Estudo da durabilidade de elementos metálicos da envolvente dos edifícios
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ESTUDO DA DURABILIDADE DE ELEMENTOS METÁLICOS DA ENVOLVENTE DOS EDIFÍCIOS TIAGO JOSÉ DIAS CARNEIRO Dissertação submetida para satisfação parcial dos requisitos do grau de MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL — ESPECIALIZAÇÃO EM CONSTRUÇÕES Orientadora: Professora Doutora Maria Helena Póvoas Corvacho JULHO DE 2013
MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA CIVIL 2012/2013 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Tel. +351-22-508 1901 Fax +351-22-508 1446 [email protected] Editado por FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Rua Dr. Roberto Frias 4200-465 PORTO Portugal Tel. +351-22-508 1400 Fax +351-22-508 1440 [email protected] http://www.fe.up.pt Reproduções parciais deste documento serão autorizadas na condição que seja mencionado o Autor e feita referência a Mestrado Integrado em Engenharia Civil - 2012/2013 - Departamento de Engenharia Civil, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto, Portugal, 2013. As opiniões e informações incluídas neste documento representam unicamente o ponto de vista do respetivo Autor, não podendo o Editor aceitar qualquer responsabilidade legal ou outra em relação a erros ou omissões que possam existir. Este documento foi produzido a partir de versão eletrónica fornecida pelo respetivo Autor.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios Aos meus Pais e Irmã “O Destino baralha as cartas, mas somos nós que jogamos” William Shakespeare
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios i AGRADECIMENTOS Ao concluir este trabalho gostaria de expressar o meu sincero agradecimento a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, contribuíram para o sucesso da sua realização. Em primeiro lugar, gostaria de agradecer à minha orientadora, Professora Doutora Maria Helena Póvoas Corvacho, pela orientação, simpatia e apoio demonstrado ao longo da realização da presente dissertação. Ao Engº António de Vasconcelos dos serviços técnicos e de manutenção, pelos esclarecimentos prestados. Às pessoas que durante o trabalho de campo me ajudaram com informações úteis. À Câmara do Porto e seus funcionários, mais concretamente da secção de Urbanismo, por ter facultado informação pertinente para o trabalho. A todos os meus amigos, em especial à Isabel, à Rita, ao Zé Rui, à Suzana e ao David, pela ajuda e incentivo transmitido. Por último, mas não por isso menos importante, deixo um agradecimento especial aos meus pais e irmã, a quem dedico este trabalho, pelo apoio incondicional, paciência, motivação e confiança que demonstraram ao longo destes anos de estudo.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios ii
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios iii RESUMO Atualmente, as preocupações com a manutenção e a reabilitação do património edificado assumem cada vez maior relevo. Para colmatar estas preocupações é fundamental o estabelecimento de prioridades e o seu planeamento atempado. A degradação do edificado em Portugal atinge presentemente níveis bastante elevados, tanto nos edifícios antigos como naqueles que foram construídos recentemente. Com vista a atingir uma melhoria efetiva nesta área, urge desenvolver metodologias eficazes para o estudo da durabilidade de materiais e componentes. Na presente dissertação apresenta-se um estudo da durabilidade de elementos metálicos, tendo em consideração o desempenho ao longo do tempo relativamente ao envelhecimento natural e ao desgaste normal pela utilização desses mesmos elementos. Neste sentido, torna-se importante estabelecer uma metodologia e um conjunto de indicadores capazes de avaliar o estado de deterioração dos elementos metálicos da envolvente de edifícios. A metodologia consiste na recolha de informação, como as anomalias apresentadas e o estado de deterioração apresentado pelos diversos elementos em estudo, através de uma ficha de inspeção. A informação recolhida permitiu quantificar o estado de degradação dos elementos metálicos para o tempo de serviço correspondente ao momento de análise. Deste modo, foi possível avaliar de forma qualitativa o estado de conservação destes mesmos elementos. PALAVRAS-CHAVE: durabilidade, elementos metálicos, inspeção, anomalias, estado de conservação.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios x 5. METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO ..................................................... 55 5.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS ......................................................................................................... 55 5.2. DESCRIÇÃO DAS ZONAS EM ESTUDO ....................................................................................... 56 5.2.1. NOTA PRÉVIA ............................................................................................................................ 56 5.2.2. BAIXA DO PORTO ....................................................................................................................... 56 5.2.3. FOZ/MATOSINHOS ..................................................................................................................... 57 5.3. FICHA DE INSPEÇÃO UTILIZADA................................................................................................ 58 5.4. DESCRIÇÃO DA FICHA DE INSPEÇÃO UTILIZADA ..................................................................... 59 5.4.