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MEMÓRIA IMPLÍCITA E EXPLÍCITA: MECANISMOS NEURAIS E CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM

Rodrigues, Aldemisa Porto Vieira

Abstract

Este estudo aborda os diferentes tipos de memória humana, suas características gerais e os processos envolvidos no processamento da informação e de fatos marcantes por meio dos mecanismos cerebrais. Compreender quais áreas do cérebro devem ser estimuladas em relação à memória humana, bem como identificar os diferentes tipos de memória, constitui o principal objetivo desta pesquisa. Os estudos sobre a formação das memórias, bem como sua classificação em memória de curta e de longa duração, tornam-se informações relevantes para a fundamentação deste artigo. A memória de longa duração pode ser implícita ou explícita e pode ser evocada quando necessário, favorecendo, assim, o aprendizado significativo. Desse modo, emerge o principal desafio deste artigo: possibilitar que os leitores conheçam e compreendam as principais estruturas do cérebro humano responsáveis pela formação das memórias, com destaque para o hipocampo e a amígdala, que desempenham papel central nesse processo.

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Revista Inovação Social | ISSN: 2674-8185 Volume 7 / Número 1 / jan. - jun. – 2025 www.revistainovacaosocial.com.br 130 MEMÓRIA IMPLÍCITA E EXPLÍCITA: MECANISMOS NEURAIS E CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM IMPLICIT AND EXPLICIT MEMORY: NEURAL MECHANISMS AND CONTRIBUTIONS TO LEARNING Aldemisa Porto Vieira Rodrigues Graduada em Pedagogia na UNILINHARES, Pós Graduada em Supervisão Escolar e Cursando Mestrado em Ciência da Educação em Universidade Columbia. E-mail: [email protected] DOI: 10.5281/zenodo.17930050 Resumo Este estudo aborda os diferentes tipos de memória humana, suas características gerais e os processos envolvidos no processamento da informação e de fatos marcantes por meio dos mecanismos cerebrais. Compreender quais áreas do cérebro devem ser estimuladas em relação à memória humana, bem como identificar os diferentes tipos de memória, constitui o principal objetivo desta pesquisa. Os estudos sobre a formação das memórias, bem como sua classificação em memória de curta e de longa duração, tornam-se informações relevantes para a fundamentação deste artigo. A memória de longa duração pode ser implícita ou explícita e pode ser evocada quando necessário, favorecendo, assim, o aprendizado significativo. Desse modo, emerge o principal desafio deste artigo: possibilitar que os leitores conheçam e compreendam as principais estruturas do cérebro humano responsáveis pela formação das memórias, com destaque para o hipocampo e a amígdala, que desempenham papel central nesse processo. Palavras-Chave: Memória Implícita, Memória Explícita e Aprendizagem. Abstract This study addresses the different types of human memory, their typical characteristics, and the processes involved in information processing and the encoding of significant events through cerebral mechanisms. Understanding which brain areas should be stimulated in relation to human memory, as well as identifying the different types of memory, constitutes the main objective of this research. Studies on memory formation, as well as its classification into short-term and long-term memory, represent relevant contributions to the foundation of this article. Longterm memory may be implicit or explicit and can be retrieved when necessary, thus promoting meaningful learning. In this context, the main challenge of this article is to enable readers to observe and understand the primary structures of the human brain responsible for memory formation, with particular emphasis on the hippocampus and the amygdala, which play a central role in this process. Keywords: Implicit Memory, Explicit Memory, and Learning. 