scieee AI-readable full text Open interactive document viewer

Comunicação colaborativa: estudo do emprego da folksonomia em sistemas e-learning

Zolotareff dos Santos, Bruno

Abstract

Esse projeto de pesquisa se dedica ao estudo da utilização da folksonomia no processo de classificação colaborativa e agregador de conteúdos baseados no sistema e-Folks e como meio de comunicação para auxiliar no aprendizado em sistemas e-Learning, utilizando a folksonomia para facilitar a recuperação de informações no processo de aprendizagem do estudante. O processo de comunicação do estudante durante o período de aprendizagem é um dos fatores mais críticos, isso ocorre por diversas razões. Dentre elas, destacam-se a falta de comunicação interativa entre os agentes, a ausência de utilização de meios de comunicação social integrado ao conteúdo disponibilizados nas plataformas de e-Learning e a falta de adaptação de conteúdo relacionado com o perfil do estudante ou para o aprendizado coletivo. Baseado nessas ideias, alguns sistemas como LMS existentes, Redes Sociais e ferramentas de integração foram analisados, e essa análise trouxe importantes subsídios para o desenvolvimento de um modelo instrucional colaborativo utilizando a plataforma e-Folks desenvolvida para estudar o uso da folksonomia em sistemas e-Learning na Web. Versão publicada na Revista Processando o Saber:https://www.fatecpg.edu.br/revista/index.php/ps/article/view/80

Full text

Processando o Saber nº 6, 2014 8 COMUNICAÇÃO COLABORATIVA: ESTUDO DO EMPREGO DA FOLKSONOMIA EM SISTEMAS E-LEARNING Programa de Pós-graduação em Comunicação Rua Santo Antônio, 50 - Centro - São Caetano do Sul / SP CEP: 09521-160 Fone (11) 4239-3217 / 4239-3354 [email protected]om.br RESUMO Esse projeto de pesquisa se dedica ao estudo da utilização da folksonomia baseados no sistema e como meio de comunicação para auxiliar no aprendizado em sistemas utilizando a folksonomia para facilitar a recuperação de informações no processo de aprendizagem do estudante. O processo de comunicação do estudante durante o período de aprendizagem é um dos fatores mais críticos, isso ocorre por diversas razões. Dentre elas, destacam-se a falta de comunicação interativa entre os agentes, a ausência de utilização de meios de comunicação social integrado ao conteúdo disponibilizados nas plataformas de e ou para o aprendizado coletivo. Baseado nessas ideias, alguns sistemas como LMS existentes, Redes Sociais e ferramentas de integração foram analisados, e essa análise trouxe importantes subsídios para o desenvolvimento de um modelo instrucional colaborativo utilizando a plataforma desenvolvida para estudar o uso da folksonomia em sistemas na Web. PALAVRAS-CHAVE: , Folksonomia, LMS, Web. https://doi.org/10.5281/zenodo.15558396 Processando o Saber nº 6, 2014 9 ABSTRACT This dissertation is dedicated to the study of the use of folksonomy in a collaborative and aggregator content rating system based on retrieval process of student learning. The communication process of the student during the learning period is one of the most critical factors, which occurs for several reasons. Among these reasons is the lack of interactive communication among agents, the lack of use of integrated learning. Based on these ideas, some existing systems such as LMS, Social Networking and integration tools were analyzed, and this analysis provided important information for the development of a collaborative KEY WORDS: INTRODUÇÃO Alguns sistemas informacionais baseados na Web (World Wide Web) foram construídos para facilitar e/ou promover o compartilhamento de informações e, adicionalmente, foram usados ou adaptados para o estabelecimento de redes sociais virtuais. Por comunicacionais básicos para o aprendizado; por outro, a escolha dos conteúdos feita por uma grande quantidade de pessoas, não necessariamente especialistas, indica os mais “interessantes”. Assim, como se apropriar destas indicações “populares” em redes sociais virtuais para facilitar o aprendizado? É necessário o surgimento de uma nova cultura que consista na integração de diferentes linguagens, escritas, representações e narrações que alterem a percepção dos agentes envolvidos sobre o processo de aprendizagem coletiva. O processo de comunicação do estudante durante o período de Processando o Saber nº 6, 2014 10 aprendizagem é um dos fatores mais críticos, isso ocorre por diversas razões. Dentre elas, destacam-se a falta de comunicação interativa entre os agentes (professores, tutores