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS .......................................................................................................... 59 5.4.2. IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO ....................................................................................................... 59 5.4.3. DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO ............................................................................................................ 59 5.4.4. CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO ............................................................................... 60 5.4.5. CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO ............................................................... 60 5.4.6. CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO ............................................................. 61 5.4.7. ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO ................................................................. 61 5.4.7.1. Nota Prévia .......................................................................................................................... 61 5.4.7.2. Níveis de Degradação ......................................................................................................... 61 5.4.7.3. Níveis de Exposição ............................................................................................................ 63 5.4.8. REGISTO FOTOGRÁFICO ............................................................................................................ 65 5.5. CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................................................... 67 6. TRATAMENTO E ANÁLISE DE DADOS ............................................... 69 6.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS ......................................................................................................... 69 6.2. ANÁLISE DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS ELEMENTS METÁLICOS DA ZONA DA BAIXA DO PORTO ............................................................................................................................................. 69 6.2.1. NOTAS INICIAIS .......................................................................................................................... 69 6.2.2. INCIDÊNCIA DAS ANOMALIAS ....................................................................................................... 72 6.2.2.1. Nota Prévia .......................................................................................................................... 72 6.2.2.2. Incidência das Anomalias Superficiais ................................................................................ 72 6.2.2.3. Incidência das Anomalias Profundas .................................................................................. 73 6.2.3. DISTRIBUIÇÃO DAS ANOMALIAS .................................................................................................. 74 6.2.3.1. Nota Prévia .......................................................................................................................... 74 6.2.3.2. Distribuição das Anomalias em Guardas (Varandas) ......................................................... 74
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios xi 6.2.3.3. Distribuição das Anomalias em Gradeamento de Janelas ................................................. 75 6.2.3.4. Distribuição das Anomalias em Portões ............................................................................. 76 6.2.3.5. Distribuição das Anomalias em Tubos de Queda/Caleiras................................................. 76 6.2.4. ANOMALIAS RELEVANTES .......................................................................................................... 77 6.2.5. ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS ELEMENTOS METÁLICOS ........................................................... 78 6.3. ANÁLISE DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS ELEMENTOS METÁLICOS DA ZONA DA FOZ/MATOSINHOS ................................................................................................................................ 80 6.3.1. NOTAS INICIAIS ......................................................................................................................... 80 6.3.2. INCIDÊNCIA DAS ANOMALIAS ...................................................................................................... 81 6.3.2.1. Nota Prévia .......................................................................................................................... 81 6.3.2.2. Incidência das Anomalias Superficiais ................................................................................ 81 6.3.2.3. Incidência das Anomalias Profundas .................................................................................. 82 6.3.3. DISTRIBUIÇÃO DAS ANOMALIAS .................................................................................................. 83 6.3.3.1. Nota Prévia .......................................................................................................................... 83 6.3.3.2. Distribuição das Anomalias em Guardas (Varandas) ......................................................... 84 6.3.3.3. Distribuição das Anomalias em Estendais .......................................................................... 84 6.3.3.4. Distribuição das Anomalias em Gradeamentos de Janelas ............................................... 