BRAZILIAN JOURNAL OF ORAL AND SYSTEMIC HEALTH DOI doi.org/10.5281/zenodo.17650730 http://bjoshealth.com.br ISSN 3085-8097 ADORNOS ORAIS NA ADOLESCÊNCIA Oral adormments in Adolescence Volume 1 Número 2 Jul-Dez 2025 REVISÃO DE LITERATURA João Batista de Melo Júnior1 ; Kauane Karoline da Silva1 ; Caroline Victória Queiroz Silva1 ; Laylla Louise Martins1 ; Ana Clara de Sousa Lima1 ; Lorrany Pereira Tiago1 ; Gabriely Stefany Pereira da Costa1 ; Thiago Amorim de Carvalho2 ; Denise de Souza Matos2 RESUMO Introdução: A adolescência é uma fase marcada por intensas transformações físicas, emocionais e sociais, nas quais a busca por identidade e aceitação influencia diretamente o comportamento e as escolhas individuais. Nesse contexto, o uso de adornos orais, como piercings e acessórios bucais, surge como forma de expressão estética e social, mas também pode representar um fator de risco para a saúde. Objetivo: investigar as motivações estéticas, culturais e comportamentais que levam adolescentes à adoção de adornos orais, relacionando-as aos possíveis prejuízos à saúde bucal e à importância da atuação odontológica na prevenção e orientação. Metodologia: Foi realizada uma revisão narrativa da literatura com levanto bibliográfico utilizando as bases de dados PubMed, Scielo e EBSCO Host, com artigos publicados nos últimos dez anos, excluindo trabalhos da literatura cinzenta. Revisão: A análise evidenciou que o uso desses adornos é fortemente influenciado por fatores socioculturais, pela mídia e pelas redes sociais, que moldam padrões de beleza e comportamento. Entretanto, essa prática pode causar complicações locais e sistêmicas, como infecções, inflamações, fraturas dentárias, retrações gengivais e até doenças graves, quando realizada sem acompanhamento profissional. O cirurgião-dentista tem papel essencial na educação preventiva, orientando sobre cuidados, higiene e riscos associados, além de identificar precocemente possíveis complicações. Considerações finais: Conclui-se que o uso de adornos orais entre adolescentes vai além da estética, refletindo questões de identidade e pertencimento. No entanto, a conscientização e a educação em saúde são fundamentais para reduzir riscos e promover o autocuidado, integrando a estética ao bem-estar e à preservação da saúde bucal. 1 – Discente do Centro Universitário de Patos de Minas – UNIPAM, Patos de Minas, MG, Brazil 2 - Docente do Centro Universitário de Patos de Minas – UNIPAM, Patos de Minas, MG, Brazil Autor de Correspondência: João Batista de Melo Júnior email:
[email protected] Palavras-chave: Adolescência; Piercing labial; Piercing lingual; Saúde Coletiva
Brazilian Journal of Oral and Systemic Health, vol.1 n2, Publication date Nov 20, 2025 ISSN 3085-8097 Adornos orais na adolescência Melo Júnior JB; Silva KK; Silva CVQ; Martins LL; Lima ACS; Tiago LP; Costa GSP; Carvalho TA; Matos DS 520 ABSTRACT Introduction: Adolescence is a stage marked by intense physical, emotional, and social transformations, during which the search for identity and acceptance directly influences individual behavior and choices. In this context, the use of oral adornments, such as piercings and oral accessories, emerges as a form of aesthetic and social expression, but it may also represent a risk factor for health. Objective: To investigate the aesthetic, cultural, and behavioral motivations that lead adolescents to adopt oral adornments, relating them to possible harms to oral health and to the importance of dental professionals in prevention and guidance. Methodology: A narrative literature review was conducted with a bibliographic search using the PubMed, Scielo, and EBSCO Host databases, including articles published in the last ten years and excluding gray literature. Review: The analysis showed that the use of these adornments is strongly influenced by sociocultural factors, media, and social networks, which shape beauty standards and behaviors. However, this practice can cause local and systemic complications such as infections, inflammation, dental fractures, gingival recession, and even severe diseases when performed without professional supervision. The dentist plays an essential role in preventive education, providing guidance on care, hygiene, and associated risks, in addition to identifying possible complications early. Final considerations: It is concluded that the use of oral adornments among adolescents goes beyond aesthetics, reflecting issues of identity and belonging. Nonetheless, awareness and health