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Sermam das lagrimas do Apostolo Sam Pedro

Barbosa, Emanuel

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SERMAM DAS Lag imas DO apos olo s A M PEDRO 0 QVETREGOV Md NO EL BARROZ A na Cidade da Cj a áa* £om odas as licenças nec ía ias ^ EM COIMBRA ■ °^cina de Manoel Diaz ímp e lo da V niue íida- Anno do Senho de mil & ei - cen os & e ema. V Licença Ao Sanão O icio I as as in o mações que e ouue ao,pode e im¬ p imi ç c (e mão, & imp e lo o na a pe a e ejl - c ° n cii , & e da licença pe a co e , & íem a iao co e á, Lisboa i8 de Ma ço de 1670, le> £° de Sou a, b ey b d o de Magalkaens. Manoel de Magalbaís de Mene es . % ^e i imo de Lanca l e . w ,Alexand e da S)íua, F anci co Ba e o, M a ! C ^ C op imi . Lisboa, 8 c Cabido Sede Vacan e a y°3Me 6 70 . Soup , Godinko± Licença do Taço, e & po Ta impiimi i as as licenças do San- . O icio,& O diná io, 8 c de poys de imp cíL lisboa ? 5° ne a c ^ a mcza P c a & co eii' * axa . dc6 7 o . deMene es.‘Lémos. Mi anda, Ca ney ol /2-i’'é' yegYej ú o as pm ama e* Má li. $4. E hüa in ença do cm lcmi e a o mcn a- 1 do, de hua peno a: ancia (em aliuio com¬ ba ido } quem a é ago a deaman c nadu- eza ,dença nauèm no ecolhe de uas a- c i l ? J °^ e nc i a s a b ^ a z a d o s incêndios, já desFey o lag imas,de e ida neue d e a g o a s , c mani- ^ °^ e ^^bo ao mundo o co açaó do di cipulo <3 0 e ^Jí^ Ccn e > do Apo olomayscon òé cojQiíáii- (J Cü i c {^ bendo o e i o de hüa olidam con u a, luga l^ a y 0 ° j 1 búa i eza, coníag ado a hüa íaudade pe a c c p 0 lb ^aded° s u pi ° s e de e minou ao e e- g i a ^ ‘ b u o do emimen o a p a a ina de uas la¬ çam p "° n ? p eço dc íuas lag imas unda o co a- |u e as e pe anças de eus me ecime os, po - c oj. í^ pi os ia melho a éxecuçam de- eus a - P ime 30 ° S ^ uí P , os cn e os c Fpaç° s dc íua do os ? s Pados de (eu dc uello , conco endo cm o Uc c laa^ Cy o 0 ama g°^° das lag imas, com o ua-‘ íios- j K y ' d e lnçam dos olhos com osincen- 3 aia > Vinculados íe admi am hoje no con- ^ay s Coin Ç amde Ped o os ex emos de íua na u eza c o m o Con a io s . a íàhe o io da agoa de eus uípi os o da ehândadc (ob e na u al, o húmido - c 0 ^ S c ° m o ã cien e cias chamas, a liçam da ah 0 aliuio da na u eza , as ozes do co açam A com Di iUsLdU- emi is. T habe e li¬ be am e¬ di locam. C e e po le libe- nus .. e m. <le <e ,;p. I. 7í'e . up CAp $8 ! . , O a 1 10 D: Içni , [c, luc . co a ,y ug. Je . UI. o* í wjp: 2 Se mâm das ld? lmds 3 o * com o íilencio das lag imas, ícas lag imas na n j* 3 1 mudas ozes, que íe n ala em, en a o íe ouocm, pedi em mays me ccemjcm p opo em cn aoi ^ çam (como nos e e e o g ande A nb o ío;) L 4c J iaci &Jun p eces, Veniam non po h Un y (ed * Cau m non dienn , is n e ica jum ccn e<jiiu níiiY ilado o amo pdhs lag