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425 38. DIABETES GESTACIONAL: INTERVENÇÕES PRECOCES GESTATIONAL DIABETES: EARLY INTERVENTIONS EIXO TEMÁTICO: SAÚDE MATERNA E PERINATAL Lívia Maria de Jesus Macedo Graduanda em Enfermagem pela Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina Vitória Wagner Yi Graduanda em Fisioterapia pelo Centro Universitário BrasileiroUNIBRA, Recife, PE Suzi Dias Soares Graduando em Enfermagem pela Centro Universitário Leonardo da Vinci - Brusque-Sc Leandro da Silva Ferreira Graduando pelo Centro Universitário Maurício de Nassau-UNINASSAU, Fortaleza - CE Laura Maria de Jesus Macedo Graduanda em Enfermagem pela Universidade de Pernambuco - Campus Petrolina Maria Francisca de Aragão Mendes Graduanda em Enfermagem pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB,Campina Grande-PB Ana Karoline Dos Santos Bernardo Graduanda em Biomedicina pelo Centro Universitário Maurício de Nassau -Uninassau, MaceióAL Andréa Laué Passos Santos Bacharel em Enfermagem pelo Centro Universitário Maurício de Nassau, Esp. em Saúde Pública em Ênfase em Atenção Básica pela UNINASSAU , Pósgraduanda em Docência do Ensino Superior pela UNINASSAU , Pós-graduanda em Sexologia e Sexualidade Humana pela UNINASSAU RESUMO Introdução: Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é uma alteração metabólica caracterizada pela intolerância à glicose diagnosticada durante a gestação, representando um importante problema de saúde pública devido às repercussões maternas e perinatais. Objetivo: Este estudo teve como objetivo analisar evidências científicas sobre fatores de risco, diagnóstico, complicações e estratégias de tratamento do DMG, destacando a importância do diagnóstico precoce e das intervenções adequadas. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada entre junho e agosto de 2025, nas bases SciELO, LILACS, PubMed e Google Acadêmico. Foram identificados 78 artigos, dos quais 10 foram selecionados após critérios de inclusão e exclusão. Resultados e Discussão: Os resultados apontaram que o DMG aumenta o risco de pré-eclâmpsia, hipertensão gestacional, parto prematuro, cesariana, além de complicações neonatais como hipoglicemia, macrossomia e desconforto respiratório. Quanto ao diagnóstico, destacam-se os métodos de uma e duas etapas, ambos baseados no Teste Oral de Tolerância à Glicose. As estratégias de tratamento incluem mudanças no estilo de vida, com foco em alimentação equilibrada, prática de atividade física e monitoramento glicêmico, sendo a insulinoterapia indicada nos casos em que não há controle adequado da
426 glicemia. Conclusão: Conclui-se que a identificação precoce e a adoção de intervenções nutricionais, comportamentais e farmacológicas contribuem para a redução da morbimortalidade materno-fetal. Contudo, a heterogeneidade dos critérios diagnósticos e a escassez de estudos de longo prazo reforçam a necessidade de novas pesquisas que subsidiem protocolos clínicos mais consistentes. Palavras-Chave: Complicações na Gravidez; Cuidado Pré-Natal; Diabetes Gestacional; Gravidez. ABSTRACT Introduction: Gestational Diabetes Mellitus (GDM) is a metabolic disorder characterized by glucose intolerance diagnosed during pregnancy, representing a major public health problem due to maternal and perinatal repercussions. Objective: This study aimed to gather and analyze scientific evidence on risk factors, diagnosis, complications, and treatment strategies for GDM, highlighting the importance of early diagnosis and appropriate interventions. Methodology: This is an integrative literature review carried out between June and August 2025 in the SciELO, LILACS, PubMed, and Google Scholar databases. A total of 78 articles were identified, of which 10 were selected after