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__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº4 (2025) 104 Ensino Médio (Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais) ROMANTIZAÇÃO DAS DROGAS E DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES NAS REDES SOCIAIS ROMANTICIZATION OF DRUGS AND EATING DISORDERS ON SOCIAL MEDIA Luisa Melo de Freitas, Maria Eduarda Faustino e Vianna, Luara Spinola (orientadora) Colégio Novo Tempo, Ensino Médio E-mail para contato: [email protected] RESUMO – Adolescentes frequentemente lidam com a glorificação do uso de drogas e transtornos alimentares em suas interações sociais e nas redes sociais. As pressões para atender a padrões estéticos e o incentivo ao uso de substâncias afetam a saúde física e emocional desses jovens. O projeto analisou comunidades problemáticas online, como “EDTWT” e “DRUGTWT”, onde comportamentos autodestrutivos são compartilhados e normalizados. Apesar da existência de serviços públicos de saúde, como a Rede de Atenção Psicossocial, a cobertura é limitada. Portanto, é urgente criar políticas que integrem escolas, famílias e plataformas digitais para oferecer apoio psicológico acessível e regular conteúdos nas redes sociais. Conclui-se que, embora a solução seja complexa, um apoio contínuo pode ajudar a prevenir transtornos alimentares e vícios entre os jovens. Palavras-Chave: Romantização; Drogas; Transtornos Alimentares ABSTRACT – Adolescents often face the glorification of drug use and eating disorders in their social interactions and on social media. The pressure to meet aesthetic standards and the encouragement of substance use affect the physical and emotional health of these young people. The project analyzed problematic online communities, such as "EDTWT" and "DRUGTWT," where self-destructive behaviors are shared and normalized. Despite the existence of public health services, such as the Psychosocial Care Network, coverage is limited. Therefore, it is urgent to create policies that integrate schools, families, and digital platforms to offer accessible psychological support and regulate content on social media. The conclusion is that, although the solution is complex, continuous support can help prevent eating disorders and addictions among young people. Keywords: Romanticization, Eating Disorders, Drugs
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº4 (2025) 105 Ensino Médio (Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais) 1 INTRODUÇÃO Atualmente a adolescência está cada vez mais complicada. E uma das coisas que tem atingido muitos jovens é a frequente romantização das drogas e dos transtornos alimentares dentro de seus grupos. O incentivo a utilização de drogas lícitas ou ilícitas e a comparação e pressão estética é uma das coisas mais comuns atualmente. Com isso o desenvolvimento de transtornos alimentares atinge esses jovens, porém TAs (transtornos alimentares) são doenças e precisam de tratamento e apoio, pois não é fácil conviver com isso. Mulheres são 9 vezes mais atingidas por isso do que homens, porém existem transtornos alimentares que são mais comuns neles, um deles é a vigorexia, que não é um TA clássico, e sim uma dismorfia corporal. Nela a obsessão está na ideia do corpo perfeito, com músculos definidos e fortes, que acaba atingindo homens que se submetem em uma rotina exaustiva de exercícios físicos. Os transtornos alimentares são causados por conta de uma predisposição genética que leva a uma desorganização do funcionamento dos neurotransmissores, substâncias que fazem a conexão entre as células cerebrais. É uma doença que ainda não tem uma cura específica e 100% eficaz pois ainda não é possível mapear regiões cerebrais envolvidas e genes determinantes dessa predisposição. Já a utilização de drogas em excesso além de também conversar com o tema de transtornos alimentares, pois algumas drogas como cigarro são usadas para a perda de apetite, são muito romantizadas no meio jovem atualmente. o incentivo para o uso e a necessidade de se encaixar em um grupo ou padrão social acaba fazendo com que muitos jovens utilizam drogas em excesso e acabam em resultados trágicos, como a overdose. Outro fator que influencia é o fácil acesso a drogas ilícitas atualmente. Com esse caminho fácil e rápido faz com que o vício fique cada vez pior. As redes sociais são berço de comunidades virtuais que incentivam a piora dos vícios e dos TAs. O principal aplicativo é o X (ex twitter) onde as comunidades chamadas de “#edtwt”
