Full text
Change o e ec i e p ope ies o conc e e by alkali-silica eac ion
Guilhe me Augus o Pianezze , Liliana Madalena G amani12, Eloy Ka iski12
1 Uni e sidade Fede al do Pa aná
2 Rua XV de No emb o, 1299, Cu i iba, Pa aná, B asil 80060-000
Abs ac
The p esen wo k de elops a model o compu e simula ion o he ac ual p ope ies o
conc e e unde he ac ion o alkali-silica eac ion. Ob ains a compu a ional ep esen a ion
om he analysis o he chemical eac ion and homogeneniza ion echniques. Alkali-Silica
eac ion o ms a gel ha changes he e ec i e p ope ies o conc e e and can lead o
damage o s uc u es, especially o hyd oelec ic dams. The model consis s o h ee phases,
gene a ion o ep esen a i e elemen o conc e e, gel o ma ion and dissemina ion by alkali-
silica eac ion and homogeneiza ion o he inal ma e ial. The i s s age is he de elopmen
o ep esen a i e conc e e elemen ha is simula ed om he g anulome ic cu e and uses
a compu acional collision de ec ion algo i hm o ellipses. To model he beha io o chemical
e olu ion, i uses a sys em based on equa ions o chemical kine ics, known as Guldbe g -
Waage Law and uses a gel di usion model de eloped o mesh o ep esen a i e elemen o
conc e e. To model he a ia ion o he e ec i e p ope ies, i uses homogeniza ion
schemes (Reuss me hod, Voig Me hod, Sel -Consis en me hod and Mo i-Tanaka me hod)
o p o ide, hus, elas ici y coe icien es o he composi e ma e ial. The combina ion o he
models allowed o p edic he e olu ion and damage o he ma e ial o e ime and analyze
he in luence o he olume ac ion o ag ega es in he li e ime o conc e e.
OPEN ACCESS
Published: 08/02/2019
Accep ed: 09/08/2018
Submi ed: 19/07/2017
DOI:
10.23967/j. imni.2018.08.001
Keywo ds:
Homogeniza ion Me hods.
Mo i-Tanaka Me hod. Sel -
Consis en Me hod. Alkali-Silica
Reac ion. Conc e e and
pa hologies. #11em ##1 cen e
.5em minipage
Re is a In e nacional de Mé odos
Numé icos pa a Cálculo y Diseño
en Ingenie ía
Co espondence: Guilhe me Augus o Pianezze ([email p o ec ed]), Liliana Madalena G amani ([email p o ec ed]), Eloy Ka iski
([email p o ec ed]). This is an a icle dis ibu ed unde he e ms o he C ea i e Commons BY-NC-SA license 1
Resumo
No p esen e abalho, desen ol e-se um modelo de simulação
compu acional das p op iedades e e i as do conc e o sob ação
da eação álcali-sílica. Ob ém-se uma ep esen ação
compu acional a pa i da análise da eação química e de
écnicas de homogeneização. A eação álcali-sílica o ma um gel
que al e a as p op iedades e e i as do conc e o e pode le a a
dani icação de es u u as, especialmen e das ba agens de
usinas hid elé icas. O modelo desen ol ido é compos o de 3
ases, ge ação do elemen o ep esen a i o do conc e o,
o mação e di usão do gel pela eação álcali-sílica e
homogeneização do ma e ial inal. A p imei a ase é o
desen ol imen o do elemen o ep esen a i o do conc e o que é
simulada a pa i da cu a g anulomé ica e u iliza-se um
algo i mo de de ecção de colisão compu acional pa a elipses.
Pa a modela o compo amen o da e olução química, usa-se
um modelo baseado nas equações da ciné ica química, a a és
da Lei de Guldbe g - Waage, e em modelos de di usão do gel
desen ol idos pa a a malha do elemen o ep esen a i o do
conc e o. Pa a modela a a iação das p op iedades e e i as,
usa-se modelos de homogeneização (Mé odo de Reuss, Mé odo
de Voig , Mé odo Au o-consis en e e Mé odo de Mo i-Tanaka)
pa a p e e , assim, os coe icien es de elas icidade do ma e ial
compósi o. A combinação dos modelos pe mi iu p e e a
e olução e a dani icação do ma e ial ao longo do empo e
analisa a in luência da ação olumé ica dos ag egados no
empo de ida ú il do conc e o.
Pala as-cha e. Mé odos de homogeneização. Mé odo de
Mo i-Ranaka. Mé odo Au o-Consis en e. Reação álcali-sílica.
