__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº3 (2025) 678 (Ciências Sociais) ESTRATÉGIAS PARA ENFRENTAR O APAGAMENTO HISTÓRICO DAS NARRATIVAS DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA BAIXADA SANTISTA STRATEGIES TO CONFRONTING THE HISTORICAL ERASURE OF THE NARRATIVES OF THE ORIGINAL PEOPLES OF BAIXADA SANTISTA Edson Guimarães dos Santos Filho¹, Katia Claryana Calderoni Klein², Lilian Tavares de Bairros Ferreira1,2 ¹ Curso de Licenciatura em História, Universidade Santa Cecília ² Curso de Licenciatura em Pedagogia, Universidade Santa Cecília E-mail para contato:
[email protected] RESUMO – O presente trabalho investiga o apagamento de lendas, personagens e histórias dos povos originários na cultura brasileira, usando como estudo de caso a história do Ipupiara. O objetivo central é analisar como esse processo histórico de apagamento se manifesta no presente e propor estratégias para despertar o interesse de estudantes do ensino fundamental por essas narrativas, parte essencial de sua própria identidade. A pesquisa se baseia na análise comparativa de dois eventos distintos, mas que guardam uma relação de continuidade: o relato de Pero de Magalhães Gândavo no século XVI sobre a morte da criatura Ipupiara por um bandeirante, e a queima da estátua que a representava na praça da Biquinha, em São Vicente, no ano de 2016. A metodologia inclui pesquisa bibliográfica da obra de Gândavo e a análise de fontes jornalísticas e documentais sobre o incidente recente. Os resultados demonstram que a história do Ipupiara, desde sua aniquilação simbólica no século XVI até a destruição física de sua representação no século XXI, serve como um poderoso exemplo da resistência cultural e do apagamento contínuo das narrativas indígenas no imaginário popular. A conclusão aponta para a necessidade urgente de combater essa invisibilidade através da educação. Ao resgatar e apresentar essas histórias de forma envolvente e contextualizada, é possível reconectar a história do Brasil às suas raízes, valorizando a contribuição cultural dos povos originários e promovendo uma identidade mais inclusiva e completa. Palavras-chave: Apagamento Histórico; Povos originários; Narrativas dos Povos Originários; Ipupiara.
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº3 (2025) 679 (Ciências Sociais) ABSTRACT – This paper investigates the erasure of legends, characters, and stories belonging to original peoples in Brazilian culture, using the tale of the Ipupiara as a case study. The central objective is to analyze how this historical process of erasure manifests in the present and to propose strategies to spark the interest of elementary school students in these narratives, which are an essential part of their own identity. The research is based on the comparative analysis of two distinct events that maintain a relationship of continuity: the account by Pero de Magalhães Gândavo in the 16th century about the mythical creature Ipupiara being killed by a bandeirante (pioneer/explorer), and the burning of the statue representing the creature in the Biquinha square in São Vicente, in 2016. The methodology includes a bibliographical review of Gândavo's work and the analysis of journalistic and documentary sources regarding the recent incident. The results demonstrate that the story of the Ipupiara, from its symbolic annihilation in the 16th century to the physical destruction of its representation in the 21st century, serves as a powerful example of the cultural resistance and the ongoing erasure of Indigenous narratives in the popular imagination. The conclusion points to the urgent need to combat this invisibility through education. By recovering and presenting these stories in an engaging and contextualized way, it is possible to reconnect the history of Brazil to its roots, valuing the cultural contribution of original peoples, and promoting a more inclusive and complete identityThe word ABSTRACT must be typed in capital letters and the text in lowercase letters, in italics, continuing on the same line in a single paragraph with Times New Roman 12 font and single spacing. There should be a space of 1 cm after the left margin and 10 mm before the right margin. The summary must contain a minimum of 500 characters and a maximum of 800 characters including spaces. The text must be coherent and concise, highlighting the most relevant points of the work and highlighting the main topics: introduction, objectives, methodology used, main results and conclusions. The abstract must be related to the title and keywords. Keywords: Historical Erasure; Indigenous Peoples; Indigenous Narratives; Ipupiara. 