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EFEITO DA AROMATERAPIA DURANTE O TRABALHO DE PARTO

Editora Saúde Vital

Abstract

Autores Camila Maria Souza Fernandes Graduanda em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí- FMJ Isabela Medeiros Siqueira Graduanda em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí-FMJ Vitória Wagner Yi Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitário Brasileiro- UNIBRA Raquel Gomes Cabral Graduanda em Enfermagem pela a Universidade Paulista- Unip Sofia de Paula Peres Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde - UniRV Vitória Veras Reda Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí -FMJ Gustavo Henrique Oliveira Costa Graduando em Fisioterapia pelo centro univestárior UNIFATECIE Claudenice Lourenço Da Silva Graduada em enfermagem pela Una Contagem Maria Francisca de Aragão Mendes Graduada em enfermagem pela Universidade Estadual da Paraíba-UEPB Andréa Laué Passos Santos Bacharel em Enfermagem pelo Centro Universitário Maurício de Nassau, Esp. em Saúde Pública em Ênfase em Atenção Básica pela UNINASSAU , Pós- graduanda em Docência do Ensino Superior pela UNINASSAU , Pós-graduanda em Sexologia e Sexualidade Humana pela UNINASSAU

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384 34. EFEITO DA AROMATERAPIA DURANTE O TRABALHO DE PARTO EFFECT OF AROMATHERAPY DURING LABOR EIXO TEMÁTICO: Terapias Complementares E Integrativas Em Saúde Camila Maria Souza Fernandes Graduanda em Medicina pela Faculdade de Medicina de JundiaíFMJ Isabela Medeiros Siqueira Graduanda em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí-FMJ Vitória Wagner Yi Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitário BrasileiroUNIBRA Raquel Gomes Cabral Graduanda em Enfermagem pela a Universidade PaulistaUnip Sofia de Paula Peres Graduanda em Medicina pela Universidade de Rio Verde - UniRV Vitória Veras Reda Graduando em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí -FMJ Gustavo Henrique Oliveira Costa Graduando em Fisioterapia pelo centro univestárior UNIFATECIE Claudenice Lourenço Da Silva Graduada em enfermagem pela Una Contagem Maria Francisca de Aragão Mendes Graduada em enfermagem pela Universidade Estadual da Paraíba-UEPB Andréa Laué Passos Santos Bacharel em Enfermagem pelo Centro Universitário Maurício de Nassau, Esp. em Saúde Pública em Ênfase em Atenção Básica pela UNINASSAU , Pósgraduanda em Docência do Ensino Superior pela UNINASSAU , Pós-graduanda em Sexologia e Sexualidade Humana pela UNINASSAU RESUMO Introdução: O trabalho de parto é um processo frequentemente acompanhado por dor, ansiedade e desconforto, tornando-se essencial o uso de estratégias seguras e eficazes para melhorar a experiência materna. Entre os métodos não farmacológicos, destaca-se a aromaterapia, prática baseada no uso de óleos essenciais capazes de estimular o sistema límbico, modular a percepção da dor e reduzir a ansiedade por meio da liberação de serotonina e endorfinas. Objetivo: Analisar os efeitos da aromaterapia durante o trabalho de parto, identificando evidências de eficácia, os óleos mais utilizados, métodos de aplicação e a percepção das gestantes em relação à prática. Metodologia: O estudo foi desenvolvido como uma revisão bibliográfica integrativa, incluindo artigos publicados entre 2015 e 2025, nos idiomas português e inglês. Foram priorizados ensaios clínicos randomizados, revisões sistemáticas e estudos observacionais, enquanto artigos de opinião, editoriais, resumos de 385 eventos e trabalhos não publicados foram excluídos. As buscas foram realizadas em bases reconhecidas como PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science, SciELO e LILACS, utilizando descritores controlados e operadores booleanos. A análise dos dados foi qualitativa e descritiva. Resultados: Os estudos analisados demonstraram benefícios da aromaterapia no alívio da dor durante a fase de dilatação e na redução da ansiedade, além de melhora de sintomas como náuseas e vômitos, o que proporcionou maior conforto e segurança para a parturiente. Óleos como lavanda, rosa, sálvia, gerânio, camomila, olíbano e cravo foram os mais utilizados, geralmente por inalação ou massagem, com efeitos positivos significativos. Discussão: A aromaterapia se configura como um recurso não invasivo, acessível e de baixo custo, com potencial para humanizar a assistência obstétrica e favorecer uma experiência de parto mais positiva e satisfatória. Contudo, a heterogeneidade metodológica dos estudos e a ausência de protocolos padronizados limitam a generalização dos resultados, tornando necessária a realização de ensaios clínicos mais robustos que consolidam sua eficácia e segurança em diferentes contextos assistenciais. Palavras-chave: Ansiedade; Aromaterapia; Dor; Saúde obstétrica; Trabalho de parto. ABSTRACT