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ECLÂMPSIA E PRÉ-ECLÂMPSIA GRAVE: MANEJO NA SALA DE EMERGÊNCIA

Editora Saúde Vital

Abstract

Autores Laís Volpi Pereira Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Ana Laura Goulart Aguiar Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Julia Mayumi Funck Ouigui Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Isabel Perosa Favareto Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Ana Flávia De Godoy Saab Abrão Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Camila Pissaia Félix Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Melanie Gandriann Vieira Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Victória Moraes Issa Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Clara Gonzalez Martins Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Anuar Colombes Zahoui Graduado em Medicina pela Universidade Positivo

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14. ECLÂMPSIA E PRÉ ECLAMPSIA AND SEVERE PRE EIXO TEMÁTICO: URGÊNCIAS, EMERGÊNCIAS E CUIDADOS NO PÓS RESUMO Introdução : As desordens hipertensivas da gravidez, em especial a pré eclâmpsia, representam importantes causas de morbimortalidade materna e perinatal, com implicações a longo prazo para a saúde ca diagnósticas, aspectos fisiopatológicos, estratégias terapêuticas e preventivas, além das complicações associadas à pré Metodologia: Realizou-s e uma revisão de literatura na base PubMed em Agosto de 2025, incluindo artigos em inglês, de acesso livre, publicados entre Maio de 2019 e Julho de 2024, utilizando os descritores “Pre 10 artigo s após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão. diagnóstico baseiase no desenvolvimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação, associada a proteinúria ou disfunção orgânica. A fisiopatologia envolve placentação inad equada, disfunção endotelial e desequilíbrio angiogênico. O manejo inclui sulfato de magnésio para prevenção de convulsões e anti Complicações maternas e fetais são significativas, incluindo síndrome HELLP, restrição crescimento intrauterino e riscos cardiovasculares futuros. 157 ECLÂMPSIA E PRÉ - ECLÂMPSIA GRAVE: MANEJO NA SALA DE EMERGÊNCIA ECLAMPSIA AND SEVERE PRE - ECLAMPSIA: MANAGEMENT IN THE EMERGENCY ROOM EIXO TEMÁTICO: URGÊNCIAS, EMERGÊNCIAS E CUIDADOS NO PÓS OPERATÓRIO OBSTÉTRICO Graduan do em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Ana Laura Goulart Aguiar Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Julia Mayumi Funck Ouigui Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Isabel Perosa Favareto Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Ana Flávia De Godoy Saab Abrão Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Melanie Gandriann Vieira Graduand o em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Clara Gonzalez Martins Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Anuar Colombes Zahoui Graduado em Medicina pela Universidade Positivo : As desordens hipertensivas da gravidez, em especial a pré eclâmpsia, representam importantes causas de morbimortalidade materna e perinatal, com implicações a longo prazo para a saúde ca rdiovascular. Objetivo : Analisar as características diagnósticas, aspectos fisiopatológicos, estratégias terapêuticas e preventivas, além das complicações associadas à pré - eclâmpsia e eclâmpsia, com ênfase na apresentação pós e uma revisão de literatura na base PubMed em Agosto de 2025, incluindo artigos em inglês, de acesso livre, publicados entre Maio de 2019 e Julho de 2024, utilizando os descritores “Pre - Eclampsia”, “Eclampsia” e “Therapeutics”. Foram selecionados s após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão. Resultados e Discussão: se no desenvolvimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação, associada a proteinúria ou disfunção orgânica. A fisiopatologia envolve placentação equada, disfunção endotelial e desequilíbrio angiogênico. O manejo inclui sulfato de magnésio para prevenção de convulsões e anti - hipertensivos para controle pressórico. Complicações maternas e fetais são significativas, incluindo síndrome HELLP, restrição crescimento intrauterino e riscos cardiovasculares futuros. Considerações Finais: ECLÂMPSIA GRAVE: MANEJO NA SALA ECLAMPSIA: MANAGEMENT IN THE EIXO TEMÁTICO: URGÊNCIAS, EMERGÊNCIAS E CUIDADOS NO PÓS - Laís Volpi Pereira do em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Ana Laura Goulart Aguiar Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Julia Mayumi Funck Ouigui Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Isabel Perosa Favareto em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Ana Flávia De Godoy Saab Abrão Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Camila Pissaia Félix Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Melanie Gandriann Vieira o em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Victória Moraes Issa Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Clara Gonzalez Martins Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Anuar Colombes Zahoui Medicina pela Universidade Positivo : As desordens hipertensivas da gravidez, em especial a pré -eclâmpsia e a eclâmpsia, representam importantes causas de morbimortalidade materna e perinatal, com : Analisar as características diagnósticas, aspectos fisiopatológicos, estratégias terapêuticas e preventivas, além das eclâmpsia e eclâmpsia, com ênfase na apresentação pós -parto. e uma revisão de literatura na base PubMed em Agosto de 2025, incluindo artigos em inglês, de acesso livre, publicados entre Maio de 2019 e Julho de 2024, Eclampsia”, “Eclampsia” e “Therapeutics”. Foram selecionados Resultados e Discussão: O se no desenvolvimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação, associada a proteinúria ou disfunção orgânica. A fisiopatologia envolve placentação equada, disfunção endotelial e desequilíbrio angiogênico. O manejo inclui sulfato de hipertensivos para controle pressórico. Complicações maternas e fetais são significativas, incluindo síndrome HELLP, restrição de Considerações Finais: A pré- eclâmpsia e a eclâmpsia exigem vigilância contínua e abordagem multidisciplinar. Novas terapias estão em investigação, mas ainda não são padrão na prática clínica. devem focar em estratégias de prevenção e manejo da pré Palavras-Chaves: Complicações na gravidez; eclâmpsia; gravidez de alto risco; pré eclâmpsia; sulfato de magnésio. ABSTRACT Introduction : Hypertensive disorders of pregnancy, especially preeclampsia and