VIVÊNCIA E CONCEPÇÃO DA MULHER ACERCA DO CLIMATÉRIO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Abstract
Autores Paula Raiane Martins Da Silva Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Santa Terezinha Mikeias Da Silva De Macedo Graduado em Enfermagem pelo Centro Universitário Santa Terezinha Eshley Alana Paixão Linhares Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Santa Terezinha Elayne Santos Silva de Souza Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário UniFTC Josiane Könzgen Schneid Graduanda em Farmácia pela Universidade Federal de Pelotas-RS
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4. VIVÊNCIA E CONCEPÇÃO DA MULHER ACERCA DO CLIMATÉRIO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. Women’s Experience and Conc Email do autor: RESUMO O climatério representa uma etapa inevitável e profundamente significativa na trajetória de vida da mulher, marcada pela transição do período reprodutivo para o não reprodutivo, acompanhada por alterações físicas, emocionais e sociais. O objetivo é analisa concepção da mulher acerca do climatério, considerando as dimensões biológicas, psicológicas e sociais que influenciam sua qualidade de vida. Trata bibliográfica e de um estudo descritivo dados secundários provenientes de estudos de corte, ensaios clínicos e investigações transversais publicados entre 2015 e 2025, nas bases de dados PubMed, Scopus, Web of Science, Lilacs e SciELO. Foram incluídas pesquisas sobre mulheres com i anos que abordavam e que apresentavam relevância científica comprovada. Foram excluídas pesquisas que não abordavam diretamente o climatério, estudos com amostras de populações masculinas ou faixas etárias inferiores, além de trabalhos d completo. Os estudos analisados indicam que o climatério não deve ser visto como uma doença, mas como uma fase natural da vida feminina, marcada por transformações físicas, emocionais e sociais. Os resultados evidenciaram q singular por cada mulher, sendo influenciado por fatores culturais, familiares, ambientais e emocionais. Assim, ações de saúde pautadas na escuta, empatia e educação são essenciais para promover bemestar e qualidade d compreendido como um processo biopsicossocial que requer abordagem integral e humanizada. O fortalecimento das políticas públicas e a educação em saúde contribuem para que as mulheres enfrentem essa transição co reconhecendo o climatério como uma oportunidade de renovação e não de perda. 43 VIVÊNCIA E CONCEPÇÃO DA MULHER ACERCA DO CLIMATÉRIO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. Women’s Experience and Conc eption Regarding the Climacteric: A Literature Review. EIXO TEMÁTICO: CLIMATÉRIO Paula Raiane Martins Da Silva Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Santa Terezinha Mikeias Da Silva De Macedo Graduado em Enfermagem pelo Centro Universitário Eshley Alana Paixão Linhares Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Santa Terezinha Elayne Santos Silva de Souza Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário UniFTC Josiane Könzgen Schneid Graduanda em Farmácia pela Universidad mail do autor: [email protected] O climatério representa uma etapa inevitável e profundamente significativa na trajetória de vida da mulher, marcada pela transição do período reprodutivo para o não reprodutivo, acompanhada por alterações físicas, emocionais e sociais. O objetivo é analisa concepção da mulher acerca do climatério, considerando as dimensões biológicas, psicológicas e sociais que influenciam sua qualidade de vida. Trata bibliográfica e de um estudo descritivo - analítico com abordagem qualitati dados secundários provenientes de estudos de corte, ensaios clínicos e investigações transversais publicados entre 2015 e 2025, nas bases de dados PubMed, Scopus, Web of Science, Lilacs e SciELO. Foram incluídas pesquisas sobre mulheres com i anos que abordavam e que apresentavam relevância científica comprovada. Foram excluídas pesquisas que não abordavam diretamente o climatério, estudos com amostras de populações masculinas ou faixas etárias inferiores, além de trabalhos d uplicados ou sem acesso ao texto completo. Os estudos analisados indicam que o climatério não deve ser visto como uma doença, mas como uma fase natural da vida feminina, marcada por transformações físicas, emocionais e sociais. Os resultados evidenciaram q ue o climatério é vivenciado de forma singular por cada mulher, sendo influenciado por fatores culturais, familiares, ambientais e emocionais. Assim, ações de saúde pautadas na escuta, empatia e educação são essenciais estar e qualidade d e vida. Concluise que o climatério deve ser compreendido como um processo biopsicossocial que requer abordagem integral e humanizada. O fortalecimento das políticas públicas e a educação em saúde contribuem para que as mulheres enfrentem essa transição co m autonomia, autoestima, equilíbrio e bem reconhecendo o climatério como uma oportunidade de renovação e não de perda. VIVÊNCIA E CONCEPÇÃO DA MULHER ACERCA DO CLIMATÉRIO: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. eption Regarding the Climacteric: A Literature Review. Paula Raiane Martins Da Silva Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Santa Terezinha Mikeias Da Silva De Macedo Graduado em Enfermagem pelo Centro Universitário Santa Terezinha Eshley Alana Paixão Linhares Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário Santa Terezinha Elayne Santos Silva de Souza Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário UniFTC Josiane Könzgen Schneid Graduanda em Farmácia pela Universidad e Federal de Pelotas-RS O climatério representa uma etapa inevitável e profundamente significativa na trajetória de vida da mulher, marcada pela transição do período reprodutivo para o não reprodutivo, acompanhada por alterações físicas, emocionais e sociais. O objetivo é analisa r a vivência e a concepção da mulher acerca do climatério, considerando as dimensões biológicas, psicológicas e sociais que influenciam sua qualidade de vida. Trata -se de uma revisão analítico com abordagem qualitati va baseado em dados secundários provenientes de estudos de corte, ensaios clínicos e investigações transversais publicados entre 2015 e 2025, nas bases de dados PubMed, Scopus, Web of Science, Lilacs e SciELO. Foram incluídas pesquisas sobre mulheres com i dade superior a 40 anos que abordavam e que apresentavam relevância científica comprovada. Foram excluídas pesquisas que não abordavam diretamente o climatério, estudos com amostras de populações uplicados ou sem acesso ao texto completo. Os estudos analisados indicam que o climatério não deve ser visto como uma doença, mas como uma fase natural da vida feminina, marcada por transformações físicas, ue o climatério é vivenciado de forma singular por cada mulher, sendo influenciado por fatores culturais, familiares, ambientais e emocionais. Assim, ações de saúde pautadas na escuta, empatia e educação são essenciais se que o climatério deve ser compreendido como um processo biopsicossocial que requer abordagem integral e humanizada. O fortalecimento das políticas públicas e a educação em saúde contribuem para m autonomia, autoestima, equilíbrio e bem -estar, reconhecendo o climatério como uma oportunidade de renovação e não de perda.