ima?, ala em Ped o ° c °^ . çam peilos olhos. O di e e as lag imas, aonde os '1 pi os a i ozes que moucm-óamo oíos u pi oS >^^ d de as lag imas ía n laços que p endem? bleui _ • á z o g ande Ago inho, < Véia Do nmum uu n mâ e ; po que Ped o ama, po iíTo Ped o cho a, ^ da a eyçam ce as coníèquencias as lag imas, && ^ a ependimen o cla as cuidencias os íu pi os;lag ^ a em conclu am, u oi os com eni lm ia (nm em P* em conclu am,. u pi os com eòidcncia am em os e Fcy os de ua peni encia. He com udo pe 3 a , que pe a Ped o e e lag imas de eus mag 1 i o olhos eícolhc e po luga mays acomodado ° Cl ^ do palacio iuaellampadeíua culpa ,dc inadol a ê^ de (cu dcliâo: nam a mayo c edi o em Ped o n ne mo luga aonde come eo a culpa, da áo delicio azendo do luga da abaminaçam d e ^ delido, glonoío chea ode ua peni encia ,an ep°^ do os c édi os de ua con i sam aos iícos da P í0 ^ 0 ida? a sim pa ece o dida a azamdo melho Í^.J n lí mas o con a io pe uade a mayo ineza de ama a lág imas em ca a doPom i ice # dían e ^ âe Sdm Pcil ô, Bí í ?S ^mo Mc c> e am lag imas à i a a e am em p e- n Ç 3 u pi os* po ém (aindo o a .Eg ejjus o as e am j 0s °lhos dc Ch i o e condidas* aos olhos domun- 0 ocul asj Sc u pi os encube os, am lag imas pe a ^ c °sdc mayo pezo/am u pi os de mayo coníide* . Pedia o P ophe a Dauid a Dcos, que lhe ouui e Uas P u as, Sc que lhe en endc e íeus u pi os, Pc ía . j 4 ai i b us p c ye Domin jj? in clhg clamo em meú, Uc e Ch y o omo ; q u e e es clamo es e am as la- o dos olhos. Sic yüando Uc ymas ad Dcum an- n ^ US * e o cmpo e pupila ocuh no i i clama ad ÜomU * m ' Nam c á a minha duuidâ em as palau as e ou- Ue •' mèa a i ^ is p e cl p e Dominó $q e á o £ ^^ e ^ ocm as lag imas c en ende em, niellig lCn ** n ^«w Nam am as lag imas objeóloda po- o > U ^ a c ial i iua, nam am os u pi os, os que e p ^ l * p imey o aos olhos? poys que ezam e ia o ^ [< C y p c n p C C j i a 0 C o s lhe en endc e aslag i. ^as, ^Q] P dbn. . Ch y . in expo hic PJalm. ^ P l ' c cebde com o en endimen o os u pi os? mas 1'?’ Dãuidnam pedi a Deos íhe iíle as lag i* * i ^ /- 1* ■ '> nam lhas en ende e , oy o mc mo a no lo a- ç * c 5 U c °cul alas aos olhos , azendoa$ objeó co do cn- j) Q U iei '‘ o ) Sc adua iologo o P ophe a, que o me - U C | Ç a °cul alque nccc si a em logo de mayo ad« C a C nC ' a P c a cabalmen e íecowíide a cm jOmeima c c °ndclas J que neçelh a em do juyzo pe a e e n A 2 . en ea- Se mám âds Ug mas , M- en endidas-, lag imas en endi das, u pí os - pi os de mayo alo , lag imas de mayo . coiiU çam.O que ne eios còn ide o os qiie iuendo no * do He aclycos,a im publicam eias lag imas, q^ e ' am nos enganam (eus u pí os, uípi os public° s » g imas engano as/poys ó p e endem ^>o cey açam de quem as e , ó (e dam po pagas & neuolcnciadeque a as olha. Qnemayo igno a* 1 ^ seny.l i .' di e o Sencea, que bii ca a ama nos olhos,qu e a P V ^ <kmí H - üa as l^o imas nas idas. Smúns e o a ies p o wam cap a e su u i & idc ymás a^ oba e *“y ^ dlem m co.Sapemi ' e o alias c mi iai cadc e y alids Y o^ ‘ ^ MJ. O que di e e o andou logo Ped o em ocU J í . , 0 5 / lag imas, o que en endido em e eonde os ‘ ü P j^- quan o mays a eó ou encob i as lag imas, an^ - yo in clligencia deu aos u pí os, oma am aS * V Á mas do e i o a cau a de íua e ima am , o P^ ino iuo de eu alo . Mas ainda co no â mel.m a 1 da,& po q ham de e os gemidos ocul os da alo ,as .lag imas de hüa (olidam mays bcnem e ^ e a po que u p i os á ida am peza es indiíc cí^ ’ im o enho en endido,quando nam am e dad^j publici leba . B i . 4. lib. 16. le b eui a e yiu. aliás e iam a melhoi: e ho ica do en imcnco. a clp 1 a? po que lag imas cm publico,quando.eui em a - a da aydade,nam ogem do c ime da lilonja-^ ^ bem nam, po que quando nam am ingidas ^ e dade am ieys eííemunbas. Mas ejamos iiouaíoluçam aca amos melho cona o in enm.^ ê de S<&M[ped o, de hua olídam am lag imas (êaliuio 3 & aon- Ca ^g imas nam em e pc ançás dealiuio, em ma- _ alo 3 em mayo ae ecimen óaslag imas. Da 1 ^ ^ U a s oca ioens de amou lag imas a Magdaíe- 0s * * U a c n caía dó Pha i eu , quando com cilas egou J c s ^ ai que ido Mdl e. Lac ymis capi ngwe c y*** Ou a na manhaa daRe u eyçam jun o da o . ^ a * ^nu.meniumj ^â io ans, B no- Ibe ^ °l U ai:| d o C l in o a em a eus pés po ada nam piío PC Í 8 ^ nCa P e ^ a s ^g imas co oo accyiando os u - g Un ‘ o e o naoca iam do epulc o en am lhe pe - ^ z P 0 quc cho a. Muhe quidpio as* como nam ai *)b ° 3lKa e ] m a $ a m de uas lag imas, poys e cm oi a s a ^ s 0 ° Ca i°sns e am as lag imas daMagdalempc- Ca[a a 0 p íí co açam,e mahes de eu amo , po q em ei^ 1 ^i eu em mayo alo , como na.íepulcu a (o 0 Cíl0 n ccçcimen o as lag imas? S. loam Ch y- c u?y e £ 0 n ° sk de íoha a duuida. Qj a língua m . g a* 4 i* Q d^ ^c yma^ & MagdaUnam non [inibam loqui^ ^ a| [ ,XQ ^ C as lag imas em caía do Pha i eu e am ^ ? c c nidas,que an ecipando e as ozes impe- Nç s <J U 8° a pe a as palau as;na lingoa e o mam as as ^ueyxasj am as queyxas^ as ozes odo o S % s as * a g i m as^ a im, poys ccaííam em que as la % n, l ' a i e ozes pe a o aliuio, ò en am é mayo Ic o^ oayo me ecimen o as lag i aas;üo eJ p 0n d e e o mauam qucyxas, quia ule ú Dhm c gUQ eÇh(i o pella cwh 9 m lie quid lo as* A 3 como LUC. 7 , IoATh 11* Cby o í. p aím . Z7. ix Se má m ias Ug i nks 9 con i e o noíía in o únio em am ágico ac ce nosca igos que ju amen e padecem noílas cU i ^ mm con i e noíía nii e ia na al a das lag ima s > ^ con i e noíía dc g eça em nam e olhos p e a ^ ioílos delu os. B une ign<i in Jole , & luná , ca P a ^ ©lhos pe a o en imen o o ende a i a pe a ^ a culpa , i lo nam hc o icio de lag imas, p