e colegas do mesmo grupo) e a ausência de utilização de meios de comunicação social integrados ao conteúdo. Baseado nessas ideias, foram analisados alguns sistemas de existentes, redes sociais virtuais e ferramentas de integração. Tal análise trouxe importantes subsídios para o desenvolvimento de uma proposta colaborativa de uso instrucional. A utilização de sistemas virtuais de comunicação no ensino instituições. A preocupação com o desempenho do estudante durante o período de aprendizagem gerou uma necessidade em adaptar entendimento nas etapas relacionadas com o entendimento do objeto de estudo. Os sistemas eletrônicos conhecidos como adaptativos tiveram acrescentando recursos tecnológicos necessários para serem utilizados com diferentes propósitos na educação (DIAS, 2000). Essa evolução do sistema eletrônico de aprendizagem cresceu com o fácil acesso à Web, permitindo que as instituições disponibilizassem um grande acervo de material na Internet, bem como cursos produzidos como parte da grade curricular ou até mesmo cursos totalmente em portais de A utilização de tecnologias da hipermídia possibilitou o aumento da qualidade de ensino para o aprendizado eletrônico como meio de comunicação, disponibilizando vídeos, áudio e outros recursos capazes de explorar os sentidos do ser humano necessários para captar o conteúdo desejado de diversas maneiras. A folksonomia – processo de etiquetagem (tagging) colaborativa, que é um dos recursos da hipermídia – pode potencializar o estudo de conteúdos em plataformas visto que os recursos multimídia da Web agregam conteúdos e enriquecem o processo de aprendizado interligando as informações necessárias para o entendimento do objeto do estudo. A habilidade de compreender está ligada diretamente às Processando o Saber nº 6, 2014 11 competências comunicativas e à aprendizagem coletiva (DIAS, 2000). Um sistema educacional colaborativo possibilita atingir um maior número de estudantes na Internet por ser um sistema adaptável, no qual acordo com sua necessidade (OLIVEIRA, 2004). Um ambiente de aprendizado eletrônico pela Web deve ser adaptativo e comunicativo para que atenda à realidade de seus usuários. A adequação da construção da sequência de links a serem acessados se torna ideal quando é estabelecida pelo próprio usuário ou links de acordo com o entendimento pessoal ou do grupo. Esse processo pode ser facilitado com o uso da folksonomia, utilizando o processo de tagging. Com base nesse cenário de ambiente virtual e difusão de informação por meio de comunicação, no qual este trabalho é focado, a adaptação sobre Sistema Educacional Colaborativo não apresenta do usuário ou para o aprendizado coletivo. Propõe-se, então, o uso da folksonomia para agregar informações no processo de aprendizagem de maneira colaborativa referente ao objeto de estudo em sistemas O acompanhamento do processo de comunicação do por diversas razões, dentre as quais destacam-se a grande quantidade de alunos em sala de aula e a ausência de ferramentas para apoiar o acompanhamento no desenvolvimento para uma adaptação correta no ambiente virtual de estudo. O estudante na sala de aula ou em um ambiente eletrônico de estabelecida às vezes não está de acordo com a capacidade cognitiva do estudante, deixando lacunas de conhecimento necessário para construção do saber (PIMENTEL, 2006). A maneira como será apresentado o conteúdo na plataforma de e a forma de recuperar essas informações quando necessário são essenciais para o sucesso do estudante durante o período de aprendizagem, levando em consideração o conhecimento já adquirido. Processando o Saber nº 6, 2014 12 Para Oliveira (2004), o ambiente e o modo como são expostos o conteúdo atua como um fator inibidor e muitas vezes desestimulador para alguns usuários do ambiente de aprendizagem. A avaliação do desempenho deve ser contínua no processo de aprendizado, sendo um dos fatores importantes para o indivíduo (BRANSFORD et al., 2003). Os principais ambientes que utilizam gerenciadores de conteúdos para aprendizagem em ambientes virtuais possuem apenas ferramentas digitais, cujos resultados não são utilizados para adaptar o ambiente com melhor aproveitamento de conteúdo acessado, não explorando o conhecimento individual ou do grupo como forma de compartilhamento do conhecimento social que atenda às necessidades de comunicação no processo de desenvolvimento (BRANDT; MEDEIROS, 2010). É o que ocorre, por exemplo, com o ambiente de aprendizado eletrônico (TIDIA-AE, 2008) utilizado