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SOBRE A PERSPECTIVA DA NUTRIÇÃO NO COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE MULHERES COM TRANSTORNOS ALIMENTARES

Editora Saúde Vital

Abstract

Autores ELAYNE SANTOS SILVA DE SOUZA Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário UniFTC, Salvador-BA. ISAAC REIS E SILVA Graduando em Farmácia pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB, Campina Grande/PB ANA PAULA DA SILVA MARCHESI Graduanda em Nutrição pela Universidade Cidade de São Paulo – Unicid, São Paulo/SP THAYS JOSEFA MARINALVA DA SILVA Graduanda em Nutrição pelo Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU, Caruaru MIRELA RODRIGUES DA SILVA LIRA Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco-PE JOSIANE KÖNZGEN SCHNEID Graduanda em Farmácia pela Universidade Federal de Pelotas-RS PAULO CÉSAR RODRIGUES DAMACENA Graduando em Nutrição pela Universidade Federal do Piauí-PI SARAH ÂNGELO DINIZ MELO Graduada em Nutrição pela Universidade Federal do Piauí-PI ALINE DA SILVA PEREIRA Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco-PE.

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9. SOBRE A PERSPECTIVA DA NUTRIÇÃO NO COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE ON THE PERSPECTIVE OF NUTRITION IN THE EATING BEHAVIOR OF WOMEN WITH EATING DISORDERS. EIXO TEMÁTICO: Comportamento alimentar. Email do autor: RESUMO Introdução : Os transtornos alimentares constituem um relevante problema de saúde pública, caracterizado por distorções persistentes no comportamento alimentar e na percepção corporal, acometendo majoritariamente mulheres. Essas condições refletem a interação de fato res biológicos, psicológicos e socioculturais, frequentemente associados às pressões estéticas e ao ideal de magreza. Nessa perspectiva, a nutrição assume papel fundamental não apenas na reabilitação física, mas também na reconstrução de uma relação equili consciente com os alimentos. influência dessa área no comportamento alimentar de mulheres com transtornos alimentares, observando de que forma a atuação nutricional contribui e se faz presente n dessas condições. Metodologia com buscas nas bases de dados SciELO e PubMed, incluindo estudos publicados entre 2020 e 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol. Foram incluído narrativas e trabalhos disponíveis na íntegra, após avaliação foram selecionados 6 artigos que abordassem a relação entre nutrição e transtornos alimentares em mulheres. e discussão: Os estudos analisados evidenciam no tratamento e promoção do bem especialmente quando integrada a abordagens multiprofissionais. A atuação do nutricionista 98 SOBRE A PERSPECTIVA DA NUTRIÇÃO NO COMPORTAMENTO ALIMENTAR DE MULHERES COM TRANSTORNOS ALIMENTARES. ON THE PERSPECTIVE OF NUTRITION IN THE EATING BEHAVIOR OF WOMEN WITH EATING DISORDERS. EIXO TEMÁTICO: Comportamento alimentar. ELAYNE SANTOS SILVA DE SOUZA Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário UniFTC, ISAAC REIS E SILVA Graduando em Farmácia pela Universidade Estadual da Paraíba ANA PAULA DA SILVA MARCHESI Graduanda em Nutrição pela Universidade Cidade de São Paulo THAYS JOSEFA MARINALVA DA SILVA Graduanda em Nutrição pelo Centro Universitário Maurício de Nassau MIRELA RODRIGUES DA SILVA LIRA Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco JOSIANE KÖNZGEN SCHNEID Graduanda em Farmácia pela Universidade Federal de Pelotas PAULO CÉSAR RODRIGUES DAMACENA Graduando em Nutrição pela Universidade Federal do Piauí SARAH ÂNGELO DINIZ MELO Graduada em Nutrição pela Universidade Federal do Piauí ALINE DA SILVA PEREIRA Graduada em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco mail do autor: [email protected]m : Os transtornos alimentares constituem um relevante problema de saúde pública, caracterizado por distorções persistentes no comportamento alimentar e na percepção corporal, acometendo majoritariamente mulheres. Essas condições refletem a interação de res biológicos, psicológicos e socioculturais, frequentemente associados às pressões estéticas e ao ideal de magreza. Nessa perspectiva, a nutrição assume papel fundamental não apenas na reabilitação física, mas também na reconstrução de uma relação equili consciente com os alimentos. Objetivos : Analisar, sob a perspectiva da nutrição, a influência dessa área no comportamento alimentar de mulheres com transtornos alimentares, observando de que forma a atuação nutricional contribui e se faz presente n Metodologia : Tratase de uma revisão narrativa integrativa da literatura, com buscas nas bases de dados SciELO e PubMed, incluindo estudos publicados entre 2020 e 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol. Foram incluído s artigos originais, revisões narrativas e trabalhos disponíveis na íntegra, após avaliação foram selecionados 6 artigos que abordassem a relação entre nutrição e transtornos alimentares em mulheres. Os estudos analisados evidenciam que a nutrição é um componente essencial no tratamento e promoção do bem - estar mental no tratamento dos transtornos alimentares, especialmente quando integrada a abordagens multiprofissionais. A atuação do nutricionista SOBRE A PERSPECTIVA DA NUTRIÇÃO NO MULHERES COM TRANSTORNOS ALIMENTARES. ON THE PERSPECTIVE OF NUTRITION IN THE EATING BEHAVIOR OF EIXO TEMÁTICO: Comportamento alimentar. ELAYNE SANTOS SILVA DE SOUZA Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário UniFTC, Salvador-BA. ISAAC REIS E SILVA Graduando em Farmácia pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB, Campina Grande/PB ANA PAULA DA SILVA MARCHESI Graduanda em Nutrição pela Universidade Cidade de São Paulo – Unicid, São Paulo/SP THAYS JOSEFA MARINALVA DA SILVA Graduanda em Nutrição pelo Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU, Caruaru MIRELA RODRIGUES DA SILVA LIRA Graduanda em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco -PE JOSIANE KÖNZGEN SCHNEID Farmácia pela Universidade Federal de Pelotas -RS PAULO CÉSAR RODRIGUES DAMACENA Graduando em Nutrição pela Universidade Federal do Piauí -PI SARAH ÂNGELO DINIZ MELO Graduada em Nutrição pela Universidade Federal do Piauí -PI ALINE DA SILVA PEREIRA em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco -PE. [email protected] : Os transtornos alimentares constituem um relevante problema de saúde pública, caracterizado por distorções persistentes no comportamento alimentar e na percepção corporal, acometendo majoritariamente mulheres. Essas condições refletem a interação de res biológicos, psicológicos e socioculturais, frequentemente associados às pressões estéticas e ao ideal de magreza. Nessa perspectiva, a nutrição assume papel fundamental não apenas na reabilitação física, mas também na reconstrução de uma relação equili brada e : Analisar, sob a perspectiva da nutrição, a influência dessa área no comportamento alimentar de mulheres com transtornos alimentares, observando de que forma a atuação nutricional contribui e se faz presente n o tratamento se de uma revisão narrativa integrativa da literatura, com buscas nas bases de dados SciELO e PubMed, incluindo estudos publicados entre 2020 s artigos originais, revisões narrativas e trabalhos disponíveis na íntegra, após avaliação foram selecionados 6 artigos que abordassem a relação entre nutrição e transtornos alimentares em mulheres. Resultados que a nutrição é um componente essencial estar mental no tratamento dos transtornos alimentares, especialmente quando integrada a abordagens multiprofissionais. A atuação do nutricionista na saúde mental evoluiu de um foco emocionais para uma abordagem mais integrada e especializada. Observou importância da escuta empática e da educação alimentar e nutricional como estratégias de promoção da autonomia e da autoes uma relação saudável com o corpo e com a