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AMBIÊNCIA HUMANIZADA: O IMPACTO FÍSICO E EMOCIONAL DO AMBIENTE NO MOMENTO DO PARTO

Editora Saúde Vital

Abstract

Autores Karen Carvalho de Mattos Graduanda em Enfermagem pelo Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos Jhennifer Reis dos Santos Enfermeira pós-graduada em Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal pela Faculdade Unyleya Ana Caroline Gomes Pinto Fisioterapeuta pós graduada em Fisioterapia Uroginecologica pela Faculdade CERTRO Vitória Victor Menezes Enfermeira pela Universidade Federal de Campina Grande Geovana Cavalcante Vieira :Graduanda em Enfermagem pelo Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos Maria Francisca de Aragão Mendes Graduanda em Enfermagem pela Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,Campina Grande-PB Flávia Nogueira Graduada em Enfermagem pela Faculdade de São Lourenço - MG, Consultora em Amamentação Pós-Parto pela Comadre - Cia Limitada Poder do Partejar - SP. Rafael Bittencourt Friedrichp Graduando em Medicina pela Universidade de Santa Cruz do Sul - RS. Lívia Maria de Jesus Macedo Graduanda em Enfermagem pela Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina Milena Santos Pereira Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe - Campus Lagarto- SE

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286 25. AMBIÊNCIA HUMANIZADA: O IMPACTO FÍSICO E EMOCIONAL DO AMBIENTE NO MOMENTO DO PARTO HUMANIZED ENVIRONMENT: THE PHYSICAL AND EMOTIONAL IMPACT OF THE ENVIRONMENT AT THE TIME OF BIRTH EIXO TEMÁTICO: HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA AO PARTO E NASCIMENTO Karen Carvalho de Mattos Graduanda em Enfermagem pelo Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos Jhennifer Reis dos Santos Enfermeira pós-graduada em Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal pela Faculdade Unyleya Ana Caroline Gomes Pinto Fisioterapeuta pós graduada em Fisioterapia Uroginecologica pela Faculdade CERTRO Vitória Victor Menezes Enfermeira pela Universidade Federal de Campina Grande Geovana Cavalcante Vieira :Graduanda em Enfermagem pelo Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos Maria Francisca de Aragão Mendes Graduanda em Enfermagem pela Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,Campina Grande-PB Flávia Nogueira Graduada em Enfermagem pela Faculdade de São Lourenço - MG, Consultora em Amamentação Pós-Parto pela Comadre - Cia Limitada Poder do Partejar - SP. Rafael Bittencourt Friedrichp Graduando em Medicina pela Universidade de Santa Cruz do Sul - RS. Lívia Maria de Jesus Macedo Graduanda em Enfermagem pela Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina Milena Santos Pereira Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe - Campus LagartoSE RESUMO Introdução: A ambiência do parto vai além na estrutura que entende-se como física, ela envolve elementos sensoriais que influenciam o estado da parturiente e do lactente. Estudos demonstram que a ambiência do local de par lá to exerce impacto direto sobre os desfechos maternos e neonatais. Nesse contexto, torna-se imprescindível refletir sobre como os 287 ambientes hospitalares e os profissionais estão preparados para garantir uma ambiência verdadeiramente humanizada. Objetivo: Analisar de que forma a ambientação física e os elementos de humanização influenciam a experiência emocional e o bem-estar físico da parturiente. Metodologia: O estudo trata-se de uma revisão de literatura sistemática com abordagem qualitativa. A pesquisa envolveu uma seleção criteriosa de artigos originais, publicados nos últimos 5 anos (2020 – 2025), em que ao todo foram coletados 16 artigos originais, com exclusão de 2, totalizando 14 artigos. Resultados e discussão: A análise dos quatorze artigos selecionados evidenciou que a humanização do parto e a atuação da enfermagem obstétrica configuram-se como eixos centrais para a qualificação da assistência materno-infantil no Brasil. Os estudos apontam, de forma convergente, que a presença do enfermeiro obstetra promove práticas seguras, fortalece o protagonismo da mulher e favorece a adoção de condutas não intervencionistas. Em síntese, os resultados demonstram que a humanização do parto é sustentada por três pilares principais: a atuação qualificada da enfermagem obstétrica, a adequação da ambiência física e relacional dos serviços, e o respeito à autonomia da mulher. Considerações finais: Conclui-se que o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao parto humanizado, somado ao engajamento das equipes de saúde, é fundamental para a consolidação de uma assistência centrada na mulher, pautada no respeito à autonomia, na valorização da fisiologia do parto e na promoção de vínculos afetivos saudáveis entre mãe e filho. Palavras-Chaves: ambiência; humanização; parto. ABSTRACT Introduction: The birthing environment goes beyond the physical structure; it involves sensory elements that influence the state of the mother and infant. Studies show that the birthing