pelas universidades: USP, UNICAMP, UFSCAR, ITA, dentre outras. Esse trabalho tem como objetivo analisar o uso da folksonomia e propor uma forma de agregação de informações baseadas no sistema e-Folks, desenvolvido para esse propósito, que possa ser usada no processo de aquisição de conhecimento do estudante. Dessa forma, durante o processo de aprendizagem, permitindo, assim, que o estudante consiga chegar a seu objetivo com o uso da folksonomia na recuperação de informações ligadas a objetos de estudos, que é um modelo capaz de ser adaptável no processo de aprendizado em ambientes eletrônicos de comunicação. Além disso, a folksonomia supre a necessidade do estudante capacidade durante o processo de aprendizagem e disponibilizando-o para a construção do conhecimento social. A metodologia de pesquisa aplicada foi baseada em dois passos principais de caráter exploratório e experimental. O primeiro passo foi buscar em diversas literaturas e em plataformas de assuntos referentes à aplicação da folksonomia como recurso de também alguma ferramenta que utilize a folksonomia como parte de seus recursos ligados aos objetos de estudo. Processando o Saber nº 6, 2014 13 experimental utilizando a folksonomia como uma ferramenta de comunicação colaborativa em sistemas de desenvolvidos para aplicação do experimento. Para observar as possibilidades da aplicação da folksonomia em grupos de estudantes, foi necessário o desenvolvimento de uma nova plataforma para aplicação do estudo. A plataforma denominada propõe um modelo instrucional adaptativo ligado à ferramenta que utiliza os recursos da folksonomia. O sistema foi desenvolvido sobre recursos da Web 2.0, utilizando a tecnologia de hipermídia e interatividade com o usuário. Para a delimitação da pesquisa e aplicação do experimento, foi escolhido um grupo de 40 alunos do Ensino Médio da ETEC de Ribeirão Pires do Centro Paula Souza. A pesquisa de campo inclui dois momentos: a análise dos dados gerados pela ferramenta e a coleta de opiniões e respostas a um checklist com seis perguntas. A pesquisa não tem como princípio fazer uma análise aprofundada de grupos gerados nessa comunidade de estudantes, e sim estudar o efeito da folksonomia no processo de aprendizagem do o processo de comunicação gerado na ferramenta com a aplicação da folksonomia em um sistema Castells (2000, p. 20) utiliza o termo de nós em rede para apresentar o conhecimento agregado a links. Esse conceito de acesso e recuperação de conteúdo, segundo o autor, está ligado à capacidade cognitiva do usuário da Internet. Assim, o mecanismo da folksonomia ajuda a organização de conteúdo disponibilizado na Web agregando conhecimento em links, no caso, assuntos referentes a objetos de estudos disponibilizados no . A última fase da pesquisa abrange a análise dos dados coletados, resultados, pode-se, então, propor uma inferência relacionada ao propósito e aos objetivos pretendidos, ou a novas descobertas. Processando o Saber nº 6, 2014 14 1 FOLKSONOMIA A folksonomia é uma maneira simples de agregação de conteúdo e também uma ferramenta colaborativa por envolver grupos que utilizam as mesmas tags (WAL, 2004). De acordo com Blattmann e Silva (2007, p. 2), a evolução da Web oferece espaços mais criativos que possibilita ao usuário criar ambientes hipertextuais interativos devido aos recursos da chamada Web 2.0. Essa evolução tecnológica e a inovação comucacional da Web 2.0 trouxeram novas possibilidades, principalmente de interação em uma rede social colaborativa, que é um dos princípios da folksonomia (WAL, 2004). O uso das redes sociais que utilizam recursos de folksonomia disponibilizados na Web trouxe a possibilidade de agregação de informação e crescimento colaborativo, tais como as seguintes ferramentas: Delicious, Diigo e Flickr. A folksonomia utiliza o hipertexto, que é um conjunto de nós ligados por conexões persistentes, ou seja, links em uma rede (LÉVY, 1999, p. 33). A livre forma de marcação de links da Web é utilizada por muitos usuários que possuem esse recurso disponibilizado no browser de navegação. Entretanto, essa forma de marcação não é uma a marcação deve ser colaborativa (RUFINO, 2010). Ainda, segundo Santini e Souza (2010), a folksonomia mecanismo das tags, aproximando pessoas com o mesmo interesse em um processo inovador da comunicação utilizando redes sociais. A folksonomia é recente na literatura, sendo interpretada pelo resultado de um processo; além de haver divergência entre autores, também é considerada uma