PalavrasChaves: Palavras Envelhecimento; Promoção da Saúde. ABSTRACT Climacteric represents an inevitable and profoundly significant stage in a woman’s life trajectory, marked by the transition from the reproductive to the non accompanied by physical, emotional, and social changes. The objective is to a experiences and perceptions of the climacteric, considering the biological, psychological, and social dimensions that influence their quality of life. This is a bibliographic review and descriptiveanalytical study with a qualitative approac studies, clinical trials, and cross the PubMed, Scopus, Web of Science, Lilacs, and SciELO databases. Studies including women over 40 years old with scientif address the climacteric, involved male populations or younger age groups, or were duplicated or inaccessible in full text were excluded. The analyzed studies indicate that the climacteric should not be seen as a disease but as a natural phase of female life, characterized by physical, emotional, and social transformations. Results showed that each woman experiences the climacteric uniquely, influenced by cultural, familial, environmental, and emotion Therefore, health actions based on listening, empathy, and education are essential to promote wellbeing and quality of life. It is concluded that the climacteric should be understood as a biopsychosocial process requiring an integral and human policies and health education contributes to women facing this transition with autonomy, self esteem, balance, and well - rather than loss. Keywords: Climact eric; Women’s Health; Quality of Life; Aging; Health Promotion INTRODUÇÃO O envelhecimento populacional representa uma realidade demográfica no Brasil, especialmente entre as mulheres. De acordo com dados do IBGE de 2013, a expectativa de vida feminina é de 78,6 anos, superando a masculina em 7,3 anos. Como consequência, projetase para os próximos anos um crescimento gradual na demanda pelos serviços de saúde, principalmente por mulheres que apresentam diferentes queixas relacionadas à fase de transição hormonal (ASSUNÇÃO Esse período de transição reprodutiva é um processo biológico que acompanha o envelhecimento feminino. Nessa etapa marca o início das alterações decorrentes da redução 44 Chaves: Palavras -Chave: Climatério; Saúde da Mulher; Qualidade de Vida; Envelhecimento; Promoção da Saúde. Climacteric represents an inevitable and profoundly significant stage in a woman’s life trajectory, marked by the transition from the reproductive to the non accompanied by physical, emotional, and social changes. The objective is to a experiences and perceptions of the climacteric, considering the biological, psychological, and social dimensions that influence their quality of life. This is a bibliographic review and analytical study with a qualitative approac h, based on secondary data from cohort studies, clinical trials, and cross - sectional investigations published between 2015 and 2025 in the PubMed, Scopus, Web of Science, Lilacs, and SciELO databases. Studies including women over 40 years old with scientif ic relevance were included. Studies that did not directly address the climacteric, involved male populations or younger age groups, or were duplicated or inaccessible in full text were excluded. The analyzed studies indicate that the climacteric be seen as a disease but as a natural phase of female life, characterized by physical, emotional, and social transformations. Results showed that each woman experiences the climacteric uniquely, influenced by cultural, familial, environmental, and emotion Therefore, health actions based on listening, empathy, and education are essential to promote being and quality of life. It is concluded that the climacteric should be understood as a biopsychosocial process requiring an integral and human ized approach. Strengthening public policies and health education contributes to women facing this transition with autonomy, self - being, recognizing the climacteric as an opportunity for renewal eric; Women’s Health; Quality of Life; Aging; Health Promotion O envelhecimento populacional representa uma realidade demográfica no Brasil, especialmente entre as mulheres. De acordo com dados do IBGE de 2013, a expectativa de de 78,6 anos, superando a masculina em 7,3 anos. Como consequência, se para os próximos anos um crescimento gradual na demanda pelos serviços de saúde, principalmente por mulheres que apresentam diferentes queixas relacionadas à fase de hormonal (ASSUNÇÃO et al., 2017). Esse período de transição reprodutiva é um processo biológico que acompanha o envelhecimento feminino. Nessa etapa marca o início das alterações decorrentes da redução Climatério; Saúde da Mulher; Qualidade de Vida; Climacteric represents an inevitable and profoundly significant stage in a woman’s life trajectory, marked by the transition from the reproductive to the non -reproductive period, accompanied by physical, emotional, and social changes. The objective is to a nalyze women’s experiences and perceptions of the climacteric, considering the biological, psychological, and social dimensions that influence their quality of life. This is a bibliographic review and h, based on secondary data from cohort sectional investigations published between 2015 and 2025 in the PubMed, Scopus, Web of Science, Lilacs, and SciELO databases. Studies including ic relevance were included. Studies that did not directly address the climacteric, involved male populations or younger age groups, or were duplicated or inaccessible in full text were excluded. The analyzed studies indicate that the climacteric be seen as a disease but as a natural phase of female life, characterized by physical, emotional, and social transformations. Results showed that each woman experiences the climacteric uniquely, influenced by cultural, familial, environmental, and emotion al factors. Therefore, health actions based on listening, empathy, and education are essential to promote being and quality of life. It is concluded that the climacteric should be understood as a ized approach. Strengthening public policies and health education contributes to women facing this transition with autonomy, self - being, recognizing the climacteric as an opportunity for renewal eric; Women’s Health; Quality of Life; Aging; Health Promotion O envelhecimento populacional representa uma realidade demográfica no Brasil, especialmente entre as mulheres. De acordo com dados do IBGE de 2013, a expectativa de de 78,6 anos, superando a masculina em 7,3 anos. Como consequência, se para os próximos anos um crescimento gradual na demanda pelos serviços de saúde, principalmente por mulheres que apresentam diferentes queixas relacionadas à fase de Esse período de transição reprodutiva é um processo biológico que acompanha o envelhecimento feminino. Nessa etapa marca o início das alterações decorrentes da redução