iedadedeneuoas, que cob indo dc lu o os 0 cxpul am oda a g aça da i a : pa eçan e n ° g imas com as do noíío Apo olo , que e ui° ^ de lu o agala aos olhos na mayo eícu idade olidam expulía àm as omb as dc eu delié co^ ^ Jç as o as en e. Cada lag ima de Ped o e a hd a 11 ^ eu delió o, Sc {endo muy as as lag imas, nam ^ wocauam as luzes; quando as luzes íam muy aS P^ «cm (cu cclypíe os a os, po ém quando asl^ „ lag imas nam pe dem o luzimen o po muy a s ’^ dem oluzimemo asmays luzes po que iü c l1 ^ oppo içam no luzi , nam e dcslu am as l° z ^ lag imas po que c con o mam no c plandeccí as eyna a ingeleza, naquellas mili a a enueja» ^ iuem nidas po que iuem como p op io, a C l ^ iuem enuejo as po que e u en am do alh e0 > na níò iucm,masdi pendemo que log a ^ de al modo iuem ,que con umem a ma é ia ^ c e ibamj aísim o diéh a ezam , Sc an be^ i a a expe iência, po em as lag imas o ana l u 2 a iman^íó íam alen os que dam ida. àe Sdm Ted o] 13 - P c a con ide a , que dc cjando a eípo a San a-, J^dim de uaalma ccebe eem y os aílop os do ( ç n °Au o,p imcyi*o ecu ale as a pi açcés do Aqui- c u 4 g * Su ge Aíjuilo & Ven Au ie , & p ia ko ií m um* a |p Uc n ^°duo e ia a cípo a San a pe a ló e dc ejodos ç ^ os ^°Au o } q da i açam do Aquilo,(e ambos C0 l h °^o o icio de a íop a ,po q nam ambos e - os L i° S da cí P o a? ™ s ejamos a diuc idade dos e - , Pua 6 ^° c ' a e m o s na cau ^ a daeleyçam.Quando ã - cZí.' U A S ui l ° puiiííca eo a de nuuens, ica o ceo e e- ^uilo o- pa ido alsop a o en o Au o logo íe em agoas :0 us J eííí da d n , l a n asagoas odo o alen o das plan as,&:a i- P c dê ° CS ’ kcan e as amo es mu chan e as lo es, do n ° a 8 a a 3s ozas,nam íe log am os u os quan- Uo çcj 1 ^ ' 1 ^ al amagoas-da me ma o e, cca e a a - p ü c 3 ^ a , m u chaíe a lo da idade, pe de a oza íua d 0 Ho * l l3m ^ ^°g am os U os ^ ã S bons ob as, quan- S m ia s í3 ^ m ^ a * m a ^ a n C a ^ a ° co a Ç am com a- ag 0as S, oc a a luz i al de húa lo lhe em a nacc das hg j ^ 0c ^ a a luz i al de húa alma lhe em a nace das ^o p S; Co a Ç a n am lag imas,he alma em ida,he i ç Cni u o,he lo em pompa,he oza em gala, c ad 0 ° n ° l ° ag ado Apoílolo po cau adcíeupec- lem n? a u o c eca é popa, qual de pido onco c ° no ^ a s ,Co i10 Va a em lo ,como e pinho íé oza # ç C ° P ° c ida,pede logo cuidadoíamc e u pi os | ' ^ a ^ 5 ?,p«a q egando o ja dim de eu e pi i o eccbcío lo, 14 Se wn âds lag imas', ecebeíe a alma oda a ida das lag imas. 