1 INTRODUÇÃO Sabemos que grande parte das narrativas que conhecemos hoje foi passada para nós pelos povos dominantes que colonizaram, e muitas vezes aniquilaram completamente, outras culturas. Os livros didáticos que fundamentam o estudo de história no currículo da educação básica contam as histórias sob o ponto de vista eurocêntrico, silenciando as demais culturas que aparecem apenas através de pequenas contribuições que servem para alavancar as histórias de heroísmo e dominação europeia. O presente estudo visa, através do estudo de caso do mito do Ipupiara, propor estratégias para dar visibilidade à cultura, identidade e cosmologia dos povos originários brasileiros. Por diversas vezes esses povos viram a transformação de suas características e tradições em ações
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº3 (2025) 680 (Ciências Sociais) e termos pejorativos, tiveram subvertidos até mesmo a sua linguagem e os seus costumes, sofreram perseguições, silenciamento e tentativas de transformações no seu modo de vida, modo de pensar e de suas crenças. Estes são apenas alguns dos indícios dessa tentativa de invisibilizar os povos que aqui estavam antes da colonização europeia, ou seja, desde o início da europeização do território que hoje conhecemos por Brasil. Um dos primeiros indícios desse apagamento que se tem registro, surge através de uma carta feita pelas mãos de Pero de Magalhães Gândavo, historiador e cronista português, onde ele descreve em "História da Província Santa Cruz” o encontro e enfrentamento com um suposto monstro marinho. Nesta pesquisa iremos mostrar como a mitologia criada por Gândavo ao narrar o extermínio da criatura e mostrá-la em forma de texto, tal qual como troféu de caça, floreia a história para atrair aventureiros do além-mar europeu para uma terra de maravilhas e conquistas, o que contribui fortemente para, assim como a posterior queima e remoção da estátua do Ipupiara em São Vicente, o apagamento da presença dos povos originários anteriores aos invasores portugueses e continua sendo apagado sistematicamente pela nossa própria população. Após essa contextualização, iremos propor algumas estratégias de enfrentamento para superar o apagamento histórico desses registros. 2 MATERIAIS E MÉTODOS A pesquisa utilizou como estudo de caso a história do Ipupiara descrita na carta de Pero de Magalhães Gândavo, para a partir dela refletirmos sobre as histórias dos povos originários que poderiam ter sido deturpadas a ponto de alterar seus reais significados, ou seja, a pergunta que gostaríamos de responder inicialmente é: Como as histórias e lendas que foram contadas pelos povos dominantes na época da colonização foram modificadas de forma a silenciar as culturas que aqui já habitavam? Para tentar achar essas respostas, utilizamos as bases de dados disponíveis como Scielo, Capes e Google Acadêmico e procuramos teses e dissertações que pudessem trazer clareza a respeito desse assunto, utilizando palavras chave como Povos originários, narrativas dos povos originários, apagamento histórico e Ipupiara, selecionamos os trabalhos que se dedicaram a estudar e detalhar essa dinâmica de apagamento cultural. Num segundo momento, a presente pesquisa se dedicou a procurar estratégias de como conseguir superar esse apagamento através de iniciativas diretas reproduzidas em salas de aula
