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PHARMACEUTICAL FORMS IN THE TREATMENT OF AUTISM SPECTRUM DISORDER: IMPACTS ON QUALITY OF LIFE

Silva, Diogenis; Fernandes, Gabriel; Nascimento, Kristian; Del Rey, Barbara

Abstract

Autism Spectrum Disorder is a neurodevelopmental condition that affects communication, social interaction, and behavior, requiring individualized interventions. This study analyzed pharmaceutical care in the management of individuals with the disorder, emphasizing rational medicine use and adequacy of pharmaceutical forms. The narrative review, based on publications from 2020 to 2024, showed that there is no specific drug, but antipsychotics, mood stabilizers, and herbal medicines have been used for associated symptoms. Pharmaceutical care proved essential to provide guidance, prevent adverse events, support adherence, and enhance treatment safety and effectiveness.

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_______________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº1 (2025) 100 (Ciências Biológicas e da Saúde) ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO TRATAMENTO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: IMPACTOS NA QUALIDADE DE VIDA PHARMACEUTICAL FORMS IN THE TREATMENT OF AUTISM SPECTRUM DISORDER: IMPACTS ON QUALITY OF LIFE Diogenis Santos Silva, Gabriel Mariano Fernandes, Kristian Gomes dos Santos Nascimento, Barbara Gomes Del Rey Universidade Santa Cecília, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Curso de Farmácia E-mail para contato: [email protected] RESUMO – O Transtorno do Espectro Autista é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta comunicação, interação social e comportamento, demandando intervenções individualizadas. Este estudo analisou a atenção farmacêutica no cuidado de pessoas com o transtorno, destacando o uso racional de medicamentos e a adequação das formas farmacêuticas. A revisão narrativa, baseada em publicações de 2020 a 2024, evidenciou que não há fármaco específico, mas antipsicóticos, estabilizadores do humor e fitoterápicos vêm sendo utilizados para sintomas associados. A atenção farmacêutica mostrou-se essencial para orientar, prevenir eventos adversos, favorecer adesão e contribuir para maior segurança e eficácia dos tratamentos. Palavras-chave: Autismo; Atenção farmacêutica; Medicamentos personalizados; Farmácia magistral; Cuidado farmacêutico. ABSTRACT – Autism Spectrum Disorder is a neurodevelopmental condition that affects communication, social interaction, and behavior, requiring individualized interventions. This study analyzed pharmaceutical care in the management of individuals with the disorder, emphasizing rational medicine use and adequacy of pharmaceutical forms. The narrative review, based on publications from 2020 to 2024, showed that there is no specific drug, but antipsychotics, mood stabilizers, and herbal medicines have been used for associated symptoms. Pharmaceutical care proved essential to provide guidance, prevent adverse events, support adherence, and enhance treatment safety and effectiveness. Keywords: Autism; Pharmaceutical care; Personalized medicines; Compounding pharmacy; Pharmaceutical care. _______________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº1 (2025) 101 (Ciências Biológicas e da Saúde) 1 INTRODUÇÃO De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma a cada 160 crianças no mundo apresenta Transtorno do Espectro Autista (TEA). Estudos conduzidos pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC) apontam um aumento significativo nos diagnósticos de TEA entre os anos 2000 e 2020 em algumas cidades dos Estados Unidos. No início do período analisado, a prevalência era de 1 a cada 150 crianças, enquanto em 2020 esse número passou para 1 a cada 36 crianças, demonstrando um crescimento expressivo nos casos identificados. (OPAS, 2023) Esse aumento nos diagnósticos afirmar a necessidade de compreender os impactos do TEA não sós a crianças, mas também na dinâmica familiar. O transtorno, identificado geralmente na primeira infância, demanda uma reestruturação na rotina da família para atender às necessidades específicas cada criança pode ter, o que pode gerar desafios emocionais e sociais. (OPAS, 2023) Estudos epidemiológicos sobre o TEA conduzido pelo Victor Lott (Ribeiro,2009) mostram que a prevalência do transtorno tem aumentado ao longo das décadas. Em 1966, na Inglaterra havia cerca de 4,5 crianças autistas para cada 10.000. Desde então, pesquisas realizadas pelo Autism and Developmental Disabilities Monitoring (ADDM) passaram