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Alberto Germán : Obra escultórica

Franco-Romero, Alberto-Germán; Sousa Lara, António de; Escudero, Vitor

Abstract

Catálogo de la exposición de la obra escultórica de Alberto German Franco Romero del 15 de noviembre al 1 de diciembre en Espaço Cultural (Fundação SOUSA PEDRO), Lisboa.

Full text

albe o ge mán | ob a escul ó ica albe o ge mán ob a escul ó ica 15 no emb o / 1 dezemb o 2007 Espaço Cul u al (Fundação SOUSA PEDRO) na Rua Se pa Pin o, 10 - Lisboa Nes es con u bados empos que nos coube em so e i - e – pe u bado a e cas ado a amálgama de egoísmos a ulsos e ma e ialismo global! -, em que o Se passa mui o pelo Te , quando ão bem sabemos que a ex- p essão genuína do Te , in a ia elmen e, é a mais elo- quen e e g i an e ausência de Se ; nes es con u bados empos, dizia eu… con empla e usu ui do bom e do belo, é exe cício que u ge es imula e ni ela mui o po cima, como saudá el e eli is a p á ica da mais simples, au ên ica, sensi i a e emo i a elação do público com a A e. Con undindo-se p oposi adamen e, nalguns casos, ou en ando ingénuamen e iludi -se, a maio pa e das ezes, os c í icos e os gal- e is as de ca ei ismo, p en ensamen e en edados nos meand os do acili ismo come cial, dos co edo es do ‘polí icamen e co ec o’, dos modismos mundanos e es ilos de ocasião, in en am, c iam e p omo em nomes, ob as e ajec ó ias que, de ão é eme as e i- sí eis, um pouco como es es empos a que in elizmen e assis imos e dos quais somos pa e in eg an e e in olun á ios p o agonis as – e a que o Académico Jesus Sole chamou já “o caos da a e con em- po ânea!” - apenas p e endem sublinha e sublima o Te , em de - imen o da e dadei a essência da A e e do A is a que é, no seu ín imo e na sua e são pública, ou pelo menos de e ia… Se ! Um Se em que a g andeza seja a simplicidade, a eloquência seja a hu- mildade, a uni e salidade seja a in e io idade, o seg edo do sucesso seja a dádi a e a obus ez do êxi o seja a na u alidade! A supe io idade de… se ! VÍTOR ESCUDERO Academia Nacional de Belas-A es Albe o Ge mán F anco, é udo is o! Felizmen e e G aças a Deus, um Se que É! E, que se bas a em Se ! E que, do al o da sua indi e ença pelo e , do seu desp ezo pela ã apa ên- cia, do seu es ilo de ida quase monás ico, embuido de uma iloso ia e de uma espi i ualidade que o alimen a, agasalha e co o a po en e as c es adas e as da Andaluzia na al e sob os igo es da in e nia ag es e da Se a de A acena, se a i ma galha damen e, ga bosamen e, como um ca alhei o, de end- endo a A e como a sua dama, e emulando-se, qual ca alei o medie al, na de esa do espí i o e na busca da pe eição! Já dele e da sua ob a, esc e i – aquando do ex o pa a o ca álogo da sua g andiosa e já céleb e exposição e ospec i a de Se ilha, po aquela Páscoa de 2006, es ida de p ima e il Paixão e Gló ia! – que “… ica á pa a a his ó ia da escul u a, a sua pe sonalidade anspa en e, a sua c is alina a ec i idade, a sua e elado a emoção…a sua mais ín ima alma!” Albe o Ge mán, ago a e pela p imei a ez em Lisboa, numa Homenagem since a e in imis a, mas cheia de simbolismos, à elha Olissipo, ap esen a-se em pleno co ação do Chiado cul- u al, in elec ual, adicional e boémio, na c ip a da deslum- b an e, signi ica i a