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº3 (2025) 681 (Ciências Sociais) ou atividades extracurriculares dentro da escola, trazendo os alunos para mais perto dessas culturas tão importantes para a construção da nossa identidade como brasileiros. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Para iniciarmos a contextualização a respeito da história do Ipupiara precisamos remontar à meados de 1564, quando Pero de Magalhães Gândavo, historiador e cronista português, descreveu em um dos relatos de "História da Província Santa Cruz” o confronto com a criatura marinha: “DO MONSTRO MARINHO QUE SE MATOU NA CAPITANIA DE SÃO VICENTE, ANO 1564 Foi causa tão nova e tão desusada aos olhos humanos a semelhança daquele feroz e espantoso monstro marinho que nesta Província se matou no ano de 1564, que ainda que por muitas partes do mundo se tenha notícia dele, não deixarei, todavia, de dá-la aqui outra vez de novo, relatando por extenso tudo o que acerca disto passou; porque na verdade a maior parte dos retratos ou quase todos em que querem mostrar a semelhança de seu horrendo aspecto, andam errados, e, além disso, conta-se o sucesso de sua morte por diferentes maneiras, sendo a verdade uma só, a qual é a seguinte: Na capitania de São Vicente sendo já alta noite a horas em que todos começavam de se entregar ao sono, acertou de sair de fora de casa uma índia escrava do capitão; a qual lançando os olhos a uma várzea que está pegada com o mar, e com a povoação da mesma capitania, viu andar nela este monstro, movendo-se de uma parte para outra com passos e meneios desusados, e dando alguns urros de quando em quando tão feios, que como pasmada e quase fora de si se veio ao filho do mesmo capitão, cujo nome era Baltasar Ferreira, e lhe deu conta do que vira, parecendo-lhe que era alguma visão diabólica; mas como ele fosse não menos sizudo que esforçado, e esta gente da terra seja digna de pouco crédito, não lhe deu logo muito às suas palavras, e deixando-se estar na cama, a tornou outra vez a mandar fora dizendo-lhe que se afirmasse bem no que era. E obedecendo a índia a seu mandado, foi; e tornou mais espantada; afirmando-lhe e repetindo-lhe uma vez e outra que andava ali uma cousa tão feia, que não podia ser senão o Demônio. Então se levantou ele muito depressa e lançou mão a uma espada que tinha junto de si com a qual botou somente em camisa pela porta fora, tendo para si (quando muito) que seria algum tigre ou outro animal da terra conhecido
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº3 (2025) 682 (Ciências Sociais) com a vista do qual se desenganasse do que a índia lhe queria persuadir, e pondo os olhos naquela parte que ela lhe assinalou viu confusamente o vulto do monstro ao longo da praia, sem poder divisar o que era, por causa da noite lhe impedir, e o monstro também ser cousa não vista e fora do parecer de todos os outros animais. E chegando-se um pouco mais a ele, para que melhor se pudesse ajudar da vista, foi sentido do mesmo monstro: o qual em levantando a cabeça, tanto que o viu começou de caminhar para o mar de onde viera. Nisto conheceu o mancebo que era aquilo cousa do mar e antes que nele se metesse, acudiu com muita presteza a tomar-lhe a dianteira, e vendo o monstro que ele lhe embargava o caminho, levantou-se dianteira, direito para cima como um homem ficando sobre as barbatanas do rabo, e estando assim a par com ele, deu-lhe uma estocada pela barriga, e dando-lha no mesmo instante se desviou pera uma parte com tanta velocidade, que não pôde o monstro levá-lo debaixo de si: porém não pouco afrontado, porque o grande torno de sangue que saiu da ferida lhe deu no rosto com tanta força que quase ficou sem nenhuma vista: e tanto que o monstro se lançou em terra deixa o caminho que levava e assim ferido urrando com a boca aberta sem nenhum medo, remeteu a ele, e indo para o tragar a unhas, e a dentes, deu-lhe na cabeça uma cutilada muito grande, com a qual ficou já muito débil, e deixando sua vã porfia tornou então a caminhar outra vez para o mar. Neste tempo acudiram alguns escravos aos gritos da índia que estava em vela: e chegando a ele, o tomaram