'SMgjj ^ y4S <g em ãujíe , Í5 pe a bo i m meu n. Eg W^ . ^ ieui . Po em no o eu, que aconueniencia c|^ ed ^ mos nas agoas pe a o no lo in en o , cíía a de iicul a a duuida pe a o di eu o; dauam as a g ^ ida as lo es, po que na doçu a lhe cona nuP 1 ^ . o alen o, po em qne ida da am ao co aça l a S hg í mas, queíam âma go as? Jleuie ama e? Qp e a i lb< mas po íaudo as cambem íu encem a ida i l nlm, 41 . Emen ou o P opheca Dauid bm un ^ meapanes die^ac noãe^ po que e am lag i ias e pe ança, yuonUmwnUm- s 6^ appa ebo JOomini' mas, que do de ab ido das lag imas da ibnlaçam colhe le Ped o pe a ua alma ^ ^ o Míl. , a mil» m/mJoe Tii n e.P^ .ii i Nam o pe cebo;pe aqueo manja u en e,p" oq 1 ae Ijc . ' 6 1 Lud. Bl i in ixpl.pa , c.18. Hm . A~ um Ji- %m p . M*àè* 27 e go a na boca,& como pode o ma u e l^^pça he no abo ama go o? mas ó que eíTa he en e os manja es e pi i uaes da alma ,& o S í l ^ do co po, que o me mo que he pe a a alm a pe a os en idos no abo de ab ido. ^oi cS TeueCh i o ede em a C uz , i io , ■ o men os como adue e Ago inho. Sí io men a: o e ecemlhe os íudeos 0 calix da a ^ Dede uni e bibe e xnum cum íe mix um. P >' Mn heus, que an o que ogoíU a ,0 nam ?' be . E cum noím Inbe e, das P a J ^ a jj ^ oangcli a e à nacendo c a duuida. Se ie Sám ei o] Í! ^go o como o mc mo Ch i o deu a en ende , P° q uc o nam quis bebe , nolm b be e. Como já e a ^lixdega o? cumgu(U ei m Como pode e uaue Sc ° c e >oqueem íy he ama go o,& deíab ido? mas cia- ae aa e(oluçam, e bem adue imos no me mo ese- P°. : P o i o nae mo ,quc o inho ni u ado com o p C C a ^ma go o pe a a boca, noluu bi(?e e, Hauia de Cl uoce pe a o e pi ico, CumguHa é . O que e a pe a ^k J idos de ab ido, hauia de e pe a a alma uaue. a aa l nade Gh i oa que inha Cede dei es o men- ^ s » púo maio d o men a. Po líío hauia de goí e de- ama go es, c ímgu a e , Oque uauidades en e ç a,no que os encidos pe cebem de ama go ?nam ^ Um as uauidadesdoc pi i o , com osgo los o T^ 055 » po que am muy o di e en es os a e- 0s donde p ocedem e esgo os; huns naccm da ea u a ou os p ocedem do amo diuino, a huns e- ^° a p e i e d a na u eza a ou os gouc na o dié ame 1 aonde os obje&os íam di e en es no e - ( 0 C l h c a , nam e nem as po ências no nouc , po ií- ^°^e m 0 c alix ^ e a de go o pe a a alma de Ch i- luj’ Cu}n g *$* *s hauiade e peno o pe a o a&o da di^ 0a > nolui bibe e. Nam pode o deíab ido do ca- QUç^ U C 3 ^ n g oa endo , ence o abo o o do go lo* o a L a ^ na expe imen ou,po que de den o lhe inha *de ° j ^ e ^ o a l h e ieaua o delabndç, & e la deaelee ^ a ? po que o P opheu Dauid de ejaua an o as ~ doçu as lu^o ip. Pjalm.iij. ' / ml*. up país. 1 6 Se M4M ias lag imas] doçu as de ecalixí Calicem alma is ^cipídm. $ o íí de lé o Ca deal Hugo. Calicem lac yma um, & l * laiioms. Calix de nbulaçam , calix de ama go^ a g imas. E a me ma ezam e e i ica hoje cm o n° lag ado Apo olo , poys no e e de (uas lagd* 11 ^ ' «o cho a de (eus (u pi os i aua ama go es ? c * c ( m òlhos.colhia doçu as pe a o e pi i o, lem am^ C l ponde Ago inho. (ima Dominum uum cdpi* ^ u No ama go o de uas lag imas a is azia Ped o a de eu co açam, mi igaua os incêndios de (eu e já nam he, que