a acompanhar a evolução dos diagnósticos a cada dois anos. Em 2000, os dados confirmavam a estimativa de 1 criança autista a cada 150 examinadas, mantendo-se semelhante em 2004. No entanto, nos anos seguintes,). (números cresceram exponencialmente, chegando a 1 caso para cada 68 crianças em 2010, representando uma prevalência de 1,47% (CDC, 2010). (Maenner et al., 2023, p. 5) A projeção futura sobre a prevalência do TEA aponta que os números continuarão aumentando. Conforme dados apresentados por Fambose (2003, 2009), estima-se que, até 2050, haverá um crescimento de 42,7% nos casos diagnosticados em crianças com menos de cinco anos nos Estados Unidos, o que pode representar cerca de 76.000 crianças com TEA nessa faixa etária. (Almeida e Neves, 2020, p. 10) No BRASIL em 2023 cerca de 36 mil alunos com TEA foram registrados nas escolas, segundo o instituto brasileiro de geografia e estatísticas (IBGE) temos uma previsão de 2 milhões de pessoas diagnosticados com TEA tendo em média 1% da população com essa determinada patologia. (FCEE, 2025) _______________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº1 (2025) 102 (Ciências Biológicas e da Saúde) O TEA (Transtorno do Espectro Autista) é uma condição neurológica que dificulta a comunicação verbal e não verbal, a interação social e o comportamento, manifestando-se por padrões repetitivos e interesses restrito. Estudos apontam que o TEA pode ser causado por algumas variações genéticas simples, que aumentam os riscos de maneira sutil em comparação com as raras que tem um maior impacto no desenvolvimento do sistema nervoso, o que pode influenciar como causa são os fatores ambientais. (Ferreira, Silva Júnior e Batista, 2024, p. 7) O diagnóstico do TEA e feito por padrões clínicos, baseado nas observações comportamentais relacionados a comunicação interação social, interesses restritos e repetitivos. Esse processo e conduzido por profissionais como médico, fonoaudiólogo, psicólogo esse processo pode ser complementando com instrumentos padronizados como ADOS-2. (Fialho, Vasconcelos e Sousa, 2024, p. 4) Na grande maioria das vezes os diagnósticos são feitos enquanto crianças, mas quando os casos são leves são identificados na vida adulta de forma tardia, muitas vezes por meio de escalas como AQ (Autism Spectrum Quotient) e o RAADS-R esses instrumentos são utilizados quando a adultos com histórico de dificuldade social não diagnosticados pela infância. (Fialho, Vasconcelos e Sousa, 2024, p. 4) Manifestações agudas podem ocorrer e geralmente são acompanhadas de melhorias e/ou comportamentos agressivos que podem incluir violência social/auto violência. Esses comportamentos se desenvolvem devido a vários motivos, como um problema de comunicação, dor e desconforto causados por estímulos. Esforçar-se para entender a razão subjacente ao comportamento é essencial antes de elaborar qualquer abordagem estratégica. As outras formas de apoio podem envolver técnicas de modificação de comportamento, suporte por meio de comunicação aumentativa e/ou alternativa, estratégias sensoriais e, em casos mais graves, medidas mais restritivas, como contenção física e mecânica, medicação ou transferência para instalações de cuidados urgentes ou emergenciais. (Paraná, 2025) O TEA tem sua classificação em três nível com base na intensidade dos sintomas, nível 1 ele requer apoio, tem dificuldade de se comunicar-se com as pessoas, seu comportamento restrito e funciona bem em ambientes controlados. Nível 2 requer apoio substancial apresenta maior dificuldade na comunicação e maior rigidez comportamental, precisa de um suporte constante. Nível 3 requer apoio muito substancial muita dificuldade na comunicação verbal e não verbal, comportamentos altamente repetitivos e resistência a mudanças, precisando de apoio intenso profissional e familiar. (Faria e Borba, 2024, p. 13) _______________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº1 (2025) 103 (Ciências Biológicas e da Saúde) A Atenção farmacêutica tem como sua prática central o cuidado farmacoterapêutico com o paciente assumindo a responsabilidade com ele, com objetivo de alcançar os melhores resultados para uma melhor qualidade de vida para o paciente, um dos principais objetivos da atenção farmacêutica e promover o uso racional de medicamentos, prevenir, identificar e resolver problemas relacionados aos medicamentos e melhorar os resultados farmacoterapêuticos. (Malanowski et al., 2023, p. 7) O farmacêutico desempenha um papel essencial no acompanhamento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e no apoio às