alimentação. nutrição no manejo dos transtornos alimentares deve ultrapassar a prescrição dietética e considerar os aspectos emoci interdisciplinar do nutricionista é indispensável para o cuidado integral, promovendo não apenas a recuperação física, mas também o bem acometidas por essa s condições. Dessa forma, torna novos estudos que aprofundem a compreensão da influência da nutrição no comportamento alimentar e aprimorem as estratégias de cuidado. Palavras-chave : Nutrição; Mulheres; Transtornos aliment ABSTRACT Introduction : Eating disorders constitute a relevant public health problem, characterized by persistent distortions in eating behavior and body perception, mainly affecting women. These conditions reflect the interaction of biological, psychological, and sociocultural pressures and the ideal of thinness. From this perspective, nutrition plays a fundamental role not only in physical rehabilitation but also in rebuilding a balanced and conscious relationship with food. Objectives: To analyze, from the perspective of nutrition, its influence on the eating behavior of women with eating disorders, observing how nutritional interventions contribute to and are involved in the treatment of these conditions. searches conducted in the SciELO and PubMed databases, including studies published between 2020 and 2025 in Portuguese, English, and Spanish. Original articles, narrative reviews, and full were included. After evaluation, 6 studies addressing the relationship between nutrition and eating disorders in women were selected. is an essential component in the treatment and promotion of mental well disorders, especially when integrated into multidisciplinary approaches. The role of the nutritionist in mental health has evolved from focusing on the impact of food on emotional states to a more integrated and specialized a pproach. Empathetic listening and food and nutrition education were also highlighted as strategies to promote patient autonomy and self healthy relationship with the body and with food. managing eating disorders should go beyond dietary prescription and consider the emotional and social aspects surrounding eating. A humanized and interdisciplinary nutritional approach is essential for comprehensive care, promoting not only ph being of affected women. Therefore, further studies are needed to deepen the understanding of nutrition’s influence on eating behavior and improve care strategies. Keywords : Eating Disorders; Nutri INTRODUÇÃO 99 na saúde mental evoluiu de um foco inicial no impacto da alimentação sobre os estados emocionais para uma abordagem mais integrada e especializada. Observou importância da escuta empática e da educação alimentar e nutricional como estratégias de promoção da autonomia e da autoes tima das pacientes. Tais práticas favorecem o resgate de uma relação saudável com o corpo e com a alimentação. Conclusão nutrição no manejo dos transtornos alimentares deve ultrapassar a prescrição dietética e considerar os aspectos emoci onais e sociais que permeiam o comer. A atuação humanizada e interdisciplinar do nutricionista é indispensável para o cuidado integral, promovendo não apenas a recuperação física, mas também o bem - estar psicológico e social das mulheres s condições. Dessa forma, torna - se essencial o desenvolvimento de novos estudos que aprofundem a compreensão da influência da nutrição no comportamento alimentar e aprimorem as estratégias de cuidado. : Nutrição; Mulheres; Transtornos aliment ares. : Eating disorders constitute a relevant public health problem, characterized by persistent distortions in eating behavior and body perception, mainly affecting women. These conditions reflect the interaction of biological, psychological, and sociocultural factors, often associated with aesthetic pressures and the ideal of thinness. From this perspective, nutrition plays a fundamental role not only in physical rehabilitation but also in rebuilding a balanced and conscious relationship with food. To analyze, from the perspective of nutrition, its influence on the eating behavior of women with eating disorders, observing how nutritional interventions contribute to and are involved in the treatment of these conditions. Methodology: This is an integr ative narrative literature review, with searches conducted in the SciELO and PubMed databases, including studies published between 2020 and 2025 in Portuguese, English, and Spanish. Original articles, narrative reviews, and full After evaluation, 6 studies addressing the relationship between nutrition and eating disorders in women were selected. Results and Discussion: The analyzed studies show that nutrition is an essential component in the treatment and promotion of mental well - being in patients with eating disorders, especially when integrated into multidisciplinary approaches. The role of the nutritionist in mental health has evolved from focusing on the impact of food on emotional states to a more pproach. Empathetic listening and food and nutrition education were also highlighted as strategies to promote patient autonomy and self - esteem, fostering the restoration of a healthy relationship with the body and with food. Conclusion : The perspective of managing eating disorders should go beyond dietary prescription and consider the emotional and social aspects surrounding eating. A humanized and interdisciplinary nutritional approach is essential for comprehensive care, promoting not only ph ysical recovery but also the psychological and social well being of affected women. Therefore, further studies are needed to deepen the understanding of nutrition’s influence on eating behavior and improve care strategies. : Eating Disorders; Nutri tion; Women. inicial no impacto da alimentação sobre os estados emocionais para uma abordagem mais integrada e especializada. Observou -se também a importância da escuta empática e da educação alimentar e nutricional como estratégias de tima das pacientes. Tais práticas favorecem o resgate de Conclusão : A perspectiva da nutrição no manejo dos transtornos alimentares deve ultrapassar a prescrição dietética e onais e sociais que permeiam o comer. A atuação humanizada e interdisciplinar do nutricionista é indispensável para o cuidado integral, promovendo não estar psicológico e social das mulheres se essencial o desenvolvimento de novos estudos que aprofundem a compreensão da influência da nutrição no comportamento : Eating disorders constitute a relevant public health problem, characterized by persistent distortions in eating behavior and body perception, mainly affecting women. These conditions reflect factors, often associated with aesthetic pressures and the ideal of thinness. From this perspective, nutrition plays a fundamental role not only in physical rehabilitation but also in rebuilding a balanced and conscious relationship with food. To analyze, from the perspective of nutrition, its influence on the eating behavior of women with eating disorders, observing how nutritional interventions contribute to and are involved in ative narrative literature review, with searches conducted in the SciELO and PubMed databases, including studies published between 2020 and 2025 in Portuguese, English, and Spanish. Original articles, narrative reviews, and full -text studies After evaluation, 6 studies addressing the relationship between nutrition and eating The analyzed studies show that nutrition being in patients with eating disorders, especially when integrated into multidisciplinary approaches. The role of the nutritionist in mental health has evolved from focusing on the impact of food on emotional states to a more pproach. Empathetic listening and food and nutrition education were also esteem, fostering the restoration of a : The perspective