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11. MICROBIOTA INTESTINAL E CLIMATÉRIO: CONEXÕES ENTRE ALIMENTAÇÃO, HORMÔNIOS E GUT MICROBIOTA AND CLIMACTERIC: CONNECTIONS BETWEEN DIET, HORMONES AND WOMEN'S HEALTH Doutoranda em Saúde na Universidade Federal de Juiz RESUMO Introdução: O climatério é um período de transição fisiológica caracterizado por declínio hormonal, especialmente dos níveis de estrogênio, que repercute sobre o metabolismo, composição corporal e bem essa s alterações também afetam a microbiota intestinal, resultando em disbiose e aumento do risco de doenças metabólicas e inflamatórias. sobre a relação entre a saúde intestinal e o climatério, destacando o papel da nutrição nas alterações metabólicas, ósseas e cardiovasculares associadas à disbiose intestinal. Metodologia: Tratase de uma revisão narrativa com abordagem sistematizada da literatura realizada nas bases PubMed e SciELO, microbiota” e “dysbiosis ”, selecionando artigos publicados, predominantemente, nos últimos 5 anos que abordassem a interação entre microbiota, hormônios e alimentação. Após a triagem, foram incluídos 14 estudos. níveis de estrogênio no climatério influencia a composição da microbiota, favorecendo a 123 MICROBIOTA INTESTINAL E CLIMATÉRIO: CONEXÕES ENTRE ALIMENTAÇÃO, HORMÔNIOS E SAÚDE FEMININA GUT MICROBIOTA AND CLIMACTERIC: CONNECTIONS BETWEEN DIET, HORMONES AND WOMEN'S HEALTH SAÚDE INTESTINAL MARIA FERNANDA CRISPIM PRADO Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora ARYNDA MESQUITA PEREIRA SILVA Mestranda em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Juiz de Fora BÁRBARA RIBEIRO FONSECA Doutoranda em Microbiologia pela Universidade Federal de Juiz de Fora CAROLINA PIMENTEL LIRA S Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora CLARISSA CASSIMIRO CEDROLA LIMA Mestranda na Universidade Federal de Juiz de Fora EDUARDO NASCIMENTO BARRETO Graduando em Nutrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora GABRIELA DE CÁSSIA ÁVILA ALPINO Doutoranda em Saúde pela Universidade Federal de Juiz de Fora LAURA ALMEIDA CLEMENTE CHITARRA Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora TUANY MAGESTE LIMONGI Doutoranda em Saúde na Universidade Federal de Juiz de Fora; Docente Faculdade Vértix Trirriense MICHELE PEREIRA NETTO Docente do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Juiz de Fora [email protected] O climatério é um período de transição fisiológica caracterizado por declínio hormonal, especialmente dos níveis de estrogênio, que repercute sobre o metabolismo, composição corporal e bem - estar da mulher. Nos últimos anos, estudos têm demonstrado que s alterações também afetam a microbiota intestinal, resultando em disbiose e aumento do risco de doenças metabólicas e inflamatórias. Objetivo: Revisar as evidências científicas sobre a relação entre a saúde intestinal e o climatério, destacando o papel da nutrição nas alterações metabólicas, ósseas e cardiovasculares associadas à disbiose intestinal. se de uma revisão narrativa com abordagem sistematizada da literatura PubMed e SciELO, utilizando os de scritores como ”, selecionando artigos publicados, predominantemente, nos últimos 5 anos que abordassem a interação entre microbiota, hormônios e alimentação. Após a triagem, foram incluídos 14 estudos. Resultados e discussão: Observou níveis de estrogênio no climatério influencia a composição da microbiota, favorecendo a MICROBIOTA INTESTINAL E CLIMATÉRIO: CONEXÕES ENTRE ALIMENTAÇÃO, HORMÔNIOS E GUT MICROBIOTA AND CLIMACTERIC: CONNECTIONS BETWEEN DIET, MARIA FERNANDA CRISPIM PRADO Universidade Federal de Juiz de Fora ARYNDA MESQUITA PEREIRA SILVA Mestranda em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Juiz de Fora BÁRBARA RIBEIRO FONSECA Doutoranda em Microbiologia pela Universidade Federal de Juiz de Fora CAROLINA PIMENTEL LIRA S OPHIA Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora CLARISSA CASSIMIRO CEDROLA LIMA Mestranda na Universidade Federal de Juiz de Fora EDUARDO NASCIMENTO BARRETO Graduando em Nutrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora DE CÁSSIA ÁVILA ALPINO Doutoranda em Saúde pela Universidade Federal de Juiz de Fora LAURA ALMEIDA CLEMENTE CHITARRA Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Juiz de Fora TUANY MAGESTE LIMONGI de Fora; Docente Faculdade Vértix Trirriense - Univértix MICHELE PEREIRA NETTO Docente do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Juiz de Fora O climatério é um período de transição fisiológica caracterizado por declínio hormonal, especialmente dos níveis de estrogênio, que repercute sobre o metabolismo, estar da mulher. Nos últimos anos, estudos têm demonstrado que s alterações também afetam a microbiota intestinal, resultando em disbiose e aumento do Revisar as evidências científicas sobre a relação entre a saúde intestinal e o climatério, destacando o papel da microbiota e da nutrição nas alterações metabólicas, ósseas e cardiovasculares associadas à disbiose intestinal. se de uma revisão narrativa com abordagem sistematizada da literatura scritores como “climacteric”,“gut ”, selecionando artigos publicados, predominantemente, nos últimos 5 anos que abordassem a interação entre microbiota, hormônios e alimentação. Após a Observou -se que a redução dos níveis de estrogênio no climatério influencia a composição da microbiota, favorecendo a