1. INTRODUÇÃO Para compreender como ocorre o processo de memorização no cérebro humana, parte do princípio de que é pertinente conceituar, localizar e descrever os processos de memória no cérebro humano, especificamente no hipocampo e nas amígdalas. Tais processos que envolvem o recurso cognitivo da Revista Inovação Social | ISSN: 2674-8185 Volume 7 / Número 1 / jan. - jun. – 2025 www.revistainovacaosocial.com.br 131 memória de curta e longa duração, que segundo Kandel et al ( 2014) a memória de longa duração pode ser implícita e explícita. Para um direcionamento mais específico falaremos da construção da memória, evocação e preservação da memória. Segundo Kandel et al (2014) as memórias podem ser de curto e longo prazo. A memória de curto prazo refere-se a representações transitórias de objetivos imediatos. As memórias passam a ser consideradas de longo prazo quando são convertidas e selecionadas e consolidadas. Nem todas as formas de memória, porém, constituem "estados prévios da mente". De fato, a capacidade de armazenar informação depende da memória de curto prazo, chamada de memória de trabalho, que mantém representações atuais, embora transitórias, de conhecimentos relevantes para certos objetivos. (Kandel et al, p. 1257,2014) Para Kandel (2014) a memória de trabalho nos humanos compõe no mínimo em dois subsistemas, que se refere à informação verbal e a informação visuoespacial. E que são considerados um subsistema que é dirigido por um terceiro sistema, chamado de processo de controle executivo. Acredita-se que os processos de controle executivo aloquem recursos de atenção para os subsiste mas verbal e visuoespacial, além de monitorar, manipular e atualizar as representações armazenadas. (Kandel, p.1257 , 2014) O subsistema verbal está ligado à linguagem falada, quando mencionamos uma informação recebida, como, por exemplo, um número de celular e precisamos evocá-lo, ou seja, buscar na memória tal número. Kandel esclarece esse exemplo na fala a seguir: O subsistema verbal consiste em dois componentes interativos: um armazenado, que representa conhecimento fonológico, e um mecanismo de ensaio, que mantém essas representações ativas enquanto se precisa delas. (Kandel, p. 1257, 2014) Já o subsistema visuoespacial da memória de trabalho guarda imagens de objetos, bem como, da localização dos objetos no espaço. O autor explica melhor, quando diz: (...) alguns neurônios pré-frontais mantêm representações espaciais, outros mantêm representações de objetos e ainda outros representam a integração de ambos os conhecimentos, espacial e de objetos. Embora os neurônios relacionados com a memória de trabalho de objetos tendam a se situar no córtex pré-frontal ventrolateral, e aqueles relacionados com o conhecimento espacial tendam a se situar no córtex pré-frontal dorsolateral(...). (Kandel, p. 1257, 2014). Revista Inovação Social | ISSN: 2674-8185 Volume 7 / Número 1 / jan. - jun. – 2025 www.revistainovacaosocial.com.br 132 Izquierdo et al. (2013) declara que o procedimento de memória de curta duração é da mesma natureza que a das memórias de longa duração, e ocorre também no hipocampo e córtex entorrinal. Nesse contexto podemos considerar a fala de Tieppo (2019) que declara que esses procedimentos no cérebro humano, inclusive os da memória de curta e longa duração são explicados a partir dos 86 bilhões de neurônios, responsáveis por cerca de 10 mil transmissões sinápticas por segundo e tornando cada ser da forma que é. Neurônios que em suas conexões transmitem informações, ou seja, que através das sinapses produz o que se conceitua como aprendizagem, bem como as memórias. 2 METODOLOGIA Esse artigo foi construído com base numa pesquisa Bibliográfica, com o intuito de apresentar uma análise prévia e detalhada dos artigos científicos para identificar linhas de pesquisas, palavras-chave, autores principais, que após análise, permitir indicar recentes caminhos e contribuições de conteúdo para enriquecer debates e produções referentes à memória. Nessa pesquisa, foram investigadas as expressões: memória implícita, memória explicita e aprendizagem com o objetivo de observar os debates científicos no contexto da aprendizagem na visão da neurociência. Todo esse artigo será sustentado por pesquisa no Google Acadêmico por contemplar o maior número de artigos nacionais que abordam o tema dessa pesquisa. Além de análise criteriosa das obras de Lent e Kandel. 