eclampsia, are significant causes of maternal and perinatal morbidity and mortality, with long implications for cardiovascular health. pa thophysiological aspects, therapeutic and preventive strategies, and complications associated with preeclampsia and eclampsia, with emphasis on postpartum presentation. Methodology : A literature review was conducted in PubMed in August 2025, including free fulltext English articles published between May 2019 and July 2024, using the descriptors “PreEclampsia”, “Eclampsia”, and “Therapeutics”. Ten articles were selected after applying inclusion and exclusion criteria. development of hypertension after the 20th week of gestation, associated with proteinuria or organ dysfunction. Pathophysiology involves inadequate placentation, endothelial dysfunction, and angiogenic imbalance. Management includes magnesium s seizure prophylaxis and antihypertensives for blood pressure control. Maternal and fetal complications are significant, including HELLP syndrome, intrauterine growth restriction, and future cardiovascular risks. continuous monitoring and a multidisciplinary approach. New therapies are under investigation but are not yet standard in clinical practice. Future studies should focus on prevention strategies and management of postpartum preeclam Keywords: Eclampsia; magnesium sulfate; pre pregnancy, high-risk. INTRODUÇÃO As desordens hipertensivas da gravidez representam um desafio significativo na saúde materna global, sendo a pré Caracterizadas por hipertensão de início recente acompanhada de disfunção de órgãos proteinúria, estas condições podem surgir a partir da vigésima semana de gestação, no intraparto ou até seis semanas após o parto, c parto de início tardio (Hauspurg; Jeyabalan, 2022; Redman 2023). A eclâmpsia, definida pela ocorrência de convulsões em pacientes com pré 158 eclâmpsia e a eclâmpsia exigem vigilância contínua e abordagem multidisciplinar. Novas terapias estão em investigação, mas ainda não são padrão na prática clínica. devem focar em estratégias de prevenção e manejo da pré - eclâmpsia pós Complicações na gravidez; eclâmpsia; gravidez de alto risco; pré eclâmpsia; sulfato de magnésio. : Hypertensive disorders of pregnancy, especially preeclampsia and eclampsia, are significant causes of maternal and perinatal morbidity and mortality, with long implications for cardiovascular health. Objective : To analyze the diagnostic features, thophysiological aspects, therapeutic and preventive strategies, and complications associated with preeclampsia and eclampsia, with emphasis on postpartum presentation. : A literature review was conducted in PubMed in August 2025, including free text English articles published between May 2019 and July 2024, using the descriptors Eclampsia”, “Eclampsia”, and “Therapeutics”. Ten articles were selected after applying inclusion and exclusion criteria. Results and Discussion : Diagnosis is b development of hypertension after the 20th week of gestation, associated with proteinuria or organ dysfunction. Pathophysiology involves inadequate placentation, endothelial dysfunction, and angiogenic imbalance. Management includes magnesium s seizure prophylaxis and antihypertensives for blood pressure control. Maternal and fetal complications are significant, including HELLP syndrome, intrauterine growth restriction, and future cardiovascular risks. Final Considerations: Pre-eclamps ia and eclampsia require continuous monitoring and a multidisciplinary approach. New therapies are under investigation but are not yet standard in clinical practice. Future studies should focus on prevention strategies and management of postpartum preeclam psia. Eclampsia; magnesium sulfate; pre - eclampsia; pregnancy complications; As desordens hipertensivas da gravidez representam um desafio significativo na saúde materna global, sendo a pré -eclâmpsia e a eclâmpsi a as mais graves e impactantes. Caracterizadas por hipertensão de início recente acompanhada de disfunção de órgãos proteinúria, estas condições podem surgir a partir da vigésima semana de gestação, no intraparto ou até seis semanas após o parto, c om especial atenção para a pré parto de início tardio (Hauspurg; Jeyabalan, 2022; Redman et al. , 2019; Sakowicz 2023). A eclâmpsia, definida pela ocorrência de convulsões em pacientes com pré eclâmpsia e a eclâmpsia exigem vigilância contínua e abordagem multidisciplinar. Novas terapias estão em investigação, mas ainda não são padrão na prática clínica. Estudos futuros eclâmpsia pós -parto. Complicações na gravidez; eclâmpsia; gravidez de alto risco; pré - : Hypertensive disorders of pregnancy, especially preeclampsia and eclampsia, are significant causes of maternal and perinatal morbidity and mortality, with long -term : To analyze the diagnostic features, thophysiological aspects, therapeutic and preventive strategies, and complications associated with preeclampsia and eclampsia, with emphasis on postpartum presentation. : A literature review was conducted in PubMed in August 2025, including free text English articles published between May 2019 and July 2024, using the descriptors Eclampsia”, “Eclampsia”, and “Therapeutics”. Ten articles were selected after applying : Diagnosis is b ased on the development of hypertension after the 20th week of gestation, associated with proteinuria or organ dysfunction. Pathophysiology involves inadequate placentation, endothelial dysfunction, and angiogenic imbalance. Management includes magnesium s ulfate for seizure prophylaxis and antihypertensives for blood pressure control. Maternal and fetal complications are significant, including HELLP syndrome, intrauterine growth restriction, ia and eclampsia require continuous monitoring and a multidisciplinary approach. New therapies are under investigation but are not yet standard in clinical practice. Future studies should focus on eclampsia; pregnancy complications; As desordens hipertensivas da gravidez representam um desafio significativo na saúde a as mais graves e impactantes. Caracterizadas por hipertensão de início recente acompanhada de disfunção de órgãos -alvo ou proteinúria, estas condições podem surgir a partir da vigésima semana de gestação, no om especial atenção para a pré -eclâmpsia pós- , 2019; Sakowicz et al., 2023). A eclâmpsia, definida pela ocorrência de convulsões em pacientes com pré -eclâmpsia sem outra causa neurológica iden principais causas de mortalidade materna e morbidade perinatal ( Sharma Shaheen et al. , 2024; Poon A