meeting inclusion and exclusion criteria. Results and Discussion: The results indicated that GDM increases the risk of preeclampsia, gestational hypertension, preterm birth, cesarean section, as well as neonatal complications such as hypoglycemia, macrosomia, and respiratory distress. Regarding diagnosis, the most common methods are one-step and two-step methods, both based on the Oral Glucose Tolerance Test. Treatment strategies include lifestyle changes, focusing on a balanced diet, physical activity, and blood glucose monitoring. Insulin therapy is indicated in cases where blood glucose levels are not adequately controlled. Conclusion: Early identification and the adoption of nutritional, behavioral, and pharmacological interventions contribute to reducing maternal and fetal morbidity and mortality. However, the heterogeneity of diagnostic criteria and the scarcity of long-term studies reinforce the need for further research to support more consistent clinical protocols. Keywords: Gestational Diabetes Mellitus; Pregnancy; Pregnancy Complications; Prenatal Care. INTRODUÇÃO O diabetes gestacional (DG) é uma condição caracterizada por níveis elevados de glicose no sangue que surgem ou são identificados pela primeira vez durante a gravidez, em mulheres que não apresentavam a condição previamente. Esse quadro metabólico é inerente à gestação, resultado da resistência à insulina causada por hormônios placentários. Durante a gravidez, a placenta produz hormônios como progesterona, estrogênio e somatomamotropina coriônica humana, que atuam como antagonistas da insulina, elevando a glicemia para
427 garantir a nutrição do feto. O DG compartilha semelhanças com o diabetes tipo 2, e seu diagnóstico é um importante indicativo de risco futuro para a mãe, que tem maior probabilidade de desenvolver a doença pós-parto (MENICATTI; FREGONESI, 2006). Por ser um fator de risco significativo para a morbimortalidade materno-infantil, o diabetes gestacional é considerado um grave problema de saúde pública. O diagnóstico e o tratamento precoces são cruciais, pois mulheres com DG apresentam um risco maior de desenvolver complicações como pré-eclâmpsia, hipertensão gestacional e doenças cardiovasculares, além de aumentarem a chance de parto cesáreo (ZHANG et al., 2021). A prevalência do DG varia globalmente, de 1% a 14%, devido aos diferentes critérios de diagnóstico utilizados. Estima-se que, em média, 7% das gestações são afetadas, totalizando mais de 200 mil casos anualmente (BATISTA et al., 2021). Diversos fatores de risco estão associados ao seu desenvolvimento, incluindo histórico familiar de diabetes, idade materna avançada, obesidade, ganho de peso excessivo na gestação e síndrome do ovário policístico. Fatores étnicos e socioeconômicos, como sedentarismo e acesso limitado à saúde, também contribuem para a maior incidência em populações afro-americanas, asiáticas e hispânicas (GODINHO et al., 2023). Os desfechos perinatais adversos citado no estudo de ZHU et al. (2022), vão desde parto prematuro, macrossomia, polidrâmnio, hemorragia pósparto, infecção, hipoglicemia neonatal, hipercolesterolemia neonatal, síndrome do desconforto respiratório neonatal, dentre outros. Os objetivos do tratamento são a diminuição da morbimortalidade perinatal e da morbidade materna a curto e longo prazo. O controle eficaz da glicemia aumenta significativamente a possibilidade de um recém-nascido vivo, com idade gestacional a termo, crescimento proporcional e sem distúrbios respiratórios e metabólicos As evidências científicas mais recentes indicam que a terapia nutricional, a atividade física e a monitorização da glicemia capilar desempenham um papel crucial no tratamento do DG (BRASIL, 2016), sendo a primeira linha de intervenção.
