia e a sociedade por meio de uma plataforma digital acessível. O uso estr atégico das redes sociais demonstrou ser uma ferr amenta eficiente na disseminação de conheciment os científicos, propor cionando maior visibilidade às pesquisas e apro ximando a ciência da população. Palavr as-chave: Conheciment o científico; Redes sociais; Inovação. 386 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: MOVIMENT O CEREBRAL: A DANÇA COMO FERRAMENT A TERAPÊUTICA NA SA ÚDE MENT AL Jéssica Cristina dos Santos Andr ade 116 Júlia da Cruz Guimar ães 117 Julya Gabriella Abr antes Marçal 118 Maria Nadhine da Silva Vieir a 119 Stephany Kelly de Souza Nasciment o 120 Rodolfo Heckman de Fr ança Clemente e Rodrigues de Oliveir a 121 Anny Sionar a Mour a Lima Dantas 122 Edson Diego Silv a Barbosa (Co-Autor) Resumo O LP- SEL: Labor atório pedagógico de saúde, espor te e laz er , voltado par a pr áticas espor tivas e de laz er , tem como objetivo incentivar a ini- ciação espor tiva, melhor ar a qualidade de vida e promov er a diversão. O LP-SEL conta com diversas modalidades, sendo uma delas a dança. Comumente reconhecida como expr essão ar tística, vem ganhando destaque no campo ter apêutico, principalmente no tr atamento neur o- lógico. O moviment o cerebr al conceitua a relação entre atividade física e o cognitivo, explor ando como a dança pode atuar como ferr amenta ter apêutica. Atr avés do moviment o corpor al, os indivíduos conectam corpo e mente, facilitando a regulação emocional atr avés da união 116 Autor a - Bolsista da modalidade de dança do LP-SEL / Curso de Bacharelado em Educação Física 117 Co-Autor a - Voluntária da modalidade de dança do LP-SEL / Curso de Bachar elado em Educação Física 118 Co-Autor a - Voluntária da modalidade de dança do LP-SEL / Curso de Bachar elado em Educação Física 119 Co-Autor a - Voluntária da modalidade de dança do LP-SEL / Curso de Bachar elado em Educação Física 120 Co-Autor a - Voluntária da modalidade de dança do LP-SEL / Curso de Bachar elado em Educação Física 121 Co-Aut or - Coordenador auxiliar do progr ama LP-SEL / Curso de Bacharelado em Educação Física 122 Coordenador a - Professor a Especialista Titular do Departamento de Educação Física 3 87 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: com abordagens ter apêuticas tradicionais, facilitando caminhos dif e- rentes par a a recuper ação do bem-estar psicológico. Ao explor ar as evidências e r elatos, é possível compr eender o impacto positiv o que a dança tem na saúde mental, destacando seu potencial tr ansformador na vida de pessoas que enfrentam desafios psicológicos. As aulas dentro do pr ogr ama LP-SEL funcionam em dois hor ários, o primeiro (07:30 ás 08:30) corresponde a turma adulta, englobando mulher es na faixa dos 40 aos 70 anos; responsá veis pelos relatados abor dados. As aulas ocorrem atr avés de uma met odologia que visa à comum par- ticipação e a promoção do bem-estar e aut oestima, auxiliando no tr a- tamento cer ebr al e dos possíveis tr anstornos psicológicos. A turma adulta inicia atr avés de uma r otina de alongamento par a prepar ar o corpo e ajudar a tr azer o foco par a a aula; tendo em consideração que apresentamos alunas com tr anstornos diagnosticados ou com sintomas ainda não enquadr ados, fatores que podem af etar sua capa - cidade de concentr ação. Após o alongamento damos inicio a aula de danças em si, sempre r ealizando uma ondulação na intensidade da aula atr avés da per cepção de ritmo de cada música, dessa forma todas as alunas r ealizam os moviment os pedidos de maneir a satisfa- tória. Nas aulas há músicas que as r elembrem o seu tempo de juven - tude das alunas e ritmos nov os que as façam se sentirem únicas e donas de toda sua aut oestima, auxiliando no tr atamento dos tr anstor- nos mentais. Com a aplicação de uma hor a de aula, sendo realizadas duas vezes por semana, as alunas passar am a fornecer relat os sobre a impor tância do projet o e em como se sentem acolhidas dentro desse espaço. Aquelas que relatar am ter transt ornos como ansiedade e depressão, bem como sint omas associados, falar am sobre o quanto as aulas da modalidade contribuír am par a a diminuição da recorr ên- cia de crises e até mesmo no autoconheciment o par a controlar em suas sensações dur ante algum gatilho. Sendo assim, a existência do progr ama é de grande importância, pois contribui diretamente para a formação completa dos integr antes, promo vendo o bem-estar físico, emocional e social. A modalidade ofer ece um espaço de expressão corpor al, inclusão e inter ação, ampliando as possibilidades de desen- volviment o humano. Ademais, a continuidade do progr ama for talece a saúde coletiva, cria uma cultur a de hábitos saudáveis e pr omove a integr ação da comunidade acadêmica e externa, estimulando tanto o lazer quant o o aprendizado. Palavr as-chave: Dança; Mo vimento; T ranst ornos Mentais. 