prevalência global da pré contribuindo para mais de 50.000 mortes maternas e 500.000 mortes fetais anualmente (Hauspurg; Jeyabalan, 2022). O impacto dessas desordens transcende o período gestacional, com consequências a longo prazo para a saúde cardiovascular da mãe e do fi risco aumentado de hipertensão crônica, doença renal e eventos cardiovasculares (Laskowska, 2023; Sakowicz et al. , 2023). Diante da significativa morbimortalidade associada e da complexidade na sua apresentação e manejo, este estudo tem c as características diagnósticas, os aspectos fisiopatológicos relevantes ao manejo, as estratégias terapêuticas e preventivas atuais, bem como as complicações maternas e fetais da préeclâmpsia e eclâmpsia (Poon pósparto, uma condição que exige maior compreensão e abordagens eficazes. A relevância deste trabalho reside na necessidade contínua de aprimorar os cuidados maternos e perinatais, promovendo o diagnóstic eficazes que possam diminuir os desfechos adversos (Laskowska, 2023; Poon problematização do tema surge da lacuna na compreensão aprofundada de certos aspectos, como o manejo da préeclâmpsia pós terapias, bem como a necessidade de padronização de protocolos em diversos contextos clínicos (Redman et al. , 2019). Este estudo adota uma metodologia de revisão e síntese da literatura científica para compilar e interpretar os conhecimentos mais recentes, extraindo informações cruciais de estudos de revisão, meta recurso valioso para profissionais de saúde na tomada de decisões clínicas (Fox, 2019). METODOLOGIA Es te estudo consiste em uma revisão de literatura realizada em Agosto de 2025, por meio de buscas na base de dados PubMed (Public Medical Literature Analysis and Retrieval 159 sem outra causa neurológica iden tificável, é considerada a complicação mais severa e uma das principais causas de mortalidade materna e morbidade perinatal ( Sharma , 2024; Poon et al., 2019). A prevalência global da pré - eclâmpsia varia entre 2% e 8% das ges contribuindo para mais de 50.000 mortes maternas e 500.000 mortes fetais anualmente (Hauspurg; Jeyabalan, 2022). O impacto dessas desordens transcende o período gestacional, com consequências a longo prazo para a saúde cardiovascular da mãe e do fi risco aumentado de hipertensão crônica, doença renal e eventos cardiovasculares (Laskowska, , 2023). Diante da significativa morbimortalidade associada e da complexidade na sua apresentação e manejo, este estudo tem c omo objetivo principal analisar as características diagnósticas, os aspectos fisiopatológicos relevantes ao manejo, as estratégias terapêuticas e preventivas atuais, bem como as complicações maternas e fetais da eclâmpsia e eclâmpsia (Poon et al., 2019). Dar-seá um destaque especial à pré parto, uma condição que exige maior compreensão e abordagens eficazes. A relevância deste trabalho reside na necessidade contínua de aprimorar os cuidados maternos e perinatais, promovendo o diagnóstic o precoce e a implementação de intervenções eficazes que possam diminuir os desfechos adversos (Laskowska, 2023; Poon problematização do tema surge da lacuna na compreensão aprofundada de certos aspectos, eclâmpsia pós - parto e a falta de evidências concretas para algumas terapias, bem como a necessidade de padronização de protocolos em diversos contextos , 2019). Este estudo adota uma metodologia de revisão e síntese da compilar e interpretar os conhecimentos mais recentes, extraindo informações cruciais de estudos de revisão, meta - análises e diretrizes, buscando ser um recurso valioso para profissionais de saúde na tomada de decisões clínicas (Fox, 2019). te estudo consiste em uma revisão de literatura realizada em Agosto de 2025, por meio de buscas na base de dados PubMed (Public Medical Literature Analysis and Retrieval tificável, é considerada a complicação mais severa e uma das principais causas de mortalidade materna e morbidade perinatal ( Sharma et al., 2024; eclâmpsia varia entre 2% e 8% das ges tações, contribuindo para mais de 50.000 mortes maternas e 500.000 mortes fetais anualmente (Hauspurg; Jeyabalan, 2022). O impacto dessas desordens transcende o período gestacional, com consequências a longo prazo para a saúde cardiovascular da mãe e do fi lho, incluindo um risco aumentado de hipertensão crônica, doença renal e eventos cardiovasculares (Laskowska, , 2023). Diante da significativa morbimortalidade associada e da omo objetivo principal analisar as características diagnósticas, os aspectos fisiopatológicos relevantes ao manejo, as estratégias terapêuticas e preventivas atuais, bem como as complicações maternas e fetais da á um destaque especial à pré -eclâmpsia parto, uma condição que exige maior compreensão e abordagens eficazes. A relevância deste trabalho reside na necessidade contínua de aprimorar os cuidados o precoce e a implementação de intervenções eficazes que possam diminuir os desfechos adversos (Laskowska, 2023; Poon et al., 2019). A problematização do tema surge da lacuna na compreensão aprofundada de certos aspectos, parto e a falta de evidências concretas para algumas terapias, bem como a necessidade de padronização de protocolos em diversos contextos , 2019). Este estudo adota uma metodologia de revisão e síntese da compilar e interpretar os conhecimentos mais recentes, extraindo análises e diretrizes, buscando ser um recurso valioso para profissionais de saúde na tomada de decisões clínicas (Fox, 2019). te estudo consiste em uma revisão de literatura realizada em Agosto de 2025, por meio de buscas na base de dados PubMed (Public Medical Literature Analysis and Retrieval System Online). Foram incluídos artigos publicados entre Maio de 2019 e Julho de 2024, utilizando os descritores em ciências da saúde: “Pre “Therapeutics”. A busca inicial identificou 1.306 artigos, os quais foram posteriormente submetidos aos critérios de seleção. Foram incluídos artigos no idioma inglês, disponib publicados no período de Maio de 2019 a Julho de 2024, que abordassem aspectos de diagnóstico, manejo e complicações da pré tipos de estudo: revisões narrativas, artigos de consensos internacionais. Foram excluídos estudos duplicados, sem relação direta com a temática, relatos de caso isolados e aqueles que não atenderam aos demais critérios de inclusão. Após a aplicação dos critérios minuciosa para coleta de dados. Os resultados foram organizados de forma descritiva e distribuídos em categorias temáticas: critérios diagnósticos e de classificação, fisiopatologia, períodos de ocorrê ncia (pré