com as me mas lag imas, q ü on es de eus olhos lhe co iam apagaua Ped o íedes, mi igaua dous incêndios. A ede que G& . eue na C uz èn ende Saneo Amb o io, que c a g imas de Ped o; Te i i ôPe e eue u e. Ig° a c inha Ch i o (ede de da a ida pcllos ho íi^ 0 5 » ^ das lag imas de Ped o; nam inha mayo es eus o men os, do que de ejos de as leg imas,# V - , que as penas pezauam can o como as lag imas P ^ ío na C uz o am iguays cm Ch i o as edes.^ ^ maio a o men a, e i i Ó Pe e eue e e • Vc ^ ^ Ped o ama go as lag imas de (eus olhos, p e a q u C 0 as meímas agoasde eus u pi os apagando ° * l lCC j <j0 de eu co açam ía is aça ambém a (ede de eu q ü C j 0 IDc e. 1 e i i ó Pe e hleui ama e Mascoí* 1 ejo, quede a jiinha e oloçam undada naa^jj . i5cul< dadedog ande Amb o io nace húa nam de Sam Ped â, >7 |®ldade ne a g ande lede de Ch i o ob e as lag i— 3s d c Ped o; poys hc ce o que jâ Ped o inba de a- ad ° lag imas an es de Ch i o obi ao al o da C uz , a g ada,como con a do ex o , quando mouido de ( ' a de olhos de eu me e ahio da cala do Pon- 1 ce ac ho a . Rejpexu e um eg e íus o as ieui <<• Poys e Ped o inha a is ey o á ede de Ch i o ç 0 no diz San o Amb olio.quc Ch i o inha, ede na uz das lag imas de Ped o? e i ó ei e. O pa e-! pOenam a auam asp imey as lag imas pe a a i - azc n a n g ande o ençaj oy a culpa de Ped o hum ^lconhe c i m c n o de eu me e, Nen neui bominem. j oz conhece na oca iam da dc g aça aquem p" des % o hum g ande bene icio, aquem elege es í. * a dignidade, aquem de es o íc com a hon a,que am °‘ o cn & , nacida da mayo ing a idam? po iíTo , i 1Ccc la ias mais lag imas. Se-jà nam he , que co- Ijj jd o c a c ca d o pe a P incepe da lg eja,pe al e- n c ° d a G aduas lag imas, que al ez emou olo- Üj5»«nba an es pe a o pe dam da culpa, nam ^«cien es aon de o delido auul a pella mayo % • dape lba, aonde opeccado pcllasci cun- C* c c ce como mon e à i a de odos, am neccl- 1{. s P «a a is açam mon es de lag imas;& daqui co- } C|) ° my cno, que eue o no io Apo olo cm ou- çq. Ca ^ lan aj quando pe a chega a íeu me e e an- ,s ° 0 d asdoma . M cjemmn. Pe aqueco n q a copia loann.li. Ch y . e . 77 . ma¬ é dilue e , qu d neyi- io o ali- e co di- daue a * Can .i, 18 Sc mam d*s Umm4s a i - a copia das lag imas aumcn a e mon es de ago a ? ; ^ azendohüa, & ou a ede, ce ki lsui am* y e ‘ ém epa o cu que pe a as lag imas apaga em a- c e hauiam dc íc > bebidas as lag imas, & nam Ped o bebe eas lag imas, iò nos con ia que P c 1 , Q cho a e: Que Ped o aga e nos uípi os o a l^ £ ^ de uas lag imas nacidas de eu peza e ey o ° T , peni encia- mas que com as lag imas que de p^ ] ^ uam os olhos apaga e as chamas que no pcy ° ^ a £. diam?nouo modo de apaga incêndios/* mas o <] 1 u ím hauia de e ^ (e as lag imas (e bebe am a P a S 3 ^ - oaíède da boca,cm as lag imas íe de ama