3 AS ÁREAS DAS MEMÓRIAS NO CÉREBRO HUMANO Além do fato e comprovação dos vários tipos de memórias, a localização das memórias contribuirá para compreender como ocorre o processo de memorização no cérebro humana. O funcionamento da memória humana é distribuído em sistemas especializados. A amígdala está associada às memórias emocionais, especialmente aquelas relacionadas ao medo; o hipocampo desempenha papel central na memória episódica e semântica, envolvendo experiências de vida e conhecimentos gerais; o cerebelo é responsável pelas memórias processuais, ligadas à execução de habilidades e ações automatizadas; o córtex pré-frontal atua na memória de trabalho, permitindo o armazenamento temporário e a organização das informações; e o tronco cerebral funciona como via de entrada das informações sensoriais provenientes do corpo, evidenciando a integração entre processos cognitivos e neuroanatômicos (Lent, 2010). De acordo com os estudos de Kandel (2014), as memórias podem ser classificadas em explicitas e implícitas. E o autor declara: A memória explícita é altamente flexível, permitindo a associação de múltiplos fragmentos de informação sob diferentes circunstâncias. A memória implícita, por outro lado, permanece fortemente dependente das condições originais sob as quais se deu o aprendizado. (Kandel, p. 1261, 2014). Revista Inovação Social | ISSN: 2674-8185 Volume 7 / Número 1 / jan. - jun. – 2025 www.revistainovacaosocial.com.br 133 A memória explícita pode ser exemplificada em declarativas de fatos como a lembrança de um casamento ou ainda de relatos de dados obtidos e levados ao cérebro humano através dos sentidos. Considerando mais uma área do cérebro humano como responsável pela memória, surge a amígdala. A amígdala é, em geral, mencionada no contexto do aprendizado do medo ou de outras respostas emocionais negativas, mas ela também participa no processamento de memórias relativas emoções positivas. Por exemplo, a amígdala é ativada quando as crianças aprendem a responder à face de sua mãe e ao aprenderem habilidades sociais (Lombroso, 2014, p. 208). A contribuição de Lombroso, 2014, em relação às memórias implícitas esclarece um pouco mais os estudos sobre memória. Memórias implícitas são, normalmente, memórias de procedimentos ou associativas em sua natureza e frequentemente são adquiridas de forma inconsciente. Por exemplo, aprender a andar de bicicleta ou tocar um instrumento musical é um conhecimento de procedimento que depende do aprendizado de habilidades motoras específicas e normalmente requerem múltiplas repetições. (Lombroso, 2014, p. 208) O autor registra que a repetição favorece a memorização, logo o aprendizado. Em relação a localização da memória no cérebro humano os relatos de Kandel (2014), declara que muitos estudiosos do aprendizado passaram a investigar e duvidar que a memória estivesse uma localização específica no encéfalo e que não fosse uma entidade localizada. Diante disso, duas questões fortes passaram a ser consideradas: Primeiro, a de que há diversas formas de aprendizado e memória, cada qual com suas próprias e distintas propriedades cognitivas, mediadas por sistemas encefálicos específicos. Segundo a de que a memória pode ser dividida em processos separados: codificação, armazenamento, consolidação e evocação. Por fim, a de que imperfeições e erros na evocação dão dicas acerca da natureza e da função do aprendizado e da memória. (Kandel, p. 1257, 2014). Nesse contexto, quando um fato é evocado e ele não é feito com clareza e entendimento, são dicas da natureza e da função do aprendizado e da própria memória. Lent (2001) ainda declara que, essa forma irregular do encéfalo se deve ao enorme crescimento que sofre a porção cranial do tubo neural primitivo (o primórdio embrionário do SNC), muito mais exuberante do que a porção caudal, que dá origem à medula. E para mapear o encéfalo surgem três partes: Revista Inovação Social | ISSN: 2674-8185 Volume 7 / Número 1 / jan. - jun. – 2025 www.revistainovacaosocial.com.br 134 o cérebro, constituído por dois hemisférios justapostos e separados por um sulco profundo; o cerebelo \ um "cérebro" em miniatura, e o tronco encefálico. No cérebro, a superfície enrugada cheia de giros e sulcos é o córtex cerebral, região em que estão representadas as