suporte e principais complicações associadas. RESULTADOS E DISCUSSÃO Diagnóstico e Classificação: O diagnóstico da préeclâmpsia baseia após a 20ª semana de gestação, definida como pressão arterial sistólica diastólica ≥ 90 mmHg, frequentemente associada horas) (Beech; Mangos, 2021). Na ausência de proteinúria, o diagnóstico pode ser estabelecido pela presença de manifestações clínicas ou laboratoriais de disfunção orgânica materna, incluindo alterações renais (elevação da creatinina sérica), enzimas hepáticas), hematológicas (trombocitopenia) ou neurológicas (cefaleia persistente, distúrbios visuais, convulsões). A condição é resultante de uma placentação anômala, com invasão trofoblástica superficial que leva à isquemia estresse oxidativo, desequilíbrio entre fatores angiogênicos e antiangiogênicos (como 160 System Online). Foram incluídos artigos publicados entre Maio de 2019 e Julho de 2024, utilizando os descritores em ciências da saúde: “Pre - Eclampsia”, “Eclampsia” e “Therapeutics”. A busca inicial identificou 1.306 artigos, os quais foram posteriormente submetidos aos critérios de seleção. Foram incluídos artigos no idioma inglês, disponib ilizados gratuitamente na íntegra, publicados no período de Maio de 2019 a Julho de 2024, que abordassem aspectos de diagnóstico, manejo e complicações da pré - eclâmpsia e eclâmpsia, contemplando os seguintes tipos de estudo: revisões narrativas, artigos de atualização, guias de prática clínica e Foram excluídos estudos duplicados, sem relação direta com a temática, relatos de caso isolados e aqueles que não atenderam aos demais critérios de inclusão. Após a aplicação dos critérios de seleção, 10 artigos foram selecionados para leitura minuciosa para coleta de dados. Os resultados foram organizados de forma descritiva e distribuídos em categorias temáticas: critérios diagnósticos e de classificação, fisiopatologia, ncia (pré -parto, intraparto e pósparto), manejo farmacológico, cuidados de suporte e principais complicações associadas. RESULTADOS E DISCUSSÃO Diagnóstico e Classificação: eclâmpsia baseia - se na identificação de hipertensão arterial sistêmica após a 20ª semana de gestação, definida como pressão arterial sistólica ≥ 90 mmHg, frequentemente associada à proteinúria significativa ( horas) (Beech; Mangos, 2021). Na ausência de proteinúria, o diagnóstico pode ser estabelecido pela presença de manifestações clínicas ou laboratoriais de disfunção orgânica incluindo alterações renais (elevação da creatinina sérica), hepáticas (aumento de enzimas hepáticas), hematológicas (trombocitopenia) ou neurológicas (cefaleia persistente, distúrbios visuais, convulsões). A condição é resultante de uma placentação anômala, com invasão trofoblástica superficial que leva à isquemia e hipóxia placentária, desencadeando estresse oxidativo, desequilíbrio entre fatores angiogênicos e antiangiogênicos (como System Online). Foram incluídos artigos publicados entre Maio de 2019 e Julho de 2024, Eclampsia”, “Eclampsia” e “Therapeutics”. A busca inicial identificou 1.306 artigos, os quais foram posteriormente ilizados gratuitamente na íntegra, publicados no período de Maio de 2019 a Julho de 2024, que abordassem aspectos de eclâmpsia e eclâmpsia, contemplando os seguintes atualização, guias de prática clínica e Foram excluídos estudos duplicados, sem relação direta com a temática, relatos de caso isolados e aqueles que não atenderam aos demais critérios de inclusão. de seleção, 10 artigos foram selecionados para leitura minuciosa para coleta de dados. Os resultados foram organizados de forma descritiva e distribuídos em categorias temáticas: critérios diagnósticos e de classificação, fisiopatologia, parto), manejo farmacológico, cuidados de se na identificação de hipertensão arterial sistêmica após a 20ª semana de gestação, definida como pressão arterial sistólica ≥ 140 mmHg ou à proteinúria significativa ( ≥ 300 mg em 24 horas) (Beech; Mangos, 2021). Na ausência de proteinúria, o diagnóstico pode ser estabelecido pela presença de manifestações clínicas ou laboratoriais de disfunção orgânica hepáticas (aumento de enzimas hepáticas), hematológicas (trombocitopenia) ou neurológicas (cefaleia persistente, distúrbios visuais, convulsões). A condição é resultante de uma placentação anômala, com e hipóxia placentária, desencadeando estresse oxidativo, desequilíbrio entre fatores angiogênicos e antiangiogênicos (como aumento de sFlt1 e sEng e redução de PlGF) e consequente disfunção endotelial sistêmica (Qi et al. , 2022). A classificação em formas hipertensão e a presença de complicações sistêmicas, como síndrome HELLP, insuficiência renal aguda, edema agudo de pulmão ou sofrimento fetal. A eclâmpsia é definida como a ocorrência de crises convulsivas tônico prévio de préeclâmpsia, não atribuíveis a causas neurológicas primárias, sendo que até metade dos casos pode ocorrer sem preenchimento dos critérios clássicos de gravidade, o que reforça a necessidade de monitorização clínica contínua e abordagem individualizada do risco materno-fetal. Categoria Hipertensão arterial Pré-eclâmpsia leve ≥140/90 mmHg após 20ª semana, em duas medidas Pré-eclâmpsia grave ≥160/110 mmHg persistente, refratária Eclâmpsia Pode estar presente, geralmente grave Fisiopatologia: 161 1 e sEng e redução de PlGF) e consequente disfunção endotelial sistêmica , 2022). A classificação em formas leve ou grave considera a intensidade da hipertensão e a presença de complicações sistêmicas, como síndrome HELLP, insuficiência renal aguda, edema agudo de pulmão ou sofrimento fetal. A eclâmpsia é definida como a ocorrência de crises convulsivas tônico - clônicas generalizadas em pacientes com diagnóstico eclâmpsia, não atribuíveis a causas neurológicas primárias, sendo que até metade dos casos pode ocorrer sem preenchimento dos critérios clássicos de gravidade, o que monitorização clínica contínua e abordagem individualizada do risco Hipertensão arterial Proteinúria Disfunção orgânica materna Comprometimento mmHg após 20ª semana, em duas medidas ≥300 mg/24h ou relação proteína/creati nina ≥0,3 Ausente Geralmente ausente persistente, Pode estar ausente; quando presente, geralmente >2 g/24h Cefaleia persistente, distúrbios visuais, dor epigástrica, alterações hepáticas/renais/ hematológicas Restrição de crescimento intrauterino, oligoidrâmnio, alteração de Doppler Pode estar geralmente Pode estar ausente ou presente, sem valor diagnóstico isolado Convulsões generalizadas tônico-clônicas Frequente, associado à