7. ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DA CLINICAL AND EPIDEMIOLOGICAL ASPECTS OF INFECTIOUS Cardiologia Clínica e Diagnóstico Cardiovascular Fisioterapeuta, PósGraduação em Fisioterapia Traumato Graduanda em enfermagem pelo Centro Universitário Adventista de Ensino do Nordeste Graduando em Enfermagem pelo Centro Universitário Maurício de Nassau Gestora Hospitalar, Pós Email do autor:
[email protected] RESUMO Introdução: A endocardite infecciosa é uma doença grave das válvulas cardíacas, com alto risco de complicações e mortalidade. Predominam casos em pacientes idosos, com comorbidades e ligados à assistência à saúde. Os sintomas iniciais são inespecíficos, dificultando o diagnóstico precoce. que foram buscados artigos nas bases LILACS, SciELO e PubMed, utilizando descritores específicos e critérios de inclusão entre 2019 e 2025. Após seleção e aplicação de critério 80 ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DA ENDOCARDITE INFECCIOSA CLINICAL AND EPIDEMIOLOGICAL ASPECTS OF INFECTIOUS ENDOCARDITIS Cardiologia Clínica e Diagnóstico Cardiovascular Dayvison Gabriel Setubal Poiares Graduando em Medicina pelo Centro Universitário Metropolitano da Amazônia Esterlito Neto Gomes da Costa Graduação em Fisioterapia Traumato - Ortopédica e Desportiva, Universidade da Amazônia Dejanira costa Graduanda em farmácia pelo Centro Universitário FTC Gustavo Henrique Oliveira Costa Graduado em Educação Física pela Universidade do Estado do Pará Sandriana Yasmin Souza Dantas Graduanda em Fisioterapia pela Unifateci Steffanny Geovanna Da Silva Graduanda em enfermagem pelo Centro Universitário Adventista de Ensino do Nordeste Leandro da Silva Ferreira Graduando em Enfermagem pelo Centro Universitário Maurício de Nassau Ligia Gab Técnica de Enfermagem pelo Instituto Monteiro de Lima/Sergipe Antônio Sena da Costa Graduando em Medicina pela Universidade Federal do Pará Vitoria Silva Cordeiro Gestora Hospitalar, Pós -Graduação em Contabilidade Pública e Auditoria Hospitalar, Faveni mail do autor:
[email protected] A endocardite infecciosa é uma doença grave das válvulas cardíacas, com alto risco de complicações e mortalidade. Predominam casos em pacientes idosos, com comorbidades e ligados à assistência à saúde. Os sintomas iniciais são inespecíficos, o diagnóstico precoce. Metodologia: Este estudo é uma revisão bibliográfica, em que foram buscados artigos nas bases LILACS, SciELO e PubMed, utilizando descritores específicos e critérios de inclusão entre 2019 e 2025. Após seleção e aplicação de critério ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DA ENDOCARDITE INFECCIOSA CLINICAL AND EPIDEMIOLOGICAL ASPECTS OF INFECTIOUS Cardiologia Clínica e Diagnóstico Cardiovascular Dayvison Gabriel Setubal Poiares Graduando em Medicina pelo Centro Universitário Metropolitano da Amazônia -UNIFAMAZ Esterlito Neto Gomes da Costa Ortopédica e Desportiva, Universidade da Amazônia - UNAMA, Belém, Pará, Dejanira costa do Nascimento Neta Graduanda em farmácia pelo Centro Universitário FTC Gustavo Henrique Oliveira Costa Graduado em Educação Física pela Universidade do Estado do Pará Sandriana Yasmin Souza Dantas Graduanda em Fisioterapia pela Unifateci Steffanny Geovanna Da Silva Graduanda em enfermagem pelo Centro Universitário Adventista de Ensino do Nordeste -UNIAENE Leandro da Silva Ferreira Graduando em Enfermagem pelo Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU, Fortaleza - CE Ligia Gab riela Ribeiro Santos Técnica de Enfermagem pelo Instituto Monteiro de Lima/Sergipe -ITMOLl Antônio Sena da Costa Graduando em Medicina pela Universidade Federal do Pará Vitoria Silva Cordeiro Auditoria Hospitalar, Faveni - Iporá, Goiás. mail do autor:
