Proyecto de construcción del paseo marítimo de “El Palmar”
Full text
E q u a t i o n C h a p t e r 1 S e c t i o n 1
P r oye c t o F in de Más te r
Ingeniería de Ca m inos, Canales y Puertos
PROYECTO DE CONSTRUCCIÓN DEL PASEO
MARÍTIMO DE “EL PALMAR”.
A ut or : Dñ a. M ar ía S oj o A nd ra de s T ut or : D . Pa bl o C ab re ra M ar tí n ez
C o tu to r : D. G ab ri el C h am or ro S o sa
Escuela Té cnica Superi or de Ingenie ría
Universid ad de Sevill a
Sevilla, 2016
T OM O I
D o c u m e n t o n º 2 : P L A N O S
D o c u m e n t o n º 3 - P L I E G O D E P R E S C R I P C I O N E S T É C N I C A S P A R T I C U L A R E S
D o c u m e n t o n º 4 - P R E S U P U E S T O
D oc um e nt o nº 1 : M EM OR I A Y A N EJ OS P A RT E I.
Proyecto F in de Máster
Ingeniería de Caminos Canales y Pu ertos
PROYECTO DE CONSTRUCCIÓN DEL PASEO MARÍTIMO DE “ EL PALMAR”.
A u t o r :
D ñ a . M a r í a S o jo A nd ra de s
T ut or :
D . Pa bl o Ca br er a M ar tí ne z
C o tu to r:
D . G a br ie l Ch a mo rr o So sa
D ep . I NG E N IE R ÍA D E L A CO N ST R U CC IÓ N Y PR OY E CT O S D E I N G E N IE R ÍA
E SC UE L A TÉ CN I CA SU PE R IO R D E I NG EN IE R ÍA
U N IV E R S ID AD D E S E VI LL A
S ev il la , 2 01 6
P r oy e c to F in d e Má st er : PR O Y EC TO D E C ON S TR UC CI Ó N DE L P AS EO MA RÍ TI M O D E “ E L PA LM AR ”.
A ut or :
D ña . Ma rí a So jo A n d ra d es
Tu to r es :
D . Pa bl o C ab re ra Ma rt ín ez
D . G a b ri el C h am o rr o So sa
E l tr ib u n al n om b ra d o pa ra j u z g ar e l P ro y ec to ar ri ba i nd ic a d o , co mp u es to po r lo s si g uie n te s m i em br os :
P r es id en te :
V oc al es :
S e c re ta ri o:
A cu er da n o to rg a rl e la c al if ica c ió n d e :
S ev i ll a, 2 0 1 6
E l S e cr et ar io d e l Tr i b u na l
A g r a d e c i m i en t os
L a r ea l i za ci ón de e st e tr a ba jo f in de má st er h a s id o p os i b le g ra c i a s a l ap oy o y c ol a b or ac i ón de g ra nd es per s on as .
E n pr im er lu ga r , a gr a dec e r a mi tu to r , Pa bl o, p or su p ac ie nc ia , ti e mp o y de di ca ci ón a es te do c um en t o y a qu e si n su s d ir ec tr ic e s y m o ti va c ió n n o h u bi er a si do p o si bl e. Gr ac ia s a Ga br ie l p or e l ti e mp o qu e
n os ha de d ic a d o, no so l o c om o co t ut or de l pr oy ec to si n o c om o u no de lo s me j ore s pr of es or e s de es ta es cu el a. E s to s me se s han si d o muy f ru c tif er o s y he c on se gu i do au me nt ar m i s c on oc im ie n tos
p ro fe s i on al es .
G ra ci as a m is p a d re s po r a poy ar me s ie m pre , su fr ie n d o y ce le br a nd o co n m igo c a da u no d e es to s añ os . G ra c ia s a Ma rt a, m i pe q ue ña he r ma na, p or s u fo rm a de se r y de v e r la vi da . D an ie l g ra c ia s p or
s op or ta rm e y p or l a pa c ie nc ia q ue t ie ne s co nm ig o . M ar ía e r e s la m e jo r a mi ga qu e se p ue d e t en er .
U na me nc i ón e sp ec ia l r e qu ie re m i a mi ga N er ea co n l a q ue he p as ad o 1 4 h or as d ia r ia s . Su c ar ác te r y f uer z a ha n pr o pi ci a do que e s to s añ os h ay an si do i no lv i da bl e s. Q ui er o de sta c ar a m is c o mp añ er os de
p is o . F l or i , J es us , te n e is un a f i l os of í a d e v id a muy di f e r nt e p er o q ue e n c on ju nt o ha ce n u n h og ar d o nd e d is fr u ta r de ca da m o m e nto . Gra c ia s t a mb ié n a Mar ía , J a v ie r , A l var o y Jo s e A n dr é s ca da un o d e
v os o tr os me h a en se ña d o u n a pa rt e m uy i mp o r ta nt e. C o n t od o e st e e q ui po h e di s f r ut a d o de c a da dí a du ra n te e st o s do s a ñ o s y p re te n do q ue si ga a sí d ur an t e m u ch os a ño s m ás .
G ra ci as a to do s lo s pr of e so re s de mi vi da p or q ue gr ac ia s a e l lo s he fo r ja do un a bu en a ba se c on la qu e a fr ot a r m i f ut ur a v id a l ab or a l qu e e st á c om en za n d o en e s to s mo me nt o s, e n e sp ec ia l a Mig ue l A ng e l
y C he na . E ll os c re ar o n a lg o e n mí e h ic ie ro n de l a i ng en ie r ía mi p r of es i ó n.
M a rí a So j o A n dr ad e s
PRO YECTO DE CO NSTRU CCI ÓN DEL P AS EO
MARÍT IMO DE “E L PAL MA R”. VEJE R DE L A
FRO NTER A.
Pro yec to de con str uc ción d el Pas e o Ma rítim o d el P alm ar (Vej er de la Fr on tera). An ejo I: An teced entes
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ÍNDICE
DOCU MENTO Nº 1: ME MO RIA Y ANEJ OS
Memor ia
1. Intro ducció n.
2. Diagnóstico de la pr oblemática
3. Criterios de diseño
4. Descripción de la s olució n adoptada
5. Plazo de ejecució n
6. Propuesta de clasifica ción del contratista
7. Declaración de obra completa
8. Declaración de cu mplimiento de la Ley de C ost as
9. Presup uesto d e la obra proyectada
10. Do cume ntos de los que cons ta el proyecto d e ejecución.
Anejo s:
- Anejo nº 1: Ante cedent es
- Anejo nº 2: Geología y geotecnia
- Anejo nº 3: Bases d e diseñ o
- Anejo nº 4: Cartografía y topografía
- Anejo nº 5: Dinámica lit oral
- Anejo nº 6: Estudio hidrológico y drenaje
- Anejo nº 7: Deli mit ación de la su perficie ocupada de DPMT y rec uperació n de dunas
- Anejo nº 8: Trazado
- Anejo nº 9: Caracterizaci ón urbanística.
- Anejo nº 10 : Ges tión de residuo s
- Anejo nº 11 : Estudio de alternativas
- Anejo nº 12 : A cces ibilidad y servici os
- Anejo nº 13 : Señaliz ació n
- Anejo nº 14 : Sismicidad
- Anejo nº 15 : Calculo estructural
- Anejo nº 16 : Ex propi aciones
- Anejo nº 17 : Fi rm es y pa v im e nto s
- Anejo nº 18 : Alumbrado públi co
- Anejo nº 19 : Pl an de obra
- Anejo nº 20 : Justif icación de pr ecios
- Anejo nº 21 : Est udio de seguridad y salud
DOCUM ENTO Nº 2: PL AN OS
- Plano nº 01 : Sit uación
- Plano nº 02 : Empla zamiento
- Plano nº 03 : Situación actual
- Plano nº 04 : Planta final
- Plano nº 05 : Longi tudinal es
- Plano nº 06 : Transversal es
- Plano nº 07 : Zonificación de playa
- Plano nº 08 : Secci ones tipo
- Plano nº 09 : Muro d e mamposte ría
- Plano nº 10 A: Señalización en planta
- Plano nº 10B: Señalizaci ón. Detalles
- Plano nº 11 A: Drena je en plan ta
- Plano nº 11B : D renaje e n a lzado
- Plano nº 12 : Alum br ado pú blico
- Plano nº 13 : Instalaciones.
- Plano nº 14 : Secci ones de f irme
DOCUM ENTO Nº 3: PL IE G O DE PRES CRIPCIO NES TÉC NICAS P ARTI CULAR E S
- Capítulo 1: Descripción d e las obras y nor mas aplicables
- Capítulo 2: Condiciones qu e deben satisfacer l os materiales
- Capítulo 3: Ejecución de las obras
- Capítulo 4: Medición y abono de las obras
- Capítulo 5: D isposiciones generales
DOCU MENTO Nº 4: ME DI CIONES Y PRES UPUESTO S
- Cuadro de preci os nº 1
- Cuadro de preci os nº 2
- Medi ciones y presup uesto
- Resume n del presu puesto
Pro yec to de con str uc ción d el Pas e o Ma rítim o d el P alm ar (Vej er de la Fr on tera). An ejo I: An teced entes
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MEM ORIA
Pro yec to de con str uc ción d el Pas e o Ma rítim o d el P alm ar (Vej er de la Fr on tera). An ejo I: An teced entes
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ÍND ICE
1. INTRODUC CIÓN ................................................................................................................................................... 5
2. DIAGNÓSTICO DE LA PROB LE MÁTICA ................................................................................................................. 5
3. CRITERIOS DE DISEÑO ......................................................................................................................................... 5
4. DESCRI PCIÓN DE LA SOLUC IÓN ADOPTADA ....................................................................................................... 6
5. PLAZO DE EJECUCI ÓN .......................................................................................................................................... 6
6. PROPUESTA DE CLASIFICACIÓN DEL CONTRATISTA............................................................................................ 6
7. DECLA RACIÓN DE OBRA CO MPLETA ................................................................................................................... 7
8. DECLA RA CIÓN DE CU M PLIMI ENTO DE LA LEY DE C OSTA S ................................................................................. 7
9. PRESU PUESTO DE LA OBRA PROYECTA DA .......................................................................................................... 7
10. DOCUMENT OS DE LOS QUE CONS TA EL PORYECTO DE EJECUCI ÓN .................................................................. 7
Pro yec to de con str uc ción d el Pas e o Ma rítim o d el P alm ar (Vej er de la Fr on tera). An ejo I: An teced entes
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1. INTRODUCCI ÓN
Localizado en el sect or central del borde c os ter o de la Janda, concr etamente en el municipio de Vejer de la
Frontera, se encuentra la Playa del Pal mar, punto de co nexión entre los turísticos municipios de Conil de la Frontera
y Barbate.
Se tr ata de un lug ar carac terizado por el uso recreativo de su p laya para la realización de d iferentes dep ort es
náutic os que prolife ran en la zona, al ser n ece sario gra ndes rachas de viento para la realización de los mis mos.
2. DIAGN ÓSTICO DE L A PR OBL EMÁTIC A
En base a la información recopilada en estudios previos a usuarios de la zona y los trabajos de camp o efectuados,
se detallan las siguientes c aracterísticas definitorias d e la situación actual:
1) En la z ona, ex iste un insuficiente aprovechami ento de la oferta potencial exist ent e, que req uiere, mejorar
el espacio turístico y las inf raestructuras de servicio al turista, que son muy precarias .
2) Existe una de smesur ada urbanización irregular qu e se pretend e contener .
3) Existe un a vía asfaltada pa ra el viario rodado contigua a la vía peat onal te rriza. Ambas vías poseen un a
anchura escasa prov ocando la ocupación p or parte del peat ón de la vía rodada. A demás el cruce entre dos
coc hes en disti nto sentido se de be hacer a v elocid ades muy bajas lo que provoca grandes re tenciones y
atascos.
4) La cota del pase o marítimo no cumple con lo establecido en las recomendaciones ROM. Podrían producirse
inundaciones importantes del pase o marítimo y de las viv iendas c olindates.
5) La vía actual, junto con algunas edificaciones irregu lares ocupan parte del E sp acio P úblico Marítimo
Terrestre, lo que incumple la legislación vigente.
6) Existen z onas peligrosas por caída a distint o nivel, sin n ingún tipo de barrera de contenci ón.
7) Los ac cesos a la playa poseen u n importante de terioro, estand o algunos de ellos ent errados en la arena
dunar.
8) N o ex iste d renaje superficial en la vía creando charcas en el pavimento de gran ta maño lo que empeora la
circulación peatonal de la zona.
El pro yecto de construc ción del pas eo marít imo del Palma r pretende ser un elemento ordenador qu e ma ntenga
los valores naturalísticos existe ntes, sin producir un mayor deterior o y eliminando la probl em ática d efinida
anterior mente . Tambié n tendrá la funció n de elemento de unió n entre dos de los nodos turís ticos más importa ntes
de la comarca, ampliando l a zona turística y aumentan do por tanto, el aprovecha miento de su territorio para fines
turísticos.
Con miras a facilitar el uso y disfrute de esta playa, el Ayunta mie nto de Vejer de la Frontera s olicitó a la
Dema rcació n de costas de Andaluc ía la cre ació n de un paseo mar ítimo en el Pal mar.
En respuesta al mismo, la D emarcación de costas de An dalucía sacó a concurso la r edacción del Proyecto “ Proyecto
de construcción del pas eo marítimo del Pal mar (Vejer de la Frontera)”, resultand o adjudicataria la Universid ad de
Sevilla a fecha de 1 de Marzo de 2016 .
Como encargado de la redacción del proyecto de construcción del Paseo Marítimo de “E l Palmar”, se ha designad o
a María Sojo Andrades, alumna de la Escuela Técnica Su perior de Ingeniería y pert eneciente al Máster de Caminos,
Canales y Puert os, dicha en tidad imparte.
3. CRITERI OS DE DI SEÑO
Los criterios fundamentale s de elaboración de la s olución han sido:
a) Dad o los daños pe rsonales y mater iales que puede ocas iona r una inundació n, se ha diseñado e l paseo
marítimo, de forma que cumpla con la normativa en caso de inundación, teniendo en cuenta la afecció n
que provocaría el ca mbio climático.
b) De recuperación del Do minio Público Marítimo terrestre para ma n tener los i mportantes valores naturales
de la Playa del Palmar, impidiendo que la urbanización irregular cree un efecto negativo en la playa. Par a
ello se pretende retranque ar el vial tras la Línea de delimitación.
c) Respetar en la m edida de lo posible los actuales accesos, bien sean r odados o peatonales, al pa seo
marítimo.
d) Ampliar la anchura de la s vías hasta conseguir una co nducción, cómoda y sobr etodo segura, y permi tir el
uso y disfrute de la vía por los usuarios.
e) Enlazar y diseñar una conti nuidad, tanto para el usuario peatonal como para el usuario ciclis ta del paseo,
con l os acces os exist entes.
f) Permitir un drenaje superficial de t oda la vía evitando la acu mulación de agua de lluvia .
g) Equipar con suficiente mobiliario urbano, equipa mie nto e instalaciones el nuev o trazado para favorecer el
uso y di sfrut e d el paseo marítimo, proponiendo nueva s actividades a realizar.
Pro yec to de con str uc ción d el Pas e o Ma rítim o d el P alm ar (Vej er de la Fr on tera). An ejo I: An teced entes
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4. DESCRIPCI ÓN DE LA SO LU CIÓN AD OPTADA
Ante la situación de insegurid ad e irregularidad continuada en la playa de el Palmar y la r ecie nte ocup ación
existente del Dominio Público Maríti mo Terrestre n o solo por la vía llamada paseo marítimo, si n o po r otras
instalaciones, se propone u na serie de actuaciones.
En prim er lugar, y principalm ente, se di seña un ret ra nque o del paseo marít imo, rec uperando un a super ficie de
unos 27.46 1.2 2 m 2 que se incorpo rarán a la playa actual, má s concret amente a la zona de dunas, que está en un
est ado, aunque lento , de cont inua e rosió n. El nuevo pase o marí timo mante ndrá una se cción c onstant e de 19 ,70
me tros de ancho, de lo s cuales 4,00 metros ser án de paseo peato nal, cerr ado ext eri ormente por el mur o del p aseo ,
e interiormente p or un carril p ara bicicletas de 2,20 metro de anch o, a su vez d elimitado interi ormente por otra
franja de 1,00 metro de ancho de acera. Seguidamente a la acera aparece una calza da de doble sentido con carriles
de 3 metro s de ancho. Le sigue una zo na de aparcamiento de 5 metros y delimi tada por una acera de 1.5 metros.
La cota del paseo es variable en toda su longitud para permitir un adecuad o drenaje. La cota mínima del paseo es
de + 3,50 m etros sobr e el N.M .M . y la má x im a de + 9, 00 , s i b ie n el m uro de l mis mo te n dr á u na c o ta m áx im a d e
coronación situada a 0,70 met ros sobre el paseo marítimo. En cualquier caso la cota de la rasante ser á superior a
una cota fijada, para poder salvar p osibles riesgos de in undación por sobreelevación del ni vel del mar en cas o de
temporales (ver estudio de dinámica litoral, c onsideraciones sobre la cot a de inundación, en el anejo
correspondiente), en los cu ales además se tiene en cuenta el ca mbio climático.
En general, todo el paseo se diseña tr as la línea q ue d efine el Dominio Público Marítim o Terrestre, for mando un
único tra mo de 3.333,8 7 metros .
Excepcionalmente a la sección tipo descrita anteriormente apar ecen tres punt os en los que s e amplía el paseo
mar ítimo que se utiliza rán como zonas de rec reo para los usuar ios dando el uso que e l Ayuntam iento de Vejer crea
más adecuado. Estas sec ciones aparecen reflejadas en los planos.
En todo e l tramo del paseo se construirá un nuevo muro de mampostería, de altura variable s obre e l N.M.M.,
rematado en alb ardilla de c aliza de 15 c entímetros de espesor. Se ci me ntará sobre una losa continua d e hormigón
de 50 cen tímetr os, ejecu tada sobre una ca pa de hor migón de li mpiez a de 10 c entímetr os, ci mentad o todo sob re
un rastrillo de escollera de peso medio de 500 kilogr amos. Interiormente, se colocará una capa de relleno co n
material filtrante, desde la cimentación hacia el interi or, con talud 1:1 (ver plano s de muro de ma mpo stería ).
El pavimento peatonal será realizado en hormigón impreso, con espes or de 14 c entí metros, ejecutad o en H M - 15 0.
El pavimento para el carril bici se ejecutará en HM - 15 0, con ad itivos y pig mento s especial es pr opios d e est e tipo
de carriles. Las franjas ajar dinadas, y cualquier zona aj ardinada en general, tendr án un mand o de ti erra veg etal de
20 centí m etros d e espes or. Toda la se cción d el pase o maríti mo se ejec utará sobre u na capa d e 20 centí metr os de
suelo seleccionado co mpactado al 100% del Proctor m odificado . Exc eptuando la zona c on peso de tráfic o rodado ,
en las que e sa capa será de 60 cm.
Tanto aparcamiento, como vía ro dada estará compu esta por dos capas de aglomerado asfáltico (5 cm de AC 16
Surf D y 5 c m de AD 22 bas e G) sobre una capa de 25 cm de Zahor ra artificial.
Se repondrá la red de alu mbrado, con el tipo de columna y focos que elija el contrat ista, previamen te aceptado
por la dirección facultativa y que iguale o mejore las características definidas en el p resente proyect o. Se c um plirán
con todas las exigencias de Código Técnico de la Edificación para este tip o de instalaciones.
Se plantará césped tip o tepe o similar en la zona ajardinada, además de especies apropiadas para la z ona, tip o
palmeras.
El acondicionamiento de la playa consistirá en las siguientes actuaciones:
1) Instalaci ón de una zona de playa y accesos p ara perso nas de movilidad reducida. Al ser una inst alación
exc epciona l en la zona se han dedi cado un mayo r número de aparc amiento en la zona de acces o para
este usuario permitiendo a sí el uso y disfrute d e la playa del mism o modo que el rest o de u suarios .
2) En las z onas de mayor anchura de la playa se han deli mit ad o zo nas de espaci os libres, donde se podrán
instalar elemento d e recreo, com o pistas de voleibol, parques infantiles o zonas de actividades lúdicas
para los usuari os. Estas áreas se han definido y se trasl adan al Ayunta miento, que será el encargado d e
definir el uso final que crea conveniente.
3) Aumento impo rtante de la zona dunar, zona que se encuentra e n su mayor longitud e n recupe ració n.
5. P LAZO DE EJECUCIÓN
El plazo de ejecución d e la solución dis eñada en este p royect o se esti ma en u n total de ONCE (11) M ESES .
6. PROPUESTA DE C LASIFI CACIÓN DEL CONTRA TIS TA
Dadas las características, e specializaci ó n, volume n de obra proyec tado , y d e acu erdo con el Regl amen to G enera l
de la Ley de C ontratos de las Administracione s Públicas ( RD 10 98/20 01 de 12 d e Oct ubr e), s e propone :
Gr upo A. Movimi ento de tierr as y perfor aciones
Pro yec to de con str uc ción d el Pas e o Ma rítim o d el P alm ar (Vej er de la Fr on tera). An ejo I: An teced entes
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- Subgrupo 2 . Ex planac iones.
- Subgrupo 3 . Cant eras
Gr upo E. Hidrául icas
- Subgrupo 1 . Abas tecim ientos y sane amiento s.
Gr upo G. Vial es y pistas
- Subgrupo 4 . Co n firmes de mezclas bituminosas.
- Subgrup o 5 . Señalizaciones y baliza mientos viales.
7. D ECLARAC IÓN DE OBR A CO MPLET A
El presen te pr oyecto cu mpl e con lo dis puest o en el artí culo 21 de l a Ley de C ontra tos del Esta do y los artícul os 58
y 59 de su Regla mento, que p recep túan qu e los proy ectos se refer irán a obr as c ompletas, siend o p or tanto
suscepti bles d e ser en treg ados al u so general, c omprendiendo los elementos p recisos para su utilización.
8. DECLARA CIÓ N DE CUMPL IMIENTO DE LA LEY DE COSTAS
De acuerdo con el artículo 44 de la Ley 22/1988 d e 28 de julio, de Costas, en su apartado 7, se hace declaración
expresa de qu e el presen te proyecto cumple con las indicaciones de la citad a ley y las n ormas generales y
específicas distadas para s u desarrollo y aplicación.
9. PRESUPUESTO DE LA OB RA P ROYECT ADA
Est udiado s los pre cios de las dist intas unidades de o bra compre ndidas e n el proye cto, cuya justificación e i ncluye
en el anejo nº 20 de justif icació n de precio s, se o btiene un P resup uesto de Ejecució n mate rial de SEIS MI LLONE S
CI ENTO CU ARENTA Y UN MIL, TR ESCI ENT OS CINCUENT A Y DOS E UROS , CO N OC HEN TA Y CI NC O C ÉNTIMO S.
(6. 141. 35 2,85 €) .
El Presup uesto Ba se de Licitaci ón, incr ementan do el d e Ejecuci ón de Mater ial en el 13% por Ga st os General es, 6 %
por Beneficio Industrial y 21% por el I mpuesto sobre el Valor Añadido , asc iende a O CHO MILLONES OCHOCIENTOS
CUARE NTA Y D OS M IL, NOVECIE NTOS TREINT A Y TRES EUROS, CON NOVEN TA Y SIENTE C ÉNTI MOS (8 .842. 933 ,97
€) .
10. DOC UMENT OS DE LOS QUE C ONST A EL PORY ECTO DE EJECUCIÓN
DOCU MENTO Nº 1: ME MO RIA Y ANEJ OS
Memor ia
11. Intr oduc ció n.
12. Di agnós tico de l a problemática
13. Criterios de d i señ o
14. Des cripción de la solución ad optada
15. Pl azo de e jecución
16. Pro puesta de clasificación del contratista
17. Dec laración d e obra completa
18. Dec laración d e cumplimiento de la Ley de C ostas
19. Pr esupue sto de la obr a proyectada
20. Documen tos de l os que consta el proy ecto de ejecución.
Anejo s:
- Anejo nº 1: Ante cedent es
- Anejo nº 2: Geología y geotecnia
- Anejo nº 3: Bases d e diseñ o
- Anejo nº 4: Cartografía y topografía
- Anejo nº 5: Dinámica lit oral
- Anejo nº 6: Estudio hidro lógico y drena je
- Anejo nº 7: Deli mit ación de la su perficie ocupada de DPMT y rec uperació n de dunas
- Anejo nº 8: Trazado
- Anejo nº 9: Caracterizaci ón urbanística.
- Anejo nº 10 : Ges tión de residuo s
- Anejo nº 11 : Estudio de alternativas
- Anejo nº 12 : Accesibilidad y servicios
- Anejo nº 13 : Señaliz ació n
- Anejo nº 14 : Sismicidad
- Anejo nº 15 : Calculo estructural
- Anejo nº 16 : Ex propi aciones
- Anejo nº 17 : Fi rm es y pa v im e nto s
- Anejo nº 18 : Alumbrado públi co
- Anejo nº 19 : Pl an de obra
- Anejo nº 20 : Justif icación de pr ecios
- Anejo nº 21 : Est udio de seguridad y salu d
Pro yec to de con str uc ción d el Pas e o Ma rítim o d el P alm ar (Vej er de la Fr on tera). An ejo I: An teced entes
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DOCUM ENTO Nº 2: PL AN OS
- Plano nº 01 : Sit uación
- Plano nº 02 : Empla zamiento
- Plano nº 03 : Situación actual
- Plano nº 04 : Planta final
- Plano nº 05 : Longi tudinal es
- Plano nº 06 : Transversales
- Plano nº 07 : Zonificación de playa
- Plano nº 08 : Secci ones tipo
- Plano nº 09 : Muro d e mamposte ría
- Plano nº 10 A: Señalización en planta
- Plano nº 10B: Señalizaci ón. Detalles
- Plano nº 11 A: Drena je en plan ta
- Plano nº 11B : D renaje e n a lzado
- Plano nº 12 : Alumbrado pú blico
- Plano nº 13 : Instalaciones.
- Plano nº 14 : Secci ones de f irme
DOCUM ENTO Nº 3: PL IE G O DE PRES CRIPCIO NES TÉC NICAS P ARTI CULAR E S
- Capítulo 1: Descripción d e las obras y nor mas aplicables
- Capítulo 2: Condiciones qu e deben satisfacer l os materiales
- Capítulo 3: Ejecución de las obras
- Capítulo 4: Medi ción y abono de las o bras
- Capítulo 5: D isposiciones generales
DOCU MENTO Nº 4: ME DI CIONES Y PRES UPUESTO S
- Cuadro de preci os nº 1
- Cuadro de preci os nº 2
- Medi ciones y presup uesto
- Resume n del presu puesto
ANEJOS DE L PROYECT O.
ANEJO I : ANTECEDENT ES
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo I: An tec ede ntes
2
ÍND ICE
1. INTRODUCCIÓN .................................................................................................................................................................... 3
2. CONTEXTO GEO GRÁFICO ..................................................................................................................................................... 3
2.1. LOCALIZACIÓN GEOGRÁFIC A ................................ ...................................................................................... 3
2.2. ACCESOS ...................................................................................................................................................... 4
3. CONTEXTO SO CIOECONÓMIC O ............................................................................................................................................ 5
3.1. POBLACIÓN ................................................................................................................................ ................. 5
3.2. ECONOMÍA .................................................................................................................................................. 5
4. CONTEXTO FÍSI CO ................................................................ ................................................................................................ 6
4.1. CLIMATOLOGÍA ........................................................................................................................................... 6
4.2. HIDROLOGÍA ................................................................................................................................................ 7
4.3. TOPOGRAFÍA Y GEOMORFOLOGÍA ............................................................................................................. 8
4.3.1. PLAYA DEL PALMAR ............................................................................................................................ 9
5. CONTEXTO AMBIEN TAL ........................................................................................................................................................ 9
5.1. FAUNA ......................................................................................................................................................... 9
5.2. FLORA ........................................................................................................................................................ 10
5.3. ZONAS PROTEGI DAS ................................................................................................................................ . 10
6. ANTECEDENTES TÉ CNICOS ................................................................................................................................................. 10
7. JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS DEL PROYECTO ..................................................................................................................... 11
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo I: An tec ede ntes
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1. INTRODUCCIÓN
Localizado en el sector ce ntral del borde cost ero de la Janda, c oncretamente en el municipi o de Vejer de la
Frontera, se encuentra la Playa del Palmar, punto de conexión entre los turísticos municipios de Conil de la Frontera
y Barbate.
En general, la Janda e s un espacio territorial que se si gnifica por sus excelentes condicione s climáticas y por unas
características ambientales , ecológi cas y paisajísticas, así como unos recursos pat rimoniales, históricos y culturales
de primer ord en que constituyen sus principales valor es territoriales.
La escasa transforma ción de medi o natural, la presencia de pla yas en buen número v írg enes o con bajos nivele s
de ocupación, las m edidas de protección est able cidas en los espaci os natura les más relevantes o la import ancia
de su pa trimonio históri co y monumental, son hoy una oportunidad en la que apoyar un desarroll o
socioeconómic o acorde co n estos valores naturalí sitcos y cultu rales.
Estas condiciones, unidas a la mejora de la accesibilidad territorial, son los ingredientes sobre los que sust entan
en gran medida u na deman da turística, tanto de s ol y playa como vinculada al disfr ute del patrimoni o na turalístico
y cultural.
Concretamente, el litoral asiste a un proces o de ocupación que, atemperado p or la crisis económica ac tual, está
colmatando toda la franja costera, c on un modelo de d esarrollo que , en términ os generales, en p oco s e difer encia
de los procesos que tien en lug ar en o tra s partes del litoral and aluz. Este model o se caracteriza esencial mente por
la ocupación intensiva del suelo para uso residenci ales vacaci o nales, que limita otras opciones territoriales
absorbiendo la mayoría de los recursos del suelo para las promociones inmobili arias, las cuales establecen una
competencia de usos que traslada costes imposible de afrontar a otras activida des productivas como el turis mo
empresarial.
En este ámbit o, el litoral de La Janda, desde Conil a Tarifa, constituye en la actualidad uno de lo s pocos espacio s
que go zan hasta el mome nto en Andalucía de la mayor longitud libre de la pre sión urbanística. Buena parte de
esta circunstancia se debe a dos hechos de caracterís ticas bien diferentes; por un lado, la ocupación de parte de
la franja costera por espacios de uso restringid o como zonas de int erés para la defensa nacional y por protecc iones
ambientales y, por otro lado, por la incidencia d e los vientos de levante, que hasta hace bien poco han sido u n
factor limitant e al desarro llo turístico y vacacional. No obstante, en algunas zonas como El Palmar (zona en
estudio), s e han p ro ducid o procesos de ocupaci ón irre gular qu e han d ado lugar a una importante degradaci ón del
modelo de o cupaci ón del t erritorio y generado g raves disfuncionalidades ambientales, t erritoriales y urban ísticas.
En la zona, existe un insuficien te aprovechami en to de la oferta pot encial existente, que requiere , mejorar el
espacio turístico y las infra estructuras de servici o al turista, que son muy preca rias . Es en est e punto do n de se
centra el present e documento. El pr o y ecto de construcción del pase o maríti mo del Palmar pretend e ser un
elemento ordenador, evitan do así la urbanización irregular y m anteni endo los valores naturalisticos existent es, sin
producir un mayo r deteri oro. Tambi én tendrá la funci ón de elemento de uni ón entre dos de los n odo s turísticos
más importantes de la c omarca, ampliand o la zona turística y aumentand o por tanto , el aprovecha miento de su
territorio para fines turísticos.
Otra de sus funci ones, no m en os importan te, es la de generar una vía segura para todos los usuarios y evitar los
problemas existen tes, como atascos, zonas peligrosas por caída a dos niveles, el deterioro eminente de los acces os
a la playa o la inexistencia de un drenaje superficial.
Con miras a facilitar el uso y d isfrute de es ta play a, el Ayuntamiento de Vejer d e la Fro nt era s olicitó a la
Demarcación de costas de Andaluc ía la creación de un paseo maríti mo en el Palmar.
En respuesta al mismo, la Demarcación de costas de An dalucía sacó a concurso la redacción d el P r oyecto “Proyecto
de construcci ón del paseo marítimo del Pal mar (Vejer de la Fr ontera)”, resultand o adjudicatari a la Uni versidad de
Sevilla a fecha d e 1 de Mar zo de 2016.
2. CONTEXTO GEOGRÁFIC O
2.1. LOCALIZAC IÓN GEOGRÁFICA
La zona objeto del presen te proyect o se ubica, como se ha indicad o en el ap artado anterior, en el térmi no
municipal de Vejer de la Fr ontera, pert eneciente a la provincia d e Cádiz, concret amente, en la deno minada “ Pla ya
del Palmar” dentro del tramo costero comprendido entre el arroyo del Colinete al Noroeste y el arroyo de la Parrilla
al sureste.
El municipio de Vejer de la Frontera tiene una extens ión de 58 km 2 . El núcleo d e la localidad se erige sobre un
monte de 200 metros de altura, a o rillas del río Barbat e y a 8 kil ómetros de dist ancia a la costa. Limita al norte con
el municipio de m edina Sid onia, al sureste con Barbate y Tarifa y al noroeste con Conil y Chiclana de la Frontera.
Pertenece a la comarca de la J anda, concretament e a la Janda litoral.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo I: An tec ede ntes
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Ilustración 1: Localización del municipio de Vejer de la Frontera.
2.2. ACCESOS
Vejer de la Frontera se encuentra a unos 56 km d e la ciudad de Cádiz, a 159 km de Sevilla y a unos 210 km de
Málaga. El desplaz amiento a Vejer de la Fr ontera p uede h acerse p or carre tera . Hasta all í ll ega la autovía A-48, que
comunica la costa de C ádiz con los prin cipales puntos del resto de Españ a. Vejer está situado junto a la nacional N-
340, de Cádiz a Algeciras, y a la autovía A-48 qu e conecta la aut o pista Sevilla-Cádiz y con la bah ía de Cádiz.
A unos 73 km, por carretera está Algeciras desde donde se puede tomar un ferry que conecta con África en 2
horas.
También exis ten conexiones en aut obús desde con dif erentes itinerari os.
Aeropuerto
No existen aviones a Vejer de la Frontera por lo que los aeropuer tos má s cercano s se encuentran en Jerez d e
la Frontera, Sevilla o Málaga. A estos aeropuertos llegan v u elos desde los principales punt os de Es paña y
Europa. Sobre todo, el aeropuert o malagueñ o, es uno de los aeropuertos españ oles más importantes cuy o
tráfico más preponderante es el existent e con la Unión Europea, siendo Reino Unido el destino con m a yor
volumen d e pasajeros. Un elevado númer o de aerolíneas opera en est e aeropuerto.
Ferrocarril
El tren no llega hasta Veje r, es por eso que sería necesario un medio de transp o rte combinado entre tren y
autobús. Entre las estaci ones de tren más c ercanas a Vejer están las de Cádi z, Jerez de la Frontera y Algecir as.
Todas estas est aciones son un nodo intercambiad or entre tren y autobús.
Autobuses
En Vejer de la Frontera existen dos paradas de autob ús, una a las afueras del pu eblo junto a la N -340 y o tra
junto al Parqu e de los Re medios. No exist en autobuses d irectos de Cádiz a Vejer pe ro si autobuses que recorre n
los pueblos c ercanos.
Desde Algeciras salen aproximada mente autobuses cada dos horas y to d os paran en Vejer. También existe
otro autobús desde Málaga.
2.3. CARACTERIZ ACIÓN DEL TR AMO LITORAL DE AC TUACIÓN
El tramo lit o ral de actuaci ón tiene una longitud aproximada de 3.300 m y englob a la mayor parte de la play a del
Palmar, en el tr amo compr endido entre l os arroyos de Colin ete y Parrilla.
Ilustración 2: Localización de la playa.
Arroyo del Colinet e
Arroyo de la Parri lla
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo I: An tec ede ntes
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3. CONTEXTO SOCIOECON ÓM ICO
3.1. POBLACIÓN
Según las fichas municipale s de Andalu cía p ueblo a pueblo la población total en 2015 era 1 2812 h abitantes con un
porcentaje del 50% aproximadamente, entr e hombres y mujeres. Su poblaci ón se r eparte entre 10 núcle os qu e
componen el municipio ent re los que se encu entra el Palm ar. La poblaci ó n dise minada es de 1783 habitantes.
Como se mues tra en la si guiente figura la tendencia demográfica se ha mantenido práct icamente constante
durante los últim os 20 años.
Ilustración 3: Evolución de la población.
El número de residentes ex tranjeros es de 49 2 , siend o un porcentaje d el 3.84% respect o al total de la pobla ción.
3.2. ECONOMÍA
Las principales actividades econ ómicas de Vejer de la Frontera se han basado tra dicionalmente en aquellas
relacionadas co n el mar, agricu ltura, ganadería y artesanía, dad su localización ge ográfica. Su princip al actividad
productiva se ha centrado en los c er eales y las legum bres, destacando p or otra parte la a ctividad que gene ra su
central eléctri ca.
Ilustración 4: Tabla resumen de datos de población.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo I: An tec ede ntes
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Ilustración 5: Datos de cultivos.
Su ganadería está principalment e formada por la v acuna, lanar de c erda y caballa r.
Ya en los últimos tiempos Vejer ha visto c ómo ha evolu cionado en la zona el turis mo. L os datos de 2014 en c uento
a plazas para el turismo se muestr an en la siguien te tabla.
Ilustración 6: Datos de turismo
Por último se muestran también l os datos del mercado de trabajo de 2014.