disbiose e contribuindo para distúrbios metabólicos, ósseos e cardiovasculares. O estroboloma, conjunto de microrganismos in estrogênios, mostrouse essencial para a homeostase hormonal. Estratégias nutricionais, como o consumo de alimentos funcionais, probióticos e compostos bioativos, além da prática regular de atividade física, demons sintomas clínicos. Considerações finais: abordagem promissora para melhorar a qualidade de vida da mulher no climatério. Recomendase que novas pesquisas pa interação entre dieta, microbiota e hormônios, contribuindo para um envelhecimento saudável. Palavras-Chave: Climatério; Microbiota intestinal; Nutrição; Saúde. ABSTRACT Introduction: Climacteric is a phys decline, especially in estrogen levels, which affects women’s metabolism, body composition, and overall wellbeing. In recent years, studies have shown that these hormonal changes also influence the gut microbiota, leading to dysbiosis and an increased risk of metabolic and inflammatory diseases. Objective: between gut health and climacteric, highlighting the role of microbiota and nutrition in the me tabolic, bone, and cardiovascular changes associated with intestinal dysbiosis. Methodology: This is a narrative review with a systematic approach to literature conducted in the PubMed and SciELO and “dysbiosis .” Articles published predominantly in the last five years addressing the interaction between microbiota, hormones, and diet were selected. After screening, 14 studies were included. Results and discussion: period influences gut microbiota composition, promoting dysbiosis and contributing to metabolic, bone, and cardiovascular disorders. The estrobolome, a set of gut microorganisms involved in estrogen metabolism, proved essential for hormonal home strategies such as the consumption of functional foods, probiotics, and bioactive compounds, along with regular physical activity, showed potential to restore eubiosis and alleviate clinical symptoms. Final considerations: promising approach to improving women’s quality of life during the climacteric period. Further standardized, long interaction between diet, microbiota, and hormones Keywords: Climacteric; Health; Intestinal microbiota; Nutrition. INTRODUÇÃO Nas últimas décadas, o envelhecimento populacional decorrente da queda nas taxas de fecundidade e mortalidade tem aumentado o número de mulhere ocorre entre os 40 e 65 anos, período compreendido como a pré, a peri e a pós (Santos, 2021). Esse período é marcado por flutuações hormonais e pela redução dos níveis de 124 disbiose e contribuindo para distúrbios metabólicos, ósseos e cardiovasculares. O estroboloma, conjunto de microrganismos in testinais envolvidos na metabolização dos se essencial para a homeostase hormonal. Estratégias nutricionais, como o consumo de alimentos funcionais, probióticos e compostos bioativos, além da prática regular de atividade física, demons traram potencial para restaurar a eubiose e atenuar Considerações finais: A modulação da microbiota intestinal surge como abordagem promissora para melhorar a qualidade de vida da mulher no climatério. se que novas pesquisas pa dronizadas, de longo prazo e no Brasil explorem a interação entre dieta, microbiota e hormônios, contribuindo para um envelhecimento saudável. Climatério; Microbiota intestinal; Nutrição; Saúde. Climacteric is a phys iological transition period characterized by hormonal decline, especially in estrogen levels, which affects women’s metabolism, body composition, being. In recent years, studies have shown that these hormonal changes also microbiota, leading to dysbiosis and an increased risk of metabolic and Objective: To review the scientific evidence on the relationship between gut health and climacteric, highlighting the role of microbiota and nutrition in the tabolic, bone, and cardiovascular changes associated with intestinal dysbiosis. This is a narrative review with a systematic approach to literature conducted PubMed and SciELO database using the descriptors “climacteric,” “gut microbiot .” Articles published predominantly in the last five years addressing the interaction between microbiota, hormones, and diet were selected. After screening, 14 Results and discussion: Estrogen reduction during the c period influences gut microbiota composition, promoting dysbiosis and contributing to metabolic, bone, and cardiovascular disorders. The estrobolome, a set of gut microorganisms involved in estrogen metabolism, proved essential for hormonal home strategies such as the consumption of functional foods, probiotics, and bioactive compounds, along with regular physical activity, showed potential to restore eubiosis and alleviate Final considerations: Modulation o f the gut microbiota emerges as a promising approach to improving women’s quality of life during the climacteric period. Further standardized, long - term studies and in Brazil are recommended to explore the interaction between diet, microbiota, and hormones , contributing to healthy aging. Climacteric; Health; Intestinal microbiota; Nutrition. Nas últimas décadas, o envelhecimento populacional decorrente da queda nas taxas de fecundidade e mortalidade tem aumentado o número de mulhere s em fase de climatério, que ocorre entre os 40 e 65 anos, período compreendido como a pré, a peri e a pós (Santos, 2021). Esse período é marcado por flutuações hormonais e pela redução dos níveis de disbiose e contribuindo para distúrbios metabólicos, ósseos e cardiovasculares. O testinais envolvidos na metabolização dos se essencial para a homeostase hormonal. Estratégias nutricionais, como o consumo de alimentos funcionais, probióticos e compostos bioativos, além da prática traram potencial para restaurar a eubiose e atenuar A modulação da microbiota intestinal surge como abordagem promissora para melhorar a qualidade de vida da mulher no climatério. dronizadas, de longo prazo e no Brasil explorem a interação entre dieta, microbiota e hormônios, contribuindo para um envelhecimento saudável. iological transition period characterized by hormonal decline, especially in estrogen levels, which affects women’s metabolism, body composition, being. In recent years, studies have shown that these hormonal changes also microbiota, leading to dysbiosis and an increased risk of metabolic and To review the scientific evidence on the relationship between gut health and climacteric, highlighting the role of microbiota and nutrition in the tabolic, bone, and cardiovascular changes associated with intestinal dysbiosis. This is a narrative review with a systematic approach to literature conducted “climacteric,” “gut microbiot a,” .” Articles published predominantly in the last five years addressing the interaction between microbiota, hormones, and diet were selected. After screening, 14 Estrogen reduction during the c limacteric period influences gut microbiota composition, promoting dysbiosis and contributing to metabolic, bone, and cardiovascular disorders. The estrobolome, a set of gut microorganisms involved in estrogen metabolism, proved essential for hormonal home ostasis. Nutritional strategies such as the consumption of functional foods, probiotics, and bioactive compounds, along with regular physical activity, showed potential to restore eubiosis and alleviate f the gut microbiota emerges as a promising approach to improving women’s quality of life during the climacteric period. term studies and in Brazil are recommended to explore the , contributing to healthy aging. Nas últimas décadas, o envelhecimento populacional decorrente da queda nas taxas de s em fase de climatério, que ocorre entre os 40 e 65 anos, período compreendido como a pré, a peri e a pós -menopausa (Santos, 2021). Esse período é marcado por flutuações hormonais e pela redução dos níveis de