alta morbimortalidade 1 e sEng e redução de PlGF) e consequente disfunção endotelial sistêmica leve ou grave considera a intensidade da hipertensão e a presença de complicações sistêmicas, como síndrome HELLP, insuficiência renal aguda, edema agudo de pulmão ou sofrimento fetal. A eclâmpsia é definida como a clônicas generalizadas em pacientes com diagnóstico eclâmpsia, não atribuíveis a causas neurológicas primárias, sendo que até metade dos casos pode ocorrer sem preenchimento dos critérios clássicos de gravidade, o que monitorização clínica contínua e abordagem individualizada do risco Comprometimento fetal Geralmente ausente Restrição de crescimento intrauterino, oligoidrâmnio, alteração de Doppler Frequente, associado à alta morbimortalidade A Préeclâmpsia (PE) se apresenta como uma das principais causas de mortalidade e morbidade perinatal e materna, configurando um quadro complexo de origem majoritariamente placentária e de repercussões sistêmicas. Sua manifestação clínica é heterogênea: hi pertensão (PAS normotensas, associada a proteinúria (proteína hipertensão recente com disfunção em órgão proteinúria. O s fatores de risco para o desenvolvimento da PE (Sharma Em uma gestação normal, durante o processo de implantação placentária, os citotrofoblastos invadem as artérias espirais, remodelando maior diâmetro, m aior fluxo e menor resistência, formando seios vasculares e garantindo o sustento do embrião. Na patogênese da PE, há uma falha na transformação epitelial do citotrofoblasto de um epitélio do subtipo proliferativo para um subtipo invasivo, o que resulta em uma remodelação alterada por conta da invasão celular prejudicada. Frente a esse cenário, as artérias espirais são mais estreitas, produzindo um quadro de hipóxia, isquemia e hipoperfusão placentária, estimulando a produção de agentes angiogênicos, que al permeabilidade e o tônus vascular. Como consequência da isquemia e da hipóxia, há um aumento na produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), levando a um cenário de estresse oxidativo, caracterizado pelo acúmulo de produtos de oxidação avançad modulam vias angiogênicas e favorecem o desenvolvimento de PE (Sharma O processo fisiopatológico pode ser explicado pela teoria dos dois estágios, na qual no primeiro estágio ocorre uma placentação anormal, advinda da falha dos citotr invadir as artérias espiraladas do útero e remodelá fluxo e alta resistência, incapazes de sustentar um desenvolvimento fetal adequado. Essa falha leva a uma hipoperfusão, hipóxia e isquemia placentária e, liberar fatores antiangiogênicos, como tirosina quinase 1 solúvel semelhante à fms (sFLT 1), resultando em uma disfunção vascular endotelial e sistêmica, caracterizando o segundo estágio. Além disso, as células isquêmicas d ácidos graxos livres e citocinas inflamatórias na circulação materna, responsáveis por agravar a lesão endotelial e contribuir com sinais HELLP (Laskowska, 2023). Sobre a disfunção endotelial e a disfunção vasc associação com o aumento dos fatores antiangiogênicos placentários. O fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e outros fatores de crescimento placentário são antagonizados 162 eclâmpsia (PE) se apresenta como uma das principais causas de mortalidade e morbidade perinatal e materna, configurando um quadro complexo de origem majoritariamente placentária e de repercussões sistêmicas. Sua manifestação clínica é pertensão (PAS ≥ 140 mmHg e PAD ≥ 90 mmHg) em gestantes previamente normotensas, associada a proteinúria (proteína ≥ 300 mg em uma coleta de urina de 24h) ou hipertensão recente com disfunção em órgão - alvo, não necessariamente acompanhada de s fatores de risco para o desenvolvimento da PE (Sharma et al. Em uma gestação normal, durante o processo de implantação placentária, os citotrofoblastos invadem as artérias espirais, remodelando - as, e as transformando em vasos de aior fluxo e menor resistência, formando seios vasculares e garantindo o sustento do embrião. Na patogênese da PE, há uma falha na transformação epitelial do citotrofoblasto de um epitélio do subtipo proliferativo para um subtipo invasivo, o que resulta uma remodelação alterada por conta da invasão celular prejudicada. Frente a esse cenário, as artérias espirais são mais estreitas, produzindo um quadro de hipóxia, isquemia e hipoperfusão placentária, estimulando a produção de agentes angiogênicos, que al permeabilidade e o tônus vascular. Como consequência da isquemia e da hipóxia, há um aumento na produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), levando a um cenário de estresse oxidativo, caracterizado pelo acúmulo de produtos de oxidação avançad modulam vias angiogênicas e favorecem o desenvolvimento de PE (Sharma O processo fisiopatológico pode ser explicado pela teoria dos dois estágios, na qual no primeiro estágio ocorre uma placentação anormal, advinda da falha dos citotr invadir as artérias espiraladas do útero e remodelá -las, mantendoas como vasos de baixo fluxo e alta resistência, incapazes de sustentar um desenvolvimento fetal adequado. Essa falha leva a uma hipoperfusão, hipóxia e isquemia placentária e, em resposta, a placenta passa a liberar fatores antiangiogênicos, como tirosina quinase 1 solúvel semelhante à fms (sFLT 1), resultando em uma disfunção vascular endotelial e sistêmica, caracterizando o segundo estágio. Além disso, as células isquêmicas d o trofoblasto liberam fragmentos de membrana, ácidos graxos livres e citocinas inflamatórias na circulação materna, responsáveis por agravar a lesão endotelial e contribuir com sinais HELLP (Laskowska, 2023). Sobre a disfunção endotelial e a disfunção vasc ular sistêmica geral, vale ressaltar a associação com o aumento dos fatores antiangiogênicos placentários. O fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e outros fatores de crescimento placentário são antagonizados eclâmpsia (PE) se apresenta como uma das principais causas de mortalidade e morbidade perinatal e materna, configurando um quadro complexo de origem majoritariamente placentária e de repercussões sistêmicas. Sua manifestação clínica é ≥ 140 mmHg e PAD ≥ 90 mmHg) em gestantes previamente ≥ 300 mg em uma coleta de urina de 24h) ou alvo, não necessariamente acompanhada de et al. , 2024). Em uma gestação normal, durante o processo de implantação placentária, os as, e as transformando em vasos de aior fluxo e menor resistência, formando seios vasculares e garantindo o sustento do embrião. Na patogênese da PE, há uma falha na