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3. CONDIÇÕES DERMATOLÓGICAS NA GESTAÇÃO: LÚPUS LUPUS ERYTHEMATOSUS IN PREGNANCY: SYSTEMIC LUPUS EIXO TEMÁTICO: EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL Tecnóloga em Radiologia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí RESUMO Introdução: O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune inflamatória crônica que, durante a gestação, represe pelos riscos maternoinfantil associados. evidências disponíveis na literatura sobre o LES na gestação, com enfoque nas manifestações cutâneas e em estratégias terapêuticas seguras. integrativa realizada nas bases de dados PubMed, SciELO e Cochrane Library, utilizando os descritores “pregnancy”, “systemic lupus erythematosus” e “skin diseases”, integrados por opera dores booleanos AND e OR. Foram incluídos 12 estudos entre artigos originais, revisões e diretrizes. Resultados e discussão: LES está associada a maior risco de complicações, como pré perdas fetais e restrição de crescimento intrauterino. As manifestações mais frequentes foram lúpus cutâneo agudo, subagudo e crônico, além de vasculite e fenômeno de Raynaud, geralmente agravados por exposição ao sol e alterações hormonais. O hidr considerado o fármaco de primeira escolha sendo associado a fotoproteção, uso controlado de 28 CONDIÇÕES DERMATOLÓGICAS NA GESTAÇÃO: LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO LUPUS ERYTHEMATOSUS IN PREGNANCY: SYSTEMIC LUPUS ERYTHEMATOSUS EIXO TEMÁTICO: EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL Yasmin Dara Mendes da Silva Graduanda em Medicina pela Universidade Cidade de São Paulo Beatriz de Oliveira Santos Graduanda em Enfermagem pela Universidade Tirad Jéssica Bruna Gomes Soares Graduanda em Enfermagem pela Faculdade Wenceslau Braz, Itajubá Erika Alves dos Santos Graduanda em Enfermagem pela Universidade Tiradente Joyce Caroline de Oliveira Sousa em Radiologia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí Amanda da Silva Costa Médica pela Faculdade de Medicina da Universidade Unigranrio Isabele Caroline Oliveira Almeida Médica pela Facul dade de Medicina da Universidades de Taubaté, SP Mariana Menezes de Mauro Graduada em Medicina pela Universidade São Francisco, Bragança Paulista Karina Maria de Morais Prandini Graduanda em Medicina pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul Yasmim Catherine Balthazar da Cunha Graduanda em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas, São José dos Campos O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune inflamatória crônica que, durante a gestação, represe nta um desafio clínico, pelas manifestações cutâneas e infantil associados. Objetivo: Este estudo teve como objetivo analisar as evidências disponíveis na literatura sobre o LES na gestação, com enfoque nas manifestações estratégias terapêuticas seguras. Metodologia: Trata integrativa realizada nas bases de dados PubMed, SciELO e Cochrane Library, utilizando os descritores “pregnancy”, “systemic lupus erythematosus” e “skin diseases”, integrados por dores booleanos AND e OR. Foram incluídos 12 estudos entre artigos originais, revisões Resultados e discussão: A análise evidenciou que a gestação em mulheres com LES está associada a maior risco de complicações, como pré - eclâmpsia, parto pre perdas fetais e restrição de crescimento intrauterino. As manifestações mais frequentes foram lúpus cutâneo agudo, subagudo e crônico, além de vasculite e fenômeno de Raynaud, geralmente agravados por exposição ao sol e alterações hormonais. O hidr considerado o fármaco de primeira escolha sendo associado a fotoproteção, uso controlado de CONDIÇÕES DERMATOLÓGICAS NA GESTAÇÃO: LÚPUS LUPUS ERYTHEMATOSUS IN PREGNANCY: SYSTEMIC LUPUS EIXO TEMÁTICO: EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL Yasmin Dara Mendes da Silva Graduanda em Medicina pela Universidade Cidade de São Paulo - UNICID, São Paulo-SP Beatriz de Oliveira Santos Graduanda em Enfermagem pela Universidade Tirad enteUNIT, Aracaju-SE Jéssica Bruna Gomes Soares Graduanda em Enfermagem pela Faculdade Wenceslau Braz, Itajubá - MG Erika Alves dos Santos Graduanda em Enfermagem pela Universidade Tiradente - UNIT, AracajuSE Joyce Caroline de Oliveira Sousa em Radiologia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí –IFPI,TeresinaPI Amanda da Silva Costa Médica pela Faculdade de Medicina da Universidade Unigranrio –Duque de Caxias, RJ Isabele Caroline Oliveira Almeida dade de Medicina da Universidades de Taubaté, SP Mariana Menezes de Mauro Graduada em Medicina pela Universidade São Francisco, Bragança Paulista - SP Karina Maria de Morais Prandini Graduanda em Medicina pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul - USCS Yasmim Catherine Balthazar da Cunha Graduanda em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas, São José dos Campos - SP O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune inflamatória nta um desafio clínico, pelas manifestações cutâneas e Este estudo teve como objetivo analisar as evidências disponíveis na literatura sobre o LES na gestação, com enfoque nas manifestações Trata -se de uma revisão integrativa realizada nas bases de dados PubMed, SciELO e Cochrane Library, utilizando os descritores “pregnancy”, “systemic lupus erythematosus” e “skin diseases”, integrados por dores booleanos AND e OR. Foram incluídos 12 estudos entre artigos originais, revisões A análise evidenciou que a gestação em mulheres com eclâmpsia, parto pre maturo, perdas fetais e restrição de crescimento intrauterino. As manifestações mais frequentes foram lúpus cutâneo agudo, subagudo e crônico, além de vasculite e fenômeno de Raynaud, geralmente agravados por exposição ao sol e alterações hormonais. O hidr oxicloroquina é considerado o fármaco de primeira escolha sendo associado a fotoproteção, uso controlado de
