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DA TEORIA Á PRÁTICA: A VIVÊNCIA E O CRESCIMENTO PROFISSIONAL

Centro Universitário de João Pessoa - UNIPÊ

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77 DA TEORIA Á PRÁTICA: A VIVÊNCIA E O CRESCIMENTO PROFISSIONAL Ruan Vitor Sales da Silva – Curso de Educação Física – [email protected] DOI 10.5281/zenodo.17498786 O Laboratório de Avaliação Física (LAF) do Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ) foi inaugurado em 2009 com o objetivo de incentivar e colaborar com as atividades de ensino, pesquisa e extensão dos cursos de Educação Física e Saúde. Estruturado para apoiar aulas práticas, o LAF também serve como base para o desenvolvimento de projetos científicos e para a prestação de serviços à comunidade interna e externa da universidade. Entre seus objetivos gerais, destacam-se o suporte às disciplinas práticas dos cursos da área da saúde, o incentivo à produção científica, a atuação em programas de extensão e a promoção de cursos de formação e educação continuada. O laboratório também se dedica à divulgação do conhecimento científico aplicado à prática profissional, além da coleta e análise de dados relevantes para pesquisas na área da Educação Física e da Saúde. O LAF é composto por três áreas integradas: Fisiologia do Esforço, Biomecânica e Cineantropometria. O horário de funcionamento vai das 8h às 17h, de segunda a quinta-feira, e até as 16h nas sextas-feiras. Os atendimentos são feitos mediante agendamento prévio, realizados presencialmente por professores ou funcionários responsáveis. O laboratório possui mais de 250 equipamentos e materiais de altíssima qualidade e precisão, utilizados no ensino, pesquisa, extensão e nas clínicas escola da UNIPÊ. As atividades são organizadas em ciclos de quatro meses, nas quais alunos extensionistas participam ativamente das avaliações, sempre supervisionados por um técnico e pelo professor 78 coordenador do laboratório. Entre as avaliações realizadas destacam-se testes de bioimpedância, questionários de anamnese, análise antropométrica, testes de flexibilidade (como o banco de Wells e goniômetro), testes de força (flexão de braço e resistência abdominal), avaliações com célula de carga, tapete de salto, testes de fadiga, potência muscular e eletromiografia. A vivência no LAF vai muito além do ambiente acadêmico. A participação dos alunos nas atividades práticas proporciona um aprendizado aprofundado e aplicável ao mercado de trabalho. Ter contato direto com equipamentos profissionais, analisar dados reais e atuar em atendimentos à comunidade permite que os estudantes desenvolvam senso crítico, responsabilidade, habilidades interpessoais e técnicas fundamentais para o exercício ético e eficiente da profissão. Essa experiência contribui não apenas para a formação acadêmica, mas também para o desenvolvimento pessoal e profissional do aluno. Ao se depararem com situações reais de avaliação e acompanhamento físico, os estudantes aprendem a lidar com diferentes perfis de indivíduos, a interpretar dados científicos e a tomar decisões embasadas, tornando-se profissionais mais preparados, conscientes e competentes para enfrentar os desafios do mercado e atuar com excelência tanto em contextos clínicos quanto esportivos e sociais. Com isso a participação em projetos de extensão durante a graduação proporciona aos alunos o conhecimento prático que complementa a teoria aprendida em sala de aula, desenvolvendo habilidades como trabalho em equipe, liderança. No final de cada semestre esses alunos demonstram maior maturidade, maior senso crítico e melhor preparo para os desafios que o esperam no mercado de trabalho, e em comparação aos que não participam, destacam-se pela experiência, networking e visão ampla, ampliando suas oportunidades acadêmicas e profissionais. 79 REFERÊNCIAS: COELHO, Geraldo. O papel pedagógico da extensão universitária. Dez, 2014. CORRÊA, Thiago Henrique Barnabé. Dialogo e Alteridade: A extensão na transversalidade do Ensino Superior. 12. vl. Uberaba, Minas Gerais: p. 119-127. RIBEIRO, Marcos Aguiar, et al. A extensão Universitária na perspectiva de estudantes de cursos de graduação da área da saúde. Ceará, 2016.