environment has a direct impact on maternal and neonatal outcomes. In this context, it is essential to reflect on how hospital environments and professionals are prepared to ensure a truly humanized environment. Objective: To analyze how the physical environment and elements of humanization influence the emotional experience and physical well-being of the parturient. Methodology: The study is a systematic literature review with a qualitative approach. The research involved a careful selection of original articles published in the last 5 years (2020–2025), in which a total of 16 original articles were collected, with the exclusion of 2, totaling 14 articles. Results and discussion: The analysis of the fourteen selected articles showed that the humanization of childbirth and the role of obstetric nursing are central axes for the qualification of maternal and child care in Brazil. The studies convergently point out that the presence of obstetric nurses promotes safe practices, strengthens women's protagonism, and favors the adoption of non-interventionist behaviors. In summary, the results demonstrate that the humanization of childbirth is supported by three main pillars: the qualified performance of nurses. Studies consistently show that the presence of obstetric nurses promotes safe practices, strengthens women's agency, and encourages the adoption of non-interventionist approaches. In summary, the results demonstrate that the humanization of 288 childbirth is supported by three main pillars: the skilled work of obstetric nurses, the adequacy of the physical and relational environment of the services, and respect for women's autonomy. Final considerations: It is concluded that the strengthening of public policies aimed at humanized childbirth, coupled with the engagement of health teams, is fundamental for the consolidation of woman-centered care, based on respect for autonomy, appreciation of the physiology of childbirth, and the promotion of healthy emotional bonds between mother and child. Keywords: environment; humanization; childbirth. INTRODUÇÃO Ao longo da história, o parto era compreendido como um evento fisiológico e natural, conduzido por mulheres para mulheres, geralmente realizado no ambiente domiciliar, o que, inclusive, reduz os riscos de exposição a patógenos presentes em ambientes hospitalares. Nesses contextos, as parturientes assumiram posições fisiológicas – como de cócoras ou sentadas – conforme suas necessidades e instintos, podendo deambular e ter um processo mais respeitoso e libertador, assim sendo favorecido o processo de nascimento de forma mais autônoma e respeitosa. (Stark et al., 2023). Esse cenário começou a mudar no século XVII, quando o rei francês Luís XIV, movido pelo desejo de assistir ao nascimento de seus filhos, incentivou a adoção da posição ginecológica – em que a mulher permanece deitada com as pernas elevadas – para melhor visualização da vulva por terceiros. Essa interferência, aparentemente banal, marcou o início de um processo de medicalização do parto e de dominação técnica científica sobre o corpo feminino, que perdura até os dias atuais. (Desseauve et al., 2023). A ambiência do parto vai além na estrutura que entende-se como física, ela envolve elementos sensoriais que influenciam o estado da parturiente e do lactente. Quando o ambiente é montado de forma humanizada, o parto pode ser transformado em uma experiência acolhedora, segura e respeitosa. (Oliveira, Freitas e Souza, 2023). 289 Estudos demonstram que a ambiência do local de parto exerce impacto direto sobre os desfechos maternos e neonatais, influenciando não apenas o tempo do trabalho de parto, mas também os níveis de ansiedade, dor e bem-estar da mulher (Brasil, 2019; Rezende; Pinto, 2020). Um ambiente acolhedor, com iluminação suave, temperatura adequada, privacidade e possibilidade de presença de acompanhante contribui para a liberação de ocitocina, hormônio fundamental para a progressão do parto e para o vínculo mãe-bebê (ODENT, 2014). A Política Nacional de Humanização (PNH), implementada pelo Ministério da Saúde, reforça a importância da ambiência como um dos dispositivos essenciais para o cuidado integral e humanizado, destacando que o espaço físico deve favorecer o protagonismo da mulher e o respeito às suas escolhas (BRASIL, 2010). Além do ambiente físico, os aspectos emocionais e subjetivos também compõem a ambiência humanizada, sendo fundamental que a equipe multiprofissional promova escuta ativa, acolhimento e suporte emocional durante todo o processo. O cuidado centrado na mulher e o reconhecimento de sua singularidade são pilares para uma assistência respeitosa e segura (LEAL et al., 2021). Nesse contexto, torna-se imprescindível refletir sobre como os ambientes hospitalares e os profissionais estão preparados para garantir uma ambiência verdadeiramente humanizada, que respeite os direitos reprodutivos, o tempo fisiológico do parto e a experiência emocional da mulher. OBJETIVO Analisar de que forma a ambientação física e os elementos de humanização influenciam a experiência emocional e o bem-estar físico da parturiente, promovendo segurança, conforto e protagonismo durante o trabalho de parto e parto. 