Conc e o e pa ologias.
1. In odução
As ba agens das Usinas Hid elé icas são cons uídas,
majo i a iamen e, com conc e o, o qual é um ma e ial que pode
so e ação da eação álcali-sílica. Tal enômeno dani ica o
ma e ial ao longo do empo, pois esul a na o mação de um
gel, expansi o sob a ação da água, que diminui as p op iedades
mecânicas e e i as da ba agem ao longo do empo. Além
disso, o su gimen o do gel inicia um p ocesso de mic o issu a
que dani ica o ma e ial podendo chega ao caso de colapsá-lo.
Os es udos e e en es a pa ologias do conc e o, como a eação á
lcali-sílica, já es ão p esen es na li e a u a écnica desde 1940.
En e eles, podem-se ci a os seguin es abalhos que a am da
eação p opos a: (BALBO e al, 2015)[1] o qual p opõe um
modelo pa a ge ação, di usão e dano químico causado pelo gel
da eação álcali-sílica a pa i da ciné ica da eação química e da
di usão ealizada pelo gel. (GLASSER and KATAOKA, 1982)[2] e
(GLASSER, 1979) [3] discu em a ciné ica da eação álcali sílica.
(HOBBS, 1981) [4] p opõe um p imei o modelo pa a a expansão
do gel na a gamassa. (PESAVENTO e al, 2012) [5] p opõe um
modelo ma emá ico combinando a ação da água, a eação
química e o ca egamen o mecânico pa a desc e e a
deg adação do ma e ial pela eação química.
A eação álcali-sílica é uma das eações álcali-ag egado. Es a
eação especí ica oco e quando há ag egado ea i o,
jun amen e com a disponibilidade de álcalis p o enien es do
cimen o Po land, além de um al o g au de umidade. Es a
umidade é esponsá el po o na disponí eis os álcais e
hid oxilas que po sua ez queb am as ligações do ipo siloxano
e silanol que es ão p esen es no ag egado ea i o. Es e queb a
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le a a o mação de um gel que abso e água e expande. Tal
ep esen ação pode se obse ada na Figu a 1 que ap esen a a
o mação do gel, que po sua ez se expande e causa as
issu as.
Figu a 1: Fo mação, expansão do gel e issu a do ag egado e pas a do cimen o [1]
A eação álcali-sílica consis e inicialmen e dos íons hid oxilas
OH− que eagem com a supe ície do ag egado, ompendo as
ligações do ipo siloxano ≡Si −O−Si ≡, o mando ligações do
ipo silanol ≡Si −OH [6].
≡Si −O−Si ≡ + R++OH−→≡ Si −O−R+H−O−Si ≡(1)
Nes a eação, R+ deno a os íons alcalinos sódio Na+ e po ássio
K+. Na sequência, os íons hid oxila con inuam o a aque, des a
ez nas ligações do ipo silanol, de aco do com:
≡Si −OH +R++OH−→≡ Si −O−R+H2O.(2)
O gel álcali-sílico ≡Si −O−R≡ é o mado nes as e apas.
O obje i o des e a igo é ap esen a a simulação ealizada pa a
a e olução das p op iedades e e i as do conc e o. Pa a isso, a
abo dagem u ilizada se á u iliza as écnicas de
homogeneização pa a p e e os alo es e e i os a pa i das
p op iedades e das quan idades de gel exis en es no conc e o
ao longo do empo.
A simulação é ealizada em um elemen o ep esen a i o do
conc e o (RVE), ge ado a pa i da análise dos cons i uin es do
conc e o (a gamassa e ag egados g aúdos). Pa a a simulação
se o na adequada, o am necessá ias qua o ases:
Os esul ados encon ados mos am que a combinação dos dois
modelos ( o mação e di usão do gel) pe mi e p e e a e olução
e a dani icação do ma e ial ao longo do empo e analisa a
in luência da ação olumé ica dos ag egados no empo de
ida ú il do conc e o.
Na sequência, são ap esen ados os p incipais concei os e os
p incipais esul ados ob idos pa a cada ase.
2. Rep esen ação compu acional do conc e o -
RVE
Pa a a simulação discu ida aqui, oi conside ado o conc e o
o mado como uma mis u a he e ogênea de a gamassa e
ag egados g aúdos. Além disso, a escala de abalho escolhida
oi a mac oscópica, po e idencia essas duas ases e,
pos e io men e, a p esença do gel.