estrogênio, resultando em alterações metabólic 2023). A queda do estrogênio reduz a taxa metabólica basal e altera a composição microbiana, comprometendo a integridade da barreira intestinal e favorecendo a disbiose (Souza, 2024). Nesse contexto, destaca capazes de metabolizar e modular os estrogênios por meio da enzima permitindo sua recirculação sistêmica (Honda da menopausa e condições como o metabo Evidências sugerem que estratégias nutricionais e compostos bioativos, como as isoflavonas e alimentos fermentados à base de soja, podem modular positivamente essa relação ao estimular a produção de equol, metabólito de ação estrogê microbiota, contribuindo para a melhora de sintomas e prevenção de disfunções metabólicas (Ribeiro et al., 2025; Han et al. Entretanto, a maior parte dos estudos disponíveis limita europeias, havendo escassez de investigações em mulheres latino aspectos relacionados ao estado nutricional e à prevalência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) nesse público ainda são pouco explorados generalização dos achados e reforça a necessidade de contextualização regional. Assim, compreender como a modulação da microbiota pode influenciar o equilíbrio hormonal, o perfil metabólico e o estado nutricional em diferentes populações c relevante e socialmente significativa para o manejo nutricional no climatério. Desta forma, objetiva relação entre a saúde intestinal e o climatério, destacando o papel da m nas alterações metabólicas, ósseas e cardiovasculares associadas à disbiose intestinal, bem como discutir suas implicações para a promoção da saúde e o envelhecimento saudável da mulher. METODOLOGIA O presente estudo foi conduzido sistematizada da literatura, visando explorar a saúde intestinal da mulher ao longo do período de climatério. 125 estrogênio, resultando em alterações metabólic as, emocionais e aumento de peso (Santos, A queda do estrogênio reduz a taxa metabólica basal e altera a composição microbiana, comprometendo a integridade da barreira intestinal e favorecendo a disbiose (Souza, 2024). Nesse contexto, destaca -se o e stroboloma, conjunto de microrganismos capazes de metabolizar e modular os estrogênios por meio da enzima permitindo sua recirculação sistêmica (Honda et al., 2024). Essa interação influencia sintomas da menopausa e condições como o metabo lismo ósseo e lipídico. Evidências sugerem que estratégias nutricionais e compostos bioativos, como as isoflavonas e alimentos fermentados à base de soja, podem modular positivamente essa relação ao estimular a produção de equol, metabólito de ação estrogê microbiota, contribuindo para a melhora de sintomas e prevenção de disfunções metabólicas et al. , 2025; Lecomte et al., 2023; Zhao et al ., 2023). Entretanto, a maior parte dos estudos disponíveis limita - se a po europeias, havendo escassez de investigações em mulheres latino - americanas. Além disso, aspectos relacionados ao estado nutricional e à prevalência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) nesse público ainda são pouco explorados generalização dos achados e reforça a necessidade de contextualização regional. Assim, compreender como a modulação da microbiota pode influenciar o equilíbrio hormonal, o perfil metabólico e o estado nutricional em diferentes populações c relevante e socialmente significativa para o manejo nutricional no climatério. Desta forma, objetiva - se com este trabalho revisar as evidências científicas sobre a relação entre a saúde intestinal e o climatério, destacando o papel da m nas alterações metabólicas, ósseas e cardiovasculares associadas à disbiose intestinal, bem como discutir suas implicações para a promoção da saúde e o envelhecimento saudável da O presente estudo foi conduzido por meio de uma revisão narrativa com abordagem sistematizada da literatura, visando explorar a saúde intestinal da mulher ao longo do período as, emocionais e aumento de peso (Santos, A queda do estrogênio reduz a taxa metabólica basal e altera a composição microbiana, comprometendo a integridade da barreira intestinal e favorecendo a disbiose stroboloma, conjunto de microrganismos capazes de metabolizar e modular os estrogênios por meio da enzima β-glicuronidase, 2024). Essa interação influencia sintomas Evidências sugerem que estratégias nutricionais e compostos bioativos, como as isoflavonas e alimentos fermentados à base de soja, podem modular positivamente essa relação ao estimular a produção de equol, metabólito de ação estrogê nica dependente da microbiota, contribuindo para a melhora de sintomas e prevenção de disfunções metabólicas ., 2023). se a po pulações asiáticas e americanas. Além disso, aspectos relacionados ao estado nutricional e à prevalência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) nesse público ainda são pouco explorados , o que limita a generalização dos achados e reforça a necessidade de contextualização regional. Assim, compreender como a modulação da microbiota pode influenciar o equilíbrio hormonal, o perfil metabólico e o estado nutricional em diferentes populações c onstitui uma lacuna relevante e socialmente significativa para o manejo nutricional no climatério. se com este trabalho revisar as evidências científicas sobre a relação entre a saúde intestinal e o climatério, destacando o papel da m icrobiota e da nutrição nas alterações metabólicas, ósseas e cardiovasculares associadas à disbiose intestinal, bem como discutir suas implicações para a promoção da saúde e o envelhecimento saudável da por meio de uma revisão narrativa com abordagem sistematizada da literatura, visando explorar a saúde intestinal da mulher ao longo do período