290 METODOLOGIA O estudo trata-se de uma revisão de literatura sistemática com abordagem qualitativa que procedeu-se a uma pesquisa bibliográfica a fim de selecionar e sintetizar informações relevantes acerca da importância da ambiência humanizada e os impactos do ambiente no momento do parto. A pesquisa envolveu uma seleção criteriosa de artigos originais, publicados nos últimos 5 anos (2020 – 2025), provenientes de periódicos científicos de reconhecida qualidade e indexados em bases de dados bibliográficos de referência, tais como SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Google Acadêmico. As bases de dados de referência utilizadas visam assegurar a validade, confiabilidade e precisão das informações apresentadas, em consonância com os princípios da pesquisa científica. A busca bibliográfica foi conduzida mediante a utilização dos seguintes descritores em saúde (DECS) e palavras-chave: “Assistência ao parto”, "Parto humanizado", "Humanização" e "Ambiente". Ao todo foram coletados 16 artigos originais, com abordagem qualitativa e quantitativa, considerados relevantes ao tema, que estivessem disponíveis na íntegra, nos idiomas português e inglês, e publicados nos últimos 5 anos, a fim de garantir a atualidade das informações em um contexto mais moderno. Como critérios de exclusão, 2 dos 16 artigos selecionados foram excluídos devido à duplicidade destes em bases de dados, por estarem incompletos e por fuga ao tema. A seleção criteriosa dos estudos foi realizada em três etapas, consistindo a primeira na leitura dinâmica dos títulos e resumos para avaliar a adequação ao tema; em seguida, foram analisados os artigos pré-selecionados na íntegra, para que enfim pudessem ser coletados e organizados para exposição diante dos resultados encontrados. A análise dos dados seguiu uma abordagem qualitativa e descritiva, buscando apontar os impactos do ambiente na saúde materno-infantil no momento do parto e, posteriormente, a influência da adoção de um ambiente mais humanizado. 291 Em suma, a metodologia adotada neste estudo se caracteriza pela sua rigorosidade e sistematicidade, buscando garantir a qualidade e relevância das informações apresentadas. Essa abordagem metodológica contribui para o avanço do conhecimento científico na área da saúde, através de investigação e análise de dados, com o objetivo de promover uma assistência mais segura e de qualidade ao binômio mãe-filho durante o parto. RESULTADOS E DISCUSSÃO A análise dos quatorze artigos selecionados evidenciou que a humanização do parto e a atuação da enfermagem obstétrica configuram-se como eixos centrais para a qualificação da assistência materno-infantil no Brasil. Os estudos apontam, de forma convergente, que a presença do enfermeiro obstetra promove práticas seguras, fortalece o protagonismo da mulher e favorece a adoção de condutas não intervencionistas. A literatura mostra que a assistência de enfermagem humanizada contribui para a redução de procedimentos desnecessários, como episiotomia e cesarianas sem indicação clínica, além de incentivar métodos não farmacológicos de alívio da dor, a exemplo de massagens, banhos mornos, técnicas respiratórias e liberdade de posição durante o trabalho de parto (Prata et al., 2022; Kosloske et al., 2024). Tais estratégias corroboram as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, que defendem o parto fisiológico como processo natural, devendo ser respeitado em seus aspectos biopsicossociais. Outro ponto recorrente nos artigos analisados foi a valorização da ambiência hospitalar como elemento fundamental para a efetivação de boas práticas. Ambientes adequados, com iluminação suave, presença de acompanhante, privacidade assegurada e disponibilidade de quartos PPP (pré-parto, parto e puerpério) mostraram-se determinantes para a satisfação materna e para a promoção de um cuidado mais acolhedor (Pasche et al., 2021). Nesse sentido, estudos realizados em maternidades da Rede Cegonha apontam que a adequação arquitetônica e organizacional repercute positivamente na experiência das mulheres e na adesão dos profissionais às condutas humanizadas (Kosloske et al., 2024; Dissertação UNIRIO, 2024). Tais achados reforçam que a ambiência, prevista como diretriz 292 da Política Nacional de Humanização, não é apenas componente estrutural, mas também simbólico, pois ressignifica o espaço hospitalar e contribui para a construção de vínculos. As evidências também destacaram a centralidade do respeito à autonomia da parturiente. O parto humanizado é descrito como processo que contempla os direitos da mulher, permitindo escolhas sobre acompanhante, métodos de alívio da dor e local de parto (Jacob et al., 2022; Duque et al., 2021). A autonomia feminina surge como princípio ético e clínico, contrastando com práticas de violência obstétrica ainda