85 6.3.3.5. Distribuição das Anomalias em Portões ............................................................................. 86 6.3.3.6. Distribuição das Anomalias em Capeamentos ................................................................... 86 6.3.3.7. Distribuição das Anomalias em Tubos de Queda/Caleiras................................................. 87 6.3.4. ANOMALIAS RELEVANTES .......................................................................................................... 88 6.3.5. ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS ELEMENTOS METÁLICOS ........................................................... 89 6.4. SÍNTESE DAS CONCLUSÕES RELATIVAS AOS CASOS ESTUDADOS ...................................... 91 6.5. MODELO DE DEGRADAÇÃO GLOBAL (EXEMPLO DEMONSTRATIVO) ...................................... 91 6.5.1. NOTA PRÉVIA ............................................................................................................................ 91 6.5.2. DEFINIÇÃO DOS ESTADOS LIMITES DE VIDA ÚTIL ......................................................................... 91 6.5.3. CURVA DE DEGRADAÇÃO ........................................................................................................... 91 6.5.4. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................................ 93 7. CONCLUSÕES ............................................................................................................... 95 7.1. CONSIDERAÇÕES FINAIS .......................................................................................................... 95 7.2. CONCLUSÕES GERAIS .............................................................................................................. 95 7.3. DESENVOLVIMENTOS FUTUROS ............................................................................................... 96
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios xii REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................ 97 ANEXOS ANEXO A – FICHA DE INSPEÇÃO COMPLETA ANEXO B – FICHAS DE INSPEÇÃO PREENCHIDAS ANEXO DIGITAL
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios xiii ÍNDICE DE FIGURAS Fig. 2.1 - Informação para Planear a vida útil dos edifícios. Adaptado [1] ............................................. 8 Fig. 2.2 - Metodologia de previsão da vida útil. Adaptado [10] ............................................................. 12 Fig. 3.1 - Peça de aço [29] .................................................................................................................... 18 Fig. 3.2 - Elemento de ferro [27] ............................................................................................................ 19 Fig. 3.3 - Peças de cobre [29] ............................................................................................................... 21 Fig. 3.4 - Peças de Alumínio [31] .......................................................................................................... 22 Fig. 3.5 - Banho de Anodização do Alumínio [25] ................................................................................. 23 Fig. 3.6 - Cabine de pintura [32] ............................................................................................................ 23 Fig. 3.7 - Constituição de uma guarda [35] ........................................................................................... 25 Fig. 3.8 - Características essenciais [35] .............................................................................................. 26 Fig. 3.9 - Características complementares [35] .................................................................................... 26 Fig. 3.10 - Guarda em Alumínio com painéis de vidro [34] ................................................................... 27 Fig. 3.11 - Guarda em Ferro com painéis de vidro [34] ........................................................................ 27 Fig. 3.12 - Estendais articulados [36] .................................................................................................... 28 Fig. 3.13 - Estendais de barra (com 3 roldanas) [36] ............................................................................ 28 Fig. 3.14 - Gradeamento de fixação simples ........................................................................................ 29 Fig. 3.15 - Grades lagarta [38] .............................................................................................................. 29 Fig. 3.16 - Grades de enrolar [39] ......................................................................................................... 29 Fig. 3.17 - Portão Basculante [41] ......................................................................................................... 30 Fig. 3.18 - Portão de Batente (automatizado) [42] ................................................................................ 30 Fig. 3.19 - Portão de Fole [44] ............................................................................................................... 31 Fig. 3.20 - Portão de Correr [45] ........................................................................................................... 31 Fig. 3.21 - Capeamentos metálicos em muros [46] [47] ....................................................................... 32 Fig. 3.22 - Capeamentos metálicos em palas ....................................................................................... 33 Fig. 3.23 - Capeamentos de pedra em muros [48] ............................................................................... 33 Fig. 3.24 - Tubo de queda (em cobre) [49] ........................................................................................... 34 Fig. 3.25 - Tubo de queda e caleira (exemplo real) .............................................................................. 34 Fig. 3.26 - Caleiras: Circular (à esquerda) e Trapezoidal (à direita) [49] .............................................. 34 Fig. 4.1 - Pilha eletroquímica [7] ............................................................................................................ 37 Fig. 4.2 - Fatores que influenciam a corrosão ....................................................................................... 38