transformação epitelial do citotrofoblasto de um epitélio do subtipo proliferativo para um subtipo invasivo, o que resulta uma remodelação alterada por conta da invasão celular prejudicada. Frente a esse cenário, as artérias espirais são mais estreitas, produzindo um quadro de hipóxia, isquemia e hipoperfusão placentária, estimulando a produção de agentes angiogênicos, que al teram a permeabilidade e o tônus vascular. Como consequência da isquemia e da hipóxia, há um aumento na produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), levando a um cenário de estresse oxidativo, caracterizado pelo acúmulo de produtos de oxidação avançad a, que modulam vias angiogênicas e favorecem o desenvolvimento de PE (Sharma et al., 2024). O processo fisiopatológico pode ser explicado pela teoria dos dois estágios, na qual no primeiro estágio ocorre uma placentação anormal, advinda da falha dos citotr ofoblastos em as como vasos de baixo fluxo e alta resistência, incapazes de sustentar um desenvolvimento fetal adequado. Essa falha em resposta, a placenta passa a liberar fatores antiangiogênicos, como tirosina quinase 1 solúvel semelhante à fms (sFLT 1), resultando em uma disfunção vascular endotelial e sistêmica, caracterizando o segundo o trofoblasto liberam fragmentos de membrana, ácidos graxos livres e citocinas inflamatórias na circulação materna, responsáveis por agravar ular sistêmica geral, vale ressaltar a associação com o aumento dos fatores antiangiogênicos placentários. O fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e outros fatores de crescimento placentário são antagonizados pelo sFLT 1, corroborando com a hipe endotelial regula funções anticoagulantes e plaquetárias, bem como o tônus do músculo liso, podendo ocorrer danos aos órgãos da portadora da placenta (Sharma Momento de Ocorrência: Os artigos analisados destacaram que a pré a 20ª semana de gestação. Contudo, foi enfatizado que as alterações moleculares e imunológicas já estão presentes desde o início da gravidez, mesmo que os sintomas só apareçam mais t arde (Sakowicz precoce da doença os casos que se manifestam antes da 34ª semana, sendo geralmente associados a maior gravidade (Fox mais c omum é no terceiro trimestre da gestação (Beech; Mangos, 2021). Além disso, alguns estudos ressaltam a ocorrência no período pós tardio foi descrito entre 8 horas e 6 semanas após o parto, com maior incidência entre o 7º e o 10º dia (Hausp urg; Jeyabalan, 2022). De forma semelhante, foi relatado que a mediana de apresentação no pósparto é no 7º dia, com intervalo interquartílico entre os dias 5 e 9 (Redman et al., 2019). Manejo Farmacológico: O manejo farmacológico da pré de crises convulsivas quanto o controle da hipertensão arterial. O sulfato de magnésio é considerado o fármaco de primeira escolha para profilaxia e tratamento das convulsões, estabelecendose como padrão sendo inclusive superior a outras drogas como a fenitoína (Sharma 2024). Seu efeito está relacionado à redução da excitabilidade neuronal e membrana celular, havendo assim uma proteção neurológica significativa às pacientes. Além disso, controlar a pressão também é essencial, principalmente diante de níveis de pressão arterial sistólica em que não há riscos fetais, é recomendado um limite um pouco menor ( para o início da terapêutica, com o objetivo de evitar a evolução para formas mais graves da doença (Hauspurg; Jeyabalan, 2022). Entre as drogas de labetalol, a hidralazina e a nifedipina, as quais demonstram boa eficácia no controle agudo da pressão arterial. A escolha entre essas opções deve considerar o perfil hemodinâmico materno 163 pelo sFLT 1, corroborando com a hipe rtensão arterial e a proteinúria. Essa disfunção endotelial regula funções anticoagulantes e plaquetárias, bem como o tônus do músculo liso, podendo ocorrer danos aos órgãos da portadora da placenta (Sharma et al. Momento de Ocorrência: analisados destacaram que a pré - eclâmpsia se manifesta clinicamente após a 20ª semana de gestação. Contudo, foi enfatizado que as alterações moleculares e imunológicas já estão presentes desde o início da gravidez, mesmo que os sintomas só arde (Sakowicz et al , 2023). Além disso, estudos descrevem como início precoce da doença os casos que se manifestam antes da 34ª semana, sendo geralmente associados a maior gravidade (Fox et al., 2019 ; Qi et al., 2022). Adicionalmente, a ocorrência omum é no terceiro trimestre da gestação (Beech; Mangos, 2021). Além disso, alguns estudos ressaltam a ocorrência no período pós tardio foi descrito entre 8 horas e 6 semanas após o parto, com maior incidência entre o 7º e o urg; Jeyabalan, 2022). De forma semelhante, foi relatado que a mediana de parto é no 7º dia, com intervalo interquartílico entre os dias 5 e 9 O manejo farmacológico da pré - eclâmpsia e da eclâmpsia engloba tanto a prevenção de crises convulsivas quanto o controle da hipertensão arterial. O sulfato de magnésio é considerado o fármaco de primeira escolha para profilaxia e tratamento das convulsões, se como padrão - ouro por conta de sua eficácia e segurança comprovadas, sendo inclusive superior a outras drogas como a fenitoína (Sharma et al. 2024). Seu efeito está relacionado à redução da excitabilidade neuronal e membrana celular, havendo assim uma proteção neurológica significativa às pacientes. Além disso, controlar a pressão também é essencial, principalmente diante de níveis de pressão arterial sistólica ≥ 160 mmHg ou diastólica ≥ 110 mmHg. em que não há riscos fetais, é recomendado um limite um pouco menor ( para o início da terapêutica, com o objetivo de evitar a evolução para formas mais graves da doença (Hauspurg; Jeyabalan, 2022). Entre as drogas de ação rápida, é possível destacar o labetalol, a hidralazina e a nifedipina, as quais demonstram boa eficácia no controle agudo da pressão arterial. A escolha entre essas opções deve considerar o perfil hemodinâmico materno rtensão arterial e a proteinúria. Essa disfunção endotelial regula funções anticoagulantes e plaquetárias, bem como o tônus do músculo liso, et al. , 2024). eclâmpsia se manifesta clinicamente após a 20ª semana de gestação. Contudo, foi enfatizado que as alterações moleculares e imunológicas já estão presentes desde o início da gravidez, mesmo que os sintomas só , 2023). Além disso, estudos descrevem como início precoce da doença os casos que se manifestam antes da 34ª semana, sendo geralmente 2022). Adicionalmente, a ocorrência omum é no terceiro trimestre da gestação (Beech; Mangos, 2021). Além