[email protected] A endocardite infecciosa é uma doença grave das válvulas cardíacas, com alto risco de complicações e mortalidade. Predominam casos em pacientes idosos, com comorbidades e ligados à assistência à saúde. Os sintomas iniciais são inespecíficos, Este estudo é uma revisão bibliográfica, em que foram buscados artigos nas bases LILACS, SciELO e PubMed, utilizando descritores específicos e critérios de inclusão entre 2019 e 2025. Após seleção e aplicação de critério s, 10
81 artigos foram analisados, fornecendo compreensão abrangente da patologia. Resultados e Discussão: A endocardite infecciosa apresenta diferenças epidemiológicas entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, com maior prevalência da doença cardíaca reumática nos últimos. Em países desenvolvidos, predomina o Staphylococcus sp em pacientes idosos, enquanto nos países em desenvolvimento, o estreptococo afeta adultos mais jovens. Mudanças ambientais e sociais vêm aumentando a incidência, morbilidade e mortalidade, especialmente em pacientes com próteses valvares ou dispositivos cardíacos, nos quais o risco é maior no primeiro ano e a mortalidade hospitalar pode chegar a 14%. No Brasil, predomina a forma associada à assistência à saúde, frequentemente causada por Staphylococcus aureus, insuficiência cardíaca, sepse e complicações neurológicas em idosos, elevando a mortalidade. O diagnóstico precoce é dificultado por sintomas inespecíficos, sendo essencial a aplicação dos critérios de Duke modificados e métodos de imagem avançados. Comorbidades como insuficiência renal crônica, diabetes e doença valvar prévia influenciam a evolução clínica. Considerações Finais: A endocardite infecciosa continua sendo um desafio clínico e de saúde pública devido à elevada morbimortalidade, complexidade diagnóstica e variação epidemiológica. Novas pesquisas e abordagens individuais e integradas são essenciais para aprimorar prevenção, diagnóstico e tratamento, reduzindo impactos sobre pacientes e serviços de saúde. Palavras-Chaves: endocardite infecciosa; complicações cardíacas; comorbidades. ABSTRACT Introduction: Infective endocarditis is a serious disease of the heart valves, with a high risk of complications and mortality. Cases predominantly occur in elderly patients with comorbidities and linked to healthcare. The initial symptoms are nonspecific, making early diagnosis difficult. Methodology: This study is a literature review, in which articles were searched in the LILACS, SciELO, and PubMed databases, using specific descriptors and inclusion criteria between 2019 and 2025. After selection and application of criteria, 10 articles were analyzed, providing a comprehensive understanding of the pathology. Results and Discussion: Infectious endocarditis presents epidemiological differences between developed and developing countries, with a higher prevalence of rheumatic heart disease in recent years. In developed countries, Staphylococcus sp predominates in elderly patients, while in developing countries streptococcus affects younger adults. Environmental and social changes have increased the incidence, morbidity, and mortality, especially in patients with prosthetic valves or cardiac devices, in whom the risk is highest in the first year and hospital mortality can reach 14%. In Brazil, the form associated with healthcare predominates, often caused by Staphylococcus aureus, heart failure, sepsis, and neurological complications in the elderly, increasing mortality. Early diagnosis is hampered by nonspecific symptoms, making it essential to apply modified Duke criteria and advanced imaging methods. Comorbidities such as chronic renal failure, diabetes, and previous valve disease influence clinical progression. Final Considerations: Infective endocarditis remains a clinical and public health challenge due to high morbidity and mortality, diagnostic complexity, and epidemiological variation. New research and individualized and integrated approaches are essential to improve prevention, diagnosis, and treatment, reducing the impact on patients and health services.