dos níveis hormonais de estrogênio e progesterona (pré primeiro ano de amenorreia (menopausa) até o fim da vida. Essas mudanças estão relacionadas à atresia folicular, um processo que tem início desde a menarca e atinge seu auge por volta dos 50 anos de idade, podendo ocorrer de diversos fatores individuais (BOTELHO Geralmente, o climatério tem início entre os 40 e 55 anos e envolve transformações biológicas e metabólicas significativas. Além disso, é um período marcado por mo no estilo de vida e por impactos psicológicos, influenciados pelo ambiente familiar e social da mulher (BOTELHO et al ., 2022). As mudanças fisiológicas que ocorrem durante a fase de transição hormonal feminina, mesmo apresentando intensidades va geral. Essas alterações não necessariamente reduzem o prazer sexual, mas podem influenciar a resposta sexual, tornandoa mais lenta e menos satisfatória, o que pode gerar insatisfação. A dispareunia, c aracterizada pela dor durante o ato sexual, decorrente do ressecamento vaginal associado ao hipoestrogenismo, é um dos principais fatores que contribuem para o desconforto e para possíveis alterações na vida sexual da mulher (SILVA Além das questões fisiológicas, é fundamental considerar outros fatores que estão intimamente ligados ao surgimento dos sinais e sintomas durante o climatério. Santos et al. (2017) destacam que, além das alterações hormonais, é necessário analisar as condi vida dessas mulheres, bem como aspectos culturais e sociais que influenciam sua experiência nesse período. Dessa forma, é importante atentar lazer, nível de renda, prática de atividade física, hábitos de saúd sexualidade, inserção religiosa, engajamento profissional e redes de apoio social. Esses fatores podem interagir entre si e potencializar ou minimizar os impactos das mudanças fisiológicas, influenciando diretamente o bem No que diz respeito aos aspectos psicológicos que acompanham o período climatérico, diversos estudos apontam uma ampla gama de queixas que afetam a saúde mental e a qualidade de vida das mulheres. Uma parte significativ relacionados a transtornos mentais, com alta prevalência de transtornos depressivos e ansiosos. Entre os sintomas mais frequentes estão nervosismo, preocupação excessiva, tensão, labilidade emocional e irritabilidade, e esfera emocional e psicológica das mulheres (MARTINS 45 dos níveis hormonais de estrogênio e progesterona (pré - menopausa), estendendo primeiro ano de amenorreia (menopausa) até o fim da vida. Essas mudanças estão relacionadas à atresia folicular, um processo que tem início desde a menarca e atinge seu auge por volta dos 50 anos de idade, podendo ocorrer de maneira antecipada ou tardia, conforme diversos fatores individuais (BOTELHO et al., 2022). Geralmente, o climatério tem início entre os 40 e 55 anos e envolve transformações biológicas e metabólicas significativas. Além disso, é um período marcado por mo no estilo de vida e por impactos psicológicos, influenciados pelo ambiente familiar e social da ., 2022). As mudanças fisiológicas que ocorrem durante a fase de transição hormonal feminina, mesmo apresentando intensidades va riadas entre as mulheres, podem impactar seu bem geral. Essas alterações não necessariamente reduzem o prazer sexual, mas podem influenciar a a mais lenta e menos satisfatória, o que pode gerar insatisfação. A aracterizada pela dor durante o ato sexual, decorrente do ressecamento vaginal associado ao hipoestrogenismo, é um dos principais fatores que contribuem para o desconforto e para possíveis alterações na vida sexual da mulher (SILVA Além das questões fisiológicas, é fundamental considerar outros fatores que estão intimamente ligados ao surgimento dos sinais e sintomas durante o climatério. Santos et al. (2017) destacam que, além das alterações hormonais, é necessário analisar as condi vida dessas mulheres, bem como aspectos culturais e sociais que influenciam sua experiência nesse período. Dessa forma, é importante atentar - se para elementos como oportunidades de lazer, nível de renda, prática de atividade física, hábitos de saúd e, postura diante da vida, sexualidade, inserção religiosa, engajamento profissional e redes de apoio social. Esses fatores podem interagir entre si e potencializar ou minimizar os impactos das mudanças fisiológicas, influenciando diretamente o bem -estar f ísico, emocional e social da mulher. No que diz respeito aos aspectos psicológicos que acompanham o período climatérico, diversos estudos apontam uma ampla gama de queixas que afetam a saúde mental e a qualidade de vida das mulheres. Uma parte significativ a dessa população apresenta sintomas relacionados a transtornos mentais, com alta prevalência de transtornos depressivos e ansiosos. Entre os sintomas mais frequentes estão nervosismo, preocupação excessiva, tensão, labilidade emocional e irritabilidade, e videnciando o impacto significativo dessa fase na esfera emocional e psicológica das mulheres (MARTINS et al., 2021). menopausa), estendendo -se pelo primeiro ano de amenorreia (menopausa) até o fim da vida. Essas mudanças estão relacionadas à atresia folicular, um processo que tem início desde a menarca e atinge seu auge maneira antecipada ou tardia, conforme Geralmente, o climatério tem início entre os 40 e 55 anos e envolve transformações biológicas e metabólicas significativas. Além disso, é um período marcado por mo dificações no estilo de vida e por impactos psicológicos, influenciados pelo ambiente familiar e social da As mudanças fisiológicas que ocorrem durante a fase de transição hormonal feminina, riadas entre as mulheres, podem impactar seu bem -estar geral. Essas alterações não necessariamente reduzem o prazer sexual, mas podem influenciar a a mais lenta e menos satisfatória, o que pode gerar insatisfação. A aracterizada pela dor durante o ato sexual, decorrente do ressecamento vaginal associado ao hipoestrogenismo, é um dos principais fatores que contribuem para o desconforto e para possíveis alterações na vida sexual da mulher (SILVA et al., 2015). Além das questões fisiológicas, é fundamental considerar outros fatores que estão intimamente ligados ao surgimento dos sinais e sintomas durante o climatério. Santos et al. (2017) destacam que, além das alterações hormonais, é necessário analisar as condi ções de vida dessas mulheres, bem como aspectos culturais e sociais que influenciam sua experiência se para elementos como oportunidades de e, postura diante da vida, sexualidade, inserção religiosa, engajamento profissional e redes de apoio social. Esses fatores podem interagir entre si e potencializar ou minimizar os impactos das mudanças fisiológicas, ísico, emocional e social da mulher. No que diz respeito aos aspectos psicológicos que acompanham o período climatérico, diversos estudos apontam uma ampla gama de queixas que afetam a saúde mental e a a dessa população apresenta sintomas relacionados a transtornos mentais, com alta prevalência de transtornos depressivos e ansiosos. Entre os sintomas mais frequentes estão nervosismo, preocupação excessiva, tensão, videnciando o impacto significativo dessa fase na
De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PAISM), a assistência à mulher deve abranger todas as suas fases cada etapa e oferecendo atenção e intervenções específicas de acordo com suas particularidades. Essa abordagem está alinhada ao princípio da integralidade, um dos fundamentos do SUS (ALENCAR, 2019). Na elaboração e i mplementação de programas e ações no âmbito do SUS, é essencial considerar informações e evidências relacionadas a fatores de risco para doenças, bem como agravos não transmissíveis. Nesse contexto, a promoção da saúde deve buscar reduzir desigualdades, fo rtalecendo a autonomia dos indivíduos e das comunidades no autocuidado, no cuidado com o ambiente e na promoção da saúde coletiva (ALENCAR, 2019). Os profissionais de saúde devem oferecer atendimento eficaz a essa população, e as unidades de saúde precisam durante a fase de mudanças hormonais. Muitas vezes, o atendimento é insuficiente, e as mulheres não recebem orientações e cuidados de forma adequada (ALENCAR, 2019). A Organização Mundial da S à escassez de estudos sobre as alterações corporais típicas desse período climatérico e suas implicações para a saúde da mulher. É importante que a atenção à saúde feminina não se restrinja apenas a os aspectos orgânicos; deve resgatando sua história de vida, valores, expectativas e desejos. Dessa forma, busca promover não apenas a longevidade, mas também uma melhor qualidade de vida (ALENCAR, 2019). A branger como as mulheres vivenciam e percebem essa etapa da vida torna portanto, um tema de grande relevância, especialmente para os profissionais de saúde, que têm a responsabilidade de esclarecer informações equivocadas e preparar a mulher para essa nova fase. Refletir sobre a complexidade da fase de transição reprodutiva implica valorizar ações que promovam a melhoria das condições de vida e de saúde feminina, por meio da oferta de informações adequadas e da desconstrução de estigmas relacionados ao Esperase, assim, contribuir, de maneira direta e indireta, para a qualidade da assistência à saúde da mulher durante essa etapa. Nesse contexto, o presente capítulo teve como objetivo compreender como as mulheres vivenciam o período climatérico e an na vida cotidiana. 