of nutrition in managing eating disorders should go beyond dietary prescription and consider the emotional and social aspects surrounding eating. A humanized and interdisciplinary nutritional approach is essential for ysical recovery but also the psychological and social well - being of affected women. Therefore, further studies are needed to deepen the understanding of A saúde mental pode ser definida como “um estado de bem reconhece suas próprias habilidades, consegue lidar com os estresses normais da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera, e é capaz de contr definição, fornecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1946, continua amplamente conhecida e utilizada como referência fundamental no campo da saúde mental. De acordo com a Resolução nº 689 do Conselho Federal de maio de 2021, a Nutrição em Saúde Mental e a Nutrição em Transtornos Alimentares passam a ser oficialmente reconhecidas como especialidades pelo CFN e pelos Conselhos Regionais de Nutricionistas, para fins acadêmicos e profiss Segundo Sena (2022), os transtornos alimentares são considerados como um conjunto de condições clínicas, cuja principal característica é a ingestão de alimentos não saudáveis e a atitude dos pacientes em relação a ela, levando a uma instabilidade da condição mental e f ísica. A taxa de mortalidade entre pessoas com transtornos alimentares é uma das mais altas entre todas as doenças psiquiátricas e ligadas à questão alimentar. Segundo dados do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) e da Associação A Brasileira de Psiqui destaca que globalmente estima afetados por um transtorno alimentar, entre eles citam incluindo transtorno de compulsão alimentar, transtorno alimentar restritivo evitativo (Tare), Pica, outros. Outra definição para transtornos alimentares se refere a doenças psiquiátricas caracterizadas por alterações no comportamento alimentar e na percepção corporal, que afetam principalmente mulheres adultas. Essas doenças ap na vida das pessoas afetadas, tanto em termos físicos quanto psicológicos. A prevalência dos TA vem aumentando nas últimas décadas, tornando em todo o mundo. De acordo com Arija (2022) (TCA) são alterações de origem multifatorial que apresentam uma elevada prevalência com tendência à cronicidade, uma elevada comorbilidade com outros transtornos mentais e graves consequências para a saúde física e p importante problema de saúde que deveria ser evitado desde as etapas mais precoces da vida. Apesar de o principal grupo de risco serem as mulheres adolescentes e jovens, na idade escolar (6-12 anos) exi stem vários fatores que aumentam a vulnerabilidade ao transtorno, ao mesmo tempo que se observa um aumento no número de casos precoces. 100 A saúde mental pode ser definida como “um estado de bem - estar no qual o indivíduo reconhece suas próprias habilidades, consegue lidar com os estresses normais da vida, trabalhar de forma produtiva e frutífera, e é capaz de contr ibuir para sua comunidade”. Essa definição, fornecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1946, continua amplamente conhecida e utilizada como referência fundamental no campo da saúde mental. De acordo com a Resolução nº 689 do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), de 4 de maio de 2021, a Nutrição em Saúde Mental e a Nutrição em Transtornos Alimentares passam a ser oficialmente reconhecidas como especialidades pelo CFN e pelos Conselhos Regionais de Nutricionistas, para fins acadêmicos e profiss ionais. (ALVARENGA, (2022), os transtornos alimentares são considerados como um conjunto de condições clínicas, cuja principal característica é a ingestão de alimentos não saudáveis e a atitude dos pacientes em relação a ela, levando a uma instabilidade da condição mental e ísica. A taxa de mortalidade entre pessoas com transtornos alimentares é uma das mais altas entre todas as doenças psiquiátricas e ligadas à questão alimentar. Segundo dados do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) e da Associação A Brasileira de Psiqui destaca que globalmente estima - se que mais de 70 milhões de pessoas de alguma forma são afetados por um transtorno alimentar, entre eles citam incluindo transtorno de compulsão alimentar, transtorno alimentar restritivo evitativo (Tare), Pica, anorexia, bulimia, dentre Outra definição para transtornos alimentares se refere a doenças psiquiátricas caracterizadas por alterações no comportamento alimentar e na percepção corporal, que afetam principalmente mulheres adultas. Essas doenças ap resentam um impacto significativo na vida das pessoas afetadas, tanto em termos físicos quanto psicológicos. A prevalência dos TA vem aumentando nas últimas décadas, tornando - se um sério problema de saúde pública De acordo com Arija (2022) , os traumas do comportamento alimentar (TCA) são alterações de origem multifatorial que apresentam uma elevada prevalência com tendência à cronicidade, uma elevada comorbilidade com outros transtornos mentais e graves consequências para a saúde física e p sicossocial do indivíduo. Esses quadros constituem um importante problema de saúde que deveria ser evitado desde as etapas mais precoces da vida. Apesar de o principal grupo de risco serem as mulheres adolescentes e jovens, na idade stem vários fatores que aumentam a vulnerabilidade ao transtorno, ao mesmo tempo que se observa um aumento no número de casos precoces. estar no qual o indivíduo reconhece suas próprias habilidades, consegue lidar com os estresses normais da vida, ibuir para sua comunidade”. Essa definição, fornecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1946, continua amplamente conhecida e utilizada como referência fundamental no campo da saúde mental. Nutricionistas (CFN), de 4 de maio de 2021, a Nutrição em Saúde Mental e a Nutrição em Transtornos Alimentares passam a ser oficialmente reconhecidas como especialidades pelo CFN e pelos Conselhos Regionais ionais. (ALVARENGA, et al., 2025, p.2). (2022), os transtornos alimentares são considerados como um conjunto de condições clínicas, cuja principal característica é a ingestão de alimentos não saudáveis e a atitude dos pacientes em relação a ela, levando a uma instabilidade da condição mental e ísica. A taxa de mortalidade entre pessoas com transtornos alimentares é uma das mais altas entre todas as doenças psiquiátricas e ligadas à questão alimentar. Segundo dados do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) e da Associação A Brasileira de Psiqui atria (ABP) se que mais de 70 milhões de pessoas de alguma forma são afetados por um transtorno alimentar, entre eles citam incluindo transtorno de compulsão anorexia, bulimia, dentre Outra definição para transtornos alimentares se refere a doenças psiquiátricas caracterizadas por alterações no comportamento alimentar e na percepção corporal, que resentam um impacto significativo na vida das pessoas afetadas, tanto em termos físicos quanto psicológicos. A prevalência dos se um sério problema de saúde pública os traumas do comportamento alimentar (TCA) são alterações de origem multifatorial que apresentam uma elevada prevalência com tendência à cronicidade, uma elevada comorbilidade com outros transtornos mentais e graves sicossocial do indivíduo. Esses quadros constituem um importante problema de saúde que deveria ser evitado desde as etapas mais precoces da vida. Apesar de o principal grupo de risco serem as mulheres adolescentes e jovens, na idade stem vários fatores que aumentam a vulnerabilidade ao transtorno, ao mesmo tempo que se observa um aumento no número de casos precoces. Segundo Almeida (2023), pelo fato de enfrentarem uma pressão atraente. Muitas mulheres experimentam mudanças hormonais e corporais significativas durante a idade adulta, o que pode aumentar o risco