RELATO DA EXPERIÊNCIA DO PRIMEIRO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UM ESTUDANTE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
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RELATO DA EXPERIÊNCIA DO PRIMEIRO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UM ESTUDANTE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Gustavo Rodrigues da Silva 1 , Jeanne Barros Leal de Pontes Medeiros2 Resumo: Os estágios supervisionados são etapas fundamentais para a formação inicial de docentes, pois permitem a integração de toda a teoria vista no curso de licenciatura com a prática de ensino. Este trabalho busca descrever a minha experiência durante a vivência no Estágio Supervisionado no Ensino Fundamental I (ESEF I). O estágio foi realizado com turmas de 7º, 8º e 9º ano em uma escola pública da rede municipal de Fortaleza durante o primeiro semestre do ano de 2025. Durante o período, pude participar ativamente do cotidiano escolar observando as turmas, ministrando aulas e aplicando um projeto didático no último dia. A experiência também proporcionou reflexões a respeito das dificuldades de interpretação observadas nos estudantes e sobre a dificuldade de manter a ordem nas turmas. No fim, o estágio se mostrou uma experiência interessante, proporcionando aprendizados importantes, mas também se mostrou uma experiência desafiadora e frustrante. Palavras-chave: Experiência docente. Ensino de Ciências. Estágio supervisionado. 1. INTRODUÇÃO Os estágios supervisionados fazem parte do currículo de cursos de graduação de diversas áreas e são etapas fundamentais para o desenvolvimento profissional dos estudantes de ensino superior. Nos cursos de licenciatura, isso não é diferente. Sousa, Indjai e Martins (2020) comentam que os estágios nas licenciaturas concedem aos docentes em formação uma aproximação à realidade da educação básica, assim como uma compreensão melhor da prática pedagógica. Santos e Nascimento (2024) ainda afirmam que os estágios supervisionados dão aos licenciandos a oportunidade de aprender e compreender o que é ser docente. Além disso, os estudantes têm a possibilidade de refletir sobre diversos aspectos da atuação escolar, o cotidiano da escola, a gestão e sobre os desafios da docência. Este trabalho é um relato de experiência que busca descrever as minhas vivências durante o estágio, assim como expressar reflexões decorrentes delas. Para isso, considera momentos desde antes do início das atividades, como a escolha da instituição e adequação de horários, mas também, obviamente, todas as atividades desenvolvidas dentro da 1 Graduando em Ciências Biológicas, Universidade Estadual do Ceará, [email protected]. 2 Doutora em Educação, Universidade Estadual do Ceará, jean[email protected]r.
escola, assim como os aprendizados decorrentes dos momentos com outros professores e demais funcionários da escola. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 A escolha da escola e início do estágio O primeiro desafio durante o estágio foi encontrar uma escola adequada. Um dos fatores que considerei mais importantes para a escolha do local onde faria meu primeiro estágio foi a distância entre a instituição e a minha casa, já que este seria um semestre com muitas atividades além do estágio, o que exigiria uma otimização de tempo. Outra característica que julguei importante para escolher o campo do estágio foi o fato de ser uma instituição pública. Durante toda a minha a vida, estudei em escolas particulares. Dessa forma, pensei que seria importante vivenciar um pouco o cotidiano de uma instituição pública. Afinal, sempre escutei muito sobre a enorme discrepância entre o ambiente de escolas particulares e de públicas, mas nunca tinha vivenciado isso até então. Escolher a escola foi um problema pelo fato de que muitas escolas públicas próximas da minha residência oferecem apenas o Ensino Médio, o que limitou minhas possibilidades. Somado a isso, no início do estágio, havia uma exigência de que o professor supervisor fosse graduado em Biologia, o que se mostrou um empecilho, já que na única escola pública que