388 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: MUSCULAÇÃ O E ENVELHECIMENTO HUMANO: RELA TO DE TRANSFORMAÇÕES NA QUALID ADE DE VIDA, EM AL UNA DA TER CEIRA IDADE NO PROGRAMA DE MUSCULAÇÃ O LP – SEL Kaylane Karla Barbosa de Aze vedo Silva - UEPB L ucas Gabryel da Silva Holanda - UEPB Rodolfo Heckmann de Fr ança Clemente - UEPB Rodrigues de Oliveir a - UEPB Edson Diego Silv a Barbosa - UEPB Anny Sionar a Mour a Lima Dantas - UEPB 123 Resumo O envelheciment o é um processo natur al que, muitas vezes, vem acompanhado por uma série de limitações físicas, afetando signifi - cativamente a qualidade de vida dos idosos. No entant o, a pr ática de exer cícios físicos, tem se mostr ado uma alternativa pr oveit osa par a amenizar os efeit os negativos do env elhecimento. Com isso, a mus- culação dentro do pr ogr ama LP – SEL, foi criado com o intuito de ofer ecer a toda comunidade, incluindo os idosos, uma opor tunidade de melhor ar sua saúde e bem-estar atr avés da pr ática dessa modali- dade. Este resumo apr esenta um relat o de melhoria de vida de uma aluna da terceir a idade que par ticipou do progr ama. Diante disso, no ambiente da sala de musculação, per cebemos diversas dificuldades associadas nos alunos. Entre as dificuldades mais comuns relata - das, estão as dores ar ticular es nos joelhos, quadris e ombros, que limitam a mobilidade e a capacidade de realizar atividades diárias. Por tant o, um dos principais objetivos atr avés do treinament o resis- tido foi reduzir essas dificuldades, oferecendo um espaço seguro e acolhedor par a a pr ática dos exer cícios. Primeir amente, par a 123 Docente titular do curso de Licenciaturas em E ducação Física no depar tament o de educação física da UEPB - annysionar a@servidor .uepb.edu.br 389 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: alcançar esses objetivos, a met odologia utilizada consistiu em trei- nos regular es de musculação, adaptados às necessidades e capa- cidades de cada par ticipante. As aulas er am oferecidas atr avés de um acompanhamento individualizado par a garantir a segur ança e a eficácia dos exercícios. Além disso, for am realizadas a valiações periódicas par a monitor ar a evolução dos alunos, abordando aspec- tos físicos, como for ça e resistência, bem como a per cepção de dor e bem-estar ger al. Desse modo, os resultados alcançados com a implementação do progr ama de musculação foram notá veis. Uma das par ticipantes, uma senhor a que se queixav a de dores no joelho e falta de disposição, relat ou uma tr ansformação significativa em sua vida. Após algumas semanas pr aticando o exer cício resistido, a par- ticipante não apenas se livrou das dor es ar ticulares, como também obteve r esultados expressiv os. Em sua avaliação antr opométrica, após algumas semanas de treino, not ou-se uma redução na cir cun- fer ência da cintur a, que passou de 82 cm par a 79,5 cm, e no quadril, de 95 cm par a 93,5 cm, indicando uma diminuição na gordur a cor- por al. Além disso, houv e um aumento significativo na circunf erência da co xa, de 46 cm para 53 cm, refletindo um ganho consider ável de massa magr a. Esses resultados mostr am que o treinamento pr opor- cionou tanto a r edução de gordur a quanto o for talecimento muscu- lar , especialmente nas pernas, favor ecendo também a ar ticulação do joelho. A pr ática regular do tr einamento r esistido result ou em maior autonomia nas atividades diárias, além do aument o de ener- gia e disposição. De forma semelhante, a par ticipante também des- tacou que a modalidade à ajudou socialmente, algo que ela nunca havia imaginado par a si mesma. Em resumo, a musculação dentro do progr ama LP-SEL, demonstrou que esse tipo de treinament o pode ser uma ferr amenta poderosa ao propor cionar um espaço aco- lhedor , promov endo não só a saúde física, mas também o bem-es- tar emocional atr avés da socialização que o ambiente of erece. Com isso, desper tou o inter esse da comunidade par a a impor tância da atividade física, principalmente, na terceir a idade, incentivando mais idosos a se engajarem em atividades que pr omovam saúde e bem- -estar , permitindo que todos se sentissem mais ativos e saudá veis. Palavr as-chave: Musculação; Idosos; Qualidade