de desenvolver TA. Além disso, é fundamental compreender que os transto aparência física. Eles representam um desequilíbrio profundo na relação da mulher com a alimentação, causando danos emocionais, físicos e sociais significativos. Portanto, é indiscutível que seja abordado de m promover a cura, o autocuidado e a reconstrução da identidade saudável. Os transtornos alimentares são mais comuns em mulheres do que em homens, e a prevalência desses transtornos tem aumentado na 1% a 5% da população feminina sofra de anorexia nervosa, bulimia nervosa ou transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP), e esses números podem ser ainda maiores quando considerados os casos não diagnosticado ser perfeito é algo cada vez mais recorrente entre as pessoas e, com isso, a busca pela magreza e o desenvolvimento de transtornos alimentares vêm crescendo todos os dias. Nos transtornos alimentares, ocorr e alteração grave do padrão alimentar relacionada a problemas fisiológicos (ALMEIDA, et al ., 2023, p.5). Entendese por comportamento alimentar, o conjunto de cognições e afetos que relacionados às ações e condutas alimentares que estão diretamente relaci autopercepção dos sentidos e a identidade social do ser humano. O alimento é a expressão de uma identidade para além das necessidades biológicas, incluindo: prazer, relações familiares, espiritualidade e relacionamento com o mundo. Segundo Guadag comportamental surgiu recentemente como uma ferramenta no planejamento alimentar. Essa abordagem considera os aspectos fisiológicos, sociais e emocionais da alimentação, presentes para que o paciente se sinta motivado no processo de propondo mudanças no comportamento alimentar por meio de técnicas de automonitoramento e autocontrole. Desse modo ensina o indivíduo a diferenciar a fome física da fome emocional e sugere que o comer deve acontecer de saciedade. O nutricionista é o profissional com formação generalista, humanista e crítica, capacitado para atuar visando à segurança alimentar e à atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que a alim 101 Segundo Almeida (2023), as mulheres adultas são especialmente vulneráveis aos TA, pelo fato de enfrentarem uma pressão social constante para manterem um corpo magro e atraente. Muitas mulheres experimentam mudanças hormonais e corporais significativas durante a idade adulta, o que pode aumentar o risco de desenvolver TA. Além disso, é fundamental compreender que os transto rnos alimentares vão além da preocupação com a aparência física. Eles representam um desequilíbrio profundo na relação da mulher com a alimentação, causando danos emocionais, físicos e sociais significativos. Portanto, é indiscutível que seja abordado de m aneira compassiva e holística, com a finalidade de promover a cura, o autocuidado e a reconstrução da identidade saudável. Os transtornos alimentares são mais comuns em mulheres do que em homens, e a prevalência desses transtornos tem aumentado na s últimas décadas. Estima 1% a 5% da população feminina sofra de anorexia nervosa, bulimia nervosa ou transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP), e esses números podem ser ainda maiores quando considerados os casos não diagnosticado s. A busca por um corpo que a sociedade conceitua ser perfeito é algo cada vez mais recorrente entre as pessoas e, com isso, a busca pela magreza e o desenvolvimento de transtornos alimentares vêm crescendo todos os dias. Nos transtornos e alteração grave do padrão alimentar relacionada a problemas fisiológicos ., 2023, p.5). se por comportamento alimentar, o conjunto de cognições e afetos que relacionados às ações e condutas alimentares que estão diretamente relaci autopercepção dos sentidos e a identidade social do ser humano. O alimento é a expressão de uma identidade para além das necessidades biológicas, incluindo: prazer, relações familiares, espiritualidade e relacionamento com o mundo. Segundo Guadag nin (2022), a nutrição comportamental surgiu recentemente como uma ferramenta no planejamento alimentar. Essa abordagem considera os aspectos fisiológicos, sociais e emocionais da alimentação, presentes para que o paciente se sinta motivado no processo de mudança do comportamento alimentar, propondo mudanças no comportamento alimentar por meio de técnicas de automonitoramento e autocontrole. Desse modo ensina o indivíduo a diferenciar a fome física da fome emocional e sugere que o comer deve acontecer de acordo com as sensações de fome, apetite e O nutricionista é o profissional com formação generalista, humanista e crítica, capacitado para atuar visando à segurança alimentar e à atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que a alim entação e a nutrição se apresentam. Possui atuação as mulheres adultas são especialmente vulneráveis aos TA, social constante para manterem um corpo magro e atraente. Muitas mulheres experimentam mudanças hormonais e corporais significativas durante a idade adulta, o que pode aumentar o risco de desenvolver TA. Além disso, é rnos alimentares vão além da preocupação com a aparência física. Eles representam um desequilíbrio profundo na relação da mulher com a alimentação, causando danos emocionais, físicos e sociais significativos. Portanto, é aneira compassiva e holística, com a finalidade de promover a cura, o autocuidado e a reconstrução da identidade saudável. Os transtornos alimentares são mais comuns em mulheres do que em homens, e a s últimas décadas. Estima -se que cerca de 1% a 5% da população feminina sofra de anorexia nervosa, bulimia nervosa ou transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP), e esses números podem ser ainda maiores quando s. A busca por um corpo que a sociedade conceitua ser perfeito é algo cada vez mais recorrente entre as pessoas e, com isso, a busca pela magreza e o desenvolvimento de transtornos alimentares vêm crescendo todos os dias. Nos transtornos e alteração grave do padrão alimentar relacionada a problemas fisiológicos se por comportamento alimentar, o conjunto de cognições e afetos que relacionados às ações e condutas alimentares que estão diretamente relaci onadas à autopercepção dos sentidos e a identidade social do ser humano. O alimento é a expressão de uma identidade para além das necessidades biológicas, incluindo: prazer, relações familiares, nin (2022), a nutrição comportamental surgiu recentemente como uma ferramenta no planejamento alimentar. Essa abordagem considera os aspectos fisiológicos, sociais e emocionais da alimentação, presentes mudança do comportamento alimentar, propondo mudanças no comportamento alimentar por meio de técnicas de automonitoramento e autocontrole. Desse modo ensina o indivíduo a diferenciar a fome física da fome emocional acordo com as sensações de fome, apetite e O nutricionista é o profissional com formação generalista, humanista e crítica, capacitado para atuar visando à segurança alimentar e à atenção dietética, em todas as áreas entação e a nutrição se apresentam. Possui atuação fundamental na promoção, manutenção e recuperação da saúde e prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com cultural. Segundo Guadagnin(2022), a partir da nutrição comportamental o nutricionista obtém uma ferramenta a mais para tratar pacientes que apresentam transtornos alimentares e dificuldades em seg uir dietas padrão ou orientações nutricionais tradicionais. O nutricionista que trabalha com essa abordagem é chamado de terapeuta nutricional (TN) e além de orientar os pacientes em relação ao consumo alimentar, também ajuda no entendimento de como as emo ções influenciam no comportamento e atitudes alimentares. A mudança de comportamento alimentar tem sido objeto de investigação na área da saúde na esperança de que a compreensão desta melhore os serviços oferecidos. Nessa perspectiva, as teorias da mudanç objetiva alterar um comportamento determinado, principalmente relacionado a transtornos alimentares. Desse modo, este estudo tem como objetivo analisar sobre a perspectiva da nutrição e a sua influênc alimentares. Observando de que forma a nutrição contribui e está presente no tratamento de diversos transtornos alimentares vividos por mulheres. METODOLOGIA Tratase de uma revisão da literatura pergunta norteadora: “Qual a perspectiva da nutrição no comportamento alimentar de mulheres com transtornos alimentares?”