corticoides e imunossupressores seguros e adequados. gestação é uma condição de alto risco, demandando planejamen acompanhamento multiprofissional e suporte psicossocial, visto que, as lesões cutâneas afetam a autoestima e a qualidade de vida. Existem lacunas na literatura, reforçando a necessidade de novos estudos sobre as repercussões cutâneas da d Palavras-Chaves: lúpus eritematoso sistêmico; manifestações cutâneas; hidroxicloroquina; dermatopatias vasculares. ABSTRACT Introduction: Systemic Lupus Erythematosus (SLE) is a chronic inflammatory autoimmune disease that present s a clinical challenge during pregnancy due to its cutaneous manifestations and associated maternal the available evidence in the literature on SLE in pregnancy, focusing on cutaneous manifestations and s afe therapeutic strategies. conducted in the PubMed, SciELO, and Cochrane Library databases, using the keywords "pregnancy," "systemic lupus erythematosus," and "skin diseases," combined with the Boolean operators AND and OR. Twelve studies, including original articles, reviews, and guidelines, were included. women with SLE is associated with a higher risk of complications such as preeclampsia, preterm birth , fetal loss, and intrauterine growth restriction. The most frequent manifestations were acute, subacute, and chronic cutaneous lupus, in addition to vasculitis and Raynaud's phenomenon, which are generally exacerbated by sun exposure and hormonal changes. Hydroxychloroquine is considered the first photoprotection and the controlled use of safe and appropriate corticosteroids and immunosuppressants. Conclusion: condition, requir ing preconception planning, multidisciplinary follow support, as skin lesions affect self reinforcing the need for new studies on the cutaneous repercussions of the disease this period. Keywords: systemic lupus erythematosus; cutaneous manifestations; hydroxychloroquine; vascular dermatopathies. INTRODUÇÃO O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune inflamatória crônica de caráter multissistêmico, cuja expressão clínica resulta de uma complexa interação entre predisposição genética, fatores ambientais e desregulação imunológica. Caract produção de autoanticorpos dirigidos contra diversos componentes nucleares e 29 corticoides e imunossupressores seguros e adequados. Conclusão: Conclui gestação é uma condição de alto risco, demandando planejamen acompanhamento multiprofissional e suporte psicossocial, visto que, as lesões cutâneas afetam a autoestima e a qualidade de vida. Existem lacunas na literatura, reforçando a necessidade de novos estudos sobre as repercussões cutâneas da d oença nesse período. lúpus eritematoso sistêmico; manifestações cutâneas; hidroxicloroquina; Systemic Lupus Erythematosus (SLE) is a chronic inflammatory autoimmune s a clinical challenge during pregnancy due to its cutaneous manifestations and associated maternal -fetal risks. Objective: This study aimed to analyze the available evidence in the literature on SLE in pregnancy, focusing on cutaneous afe therapeutic strategies. Methods: This is an integrative review conducted in the PubMed, SciELO, and Cochrane Library databases, using the keywords "pregnancy," "systemic lupus erythematosus," and "skin diseases," combined with the and OR. Twelve studies, including original articles, reviews, and Results and Discussion: The analysis showed that pregnancy in women with SLE is associated with a higher risk of complications such as preeclampsia, , fetal loss, and intrauterine growth restriction. The most frequent manifestations were acute, subacute, and chronic cutaneous lupus, in addition to vasculitis and Raynaud's phenomenon, which are generally exacerbated by sun exposure and hormonal Hydroxychloroquine is considered the first - choice drug, combined with photoprotection and the controlled use of safe and appropriate corticosteroids and Conclusion: It is concluded that SLE in pregnancy is a high ing preconception planning, multidisciplinary follow - up, and psychosocial support, as skin lesions affect self - esteem and quality of life. There are gaps in the literature, reinforcing the need for new studies on the cutaneous repercussions of the disease systemic lupus erythematosus; cutaneous manifestations; hydroxychloroquine; O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune inflamatória crônica de caráter multissistêmico, cuja expressão clínica resulta de uma complexa interação entre predisposição genética, fatores ambientais e desregulação imunológica. Caract produção de autoanticorpos dirigidos contra diversos componentes nucleares e Conclui -se que o LES na gestação é uma condição de alto risco, demandando planejamen to pré-concepção, acompanhamento