46 De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PAISM), a assistência à mulher deve abranger todas as suas fases da vida, considerando a importância de cada etapa e oferecendo atenção e intervenções específicas de acordo com suas particularidades. Essa abordagem está alinhada ao princípio da integralidade, um dos fundamentos do SUS (ALENCAR, 2019). mplementação de programas e ações no âmbito do SUS, é essencial considerar informações e evidências relacionadas a fatores de risco para doenças, bem como agravos não transmissíveis. Nesse contexto, a promoção da saúde deve buscar reduzir rtalecendo a autonomia dos indivíduos e das comunidades no autocuidado, no cuidado com o ambiente e na promoção da saúde coletiva (ALENCAR, 2019). Os profissionais de saúde devem oferecer atendimento eficaz a essa população, e as unidades de saúde precisam desenvolver estratégias que respondam às demandas das mulheres durante a fase de mudanças hormonais. Muitas vezes, o atendimento é insuficiente, e as mulheres não recebem orientações e cuidados de forma adequada (ALENCAR, 2019). A Organização Mundial da S aúde destaca a relevância de pesquisas nessa área, devido à escassez de estudos sobre as alterações corporais típicas desse período climatérico e suas implicações para a saúde da mulher. É importante que a atenção à saúde feminina não se os aspectos orgânicos; deve - se considerar a subjetividade de suas queixas, resgatando sua história de vida, valores, expectativas e desejos. Dessa forma, busca promover não apenas a longevidade, mas também uma melhor qualidade de vida branger como as mulheres vivenciam e percebem essa etapa da vida torna portanto, um tema de grande relevância, especialmente para os profissionais de saúde, que têm a responsabilidade de esclarecer informações equivocadas e preparar a mulher para essa nova fase. Refletir sobre a complexidade da fase de transição reprodutiva implica valorizar ações que promovam a melhoria das condições de vida e de saúde feminina, por meio da oferta de informações adequadas e da desconstrução de estigmas relacionados ao se, assim, contribuir, de maneira direta e indireta, para a qualidade da assistência à saúde da mulher durante essa etapa. Nesse contexto, o presente capítulo teve como objetivo compreender como as mulheres vivenciam o período climatérico e an alisar suas repercussões De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PAISM), a da vida, considerando a importância de cada etapa e oferecendo atenção e intervenções específicas de acordo com suas particularidades. Essa abordagem está alinhada ao princípio da integralidade, um dos mplementação de programas e ações no âmbito do SUS, é essencial considerar informações e evidências relacionadas a fatores de risco para doenças, bem como agravos não transmissíveis. Nesse contexto, a promoção da saúde deve buscar reduzir rtalecendo a autonomia dos indivíduos e das comunidades no autocuidado, no cuidado com o ambiente e na promoção da saúde coletiva (ALENCAR, 2019). Os profissionais de saúde devem oferecer atendimento eficaz a essa população, e as desenvolver estratégias que respondam às demandas das mulheres durante a fase de mudanças hormonais. Muitas vezes, o atendimento é insuficiente, e as mulheres não recebem orientações e cuidados de forma adequada (ALENCAR, 2019). aúde destaca a relevância de pesquisas nessa área, devido à escassez de estudos sobre as alterações corporais típicas desse período climatérico e suas implicações para a saúde da mulher. É importante que a atenção à saúde feminina não se se considerar a subjetividade de suas queixas, resgatando sua história de vida, valores, expectativas e desejos. Dessa forma, busca -se promover não apenas a longevidade, mas também uma melhor qualidade de vida branger como as mulheres vivenciam e percebem essa etapa da vida torna -se, portanto, um tema de grande relevância, especialmente para os profissionais de saúde, que têm a responsabilidade de esclarecer informações equivocadas e preparar a mulher para essa nova fase. Refletir sobre a complexidade da fase de transição reprodutiva implica valorizar ações que promovam a melhoria das condições de vida e de saúde feminina, por meio da oferta de informações adequadas e da desconstrução de estigmas relacionados ao tema. se, assim, contribuir, de maneira direta e indireta, para a qualidade da assistência à saúde da mulher durante essa etapa. Nesse contexto, o presente capítulo teve como objetivo alisar suas repercussões
METODOLOGIA Tratase de uma revisão bibliográfica e de um estudo descritivo analítico baseado na análise de dados secundários referentes a estudos de corte, ensaios clínicos e investigações transversais voltadas para vivência e concepção da mulher acerca do climatério. A metodologia seguiu os seguintes procedimentos: Seleção da Literatura Foram definidos critérios de inclusão que englobam estudos publicados entre 2015 e 2025, em bases de dados como PubMed, Scopus critérios de exclusão envolveram pesquisas que não abordavam o climatério nas mulheres, aquelas com amostras de populações menores de 40 anos. Instrumentos de Avaliação Foram analisados instrumentos de avaliação do neu escalas validadas, questionários padronizados, testes neuropsicológicos e protocolos de observação comportamental. Entre os instrumentos avaliados, destacam Infant and Toddler Development, o Denver Devel Stages Questionnaires. Análise de Dados e Síntese das Evidências Os dados coletados foram processados utilizando métodos estatísticos descritivos e inferenciais. A análise qualitativa possibilitou avaliação dos aspect realizadas em contextos de saúde pública, destacando os fatores determinantes do sucesso ou insucesso das políticas implementadas. Procedimentos Éticos Todo o processo de revisão e análise dos estudos selecionados observou os pr éticos da pesquisa científica. Embora a presente investigação não envolva dados primários, os critérios éticos na coleta de dados secundários foram rigorosamente observados, respeitando a confidencialidade das informações disponíveis na literatura RESULTADOS E DISCUSSÃO 47 se de uma revisão bibliográfica e de um estudo descritivo analítico baseado na análise de dados secundários referentes a estudos de corte, ensaios clínicos e investigações para vivência e concepção da mulher acerca do climatério. A metodologia seguiu os seguintes procedimentos: Foram definidos critérios de inclusão que englobam estudos publicados entre 2015 e 2025, em bases de dados como PubMed, Scopus , Web of Science, Lilacs e SciELO. Os critérios de exclusão envolveram pesquisas que não abordavam o climatério nas mulheres, aquelas com amostras de populações menores de 40 anos. Instrumentos de Avaliação Foram analisados instrumentos