suas famílias, sendo um dos profissionais de saúde mais acessíveis à população por atuar diretamente em farmácias comunitárias. Sua proximidade com as famílias permite que forneça orientações sobre o tratamento e auxilie na identificação de possíveis sinais iniciais do autismo. Dessa forma, o farmacêutico pode ser um elo fundamental para encaminhar os pais aos serviços de saúde, contribuindo para um diagnóstico precoce, o que pode melhorar significativamente o prognóstico dos indivíduos com TEA. (Silva e Andrade, 2023. p. 2060) A importância do tratamento farmacológico no desenvolvimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem sido cada vez mais evidente. No entanto, é importante destacar que não há uma medicação específica para tratar o autismo, mas sim para manejar as comorbidades associadas. (Silva e Andrade, 2023, p. 2060) Segundo as Resoluções nº 585 e nº 586 do CFF (2013), fortalecidas pela Lei nº 13.021/2014, o consultório farmacêutico é definido como o espaço onde o farmacêutico realiza atendimento privado ao paciente, seus familiares ou cuidadores, propiciando consulta individualizada e reservada. (SINCOFARMA-GO, 2025) Esse ambiente permite ao farmacêutico realizar acompanhamento farmacoterapêutico, identificar interações, efetuar revisão da farmacoterapia, promover rastreamento e educação em saúde, além de mediar contato com outros profissionais de saúde para decisões terapêuticas ou prescrição de medicamentos isentos de prescrição (MIPs). (SINCOFARMAGO, 2025) O consultório representa um avanço significativo na assistência farmacêutica, pois facilita o uso racional de medicamentos, atuando proativamente na prevenção, detecção e resolução de problemas relacionados a medicamentos, conforme disposto na RDC 44/2009 (Art. 61 e Art. 63). Permite que o farmacêutico atue com privacidade, conforto e de maneira estruturada, o que fortalece a confiança do paciente e a qualidade do atendimento, _______________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº1 (2025) 104 (Ciências Biológicas e da Saúde) aumentando o papel clínico do farmacêutico dentro da atenção primária em saúde, promovendo segurança e eficácia terapêutica. (SINCOFARMA-GO, 2025) De acordo com a RDC Anvisa nº 44/2009, destacam-se diversos pontos essenciais para a estrutura física do consultório farmacêutico, espaço físico diferenciado deve ser distinto da área de dispensação e de circulação geral, com ambiente específico identificado para os serviços farmacêuticos. O local deve garantir privacidade e conforto, com dimensões e mobiliário adequados às atividades realizadas. (ANVISA, 2009) Estrutura e higiene do ambiente devem conter lavatório com água corrente, além de sabonete líquido, toalha descartável individual, gel antisséptico e lixeira com pedal e tampa. (SINCOFARMA-GO, 2025) Registro dos atendimentos cada atendimento deve ser registrado em prontuário do paciente, conforme a Resolução CFF nº 555/2011, que disciplina o registro, guarda e manuseio das informações de assistência farmacêutica. Gerenciamento de resíduos o consultório deve cumprir a RDC Anvisa nº 222/2018, que trata do gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS) gerados durante os atendimentos. (SINCOFARMA-GO, 2025) Diante desse contexto, a pesquisa apresenta um objetivo de ampliar o conhecimento das necessidades dos portadores de TEA em diversos níveis, buscando oferecer maiores oportunidades de uma Atenção Farmacêutica mais direcionada e específica para esse público, priorizando melhorar a qualidade de vida. 2 MATERIAIS E MÉTODOS A partir da escolha do tema, foi realizada uma busca de artigos científicos de revisão de literatura, onde, foi feita a pesquisa nas bases eletrônicas de dados, Pubmed e Scielo sendo utilizadas as palavras-chave: Transtorno do espectro autistas, Autismo, Tratamento do TEA, what is autism causes, TEA no brasil, Autism Spectrum Disorder, Atenção farmacêutica, TEA no mundo de forma isolada e combinada. Foram incluídos artigos de revisão de literatura, publicados entre os anos de 2020 a dezembro de 2024, nos idiomas inglês, espanhol e português. Foram excluídos artigos de opinião sem embasamento científico e publicações sem relações direta ao TEA. _______________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº1 (2025) 105 (Ciências Biológicas e da Saúde) 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO A revisão bibliográfica evidenciou que o transtorno do espectro autista (TEA) continua sendo uma condição com uma complexidade multifatorial, com uma crescente ao longo das últimas décadas, sendo demonstrado