. A busca foi realizada nas bases de dados indexadas SciELO PubMed, no mês de outubro de 20 Saúde: “Nutrition” AND “Eating Disorders” AND "Women", combinados entre si pelo operador booleano “AND”. Foram adotados como critérios de inclusão: artigos que contemplassem a temática e originais, nos idiomas p publicados entre 2020 e 2025. Os critérios de exclusão pré literatura, revisões sistemáticas, cartas, editoriais, estudos de caso e estudos com animais, puérperas, gestantes ou lactentes foram identificados 49 artigos. A triagem dos estudos foi realizada em duas etapas (título/resumo e texto completo) por dois revisores independentes, com divergências resolvidas por consenso e r 102 fundamental na promoção, manutenção e recuperação da saúde e prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexões sobre a realidade econômica, política, social e cultural. Segundo Guadagnin(2022), a partir da nutrição comportamental o nutricionista obtém uma ferramenta a mais para tratar pacientes que apresentam transtornos alimentares e uir dietas padrão ou orientações nutricionais tradicionais. O nutricionista que trabalha com essa abordagem é chamado de terapeuta nutricional (TN) e além de orientar os pacientes em relação ao consumo alimentar, também ajuda no entendimento de como as ções influenciam no comportamento e atitudes alimentares. A mudança de comportamento alimentar tem sido objeto de investigação na área da saúde na esperança de que a compreensão desta melhore os serviços oferecidos. Nessa perspectiva, as teorias da mudanç a comportamental visam apoiar intervenções e geralmente objetiva alterar um comportamento determinado, principalmente relacionado a transtornos alimentares. Desse modo, este estudo tem como objetivo analisar sobre a perspectiva da nutrição e a sua influênc ia no comportamento alimentar de mulheres com transtornos alimentares. Observando de que forma a nutrição contribui e está presente no tratamento de diversos transtornos alimentares vividos por mulheres. se de uma revisão da literatura integrativa, elaborada com base na seguinte pergunta norteadora: “Qual a perspectiva da nutrição no comportamento alimentar de mulheres com transtornos alimentares?”. A busca foi realizada nas bases de dados indexadas SciELO PubMed, no mês de outubro de 20 25, utilizando os Descritores em Ciências da Saúde: “Nutrition” AND “Eating Disorders” AND "Women", combinados entre si pelo operador booleano “AND”. Foram adotados como critérios de inclusão: artigos que contemplassem a temática e originais, nos idiomas p ortuguês, gratuitos, texto completo, publicados entre 2020 e 2025. Os critérios de exclusão pré - estabelecidos foram: revisões de literatura, revisões sistemáticas, cartas, editoriais, estudos de caso e estudos com animais, puérperas, gestantes ou lactentes e indivíduos com HIV, duplicados. A partir da busca inicial foram identificados 49 artigos. A triagem dos estudos foi realizada em duas etapas (título/resumo e texto completo) por dois revisores independentes, com divergências resolvidas por consenso e r egistrados no fluxograma, assegurando rastreabilidade e rigor fundamental na promoção, manutenção e recuperação da saúde e prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, reflexões sobre a realidade econômica, política, social e cultural. Segundo Guadagnin(2022), a partir da nutrição comportamental o nutricionista obtém uma ferramenta a mais para tratar pacientes que apresentam transtornos alimentares e uir dietas padrão ou orientações nutricionais tradicionais. O nutricionista que trabalha com essa abordagem é chamado de terapeuta nutricional (TN) e além de orientar os pacientes em relação ao consumo alimentar, também ajuda no entendimento de como as A mudança de comportamento alimentar tem sido objeto de investigação na área da saúde na esperança de que a compreensão desta melhore os serviços oferecidos. Nessa a comportamental visam apoiar intervenções e geralmente objetiva alterar um comportamento determinado, principalmente relacionado a transtornos alimentares. Desse modo, este estudo tem como objetivo analisar sobre a perspectiva da ia no comportamento alimentar de mulheres com transtornos alimentares. Observando de que forma a nutrição contribui e está presente no tratamento de integrativa, elaborada com base na seguinte pergunta norteadora: “Qual a perspectiva da nutrição no comportamento alimentar de mulheres com transtornos alimentares?”. A busca foi realizada nas bases de dados indexadas 25, utilizando os Descritores em Ciências da Saúde: “Nutrition” AND “Eating Disorders” AND "Women", combinados entre si pelo operador booleano “AND”. Foram adotados como critérios de inclusão: artigos que ortuguês, gratuitos, texto completo, estabelecidos foram: revisões de literatura, revisões sistemáticas, cartas, editoriais, estudos de caso e estudos com animais, e indivíduos com HIV, duplicados. A partir da busca inicial foram identificados 49 artigos. A triagem dos estudos foi realizada em duas etapas (título/resumo e texto completo) por dois revisores independentes, com divergências egistrados no fluxograma, assegurando rastreabilidade e rigor metodológico. Após a aplicação dos critérios de elegibilidade, 6 estudos foram selecionados para embasar a presente revisão. Os estudos incluídos tiveram sua qualidade metodológica avaliada por meio do instrumento JBI Critical Appraisal Checklist, e os dados extraídos seguiram formulário padronizado elaborado pelos autores. Figura 1. Fluxograma da seleção dos estudos para compor a revisão Fonte: Elaborada pelos autores (2025). RESULTADOS E DISCUSSÃO De acordo com Sena (2022), o comportamento alimentar hoje é chamado de conjunto de hábitos associados à alimentação, pode ser normal ou patológico e normalmente significa comer para satisfazer a fome e as necessidades nutricionais, alimentar adequado ao equilíbrio energético do corpo formado. O comportamento alimentar patológico é quando uma pessoa adota os alimentos de propriedades adicionais como um meio de trazer alívio ao estresse psicoemocional, autoaf insatisfeitas ou de comunicação, mantendo diversos rituais. 