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios xiv Fig. 4.3 - Corrosão Uniforme num tubo enterrado [55] ......................................................................... 39 Fig. 4.4 - Corrosão por Picadas num tubo [55] ..................................................................................... 40 Fig. 4.5 - Corrosão sob tensão fraturante em tubo de aço inoxidável [55] ........................................... 41 Fig. 4.6 - Corrosão grafítica em componente de bomba centrífuga de ferro fundido [55] .................... 42 Fig. 4.7 - Corrosão por camadas num componente de liga de alumínio [55] ....................................... 43 Fig. 4.8 - Corrosão devido à acumulação de depósitos [58] ................................................................. 45 Fig. 4.9 - Revestimentos ou isolamento para evitar o contato direto de dois metais [57]. .................... 45 Fig. 4.10 - Exemplo de alteração de cor ................................................................................................ 46 Fig. 4.11 - Exemplos de manchas ......................................................................................................... 47 Fig. 4.12 - Exemplo de destacamento ................................................................................................... 47 Fig. 4.13 – Exemplo de diminuição de espessura de um elemento metálico ....................................... 48 Fig. 4.14 - Exemplo de uma guarda partida .......................................................................................... 49 Fig. 4.15 - Proteção catódica por ânodos de sacrifício [55] .................................................................. 51 Fig. 4.16 - Proteção catódica por corrente impressa [55] ..................................................................... 52 Fig. 4.17 – Mecanismo de riscagem num portão .................................................................................. 53 Fig. 4.18 – Acidente automóvel contra um gradeamento [59] .............................................................. 53 Fig. 4.19 – Portão metálico deteriorado devido a um acidente [60] ...................................................... 54 Fig. 5.1 – Baixa do Porto [61] ................................................................................................................ 56 Fig. 5.2 – Foz [62] .................................................................................................................................. 57 Fig. 5.3 - Matosinhos [63] ...................................................................................................................... 58 Fig. 5.4 – Cabeçalho da Ficha de Inspeção .......................................................................................... 59 Fig. 5.5 – Ficha de Inspeção – Identificação do Edifício ....................................................................... 59 Fig. 5.6 – Ficha de Inspeção – Descrição do Edifício ........................................................................... 60 Fig. 5.7 – Ficha de Inspeção – Caracterização do Elemento Metálico ................................................. 60 Fig. 5.8 – Ficha de Inspeção – Caracterização do Local do Elemento Metálico .................................. 61 Fig. 5.9 – Ficha de Inspeção – Condições de Manutenção do Elemento Metálico .............................. 61 Fig. 5.10 – Condições e Níveis de Exposição. Adaptado [64] .............................................................. 64 Fig. 5.11 – Exemplo elemento “x” .......................................................................................................... 65 Fig. 5.12 – Exemplo elemento “y” .......................................................................................................... 65 Fig. 5.13 – Ficha de Inspeção – Registo Fotográfico ............................................................................ 66
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios xv Fig. 6.1 – Área inspecionada da zona da Baixa do Porto ..................................................................... 70 Fig. 6.2 – Edifício tipo ............................................................................................................................ 70 Fig. 6.3 - Frequência das Anomalias na Baixa do Porto ....................................................................... 72 Fig. 6.4 - Incidência de Anomalias Superficiais .................................................................................... 73 Fig. 6.5 - Incidência das Anomalias Profundas ..................................................................................... 74 Fig. 6.6 - Distribuição das Anomalias em Guardas de varanda ............................................................ 