4. CONTEXTO FÍSICO
4.1. CLIMATOLOG ÍA
A escala mundial e inclu so europea, Andalucía se caracteriza dentro del tipo climático mediterráneo. Los factores
geográficos de la comun idad como la disposici ón del relieve y al altimetría establec en cierta regi o nali zación
climática c on diversas zona s bioclimáticas dif erentes. Dicha regi onalización se muestra en la sigu iente ilustr ación.
Ilustración 8: Mapa clim ático.
Una de las transici ones del clima mediterráneo aparece en la franja litoral, en la que confluyen por un la do, la
influencia marina y, por otro, los más elevad o s nive les de insolación. Dentro de esta franja, se esta ble ce una
diferenciaci ón entre las vertientes atlán ticas y medit erráneas. El valle del Guadalqu ivir abierto al Atlántic o y sin
barreras orográficas significativas , favorec e la existencia de un clima más húmedo en todo el litoral, al permitir la
influencia de l os frentes hú medos de Ponient e.
En la zona de estudio existe por tanto un tipo de clim a mediterrán eo oceáni co c on una temperatura media anual
de 18 º C y una precipitaci ón m edia anual de 6 00 mm. Son unos 80 días al año en los que llueve con 4 o 5 meses
Ilustración 7: Datos del mercado de trabajo.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo I: An tec ede ntes
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de periodo s eco. Por últim o la amplitud t érmica anua l es de 14 º C. Este tipo de cli ma se extiende p or el l itoral
Gaditano y el Onubense.
4.2. HIDROLOGÍA
El municipio d e Vejer de la Frontera s e encuentra en la zona media baja del s istema Guadalete-Barb ate. A
continuación se va a defin ir su red hidrográfi ca, así como la masa subterrán ea so bre la que s e asienta dicho
municipio.
El río de mayor importanci a que discurre p o r t érmino municipal d el Vejer de la fr ontera es el rí o Barbate. Este r ío
de 76 km de longitud y una cuenca hidrog árfica de 1290 k m 2 , constituye la co rr iente fluvial más impor tante del
Parque N atural de los Alcorn ocales en su vertiente atlá ntica. La mayor p arte de la zona h idrográfica del centro de l
municipio se c orresponde c o n aflu entes a este rí o.
Ilustración 9: Río Barbate.
Al este del t érmino munici pal encontramos el Canal colector del Es te, siendo de jerarquía número 4. Por ta nto, s e
trata de una obra artificia.
Ilustración 10 : Cana l co lector del Este.
Dentro de la jerarq uía 3 t enemos qu e des tacar el Ri o Cele mín, el cua l, es un río corto afluente del río Barbate. N ace
al norte de la sierra Blanquilla en Medina Sidonia a 400 msnm h asta descargar en el e mbalse del Celemín. También
es de destacar el Ri o Salado que está inclu ido c omo LIC dentro de la Red Natur a 2000 . Este nace al norte de la
Pedanía de Cantarr anas en Vejer y desemboca en la Playa de l os Bateles.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo I: An tec ede ntes
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Ilustración 11 : Río Celemín y Salado.
Arroyos com o el de San Ambrosio al sur del municipio y haciendo de divisoria entr e Vejer d e la Fr ontera y Barbate.
Otro arr oyo a destacar es el Colinete, el cual es un lí mite al noroeste de la playa en estudio . El tramo de actu ación
se encuentra en tre estos d os últimos.
Ilustración 12 : Arroyo del Colinete y de San Ambrosio.
Las caracterí sticas hid rológicas d e la zona en estud io es la sigu iente: está constituid a por m a teriales qu e, en
general, pueden considera rse como semipermeabl es, debido a su pedr egosidad dentro de su conjunto ar cilloso.
Las condici ones de drenaj e dependen de su v ariad a morf o logía, pasando de deficientes en zonas llan as o
aceptables en zona s de reli eves acusados.
No existen por lo general, acuíferos definidos, aunque sí una gran saturaci ó n de los materiales. Las condicion es
constructivas pueden consid erarse desfavorables , bajo el punto d e vista hidrológ ico.
4.3. TOPOGRAFÍA Y GEOMORFOLOGÍ A
El municipio de Vej er posee unas c otas topográficas r elativamente bajas ya que no sobr epasan los 150 m s obre el
nivel del mar. Los desnivel es existentes s on moderados y el relieve puede considerarse de p oco accidentad o.
La zona en estudio posee una morfología variada, con relieves llanos o suaves ondulados y pendientes menores
del 7 por ciento, y otros más acusados que forman abarrancamientos con pendientes algo pronunciad as que
pueden llegar hasta el 30 por ci ento.
Concretamente en el muni cipio se dan tres domini os con caracterí sticas geomor fológicas propias :
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Zona llana y suave mente alomada. Se lo caliza en la zona norte del municipio y corresponde a áreas
ocupadas p or depósitos terciarios detrí ticos y marg o s os, parcial mente cubiertos p or sedi mentos aren os os
de o rig en eólico. El reliev e es suavemente alo mado debido a la naturaleza poco compet ente de su s
materiales y a la escasa act ividad tectónica qu e han sufrid o .
Zona alomada: Se reparte irregularm ente a lo largo de la zona sureste del municipio. Su relie ve, de
moderado a fuerte mente alomad o, se ha labrado sobre formaci ones de litol ogías muy heterogéneas, las
cuales responden de forma muy desigual frente a los agentes erosivos.
Zona del litoral : Esta unidad se ha diferenciad o en base a que las formas geomorfológicas que presenta n
son muy específica s de un medio tan singular como es el del litoral. Concreta mente, esta será la zona de
actuación. La zona se enmarca dentro de la amplia u nidad geomorf ológica del golfo de Cádiz, situada en
la parte más m eridional de n uestras costas. Pr esenta un relieve muy contrastad o, debido a la influencia d e
tres do minios en marcados dentr o de las Cordilleras Béticas : La Depr esión del Guad alquivir, el Dominio
Subbético y l os mantos aló cto n os del Campo d e Gibraltar.
Por o tr o lado, un medio tan singular como el litoral da fo rmas geomorfol ógicas m u y característic as.
Algunas de las más significativas son:
o Acantilados r ocosos
o Playas
o Marismas
o Cordones lit orales
o Depósit o s eólic os (Dunas)
o Terrazas marinas
En las llanadas el terreno e s normal mente estable por haber ad optado la posi ción de equilib rio. En el resto,
presenta una cierta inesta bilidad general, por ser zonas de erosión muy activa constituidas por grandes masa s
arcillosas deslizad as, procedentes de margas fríables reblandecidas por el agua y que en su descens o favorecid o
por la pendien te, arrastran mat eriales pétreo a las capas competent es.
4.3.1. Playa del Palmar
La playa del Palmar está situada en el la franja litoral del municipio de Vejer de la Frontera en la zona centr al. Se
trata de una playa rectilín ea y abierta, con una extens ión de 3.300 km aproxi madamente c o n un a anchura media
de 80 metros en muchas de su zonas. Sus aguas son muy limpias y de poca profund idad y po seyend o un amplia
zona de estrán.
Está compu esta por una f i na arena dorada que forman un lugar inigualable co n una zona de altas dunas que
tienden a convertir el entr ono en virgen aunqu e tras las dunas no s ea así.
Ilustración 13 : Playa del Palmar.
5. CONTEXTO AMBIEN TA L
La naturaleza de Vejer, un maravilloso tesoro en lo referente a la fauna y flora, parq ues naturales protegidos. Es
uno de los paraj es naturale s mejor conser vados a pesar del turis mo en España.
La naturaleza en Vejer de la Frontera posee una situación privilegiada en tre espacios naturales protegidos. Vejer
se convierte en el lugar idóne o para entrar en contacto direc to c o n la na turaleza. Su reser va natural permite
disfrutar de la variada flora y fauna mediterránea existente en la zona. La natural eza en Vejer es un oasis b ucólico
en la c omarca d e la J anda. Diferen tes encla ves natural es, cost a e interi or separad as a mbas líneas p or las marismas.
5.1. FAUNA
Vejer de la Frontera se localiz a en la laguna de la Janda. Esta se sitúa en el centro de la primera zona migratoria
de Europa. Sobre ella planean halcones abej eros, gan sos, tórtolas, aguiluchos, águilas, co dornic es y cigüeñas ,
entre las que destacan la común y la negra. La zona se encuentra en el camino al viaje que han de emp render
cruzando el estrecho de Gi braltar.
Su fauna es variada y rica. L as especies ani males que puebl an la zona son principa lmente las sig uientes:
Corzos
Zorros
Ciervos
Muflones
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo I: An tec ede ntes
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Conejos
Liebres
Ruiseñores
Halcones
Águil as
Palomas t orcaces
Perdices
Zorros
Pato co mún
Pato real
Ganso
Malvasía
Entre la población marina es subrayable la existencia de moluscos, como el bígaro enano y la lapa, entre un a mplio
abanico de especi es.
5.2. FLORA
El núcleo central de Vejer de la Frontera está sobr e una colina repoblada co n bosque mediterráne o, pino y
acebuche ademá s de lentisco y variedades del bosque mediterráneo. La exuberante flora que se extien de por el
parque natural de la Br eña y marismas d e Barba te es tí pica del agradable clima mediterráneo pudiendo encontrar
entre otras especi es: arbustos mediterráneos, alcorn oques, lentiscos, acebuches, pinos, sabinas, y flores silvestres.
En este enclave es el Pinal de la Breña la formación más so bresali ente. Se trata de un impresionante bosque donde
el pino piñonero alterna con el c arrasco, co n viviendo con bosquetes de sabina y enebros y un ma torral que variará
según la exposición a los vientos. Aferrad as a las pare des verticale s sobreviven z arzas e higueras y una población
vegetal propia de ambientes salin os
5.3. ZONAS PROT EGIDAS
Vejer de la Frontera cuenta con el Parque Natural de La Breña y Marismas de Bar bate qu e es co nde un conjunto de
lagunas, caños, canales esteros y albinas que dan cobijo al más ex tra ordinario elenco de aves. Este espacio encierr a
una magnífica diversid ad que ocupa la que fuera extinta la gun a de La Janda que, junto a otras menores, lleg ó a
formar uno d e los humedal es más grandes de Eur o pa hasta ser desecada a mediados del sig lo XX.
Hoy comparten escenari o marismas, arr o zales , pastizales, dunas y pinares. Posee una exte nsi ón de 5077 hectáreas ,
de las cuales 3925 so n terr estres y 1152 m arinas. Este parque pertenece a la unid ad ambi ental del Litoral Atlántic o
Andaluz .
Ilustración 14 : Parque Natural de la Breña y Marismas del Barbate.
6. ANTECEDENTES TÉCNIC O S
En la pla ya de El Palmar se han realizad o una serie de actuacion es de Ingeni ería, concreta mente una de inge niería
de Costas en 2 008 cuyo obj etivo era la regenera ción de playas y otra:
- Estabilización del Cordón dunar de la pla ya de El Palmar, entre arroyo Co line te y To rrenu eva, T.M. de Vejer
de la Frontera (Cádiz) en el año 2008. Para ello se utiliz ó un v olu men de arena del fondo marino de 595.000
m 3 para una long itud de pl aya de 2.300 m y con 1.600 m d e empalizadas. O tros datos de esta obra s on:
o Contratista: GOYCA, S.A.
o Presupues to: 57.226,40 €
o Plazo de ej ecución: 2 mes es
Playa del
Palmar
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- Proyecto de Ab astecimient o de Agua en todo el Litor al de El Palmar. Este proye cto s e autorizó tras dos
años de tramitación. El Proyecto consistió en la con cesión de ocupación de 2051.26 m 2 de terrenos d e
dominio público marítimo terrestr e para una canalización de 3.485 metros, para el ab astecimiento de agua
potable para establecimien tos expendedores de comid a y bebida al servici o de la playa.
Se colocó una tubería de polietileno de alta densid ad de 1 60 mm, que va desde el Centro de Barrio de El
Palmar, punto de conexi ón con la red Existente, hasta la zona próxima a la carrete ra, donde la canalización
se desdobla en dos: un ramal (Norte) hasta la gloriet a del Colinete y otro ramal (Sur) hasta el camino de
Los Sánchez.
7. JU STI FICACIÓN Y OBJETIVOS DEL PROYECTO
El objetivo principal del presente Pr oyecto es el ac ondiciona miento g eneral del fr ente litoral de la Playa del Palmar
mediante la constru cción del paseo m aríti mo, transfor mando de esta manera terr eno dedicad os a cultivos en zona
de playa, protegiend o y est abilizando el borde costero existen te, facilitando su accesibi lidad a la playa y orden ando
adecuadamente l os usos.
Los objetivos específicos del este pr oyecto son:
La ampliación del DPMT recuperando t errenos con otros usos n o o rd enados y con asenta mientos
irregulares.
Reubicación de instalacion es que permitan generar nuevos espa cios libres de o cupación
Construcci ó n de diferentes vías p eatonales sufici entemente amplias y se guras para los usuari os.
Protección de los valores a mbientales de la zona, concentrán donos sobre tod o en las dunas.
ANEJO II : G EOLOGÍA Y G EOTECNIA
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo II: Ge olog ía y ge ote cn ia
2
ÍND ICE
1. INTRODUCCIÓN ................................................................................................................................................... 3
2. ENCUADRE GEO LÓGICO ...................................................................................................................................... 3
3. ESTRATIGRAFÍA ................................................................................................ .................................................... 4
4. TOPOGRAFÍA Y GEOMORFOLOGÍA ...................................................................................................................... 5
4.1. ZONA LLANA Y SUAVEMEN TE ALOMADA .................................................................................................... 7
4.2. ZONA ALOMADA .......................................................................................................................................... 7
4.3. ZONA DEL LI TORAL ...................................................................................................................................... 7
5. TECTÓNICA .......................................................................................................................................................... 8
5.1. ZONA LLANA Y SUAVEMEN TE ALOMADA .................................................................................................... 8
5.2. ZONA ALOMADA .......................................................................................................................................... 8
6. GEOLOGÍA Y GEOTECNIA EN LA PLAYA DEL PALMAR .......................................................................................... 9
7. GEOTECNIA DE L TRAMO .................................................................................................................................... 10
7.1. DEPOSITOS LITO RALES (R3) ....................................................................................................................... 10
7.1.1. LITOLOGÍA .......................................................................................................................................... 10
7.1.2. ESTRUCTURA ..................................................................................................................................... 10
7.1.3. GEOTECNIA ....................................................................................................................................... 10
7.2. DUNAS (DE) Y DUNAS CEM ENTADAS, (DEC) ............................................................................................. 10
7.2.1. LITOLOGÍA ......................................................................................................................................... 10
7.2.2. ESTRUCTURA ..................................................................................................................................... 10
7.2.3. GEOTECNIA ....................................................................................................................................... 10
7.3. PLAYA, (RE ) ................................................................................................................................................ 10
7.3.1. LITOLOGÍA ......................................................................................................................................... 10
7.3.2. ESTRUCTURA ..................................................................................................................................... 10
7.3.3. GEOTECNIA ....................................................................................................................................... 11
7.4. TERRAZA MARIN A GRUESA , (TR1) ............................................................................................................ 11
7.4.1. LITOLOGÍA ......................................................................................................................................... 11
7.4.2. ESTRUCTURA ..................................................................................................................................... 11
7.4.3. GEOTECNIA ....................................................................................................................................... 11
7.5. TERRAZA MARIN A FINA, (T R2) .................................................................................................................. 11
7.5.1. LITOLOGÍA ......................................................................................................................................... 11
7.5.2. ESTRUCTURA ..................................................................................................................................... 11
7.5.3. GEOTECNIA ....................................................................................................................................... 11
8. GRUPOS GEOTÉCN ICOS .................................................................................................................................... 11
8.1. GT 1 ........................................................................................................................................................... 11
8.2. GT 2 ........................................................................................................................................................... 12
9. PERMEABILI DAD ................................................................................................................................................ 12
10. RESUMEN DE LA PROBLEM ÁTICA EN LA ZONA. ................................................................................................ 13
10.1. RESUMEN DE PROBLEMAS TOP OGRÁFICOS ......................................................................................... 13
10.2. RESUMEN DE PROBLEMAS GEOM ORFOLÓGICOS ................................................................................. 13
10.3. RESUMEN DE LA CAPACIDA D PORTANTE Y ASIENTOS .......................................................................... 13
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo II: Ge olog ía y ge ote cn ia
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1. INTRODUCCIÓN
El objeto del presente anej o es expon er las caracterís ticas más sobresalient es desde lo s puntos de vista litológ ico,
estructural y geotécnico, que pueden incidir directamente sobre una obra de carácter lin eal, co mo es el caso de l
paseo marí timo.
2. ENCUADRE GEOLÓGICO
La provincia de Cádiz se caracteriza por ofrecer un paisaje muy heterogéne o, en cierta manera condicionad o por
la variedad litológica y estr uctural que presenta. Dos son las grandes unid ades geológicas que afloran en la costa
de Cádiz: la Cuenca del Gu adalquivir en el sector occidental y la Cordillera Bética, representada por las unidades
del Campo de Gibraltar y el Dominio Subbétic o, en el s ector oriental.
Ilustración 1: Mapa de situación y unidades geoló gicas de la cost a d e Cád i z.
Desde el punto de vista geológic o, la provincia de Cádiz destac a p or ser el sect or de Andalu cía d onde mejor están
representada s las unidades del campo de Gibralta r, constituidas esencialmente por secuencias turbidítica s
formadas durante el Cretá cico y Terciari o. Los depósitos rubidític os se acumular on po r co rri entes d e turbid ez en
una cuenca profunda qu e se situaba en tre las placas Ibérica (al n orte), Africana (al sur) y la mi croplaca de Al borán
(al este). La colisión entre la microplaca de Alborán y las placas Ibérica y African a, inicia la f ormación y posterior
levantamient o de la caden a Béti ca. Durante este pr oceso los materiales de las unidades del Ca mpo de Gibraltar
quedan pellizcados entre los dos dominios generado s, las Zonas Externas y las Z onas Internas, formando una
megaestructura en forma d e arco, que abarca desd e la por pr ovincia de Granada hasta el norte de Áf rica.
Ilustración 2: Unidades geológicas
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo II: Ge olog ía y ge ote cn ia
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3. ESTRATIGRAFÍ A
La zona de estudio está en cardinada dentro del Complejo del Campo de Gibral tar. Esta unid ad está comp uesta a
su vez por 4 se ri es que se describ en a continuación:
Serie del Ta mbor: La serie del Tambor está co mpuesta por mat eriales del Cretácico Inferior, con
características de turbidita s en facies de lóbulos dep osicionales. La base es una alternancia de arcillas y
areniscas, con predominio de las primeras, mientras que hacia techo dis minuye n las arcillas y abundan
mucho más las ar eniscas.
Ilustración 3: Columna estratigráfica serie del Tambor
Serie de Alma rchal: Esta unidad constituye, c omo se verá a continuaci ón, la base de algunos de l os mantos
del Complej o del Ca mpo de Gibraltar. La serie, que comienz a en el Cre tácico Sup erior, está repres entada
hasta el Paleoceno por una sucesión alteman te de arcillas margosas y calizas. El techo corr esponde al
Eoceno Inferi or, compuest o po r una alternancia de margas y cali zas.
Ilustración 4: Columna estratigráfica serie de Almarchal.
Serie de Algeciras-Bu jeo: A barca desde el Cretácico Superior hasta el Olig o cen o S uperior. La bas e, d e edad
Senoniense, está formada por una sucesión de arcillas y calizas equivalentes en eda d y facies a las definidas
en la serie de Almarchal. A continuaci ón se deposita un tramo inter medio de arcillas y arenisca s, en el qu e
se intercalan sucesiones d e calizas y arcillas, arcillas arglilíticas y mangas y calizas, areniscas, arcillas y
limonitas, algunas de ellas en facies típicas de Flysc h. Este tramo alcanza desde e l Paleoceno hasta el
Oligoceno Inferior. Por último, el Oligoceno Medio y Superior se caracteriz a por estar compu esto por
turbiditas arenosas (flysch margo-arenisc o so micáceo). Litológica mente se diferencian d os facies: una de
margas y arenisc as micáce as, y otra de idéntica litología, per o con inter calaciones de aren iscas silíc eas
similares a las del Aljibe.
Ilustración 5: Columna estratigráfica serie del aljibe.
Serie del Aljibe: Co mprende desd e el Cretácico Superior hasta el Mioceno. Como en el caso anterior , la
base corresponde a las arcillas margosas y calizas de las facies Al marchal, culmina das en algunas zonas por
arcillas rojas. Seguida mente se deposita una alternancia de margas, areniscas y calizas, con “ cue rpos ”
intercalados de calizas, areniscas y arcilla s. Sobre la unidad anterior se localizan unas arcillas ro ja s c on
niveles de areniscas, que para muchos autores constituyen la base natural de la serie de Al jibe. Entre las
arcillas apare cen series in tercaladas de cali zas, marg as y areniscas. Est e tramo co mienza en el tech o del
Paleoceno y finaliz a en el Olig onceno Superior. Por ú ltimo, el techo de la un idad de edad miocena, está
compuesto por las deno minadas Areniscas d el Aljibe, que corresponde al ni vel m ás característico d e l a
serie. Se trata de un potente grupo de areniscas silíc eas de tonos claros, con intercalaci o ne s irr egulares de
pelitas.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo II: Ge olog ía y ge ote cn ia
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Ilustración 6: Columna estratigráfica de la serie Aljibe.
El complej o de Ca mpo de Gibraltar forma un conjunto conocido en la li teratura g eológica como “flysch del Ca mpo
de Gibraltar”. Ultima mente este término se utiliza poco debido a que muchas uni dades no están constituida s por
formaciones de tipo flysch, aunque las investigacion es m ás moderna s han confirmado la preponderancia de las
formadas por turbiditas.
El Complej o no aflora excl usivamente en esta región, sino que tam bi én aparece n hacia el NE cerca del con tacto
entre las zonas in ternas y externas, en el ex tremo occi dental d e la depresi ón de Guadix y hasta unos 45 K m al ENE
de Granada. Por otra parte, estas unidades también se continúan al otro lado del estrecho, bordeando a modo de
orla casi c ontinua las cordil leras norteafricanas, hasta el punto d e alcanzar Sicilia e Italia del Su r.
Las unidades del Ca mpo d e Gibraltar apare cen en la actuali dad agrupadas en una serie de mant os de sunidos e ntre
sí y sup erpuestos tect ónicamente a las unidad es subb éticas. Aunque a estos mantos se le s supone una imp ortante
aloctonía teniendo en cuenta que no se conoce la raíz de los mismos, algunos autores manifi estan que ciertos
elementos considerad os como mantos n o serían sin o “klippes sedimentarios ” y que el conjunto tendría un carácter
tectonosedim entario. A p esar de que se admite és ta últi ma afirma ción no s e han encontrado pruebas que
permitan generali zarla a t odo el conjunto.
Los mantos de corri miento son m antos deslizad os por m ecan ismo de gravedad, ya que la potencia escasa en
relación con su extensión s uperficial, así c omo la naturaleza incompetente de l os materiales que los constitu yen,
confirman esta interpretaci ón. En lo que se refi ere a la edad del emplaz amiento, su comienzo d ebe se r post erior
al Aquitanien se y es segur o que habría finaliz ado al final del Mioc eno Superior.
4. TOPOGRAFÍA Y GEOMOR FOLOG ÍA
El municipio de Vej er posee unas c otas topográficas r elativamente bajas ya que no sobr epasan los 150 m s obre el
nivel del mar. Los desnivel es existentes s on moderados y el relieve puede consi derar se de poco accidentad o .
La zona en estudio posee una morfología variada, con relieves llanos o suaves o ndu lados y pendientes menores
del 7 por ciento, y otros m ás acusados que forman abarran camientos con pendien tes algo pronun ciadas que
pueden llegar hasta el 30 por ci ento.
En la imagen que se mu estra a con tinuación se observan diferent es z o nas en litoral de ponien te ga ditano
Concretamente en el municip io se dan tres dominios con caract er ísticas geomo rfológicas propias que se
describirán tras l a imagen.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo II: Ge olog ía y ge ote cn ia
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Ilustración 7: Diferenciación de las zonas con diferentes característi cas geológicas.
Zona de estudi o
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4.1. ZONA LLAN A Y SUAVEMEN TE ALOMADA
Se localiza en la z ona norte d el municipio y corr esponde a áreas ocupadas por depósitos terciarios detríticos y
margosos, parcial mente cubiertos p or s edimentos arenosos de o rig en eólico. El r elieve es suavem ente alomado
debido a la na turaleza poco c ompetente de sus materiales y a la escasa acti vidad tectónica qu e han sufrido .
Morfológica mente esta Zona se caracteriz a por presen tar un relieve sua vemente alomad o, en algunos caso s tipo
planicie, recubierto parcialmen te por depósit os de glacis, man tos eólicos y dunas. Esta morfol ogía suave s e debe
fundamental mente a la relativa homogen eidad y escasa compe tencia de los mat eriales, que propicia una erosión
y denudaci ón homogén ea generaliz ada. Otro factor i mportante que c on tribuye a este tipo de reli eve es l a escasa
deformaci ón que ti ene l os sedi mentos, ya que cuan do ha podido apreciarse su e stratificación, est a es
subhorizontal.
Las cotas no superan los 100 m de altitud y las pendi entes son inferiores al 7%. Los únicos accident es rese ñables
corresponde a los valles y arroyos que drenan el área que discurren por valles poco p rofundos y a mplios, típico del
curso bajo de los ríos, próxi mos a su desembo cadura.
4.2. ZONA ALOM ADA
Se reparte irregular mente a lo largo d e la z o na su r este del municipio. Su relie ve, de moderado a fuertem ente
alomado, se ha labrado s obre formaci ones de litologí as muy he terogéneas, las cuales responden de f orma mu y
desigual frente a los agentes er o si vos.
El rasgo más característico de esta zona es la di versi dad morfológica que prese nta, ya que inclu ye áreas desde
poco acciden tadas a otras f uertemente alomada s.
El relieve es el resultado de la heterogeneidad litológica de las formaci ones presentes, debido a que coexiste n
materiales de naturaleza blanda y deleznable con otros de estructura pétrea. Los resaltes más significativ os
corresponden a las manch as de dolomías inmersas en las arcill as yesíferas del Triás y a los “cuerpos” de ar eniscas
del Aljibe y calizas, que aparecen dispersos en la arcillas del C omplejo Tectosedi mentario. Los montes son de
morfológica redondeada y alargada, a modo de pequeñas cuerdas que siguen la dirección estructural d e los
estratos.
Las cotas son relati vamente bajas, inferiore s a lo s 150 m de altitud, y las pendientes to p ográf icas no suelen superar
el 30%.
Los ríos y a rroyos discurren por v alles p o c o encajados, excepto en las z onas de cabecera.. Todos ellos dese mbocan
en la vertien te atlántica.
4.3. ZONA DEL LI TORAL
Esta unidad se ha diferenci ado en base a que las formas geomorfológicas que presentan son muy específ icas de
un medio tan singular como es el del lit oral. Concretament e, esta será la z ona de actuaci ón. La zona se enmarca
dentro de la amplia unida d geom orfo l ógica del golfo de Cádiz, situada en la parte más meridional de nuestras
costas. Pres enta un relie ve muy contrastad o, debido a la influencia de tres dom inios enmarcados den tro de las
Cordilleras Béticas: La Depresión del Guadalq uivir, el Dominio Subbético y los m ant os alóct onos del Cam po de
Gibraltar.
Los rasg os geomorfol ógicos más destac ables del litoral resultan de la confluencia de cuatro factores
fundamentales : Situaci ón geográfi ca, Marco ge ológico, Dinámica litoral y Variacio nes del nivel del mar duran te el
Cuaternario.
El primer factor determin a su situación latitudinal, alrededor de los 36º de latitud Norte, es decir, en la zona
meridional de las latitud es medias, que c orresponde a la franja donde se produce la transici ón entre los cl imas
semiáridos y los templados o c eánicos.
En el cont exto estructural destaca el conta cto con la Placa Africana, d e gran ac tividad neot ectónica que origina
cambios pale ogeográficos en la costa durante el cuaternario.
La dinámica lit oral es la res ponsable de la er osión y acreción costera, así co mo de los rang os mareales.
Por último, las variaciones del nivel del m ar durante el cuaternario han marcado los rasg o s geom ofológicos más
característic os, ya que con trolan la mayor o menor e xtensión de los sedimento s m arin os o continentales. En la
zona de estudi o predo minan las playas sobre los ac antilad os, y se caracterizan porque el relieve existente so bre
los acantilados es de tipo t abular, a modo de al tiplanicie.
La dinámica litoral juega un papel muy important e en el controlmorfológi co de la co sta. Actualm ente la dinámica
costera está condicionada por una proinente deri va, debida a la coincidencia de vientos dominan tes y al siste ma
de bajas presi ones del Atlántico, l o cual origina un claro transp orte de sediment o hacia el Este y Sureste.
Por otro lad o, un medio tan singular como el litoral da formas g eomorfol ógicas muy característi cas. Alg unas de las
más significa tivas son:
o Acantilados r ocosos
o Playas
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o Marismas: Se trata de llanuras mareal es que constituy en las zonas más bajas de la costa. Son áreas
amplias, de escasa profun didad y energía de oleaje, dond e las co nc entraciones anó malas de
salinidad permite sol o el desarroll o de un a fauna y flora característica. La s llanuras están recorrida s
por multitud de canales (d enominadas “caños” o “esteros ”) por donde entra y sal e el agua de l a
marea. Dentro de la marisma se distingu en dos zonas donde entra y sale el agua de la m ar ea.
Dentro de la marisma o schorre, que corresponde a la zona supramar eal y qu e so la mente se
inunda en las mareas vivas (dos veces al mes), y las maris ma baja o slikke que atañ e a la llanura
intermareal y que se inunda dos veces al día durante l as plea mares. En ocasiones la diferencia de
cotas entre las dos marismas es inferior a m edio metr o. En ocasiones la difer encia de cotas entre
las dos m ari smas es inferior a medio metro. L as maris mas m ás important es cercanas a la zona de
estudio se l ocalizan en la B ahía de Cádiz y en la d esembocadura del rí o Barbate.
o Cordones lit orales
o Depósit o s eólicos (Dunas): Las dunas y los m ant os eólic os son los dep ósitos eólicos más
característic os qu e ap arecen repartidos por la costa del Golf o de Cádiz. Las du nas más antigu as
aparecen cementadas, son de edad P l eistoceno Superior y se asocian al ciclo m arin o regresi vo
Ouljiense del último Intergl aciar.
o Terrazas marinas: Estos materiales tien e su origen en l as distintas oscilaci ones del nivel del mar, y
son depósitos te stigos de zonas c on tendencias a la elevaci ón, durante la tectóni ca cuaternaria. A
lo largo del litoral se han distinguid o entre cuatro y siete episodi os marinos, y la línea de costa
mejor conser vada, dada su desarrollo espacial, es la correspondient e al Ouljiense.
En las llan adas el terreno es normalm ente estable por haber adoptado la posición de equilibrio. En el resto,
presenta una cierta inestabil idad general, por ser zonas de erosión m uy activa co ns tituidas por grandes masas
arcillosas d eslizadas, pro cedentes de margas frí ables reblandecidas por el agua y que en su descens o favorecid o
por la pendien te, arrastran mat eriales pétreo a las capas competent es.
5. TECTÓNICA
5.1. ZONA LLAN A Y SUAVEMEN TE ALOMADA
Los sedimentos que c onfiguran esta zona son postectónicos, es decir, que s e de positaron en una gran dep resión
con posteri oridad al paroxism o tectónico de la regi ón. Sin embarg o, presentan ciertas def o r maciones o rigi nadas
por una neote ctónica recien te.
La dirección de las capas y los ejes de l os pliegues oscil an entre N 10º E y N 30º E, y e l buz amiento de las cap as no
supera en ning ún caso los 40 º. A esta fase per tenece el sinclinori o de Conil-Cabo Roch e.
La densidad de fractura ción es baja, distinguiénd ose cuatro familias de fractura s: N 80º - 110º E, N 150º E y N 55º
E.
Se propone la existenci a de dos fases de deformaci ón para la cobertera m io -p liocena. La primera de carácte r
distensivo, de edad mio-pliocena, y la segunda co mpresiva, de edad fin ipliocena.
Posterior mente, tuvo lugar una et apa compresiva de eda d Finipli o cena y Pleisto cena, durante la cual el Plioiceno
Inferior y Medi o ll ega a bu zar hasta 1 5º, y el Plioceno s uperior s e pliega en estructu ras de g ran rad io de curvatura,
pero de intensidad imperceptible.
Resumiendo, las d irectrices estructurales d e la primera etapa de deforma ción y de la segunda etapa compren siva,
son similares a la s direc trices general es d e la cadena en esta región. Por tanto, es lógico pensar que las direcc iones
generales y la direcci ón d e los esfuerzos que origin aron el Arco de G ibral tar se hayan mantenid o has ta e l
cuaternario, c ondicionando la evolución ne ote c tó nic a.
Por último, el segundo episodio compresivo finiplioceno-cuaternari o di o lugar a la reactivación de fallas o rig inadas
en las fases t ectónicas anti guas.
5.2. ZONA ALOM ADA
La tectónica es muy co mpleja, en part e debid o a que los ma teriales que la f orman pertenecen al Sub bético medio
y a las Unidad es del Campo de Gib raltar.
Una característica fundam ental del Subbétic o Medi o en el área de estudio es la enorme extensión ocupad a por
materiales triásic os, parcialmente recubiert o por el Complejo Tectosedimentari o. En o pinión de di versos autores ,
durante las difer entes fase s de acortamien to, el Trías debió de sufrir importan tes movimien tos halocinéti cos así
como extrusi ones masivas, ind ucidas por el pr opio acotamient o y por s obrecarga de i mbricación de series
suprayacentes. Es tos procesos extrusi vos se mantuvie ron a l o largo de toda la evolución de la cadena, d e modo
que son numero sas las formaci ones que aparecen re cubiertas o intruidas por el Trías. De este modo, las escamas
de la serie de Al marchal reposa d e forma alóc tona sobre la formaci ón triásica, siend o posteriorment e
retrocabalgad as por esta f ormación.
La sedimentación de las arcillas co n Tubotomaculum ti ene lugar durante la fase principal de cabalg amientos de las
Unidades del Campo de Gi braltar, y pr oceden de la erosión de un diapiro situado más hacia el Este. A la vez de su
sedimentaci ón se produc e la inclusión de bloques de origen muy diverso, fund amentalmente de las Areniscas del
Aljibe, o rigin ándose el Comp lejo Tectoseidment ario. D i cho Complejo muestra una estructura interna caracteriz ada
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por una disposición caótica de algunos niveles, y por la in clusión de bloqu es, algunos de d imensiones kilo métricas,
separados entre sí.
La serie Almarchal se considera que tiene un carácter autóctono o parautóctono, y sirve de sustrato común a todas
las series superi ores. Duran te la primera fas e de deformación se pone d e manifiesto la in dependencia entre el
flysch de Almar chal y las series superi ores.
5.3. ZONA DEL LI TORAL
La zona del litoral de Cádi z presenta dos tipos de relieves contrastados, que obedecen a la existencia de dos
dominios morfoestru cturales de las Bé ticas: el domin o Sub bético y el d ominio de los Mant os alóct onos del Ca mpo
de Gibraltar. La evolución geodin ámica de este lit oral es paralela a la de las Cordi lleras Béticas.
Los accident es tectónicos más i mportantes que influ yen en el m o delad o costero actual son:
- Los accident es que delimit an y permiten la pervivenci a de la Bahía de Cádiz y el de Cabo Roche, en part e
responsable por la infle xión que sufre la costa en este punt o, ya que se trata de una falla que no sol o
funciona en la vertical, sino tambi én en la horizon tal con component e dextral.
- El accidente de Tarifa WSW-ENE, cuya compo n ente en la vertical determina la posición anómala actual, de
los niveles marin os entre T arifa y Algeciras.
- La Bahía de Algecira s, cuya m orfol ogía es debía al rejuego de la gran falla N -S del río Guadarr anque, que
dirige el trazado del borde o ccidental de la Bahía. El borde oriental es de creación reciente, y a que la
comunicación con el prom onto ri o calizo del Peñón de Gibraltar se realiza mediante un tómbolo de edad
holocena.
Por último, el acerca miento de la placa europea y african a que se produce durante el Cuaternari o se tradu ce en
una inestabilidad del sector, puesta de m anifi esto en las distintas alturas qu e, en una misma línea de co sta ,
aparecen l os m áxi mo transgresiv os. Si se proyectan éstos últimos, tanto en España como en Marruecos, p ara la
línea de costa ouljiense, se observa un le vantamiento de un borde y otro del Estrecho al men o s de sde e l
Pleistoceno Superi or.
6. GEOLOGÍA Y GE OT ECNIA EN LA PLAYA DEL PALM AR
Como se ha dich o la playa de El Palmar se localiza en el complejo del Cam p o de Gibraltar, concretamente en la
serie de Algeciras-Bu jeo.
Su base, de edad Senoniense, está for mada p or una sucesión de arcilla s y calizas . A continuación se deposita un
tramo intermedio de ar cillas y arenisc as, en el que se intercalan sucesione s de calizas y arcillas, ar cillas arglilíticas
y mangas y calizas, arenisc as, arcillas y li monitas, algunas de ellas en facies típicas de Flysch.
Por último, el techo del sustrato se carac teriza por estar c o mpues to por turbid itas arenosas (flysch m argo -
areniscoso micáce o ). Litológica mente se diferencian dos facies: una de m arga s y areniscas m icác eas, y otra de
idéntica lit olo gía, pero con intercalaciones d e areniscas silíceas.
