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EDUCAÇÃO EM SAÚDE SOBRE PLANEJAMENTO REPRODUTIVO - RELATO DE EXPERIÊNCIA

Daniela Goudinho Ferreira; Fernanda Silva Rodrigues; Natalia Peres Noleto; Milena Amaro Silva; Alice Guimarães Silva; Jacqueline Rodrigues do Carmo Cavalcante; Marques, Vítor Hugo

Abstract

INTRODUÇÃO E OBJETIVOS: Planejamento reprodutivo consiste no conjunto de ações e estratégias voltadas para permitir que indivíduos decidam, de forma livre e informada, se desejam ter filhos ou não, e quando e como se preparar para tê - los. No contexto médico, envolve orientações sobre métodos contraceptivos e assistência à fertilidade. Dessa forma, há redução dos riscos maternos e infantis associados a gestações não planejadas e promoção da saúde sexual. O objetivo deste resumo é relatar a ação de educação em saúde sobre planejamento reprodutivo para mulheres em idade fértil. RELATO DE EXPERIÊNCIA: Educação em saúde realizada no mês de setembro de 2025, por alunas da Liga Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia, da Universidade Federal de Jataí, com mulheres em idade fértil. Foi realizada uma roda de conversa sobre planejamento reprodutivo para observar os conhecimentos prévios das participantes e ouvir suas experiências pessoais. Em seguida, houve explicação sobre planejamento reprodutivo e quais são os métodos contraceptivos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde e rede privada. Foi possível esclarecer dúvidas sobre as indicações e as restrições dos métodos comportamentais, como Ogino-Knaus e coito interrompido, de barreira, como preservativo feminino e masculino, hormonais, como o oral combinado, o oral com progestagênio, injetável mensal ou trimestral, adesivo transdérmico, implante subdérmico, dispositivo intrauterino hormonal e de cobre, além dos cirúrgicos, como laqueadura e vasectomia. Além disso, ratificou-se a importância da escolha de iniciar, ou descontinuar, um método anticoncepcional ser compartilhada com um profissional de saúde apto para orientar essa decisão, com o intuito de que seja segura, adequada às necessidades individuais e com embasamento técnico confiável. CONCLUSÕES: A educação em saúde sobre planejamento reprodutivo foi uma ferramenta que promoveu o conhecimento e a autonomia das mulheres em idade fértil, contribuindo significativamente para a promoção da saúde sexual. Ao esclarecer sobre os diferentes métodos contraceptivos, suas indicações, limitações e formas de uso, foi possível fortalecer a capacidade das participantes de tomar decisões mais seguras sobre sua vida reprodutiva. Além disso, a atividade evidenciou a relevância da participação de um profissional nesse processo, garantindo que as decisões sejam adequadas às necessidades individuais e sustentadas por orientações técnicas.

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10.5281/zenodo.17705160 EDUCAÇÃO EM SAÚDE SOBRE PLANEJAMENTO REPRODUTIVO - RELATO DE EXPERIÊNCIA Daniela Goudinho Ferreira¹, Fernanda Silva Rodrigues¹, Natalia Peres Noleto¹, Milena Amaro Silva² , Alice Guimarães Silva² , Jacqueline Rodrigues do Carmo Cavalcante³ , Vítor Hugo Marques³ ¹ Discente do curso de Medicina, Universidade Federal de Jataí, Campus Jataí. Jataí, GO, Brasil. ²Discente do curso de Enfermagem, Universidade Federal de Jataí, Campus Jataí. Jataí, GO, Brasil. ³ Docente do curso de Medicina, Universidade Federal de Jataí, Campus Jataí. Jataí, GO, Brasil. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS : Planejamento reprodutivo consiste no conjunto de ações e estratégias voltadas para permitir que indivíduos decidam, de forma livre e informada, se desejam ter filhos ou não, e quando e como se preparar para tê - los. No contexto médico, envolve orientações sobre métodos contraceptivos e assistência à fertilidade. Dessa forma, há redução dos riscos maternos e infantis associados a gestações não planejadas e promoção da saúde sexual. O objetivo deste resumo é relatar a ação de educação em saúde sobre planejamento reprodutivo para mulheres em idade fértil. RELATO DE EXPERIÊNCIA : Educação em saúde realizada no mês de setembro de 2025, por alunas da Liga Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia, da Universidade Federal de Jataí, com mulheres em idade fértil. Foi realizada uma roda de conversa sobre planejamento reprodutivo para observar os conhecimentos prévios das participantes e ouvir suas experiências pessoais. Em seguida, houve explicação sobre planejamento reprodutivo e quais são os métodos contraceptivos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde e rede privada. Foi possível esclarecer dúvidas sobre as indicações e as restrições dos métodos comportamentais, como Ogino-Knaus e coito interrompido, de barreira, como preservativo feminino e masculino, hormonais, como o oral combinado, o oral com progestagênio, injetável mensal ou trimestral, adesivo transdérmico, implante subdérmico, dispositivo intrauterino hormonal e de cobre, além dos cirúrgicos, como laqueadura e vasectomia. Além disso, ratificou-se a importância da escolha de iniciar, ou descontinuar, um método anticoncepcional ser compartilhada com um profissional de saúde apto para orientar essa decisão, com o intuito de que seja segura, adequada às necessidades individuais e com embasamento técnico confiável. CONCLUSÕES : A educação em saúde sobre planejamento reprodutivo foi uma ferramenta que promoveu o conhecimento e a autonomia das mulheres em idade fértil, contribuindo significativamente para a promoção da saúde sexual. Ao esclarecer sobre os diferentes métodos contraceptivos, suas indicações, limitações e formas de uso, foi possível fortalecer a capacidade das participantes de tomar decisões mais seguras sobre sua vida reprodutiva. Além disso, a atividade evidenciou a relevância da participação de um profissional nesse processo, garantindo que as decisões sejam adequadas às necessidades individuais e sustentadas por orientações técnicas. Palavras - chave : Anticoncepção; Educação em Saúde; Planejamento Familiar.