82 Keywords: infectious endocarditis; cardiac complications; comorbidities. INTRODUÇÃO A endocardite infecciosa (EI) é uma doença grave caracterizada pela infecção do endocárdio, geralmente valvular, por microrganismos que formam vegetações compostas por fibrina, plaquetas e patógenos, podendo ocasionar complicações como embolias, disfunção valvar, falência cardíaca e alto risco de mortalidade. Esta condição permanece como um problema relevante de saúde pública, dada sua morbidade elevada, complexidade diagnóstica e necessidade de tratamento intensivo (MSD Manuals, 2023; Sousa et al., 2023). Do ponto de vista epidemiológico, observam-se mudanças no perfil dos pacientes acometidos por EI nas últimas décadas. Estudos brasileiros recentes apontam predomínio de casos associados à assistência à saúde (healthcare-associated infective endocarditis, HAIE), aumento da idade média dos pacientes e coexistência de múltiplas comorbidades como doença renal crônica, diabetes e imunossupressão. Ainda assim, há variabilidade regional significativa no agente etiológico, no tipo de válvula afetada (nativa ou protética) e nos desfechos hospitalares, inclusive mortalidade intra-hospitalar que pode ultrapassar 40 % em algumas coortes (Nunes, et al. 2010; Becker JB, Moisés VA, Barbosa DA 1980) Clinicamente, os sintomas iniciais da EI são frequentemente inespecíficos, o que dificulta o diagnóstico precoce. Febre persistente, sopro novo ou alteração de sopro antigo, manifestações de embolia sistêmica, achados em ecocardiografia de vegetações são frequentes, mas nem sempre plenamente presentes no momento da admissão. A demora entre o início dos sintomas e o diagnóstico é apontada como fator que agrava o prognóstico (Damasco, et al. 2019). Apesar dos avanços em diagnósticos (ex: critérios de Duke, ecocardiografia transesofágica) e terapias antimicrobianas e cirúrgicas, persiste uma elevada taxa de mortalidade associada à EI no Brasil, e há lacunas no conhecimento sobre quais fatores clínicos e epidemiológicos mais influenciam esse desfecho em diferentes regiões. Desse modo, o objetivo geral da pesquisa é analisar os aspectos clínicos e epidemiológicos da endocardite infecciosa e identificar fatores associados à mortalidade hospitalar. Assim como os objetivos específicos de descrever o perfil demográfico (idade, sexo), comorbidades e formas de EI (nativa vs. protética; comunitária vs. associada à assistência à saúde). Além de
83 avaliar agentes etiológicos prevalentes no recorte regional, identificar os sinais e sintomas mais comuns na admissão e o tempo entre início dos sintomas e diagnóstico e verificar associações entre variáveis clínicas, epidemiológicas e desfecho hospitalar (sobrevida / óbito). METODOLOGIA Trata-se de uma revisão bibliográfica que objetiva apresentar as medidas clínicas da endocardite infecciosa e mostrar seus aspectos epidemiológicos, expondo uma visão centrada da patologia e de suas características. Destaca-se o histórico e desenvolvimento patológico. A elaboração do estudo permitiu a avaliação de artigos com diferentes abordagens metodológicas e critérios, promovendo um amplo entendimento e permitindo a compreensão da endocardite infecciosa. A busca dos artigos foi realizada de maneira detalhada nas bases de dados LILACS (Literatura Latino -Americana do Caribe em Ciências da Saúde), SciELO (Scientific Eletronic Library Online) e PubMed. Foram utilizados como Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e Medical Subject Headings (MeSH) os termos “endocardite infecciosa”, “fatores epidemiológicos” e “estudo clínico”, combinados com os operadores booleanos AND e OR. Como critérios inclusivos, foram considerados artigos publicados entre os anos de 2019 e 2025, disponíveis na íntegra, nos idiomas português e inglês, que abordassem sobre as características da endocardite infecciosa, bem como seus aspectos epidemiológicos e apresentações clínicas. Foram excluídos artigos sem acesso ao texto completo, revisões duplicadas e publicações que não respondiam ao objetivo proposto. Inicialmente, foram detectados 34 artigos. Após análise e aplicação dos critérios de elegibilidade e a exclusão dos que não atendiam aos requisitos, restaram 10 artigos que compuseram a amostra final. Esses estudos apresentaram disponibilidade integral do texto, diversidade temática e relevância para responder ao objetivo da pesquisa. RESULTADOS E DISCUSSÃO É difícil afirmar com precisão a incidência da endocardite infecciosa, tendo em vista os variados critérios de diagnóstico, porém , a epidemiologia pode ser dividida entre países