En cuanto a la ge omorfolog ía, el tramo en estudi o se localiza en la zona del litoral por lo que sus formas vienen
muy marcad as por las varia ciones del nivel del mar durante el cuaternario.
La dinámica lit oral juega un pap el m u y importante en el co n trol morfológic o de la costa. Actual mente la din ámica
costera está condicionada po r una pro minente deri va, debida a la co incidencia de vientos dominantes y al sistema
de bajas presi ones del Atlántico, l o cual origina un claro transp orte de sediment o hacia el Este y Sureste.
Entre las morf ologías característica s que pode mos encontrar en la zona de estudio des tacan las siguientes :
o Depósit o s eólicos (Dunas) : Las dunas y los m ant os eólic os son los depósit os eólicos más
característic os que aparec en repartidos por la cost a del Golfo de Cádiz. Las dunas más antiguas
aparecen cementadas, son de edad Pleistoceno Supe rior y se asocian al ciclo marino regresi vo
Ouljiense del último Intergl aciar.
o Terrazas marinas: Est os materiales tien e su origen en las distintas oscilaciones d el nivel del mar, y
son depósitos te stigos de zonas c on tendencias a la elevaci ón, d urante la tectónica cuaternari a. A
lo largo del litoral se han distinguid o entre cuatr o y siete episodi os marinos, y la línea de co s ta
mejor conser vada, dada su desarrollo espacial, es la correspondient e al Ouljiense.
A continuación se mu estra un croquis en la playa del Palmar a la altura de Torre N ueva donde se mu estra lo d escrito
anteriormen te .
Ilustración 8: Corte esquemático de la zona costera de El Palmar.
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7. GEOTECNIA DEL TRAMO
A continuación se va a estu diar las características conc retas del tramo, centrándon os en la Z ona Lit oral defini da en
el apartad o anterior. En el mismo, aparecen varios g rupos litológicos que se van a describir a continuaci ón. Si
tomamos el mapa geológic o general del ministerio de minas se obser va e stos ele mentos.
Ilustración 9: Mapa Geotécnico.
Por tanto, ampli a escala nos encontra mos con zonas de capacid ad de carga baj a y asientos de magnitud m edia.
Todo esto se analiz ará más concretamente a c ontinuación.
7.1. DEPOSITOS LITORALES (R3 )
7.1.1. Litología
Son sedimentos de flech as litorales, y posibl emente dunas d egradadas, compuestas pr o arenas fina s mal
clasificadas y ligeramente li mosas.
7.1.2. Estructura
Las estructuras internas más frecuen tes son la estr atificación cru zada y los rippl es.
7.1.3. Geotecnia
Plantean la problemática de los suelos arenos o s m a l clasificados, es decir: difícil compactación y capacidad de
carga baja y asient os impor tantes a corto plaz o .
7.2. DUNAS (DE ) Y DUNAS CEM ENTADAS, (DEC)
7.2.1. Litolog ía
Depósitos eó li cos asociad os a las costas per o que en muchos casos s e adentran bastante hacia el interi or. Se tr ata
de arenas blan quecinas li mpias, de grano fino y muy ho mométricas ( mal clasificad as). La potencia observ ada de
este grup o es de hasta 7.0 m.
7.2.2. Estructura
Morfológica mente so n dun as longitudinales que en algunos casos aparecen fijad as y o tr os son todavía móviles.
Las estructuras internas más comun es y típicas que presentan son los ripp les y la estratificaci ón cruzada.
7.2.3. Geotecnia
La característi ca fundamental de estos materiales es su imposibilid ad para compactarlos debido a la
homogeneidad de sus granos. L a capacidad de carga es baja y a corto plazo pueden originar asientos altos e
irregulares. En el ca so d e las dunas cementadas los asientos pu eden ser más i mprevisibles debi do a la existencia
de zonas desig ualmente ce mentadas. La permeabi lidad verti cal es muy elev ada.
En las obras de carreteras pueden u tilizarse para suel o-cemento y para la fabricación de h ormigones.
Se han observad o taludes a rtificiales de alturas medias, estable s y con inclinacion es de 30º.
7.3. PLAYA, (RE )
7.3.1. Litolog ía
Este ambient e de sedi mentación li mitado por la acci ón del ole aje, está constituido por arenas finas mal clasific adas,
y en poc os casos, con grav as dispersas.
7.3.2. Estructura
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Las estructura s de estos depósitos corr esponden a rip ples originados por las olas y laminaciones cruzadas de ti po
planar de pequeño ángulo.
7.3.3. Geotecnia
Debido a la posición que ocupa y a su reducida extensión, la incidencia de este grupo sobre la construcc ión de
futuras vías d e co municación es más bien escasa. Se trata de materiales sueltos, con una capacidad de carga baja
y asientos alt os a corto plazo. Evid entemente s o n sedi mentos con ni veles freátic o s muy superficiales.
7.4. TERRAZA MA RINA GRUESA, (TR1)
7.4.1. Litología
A lo largo de litoral de Cá diz se han distinguid o hasta siete episodios marin os correspondient es a oscilac iones
eustáticas del ni vel del mar . Se han distinguid o dos grupos de terraz as marinas e n función de su litología: terrazas
gruesas y terrazas finas, sin tener en cuenta su p osición estratigráfi ca.
Las terrazas mari nas g ruesas están constitui das p or conglo merados d e grava s e caliz a y r estos de conchas,
trabajados por una ma triz arenosa de gran o medio y cementad o por carbonatos. L as gravas son de formas esf éricas
y de diámetro generalmente inferior a los 10 cm. En algunas terrazas, co mo ocurre en las situadas en gravas y
aumenta la frac ción arenosa, qu e seguramente c orresponden a epis odios de dun as o de playas.
La potencia obser vada en este gru po es de 8.0 m.
7.4.2. Estructura
Los tramos c ompuestos por gravas tien en un aspecto masiv o, mientras q ue los areni scosos presentan
estratificación cruzada.
7.4.3. Geotecnia
Son materiales difícil mente ripables y con una capa cidad de carga alta, aunqu e ésta última pued e disminu ir
puntualmente si existen ac umulaciones impor ta ntes de conchas.
Los taludes excavados en es tos materiales admiten pen dientes subverticales , aun que pueden presentar probl emas
puntuales por desgaja miento de bloques. En las zonas pr óximas a la costa se observan frecuent es
desprendimien tos de gran des bloques, por socava ción de la acción del oleaje de los materiales sub yacentes.
7.5. TERRAZA MA RINA FINA, (T R2)
7.5.1. Litolog ía
Este grup o de terrazas está compuesto por ar enas arcillosas de t ono s rojizos, con alg unas gravas dispersas.
7.5.2. Estructura
Depósitos masivos sin estr uctura interna defin ida.
7.5.3. Geotecnia
Sedimentos fácil mente ripables, ero sionables y con un drenaje superficial ac eptables por perc o laci ón. La capacidad
portante es baja y pueden dar lu gar asientos difer enciales altos.
8. GRUP OS G EOTÉCNICOS
Teniendo en cuenta los diferentes grupos litológicos definidos en la z ona en e studio, así como sus respectiva s
características geotécnicas, se han definid o los siguientes “grupos geotécnic os”.
8.1. GT 1
Arenas finas mal clasificad as, ocasi onalmente cem entadas. Ma teriales con una ca pacidad de carga baja y asiento s
altos a corto plazo. En las du nas cementadas la capacid ad es algo mayor y dismin uye la m agnitu d de los asien to s,
aunque su comportamient o es más imprevisible debid o a la presencia de zonas desigualm ente cementadas.
Difíciles de co mpactar debido a la granulometría homog énea de sus g ranos. Los tal udes de excavación son estables
para pendientes de 30º. En esta Zona forman e ste grupo las f o r maciones (R3), ( DE), (DEC) y (RE).
Este grupo s e extiende en la mayoría del trazado exce ptuando la zona central, concretament e sobre la ubicació n
de la Torre Vig ía, que se su stenta sobre terr azas.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo II: Ge olog ía y ge ote cn ia
12
Ilustración 10 : GT1
8.2. GT 2
Conglomerad os calcáre os (desigualment e cementado s) y frag mentos de conchas. Grupo desde fácil a difí cilment e
ripable y c on una capacida d de carga elevada. Los asientos son bajos. En z onas de acumulaci ones imp ortantes de
conchas la capacidad de carga puede dismin uir y aumentar los a sientos. Los materiales del gru po TR1 pueden dar
lugar a desprendimientos de bloques po r erosión diferencia de los sedimen tos subyacentes. Los taludes, en el
grupo TR1, admiten pend ientes sub verticales, pe ro pueden p roducirse caída de b loques por desgajamien to de los
mismos. Est e grup o está constituido por las for maciones (TR1) y (TR2). Se trata de un grupo geotécnic o mu y
reducido en extensión.
Ilustración 11 : GT 2
9. PERM EABILIDA D
La zona en estudio se localiza sobre el material tipo P como se puede observar en la siguiente imagen. D ich o
material es permeable, c omo se intuia, dad o que se trata de ar enas mal clasifi cadas.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo II: Ge olog ía y ge ote cn ia
13
Ilustración 12 : Mapa de permeabilidad
10. RESUMEN DE LA PROBLEMÁTICA EN LA ZONA.
10.1. RES UMEN DE PRO BLEMAS TOPOGRÁFICOS
La zona n o plantea p roblemas de tip o topográfic o, excepto l os que pu ntualmente p uedan deri varse por la
presencia de los valles de l os ríos y arroy o s d e la red d e drenaje.
10.2. RES UMEN DE PRO BLEMAS GEOMORFOLÓG ICOS
Las zonas de c osta llana y d e playa no plantean proble mas geomorfol ógicos.
10.3. RES UMEN DE LA CAP ACIDAD PORTANTE Y ASIENTOS
El principal p roblema de la zona es la capacid ad portan te de los materiales y lo s asientos que se pr oducen. Esto
sucederá en todos los depósitos cuat ernarios y pliocuaternari os, a causa de su baja compa cidad. Se ex ceptúan los
sedimentos de t errazas ma rinas que no poseen es te proble ma.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo II: Ge olog ía y ge ote cn ia
14
ANEXO I: MA PA GEOLÓGIC O MAGNA 1: 5 0.000. HOJA 1073.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo II: Ge olog ía y ge ote cn ia
15
ANEJO III : B ASES DE DISEÑO
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). A ne jo II I: B ases d e d iseñ o
2
ÍND ICE
1. INTRODUCCIÓN ................................................................................................................................................... 3
2. VIDA ÚTIL DE LA OBRA POR YECTADA ................................................................................................................. 3
3. RIESGO MÁXI MO ADMISIBLE .............................................................................................................................. 3
4. PERIODO DE RETORNO DE TEMPORA LES ........................................................................................................... 4
5. ME TO DOLOGÍA APLICABLE SEGÚN LA ROM 0.0 ÍNDICE D E REPRCUSIÓN E CONÓMICA (IRE) E ÍNDICE SOCIAL Y
AMBIENTAL (ISA). ........................................................................................................................................................ 4
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). A ne jo II I: B ases d e d iseñ o
3
1. INTRODUCCIÓN
El presente anej o tiene como obje tivo el cálculo de la vida útil y el periodo de ret orno d e la obra maríti ma en
estudio .
En primer lugar se establec en los criteri os general es de proyect o, en los que se define la vida útil de la obra y
los perio d os de retorno a considerar según la no r mativa v igent e en España. Los criterios y bases de cál culo de las
obras de defensa de costas, regeneraciones de playas, o bras de abrig o, o cualquier o bra de costas que se vea
afectada p or la acci ón del oleaj e, vienen determinad os según la Metodología defin ida en las Recomendaciones
para Obras Maríti mas, ROM 0.2 /90, Acciones en el Proyecto de Obras Marítimas y Portuarias, tanto como para
estructuras en fas e constructiva como para obras ya ejecutadas.
2. VIDA ÚTIL DE LA OBRA PORYECTADA
La vida útil de la s obras proyectad as se cal cula en b ase a la tabla 2.2.1.1. de la RO M 0.9/90, en la que se d efinen la
vida útil mínima a c onsiderar de las obra s o instalaciones proyectadas, califi cándolas según sean infraestructura s
de carácter g eneral o indus trial específic o, y con Niv el 1,2 o 3, según el inter és local, g eneral o sean obras de interés
especial por su n ecesidad antes inu ndaciones o ser de carácter supran aciona l.
La tabla de v aloración es la siguiente:
En este caso s e puede catalogar c omo actuaciones de infraestructura d e carácter general, c on nivel 1, por se r
actuaciones de carácter loc al o auxiliar, con pequ eño riesgo de pérdidas humanas o daños medi oambiental en
caso de r otura. Por tanto, l a vida útil míni ma de las ob ras proyectadas se es timan en 25 añ os.
3. RIESGO MÁXIMO ADMI SIBLE
De m anera similar al cálculo de la vida útil mínima, se puede estimar en la tabla 3.2.3.1.2. de la ROM 0.2/90 el
riesgo m áxi mo admisib le, tomando el v alor máximo de la que se c onsiga en dich a tabla del apartado a ) para riesgo
de iniciación de averías, po r la naturaleza de las obras que se pr o ponen.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). A ne jo II I: B ases d e d iseñ o
4
En este caso, s e determin an dos valores, la repercusión econ óm i ca en caso d e inutilización d e la obra, que de
manera general se determ ina como media, y la posibil idad de pérdidas human as en caso d e iniciaci ón de las
averías, que e s reducida. En este caso, se obtiene por tanto un riesgo máxi mo admisible E=0. 5.
4. PERIODO DE RETORNO D E TEMPORALES
Las acciones de o l eaje que pueden actuar sobre las obras que se proyecten, y que deter minan en cierto mod o
muchos de los pará metros que influyen en diferente s aspectos de la diná mica litoral viene determinad o por el
periodo de retorn o de dicho oleaje. Este se calcula en base a la f ormulación propuesta también en la R OM 0 .2/90:
𝐸 = 1 − (1 − 1
𝑇 𝑟 ) 𝑛 , 𝑒𝑛 𝑑𝑜𝑛𝑑𝑒:
E = Grado de riesgo de la e structura = 0.50
n = Vida útil mínima de la ob ra = 25 años.
Tr= Periodo d e retorno del temporal d e cálculo en año s
Por tanto, el valor obtenid o del p eriodo de ret orno del temp oral en años es Tr = 35.71 años.
5. M ET ODOLOGÍA APLICABLE SEGÚN LA ROM 0.0 Í NDICE DE REPRCUSIÓ N ECONÓMICA (IRE) E
ÍNDICE SOCIAL Y AMBIENTAL (ISA).
Aunque no es de aplicaci ón obligat o ria, se ha estudiad o el procedi miento de las bases de cál culo propue sto en la
ROM 0.0, publicada en el año 2.00 1. L as ba ses a calcul ar en este caso son l o s den ominados índice de reperc usión
económica (IRE en adelant e) e índice social y ambiental (ISA). Finalment e, con lo s valores cal culados, se realiza una
comparaci ón con el método propu esto en la RO M 0.2/90 para obten er conclusion es.
Los coefici entes ci tados se detallan c o ncreta mente en la ROM 0.0, Proc edimientos General y Bases de Cálc ulo en
el Proyect o de Obras Marítimas y Portuarias, Parte I, y mediante dichos coeficientes se deter mina el caráct er de
la obra, y se pu ede estimar en este caso la pr obabilidad de fallo y el métod o de cálcu lo que debe emplea rse:
Cálculo del IRE:
El IRE se deter mina median te el siguiente proceso:
1) Concre tar el valor d el Co ste de Inversión de las obras de reconstrucci ón, o 𝐶 𝑅𝐷 , que se valora igual a la
inversión inicial , debidamen te actualizada, para si mplificar el cálculo.
2) Val orar la repercusi ón p or la inutilización de las obras, 𝐶 𝑅𝐼 , en co mparación con el c oste tip o de referenci a
𝐶 0 (esti mado como refer encia para España 3 millones d e euros, 𝐶 0 = 3 ).
3) Se calcul a el IRE com o
𝐼𝑅𝐸 = 𝐶 𝑅𝐷 + 𝐶 𝑅𝐼
𝐶 0
4) El val or de 𝐶 𝑅𝐷 se estima en 6.5 millones de euros, según estimación al alza
5) El vla or de 𝐶 𝑅𝐼 se esti ma como:
𝐶 𝑅𝐼 = 𝐶 ∗ ( 𝐴 + 𝐵 ) , 𝑒𝑛 𝑑𝑜𝑛𝑑𝑒
A= Representa el ámbito del sistema productivo, estimado entre Local (1), Reg ional (2) y Nacional e
Internacional (5). En este c aso se valora c omo (1).
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o Ma rí timo de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). A ne jo II I: B ases d e d iseñ o
5
B= Representa la importancia estratégica, estimado entre Irrel ev ant e (0), Rele vante (1) o Esencial (5). En
este caso se val ora como (1 ).
Por tanto, 𝐶 𝑅𝐼 = 1 ∗ ( 1 + 1 ) = 2
6) Fi nalmente, el val or del IRE será entonc es:
IRE= (6.5 +2)/ 3= 2. 83
Según la sigu iente tabla de la ROM 0.0 tendríam os:
La vida útil de la obra sería de 15 años, al s er el IRE me nor de 5.
Cálculo del ISA :
El ISA se deter mina como l a suma a su vez de tres componentes en caso de fall o en las obras:
𝐼𝑆𝐴 = 𝐼𝑆 𝐴 1 + 𝐼𝑆 𝐴 2 + 𝐼𝑆 𝐴 3 , 𝑒𝑛 𝑑𝑜𝑛𝑑𝑒
𝐼𝑆 𝐴 1 = Representa la posibilidad de pérdida de v idas humanas, estimado entre Remot o (0), Baj o (3), Alto (10) y
Catastrófic o (20). En este c aso se valora c omo (0).
𝐼𝑆 𝐴 2 = Representa l os daños al medio a mbiente y patri monio artís ticos, s ean r eversibles o irr e sversib les, es timado
entre Re moto (0), Bajo (2), Medio (5), Alto (8) y Muy alto (15 ). En este caso s e valora co mo (2).
𝐼𝑆 𝐴 3 = Representa la alarma social , estimado entre Bajo (0), Medio (5), Alto (10) y Máxima (15). En este caso se
valora com o (0).
Por tanto, ISA= 0+2+ 0=2
Según la sigu iente tabla de la ROM 0.0, tendríam os:
El v al or de ISA es menor qu e 5 (corrobora el cri terio general ta mbién e xpresado en la ROM 0.0 de que la mayoría
de las obras maríti mas afectadas por el ol eaje suelen ten er un ISA b ajo o muy bajo, como es el caso), que
corresponde co n una pr obab ilidad máxima conjunta de fallo de 0.20.
De esta man era, la formula ción para obten er el periodo de r etorno de los te mporales, se ob tiene:
𝐸 = 1 − (1 − 1
𝑇 𝑟 ) 𝑛 , 𝑒𝑛 𝑑𝑜𝑛𝑑𝑒:
E = Grado de riesgo de la estructur a = 0.20
n = Vida útil mínima de la ob ra = 15 años.
Tr= Periodo d e retorno del temporal d e cálculo en año s
Por tanto, el valor obtenid o del p eriodo de ret orno del temp oral en años es Tr = 68 años.
Comparando amb os p rocesos, la diferencia es de casi 33 añ os, 68 y 35.71 años, de bida esta diferencia a la e xigencia
en la normati va últi ma de fijar como v al or m áxi mo del riesgo de cualquier actuaci ón en 0.20, que es inferior a los
0.50 de la n omenclatura clásica. Para estar del lado de la seguridad, se adopta por tanto 68 añ os como Periodo de
Retorno del te mporal, per o se valorará cuand o sea oportun o el considerar el periodo de re torno de 36 años,
redondeando, ob tenido aplicand o el método tradicion al, para contrastar resul tados.
ANEJO VI : CARTOGRA FÍA Y TOPOG RAFÍA
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ej o IV: Ca rtog ra fía y t opo gra fía
2
ÍND ICE
1. INTRODUCCIÓN ................................................................................................................................................... 3
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ej o IV: Ca rtog ra fía y t opo gra fía
3
1. INTRODUCCIÓN
El objeto de este anej o es conocer la procedencia de los plan os topográfi cos y batimétricos que han servi do de
base para reali zar el presen te proyecto.
Tanto levantamient o topo gráfico, co mo el batimétric o se ha realizado por parte de la De marcación de Cos tas d e
Andalucía Occidental, en el año 2 01 3. Estos planos han sido cedidos para la rea lización de este proyec to con el
suficiente detalle para la definición de planos y mediciones, añadiendo la delin eación correcta del deslinde del
Dominio Públic o Marítim o Terrestre, Servidu mbre de Tránsito y Servidu mbre de p rotección.
Además, se han tomado datos de las arquetas de las diferentes infraes tructuras qu e puedan verses af ectadas, así
como de l os diferentes ornament os o element o s urba nísticos (far olas, pérgolas, etc.).
Por último, se ha to mado referencia de la plan ta ocupada del emplaza miento de los dos chiring uitos (instalac iones
de temporad a) que existen actualmente sobre la pla ya.
El nivel de referencia topográfica es evidentem ente la cart ográfica habitu al, es d ecir, la co ta 0.00 top ográfica
coincide con el Ni vel Medio del Mar en Alicant e (N.M.M.A.). A continuación se adjunta la base cartográfica
utilizada. S e trata de un plan o a escala 1/100 0, es decir, con curvas de nivel cada metro.
ANEJO V : ESTUDIO DE DINÁM ICA LITORAL
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
2
ÍND ICE
1. INTRODUCCIÓN ................................................................................................................................................... 3
2. CONSIDERACIONES GENERALES .......................................................................................................................... 3
2.1. DESCRIPCIÓN GENE RAL DE LA ZONA ........................................................................................................... 3
2.2. PLAYAS ......................................................................................................................................................... 4
2.3. DESCRIPCIÓN DE LOS FONDOS .................................................................................................................... 5
3. CLIMA MARÍTI MO ................................................................................................................................................ 6
3.1. OLEAJE ......................................................................................................................................................... 6
3.1.1. METODOLOGÍA Y APLI CACIÓN DEL CÁ LCULO DE CLIMA MARÍTIMO EN PROFUNDIDADE S
INDEFINIDAS. ....................................................................................................................................................... 6
3.2. FUENTES DE DATOS ..................................................................................................................................... 8
3.2.1. DA TOS PROCEDENTES DE LA ROM 0.3- 91 ........................................................................................... 8
3.2.2. DATOS INSTRUM ENTALES ................................................................................................................... 9
3.2.3. DATOS NUMÉRIC OS ........................................................................................................................... 10
3.3. SELECCIÓN DE DATOS PAR A LA CARACTERIZACIÓN DEL CLIMA MARÍTIMO ............................................ 11
3.4. BOYA DE CA DIZ ......................................................................................................................................... 11
3.4.1. RÉGIMEN ME DIO ............................................................................................................................... 12
3.4.2. RÉGIMEN EXT REMAL ......................................................................................................................... 13
3.5. DATOS SIMAR ................................................................................................................................ ............ 14
3.5.1. RÉGIMEN ME DIO ............................................................................................................................... 14
3.6. MAREAS .................................................................................................................................................... 16
4. ANÁLISIS DE LA EVOLUCIÓN HI STÓRICA DE LA LÍNEA DE COSTA ..................................................................... 16
4.1. CARACTERÍSTICAS DE LA M ETODOLOGÍA EMPLEA DA .............................................................................. 16
4.2. RESTITUCIÓN DE LA LÍNEA DE C OSTA ....................................................................................................... 17
4.3. ANÁLISIS D E LA EVOLUCIÓN HI STÓRICA DE LA LÍNEA DE COSTA ............................................................. 17
4.4. CONCLUSIONES ......................................................................................................................................... 23
5. EVALUACIÓN DEL TRANSP ORTE DE SEDIMENTOS ............................................................................................ 24
5.1. TASAS DE TRAN SPORTE LON GITUDINAL DE SEDI MENTOS ....................................................................... 24
5.1.1. PROCEDI MIENTO DE CÁLCULO ......................................................................................................... 25
5.2. CONCLUSIONES ......................................................................................................................................... 30
6. ANÁLISIS DE LA COTA DE IN UNDACIÓN ............................................................................................................ 31
6.1. METODOLOGÍA 1: ATLAS D E INUNDACIÓN DE L LITORAL PENIN SULAR ESPAÑOL. .................................. 32
6.2. METODOLOGÍA 2: MODEL O IOLE ................................ ............................................................................. 32
6.2.1. MODELO IOL E .................................................................................................................................... 33
6.2.2. COTA DE INUN DACIÓN ..................................................................................................................... 34
6.3. CONCLUSIONES ......................................................................................................................................... 47
ANEXO I: RÉGI MEN MEDIO. BOYA COSTERA D E CÁDIZ ............................................................................................ 48
ANEXO II: RÉGI MEN EXTREMAL. B OYA COSTERA DE C ÁDIZ. .................................................................................... 49
ANEXO III: P LANOS. ................................................................ ................................................................................... 50
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
3
1. INTRODUCCIÓN
Para un correcto d iseño del paseo maríti mo a proye ctar en el borde litor al del Pal mar, en t érminos de segurid ad y
estabilidad, és te habrá de definirse con miras a soslayar la inu ndación de la c o sta ante eventos de temporal.
El objeto de este anejo es resp onder a lo dich o anter iormente junto con la necesidad de realizar un Est u dio d e
Dinámica Litoral en los proyectos de obras maríti mas que puedan estar afectados por fenómenos derivados del
oleaje, proces os mo r fológicos, procesos de sediment ación, etc ., según se indica en el Artículo 44 de la Ley de
Costas 22/198 8 y el Reglament o que desarr olla dicha ley modificad o por el Real Decreto de 1992. Se pretend e
por tanto, obtener el conocimient o de las cara cterísticas del oleaje suscep tible de incidir en la costa o bj eto de
estudio, y de las oscilaci ones sufridas por el nivel del mar como consecuencia, tanto de la atracción gravitatori a
del sistema tierra-lun a-sol (m are a astron ómica), como de las condici ones climatológicas (mare a meteoroló gica),
las cuales son imprescind ibles como inf ormación de partida para poder calcular l a cota de inundaci ón del fr en te
litoral objeto d e actuación.
Para ello se procede a la id entificación de las distintas fuentes de infor mación oceanográfica disponibl es, la
selección de entre ellas, de las más adecuadas para su empleo en el present e Proyecto, y la definición de lo s
parámetros de diseño asociad os al oleaje, el vi ento y la mar ea.
Una vez definid o el clima marítim o se procederá a re alizar un estudio de la evolución histórica de la co sta, el cua l
resulta ser una d e las m á s útiles herra mientas para la e volución del comportami ento d el s edimento en su
movimient o por el litoral.
Esto se obtiene a partir del montaje de las fotografías aéreas de una serie más o menos co n tinua de años,
correspondient es a un dete rminado tram o de cos ta, en la digitalización de la línea de o rilla para cada fotomontaje ,
y en la posterior superposi ción d e las distinta s línea s d e orilla o bt enidas, en un mismo plano y a una misma escala,
de forma que se puedan apreciar las variaciones experimentad as por la línea de o rilla en el transcurs o de la serie
de años estudiad a, e identificar lo s puntos crític o s d e erosión o a vance de la cost a.
Por últi mo y una vez carac terizada la playa en estudio se pro cede a realizar el cálculo de la cota de inundación a
partir de la cua l se podrá e stablecer la cota del paseo maríti mo en proyecto.
2. CONSIDERACIONES GEN E RALES
2.1. DESCRIPCIÓN GENERAL DE LA ZONA
Desde el punto de vista de la dinámica litoral, la playa de El P al mar, pert eneciente al Términ o Municip al de Vejer
de la Frontera (Cádiz ), se enmarca en la u nidad fisiográf ica que se extiende desde Cab o Roche (Conil de la Frontera )
hasta el Cabo d e Trafalgar.
Ilustración 1: Ubicación de la playa del Palmar.
La zona de interés del pr esente P r oyecto se enmarca dentro de las costas del Golfo de Cádiz. Dentro de esta unid ad,
la forma de la co sta en Hue lva y la zona s eptentrional de Cádiz es debi da fundamentalmente a la in teracción de u n
sistema sedimentari o que ha sido muy potente y un oleaje que ha ido modelan do su contorn o en busca de una
forma de equilibrio en planta. Sin e mbargo, la configur ación del tramo d e costa gaditano al Sur de Conil (tra mo en
el que se ubica la zona de estudio) ha sido trazada en sus líne as generales por la actividad tectónica reciente. La
línea de costa corr e h acia e l Sur en un zig -zag q ue va formando lí neas paral elas a las dos direcci ones prin cipales de
fractura de la zona. Los bloques individualiz ados po r el sistema de fallas han sufrido una serie compleja de
movimient os diferenciales de elevación, hundi miento y bascula miento debido a los movimien tos diferen ciales de
las placas euroasiática y africana. L os procesos sedimentarios cuaternari os así como la acción erosiva de los
agentes marinos, han ido r ellenando entrantes y suav izando salientes, pero a pesar de esto, la forma de la línea
Playa de
El Palmar
Cabo de T rafalgar
Río Salado
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
4
de costa aún constitu ye un reflejo de la tectónica , así q ue puede decirse qu e el tramo de costa gaditan a
comprendido entre Conil y Tarifa, está ligado fundam entalmente a fenómenos tectónicos, jugando la dinámica
sedimentaria un papel más secundari o en la configura ción general del lit oral.
En el entorno de la Playa de El Palmar se presentan elem entos del Cuaternario , característico s de las marismas y
aluviales, tales co mo lim os, cantos, arenas, gravas y arcillas, enc ontrándose esta zona englobada en una más
amplia dominada por elementos caracterí sticos de la zona Subbética, así como de las un idades alócton as del
Campo de Gibral tar, todas ellas pert enecientes a la gran unid ad alpina que constituye la Cordillera Bética.
2.2. PLAYAS
La morfología costera se caracteriza por la ausencia de obras, y puede ser descrita como de predominio de ex tensa s
playas de arena con algunos afl oramientos rocosos como los que aparecen en la Punta de Torre Nueva (hacia la
mitad del tram o estudiado), l o s que se dan al Sur de la desembocadura del Arroyo de San Ambrosio y lo s
correspondient es al Cabo de Trafalgar.
Los material es que configu ran fundamental mente la Playa de El Palmar son arenas y c onchas.
Al Norte de la z ona de estu dio, que se describ e a continuación, se encuentran las siguientes playas:
Playa de Cala del Aceite, al Su r de Cabo Roche, cala d e arena fina reguardada del viento de la zona por
unos acantilad os , d e unos 45 0 m de longitud.
Playa de Calas de Qui nto y Camach o, de pi e de acantilad o , compuest as por tres calas de redu cido tama ño
denominadas Cala Melch or, Cala Piton es y Cala Sudario, todas ellas b ordeadas p or co rtad os de tierra rojiza ,
totalizando unos 600 m de longitud.
Playa de Fuent e del Gallo, con una extensi ón de unos 1000 m, recorrid a por un abru pto acantilado.
Playa de La Fontanilla, situa da frente al casco urbano de Conil de la Frontera, co n unos 1200 m de longitu d.
Playa de Lo s Bateles, de un os 850 m de longitud, in mediatamente al Su r del Río Salado.
En el tramo de 11 km objeto de estudio, en un recorri do de Noroeste a Sureste, desde la d esembocadura del Rí o
Salado hasta El Cab o de Trafal g ar se encuentran las sig uientes playas:
Playa de Castilobo o Castilnovo, de unos 2600 m de longitud (entre la desembocadura del Río Salado y
Torre Nueva ). Ver ¡Error! No se encuentra el ori gen de la referencia. .
Ilustración 2: Playa de Castilobo y Punta de Torre Nueva al fondo.
Playa de El Palmar, de más de 4000 m de longitud (entre T o rre Nueva y la desem bocadura del Arroyo de
San Ambrosio). V er ¡Error! No se encuentra el or igen de la referen cia. .
Ilustración 3: Playa de El Palmar y Punta de Torre Nueva.
Playa de Zahora (entre el Arroyo d e San Ambro sio y El Cabo d e Trafalgar ). Ver ¡Erro r! No se en cuentra el
origen de la referencia. .
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
5
Ilustración 4: Desembocadura del Arroyo de San Ambrosio y Playa de Zahora.
La arena en la Playa de El Palmar presenta un diámetro medio de 0,33 mm.
2.3. DESCRIPCIÓN DE LOS FONDOS
Las caracterís ticas funda mentales de los fondos marinos en los que se localiza la zona de estudio son su
heterogeneidad morfológic a y la presencia de import a ntes irregularid ades que i nfluyen significati vamente en la
propagación d e oleajes desd e aguas profundas hasta l a zona de interé s.
Frente al Cabo de Trafalga r aparece una gran plataf orma sumergida, de forma sensible mente triangular , cuyo
vértice se encuentra en dirección SW sobre la curv a de nivel de 50 m (ver ¡Error! No se encue ntra el origen de la
referencia . ). Los calados existentes en dicha plataf orma varían entre los 0 y los 50 m , y s e aprec ian signific ativas
irregularid ades de la batimetrí a (ver ¡Error ! No se encuentra el origen de l a referencia. ), entre las que cab e
destacar las sigu ientes:
- Los baj os rocosos en prolo ngación del Cabo de Trafa lgar. Est os bajos llegan a configurar un verdader o
espigón sumergido de 3 k m de longitud, co n una coronación, discontinua que alcanza sus mayores cota s
en los denomin ados “Bajo Aceitera” ( -1,6 m a unos 3.000 m d el Faro de Trafalg ar), “Bajo Pil es” ( -4,3 m a
unos 2.000 m d el Faro de Trafalgar), “Piedra Phare” ( -3,6 m a u nos 1.300 m del Faro d e Trafalgar) y “Piedra
de las Ánimas” ( - 3,0 m a unos 700 m del Faro d e Trafalgar).
- Las Lajas de Conil. Se trata de un aflora miento roc oso que apar ece en paralel o a la costa, a unos 3 km,
frente a la Playa de Castilobo (ya en las proximidad es de Torre Nue va). Esta irregularid ad presen ta forma
alargada, con un os 2.500 m de longitud , y cotas máxi mas de -2,7 m.
- El Placer d e Meca. Es un bajo arenoso, que consti tuye un a verdadera dun a sumergid a y alcanza en su punto
más alt o la cota -5,0 m. Se l ocaliza a un os 5 km de la costa, ent re los baj os rocoso s del Cabo de Trafalgar y
las Lajas de C onil.
Estas tr es for maciones abr igan en su conjunto el tra mo de costa de inter és y hacen que los oleajes inci dentes
resulten fuertem ente modificados en su propagación hacia la costa tal como se describe en el Anejo V
“Propagaci ón del oleaje” .
Ilustración 5: Batimetría de la plataforma sumergida existente frente al cabo Trafalgar, entre 0 y 50 m de cala do.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
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Ilustración 6: Formaciones irregulares en los fondos marinos del entorno de estudio
La franja c o stera d e interé s en la que se ha lo calizado el estud io batimétric o (desde la des embocadura de l Río
Salado hasta el Cab o d e Tra falgar y desde la cota 0 (BMVE) hasta el veril -1 0 m) se muestr a h eterogénea en cuant o
a su morfología. Al pertenecer a esa primera franja litoral descrita anteri ormente, presenta zonas con material
consolidado (roca masiva, roca redondeada dispersa y rocas aisl adas), entremez cladas co n zonas de s edimentos
varios, ripples y dunas.
En general, se alcanz a la isobata -10 m en un os 400 o 500 m desde la cota 0 ( BMVE), y excepto en las zo nas de roca
masiva o afl o ra mientos rocosos localizad os donde las irregularidades se hacen patentes, se puede decir que la s
profundidad es se reduc en gradu almente y qu e los fon dos presen tan una pendiente media bastante sua ve, d el 2 –
2,5%, y una bati metría muy regular, de curvas paralelas entre sí y a la costa.
En la ¡Error! No se encuen tra e l origen de la referencia. se muestra la ba timetría de detalle de la z ona de es tudio.
Ilustración 7: Detalle de la batimetría actual de la Playa de El Palm ar.
En cuanto a la morfología de los fo nd os marinos en el entorno de la zona d e estud io cabe decir que se aprecian:
- Un a primera fran ja de unos 3.000 m d e anchura en la que se entre mezclan zonas con pred ominio d e
encostrami entos fuertes y rocas, z onas con pre dom ini o de encostramien to s, rocas disp ersas y
enraizamient os debidos a a lgares, y zonas de arena s medias, bi oclastos y arenas fi nas.
- Un segundo tram o en el que prevalecen las aren as medias, bioclast os y a renas finas, existiend o
yacimient os t an to de rocas disp ersas y enraiza mientos debidos a algares como de arenas finas.
3. CLIMA MARÍTIMO
Para el proyecto del paseo maríti mo del Palmar es necesario realizar un estudio del clima maríti mo en la zon a. Este
estudio determinará y describ irá las característica s principales del o lea je incidente en la zona. No es nec esario
ningún cálculo de propagac ión específico puest o que no se van a diseñar obras d e regenera ción sobre la pla ya.
3.1. OLEAJE
3.1.1. Meto dología y aplica ción del cálculo de clima marít imo en profun didades indefin idas.
En fun ción de la relaci ón existent e entre la profundid ad en cada punto y la longitud de onda del o l eaje en dich o
punto, se puede di vidir el oleaje en 3 posibles zonas d e actuación:
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
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- Profundidades ind efinidas ( mar profundo): d/L > 1/2
- Profundidades d e intermedi as: 1/25 < d/L < 1/2
- Profundidad redu cida: d/L < 1/25
Siendo d la pr ofundidad y L la longitud de onda d el o l eaje.