e emblemá ica Basílica de Nossa Senho a dos Má i es, mesmo po baixo da o e sinei a, que ma cou com o som es iden e e cadenciado dos seus sinos o nascimen o de Fe nando Pessoa, poe a an es mesmo de o se , po que nas- cido no mais poé ico dos bai os da al acinha u be. No seio mais eca ado da monumen al a qui ec u a sa- g ada do século XVIII, da pombalina zona al a de Lisboa, ago a abe o ao cul o das a es plás icas, a Fundação SOUSA PEDRO o gulha-se de ap esen a a “Ob a Escul ó ica” de Albe o Ge mán, que, ambém como Pessoa, já e a Escul- o an es mesmo de o se , po que nascido na mais a ís ica das cidades espanholas – Se ilha – e ocado no seu Se , pelo dom di ino da genialidade e do pudo ! Essa é uma das suas mui as ace as, ou melho , qualidades de escul o consag ado…o pudo da au en icidade da sua hu- mildade, da sua pe manen e ap endizagem, da sua cons an e insa is ação, da sua exempla ec idão na ap eciação c í ica ou au o-c í ica e das suas dú idas exis enciais, plasmadas no pensado cul o, no ilóso o e udi o, no con e uliano sábio, semp e á ido de conhecimen os e no as i ências, semp e a en o, bom ou in e e melho obse ado … Só es a au en icidade, es e desp endimen o genuíno das coisas e dos bens e es es, es a sensí el e eclé ica manei a de es a e de se , o le a a e mais longe, mais além, numa isão que anscende, o isí el e se pe de pelas ou as dimen- sões e es ádios do en endimen o e do sensi i o, conseguindo cap a inspi ação, c ia i idade e emo i idade, a a és desses ios in isí eis e in angí eis, ao comun dos mo ais, mas aces- sí eis e palpá eis aos iluminados, aos des inados e ba ejados pela G aça Di ina! Mais do que explica , en ende ou acionaliza , a ob a es- cul ó ica de Albe o Ge mán, es a é pa a obse a , degus a , oca , e pa a lá da ma é ia, da idimensionalidade e in ui … só assim, se pode á, com, maio p op iedade e ec i a e p o- undidade a ec i a, chega ao co ação e à alma da escul u a que, al como o seu au o , em mui o mais que se lhe diga, pois ao in e esse de um econhecimen o ácil, uma eco da- ção espon ânea, um imedia o e compensado come cialismo, sob epõe a on ade da pe eição, o sonho da pe enidade e o ce i icado da his ó ia. Ao Te , po que de ac o, a é o em, com mé i o e chama p óp ia, a ob a de Albe o Ge mám, p e e e… Se ! E, ambém, nes e Se …um empenhado es emunho de excelen e izinhança, de sã con i ência, de a e na soli- da iedade, de desin e essada oca de expe iências cí icas e i ências cul u ais, en e ambos os nossos Po os, des e im- enso e peninsula capo e de passeio ao Sol da Ibé ia. É um Se , ambém, p ei o de homenagem ao Mundo Ibé ico, ao Pensamen o Ibé ico, à Cul u a Ibé ica, segu amen e duas ou mais manei as de es a e se cul u a, com aízes e ma izes di e en es, mas semp e mais impo an es que as ba ei as da língua ou as on ei as da polí ica! Albe o Ge mán e a sua “Ob a Escul ó ica”, a sua e da- dei a essência e a sua exempla p ojecção, ago a em Lisboa, es a cidade das se e colinas, que há mui o o conquis ou pela sua luz e pelo seu ambien e, e idenciam à saciedade como se pode e se de e se ! Com a simplicidade, a genialidade e a supe io idade de…Se ! Monumen o em b onze a C is o ão Colombo em La Rábida, Palos de la F on e a, Huel a. Sag ada Familia. Ano 2005. Monumen o em b