de avaliação do neu rodesenvolvimento que incluem: escalas validadas, questionários padronizados, testes neuropsicológicos e protocolos de observação comportamental. Entre os instrumentos avaliados, destacam Infant and Toddler Development, o Denver Devel opmental Screening Test Il e o Ages & Análise de Dados e Síntese das Evidências Os dados coletados foram processados utilizando métodos estatísticos descritivos e inferenciais. A análise qualitativa possibilitou avaliação dos aspect os práticos de intervenções realizadas em contextos de saúde pública, destacando os fatores determinantes do sucesso ou insucesso das políticas implementadas. Todo o processo de revisão e análise dos estudos selecionados observou os pr éticos da pesquisa científica. Embora a presente investigação não envolva dados primários, os critérios éticos na coleta de dados secundários foram rigorosamente observados, respeitando a confidencialidade das informações disponíveis na literatura .. RESULTADOS E DISCUSSÃO se de uma revisão bibliográfica e de um estudo descritivo analítico baseado na análise de dados secundários referentes a estudos de corte, ensaios clínicos e investigações para vivência e concepção da mulher acerca do climatério. A Foram definidos critérios de inclusão que englobam estudos publicados entre 2015 e , Web of Science, Lilacs e SciELO. Os critérios de exclusão envolveram pesquisas que não abordavam o climatério nas mulheres, rodesenvolvimento que incluem: escalas validadas, questionários padronizados, testes neuropsicológicos e protocolos de observação comportamental. Entre os instrumentos avaliados, destacam -se o Bayley Scales of opmental Screening Test Il e o Ages & Os dados coletados foram processados utilizando métodos estatísticos descritivos e os práticos de intervenções realizadas em contextos de saúde pública, destacando os fatores determinantes do sucesso ou Todo o processo de revisão e análise dos estudos selecionados observou os pr incípios éticos da pesquisa científica. Embora a presente investigação não envolva dados primários, os critérios éticos na coleta de dados secundários foram rigorosamente observados, respeitando a
Estudos indicam que, para as mulheres, o envelhecimento frequentemente vem acompanhado de preconceitos sociais, especialmente no contexto da menopausa, um período marcado por significativas alterações físicas e emocionais. Pesquis diferentes grupos étnicos demonstram que a percepção da menopausa varia conforme a cultura; em sociedades que valorizam a juventude e marginalizam a velhice, essa fase tende a ser encarada de maneira negativa, potencializando seus efeitos de envelhecer pode surgir antes mesmo do término do ciclo menstrual, e à medida que a mulher percebe a perda dos atributos associados à juventude, questiona seu valor pessoal. Essa visão depreciativa do envelhecimento femini elaboração das próprias experiências nessa etapa da vida, reforçando a importância de ações em saúde voltadas para promover a qualidade de vida durante o climatério e reduzir os impactos emocionais e sociais dessa transiçã Lopes (2015) descreve o climatério como uma fase biológica da vida da mulher, e não como um processo patológico, compreendendo a transição entre os períodos reprodutivo e não reprodutivo. Segundo a Internacional Menopause Society Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), o climatério representa a transição entre a fase reprodutiva e a não reprodutiva da mulher. Esse processo pode, em alguns casos, estar acompanhado de sinais e sintomas Tanto o início quanto o término do climatério são altamente variáveis, influenciados por fatores individuais, raciais, hereditários, constitucionais e socioeconômicos. Essa fase é caracterizada por alteraçõe social, espiritual e emocional, iniciando 65 anos. O impacto dessa etapa é influenciado por fatores relacionados à história de vida, ao amb iente, à cultura, aos costumes e ao psiquismo. Apesar de ser um marco biológico natural, o climatério pode gerar desafios à qualidade de vida, especialmente quando as mulheres não têm acesso a serviços de saúde e orientações adequadas. As alterações fisiol que de intensidade variável, podem afetar o bem tornando a resposta sexual mais lenta e menos prazerosa, além de favorecer condições como a dispareunia, decorrente do ressecamento vaginal provocado pel alterações sexuais que impactam a vida cotidiana da mulher. A avaliação da mulher no climatério deve considerar seu estado de saúde atual e histórico, contando com uma abordagem multidisciplinar. É essencial promover saúde, pre venir doenças e oferecer suporte aos sintomas típicos dessa fase, sendo comum que o 48 Estudos indicam que, para as mulheres, o envelhecimento frequentemente vem acompanhado de preconceitos sociais, especialmente no contexto da menopausa, um período marcado por significativas alterações físicas e emocionais. Pesquis diferentes grupos étnicos demonstram que a percepção da menopausa varia conforme a cultura; em sociedades que valorizam a juventude e marginalizam a velhice, essa fase tende a ser encarada de maneira negativa, potencializando seus efeitos físicos e psicológicos. O medo de envelhecer pode surgir antes mesmo do término do ciclo menstrual, e à medida que a mulher percebe a perda dos atributos associados à juventude, questiona seu valor pessoal. Essa visão depreciativa do envelhecimento femini no dificulta o reconhecimento e a elaboração das próprias experiências nessa etapa da vida, reforçando a importância de ações em saúde voltadas para promover a qualidade de vida durante o climatério e reduzir os impactos emocionais e sociais dessa transiçã o ( RIBEIRO et al., 2015). Lopes (2015) descreve o climatério como uma fase biológica da vida da mulher, e não como um processo patológico, compreendendo a transição entre os períodos reprodutivo e não reprodutivo. Segundo a Internacional Menopause Society (IMS) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), o climatério representa a transição entre a fase reprodutiva e a não reprodutiva da mulher. Esse processo pode, em alguns casos, estar acompanhado de sinais e sintomas , caracterizando a chamada síndrome climatérica. Tanto o início quanto o término do climatério são altamente variáveis, influenciados por fatores individuais, raciais, hereditários, constitucionais e socioeconômicos. Essa fase é caracterizada por alteraçõe s hormonais e metabólicas que podem afetar o bem social, espiritual e emocional, iniciando - se por volta dos 45 anos e podendo se estender até os 65 anos. O impacto dessa etapa é influenciado por fatores relacionados à história de vida, ao iente, à cultura, aos costumes e ao psiquismo. Apesar de ser um marco biológico natural, o climatério pode gerar desafios à qualidade de vida, especialmente quando as mulheres não têm acesso a serviços de saúde e orientações adequadas. As alterações fisiol que de intensidade variável, podem afetar o bem - estar geral e influenciar a sexualidade, tornando a resposta sexual mais lenta e menos prazerosa, além de favorecer condições como a dispareunia, decorrente do ressecamento vaginal provocado pel o hipoestrogenismo, e outras alterações sexuais que impactam a vida cotidiana da mulher. A avaliação da mulher no climatério deve considerar seu estado de saúde atual e histórico, contando com uma abordagem multidisciplinar. É essencial promover saúde, venir doenças e oferecer suporte aos sintomas típicos dessa fase, sendo comum que o Estudos indicam que, para as mulheres, o envelhecimento frequentemente vem acompanhado de preconceitos sociais, especialmente no contexto da menopausa, um período marcado por significativas alterações físicas