multiprofissional e suporte psicossocial, visto que, as lesões cutâneas afetam a autoestima e a qualidade de vida. Existem lacunas na literatura, reforçando a oença nesse período. lúpus eritematoso sistêmico; manifestações cutâneas; hidroxicloroquina; Systemic Lupus Erythematosus (SLE) is a chronic inflammatory autoimmune s a clinical challenge during pregnancy due to its cutaneous This study aimed to analyze the available evidence in the literature on SLE in pregnancy, focusing on cutaneous This is an integrative review conducted in the PubMed, SciELO, and Cochrane Library databases, using the keywords "pregnancy," "systemic lupus erythematosus," and "skin diseases," combined with the and OR. Twelve studies, including original articles, reviews, and The analysis showed that pregnancy in women with SLE is associated with a higher risk of complications such as preeclampsia, , fetal loss, and intrauterine growth restriction. The most frequent manifestations were acute, subacute, and chronic cutaneous lupus, in addition to vasculitis and Raynaud's phenomenon, which are generally exacerbated by sun exposure and hormonal choice drug, combined with photoprotection and the controlled use of safe and appropriate corticosteroids and It is concluded that SLE in pregnancy is a high -risk up, and psychosocial esteem and quality of life. There are gaps in the literature, reinforcing the need for new studies on the cutaneous repercussions of the disease during systemic lupus erythematosus; cutaneous manifestations; hydroxychloroquine; O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune inflamatória crônica de caráter multissistêmico, cuja expressão clínica resulta de uma complexa interação entre predisposição genética, fatores ambientais e desregulação imunológica. Caract eriza-se pela produção de autoanticorpos dirigidos contra diversos componentes nucleares e
citoplasmáticos, levando à formação de complexos imunes e desencadeando um processo inflamatório que pode comprometer múltiplos órgãos e sistemas (Rezende, 2021). A relevância do LES na prática clínica dermatológica reside não apenas nas suas manifestações cutâneas que podem ser marcantes e até preceder as manifestações sistêmicas, mas também no impacto que essas alterações da pele exercem sobre a qualidade de vida, a utoestima e percepção corporal das pacientes. Em especial, durante a gestação, período marcado por intensas modificações hormonais, imunológicas e metabólicas, a presença do LES impõe desafios diagnósticos e terapêuticos singulares. A relação entre LES e g recomendavase que mulheres com a doença evitassem a gestação devido aos altos índices de morbimortalidade materno desenvolvimento de esquemas t pré-natal tornouse possível planejar a concepção de forma mais segura, desde que a paciente esteja com a doença controlada por um período mínimo de seis meses antes da concepção (Rezende, 2021). Do ponto de vista imunológico, a gravidez induz um estado de tolerância materno fetal com predomínio da resposta imune do tipo Th2 e supressão relativa da imunidade celular, mecanismos essenciais para evitar a rejeição do concepto. Essas alterações, embora f isiológicas, podem modificar o curso clínico do LES ora atenuando manifestações ora predispondo a exacerbações. Além disso, a própria placenta pode atuar como fonte de antígenos e estimular a produção de autoanticorpos, como os anti d iretamente implicados no risco de lúpus neonatal e bloqueio cardíaco congênito (Firestein, 2022). Na esfera cutânea, o LES durante a gestação pode se apresentar sob diferentes formas: lúpus cutâneo agudo, subagudo e crônico, vasculite cutânea e fenômeno de potencialmente agravadas pela exposição solar e por fatores hormonais próprios desse período. A correta identificação dessas manifestações é fundamental para distinguir uma exacerbação da doença de outras dermatoses específicas da gestação, gestacional, a colestase intra conduta adequada e segura para mãe e feto (James, 2022). 30 citoplasmáticos, levando à formação de complexos imunes e desencadeando um processo inflamatório que pode comprometer múltiplos órgãos e sistemas (Rezende, 2021). relevância do LES na prática clínica dermatológica reside não apenas nas suas manifestações cutâneas que podem ser marcantes e até preceder as manifestações sistêmicas, mas também no impacto que essas alterações da pele exercem sobre a qualidade de vida, utoestima e percepção corporal das pacientes. Em especial, durante a gestação, período marcado por intensas modificações hormonais, imunológicas e metabólicas, a presença do LES impõe desafios diagnósticos e terapêuticos singulares. A relação entre LES e g ravidez é historicamente complexa. Até a década de 1960 se que mulheres com a doença evitassem a gestação devido aos altos índices de morbimortalidade materno - fetal. Com os avanços na compreensão fisiopatológica, o desenvolvimento de esquemas t erapêuticos mais seguros e o aprimoramento da assistência se possível planejar a concepção de forma mais segura, desde que a paciente esteja com a doença controlada por um período mínimo de seis meses antes da concepção ponto de vista imunológico, a gravidez induz um estado de tolerância materno fetal com predomínio da resposta imune do tipo Th2 e supressão relativa da imunidade celular, mecanismos