onze a C is o ão Colombo em Mogue , Huel a. Ano 2006. Monumen o em b onze às azei onei as em Bollullos de la Mi ación, Se ilha. Albe o o G ande ANTÓNIO DE SOUSA LARA P esiden e da Academia de Le as e A es Um escul o ealis a pa ece es a , pe manen e- men e, con on ado com um ce o pa adoxo, que consis e no seguin e: po um lado , exige - se - lhe que cump a a ealidade es á ica de uma o - ma excepcional, con igu ando um expoen e, um máximo dela p óp ia; po ou o, exige - se – lhe, ambém, que ep esen e a ida com a dinâmica que lhe é p óp ia, que cap e a alma das pessoas e o espí i o das coisas. Ou seja, o escul o ealis a em de consegui e a a a ealidade melho do que ela é. Nada de mais di ícil. E po isso, encon amos inúme as escul u as de a is as ealis as que “ o og a am” de uma o ma p ecisa a ealidade es á ica, pe dendo - lhe da alma Alguns génios da Escul u a conseguem a al simbiose im- possí el. Albe o Ge man é um deles. Que as escul u as c iadas com a in enção de mo imen o ep esen em e ap esen em um e ei o ex ao dina iamen e dinâmico, como acon ece com “So e de a as (1997)”, “Monumen o ao u ebol (2003)”, “G upo escul ó ico (1991)”, “E ocação (1992)”, não é an o pa a admi a quan o pa a aplaudi , pois são e dadei amen e no á eis. Mas as escul- u as c iadas com a in enção de igu a uma a i ude es á ica, ganha em ida e mo imen o, maxime com ob a “Tou ei o sen ado (1990)”, “A sag ada amília (2005)”, “A Vi gem do Ca mo (2003)”, “O p o e a Je emias (1995)” , “Monumen o a Ma ia Isabel (2005)”, Monumen o ao ou ei o Luis Vasques (2003)” e, de uma manei a ge al e quase que absolu a, oda a sua gale ia de e a os, aí sim es amos pe an e um con- inuum imp essionan e e inol idá el, uma excepção huma- namen e impossí el de alcança . Albe o Ge man é e ec i amen e um g ande escul o . Mas se bem comp eendo o que se passa com os A is as da igu a- ção plás ica, há uma pa e da sua ob a , em si uações a as, mas semelhan es à p esen e, em que o escul o é apenas um ins umen o nas mãos do anscenden e. Quando o a is a busca a pe eição, a Pe eição em e com ele e comple a a sua c iação. Nessa medida e pa a quem ac edi a em Deus, o a is a é um eículo da Di indade c iado a e omnipo en e, a única que ence a a e dadei a pe eição. Se consigo pe cebe es e mecanismo de c iação, o a is a sabe mais e melho que e ec i amen e ai consegui o excelso do que como e po quê o ai consegui . A al a de humildade de mui os não pe mi i á con essa o que acon ece. E po isso é p eciso conhece pes- soalmen e o a is a pa a comp eende a elação en e a ob a e o au o . Albe o Ge man, al como odos os g andes A is as e dadei os, é um homem simples e ap esen a a humildade de quem comp eende ou in ui a ca ac e ís ica de quem e- cebe um dom supe io e az udo pa a que es e a a és dele se mani es e. Ha e pessoas assim é um bálsamo pa a alma e um e dadei o con o o pa a a causa da Humanidade. O poe a Manuel Moya. Ano 2002. João Paulo II. Ano 2005. Michael Saul. Ano 2004. No be o. Ano 2004. C is o ão Colombo com os monjes de La Rábida. Rele o em b onze pa a o monumen o a Colombo. Ano 2006. Pa ida das ca a elas. Rele o em b onze pa a o monumen o a Colombo em La Rábida. Monumen o em b onze ao “concejil” em A acena, Huel a. Ano 2003. Ao composi o se illano Manuel Cas