education are fundamental to reducing risks and promoting self-care, integrating aesthetics with well-being and the preservation of oral health. Keywords: Adolescence; Lip piercing; Tongue piercing; Public Health. INTRODUÇÃO A adolescência é uma fase marcada por intensas transformações físicas, emocionais e sociais, nas quais a busca por uma identidade e aceitação exerce forte influência sobre o comportamento e as escolhas individuais. Nesse contexto, a estética e a aparência tornam-se aspectos centrais na construção da autoimagem, levando muitos adolescentes a buscarem modificações corporais, como o uso de adornos orais, piercings e outros acessórios bucais. (SILVA et al., 2021). Adornos orais são acessórios introduzidos na cavidade bucal ou em regiões periorais (ao redor da boca), geralmente por meio de perfuração, com fins estéticos, culturais ou identitários. Entre adolescentes, seu uso está frequentemente ligado à tentativa de auto afirmação, pertencimento social e busca de diferenciação e identidade. Podem também representar atitude de rebeldia ou ousadia, além da possibilidade de experiências sensoriais e utilização para estimulação sexual (MARTINS et al., 2013; DE SOUZA et al., 2021). A utilização desses adornos, refletem, ainda, a influência de fatores socioculturais, mídias e redes sociais que moldam padrões de beleza e comportamento. Entretanto, o uso de adornos orais pode acarretar riscos significativos à saúde bucal e geral, o que torna essencial compreender as motivações e as influências externas que levam os adolescentes à adoção desse tipo de modificação corporal (SILVA et al., 2021).
Brazilian Journal of Oral and Systemic Health, vol.1 n2, Publication date Nov 20, 2025 ISSN 3085-8097 Adornos orais na adolescência Melo Júnior JB; Silva KK; Silva CVQ; Martins LL; Lima ACS; Tiago LP; Costa GSP; Carvalho TA; Matos DS 521 Apesar de serem vistos como uma forma de expressão pessoal, diversos estudos apontam que esses adornos estão associados a uma série de complicações bucais, e também de saúde geral. Com foco em saúde geral, os riscos vão desde a falta de orientação quanto à biossegurança, realização do procedimento com profissional não habilitado, local inadequado, que pode gerar consequências de curto e longo prazo (DE SOUZA et al., 2021). Do ponto de vista odontológico, os riscos incluem fraturas dentárias, recessão gengival, trauma oclusal, sangramento, infecções, acúmulo de biofilme, dificuldades na fala, mastigação e deglutição, além de potenciais complicações mais graves, como endocardite bacteriana em indivíduos suscetíveis (MARTINS et al., 2013; DE SOUZA et al., 2021). Além disso, o acúmulo de biofilme e a dificuldade de higienização ao redor dos adornos favorecem o desenvolvimento de lesões cariosas e doença periodontal (ESCUDEROCASTAÑO et al., 2008; PASSOS et al., 2022). Diante da complexidade de variáveis envolvidas, faz-se compreender os tipos de adornos orais mais comuns na adolescência, seus efeitos sobre a saúde bucal e o papel do profissional de odontologia na prevenção, diagnóstico precoce e manejo de complicações decorrentes do seu uso. Essa compreensão é fundamental para promover a conscientização e o cuidado integral baseado na realidade contemporânea dos jovens (COVELLO et al., 2020; PASSOS et al., 2022; MOSADDAD et al., 2023). O presente trabalho buscou investigar as motivações estéticas, culturais e comportamentais que influenciam adolescentes à adoção de adornos orais, relacionando-as aos possíveis prejuízos à saúde bucal e à necessidade de conscientização, orientação e acompanhamento profissional para manutenção da saúde. METODOLOGIA Foi realizada uma revisão narrativa da literatura, sobre adornos orais na adolescência. Para a pesquisa foram utilizadas as bases de dados PubMed, Scielo e EBSCOhost além da assessoria da inteligência artificial SciSpace para a busca dos artigos, com as expressões de busca “Adolescência; Piercing labial; Piercing lingual; Saúde Coletiva’’ e “Adolescence; Lip piercing; Tongue piercing; Public Health”. Foram incluídos artigos publicados na íntegra, nos últimos 10 anos. Foram excluídos trabalhos da literatura cinzenta como teses, dissertações, monografias e trabalhos de conclusão de curso. A pergunta de estudo foi elaborada a partir do acrônimo CoCoPop, sendo utilizada em sua forma final da seguinte maneira: Co (conceito): efeitos e implicações do uso de adornos orais; Co (contexto): no contexto da odontologia e da saúde bucal; Pop (população): entre adolescentes.