Introduction: Labor is often accompanied by pain, anxiety, and discomfort, making it essential to adopt safe and effective strategies to improve maternal experience. Among nonpharmacological methods, aromatherapy stands out as a practice based on the use of essential oils capable of stimulating the limbic system, modulating pain perception, and reducing anxiety through the release of serotonin and endorphins. Objective: To analyze the effects of aromatherapy during labor, identifying evidence of effectiveness, the most commonly used essential oils, methods of application, and women’s perceptions regarding the practice. Methodology: This study was developed as an integrative literature review, including articles published between 2015 and 2025, in Portuguese and English. Randomized clinical trials, systematic reviews, and observational studies were prioritized, while opinion articles, editorials, conference abstracts, and unpublished works were excluded. The search was carried out in recognized databases such as PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science, SciELO, and LILACS, using controlled descriptors and Boolean operators. Data analysis was performed qualitatively and descriptively. Results: The reviewed studies demonstrated benefits of aromatherapy in relieving pain during the dilation phase and reducing anxiety, as well as improving symptoms such as nausea and vomiting, thus providing greater comfort and safety for parturients. Essential oils such as lavender, rose, clary sage, geranium, chamomile, frankincense, and clove were the most frequently used, generally through inhalation or massage, with significant positive outcomes. Discussion: Aromatherapy emerges as a noninvasive, low-cost, and accessible resource with the potential to humanize obstetric care and promote a more positive and satisfactory childbirth experience. However, the methodological heterogeneity of the studies and the absence of standardized protocols limit the generalization of findings, highlighting the need for more robust clinical trials to consolidate its effectiveness and safety across different care settings. 386 Keywords: Anxiety; Aromatherapy; Labor; Obstetric health; Pain. INTRODUÇÃO O trabalho de parto é um evento complexo que envolve dimensões físicas, emocionais e sociais, sendo a dor considerada um dos aspectos mais marcantes dessa experiência. Tratase de uma das dores mais intensas vivenciadas pela mulher, influenciada não apenas pela intensidade das contrações uterinas, mas também por fatores psicológicos, culturais e individuais (World Health Organization, 2018). Quando não manejados de forma adequada, o estresse e a ansiedade associados ao processo podem prejudicar a evolução fisiológica do parto, aumentando a percepção dolorosa e afetando o bem-estar materno e fetal (Lehugeur, et al.,2017). Diante desse cenário, cresce a busca por estratégias de cuidado que associem eficácia clínica à valorização do protagonismo da mulher. Os métodos não farmacológicos têm se destacado por oferecer alívio da dor sem os riscos de efeitos adversos relacionados à analgesia medicamentosa, além de favorecerem um parto mais humanizado. Entre as práticas recomendadas em protocolos assistenciais encontram-se técnicas como deambulação, uso da bola suíça, banho morno, massagem, exercícios respiratórios e aromaterapia (World Health Organization, 2018). A aromaterapia, em especial, configura-se como uma intervenção integrativa que utiliza óleos essenciais com propriedades terapêuticas voltadas ao equilíbrio físico, emocional e mental (Karasek et al., 2022). Sua aplicação na obstetrícia ganhou maior visibilidade a partir da década de 2000, quando estudos pioneiros, como o de Burns et al. (2000), identificaram efeitos positivos no controle da dor e no aumento da satisfação materna. Desde então, evidências científicas vêm apontando que o uso adequado de óleos essenciais pode contribuir para o relaxamento, redução da ansiedade e melhora da experiência de parto, tornando-se uma prática complementar segura, acessível e de baixo custo (Vakilian et al., 2015; Passos et al., 2022). Ainda que o uso terapêutico de aromas não seja recente estando presente em diversas 387 culturas como a egípcia, chinesa, grega e indiana, sua inserção nos serviços de saúde contemporâneos está alinhada ao modelo de atenção humanizada ao parto, que busca resgatar a autonomia da mulher e promover cuidado integral (Farrar e Farrar, 2020). Nesse sentido, a aromaterapia representa uma alternativa que, além de auxiliar no manejo da dor, pode contribuir para a criação de um ambiente acolhedor, favorecendo uma vivência mais positiva do nascimento. Considerando a relevância da dor e da ansiedade como fatores que impactam a evolução do trabalho de parto e a experiência da parturiente, torna-se pertinente