metodologia (OLIVEIRA, 2008, p. 21). Porém, a folksonomia é entendida como a prática de atribuir livremente palavras-chave e tags aos objetos (WAL, 2004). O uso de ferramentas que utilizam os recursos de folkonomia possibilita que o usuário disponibilize suas tags na rede virtual, gerando uma rede de conexão de usuários que utilizaram o mesmo Processando o Saber nº 6, 2014 15 nome em sua tag ou realizaram alguma ligação com ela, gerando um sistema complexo coletivo não centralizado (MARIN, 2011). Autores como Albuquerque et al. (2010) concordam que a folksonomia é um recurso de organização das informações de formato digital que representa uma evolução no processo de agregação de conteúdo, organização e recuperação de informações. Apesar de esse recurso de tags possuir pouco tempo na Web, é cada vez mais utilizado. distribuída, criada individualmente ou por grupos, utilizando tags TONKIN, 2006, p. 1-2). A interatividade do usuário no meio digital em uma rede social transforma o tradicional receptor em receptor-emissor, capaz de consumir e produzir a mensagem ao mesmo tempo, cooperando em comunidades virtuais e criando uma inteligência coletiva (SEGUNDO; VIDOTTI, 2012, p. 2). Contudo, entende-se que a comunicação ocorre em um contexto de recursos da Web 2.0 que é o hipertexto, utilizando a folksonomia para esse tipo de colaboração e inteligência coletiva mediática. tags não é hierarquicamente organizado e considerado dinâmico pela estrutura de rede social e seu comportamento, há alterações do uso das tags com o tempo (NEWMAN; WATTS, 1999). Com a grande quantidade de informação disponibilizada na Internet, a busca no acesso de sites que utilizam a folksonomia facilita ao usuário encontrar links referenciados pelas tags, as quais representam uma organização melhor adaptada para estrutura dinâmica da rede de comunicação e compartilhamento de metadados que são as redes sociais (RAPETTI, 2007, p. 25-27). Portanto, a folksonomia não é considerada uma taxonomia; é uma livre marcação de objetos na Web que utiliza um sistema virtual em uma estrutura de rede social de forma “melhor” conteúdo de acordo com sua necessidade e recupera informações quando necessário (GOUVÊA; LOH, 2012, p. 2). Processando o Saber nº 6, 2014 16 2 SISTEMA E-FOLKS Esta pesquisa está direcionada ao uso da tecnologia e inovação em sistemas de comunicação que utilizam a plataforma de sistema de chamado foi desenvolvido com recursos da folksonomia e a proposta do modelo está relacionada aos seguintes aspectos: Figura 1 – Tela inicial do sistema e-Folks Fonte: Elaborado pelo autor A ferramenta é utilizada para analisar os mecanismos da o comportamento dos usuários do sistema . O estudo do da construção do conhecimento referente a objetos de estudos disponibilizados no . NUVENS DE TAGS Forma representativa de tags mais utilizada em algum sistema. Utilizadas na Web e alguns sistemas de software apresentadas em cores e posições diferentes SEMÂNTICA EM UM MAPA CEREBRAL Forma representativa da formação do conhecimento relacionados como uma rede interligada a palavras chave. Ligando seu conhecimento a informações necessárias para formação do saber e recuperação de informações de maneira rápida CLASSIFICAÇÃO BY YOURSELF A folksonomia é uma forma de melhor a necessidade de cada indivíduo com tantas informações ligadas a Internet. Com base na taxonomia que é algo preciso, a folksonomia traz um conhecimento coletivo e é fácil de usar. CONSTRUÇÃO COLABORATIVA DE CONHECIMENTO: ESTUDO DA FOLKSONOMIA Processando o Saber nº 6, 2014 23 do nível médio da escola ETEC de Ribeirão Pires, aplicado na cidade de Ribeirão Pires. O uso da Internet para acesso ao sistema possibilitou fácil consulta aos sites de busca, permitindo que os alunos encontrassem as respostas que envolviam o objeto de estudo. Assim, as tags geradas possibilitaram um melhor entendimento de objetos de estudos no . Os estudantes utilizaram o sistema de tags sugeridas e começaram a adicionar suas próprias tags e acessar parte do material agregado por outros estudantes. Contudo, as tags parcialmente no entendimento do objeto de estudo em questão. Sendo assim, a folksonomia ajudou o estudante a escolher conteúdos na Web que agregam informações pertinentes à construção de seu entendimento no processo de ensino. Por outro lado, a ferramenta , que disponibiliza recursos de folksonomia, propõe uma tecnologia inovadora em sistemas , uma vez que foi pesquisado e não encontrado o recurso de folksonomia em outras plataformas de