através dos dados analisados um aumento significativo no número de diagnósticos, mesmo em países desenvolvidos quanto aos que estão em desenvolvimento como o Brasil. Essa crescente pode ser atribuída a uma maior conscientização melhor acesso ao diagnóstico e ampliação dos critérios diagnósticos. (Paiva Jr., 2025) Referente ao tratamento, não foram identificados medicamentos específicos para o manejo do TEA em si, mas fármacos utilizados para tratar os sintomas e comorbidades associados, como irritabilidade, agressividades, insônia, ansiedade e déficit de atenção. Os medicamentos da classe dos antipsicóticos atípicos, como a risperidona e aripiprazol, foram os mais citados na pesquisa como eficazes no controle dos comportamentos disruptivos, apontando como os únicos aprovados para o uso em crianças com TEA em alguns países. No entanto, os usos desses medicamentos exigem um rigor no monitoramento devido aos potenciais efeitos adversos metabólicos e neurológicos. (Xu et al., 2024) Além da classe dos antipsicóticos, foram encontrados estudos que relatam o uso dos estabilizadores de humor, antidepressivos, melatonina e até mesmo a classe dos fitoterápicos como a Passiflora e o CDB (Canabidiol) sendo que este último apresenta uma limitação nas evidências quanto a sua eficácia e segurança a longo prazo. (Cochrane Collaboration, 2025) A atenção farmacêutica surge num contexto sendo usado como uma ferramenta fundamental garantindo a segurança e eficácia do tratamento. A atuação do farmacêutico clínico se mostra como elemento crucial na orientação quanto ao uso correto dos medicamentos, quanto o acompanhamento da adesão terapêutica e prevenção de reações adversas, principalmente em pacientes pediátricos, que geralmente apresentam uma maior sensibilidade e desafios na aceitação das formas farmacêuticas. (Pinto et al., 2023) Um outro ponto relevante, é a importância da farmácia magistral na personalização dos medicamentos para pacientes com TEA. A manipulação permite ajustar doses, eliminar componentes alergênicos ou sensibilizantes (como corantes, conservantes e glúten) e além disso fazer adaptações quanto as formas farmacêuticas (xaropes, gomas, pirulitos, chocolates entre outros) de acordo com as necessidades específicas dos pacientes, contribuindo para a _______________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº1 (2025) 106 (Ciências Biológicas e da Saúde) aceitação do tratamento e obtendo melhores resultados terapêuticos. (Silva, Almeida e Abreu, 2022) A revisão bibliográfica também destaca que, apesar de todos esses avanços há lacunas na capacitação dos profissionais da saúde, incluindo os farmacêuticos, para lidar com indivíduos com TEA e suas particularidades. Isso evidencia a necessidade de ações educativas contínuas e políticas públicas para uma integração efetiva do profissional farmacêutico nas equipes multidisciplinares que atuam no acompanhamento dos pacientes com TEA. (Santos e Gonçalves, 2024) Assim a atuação integrada e humanizada do farmacêutico, sendo no âmbito clínico ou magistral, pode impactar de forma positiva a qualidade de vida dos pacientes com TEA e de seus familiares, de forma a promover o uso racional de medicamentos e contribuindo para um cuidado muito mais seguro, eficaz e individualizado. (BMC Medicine Editorial Team, 2024) 4 CONCLUSÃO Portanto, a atuação do farmacêutico, deve ser valorizada e incorporada de forma efetiva, tanto na prática clínica quanto na magistral às estratégias de cuidado em saúde voltadas para indivíduos com TEA. Investir na capacitação profissional ampliando o acesso à informação, fortalecendo o papel do farmacêutico nas equipes de saúde, medidas fundamentais para um acompanhamento seguro, humanizado e eficaz. 5 REFERÊNCIAS ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE. Transtorno do espectro autista. 2023. Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/transtorno-do-espectro-autista. Acesso em: 31 maio 2025. MAENNER, Matthew J.; WARREN, Zachary; WILLIAMS, Ashley Robinson; et al. Prevalência e características do transtorno do espectro autista entre crianças de 8 anos — Rede de Monitoramento de Autismo e Deficiências do Desenvolvimento, 11 locais, Estados Unidos, 2020. Morbidity and Mortality Weekly Report. Surveillance Summaries, v. 72, n. SS-2, p. 1–14, 24 mar. 2023. Disponível em: https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/72/ss/ss7202a1.htm. Acesso em: 31 maio 2025 ALMEIDA, Maíra Lopes; NEVES, Anamaria Silva. A popularização diagnóstica do autismo: uma falsa epidemia? 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