recorrentes em diversos serviços. Estudos qualitativos revelaram que a percepção das mulheres sobre o cuidado recebido está diretamente ligada à postura da equipe, ao acolhimento e à comunicação efetiva (Picão et al., 2020). Assim, a presença do enfermeiro obstetra é valorizada não apenas pelo domínio técnico, mas pelo papel de mediador entre a parturiente e o sistema de saúde, promovendo um cuidado centrado na mulher. O contato pele a pele imediato e o estímulo ao aleitamento materno na primeira meia hora pós-parto foram identificados como práticas essenciais, ainda que nem sempre efetivamente implementadas. Entre os fatores que favorecem sua realização estão a assistência humanizada, a ausência de complicações clínicas e o apoio institucional, enquanto cesarianas eletivas, ausência de acompanhante e falta de preparo da equipe configuram-se como barreiras (Silva et al., 2020). Esses resultados indicam que o modelo de atenção vigente influencia diretamente na adoção de condutas recomendadas pela Iniciativa Hospital Amigo da Criança, evidenciando que o aleitamento precoce é não apenas prática clínica, mas reflexo de políticas institucionais. A discussão sobre modelos alternativos, como o parto domiciliar planejado, também emergiu entre os estudos. Embora ainda restrito a grupos com maior poder aquisitivo, o parto domiciliar vem crescendo nos grandes centros urbanos e é apontado como opção segura quando realizado por profissionais qualificados, sendo associado à autonomia da mulher e ao alto grau de satisfação materna (Cursino; Benincasa, 2020). Todavia, a falta de acesso pelo Sistema Único de Saúde limita sua ampliação, tornando-o prática excludente. Este dado 293 reforça a necessidade de políticas públicas que ampliem o leque de escolhas das mulheres dentro de parâmetros de segurança. Em síntese, os resultados demonstram que a humanização do parto é sustentada por três pilares principais: a atuação qualificada da enfermagem obstétrica, a adequação da ambiência física e relacional dos serviços, e o respeito à autonomia da mulher. A integração dessas dimensões repercute em benefícios clínicos e subjetivos, como menor número de intervenções desnecessárias, maior satisfação das parturientes e fortalecimento do vínculo materno-infantil. Contudo, os estudos também apontam desafios persistentes, como a resistência institucional às mudanças de modelo, a insuficiência de investimentos em infraestrutura e a manutenção de práticas que configuram violência obstétrica. Dessa forma, a consolidação da ambiência humanizada no Brasil exige tanto o fortalecimento de políticas públicas quanto o engajamento das equipes multiprofissionais, com a enfermagem obstétrica em papel de protagonismo. CONSIDERAÇÕES FINAIS A análise desenvolvida evidenciou que a ambiência exerce papel determinante na experiência do parto, influenciando diretamente não apenas os desfechos clínicos, mas também os aspectos emocionais e subjetivos da parturiente. A criação de espaços acolhedores, aliados a práticas humanizadas conduzidas por equipes multiprofissionais, especialmente pela enfermagem obstétrica, fortalece o protagonismo da mulher e favorece uma assistência mais segura, ética e respeitosa. Constata-se, entretanto, que ainda existem barreiras estruturais, culturais e institucionais que dificultam a consolidação desse modelo de cuidado, como a insuficiência de investimentos em infraestrutura, a resistência de profissionais a mudanças de paradigma e a persistência de práticas caracterizadas como violência obstétrica. 294 Este estudo, por se tratar de uma revisão de literatura, apresenta como limitação a dependência de dados secundários, o que restringe a análise à produção científica já existente. Assim, faz-se necessário o desenvolvimento de novas pesquisas empíricas, especialmente estudos multicêntricos e de abordagem qualitativa, capazes de explorar a percepção de mulheres e profissionais acerca da ambiência humanizada e de suas repercussões no processo de nascimento. Conclui-se que o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao parto humanizado, somado ao engajamento das equipes de saúde, é fundamental para a consolidação de uma assistência centrada na mulher, pautada no respeito à autonomia, na valorização da fisiologia do parto e na promoção de vínculos afetivos saudáveis entre mãe e filho. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção ao parto e nascimento: guia para gestores e profissionais de saúde. Brasília: MS, 2019. BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos HumanizaSUS: Ambiência. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. GONÇALVES, R; ALMEIDA, C. Impacto das políticas públicas na promoção da saúde coletiva. Revista de Políticas em Saúde Pública, v. 10, n. 1, p. 78-84, 2020. LEAL, M. et al. Parto e nascimento no Brasil: pesquisa Nascer no Brasil. Revista de Saúde Pública, v. 55, 2021. LIMA, M. Práticas de enfermagem na atenção primária à saúde. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Saúde, 2023.