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ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 1 de 18 ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO BRAZILIAN ECONOMY: FISCAL POLITICS AND THE CHALLENGES OF ECONOMIC GROWTH JUNIOR, Carlos Melo de Andrade 1 RESUMO A economia brasileira enfrenta desafios estruturais, incluindo a estagnação do crescimento econômico e a gestão fiscal. Este estudo analisa a política fiscal no Brasil, focando no impacto dos gastos públicos e a relação entre controle fiscal e o crescimento econômico. O trabalho destaca que a expansão descontrolada dos gastos públicos tem sido um dos principais limitadores do crescimento, resultando em endividamento e perda de credibilidade fiscal. A complexidade do sistema tributário e a elevada carga tributária também contribuem para ineficiências que afetam a competitividade do país e a atração de investimentos. O estudo reforça que a criação de um ambiente de negócios favorável, aliado à segurança jurídica e previsibilidade, é essencial para o desenvolvimento econômico. Além disso, a excessiva burocracia e a insegurança institucional são obstáculos para os investimentos, impactando negativamente a geração de empregos e a produtividade. A pesquisa sugere que reformas estruturais, como a modernização da legislação tributária e a simplificação do sistema fiscal, são necessárias para restaurar a confiança econômica e estimular o crescimento. A inovação e o investimento em tecnologia são identificados como fundamentais para o crescimento sustentável, com países que priorizam esses aspectos alcançando alta competitividade. A baixa taxa de investimento em infraestrutura e inovação no Brasil é apontada como um fator limitante para o crescimento a longo prazo. O estudo conclui que uma política fiscal responsável, que equilibre a eficiência nos gastos públicos e o estímulo ao investimento privado, é essencial para garantir um desenvolvimento econômico dinâmico e inclusivo. Palavras-chaves: Economia Brasileira. Política Fiscal. Crescimento Econômico. Desafios. ABSTRACT The Brazilian economy faces structural challenges, including stagnant economic growth and fiscal management. This study analyzes fiscal politics in Brazil, focusing on the impact of public spending and the relationship between fiscal control and economic growth. The paper highlights that the uncontrolled expansion of public spending has been one of the main constraints on growth, resulting in debt and loss of 1 Bacharel em Engenharia Civil pela UniFOA e Ciências Econômicas pela UniCV. Especialista em Avaliações, Perícias e Gestão de Contratos pelo IBEC, MBA em Gestão da Qualidade pela Faculdade Descomplica, Engenharia de Segurança do Trabalho pela UNIMAIS, Gestão Empresarial pela UniFatecie, MBA em Administração de Empresas pela FACUVALE, MBA em Controladoria e Finanças Corporativas pela FACUVALE, Especialização em Docência e Gestão do Ensino Superior pela FACUVALE e Mestre em Negócios Internacionais pela MUST University. cm[email protected]
ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 2 de 18 fiscal credibility. The complexity of the tax system and the high tax burden also contribute to inefficiencies that affect the country's competitiveness and the attraction of investment. The study reinforces that the creation of a favorable business environment, combined with legal certainty and predictability, is essential for economic development. In addition, excessive bureaucracy and institutional insecurity are obstacles to investment, negatively impacting job creation and productivity. The research suggests that structural reforms, such as modernizing tax legislation and simplifying the tax system, are necessary to restore economic confidence and stimulate growth. Innovation and investment in technology are identified as key to sustainable growth, with countries that prioritize these aspects achieving high competitiveness. The low rate of investment in infrastructure and innovation in Brazil is highlighted as a limiting factor for long-term growth. The study concludes that a responsible fiscal politics, which balances efficiency in public spending and the stimulation of private investment, is essential to ensure dynamic and inclusive economic development. Keywords: Brazilian Economy. Fiscal Politics. Economic Growth. Challenges. 1 INTRODUÇÃO A economia brasileira é marcada por ciclos de crescimento e períodos de retração que refletem a complexa dinâmica das políticas fiscais adotadas nas últimas décadas, conforme argumentam Giambiagi e Além (2022). A relação intrínseca entre política fiscal e crescimento econômico se revela como um tema central e de suma importância para a compreensão do desenvolvimento do país. Isso ocorre uma vez que as escolhas governamentais, que envolvem a arrecadação de receitas, o manejo das despesas e a questão do endividamento, têm um impacto direto e significativo na atividade econômica, na capacidade de geração de emprego e, consequentemente, no bem-estar social da população brasileira. A trajetória fiscal brasileira tem sido marcada por desafios relacionados ao controle do déficit público. No período pós-Constituição de 1988, houve um aumento expressivo dos gastos obrigatórios com saúde, educação e previdência social. A rigidez orçamentária imposta por esses gastos limitou a capacidade de investimento do governo em infraestrutura e inovação, fatores essenciais para o crescimento econômico sustentado. As reformas fiscais recentes, como a reforma da previdência de 2019, buscaram justamente reduzir essa rigidez e garantir maior flexibilidade na alocação dos recursos públicos.
ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 3 de 18 A arrecadação tributária é um componente central da política fiscal. O sistema tributário brasileiro, porém, apresenta alto grau de complexidade e regularmente é criticado, onde penaliza proporcionalmente mais os contribuintes de baixa renda. Para Piketty (2014), a progressividade tributária é um elemento fundamental para a promoção da justiça social e para a redução das desigualdades econômicas. De acordo com Giambiagi e Além (2022), o elevado nível de endividamento compromete a capacidade do governo de implementar políticas expansionistas e aumenta a vulnerabilidade do país a choques externos. A manutenção de uma trajetória sustentável para a dívida pública depende de um equilíbrio delicado entre arrecadação, controle de gastos e crescimento econômico. A relação entre política fiscal e crescimento econômico é também influenciada pelas condições econômicas globais. Crises financeiras internacionais, como a de 2008, demonstraram como eventos externos podem afetar profundamente as finanças públicas brasileiras. Além disso, a integração do Brasil às cadeias globais de valor exige uma política fiscal que torne as empresas nacionais mais competitivas. Este trabalho tem como objetivo principal analisar de maneira aprofundada e detalhada a importância crucial da política fiscal para o desenvolvimento e crescimento econômico no Brasil, explorando minuciosamente os principais instrumentos fiscais utilizados pelo governo ao longo dos anos. Também será abordado os desafios significativos que têm sido enfrentados pelo governo nas últimas décadas e os variados impactos das medidas adotadas nos últimos anos sobre a economia brasileira contemporânea. Essa análise busca contribuir de forma significativa para uma melhor compreensão das complexas relações entre a política fiscal e o desempenho econômico do país, bem como as implicações dessas práticas na vida cotidiana dos cidadãos brasileiros, que sentem diretamente os efeitos destas políticas em suas despesas e tributações. 2 POLÍTICA FISCAL A política fiscal é o conjunto de medidas adotadas pelo governo para administrar as receitas e despesas públicas, com o objetivo de influenciar o
ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 4 de 18 desempenho da economia e promover o equilíbrio macroeconômico (GIAMBIAGI; ALÉM, 2022). Essa política desempenha um papel central na manutenção da estabilidade econômica, na geração de emprego, no controle da inflação e na promoção de justiça social, além de ser um mecanismo importante para enfrentar crises econômicas e sustentar o crescimento de longo prazo. Para alcançar esses objetivos, o governo utiliza três principais instrumentos: tributação, gastos públicos e endividamento público. A política tributária pode ser cuidadosamente ajustada para estimular o consumo, incentivar certos setores da economia, desestimular comportamentos econômicos desfavoráveis ou promover uma distribuição mais equitativa da renda entre a população. Além disso, uma tributação eficiente pode contribuir para o desenvolvimento social e econômico, garantindo que os investimentos em serviços públicos essenciais sejam sustentados de forma adequada (FERNANDES; SOUZA, 2024). Gastos públicos envolvem os investimentos necessários e essenciais em áreas fundamentais, como infraestrutura, educação, saúde e seguridade social. Quando bem direcionados e administrados, os gastos públicos podem efetivamente impulsionar a produtividade e também melhorar a qualidade de vida da população de forma geral (SALGADO, 2024). Uma gestão eficiente e eficaz desses instrumentos exige um equilíbrio cuidadoso e delicado, de modo a garantir não apenas a sustentabilidade das finanças públicas, mas também a promoção da justiça social e a garantia de um ambiente econômico estável e altamente favorável ao desenvolvimento sustentável do país. Essa abordagem deve incluir estratégias que incentivem a equidade e a inclusão, promovendo oportunidades iguais para todos os cidadãos, e assegurar que os recursos sejam utilizados de maneira responsável e prudente (SOUSA, 2024). 3 CRESCIMENTO ECONÔMICO O crescimento econômico refere-se ao aumento contínuo e sustentável da capacidade produtiva de uma economia ao longo do tempo, frequentemente medido
ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 5 de 18 por meio da variação do Produto Interno Bruto (PIB) em termos reais. Esse conceito envolve não apenas o incremento da produção de bens e serviços, mas também a melhoria da eficiência produtiva, a expansão do mercado de trabalho e o fortalecimento de setores estratégicos da economia (CARDOSO, 2022). Ao dinamizar a economia de maneira eficaz e adequada, o crescimento sustentável não apenas cria, mas também assegura um ambiente altamente favorável à geração de novos empregos e à expansão do consumo das famílias, promovendo assim um ciclo virtuoso e contínuo de desenvolvimento econômico, social e urbano. Essa dinâmica positiva e constante impulsiona ainda mais investimentos, estimulando a inovação e a melhoria significativa na qualidade de vida da população, além de promover avanços em diversas áreas essenciais da sociedade (BATISTA et al., 2024). Fatores como inovação tecnológica, aumento da produtividade do trabalho e ampliação dos investimentos em capital humano são fundamentais para impulsionar o crescimento econômico de maneira sustentável. A capacidade de uma economia em adotar novas tecnologias e adaptar-se a mudanças estruturais tem um impacto significativo no seu potencial de crescimento de longo prazo. Economias que investem continuamente em educação, pesquisa e desenvolvimento tendem a alcançar níveis mais elevados de competitividade e eficiência produtiva (SILVA, 2024). Políticas públicas que promovam de forma eficaz a inclusão social, a redução significativa das desigualdades e o fortalecimento contínuo do mercado de trabalho desempenham um papel crucial e determinante na construção de um crescimento econômico sustentável e verdadeiramente inclusivo. A combinação bem equilibrada de investimentos em infraestrutura, inovação tecnológica e capacitação da força de trabalho, juntamente com uma regulação econômica eficiente e adequada, constitui o caminho ideal para a formação de uma economia mais dinâmica e próspera. É essencial que tais políticas sejam implementadas de maneira a criar oportunidades para todos os segmentos da sociedade (ALVES et al., 2023).
ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 6 de 18 4 INTRODUÇÃO À ECONOMIA BRASILEIRA O estudo do sistema econômico brasileiro oferece uma análise detalhada e minuciosa dos elementos fundamentais que estruturam a economia nacional, destacando aspectos históricos, estruturais e conjunturais que moldam sua dinâmica econômica. Essa análise é essencial para entender não apenas como a economia brasileira se desenvolveu ao longo do tempo, mas também como fatores internos e externos influenciam as suas operações. A economia brasileira é complexa e diversificada, refletindo a riqueza e a variedade das suas manifestações. Segundo Fausto (2017), a história econômica do Brasil é marcada por ciclos de crescimento e crise, desde a economia colonial baseada na monocultura até a industrialização do século XX. Esses processos foram influenciados por fatores políticos, como a transição para a democracia, e por mudanças nas condições globais de mercado. O entendimento dessas transformações é crucial para compreender os desafios contemporâneos enfrentados pelo país, que incluem a necessidade de crescimento socioeconômico, inclusão social e maior competitividade internacional. A estrutura econômica do Brasil é marcada por três setores primordiais: agropecuária, indústria e serviços. A agropecuária desempenha um papel fundamental, garantindo uma expressiva participação nas exportações nacionais e contribuindo para a segurança alimentar global. A indústria, por sua vez, é essencial para a geração de empregos e para a produção de bens de alto valor agregado, enquanto o setor de serviços, que tem registrado uma expansão expressiva, emerge como um dos pilares para a estabilidade e dinamismo da economia nacional (FREITAS, 2024). A diversidade regional é um traço marcante da economia brasileira, manifestando-se em distintas configurações produtivas de Norte a Sul. Enquanto a região Sudeste se destaca pela concentração industrial e financeira, o Centro-Oeste é reconhecido pelo agronegócio, impulsionado por técnicas agrícolas modernas. As regiões Norte e Nordeste possuem economias mais dependentes de setores primários e enfrentam desafios relacionados à infraestrutura e à desigualdade socioeconômica.
ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 7 de 18 Essa heterogeneidade reflete não apenas as potencialidades regionais, mas também as disparidades sociais que persistem (THEIS; BUTZKE, 2023). O cenário econômico brasileiro está constantemente sujeito às influências de fatores internos e externos. Flutuações na política monetária, crises políticas e desafios fiscais afetam diretamente o desempenho econômico do país. No âmbito externo, eventos globais, como crises financeiras internacionais, mudanças nos mercados de commodities e alterações nas cadeias produtivas globais, exercem um impacto relevante sobre a economia brasileira, demonstrando sua vulnerabilidade a fenômenos exógenos (VARGAS; BRITO, 2024). O agronegócio desempenha um papel fundamental na economia brasileira, sendo responsável por uma parcela significativa das exportações e contribuindo de forma expressiva para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor representou cerca de 21% do PIB em 2020, consolidando-se como um dos pilares econômicos do país (CEPEA, 2025). A indústria, embora essencial para a economia, enfrenta desafios complexos, como a desindustrialização precoce e a necessidade de modernização tecnológica. O setor de serviços tem se tornado cada vez mais relevante na economia brasileira, abrangendo atividades como finanças, logística, turismo e entretenimento. Esse segmento tem demonstrado resiliência durante crises econômicas, desempenhando papel crucial na geração de emprego e renda. A digitalização e o surgimento de tecnologias disruptivas oferecem novas oportunidades para fortalecer esse setor. Conforme destacado por Melo (2019), a transformação digital e a adoção de tecnologias emergentes são essenciais para impulsionar a competitividade e a inovação nos serviços. Compreender a dinâmica econômica brasileira exige uma análise crítica e aprofundada dos fatores que moldam sua realidade contemporânea. A integração de aspectos históricos, estruturais e conjunturais permite uma visão abrangente dos desafios e potencialidades da economia nacional. É extremamente necessário fomentar a elaboração de políticas econômicas eficazes e sustentáveis, que
ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 8 de 18 promovam o desenvolvimento econômico e social em um mundo em constante transformação. 5 POLÍTICA FISCAL: CONCEITOS E INSTRUMENTOS Os principais instrumentos da política fiscal incluem a arrecadação de impostos, a gestão estratégica do orçamento público e a execução criteriosa dos gastos governamentais. A utilização de impostos de forma adequada, a atualização constante das alíquotas e a supervisão das obrigações tributárias são elementos cruciais para o bom funcionamento dessa política. De acordo com Giambiagi e Além (2022), a política fiscal deve ser conduzida de maneira responsável, garantindo que os recursos sejam aplicados com transparência e eficácia. Essa abordagem visa não apenas a obtenção de equilíbrio nas contas públicas, mas também a confiança dos investidores e do mercado, que dependem de uma gestão fiscal sólida para avaliar os riscos econômicos de um país. A política fiscal representa um conjunto de medidas adotadas pelo governo para administrar receitas e despesas, visando influenciar a atividade econômica, garantir a estabilidade financeira e promover o desenvolvimento social. Segundo Musgrave e Musgrave (1989), a política fiscal tem três principais funções: alocação de recursos, distribuição de renda e estabilização econômica. Um dos aspectos mais relevantes da política fiscal é sua capacidade de estimular o crescimento econômico de maneira sustentável, beneficiando todas as esferas da sociedade. A política fiscal atua como uma ferramenta de redistribuição de renda, pois aloca os recursos públicos de forma a reduzir as desigualdades sociais. De acordo com Piketty (2014), a utilização de instrumentos fiscais para promover a equidade social é fundamental, especialmente em uma sociedade marcada por profundas desigualdades econômicas. Através de investimentos significativos em áreas como educação, saúde, habitação e infraestrutura, o governo busca não apenas melhorar a qualidade de vida da população, mas também impulsionar o potencial produtivo do país e suas indústrias, criando condições para um crescimento sustentável e competitivo.
ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 15 de 18 A modernização do Estado é um passo fundamental para garantir a eficiência na gestão pública. A burocracia excessiva, a corrupção e a falta de transparência são obstáculos que precisam ser superados para que o país possa avançar. A adoção de tecnologias digitais na administração pública, a simplificação de processos e o fortalecimento dos mecanismos de controle e transparência são medidas que podem melhorar a qualidade dos serviços públicos e aumentar a confiança da população nas instituições. Com decisões firmes e um planejamento estratégico de longo prazo, o país pode romper com o ciclo de estagnação e garantir um futuro mais próspero para todos os brasileiros. É necessário ação e compromisso com as mudanças necessárias para transformar o Brasil em uma nação mais competitiva, justa e desenvolvida. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, A. A. S.; SILVA, Ângelo M.; FERNANDES, E. C.; BARBOSA, W. O.; SARMENTO, R. J. G.; MARQUES, E. S. Empreendedorismo E Políticas Públicas De Fomento À Educação Empreendedora No Brasil. REVISTA FOCO, [S. l.], v. 16, n. 10, p. e3253, 2023. DOI: 10.54751/revistafoco. v16n10-210. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/3253. Acesso em: 7 fev. 2025. MARQUETTI, A.; MIEBACH, A. D. Economia Brasileira: Quatro Décadas De "Quase" Estagnação. 2023. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/372969947_ECONOMIA_BRASILEIRA_Q UATRO_DECADAS_DE_QUASE_ESTAGNACAO. Acesso em: 15 fev. 2025. AREND, M.; PEREIRA, A. J.; GUEDES, M. C.; ZUNIGA, V. F. Celso Furtado (1966) Errou? Sobre Estagnação Econômica E (Des)Industrialização Na Economia Brasileira. 52º Encontro Nacional de Economia - ANPEC 2024, Natal/RN, 2024. Disponível em: https://www.anpec.org.br/encontro/2024/submissao/files_I/i2753792dd14aa29695b74d8c3b62a6ce7.pdf. Acesso em: 20 fev. 2025. BARBOSA FILHO, F. de H. A Crise Econômica De 2014/2017. Estudos Avançados, v. 31, n. 89, p. 51-60, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/BD4Nt6NXVr9y4v8tqZLJnDt/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 13 fev. 2025. BATISTA, A. B. R. C. Instrumentos De Transparência E Controle Dos Gastos Públicos. Revista Convibra de Gestão Pública, v. 6, n. 1, 2018. Disponível em: https://convibra.org/publicacao/getPdf/15491/. Acesso em: 13 fev. 2025.
ECONOMIA BRASILEIRA: POLÍTICA FISCAL E OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. AUTOR(A): JUNIOR, CARLOS MELO DE ANDRADE. Página 16 de 18 BATISTA, S. L.; GOMES, V. de S.; BEVILAQUA, Julio Cesar Molon. Riscos E Oportunidades Do Comércio Exterior Em Economias Emergentes Na Última Década: Uma Averiguação Entre 2014 E 2024. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, [S. l.], v. 10, n. 11, p. 6232–6254, 2024. DOI: 10.51891/rease.v10i11.16968. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/16968. Acesso em: 7 fev. 2025. CARDOSO, A. da S. Evidências Empíricas Sobre A Relação Entre Crescimento Econômico E Desigualdade De Renda: Análise Para Os Casos Do Brasil, Dos Estados Brasileiros E Da América Latina. São Paulo: Editora Dialética, 2022. CEPEA - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). PIB Do Agronegócio Brasileiro. 2025. Disponível em: https://www.cepea.esalq.usp.br/br/pib-doagronegocio-brasileiro.aspx. Acesso em: 13 fev. 2025. OLIVEIRA, Débora. Controle Dos Gastos Públicos É Desafio Para Melhorar Economia, Dizem Especialistas À CNN. CNN Brasil, 06 set. 2024. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/controle-dos-gastospublicos-e-desafio-para-melhorar-economia-dizem-especialistas-a-cnn. Acesso em: 08 fev. 2025. FAUSTO, B. HISTÓRIA DO BRASIL. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2017. FERNANDES, T. R. M.; SOUZA, C. B. de. Reforma Tributária E Pacto Federativo: Um Olhar Sobre Os Possíveis Impactos Redistributivos Da Ec Nº 132/2023. Revista do Tribunal de Contas da União, v. 154, p. 194–213, 12 abr. 2024. Disponível em: https://revista.tcu.gov.br/ojs/index.php/RTCU/article/view/2174. Acesso em: 7 fev. 2025. FREITAS, C. B. As Raízes Desenvolvimentistas Do Brasil De 1930. 2024. 43 f. Monografia (Bacharelado em Ciências Econômicas) - Universidade Federal de Ouro Preto, Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Mariana, 2024. GIAMBIAGI, F.; ALÉM, A. C. Finanças Públicas: Teoria E Prática No Brasil. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2022. LÉLIS, M. T. C.; CUNHA, A. M.; LINCK, P. O Choque Nos Preços Das Commodities E A Economia Brasileira Nos Anos 2000. Revista de Economia Política, v. 39, n. 3, p. 427-448, jul./set. 2019. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/0101-351720192968. Acesso em: 02 fev. 2025. THEIS, I. M.; BUTZKE, L. Planejamento, Desenvolvimento Regional E Inserção Externa: O Caso Do Brasil. Revista Paranaense de Desenvolvimento - RPD, [S. l.], v. 44, n. 145, 2024. Disponível em: https://ipardes.emnuvens.com.br/revistaparanaense/article/view/1307. Acesso em: 7 fev. 2025.
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