428 Diante da relevância do tema e das diversas abordagens de manejo, este estudo tem como objetivo analisar a importância do diagnóstico precoce do diabetes gestacional e das intervenções imediatas para a saúde materno-fetal. Para isso, o trabalho discutirá os principais critérios diagnósticos, as estratégias de intervenção recomendadas e as evidências científicas que corroboram a eficácia de uma abordagem proativa, visando a melhores desfechos para a mãe e o bebê. As melhores evidências científicas demonstram que durante a gestação, a terapia nutricional, a atividade física e a monitorização da glicemia capilar assumem importante papel no tratamento do Diabetes Mellitus Gestacional (BRASIL, 2016). Este capítulo busca discutir a relação entre o diagnóstico de diabetes gestacional e a importância das intervenções precoces para a saúde materno-fetal, destacando os principais aspectos relacionados à identificação precoce do diabetes gestacional, os critérios diagnósticos, as estratégias de intervenção recomendadas, bem como as evidências científicas que sustentam a eficácia dessas abordagens. O objetivo é oferecer uma visão abrangente sobre como a atuação precoce pode influenciar positivamente a evolução da gestação e promover melhores resultados em saúde tanto para a mãe quanto para o bebê. METODOLOGIA Este estudo é uma revisão integrativa da literatura, com abordagem descritiva e exploratória. Seu objetivo foi sintetizar e analisar as principais evidências científicas sobre o Diabetes Mellitus Gestacional (DMG), abrangendo seus aspectos de diagnóstico, fatores de risco, complicações e estratégias terapêuticas. O estudo foi desenvolvido entre junho e setembro de 2025, seguindo o rigor metodológico proposto por Souza, Silva e Carvalho (2010), que define a revisão integrativa como uma abordagem adequada para a síntese do conhecimento já existente. A busca bibliográfica foi conduzida nas bases de dados SciELO, LILACS, PubMed e Google Acadêmico. A estratégia de busca utilizou uma combinação dos descritores "diabetes gestacional", "gravidez", "fatores de risco", "tratamento" e "complicações perinatais", com a aplicação de
429 operadores booleanos. A seleção dos estudos seguiu critérios rigorosos de inclusão e exclusão. Foram incluídos artigos completos, publicados entre 2010 e 2023, nos idiomas português, inglês ou espanhol, que abordassem diretamente o tema do DMG. Foram excluídos trabalhos duplicados, artigos de opinião, editoriais, revisões sem metodologia explícita e publicações sobre diabetes pré-existente à gestação. Inicialmente, 78 artigos foram identificados, e após a triagem por títulos e resumos, 15 foram considerados elegíveis. Os 15 artigos elegíveis foram lidos na íntegra e analisados criticamente em relação ao seu delineamento, população, objetivos, intervenções, resultados e conclusões. Ao final, 10 artigos foram selecionados para compor a revisão, por apresentarem maior rigor metodológico e atenderem de forma mais direta ao objetivo do estudo. Por ser uma pesquisa baseada exclusivamente em fontes secundárias, sem o envolvimento direto de seres humanos ou animais, o estudo não necessitou de aprovação de um Comitê de Ética em Pesquisa, conforme a Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde. RESULTADOS E DISCUSSÃO O Diabetes Mellitus Gestacional (DMG), uma disfunção metabólica comum na gravidez, representa um problema de saúde pública em crescimento, tornando-se o diagnóstico precoce uma medida relevante para minimizar riscos materno-infantis e identificar gestantes com maior propensão ao desenvolvimento de diabetes tipo 2. Contudo, a ausência de padronização resulta em várias abordagens para o rastreamento e diagnóstico do DMG. As estratégias diagnósticas primárias incluem a glicemia de jejum, recomendada na primeira consulta de pré-natal para grupos de risco como gestantes com obesidade, histórico de DMG ou bebês macrossômicos, hemoglobina glicada, histórico familiar de diabetes ou síndrome dos ovários policísticos. Apesar da relevância, a glicemia de jejum e o rastreamento de fatores de risco podem não ser suficientes para detectar todos os casos de diabetes na gravidez (WEINERT et al., 2011).