funções neurais e psíquicas mais complexas. (Lent, 2001, p. 9 – 10) E assim, Kandel (2014), diz que a memória pode ser classificada conforme duas dimensões: (1) o curso temporal do armazenamento e (2) a natureza da informação armazenada. Consideradas memórias de longo e curto prazo que envolve sistemas neurais diferentes. Kandel (2014) esclarece que a memória de curto prazo mantém representações transitórias de informações relevantes para objetivos imediatos. A memória de curto prazo passa ser considerada a base para que outras memórias mais consolidadas venham a existir. Também chamada de memória de trabalho. Kandel (2014) diz que nos humanos, a memória de trabalho se divide no mínimo em dois subsistemas - um para a informação verbal e outro para a informação visuoespacial. E que para o seu funcionamento, tanto a informação verbal, quanto a informação visuoespacial são direcionadas por um processo de controle executivo. Ainda em Kandel (2014), acredita-se que os processos de controle executivo dispõem recursos de atenção para os subsistemas verbal e visuoespacial, além de monitorar, manipular e atualizar as representações armazenadas. Um fator a ser considerado nesse contexto é a linguagem verbal e que de forma consciente favorece a memorização: O subsistema verbal consiste em dois componentes interativos: um armazenado, que representa conhecimento fonológico, e um mecanismo de ensaio, que mantém essas representações ativas enquanto se precisa delas. (Kandel, p. 1257, 2014) Com base nos estudos de Kandel (2014) alguns teóricos argumentam que o hipocampo pode ser relativamente mais importante para a representação espacial que para o reconhecimento de objetos. Num experimento com camundongos e ratos, Kandel (2014) o autor relata que as lesões do hipocampo interferem na memória espacial e de contexto, e neurônios individuais do hipocampo codificam informação espacial específica. Já nos seres humanos, o mesmo experimento revela: A imagem funcional do encéfalo em seres humanos saudáveis mostra que a atividade aumenta no hipocampo direito quando uma informação espacial é evocada, aumentando no hipocampo esquerdo quando palavras, objetos ou pessoas são lembrados. (Kandel, 2014, p.1260) Revista Inovação Social | ISSN: 2674-8185 Volume 7 / Número 1 / jan. - jun. – 2025 www.revistainovacaosocial.com.br 135 3.1 MEMÓRIA E APRENDIZAGEM Nos estudos voltados para o sistema nervoso central constatase que os neurônios possuem a missão e a responsabilidade, em última instância, por permitirem o aprendizado e a memória. Já é sabido que entre os neurônios, existe processo chamado de sinapses. A região de contato entre um terminal de uma fibra nervosa e um dentrito ou um corpo (mais raramente outro axônio) de uma segunda célula, chama-se sinapse, e constitui uma região especializada fundamental para o processamento da informação pelo sistema nervoso. (Lent, 2001, p.117). O processo chamado de sinapses é a comunicação entre os neurônios. De fundamental importância para o processamento da informação percorrendo o sistema nervoso. Ao longo do dia há estímulos para a memória operacional processar as informações recebidas e ao dormir parte dessas informações pode vir a ser arquivadas, ou melhor, guardadas para futuramente ser depositadas na memória de longa duração. Para esclarecer e ter maior fundamento científico a sinapses é comparada a um chip, onde vários processamentos ocorrem, a saber: A sinapse é um chip biológico, pois nela se realizam as computações de que os circuitos neurais são capazes - de filtragem, amplificação, adição, bloqueio e tantas outras. Cada neurônio, em média, recebe cerca de 10.000 sinapses, todas elas "processando", isto é, modificando as informações aferentes (Lent, 2001, p. 113). Desse modo, no processo de aprendizagem, o comportamento e as informações são armazenadas, servindo assim, de base para novas aprendizagens. Para que tenhamos uma visão mais concreta de como aprendemos, iremos observar a pirâmide de aprendizagem de William Glasser. Revista Inovação Social | ISSN: 2674-8185 Volume 7 / Número 1 / jan. - jun. – 2025 www.revistainovacaosocial.com.br 136 Fonte: Glasser (2023) Na próxima imagem a pirâmide faz uma subdivisão entre aprendizagem ativa e passiva. Bem interessante de observar e compreender. Segundo o autor, para que ocorra a aprendizagem ativa dentro de um percentual, alcançando níveis mais altos de 70%, 80% e 95%, alguns itens, ou melhor, algumas atitudes devem ser consideradas: debater, praticar e o ato de ensinar. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao longo do registro desse artigo o objetivo maior foi à compreensão de como ocorre à memória e sua relação com a aprendizagem no cérebro humano e ele foi sustentado pela pesquisa bibliográfica. Além de se considerar os vários tipos de memórias, a localização das memórias contribuiu para compreender como ocorre o processo de memorização no cérebro humana. Numa visão plana de localização de memórias no cérebro humano aparece a amígdala, o hipocampo, o córtex pré-frontal, cerebelo e o tronco cerebral que é o local por onde chega informações de outras partes do corpo. A classificação das memórias em explícitas e implícitas ajuda a compreender a relação entre a memória humana e a aprendizagem. Um exemplo de memória implícita, em que para ser evocada não necessita de muita consciência, ou seja, flui naturalmente; é o caso quando se anda de bicicleta ou após ter aprendido um idioma, fala-se naturalmente. Por outro lado, a memória explícita requer um esforço consciente para lembrar-se de palavras, imagens, endereços e outros. Nesse contexto, em condições saudáveis, o curso temporal do armazenamento e a natureza da informação armazenada classificará as memórias em: memórias de longo e curto prazo que envolve Revista Inovação Social | ISSN: 2674-8185 Volume 7 / Número 1 / jan. - jun. – 2025 www.revistainovacaosocial.com.br 137 sistemas neurais diferentes. E ainda sobre a memória de curto prazo, a mesma, mantém representações transitórias de informações relevantes para objetivos imediatos, para serem usadas de forma imediata. A memória de curto prazo passa ser considerada a base para que outras memórias mais consolidadas venham a existir. Também chamada de memória de trabalho. Ao considerar a memória e a aprendizagem, citar as chamadas sinapses, torna-se essencial, pois é o processamento de informação entre os neurônios que percorrendo o sistema nervoso. Algo bastante interessante é que ao longo do dia há estímulos para a memória operacional processar as informações recebidas e ao dormir parte dessas informações pode vir a ser arquivadas, ou melhor, guardadas para futuramente ser depositadas na memória de longa duração. Desse modo, no processo de aprendizagem, o comportamento e as informações são armazenados, servindo assim, de base para novas aprendizagens. Para que tenhamos uma aprendizagem concreta, algumas práticas de forma ativa devem acontecer pela pessoa que aprende: debater, praticar e o ato de ensinar. Tornando–se autônomo nesse processo de aprendizagem. Essas práticas ativas favorecem e consolidam a aprendizagem tornandoas acessíveis na memória para serem evocadas com maior facilidade em momento oportuno. Acredita-se que a pesquisa desse artigo acerca de como ocorre a memória no cérebro humano e como se consolidam e podem ser evocadas, torna-se um material valioso ao profissional interessado nessa área e que seja um incentivo para novas pesquisas e possibilidades de aprender cada vez mais como ocorre o processo de aprendizagem e construção das memórias. REFERÊNCIAS GLASSER, William. Como aprendemos. Teoria de Aprendizagem, v. 21, n. 10, 1998. Disponível https://noticias.ulsaoaxaca.edu.mx/wpcontent/uploads/2020/09/%C2%BFC%C3%B3moAprendemos_-William-GlasserPachecoLeyvaYaelSebastian-1.pdf Acessado em 07/04/2023 IZQUIERDO, Iván Antonio et al. MemóriaTipos e mecanismos-Achados recentes. Revista USP, 2013. KANDEL, E.R. Princípios de Neurociências. Porto Alegre Ed. MC HILL 5a. Edição 2014. LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios? Conceitos fundamentais de neurociência. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. LOMBROSO, Paulo. Aprendizado e memória. Revista Brasileira de Psiquiatria, 26, p. 207-210, 2004. TIEPPO, Carla. Uma viagem pelo cérebro: a via rápida para entender neurociência. 1ª Ed. São Paulo: Conectomus, 2019. p. 302.