Brazilian Journal of Oral and Systemic Health, vol.1 n2, Publication date Nov 20, 2025 ISSN 3085-8097 Adornos orais na adolescência Melo Júnior JB; Silva KK; Silva CVQ; Martins LL; Lima ACS; Tiago LP; Costa GSP; Carvalho TA; Matos DS 522 Figura 1: fluxograma da seleção dos estudos. Fonte: Os autores. REVISÃO DA LITERATURA A utilização dos adornos orais entre adolescentes não se limita ao aspecto estético, ela reflete também um fenômeno sociocultural influenciado por mídias, redes sociais e grupos sociais. Esse comportamento, muitas vezes adotado sem o devido conhecimento técnico ou acompanhamento profissional, pode resultar em complicações locais e sistêmicas que afetam não apenas a saúde bucal, mas a qualidade de vida do indivíduo. Os piercings na língua, lábios ou bochechas, por exemplo, favorecem o acúmulo de placa bacteriana e dificulta a higienização adequada, criando um ambiente propício ao desenvolvimento de cárie, doenças periodontais, infecções fúngicas e bacterianas. Além disso, o constante atrito do adorno com estruturas dentárias e gengivais pode levar à abrasão do esmalte, mobilidade dentária, retrações gengivais e até perda de inserção periodontal em casos mais avançados (MARTINS et al., 2013). Nessa fase da vida, há uma forte busca por identidade e por afirmar a própria personalidade, o que faz com que muitos queiram se expressar por meio da aparência. Porém, muitos jovens fazem essa escolha sem conhecer bem os riscos que esses acessórios podem causar à saúde bucal (SILVA et al., 2021). Assim, o adorno, que inicialmente tem um propósito estético, pode se tornar um fator de risco para o comprometimento da saúde bucal (ESCUDEROCASTAÑO et al., 2008; PASSOS et al., 2022). As redes sociais e a influência da mídia também têm grande peso nessas decisões. Celebridades e influenciadores que usam esses adornos acabam servindo de espelho para essa geração, que associam essas práticas à beleza, liberdade e estilo. Tal exposição constante cria a ideia de ser algo moderno e desejável. Por
Brazilian Journal of Oral and Systemic Health, vol.1 n2, Publication date Nov 20, 2025 ISSN 3085-8097 Adornos orais na adolescência Melo Júnior JB; Silva KK; Silva CVQ; Martins LL; Lima ACS; Tiago LP; Costa GSP; Carvalho TA; Matos DS 523 isso, compreender o que motiva os adolescentes à essa prática é fundamental para orientar e promover hábitos mais seguros e saudáveis (PAZOS; AUSTREGÉSILO; DE GOES., 2019). Diversas pesquisas também alertam para os riscos infecciosos associados à perfuração oral. A realização do procedimento em ambientes sem condições de esterilização adequadas pode favorecer a entrada de microrganismos e o desenvolvimento de infecções locais e sistêmicas. Entre as complicações relatadas estão inflamação, edema, sangramento prolongado, formação de abscessos e, em casos específicos, infecções graves como endocardite bacteriana. Além disso, a falta de conhecimento sobre esses riscos é comum nessa faixa etária, que frequentemente realizam o procedimento sem orientação de um profissional da área odontológica. Diante disso, o papel do cirurgião-dentista torna-se fundamental na educação preventiva (COVELLO et al., 2020; MOSADDAD et al., 2023). Após a inserção do piercing, o paciente deve adotar medidas de autocuidado que favoreçam a cicatrização e previnam complicações, como aplicação de substâncias frias nas primeiras 24 horas para controle de edema, manutenção de dieta líquida e fria nas primeiras horas, e posterior progressão para alimentos macios. É imprescindível evitar alimentos picantes, duros, bebidas alcoólicas, cafeína e o uso de goma de mascar por pelo menos uma semana, bem como abster-se de realizar bochechos nas primeiras 24 horas. Após esse período, recomenda-se o uso de enxaguante