430 Segundo o estudo Godinho et al. (2023) o Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) é o método mais frequentemente utilizado para continuar o rastreamento de DMG em pacientes com glicemia de jejum inicial satisfatória, sendo realizado entre a 24ª e 28ª semanas de idade gestacional. A partir disso, o diagnóstico de diabetes na gravidez exige critérios ligeiramente distintos dos valores glicêmicos não-gravídicos, devido às adaptações fisiológicas da gestação. As complicações decorrentes do DMG descompensado são significativas tanto para a mãe quanto para o feto. Para a gestante, incluem maior risco de préeclâmpsia e hipertensão gestacional, aumento da taxa de parto prematuro e cesariana, e uma predisposição aumentada ao desenvolvimento de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares pós-parto (MENICATTI; FREGONESI, 2006). Os estudos analisados evidenciam que a gravidez associada à diabetes tipo 2 tem se tornado comum, especialmente devido ao aumento do peso corporal entre mulheres em idade fértil. Nesse contexto, o controle glicêmico adequado durante a gestação é essencial para reduzir complicações na saúde materna e fetal. Vale destacar que a falta de diagnóstico de diabetes, que é frequentemente não detectado em adultos, também não é rara entre gestantes, mas existem poucos dados sobre o impacto desse quadro na gestação (WEINERT et al., 2011). Além disso, a detecção precoce do diabetes gestacional pode ser realizada de forma relativamente simples, através de testes de glicose no sangue e da avaliação dos fatores de risco da gestante. Isso torna o diagnóstico precoce uma estratégia acessível e eficaz para a promoção da saúde materno-fetal. A detecção precoce é uma medida simples e eficaz que deve ser amplamente promovida e adotada na prática clínica para garantir uma gravidez saudável e um futuro promissor para mãe e filho (MENDONÇA et al., 2024). Os fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes mellitus gestacional (DMG) estão intimamente ligados a uma série de características maternas e comportamentais. A hiperglicemia transicional, que ocorre durante a gravidez e é agravada pelo DMG, resulta na incapacidade funcional das células β-pancreáticas maternas em atender às crescentes
431 necessidades de insulina para o desenvolvimento fetal adequado. Atualmente, as principais abordagens diagnósticas incluem o método de uma etapa e o método de duas etapas (MENDONÇA et al., 2024). O método de duas etapas tem sido tradicionalmente utilizado e envolve inicialmente um teste de provocação com 50 g de glicose (GCT) realizado em jejum ou sem necessidade de jejum, seguido por um teste de tolerância oral à glicose (OGTT) de 100 g e 3 horas, se o resultado inicial do GCT for elevado. Este método foi introduzido por O'Sullivan e Mahan em 1964 e sofreu modificações por Carpenter e Coustan, que ajustaram os valores de corte diagnósticos com base em métodos de medição enzimáticos mais precisos (CASTRO et al., 2020). O método de uma etapa, recomendado pelo International Association of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG) após o estudo Hyperglycemia and Adverse Pregnancy Outcome (HAPO) em 2010, utiliza um único OGTT de 75 g e 2 horas para diagnosticar o DMG. Este método mais que dobrou a incidência de DMG, levando a debates sobre sua eficácia clínica na redução de resultados adversos da gravidez etapas (OLIVEIRA et al., 2020). Intervenções no estilo de vida, incluindo ajustes na dieta e aumento da atividade física, são estratégias eficazes para a prevenção e manejo do DMG. A implementação de programas educacionais em clínicas, que fornecem informações sobre nutrição adequada, controle de peso e métodos de automonitoramento da glicemia, tem mostrado ser um modelo eficaz de gestão dessa condição (CASTRO et al., 2020). Mudanças nos padrões alimentares, caracterizadas por um aumento no consumo de alimentos altamente calóricos e processados, e a adoção de um estilo de vida mais sedentário também contribuem para o aumento da prevalência de DMG. O histórico familiar de diabetes em parentes de primeiro grau está associado a um risco elevado de desenvolvimento da condição, reforçando a importância da triagem e do monitoramento precoce. O tratamento da