Pa a ob e as p op iedades ísicas do ma e ial, oi ealizada uma
simulação a pa i da cu a g anulomé ica, em um es e
desc i o pela no ma ABNT NBR 7211:2004 [7]. Es a cu a
ap esen a uma unção de dis ibuição de pa ículas do solo,
desc e endo a a iabilidade des es pa ículas, os quais exis em
em di e en es amanhos e em p opo ções a idas. O ensaio de
penei amen o é ealizado de aco do coma no ma ABNT NBR
NM 248:2003 [8], com penei as pad onizadas pela no ma ABNT
NBR ISO 3310-1:2010 [9]. Pa a ge a compu acionalmen e o
RVE, os ag egados g aúdos o am ap oximados po elipses e
posicionados a pa i de uma adap ação do algo i mo de
de ecção de colisão, p opos o po (CHOI, e al, 2005) [12]. A
desc ição de alhada sob e a ge ação do RVE pode se
encon ado em (PIANEZZER e al, 2013). [10].
Es e modelo pe mi iu ge a o RVE pa a di e en es quan idades
de ag egado. Esse pa âme o é conhecido como ação
olumé ica, o qual na Figu a 2 exempli ica-se o RVE ge ado
pa a ag = 60%. Vá ios RVEs o am ge ados pa a di e en es
ações olumé icas.
Figu a 2: Elemen o ep esen a i o do conc e o ge ado com ação olumé ica de 60%
3. Fo mação e Di usão do Gel pela Reação Álcali-
Sílica
A pa i das equações 1 e 2 que ep esen am, espec i amen e,
a queb a das ligações do ipo siloxano e a o mação do gel á
lcali-sílico, oi possí el modela a e olução dos componen es
pa a cada pon o do elemen o ep esen a i o do conc e o. Pa a
isso, oi solucionada a equação que ep esen a a Lei de
Guldbe g - Waage, que ep esen a a elocidade da eação
p opo cional ao p odu o das concen ações mola es dos
eagen es em cada pon o da malha, ao longo do empo.
Também acoplou-se um modelo de di usão do gel ao longo do
empo.
O modelo desen ol ido pe mi iu ob e a concen ação de gel
p esen e no RVE ao longo do empo. Pa a isso, o am plo ados
ais concen ações pa a o pe íodo de 1, 3, 5, 7 e 9 anos após o
início do p ocesso.
Figu a 3: Mudança da concen ação de gel após 1 ano
A Figu a 3 mos a a mudança da concen ação de gel após 1
ano. Como a eação e e pouco empo pa a acon ece , a
ge ação de gel ainda não é pe cep í el.
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Figu a 4: Mudança da concen ação após 3 anos
Após 3 anos, como mos a a Figu a 4, a mudança na
concen ação de gel passa a se signi ica i a. En e 1 e 3 anos, a
e olução do gel acon ece de o ma mais ápida do que nos
anos iniciais. O mapa de concen ação de gel pe mi e e i ica
que a o mação de gel oco e p óximo aos ag egados g aúdos,
os quais são esponsá eis pela eação po con a da maio
disponibilidade de silanol do que a a gamassa.
Figu a 5: Mudança da concen ação após 5 anos
A Figu a 5 mos a a e olução após 5 anos, pe íodo médio da
simulação no qual a quan idade de gel a inge sua quan idade
máxima an es de começa a se es abiliza .
Figu a 6: Mudança da concen ação após 7 anos
A Figu a 6 ap esen a a e olução após 7 anos. Como o modelo
simulado acopla um modelo de di usão, a medida que o empo
passa a quan idade de gel ende a se es abiliza , ao in és de
c esce inde inidamen e.
Figu a 7: Mudança da concen ação após 9 anos
A Figu a 7 ap esen a a e olução após 9 anos. A pa i des a ase,
a quan idade de gel se es abilizou e o modelo não ap esen a
mais a iação signi ica i a na mudança de gel. Os pa âme os
do modelo es ão ajus ados pa a uma quan idade limi ada de
sílica, o qual age como um a o limi an e da eação. Ao
aumen a a quan idade de sílica, os g á icos se compo am de
o ma simila . En e an o, o empo pa a se es abiliza ende a
aumen a .
4. Técnicas de homogeneização
Pa a análise das p op iedades e e i as, oi u ilizado as écnicas
de homogeneização os quais pe mi em p e e ais
p op iedades a pa i daquelas dos cons i uin es. Os mé odos
u ilizados como análise oi o Mé odo de Reuss, o Mé odo de
Voig , o Mé odo au oconsis en e e o Mé odo de Mo i-Tanaka.