essenciais para evitar a rejeição do concepto. Essas alterações, embora isiológicas, podem modificar o curso clínico do LES ora atenuando manifestações ora predispondo a exacerbações. Além disso, a própria placenta pode atuar como fonte de antígenos e estimular a produção de autoanticorpos, como os anti - Ro/SSA e anti iretamente implicados no risco de lúpus neonatal e bloqueio cardíaco congênito (Firestein, Na esfera cutânea, o LES durante a gestação pode se apresentar sob diferentes formas: lúpus cutâneo agudo, subagudo e crônico, vasculite cutânea e fenômeno de potencialmente agravadas pela exposição solar e por fatores hormonais próprios desse período. A correta identificação dessas manifestações é fundamental para distinguir uma exacerbação da doença de outras dermatoses específicas da gestação, gestacional, a colestase intra - hepática ou a dermatoses polimorfa da gravidez, garantindo conduta adequada e segura para mãe e feto (James, 2022). citoplasmáticos, levando à formação de complexos imunes e desencadeando um processo inflamatório que pode comprometer múltiplos órgãos e sistemas (Rezende, 2021). relevância do LES na prática clínica dermatológica reside não apenas nas suas manifestações cutâneas que podem ser marcantes e até preceder as manifestações sistêmicas, mas também no impacto que essas alterações da pele exercem sobre a qualidade de vida, utoestima e percepção corporal das pacientes. Em especial, durante a gestação, período marcado por intensas modificações hormonais, imunológicas e metabólicas, a presença do ravidez é historicamente complexa. Até a década de 1960 se que mulheres com a doença evitassem a gestação devido aos altos índices de fetal. Com os avanços na compreensão fisiopatológica, o erapêuticos mais seguros e o aprimoramento da assistência se possível planejar a concepção de forma mais segura, desde que a paciente esteja com a doença controlada por um período mínimo de seis meses antes da concepção ponto de vista imunológico, a gravidez induz um estado de tolerância materno - fetal com predomínio da resposta imune do tipo Th2 e supressão relativa da imunidade celular, mecanismos essenciais para evitar a rejeição do concepto. Essas alterações, embora isiológicas, podem modificar o curso clínico do LES ora atenuando manifestações ora predispondo a exacerbações. Além disso, a própria placenta pode atuar como fonte de Ro/SSA e anti -La/SSB, iretamente implicados no risco de lúpus neonatal e bloqueio cardíaco congênito (Firestein, Na esfera cutânea, o LES durante a gestação pode se apresentar sob diferentes formas: lúpus cutâneo agudo, subagudo e crônico, vasculite cutânea e fenômeno de Raynaud, todas potencialmente agravadas pela exposição solar e por fatores hormonais próprios desse período. A correta identificação dessas manifestações é fundamental para distinguir uma exacerbação da doença de outras dermatoses específicas da gestação, como o prurido hepática ou a dermatoses polimorfa da gravidez, garantindo
Assim, compreender a interação entre o lúpus eritematoso sistêmico e a gestação com ênfase na s repercussões cutâneas é essencial para o manejo clínico moderno. Este capítulo abordará desde aspectos fisiopatológicos e manifestações dermatológicas até estratégias terapêuticas seguras, oferecendo ao leitor uma visão abrangente e atualizada sobre um d maiores desafios no campo da dermatologia e da medicina materno METODOLOGIA Tratase de uma revisão integrativa da literatura, que teve como objetivo fazer um levantamento e analisar criticamente as evidências científicas mais recentes acerca da Eritematoso Sistêmico (LES) na gestação, com ênfase em suas, repercussões cutâneas, bem como nas opções terapêuticas atualmente disponíveis. As bases de dados utilizadas para a busca bibliográfica foram PubMed, SciELO e Cochrane Library, com os desc diseases ”, combinados pelos operadores booleanos Foram incluídos artigos originais, revisões sistemáticas, revisões narrativas, revisões integrativas e diretrizes clínicas, disponíveis a temática proposta. Excluíram editoriais, teses e dissertações, resultando na inclusão de 12 artigos. A seleção dos estudos foi realizada em duas e de títulos e resumos, seguida da leitura integral dos trabalhos que atendiam aos critérios de inclusão. Posteriormente, foi feita a análise crítica e interpretativa dos estudos, de forma a sintetizar os principais a chados e identificar convergências e lacunas presentes na literatura. A apresentação dos resultados foi organizada de maneira descritiva e temática, contemplando as manifestações clínicas do Lúpus Eritematoso Sistêmico durante a gestação e os fatores associados às repercussões cutâneas para a gestante, além das estratégias de manejo terapêutico apontadas nos estudos revisados. RESULTADOS E DISCUSSÃO 31 Assim, compreender a interação entre o lúpus eritematoso sistêmico e a gestação com s repercussões cutâneas é essencial para o manejo clínico moderno. Este capítulo abordará desde aspectos fisiopatológicos e manifestações dermatológicas até estratégias terapêuticas seguras, oferecendo ao leitor uma visão abrangente e atualizada sobre um d maiores desafios no campo da dermatologia e da medicina materno - fetal. se de uma revisão integrativa da literatura, que teve como objetivo fazer um levantamento