e-Leaning enquanto foi realizada esta pesquisa. Espera-se com este trabalho contribuir para a comunidade de ensino-aprendizagem que seja capaz de melhorar a aprendizagem e consequentemente o rendimento dos estudantes, incentivando-os a redescobrir seus potenciais à medida que vão interagindo com o sistema. A proposta deste modelo auxiliará todos os interessados no ensino, sejam eles professores, coordenadores ou alunos, na medida em que o novo modelo possibilitará um novo canal de comunicação e a possibilidade para a construção social do conhecimento. REFERÊNCIAS ALBUQUERQUE, A; MESQUITA, D; COSTA, L. FOLKSONOMIA: uma nova modalidade de indexação e recuperação da informação na web1. XXXIII Encontro Nacional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Gestão e Ciência da Informação, 2010. Processando o Saber nº 6, 2014 24 BLATTMANN, Ursula; SILVA, Fabiano Couto Corrêa da. Colaboração e interação na Web 2.0 e Biblioteca 2.0. . Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v.12, n.2, p. 191-215, jul./dez., 2007. BRANSFORD, J.: BROWN, A.L.; COCKING, R.R.; COUNCIL, N.R. How People Learn Edition. Washigton.D.C., National Academy Press, National Research Coucil, 2003. BRANDT, Mariana; MEDEIROS, Marisa Bräscher Basílio. Folksonomia: esquema de representação do conhecimento? Transinformação, Campinas, v. 22, n. 2, p. 111-121, maio/ago., 2010. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: A Era da Informação: economia, sociedade e cultura, São Paulo: Paz e Terra, 2000. DIAS, Paulo. Hipertexto, hipermédia e media do conhecimento: Web. CIEd - Revista Portuguesa de Educação / Portuguese Journal of Education, ISSN 0871-9187, 2000. de Tags para Descrever Conteúdos. RESI-Revista Eletrônica de Sistemas de Informação Edição 11, nº 2, 2007. GUY, M; TONKIN, E;. Folksonomies tidying up tags?, D-Lib Magazine January. Valume 12, Number 1. ISSN 1082-9873, 2006. LÉVY, Pierre. A revolução contemporânea em matéria de comunicação. In:Para navegar no século XXI: tecnologias do imaginário e cibercultura. Tradução de MARTINS, F.; SILVA, J. M. PortoAlegre: Sulina/ EDIPUCRS, 1999. MARIN, E.S. Fluzz: Uma rede social baseada em inteligência coletiva. Universidade Federal de Goiás (UFG). VIII Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão - Conpeex, 2011. Processando o Saber nº 6, 2014 25 NEWMAN, Mark EJ; WATTS, Duncan J. Scaling and percolation in the small-world network model. Physical Review E, v. 60, n. 6, p. 7332, 1999. OLIVEIRA, Jose M. P. Modelo de Referência Para Sistemas Hipermídia Adaptativos Educacionais, tese de Doutorado. Campo Montenegro, São José dos Campos, SP – Brasil, 2004. OLIVEIRA, Maria Luzia Alexandre de. Folksonomia: uma indexação livre e social das informações na WEB (Bacharelado) - Curso de Graduação em Biblioteconomia, Departamento de Biblioteconomia, UFRN, Natal, 2008. PIMENTEL, E. P. Um modelo para avaliação e acompanhamento contínuo do nível de aquisição do conhecimentos do aprendiz. 2006. 218f. Tese (Doutorado em Tecnologia Eletrônica e Computação) Instituto Tecnológico da Aeronáutica, Divisão de ciência da Computação. São José dos Campos, SP. 2006. RAPETTI, Luciano. Folksonomia: organização e uso da informação na web. Trabalho de Conclusão de Curso 2007 (Graduação em Biblioteconomia) - Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2007. RUFINO, Airtiane F. Folksonomia: o efeito de sua aplicação na recuperação da informação Biblioteconomia) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2010. não-textuais na internet: as novas formas de mediação e organização da informação da música através da folksonomia. GT 2: Organização e Representação do Conhecimento Modalidade de apresentação: comunicação oral. XI Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação Inovação e inclusão social: questões contemporâneas da informação Rio de Janeiro, 25 a 28 de outubro de 2010. Processando o Saber nº 6, 2014 26 SEGUNDO, José Eduardo Santarem; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregório. Rede de Tags para recuperação da informação no contexto da Representação Interativa. PBCIB, v.6, n.2, 2012. SOUZA, Centro Paula. Centro Tecnologico Educacional do Estado de São Paulo. Disponível em <http://www.centropaulasouza.sp.gov. br>. Acessado em abril de 2013. TIDIA-AE, Portal do Projeto TIDIA-AE, 2008. Disponível em: <http://tidia-ae.iv.org. br/portal/>. Acessado em: Março de 2011. WAL, Thomas. Folksonomy 2004. Disponível em <http://vanderwal. net/folksonomy. html>. Acessado em agosto de 2012.