En profundidades indefinidas no existen alteraciones del oleaje por condicionant es del fondo marino, y p o r tant o
es la base inicial de partida para estudiar el cli ma marítimo en cualq uier tra mo de costa.
Es necesari o utilizar un modelo de oleaje para definir el clima marítimo. En este caso se ha utilizado el modelo
lineal de Airy (1845) por se r el más sencillo y represen tativo del oleaje en la may oría de los cas os. De este mod elo
se obtiene la ecuación de d ispersión que un a ecuación fun dament al.
𝐿 𝑜 = 𝑔 𝑇 2
2 Π
𝐿 = 𝐿 𝑜 𝑡𝑔 ℎ (2 𝜋 𝑑 )/𝐿
Donde:
𝐿 𝑜 = Longitud de onda del oleaj e en profundid ad indefinida.
𝐿 = Longitud de onda del ol eaje a una profundid ad menor que la mínima para q ue ex ista cond iciones de
profundidad indefinida.
𝑑 = Profun didad
𝑡𝑔 ℎ = Tangente hiperbóli ca
𝑔 = Gravedad (9.8 m/s 2 )
𝑇 = Periodo (s)
3.1.2. Clima mar ítimo en profun didade s i nd efinidas, defini ciones previa s
Como ya se ha c o mentad o, se define co mo profundidad indefinida aquellas en las que la r elación entre la
pr ofundidad (d) y la lo ng itud de onda del o lea je (L) es mayor a 1/2. Esto quiere decir, que en dichas condiciones,
el o leaj e n o se v e afectado po r los procesos de refrac ción motivado por el roza miento del frene de o nda con el
fondo del mar, luego el avance es constante y regular, manteniéndose en condici ones ideales la longitud de onda
siempre c onstante.
Para analizar el clima marítimo en dichas condiciones existen múltiples fuentes de datos, siendo éstas
principalmente :
- La ROM 0.3 /91, concreta mente el área IV, Cádiz donde se ubica el tramo de cost a afectado.
- Datos instru mentales existentes y analizados por el Departam ento de Clima Marítim o del Ente Público d e
Puertos del Estad o.
- Datos ocean ográficos y me teo r ológicos.
- Otros.
Para poder entend er y valorar t odos los datos qu e se aportan y analizan , es preciso con anterioridad definir
correctament e las diferent es alturas de o la que se pueden analizar, según su definición estadística, relaci onada
con el tipo de dat os utilizad o, origen y obtenci ón.
En referencia a l os diferentes tip os de altura de ola, se definen:
𝐻 𝑠 = Altura de ola sign ificante (p romedio del tercio de olas más altas).
𝐻 1
3 = Altura de ola media del ter cio superior (conc epto simi lar al anterior).
𝐻 𝑚𝑎𝑥 = Altura de o la máxima.
𝐻 𝑚𝑜 = Altura de ola espectral
𝐻 𝑠𝑏 = Altura de ola significant e en boya.
𝐻 𝑠0 = Altura de ola significante e n profundidad ind efinida.
𝐻 𝑜𝑣 = Altura de ola de observaci ón visual.
𝐻 𝑚𝑎𝑥,𝑁 = Altura de ola máxima de u n registro de N olas.
𝐻 1/𝑛 = Altura de ola pr omedio del n- ésimo de olas más alt as.
𝐻 𝑛% = Altura de ola excedida por un porcentaje en el tie mpo (n%).
En referencia al p eriodo:
𝑇 𝑠 = Periodo significan te.
𝑇 𝑚 = Periodo medio.
𝑇 𝑝 = P eri odo de pico.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
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𝑇 𝑟 = Periodo de retorno, inte rvalo medio de tiempo en donde un valor de la variable, por ejemplo altura de o la ,
es superado s ólo una vez. Se m ide en años.
Se comprueba estadísticament e que dado un esp ectro de oleaje, se cumple qu e:
𝑇 𝑠 = 0. 95 𝑇 𝑝
𝑇 𝑝
𝑇 𝑚 = (1. 20 − 1. 30 )
Los coeficient es de tran sformación entre el avance del oleaje de profundidad es indefinidas a profund idades
reducidas, así c omo de paso de ole ajes tomados en boya, a oleaje en pr ofundidad ind efinida son los siguien tes:
𝐾 𝛼 = Coeficient e direccional.
𝐾 𝑅 = Coeficient e de refracci ón shoaling.
𝐾 𝑟 = Coeficient e refracción por rayo.
𝐾 𝑠 = Coeficient e de shoaling, c oncepto de fren te.
𝐾 𝑅𝑂 = Coeficient e de propagaci ón inversa.
3.2. FUENTES DE DATOS
A continuación se v an a analiz ar cad a uno de los tipos de datos existentes, para finalmente elegir los datos
utilizados para el estudio d e clima maríti mo .
3.2.1. Datos pro c ed entes de la R OM 0.3- 91
La metodol ogía de caracterización d el oleaje en prof undidades indefinidas que puede afectar al frente coste ro
objeto d el Proyect o parte d e la información de Cli ma Marítimo de la R OM 0.3 - 91, que estable ce áreas h omogéneas
de caracterizaci ó n del oleaje en aguas profundas para aqu ellas zonas costeras que presenten fetch semejante para
cada una de las direcciones incid entes significativa s del oleaje.
La zo na que abarca el frente litoral de estudio queda enmarcada en el área IV , como se muestra en la sigu iente
figura .
Ilustración 8: Zonificación en el Atlas de Clima Marítimo (ROM 0.3- 91)
La metodología de la RO M 0.3-91 se basa en el an álisis estadístico de la info rmación disponib le proced ente d e d os
fuentes:
Datos visuales de oleaje en profundidad es indefin idas, con carácter direccional almacenados en la Base de
Datos Visuale s del CEPYC.
Datos Instru mentales escalares de oleaje, registrad os por las b oy a s pertenecient es a la red REMRO (Red
Española de M edida y Regi stro d el Oleaje) .
Los resultad os del tratami ento de dicha información se recogen en la ROM a modo de fichas del cli m a marítim o
en aguas profundas d e cada un a de las zonas menci onadas.
El análisis de esta inf ormación s e completa c on la pr o c edente del Banc o de dat o s Oceanográfi cos del Ent e Público
Puertos d el Estado tomada a partir de los da to s instrumental es y numéric o s disponibles para el Ár ea IV, que se
resumen en el apartado sig uiente.
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3.2.2. Datos ins trumentales
Conjunto de datos REDCO S
El conjunto de datos REDCOS está formado p or las medid as procedentes d e la Red de Boyas Costeras de Puertos
del Estado.
Las boyas d e esta red se caracterizan por estar ubicadas en las proximidad es de in stalaciones portuarias, estando
fondeadas a menos de 100 m de p rofundidad . En la mayoría de los cas o s, las medi das están per turbadas tanto po r
el perfil de la costa, como po r los efectos del fondo sobre el oleaje, por lo que son representativa s, únicam ente,
de condiciones locales. Esta red está compuesta por boyas escalares de tipo Waverider y boyas direcci onales de
tipo Triaxys.
Existe una boya de influenc ia en la zona de estudio como es la b oya costera de C ádiz que a pesar de estar le jos, la
costa posee l a misma dirección qu e en la zona de estudio por lo que l os procesos producid os pueden s er los
mismos. Existe además, una boya en la zona del Estrecho de Gibraltar pero se entiende que estos dat os no son lo
suficientement e representativ os para este es tudio.
Ilustración 9: Localización de las boyas REDCOS.
Ilustración 10 : Información boyas.
Conjunto de datos REDMA R
Las fuentes de datos ne cesarias para establecer l os regímenes de nivel de mar en la zona de estudio pert enecen a
la Red de Mareógrafos REDMAR. A partir de ello s se caracteriza la magnitud de la marea astronómica (variación
del nivel debida a la acci ón gravitatoria del Sol y la Luna, componente determinista) y de la marea meteoro lógica
(variación del ni vel debida a la acción de la presi ón y el vient o, componente aleatoria).
Ilustración 11 : Localización de la Red de Mareógrafos REDMAR.
Leyenda
Zona de estudio
Boyas cerc anas
Leyenda
Zona de estudio
Boyas c ercanas
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
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Las c otas sobre el NMMA que utiliza Puertos del Estado fueron propor cionadas po r el Instituto Geográfico Nacional
(en adelante IGN ), que real iza una nivelación de cad a uno de los mare ógrafos en el momento de su in stalación.
Ilustración 12 : Información de los mareógrafos.
3.2.3. Datos nu méricos
Datos numéri cos SIMAR
Formados por seri es temp orales de parám etros de viento y oleaje proced entes de modelado numéric o con
cobertura variables segú n zona maríti ma. Se trata de datos d e diag nóstico o análi sis a partir de camp os de vient o
y presión consist entes con las observaciones realiz adas.
Los campos de o l eaje han sido obtenidos a partir del m od elo numérico WAM . En el Atlántic o se trabaja con una
malla de esparcimient o variable que cubre todo el Atlántico Norte con una resolu ción de 30`la titud x 30’ long itud
para las zonas más alejadas de la Penínsul a Ibérica y de Canarias. P ara el entorn o del Golfo de Cádiz se han anidado
a la malla prin cipal mallas secun darias con una res olución de 5’ de lo ng itud x 5’ d e latitud.
Las series d e datos comien zan en 1996 y son actualizadas di a riamen te, con regist ros c ada 3 horas.
Es i mportante tener en cuenta qu e, c on independenci a de la coordenada asignad a a un punto SIMAR, los datos de
oleaje deben d e interpreta rse, siempre c omo datos en agu as abiertas y profun didades indefinidas.
Ilustración 13 : Red W AN A.
La figura siguiente muestra las posiciones de l o s nodos WANA almac enados en el Ban co de Datos Oceanográ ficos.
Los nodos WANA ub icados en el fr ente litoral palm ereño objeto de estudi o son:
Punto SIMAR 6022032 (1).
Punto SIMAR 6024030 (2).
Punto SIMAR 6026028 (3).
Punto SIMAR 6026026 (4).
Ilustración 14 : Localización de las boyas descritas.
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3.3. SELECCIÓ N DE DATOS PARA LA C ARACTERIZACIÓN DEL CLIMA MAR ÍTIMO
Partiendo d e las fuent es de datos des critas en el apartado anterior, se d ebe esc o ger cuál d e ellas, o qué
combinación d e las mismas , resulta más repre sentativa del régi men de oleaje en la zona de estudi o.
La información del clima marítimo conteni da de la RO M 0.3-91 resulta útil para u n conocimient o genérico d e éste
en el área de actuación a nivel d e pre-análisis, pero la antigüedad de sus datos, fin alizando el regi stro en 1985, y
la menor fiabilidad de los datos visuales respect o a l os instrumentales o numéricos, ll ev a a descartar esta f uente
como la más ad ecuada par a el estudio del cli ma marítimo del pre sente Proyect o.
Las carencias de los datos registrados de fo r ma visual, que son tomados por observador es entrenados desde
barcos en ru ta, re siden en: estar res tringidos a z onas d e tránsito de barcos ; estar p oco repartidos en el tiem po (no
son continuas) ; no ti enen datos extremos, pu es los barcos e vitan los te mporales; l os dat os tienen una gran
subjetividad, pues en su apreciaci ón influye much o la experiencia del obser vador, su punto de observación, etc.
La boya de Cádiz, posee valores registrad os fiables y cercanos a la zona de estudio al tratarse d e alineacione s d e
playa que poseen un a misma direc ción. Por esta razó n, se estima que los datos registrados por la boya será n muy
parecidos a los e xistentes e n la playa del Pal mar.
Además, lo s d atos nu méricos de la red SIMAR cons tituyen la fuente idón ea para la caracterizaci ón del clima
marítim o de la zona de estudio y el régimen de v i entos. Dada su posi ción, de entre ellos, se tomarán los datos de
la serie correspondient e al nodo 6024030 co n medid as desde 04/10/2005 hasta el 17/05 /2016, es decir, más de
15 años de datos de oleaje y viento dire ccionales.
Ilustración 15 : Punto SIMAR de obtención de datos.
En la siguiente figura se presentan las series de altura de ola significan te y periodo de pico de media y máxi mo
mensuales en dicho nodo. Puede observarse co mo el oleaj e en la zona alcanza los 6 .5 m de altura y super a l os 21
s en eventos d e temporal.
Ilustración 16 : Hs y Tp medios y máximos mensuales
3.4. BOYA DE CA DIZ
La boya de Cádiz es una bo ya direccional d el tipo Triaxy s pertenecient e a la red EMOD y su emplazamient o
corresponde a las coordenad as 36º 3 0’ N de lati tud y 6º 20’ W de longitud , fondeada a un a profundid ad de 22 m.
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Ilustración 17 : Localización de la Boya Costera de Cádiz.
3.4.1. Régimen med io
Se denomina régimen medio del oleaje a la distribu ción estadística que define el p orcentaje de tie mpo que du rante
el año medio, la al tura de ola (o p eriodo a sociado) no exced e de cada valor. Un a nálisis más compl eto de los d atos
registrados en la boya de c ostera de Cádiz apar ece en el Anex o I del presente anejo.
La sectorización d el oleaje recogida por la b oya de Cá diz es la que se mues tra a continu aci ón.
Ilustración 18 : Rosa de oleaje. Boya costera de Cádiz.
El régimen an ual de boya pu ede ser ajustado mediante una distrib ución de tres parámetr os de Weibull. Este
régimen medio se suele representar de una f orma gráfi ca median te un histograma acumulado y el corr espondient e
ajuste teórico, todo ello en una escala especial en la cual Weibull apar ece repres entada com o una re cta.
𝐹 ( 𝐻 𝑠 ) = 1 − e xp (− ( 𝐻 𝑠 − 𝐵
𝐴 ) 𝐶 )
Los parámetr os del ajuste de la ecuación son:
A = 0.82
B = 0.07
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C = 1.21
La gráfica de distrib ución d e Weibull obtenida sería la siguiente:
Ilustración 19 : Representación gráfica del régimen medio.
3.4.2. Régimen ex tremal
Para el diseñ o de estructuras maríti mas se utilizan los regím enes extremale s del oleaje, que implica una
probabilidad muy pequeña de q ue cada altura s ea superada.
Un régimen extre mal de oleaje, es precisa mente, un mo d elo estadístico que describe la probabilidad con la que se
puede present ar un tempo ral de una cierta al tura de riesgo.
La probab ilidad de qu e el mayor temp oral ocurrid o en un añ o tenga una Altura Significante superior a un ciert o
valor 𝐻 𝑎 prestablecid o e s tá dado por la expresi ón:
𝑃 𝑎 ( 𝑥 ) = 1 − 𝑒 −𝜆(1 − 𝐹 𝑤 (𝐻 𝑎 ))
Donde 𝜆 es el número me dio de temporales en un año y 𝐹 𝑤 es la distribución Weibull de excedencias c uya
expresión es :
𝐹 𝑤 ( 𝐻 𝑎 ) = 1 − exp (− ( 𝐻 𝑎 − 𝛼
𝛽 ) 𝛾 )
De dicha distrib ución se ob tienen los siguient es resultad o s:
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El estudio complet o se adjunta en el Anexo II del presente Anejo. Sin em bargo , s e observa como para un periodo
de retorno de 68 años la al tura significante de 7.32 m.
3.5. DATOS SIM AR
3.5.1. Régimen med io
3.5.1.1. Distribuci ón sectorial del ol eaje
Altura de o la
El análisis de la distrib ución sectorial del oleaj e permite deter minar l as direcciones signifi cativas de los oleajes
susceptibles d e afectar al tr amo litoral objet o de estudio.
La siguiente figura repres enta la rosa exterior de oleaj e de los dat os de la r ed SIMAR en el nodo 6024 030, p eriodo
2006-2016, así como la información correspondien te a los estadísticos básic os de la variable altura de ola
significante de es te registro de datos, con la pr obabilidad de ocurrencia asociada a cada una de las direccion es de
procedencia del oleaje.
Ilustración 20 : Rosa de oleaje. Altura sig nifican te.
Dada la configuraci ón de la costa y la rosa de oleaje presentada en la figura anterior, los o l eajes susceptibl es de
incidir en el borde litoral del Palmar son los provenie ntes del 3 er cuadrante, rango direcci onal W- S que reúne el
93 % de l os oleajes registra dos.
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Ilustración 21 : Sectores de oleaje relevantes para el área de actuaci ón.
La mayor frecuen cia de oleajes procede d el oeste (W) . Sin embarg o, en cuento a intensidad existe una dualid ad
direccional entre el oeste ( W) y el Sur-Oeste (SW ).
Para la variabl e direccional altu ra de ola significant e, 𝐻 𝑠 , se han obtenido además otro des criptor básic o , c omo es
el histograma de oleaje.
Ilustración 22 : Histograma de altura significante
Periodo
Análogamente se represen ta la distribuci ón sectorial del period o de pico d el oleaje por direcciones, así como sus
estadísticos bási cos.
Ilustración 23 : Rosa de oleaje. Periodo pico .
Asimismo se r epresenta el histograma de p eriodo de pico.
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Ilustración 24 : Histograma de periodo pico.
3.6. MAREAS
El régi men de mareas en la zona es m e somareal y semidiu rno, con carreras de mareas máximas que alcanzan los
3,8 m.
4. ANÁLISIS DE LA EVOLUCI ÓN HISTÓRICA DE LA LÍNEA DE COSTA
El objeto del present e apartado es la val oración cualit ativa de la dinámica litoral en la zona de interés a trav és del
análisis de la evolución histórica de la línea de costa, e l cual resulta ser una d e la s más útil es herramientas p ara la
evaluación del comportami ento del sedimen to en su movi miento por el litor al.
Este trabajo s e basa en el mo n taje de las fotografías aérea s de una serie más o men os c ontinua de años,
correspondient es a un dete rminado tram o d e costa, en la digitali zación de la lí nea de orilla para cada fot omontaje,
y en la posterior superposi ción d e las distinta s línea s d e orilla obtenidas, en u n mi smo plan o y a una misma e scala,
de forma que se puedan apreciar las v ariaci ones experim entadas por la lín ea de orilla en el transcurs o de la seri e
de años estudiad a, e identificar lo s puntos crític o s de erosión o avance d e la cost a.
4.1. CARACTERÍST ICAS DE LA M ETODOLOGÍA EMPLEA DA
El montaje y la digitalizac ión de fotografías aéreas co nstitu yen una de la s metodologías más fiables para la
determinación de la evoluc ión hist órica de un d eterminad o tram o de costa ya qu e, en gen eral, son las fotografías
correspondient es a vuelos realiz ados en el pasado la única fuente de infor mación histórica que se dispon e.
Sin embargo, resulta importan te apuntar que este métod o conduce a una acumulación de errores que hacen
desaconsejable la cuantificación del avance o del retroceso d e la líne a de c osta a lo larg o de los años.
Estos errores se deben, en primer lugar, a error es pr opios de la fotogrametría aérea; en segundo lugar, a q ue n o
se procede a una restitución de las imágenes ni a una corrección de errores de la s fotos provocados p o r fac tores
como la esf ericidad de la Tierra, la refrac ción atm osférica o la distorsión del objetivo de la cámara; y en te rce r
lugar, a errores de estimación, cuya minimización exige un escrupulos o trabajo de gabinete y depende, en gran
medida, de la hab ilidad de la persona que realice las composici o nes digitales.
La fotogra metría a érea sup one la r ealización de mediciones s obre fotogra mas de un tramo de costa, t omados co n
una cámara montada sobre un aparato en v uelo (lo que im plica no conocer la posición relativa exacta de la cámar a
con respect o a los element os fotografiad os ade más de impedir la absoluta estabilid ad), y en los que los objetos
fotografiados apar ecen deformados porque el eje de la cámara no es vertical y porque, aún en el caso de que
conseguir una foto grafí a cenital (con el eje d e la cámara perfec tamente vertical), en los fotogramas se plasman
proyecci ones c ónicas y no proyecciones paralelas verticales de la superfici e terrestre fotografiad a, así que la
distorsión y la deformación de los o bje tos foto grafiad os varía confor me aumenta la o blicui dad de los rayos de la
proyecci ón cónica, es decir, la distan cia al centro d e la imagen.
Además, debe tenerse en cuenta que la precisión conseguid a en el montaje de las foto s (orientación relativa y
absoluta de las mismas y empalme entre ellas ) y en la digitalización de los puntos de la línea de o rilla , depende
directament e de los fotogramas, de su calidad de imagen y de su precisión, qu e será tanto mayor cuanto mayor
sea su escala (la cual s ólo se conoce apr oximadamente), es decir, cuan to menor sea la altura de vuelo, además de
depender de la luz existen te al tomar las fotografí as, del tiempo de apertura del o bturad or de la cámara y del
tamaño del gran o de la películ a.
Las fotografías aéreas de que se dispon e para elab orar los fot omontajes de un determinado tramo de costa
corresponden a vuelos realiz ados en distintos años y a distintas alturas, p or lo que la precisión de las fotos varía
de una serie a otra, segú n el vuelo al que pertenezca n. Esto supon e hacer más imprecisos los fotomontaje s y las
digitaliz aciones de menor escala, correspondient es a vuelos de mayor altura, y en último término, co nlle va la
comparaci ón, en la fase fin al del proceso segu ido, de líneas de orilla obtenidas sobre f otos de dis tinta precisi ó n y
tras un proces o con una mayor o menor acumula ción de errores.
En cuanto a los errores de estimación hay que dec ir que no sólo se deben a la existencia de un umbr al d e
percepción v i sual para el ojo humano o a la mayor o menor habilidad del proyectista a la hora de realizar los
fotomontajes o digitalizar la línea de costa, sin o que existen factores aj enos a él que dificul tan su lab or. Así ocur re
por ejempl o, con el hecho de que para el instante en que fueron tomados los fotogra mas no se sepa cuál era el
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
17
avance de ola s obre el perfi l de p laya, cuál el nivel de marea, o que para un mis mo vuelo, f otografías consecutiva s
puedan correspond er a distin tas pasadas y entre ellas se haya producid o una vari ación de dicho ni vel de mar ea.
El error al que condu ciría ta l circunstancia si lo qu e se m arcas e como línea de orilla fuera el “borde del mar” en
cada foto, podría ll egar a ser muy impo rtante en lugares c on carrera de marea grande y suaves pendien tes de
playa, ya que la línea de o r illa presentaría discontinuidad es entr e cada dos fotogramas. Para tratar de solv entar
esta clase de errores no se m arca co mo línea de orilla el “borde del mar”, sino que se procede a la digitalizació n
del niv el máxim o de marea o lí mite de la playa seca, el cual viene señalad o por una difer ent e co l oración d e la arena
(la arena húmeda tarda en secar y presenta una coloraci ón más oscura que la arena seca); así que se puede
aproximar la línea de o rilla al contorno de la playa seca, aunque no en todos los casos esta línea de co nt orno es
fácilmente apr eciable.
Finalmente, se pueden pr oducir errores de interpretación al resultar de la sup erposición líneas de orilla n o
coincidentes para años dist intos. Debe tenerse en cue nta que existen algu nos factores que imponen a los bordes
de las playas oscilaciones en torno a su línea de tendencia m edia resultante. Las oscilaci ones indicad as p ueden
tener cará cter esta cional (cambios en los perfiles d e e quilibrio por los cambi os es tacionales del clima marítimo), o
ser mucho m ás rápid os (marea s astron ómicas y met eorológicas ). Estas oscilaciones pueden, indudable mente,
estar reflejada s en las líneas de orilla restituidas. Es po r esto que conviene dispon er de un amplio int ervalo de años
para la comparación de las líneas de orilla, con el fin de asegurar que las tend e ncias resultantes, acusadamen te
progresivas o regresivas, qu edan reflejadas con suficiente claridad. Por otra parte, que los vuelos se hayan
realizado en época veraniega (la más tranquila en lo que se r efiere a posib les oscilaci ones pr oducidas por
temporales), resulta ser un factor adicional d e c onfianza en cuant o a que confiere una alta pr obabilidad de
estabilidad de las playas y h o mogeneid ad de cond iciones climáticas.
4.2. RESTITUCIÓ N DE LA LÍNEA DE COS TA
Las características de los vuelos correspondien tes a las fotografías empleadas para las r estituciones de la línea de
costa que se utilizan como fuentes de informaci ón para el análisis de la evo luc ión histórica, se describ en en la
siguiente tabla :
OR GA N ISM O
ME S
A ÑO
ES CA L A DE L
VU E LO
CEDEX
Nov ie mbr e
1. 95 6 ( Vu el o A me ri ca no )
1/ 33 .00 0*
IR YD A
M arz o*
1. 97 7
1/ 18 .00 0*
OR GA N ISM O
ME S
A ÑO
ES CA L A DE L
VU E LO
MMA
Ju ni o
1. 98 9
1/ 5.0 00
CEDEX
Ago st o
1. 99 2
1/ 20 .00 0
MMA
Ju ni o
2. 00 1
1/ 5.0 00
DCAA
Se pt ie mb re
2010
1/ 5.0 00
En los planos del p resente Documento se incluyen la s co rre spondientes líneas de co sta rest i tuidas así como los
fotomontajes r ealizados para la ob tención de las m i smas. PL AN O 02: “Ev o lución histórica de la costa”.
4.3. ANÁLISIS DE L A EVOLUCIÓ N HISTÓRICA D E LA L ÍN E A DE COSTA
A partir de las restitucion es mencionadas se ha pr ocedido a m edir los ava nces y retroces os medios de la línea de
costa y a superficiar l os aum ent os y dis minuciones de la pla ya se ca para esti mar después las ganancias y pé rdidas
de material sedimentari o, proceso en el que se ha considerado como situación de partida la correspondi e nte al
año 195 6. Con este fin, la zona de estudio (casi 11 Km en tre la desemboc adura del Río Salado y el Cabo de Trafalgar)
se ha subdividido en ocho tram os como se muestra en la figura 25 .
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
18
Ilustración 25 : Esquema de definición de los tramos de superficiación.
Los tres pri meros (Tra mos I, II y III) correspondient es a la playa de Castilobo, entre la desembocadura del Río Salad o
y la Punta de Torre Nueva; los dos siguientes (Tram os IV y V) correspond ientes a la P lay a de El Palmar, entre la
Punta de Torre Nueva y la desembocadura del Arr oyo de San Ambrosio; y l os tres últimos (Tra mos VI, VII y VIII)
correspondient es a la playa entre el Arro yo de San Ambrosio y El Cabo de Trafalgar, en las proximidades del núcle o
de población de Zah ora.
Las variaci ones de superfici e de playa seca en el periodo estud iado y l os retrocesos medi os de la línea de costa en
cada tramo c on respecto al año de referencia se muestran a continuación :
LONGIT UD APROXIM A D A D EL TR A M O (m)
1.39 0
1.48 0
1.68 0
1.5 00
1.72 0
900
1.11 0
1.12 0
V A RI A CIONE S DE SUPE RFICIE DE PL A Y A SEC A (m 2 )
A Ñ O
Tr a m o I:
Castilobo
(I)
Tr a m o II:
Castilobo
(II)
Tr a m o III:
Castilobo
(III)
Tr a m o IV:
El Palm ar (I)
Tr a m o V:
El Palm ar
(II)
Tr a m o VI:
Zahora (I)
Tr a m o
VII:
Zahora
(II)
Tr a m o VIII:
Tr a falgar
1.956
0
0
0
0
0
0
0
0
1.977
-28.605
- 6.007
-30.802
-50.174
-51.643
- 8.48
-26.665
-29.839
1.989
-61.434
-54.424
-77.753
-111.347
-118.488
-34.516
-40.671
-80.363
1.992
-31.829
-26.222
-63.165
- 89.55
-87.754
-18.685
-24.202
-37.476
2.001
-31.925
-27.707
- 65.8
-95.284
-75.458
-11.156
-30.458
- 59.83
2.01 0
-22.583
-24.562
-35.956
-49.265
-58.365
- 9.25 0
-19.568
32.965
AVANCE/RET ROCESO M EDIO DE L A LÍN EA DE COST A (m)
A Ñ O
Tr a m o I:
Castilobo
(I)
Tr a m o II:
Castilobo
(II)
Tr a m o III:
Castilobo
(III)
Tr a m o IV:
El Palm ar (I)
Tr a m o V:
El Palm ar
(II)
Tr a m o VI:
Zahora (I)
Tr a m o
VII:
Zahora
(II)
Tr a m o VIII:
Tr a falgar
1.956
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
0,0
1.977
- 20,6
- 4,1
- 18,3
- 33,4
- 30,0
- 9,4
- 24,0
- 26,6
1.989
- 44,2
- 36,8
- 46,3
- 74,2
- 68,9
- 38,4
- 36,6
- 71,8
1.992
- 22,9
- 17,7
- 37,6
- 59,7
- 51,0
- 20,8
- 21,8
- 33,5
2.001
- 23,0
- 18,7
- 39,2
- 63,5
- 43,9
- 12,4
- 27,4
- 53,4
2.01 0
- 16.2
- 16.6
- 21.4
- 32.8
- 33.9
- 10.3
- 17.6
29.4
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
19
Ilustración 26 :Tramo I- Castilobo (I)
Ilustración 27 : Tramo II - Castilobo (II)
Ilustración 28 : Tra mo III - Castilo bo (III)
Ilustración 29 : Tra mo IV - El Palm ar (I)
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
20
Ilustración 30 : Tramo V - El Palmar (II)
Ilustración 31 : Tramo VI - Z ah ora (I)
Ilustración 32 : Tra mo V II - Zahora (II)
Ilustración 33 : Tra mo VIII - T r afa l ga r
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
21
Si se representan los anteriores resultad os gráficamente, se obtienen las curvas de evolución de la superficie de
playa seca d e l os tr amos en que se ha dividido la zona de estudio. Para cada curva se ajusta una línea de t endencia
que permite identificar el c arácter acreti vo o regresiv o de cada uno de los tramos y obtener un valor aproxi mado
del avance o re troceso anual de la línea de orilla (dividiendo la pendiente de la lín ea de tendencia (m 2 /añ o) e ntre
la longitud del tramo (m)).
En cada tram o estudiado se han ajustad o dos líneas de tend encia:
Una de cará cter “global” por c orresponder al peri odo completo analiz ado (1.956 -2.0 10 ),
Otra de caráct er “parcial”, correspondiente al int ervalo de tie mpo entre 1.95 6 y 1.989.
Esta distinción se ha realizado a la v ista de l os resultad os observad os al representar gráficamen te la evolución de
la superficie de playa seca para todos lo s tramos estudi ados. Todas las cur vas de evoluci ón muestran c ómo duran te
los primeros treinta años (1.956 -1.989) existe una acusad a tendencia regresi va, paliada por un escalón acretiv o
en el año 1.992 (aumen to de la superfici e d e playa seca que se c orresponde con la regeneración llevada a cabo por
la D.G.C. en la Playa de El P almar), y de nuevo una tendencia er osiva, más suave, hasta el año 2.0 10 .
Este cambi o generalizado e n la tendencia ev olutiva de la costa no parec e que pueda ser expl icado por la peq ueña
aportación realizada por la Dirección General de Costas en 1.992-1 .9 93, dado el pequeño volumen aportad o y la
ex tensión limitada de la ali mentación efectuada. La recup eración experimentad a de forma gen eral en las playas,
que en el caso d e la Playa de El P al mar resulta de unos 14 m 3 / ml en su parte Nort e y de unos 18 m 3 /ml en su tram o
Sur, podría ser debida más probablemente al hecho de que las fotos consideradas en ese periodo (1.992 y 2.0 10 )
están fechadas en Ag osto y Septiembre respec tivamente, por lo que el tramo de costa en estudio se encon traría
en condiciones comparativ amente m ej ores que en las fechas de los otr os v u elos en que se corresp onderían con
situaciones más propias de inviern o.
Por tanto, las tasas reales de retroceso de la línea de orilla serán más acusadas que las deducidas del análisis global
realizado, en el que éstas quedan amortiguadas precisamente por efect o del cambio de tendencia general izado
exhibido en la última década, y su o rd en de magnitu d será probablemente más parecido al de las tasas erosivas
parciales d educidas de las curvas entre los años 1.956 y 1.989 (peri odo de tiempo de más de 3 0 años en el que no
se realiz ó ningún tipo de actuación), que al de las tasas erosivas que presenta n las playas entre 1.989 y 2 .0 10 ,
periodo de tiemp o que no se consider a suficientement e largo ni representa tivo de la tendencia gener al de la costa.
.
Ilustración 34 : Curva de evolución de la superficie de playa seca en el Tramo I: Castilobo (I) .
Ilustración 35 : Curva de evolución de la superficie de playa seca en Tramo II: Castilobo (II)
T r a mo I : Pla y a d e C as ti lob o ( I)
- 61.43 4
- 31.92 5
- 31.82 9
- 28.60 5
0
y = - 8 77x + 1. 70 9. 028
y = - 1 . 805x + 3.533. 535
- 140 . 0 00
- 120 . 0 00
- 100 . 0 00
- 80.00 0
- 60.00 0
- 40.00 0
- 20.00 0
0
20 . 0 00
1.95 0 1.960 1.97 0 1.980 1 . 9 90 2.000 2 . 01 0
A ño
V ar iaci o nes supe r fi c i a l es d e playa seca
( m2) co n respe ct o a 1. 956
T r a mo I I: Play a de Ca s t il o b o ( II )
- 54.42 4
0
- 27.70 7
- 26.22 2
- 6. 0 07
y = - 8 50x + 1. 66 2. 885
y = - 1 . 495x + 2.931. 591
- 140 . 0 00
- 120 . 0 00
- 100 . 0 00
- 80.00 0
- 60.00 0
- 40.00 0
- 20.00 0
0
1.95 0 1.960 1 . 9 70 1.98 0 1.99 0 2.000 2 . 01 0
A ño
V ar iaci o nes supe r fi c i a l es d e playa seca
( m2) co n respe ct o a 1. 956
- 22.
58 3
- 24 .
562
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
22
Ilustración 36 : Curva de evolución de la superficie de playa seca en el Tramo III: Castilobo (III).
Ilustración 37 : Curva de evolución de la superficie de playa seca en el Tramo IV: El Palmar (I).
Ilustración 38 : Curva de evolución de la superficie de playa seca en el Tramo V: El Palmar (II)
Ilustración 39 : Curva de evolución de la superficie de playa seca en el Tramo VI: Zahora (I).
T r a mo II I: Play a de Ca s t il o b o ( II I)
- 77.75 3
- 65.80 0
0
- 30.80 2
- 63.16 5
y = -1. 687x + 3. 29 7. 930
y = -2. 256x + 4. 41 6. 639
- 140 . 0 00
- 120 . 0 00
- 100 . 0 00
- 80.00 0
- 60.00 0
- 40.00 0
- 20.00 0
0
1.95 0 1.96 0 1.970 1.98 0 1.99 0 2.000 2.01 0
A ño
V ar iaci on es sup erf i cial e s de pl aya seca
( m2) c on r esp ect o a 1.956
T r a mo IV: Play a de El P a l ma r ( I)
0
- 95.28 4
- 111 . 3 47
- 89.55 0
- 50.17 4
y = -2. 395x + 4. 67 9. 570
y = -3. 263x + 6. 38 7. 226
- 140 . 0 00
- 120 . 0 00
- 100 . 0 00
- 80.00 0
- 60.00 0
- 40.00 0
- 20.00 0
0
1.95 0 1.960 1 . 9 70 1.98 0 1.99 0 2.000 2 . 01 0
A ño
V ar iaci on es sup erf i cial e s de pl aya seca
( m2) c on r esp ect o a 1.956
T r a mo V : Pla ya de El Pa l ma r ( II )
- 118 . 4 88
- 75.45 8
0
- 87.75 4
- 51.64 3
y = -2. 114x + 4.124. 762
y = -3. 463x + 6.778. 880
- 140 . 0 00
- 120 . 0 00
- 100 . 0 00
- 80.00 0
- 60.00 0
- 40.00 0
- 20.00 0
0
1.95 0 1.960 1 . 97 0 1.98 0 1 . 99 0 2.00 0 2.010
A ño
V ar iaci on es su perf i cial es d e playa seca
( m2) c on r esp ecto a 1.956
T r a mo V I: Z a h or a (I )
- 11.15 6
- 34.51 6
0
- 8. 4 80
- 18.68 5
y = -435x + 848. 99 0
y = -973x + 1. 907.240
- 140 . 0 00
- 120 . 0 00
- 100 . 0 00
- 80.00 0
- 60.00 0
- 40.00 0
- 20.00 0
0
20 . 0 00
1.95 0 1.960 1 . 9 70 1.98 0 1 . 99 0 2.00 0 2. 0 10
A ño
V ar iaci on es sup erf i cial e s de pl aya seca
( m2) c on r esp ect o a 1.956
-35.956
-49.265
-58.365
-9.250
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
23
Ilustración 40 : Curva de evolución de la superficie de playa seca en el Tra mo VII: Zahora ( I I).
Ilustración 41 : Curva d e evolución de la super ficie de playa seca en el Tramo VIII: Trafalgar.
4.4. CONCLUSIO NES
El análisis de l os datos mostrados en las tablas y gráfic os anteriores condu ce a las siguien tes conclusiones :
Todo el tram o estudiad o , e ntre la desembocadura del Río Salad o y El Cabo de Trafalgar, se encuentra en erosión,
siendo el comporta miento regresivo m ás acusado en l a Playa de El Palmar que e n las playas adyac entes. La tasa
global de retroceso de la Playa de El Palmar, para el periodo estudiado, oscila entre 1, 5 m y 2 ,5 m de retr oceso po r
año según se ati enda a la totalid ad del period o o a los 33 años iniciales r espectivament e.