e analisar criticamente as evidências científicas mais recentes acerca da Eritematoso Sistêmico (LES) na gestação, com ênfase em suas, repercussões cutâneas, bem como nas opções terapêuticas atualmente disponíveis. As bases de dados utilizadas para a busca bibliográfica foram PubMed, SciELO e Cochrane Library, com os desc ritores “pregnancy”, “ systemic lupus erythematosus ”, combinados pelos operadores booleanos AND e OR. Foram incluídos artigos originais, revisões sistemáticas, revisões narrativas, revisões integrativas e diretrizes clínicas, disponíveis em português, inglês e espanhol, que abordassem a temática proposta. Excluíram - se publicações duplicadas, estudos não pertinentes ao tema, editoriais, teses e dissertações, resultando na inclusão de 12 artigos. A seleção dos estudos foi realizada em duas e tapas. Inicialmente, por meio da leitura de títulos e resumos, seguida da leitura integral dos trabalhos que atendiam aos critérios de inclusão. Posteriormente, foi feita a análise crítica e interpretativa dos estudos, de forma a chados e identificar convergências e lacunas presentes na literatura. A apresentação dos resultados foi organizada de maneira descritiva e temática, contemplando as manifestações clínicas do Lúpus Eritematoso Sistêmico durante a gestação e associados às repercussões cutâneas para a gestante, além das estratégias de manejo terapêutico apontadas nos estudos revisados. RESULTADOS E DISCUSSÃO Assim, compreender a interação entre o lúpus eritematoso sistêmico e a gestação com s repercussões cutâneas é essencial para o manejo clínico moderno. Este capítulo abordará desde aspectos fisiopatológicos e manifestações dermatológicas até estratégias terapêuticas seguras, oferecendo ao leitor uma visão abrangente e atualizada sobre um d os fetal. se de uma revisão integrativa da literatura, que teve como objetivo fazer um levantamento e analisar criticamente as evidências científicas mais recentes acerca da Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) na gestação, com ênfase em suas, repercussões cutâneas, bem As bases de dados utilizadas para a busca bibliográfica foram PubMed, SciELO e systemic lupus erythematosus ” e “skin Foram incluídos artigos originais, revisões sistemáticas, revisões narrativas, revisões em português, inglês e espanhol, que abordassem se publicações duplicadas, estudos não pertinentes ao tema, tapas. Inicialmente, por meio da leitura de títulos e resumos, seguida da leitura integral dos trabalhos que atendiam aos critérios de inclusão. Posteriormente, foi feita a análise crítica e interpretativa dos estudos, de forma a chados e identificar convergências e lacunas presentes na literatura. A apresentação dos resultados foi organizada de maneira descritiva e temática, contemplando as manifestações clínicas do Lúpus Eritematoso Sistêmico durante a gestação e associados às repercussões cutâneas para a gestante, além das estratégias de manejo
A análise da literatura demonstra que a evolução do lúpus eritematoso sistêmico (LES) durante a gestaçã o permanece marcada por maior vulnerabilidade clínica tanto para a mãe quanto para o feto. Apesar dos avanços terapêuticos e do melhor acompanhamento pré os estudos mostram que mulheres portadoras de LES apresentam taxas aumentadas de complicações g estacionais, como parto prematuro, restrição de crescimento intrauterino, pré eclâmpsia, abortamento espontâneo e perdas fetais quando comparadas à população geral (Rezende, 2021). Esses desfechos, contudo, estão fortemente relacionados ao grau de atividad e da doença no momento da concepção e ao perfil sorológico da paciente, ressaltando a importância do planejamento reprodutivo. Do ponto de vista imunológico, observou para um predomínio da resposta Th2, característica no LES. Em alguns casos, há atenuação dos sintomas sistêmicos e cutâneos, enquanto em outros verificase exacerbação da atividade inflamatória, sobretudo em pacientes com doença não controlada previamente. Além d La/SSB mostrouse relevante na determinação de complicações neonatais, como o lúpus neonatal e o bloqueio cardíaco congênito, reforçando a necessidade de rastreamento laboratorial contínuo e seguimento Na esfera dermatológica, os resultados apontam para a predominância das manifestações cutâneas clássicas, incluindo lúpus cutâneo agudo com eritema malar, lúpus subagudo com lesões anulares ou policíclicas e fenómenos vasculíticos e de Raynaud. A gestação, por sua vez, mostrou maior suscetibilidade ao agravamento dessas manifestações, especialmente sob influência da exposição solar e das flutuações hor diferencial com dermatoses específicas da gravidez, como prurido gestacional, colestase intra hepática e dermatoses polimorfas, que podem confundir a avaliação clínica (James, 2022). A síntese dos princ ipais achados dos estudos revisados está apresentada na Tabela 1, a qual resume as complicações materno estratégias terapêuticas seguras na gestação em mulheres com LES. Os achados apresentados evidencia compreendido como uma condição de alto risco clínico que demanda vigilância contínua e abordagem multiprofissional. O acompanhamento conjunto entre obstetras, dermatologistas e 32 A análise da literatura demonstra que a evolução do lúpus eritematoso sistêmico (LES) o permanece marcada por maior vulnerabilidade