em > 0 biam os mais íen idos as lag imas; bebiam os ua que ob auam com a i la, bebia a bcca o <p c ° com as palau as, b e b i a m os ouuidos uas pe uei 8 0 $ çoens,as maõsa execuçam de uas ob as , b^b^ en idos po que odo # s íe ní am pe a oape i e • 3 5 ^ & e l' ancias po que e con o ma am nos a c&os , am e ex ingue melho a ede do co açam * odos os en idos bebem as lag imas. Toda de amo ab azada a cípo a San a, d 1 e ^ 0 , muy o e den o dc eu co açim a eu que id^^;, o eyco hu amalhe e dc mi a: ba ciculus e us meus nihi mu x>/e * mea commo abiw** c ^ cU c o meu epa o cl à em que abendo a e po a,<3 a C po o c a lo ,& lnio: Ego ios campi, i ? ^ íwm, ó pe a leu co açam 0 deíeje mi ía. Q ue lC í de Sdm 'Ped o. *9 XJ- 4 - j 3 oi a que as nays lo es e nas lo es c en eh ^ ^P c an Ç as / e nos li iosL as audades endo a e - c a a ^ cu c po o como lo , chcgaua ao e mo de uas Da C a . l . : í a V c ndoo cm eü co a am como lí io logíá- k d 3 U ^° ^ >as endes* e nam quando ámalhe- olus l ^ l a Cll a n 0 snnella pe aieu co açam? mj ^ l * dilc ás meus. mibi ime ybe a mea commo - 4y ^ , í , aos liquo es da mi a chamam com- ^ A Cn C ^g^ 3 5 » ^ 3 0 ^ 30 hum amalhe e e chey- Cl * , 0s 0s ícncidos o log am, 6c cs olhos na iíla , o U a ~ s ^uey a no oi a o , a iingoa no go o as dc( c n ° c ^°^m os íen idos log a em os liquo es c e he omeímo que bebe em as lag i- d 0 s " a ^i a, cujas lag imas bebiam odos os en¬ de ex ingui as Ceçu as deíeu co açam,a e-' ça j e n a a‘ m a , po iílo an o de ejaua pe a íeu co a¬ do cj c C na l h e e de mi a, an o p e endia e den- jy >dc i? Cu c P pi i o as lag imas dei es liquo es. Fa cicu- ^^n-e ^heya ne.a commo abi u . Todos os ced ^ a S d ,c *a s i Ci Pl n.ül a CU .ly à a n ° S c ^ a c l po íaSan a bebe am as lag imas,que cho- he am lag imasíen idas, quando as la- íi)a s |" na ° am en idas , nam em íen ido as lag i- iUadeha * * ^ enl ^ o n a s eg ‘ m a s nam pe ajep i- u ' p i os,mas pe a innui a o igem donde p o- ‘Jg imasj Oquam en idas o am as lag i- 5sp a ç ^ e d o ; p 0 y s de caí modo as e palhou po odas Cb d ei eu co po/jue bebendo odos os len idos as ou . 3. Líic yma jun .peccA « i diluum mu .âi pia- i eudPe i, 20 Se mim das lag imas, as lag imas que cho auam apaga am os api os a ^ de eu co açam, ex ingui am os incêndios de kü 1 c P l i o. Cho em poys, ieys, noílos olhos uas ayw & cho em as o elhas uas h onjas, cho e a anw ia locu as, cho e ocoiaçam uas nam leais cn aí) ^ cho e a lingoa (uas muimu açocns, cho e 0 S° uagolodicej cho e a mocidade íua la ciuia, c ^° a onil idade ua obe ba , .cho e a elhice uai^P^ ciência, pe a que a ogados an os icios em 0 an as lag imas pu i icadas as po ências eniinn u í l ; Çoens de íu pi os alcancemos a g aça,que hep c ; nho da glo ia: Ad quam nospe du» S a Pa e > Fi ^ ius * & Spi i us San&us» Amcn. (*)