visitei e havia uma professora de Ciências graduada em Biologia, ela teve que se afastar por motivos de saúde. Dessa forma, vendo o tempo passar e sem um local definido para estagiar, entrei em contato com escolas particulares, que me recusaram ou tinham horários inviáveis. A escola em questão é municipal e recebe apenas alunos do Ensino Fundamental II, mas ela fica vizinha a outra escola - também municipal -, que acolhe estudantes do Ensino Fundamental I. Não é uma escola grande e nem muito equipada. Em uma das minhas primeiras visitas, outro colega estagiário, que já tinha estudado na instituição antes, mostrou algumas coisas. Dentre elas, uma sala de ciências modesta. Até tinha algumas coisas como microscópio, mas durante o meu período de estágio, essa sala não foi utilizada por mim nem pela professora. Antes do estágio, apesar de não pensar muito na possibilidade de seguir na carreira de docente, estava de certa forma animado, por estar prestes a vivenciar uma experiência nova. Ainda assim, estava nervoso e já imaginava que teria desafios durante a realização das atividades, tanto por ter que lidar com um público bem mais jovem como pelo fato de que eu não me sentia preparado para lecionar, mesmo que o conteúdo na educação básica seja mais simples do que no ensino superior. 2.1 O estágio Como comecei o estágio mais tarde do que gostaria, me propus a dedicar minhas sextas-feiras inteiras para as atividades. Dessa forma, poderia cumprir 8 horas durante a semana, usando apenas um dia para isso. Caso conseguisse seguir com essa ideia, poderia terminar bem rápido. Entretanto, foi inviável seguir adiante com isso justamente por ter um colega estagiando na mesma escola. E não só ele, pois também havia outros estudantes estagiando com as professoras de Ciências, o que nos obrigou a dividir os horários. Entretanto, no meu segundo dia na escola, foi possível cumprir as 8 horas de observação. Dessa forma, consegui chegar bem perto de concluir essa parte do estágio, pois numa outra visita à escola, antes de acertar alguns detalhes pendentes de documentação, já havia conseguido observar algumas aulas.
Portanto, no total, durante o estágio, observei 12 aulas. As duas primeiras foram em uma turma de 7º ano. Essas aulas foram as mais marcantes para mim, pois a professora passou um filme em sala, o qual tinha relação com a temática que ela estava trabalhando com eles anteriormente. Ao final, ela passou uma atividade sobre o filme. Olhando em retrospecto, penso numa aula de Prática como Componente Curricular II, na qual assistimos a um filme e tivemos que fazer uma atividade. Ao final dessa aula, a professora conversou conosco sobre o que é discutido hoje a respeito do uso de filmes em sala de aula. Hoje, é mais comum, ou pelo menos mais recomendado, que sejam utilizados recortes de filmes ao invés de colocá-los na íntegra. Afinal, isso permite que o uso dessas mídias seja mais focado. Para mim, faz muito sentido, pois nessas aulas do meu estágio, pude notar que não demorou muito para os alunos dispersarem enquanto assistiam ao filme, o que me faz pensar que apesar de ter sido uma iniciativa interessante para fugir das aulas tradicionais, não foi tão bem planejada. Quanto às demais aulas às quais assisti, em quase todas a professora apenas designou alguma atividade a ser feita pelos alunos em sala. Pode-se dizer que esses momentos correram bem, mas não sem problemas. Durante o estágio, tive a oportunidade de observar e lecionar para diferentes turmas, das quais quase todas apresentavam problemas de comportamento. Foi possível notar que esses problemas irritavam bastante a professora. Afinal, eram recorrentes. Durante vários momentos nas aulas, os alunos dispersavam, começavam a conversar bem alto e até se levantavam das cadeiras para se sentarem em outros cantos da sala. Dessa forma, a professora precisava chamar a atenção e gritar com os alunos várias vezes em sala. A questão da indisciplina é um tópico muito relevante a ser pensado e discutido no contexto da prática educacional, especialmente no ambiente da educação básica. Silva e Santos (2023) apresentam a indisciplina como um comportamento complexo, influenciado por diversos fatores e que se manifesta de diversas formas. A gravidade dessas manifestações varia, mas em todo caso, elas atrapalham a dinâmica de aprendizado e afetam a vida dos estudantes, responsáveis e dos profissionais da escola. Os alunos também confrontavam a professora e debochavam de alguns comentários dela quando não estavam sendo vistos. Dessa forma, minha impressão sobre essas turmas observadas foi bem negativa, a princípio, o que já me fez temer o momento em que eu teria que dar aula. Não via em mim a capacidade de impor respeito em sala para ficar pedindo silêncio aos alunos, tampouco a disposição para isso. Essa dificuldade dos professores de se fazerem notados e respeitados no ambiente escolar faz parte do cotidiano de grande parte dos docentes que atuam na educação básica e, somada a diversos outros fatores, contribui para a sensação de esgotamento e mal-estar desses profissionais (Lima, 2021). No entanto, durante a minha vivência, não pude deixar de pensar também sobre como os profissionais da instituição lidavam com os alunos. Não me coloco numa posição de julgamento porque até para mim, quando estava apenas observando, os problemas comportamentais eram bastante incômodos. Entretanto, me via pensando sobre o fato de os alunos serem bem jovens e ouvirem que são uma turma horrível, por exemplo. Não conseguia me ver lidando com alunos dessa forma. Rodrigues e Poletto (2021) afirmam que as relações afetivas no ambiente escolar são muito importantes para construir o conhecimento e a confiança e autonomia dos alunos, assim como noções de respeito. Nesse sentido, apesar das dificuldades, é importante buscar construir uma relação amigável com as turmas. A parte mais desafiadora do estágio, sem sombra de dúvidas, foi a regência. Por mais que já tivesse passado por diversas disciplinas na graduação, inclusive tendo apresentado múltiplos seminários na universidade e até trabalhos em eventos, me vi
nervoso ao pensar em ministrar aulas na escola. Afinal, é um público muito diferente e a responsabilidade é muito grande, já que durante a regência, o estagiário ocupa temporariamente o local de um professor efetivo. Portanto, independentemente de ser a primeira experiência em sala de aula, é esperado um bom desempenho. Eu já tinha lidado com um público mais jovem em uma atividade de extensão na disciplina de Prática como Componente Curricular I (PCC I), mas lá, eu e meus colegas fizemos uso de modelos didáticos e exemplares de animais. No estágio, não teria como utilizar esse tipo de recurso o tempo todo. No meu primeiro dia ministrando aulas, abordei os temas de reprodução (assexuada e sexuada) e teorias evolutivas com turmas de 8º e 9º ano, respectivamente. Esse primeiro momento foi interessante porque os alunos ficaram um pouco surpresos quando descobriram que outra pessoa iria assumir o comando da sala. Alguns até comemoraram quando isso aconteceu. Tratar sobre reprodução foi tranquilo por não ser um tema muito complexo a nível de ensino fundamental. Durante a aula, entretanto, tive problemas com o comportamento dos alunos, mas assim como eu esperava, não tive a coragem para me impor e pedir silêncio. Para mim, isso parecia muito estranho. Afinal, é como se eu fosse um intruso ali. Até pouco tempo antes, eu ia à escola, sentava em alguma cadeira na sala de aula ao lado deles enquanto fazia anotações sobre as quais eles não faziam ideia do que se tratavam e de repente, estou na frente da sala assumindo o comando e ensinando o conteúdo para eles. Dessa forma, não me parecia plausível que eles fossem me respeitar como uma figura de autoridade. Durante a aula, alguns alunos fizeram algumas perguntas ou deram risada em alguns momentos, o que é esperado ao tratar sobre reprodução com o público mais jovem. Apesar disso, foi uma aula em que senti que consegui trabalhar bem o conteúdo. O problema foi nas aulas com o 9º ano. Apesar de ter me preparado alguns dias antes lendo o conteúdo do livro e consultando alguns materiais que o próprio livro didático indicava para