todos já quase morto e dali o levaram à povoação onde esteve o dia seguinte à vista de toda a gente da terra. E com este mancebo se haver mostrado neste caso tão animoso como se mostrou, e se ter tido na terra por muito esforçado saiu, todavia desta batalha tão sem alento e com a visão deste medonho animal ficou tão perturbado e suspenso, que perguntando-lhe o pai, que era o que lhe havia sucedido não lhe pôde responder, e assim como assombrado sem falar cousa alguma por um grande espaço. O retrato deste monstro é este que no fim do presente capítulo se mostra, tirado pelo natural. Era quinze palmos de comprido e semeado de cabelos pelo corpo, e no focinho tinha umas sedas muito grandes como bigodes. Os índios da terra lhe chamam em sua língua ipupiara, que quer dizer demônio da água. Alguns como este se viram já nestas partes, mas acham-se raramente. E assim também deve de haver outros muitos monstros de diversos pareceres, que no abismo desse largo e espantoso mar se escondem, de não menos estranheza e admiração; e tudo se pode crer, por difícil que pareça: porque os segredos da natureza não foram revelados todos ao homem, para que com razão possa negar, e ter por impossível as cousas que não viu
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº3 (2025) 683 (Ciências Sociais) nem de que nunca teve notícia.”. Conforme mostra a Figura 1, podemos ver como ocorreu o confronto, segundo Gândavo. Fig 1: Retrato do Ipupiara segundo Gândavo. Fonte: GÂNDAVO, Pero de Magalhães de. História da Província Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil, 1576. Porém Gândavo não foi o único a descrever a figura assustadora do Ipupiara, Padre José de Anchieta também cita a criatura em uma carta endereçada ao Padre Geral da Companhia de Jesus em Roma, onde contava histórias acerca dos seres da mitologia Tupi para, através dessas narrativas, mostrar as possibilidade catequéticas dos povos originários, Anchieta escreveu o seguinte: “Também há outro [demônio], nos rios, aos quais chamam igupiara, isto é, moradores da água, os quais igualmente matam os índios. Perto de nós há um rio, habitado pelos cristãos, o qual antigamente os índios costumavam atravessar em pequenas embarcações”.
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº3 (2025) 684 (Ciências Sociais) Podemos perceber que tanto Gândavo quanto Anchieta possuem pontos de vista errático a respeito dos indígenas, e esse viés influencia em como essas histórias são contadas, e como são sobrepujadas pelo “heroísmo” não solicitado dos colonizadores que aqui chegaram, apesar de Gândavo e Anchieta possuírem interesses diferentes, sendo o segundo de interesse religioso, podemos notar que ambos assumem o papel de salvador dos povos indígenas, pois do seu ponto de vista, eles eram seres inferiores e incapazes tanto de salvar seus iguais de supostos monstros marinhos quanto de salvar suas almas por não possuírem as mesmas crenças católicas. Por tudo isso, percebe-se que ao assumir o protagonismo das histórias que originalmente pertenciam aos povos originários, as alterações que vão sendo feitas apagam aos poucos o contexto sociocultural indígena. Por exemplo, quando analisamos etimologicamente o nome da criatura: nomeado pelo povo Tupi-Guarani como Ipupiara, ele é traduzido erroneamente para o português como "demônio das águas", porém originalmente, Ipupiara significa "aquele que mora na água" (numa análise etimológica da palavra: y (água/rio), pupé (dentro) e -ygûara ( sufixo que se refere a algo que habita ou provém de um lugar). Infelizmente estes apagamentos não ficaram apenas no passado, eles deturparam a forma como muitos brasileiros enxergam a cultura indígena até os dias de hoje, como podemos notar no incidente em que a estátua do Ipupiara foi incendiada por vândalos em São Vicente em fevereiro de 2016. Este fato corrobora anos e anos de deturpação da cultura indígena, o silenciamento e a falta de valorização faz com que a sociedade não enxergue com empatia as tradições e crenças dos povos originários, e é justamente essa