de vida. 390 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: NA T AÇÃ O INF ANTIL: UM MERGULHO TRANSFORMADOR NA SA ÚDE, SOCIALIZAÇÃ O E EDUCAÇÃ O DA S CRIANÇAS Ar thur Gustav o de Sousa (Aut or) 124 Cesar Candido Meireles (Colabor ador) 125 Esthefanny Maria Ar aújo da Silva (Colabor adora) 126 Gabriella Midiã Bezerr a dos Santos (Colabor ador a) 127 Miguel Ferr eir a da Silva (Colabor ador) 128 Tiago de Lima Sousa (Colabor ador) 129 Anny Sionar a Mour a Lima (Coautor a) 130 Edson Diego Silv a Barbosa (Coautor) Rodolfo Heckmann de Fr ança Clemente e Rodrigues de Oliveir a (Coautor) Resumo A natação infantil desempenha um papel crucial no desenvolvi- mento físico e emocional das crianças, pr oporcionando uma série de benefícios que vão além da saúde car diovascular e do fortale- cimento muscular , além de ensinar habilidades de sobr evivência e segur ança na água, a natação promo ve a socialização e o aumento da confiança, tornando-se uma atividade fundamental par a o cresci - mento integr al dos pequenos. A LP-SEL tem como objetivo ir além 124 Discente do curso de Licenciatur as em Educação Física no departamento de educação física da UEPB - ar thur [email protected] 125 Discente do curso de Licenciatur as em Educação Física no departamento de educação física da UEPB - [email protected] 126 Discente do curso de Licenciatur as em Educação Física no departamento de educação física da UEPB - esthefanny .ar [email protected] 127 Discente do curso de Licenciatur as em Educação Física no departamento de educação física da UEPB - [email protected] 128 Discente do curso de Licenciatur as em Educação Física no departamento de educação física da UEPB - miguel.ferr [email protected] 129 Discente do curso de Licenciatur as em Educação Física no departamento de educação física da UEPB - [email protected] 130 Docente titular do curso de Licenciaturas em E ducação Física no depar tament o de educação física da UEPB - annysionar a@servidor .uepb.edu.br 391 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: das técnicas de natação, buscando desenvolver a integr ação social e a aut oconfiança dos alunos, muitas crianças que chegam à esco - linha apr esentam car acterísticas como timidez, dificuldade em obe - decer às instruções ou compor tamento mais r eservado, ao longo do tempo, no entanto, essas crianças conseguem criar laços de con- fiança com os professor es e colegas, essencial par a seu desenvol - vimento social. As aulas são estrutur adas para que cada aluno se sinta confor táv el e motivado, permitindo que eles pr ogridam tanto na natação quanto em suas inter ações diárias, as aulas têm duração de 60 minutos, divididas em 5 minut os de alongamento e aqueci- mento, 45 minut os de instrução prática e 10 minut os de brincadei- r as e socialização, cada extensionista prepar a um plano de aula adaptado às car acterísticas individuais dos alunos, gar antindo que todos tenham a opor tunidade de e voluir . Foi possív el observar em um dos praticantes que apresentava dificuldades na comunicação e na coordenação mot or a foi abordado com atividades adaptadas, ele teve a chance de apr ender os fundamentos da natação de forma lúdica, como atr avés de uma brincadeir a em que passava debaix o de um macarr ão aquático, uma atividade que ele ador ava, isso não só ajudou no desenvolviment o do seu fôlego, mas também aumen- tou sua confiança na água, dur ante o primeiro período do ano, esse aluno, que inicialmente tinha medo de nadar em uma piscina de 1,80 m de profundidade, progrediu significativamente, com o supor te e as adaptações necessárias, ele conseguiu não apenas nadar , mas também enfrentar seu medo e r ealizar atividades que antes er am desafiador as, a evolução foi notável, não só nas suas habilidades aquáticas, mas também no seu compor tamento e inter ação com os colegas. Em suma, a natação infantil na LP-SEL não é apenas uma modalidade espor tiva, mas uma experiência tr ansformadora, as aulas promo vem não só o desenvolviment o físico, mas também a socialização e a confiança das crianças, permitindo que se t or - nem mais segur as de si e melhores nadador es essa integr ação de habilidades é vital par a o futuro das crianças, prepar ando-as par a os desafios da vida com coragem e determinação. A natação infantil, por tanto, se r ev ela uma ferr amenta essencial para moldar não ape- nas nadadores, mas cidadãos confiantes e capaz es. Palavr as-chave: Pr ogr ama; Socializa; Natação. 