disso, alguns estudos ressaltam a ocorrência no período pós -parto. O início tardio foi descrito entre 8 horas e 6 semanas após o parto, com maior incidência entre o 7º e o urg; Jeyabalan, 2022). De forma semelhante, foi relatado que a mediana de parto é no 7º dia, com intervalo interquartílico entre os dias 5 e 9 eclâmpsia e da eclâmpsia engloba tanto a prevenção de crises convulsivas quanto o controle da hipertensão arterial. O sulfato de magnésio é considerado o fármaco de primeira escolha para profilaxia e tratamento das convulsões, ouro por conta de sua eficácia e segurança comprovadas, et al. , 2024; Shaheen et al., 2024). Seu efeito está relacionado à redução da excitabilidade neuronal e à estabilização da membrana celular, havendo assim uma proteção neurológica significativa às pacientes. Além disso, controlar a pressão também é essencial, principalmente diante de níveis ≥ 160 mmHg ou diastólica ≥ 110 mmHg. No período pós-parto, em que não há riscos fetais, é recomendado um limite um pouco menor ( ≥ 150/100 mmHg) para o início da terapêutica, com o objetivo de evitar a evolução para formas mais graves da ação rápida, é possível destacar o labetalol, a hidralazina e a nifedipina, as quais demonstram boa eficácia no controle agudo da pressão arterial. A escolha entre essas opções deve considerar o perfil hemodinâmico materno e os possíveis efeitos adversos, nifedipina, por exemplo. Em pacientes que apresentam sinais de sobrecarga volêmica, como dispneia, edema periférico ou edema agudo de pulmão, a furosemida endovenosa é recomendada. Sua principal ação decorre da natriurese e consequente redução da pré melhora clínica significativa, embora associada a potenciais riscos de hipocalemia e desidratação (Redman et al. Nos últimos anos, estratégias emergentes têm sido investigadas mecanismos moleculares implicados na fisiopatologia da pré destacar o uso de aspirina em baixa dose, estatinas, metformina, melatonina, probióticos, vitamina D, bem como abordagens imunomodulatórias e ce célulastronco mesenquimais e seus exossomos. Ainda em caráter experimental (Sakowicz al., 2023; Qi et al. , 2022), outras propostas incluem agentes anti (hidroxicloroquina, eculizumabe), reguladores da coagulação (polifenóis e vitaminas C e E) e terapias dirigidas a fatores angiogênicos como o sFlt meio de técnicas como aférese e siRNA. Apesar do potencial promissor, tais intervenções ainda permanecem restritas ao campo da pesq da prática obstétrica convencional. Cuidados de Suporte: Os cuidados de suporte representam medidas fundamentais para estabilizar a paciente com préeclâmpsia ou eclâmpsia e reduzir os riscos de morbimorta Essas medidas não substituem o tratamento farmacológico, mas atuam de forma complementar para preservar a vida até a resolução da gestação. Entre as ações iniciais, destaca sinais vitais, que pode ser realizada tanto em ambiente hospitalar quanto por acompanhamento domiciliar supervisionado. Essa vigilância contínua permite identificar precocemente sinais de deterioração clínica, como picos hipertensivos, cefaléia intensa e a (Hauspurg; Jeyabalan, 2022). Outro ponto essencial é a avaliação da permeabilidade das vias aéreas, da ventilação e da oxigenação, principalmente em pacientes submetidos ao uso de sulfato de magnésio, 164 e os possíveis efeitos adversos, como taquicardia no caso da hidralazina e cefaléia com a Em pacientes que apresentam sinais de sobrecarga volêmica, como dispneia, edema periférico ou edema agudo de pulmão, a furosemida endovenosa é recomendada. Sua decorre da natriurese e consequente redução da pré melhora clínica significativa, embora associada a potenciais riscos de hipocalemia e et al. , 2019). Nos últimos anos, estratégias emergentes têm sido investigadas mecanismos moleculares implicados na fisiopatologia da pré - eclâmpsia. Entre elas podemos destacar o uso de aspirina em baixa dose, estatinas, metformina, melatonina, probióticos, vitamina D, bem como abordagens imunomodulatórias e ce lulares, como terapias com tronco mesenquimais e seus exossomos. Ainda em caráter experimental (Sakowicz , 2022), outras propostas incluem agentes anti (hidroxicloroquina, eculizumabe), reguladores da coagulação (antitrombina), antioxidantes (polifenóis e vitaminas C e E) e terapias dirigidas a fatores angiogênicos como o sFlt meio de técnicas como aférese e siRNA. Apesar do potencial promissor, tais intervenções ainda permanecem restritas ao campo da pesq uisa clínica, ou seja, à teoria e não fazem parte da prática obstétrica convencional. Os cuidados de suporte representam medidas fundamentais para estabilizar a paciente eclâmpsia ou eclâmpsia e reduzir os riscos de morbimorta lidade materna e fetal. Essas medidas não substituem o tratamento farmacológico, mas atuam de forma complementar para preservar a vida até a resolução da gestação. Entre as ações iniciais, destaca - se a monitorização rigorosa da pressão arterial e dos sinais vitais, que pode ser realizada tanto em ambiente hospitalar quanto por acompanhamento domiciliar supervisionado. Essa vigilância contínua permite identificar precocemente sinais de deterioração clínica, como picos hipertensivos, cefaléia intensa e a (Hauspurg; Jeyabalan, 2022). Outro ponto essencial é a avaliação da permeabilidade das vias aéreas, da ventilação e da oxigenação, principalmente em pacientes submetidos ao uso de sulfato de magnésio, como taquicardia no caso da hidralazina e cefaléia com a Em pacientes que apresentam sinais de sobrecarga volêmica, como dispneia, edema periférico ou edema agudo de pulmão, a furosemida endovenosa é recomendada. Sua decorre da natriurese e consequente redução da pré -carga cardíaca, com melhora clínica significativa, embora associada a potenciais riscos de hipocalemia e Nos últimos anos, estratégias emergentes têm sido investigadas para poder intervir em eclâmpsia. Entre elas podemos destacar o uso de aspirina em baixa dose, estatinas, metformina, melatonina, probióticos, lulares, como terapias com tronco mesenquimais e seus exossomos. Ainda em caráter experimental (Sakowicz et , 2022), outras propostas incluem agentes anti -inflamatórios (antitrombina), antioxidantes (polifenóis e vitaminas C e E) e terapias dirigidas a fatores angiogênicos como o sFlt -1, por meio de técnicas como aférese e siRNA. Apesar do potencial promissor, tais intervenções uisa clínica, ou seja, à teoria e não fazem parte Os cuidados de suporte representam medidas fundamentais para estabilizar a paciente lidade materna e