Pa a de e mina as p op iedades do ag egado g aúdo
(inclusão), assumiu-se da li e a u a [11], que o mesmo possui
módulo de elas icidade de 5.104MPa e coe icien e de Poison de
1.3x10−1. Além disso, conside ou-se que as inclusões
compo am-se como iso ópicas. Isso signi ica que o enso de
lexibilidade é de inido a pa i das cons an es de Engenha ia.
Pa a os alo es u ilizados, oi possí el de e mina o enso de
lexibilidade pa a a inclusão, Sag e ao in e e es e enso
ob e e-se o enso de elas icidade Cag. De manei a equi alen e,
ob e e-se o módulo de elas icidade e o coe icien e de Poisson
pa a a a gamassa e pa a o gel.
4.1 Desc ição das écnicas de homogeneização
u ilizadas
4.1.1 Mé odo de Voig
O mé odo de Voig é um dos mais simples esquemas de
homogeneização de ma e ial compósi o. A u ilidade des e
modelo eside no a o de que hoje ele ep esen a um limi e
supe io (Limi e supe io de Voig ) pa a o alo do módulo de
elas icidade de um ma e ial compósi o, de manei a que
ep esen a alo es supe es imados pa a es a in o mação. O
modelo de Voig encon a o enso homogeneizado a a és da
exp essão dada pela Equação Ch= iCi+ mCm. Nes a equação
Cag e Ca ep esen am as p op iedades da inclusão e da ma iz
como indicados pela seção an e io . O pa âme o , discu ido
an e io men e, diz espei o à ação olumé ica do compósi o,
sendo ag a ação olumé ica de ag egados g aúdos indicando
a po cen agem de ag egados p esen es no olume do conc e o.
4.1.2 Mé odo de Reuss
O mé odo de Reuss ep esen a um limi e in e io pa a o alo
do enso de elas icidade e e i o do ma e ial compósi o.
Conhecendo as in o mações ex aídas da inclusão e da ma iz, o
modelo de Reuss encon a o enso homogeneizado a a és da
Equação Ch= [ iCi
−1 + mCm
−1]−1 .
4.1.3 Mé odo au o-consis en e
O mé odo au o-consis en e u iliza o enso de Eshelby
(ESHELBY, 1957)[13] pa a o cálculo das p op iedades e e i as.
Esse enso já oi calculado pa a di e sos o ma os de inclusão e
no exemplo ap esen ado aqui os ag egados g aúdos o am
ap oximados como ci cula es (LI e al, 2008) [14]. O enso de
Eshelby pa a inclusões ci cula es é dado de manei a explíci a
a a és da Equação 3:
Eijkl =5ν− 1
15(1 − ν)δij δkl +4 − 5ν
15(1 − ν)(δik δjl +δil δjk ), (3)
no qual δij ep esen a o Del a de K onicke que e o na 1 no
caso em que os índices são iguais e 0 caso con á io. Além
disso, o mé odo depende do cálculo de Aag dado po : Aag =
(Ca −Cag )−1:Ca e do cálculo do enso de concen ação dado
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po γ=Aag :(Aag −E)−1 Assim, o enso de elas icidade
homogeneizado pelo mé odo é dado pela Equação C
¯=Ca +
ag (Cag −Ca ):γ.
4.1.4 Mé odo de Mo i-Tanaka
O esquema de homogeneização pelo mé odo de Mo i-Tanaka
ap esen a a es ima i a pa a o enso de elas icidade, dada po
C
¯= [( a Ca + ag Cag :γ):( a I+ ag γ)]−1, no qual, I ep esen a a
ma iz iden idade e os ou os pa âme os são os mesmos do
mé odo an e io (LI e al, 2008) [14].
5. Resul ados Encon ados
5.1 Técnicas de homogeneização aplicadas sem
a p esença de gel
An es de analisa a in luência do gel, o am simulados, a pa i
dos mé odos de homogeneização escolhidos, a mudança nas
p op iedades e e i as em unção da ação olumé ica de
ag egados g aúdos. Os esul ados ob idos podem se
e i icados na Figu a 8. Pelo g á ico, é possí el no a que o
Mé odo de Voig e o Mé odo de Reuss são os limi es supe io e
in e io , espec i amen e, pa a o alo p e is o do módulo de
elas icidade. Mas ale esal a que ais modelos são
conside ados insa is a ó ios po con a de sua a iabilidade. No
pio caso, pa a ag = 55% a di e ença en e as p e isões é de
2.81x103, o que ep esen a, ap oximadamen e, 7% de des io do
alo co e o.