103 metodológico. Após a aplicação dos critérios de elegibilidade, 6 estudos foram selecionados para embasar a presente revisão. Os estudos incluídos tiveram sua qualidade metodológica meio do instrumento JBI Critical Appraisal Checklist, e os dados extraídos seguiram formulário padronizado elaborado pelos autores. Fluxograma da seleção dos estudos para compor a revisão Elaborada pelos autores (2025). RESULTADOS E DISCUSSÃO De acordo com Sena (2022), o comportamento alimentar hoje é chamado de conjunto de hábitos associados à alimentação, pode ser normal ou patológico e normalmente significa comer para satisfazer a fome e as necessidades nutricionais, na busca de comportamento alimentar adequado ao equilíbrio energético do corpo formado. O comportamento alimentar patológico é quando uma pessoa adota os alimentos de propriedades adicionais como um meio de trazer alívio ao estresse psicoemocional, autoaf irmação, cobrança de necessidades insatisfeitas ou de comunicação, mantendo diversos rituais. metodológico. Após a aplicação dos critérios de elegibilidade, 6 estudos foram selecionados para embasar a presente revisão. Os estudos incluídos tiveram sua qualidade metodológica meio do instrumento JBI Critical Appraisal Checklist, e os dados extraídos De acordo com Sena (2022), o comportamento alimentar hoje é chamado de conjunto de hábitos associados à alimentação, pode ser normal ou patológico e normalmente significa na busca de comportamento alimentar adequado ao equilíbrio energético do corpo formado. O comportamento alimentar patológico é quando uma pessoa adota os alimentos de propriedades adicionais como um meio irmação, cobrança de necessidades Sena (2022) descreve os tipos mais comuns de transtornos alimentares, que incluem fatores: externos, emocionais e restritivos. Onde o desequilíbrio ocasio externos está associado a uma resposta aumentada a estímulos externos de consumo de alimentos, como uma vitrine de supermercado, uma mesa lindamente postada ou anúncios de alimentos. No emocional, o estímulo pessoa tenta aliviar com alimentos altamente calóricos, muitas vezes ricos em carboidratos e gorduras. O tipo restritivo, é caracterizado pela alternância de períodos de dieta rigorosa com períodos de excessos no contexto de uma esp mais graves desse tipo são a anorexia nervosa e a bulimia nervosa que são condições patológicas que podem prejudicar muito a saúde e exigem acompanhamento integral por médicos de diversas especialidades, incl Existem vários tipos de transtornos alimentares que acometem as mulheres. Segundo Almeida (2023), os transtornos alimentares são mais prevalentes em mulheres do que em homens. Desse modo, os transtornos sexos, porém, apresentam maior prevalência nas mulheres, levando a quadros importantes e graves de desnutrição, cansaço, problemas psicológicos e cognitivos. Esses transtornos podem ser desencadeados por conflitos familiares, no qual são um traço comum em muitos casos, além disso, a pressão da família sobre um peso corporal também é um fator importante, como envolvimento exagerado, rigidez, superproteção e negação são características comuns. Sendo assim, a s causas desses transtornos devem ser investigadas para que se alcance um adequado padrão nutricional. Um estudo mencionado por Almeida (2023), apontou que um dos transtornos alimentares mais prevalentes nas mulheres é o transtorno da compulsão periód casos periódicos de compulsão alimentar nos quais a pessoa sente culpa ao comer e um forte descontrole ao se alimentar, porém diferente da bulimia nervosa, não é seguido de atos purgatórios, logo pessoas com TCP normalmente estão ob disso, a bulimia (BN) é um transtorno muito comum em adultos, sendo de 1% a 4% das mulheres jovens, caracterizado por episódios de compulsão em tempo rápido e com grandes quantidades de um alimento, seguido por vários mét alimento por conta do medo de engordar. Outro transtorno mencionado é a anorexia nervosa (AN), definida por uma diminuição acentuada e consecutiva da ingestão de alimentos resultando em uma queda de peso corporal inade pessoa. Ela se inicia por uma busca anormal pela magreza extrema, associado a distorção de 104 Sena (2022) descreve os tipos mais comuns de transtornos alimentares, que incluem fatores: externos, emocionais e restritivos. Onde o desequilíbrio ocasio externos está associado a uma resposta aumentada a estímulos externos de consumo de alimentos, como uma vitrine de supermercado, uma mesa lindamente postada ou anúncios de alimentos. No emocional, o estímulo -chave não é a fome, mas o desco nforto emocional, que a pessoa tenta aliviar com alimentos altamente calóricos, muitas vezes ricos em carboidratos e gorduras. O tipo restritivo, é caracterizado pela alternância de períodos de dieta rigorosa com períodos de excessos no contexto de uma esp écie de "depressão alimentar", as manifestações mais graves desse tipo são a anorexia nervosa e a bulimia nervosa que são condições patológicas que podem prejudicar muito a saúde e exigem acompanhamento integral por médicos de diversas especialidades, incl usive psiquiatras, psicólogos e nutricionistas. Existem vários tipos de transtornos alimentares que acometem as mulheres. Segundo os transtornos alimentares são mais prevalentes em mulheres do que em homens. Desse modo, os transtornos alimentares estão presentes em pessoas de ambos os sexos, porém, apresentam maior prevalência nas mulheres, levando a quadros importantes e graves de desnutrição, cansaço, problemas psicológicos e cognitivos. Esses transtornos podem conflitos familiares, no qual são um traço comum em muitos casos, além disso, a pressão da família sobre um peso corporal também é um fator importante, como envolvimento exagerado, rigidez, superproteção e negação são características comuns. Sendo s causas desses transtornos devem ser investigadas para que se alcance um adequado Um estudo mencionado por Almeida (2023), apontou que um dos transtornos alimentares mais prevalentes nas mulheres é o transtorno da compulsão periód ica (TCP), definido por casos periódicos de compulsão alimentar nos quais a pessoa sente culpa ao comer e um forte descontrole ao se alimentar, porém diferente da bulimia nervosa, não é seguido de atos purgatórios, logo pessoas com TCP normalmente estão ob esas ou acima do peso ideal. Além disso, a bulimia (BN) é um transtorno muito comum em adultos, sendo de 1% a 4% das mulheres jovens, caracterizado por episódios de compulsão em tempo rápido e com grandes quantidades de um alimento, seguido por vários mét odos compensatórios de eliminação do alimento por conta do medo de engordar. Outro transtorno mencionado é a anorexia nervosa (AN), definida por uma diminuição acentuada e consecutiva da ingestão de alimentos resultando em uma queda de peso corporal inade quada para a idade, sexo e saúde física da pessoa. Ela se inicia por uma busca anormal pela magreza extrema, associado a distorção de Sena (2022) descreve os tipos mais comuns de transtornos alimentares, que incluem fatores: externos, emocionais e restritivos. Onde o desequilíbrio ocasio nado por fatores externos está associado a uma resposta aumentada a estímulos externos de consumo de alimentos, como uma vitrine de supermercado, uma mesa lindamente postada ou anúncios de nforto emocional, que a pessoa tenta aliviar com alimentos altamente calóricos, muitas vezes ricos em carboidratos e gorduras. O tipo restritivo, é caracterizado pela alternância de períodos de dieta rigorosa com écie de "depressão alimentar", as manifestações mais graves desse tipo são a anorexia nervosa e a bulimia nervosa que são condições patológicas que podem prejudicar muito a saúde e exigem acompanhamento integral por usive psiquiatras, psicólogos e nutricionistas. Existem vários tipos de transtornos alimentares que acometem as mulheres. Segundo os transtornos alimentares são mais prevalentes em mulheres do que em alimentares estão presentes em pessoas de ambos os sexos, porém, apresentam maior prevalência nas mulheres, levando a quadros importantes e graves de desnutrição, cansaço, problemas psicológicos e cognitivos. Esses transtornos podem conflitos familiares, no qual são um traço comum em muitos casos, além disso, a pressão da família sobre um peso corporal também é um fator importante, como envolvimento exagerado, rigidez, superproteção e negação são características comuns. Sendo s causas desses transtornos devem ser investigadas para que se alcance um adequado Um estudo mencionado por Almeida (2023), apontou que um dos transtornos alimentares ica (TCP), definido por casos periódicos de compulsão alimentar nos quais a pessoa sente culpa ao comer e um forte descontrole ao se alimentar, porém diferente da bulimia nervosa, não é seguido de atos esas ou acima do peso ideal. Além disso, a bulimia (BN) é um transtorno muito comum em adultos, sendo de 1% a 4% das mulheres jovens, caracterizado por episódios de