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº4 (2025) 106 Ensino Médio (Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais) e “#drugtwt” residem. Neste trabalho iremos investigar dentro dessas comunidades e investigar no mundo real, para descobrir se esses fatores se interligam ou não. O nosso objetivo é conscientizar as pessoas sobre essas romantizações que são completamente problemáticas e podem levar os jovens a ter um fim trágico. A questão problema como dita no título é a romantização do uso de drogas e prática de hábitos que pioram os transtornos alimentares. 2 MATERIAIS E MÉTODOS 2.1. Nuvem de ideia Utilizou toda a turma do segundo ano do colégio novo tempo, jogando ideias sobre a estrutura, temas para serem citados e ideias. Foi feito em forma de atividade, reunindo grupos e trocando papéis nos quais estavam escritas as ideias, depois foi feita a devolução do papel para os respectivos grupos. 2.2. Fundamentação teórica 2.3. Pesquisa 1: pesquisa de campo em um centro de reabilitação infantil casa da esperança 2.4. Pesquisa 2 (Etnografia): pesquisa dentro das comunidades no Twitter EXPLICAÇÃO DE TERMOS: “miar ou evacuar” = vomitar “NF” = no food, sem comida “MF” = meta final, quantos KG a pessoa quer atingir “intake” = ingestão “BC” = body check, postam fotos para mostrar a evolução Nosso trabalho buscamos entender a romantização das drogas a dos transtornos alimentares acontecessem. Utilizando métodos de pesquisa como mapeamento de Aplicativos
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº4 (2025) 107 Ensino Médio (Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais) e comunidades digitais, observação de ambiente presencial e on-line e entrevistando até uma clínica de reabilitação infantil, localizada em Santos. Queremos entender como isso acontece e por que e como podemos ajudar os jovens nessas situações. Então, faremos uma pesquisa de campo em uma clínica de reabilitação. Escolhemos fazer entrevistas na clínica de reabilitação para se aproximar dos jovens e crianças que passam por dificuldades e assim, entender melhor cada caso. Importante falar com os profissionais da área, fazer perguntas e pegar informações que possam ajudar nas pesquisas. O roteiro seria separar perguntas em um papel, cinco questões para os profissionais da clínica e cinco perguntas separadas para os pacientes. Não temos certeza se é permitido falar com os jovens, então nosso foco são os profissionais. Temos perguntas como “como vocês lidam com os pacientes”, “como é o dia a dia de alguém em reabilitação” (essa funciona para ambos), “já teve casos em que o jovem fazia parte da comunidade online” (para o paciente), “como funciona o processo de remoção das drogas no dia a dia do jovem” (para ambos), “se essa romantização acontecia e influenciaria o transtorno e o vício” (para ambos) e “como o paciente lidava com o vício ou o TA” (para ambos). Outro método escolhido é o mapeamento dos aplicativos, pois com ele podemos ter um entendimento mais claro do funcionamento dessas comunidades e como os Apps de dieta e emagrecimento são moldados. esse é um método de pesquisa qualitativo, pois nele analisamos de uma forma mais técnica essas pessoas. Nosso objetivo com esse projeto é entender o motivo da romantização acontecer, essa dúvida nasceu da curiosidade sobre a mente das pessoas. Nosso público-alvo é crianças e jovens, principalmente mulheres, que são as mais afetadas quando se trata de romantização dos TAs e das drogas, pois a romantização dos TAs e das drogas é mais comum entre mulheres jovens. Em nosso mapeamento dentro das comunidades no X (ex-Tuitter), podemos ver comportamentos autodestrutíveis como NF (no-food) que é ficar sem comer e “evacuar” ou
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº4 (2025) 108 Ensino Médio (Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais) “miar” refeições - que é você vomitar. Já na questão das drogas, podemos ver os comportamentos de dietas “get wost” que indicam quantas drogas. Figura 1 – Telas de redes sociais 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO O “SUBMUNDO” NAS REDES SOCIAIS E SEU USO EXCESSIVO Nos tempos atuais, com a tecnologia em alta, vieram muitos benefícios para a sociedade, mas também muitos malefícios. Um deles foi o aumento da romantização das drogas e dos transtornos alimentares (TAs). Pode parecer algo recente mas acontece a muito tempo em diversas redes diferentes. Exemplos como twitter, o principal portador dessas “comunidades”,