bucal à base de clorexidina 0,12% três a quatro vezes ao dia, além da aplicação tópica de gel de clorexidina para controle da inflamação. A higienização deve ser realizada com escovação suave utilizando escova de cerdas macias, associada ao uso regular do fio dental e de antissépticos bucais sem álcool. Recomenda-se, adicionalmente, a remoção temporária do adorno durante a escovação e a limpeza direta da joia (NIETO et al., 2012; MOSADDAD et al., 2023). Pacientes portadores de piercings orais ou língua fendida devem manter o local limpo, evitar manipular ou brincar com a joia e observar atentamente a cavidade oral em busca de sinais de intercorrências. Todas as formas de joias intraorais ou periorais devem ser removidas antes da prática de atividades esportivas ou físicas, especialmente aquelas que envolvam contato direto, para prevenir traumas e lacerações. O acompanhamento odontológico periódico é indispensável para a detecção precoce de complicações, além de permitir a orientação quanto à escolha de materiais biocompatíveis, como titânio, aço cirúrgico, ouro e prata, que apresentam menor risco de reações alérgicas e corrosão. O cirurgião-dentista deve instruir o paciente sobre sinais de alerta clínico (MARTINS et al., 2013; MASOOD; WALSH; ZAFAR., 2024). A adolescência é uma fase vulnerável para o surgimento de comportamentos de risco e negligência com a saúde bucal, o que reforça a necessidade de ações educativas contínuas e direcionadas a esse público. Sarmento et al. (2020) destacam que, apesar dos avanços alcançados na área odontológica, ainda há lacunas na atenção voltada aos adolescentes, principalmente quanto ao acesso à informação e ao desenvolvimento de atitudes preventivas. A abordagem profissional deve equilibrar conhecimento técnico com sensibilidade ética
Brazilian Journal of Oral and Systemic Health, vol.1 n2, Publication date Nov 20, 2025 ISSN 3085-8097 Adornos orais na adolescência Melo Júnior JB; Silva KK; Silva CVQ; Martins LL; Lima ACS; Tiago LP; Costa GSP; Carvalho TA; Matos DS 524 e cultural, respeitando as escolhas individuais, mas enfatizando a importância da prevenção e do autocuidado. O dentista deve também ser capaz de atuar na educação em saúde, principalmente em escolas e espaços públicos, promovendo ações informativas que contribuam para decisões mais conscientes entre adolescentes. O manejo clínico pode incluir desde a orientação sobre higienização do local perfurado e remoção temporária do adorno em situações específicas, até a intervenção cirúrgica para tratamento de lesões traumáticas ou infecciosas (MARQUEZAN; SOUZA; TANAKA; 2008; DE SOUZA et al., 2021). De forma complementar, Campestrini et al. (2019) ressalta que o cirurgião-dentista, ao assumir o papel de educador, deve superar o modelo tradicional centrado na clínica, desenvolvendo competências comunicativas e pedagógicas que estimulem a participação ativa dos adolescentes. O uso de recursos lúdicos, tecnológicos e interativos é indicado como ferramenta facilitadora do aprendizado e da reflexão crítica sobre práticas potencialmente nocivas, como o uso inadequado de piercings e adornos bucais. Assim, a literatura se centraliza na ideia de que a integração entre odontologia e educação em saúde é indispensável para formar adolescentes mais conscientes e responsáveis quanto às suas escolhas estéticas e à preservação da saúde oral. Em síntese, o uso de adornos orais entre adolescentes representa um fenômeno complexo que ultrapassa a simples busca por estética e aceitação social. Contudo, essa prática, quando realizada sem orientação adequada, pode comprometer significativamente a integridade da cavidade bucal e consequentemente a saúde geral. Logo, a atuação do cirurgião-dentista é importante não