compulsão em tempo rápido e com grandes odos compensatórios de eliminação do alimento por conta do medo de engordar. Outro transtorno mencionado é a anorexia nervosa (AN), definida por uma diminuição acentuada e consecutiva da ingestão de alimentos quada para a idade, sexo e saúde física da pessoa. Ela se inicia por uma busca anormal pela magreza extrema, associado a distorção de imagem corporal e a preocupação incessante de ganhar peso. Muitas mulheres com anorexia se consideram acima do peso, mesmo desnutridas. Segundo Mutti (2023), o transtorno alimentar relacionado ao sono (TERS) apresenta episódios recorrentes de alimentação disfuncional na transição do sono noturno para o despertar, tipi camente associados à redução da consciência. O consumo de alimentos não comestíveis/tóxicos e comportamentos potencialmente prejudiciais podem ser observados, com diversas consequências adversas à s isolado ou associado a outros distúrbios do sono, como parassonia do sono NREM, RLS e AOS. O SRED é causador de danos a saúde, principalmente devido ao agonista do receptor de benzodiazepínico zolpidem ou associado a antidepressivos tricíclic medicamentos antipsicóticos e oxibato de sódio. O SRED também pode se sobrepor a outros transtornos alimentares, como AN e BN, com prevalência estimada em cerca de 5%, frequentemente associada a sentimentos de depressão e disso Podese afirmar que os transtornos alimentares possuem raízes profundas no contexto psicológico. Alguns estudos mostram que mulheres com transtornos alimentares têm uma alta prevalência de sintomas de depressão e ansiedade. A pressão socia corporal, a insatisfação com a aparência física e a intensa preocupação com o peso e a forma corporal podem contribuir para o desenvolvimento desses transtornos de saúde mental. Além de questões como baixa autoestima, perfeccionismo desempenhar um papel significativo no desenvolvimento e na manutenção desses distúrbios. Além disso, os altos níveis de ansiedade e depressão em mulheres adultas causam que preocupação constante com a alimentação, peso e forma sentimentos de inadequação e autocrítica que contribuem para o desenvolvimento desses transtornos de saúde mental, tendo como consequência padrões inatingíveis para si mesmas, o que contribui para a manutenção do transtorno. A história da formação das visões sobre os transtornos alimentares está enraizada em um passado distante. Fontes do século XVI já contém uma menção à magreza divina e a descrição de um comportamento característico pela absorção de uma grande quantidade de al imentos, seguida da eliminação por meio do vômito (SENA, 2022). Sena (2022), também enfatiza que existem muitas causas para um transtorno alimentar. O desenvolvimento geralmente é multifatorial, e estresses agudos também são positivos para o desenvolvimen As mulheres com transtornos alimentares frequentemente sofrem com a baixa autoestima e 105 imagem corporal e a preocupação incessante de ganhar peso. Muitas mulheres com anorexia se consideram acima do peso, mesmo estando em baixo peso, passando fome ou gravemente Segundo Mutti (2023), o transtorno alimentar relacionado ao sono (TERS) apresenta episódios recorrentes de alimentação disfuncional na transição do sono noturno para o camente associados à redução da consciência. O consumo de alimentos não comestíveis/tóxicos e comportamentos potencialmente prejudiciais podem ser observados, com diversas consequências adversas à s aúde eventualmente. Ele também isolado ou associado a outros distúrbios do sono, como parassonia do sono NREM, RLS e AOS. O SRED é causador de danos a saúde, principalmente devido ao agonista do receptor de benzodiazepínico zolpidem ou associado a antidepressivos tricíclic os, anticolinérgicos, lítio, medicamentos antipsicóticos e oxibato de sódio. O SRED também pode se sobrepor a outros transtornos alimentares, como AN e BN, com prevalência estimada em cerca de 5%, frequentemente associada a sentimentos de depressão e disso ciação. se afirmar que os transtornos alimentares possuem raízes profundas no contexto psicológico. Alguns estudos mostram que mulheres com transtornos alimentares têm uma alta prevalência de sintomas de depressão e ansiedade. A pressão socia l relacionada à imagem corporal, a insatisfação com a aparência física e a intensa preocupação com o peso e a forma corporal podem contribuir para o desenvolvimento desses transtornos de saúde mental. Além de questões como baixa autoestima, perfeccionismo e traumas passados que podem desempenhar um papel significativo no desenvolvimento e na manutenção desses distúrbios. Além disso, os altos níveis de ansiedade e depressão em mulheres adultas causam que preocupação constante com a alimentação, peso e forma corporal, juntamente com os sentimentos de inadequação e autocrítica que contribuem para o desenvolvimento desses transtornos de saúde mental, tendo como consequência padrões inatingíveis para si mesmas, o que contribui para a manutenção do transtorno. história da formação das visões sobre os transtornos alimentares está enraizada em um passado distante. Fontes do século XVI já contém uma menção à magreza divina e a descrição de um comportamento característico pela absorção de uma grande quantidade de imentos, seguida da eliminação por meio do vômito (SENA, 2022). Sena (2022), também enfatiza que existem muitas causas para um transtorno alimentar. O desenvolvimento geralmente é multifatorial, e estresses agudos também são positivos para o desenvolvimen As mulheres com transtornos alimentares frequentemente sofrem com a baixa autoestima e imagem corporal e a preocupação incessante de ganhar peso. Muitas mulheres com anorexia estando em baixo peso, passando fome ou gravemente Segundo Mutti (2023), o transtorno alimentar relacionado ao sono (TERS) apresenta episódios recorrentes de alimentação disfuncional na transição do sono noturno para o camente associados à redução da consciência. O consumo de alimentos não comestíveis/tóxicos e comportamentos potencialmente prejudiciais podem ser observados, aúde eventualmente. Ele também pode aparecer isolado ou associado a outros distúrbios do sono, como parassonia do sono NREM, RLS e AOS. O SRED é causador de danos a saúde, principalmente devido ao agonista do receptor de os, anticolinérgicos, lítio, medicamentos antipsicóticos e oxibato de sódio. O SRED também pode se sobrepor a outros transtornos alimentares, como AN e BN, com prevalência estimada em cerca de 5%, se afirmar que os transtornos alimentares possuem raízes profundas no contexto psicológico. Alguns estudos mostram que mulheres com transtornos alimentares têm uma alta l relacionada à imagem corporal, a insatisfação com a aparência física e a intensa preocupação com o peso e a forma corporal podem contribuir para o desenvolvimento desses transtornos de saúde mental. Além e traumas passados que podem desempenhar um papel significativo no desenvolvimento e na manutenção desses distúrbios. Além disso, os altos níveis de ansiedade e depressão em mulheres adultas causam que corporal, juntamente com os sentimentos de inadequação e autocrítica que contribuem para o desenvolvimento desses transtornos de saúde mental, tendo como consequência padrões inatingíveis para si mesmas, o história da formação das visões sobre os transtornos alimentares está enraizada em um passado distante. Fontes do século XVI já contém uma menção à magreza divina e a descrição de um comportamento característico pela absorção de uma grande quantidade de imentos, seguida da eliminação por meio do vômito (SENA, 2022). Sena (2022), também enfatiza que existem muitas causas para um transtorno alimentar. O desenvolvimento geralmente é multifatorial, e estresses agudos também são positivos para o desenvolvimen to. As mulheres com transtornos alimentares