A busca na literatura eletrônica foi conduzida pelos pesquisadores para identificação de estudos r elevantes, utilizando as bases de dados entre o período de 02 de outubro de 2025 e 10 de outubro de 2025. O conjunto de termos de pesquisa utilizados foram: microbiota, dysbiosis, digestive health, Gastrointestinal Microbiome, Intestines, Dysbiosis, climacteric, menopause, perimenopause, postmenopause, menopausal, Climacteric, Menopause, Perimenopause “Ensaio Clínico Randomizado”, maximizando a precisão e relevância dos resultados e alcance dos objetivos propostos. Os critérios de elegibilidade incluíram: (1) estudos que abordassem mulheres no climatério; e (2) análises relacionadas à microbi artigos publicados, preferencialmente, nos últimos cinco anos, sem restrição de idioma. Excluíramse trabalhos sem acesso ao texto completo, publicações em formato de resumo, conferência, congresso, seminário, re artigos foi conduzida em duas etapas: 1) Leitura dos títulos e 2) Leitura dos resumos. O processo de triagem e análise foi realizado por dois revisores independentes, de forma a garantir imparcialidade e consistência na avaliação. Divergências foram solucionadas por consenso entre os pesquisadores. e inseridos no software gerenciador de referências apreciad o quanto à sua relevância temática, qualidade metodológica e contribuição para a compreensão do tema. Ao final, foram identificados 17 trabalhos, dos quais 14 foram selecionados para compor esta revisão narrativa. A síntese de dados buscou identificar integrar informações relevantes que possibilitassem uma compreensão ampla sobre a influência da alimentação e dos hormônios na microbiota intestinal durante o climatério. Por fim, na etapa de síntese dos dados, foram extraídas informa qualitativas dos estudos selecionados, incluindo médias, desvios interquartis, valores absolutos e percentuais, conforme a disponibilidade dos resultados originais. As informações foram tabuladas em planilh seguintes variáveis: (1) autor, (2) país, (3) ano de publicação, (4) número de participantes, (5) grupos de estudo, (6) idade, (7) peso, (8) altura, (9) índice de massa corporal (IMC), (10) medicamentos, (11) comorbida 126 A busca na literatura eletrônica foi conduzida pelos pesquisadores para identificação elevantes, utilizando as bases de dados PubMed e SciELO . A busca foi realizada entre o período de 02 de outubro de 2025 e 10 de outubro de 2025. O conjunto de termos de pesquisa utilizados foram: intestinal health, gut health, gastrointestinal microbiome, microbiota, dysbiosis, digestive health, Gastrointestinal Microbiome, Intestines, Dysbiosis, climacteric, menopause, perimenopause, postmenopause, menopausal, Climacteric, Menopause, Perimenopause utilizando os termos booleanos AND e OR “Ensaio Clínico Randomizado”, maximizando a precisão e relevância dos resultados e alcance Os critérios de elegibilidade incluíram: (1) estudos que abordassem mulheres no climatério; e (2) análises relacionadas à microbi ota ou saúde intestinal. Foram considerados artigos publicados, preferencialmente, nos últimos cinco anos, sem restrição de idioma. se trabalhos sem acesso ao texto completo, publicações em formato de resumo, conferência, congresso, seminário, re lato de caso e carta ao editor. Ademais, artigos foi conduzida em duas etapas: 1) Leitura dos títulos e 2) Leitura dos resumos. O processo de triagem e análise foi realizado por dois revisores independentes, de forma a e consistência na avaliação. Divergências foram solucionadas por consenso entre os pesquisadores. Após a triagem, os estudos selecionados foram organizados gerenciador de referências Mendeley. Nesse âmbito, cada estudo foi o quanto à sua relevância temática, qualidade metodológica e contribuição para a Ao final, foram identificados 17 trabalhos, dos quais 14 foram selecionados para compor esta revisão narrativa. A síntese de dados buscou identificar integrar informações relevantes que possibilitassem uma compreensão ampla sobre a influência da alimentação e dos hormônios na microbiota intestinal durante o climatério. Por fim, na etapa de síntese dos dados, foram extraídas informa qualitativas dos estudos selecionados, incluindo médias, desvios - padrão, medianas, intervalos interquartis, valores absolutos e percentuais, conforme a disponibilidade dos resultados originais. As informações foram tabuladas em planilh a do Microsoft Excel, contemplando as seguintes variáveis: (1) autor, (2) país, (3) ano de publicação, (4) número de participantes, (5) grupos de estudo, (6) idade, (7) peso, (8) altura, (9) índice de massa corporal (IMC), (10) medicamentos, (11) comorbida des, (12) método de avaliação da microbiota intestinal e (13) A busca na literatura eletrônica foi conduzida pelos pesquisadores para identificação . A busca foi realizada entre o período de 02 de outubro de 2025 e 10 de outubro de 2025. O conjunto de termos de intestinal health, gut health, gastrointestinal microbiome, gut microbiota, dysbiosis, digestive health, Gastrointestinal Microbiome, Intestines, Dysbiosis, climacteric, menopause, perimenopause, postmenopause, menopausal, Climacteric, OR . Foi utilizado o filtro “Ensaio Clínico Randomizado”, maximizando a precisão e relevância dos resultados e alcance Os critérios de elegibilidade incluíram: (1) estudos que abordassem mulheres no ota ou saúde intestinal. Foram considerados artigos publicados, preferencialmente, nos últimos cinco anos, sem restrição de idioma. se trabalhos sem acesso ao texto completo, publicações em formato de resumo, lato de caso e carta ao editor. Ademais, a seleção dos artigos foi conduzida em duas etapas: 1) Leitura dos títulos e 2) Leitura dos resumos. O processo de triagem e análise foi realizado por dois revisores independentes, de forma a e consistência na avaliação. Divergências foram solucionadas por Após a triagem, os estudos selecionados foram organizados Nesse âmbito, cada estudo foi o quanto à sua relevância temática, qualidade metodológica e contribuição para a Ao final, foram identificados 17 trabalhos, dos quais 14 foram selecionados para compor esta revisão narrativa. A síntese de dados buscou identificar padrões recorrentes e integrar informações relevantes que possibilitassem uma compreensão ampla sobre a influência da alimentação e dos hormônios na microbiota intestinal durante o climatério. Por fim, na etapa de síntese dos dados, foram extraídas informa ções quantitativas e padrão, medianas, intervalos interquartis, valores absolutos e percentuais, conforme a disponibilidade dos resultados a do Microsoft Excel, contemplando as seguintes variáveis: (1) autor, (2) país, (3) ano de publicação, (4) número de participantes, (5) grupos de estudo, (6) idade, (7) peso, (8) altura, (9) índice de massa corporal (IMC), (10) des, (12) método de avaliação da microbiota intestinal e (13)