84 desenvolvidos e em desenvolvimento. A maior discrepância entre esses grupos reside na prevalência de endocardite infecciosa, que é de 17% em países desenvolvidos e 77% em países em desenvolvimento, principalmente, devido à incidência de doença cardíaca reumática (Holland et al., 2016). Nos países em desenvolvimento, o Staphylococcus sp é um importante patógeno, e, os casos de endocardite têm aumentado em pacientes com mais de 50 anos: devido ao aumento da expectativa de vida, ao crescimento populacional e à vida em risco e ao uso de técnicas invasivas. Em contraste, nos países em desenvolvimento, o estreptococo é o agente patogênico mais comum, e a maioria dos pacientes são mais jovens, na faixa dos 20 e 40 anos (Mesquita et al., 2023 apud Lima et al., 2024). A epidemiologia da endocardite infecciosa está a mudar e, em razão das mudanças ambientais, climáticas, alimentares, os quais modificam a dinâmica envolvendo os patógenos e os pacientes e como resultado, a incidência, a morbilidade e a mortalidade estão a aumentar. Nos Estados Unidos e na Europa, 16-30% dos casos relacionados com doenças cardíacas protéticas e 25-35% dos casos de endocardite de origem natural ocorrem em ambiente hospitalar. Embora a artrite reumatóide continue sendo uma das principais causas de doença valvar no Brasil, esta doença reumática é cada vez mais rara nos países em desenvolvimento (Mesquita et al., 2023). Pacientes que recebem prótese valvar apresentam risco aumentado de endocardite infecciosa durante o primeiro ano, que diminui e atinge taxa baixa e estável ao longo do tempo (Lima et al., 2024). Além disso, a incidência de endocardite em pacientes submetidos à inserção transcateter não foi, significativamente, diferente daquela em pacientes submetidos à cirurgia convencional, com risco de 1.4 a 2,8 por 100 pessoas-idade no primeiro ano e 0,8 por 100 pessoas. Nos próximos quatro anos, a endocardite associada a dispositivos cardíacos implantáveis pode ser responsável por 10% dos casos, com mortalidade hospitalar variando de 6 a 14% e mortalidade em 1 ano de até 20% (Sousa,2022). Assim, observa-se que o perfil clínico e epidemiológico da endocardite infecciosa reflete a interação entre envelhecimento populacional, presença de múltiplas comorbidades e maior exposição a procedimentos invasivos. No Brasil, diferentes estudos confirmam o predomínio da forma associada à assistência à saúde, frequentemente causada por Staphylococcus aureus, com elevadas taxas de mortalidade hospitalar (Becker; Moisés; Barbosa, 2025). Entre idosos, a doença tende a apresentar curso agudo, frequentemente
85 acompanhado de insuficiência cardíaca e sepse, condições que agravam o prognóstico (Lemos et al., 2021). Complicações neurológicas, como acidente vascular cerebral isquêmico, estão presentes em cerca de 20% dos casos e associam-se a maior mortalidade, sobretudo em pacientes com diabetes ou choque séptico (Alegria et al., 2021). Da mesma forma, a endocardite relacionada a dispositivos eletrônicos cardíacos vem crescendo e apresenta desfechos desfavoráveis em longo prazo, principalmente quando associada a sepse (Maciel; Silva, 2021). O diagnóstico precoce permanece como um dos maiores desafios no manejo da endocardite infecciosa. A inespecificidade dos sintomas iniciais, como febre persistente e mal-estar, somada à sobreposição com outras condições infecciosas, contribui para atrasos significativos entre o início do quadro clínico e a confirmação diagnóstica. Essa demora está fortemente associada a maiores taxas de complicações, como insuficiência cardíaca