Las tasas de regresión de la línea de costa parciales (las correspondient es a los primeros treinta años anali zados -
de1.956 a 1.989 -) son mayores que las t asas g lobales obtenidas para el p eriodo completo (casi cincuenta años -
de 1.956 a 2.010 -). La magn itud de la m aniobra de ali mentación lle vada a cabo en 1.992 no parece justific ar ese
cambio de te ndencia en la evolución d e la playa . Por tanto, las tasas gl o bales no son r epresentati vas de las tasas
reales de re troceso de la lí nea de orilla, cuyo orden d e magnitud será probable mente más par ecido al de l as tasas
erosivas parciales dedu cidas de las curvas entre l os años 1.956 y 1.989 (periodo d e tiempo suficientem ente larg o
como para repr esentar ten dencias generales, en el que no se r ealizó ningún tip o de actuación).
En el cas o de la Playa de Castilob o, las varia ciones históricas de la posición d e la línea de costa muestran una
tendencia regr esiva creciente hacia el Sur, en las pr oximidades de la Pun ta de Torre Nueva, que puede ser debida
a la menor influencia de l as posibles aportaciones de sedimentos del Río Sala do conforme nos alejamos de su
desembocadura. D e hecho , entre los años 1.989 y 2 .0 10 este tramo presenta un a lev e tend encia acretiva, que si
bien es muestra del paliativ o que suponen las aportaci ones citadas frente a la erosión, no es representativa de una
tendencia general de la co sta por tratarse d e un peri odo de tiempo en el que pueden haberse su cedido años d e
bonanza climá tica.
Del mismo m odo se explica que la tas a de regre sión del tra mo Sur de la P l aya de El Palmar (Tram o V) s ea
sensiblemente menor que la del tramo Norte (Tramo IV), ya que en él desemboca el Arroyo de Alzaza, que
constituye también, aunqu e en menor cuantía que el Río Salad o o el Arr oyo de San Ambrosio, una posible fuente
de material s edimentario. Al igual que sucede en el Tram o I, este segundo tramo de la Playa de El Pal mar presenta
entre los años 1 . 989 y 2.0 10 , una ligera tendencia acreti va, muestra del efect o ate nuan te de las aporta ciones
citadas frente a la erosión, pero al igual que en el caso anterior, no representativ a de una tendencia general de la
costa.
En los Tramos VI y VII, correspondien tes a la Playa de Zahora, se observa una dis minución de la tasa de regr esión
que puede deberse a vari os factores com o son la presencia de bajo s rocosos que rig idizan la costa, y a la ap ortación
de materiales p or part e del Arroyo de San Ambrosi o. De nuevo, el Tramo VI pres enta una leve tendencia acretiva
T r a m o VII : Z a ho r a ( II )
- 30.45 8
- 40.67 1
0
- 24.20 2
- 26.66 5
y = - 705x + 1. 373.399
y = - 1. 237x + 2. 41 8. 735
- 140 . 0 00
- 120 . 0 00
- 100 . 0 00
- 80.00 0
- 60.00 0
- 40.00 0
- 20.00 0
0
1.95 0 1.960 1 . 97 0 1.98 0 1.990 2 . 00 0 2.01 0
A ño
V ar iaci on es sup erf i cial e s de pl aya seca
( m2) co n r esp ect o a 1. 95 6
T r a m o VII I: T r a f a lga r
- 80.36 3
- 59.83 0
0
- 29.83 9
- 37.47 6
y = - 1. 424 x + 2. 782 . 3 30
y = - 2. 321 x + 4. 544 . 3 68
- 140 . 0 00
- 120 . 0 00
- 100 . 0 00
- 80.00 0
- 60.00 0
- 40.00 0
- 20.00 0
0
20 . 0 00
1.95 0 1.960 1.97 0 1.980 1 . 99 0 2. 0 00 2 . 01 0
A ño
V ar iaci on es sup erf i cial e s de pl aya seca
( m2) co n r esp ect o a 1.956
-19.568
-3 2. 96
5
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
24
entre 1.989 y 2.010, pero al igual que lo s casos anteri ormente mencionad o s esta tendencia no es representativ a
de la tendencia g eneral de la cos ta.
El tramo VIII, corre spondiente al tramo de playa ap oyado en el C abo de Tr afalgar, presenta una tasa erosi va muy
similar a la que presenta la Playa de El Palmar. Si bien pudiera ser que tuvi ese realment e esta acusada t endencia
regresiva, hay q ue decir que est e tram o es el que p uede acu mular m ayores err ores en la restitución de su línea de
costa, por c arecer de ref erencias cart ográficas con la s que consegu ir una mayor p recisión en el montaje de las
fotos (orientaci ón relativa y absoluta d e las mismas y empalme entre ellas) a partir de las que se realiz an las
restituciones. Es por esto qu e los resultad os obtenido s para este úl timo tra mo analiz ado pueden ser poco fiab les
tanto cuantitati va como cu alitativamente.
En términ os generales, l o que se deduce del análisi s de la e vo luci ón histórica de la lín ea de costa es la tend encia a
la er osión d e tod o el tramo y en parti cular de la Playa de El Palmar. A pesar de exi stir una tenden cia al creci miento
el ancho de playa se cree qu e puede ser debida al m es del año en el que han sido to madas las fotos, dado que las
de 2.010, fuer on tomadas en Septie mbre apro vechando la bonanz a climática de estos tiempos.
Tras analizar este estudi o se en tiende que s e ha pr oducido un retr oceso de la línea de cost a hasta que en l os años
90, ese retr oceso comenz ó a estabili zarse a pesar d e seguir siend o erosivo, como muestran los datos. Una
expresión gráfica de lo com entado ant eriormente se encuen tra en el Plan o 0 2 “Evolución his tórica de la costa”, en
el que se muestran todas las lín eas de costa así c omo la evoluci ón de la misma en los dos period os estudiados.
Resulta important e señalar de nuevo, que el método seguido para el estudio de la evolución histórica de la línea
de co s ta puede condu c ir a una significativa acumula ción de errores (los propios de la fotograme tría aére a, los
derivados de no t rabajar con ortof otos, y e rr ores de estimación en el f o tom ontaje y la restitución de las líneas de
costa, tanto por la habilid ad de la per sona que los real iza como p or factores ajenos a él com o el hech o de q ue par a
el instant e en que fueron tomados los fotogra mas no se sepa cuál era el a vance de ola sobre el perfil de playa, el
nivel de marea, o que para un mismo v uel o, fotografí as consecutivas puedan corresponder a distinta s pasad as y
entre ellas se haya produc ido una variación de dicho nivel de marea ). La po sibl e acumulaci ón de errores hace
desaconsejable la cuantificación exacta del avance o del retroceso de la línea de costa a lo largo de los años, si bien
los resultados o btenid o s suponen una importante informaci ón desde el punto de vista cualitativo de la evolu ción
histórica de un deter minado tram o de costa ya que, en general, son las fotografías corresp ondientes a vuelos
realizados en el pas ado la única fu ente de información histórica que s e dispone.
5. EVALUACIÓN DEL TRAN SPORTE DE SEDIMENTOS
A continuaci ón se determinarán lo s asp ectos más rel evantes del transpor te sólido lit oral.
5.1. TASAS DE TRANSPORTE LO NGITUDINAL DE SEDI M ENTOS
En est e apar tado se estima el patrón que rig e el transporte de sedi m ent o s, así como la cuantificaci ón de la t asa d e
transporte potencial (neto y brut o) de sediment os, con el fin de definir la dinámica lit oral frente a la costa
estudiada.
Para tratar de estimar las tasas de transport e bruto y neto, debe determinar se la magnitud de los transporte s
potenciales en uno y otro sentido. El transporte potencial es la capacidad de un determinado régim en de oleaje
de transportar sediment o en un ci erto s entido a lo lar go del frent e marítimo, considerand o que no ha y limi tació n
en lo que a volumen de sedimento disponible se refiere y que no ex i sten obstáculos al transport e (p.ej. espig ones).
El transporte real , en camb io, es el que tiene lugar en un tramo de costa, y que por lo tanto será menor o igual al
potencial dependiendo de la disponibilidad de sediment o para ser transportado y d e la presencia o no de
obstáculos.
La evolución de la líne a de orilla dependerá esenci almente de las magnitudes de los diferentes transporte s
(transporte hacia la izquie rda, transporte hacia la derecha, transporte bruto -suma de los transportes hacia la
izquierda y hacia la derecha en valor absoluto- y transp orte neto -transporte result ante en un determinad o senido-
).
Para deter minar la magnit ud de los transportes longit udinales en amb o s s entidos, bruto y neto potencial es, se ha
utilizado la f orm ula ción del CERC a partir de los dat os visuales que aparec en en la ROM 0. 3 -91 en el área IV.
Ilustración 42 : Área en estudio
De acuerdo c on la formulac ión del CERC para l a estimación del transporte longitu dinal ( Q ) se tiene:
𝑄 𝑙 = 16 , 34 · 10 5 · 𝐻 𝑠
5
2 (cos𝜃) 1
4 · 𝑠𝑒 𝑛(2𝜃 )
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
25
Siendo 𝐻 𝑠 la altura de ola significante, 𝜃 e l ángu lo de incidencia d el oleaje fr ente a la orientaci ón de la costa .
Los aspectos que se desprecian en el cálculo s on:
La diferencia po tencial- rea l aso ciada a la disp o nib ilidad de sediment os .
La existencia de perfil es de playa colgados en los qu e en una parte del perfil no se produce transp orte d e
sedimentos.
El efecto de la marea que desplaz a la zona de transpor te a lo largo del perfil en función de las c o ndici o nes de marea
en las que incide el oleaje (el propio oleaje en rotura est á influenciad o por ella en té rmino s de altura de ola y d e
ángulo, y la ori entación de la costa pu ede cambiar lig eramente).
5.1.1. Procedi mi en to de cálcu lo
Al tratarse de una costa prá cticamente recta y sin obstáculos no se ha subd ividido la zona en tramos más pequ eños.
Además se ha considerados una orientación co ns tante de la línea de costa, es decir la orientación general de la
misma. Para el cálculo de t ransporte sólid o litoral se han seguido los siguient es pasos:
PASO 1 - Se ha obtenido de l gráfico de rosa de oleajes de la ROM 0.3-91 para la zona IV. Para cada altura de ola y
dirección se obtien e su frec uencia.
Ilustración 43 : Observaciones visuales: Rosas de oleaje de área IV
Midiendo cada un a de las p articiones de la rosa de oleaje se obti ene la siguiente tabla.
PASO 1
Frecuencia s SEA
Hs(m)
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
N
NNE
NE
ENE
θ
90
112.5
135
157.5
180
202.5
225
247.5
270
292.5
315
337.5
0
22.5
45
67.5
0.5
2.65
2.1
1.05
1
1.1
1.1
2.1
2.15
3.55
3.5
3.1
5.02
3.95
2
2.2
1.9
1
2.4
2
0.85
0.48
0.49
0.9
1.52
1.18
2.2
2.6
2.3
4.1
3.35
1.2
1.1
1.2
1.5
2
1.7
0.38
0.19
0.35
0.38
0.98
0.9
1.12
1.1
1.05
2.3
1.95
0.7
0.85
0.9
2
1.2
0.95
0.3
0
0.22
0.3
0.5
0.48
0.6
0.6
0.62
1.1
1
0.35
0.6
0.5
2.5
0.8
0.45
0
0
0
0
0
0.3
0.58
0.5
0.5
0.5
0.5
0
0.58
0.4
3
0.68
0.45
0
0
0
0
0
0
0.35
0.2
0
0.3
0.35
0
0
0
3.5
0.4
0
0
0
0
0
0
0
0.28
0
0
0
0
0
0
0
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
5.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
6
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
6.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
7
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
SUMA
10.13
7.65
2.58
1.67
2.16
2.68
5.1
5.01
8.68
8.5
7.57
13.32
11.1
4.25
5.33
4.9
% suma
Factor correct or
100.63
0.99373944
Hs(m)
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
N
NNE
NE
ENE
θ
90
112.5
135
157.5
180
202.5
225
247.5
270
292.5
315
337.5
0
22.5
45
67.5
0.5
1.4
1.85
0.9
0.8
0.65
1
1.05
1.1
2.8
3.44
2.1
1.9
1.1
0.9
0.95
0.9
1
1.1
1.8
0.6
0.75
0.63
0.85
1
1.05
3.1
3.4
3.2
3.1
1.3
0.85
0.9
0.66
1.5
1.02
1.33
0.55
0.45
0.83
0.9
0.9
2.05
2.35
2.9
3.2
1.35
0.72
0.86
0.5
2
1
1.05
0.4
0.65
0.85
0.8
2
2.1
2.3
3
1.3
0.3
0.55
0.48
2.5
0.67
0.8
0.6
0.66
0.66
1
1.05
1.2
1.8
0.95
0.28
0.55
3
0.6
0.6
0.6
0.5
0.85
0.95
0.95
1.4
0.55
3.5
0.45
0.38
0.48
0.5
0.5
0.5
0.4
4
0.32
0.39
0.45
0.6
4.5
0.36
0.4
5
5.5
6
6.5
SUMA
5.79
7.43
2.45
1.55
1.73
3.93
5.51
5.39
12.6
14.54
14
15.5
6.95
3.05
3.26
3.09
% suma
Factor correct or
106.77
0.93659268
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
27
PASO 2. Al valo r de frecuen cia se l e ha aplicado el fac tor corrector. Es te factor se obtiene su mando todas l as frecuencias de cad a dirección y co mo no suman 10 0 le aplicamos dicho fa ctor para qu e en total sumen 100% .
PASO 2
Frecuencia s SEA
Hs(m)
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
N
NNE
NE
ENE
90
112.5
135
157.5
180
202.5
225
247.5
270
292.5
315
337.5
0
22.5
45
67.5
0.5
2.6334095 2
2.0868528 3
1.0434264 1
0.9937394 4
1.0931133 9
1.0931133 9
2.0868528 3
2.1365398
3.5277750 2
3.4780880 5
3.0805922 7
4.988572
3.9252707 9
1.9874788 8
2.1862267 7
1.8881049 4
1
2.3849746 6
1.9874788 8
0.8446785 3
0.4769949 3
0.4869323 3
0.8943655
1.5104839 5
1.1726125 4
2.1862267 7
2.5837225 5
2.2856007 2
4.0743317 1
3.3290271 3
1.1924873 3
1.0931133 9
1.1924873 3
1.5
1.9874788 8
1.6893570 5
0.3776209 9
0.1888104 9
0.3478088
0.3776209 9
0.9738646 5
0.8943655
1.1129881 7
1.0931133 9
1.0434264 1
2.2856007 2
1.9377919 1
0.6956176 1
0.8446785 3
0.8943655
2
1.1924873 3
0.9440524 7
0.2981218 3
0
0.2186226 8
0.2981218 3
0.4968697 2
0.4769949 3
0.5962436 6
0.5962436 6
0.6161184 5
1.0931133 9
0.9937394 4
0.3478088
0.5962436 6
0.4968697 2
2.5
0.7949915 5
0.4471827 5
0
0
0
0
0
0.2981218 3
0.5763688 8
0.4968697 2
0.4968697 2
0.4968697 2
0.4968697 2
0
0.5763688 8
0.3974957 8
3
0.6757428 2
0.4471827 5
0
0
0
0
0
0
0.3478088
0.1987478 9
0
0.2981218 3
0.3478088
0
0
0
3.5
0.3974957 8
0
0
0
0
0
0
0
0.2782470 4
0
0
0
0
0
0
0
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
4.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
5
0
0
0
0
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0
0
0
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0
0
0
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0
5.5
0
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0
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0
0
0
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6
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0
0
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0
0
0
0
0
6.5
0
0
0
0
0
0
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0
0
0
0
0
0
0
0
0
7
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
SUMA
10.066580 5
7.6021067 3
2.5638477 6
1.6595448 7
2.1464771 9
2.6632217
5.0680711 5
4.9786346
8.6256583 5
8.4467852 5
7.5226075 7
13.236609 4
11.030507 8
4.2233926 3
5.2966312 2
4.8693232 6
Frecuencia s SWELL
Hs(m)
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
N
NNE
NE
ENE
90
112.5
135
157.5
180
202.5
225
247.5
270
292.5
315
337.5
0
22.5
45
67.5
0.5
1.3112297 5
1.7326964 5
0.8429334 1
0.7492741 4
0.6087852 4
0.9365926 8
0.9834223 1
1.0302519 4
2.6224594 9
3.2218788
1.9668446 2
1.7795260 8
1.0302519 4
0.8429334 1
0.8897630 4
0.8429334 1
1
1.0302519 4
1.6858668 2
0.5619556 1
0.7024445 1
0.5900533 9
0.7961037 7
0.9365926 8
0.9834223 1
2.9034373
3.1844151
2.9970965 6
2.9034373
1.2175704 8
0.7961037 7
0.8429334 1
0.6181511 7
1.5
0.9553245 3
1.2456682 6
0.5151259 7
0
0.4214667
0.7773719 2
0.8429334 1
0.8429334 1
1.9200149 9
2.2009927 9
2.7161187 6
2.9970965 6
1.2644001 1
0.6743467 3
0.8054697
0.4682963 4
2
0.9365926 8
0.9834223 1
0.3746370 7
0
0
0.6087852 4
0.7961037 7
0.7492741 4
1.8731853 5
1.9668446 2
2.1541631 5
2.8097780 3
1.2175704 8
0.2809778
0.5151259 7
0.4495644 8
2.5
0.6275170 9
0.7492741 4
0
0
0
0.5619556 1
0.6181511 7
0.6181511 7
0.9365926 8
0.9834223 1
1.1239112 1
1.6858668 2
0.8897630 4
0.2622459 5
0
0.5151259 7
3
0.5619556 1
0.5619556 1
0
0
0
0
0.5619556 1
0.4682963 4
0.7961037 7
0.8897630 4
0.8897630 4
1.3112297 5
0.5151259 7
0
0
0
3.5
0
0
0
0
0
0
0.4214667
0.3559052 2
0.4495644 8
0.4682963 4
0.4682963 4
0.4682963 4
0.3746370 7
0
0
0
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0.2997096 6
0.3652711 4
0.4214667
0.5619556 1
0
0
0
0
4.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0.3371733 6
0.3746370 7
0
0
0
0
0
5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
5.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
6
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
6.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
SUMA
5.4228715 9
6.9588835 8
2.2946520 6
1.4517186 5
1.6203053 3
3.6808092 2
5.1606256 4
5.0482345 2
11.801067 7
13.618057 5
13.112297 5
14.517186 5
6.5093191
2.8566076 6
3.0532921 2
2.8940713 7
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
28
PASO 3 - Se suman las frecu encias de Swell y Sea aplicando el fact or de ponderació n. Dicho factor se calcula a parti r
de las obser vaciones realizad as para cada tipo de ol eaje.
𝐹 𝑃 𝑆𝑒𝑎 = 𝑂𝑏𝑠𝑒𝑟𝑣𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑒𝑠 𝑆𝑒𝑎
𝑂𝑏𝑠𝑒𝑟𝑣𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑒𝑠 𝑡 𝑜𝑡𝑎𝑙𝑒𝑠
𝐹 𝑃 𝑆𝑤𝑒𝑙𝑙 = 𝑂𝑏𝑠𝑒𝑟𝑣𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑒𝑠 𝑆𝑤𝑒𝑙𝑙
𝑂𝑏𝑠𝑒𝑟𝑣𝑎𝑐𝑖𝑜𝑛𝑒𝑠 𝑡𝑜𝑡 𝑎𝑙𝑒𝑠
𝐹𝑟𝑒𝑐 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = 𝐹𝑟𝑒𝑐 𝑆𝑒𝑎 ∗ 𝐹 𝑃 𝑆𝑒𝑎 + 𝐹𝑟𝑒 𝑐 𝑠𝑤𝑒𝑙𝑙 𝐹 𝑃 𝑆𝑤𝑒𝑙𝑙
Observacione s
Factor ponderaci ón
Sea
84515
0.6223078
Swell
51294
0.3776922
Total
135809
A cada frecu encia se le ha aplicado los factor es de ponderación y se han obtenid o los siguientes re sultados:
PASO 3
Hs(m)
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
N
NNE
NE
ENE
θ
90
112.5
135
157.5
180
202.5
225
247.5
270
292.5
315
337.5
0
22.5
45
67.5
0.5
2.1340325 3
1.9530907 3
0.9677017 7
0.9014068
0.9101864 2
1.0339967 3
1.6700957 3
1.7187035 1
3.1858444
3.3813198 1
2.6599384 7
3.7765403 9
2.8318447 6
1.5551929 8
1.6965625 3
1.4933518
1
1.8733064 6
1.8735623 6
0.7378962 8
0.5621454 8
0.5258803 5
0.8572528 1
1.2937296 9
1.1011568 7
2.4571115 9
2.8105994 4
2.5543271 5
3.6320940 2
2.5315464 2
1.0427763 5
0.9986223 6
0.9755650 4
1.5
1.5976422 3
1.5217792 5
0.4295555 5
0.1174982 4
0.3756288 2
0.5286038
0.9244129 4
0.87494
1.4177959 1
1.5115507 9
1.6751892 7
2.5543271 5
1.6834570 8
0.6875837 6
0.8298696 6
0.7334425
2
1.0958379 1
0.9589221 5
0.3270210 4
0
0.1360506
0.4154569 8
0.6098880 9
0.5798326 7
1.0785345 8
1.1139089 5
1.1970259 4
1.7414842 3
1.0782786 8
0.3225672 6
0.5656061 4
0.4790029
2.5
0.7317377 6
0.5612803 1
0
0
0
0.2122462 5
0.2334708 7
0.4189944 2
0.7124226
0.6806368 4
0.7336984
0.9459446 5
0.6452624 6
0.0990482 5
0.3586788 5
0.4419237 8
3
0.6327662 8
0.4905315 6
0
0
0
0
0.2122462 5
0.1768718 7
0.5171263 2
0.4597389 2
0.3360565 6
0.6807647 9
0.4110031 9
0
0
0
3.5
0.2473647 2
0
0
0
0
0
0
0.1344226 2
0.3429523
0.1768718 7
0.1768718 7
0.1768718 7
0.1414975
0
0
0
4
0
0
0
0
0
0
0
0
0.113198
0.1379600 6
0.1591846 9
0.2122462 5
0
0
0
0
4.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0.1273477 5
0.1414975
0
0
0
0
0
5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
5.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
6
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
6.5
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
SUMA
8.3126878 9
7.3591663 6
2.4621746 4
1.5810505 3
1.9477461 8
3.0475565 7
4.9438435 7
5.0049219 5
9.8249857
10.399934 4
9.6337898 4
13.720273 3
9.3228900 9
3.7071686 1
4.4493395 4
4.1232860 3
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
29
PASO 4 - Se estudian l os o l eajes inciden tes que afecta n a la costa en estudio. Las direcciones de dich os oleajes s e
miden con re specto al norte.
SEA
SWELL
θizq
192
192
θderch.
290
290
θcosta
151
151
θn
241
241
Ilustración 44 : Esquema de ángulos de incidencia
PASO 5 - Selecci onamos las d irecciones q ue nos afectan en la zona en estudio. Estas son las siguient es:
PASO
FRECUENCIAS D E PRESENTACIÓN-OLEAJ E INCIDENTE
Hs(m)
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
θ
202.5
225
247.5
270
292.5
315
0.5
1.0339967 3
1.6700957 3
1.7187035 1
3.1858444
3.3813198 1
2.6599384 7
1
0.8572528 1
1.2937296 9
1.1011568 7
2.4571115 9
2.8105994 4
2.5543271 5
1.5
0.5286038
0.9244129 4
0.87494
1.4177959 1
1.5115507 9
1.6751892 7
2
0.4154569 8
0.6098880 9
0.5798326 7
1.0785345 8
1.1139089 5
1.1970259 4
2.5
0.2122462 5
0.2334708 7
0.4189944 2
0.7124226
0.6806368 4
0.7336984
3
0
0.2122462 5
0.1768718 7
0.5171263 2
0.4597389 2
0.3360565 6
3.5
0
0
0.1344226 2
0.3429523
0.1768718 7
0.1768718 7
4
0
0
0
0.113198
0.1379600 6
0.1591846 9
4.5
0
0
0
0
0.1273477 5
0.1414975
5
0
0
0
0
0
0
5.5
0
0
0
0
0
0
6
0
0
0
0
0
0
6.5
0
0
0
0
0
0
SUMA
3.0475565 7
4.9438435 7
5.0049219 5
9.8249857
10.399934 4
9.6337898 4
PASO 6 - Cambia mos de ref erencia la dirección de l os oleajes, pasand o a ser la re fe re ncia la dirección de l a costa.
θ 1= θ n- θ . De esta for ma se podrá diferenciar entre los oleajes proveniente s de ambos lados de la p erpendicu lar. Y
a partir de est e, se podrá c alcular el transporte ne to.
Ilustración 45 : Esquema del cambio de referencia.
Los resultad os obtenidos son lo s siguientes:
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
30
PASO 6
Hs(m)
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
θ1
38.5
16
-6.5
- 29
-51.5
- 74
0.5
1.0339967 34
1.6700957 27
1.7187035 05
3.1858444 05
3.3813198 14
2.6599384 69
1
0.8572528 11
1.2937296 93
1.1011568 66
2.4571115 92
2.8105994 39
2.5543271 47
1.5
0.5286037 97
0.9244129 43
0.8749399 98
1.4177959 06
1.5115507 95
1.6751892 66
2
0.4154569 78
0.6098880 89
0.5798326 65
1.0785345 8
1.1139089 55
1.1970259 41
2.5
0.2122462 49
0.2334708 74
0.4189944 16
0.7124225 96
0.6806368 39
0.7336984 01
3
0
0.2122462 49
0.1768718 74
0.5171263 18
0.4597389 22
0.3360565 61
3.5
0
0
0.1344226 24
0.3429523 05
0.1768718 74
0.1768718 74
4
0
0
0
0.1131979 99
0.1379600 62
0.1591846 87
4.5
0
0
0
0
0.1273477 49
0.1414974 99
5
0
0
0
0
0
0
5.5
0
0
0
0
0
0
6
0
0
0
0
0
0
6.5
0
0
0
0
0
0
SUMA
3.0475565 7
4.9438435 75
5.0049219 49
9.8249857 01
10.399934 45
9.6337898 44
PASO 7 . Aplica mos la fórm ula de CERC que se muestra a continu ación.
𝑄 𝑙 = 16 , 34 · 10 5 · 𝐻 𝑠
5
2 (cos𝜃) 1
4 · 𝑠𝑒𝑛(2𝜃 )
Se obtiene l os siguientes re sultados
PASO 7
V TRANSPOR TE SÓLIDO LI TORAL (m 3 /año)
Hs(m)
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
0
38.5
16
-6.5
- 29
-51.5
- 74
0.5
2737.198
2531.270
-1114.97 7
-7547.04 5
-8453.26 8
-2950.14 2
1
12837.220
11092.150
-4041.00 2
-32927.005
-39747.7 30
-16025.9 14
1.5
21813.256
21840.689
-8848.02 5
-52356.332
-58906.6 43
-28962.6 51
2
35193.554
29579.941
-12036.9 81
-81759.159
-89112.3 84
-42483.9 44
2.5
31408.856
19781.303
-15194.9 11
-94344.168
-95121.5 35
-45489.7 84
3
0
28367.125 48
-10118.1 6646
-108025. 7097
-101350. 9413
-32867.1 3088
3.5
0
0
-11305.3 0768
-105324. 9319
-57324.7 6266
-25431.6 8685
4
0
0
0
-48541.8 2278
-62433.3 6393
-31959.3 2103
4.5
0
0
0
0
-77363.4 6899
-38135.2 263
5
0
0
0
0
0
0
5.5
0
0
0
0
0
0
6
0
0
0
0
0
0
6.5
0
0
0
0
0
0
PASO 8 . Calculo del transporte net o y bruto.
PASO 8
Transporte Sólid o Litoral (m3 /año)
QSSW
103990.08 52
103990.08 52
QSW
113192.47 91
113192.47 91
QWSW
-62659.3 6998
62659.369 98
QW
-530826. 1728
530826.17 28
QWNW
-589814. 0962
589814.09 62
QNW
-264305. 7992
264305.79 92
Tasas de Tr an sporte
longitudinal (m 3 /año)
Qneto=
-1.230.423
Qbruto=
1.664.788
Se concluye con est o s datos que el transporte longitudin al neto potencial sitúan en el entorn o de los 1.200.000
m 3 /año y las tas as medias de transpor te longitudin al bruto potencial en el entor no de los 1.600.000 m 3 /añ o.
En base a estos resultados, y teniendo en cuenta que l a orientación de la línea de co sta en todo el tra mo estudiad o
se halla cercana a 151º, se observa un transporte n eto consistentemen te dirigido hacia el Sur en todo el tramo. La
tasa de transp orte bru to es sola mente un 25% mayor que la de transporte neto, lo que indicaría la prepondera ncia,
desde el punt o de vista del transporte l ongitudinal de sedimen tos, de los oleajes provenientes del O este.
Los valores real es del trans porte están sujet os a la disponib ilidad de sediment o .
5.2. CONCLUSIO NES
En el litoral gaditan o, el mar recorta la línea co stera formada en gran part e por conglomerad os conc híferos
pliocenos, labran do en ellos la plataforma de abrasión actual. Las pla yas que ex is ten en este borde co s tero está n
formadas, fund amentalmen te, a p artir de los material es arrancados por el oleaje del cantil litoral ya q ue los aportes
de los ríos no constituyen el fact or más importante en la formación de la s playas.
En la última etapa e volutiva se pr o dujo una d rástica redu cció n de la efectividad sedime n ta ria de los ríos en la
plataforma litoral. Estos limitaron su actividad al relleno de las ensenadas que formaban sus desemb ocaduras
(como es el cas o de la pequeña marisma d el Río Salado y la de Barb ate, alg o mayo r, en depresi ones en tre bloques
levantados), así q ue la acci ó n modeladora marina pr edomina en la actualidad s obre la sedi mentación fluvia l.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
31
La erosión marina ha dejad o el borde cos tero en una lín ea sensiblement e recta, que tiende a alinearse de forma
perpendicular o casi pe rpendicular a la resultan te energética d el oleaje, minimiza ndo el transp orte neto a lo largo
de la orilla. Este transporte nunca podría ser elevado, debido a la resistencia de los conglo merados a la erosión.
Los materiales erosionad os por el oleaje han ido a rellenar los estuarios y a formar curvas de acuerdo (playas en
arco) suavizando las irregulari dades producidas p o r la erosión difer encial.
En el extre mo Sur de la ancha playa que c omienza en Co nil, la sedimentaci ón rec iente ha tenido fuerza suficiente
para formar el tómbolo del Cabo de Trafalgar, en el c ual se apoya la playa de lo s Bancos. (Es dudos o si en esta
zona, como en el tramo cercano a Tarifa, una h ipotética ele vación muy re ciente de la costa ha colaborado
significativa mente a aporta r arenas de la platafor ma continental a los depósitos, relativam ente abundantes, qu e
se encuentran en la s playas) .
En las playas inmediata mente al S ur de Conil, no cabe du da de que el rápido desmantelami ento del cantil coster o
de to da el área de Cabo R oche ha ap ortado, al menos, una parte sustancial de sus materiales. Sin embar go, n o
resulta claro hasta dónde llega la zona de influenci a de est o s ap ortes. Sólo un detallado est udi o de camp o
permitiría llegar a evaluar el papel relativo que l os aportes fluviales , la descomposición del cantil costero y l a
cuestionable v ariación del n ivel del mar tien en en la constituci ón de las playa s de esta zona.
Todas las playas al Sur de Cab o R o che (C o nil de la Fr ontera) tienen una morfología similar d escribiend o arcos
asimétric os c o n la convexid ad en el extre mo N W y ten didos hacia el SE. Esta disp osición es car acterística de playas
situadas entre salientes rocos os ( “headland - ba y beaches” ), cuando la longitud de aquéllas es grande respe cto al
abrigo y la dirección del o le aje resultante es asimétrica respecto a los salientes. En este caso, la forma de las playa s
indica que el oleaje resulta nte v i ene de alguna direcci ón entr e W y SW y el análisis de la mo rf ología costera en
desembocaduras de cauces fluviales y otros obstáculos, permit e detectar la existencia de transporte lito r al neto
dirigid o hacia el SE tal com o se ha des crito en el apar tado anterior.
En el últim o gran arco de playa desde Conil al Cabo de Trafalgar, los grupos de arrecifes que ex is ten a poca distanci a
de la costa son los resp onsables de que la línea de pla ya no for me un arco cu ya concavidad varíe, irr egularmente,
entre cada dos pu ntos. El abrig o que pr oducen las llamadas L ajas de Conil ha dad o lug ar a un abomba miento
positivo de la playa, en la z ona comprendida entr e Torre Castilobo y e l Arro yo de la Viuda. Otros bajos roc osos de
menor importancia, y más cercano s a la orilla, han ori ginado también sus corres pondi entes salientes arenosos en
menor escala, como ocurre con las Lajillas del Ques o. El caso m ás conspicuo es el de l Cabo de Trafalgar, d onde el
tómbolo se ha compl etado. La playa forma ar cos cóncavos entre cada p areja de formaciones c onvexas
tomboloides.
Lo s fondos en la zona de estudio pre sentan importa ntes het erogeneidades m orfológica s así co mo import antes
irregularid ades batimétrica s tanto a escala inter media com o a gran escala en l a existencia de una plataf orma
marcada hasta la batimétri ca -50 m. Los bajos rocosos de Cabo Trafalgar y de La s Lajas de Conil impon en fuertes
modificacion es a las pautas de propagaci ón de l os oleajes que inciden sobre cos ta, al igual que el Placer de M ec a
que – si bien es d e carácter arenoso – alcanza co tas superiores del orden de -5 m.
El oleaje más frecuente en la zona resulta ser el procedente del Oeste, si bien los mayores temporales pr o c eden
del N W.
La circul ación inducida por el oleaje muestra una pau ta compleja, fruto de las numerosas y pr o nun ciadas
irregularid ades del f ondo, con la creación de corrientes de ret orno que constituyen drenajes natural es del
sedimento disp onible en la playa en condiciones de temporal.
La totalidad del tram o en est udio m ues tra una tendencia histórica a la erosión desde el año 1956 – fecha de la
primera fot ografía aérea disponib le – co n tasas de retroces o de la línea de orilla generalizad as y sostenidas en el
tiempo inclus o superiores a 1 m/año.
La dinámica general sedim entaria se corresponde con un transporte longitudin al de sedi mentos que, de f orma
neta, se dirige hacia el Sureste. L os cálculos efectuados para la estimación d e las tasas de transp o rt e longitudin al
de sediment os así lo confirman, y s on compatibles co n el comportamien to exhibid o por la playa.
6. ANÁLISIS DE LA C OTA DE INUNDACIÓN
El concept o de cota d e inun dación se define como la elevación qu e presenta en un instante deter minado el nivel
del mar debido a la suma de tres factores, la marea astronómica, la marea meteor o lógica y el run -up, o subid a
debida por el movimiento de masa agua hacia la pl aya en caso de te mporales.
Para obtener dicha cota de inund ación se van a realizar dos estudios diferentes par a compr o bar que la metodo logía
es adecuada al estar ambos métodos del orden de magn itud. Por un lado, se estudiar á la cota de inundación por
el Document o Temátic o : “Cota de Inun dación: Atlas de Inundación en el litoral peninsular español”, desar rollado
por el G.I.O.C. de la Univer sidad de Cantabria y e l Ministerio de Medio Ambiente.
Por otro lado, se realiz ará un estudio más detallado con el model o IOLE en condicione s cli máticas actuales y
considerand o las proyeccio nes de cambio cli mático para el año 2040 .
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
32
6.1. METODOLOGÍ A 1: ATLAS D E INUNDACIÓN D EL LITORAL PEN IN SUL AR ESPAÑOL.
Para calcular la cota de inun dación para un perio do d e reto rno dad o se utiliza el método del Atlas de Inundació n
del litoral peni nsular español.
Para el cálculo de la c ota de inundación es necesari o conocer el periodo de retorno que se ha calculado en el anejo
III: Bases d e diseñ o, d el pre sente p royecto y p or el que se desprende que el periodo de retorno ( 𝑇 𝑅 ) es de 68 a ños.
A continuaci ón se detalla el m é to d o del Atlas d e Inundación para dich o periodo d e retorno.
En primer lugar, se localiza el emplaza miento de la obra según las diferent es zonas dadas po r el m étodo. Es en el
Área-IV, Subz ona-b dentro de la cual s e encuentra la localizaci ón de la obra en es tudio.
Ilustración 46 : Información analizada. Área IV.
Las playas pueden tener diferentes o rientaci ones que afectarán a la inundación que se produzca en las mismas,
puesto que será más v uln erable o menos a las tormenta s según dicha orientación. Por est a razón, el método
distingue entre varias orien taciones significati vas para cada zon a.
Para la zona del Palmar existe el siguiente gráfic o del cual se debe tomar la orie ntación perpend icular a la costa.
La orientación perp endicular es la Oeste-Suroeste ( WSW) que s e representa a pa rtir del color azu l.
Ilustración 47 : Orientaciones significativas y niveles de referencia.
Como se pret ende obtene r la cota de In undación p ara el diseñ o de un paseo marítimo se utiliz a el régime n
extremal. Es en el siguiente gráfico do nde se obtiene una cota de inundación para un period o de retorno y una
orientación dada. Se o bti ene una cota de inundación de 6.8 m en régimen extre mal respect o al Nivel Medi o del
Mar en Alican te como pued e comprobarse en el siguiente gráfico.
Ilustración 48 : Régimen extremal de cota de inundación.
Será por tant o la cota 6.8 m respecto a l N.M.M.A . la cota de la cual debe estar resguardado el paseo maríti mo en
todo caso, es de cir, esta co ta será una criterio fund amental para el diseño del pr oyecto.