investigar práticas complementares que agreguem benefícios clínicos e emocionais. Assim, este estudo tem como objetivo analisar os efeitos da aromaterapia durante o trabalho de parto, com ênfase na redução da dor, da ansiedade e do desconforto materno, contribuindo para a consolidação de cuidados obstétricos mais seguros, humanizados e baseados em evidências. METODOLOGIA O presente estudo se configura como uma revisão bibliográfica, com o objetivo de sintetizar o conhecimento científico sobre os efeitos da aromaterapia no alívio da dor e da ansiedade em mulheres durante o trabalho de parto. A pesquisa busca identificar as principais evidências, os métodos de aplicação mais comuns e as lacunas existentes na literatura. Para a seleção dos estudos, foram estabelecidos critérios de inclusão e exclusão rigorosos. Serão incluídos trabalhos científicos publicados nos idiomas português e inglês, que abordem a aplicação da aromaterapia em gestantes durante o trabalho de parto, com foco em ensaios clínicos randomizados, revisões sistemáticas e estudos observacionais publicados nos últimos 10 anos (2015-2025). Serão excluídos da análise artigos de opinião, editoriais, resumos de anais de congressos, teses e dissertações não publicadas em periódicos, bem como estudos que não se relacionem diretamente com o tema. A estratégia de busca será realizada em bases de dados eletrônicas reconhecidas na área da saúde, como PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science, SciELO e LILACS. Para garantir a abrangência da pesquisa, serão utilizados 388 descritores controlados (termos MeSH/DeCS) e palavras-chave combinadas com operadores booleanos, como: (Aromatherapy OR "Essential Oils") AND ("Labor Pain" OR "Childbirth" OR "Labor Obstetric"); e (Aromaterapia) AND ("Trabalho de Parto") AND (Dor OR Ansiedade). A busca também será complementada pela análise das referências bibliográficas dos artigos selecionados. A análise e síntese dos dados serão feitas de forma descritiva e qualitativa. Após a busca, os artigos serão selecionados por título e resumo e, em seguida, lidos na íntegra para uma análise mais aprofundada. Os dados de cada estudo (como título, autores, ano, metodologia, principais resultados e conclusões) serão extraídos e organizados em uma tabela, permitindo a identificação de padrões, tendências e controvérsias na literatura. A discussão se concentrará em apresentar as evidências de eficácia, os óleos essenciais mais utilizados, a forma de aplicação e a percepção das gestantes sobre a intervenção. RESULTADOS E DISCUSSÃO A análise dos estudos incluídos nesta revisão evidencia que a aromaterapia é uma prática complementar com efeitos positivos no manejo da dor e da ansiedade durante o trabalho de parto. A maioria das pesquisas relatou redução significativa da percepção dolorosa e melhora do conforto emocional, reforçando a eficácia dessa intervenção não farmacológica (Karasek et al., 2022; Vakilian et al., 2015). A consistência dos resultados em diferentes contextos é notável, com estudos de diversos países convergindo ao demonstrar que o uso de óleos essenciais como lavanda, rosa, sálvia e camomila está associado à diminuição da ansiedade e a uma experiência de parto mais positiva (Burns et al., 2000; Ghiasi et al., 2019). Apesar das variações nas formas de aplicação (inalação, massagem aromática ou difusores ambientais), a tendência dos achados indica benefícios tanto fisiológicos quanto psicológicos, o que amplia a aplicabilidade clínica 389 da prática. O mecanismo de ação mais discutido na literatura envolve a estimulação do sistema límbico por meio da inalação dos aromas, o que modula a liberação de neurotransmissores e hormônios relacionados ao estresse e ao prazer, como cortisol, endorfina e serotonina (Fayazi et al., 2011). Esse processo contribui para o relaxamento, reduz a percepção da dor e quebra o ciclo de medo–tensão–ansiedade descrito em mulheres em trabalho de parto (Hall et al., 2009). Embora esse modelo seja amplamente aceito, ainda são necessários estudos que aprofundem os aspectos neurofisiológicos envolvidos. Do ponto de vista clínico, a aromaterapia destaca-se por ser um recurso de baixo custo, seguro, não invasivo e facilmente aplicável na rotina obstétrica. Sua utilização contribui para práticas mais humanizadas, ao favorecer a autonomia da parturiente e possibilitar um ambiente mais acolhedor. Além disso, a intervenção pode reduzir a necessidade de fármacos analgésicos, um aspecto relevante em contextos com recursos limitados ou para gestantes que desejam evitar analgesia medicamentosa (Melo et al., 2021). Entretanto, algumas limitações devem ser consideradas. Muitos dos estudos analisados apresentam amostras reduzidas, metodologias heterogêneas e ausência de padronização na concentração e modo de aplicação dos óleos