clínica tanto para a mãe quanto para o feto. Apesar dos avanços terapêuticos e do melhor acompanhamento pré os estudos mostram que mulheres portadoras de LES apresentam taxas aumentadas de estacionais, como parto prematuro, restrição de crescimento intrauterino, pré eclâmpsia, abortamento espontâneo e perdas fetais quando comparadas à população geral (Rezende, 2021). Esses desfechos, contudo, estão fortemente relacionados ao grau de e da doença no momento da concepção e ao perfil sorológico da paciente, ressaltando a importância do planejamento reprodutivo. Do ponto de vista imunológico, observou - se que a mudança do equilíbrio materno para um predomínio da resposta Th2, característica da gestação, pode ter impacto bidirecional no LES. Em alguns casos, há atenuação dos sintomas sistêmicos e cutâneos, enquanto em se exacerbação da atividade inflamatória, sobretudo em pacientes com doença não controlada previamente. Além d isso, a presença de autoanticorpos anti se relevante na determinação de complicações neonatais, como o lúpus neonatal e o bloqueio cardíaco congênito, reforçando a necessidade de rastreamento laboratorial contínuo e seguimento obstétrico especializado (Firestein, 2022). Na esfera dermatológica, os resultados apontam para a predominância das manifestações cutâneas clássicas, incluindo lúpus cutâneo agudo com eritema malar, lúpus subagudo com lesões anulares ou policíclicas e lúpus cutâneo crônico (discoide), além de fenómenos vasculíticos e de Raynaud. A gestação, por sua vez, mostrou maior suscetibilidade ao agravamento dessas manifestações, especialmente sob influência da exposição solar e das flutuações hor monais. Destacase ainda a importância do diagnóstico diferencial com dermatoses específicas da gravidez, como prurido gestacional, colestase intra hepática e dermatoses polimorfas, que podem confundir a avaliação clínica (James, 2022). ipais achados dos estudos revisados está apresentada na Tabela 1, a qual resume as complicações materno - fetais, as manifestações cutâneas predominantes e as estratégias terapêuticas seguras na gestação em mulheres com LES. Os achados apresentados evidencia m que o LES durante a gestação deve ser compreendido como uma condição de alto risco clínico que demanda vigilância contínua e abordagem multiprofissional. O acompanhamento conjunto entre obstetras, dermatologistas e A análise da literatura demonstra que a evolução do lúpus eritematoso sistêmico (LES) o permanece marcada por maior vulnerabilidade clínica tanto para a mãe quanto para o feto. Apesar dos avanços terapêuticos e do melhor acompanhamento pré -natal, os estudos mostram que mulheres portadoras de LES apresentam taxas aumentadas de estacionais, como parto prematuro, restrição de crescimento intrauterino, pré - eclâmpsia, abortamento espontâneo e perdas fetais quando comparadas à população geral (Rezende, 2021). Esses desfechos, contudo, estão fortemente relacionados ao grau de e da doença no momento da concepção e ao perfil sorológico da paciente, ressaltando se que a mudança do equilíbrio materno da gestação, pode ter impacto bidirecional no LES. Em alguns casos, há atenuação dos sintomas sistêmicos e cutâneos, enquanto em se exacerbação da atividade inflamatória, sobretudo em pacientes com doença isso, a presença de autoanticorpos anti -Ro/SSA e antise relevante na determinação de complicações neonatais, como o lúpus neonatal e o bloqueio cardíaco congênito, reforçando a necessidade de rastreamento obstétrico especializado (Firestein, 2022). Na esfera dermatológica, os resultados apontam para a predominância das manifestações cutâneas clássicas, incluindo lúpus cutâneo agudo com eritema malar, lúpus lúpus cutâneo crônico (discoide), além de fenómenos vasculíticos e de Raynaud. A gestação, por sua vez, mostrou -se um período de maior suscetibilidade ao agravamento dessas manifestações, especialmente sob influência da se ainda a importância do diagnóstico diferencial com dermatoses específicas da gravidez, como prurido gestacional, colestase intra - hepática e dermatoses polimorfas, que podem confundir a avaliação clínica (James, 2022). ipais achados dos estudos revisados está apresentada na Tabela 1, a fetais, as manifestações cutâneas predominantes e as m que o LES durante a gestação deve ser compreendido como uma condição de alto risco clínico que demanda vigilância contínua e abordagem multiprofissional. O acompanhamento conjunto entre obstetras, dermatologistas e
reumatologistas é imprescindível para a complicações. A literatura corrobora que a atividade da doença no período pré preditor mais relevante para os desfechos obstétricos. Mulheres que engravidam em remissão apresentam menor r isco de complicações, ao passo que a concepção em fases de atividade intensa da doença associa reprodutivo e o planejamento prévio da gestação assumem papel central no cuidado dessas pacientes. No c ampo terapêutico, destaca escolha, uma vez que reduz exacerbações sistêmicas e cutâneas, apresenta bom perfil de segurança gestacional e está associada a menor risco de lúpus neonatal. Corticoides em doses ba ixas e imunossupressores selecionados, como a azatioprina, também podem ser utilizados de forma controlada, enquanto outros, como o micofenolato mofetil, são estritamente contraindicados