frequentemente sofrem com a baixa autoestima e uma percepção distorcida de sua própria aparência física. Elas tendem a superestimar o peso corporal e a insatisfação com a imagem corporal (ALMEIDA, podem levar a mulher ao isolamento social e a dificuldades para manter relacionamentos interpessoais. cardiovascular e outros diagnósticos subsequentes que afetam o corpo e a psiqu lado, os transtornos alimentares são tratáveis e vários métodos psicoterapêuticos podem ser usados para terapia. Essas abordagens também fluem para a terapia nutricional individual com o auxílio do nutricionista. Segundo Alvarenga (202 mantenha atualizado sobre as condições de saúde mental, seus efeitos, os medicamentos envolvidos e os fatores correlatos. A atuação desses profissionais na saúde mental evoluiu de um foco i nicial no impacto da alimentação sobre os estados emocionais para uma abordagem mais integrada e especializada. Essa perspectiva contemporânea permite a nutrição como componente essencial tanto no tratamento quanto na promoção do bem Nutricio nistas especializados nesse tema podem atuar em diversos contextos e locais, como: hospitais psiquiátricos; Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); clínicas e consultórios particulares; centros de reabilitação psicossocial; unidades básicas de saúde; além instituições de ensino e pesquisa, entre outros. Guadagnin (2022), considera que uma das técnicas da Nutrição Comportamental, o ME ou “atenção plena ao comer”, se tornou entre os nutricionistas um recurso inovador para lidar com a ansiedade no contexto da epidemia global de obesidade. Nessa técnica, o indivíduo deve ser direcionado pela experiência interna, que é única e atentar sensoriais dos alimentos, e assim, saber totalmente seriamente seu corpo sem utilizar a fome em ocional. O Terapeuta nutricional atua ajudando o paciente a tornar viável a execução do planejamento alimentar, por meio de técnicas como “Entrevista Motivacional”, “Comer Intuitivo”, “Comer em Atenção Plena”, “Terapia Cognitivo Comportamental”. Visto que, comportamento alimentar, ligado à identidade social, reflete todos os aspectos relacionados ao indivíduo sejam psicológicos, fisiológicos ou fatores externos. Através da análise do comportamento alimentar do indivíduo, o TN é a ponte para tor nar o consumo alimentar uma relação saudável e consciente, onde a comida se torna aliada e não inimiga do paciente, em especial nas mulheres. Ultimamente a comida tem sido associada a sentimentos de prazer e culpa. A culpa pode levar a mudança de comportam ou ao sentimento de impotência e perda de controle, afetando a qualidade de vida, a 106 uma percepção distorcida de sua própria aparência física. Elas tendem a superestimar o peso corporal e a insatisfação com a imagem corporal (ALMEIDA, et al podem levar a mulher ao isolamento social e a dificuldades para manter relacionamentos interpessoais. Se não forem tratados, podem levar a doenças do sistema cardiovascular e outros diagnósticos subsequentes que afetam o corpo e a psiqu lado, os transtornos alimentares são tratáveis e vários métodos psicoterapêuticos podem ser usados para terapia. Essas abordagens também fluem para a terapia nutricional individual com Segundo Alvarenga (202 5), diante desse contexto é imprescindível que o nutricionista se mantenha atualizado sobre as condições de saúde mental, seus efeitos, os medicamentos envolvidos e os fatores correlatos. A atuação desses profissionais na saúde mental evoluiu de nicial no impacto da alimentação sobre os estados emocionais para uma abordagem mais integrada e especializada. Essa perspectiva contemporânea permite a nutrição como componente essencial tanto no tratamento quanto na promoção do bem nistas especializados nesse tema podem atuar em diversos contextos e locais, como: hospitais psiquiátricos; Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); clínicas e consultórios particulares; centros de reabilitação psicossocial; unidades básicas de saúde; além instituições de ensino e pesquisa, entre outros. Guadagnin (2022), considera que uma das técnicas da Nutrição Comportamental, o ME ou “atenção plena ao comer”, se tornou entre os nutricionistas um recurso inovador para lidar contexto da epidemia global de obesidade. Nessa técnica, o indivíduo deve ser direcionado pela experiência interna, que é única e atentar sensoriais dos alimentos, e assim, saber totalmente seriamente seu corpo sem utilizar a fome ocional. O Terapeuta nutricional atua ajudando o paciente a tornar viável a execução do planejamento alimentar, por meio de técnicas como “Entrevista Motivacional”, “Comer Intuitivo”, “Comer em Atenção Plena”, “Terapia Cognitivo Comportamental”. Visto que, comportamento alimentar, ligado à identidade social, reflete todos os aspectos relacionados ao indivíduo sejam psicológicos, fisiológicos ou fatores externos. Através da análise do comportamento alimentar do indivíduo, o TN é a ponte para nar o consumo alimentar uma relação saudável e consciente, onde a comida se torna aliada e não inimiga do paciente, em especial nas mulheres. Ultimamente a comida tem sido associada a sentimentos de prazer e culpa. A culpa pode levar a mudança de comportam ou ao sentimento de impotência e perda de controle, afetando a qualidade de vida, a uma percepção distorcida de sua própria aparência física. Elas tendem a superestimar o peso et al .,2023). Esses fatores podem levar a mulher ao isolamento social e a dificuldades para manter -se em Se não forem tratados, podem levar a doenças do sistema cardiovascular e outros diagnósticos subsequentes que afetam o corpo e a psiqu e, por outro lado, os transtornos alimentares são tratáveis e vários métodos psicoterapêuticos podem ser usados para terapia. Essas abordagens também fluem para a terapia nutricional individual com 5), diante desse contexto é imprescindível que o nutricionista se mantenha atualizado sobre as condições de saúde mental, seus efeitos, os medicamentos envolvidos e os fatores correlatos. A atuação desses profissionais na saúde mental evoluiu de nicial no impacto da alimentação sobre os estados emocionais para uma abordagem mais integrada e especializada. Essa perspectiva contemporânea permite a nutrição como componente essencial tanto no tratamento quanto na promoção do bem -estar mental. nistas especializados nesse tema podem atuar em diversos contextos e locais, como: hospitais psiquiátricos; Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); clínicas e consultórios particulares; centros de reabilitação psicossocial; unidades básicas de saúde; além de Guadagnin (2022), considera que uma das técnicas da Nutrição Comportamental, o ME ou “atenção plena ao comer”, se tornou entre os nutricionistas um recurso inovador para lidar contexto da epidemia global de obesidade. Nessa técnica, o indivíduo deve ser direcionado pela experiência interna, que é única e atentar -se às características sensoriais dos alimentos, e assim, saber totalmente seriamente seu corpo sem utilizar a fome ocional. O Terapeuta nutricional atua ajudando o paciente a tornar viável a execução do planejamento alimentar, por meio de técnicas como “Entrevista Motivacional”, “Comer Intuitivo”, “Comer em Atenção Plena”, “Terapia Cognitivo Comportamental”. Visto que, o comportamento alimentar, ligado à identidade social, reflete todos os aspectos relacionados ao Através da análise do comportamento alimentar do indivíduo, o TN é a ponte para nar o consumo alimentar uma relação saudável e consciente, onde a comida se torna aliada e não inimiga do paciente, em especial nas mulheres. Ultimamente a comida tem sido associada a sentimentos de prazer e culpa. A culpa pode levar a mudança de comportam ento ou ao sentimento de impotência e perda de controle, afetando a qualidade de vida, a