illo, ealizada em b onze e me al soldado. Ano 2006. Homenagem à Cidade de Lisboa ALBERTO GERMÁN Escul o Ap o ei o um pequeno e anquilo momen o de pausa, pa a esc e e algumas pala as, depois de um in enso dia de abalho em que a ma é ia, uma ez mais, en ou esis i à minha impaciência na pe manen e ap endizagem ou descobe a da e - cei a dimensão, ou al ez a é, na cons an e p ocu a da essên- cia e do espí i o, ao im e ao cabo, udo quan o se nos escapa da nossa p óp ia condição ísica. Ago a, p ecisamen e ago a, com o início do descanso, começa a lui pela minha men e, pela minha alma e pelo meu co ação, um sem im de eco da- ções, sensações e emoções, enquan o obse o e analiso o e- sul ado da minha ob a e do meu labo … Po companhia, em pano de undo, ouço Chopin, que se desca na com os úl imos e poé icos aios de luz do dia. Sonho com aquele miúdo que, en e jogos e b incadei as, ica a ex a- siado com o banho de ou o in enso que sa u a a o b anco das uas de Ayamon e, p enda que o sol displicen emen e deixa a cai , enquan o se escapa a po de ás da silhue a em con a luz do secula cas elo de Cas o Ma ín. E a Po ugal, aquela e a al a, cujo mis é io me en ol ia com uma a acção e uma a- g ância in ensa a ma esia. E a Po ugal, aquela ou a e ocação de co es e chei os, que me anspo a a, num ab i e echa de olhos, ao pe il de um ba co que abandona o es uá io que se que aze oceano, le ando consigo p o undas saudades de Lis- boa, cidade que ma ca um an es e um depois, na ida de quem a conhece e po ela se apaixona… E, penso, o a o unado que sou de pode pa icipa na ida cul u al de es a cidade de a eigadas adições, inspi ado a de a is as e sonhado es, emb iagados pela explosão de luz e co des as uas que descem de manei a e iginosa pa a se en- con a em com o Tejo enquan o p ocu as o Bai o Al o, e de éns no Chiado e, de epen e, sen es o olha igilan e de Camões que e obse a desde a sua a alaia de má mo e en e à ima de Pessoa que se con unde e mis u a com os sons do piano de Vianna da Mo a, que nos ma ca o caminho a é ao São Ca los, depois de deixa mos pa a ás, em pleno La go do Ca mo, odas aquelas memó ias dos empos em que as en a- nhas da e a quise am que a an iga Lisboa se eno asse. É um e dadei o p i ilégio e uma hon a, e a opo uni- dade de mos a o u o do meu abalho e inspi ação, nes e luga mágico, sob a con unden e e sag ada a qui ec u a da Basílica de Nossa Senho a dos Má i es, undado es de Lis- boa, e udo is o g aças à gen ileza e ca inho que a Fundação SOUSA PEDRO coloca em udo o quan o se elaciona com a A e e a Cul u a. Mas, não pode ia e mina , sem ag adece o alen o e o apoio undamen al da Academia de Le as e A es. E, ainda, oda a dedicação do P o esso Dou o An ónio de Sousa La a e do Ví o Escude o que, com as suas pala as, agasalham o p esen e ca álogo. A Todos…Bem Hajam! Albe o Ge mán, modelando a escul u a do Ma ado de Toi os Pepe Luís Vázquez, sob o olha a en o e ‘cúmplice’ do p óp io Maes o se ilhano. O escul o a solda a a mação em me al pa a uma escul u a. A ealiza o esboço em plas icina pa a o monumen o às azei onei as. Ca men a posa pa a Albe o Ge mán, enquan o es e modela o os o do monumen o às bandas po uguesas de Ayamon e. Ví o Escude o e Albe o Ge mán no Salão Po ugal da Sociedade de Geog a ia de Lisboa. Sob