6.2. METODOLOGÍ A 2: MODELO IOLE
Con esta m e to d ología se pr etende realizar un estudio m ás específico de la playa del Pal mar que indique la cota del
sendero litoral en proyec to. Para ello se ha calculado la cota y la extensión de la inu ndación utilizando el model o
IOLE en con di ci ones cli máticas ac tuales y c o nsid erando las pr oyecciones de ca mbio climá tico para el año 2040 p or
tener una vida útil de 15 años tal y como se expone en el Anej o III: Bases de Diseñ o .
Para el co rr ecto dimension amiento, debería calculars e la inundaci ón asociada a dichos periodos de retorno. Sin
embargo, la Directi va 2 00 7/60 del Consejo Europeo publi cada el 6 de noviembre de 2007, relativa a la evalu ación
y gestión de los riesgos de inundación cuya transposic ión al ordenamiento jurídic o español es el o bj eto del Real
Decreto 903/2010, del 9 de julio del 2010 establece q ue se tien en que calcular la inundación asociada a peri o dos
de retorn o de 10 años (alta probabilidad d e inundaci ón), 100 añ os (pr o bab ilidad media de inund ación) y 500 años
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
33
(baja probabilidad de inundación). Por ello, en el prese nte estudio de inundación se obtendrá la cota de inundación
asociada a dichos peri odos de retorno y además al period o de retorno de 50 años p or ser un valor común mente
utilizado (fre cuente probab ilidad de inund ación).
6.2.1. Mod elo IOLE
El modelo IO LE es un mode lo desarrollad o po r el Institu to de Hidráulica Ambi ental de la Uni versidad de Cant abr ia
(“IH Cantabria”) que permite la estimaci ón d e la cota y la extensión de inun dación asociada a diferentes per iodos
de retorno (10, 50, 100 y 500 años), en diferent es perfiles del litoral español co n una resolución espacial de 200
m. Este modelo utiliza para ell o las bases de da tos de oleaje y nivel del mar generad as en el marco del Proyecto
C3E del “IH Cantabria” ( www.c3e.ihcantabria. es ) y el modelo numérico IH-2VOF ( www.ih2vol.ihcan tabria.com ).
Así mismo, este mo d elo permit e ajustar el régimen ex tremal del oleaje y de nivel del m ar con una funci ón de
distribución GEV ( Generalized Extr eme Value), o Gum bel de máximos y det erminar las bandas de c onfianza de las
fo rmas del IH- 2VOF (90%, 80% o 6 8.5%).
Los perfiles incluid os en el mo d elo se caracterizan por estar definid os con respecto a la dirección del flujo medio
de energía del temporal ( 𝜃 𝐹𝐸 ) y están numerado s entre 1 y 30000. Además, la parte emergida se ha ob tenid o a
partir de dato s del Modelo Digital del Terren o y la parte sumergida a partir de un perfil teó rico de Dean. Cabe
destacar, que el modelo id entifica aquell os perfiles de tip o acantilados para los cuales de termina una inundación
nula.
Ilustración 49 : Esquema de los perfiles elegidos para el estudio
El mo del o prop orciona dif erentes represent aciones gráficas de los resultados de la cota de inund ación y de l a
extensión. Así para la banda de confianza establecida, el progr ama genera tre s gráficos, uno para cada banda
inferior, otro para la banda media y otro para la banda superior indicando la cota y la extensión de inundaci ón par a
los periodos de retorno 10, 50, 100 y 500 años. En la siguiente figura se muestra un ejemplo de represent ación
gráfica de l os difer entes perfi les.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
34
La zona de actuación co mprende desde el perfil 22374 hasta el 22398. Para dichos perfiles se ha calculad o la cota
de inundación utili zando los perfiles predefinid os en el IOLE para los peri odos de retorno 10, 50, 10 0 y 500 años y
considerand o una influencia de ca mbio cli mático para el año horizonte 2040.
6.2.2. Cota de i nu ndación
En este apartado se pr esentan los valores de la c ota de inundación obtenida utilizando el modelo IOLE
considerand o el cambio cli mático en el año horiz onte 2040 para cada uno de los period os de retorn o considerado s
previament e.
Cabe destacar, que para la o btenci ón de las cotas de inu ndación con el modelo IOLE el régimen extre mal del oleaje
y del nivel del mar se han ajustado con una función de distribución GEV (Genera lized Extreme Value) para todos
los perfiles.
El modelo IOLE incorpora las tendencias de l proyecto C3E (Cambio Climático en la Costa Española) en el cálculo
de la inun dación, en tér minos relativ os asignando lo s valores más cercanos del punto C3E al perfil. Este proy ecto
posee una base de info rmación histórica a partir de la que se puede obtener el clima actual y las tende ncias
observadas en el periodo 194 8 -200 8 (tanto de la m edia de la variable co mo de su desviación típica).
Los valores de las dinámic as estimados al siglo XX I (en este caso solo la media de la variable elegida) pueden
obtenerse mediantes dos a proximaciones distintas: l a extrapolación histórica d e l a tendencia a c orto/medio plazo
(a los añ os 2020, 2030 y 2040) o las proyeccione s para los escenari os de ca mbio climático A2, A1B, B1
(http://ww w.ipcc.ch/pdf/s pecial-reports/spm/sres- sp.pdf) para l o s periodos 2010/2039, 2040/2069 y 2070 /2100.
Los resultad os se muestra n a lo largo de 423 puntos del litoral españ ol situados en aguas someras y separados
entre 10 y 15 km, en torno a 10 -15 m de profundid ad.
La nomenclatur a de las vari ables a seleccionar y las bases de datos utilizadas son las siguientes:
Oleaje: Los dat os de ol eaje en profundidad es reducid as proceden de la base de d ato s DOW de sarrollada por IH
Cantabria:
𝐻 𝑠,𝑚 : Altura de ola significante media.
𝐻 𝑠 12 : Altura de o la sólo superad a 12 horas al añ o.
𝐻 𝑠,𝑟= 50 : Cuantil de altura de ola asociado a 50 añ os de period o de retorno.
𝑇 𝑝 : Periodo de pico.
𝐹𝑒 : Flujo medio de energía.
𝜃 𝐹𝑒 : Dir ección del fluj o medio de energía.
Nivel del mar :
Ref. Alicant e: diferencia entre el nivel medio del mar local (NMML) en 1998 y el nivel medio del mar en
Alicante en 1998 (NM MA98). El valor se ha obtenid o a partir d e los datos de los mare ógrafos de la Red d e
Mareógrafos de Puertos de l Estado (REDMAR).
Rango d e mar ea: diferenci a entre la amplitud máxima y mínima de la marea as tronómica en el perí odo
1948-2008. Valor obtenido mediante las series simulad as de marea astron óm i ca e n cada p unto, utilizand o
el análisis ar mónico de los mare ógrafos de la RE DMAR.
MSL: Nivel medio del mar. Datos procedentes d e la base de da to s de Church and White (2011).
MM 95% : Marea meteorol ógica correspondien te al percentil del 95%. Datos proced entes de la base de datos
GOS desarrollad a por IH Can tabria (Abascal et al. 2010).
MM r=50 : Cuantil de marea meteorológica corresp ondiente a 5 0 años d e perí odo de retorno. D at os
procedentes d e la base de d ato s G OS desarrollada p or IH Cantabria (Abasc al et al. 2010).
A continuaci ón se muestran los r esultados obtenidos para cada uno d e los perfil es analizados.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
35
PUNTO Nº 223 98
Punto C3E 95
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.35
203
50
5
252
100
5
252
500
4.5
478
PUNTO Nº 223 96
Punto C3E 95
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
3.40
210
50
3.43
221
100
3.44
224
500
3.45
227
PUNTO Nº 223 97
Punto C3E 95
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
3.40
160
50
3.00
252
100
2.90
250
500
2.80
282
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
36
PUNTO Nº 223 95
Punto C3E 95
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
3.40
195
50
3.43
201
100
3.44
203
500
3.45
207
PUNTO Nº 223 94
Punto C3E 95
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.10
230
50
5.18
240
100
5.20
243
500
5.22
248
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
37
PUNTO Nº 223 93
Punto C3E 95
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.82
290
50
6.15
325
100
6.21
338
500
6.35
352
PUNTO Nº 223 92
Punto C3E 95
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.00
77
50
5.10
93
100
5.13
100
500
5.20
111
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
38
PUNTO Nº 223 91
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.35
275
50
5.90
512
100
6.48
677
500
8.30
900
PUNTO Nº 223 90
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.20
225
50
6.00
395
100
6.43
510
500
8.85
930
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
39
PUNTO Nº 223 89
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.40
133
50
5.42
138
100
5.43
139
500
5.44
142
PUNTO Nº 223 88
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.40
133
50
5.42
138
100
5.43
139
500
5.44
142
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
40
PUNTO Nº 223 87
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
6.67
158
50
6.71
164
100
6.72
166
500
6.74
169
PUNTO Nº 223 86
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en ho rizontal (m )
10
7.71
154
50
7.75
158
100
7.76
159
500
7.77
160
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
41
PUNTO Nº 223 85
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
7.83
160
50
7.93
167
100
7.94
168
500
7.95
169
PUNTO Nº 223 84
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
7.55
131
50
7.80
138
100
7.85
141
500
7.99
144
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
42
PUNTO Nº 223 83
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
7.50
59
50
7.85
95
100
7.02
96
500
8.28
100
PUNTO Nº 223 82
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
7.50
140
50
7.77
155
100
7.87
160
500
8.02
163
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
43
PUNTO Nº 223 81
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
6.55
167
50
6.72
175
100
6.77
177
500
6.84
181
PUNTO Nº 223 80
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.07
122
50
5.35
134
100
5.42
136
500
6.84
141
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
44
PUNTO Nº 223 79
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.55
150
50
5.4
167
100
5.37
160
500
5.35
163
PUNTO Nº 223 78
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
3.92
127
50
4.65
135
100
4.85
138
500
5.10
143
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
45
PUNTO Nº 223 77
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
4.40
168
50
4.72
178
100
4.85
182
500
5.08
186
PUNTO Nº 223 76
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
7.20
76
50
6.60
118
100
6.49
132
500
7.24
217
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
46
PUNTO Nº 223 75
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.75
72
50
5.84
75
100
5.88
76
500
5.97
78
PUNTO Nº 223 74
Punto C3E 96
T R (años )
COTA DE INU NDACIÓN, S CI (m)
Distancia en horizontal (m)
10
5.72
87
50
5.88
91
100
5.93
92
500
6.03
93
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
47
6.3. CONCLUSIO NES
En las tablas anterior es, en alg unos perfiles se pueden obser var valores d e cotas in feriores para period os de
retorno más pequeñ os. Es o es debido al alcance en dis tancia de la in undación es mayor. Ade más el progra ma IOLE
calcula la cota de inundaci ón de dos formas. La pri mera sería co mo lo calcula el Atlas de Inundación, es decir
siguiendo el método normal y por otro lado, teniendo en cuenta la percolación de agua que se produce en el
terreno. Al existir dunas esto puede producir valor es ilógicos pero , es debido a los coeficientes de perco lación
utilizados por el programa.
Como se dijo anteriorment e, el period o de ret orno pa ra el que est a mos cal culando es de 68 añ o s. P ara estar del
lado de la seguridad tomarem os los valores del periodo de retronó obtenidos por el IOLE para 100 años para
realizar nuestr o estudio. Di chos datos se resum en en la siguiente tabla.
PUNTO
COTA
PP.KK
22398
5
22397
2.9
22396
3.44
22395
3.44
0+000
22394
5.2
0+200
22393
6.21
0+400
22392
5.13
0+600
PUNTO
COTA
PP.KK
22391
6.48
0+800
22390
6.43
1+ 000
22389
5.43
1+ 200
22388
5.43
1+ 400
22387
6.72
1+600
22386
7.76
1+800
22385
7.94
2+000
22384
7.85
2+200
22383
7.02
2+400
22382
7.87
2+600
22381
6.77
2+800
22380
5.42
3+000
22379
5.37
3+200
22378
4.85
3+400
22377
4.85
3+600
22376
6.49
22375
5.88
22374
5.93
Si nos fijamos en los valores para la zona central de la traza la cota de inu ndación supera el valor aportad o por el
método del Atlas de Inundación de la Península Ibérica. Al estar los valores aportad o s por el programa IO LE del
lado de segurid ad serán est o s l os utilizados para la definición del alzad o de la vía.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
48
ANEXO I: RÉGIM EN MEDIO. BOYA C OSTERA DE CÁDIZ
MINI STER IO
DEFOM ENTO
P u e rt o s d e l E s t a d o
CLIMA MEDIO D E OLEAJE
Bo y a Costera de Cad iz
Conjunto de D a tos: R ed coste ra
CODIGO B.D. 1320
LONGITUD -6.33 0 E
LA TITUD 36.5 00 N
PR O FUNDID AD 21. 000 m
BANCO DE D A TOS OC EANOGR ´
AFICOS
DE PU ER TOS DEL EST ADO
´
AREA DE MEDIO F ´
ISICO
www.puertos.es
´
INDICE 2
´
Indice
1. Meto dolog ´ ıa 3
1.1. R ´ egimen Medio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3
1.2. An´ alisis de Dura ciones de Excedenc ia. . . . . . . . . . . 5
1.3. Caracterizaci´ on Estad ´ ıstica Complemen taria. . . . . . . . 7
2. Conjun to de datos Red Costera de Bo y as 8
3. Bo y a Costera de Cadiz 9
3.1. T ablas Hs- Tp Anual . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
3.2. T ablas Hs- Tp Est a cional . . . . . . . . . . . . . . . 11
3.3. R osas de Oleaje Anual . . . . . . . . . . . . . . . . 15
3.4. R osas de Oleaje Es t acional . . . . . . . . . . . . . 16
3.5. T ablas Hs - Dir. Anual . . . . . . . . . . . . . . . . 20
3.6. T ablas Hs - Dir. Est a cional . . . . . . . . . . . . . 21
3.7. Reg imen Medio de Hs Anual . . . . . . . . . . . . 25
3.8. Reg imen Medio de Hs E st a cional ......... 2 6
3.9. Reg imen Medio de Hs por Direcciones Anual . 2 8
3.10. Re gimen Medio de Hs por Dire cciones Est acio-
nal: Dic.-Feb . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
3.11. Regimen Me dio de Hs por Dire cciones Est acio-
nal: Mar.-M a y. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
3.12. Re gimen Medio de Hs por Dire cciones Est acio-
nal: Jun.-A go. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
3.13. Re gimen Medio de Hs por Dire cciones Est acio-
nal: Set.-Nov. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
´
INDICE 3
3.14. Duraci ´
on Media y M ´
axima de Excedencia de Hs
Anual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
3.15. Pe rsiste ncias de Hs Sobre 2.0 (m) Anual . . . . 39
3.16. Pe rsiste ncias de Hs Sobre 1.5 (m) Anual . . . . 40
3.17. Pe rsiste ncias de Hs Sobre 1.0 (m) Anual . . . . 41
3.18. Duraci ´
on Me dia y M ´
axima de No E x cedencia de
Hs Anual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
3.19. Pe rsiste ncias de Hs Bajo 2.0 (m) Anual . . . . . 43
3.20. Pe rsiste ncias de Hs Bajo 1.5 (m) Anual . . . . . 44
3.21. Pe rsiste ncias de Hs Bajo 1.0 (m) Anual . . . . . 45
1 METODOLOG ´
IA 4
1. Meto dolog ´ ıa
1.1. R ´ egi men Medio
Se puede d efinir como r ´ egimen medio de una serie temp oral al conjunto de
estados de olea je que m´ a s p robablemen te nos p o demos en con t rar.
Si represen taramos los datos en forma de histograma no acum ulado, el r ´ eg i-
men medio v endr ´ ıa definido p or aquella banda de datos en la qu e se con tiene
la masa de probabilidad que ha y en torno al m´ a ximo del histograma.
El r´ e gimen medio se d escrib e, habitualmen te, median te una d istribuci´ o n
te´ orica q ue a justa dic ha zona media o cen tral del h istograma. Es decir, no
to dos los datos participan en el pr o ceso de estimaci´ on de los par´ ame tros de la
distribu ci´ on te´ orica, s´ o lo lo h acen aquellos datos cuy os v a lores de p resen taci ´ on
caen e n la zo na media del histograma.
La distrib uci´ on elegida para describir el r ´ egimen m edio de las series de
olea je es Weib ul l cuy a expresi´ o n es la siguien te:
F e ( x ) = 1 − exp − x − B
A C !
El p ar´ ametro B es cono cido como p´ arametro de cen trado y su v alor h a de
ser menor que el menor de los v a lores justados, A es el par´ ametro de esca la
y ha de ser ma y or que 0 , y fi nalmen te; C es el par´ a metro de forma y suele
mo v erse en tre 0 . 5 y 3 . 5
El r´ e gimen medio, generalmen te, suele represen tarse de un a forma gr´ afica
median te un h istograma acum ulado y el corresp ondien te a ju ste te´ orico, to do
ello en un a escala esp ecial en la cual Weibu l l aparece represen tada como un a
recta.
Ajustar los datos a una distrib uci´ on te´ orica, en v ez d e u tilizar el histograma
p ermite obtener un a expresi´ on co mpacta que s ua viza e in terp ola la informaci´ on
prop orcianada p or el histograma.
El r ´ egimen medio est´ a directamen te relacionado con lo qu e se denominan
condiciones medias de op eratividad. Es decir, ca racteriza el comp ortamien-
to probabil ´ ıstico del r ´ egime n de olea je en el que p or t ´ ermino med io se v a a
desen v olv er un a d eterminada actividad influida p or u no de estos agen tes.
En ´ este inf orme se presen ta el r ´ egimen medio siguiendo diferen tes criterios
de sele cci´ on o agrup aci´ on d e los d atos. En primer lugar, se pr esen ta el r ´ egimen
1 METODOLOG ´
IA 5
medio sobr e la totalidad de los a ˜ nos co mpletos r egistrados, seguidamen te se
presen tan los r ´ egimenes med ios esti mados sobre los datos a grupados p or e s-
tacio nes clim´ atica s; y , fi nalmen te, y de mo do op cional, los reg ´ ımenes medios
para los datos agrupados p or direcciones.
1 METODOLOG ´
IA 6
1.2. An´ alisis de Duracion es de Excedencia.
Los gr´ aficos A y B m uestran dos hip ot ´ etic as series de alt ura significativ a o
vien to en las cuales la probabilidad d e que se sup ere el um b ral U es, en a m b os
casos, 0 . 5. Si U fuera el um bral a partir del cual c ierta acti vidad tubiera
que cesar, (p.ej. la actividad de u n sistema de dragado), se tendr ´ ıa que, en
am b os ca sos, el rend imien to te´ orico de dic ha actividad ser ´ ıa del 50 %. No
obstan te, el mo do en que se a grupar ´ ıa n en c ada caso los tiemp os de traba jo y
de in terrup ci´ on ser ´ ıan m uy diferen tes. As ´ ı, mien tras que en el p rimer c aso no
se tend r ´ ıan paradas de m ´ as de 1 / 2 d ´ ıa, en el segun do se tendr ´ ıa un cese total
de actividad de 1 d ´ ıa de du raci´ on.
La diferencia en tre am bas series viene marcada p or la diferen te p ersistencia
con la qu e el olea je/vien to se man tie ne p or encima o p or deba jo d e un cierto
um bral de in tensidad . Dic ho d e otro mo do, p or e l d iferen te comp ortamien to de
la du raci´ on de las excedencias de los estados de mar/vien to, donde se en tiende
p or exce ndencia el p erio do d e tiemp o qu e la altura del olea je/in tensidad d e
vien to se man tiene p or encima de un a cierto v al or de corte .
En la fi gura C se r epresen ta una hip ot ´ etica serie d e Hs/vien to, la cual,
seg ´ un la an terior d efinici´ on m uestra 3 exce dencias sobre U de apr o ximada-
men te un d ´ ıa de duraci´ on cada una. No obstan te, los p erio d os de ti emp o que
median en tr e la s d iferen tes excedencias, y en los cuale s la v elo cidad cae p or
deba jo de U son m uy cortos, del orden de 1 h ora. P or tan to, si se est´ a estu-
diando el m´ aximo tiemp o qu e una d raga p ermanecer´ a inactiv a p or efecto d el
olea je, se t iene que, a efec tos pr´ acticos, realmen te existe una exce dencia de 3
d ´ ıas de d uraci´ on.
De lo d ic ho se concluy e, que en el pro ceso de recuen to de excedencias es
con v enien te considerar que r educciones rep en tinas de la in tensidad del olea-
je/vien to, cu y a d uraci´ on es inferior k horas, n o sup onen, a efectos pr´ ac ticos, u n
cese real d el estado de m ar/vien to; esto es, n o sup onen e l fi n de la excedencia
cuy a d uraci´ on se est´ a estudiando.
Una v ez que se ha definido un cierto niv el de corte, y se han lo calizado
to das las excedencias p or encima de dic ho niv el, lo s iguien te es ordenar las
1 METODOLOG ´
IA 7
excedencias en fu nci´ on de su duraci´ on. Una v ez que se ha h ec ho esto se pueden
con testar las siguien tes pregun tas:
¿ Cu´ ales son las du raciones medias, y m´ aximas de las excedencias obser-
v adas p or encima o deba jo de un u m br al ?
¿ Cu´ al es el promedio an u al o estaci onal d e rac has cuya duraci´ on sup era
un cierto n ´ umero de d ´ ıas ?
¿ Cu´ al es el p orcen ta je de tiemp o, sobr e el tiemp o tota l observ ado, o cupado
p o r rac has de olea je/ v ien to cuy a dur aci´ o n sup e ra un cie rto n ´ umero de d ´ ıas ?
La primera pregun ta p uede resp o nderse med ian te los gr´ aficos titulados
Dur aci´ on Me dia y M´ axima de Exc e dencia presen tes en este informe. ´
Estas
m uestran la ev oluci´ on d e d ic h as magnitudes para d istin tos n iv eles de corte.
Las otras dos pregun tas pueden resp ond erse median te las gr´ aficas mos-
tradas en el apartado qu e llev a p or t ´ ıtulo Pe rsistencias . La gr´ afica s up erio r,
denominada N ´ umer o Me dio de Su p er acio nes , presen ta en el eje d e ab cisas
el n ´ u mero de d ´ ıas y en ordenadas el promedio de v eces q ue las excedencias
han tenido una du raci´ on ma y or o igual a dic ho p erio do de tiemp o. El gr´ afico
inferior, titulado Por c entaje de Sup er aciones , in ten ta resp o nder a la tercera
pregun ta. En este gr´ afico el eje de ordenadas m u estra e l p o rcen ta je total de
tiemp o o cu pado p or exc edencias que han sup erado un cierto n ´ umero d e d ´ ıas.
Los r esultados se m u estran p ara diferen tes um br ales, sobre la tota lid ad de los
a ˜ nos registrados.
1 METODOLOG ´
IA 8
1.3. Caracterizaci´ on Estad ´ ıst ica Complemen taria.
La caracte rizaci´ on estad ´ ıstic a del ole a je/vien to, a medio plazo, ofrecida en
el pr esen te informe se completa con un a descrip ci´ on estad ´ ıstica d e la serie de
alturas, p erio dos y dir eccio n es (cuand o existen d atos direccionales) del ole a je;
o, si corresp o n de, de la serie de in tensidad de vien to y su direcci´ on.
P ara el olea je se incluy en tres tip os de estad ´ ıstica s: distr ibuciones conjunta s
de altura y p erio d o, y cuando tenemos datos d ireccio nales, rosas de olea je y
distribu ciones conjun tas de altura y dir ecci´ on de olea je.
Las d istribuciones conjunta s m uestran h istograma s y tablas de con tin gen-
cia para los par´ ametros e studiados. Las tablas de co n tingencia p ermiten cruzar
la informaci´ on de forma sectorial.
En las rosas d e olea je se represen tan la altura y direcci´ on del olea je aso cia-
das a su p robabilidad de o curr encia. El presen te inf orme in cluy e r osas tan to
para la serie tota l como para cada una de las esta ciones.
De form a an´ alog a, para los estud ios d e vien to s e m u estran distrib uciones
conjun tas y rosas que cruzan la inform aci´ on de la in tensid ad y la dir ecci´ on del
vien to.
2 CONJUNTO DE D A TOS RED CO STERA DE B O Y AS 9
2. Conjun to de datos Red Costera d e Bo y as
El conjunt o de datos Red Costera est´ a formado p or las medidas pro ceden-
tes de la Red de Bo y as Costeras de Puertos d el Estado. Esta red ampl ´ ıa y
actualiz a la an tigua red d e b o y as esc alares REMR O.
Las b o y as d e esta red s e caracteriza n p or estar u bicadas en las pro ximidades
de ins tala ciones p ortu arias, estando fondeadas, en general, a menos de 100 m.
de pr ofundid ad. P or ello, en la m a y or ´ ıa de los casos, las medid as de olea je est´ an
p erturb adas tan to p or el p erfil de la costa, como p or efectos d e refr acci´ on y
asomeramien to inducidos p or e l fo ndo m arino.
P or lo indicado mas arriba, las b o y as de la Re d Costera son represen tativ as,
s´ olo, de cond iciones lo cales. P or este motiv o es necesario u tiliza r con p ruden cia
dic hos d atos a la hora de extraer conclusiones sobre el o lea je en zonas alejadas
del ´ area de med ida.
Esta red est´ a compuesta p or b o y as escalares de tip o W a v erid er (Data w ell)
y b o y as dir ecci onales de tip o T riaxys (Axis). T o d as la b o y as con indep endencia
del m o delo pro ducen datos con cadencia horaria. No obstan te, a p esar de tener
cadencia, h oraria, los p ar´ ametros de olea je se han calculado sobre series de
desplazamien tos reg istradas en in terv al os inferior a u na hora. En el caso de las
b o y as W a v eRider el p erio d o de medida es de 40 m in utos, mien tr as que en el
caso d e las b o y as T riaxys el tie mp o d e medida es de 24 min u tos.
A tra v ´ es de la p´ agina W eb de Puertos d el Estado es p osible amp liar la
informaci´ on referen te a las carecter ´ ısticas generales de dic ho conju n to de datos
o bien co no cer con m´ as detalle la co nfiguraci´ on y lugar de fondeo:
www.pu ertos.es > Informaci´ on Esp ec ´ ıfica > Oceanograf ´ ıa y Meteo r olog ´ ıa >
Dato s en tiemp o r eal, predicciones y banco de datos
3 BO Y A COST ERA DE CAD IZ 10
3. Bo y a Coste ra de Cadiz
Conjunto de Da tos: Red costera
Bo y a de : Bo ya Costera d e Cadiz
Longitud : -6.33 0 E
Latitud : 36.500 N
Profun didad : 2 1.00 0 m
8˚W
8˚W
6˚W
6˚W
4˚W
4˚W
36˚N 36˚N
38˚N 38˚N
Red costera
Boya Costera de Cadiz
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 11
3.1. T ablas Hs- Tp Anual
Distribuci ´
on Conjunt a de Periodo de Pico y Al tura Significa tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz
Periodo : An ual Serie A nalizada : Jul. 2001 - F eb. 201 4
P eri o do de Pico (s)
F recuen ci a %
4
8
12
16
20
24
28
32
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20
Altura Significativ a (m)
F recuen ci a %
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
T abla P eriodo d e Pi co ( Tp ) - Altura Significativ a (Hs ) en %
Hs (m) Tp (s) T ota l
≤ 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0 12 .0 14.0 16.0 18.0 20 .0 > 20.0
≤ 0.5 - 4 .440 6.058 3.028 7.128 3 . 103 0 . 949 0.274 - - - 24.980
1.0 - 8 .388 17.235 4.231 8.685 6 . 714 2.832 0.835 0.010 - - 48 .930
1.5 - 0 .336 6.636 2.023 2.238 2 . 228 1 . 595 0.467 0.055 0.00 3 - 15.581
2.0 - - 1.344 1.73 2 0.940 0.542 0.613 0.352 0.01 6 - - 5.540
2.5 - - 0.228 0.98 5 0.626 0.330 0.251 0.150 0.01 6 - - 2.587
3.0 - - 0.036 0.49 3 0.385 0.225 0.098 0.062 0.01 0 0.003 - 1.311
3.5 - - 0.003 0.17 6 0.248 0.108 0.033 0.026 0.00 3 - - 0.597
4.0 - - - 0.039 0.147 0.036 0.023 0 . 016 - - - 0.261
4.5 - - - 0.007 0.091 0.046 0.013 0 . 010 - - - 0.166
5.0 - - - - 0.007 0.020 0. 003 0.003 - - - 0.033
> 5.0 - - - - 0.007 0.007 - - - - - 0.013
T ota l - 13.164 31.541 12.714 20.501 13.356 6 .411 2.196 0.111 0.007 - 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 12
3.2. T ablas Hs- Tp Est a cional
Distribuci ´
on Conjunt a de Per iodo de Pico y Al tur a Significa tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz
Periodo : Dic. - F eb. Serie Analizada : Jul. 2001 - F eb. 2014
P eri o do de Pico (s)
F recuen ci a %
4
8
12
16
20
24
28
32
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20
Altura Significativ a (m)
F recuen ci a %
5
10
15
20
25
30
35
40
45
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
T abla P eriodo de Pico (Tp ) - Altura Significativ a (H s ) en %
Hs (m) Tp (s) T ota l
≤ 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0 12.0 14.0 16.0 1 8.0 20.0 > 20.0
≤ 0.5 - 1.025 1.281 0.566 5.825 5 . 636 1.375 0.431 - - - 16.141
1.0 - 2.292 4.693 2.077 7.983 14.482 7.160 1.847 0.040 - - 40.574
1.5 - 0.324 4.504 1.955 3.209 5 . 218 4.423 1.308 0.18 9 0.013 - 21.143
2.0 - - 2.036 2.468 1.753 1.510 1 . 686 1.025 0.040 - - 10.518
2.5 - - 0.620 1.861 1.133 0.836 0 . 661 0.499 0.040 - - 5.650
3.0 - - 0.121 1.065 0.742 0.593 0 . 216 0.175 0.027 0.013 - 2.953
3.5 - - 0.013 0.431 0.634 0.310 0 . 081 0.067 0.013 - - 1.551
4.0 - - - 0.121 0.48 5 0.108 0.067 0.040 - - - 0.823
4.5 - - - 0.013 0.31 0 0.162 0.013 0.013 - - - 0.512
5.0 - - - - 0.027 0.067 0.013 - - - - 0.108
> 5.0 - - - - 0.013 0.013 - - - - - 0.027
T ota l - 3.641 13.269 10.558 22.114 28.937 1 5. 696 5.407 0.351 0.027 - 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 13
T ablas Hs -Tp Est a c ional
Distribuci ´
on Conjunt a de Periodo de Pico y Al tu ra Significa tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz
Periodo : Mar. - May . Serie Analizada : Jul. 2001 - F eb. 2014
P eri o do de Pico (s)
F recuencia %
5
10
15
20
25
30
35
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20
Altura Significativ a (m)
F recuencia %
6
12
18
24
30
36
42
48
54
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
T abla P erio do de Pico (T p ) - Altura Significativ a (Hs ) e n %
Hs (m) Tp (s) T otal
≤ 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0 12 .0 14.0 16.0 18.0 20 .0 > 20.0
≤ 0.5 - 2 .633 3.433 2.252 5.586 2 . 276 0 . 886 0.185 - - - 17.251
1.0 - 8 .404 17.571 4.688 11.123 6.743 2.141 0 . 529 - - - 51.200
1.5 - 0 .566 10.680 2.535 2.609 2 . 486 1.292 0.308 0.037 - - 20 .512
2.0 - - 1.870 2.19 0 0.886 0.406 0.468 0.209 0.02 5 - - 6.054
2.5 - - 0.172 1.07 1 0.800 0.332 0.308 0.062 0.02 5 - - 2.769
3.0 - - 0.025 0.44 3 0.468 0.221 0.135 0.062 - - - 1.354
3.5 - - - 0.148 0.160 0.123 0.049 0 . 037 - - - 0.517
4.0 - - - - 0.074 0.037 0. 025 0.025 - - - 0.160
4.5 - - - - 0.049 0.025 0. 037 0.025 - - - 0.135
5.0 - - - - - 0.012 - 0.012 - - - 0.025
> 5.0 - - - - 0.012 0.012 - - - - - 0.025
T otal - 11.603 33.752 13 .326 21 . 767 12.674 5.340 1.452 0.086 - - 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 14
T ablas Hs -Tp Est a c ional
Distribuci ´
on Conjunt a de Periodo de Pico y Al tu ra Significa tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz
Periodo : Jun. - Ago. Serie Analizada : Jul. 2001 - F eb. 2014
P eri o do de Pico (s)
F recuencia %
7
14
21
28
35
42
49
56
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20
Altura Significativ a (m)
F recuencia %
6
12
18
24
30
36
42
48
54
60
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
T abla Periodo de Pi co (Tp ) - A ltura Significativ a (Hs ) en %
Hs (m) Tp (s) T otal
≤ 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0 12 .0 14.0 16.0 18.0 20 .0 > 20.0
≤ 0.5 - 8 .259 12.960 4.873 6.480 0 . 664 0.106 0.040 - - - 33.382
1.0 - 14.341 32.798 4.926 5.723 0.99 6 0.292 0.027 - - - 59.102
1.5 - 0 .226 5.710 0.611 0.412 0 . 053 0 . 080 - - - - 7.091
2.0 - - 0.292 0.066 - - - - - - - 0.359
2.5 - - 0.013 0.027 - - - - - - - 0.040
3.0 - - - 0.027 - - - - - - - 0.027
3.5 - - - - - - - - - - - -
4.0 - - - - - - - - - - - -
4.5 - - - - - - - - - - - -
5.0 - - - - - - - - - - - -
> 5.0 - - - - - - - - - - - -
T otal - 22.826 51.773 10 .530 12 . 615 1.713 0.478 0.066 - - - 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 15
T ablas Hs -Tp Est a c ional
Distribuci ´
on Conjunt a de Periodo de Pico y Al tu ra Significa tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz
Periodo : Sep. - Nov. Serie Analizada : Jul. 2001 - F eb. 2014
P eri o do de Pico (s)
F recuencia %
4
8
12
16
20
24
28
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20
Altura Significativ a (m)
F recuencia %
5
10
15
20
25
30
35
40
45
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
T abla P erio do de Pico (T p ) - Altura Significativ a (Hs ) e n %
Hs (m) Tp (s) T otal
≤ 2.0 4.0 6.0 8.0 10.0 12 .0 14.0 16.0 18.0 20 .0 > 20.0
≤ 0.5 - 5 .925 6.690 4.434 10.702 3.932 1.438 0 . 449 - - - 33.571
1.0 - 8 .419 13.684 5.160 9.699 4 . 764 1.861 0.977 - - - 44.563
1.5 - 0 .211 5.305 2.943 2.705 1 . 188 0 . 660 0.277 - - - 13.288
2.0 - - 1.148 2 . 177 1.135 0.277 0.330 0.19 8 - - - 5.265
2.5 - - 0.119 0 . 990 0.567 0.158 0.040 0.05 3 - - - 1.927
3.0 - - - 0.449 0.33 0 0. 092 0.040 0.013 0.013 - - 0.937
3.5 - - - 0.132 0.211 - - - - - - 0.343
4.0 - - - 0.040 0.040 - - - - - - 0.079
4.5 - - - 0.013 0.013 - - - - - - 0.026
5.0 - - - - - - - - - - - -
> 5.0 - - - - - - - - - - - -
T otal - 14.555 26.946 16 . 337 2 5.402 10.412 4.368 1.966 0.013 - - 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 16
3.3. R osas de Oleaje Anual
R osa de Al tura Significa tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : An ual
Criterio de Direcciones: Pr o cedencia S erie Analizada : Jul. 2001 - F eb. 2014
Inter v alo de Calmas : 0 - 0.2 Porce nt aje de Calmas : 0.85 %
N
NNE
NE
ENE
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
7%
14%
21%
28%
35%
42%
Altura Significativa (m)
> 2.5
2.0 - 2.5
1.5 - 2.0
1.0 - 1.5
0.5 - 1.0
0.2 - 0.5
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 17
3.4. R osas de Oleaje Es t a cional
R osa de Al tura Significa tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : Dic. - F eb.
Criterio de Direcciones: Pro cedencia Serie Analiz ad a : Jul. 20 01 - F eb. 2014
Inter v al o d e Calmas : 0 - 0.2 Porce nt aje de Calmas : 0.47 %
N
NNE
NE
ENE
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
7%
14%
21%
28%
35%
42%
Altura Significativa (m)
> 2.5
2.0 - 2.5
1.5 - 2.0
1.0 - 1.5
0.5 - 1.0
0.2 - 0.5
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 18
R osas d e Ol eaje Est a c ional
R osa de Al tura S ignifica tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : Mar. - May .
Criterio de Direcciones: Pro cedencia Serie Analiz ad a : Jul. 200 1 - F eb. 2014
Inter v al o d e Calmas : 0 - 0.2 Porce nt aje de Calmas : 0.55 %
N
NNE
NE
ENE
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
7%
14%
21%
28%
35%
42%
Altura Significativa (m)
> 2.5
2.0 - 2.5
1.5 - 2.0
1.0 - 1.5
0.5 - 1.0
0.2 - 0.5
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 19
R osas d e Ol eaje Est a c ional
R osa de Al tura S ignifica tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : Jun. - Ago.