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº4 (2025) 109 Ensino Médio (Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais) o tumblr, que foi um dos primeiros lugares que “abrigou” essas pessoas, e redes comuns como tiktok e Instagram onde também podemos ver muita dessa romantização. Essas comunidades que estamos citando são chamadas de “EDTWT” e “DRUGTWT”, como dissemos, o twitter é a principal rede onde essas pessoas influenciam umas às outras, essas comunidades que influenciam pessoas a se afundarem cada vez mais em seus transtornos e vícios são muito preocupantes. Dentro dessas comunidades é possível ver postagens, as famosas “threads”, como “pessoas comendo para que você não precise”, “hábitos que eu tinha quando perdi mais de 20kg por volta de três meses” ou “se afunde cada vez mais no vício” e em baixo uma tabela de quantas drogas você vai ingerir. parecem inofensivos mas são dicas para uma autodestruição. Transtornos como anorexia, bulimia são as principais pautas dessas comunidades, com tutoriais para ficar sem comer, conhecido como “NF” (no food) entre eles, como vomitar sem fazer barulho, “produtinhos” que vão te ajudar no T.A e hábitos para você “evacuar” são completamente chocantes. Todos começam com um aviso falando coisas como “isso é um thread para o edtwt, se você não é saía imediatamente” e depois são escritos de uma forma impecável, enquanto passam ensinamentos completamente absurdos. Outra comunidade muito problemática é o “drugtwt”, que veio junto com o aumento do uso de drogas entre os adolescentes. uma comunidade onde também fazem “threads” e posts romantizando o uso de drogas como cannabis, cocaína, metanfetamina e uso de remédios. muitos jovens recorrem a o uso dessas drogas para se encaixarem em um grupo descolado ou para lidar com os problemas da vida. O uso excessivo dos celulares causa diversos problemas dentro da vida dos jovens, além de influenciar facilmente esses adolescentes, pode causar danos irreparáveis em seus psicológicos. Em uma pesquisa sobre, pudemos encontrar uma fala de um neurocirurgião, que diz que “um dos riscos é o impacto na memória e na cognição. O excesso de estímulos visuais e auditivos pode prejudicar a capacidade de concentração e de memorização. Isso pode ser especialmente grave em crianças e adolescentes que estão em fase de desenvolvimento cerebral e podem ter seu aprendizado comprometido pelo uso excessivo do celular”. Com essa fala podemos notar que esse uso terá consequências no futuro. Concluindo, o uso excessivo dentro dessas comunidades é pior do que um uso excessivo “comum” no dia a dia, pois essas pessoas passam horas e horas vendo conteúdos problemáticos
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº4 (2025) 110 Ensino Médio (Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais) que também afetam a saúde dessas pessoas, basicamente os danos causados nessas pessoas são o dobro do que uma pessoa que “apenas” faz uso excessivo do celular. A FALTA DE SUPORTE NA VIDA DOS JOVENS EM RELAÇÃO AOS TRANSTORNOS ALIMENTARES Os Transtornos Alimentares (TA) vêm se tornando um problema cada vez mais evidente entre os jovens. Um estudo feito por um grupo de pesquisadores do qual faz parte Arthur Eumann Mesas, professor de pós-graduação da UEL, mostrou que mais de um quinto da população jovem, entre seis e 18 anos, apresenta algum tipo de Transtorno Alimentar. Muitas vezes, em ambiente escolar, com os colegas ao redor ou por influência das redes sociais, que criam um padrão de beleza irreal. A comparação constante com "corpos perfeitos", pressão estética, autoestima e distorção da autoimagem é um dos fatores que podem levar os jovens a terem transtornos. Essa realidade alarmante está ligada à ausência de um suporte adequado por parte da família, das instituições de ensino e do sistema de saúde, elementos fundamentais para prevenção desses transtornos, como a Anorexia Nervosa (AN) ou a Bulimia Nervosa (BN). A identificação precoce dos sinais que antecedem o desenvolvimento de um transtorno alimentar é crucial. A principal fonte de apoio, geralmente, é a família, então é fundamental ter a presença dos pais. Porém, não conseguem perceber os sinais iniciais desses distúrbios ou não sabem como lidar com o assunto. Nas escolas, a ausência de psicólogos e a falta de debates sobre saúde mental dificultam a prevenção. O Sistema Único de Saúde, SUS, possui o RAPS, Rede de Atenção Psicossocial, que é o conjunto de integrantes que atendem pessoas em sofrimento psíquico e com necessidades decorrentes do uso prejudicial de álcool e outras drogas. Também é uma opção, mas varia de região para região.Oferece poucos recursos especializados, o que compromete o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. Sem apoio, os jovens acabam enfrentando os transtornos sozinhos, o que pode gerar graves consequências à saúde física e emocional. Assim, é fundamental que sejam tomadas atitudes para lidar com essa questão. O Ministério da Saúde, em colaboração com o Ministério da Educação, deve criar iniciativas nas instituições de ensino que discutam saúde mental, autoimagem e diversidade corporal, contando com a participação de psicólogos e campanhas informativas. As plataformas de mídia social,