fetal. Essas medidas não substituem o tratamento farmacológico, mas atuam de forma se a monitorização rigorosa da pressão arterial e dos sinais vitais, que pode ser realizada tanto em ambiente hospitalar quanto por acompanhamento domiciliar supervisionado. Essa vigilância contínua permite identificar precocemente sinais de deterioração clínica, como picos hipertensivos, cefaléia intensa e a lterações visuais Outro ponto essencial é a avaliação da permeabilidade das vias aéreas, da ventilação e da oxigenação, principalmente em pacientes submetidos ao uso de sulfato de magnésio, devido ao risco de depressão respirat vigilância em unidade equipada para intervenções emergenciais (Laskowska, 2023). O monitoramento materno e fetal deve abranger exames laboratoriais seriados, com especial atenção à função renal, hepát para detecção de restrição de crescimento intrauterino e avaliação do bem cuidado permite orientar a conduta obstétrica quanto ao momento ideal da interrupção da gestação (Sharma et al. , 2024). Nos casos graves, em que há risco de complicações neurológicas, hepáticas ou cardiovasculares, indicase a internação em unidade de terapia intensiva (UTI). Nesse contexto, a atuação de uma equipe multidisciplinar an estesiologistas, intensivistas e neonatologistas integral à mãe e ao recémnascido (Shaheen Adicionalmente, medidas de suporte incluem o controle rigoroso do balanço hídrico, a prevenção de crises convul indicado e a garantia de um ambiente seguro e acolhedor para a paciente. Portanto, os cuidados de suporte configuram um componente indispensável no manejo da préeclâmpsia e eclâmpsia, funcion de decisão obstétrica, com impacto direto na redução da mortalidade materna e perinatal. Complicações: A préeclâmpsia pode evoluir para complicações tanto para a gestante quanto para o feto (Sharma et al. , 2024). As complicações maternas acometem múltiplos sistemas, incluindo o circulatório, pulmonar, hepático, renal e nervoso (Laskowska, 2023). No sistema circulatório, a condição pode estar associada a parada cardíaca súbita, coagulação intravascular disseminada, e maior risco cardiovascular crônico após a gestação, como hipertensão crônica, doença arterial crônica, insuficiência cardíaca, síndrome metabólica e infarto do miocárdio (Fox, 2019; Sharma edema pulmonar, a síndrome do desconforto respiratório agudo, e complicações relacionadas à ventilação mecânica (Laskowska, 2023). Em relação ao sistema nervoso central, a pré (caracterizada por crises convulsivas q 165 devido ao risco de depressão respirat ória. Nesses casos, recomendase suporte ventilatório e vigilância em unidade equipada para intervenções emergenciais (Laskowska, 2023). O monitoramento materno e fetal deve abranger exames laboratoriais seriados, com especial atenção à função renal, hepát ica e plaquetária, além da realização de ultrassonografia para detecção de restrição de crescimento intrauterino e avaliação do bem cuidado permite orientar a conduta obstétrica quanto ao momento ideal da interrupção da , 2024). Nos casos graves, em que há risco de complicações neurológicas, hepáticas ou se a internação em unidade de terapia intensiva (UTI). Nesse contexto, a atuação de uma equipe multidisciplinar — composta por obstetras, estesiologistas, intensivistas e neonatologistas — é fundamental para oferecer suporte nascido (Shaheen et al., 2024). Adicionalmente, medidas de suporte incluem o controle rigoroso do balanço hídrico, a prevenção de crises convul sivas recorrentes, o acompanhamento do trabalho de parto quando indicado e a garantia de um ambiente seguro e acolhedor para a paciente. Portanto, os cuidados de suporte configuram um componente indispensável no manejo eclâmpsia e eclâmpsia, funcion ando como elo entre a estabilização clínica e a tomada de decisão obstétrica, com impacto direto na redução da mortalidade materna e perinatal. eclâmpsia pode evoluir para complicações tanto para a gestante quanto para o , 2024). As complicações maternas acometem múltiplos sistemas, incluindo o circulatório, pulmonar, hepático, renal e nervoso (Laskowska, 2023). No sistema circulatório, a condição pode estar associada a parada cardíaca súbita, coagulação disseminada, e maior risco cardiovascular crônico após a gestação, como hipertensão crônica, doença arterial crônica, insuficiência cardíaca, síndrome metabólica e infarto do miocárdio (Fox, 2019; Sharma et al. , 2024). No sistema respiratório, destacam edema pulmonar, a síndrome do desconforto respiratório agudo, e complicações relacionadas à ventilação mecânica (Laskowska, 2023). Em relação ao sistema nervoso central, a pré - eclâmpsia pode evoluir para eclâmpsia (caracterizada por crises convulsivas q ue podem levar à coma e morte), hemorragia se suporte ventilatório e vigilância em unidade equipada para intervenções emergenciais (Laskowska, 2023). O monitoramento materno e fetal deve abranger exames laboratoriais seriados, com ica e plaquetária, além da realização de ultrassonografia para detecção de restrição de crescimento intrauterino e avaliação do bem -estar fetal. Esse cuidado permite orientar a conduta obstétrica quanto ao momento ideal da interrupção da Nos casos graves, em que há risco de complicações neurológicas, hepáticas ou se a internação em unidade de terapia intensiva (UTI). Nesse composta por obstetras, é fundamental para oferecer suporte Adicionalmente, medidas de suporte incluem o controle rigoroso do balanço hídrico, a sivas recorrentes, o acompanhamento do trabalho de parto quando indicado e a garantia de um ambiente seguro e acolhedor para a paciente. Portanto, os cuidados de suporte configuram um componente indispensável no manejo ando como elo entre a estabilização clínica e a tomada de decisão obstétrica, com impacto direto na redução da mortalidade materna e perinatal. eclâmpsia pode evoluir para complicações tanto para a gestante quanto para o , 2024). As complicações maternas acometem múltiplos sistemas, incluindo o circulatório, pulmonar, hepático, renal e nervoso (Laskowska, 2023). No sistema circulatório, a condição pode estar associada a parada cardíaca súbita, coagulação disseminada, e maior risco cardiovascular crônico após a gestação, como hipertensão crônica, doença arterial crônica, insuficiência cardíaca, síndrome metabólica e , 2024). No sistema respiratório, destacam -se o edema pulmonar, a síndrome do desconforto respiratório agudo, e complicações relacionadas eclâmpsia pode evoluir para eclâmpsia ue podem levar à coma e morte), hemorragia