características relacionadas ao climatério. Esses dados subsidiaram a revisão narrativa e a identificação das principais estratégias e lacunas da literatura. RESULTADOS Entre os 17 estudos in (ECRs) atenderam aos critérios de elegibilidade, investigando a relação entre climatério, nutrição e saúde intestinal. As intervenções analisadas incluíram suplementação com probióticos, extratos v egetais, alimentos funcionais e abordagens não farmacológicas, como exercício físico e acupuntura. A Tabela 1 apresenta as principais características das populações avaliadas nos estudos selecionados, evidenciando a diversidade amostral e metodológica das Tabela 1 - Características populacionais dos estudos sobre saúde intestinal e climatério incluídos na revisão. AUTOR PAÍS Zhao et al., 2023 China Lecomte et al., 2023 Irlanda/Suíça Nosal et al., 2024 EUA Sant'ana et al., 2022 Brasil Kahleova et al., 2023 EUA Han, a.-l. et al., 2024 Coreia do Sul Han, a.-l. et al., 2025 Coreia do Sul Lee et al., 2024 Coreia do Sul Mccann et al., 2021 EUA 127 características relacionadas ao climatério. Esses dados subsidiaram a revisão narrativa e a identificação das principais estratégias e lacunas da literatura. Entre os 17 estudos in icialmente identificados, 14 ensaios clínicos randomizados (ECRs) atenderam aos critérios de elegibilidade, investigando a relação entre climatério, nutrição e saúde intestinal. As intervenções analisadas incluíram suplementação com egetais, alimentos funcionais e abordagens não farmacológicas, como exercício físico e acupuntura. A Tabela 1 apresenta as principais características das populações avaliadas nos estudos selecionados, evidenciando a diversidade amostral e metodológica das investigações. Características populacionais dos estudos sobre saúde intestinal e climatério incluídos na PAÍS N AMOSTRAL IDADE (MÉDIA ± DP OU MEDIANA) (ANOS) China 40 60.5 ± 5.1 Irlanda/Suíça 97 62.2 ± 6.3 EUA 40 53.3 ± 4.3 Brasil 38 52.7 ± 4.1 EUA 11 53.2 ± 3.3 Coreia do Sul 56 59.85 ± 4.79 Coreia do Sul 60 58.20 ± 3.98 Coreia do Sul 93 53 ± 10 EUA 170 59.8 ± 6.1 características relacionadas ao climatério. Esses dados subsidiaram a revisão narrativa e a icialmente identificados, 14 ensaios clínicos randomizados (ECRs) atenderam aos critérios de elegibilidade, investigando a relação entre climatério, nutrição e saúde intestinal. As intervenções analisadas incluíram suplementação com egetais, alimentos funcionais e abordagens não farmacológicas, como A Tabela 1 apresenta as principais características das populações avaliadas nos estudos investigações. Características populacionais dos estudos sobre saúde intestinal e climatério incluídos na IDADE (MÉDIA ± DP OU PERÍODO DO CLIMATÉRIO Pós-menopausa Pós-menopausa Perie Pós-menopausa Inicial Perimenopausa Pós-menopausa Menopausa Pós-Menopáusica Pós-menopausa Pós-menopausa
Honda et al., 2024 Japão Dupuit et al., 2022 França Jin et al., 2024 China Abshirini et al., 2023 Nova Zelândia Kaczmarczyk et al., 2022 Polônia Fonte: Elaborada pelos autores (2025). Por sua vez, a Tabela 2 destina apresentando de forma concisa a natureza da intervenção resultados mais relevantes obtidos (desfechos). Esta síntese, é crucial para o estabelecimento das associações entre a modulação da microbiota e as respostas fisiológicas observadas nas mulheres no climatério. Tabela 2 - Carac terísticas metodológicas dos estudos sobre saúde intestinal e climatério incluídos na revisão. AUTOR Zhao et al., 2023 Bifidobacterium lactis Probio UFC/dia) + Calcitriol por 12 semanas Lecomte et al., 2023 Extrato de Lúpulo (HE) padronizado em 8 μg/dia) + CaD por 48 semanas Nosal et al., 2024 Extrato de Groselha Preta (392 mg/dia ou mg/dia) + Ca/Vit D por 24 semanas Sant'ana et al., 2022 Linhaça Marrom ou Dourada (40 g/dia) + Dieta por Kahleova et al., 2023 Dieta Vegana com baixo xícara de soja cozida/dia por 12 semanas Han, a.-l. et al., 2024 Doenjang (alimento fermentado de soja) em diferentes concentrações por 12 semanas Han, a.-l. et al., 2025 Cheonggukjang (alimento koreano) em diferentes concentrações de microorganismos benéficos por 8 128 Japão 111 49.95 ± 0.32 França 17 59.85 ± 5.05 China 82 59.81 Nova Zelândia 49 62.9 ± 5.4 Polônia 71 56 ± 7 Elaborada pelos autores (2025). Por sua vez, a Tabela 2 destina - se a condensar a informação de cada estudo, apresentando de forma concisa a natureza da intervenção principal, a sua duração e os resultados mais relevantes obtidos (desfechos). Esta síntese, é crucial para o estabelecimento das associações entre a modulação da microbiota e as respostas fisiológicas observadas nas terísticas metodológicas dos estudos sobre saúde intestinal e climatério incluídos na INTERVENÇÃO DESFECHOS Bifidobacterium lactis Probio -M8 (1.5×1010 UFC/dia) + Calcitriol por 12 semanas ↓ de PTH e PCT ↑ vit D₃; interconectividade de bactérias produtoras de AGCC Extrato de Lúpulo (HE) padronizado em 8 -PN (100 μg/dia) + CaD por 48 semanas ↑ DMO; Turicibacte Extrato de Groselha Preta (392 mg/dia ou 784 mg/dia) + Ca/Vit D por 24 semanas Mitigação da perda de DMO; ↑ Ruminococcus Linhaça Marrom ou Dourada (40 g/dia) + Dieta por 12 semanas ↓do colesterol total e LDL ↓ LPS; L/M Dieta Vegana com baixo teor de gordura + 1/2 xícara de soja cozida/dia por 12 semanas ↓ 95% dos hot flashes ↓ Porhyromonas Doenjang (alimento fermentado de soja) em diferentes concentrações por 12 semanas Melhora significativa no Índice de Kupperman; ↓ LDL colesterol (no grupo tradicional) Cheonggukjang (alimento koreano) em diferentes concentrações de microorganismos benéficos por 8 semanas Melhora significativa no Índice de Kupperman Perie Pós-menopausa Pós-menopausa Perimenopausa Pós-menopausa Pós-Menopáusica se a condensar a informação de cada estudo, principal, a sua duração e os resultados mais relevantes obtidos (desfechos). Esta síntese, é crucial para o estabelecimento das associações entre a modulação da microbiota e as respostas fisiológicas observadas nas terísticas metodológicas dos estudos sobre saúde intestinal e climatério incluídos na DESFECHOS ↓ de PTH e PCT ↑ vit D₃; interconectividade de bactérias produtoras de AGCC Turicibacte r e Shigella Mitigação da perda de DMO; Ruminococcus 2 ↓do colesterol total e LDL ↓ LPS; L/M hot flashes totais; IMC; peso e Prevotella corporis Melhora significativa no Índice de Kupperman; ↓ LDL colesterol (no grupo tradicional) Melhora significativa no Índice de Kupperman