e emocionais. Pesquis as realizadas com diferentes grupos étnicos demonstram que a percepção da menopausa varia conforme a cultura; em sociedades que valorizam a juventude e marginalizam a velhice, essa fase tende a físicos e psicológicos. O medo de envelhecer pode surgir antes mesmo do término do ciclo menstrual, e à medida que a mulher percebe a perda dos atributos associados à juventude, questiona seu valor pessoal. no dificulta o reconhecimento e a elaboração das próprias experiências nessa etapa da vida, reforçando a importância de ações em saúde voltadas para promover a qualidade de vida durante o climatério e reduzir os Lopes (2015) descreve o climatério como uma fase biológica da vida da mulher, e não como um processo patológico, compreendendo a transição entre os períodos reprodutivo e não (IMS) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), o climatério representa a transição entre a fase reprodutiva e a não reprodutiva da mulher. Esse processo pode, em alguns casos, , caracterizando a chamada síndrome climatérica. Tanto o início quanto o término do climatério são altamente variáveis, influenciados por fatores individuais, raciais, hereditários, constitucionais e socioeconômicos. Essa fase é s hormonais e metabólicas que podem afetar o bem -estar físico, se por volta dos 45 anos e podendo se estender até os 65 anos. O impacto dessa etapa é influenciado por fatores relacionados à história de vida, ao iente, à cultura, aos costumes e ao psiquismo. Apesar de ser um marco biológico natural, o climatério pode gerar desafios à qualidade de vida, especialmente quando as mulheres não têm acesso a serviços de saúde e orientações adequadas. As alterações fisiol ógicas, mesmo estar geral e influenciar a sexualidade, tornando a resposta sexual mais lenta e menos prazerosa, além de favorecer condições como a o hipoestrogenismo, e outras A avaliação da mulher no climatério deve considerar seu estado de saúde atual e histórico, contando com uma abordagem multidisciplinar. É essencial promover saúde, venir doenças e oferecer suporte aos sintomas típicos dessa fase, sendo comum que o
ginecologista atue como clínico geral. Alterações como dores musculares, ganho de peso, depressão ou sinais semelhantes ao hipotireoidismo podem surgir devido às mudanças h ormonais. Ouvir atentamente a mulher é essencial para um diagnóstico correto. Além disso, é importante reconhecer que nem todas terão sintomas ligados ao hipoestrogenismo, mas essa fase também exige atenção para a detecção de doenças mais frequentes com a diabetes e hipertensão ( RIBEIRO Fontes (2017) ressalta que o climatério afeta cada mulher de forma individual, refletindose em sentimentos e qualidade de vida distintos. Ferreira (2017), ao analisar mulheres climatéricas em co se apresentam de modo interdependente, interferindo diretamente na rotina dessas mulheres. As reações emocionais durante o climatério são extremamente variáveis; para algumas, esse período r epresenta um amadurecimento existencial que favorece segurança e confiança, enquanto outras podem vivenciar sintomas psíquicos como irritabilidade, ansiedade e depressão. Muitas mulheres percebem a menopausa como a perda da função reprodutiva, o que pode r epercutir na sexualidade e contribuir para o surgimento de sentimentos de culpa relacionados ao desejo sexual, justificando a maior prevalência de disfunções sexuais nesse período ( LOPES et al ., 2015). Entretanto, o estudo de Miranda (2012), observou que a fatores emocionais, psicológicos e sociais, porém as mulheres dos grupos avaliados neste trabalho, apresentaram qualidade de vida boa, sem diferença estatisticamente significativa para os escores, exceto a capacidade fu do instrumento, fatores como insônia e depressão e menor foram menor avaliados na comparação entre os grupos. Para a TRH, não houve diferença estatisticamente significativa. Em ambos os grupos a qual pois não foram detectados resultados abaixo do escore considerado negativo. Arcanjo (2016), observou em seu estudo que, a idade da menopausa pode variar entre países e está relacionada co tabagismo e pode se antecipar em até três anos. Porém, outros estudos mostraram também que a faixa média de ocorrência da menopausa é de 50 anos. Nesse estudo, a idade interferiu negativamente na qualidade de vida das mulheres em relação à saúde mental. Por outro lado, a presença de um companheiro pareceu interferir positivamente na qualidade de vida das entrevistadas, isso foi observado no estado geral de saúde. Provavelmente a presença de um 49 ginecologista atue como clínico geral. Alterações como dores musculares, ganho de peso, depressão ou sinais semelhantes ao hipotireoidismo podem surgir devido às mudanças ormonais. Ouvir atentamente a mulher é essencial para um diagnóstico correto. Além disso, é importante reconhecer que nem todas terão sintomas ligados ao hipoestrogenismo, mas essa fase também exige atenção para a detecção de doenças mais frequentes com a diabetes e hipertensão ( RIBEIRO et al., 2015). Fontes (2017) ressalta que o climatério afeta cada mulher de forma individual, se em sentimentos e qualidade de vida distintos. Ferreira (2017), ao analisar mulheres climatéricas em co ntexto penitenciário, observa que os sinais, sintomas e problemas se apresentam de modo interdependente, interferindo diretamente na rotina dessas mulheres. As reações emocionais durante o climatério são extremamente variáveis; para algumas, esse epresenta um amadurecimento existencial que favorece segurança e confiança, enquanto outras podem vivenciar sintomas psíquicos como irritabilidade, ansiedade e depressão. Muitas mulheres percebem a menopausa como a perda da função reprodutiva, o epercutir na sexualidade e contribuir para o surgimento de sentimentos de culpa relacionados ao desejo sexual, justificando a maior prevalência de disfunções sexuais nesse ., 2015). Entretanto, o estudo de Miranda (2012), observou que a qualidade de vida está ligada a fatores emocionais, psicológicos e sociais, porém as mulheres dos grupos avaliados neste trabalho, apresentaram qualidade de vida boa, sem diferença estatisticamente significativa para os escores, exceto a capacidade fu ncional, os aspectos físicos e o estado geral de saúde do instrumento, fatores como insônia e depressão e menor foram menor avaliados na comparação entre os grupos. Para a TRH, não houve diferença estatisticamente significativa. Em ambos os grupos a qual idade de vida foi considerada boa, exceto pelos aspectos sociais, pois não foram detectados resultados abaixo do escore considerado negativo. Arcanjo (2016), observou em seu estudo que, a idade da menopausa pode variar entre países e está relacionada co m diferentes fatores, tais como nutrição, paridade, etnia e tabagismo e pode se antecipar em até três anos. Porém, outros estudos mostraram também que a faixa média de ocorrência da menopausa é de 50 anos. Nesse estudo, a idade interferiu qualidade de vida das mulheres em relação à saúde mental. Por outro lado, a presença de um companheiro pareceu interferir positivamente na qualidade de vida das entrevistadas, isso foi observado no estado geral de saúde. Provavelmente a presença de um ginecologista atue como clínico geral. Alterações como dores musculares, ganho de peso, depressão ou sinais semelhantes ao hipotireoidismo podem surgir devido às mudanças ormonais. Ouvir atentamente a mulher é essencial para um diagnóstico correto. Além disso, é importante reconhecer que nem todas terão sintomas ligados ao hipoestrogenismo, mas essa fase também exige atenção para a detecção de doenças mais frequentes com a idade, como Fontes (2017) ressalta que o climatério afeta