desvalorização que desumaniza e instiga atuações atrozes de desrespeito. Um passo importante na direção da valorização da cultura indigena, e outras culturas também como a afro-brasileira e a africana, foi dado através das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, ambas tratam da obrigatoriedade de abordar diferentes aspectos na formação da sociedade brasileira, resgatando as contribuições dessas culturas nas mais diversas áreas como política, econômica e social. O professor é um importante agente incentivador dessa multiculturalidade, através dele é possível promover diversas ações dentro (e fora) da sala de aula que integrem os alunos com essas novas perspectivas. As propostas das atividades precisam envolver os alunos nessas relações de enfrentamento, para que além de se acostumarem com realidades diferentes da sua, eles possam entender a problemática de estudar através de apenas um único aspecto dominante. Quando os alunos são expostos a essas práticas, eles acabam disseminando os saberes adquiridos até mesmo em casa para seus pais, que muitas
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº3 (2025) 685 (Ciências Sociais) vezes não tiveram a oportunidade de ter acesso a esse tipo de projeto. Através da ludicidade das brincadeiras, de debates e rodas de conversas, de exposições à experiências culturais como músicas, filmes, desenhos, danças, culinárias, arte, contação de histórias e até mesmo através da exposição do modo de vida dos povos originários, os alunos podem ter seu conhecimento transformado completamente, aprendendo a respeitar e valorizar as diferenças. Além disso, é preciso ressaltar a importância da formação continuada dos professores na promoção de um ambiente escolar inclusivo e transformador, pois serão eles que mostrarão para os alunos a história através de uma outra lente. 4 CONCLUSÃO Pelo conteúdo apresentado na pesquisa podemos chegar a conclusão que um trabalho sólido e bem estruturado realizado dentro das escolas é de suma importância para plantarmos a semente da decolonialidade de pensamento nos alunos, pois para podermos enfrentar anos de ensinamentos eurocêntricos que dominavam, e infelizmente ainda dominam, os materiais didáticos que são distribuídos nas escolas, é preciso que toda a comunidade escolar (gestores, professores, alunos e pais) se empenhe e se posicione na luta a favor da valorização dos povos originários brasileiros. 5 REFERÊNCIAS CAMENIETZKI, Carlos Ziller; ZERON, Carlos Alberto de Moura Ribeiro. Quem conta um conto aumenta um ponto: O mito do Ipupiara, a natureza americana e as narrativas da colonização do Brasil. Revista de Indias, [S. l.], v. LX, n. 218, p. 111–134, 2000. GANDAVO, Pero de Magalhães. Tratado da Terra do Brasil: história da província Santa Cruz, a que vulgarmente chamamos Brasil. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2008. 158 p. (Edições do Senado Federal; v. 100). KAHMANN, Andrea Cristiane et al. Línguas, livros e leis: O apagamento da cultura indígena e resistência. Veredas do Direito, Belo Horizonte, v. 17, n. 37, p. 61–87, 2020. Monumento à lenda do Ipupiara pega fogo em São Vicente/SP. G1 - SP/Santos e Região, São Vicente, 24 fev. 2016. Disponível em: https://g1.globo.com/sp/santosregiao/noticia/2016/02/monumento-lenda-do-ipupiara-pega-fogo-em-sao-vicente-sp.html. Acesso em: 20 set. 2025. MOREIRA, Tássita de Assis. Histórias e culturas indígenas outras em "Índio Presente" (2017): o potencial da produção midiática na desconstrução de equívocos. 2021. 182 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2021. DOI http://doi.org/10.14393/ufu.di.2021.490.
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº3 (2025) 686 (Ciências Sociais) SANTOS, A. N. S. dos et al. EDUCAÇÃO DECOLONIAL: desafios epistêmicos e a luta contra o eurocentrismo, patriarcado e capitalismo na contemporaneidade. Caderno Pedagógico, [S. l.], v. 21, n. 10, p. e9101, 2024. DOI: 10.54033/cadpedv21n10-142. Disponível em: https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/view/9101. Acesso em: 8 out. 2025.