Fonte: Elaborada pelos autores (2025). Nota: UFC = unidades formadoras de colônia; PTH = hormônio da paratireoide; PCT = procalcitonina; AGCC = ácidos graxos de cadeia curta; HE = extrato de lúpulo; 8 prenylnaringenina; CaD = cálcio + vitamina D; DMO = densidade mineral óssea; LDL = lipoprote de baixa densidade; LPS = lipopolissacarídeo; L/M = razão lactulose/manitol; IMC = índice de massa corporal; ACE = Acupoint Catgut Embedding proteína Creativa; HIIT = treinamento intervalado de alta intens Nesse âmbito, diversos estudos demonstram que probióticos podem modular parâmetros metabólicos e hormonais em mulheres durante o climatério. O tratamento com Bifidobacterium lactis resultou em redução de triglicerídeos, I efeito mais pronunciado em mulheres pós semelhante, a suplementação com cepas capazes de aumentar a atividade de manteve os níveis séricos de estradiol e estrona em mulher contrastando com a redução observada no grupo controle (Honda coadministração de probióticos com terapias convencionais em pacientes com osteoporose pósmenopausa também mostrou melhorias no metabolismo ósseo, interconectividade da microbiota intestinal e ao aumento de gêneros produtores de ácidos Lee et al., 2024 Bifidobacterium lactis IDCC 4301 UFC/dia) por 12 semanas Mccann et al., 2021 Semente de Linhaça Moída ( Honda et al., 2024 Probiótico multicepa ( plantarum KABP051, Dupuit et al., 2022 Treinamento Concorrente (HIIT + RT) 3×/semana Jin et al., 2024 Acupoint Catgut Embedding Restrição por 8 semanas Abshirini et al., 2023 Pó de Mexilhão Kaczmarczyk et al., 2022 Probiótico Multiespécies por 12 semanas 129 Elaborada pelos autores (2025). UFC = unidades formadoras de colônia; PTH = hormônio da paratireoide; PCT = procalcitonina; AGCC = ácidos graxos de cadeia curta; HE = extrato de lúpulo; 8 prenylnaringenina; CaD = cálcio + vitamina D; DMO = densidade mineral óssea; LDL = lipoprote de baixa densidade; LPS = lipopolissacarídeo; L/M = razão lactulose/manitol; IMC = índice de massa Acupoint Catgut Embedding ; GSM = pó de mexilhãode reativa; HIIT = treinamento intervalado de alta intens idade; RT = treinamento resistido. Nesse âmbito, diversos estudos demonstram que probióticos podem modular parâmetros metabólicos e hormonais em mulheres durante o climatério. O tratamento com resultou em redução de triglicerídeos, I MC e massa de gordura, com efeito mais pronunciado em mulheres pós -menopáusicas (Lee et al., semelhante, a suplementação com cepas capazes de aumentar a atividade de manteve os níveis séricos de estradiol e estrona em mulher es peri - contrastando com a redução observada no grupo controle (Honda coadministração de probióticos com terapias convencionais em pacientes com osteoporose menopausa também mostrou melhorias no metabolismo ósseo, associadas a alterações na interconectividade da microbiota intestinal e ao aumento de gêneros produtores de ácidos Bifidobacterium lactis IDCC 4301 (≥5.0×109 UFC/dia) por 12 semanas ↓ massa gorda total; IMC; triglicerídeos Semente de Linhaça Moída ( ∼10 g/d) por 12 semanas Confirmação da produção de Enterolignanas (ENL/ED) como um processo mediado pela microbiota Probiótico multicepa ( L. brevis KABP052, L. KABP051, P. acidilactici KABP021) por 12 semanas Manutenção de níveis séricos de Estradiol (E2) e Estrona (E1) Treinamento Concorrente (HIIT + RT) 3×/semana por 12 semanas ↑ massa muscular segmentar ↓ gordura abdominal e visceral Acupoint Catgut Embedding (ACE) + Dieta de Restrição por 8 semanas ↓ peso, IMC; circunfer ↑ adiponectina; Klebsiella Pó de Mexilhão -de-Lábios-Verdes (GSM) (3 g/dia) por 12 semanas Tendência a menor ganho de gordura regional (tronco e ginecoide); ↑ de Bacteroides e Bifidobacterium Não houve alteração significativa em ou composição corporal Probiótico Multiespécies por 12 semanas Alteração na função da microbiota em desfechos cardiometabólicos (IMC, PCR), mesmo sem mudança da composição UFC = unidades formadoras de colônia; PTH = hormônio da paratireoide; PCT = procalcitonina; AGCC = ácidos graxos de cadeia curta; HE = extrato de lúpulo; 8 -PN = 8prenylnaringenina; CaD = cálcio + vitamina D; DMO = densidade mineral óssea; LDL = lipoprote ína de baixa densidade; LPS = lipopolissacarídeo; L/M = razão lactulose/manitol; IMC = índice de massa de -lábios-verdes; PCR = idade; RT = treinamento resistido. Nesse âmbito, diversos estudos demonstram que probióticos podem modular parâmetros metabólicos e hormonais em mulheres durante o climatério. O tratamento com MC e massa de gordura, com et al., 2024). De forma semelhante, a suplementação com cepas capazes de aumentar a atividade de β-glucuronidase - e pós-menopáusicas, contrastando com a redução observada no grupo controle (Honda et al., 2024). A coadministração de probióticos com terapias convencionais em pacientes com osteoporose associadas a alterações na interconectividade da microbiota intestinal e ao aumento de gêneros produtores de ácidos ↓ massa gorda total; IMC; triglicerídeos Confirmação da produção de Enterolignanas (ENL/ED) como um processo mediado pela microbiota Manutenção de níveis séricos de Estradiol (E2) e Estrona (E1) ↑ massa muscular segmentar ↓ gordura abdominal e visceral ↓ peso, IMC; circunfer ência da cintura; Klebsiella e Kosakonia Tendência a menor ganho de gordura regional (tronco e ginecoide); Bacteroides e Bifidobacterium Não houve alteração significativa em ou composição corporal Alteração na função da microbiota em desfechos cardiometabólicos (IMC, PCR), mesmo sem mudança da composição