432 diabetes gestacional é iniciado com terapia nutricional, atividade física e controle de peso e deve ter avaliação criteriosa da glicemia da gestante para evitar o desequilíbrio glicêmico. Caso a mudança no estilo de vida não seja suficiente para o controle glicêmico, é indicado a insulinoterapia como primeira escolha no tratamento farmacológico para o controle da hiperglicemia gestacional. Após o parto, a monitorização glicêmica deve ser mais frequente e o uso de medicamentos, mais cuidadoso, principalmente a insulina (SHIRATORI et al., 2021). No período gestacional, é de suma importância o acompanhamento nutricional e uma vigilância minuciosa da alimentação, considerando os fatores de risco pré-gestacionais, o histórico pessoal e familiar da gestante e a evolução da gravidez. Todas as gestantes com diabetes gestacional, com hiperglicemia diária ou com diabetes pré-gestacional devem ter uma alimentação adequada e balanceada, priorizando a variedade e os gostos da gestante (MENICATTI; FREGONESI, 2006). O objetivo central do manejo da diabetes gestacional é manter as taxas maternas normoglicémicas. Os carboidratos são os principais determinantes dos níveis maternos de glicose pós-prandial e é necessário um enfoque terapêutico na alimentação da gestante, tendo um controle criterioso dos níveis de açúcares ingeridos pela gestante. É importante observar o papel crucial da glicose no crescimento fetal e no desenvolvimento do cérebro. Por isso, é necessário que a dieta materna tenha níveis equilibrados de carboidratos, pois se essa alimentação for pobre em carboidratos, o gradiente de glicose materno-fetal pode ser comprometido (SWEETING et al., 2022). A prática de atividades físicas é, de mesmo modo, fundamental para a evolução da gestante, tendo como benefício o aumento da sensibilidade à insulina, por exemplo. Esse efeito é extremamente importante no tratamento da diabetes gestacional, diabetes tipo I e II, caracterizadas por altos níveis de glicose no sangue. No entanto, é necessário o acompanhamento médico, pois a realização das atividades físicas geram um esforço que deve ser avaliado para que não haja malefícios à mãe e ao feto (GODINHO et al., 2023).
433 CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir da revisão da literatura, conclui-se que o diagnóstico precoce do Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é uma estratégia fundamental para a redução da morbimortalidade materno-fetal. As evidências demonstram que o DMG está associado a sérias complicações para a mãe e o bebê, que vão desde ganho de peso excessivo até malformações e risco aumentado de comorbidades futuras. Assim, a aplicação de um plano terapêutico adequado, que inclui o controle nutricional, a monitorização da glicemia capilar e o uso de insulinoterapia ou antidiabéticos orais, é crucial para promover uma melhor qualidade de vida e um desfecho gestacional mais seguro. O presente estudo evidenciou que a detecção precoce do DMG é uma estratégia eficaz, especialmente quando associada a intervenções no estilo de vida e ao monitoramento rigoroso. Contudo, é importante reconhecer as limitações desta revisão, que se baseou em fontes secundárias, o que restringe a análise crítica da efetividade prática das estratégias identificadas. Além disso, a heterogeneidade dos métodos diagnósticos e a escassez de estudos de longo prazo dificultam a definição de protocolos clínicos padronizados. Diante disso, são necessários novos estudos, com amostras maiores e padronização metodológica, para avaliar o impacto das diferentes abordagens diagnósticas e terapêuticas e, assim, estabelecer diretrizes mais consistentes para intervenções precoces no diabetes gestacional. REFERÊNCIAS BATISTA, R. F. et al. Prevalência do diabetes gestacional no Brasil: revisão de literatura. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 21, n. 4, p. 1011–1020, 2021. BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: Diabetes Mellitus. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.