devido ao seu potencial teratogênico. Outro aspecto de destaque refer cutâneas. As alterações dermatológicas, frequentemente visíveis e estigmatizantes, podem comprometer de forma significativa a autoestima, a percepção corporal e o bem emocional das gestantes. Duran emocionais, essas repercussões tendem a ser intensificadas, justificando a integração de suporte psicológico no plano terapêutico. Finalmente, observa da modulação maternofetal oferece novas perspectivas para o manejo do LES nesse contexto. A placenta, ao mesmo tempo em que contribui para a tolerância imunológica necessária à gestação, pode também atuar como fonte de estímulo antigênico e per autoanticorpos. Esses avanços no entendimento fisiopatológico sinalizam potenciais caminhos para terapias mais direcionadas e personalizadas no futuro. Assim, a literatura reforça que, embora a gestação em mulheres com LES represente u m desafio clínico, a combinação entre planejamento adequado, monitoramento multiprofissional, terapias seguras e apoio psicossocial pode minimizar riscos e garantir desfechos cada vez mais favoráveis. 33 reumatologistas é imprescindível para a ssegurar maior segurança materno A literatura corrobora que a atividade da doença no período pré preditor mais relevante para os desfechos obstétricos. Mulheres que engravidam em remissão isco de complicações, ao passo que a concepção em fases de atividade intensa da doença associa - se à evolução desfavorável. Dessa forma, o aconselhamento reprodutivo e o planejamento prévio da gestação assumem papel central no cuidado dessas ampo terapêutico, destaca - se a hidroxicloroquina como fármaco de primeira escolha, uma vez que reduz exacerbações sistêmicas e cutâneas, apresenta bom perfil de segurança gestacional e está associada a menor risco de lúpus neonatal. Corticoides em doses ixas e imunossupressores selecionados, como a azatioprina, também podem ser utilizados de forma controlada, enquanto outros, como o micofenolato mofetil, são estritamente contraindicados devido ao seu potencial teratogênico. Outro aspecto de destaque refer ese às repercussões psicossociais das manifestações cutâneas. As alterações dermatológicas, frequentemente visíveis e estigmatizantes, podem comprometer de forma significativa a autoestima, a percepção corporal e o bem emocional das gestantes. Duran te a gravidez, fase já marcada por mudanças físicas e emocionais, essas repercussões tendem a ser intensificadas, justificando a integração de suporte psicológico no plano terapêutico. Finalmente, observa - se que a compreensão atual do papel imunológico da fetal oferece novas perspectivas para o manejo do LES nesse contexto. A placenta, ao mesmo tempo em que contribui para a tolerância imunológica necessária à gestação, pode também atuar como fonte de estímulo antigênico e per autoanticorpos. Esses avanços no entendimento fisiopatológico sinalizam potenciais caminhos para terapias mais direcionadas e personalizadas no futuro. Assim, a literatura reforça que, embora a gestação em mulheres com LES represente m desafio clínico, a combinação entre planejamento adequado, monitoramento multiprofissional, terapias seguras e apoio psicossocial pode minimizar riscos e garantir desfechos cada vez mais favoráveis. ssegurar maior segurança materno -fetal e reduzir A literatura corrobora que a atividade da doença no período pré -concepção é o fator preditor mais relevante para os desfechos obstétricos. Mulheres que engravidam em remissão isco de complicações, ao passo que a concepção em fases de atividade se à evolução desfavorável. Dessa forma, o aconselhamento reprodutivo e o planejamento prévio da gestação assumem papel central no cuidado dessas se a hidroxicloroquina como fármaco de primeira escolha, uma vez que reduz exacerbações sistêmicas e cutâneas, apresenta bom perfil de segurança gestacional e está associada a menor risco de lúpus neonatal. Corticoides em doses ixas e imunossupressores selecionados, como a azatioprina, também podem ser utilizados de forma controlada, enquanto outros, como o micofenolato mofetil, são estritamente se às repercussões psicossociais das manifestações cutâneas. As alterações dermatológicas, frequentemente visíveis e estigmatizantes, podem comprometer de forma significativa a autoestima, a percepção corporal e o bem -estar te a gravidez, fase já marcada por mudanças físicas e emocionais, essas repercussões tendem a ser intensificadas, justificando a integração de se que a compreensão atual do papel imunológico da placenta e fetal oferece novas perspectivas para o manejo do LES nesse contexto. A placenta, ao mesmo tempo em que contribui para a tolerância imunológica necessária à gestação, pode também atuar como fonte de estímulo antigênico e per petuar a produção de autoanticorpos. Esses avanços no entendimento fisiopatológico sinalizam potenciais caminhos Assim, a literatura reforça que, embora a gestação em mulheres com LES represente m desafio clínico, a combinação entre planejamento adequado, monitoramento multiprofissional, terapias seguras e apoio psicossocial pode minimizar riscos e garantir