graxos de cadeia curta, como et al., 2023). Estudos com probióticos multiespécie indicam que mesmo sem alterar a composição da microbiota, é possível modificar sua funcionalidade, promovendo maior interconectividade e influenciando parâmetros metabólicos e inflamatórios. Por exemplo, associações obs entre certas classes bacterianas e resistência à perda de massa corporal ou marcadores inflamatórios foram atenuadas após a intervenção (Kaczmarczyk Intervenções dietéticas também modulam a microbiota e parâmetros metabólicos em mulh eres no climatério. O consumo de linhaça e soja, bem como de alimentos fermentados, promoveu melhora do perfil lipídico, aumento da produção de metabólitos derivados da microbiota e redução de sintomas típicos da menopausa, como ondas de calor (Sant’ana 2022; Mccann et al. , 2021; Kahleova O uso de extratos vegetais, como groselha preta e lúpulo, mostrou efeitos positivos sobre densidade mineral óssea e marcadores inflamatórios, possivelmente mediados por modificações na microbiota intestinal (Nosal não nutricionais, como Acupoint Catgut Embedding corporal e os níveis de adiponectina, associados à modulação de gêneros microbianos específicos (Jin et al., 2024). Além disso, exercícios combinados de alta intensidade e resistência aumentaram a massa muscular, reduziram a gordura visceral e se correlacionaram com alterações na microbiota, reforçando seu papel na mediação dos efeitos metaból musculares (Dupuit et al., 2022). Esses achados sugerem que a microbiota intestinal atua como mediadora central das respostas a diferentes estratégias terapêuticas e de estilo de vida no período do climatério, modulando não apenas parâmetros metaból composição corporal e sintomas clínicos. DISCUSSÃO Durante o climatério, o intestino exerce papel central não apenas na digestão, mas também na regulação endócrina. A redução dos níveis de estrogênio altera a microbiota intestinal, aumenta a permeabilidade intestinal e favorece um estado inflamatório 130 graxos de cadeia curta, como Bifidobacterium, Eubacterium, Blautia e Estudos com probióticos multiespécie indicam que mesmo sem alterar a composição da microbiota, é possível modificar sua funcionalidade, promovendo maior interconectividade e influenciando parâmetros metabólicos e inflamatórios. Por exemplo, associações obs entre certas classes bacterianas e resistência à perda de massa corporal ou marcadores inflamatórios foram atenuadas após a intervenção (Kaczmarczyk et al., 2022). Intervenções dietéticas também modulam a microbiota e parâmetros metabólicos em eres no climatério. O consumo de linhaça e soja, bem como de alimentos fermentados, promoveu melhora do perfil lipídico, aumento da produção de metabólitos derivados da microbiota e redução de sintomas típicos da menopausa, como ondas de calor (Sant’ana , 2021; Kahleova et al., 2023; Han et al., 2024). O uso de extratos vegetais, como groselha preta e lúpulo, mostrou efeitos positivos sobre densidade mineral óssea e marcadores inflamatórios, possivelmente mediados por na microbiota intestinal (Nosal et al., 2024; Lecomte et al Acupoint Catgut Embedding , também influenciaram a composição corporal e os níveis de adiponectina, associados à modulação de gêneros microbianos 2024). Além disso, exercícios combinados de alta intensidade e resistência aumentaram a massa muscular, reduziram a gordura visceral e se correlacionaram com alterações na microbiota, reforçando seu papel na mediação dos efeitos metaból 2022). Esses achados sugerem que a microbiota intestinal atua como mediadora central das respostas a diferentes estratégias terapêuticas e de estilo de vida no período do climatério, modulando não apenas parâmetros metaból icos e hormonais, mas também a saúde óssea, composição corporal e sintomas clínicos. Durante o climatério, o intestino exerce papel central não apenas na digestão, mas também na regulação endócrina. A redução dos níveis de estrogênio altera a microbiota intestinal, aumenta a permeabilidade intestinal e favorece um estado inflamatório e Ruminococcus (Zhao Estudos com probióticos multiespécie indicam que mesmo sem alterar a composição da microbiota, é possível modificar sua funcionalidade, promovendo maior interconectividade e influenciando parâmetros metabólicos e inflamatórios. Por exemplo, associações obs ervadas entre certas classes bacterianas e resistência à perda de massa corporal ou marcadores 2022). Intervenções dietéticas também modulam a microbiota e parâmetros metabólicos em eres no climatério. O consumo de linhaça e soja, bem como de alimentos fermentados, promoveu melhora do perfil lipídico, aumento da produção de metabólitos derivados da microbiota e redução de sintomas típicos da menopausa, como ondas de calor (Sant’ana et al., O uso de extratos vegetais, como groselha preta e lúpulo, mostrou efeitos positivos sobre densidade mineral óssea e marcadores inflamatórios, possivelmente mediados por et al ., 2023). Intervenções , também influenciaram a composição corporal e os níveis de adiponectina, associados à modulação de gêneros microbianos 2024). Além disso, exercícios combinados de alta intensidade e resistência aumentaram a massa muscular, reduziram a gordura visceral e se correlacionaram com alterações na microbiota, reforçando seu papel na mediação dos efeitos metaból icos e Esses achados sugerem que a microbiota intestinal atua como mediadora central das respostas a diferentes estratégias terapêuticas e de estilo de vida no período do climatério, icos e hormonais, mas também a saúde óssea, Durante o climatério, o intestino exerce papel central não apenas na digestão, mas também na regulação endócrina. A redução dos níveis de estrogênio altera a composição da microbiota intestinal, aumenta a permeabilidade intestinal e favorece um estado inflamatório