e eventos embólicos, além de maior mortalidade hospitalar. Nesse sentido, a aplicação criteriosa dos critérios de Duke modificados, aliada ao uso de métodos de imagem avançados, como ecocardiografia transesofágica e tomografia por emissão de pósitrons, tem sido apontada como fundamental para reduzir falhas diagnósticas e melhorar os desfechos clínicos ( Jorge et al., 2023). Os resultados também indicam que comorbidades como insuficiência renal crônica, diabetes mellitus e doença valvar prévia exercem papel determinante na evolução clínica, reforçando a necessidade de diagnóstico precoce e de uma abordagem individualizada (Jorge et al., 2023). Diretrizes recentes recomendam a utilização de critérios diagnósticos atualizados e métodos de imagem complementares, como ecocardiografia transesofágica e tomografia por emissão de pósitrons, que permitem maior acurácia na identificação de casos, inclusive aqueles com hemoculturas negativas (Jorge et al., 2023). Apesar dos avanços, a literatura confirma que a endocardite infecciosa continua sendo uma condição de elevada morbimortalidade, cuja gravidade está relacionada tanto às características do agente etiológico quanto ao estado clínico do paciente no momento do diagnóstico. CONSIDERAÇÕES FINAIS A endocardite infecciosa permanece como um desafio relevante para a prática clínica e para a saúde pública, dada sua elevada morbimortalidade, complexidade diagnóstica e
86 variação epidemiológica. As mudanças no perfil da doença, incluindo maior ocorrência em populações envelhecidas, aumento dos casos associados à assistência à saúde e diversidade etiológica reforçam a necessidade de constante atualização das práticas clínicas e protocolos terapêuticos. Essa condição exige atenção não apenas pela gravidade, mas também pelo impacto que exerce sobre recursos de saúde e qualidade de vida dos pacientes. Apesar dos avanços nos métodos diagnósticos e terapêuticos, persistem limitações importantes. A escassez de estudos multicêntricos de longo prazo, a falta de dados regionais consistentes e a dificuldade no diagnóstico precoce, devido à inespecificidade dos sintomas iniciais, são barreiras que ainda comprometem o manejo adequado da doença. Essas lacunas evidenciam a necessidade de ampliar a base científica e promover integração entre centros de pesquisa, hospitais e profissionais da área para fortalecer a resposta clínica. Assim, tornam-se essenciais novas investigações que explorem fatores prognósticos, avaliem a eficácia de estratégias diagnósticas inovadoras e aprofundem o entendimento das variabilidades regionais da doença. Além disso, há oportunidade de desenvolver protocolos preventivos e terapêuticos mais individualizados, alinhados às características clínicas e epidemiológicas de cada população. Nesse sentido, a abordagem interdisciplinar e a integração de políticas de saúde são caminhos estratégicos para reduzir os impactos da endocardite infecciosa, aprimorar o cuidado ao paciente e contribuir para melhores desfechos clínicos e epidemiológicos. REFERÊNCIAS ALEGRIA, Sofia et al. Complicações Neurológicas em Pacientes com Endocardite Infecciosa: Perspectivas de um Centro Terciário. Arquivos brasileiros de cardiologia, v. 116, n. 4, p. 682–691, 2021. https://doi.org/10.36660/abc.20190586 Becker, Juliana Barros; Moisés, Valdir Ambrósio; Barbosa, Dulce Aparecida. Clinical aspects and short-term prognosis in a cohort of patients with infective endocarditis, São Paulo, Brazil. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2025. https://doi.org/10.1590/1980-220XREEUSP-2025-0060en. Cuervo, G, Quintana, E, Regueiro, A. et al. O Desafio Clínico da Endocardite de Válvula Protética: Seminário de Foco JACC 3/4. JACC. Abril de 2024. https://doi.org/10.1016/j.jacc.2024.01.037 Delgado V, Ajmone Marsan N, de Waha S, Bonaros N, Brida M, Burri H, Caselli S, Doenst T, Ederhy S, Erba PA, Foldager D, Fosbøl EL, Kovac J, Mestres CA, Miller OI, Miro JM, Pazdernik M, Pizzi MN, Quintana E, Rasmussen TB, Ristić AD, Rodés-Cabau J, Sionis A,
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