392 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: ESP AÇO A GROECOL ÓGICO MULHERES E TERRITÓRIOS LIVRES/PB Nicole de Lima F arolli 131 Shirleyde Alv es dos Santos 132 Resumo Em 2022, a Associação Br asileir a de Agroecologia iniciou um pr o- jeto de pesquisa par a destacar o papel das mulheres e seus quintais produtiv os na resistência ao uso de agr otó xicos nos territórios de Pernambuco e da Par aíba. Na Par aíba, a parceria foi estabelecida com o NERA e, par a além da pesquisa, for am realizadas div ersas ações extensionistas e a criação do Espaço Agroecológico Mulher es e T errit órios Livres. O espaço consiste em uma f eira mensal na Pr aça da Bandeir a, em Campina Gr ande, onde são comercializadas as produções das mulher es, além de atividades cultur ais e ações educativas. Em 2022, for am realizadas 6 feir as e foram incluídas mulheres ar tesãs do município de Campina Gr ande. Par a 2023, o Espaço Agroecológico seguiu com a periodicidade mensal e com a proposta de ações educativ as do Progr ama de Extensão, envol- vendo pr ofessor es/as e alunos/as dos 9 projetos vinculados, fortale- cendo a rede de conheciment o e de trocas que já vinha sendo tecida. O objetivo deste pr ojeto foi pr omover ações educativ as no Espaço Agroecológico Mulher es e T errit órios Livres. A princípio f or am reali- zadas visitas em quintais produtiv os par a um diagnóstico dos proble- mas e soluções que poderiam promo ver a produção das agricultor as, sendo uma das atividades que dariam início ao projet o “T errit órios Livres”, r ealizado pela ABA com o apoio do NERA/UEPB. Em maio de 2022 foi realizada a primeir a feir a do projet o “T errit órios Livres”, e no período da cota 2023/2024 for am realizadas 12 f eir as sendo 10 em 2023 e 2 em 2024 (até abril). For am realizadas formações com 131 Aluna do Bacharelado em Agroecologia – DCAA – Campus II 132 Professor a do Bacharelado em Agronomia – DCAA – Campus II 393 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: as agricultor as com os seguintes temas: formas de produção agroe- cológica, uso do manejo ecológico de pr agas e doenças, e trocas de saberes entr e as agricultor as. For am elabor ados materiais didáticos par a serem expost os e discutidos com as agricultor as e população em ger al. O projet o também esteve pr esente na Feir a Liter ária de Boqueir ão (FLIBO) e na Feir a Liter ária de Campina Gr ande (FLIC) com um estande de materiais didáticos. Em três ações da Ar ticulação do Semi-árido – ASA/PB em 2023: Mobilização Banquetaço “Viva a volta do CONSEA ”, Feir a Regional “Por um São João Livre de T r ansgênicos e Agrot óxicos” e F eir a Regional “Natal sem veneno ”. O projeto of e- rece informação par a a população com a banca educativa, realiza oficinas e formações de acordo com as demandas das mulheres e a feir a conta com uma variedade de produt os como: ar tesanatos, crochê, ar te em barro, macr amê, flores, plantas ornamentais, plantas medicinais, doces, compotas, legumes, verdur as, cosméticos natu- r ais e perfumaria ar tesanal com preços acessíveis à comunidade, par a que cada vez mais as pessoas possam ter acesso a pr odutos de qualidade e que respeitem a vida. O pr ojeto também contribui com a autonomia das mulher es, valorização do tr abalho da mulher e do seu papel na sociedade e desempenha um papel econômico muito impor tante tant o par a as famílias que par ticipam quant o par a os municípios envolvidos. Palavr as-chave: Sober ania e Segurança Alimentar e Nutricional; Feir a Agroecológica; Mulher es e Agroecologia. 400 SAÚ DE ÁREA TEMÁ TICA: científicos. No intuito de promo ver uma melhor compreensão des - sas condições, propor cionando um atendimento específico que visa reduzir a intensidade e a fr equência das cefaleias e da dor orofa- cial, alcançando resultados positiv os par a os pacientes. Além disso as atividades for am r ealizadas com o objetivo de qualificar os aca - dêmicos com os conhecimentos essenciais par a a avaliação e tr a- tamento de pacientes com cefaleia e dor or ofacial, promo vendo o debate e a troca de experiências entre estudantes de fisioterapia, odontologia, medicina e psicologia par ticipantes do pr ojeto, r esul- tando em benefícios mútuos tanto no âmbit o acadêmico quanto comunitário, propor cionando aos acadêmicos vivências enriquece- dor as par a sua pr ática clínica, bem como as ações e informações desenvolvidas resultam em um tratament o mais eficaz, o que, por sua vez, melhor a a qualidade de vida dos pacientes que sofrem de cefaleia e dor orofacial. Palavr as-chave: Cefaleia; Qualidade de vida; T r atamento. [Document text truncated for crawler view.]