sistêmico. Nesse contexto, o estroboloma desempenha função crucial na manutenção hormonal, mediando a conversão de metabólitos e regulando níveis de disfunção do estroboloma está associada ao agravamento de sintomas típicos da menopausa, como ondas de calor, alterações de humor e ganho de peso (Honda suplementação probiótica com cepas específicas, como Lactiplantibacillus plantarum hormonais, evidenciando o papel funcional do estroboloma na homeostase endócrina (Honda et al., 2024). Além dos efeitos hormonais, probióticos como impacto positivo sobre parâmetros cardiometabólicos, incluindo redução do IMC e dos triglicerídeos séricos, possivelmente mediada pela produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), reconhecidos por suas ações anti insulina (Lee et al. , 2024). Intervenções dietéticas, como o consumo de linhaça, soja e alimentos fermentados, demonstraram capacidade de reduzir endotoxemia, melhorar a permeabilidade intestinal e estimular a prod restauração da eubiose e a redução de marcadores inflamatórios sistêmicos (Sant’ana 2022; Kaczmarczyk et al., 2024). A saúde óssea, frequentemente comprometida após a menopausa devido à queda estrogênica, também é influenciada pela microbiota intestinal. Probióticos, extratos vegetais como groselha preta e lúpulo, e a prática de exercícios combinados (HIIT + resistência) demonstraram potencial em aumentar a densidade mineral óssea e reduzir marcadores inflamatórios (Zhao et al. , 2023; Lecomte Intervenções não nutricionais, como Acupoint Catgut Embedding (ACE), também mostraram eficazes na melhora da composição corporal e na elevação da adiponectina sérica, sugerindo que a modulação microbiana pode potencializar respostas metabólicas e hormonais (Jin et al., 2024). Ao comparar as estratégias, observa apresentam efeitos duplos, modulando tanto o estroboloma quanto parâmetros metabólicos e inflamatórios. Compostos vegetais e fitoterápicos tendem a impactar principalmente a saúde óssea e a inflamação, enquanto exercícios físico efeitos complementares, modulando a microbiota e melhorando a composição corporal, sensibilidade à insulina e marcadores hormonais. Assim, estratégias integradas, combinando 131 sistêmico. Nesse contexto, o estroboloma desempenha função crucial na manutenção hormonal, mediando a conversão de metabólitos e regulando níveis de disfunção do estroboloma está associada ao agravamento de sintomas típicos da menopausa, como ondas de calor, alterações de humor e ganho de peso (Honda suplementação probiótica com cepas específicas, como Levilactob acillus brevis Lactiplantibacillus plantarum KABP051, mostrouse eficaz em preservar os níveis hormonais, evidenciando o papel funcional do estroboloma na homeostase endócrina (Honda Além dos efeitos hormonais, probióticos como Bif idobacterium lactis impacto positivo sobre parâmetros cardiometabólicos, incluindo redução do IMC e dos triglicerídeos séricos, possivelmente mediada pela produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), reconhecidos por suas ações anti -infla matórias e moduladoras da sensibilidade à , 2024). Intervenções dietéticas, como o consumo de linhaça, soja e alimentos fermentados, demonstraram capacidade de reduzir endotoxemia, melhorar a permeabilidade intestinal e estimular a prod ução de metabólitos bioativos, contribuindo para a restauração da eubiose e a redução de marcadores inflamatórios sistêmicos (Sant’ana et al., 2022; Mccann et al., 2021; Kahleova et al., A saúde óssea, frequentemente comprometida após a menopausa devido à queda estrogênica, também é influenciada pela microbiota intestinal. Probióticos, extratos vegetais como groselha preta e lúpulo, e a prática de exercícios combinados (HIIT + resistência) demonstraram potencial em aumentar a densidade mineral óssea e reduzir marcadores , 2023; Lecomte et al., 2023; Nosal et al. , 2024; Dupuit Intervenções não nutricionais, como Acupoint Catgut Embedding (ACE), também mostraram eficazes na melhora da composição corporal e na elevação da adiponectina sérica, sugerindo que a modulação microbiana pode potencializar respostas metabólicas e hormonais Ao comparar as estratégias, observa -se que probióti cos e alimentos fermentados apresentam efeitos duplos, modulando tanto o estroboloma quanto parâmetros metabólicos e inflamatórios. Compostos vegetais e fitoterápicos tendem a impactar principalmente a saúde óssea e a inflamação, enquanto exercícios físico s e terapias não farmacológicas promovem efeitos complementares, modulando a microbiota e melhorando a composição corporal, sensibilidade à insulina e marcadores hormonais. Assim, estratégias integradas, combinando sistêmico. Nesse contexto, o estroboloma desempenha função crucial na manutenção hormonal, mediando a conversão de metabólitos e regulando níveis de estradiol e estrona. A disfunção do estroboloma está associada ao agravamento de sintomas típicos da menopausa, como ondas de calor, alterações de humor e ganho de peso (Honda et al., 2024). A acillus brevis KABP052 e se eficaz em preservar os níveis hormonais, evidenciando o papel funcional do estroboloma na homeostase endócrina (Honda idobacterium lactis apresentaram impacto positivo sobre parâmetros cardiometabólicos, incluindo redução do IMC e dos triglicerídeos séricos, possivelmente mediada pela produção de ácidos graxos de cadeia curta matórias e moduladoras da sensibilidade à , 2024). Intervenções dietéticas, como o consumo de linhaça, soja e alimentos fermentados, demonstraram capacidade de reduzir endotoxemia, melhorar a ução de metabólitos bioativos, contribuindo para a restauração da eubiose e a redução de marcadores inflamatórios sistêmicos (Sant’ana et al., et al., 2023; Han et al., A saúde óssea, frequentemente comprometida após a menopausa devido à queda estrogênica, também é influenciada pela microbiota intestinal. Probióticos, extratos vegetais como groselha preta e lúpulo, e a prática de exercícios combinados (HIIT + resistência) demonstraram potencial em aumentar a densidade mineral óssea e reduzir marcadores , 2024; Dupuit et al., 2022). Intervenções não nutricionais, como Acupoint Catgut Embedding (ACE), também se mostraram eficazes na melhora da composição corporal e na elevação da adiponectina sérica, sugerindo que a modulação microbiana pode potencializar respostas metabólicas e hormonais cos e alimentos fermentados apresentam efeitos duplos, modulando tanto o estroboloma quanto parâmetros metabólicos e inflamatórios. Compostos vegetais e fitoterápicos tendem a impactar principalmente a saúde s e terapias não farmacológicas promovem efeitos complementares, modulando a microbiota e melhorando a composição corporal, sensibilidade à insulina e marcadores hormonais. Assim, estratégias integradas, combinando