Autor/Ano População/Abor dagem Rezende & Montenegro (2021) Revisão obstétrica Firestein et al. (2022) Revisão reumatológica James et al. (2022) Revisão dermatológica Azulay et al. (2023) Revisão em dermatologia Bolognia et al. (2021) Revisão de dermatologia geral 34 População/Abor Principais achados clínicos e obstétricos Repercussões cutâneas Revisão obstétrica ↑ risco de préeclâmpsia, parto prematuro e perdas fetais, especialmente com doença ativa na concepção Exacerbação de manifestações cutâneas Revisão reumatológica Importância dos autoanticorpos anti-Ro/SSA e anti-La/SSB no lúpus neonatal e bloqueio cardíaco congênito Cutâneas variáveis, influenciadas pela placenta Revisão dermatológica Dificuldade de diagnóstico diferencial com dermatoses específicas da gestação Eritema malar, lúpus subagudo e discoide, vasculite, fenômeno de Raynaud Revisão em dermatologia Ênfase no impacto psicossocial das manifestações cutâneas Estigma, impacto na autoestima e qualidade de vida Revisão de dermatologia Papel da imunomodulaçã o gestacional na variabilidade Agravamento ou melhora das lesões cutâneas Condutas/Terapi a recomendada Exacerbação de manifestações Planejamento prévio e acompanhament o multiprofissional Hidroxicloroqui na como terapia de base; corticoide em dose baixa Eritema malar, lúpus subagudo Fotoproteção rigorosa, imunossupressor es seguros Suporte psicológico associado ao tratamento clínico Agravamento ou lesões cutâneas Importância do manejo personalizado
Tabela 1. Principais achados da literatura sobre lúpus eritematoso sistêmico na gestação e repercussões cutâneas. CONSIDERAÇÕES FINAIS O estudo evidencia que a biossegurança em serviços de estética é um elemento central para a proteção de profissionais e clientes, de protocolos e a constante atualização de práticas. Embora existam normas e orientações nacionais, observouse que há lacunas no conhecimento e na padronização das condutas entre os profissionais. Como limitação, destaca estatística aprofundada nem a mensuração de impactos quantitativos na prática clínica. Além disso, a literatura disponível sobre a aplicação prática da biossegurança em estética é limita indicando a necessidade de dados mais recentes e detalhados sobre adesão a protocolos, eficácia de treinamentos e monitoramento de riscos biológicos, químicos e físicos. Pesquisas futuras podem avaliar, por exemplo, a efetividade de programas de capac itação continuada, comparar diferentes estratégias de controle de contaminação em salões e clínicas estéticas, ou analisar a percepção dos clientes sobre a segurança dos procedimentos. Estudos desse tipo ajudariam a estabelecer indicadores concretos de segurança, oferecendo subsídios objetivos para políticas e normas mais eficazes na área. REFERÊNCIAS. AZULAY, R. D.; AZULAY, D. R.; AZULAY Janeiro: Guanabara Koogan, 2023. 35 clínica do LES Principais achados da literatura sobre lúpus eritematoso sistêmico na gestação e CONSIDERAÇÕES FINAIS O estudo evidencia que a biossegurança em serviços de estética é um elemento central para a proteção de profissionais e clientes, sendo necessário o cumprimento rigoroso de protocolos e a constante atualização de práticas. Embora existam normas e orientações se que há lacunas no conhecimento e na padronização das condutas entre destaca - se o caráter de revisão narrativa, que não permite a análise estatística aprofundada nem a mensuração de impactos quantitativos na prática clínica. Além disso, a literatura disponível sobre a aplicação prática da biossegurança em estética é limita indicando a necessidade de dados mais recentes e detalhados sobre adesão a protocolos, eficácia de treinamentos e monitoramento de riscos biológicos, químicos e físicos. Pesquisas futuras podem avaliar, por exemplo, a efetividade de programas de itação continuada, comparar diferentes estratégias de controle de contaminação em salões e clínicas estéticas, ou analisar a percepção dos clientes sobre a segurança dos Estudos desse tipo ajudariam a estabelecer indicadores concretos de segurança, oferecendo subsídios objetivos para políticas e normas mais eficazes na área. AZULAY, R. D.; AZULAY, D. R.; AZULAY -ABULAFIA, L. Dermatologia Janeiro: Guanabara Koogan, 2023. Principais achados da literatura sobre lúpus eritematoso sistêmico na gestação e O estudo evidencia que a biossegurança em serviços de estética é um elemento sendo necessário o cumprimento rigoroso de protocolos e a constante atualização de práticas. Embora existam normas e orientações se que há lacunas no conhecimento e na padronização das condutas entre se o caráter de revisão narrativa, que não permite a análise estatística aprofundada nem a mensuração de impactos quantitativos na prática clínica. Além disso, a literatura disponível sobre a aplicação prática da biossegurança em estética é limita da, indicando a necessidade de dados mais recentes e detalhados sobre adesão a protocolos, eficácia de treinamentos e monitoramento de riscos biológicos, químicos e físicos. Pesquisas futuras podem avaliar, por exemplo, a efetividade de programas de itação continuada, comparar diferentes estratégias de controle de contaminação em salões e clínicas estéticas, ou analisar a percepção dos clientes sobre a segurança dos Estudos desse tipo ajudariam a estabelecer indicadores concretos de qualidade e segurança, oferecendo subsídios objetivos para políticas e normas mais eficazes na área. Dermatologia . 7. ed. Rio de
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