o Sol quen e e andaluz que ilumina os ja dins de La Rábida, Po ugal e Espanha, num genuíno e a e nal “mano-a-mano” de Cul u a Ibé ica, na Homenagem a C is ó ão Colombo: Alexand e Cesá io, da Sociedade de Geog a ia de Lisboa, Ma i Luz Rome o, Albe o Ge mán, José Ma ía F anco, Juan Luis Aquino, Ma ia Manuela Ne o e Ví o Escude o, Académico de Núme o e Chancele da Academia de Le as e A es, de Po ugal. Albe o Ge mán F anco Rome o, nace en Se i- lla en Oc ub e de 1.970, i iendo en Ayamon e has a los diez años, a pa - i de en onces, su ida anscu e a caballo en e la capi al hispalense y A acena. La inculación a Huel a y su p o incia, an o amilia como p o esionalmen e, o jan en él un es echo ínculo sen imen al, e indisoluble, en e la ie a onubense, y la que le io nace . A pa i de los dieciséis años, compagina sus es udios de ba- chille a o, con los de dibujo a ís ico en la Escuela de A es y O icios de Se illa. Con diecisie e años, ing esa en la acul ad de Bellas A es de Se illa, licenciándose, po la ama de escul u a en el año 1.993. Es en ese mismo año cuando gana el Ce amen de Escul u a, que el Se icio de Ac i idades Depo i as de la Uni e sidad Hispalense, pa a elegi el o eo pa a los Campeona os Uni- e si a ios. En 1999 le conceden el P ime P emio del VI Ce - amen Nacional de Escul u a de Pun a Umb ía, con una ob a en hie o soldado, homenaje a los cien años del Cine. Cuen a, con más de cua en a exposiciones colec i as, en lu- ga es como Mad id, Ba celona, Miami, Se illa, Jaén, Huel a, o Cádiz. En lo que espec a a exposiciones indi iduales, han sido seis, habiendo ealizado un impo an e núme o de ob as de ca ác e público y monumen al, pudiéndose des aca los monumen os Tau inos a Pepe Luis Vázquez en Se illa, a la amilia “LITRI” en Huel a, a Bombi a en Toma es (Se illa), y o os como el de los He manos Reyes en Cas illeja de la Cues a (Se illa), al Fú bol en Huel a, a Joaquín So olla, a So Ángela de la C uz, al Pad e Gu ié ez, a la Música, y a la Semana San a en Aya- mon e (Huel a), al Concejil en A acena (Huel a), a Caye ano T i iño en Aldei e (G anada), a Ra ael Zabale a en Quesada (Jaén), a Cosme Mellado en Chipiona (Cádiz), a C is óbal Colón en Palos de la F on e a (Huel a) y Mogue (Huel a) o la Columna escul ó ica en la en ada del edi icio del Ex e - na o João Albe o Fa ia en A uda dos Vinhos en el Dis i o no e de Lisboa (Po ugal), e c... Además iene nume osas ob as de ca ác e eligioso, epa - idas po oda la p o incia de Huel a, y Po ugal, como la de Nues a Seño a del Ca men pa a el Ex e na o Joao Albe o Fa ia en A uda dos Vinhos (Po ugal), o la s de San iago Após ol pa a la Basílica de Nossa Senho a dos Má i es en el ba io de Chiado en Lisboa. Ha desa ollado o as ace as a ís icas, como diseños y ma- que aciones de publicaciones, o ganización de espacios escé- nicos ea ales, o se comisa io de la Magna Exposición que pa ocina on la Fundación EL MONTE y la Delegación de Cul u a de la Jun a de Andalucía en el Museo P o incial de Huel a, Homenaje al escul o An onio León O ega en Mayo de 1.996. En No iemb e de 2006 oma posesión como miemb o co- espondien e ex anje o en la Academia de Le as e A es, de Po ugal. Sob o Al o Pa ocínio da Academia de Le as e A es www.albe oge man.es | escul o @albe oge man.es