cada mulher de forma individual, se em sentimentos e qualidade de vida distintos. Ferreira (2017), ao analisar ntexto penitenciário, observa que os sinais, sintomas e problemas se apresentam de modo interdependente, interferindo diretamente na rotina dessas mulheres. As reações emocionais durante o climatério são extremamente variáveis; para algumas, esse epresenta um amadurecimento existencial que favorece segurança e confiança, enquanto outras podem vivenciar sintomas psíquicos como irritabilidade, ansiedade e depressão. Muitas mulheres percebem a menopausa como a perda da função reprodutiva, o epercutir na sexualidade e contribuir para o surgimento de sentimentos de culpa relacionados ao desejo sexual, justificando a maior prevalência de disfunções sexuais nesse a qualidade de vida está ligada a fatores emocionais, psicológicos e sociais, porém as mulheres dos grupos avaliados neste trabalho, apresentaram qualidade de vida boa, sem diferença estatisticamente significativa ncional, os aspectos físicos e o estado geral de saúde do instrumento, fatores como insônia e depressão e menor foram menor avaliados na comparação entre os grupos. Para a TRH, não houve diferença estatisticamente significativa. idade de vida foi considerada boa, exceto pelos aspectos sociais, pois não foram detectados resultados abaixo do escore considerado negativo. Arcanjo (2016), observou em seu estudo que, a idade da menopausa pode variar entre m diferentes fatores, tais como nutrição, paridade, etnia e tabagismo e pode se antecipar em até três anos. Porém, outros estudos mostraram também que a faixa média de ocorrência da menopausa é de 50 anos. Nesse estudo, a idade interferiu qualidade de vida das mulheres em relação à saúde mental. Por outro lado, a presença de um companheiro pareceu interferir positivamente na qualidade de vida das entrevistadas, isso foi observado no estado geral de saúde. Provavelmente a presença de um
comp anheiro nesse período pode representar uma segurança e um apoio emocional, além de melhorar a renda familiar. Deve eventos determinantes em sua vida, como perda de entes queridos, separação, mudan papel social e surgimento de doenças crônicas, por isso o apoio se torna fundamental. Além dos impactos individuais, os estudos analisados apontam fragilidades nas políticas públicas voltadas à saúde da mulher durante o climatério, bem como lacunas forma como esse período é abordado pelos serviços de saúde, profissionais e ações direcionadas, evidenciando insuficiência na percepção e no cuidado ofertado (SILVA 2015). A divulgação limitada sobre o climatério contribui para que muitas mulher a essa fase com informações escassas, suscetíveis a dúvidas, medos e inseguranças. É essencial incentiválas a buscar informações junto a profissionais qualificados, realizar exames preventivos regulares e utilizar os serviços de saúde disponíve comunidades, medidas que auxiliam na redução de temores e na prevenção de doenças comuns nessa etapa da vida ( SILVA Esse estudo se conecta diretamente com os achados de Castilhos et al. (2021), que ressaltam que, apesar dos avanç estratégias que realmente promovam a qualidade de vida das mulheres no climatério. As ações voltadas a esse grupo permanecem em segundo plano, uma vez que a atenção à saúde da mulher continua c oncentrada no ciclo gravídico integralidade esteja presente nas diretrizes, as prioridades seguem voltadas ao planejamento reprodutivo, à sexualidade e à gestação, deixando de atender de forma efetiva às necessidades especí ficas das mulheres climatéricas. Segundo Matavelli(2007), a principal atitude do profissional de saúde frente a uma mulher climatérica, deve ser preventiva, mediante a promoção do esclarecimento e do autoconhecimento, tendo como objetivo a preparação da m modificações e transtornos que possam ocorrer. É importante também registrar que o atendimento de saúde das mulheres climatéricas deve ser direcionado às suas prementes necessidades de orientação e ao desenvolvimento de um troca de informações e experiências vividas e permitam acesso aos meio disponíveis, para que elas alcancem a autovalorização e a auto de vida longa, digna e saudável. 50 anheiro nesse período pode representar uma segurança e um apoio emocional, além de melhorar a renda familiar. Deve - se considerar também que nessa fase a mulher está exposta a eventos determinantes em sua vida, como perda de entes queridos, separação, mudan papel social e surgimento de doenças crônicas, por isso o apoio se torna fundamental. Além dos impactos individuais, os estudos analisados apontam fragilidades nas políticas públicas voltadas à saúde da mulher durante o climatério, bem como lacunas forma como esse período é abordado pelos serviços de saúde, profissionais e ações direcionadas, evidenciando insuficiência na percepção e no cuidado ofertado (SILVA 2015). A divulgação limitada sobre o climatério contribui para que muitas mulher a essa fase com informações escassas, suscetíveis a dúvidas, medos e inseguranças. É las a buscar informações junto a profissionais qualificados, realizar exames preventivos regulares e utilizar os serviços de saúde disponíve comunidades, medidas que auxiliam na redução de temores e na prevenção de doenças comuns nessa etapa da vida ( SILVA et al., 2015). Esse estudo se conecta diretamente com os achados de Castilhos et al. (2021), que ressaltam que, apesar dos avanç os nas políticas públicas, ainda há atraso na implementação de estratégias que realmente promovam a qualidade de vida das mulheres no climatério. As ações voltadas a esse grupo permanecem em segundo plano, uma vez que a atenção à saúde da oncentrada no ciclo gravídico - puerperal. Embora o princípio da integralidade esteja presente nas diretrizes, as prioridades seguem voltadas ao planejamento reprodutivo, à sexualidade e à gestação, deixando de atender de forma efetiva às necessidades ficas das mulheres climatéricas. Segundo Matavelli(2007), a principal atitude do profissional de saúde frente a uma mulher climatérica, deve ser preventiva, mediante a promoção do esclarecimento e do autoconhecimento, tendo como objetivo a preparação da m ulher para enfrentar e superar as modificações e transtornos que possam ocorrer. É importante também registrar que o atendimento de saúde das mulheres climatéricas deve ser direcionado às suas prementes necessidades de orientação e ao desenvolvimento de um programa de atenção que contemple a troca de informações e experiências vividas e permitam acesso aos meio disponíveis, para que elas alcancem a autovalorização e a auto - estima, fundamentais para o resgate do bem estar e de vida longa, digna e saudável. anheiro nesse período pode representar uma segurança e um apoio emocional, além de se considerar também que nessa fase a mulher está exposta a eventos determinantes em sua vida, como perda de entes queridos, separação, mudan ça no papel social e surgimento de doenças crônicas, por isso o apoio se torna fundamental. Além dos impactos individuais, os estudos analisados apontam fragilidades nas políticas públicas voltadas à saúde da mulher durante o climatério, bem como lacunas na forma como esse período é abordado pelos serviços de saúde, profissionais e ações direcionadas, evidenciando insuficiência na percepção e no cuidado ofertado (SILVA et al., 2015). A divulgação limitada sobre o climatério contribui para que muitas mulher es cheguem a essa fase com informações escassas, suscetíveis a dúvidas, medos e inseguranças. É las a buscar informações junto a profissionais qualificados, realizar exames preventivos regulares e utilizar os serviços de saúde disponíve is em suas comunidades, medidas que auxiliam na redução de temores e na prevenção de doenças Esse estudo se conecta diretamente com os achados de Castilhos et al. (2021), que os nas políticas públicas, ainda há atraso na implementação de estratégias que realmente promovam a qualidade de vida das mulheres no climatério. As ações voltadas a esse grupo permanecem em segundo plano, uma vez que a atenção à saúde da puerperal. Embora o princípio da integralidade esteja presente nas diretrizes, as prioridades seguem voltadas ao planejamento reprodutivo, à sexualidade e à gestação, deixando de atender de forma efetiva às necessidades Segundo Matavelli(2007), a principal atitude do profissional de saúde frente a uma mulher climatérica, deve ser preventiva, mediante a promoção do esclarecimento e do ulher para enfrentar e superar as modificações e transtornos que possam ocorrer. É importante também registrar que o atendimento de saúde das mulheres climatéricas deve ser direcionado às suas prementes programa de atenção que contemple a troca de informações e experiências vividas e permitam acesso aos meio disponíveis, para que estima, fundamentais para o resgate do bem estar e