essenciais. Tais fatores dificultam a comparação direta entre os resultados e limitam a generalização dos achados. A escassez de ensaios clínicos randomizados de grande porte também é uma lacuna na literatura, impedindo o fornecimento de evidências mais robustas para subsidiar protocolos assistenciais. Diante disso, é imprescindível que futuras pesquisas invistam em delineamentos metodológicos mais rigorosos, com maior número de participantes, padronização das intervenções e avaliação de possíveis efeitos adversos. Também se faz necessário investigar o impacto da aromaterapia em desfechos obstétricos objetivos, como o tempo de trabalho de parto e a taxa de cesarianas. Em síntese, a aromaterapia se mostra uma intervenção promissora e coerente com os princípios da atenção humanizada ao parto. Seu uso adequado, aliado ao preparo profissional, pode contribuir significativamente para o alívio da dor e da 390 ansiedade, promovendo o bem-estar materno e favorecendo uma vivência mais positiva do nascimento. Apesar das limitações atuais, os resultados disponíveis já oferecem respaldo suficiente para a incorporação gradual dessa prática em serviços obstétricos, desde que aplicada de forma ética, segura e baseada em evidências científicas. Diante disso, torna-se imprescindível que futuras pesquisas invistam em delineamentos metodológicos mais rigorosos, com maior número de participantes, padronização das intervenções e avaliação de possíveis efeitos adversos. Também se faz necessário investigar o impacto da aromaterapia em desfechos obstétricos objetivos, como tempo de trabalho de parto, taxa de cesariana e necessidade de analgesia farmacológica. CONSIDERAÇÕES FINAIS A revisão da literatura evidencia que a aromaterapia se configura como uma prática complementar promissora no contexto obstétrico. Trata-se de um recurso não invasivo, de baixo custo e facilmente acessível, com potencial para promover o alívio da dor, da ansiedade e do desconforto durante o trabalho de parto (Lehugeur et al., 2017; Karasek et al., 2022; Passos et al., 2022). Essa intervenção permite uma abordagem mais centrada na mulher, promovendo seu protagonismo, fortalecendo a autoconfiança e ampliando a percepção de controle sobre o processo de nascimento. Tais fatores são reconhecidamente associados a experiências de parto mais satisfatórias e humanizadas (Farrar & Farrar, 2020; World Health Organization, 2018). Apesar dos benefícios, constata-se que as pesquisas disponíveis apresentam heterogeneidade metodológica significativa. Diferenças na duração e frequência da aplicação, nos tipos de óleos essenciais utilizados, nas formas de aplicação e nas medidas de avaliação da dor e da ansiedade comprometem a consistência das evidências e limitam a generalização dos achados para diferentes contextos assistenciais (Smith et al., 2018; Burns et al., 2000). Soma-se a isso a escassez de ensaios clínicos randomizados de maior rigor metodológico, capazes de avaliar não apenas os efeitos imediatos da aromaterapia, mas também desfechos 391 maternos e neonatais em longo prazo, como a redução na necessidade de analgesia farmacológica e os efeitos na adaptação neonatal (Vakilian et al., 2015). Diante desse cenário, ressalta-se a necessidade de desenvolvimento de estudos futuros que busquem padronizar protocolos de aplicação, tipos e dosagens de óleos essenciais, duração da exposição e critérios de avaliação dos resultados. Além disso, é recomendável a investigação de possíveis efeitos adversos, tolerabilidade e aceitação das gestantes, de modo a consolidar a aromaterapia como prática segura, ética e cientificamente respaldada. A Em síntese, a consolidação dessa prática integrativa poderá promover benefícios consistentes à saúde materna, ampliando a qualidade da assistência ao parto e contribuindo para experiências mais humanizadas e acolhedoras. A aromaterapia desponta não apenas como uma ferramenta terapêutica complementar, mas como uma estratégia capaz de integrar os cuidados obstétricos ao bem-estar físico, emocional e psicológico da mulher, fortalecendo práticas centradas na humanização do parto e na promoção da saúde integral. REFERÊNCIAS BURNS, E.; BLAMEY, C.; ERSSER, S. J.; LLOYD, A. J.; BARNETSON, L. The use of aromatherapy in intrapartum midwifery practice an observational study. Complementary Therapies in Nursing and Midwifery, v. 6, n. 1, p. 33-34, 2000. FARRAR, A. J.; FARRAR, F. C. Clinical aromatherapy. Nursing Clinics of North America, 2020. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7520654/. Acesso em: 8 set. 2025. FAYAZI, S.; BABASHAHI, M.; REZAEI, M. The effect of inhalation aromatherapy on anxiety level of the patients in preoperative period. Iranian Journal of Nursing and Midwifery Research, v. 16, n. 4, p. 278-283, 2011. 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