aprofundamento, ensinar sobre teorias evolutivas se mostrou um grande desafio. Sendo sincero, eu sentia que poderia ter problemas ao lecionar esse assunto. Apesar da preparação anterior à aula, eu ainda não fiz a disciplina de evolução na graduação. Dessa forma, meu conhecimento sobre o tema é raso. Somando isso com o fato de eu estar na primeira experiência em sala de aula, ministrar o conteúdo se tornou ainda mais desafiador. Comecei a abordagem do tema apresentando o contexto histórico da época, partindo da concepção dos fixistas e indo até as proposições evolucionistas. Nessa parte, não tive problemas. Afinal, era apenas uma contextualização, para a qual inclusive eu me apoiei no livro didático para apresentar corretamente. Entretanto, quando tive que explicar os fundamentos do lamarckismo e do darwinismo e como os pensamentos de ambos divergiam, deu para perceber que os alunos não conseguiram entender muito bem. Porém, eu só notei isso na segunda aula, em que designei uma atividade para eles. A atividade tinha questões que se baseavam em um texto sobre a resistência a antibióticos em bactérias. Uma das questões perguntava por que as teorias de Lamarck não conseguiriam explicar esse mecanismo das bactérias. Tentar explicar isso foi uma experiência frustrante. Por mais que eu tentasse, era notório que os alunos não conseguiam entender o que eu estava falando. Devido a isso, saí da escola frustrado no dia por saber que não consegui ensinar o assunto de maneira adequada. Essa situação me fez pensar bastante sobre a importância do planejamento para as aulas. Afinal, com uma dedicação maior no planejamento, essa dificuldade para abordar o tema poderia ter sido notada, o que me motivaria a buscar materiais ou conselhos de colegas profissionais que pudessem me auxiliar na abordagem
do conteúdo de evolução. Apesar da abordagem dos conteúdos no ensino básico ser simples, adaptar a linguagem e a metodologia para que os assuntos sejam compreendidos por esse público não é sempre uma tarefa fácil. Isso inclusive me fez considerar a preparação de alguma atividade baseada na temática de evolução com essa turma de 9º para usar como o projeto didático previsto na carga horária. Entretanto, eu desconsiderei essa ideia depois por acreditar que seria importante que eu dedicasse um tempo maior para estudar sobre a temática antes de tentar abordá-la de novo. Além disso, em uma aula posterior que dei nessa turma, sobre unidades de conservação, eu tive a impressão de que alguns, depois da primeira aula, não simpatizavam muito comigo, o que também me desencorajou a fazer o projeto com eles. Um momento interessante do estágio que aconteceu quando eu estava já dando aula foram as apresentações de uma turma do 8º ano, em que a sala foi dividida em várias equipes e cada uma ficou encarregada de apresentar um filo de invertebrados. Durante a minha observação nessa turma em uma semana anterior, a professora passou essa atividade e uma coisa que me chamou a atenção foi que ela colocou como um dos pontos a serem abordados na apresentação os “benefícios” ou “malefícios” do filo para os seres humanos. Isso me chamou a atenção pelo fato de que é uma abordagem que coloca o homem em uma posição central, mesmo que as apresentações devessem apresentar outros animais. Algo que me chamou a atenção e me surpreendeu foi a duração das apresentações. Eu não fui esperando um seminário como os da universidade, por se tratar de uma turma de 8º ano, mas ainda assim, eu não lembrava que as apresentações nessa fase escolar eram tão breves. Ainda assim, foi interessante assistir às apresentações para ver como eles se portam numa situação que é desconfortável para quase qualquer um, especialmente nessa fase. Apesar da timidez, no geral, os alunos conseguiram apresentar bem e atenderam ao que a professora pediu para as apresentações. Por ela não ser da área da Biologia, me cedeu um espaço para comentar sobre as apresentações após a avaliação dela, assim como também tive uma aula para falar com eles sobre os filos de invertebrados, o que foi ótimo para mim por me permitir falar com