Esses achados reforçam a necessidade de reconhecer que o conhecimento derivado da experiência das mulheres no climatério é fundamental para a formulação de políticas de atenção à saúde mais adequadas, permitindo a coleta contínua de dados e a avaliação das necessidades específicas dessa população. Transformar essas informações em práticas de cuidado integral e individualizado, com suporte humanístico e fundamentação teórica adequada, contribui para um atendimento mais eficaz, sobretudo na atenção primária à da mulher durante o climatério ( MARTINS As atividades educativas também representam uma parte essencial da atuação do enfermeiro, sendo desenvolvidas a partir da identificação de falhas ou carências no atendimento, com o objetivo de necessário compreender a educação em saúde de forma mais abrangente, incorporando ações que estimulem a autonomia das mulheres e levem em conta suas vivências pessoais (ROSSETTI et al., 2019). Tendo em vista que o climatério representa uma fase de transições importantes, é fundamental que os profissionais de saúde desenvolvam uma compreensão mais aprofundada sobre a vivência da mulher nesse período. Para garantir uma assistência qualificada e integral, é essencial que o enfermeiro esteja constantemente atualizado em termos teóricos, de modo a aplicar esse conhecimento de forma efetiva na prática (PORTO; ALMEIDA, 2020). CONSIDERAÇÕES FINAIS Concluise que o climatério afeta de forma significativa os asp psicológicos das mulheres, além da presença de doenças crônicas e o uso de medicamentos que agravam a qualidade de vida dessas mulheres. A convivência com um parceiro se torna eficiente para alguns domínios associados à qualidade de vida. profissionais de saúde, que se torna terapêutica no climatério, pois estes profissionais possuem a capacidade para desenvolver estratégias eficientes para o cuidado das mulheres cli criatividade são ferramentas importantes para a educação de qualidade voltada para a melhoria da saúde destas mulheres. Sendo assim, o climatério constitui uma etapa inevitável e profundamente significativa na trajetória de vida da mulher. Mais do que um processo biológico delimitado pela cessação 51 Esses achados reforçam a necessidade de reconhecer que o conhecimento derivado da experiência das mulheres no climatério é fundamental para a formulação de políticas de atenção à saúde mais adequadas, permitindo a coleta contínua de dados e a avaliação das necessidades específicas dessa população. Transformar essas informações em práticas de cuidado integral e individualizado, com suporte humanístico e fundamentação teórica adequada, contribui para um atendimento mais eficaz, sobretudo na atenção primária à da mulher durante o climatério ( MARTINS et al., 2021). As atividades educativas também representam uma parte essencial da atuação do enfermeiro, sendo desenvolvidas a partir da identificação de falhas ou carências no atendimento, com o objetivo de melhorar a qualidade da assistência. Nesse contexto, é necessário compreender a educação em saúde de forma mais abrangente, incorporando ações que estimulem a autonomia das mulheres e levem em conta suas vivências pessoais vista que o climatério representa uma fase de transições importantes, é fundamental que os profissionais de saúde desenvolvam uma compreensão mais aprofundada sobre a vivência da mulher nesse período. Para garantir uma assistência qualificada e integral, é essencial que o enfermeiro esteja constantemente atualizado em termos teóricos, de modo a aplicar esse conhecimento de forma efetiva na prática (PORTO; ALMEIDA, 2020). CONSIDERAÇÕES FINAIS se que o climatério afeta de forma significativa os asp psicológicos das mulheres, além da presença de doenças crônicas e o uso de medicamentos que agravam a qualidade de vida dessas mulheres. A convivência com um parceiro se torna eficiente para alguns domínios associados à qualidade de vida. Além da presença de profissionais de saúde, que se torna - se fundamental no processo de modificação da abordagem terapêutica no climatério, pois estes profissionais possuem a capacidade para desenvolver estratégias eficientes para o cuidado das mulheres cli matéricas, a sensibilidade e a criatividade são ferramentas importantes para a educação de qualidade voltada para a melhoria da saúde destas mulheres. Sendo assim, o climatério constitui uma etapa inevitável e profundamente significativa trajetória de vida da mulher. Mais do que um processo biológico delimitado pela cessação Esses achados reforçam a necessidade de reconhecer que o conhecimento derivado da experiência das mulheres no climatério é fundamental para a formulação de políticas de atenção à saúde mais adequadas, permitindo a coleta contínua de dados e a avaliação das necessidades específicas dessa população. Transformar essas informações em práticas de cuidado integral e individualizado, com suporte humanístico e fundamentação teórica adequada, contribui para um atendimento mais eficaz, sobretudo na atenção primária à saúde As atividades educativas também representam uma parte essencial da atuação do enfermeiro, sendo desenvolvidas a partir da identificação de falhas ou carências no melhorar a qualidade da assistência. Nesse contexto, é necessário compreender a educação em saúde de forma mais abrangente, incorporando ações que estimulem a autonomia das mulheres e levem em conta suas vivências pessoais vista que o climatério representa uma fase de transições importantes, é fundamental que os profissionais de saúde desenvolvam uma compreensão mais aprofundada sobre a vivência da mulher nesse período. Para garantir uma assistência qualificada e integral, é essencial que o enfermeiro esteja constantemente atualizado em termos teóricos, de modo a aplicar esse conhecimento de forma efetiva na prática (PORTO; ALMEIDA, 2020). se que o climatério afeta de forma significativa os asp ectos físicos e psicológicos das mulheres, além da presença de doenças crônicas e o uso de medicamentos que agravam a qualidade de vida dessas mulheres. A convivência com um parceiro se torna Além da presença de se fundamental no processo de modificação da abordagem terapêutica no climatério, pois estes profissionais possuem a capacidade para desenvolver matéricas, a sensibilidade e a criatividade são ferramentas importantes para a educação de qualidade voltada para a Sendo assim, o climatério constitui uma etapa inevitável e profundamente significativa trajetória de vida da mulher. Mais do que um processo biológico delimitado pela cessação