Criterio de Direcciones: Pro cedencia Serie Analiz ad a : Jul. 20 01 - F eb. 2014
Inter v alo de Calmas : 0 - 0.2 Porce nt aje de Calmas : 0.73 %
N
NNE
NE
ENE
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
9%
18%
27%
36%
45%
54%
Altura Significativa (m)
> 2.5
2.0 - 2.5
1.5 - 2.0
1.0 - 1.5
0.5 - 1.0
0.2 - 0.5
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 20
R osas d e Ol eaje Est a c ional
R osa de Al tura S ignifica tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : Sep. - No v.
Criterio de Direcciones: Pro cedencia Serie Analiz ad a : Jul. 200 1 - F eb. 2014
Inter v alo de Calmas : 0 - 0.2 Porce nt aje de Calmas : 1.66 %
N
NNE
NE
ENE
E
ESE
SE
SSE
S
SSW
SW
WSW
W
WNW
NW
NNW
6%
12%
18%
24%
30%
36%
Altura Significativa (m)
> 2.5
2.0 - 2.5
1.5 - 2.0
1.0 - 1.5
0.5 - 1.0
0.2 - 0.5
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 21
3.5. T ablas Hs - Dir. Anual
Distribuci ´
on Conj unt a de Direcc i ´
on y Al tura Significa tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : An ual
Criterio de Direcciones: Pro cedencia Serie A nalizada : Jul. 2 001 - F eb. 2014
Altura Significativ a (m)
F recue ncia %
7
14
21
28
35
42
49
0.2 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
Direcci´ on de Pro ce
F recue ncia %
5
10
15
20
25
30
35
40
N NE E SE S SW W NW
T a b la Altura Significativ a (Hs ) - Direcci´ on de Proced encia en %
Direcci´ on Hs (m) T o tal
≤ 0.2 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0 4.5 5.0 > 5 . 0
CALMAS .852 .852
N 0.0 .026 .131 .007 - - - - - - - - .163
NNE 22.5 .003 .042 .003 - - - - - - - - .049
NE 45.0 .003 - - - - - - - - - - .003
ENE 67.5 .003 - - - - - - - - - - .003
E 90.0 .007 - - - - - - - - - - . 007
ESE 112.5 . 003 .007 - - - - - - - - - . 010
SE 135.0 .059 .228 .020 .003 - - - - - - - .310
SSE 157.5 .711 4.665 1.292 .088 .007 - - - - - - 6.763
S 180.0 1.853 4.352 .662 .029 .013 - - - - - - 6.910
SSW 202.5 2.300 2.470 .512 .144 .049 .007 - - - - - 5.481
SW 225.0 3.152 3.249 1.246 .780 .310 .163 .117 .033 .016 .003 - 9.070
WSW 247.5 6.326 8.802 4.251 2.512 1.589 .907 .421 .206 .140 .026 .013 25.193
W 270.0 8.101 20 . 636 6.075 1.755 .594 .232 .059 .023 .010 .003 - 37 . 487
WNW 292.5 1.145 3.785 1.484 .219 .023 .003 - - - - - 6.659
NW 315.0 .297 .382 .029 .010 .003 - - - - - - .721
NNW 337.5 . 137 . 183 - - - - - - - - - . 320
T o tal . 852 2 4. 126 48.932 15.582 5.540 2.587 1.312 . 597 .261 .166 .033 .013 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 22
3.6. T ablas Hs - Dir. Es t acional
Distribuci ´
on Conj unt a de Direcc i ´
on y Al tura Significa tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : Dic. - F eb.
Criterio de Direcciones: Pro cedencia Serie A nalizada : Jul. 2 001 - F eb. 2014
Altura Significativ a (m)
F recue ncia %
6
12
18
24
30
36
42
0.2 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
Direcci´ on de Pro ce
F recue ncia %
5
10
15
20
25
30
35
40
N NE E SE S SW W NW
T a b la Altu ra Significativ a (H s ) - Direcci´ on de Pro cedencia en %
Direcci´ on Hs (m) T o tal
≤ 0.2 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0 4.5 5.0 > 5.0
CALMAS .472 .472
N 0.0 .027 .243 .013 - - - - - - - - . 283
NNE 22.5 - .040 - - - - - - - - - . 040
NE 45.0 - - - - - - - - - - - -
ENE 67.5 - - - - - - - - - - - -
E 90.0 .027 - - - - - - - - - - .027
ESE 112.5 - - - - - - - - - - - -
SE 135.0 .027 .027 - - - - - - - - - .054
SSE 157.5 . 270 1.632 1.349 .121 - - - - - - - 3.372
S 180.0 .904 2.927 .809 .027 - - - - - - - 4 . 666
SSW 202.5 . 917 1.578 .580 .351 .108 .013 - - - - - 3.547
SW 225.0 1.753 2.980 1.699 1.038 .512 .283 .364 .121 .067 .013 - 8.833
WSW 247.5 4.518 11.477 8.18 6 5.421 3.587 2.171 1. 025 .620 .405 .081 . 027 37.519
W 270.0 5.017 15 . 819 7.188 3.291 1.389 .472 .162 .081 .040 .013 - 33.473
WNW 292.5 1.524 2.819 1.227 .229 .054 .013 - - - - - 5.866
NW 315.0 .418 .674 .094 .040 - - - - - - - 1.227
NNW 337.5 . 256 . 364 - - - - - - - - - .620
T o tal . 472 1 5. 657 40.580 21.146 10.51 9 5.651 2.953 1.551 . 823 .512 .108 .027 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 23
T ablas Hs - Dir. Est a c ional
Distribuci ´
on Conj unt a de Direcci ´
on y Al tura S ignifica tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : Mar. - May .
Criterio de Direcciones: Pro cedencia Serie A nalizada : Jul. 2 001 - F eb. 2014
Altura Significativ a (m)
F recuenc i a %
7
14
21
28
35
42
49
56
0.2 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
Direcci´ on de Pro ce
F recuenc i a %
5
10
15
20
25
30
35
40
N NE E SE S SW W NW
T abla Altura Significativ a (Hs ) - Direcci´ on de Pro cedencia en %
Direcci´ on Hs (m) T otal
≤ 0.2 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0 4.5 5.0 > 5 . 0
CALMAS .554 .554
N 0.0 .025 .123 .012 - - - - - - - - .160
NNE 22.5 .012 .098 .012 - - - - - - - - .123
NE 45.0 - - - - - - - - - - - -
ENE 67.5 - - - - - - - - - - - -
E 90.0 - - - - - - - - - - - -
ESE 112.5 - .012 - - - - - - - - - .012
SE 135.0 .012 .332 .049 - - - - - - - - .394
SSE 157.5 .345 5.919 2.572 .185 .025 - - - - - - 9.044
S 180.0 1.341 4.848 1.181 .037 .049 - - - - - - 7.457
SSW 202.5 1.883 3.138 .824 .111 .025 - - - - - - 5.980
SW 225.0 2.141 4.110 1.095 .861 .320 .185 .074 - - - - 8.786
WSW 247.5 4.319 8.822 4.245 2.239 1.637 .886 .431 .148 .135 .025 .025 22.911
W 270.0 5.439 19 . 466 8.478 2.252 .664 .283 .012 .012 - - - 36.60 6
WNW 292.5 .874 3.999 2.043 .369 . 037 - - - - - - 7.321
NW 315.0 .197 .209 - - .012 - - - - - - .41 8
NNW 337.5 . 111 .123 - - - - - - - - - .234
T otal .554 16.697 51.200 20.512 6.054 2.769 1.354 . 517 .160 .135 .025 .025 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 24
T ablas Hs - Dir. Est a c ional
Distribuci ´
on Conj unt a de Direcci ´
on y Al tura S ignifica tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : Jun. - Ago.
Criterio de Direcciones: Pro cedencia Serie A nalizada : Jul. 2 001 - F eb. 2014
Altura Significativ a (m)
F recuenc i a %
8
16
24
32
40
48
56
64
0.2 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
Direcci´ on de Pro ce
F recuenc i a %
7
14
21
28
35
42
49
N NE E SE S SW W NW
T abla Altura Significativ a (Hs ) - Direcci´ on de Pro cedencia en %
Direcci´ on Hs (m) T otal
≤ 0.2 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0 4.5 5.0 > 5.0
CALMAS .730 .730
N 0.0 - - - - - - - - - - - -
NNE 22.5 - - - - - - - - - - - -
NE 45.0 - - - - - - - - - - - -
ENE 67.5 - - - - - - - - - - - -
E 90.0 - - - - - - - - - - - -
ESE 112.5 - .013 - - - - - - - - - .013
SE 135.0 .066 .465 - - - - - - - - - .531
SSE 157.5 . 983 6.055 .757 - - - - - - - - 7.794
S 180.0 2.549 4.966 .332 - - - - - - - - 7.848
SSW 202.5 3.213 2.523 .053 .013 - - - - - - - 5.803
SW 225.0 4.422 2.470 . 266 .027 - - - - - - - 7.184
WSW 247.5 8.432 5.657 . 398 .040 . 027 .027 - - - - - 14.580
W 270.0 12.468 31.457 3.997 .279 .013 - - - - - - 48.214
WNW 292.5 .518 5.471 1.275 - - - - - - - - 7.263
NW 315.0 - .027 . 013 - - - - - - - - . 040
NNW 337.5 - - - - - - - - - - - -
T otal .730 32.652 59.102 7.091 .359 .040 .027 - - - - - 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 25
T ablas Hs - Dir. Est a c ional
Distribuci ´
on Conj unt a de Direcci ´
on y Al tura S ignifica tiv a
Lugar : Bo ya Costera de Cadiz Periodo : Sep. - No v.
Criterio de Direcciones: Pro cedencia Serie A nalizada : Jul. 2 001 - F eb. 2014
Altura Significativ a (m)
F recuenc i a %
6
12
18
24
30
36
42
48
0.2 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5
Direcci´ on de Pro ce
F recuenc i a %
4
8
12
16
20
24
28
32
N NE E SE S SW W NW
T abla Altura Significativ a (Hs ) - Direcci´ on de Pro cedencia en %
Direcci´ on Hs (m) T otal
≤ 0.2 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 3.0 3.5 4.0 4.5 5.0 > 5 . 0
CALMAS 1.663 1.663
N 0.0 .053 .158 - - - - - - - - - .211
NNE 22.5 - .026 - - - - - - - - - .026
NE 45.0 .013 - - - - - - - - - - .01 3
ENE 67.5 .013 - - - - - - - - - - .013
E 90.0 - - - - - - - - - - - -
ESE 112.5 . 013 - - - - - - - - - - .013
SE 135.0 .132 .079 .026 .013 - - - - - - - .251
SSE 157.5 1.267 4.909 .396 .040 - - - - - - - 6.61 1
S 180.0 2.639 4.605 .290 .053 - - - - - - - 7.58 8
SSW 202.5 3.193 2.573 .567 .106 .066 .013 - - - - - 6.51 9
SW 225.0 4.342 3.365 1. 940 1. 188 .409 .185 .040 .013 - - - 11.481
WSW 247.5 8.155 9.290 4.236 2.415 1.135 .567 .238 .066 .026 - - 26.128
W 270.0 9.633 15 . 849 4.473 1.188 .317 .172 .066 - - - - 31.697
WNW 292.5 1.689 2.824 1.346 .264 - - - - - - - 6.12 3
NW 315.0 .581 .633 .013 - - - - - - - - 1.227
NNW 337.5 . 185 .251 - - - - - - - - - .435
T otal 1.66 3 31.908 44.563 13.288 5.265 1.927 .937 .343 .079 .026 - - 100 %
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 26
3.7. Regimen M edio de Hs Anual
Anual
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
3.20
3.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR : Boya Costera de Cadiz
SERIE : Jul. 2001 - Feb. 2014
PERIODO : Anual
Parametros
Weibull
A = 0.82
B = 0.07
C = 1.21
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 27
3.8. Regimen M edio de Hs Est a cional
Diciembre-Febre r o
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.60
1.20
1.80
2.40
3.00
3.60
4.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR : Boya Costera de Cadiz
SERIE : Jul. 2001 - Feb. 2014
PERIODO : Dic. - Feb.
Parametros
Weibull
A = 1.28
B = -0.00
C = 1.51
Marzo-Ma yo
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
3.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR : Boya Costera de Cadiz
SERIE : Jul. 2001 - Feb. 2014
PERIODO : Mar. - May.
Parametros
Weibull
A = 0.73
B = 0.18
C = 1.16
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 28
Regimen Medio de Hs Es t aci onal
Junio-A gosto
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR : Boya Costera de Cadiz
SERIE : Jul. 2001 - Feb. 2014
PERIODO : Jun. - Ago.
Parametros
Weibull
A = 0.51
B = 0.13
C = 1.67
Septiem bre-Noviembre
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
3.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR : Boya Costera de Cadiz
SERIE : Jul. 2001 - Feb. 2014
PERIODO : Sep. - Nov.
Parametros
Weibull
A = 0.81
B = 0.03
C = 1.36
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 29
3.9. Regimen M edio de Hs por Direc ciones Anual
SE
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
135.00 (Frec: 0.31%)
Parametros
Weibull
A = 0.63
B = 0.11
C = 2.93
SSE
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
157.50 (Frec: 6.76%)
Parametros
Weibull
A = 0.59
B = 0.26
C = 1.98
S
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
180.00 (Frec: 6.91%)
Parametros
Weibull
A = 0.38
B = 0.29
C = 1.33
SSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
202.50 (Frec: 5.48%)
Parametros
Weibull
A = 0.56
B = 0.14
C = 1.31
SW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
3.20
3.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
225.00 (Frec: 9.07%)
Parametros
Weibull
A = 1.04
B = -0.05
C = 1.38
WSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.60
1.20
1.80
2.40
3.00
3.60
4.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
247.50 (Frec: 25.19%)
Parametros
Weibull
A = 1.32
B = -0.09
C = 1.49
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 30
Regimen M edio de Hs p or Direcciones Anual
W
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
270.00 (Frec: 37.49%)
Parametros
Weibull
A = 0.54
B = 0.27
C = 1.11
WNW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
1.80
2.00
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
292.50 (Frec: 6.66%)
Parametros
Weibull
A = 0.71
B = 0.19
C = 1.91
NW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
315.00 (Frec: 0.72%)
Parametros
Weibull
A = 0.30
B = 0.27
C = 1.17
NNW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.20
0.40
0.60
0.80
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
337.50 (Frec: 0.32%)
Parametros
Weibull
A = 0.51
B = 0.06
C = 3.99
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 31
3.10. Regimen M edio de Hs por Direcciones Es t a cional: Dic.-
Feb.
SSE
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Dic. - Feb.
Jul. 2001 - Feb. 2014
157.50 (Frec: 3.37%)
Parametros
Weibull
A = 0.71
B = 0.30
C = 2.35
S
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Dic. - Feb.
Jul. 2001 - Feb. 2014
180.00 (Frec: 4.67%)
Parametros
Weibull
A = 0.69
B = 0.14
C = 2.48
SSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Dic. - Feb.
Jul. 2001 - Feb. 2014
202.50 (Frec: 3.55%)
Parametros
Weibull
A = 0.78
B = 0.16
C = 1.45
SW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.60
1.20
1.80
2.40
3.00
3.60
4.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Dic. - Feb.
Jul. 2001 - Feb. 2014
225.00 (Frec: 8.83%)
Parametros
Weibull
A = 1.47
B = -0.09
C = 1.59
WSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.60
1.20
1.80
2.40
3.00
3.60
4.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Dic. - Feb.
Jul. 2001 - Feb. 2014
247.50 (Frec: 37.52%)
Parametros
Weibull
A = 1.66
B = -0.06
C = 1.75
W
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
3.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Dic. - Feb.
Jul. 2001 - Feb. 2014
270.00 (Frec: 33.47%)
Parametros
Weibull
A = 0.80
B = 0.25
C = 1.27
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 32
Regimen Medio de Hs p or Direcciones Est a cional: Dic.-Feb.
WNW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
1.80
2.00
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Dic. - Feb.
Jul. 2001 - Feb. 2014
292.50 (Frec: 5.87%)
Parametros
Weibull
A = 0.67
B = 0.19
C = 1.64
NW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Dic. - Feb.
Jul. 2001 - Feb. 2014
315.00 (Frec: 1.23%)
Parametros
Weibull
A = 0.33
B = 0.28
C = 1.11
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 33
3.11. Regimen M edio de Hs por Direcciones Es t a cional: Mar.-
Ma y.
SSE
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Mar. - May.
Jul. 2001 - Feb. 2014
157.50 (Frec: 9.04%)
Parametros
Weibull
A = 0.70
B = 0.27
C = 2.29
S
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
1.80
2.00
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Mar. - May.
Jul. 2001 - Feb. 2014
180.00 (Frec: 7.46%)
Parametros
Weibull
A = 0.41
B = 0.32
C = 1.33
SSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
1.80
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Mar. - May.
Jul. 2001 - Feb. 2014
202.50 (Frec: 5.98%)
Parametros
Weibull
A = 0.58
B = 0.18
C = 1.66
SW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
3.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Mar. - May.
Jul. 2001 - Feb. 2014
225.00 (Frec: 8.79%)
Parametros
Weibull
A = 0.87
B = 0.12
C = 1.36
WSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.60
1.20
1.80
2.40
3.00
3.60
4.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Mar. - May.
Jul. 2001 - Feb. 2014
247.50 (Frec: 22.91%)
Parametros
Weibull
A = 1.22
B = 0.04
C = 1.42
W
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Mar. - May.
Jul. 2001 - Feb. 2014
270.00 (Frec: 36.61%)
Parametros
Weibull
A = 0.80
B = 0.20
C = 1.59
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 34
Regimen Medio de Hs p or Direcciones Est a cional: Mar .-Ma y.
WNW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
1.80
2.00
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Mar. - May.
Jul. 2001 - Feb. 2014
292.50 (Frec: 7.32%)
Parametros
Weibull
A = 0.81
B = 0.18
C = 2.17
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 35
3.12. Regimen M edio de Hs por Direcciones Es t a cional: Jun.-
A go.
SSE
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Jun. - Ago.
Jul. 2001 - Feb. 2014
157.50 (Frec: 7.79%)
Parametros
Weibull
A = 0.39
B = 0.37
C = 1.99
S
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Jun. - Ago.
Jul. 2001 - Feb. 2014
180.00 (Frec: 7.85%)
Parametros
Weibull
A = 0.47
B = 0.19
C = 2.39
SSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Jun. - Ago.
Jul. 2001 - Feb. 2014
202.50 (Frec: 5.80%)
Parametros
Weibull
A = 0.35
B = 0.19
C = 1.95
SW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Jun. - Ago.
Jul. 2001 - Feb. 2014
225.00 (Frec: 7.18%)
Parametros
Weibull
A = 0.33
B = 0.20
C = 1.42
WSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Jun. - Ago.
Jul. 2001 - Feb. 2014
247.50 (Frec: 14.58%)
Parametros
Weibull
A = 0.20
B = 0.28
C = 0.91
W
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Jun. - Ago.
Jul. 2001 - Feb. 2014
270.00 (Frec: 48.21%)
Parametros
Weibull
A = 0.50
B = 0.22
C = 1.85
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 36
Regimen Medio de Hs p or Direcciones Est a cional: Ju n.-A go.
WNW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Jun. - Ago.
Jul. 2001 - Feb. 2014
292.50 (Frec: 7.26%)
Parametros
Weibull
A = 0.76
B = 0.12
C = 3.38
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 37
3.13. Regimen M edio de Hs por Direcciones Es t a cional: Set.-
No v.
SSE
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Sep. - Nov.
Jul. 2001 - Feb. 2014
157.50 (Frec: 6.61%)
Parametros
Weibull
A = 0.46
B = 0.25
C = 1.84
S
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Sep. - Nov.
Jul. 2001 - Feb. 2014
180.00 (Frec: 7.59%)
Parametros
Weibull
A = 0.37
B = 0.26
C = 1.39
SSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Sep. - Nov.
Jul. 2001 - Feb. 2014
202.50 (Frec: 6.52%)
Parametros
Weibull
A = 0.31
B = 0.27
C = 0.89
SW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Sep. - Nov.
Jul. 2001 - Feb. 2014
225.00 (Frec: 11.48%)
Parametros
Weibull
A = 0.98
B = 0.00
C = 1.55
WSW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
3.20
3.60
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Sep. - Nov.
Jul. 2001 - Feb. 2014
247.50 (Frec: 26.13%)
Parametros
Weibull
A = 1.13
B = -0.06
C = 1.55
W
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.00
0.40
0.80
1.20
1.60
2.00
2.40
2.80
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Sep. - Nov.
Jul. 2001 - Feb. 2014
270.00 (Frec: 31.70%)
Parametros
Weibull
A = 0.45
B = 0.29
C = 1.04
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 38
Regimen Medio de Hs p or Direcciones Est a cional: Se t.-No v .
WNW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
1.20
1.40
1.60
1.80
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Sep. - Nov.
Jul. 2001 - Feb. 2014
292.50 (Frec: 6.12%)
Parametros
Weibull
A = 0.76
B = 0.10
C = 2.12
NW
0.0100
0.2000
0.3000
0.5000
0.6000
0.7000
0.8000
0.8500
0.9000
0.9500
0.9700
0.9900
0.9950
0.20
0.40
0.60
0.80
1.00
Probabilidad de no Excedencia
Altura Significativa (m)
REGIMEN MEDIO DE ALTURA SIGNIFICATIVA
LUGAR :
PERIODO :
SERIE :
DIRECCION DE PROCEDENCIA:
Boya Costera de Cadiz
Sep. - Nov.
Jul. 2001 - Feb. 2014
315.00 (Frec: 1.23%)
Parametros
Weibull
A = 0.44
B = 0.13
C = 2.81
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 39
3.14. Dura ci ´
on Media y M ´
axima de Ex ce dencia de Hs Anual
DURACION MEDIA Y MAXIMA DE EXCEDENCIA
LUGAR :
PARAMETRO :
PERIODO :
SERIE :
Boya Costera de Cadiz
Altura Significativa
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
0.00 0.50 1.00 1.50 2.00 2.50 3.00 3.50 4.00 4.50
0.00
20.00
40.00
60.00
80.00
100.00
120.00
140.00
Nivel (m)
Duracion Media (Horas)
DURACION MEDIA DE EXCEDENCIA
0.00 0.50 1.00 1.50 2.00 2.50 3.00 3.50 4.00 4.50
0.00
500.00
1000.00
1500.00
2000.00
2500.00
3000.00
3500.00
Nivel (m)
Duracion Maxima (Horas)
DURACION MAXIMA DE EXCEDENCIA
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 40
3.15. Persis tencias de Hs Sobre 2.0 (m) Anual
PERSISTENCIA SOBRE EL NIVEL 2.00 (m)
LUGAR :
PARAMETRO :
PERIODO :
SERIE :
Boya Costera de Cadiz
Altura Significativa
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
0.00 1.00 2.00 3.00 4.00 5.00 6.00 7.00 8.00
0.05
0.14
0.37
1.00
2.72
7.39
20.09
54.60
Duracion >=(Dias)
Numero de casos
NUMERO MEDIO DE SUPERACIONES
0.00 1.00 2.00 3.00 4.00 5.00 6.00 7.00 8.00
0.00
1.00
2.00
3.00
4.00
5.00
Duracion >=(Dias)
Porcentaje
PORCENTAJE DE SUPERACIONES
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 41
3.16. Persis tencias de Hs Sobre 1.5 (m) Anual
PERSISTENCIA SOBRE EL NIVEL 1.50 (m)
LUGAR :
PARAMETRO :
PERIODO :
SERIE :
Boya Costera de Cadiz
Altura Significativa
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
0.00 2.00 4.00 6.00 8.00 10.00 12.00 14.00 16.00
0.05
0.14
0.37
1.00
2.72
7.39
20.09
54.60
148.41
Duracion >=(Dias)
Numero de casos
NUMERO MEDIO DE SUPERACIONES
0.00 2.00 4.00 6.00 8.00 10.00 12.00 14.00 16.00
0.00
2.00
4.00
6.00
8.00
10.00
12.00
Duracion >=(Dias)
Porcentaje
PORCENTAJE DE SUPERACIONES
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 42
3.17. Persis tencias de Hs Sobre 1.0 (m) Anual
PERSISTENCIA SOBRE EL NIVEL 1.00 (m)
LUGAR :
PARAMETRO :
PERIODO :
SERIE :
Boya Costera de Cadiz
Altura Significativa
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
0.00 5.00 10.00 15.00 20.00
0.05
0.14
0.37
1.00
2.72
7.39
20.09
54.60
148.41
403.43
Duracion >=(Dias)
Numero de casos
NUMERO MEDIO DE SUPERACIONES
0.00 5.00 10.00 15.00 20.00
0.00
5.00
10.00
15.00
20.00
25.00
30.00
Duracion >=(Dias)
Porcentaje
PORCENTAJE DE SUPERACIONES
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 43
3.18. Dura ci ´
on Me dia y M ´
axima de No Excedencia de Hs
Anual
DURACION MEDIA Y MAXIMA DE NO EXCEDENCIA
LUGAR :
PARAMETRO :
PERIODO :
SERIE :
Boya Costera de Cadiz
Altura Significativa
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
0.00 0.50 1.00 1.50 2.00 2.50 3.00
0.00
200.00
400.00
600.00
800.00
1000.00
1200.00
Nivel (m)
Duracion Media (Horas)
DURACION MEDIA DE NO EXCEDENCIA
0.00 0.50 1.00 1.50 2.00 2.50 3.00
0.00
2000.00
4000.00
6000.00
8000.00
10000.00
12000.00
14000.00
16000.00
Nivel (m)
Duracion Maxima (Horas)
DURACION MAXIMA DE NO EXCEDENCIA
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 44
3.19. Persis tencias de Hs Bajo 2.0 (m) Anual
PERSISTENCIA BAJO EL NIVEL 2.00 (m)
LUGAR :
PARAMETRO :
PERIODO :
SERIE :
Boya Costera de Cadiz
Altura Significativa
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
0.00 50.00 100.00 150.00 200.00 250.00
0.05
0.14
0.37
1.00
2.72
7.39
20.09
54.60
Duracion >=(Dias)
Numero de casos
NUMERO MEDIO DE SUPERACIONES
0.00 50.00 100.00 150.00 200.00 250.00
0.00
20.00
40.00
60.00
80.00
100.00
Duracion >=(Dias)
Porcentaje
PORCENTAJE DE SUPERACIONES
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 45
3.20. Persis tencias de Hs Bajo 1.5 (m) Anual
PERSISTENCIA BAJO EL NIVEL 1.50 (m)
LUGAR :
PARAMETRO :
PERIODO :
SERIE :
Boya Costera de Cadiz
Altura Significativa
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
0.00 50.00 100.00 150.00 200.00 250.00
0.05
0.14
0.37
1.00
2.72
7.39
20.09
54.60
Duracion >=(Dias)
Numero de casos
NUMERO MEDIO DE SUPERACIONES
0.00 50.00 100.00 150.00 200.00 250.00
0.00
10.00
20.00
30.00
40.00
50.00
60.00
70.00
80.00
90.00
Duracion >=(Dias)
Porcentaje
PORCENTAJE DE SUPERACIONES
3 BO Y A COST ERA DE CADIZ 46
3.21. Persis tencias de Hs Bajo 1.0 (m) Anual
PERSISTENCIA BAJO EL NIVEL 1.00 (m)
LUGAR :
PARAMETRO :
PERIODO :
SERIE :
Boya Costera de Cadiz
Altura Significativa
Anual
Jul. 2001 - Feb. 2014
0.00 10.00 20.00 30.00 40.00 50.00 60.00 70.00 80.00
0.05
0.14
0.37
1.00
2.72
7.39
20.09
54.60
148.41
Duracion >=(Dias)
Numero de casos
NUMERO MEDIO DE SUPERACIONES
0.00 10.00 20.00 30.00 40.00 50.00 60.00 70.00 80.00
0.00
10.00
20.00
30.00
40.00
50.00
60.00
70.00
80.00
Duracion >=(Dias)
Porcentaje
PORCENTAJE DE SUPERACIONES
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
49
ANEXO II: RÉ GIMEN EXTRE MAL. BOYA COSTERA DE CÁDIZ.
MINI STER IO
DEFOM ENTO
P u e rt o s d e l E s t a d o
EXTREMOS MAXIMOS D E OLEAJE
( AL TURA SIGNIFICANTE )
Bo y a de C ´
adiz
CODIGO B.D. 1316 +1320
LONGITUD -6.330 E
LA TITUD 36.5 00 N
PR O FUNDID AD 21 m
PERIODO 1983 2 012
BANCO DE D A TOS OCEANOGR ´
AFICOS
DE PUER TOS DEL EST ADO
NOT A:
El presen te do cum en t o ha si do elab orado ut ili zando dat os pro ce-
den t es del Banco de Dato s Oceanog r´ aficos de Puert os del Estado.
Los dato s utili zados pr o ceden tan to de la s Redes de Medida como
de l os Mo delos con los que cuen t a Puerto s del Estado . Dic hos da tos
han si do a lma cenados tr as apli car con tr oles de cali dad y pr o cesos de
v ali daci´ on q ue gar an t icen la m a yor fiabil idad p osible.
P a ra su elab oraci ´ on no ha si do tenida en cuen ta la p o sible exi stencia
de v ari acio nes en el ni v el medio del ma r a lar go pla zo.
Los resul tados co n t enidos en este do cumen to ti enen ca r´ acter con-
sulti v o u orien tati v o, p o r lo que en ning ´ un ca so Puerto s del E stado
se ha r´ a v a ledor o resp onsable de las co nsecuencias que se pudi eran
deriv a r de su uso.
´
Indice
1. Serie de Datos Analizada 4
2. Conceptos y F´ orm ulas ´
Utiles 5
2.1. R ´ egimen Extremal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
2.2. T emp oral. Picos sobre un Um bral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
2.3. Probabilidad An ual de Exc edencia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
2.4. P erio do de Retorno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6
2.5. Vida ´
Util y Probabilidad de Excedenc ia de la Altura de Dise ˜ no. . . . 7
2.6. Altura Significan te y P erio do de Pico en situaci´ on de temp o ral. . . . 8
3. Utilizando la Informaci´ on de las tablas. 8
4. Resultados: Bo y a de C´ adiz ( 1316+1320 ) 10
1. Serie de Datos A nalizada
F ruto de la reno v aci´ on y mejora de las redes de medida de Puertos del Estado,
la b o y a de C´ adiz fue sustituida p or un n uev o equip o en el a ˜ no 2001.
P ara realizar este informe se han conc atenado los dato s hist´ oricos o btenidos p or
am bas b o y as. Dado que la primera b o y a estuv o en funcionamien to o p erativ o en tre
los a ˜ nos 1983 y 2003, al unificar los datos de am b o s equip os se consigue extende r la
serie temp or al y cubrir el p erio do 1 983-2012 .
P ara garan tizar la cons istencia de los resultados previamen te se han llev ado a
cab o estudios compara tiv os para v erificar la correlaci´ on en tre am b os conj un tos de
datos en el p erio do de tiemp o en que estuvieron registrando informaci´ o n de forma
sim ult´ anea.
2. Conceptos y F´ orm ulas ´
Utiles
2.1. R ´ egimen Extremal
La seguridad y la op eratividad de una instalaci´ on en la costa puede estar con-
dicionada p or la acci´ on del olea j e en situaci´ on de temp oral. Es decir, en situaciones
donde la a ltura del olea je alcanza una in tensidad p o co frecuen te.
Con el fin de acotar el ries go que corre una ins talaci´ on, debido a la acci´ on del
olea j e, es necesario tener una estimaci´ on de la frecuenc ia o probabililidad con la que
se presen tan temp orales que sup eren una cierta Altura Sig nifican te de ola.
Un r ´ egimen extremal de olea je, es precisamen te, un mo delo estad ´ ıstico que des-
crib e la probabilidad con la qu e se puede presen ta r un temp ora l de una cierta altura
de riesgo.
2.2. T emp oral. P icos sobre un Um bral
En es te informe se denomina temp oral a aque lla situaci´ on duran te la cual la
altura del olea je sup era un cierto um bral. Se sup one, a dem´ as, que el tiemp o m ´ ınimo
que transcurre en tre la apar ici´ o n de dos t emp ora les indep endien tes es de 5 d ´ ıas.
Un temp oral queda represen tado p or el pico o v alor m´ aximo de altura a lcanzado
p o r el olea je duran te un p erio do de 5 d ´ ıas.
El m ´ eto do de selec ci´ on de temp ora les descrito se cono ce como POT (P eak Ov er
Threshold). La figura sup erior ilustra como se realiza la selecc i´ o n de los v alores de
altura que represen t an el comp ortamien to extremal de una serie.
2.3. Probabilidad An ual de Excedencia
La probalidad de que el ma y or temp ora l o currido en un a ˜ no tenga una
Altura Significan te sup erior a un cie rto v alor H a prestablecido est´ a dado p or la
expres i´ on.
P a ( x ) = 1 − e − λ (1 − F w ( H a ) )
Donde ” λ . es el n ´ umero medio de temp orales o curridos en un a ˜ no, y F w es la
distribuci´ on W e ibull de exce dencias cuy a expresi´ on es:
F w ( H a ) = 1 − exp − H a − α
β ! γ !
Los v alores de los par´ ametros λ , α , β y γ se prop orcionan en la secc i´ o n de
resultados.
2.4. P erio do de Ret orno
El n ´ umero de a ˜ nos que en promedio transcurren en t re temp o rales que s u-
p era n un cierto v a lor de Altur a Significan t e H r , se denomina P erio do de Retorno T r
aso ciado a la Altura de R etorno H r .
La relaci´ o n en tre T r y H r est´ a dada p or la siguien te expresi´ on:
T r = 1
P a ( H r )
Donde P a es la Probabilidad An ual de Excedencia. Sus tituy endo P a p or su expre-
si´ on se obtiene la siguien te relaci´ on apro ximada v´ a lida para v alor es de T r sup eriores
a 10 a ˜ nos:
H r = β ( − l n ( 1
λT r )) 1
γ + α
El P erio do de Retorno es un mo do in tuitiv o de ev aluar como de ” raro” o p o co
frecuen te es un suceso. No obstan te, es m uy imp orta n te recordar que T r es un
tiemp o promedio . D e hec ho, de mo do g eneral, la probabilidad de que la Altura
de Retorno H r aso ciada al P erio do de Retorno T r se sup ere an tes de T r a ˜ nos tiende
al v alor 0.6 4.
2.5. Vida ´
Util y Probabilida d de Excedencia de la Altura de Dise ˜ no.
P ara garan tizar un c ierto niv el de seguridad en una obra ex puesta a la acci´ on
del olea je es necesario pro y ectarla de mo do que es t ´ e acotada la probabilidad de que ,
duran te un tiemp o prede terminado, pueda falla r p or excedencia de la Altur a de
Dise ˜ no. La esp ecificaci´ on del g rado de seguridad conduce a lo s siguien tes conceptos:
- Altura de D ise ˜ no . Al pro y ectar una obra se dimensiona de mo do que sea capaz
de sop ortar la a cci´ on de temp o rales con altura menor o igual a la Altura de
Dise ˜ no.
- Vida ´
Util. La Vida ´
Util de un pro y ecto es el p erio do de tiemp o dura n te el
cual es necesario gara n tizar la p ermanencia en servicio de una instalaci´ on. En
el caso de una obra en ejecuci´ on, la vida ´ u til es el tiemp o esp erado para el
desarrollo de la obra .
- Probabilidad de Excedenc ia. Es la pro babilidad de que al menos un temp oral
sup ere la Altura de D ise ˜ no den tro del tiemp o de Vida ´
Util.
La determinaci´ on de la Altura de D ise ˜ no, y p or ta n to, el niv el de seguridad, se
realiza esp ecificando el v alor admisible de la Probabilidad de Exc edencia de la Altura
de Dise ˜ no duran te el tiemp o de Vida ´
Util. A su v ez la Vida ´
Util y la Probabilidad de
Exced encia admis ible se determinan en funci´ on de los costos econ´ omicos y so ciales
de un p o sible fallo.
La Probabilidad de Excede ncia P L de la Altura de Dise ˜ no H d en una Vida ´
Util
de L a ˜ nos viene dada p or la relaci´ on:
P L ( H d ) = 1 − (1 − P a ( H d )) L
El P erido do de Retorno T r aso ciado a la a ltura de dise ˜ no H d est´ a lig ado a la
Probabilidad de Exceden cia en una Vida ´
Util de L a ˜ nos a tra v ´ es de la s iguien te
relaci´ o n:
T r = −
L
l n (1 − P L )
2.6. Altura Significa n te y P erio do d e Pico en situaci´ on de temp oral.
En es te traba jo se ha supues t o que la Altura Significan te caracteriza de mo do
principal la sev eridad de un temp oral. No obstan te, la acci´ on de un temp oral sobre
una estructura tam bi ´ en dep ende del P erio do del Olea je.
P or ello, un a v ez selecc ionados los picos de t emp ora l se establece una relaci´ o n
emp ´ ırica en tre el P erio do de Pico y la Altura Significan te del olea je a justando p or
m ´ ınimos cuadra dos una relaci´ on del tip o:
E ( T p ) = aH s c
Donde E ( T p ) es el V alor Esp erado o proba ble del P erio do de Pico para el pico
de un temp oral de altura significan te H s .
3. Utiliza ndo la Informaci´ on d e las tablas.
De mo do g eneral este inf orme condensa, del siguien te mo do , los resultados del
mo delo extremal a justado:
Gr´ afico con el a juste de los v alores extremos a una distribuci´ on W eibull. En
dic ho gr´ afico se represen ta la siguien te infor maci´ o n:
• En eje de ordenadas se represen ta la alt ura de los temp ora les.
• En eje de ab cisas se represe n ta la probabilidad an ual de sup eraci´ on.
• Los pun tos dibujados represen tan la altur a de los temp orales observ ados.