eles sobre a zoologia, que é minha área de maior interesse dentro da Biologia. Outras aulas que ministrei durante o estágio e que gostei foram sobre biomas brasileiros e sobre répteis, anfíbios e aves. O dia em que ministrei essas aulas foi o mais positivo do estágio para mim. A aula sobre biomas ocorreu na turma de 7º ano que observei anteriormente e as aulas sobre répteis, anfíbios e aves ocorreram em três turmas de 8º ano. Para essas aulas, eu não utilizei o quadro, diferentemente das minhas regências anteriores. Optei por isso pelo fato de que eu não escrevo bem usando os pincéis no quadro e perdia muito tempo fazendo isso, o que permitia que os alunos tumultuassem a sala enquanto escrevia. No 7º ano, optei por pedir que os alunos se voluntariassem para lerem os textos em voz alta, conforme eu pedisse. De início, houve uma resistência, mas ao longo da aula, eles foram se sentindo mais à vontade. Foi uma aula divertida porque deu para notar que eles gostaram de aprender sobre o conteúdo e participaram da aula, o que me deixou satisfeito. As aulas sobre répteis, anfíbios e aves também foram experiências satisfatórias, pois os alunos fizeram perguntas e participaram da aula. Além disso, por abordar as aves, minha paixão dentro da Biologia, pude falar de várias curiosidades com eles, como parasitismo de ninho, um tema que estava estudando para fazer um resumo para um congresso. 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao longo deste relato, abordei diversos acontecimentos do estágio, dando um destaque para aqueles que me marcaram mais. Além disso, compartilhei vários dos pensamentos que tive durante a vivência dessa experiência no ambiente escolar. Esses pensamentos são reflexo da mente de um jovem licenciando em constante processo de formação, com vários questionamentos e incertezas sobre a prática da docência. Encarar o primeiro estágio supervisionado foi um desafio, mas também foi uma experiência única, que me permitiu aprender e refletir sobre diferentes aspectos da docência, como o relacionamento entre professor e estudantes; a importância do planejamento de atividades e sobre os desafios de transpor os conteúdos da graduação para a educação básica. Apesar das dificuldades e das frustrações, foi uma experiência prazerosa em alguns momentos, que me permitiu conhecer um ambiente diferente e crescer como pessoa e como profissional docente. O que aprendi durante essas vivências certamente contribuirá para que eu melhore como profissional e aproveite ainda mais o próximo estágio. REFERÊNCIAS LIMA, F. R. ‘A carga mais pesada do mercado é a carga docente’: sobre (des)valorização, (des/re)conhecimento e (des)respeito a figura do professor em tempos de crise. Educação e Emancipação, São Luís, v. 14, n. 1, p. 389-424, 29 mar. 2021. Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/reducacaoemancipacao/article/view/165 29/8885. Acesso em: 14 jul. 2025. RODRIGUES, S. F. Relação professor aluno: a importância da afetividade no ambiente escolar. Educação e Cultura em Debate, [S.l.], v. 9, n. 1, p. 119-132, 24 mai. 2023. Disponível em: https://revistas.unifan.edu.br/index.php/RevistaISE/article/view/991. Acesso em: 14 jul. 2025. SANTOS, F. S.; NASCIMENTO, R. S. O estágio supervisionado: perspectivas e desafios de estudantes do curso de licenciatura em ciências: biologia e química. DELOS, [S. l.], v. 17, n. 62, p. e3327, 20 dez. 2024. Disponível em: https://ojs.revistadelos.com/ojs/index.php/delos/article/view/3327. Acesso em: 8 jul. 2025. SILVA, A. L. N.; SANTOS, M. P. M. CAUSAS DA INDISCIPLINA ESCOLAR. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, [S. l.], v. 9, n. 9, p. 3406–3418, 2023. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/11431. Acesso em: 14 jul. 2025. SOUSA, L. M. de; INDJAI, S.; MARTINS, E. S. Formação inicial de docentes de biologia: limites e possibilidades do Estágio Supervisionado no ensino médio. Práticas Educativas, Memórias e Oralidades (Rev.Pemo), [S. l.], v. 2, n. 2, p. 1–12, 15 ago. 2020. Disponível em: https://revistas.uece.br/index.php/revpemo/article/view/3668. Acesso em: 7 jul. 2025.