En e an o, ais modelos se em pa a alida os esul ados
encon ados pelos mé odos mais a uais, o mé odo Au o-
Consis en e e o mé odo de Mo i-Tanaka. Tais modelos são mais
p ecisos pa a o eal alo das p op iedades e e i as, mos ando
uma a iabilidade en e eles de 4.30x102, o que ep esen a,
ap oximadamen e, 1% de des io do alo co e o.
Figu a 8: Técnicas de homogeneização aplicadas pa a o conc e o cons i uído de
a gamassa e ag egados g aúdos.
5.2 Técnicas de homogeneização aplicadas com
a p esença de gel
As écnicas de homogeneização o am u ilizadas conside ando-
se a mis u a de a gamassa e gel como ma iz e o gel como
inclusão. A Figu a 9 ap esen a o esul ado, em o ma de g á ico,
encon ado. A í ulo de compa ação oi ilus ado o alo do
módulo de elas icidade médio ob ido sem a in luência do gel e a
a iação o módulo de elas icidade ob ido pelos 4 mé odos
pesquisados a pa i da in luência do gel.
Figu a 9: A aliação da in luência do gel pa a ag=30%. (Vá ios mé odos)
A Figu a 9 con inua ap esen ando o limi e supe io de Voig e o
limi e in e io de Reuss e os mé odos mais a uais. Além disso,
como, ao longo des es 10 anos, o gel es á se expandindo e se
di undindo den o do RVE, o módulo de elas icidade ende a
diminui po con a das al a de esis ência des e ma e ial. Esse é
um p ocesso len o, is o que a pe da de elas icidade do
ma e ial é, no p imei o ano, de 0.41%, chegando a 3.28% no
pio caso.
Além disso, os esul ados mos am uma a iabilidade máxima
de 1.99% en e os pio es mé odos (Reuss e Voig ) e uma
a iabilide máxima de 0.30% en e os melho es mé odos (Au o-
Consis en e e Mo i-Tanaka).
A Figu a 10 mos a a a aliação da in luência do gel apenas pa a
o Mé odo de Mo i-Tanaka, compa ando-o com o modelo sem a
o mação do gel.
Figu a 10: A aliação da in luência do gel pa a ag=30% (Mé odo de Mo i-Tanaka).
A Figu a 11 ap esen a a e olução do dano químico causado
pelo gel. O dano é uma a iá el que pode se ob ida a pa i de
E= (1 − D)E0. Além do dano químico, ou as a iá eis a e am a
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dani icação de es u u as, como o dano ocasionado po
ca egamen o cons an e, en e ou os.
Figu a 11: A aliação do dano químico
Também o am ealizadas simulações pa a di e en es alo es
de ação olumé ica de ag egados, pa a analisa a in luência
des a quan idade na dani icação do ma e ial ao longodo empo
e no empo de ida ú il do conc e o. Os esul ados compa ados,
pa a o mé odo de Mo i-Tanaka es ão ep esen ados na Figu a
12.
Figu a 12: In luência de di e en es ações olumé icas de ag egados na dani icação do
ma e ial
Os esul ados ob idos mos am que a di e ença na dani icação
de um elemen o ep esen a i o do conc e o com 30% pa a 50%
é de, ce ca de, 2.85x o alo de dani icação.
6. Conside ações inais
Es e abalho ap esen a uma me odologia que pode se
aplicada pa a ob e as p op iedades e e i as do conc e o ao
longo do empo. As ases de desen ol imen o da me odologia -
ge ação do elemen o ep esen a i o do conc e o, o mação e
di usão do gel pela eação álcali-sílica e homogeneização do
ma e ial inal - podem se aplicadas pa a a ingi o obje i o
p opos o, como indicam os esul ados. Com a di isão p opos a
pela me odologia, cada ase pode se ape eiçoada
independen e pa a modelos mais con iá eis pa a cada
di iculdade analisada. A escolha de ce os mé odos,
ap oximações e hipó eses, como a Lei de Guldbe g - Waage ou
a escolha de ag egados elíp icos, pode se al e ada sem que a
me odologia em sua o ma inal so a al e ação.
Bibliog aphy
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