apenas na prevenção, mas também na promoção da educação em saúde, orientando sobre cuidados, riscos e alternativas seguras. Somente por meio de uma abordagem educativa, empática e preventiva será possível minimizar as complicações decorrentes do uso inadequado de adornos orais e promover uma relação mais consciente entre estética, identidade e bem-estar (PAZOS et al., 2019). CONSIDERAÇÕES FINAIS O trabalho aponta que os adornos orais usados por adolescentes estão diretamente relacionados à procura por identidade e pertencimento. Esses acessórios podem acarretar uma série de riscos à saúde bucal, incluindo infecções, traumas e prejuízos dentários, principalmente quando realizados sem orientação de um profissional. Assim, destaca-se a importância do cirurgião-dentista na facilitação da educação em saúde e na sensibilização preventiva aos jovens. Nesse contexto, é fundamental a adoção de estratégias de comunicação acessíveis e empáticas, as quais auxiliem os adolescentes a entenderem os efeitos dessas práticas, promovendo o autocuidado e a valorização da saúde bucal como um aspecto essencial do bem-estar geral.
Brazilian Journal of Oral and Systemic Health, vol.1 n2, Publication date Nov 20, 2025 ISSN 3085-8097 Adornos orais na adolescência Melo Júnior JB; Silva KK; Silva CVQ; Martins LL; Lima ACS; Tiago LP; Costa GSP; Carvalho TA; Matos DS 525 REFERÊNCIAS CAMPESTRINI, N.T. de F., et al. Atividades educativas em saúde bucal desenvolvidas por cirurgiõesdentistas com escolares: uma revisão sistematizada da literatura. Revista da ABENO, v. 19, n. 4, p. 46-54, 2019. COVELLO, F. et al. Piercing and Oral Health: A Study on the Knowledge of Risks and Complications. International Journal of Environmental Research and Public Health, Basel, v. 17, n. 2, p. 613, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.3390/ijerph17020613. Acesso em: 21 out. 2025. DE SOUZA, D. M.; et al. O que o dentista deve saber sobre piercings bucal e perioral: revisão da literatura. What a dentist should know about oral and perioral piercings: literature review. [S.l.: s.n.], v. 18, n. 2, p. 32938, 2021. ESCUDERO-CASTAÑO, N. et al. Oral and Perioral Piercing Complications. The Open Dentistry Journal, Bentham Science Publishers Ltd., v. 2, n. 1, p. 133-136, 2008. Disponível em: https://doi.org/10.2174/1874210600802010133. Acesso em: 21 out. 2025. MARQUEZAN, M.; SOUZA, L. T.; TANAKA, O. Piercing oral: beleza, riscos e o papel da odontologia. Revista da Faculdade de Odontologia de Porto Alegre, v. 49, n. 1, p. 12-15, 2008. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/RevistadaFaculdadeOdontologia/article/view/2448/8869. MARTINS, A. H. et al. Piercing (oral e perioral) e complicações à saúde: a percepção de um grupo de portadores do adorno. Odontologia Clínico-Científica (Online), v. 12, n. 4, p. 287-291, 2013. Disponível em: http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?pid=S167738882013000400010&script=sci_arttext. MASOOD, M.; WALSH, L. J.; ZAFAR. Awareness of dental complications with oral piercings. Oral Diseases, [S.l.], v. 30, n. 7, p. 4404-4411, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1111/odi.14908. Acesso em: 20 out. 2025. MOSADDAD, S. A. et al. Oral Complications Associated with the Piercing of Oral and Perioral Tissues and the Corresponding Degree of Awareness Among Public and Professionals: A Systematic Review. Journal of Clinical Medicine, Basel, v. 12, n. 3, p. 1-11, 2023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37958268/. Acesso em: 20 out. 2025. NIETO M., E. et al. Frecuencia de uso de adornos corporales y motivaciones de los estudiantes para usar piercing oral. Universidad y Salud, v. 14, n. 2, p. 147-160, 2012.
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