• La recta represen ta la funci´ on de distribuci´ on W eibul a justada.
• La in tersecci´ on de las l ´ ıneas v erticales pun teadas con la recta de a juste
determina la s es timas cen trales o alturas de retorno aso ciadas a diferen tes
p erio do s de retorno.
• La in t ersecc i´ on de las l ´ ıneas v erticales con la banda sup erio r p ermite v a -
lorar la incertidum bre existen te al estimar las alturas de retorno.
T abla con resultados aso ciados a un conjun to de P erio dos de Retorno de us o
frecuen te. Esta ta bla incluy e:
• Lista de P erio dos de R etorno.
• Alturas de Retorno a so ciada s.
• Bandas Sup erior de Confianza de las Altur as de Retorno.
• V alor Esp era do del P erio do de Pico para cada Altura s de Retorno .
• Probabilidad de Excede ncia de cada Altura de Retor no en una Vida ´
Util
de 20 a ˜ nos.
• Probabilidad de Exce dencia de cada Altura de Reto rno en una Vida ´
Util
de 50 a ˜ nos.
P ar´ ametros α ( Al f a ), β ( B eta ), γ ( Gamma ), y Lambda ( Lambda ) del mo delo
a justado.
Relaci´ on en tre la Altura Significan te de Ola y el P erio do de Pico.
4. Resultados: Bo y a de C´ adiz ( 1316+1320 )
REGIMEN EXTREMAL ESCALAR DE OLEAJE
LUGAR :
PARÁMETRO : SERIE ANALIZADA :
PROFUNDIDAD :
Cádiz
Altura Significante Ene. 1983 - Nov. 2012
21.0
0.99900
0.99000
0.90000
0.80000
0.70000
0.60000
0.50000
0.40000
0.30000
0.20000
0.10000
0.05000
0.02500
0.01000
0.00500
0.00250
0.00100
2.00
3.00
4.00
5.00
6.00
7.00
8.00
9.00
10.00
11.00
Probabilidad de Excedencia Anual
Hs (m)
90%
90%
20
50
225
475
Periodo de Retorno ( Años)
P. de Retorno ( Años) 20.00 50.00 225.00 475.00
Estima Central de Hs (m) 6.66 7.30 8.30 8.78
Banda Sup. 90% Hs 7.40 8.28 9.72 10.44
Valor Esperado de Tp (s) 12.48 13.13 14.10 14.54
Prob. de Exc. en 20 Años 0.64 0.33 0.09 0.04
Prob. de Exc. en 50 Años 0.92 0.64 0.20 0.10
Parametros del Ajuste POT de Altura Significante
Umbral de Excedencia 2.50 (m)
Num. Min. de Dias Entre Picos 5.00
Num. Med. Anual de Picos (Lambda) 7.57
Parametros de la Alfa = 2.45
Distribucion Weibull Beta = 1.11
de Excedencias Gamma = 1.21
Relacion entre Altura Significante (m) y Periodo de Pico (s)
0.55
Tp = 4.38 Hs
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). Ane jo V: E stu di o de d inám ic a lit oral
50
ANEXO III: PL ANOS .
2010
2010
2010
ESCUELA TÉCNICA SUPERIOR
DE INGENIEROS. UNIVERSIDAD
DE SEVILLA
JUN
2016
GABRIEL CHAMORRO
SOSA
PROYECTO DE CONSTRUCCIÓN DEL
PASEO MARÍTIMO DEL PALMAR.
VEJER DE LA FRONTERA
PABLO CABRERA
MARTÍNEZ
MARÍA SOJO
ANDRADES
02 ANÁLISIS DE LA EVOLUCIÓN
HISTÓRICA DE LA COSTA.
1 3
1/10.000
2010
2010
2010 Periodo : 1956-1989
Leyenda
Decrecimiento
Crecimiento
ESCUELA TÉCNICA SUPERIOR
DE INGENIEROS. UNIVERSIDAD
DE SEVILLA
JUN
2016
GABRIEL CHAMORRO
SOSA
PROYECTO DE CONSTRUCCIÓN DEL
PASEO MARÍTIMO DEL PALMAR.
VEJER DE LA FRONTERA
PABLO CABRERA
MARTÍNEZ
MARÍA SOJO
ANDRADES
02 ANÁLISIS DE LA EVOLUCIÓN
HISTÓRICA DE LA COSTA.
2 3
1/10.000
Periodo : 1989-2010
Leyenda
Decrecimiento
Crecimiento
ESCUELA TÉCNICA SUPERIOR
DE INGENIEROS. UNIVERSIDAD
DE SEVILLA
JUN
2016
GABRIEL CHAMORRO
SOSA
PROYECTO DE CONSTRUCCIÓN DEL
PASEO MARÍTIMO DEL PALMAR.
VEJER DE LA FRONTERA
PABLO CABRERA
MARTÍNEZ
MARÍA SOJO
ANDRADES
02 ANÁLISIS DE LA EVOLUCIÓN
HISTÓRICA DE LA COSTA.
3 3
1/10.000
ANEJO VI : ESTUDIO HIDROL ÓGICO Y DREN AJE
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo V I: Estu dio hid rol ógi co y dre naj e
2
ÍND ICE
1. INTRODUCCIÓN .................................................................................................................................................................... 3
2. DESCRIPCIÓN DE LA INSTALAC IÓN ................................ ....................................................................................................... 3
3. NORMATIVA ......................................................................................................................................................................... 3
3.1. NORMAS SUBSI DIARIAS. VEJ ER DE LA FRONTERA. ..................................................................................... 3
4. DETERMINACIÓN DE LOS CAUDALE S DE LOS COLECTORES ................................................................................................ . 4
4.1. OBTENCIÓN DE LA PRECIPI TACIÓN DE CÁLCULO ....................................................................................... 4
4.2. OBTENCIÓN DE CAUDALES ......................................................................................................................... 5
4.2.1. FORMULACIÓN GEN ERAL DE CÁLCU LO .............................................................................................. 5
4.2.2. INTENSIDAD DE PRECIPITACIÓN ......................................................................................................... 6
4.2.3. COEFICIENTE DE ESCORREN TÍA ........................................................................................................... 8
5. CÁLCULO HIDRA ULICO DE L OS COLECTORE S ....................................................................................................................... 8
5.1. CÁLCULO HID RÁULICO ..................................................................................................................................... 9
5.1.1. ECUACIÓN DE MANN ING. VALORES DE L COEFICIENTE DE RU GOSIDAD .................................................. 9
5.1.2. FÓRMULA DE DARCY PRANDTL-COLEBROOK ........................................................................................... 9
5.2. DESCRIPCIÓN DE LA RED ........................................................................................................................... 10
5.2.1. COLECTORES ..................................................................................................................................... 10
5.2.2. POZOS DE REGIST RO ................................ ......................................................................................... 11
5.2.3. IMBORNALES ..................................................................................................................................... 11
ANEXO I. DATOS DE PARTIDA ................................................................ ..................................................................................... 12
ANEXO II. CALCU LO HIDRAULI CO DE LA RED .............................................................................................................................. 17
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo V I: Estu dio hid rol ógi co y dre naj e
3
1. INTRODUCCIÓN
En el present e document o se des criben las cara cterísticas de la red de saneamient o de aguas pluviales del Proyecto
de construcci ón del Paseo Maríti mo del Pal mar (Vejer de la Fr ontera).
La red d e pluviales evacua rá directamente a cauces naturales exist entes a amb os extrem os del pas eo m ar ítimo .
Concretamente se trata d el arroyo del Coline te al norte y el arroyo de la Parrilla al sur. Además, ex is tirá un
sumidero que c onecta con la red trans versal a la vía, existente actual mente, que vierte sus aguas al mar.
2. DESCRIPCIÓN DE LA INSTALACIÓN
La actuación, d e nueva planta, consist e en la ejecuci ón de una serie de c olectores que d iscurren bajo el vial a
urbaniz ar y que evacuará al arroyo Colinet e al norte y al arroyo d e la Parrilla al sur, y a una obra de dr enaje
transversal en el centro de la traza, tal y c omo s e apre cia en el plano nº 11 A . Saneamiento. P lano de Planta, donde
se desaguará m ediante la c orrespondiente obra d e desagüe.
La red está formada por un colector principal situad o bajo la calzada del paseo marítimo que se encarga de re coger
todas las aguas re siduales y c o ndu cirlas hasta los arro yos.
La n omenclatura utilizad a para lo s pozos de registro se corr esponde con las letras P seguid as de un nú mero que
será correla tivo desde el norte hasta el sur.
Se dispondrán imbornales co n separación de 25 m y rejas de fund ición practicab les para proteger sus bocas, que
se conectarán a los pozos de registr o mediante un tubo de PVC de 25 0 mm proteg ido con hor migón HM- 20 .
3. NORMATIVA
En cuanto a la n ormativa utili zada en el dimensi onamiento d e la r ed de pluviales se ha s eguido:
La norma 5.2 -IC drenaje su perficial de la Instrucci ón d e Carre teras, a partir de la cual se han calcu lado los
caudales de ll egada los imbornales.
Las condiciones impuestas por las Normas Subsidiarias de Vejer de la Frontera. Este municipio no pose e
un Plan General de Ordenación Urbana (PGOU), por lo que el pr oyecto de construcción se ceñirá a las
normas indicad as en el cita do documento sie mpre que no est é derogado por un a ley de orden sup erior.
3.1. NORMAS SU BSIDIARIAS. V EJER DE LA FRO NT E RA.
Según las normas subsidiar ias del municipi o en cue stión, será n ecesario cumplir lo establecid o en cuanto a la red
de saneamient o se refiere según el artí culo 2.4.12.
Art. 2.4.12 . - Cond iciones de la red de saneamiento
1. - La red de alcan tarillado será de tipo unitario, salvo en aquellas áreas en que se justifique la convenienc ia de
emplear un sist ema s eparativo. Las agu as ver terán sie mpre a colector es públic os, debiend o indicarse la capacidad
de absorción del mismo.
2. - En zonas o edifici os industriales deberá demostrar se la no necesari edad de depuración previa al vertid o en los
colectores públi cos, en función de l a capacidad del sistema de depu ración y del ti po de actividad indu strial.
3. - La red se diseñará tenie ndo en cuenta l os siguientes criteri os:
a) Velocidad del ag ua a sec ción llena: 0,5 a 2, 5 m/seg.
b) Cámaras de d escarga con cap acidad de:
. 0,50 m3 en c abecera
. 0,30 m3 en al cantarillado
. 1,00 m3 en r estantes
c) Se preverán pozos de reg istro v isi tables en los cambios de direcci ón y de rasa nte, y cada cincuenta ( 50)
metros com o mínimo en lo s tramos rectos.
d) Los aliviad eros de crecida de agu as pluviales s e situarán lo más pr óximo posible a l os cauces natural es.
4. - Las condu cciones serán subterráneas y discurrirán por la red viaria y espacios libres de uso público.
5. - Queda pr ohibido el uso de fosas sépticas, p ozos neg ros o similares en suel o urbano.
6. - La secci ón interior míni ma a utilizar en las conducciones gen erales será de 300 mm de diá met r o.
7. - Los conductos podrán ser de hor migón, o PV C, except o para seccione s superiores a 600 mm que serán d e
hormigón armado, recibién dose sobre lecho de hormigón y rellenándos e las zanjas con tierras exe ntas de áridos
mayores de 80 mm de diámetr o y apisonado co mo mínimo al 9 0 % PN.
8. - Se disp ondrán imbornal es o sumideros cada 50 m. co n un a superficie de recogida no mayor a 600 m².
9. - L as acometidas se realizarán siempre a pozo de registro, permitiéndose en caso s excepcional es la real ización
de arquetas par a tales aco met idas , como pu ede ser para vi viendas unifa miliar es en el ca sco antiguo.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo V I: Estu dio hid rol ógi co y dre naj e
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Siempre se dispondrá una arq ueta o pozo registrabl e previo a la conexión de la red del edificio a la red general
dentro de la pr opia parcela o a pie del p ortal, si l o anterior no fuera posibl e.
10. - Las acometidas serán por cuenta del parti cular in teresado previa solici tud.
4. DETERMINACIÓN DE LO S CAUDALES DE LOS COL E CTORES
4.1. OBTENCIÓ N DE LA PRECIPITACIÓ N DE CÁLCULO
El Minis terio d e Foment o (Direcci ón General de Carr eteras) publicó en 1999 la monografí a “Máximas lluvias diarias
en la Es paña Penin sular”. Este d ocumento se ha realiz ado siguiendo las siguiente s fases:
Selección de estaci ones plu viométricas y recopilaci ón de sus datos co rr espondientes a las máxi mas lluvias
diarias (datos ac tualizados).
Modelación estadística de las series anuales de m áxi mas lluvias realiz ando una esti mación regional de
parámetros cuantiles.
Análisis de la distribuci ón del valor medi o de l as se ries anuales de máximas lluvias diarias, estima do
directament e a partir de la muestra.
Resumen y representa ción de los datos, tanto en la fo rma tradicional de planos como en versión
informática.
El proceso op erativo para l a obtención de las pr ecipitaciones diarias máximas es el siguiente :
El método consis te en usar los plan os y tablas incluid os en la publicaci ón, siguiend o e l siguiente procedi miento:
1) Locali zar en los plano s el pun to geográfico deseado co n la ayuda de l plano-guía
Ilustración 1: Plano guía.
Concretamente el Palmar s e encuentra en la Hoja 2 - 6 del document o .
Ilustración 2: Plano zona del palmar.
2) Estimar med iante las i sol íneas presentad as el coeficiente de variación Cv (línea s rojas con valore s
inferiores a la un idad) y e l valor medio de la máxima precipitación dia ri a an ual ( líneas morada s).
Para nuestr o caso el coeficiente de variación (Cv) es d e 0,4 y el valor medio de la m áxi ma precipitación d iaria anual
es de 65.
3) Pa ra el p eriodo d e retorno d eseado T y el valor de Cv , obtener el factor de amplif ic a ción KT mediante
el uso de la tab l a KT
Se tiene un periodo de r etorno (T) d e 25 años. C on esos datos s e obtiene el fa ctor de a mplificación en la siguien te
tabla.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo V I: Estu dio hid rol ógi co y dre naj e
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Ilustración 3: Factores de amplificación KT
4) Rea lizar el p roducto del factor de amp lificación KT por e l valor medio de la máxima prec ipitación
diaria anu al obteniendo la precipitac ión diaria máxim a para el periodo de retorno deseado 𝑷 𝑻 .
Precipitación diaria máxi ma en el Palmar para un periodo de re torno de 25 añ os:
En el mapa s e obtiene 𝑃 = 65 ( mm/día) y 𝐶 𝑣 = 0. 40
Para CV = 0,41 y T= 25 en l a tabla se obti ene 𝐾 25 = 1. 839
Multiplicando se obtiene: 𝑷 𝟐𝟓 = 𝐾 25 ∗ 𝑃 = 𝟏𝟏𝟗 . 𝟓𝟒 (mm/día )
4.2. OBTENCIÓ N DE CAUDALES
Para ello se utiliz ará el método hidro meteorológico de lo s caudales de desarrollado en la Instrucción 5.2 - IC
“Drenaje superficial ” del Min isterio de Fo mento. Concretamente, se seguirá el métod o racional por tratarse d e
cuencas de áreas menores a 50 Km 2 .
4.2.1. Formulac ión general de cálculo
El caudal máximo anual 𝑄 𝑇 , cor respondiente a un peri odo de retorno T, se calcula mediante la fórmula :
Donde:
𝑄 𝑇 (m 3 /s) : C audal máximo an ual correspondient e al perí odo d e retorno T, en el punto de desagüe de la
cuenca
I (T, tc) (m m/ h) : Int ensidad d e precipitación corre spondiente al p eríodo de retorn o considerad o T , para
una duración del agu acero ig ual al tiempo de c oncentración 𝑡 𝑐 , de la cuenca.
C (adimensional) : Coeficien te medi o de escorrentía de la cuenca o superficie considerada.
A (km 2 ): Área de la cuenca o superfici e considerada.
Kt (adimensi onal): Coeficiente de unif ormidad en la di stribución te mpo ral d e la precipitaci ón.
En los apartados posteriores se muestra la for ma de cálculo del caudal que llega a cada imbornal.
Concretamente, en este ap artado nos interesa la relac ión entre el caudal y el área qu e se ve afectada, para
realizar un pos terior cálculo, en cual multiplican do por cada una de la s áreas de afecci ó n de l os pozos de r egistro
obtengamos el caudal que l legará hasta él.
Los resultad os obtenidos d el cálculo son los sigu ientes:
Caudal/Á rea
I(T,t)
126.715
mm/h
C
0.990
Kt
1.003
Q/A
34.944
m3/(s*Km2)
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4.2.2. Intensida d de precipita ci ó n
La intensidad de precipitaci ón I (T, t) corre spondiente a un período de re torno T, y a una duración d el aguacero t,
a emplear en la estimación de caudales p or el método racional, se obt endrá por medio de la siguiente fórm ula:
donde:
I (T, t) (mm/h) Intensid ad de precipitación correspondiente a un períod o de retorno T y a una duración del
agua cero t.
𝐼 𝑑 (mm/h) Intensidad media diaria de precipita ción corr egida correspondien te al período de ret orno T.
𝐹 𝑖𝑛𝑡 (adimensional) Fa ctor de intensid ad.
La intensidad de precipitación a considerar en el cálculo del caudal máximo an ual para el período de r etorno T, en
el punto de desagüe d e la cuenca 𝑄 𝑇 , es la que corres ponde a una duración del aguacero igual al tiempo de
concentración (t = 𝑡 𝑐 ) de dic ha cuenca.
La intensidad media diar ia de precipitaci ón corregi da correspondiente al pe ríodo de ret orno T, se obtiene
mediante la f órmula:
donde:
𝐼 𝑑 (mm/h) Intensidad media diaria de precipita ción corregida corr espondiente al período de retorno T.
𝑃 𝑑 (mm) Precipitaci ón diaria corresp ondiente al perí odo de retorno T.
𝐾 𝐴 (adimensional) Fa ctor reductor d e la precipitaci ón por área de la cuen ca.
Para la deter minación de la precipitación diaria corres pondiente al período de retorno T, 𝑃 𝑑 , se debe adoptar el
valor obtenid o a partir del estudio estadístico de las series de precipitaciones dia rias máxima s anuales, medi das
en los pluvió metros existen tes e n la cuenca, o próximos a ella. (Ap artado 4.1.)
El factor redu ctor de la pre cipitación por ár ea de la cuenca KA, tiene en cuenta la no simultaneidad d e la lluvia en
toda su superficie. S e obtien e a partir de la siguient e formula:
Como se trata d e áreas peq ueñas dado que lo esta mos calculan do el drenaje de la vía se tomará 𝐾 𝐴 igual a 1.
Por tanto, 𝑰 𝒅 = 𝟏𝟏 𝟗. 𝟓𝟒
𝟐𝟒 = 𝟒. 𝟗𝟖 mm/h
El factor de intensi dad introduce la torrencialidad de la lluvia en el área de estudi o y depende d e:
- La duración del agu acero t
- El período de retorn o T, si se disp o ne de curvas inten sidad - duraci ón - frecuenc ia (IDF) aceptadas por la
Dirección G eneral de Carre teras, en un plu vió graf o situ ado en el entorno d e la zona de estudi o que pued a
considerarse repr esentativo de su comportamiento.
Se tomará el mayor valor de los obtenidos d e entre los que se indican a con tinuación:
Donde,
𝐹
𝑎 (adimensional) Fa ctor obteni do a partir del índic e de torrencialidad ( 𝐼 1 /𝐼 𝑑 ).
𝐹 𝑏 (adimensional) Fa ctor obt enido a partir de la s curvas IDF de un pluvi ógrafo próxi mo .
Dado que no se disp o ne de curvas IDF aceptadas por l a Dirección General de Carreteras en la zona se realiz ará el
cálculo a partir de 𝐹
𝑎 .
Obtención de 𝑭 𝒂
donde:
𝐼 1 /𝐼 𝑑 (adimensional) Índice de torrencialid ad que expresa la re lación entr e la intensidad de precipitación
horaria y la medi a diaria corregida. Su v al or s e deter mina en fun ción de la zona geográfica, a partir del
siguiente mapa. El valor de la relaci ón es de 8.
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Ilustración 4: Mapa de torrencialidad
t (horas) Duración del agua cero. Este se suele ig ualar al tiempo d e concentración 𝑡 𝑐 .
Al tratase de cuencas pequeñas el tiempo de concen tración se calcular á a partir de la siguiente f orm ula ción:
donde:
𝑡 𝑑𝑖 𝑓 (minutos) Tie mpo de recor rido en flujo difus o sobre el terren o.
𝑛 𝑑𝑖𝑓 (adim ensional) Coeficient e de flujo difu so (tabla sigui ente).
𝐿 𝑑𝑖𝑓 (m) L ongitud de rec orrido en flujo difuso
𝐽 𝑑𝑖𝑓 (adim ensional) Pendien te media
Se han utilizad o los siguientes dat os y el resultad o es de 1,10 minut os.
Tiempo de concentración.
Ldif
7
m
Ndif
0.015
Jdif
1.5
tdif
1.10
min
Por tanto, el tiempo de con centración será de 5 minutos, tal y como se indica en la sigu iente tabla:
Con este val or se puede calcular 𝐹
𝑎 que corresp onderá con Fint. Y con ello tene mos lo necesario para realizar el
cálculo de la int ensidad. Los datos utili zados, así co mo el resultado obt enido se refleja en la siguiente tabla.
Intensidad de
precipitación
Unidade s
Ka
1.00
Pd
119.54
mm/día
Id
4.98
mm/h
tc
0.08
horas
I1/Id
8.00
MAPA
Fint
25.44
I(T, t)
126.71
mm/h
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4.2.3. Coeficien te de escorrentía
El coefici ente de esc orrentía C, define la par te de la precipitaci ón de intensidad I (T, tc) que genera el caudal d e
avenida en el punto de desag üe d e la cuenca. El coeficiente d e escorrentía C, se o btendrá mediante la siguiente
formula:
Para saber el condicional q ue se cumple en nues tro caso habrá qu e calcular Po. El resto de dato s son conocidos
en cálculos ante riores.
El umbral de es correntía P o , repr esenta la precip itación mínima que debe caer sobre la cuenca para que se inicie
la generaci ón de escorrentía. Se det erminará mediante la siguient e fórmula:
Donde:
Po ( mm) Umbral de esc orrentía
Po i (mm ) Valor inicial del u mbral de esc orrentía
β (adimensional) Coeficient e corrector del u mbral de e sco rr entía
El valor inicial d el umbral de esc orrentía Po i , se deter mina a partir de la siguient e tabla. Dicha tabla posee más
datos pero el c oeficiente d e interés es el pri mero.
Para cualquier tipo de suel o el v al or inicial del umbral de escorrentía val e 1 mm. Sustituyendo en las formul as se
obtiene un coeficien te de escorr entía de 0.989.
Coeficiente d e
escorrentía
Unidade s
Pd
119.535
mm/día
Ka
1
Pd*Ka
119.535
mm/dia
Po´
1
mm
beta
1.12
Po
1.12
mm
C
0.989
5. CÁLCUL O HIDRAULICO DE LOS COLECTORES
Las canalizaciones se debe rán realizar atendiend o a las prescripcione s marcada s en el Pliego de Prescripcione s
Técnicas General es para Tu berías de Sanea miento de Poblacion es y se tend rá en cuenta también las N ormas
Subsidiar ias del municipio de Vejer de la Front era, en lo ref erente a:
- La red se dis eñará tenien do en cuenta los siguien tes criteri os:
a) Velocidad del agu a a sec ción llena: 0,5 a 2, 5 m/seg.
b) Se preverán pozos de registro visitables en los cambios de dirección y de rasante, y cada veinticinco
(25) metr os . De esta forma se cu mple que el ár ea de vertido de cada i mbornal no supere los 600 m 2 .
- La secci ó n interi or mínim a a utilizar en las c onducciones general es será de 500 m m de diá metro.
- Los c onductos ser án de hormig ón ar mado, recibiénd ose so br e l echo de hormig ón y rellenán dose las zanjas con
tierras exent as de áridos mayor es de 80 mm de diá metro y apis onado como mínimo al 90 % PN.
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- Se dispondrán i mbornales o su mideros cada 25 m con un a superficie de recogid a no mayor a 600 m².
La deter minación de la se cción n ecesario en cada u no de l os diferent es tramos de los colector es, así como las
comprobaciones de la validez del dim ensionamiento, se detallan en las tablas de recopilación de datos ap o rt adas
por el progra ma CYPE, con el cual se ha cal culado la red . Dichas tablas se adju ntan como anex o al presente anejo.
En casos excepcionales se permitir á q ue el lí mite inf erior de la velocidad pueda disminuir hasta un val or igu al a 0.3
m/s. La limitación de la velocidad m ínima aparece par a evitar la sedimentaci ón de los sólidos arrastrad os por las
aguas residuales.
5.1. CÁLCULO HI DRÁULICO
El propósito del diseño hidráu lico es establecer el tamaño, tipo de tubo, pendi entes del sistema y caracte rísticas
internas y ex ternas.
5.1.1. Ecua ción de Mann ing. Valo res del coefi ciente de rugosida d
Para el cálculo de la pérdida de carga deb ida a roza mientos en tubos de ho rmigón sin presión se utiliza la fó rmula
de M annin g. Dicha fórmul a esta sancionada por la práctica, de tal modo que no queda la m en or duda sob re los
resultados qu e se obtienen em pl eándola.
Así pues,
Siendo:
I = Pendiente de la conducción en m/m
V = Velocidad media en m/s
Rh = Radio hidráu lico en m (sup erficie mojada/p erímetro m ojado)
N = Coeficien te de Mannin g.
El coeficiente de Manning varía con el tipo de m a terial. Para el caso de tubería de hormigón armado se ha utilizado
0.015.
5.1.2. Fórmula de Darcy Pr andtl- Co lebro ok
Para realizar el cálculo hidráuli co se ha seguido la fór mula de D arc y P randtl-C olebrook. Se trata de una formul ación
muy usada para tuberías d e hormig ón. Esta formulac ión parte de la expresión de Dar cy -Weisbach. Colebrook y
White que estab lecieron una fórmula empírica para el co efici ente de fricción de Darcy - Weisbach tras numerosas
observaci ones en este tipo de tuberías.
De este est udi o se obtuvo la ecuación de Prandtl -Cole brook. En las conducci ones de aguas residuales inter vienen
factores específicos no presentes normalmente en las de aguas limpias, como son: depósitos sobre el fondo y
paredes de los conductos, pozos de regis tro y gran númer o de juntas.
Para conduccione s a sección parcialm ente llena, la fórmula d e Prandtl-Colebrook debe aplicars e con los
coeficientes c orrectores de Thor mann-Franke.
Donde:
V = Velocidad a sección lle na
Vp = Velocidad a s ección p arcialmente llena
Q = Caudal a se cción llena
Qp = Caudal a sección parci almente llena
2β= Arco de la sección m ojada
= Coeficiente de THORMAN N que introduce la c onsideración del rozamiento entre el líquido y el
aire en el interi or del condu cto .
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Ilustración 5: Esquema de formulación.
Para
𝜂 = ℎ
𝐷 ≤ 0.5; 𝛾 = 0
𝜂 = ℎ
𝐷 > 0.5; 𝛾 = 𝜂 − 0.5
20 + 20 ( 𝜂 − 0. 5 ) 3
3
Una v ez especific ada la f ormulación utilizada para el cálculo se indicaran la metodología seguida para el c álculo d e
las dos redes d e colectores existentes.
Se ha zonificado las áreas que envían sus aguas a un mismo po z o de regis tro y se ha locali zad o la cota de
la rasante de cada un o de l os pozos.
A partir de esos datos y con el cálculo hidr o lógic o realizad o en apartad os poste riores se ha obtenid o el
valor del caudal qu e llega h asta cada uno de los pozo s de registr o en m 3 /s.
Se dibuja en el programa C YPE l a red con las carac terísticas definid as anteri ormente
Se introduc en los valores d e cota y caudal d e cada poz o de registro.
Se unen los tramos para ca da una de las redes.
Se procede al cál culo d e la red, y se colocan la profundidad de los pozos a una cota lógica, descend ente en
todo momento en la direcc ión del flujo hasta el pun to de vertido.
Una v ez calculado se dimensiona y s e comprueba que no existen proble mas d e funcionamiento para lo s
tramos. En caso de existir a lgún incumplimiento se co mprueba que el fallo se enc uentra muy cercano a los
límites pree stablecidos.
Se han proyec tado 4 redes de a abast ecimient o c on las siguientes caract erísticas:
RED
Desde el p ozo
Hasta el pozo
Vierten sus agu as a
1
40
1
Arroyo Colinet e
2
41
57
ODT
3
76
57
ODT
4
58
134
Arroyo de la Parrilla
Los datos escrit os anteriorment e se reflejan perfe ctamente en l os planos 11A y 11B. Saneamient o.
5.2. DESCRIPCIÓN DE LA RED
5.2.1. Colecto res
La red de drenaje de plu viales que aquí se proyec ta será de tubos prefabricad os de hormigón armado c on sección
interior circular, y un ión elástica mediante junta de campana-enchufe, fabricad os según UNE-EN 1946:2003 y UN E
127.916 para conducciones sin presión.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
P1
P5
P9
P13
P17
P21
P25
P29
P33
P37
P41
P45
P49
P53
P57
P61
P65
P69
P73
P77
P81
P85
P89
P93
P97
P101
P105
P109
P113
P117
P121
P125
P129
P133
Cotas (m)
Nº de pozo
DISPOSIC IÓN DE PO ZO S DE REGIS TRO
RED 1
RED 2
RED 2
RED 3
ODT
Arroyo
Colinete
Arroyo de
la Parrilla
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Ilustración 6: Esquema tipo de tubería a instalar.
Se han proyectad o dos redes separadas. Ambas part en de aproximada mente el PPKK 2+000 hasta los extremos del
paseo marítimo para desaguar en los extre mos del mismo, donde existen dos arroyos . El diámetro mínim o
considerad o será de 500 mm, dado que por la red de pluviales es necesari o q ue pasen ramas y otro tipo de cuerpo s
de mayor tamañ o, de form a que no se atore la conducción.
Las junta s en unione s será n elásticas y est anca s y su co nexi ón co n los p o zos de registro se producirá a través de
juntas pasamuros elás ticas de arena adherida. Los tubos discur rirán continuos a través los p o zos y para la rec ogida
de aguas se practicará la incisión pertin ente en dicho tubo en la zona interior del pozo. P a ra el apoyo del tu bo en
el interior del pozo se ejec utará una cuna de h ormigón.
Su instalación se r ealizará en z anja, con apertura de ésta, exca vación, entibad o y li mpieza de fondos. Los cole ctores
estarán a sentados s obre u na capa de 15 cm de espes or, que asegu re la c orrecta pendiente de los tubos y el apoyo
adecuado de los mism os, procediend o al rellen o del resto de la zanja con arena compactada (con un porcentaj e
bajo de finos) hasta la cla ve del tubo. Posteriormen te se rellenará con materi al seleccionado procedent e de la
excavaci ón compa ctado al 95% del Proctor Modificado, de forma que el recubri miento mínimo para prote ger l a
conducción de los efec to s del tráfic o y las cargas exteriores sea de 1 metro. En los casos en que n o se dispo nga de
este recubrimiento mínimo las co nducci ones s e prot egerán adecuadamente con una losa de hormigón armad o
HA -20/P/20/IIa.
La red consta de tuberías de diá met r o 500, 600, 800, 1000 y 1200 m m. En el anex o I del p resente anejo se incluyen
las tablas de cálcu lo de amb os t ra mos.
5.2.2. Pozos de re gistro
Los poz os de registr o se colocan cada 25 metros y estarán formados por anill os de hormigón prefabricad o con
cono superior asi métrico disp uesto s sobre una caja de recepci ón de muro aparejad o de ladrillo m acizo de un pie
de espesor, cuyas pared es se enfoscarán y bruñirán c uidadosamente para evitar filtraci ones. El pozo s e dispondrá
sobre una capa de hormigón de limpieza y su trasdós se rellenará con hormigón en masa HM-20. En cualquie r caso,
la solera (realizada mediante hormigón para p endie ntes) deberá tener la incli nación necesaria para dar salida
efectiva al agua. Las conexi ones de colectore s secund arios s obresaldrán de las p aredes int eriores de los poz os un
mínimo de 5 cm y un máximo de 10 cm. Superiormen te se colocar á un marco y una tapa de fund ición dúct il, del
modelo design ado por los t écnicos municipal es.
Las profundid ades de los p ozos varían según su posi ción en cada tra mo de la call e. Para grandes profundida des (4
m o mayores) o en p ozos en los que se conecten tubos de gran diámetr o (>800 mm), la caja de recepci ón s e diseña
con una losa superior de hormig ó n armad o HA-25/P/ 20 con mallaz o superior e inferior #20x20 φ10 de acero
B500S. Sobr e esta losa se colocarán los anillos prefabr icados hasta la cota de ra sante.
Las juntas en u niones se rán elástica s y estancas, de tip o enchufe y ca mpana en los conductos d e diá met r o inferio r
a 1000 mm y con manguito interno en l os conductos de mayor diámetro. Su conexión con lo s pozos de registro se
producirá a tr avés de junta s pasamuros elástica s.
Se dispondrán imbornales con separación de 25 m y rejas de fundición practi cables para proteger sus boca s. Los
modelos utilizados para las topas de los pozos y para la s re jillas de los im b ornales serán establecidos por el
Ayuntamiento de V ejer de la Frontera. Los imb ornales serán sifónicos, se ej ecutarán según plan os y se co n ectarán
a los pozos de r egistro med iante un tubo de PVC de 250 mm protegido con h ormigón HM-20.
5.2.3. Imborna les
Se dispondrán imbo rnale s con separaci ón de 25 m, aproxim adamente y rejas de fundición practicables para
proteger sus b ocas. Los modelos utilizad os para la s tapas de los pozos y para las rejillas de los imb o rnales serán
establecid os p or el A yuntamiento de Vejer de la Fron tera. L os imbornales será n sifó nic os, se ejecutarán según
planos y se c onectarán a l os pozos de registr o median te un tubo de PV C de 250 mm protegido c on hormigó n HM -
20.
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo V I: Estu dio hid rol ógi co y dre naj e
12
ANEXO I. DA TOS DE PARTIDA
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo V I: Estu dio hid rol ógi co y dre naj e
13
Unidade s
m
(m2)
km2
m3/s
Pozo
registro
COTAS
Pluviales
superficie
Supe rfic ie
Caudal de l pozo
P1
3.5
464.38
0.00046
0.01623
P2
3.781
306.2
0.00031
0.01070
P3
4.062
492.46
0.00049
0.01721
P4
4.343
492.46
0.00049
0.01721
P5
4.625
492.46
0.00049
0.01721
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7.182
0.415
61
60
7.182
6.789
0.393
60
59
6.789
6.474
0.315
59
58
6.474
6.237
0.237
58
57
6.237
6.079
0.158
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo V I: Estu dio hid rol ógi co y dre naj e
16
RED 4
RASANTE
Desde
Hasta
Cota desde
Cota hasta
Dif cota
77
78
8.851
8.762
0.089
78
79
8.762
8.644
0.118
79
80
8.644
8.525
0.119
80
81
8.525
8.414
0.111
81
82
8.414
8.323
0.091
82
83
8.323
8.253
0.07
83
84
8.253
8.203
0.05
84
85
8.203
8.175
0.028
85
86
8.175
8.167
0.008
86
87
8.167
8.181
-0.014
87
88
8.181
8.215
-0.034
88
89
8.215
8.269
-0.054
89
90
8.269
8.345
-0.076
90
91
8.345
8.442
-0.097
91
92
8.442
8.553
-0.111
92
93
8.553
8.713
-0.16
93
94
8.713
8.731
-0.018
94
95
8.731
8.708
0.023
95
96
8.708
8.643
0.065
96
97
8.643
8.536
0.107
97
98
8.536
8.388
0.148
98
99
8.388
8.2
0.188
99
100
8.2
8
0.2
100
101
8
7.83
0.17
101
102
7.83
7.708
0.122
102
103
7.708
7.634
0.074
103
104
7.634
7.608
0.026
104
105
7.608
7.63
-0.022
105
106
7.63
7.7
-0.07
106
107
7.7
7.8
-0.1
107
108
7.8
7.9
-0.1
108
109
7.9
8
-0.1
109
110
8
8.094
-0.094
110
111
8.094
8.169
-0.075
111
112
8.169
8.224
-0.055
112
113
8.224
8.257
-0.033
113
114
8.257
8.27
-0.013
114
115
8.27
8.261
0.009
115
116
8.261
8.232
0.029
116
117
8.232
8.182
0.05
117
118
8.182
8.111
0.071
118
119
8.111
8.02
0.091
119
120
8.02
7.907
0.113
120
121
7.907
7.774
0.133
121
122
7.774
7.62
0.154
122
123
7.62
7.445
0.175
123
124
7.445
7.249
0.196
124
125
7.249
7.033
0.216
125
126
7.033
6.795
0.238
126
127
6.795
6.537
0.258
127
128
6.537
6.258
0.279
128
129
6.258
5.959
0.299
129
130
5.959
5.655
0.304
130
131
5.655
5.351
0.304
131
132
5.351
5.046
0.305
132
133
5.046
5.046
0
133
134
5.046
5.04
0.006
Pro ye cto d e cons tru cci ón de l Pas e o M arí tim o de l P alm ar (Vej er d e la Fr on ter a). An ejo V I: Estu dio hid rol ógi co y dre naj e
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ANEXO II. CALCUL O HIDRAULICO D E LA RED
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