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº4 (2025) 111 Ensino Médio (Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais) por outro lado, devem ser submetidas a regras públicas que garantam maior responsabilidade sobre o conteúdo relacionado a autoimagem e bem-estar. Ademais, as famílias precisam receber orientações, através de campanhas de mídia, sobre como reconhecer sinais de distúrbios e oferecer suporte emocional. Com essas medidas coordenadas, será viável proporcionar aos jovens a assistência necessária para prevenir e lidar com distúrbios alimentares de maneira mais segura e acolhedora. A INFLUÊNCIA DAS REDES SOCIAIS NA VIDA DOS JOVENS As redes sociais tornaram-se componentes indispensáveis na vida cotidiana dos jovens,oferecendo plataformas para comunicação, expressão pessoal e acesso à informação. No entanto, seu uso extensivo também tem gerado preocupações sobre os efeitos na saúde mental, autoestima e comportamento dos adolescentes. Segundo um estudo feito pela universidade de Oxford onde tentam responder se os adolescentes que usam as redes sociais mais do que a média tem menor satisfação com a vida, ou se adolescentes com menor satisfação de vida usam mais as redes sociais. O estudo publicado na PNAS concluiu que a maioria das ligações que existem entre satisfação com a vida e o uso das redes sociais é "insignificante", respondendo por menos de 1% do bem-estar de um adolescente -e que o efeito das redes sociais "não é uma via de mão única".. Apesar de vantajoso para comunicação e estudos, o intenso uso das mídias sociais pode trazer consequências negativas tanto físicas, quanto psicológicas e sociais, que muitas vezes são mascaradas pela sociedade. Muitos jovens podem criar uma percepção distorcida da realidade, ao achar que a realidade mostrada em 15 segundos de vídeo é a completa verdade e que a vida dele não é interessante,mas são pessoas comuns tentando retratar uma realidade feliz que nem sempre existe e acabam fazendo com que outras se inspirem em coisas muitas vezes prejudiciais a saúde, como o uso de drogas.Além disso, o uso excessivo das redes sociais expõe mais os seus usuários a episódios de cyberbullying, cujas repercussões podem ser definitivas para as pessoas. Os sintomas gerados pelo excesso são semelhantes aos observados no abuso de substâncias ilícitas, com episódios de compulsão. Essas consequências altamente negativas
__________________________________________________________________________________ Anais do Congresso Brasileiro de Iniciação Científica Vol2 nº4 (2025) 112 Ensino Médio (Ciências Exatas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais) podem assumir papel importante na vida dos jovens a ponto de afetar a saúde mental, incluindo quadros de ansiedade, depressão e problemas com a autoestima, afetando não só a adolescência como a vida adulta do jovem. Haja vista que marcas e traumas como os possíveis causados pelo excesso de redes sociais não somem junto com o nosso crescimento e podem inclusive acarretar em problemas de comunicação e convivência com a sociedade, assim como diz Sherry Turkle, psicanalista do Massachusetts Institute of Technology (MIT) que pesquisou extensamente o impacto das redes sociais nas relações e afirma que estas debilitam os laços humanos. Em seu livro Alone Together: Why We Expect More from Technology and Less from Each Other descreve detalhadamente os impactos negativos de estarmos constantemente conectados, o que paradoxalmente já implica uma certa sensação de solidão. Tal como ela mesma afirma "os laços que formamos através da Internet não são, no final, os laços que unem, mas sim os laços que preocupam". O vício dos adolescentes em redes sociais e o consumo de conteúdo infinito se converteu em uma preocupação tão grande que a União Europeia decidiu criar um regulamento para o uso ético das redes sociais. O objetivo é implementar um design que substitua o mecanismo de “rolagem” no feed das redes sociais, algo que os especialistas apontam como um dos principais motivos do vício, já que impossibilita saber o tempo real gasto na plataforma.Essa medida pode contribuir para quadros de melhora no vício e em alguns casos de ansiedade, TDAH e depressão. Além disso, os problemas podem ser apontado como tão grave que até mesmo o Steve Jobs, não deixava que seus filhos tivessem muito contato com a tecnologia e limitava o tempo de uso deles porque, provavelmente, imaginava que as redes sociais poderiam afetar os mais jovens, já que via os malefícios que podem ser causados, principalmente na saúde mental e no desenvolvimento cerebral das crianças e adolescentes. Portanto, pode-se concluir que o uso de maneira indevida das redes sociais é prejudicial em vários aspectos. A Real Academia da Língua diz que o vício é uma dependência de substâncias ou atividades nocivas para a saúde ou equilíbrio psíquico. Entre essas atividades