75 Fig. 6.7 - Distribuição das Anomalias em Gradeamento de Janelas .................................................... 75 Fig. 6.8 - Distribuição das Anomalias em Portões ................................................................................ 76 Fig. 6.9 - Distribuição das Anomalias em Tubos de queda/Caleiras .................................................... 77 Fig. 6.10 – Estado Geral de Conservação dos Elementos Metálicos ................................................... 79 Fig. 6.11 - Estado de Conservação de cada Elemento Metálico .......................................................... 79 Fig. 6.12 - Áreas inspecionadas da zona de Matosinhos (à esquerda) e da Foz (à direita) ................ 80 Fig. 6.13 - Incidência de Anomalias Superficiais .................................................................................. 82 Fig. 6.14 - Incidência de Anomalias Profundas ..................................................................................... 83 Fig. 6.15 - Distribuição das Anomalias em Guardas de varanda .......................................................... 84 Fig. 6.16 - Distribuição das Anomalias em Estendais ........................................................................... 85 Fig. 6.17 - Distribuição das Anomalias em Gradeamento de janelas ................................................... 85 Fig. 6.18 - Distribuição das Anomalias em Portões .............................................................................. 86 Fig. 6.19 - Distribuição das Anomalias em Capeamentos .................................................................... 87 Fig. 6.20 - Distribuição das Anomalias em Tubos de queda/Caleiras .................................................. 87 Fig. 6.21 – Estado Geral de Conservação dos Elementos Metálicos ................................................... 90 Fig. 6.22 – Estado de Conservação de cada Elemento Metálico ......................................................... 90 Fig. 6.23 – Degradação global dos casos estudados. .......................................................................... 92 Fig. 6.24 – Curvas de degradação por zonas de estudo ...................................................................... 93
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Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios xvii ÍNDICE DE QUADROS Quadro 2.1 - Descrição de algumas normas utilizadas para a previsão da vida útil [7] Adaptado ........ 6 Quadro 2.2 - Normas da série ISO 15686 [1] [7] [10] [11] [12] [13] [14] [15] [16] [17] [18] Adaptado .... 7 Quadro 2.3 - Vida útil dos produtos em função da durabilidade das construções [4] ............................ 9 Quadro 2.4 - Valores mínimos do tempo de vida útil estimada para os produtos de construção [1] ... 10 Quadro 2.5 - Vida útil de projeto exigida aos elementos de construção [9] ......................................... 10 Quadro 2.6 - Tipo de obsolescência [1] ................................................................................................ 13 Quadro 3.1 - Estruturas Cristalinas típicas de Metais. Adaptado [28] .................................................. 17 Quadro 3.2 - Composições típicas de ferros fundidos [28] ................................................................... 20 Quadro 4.1 - Agentes de Degradação [6] ............................................................................................. 36 Quadro 5.1 – Classificação visual para a avaliação da degradação dos elementos metálicos ........... 62 Quadro 6.1 - Número de Elementos inspecionados ............................................................................. 71 Quadro 6.2 – Anomalias relevantes detetadas em elementos metálicos da zona da Baixa do Porto . 77 Quadro 6.3 – Número de Elementos Inspecionados ............................................................................ 81 Quadro 6.4 - Anomalias relevantes detetadas em elementos metálicos da zona da Baixa do Porto .. 88
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Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 1 1 INTRODUÇÃO 1.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Com o objetivo de durabilidade e preservação das características iniciais do edificado, estes necessitam naturalmente de ações de inspeção com o decorrer do tempo da sua existência, que aumentem a sua vida útil e garantam o adequado desempenho em serviço de todos os seus componentes ou elementos construtivos. Nas últimas décadas o nosso país foi marcado por um avolumar da população nas cidades devido sobretudo à afluência das pessoas que viviam em zonas rurais e procuravam melhores condições de vida, o que gerou um grande impacto no sector da construção civil. Perante este crescendo da população houve a necessidade de construir novas edificações a um ritmo elevado, que aliado à fraca qualificação da mão-de-obra existente, colocou em causa a própria qualidade do edificado em Portugal. Assim conclui-se que houve uma construção descuidada nos grandes centros urbanos e considerando que os edifícios e infraestruturas assumem grande peso na riqueza dos países desenvolvidos, importará observar a crescente deterioração do ambiente construído, desde o edifício em si até aos elementos/componentes que o constituem e que estão na sua envolvente. A degradação do ambiente construído, e consequente desperdício do consumo de energia e materiais, tem motivado um claro problema cultural, económico e ambiental num contexto de desenvolvimento sustentável. Sendo assim, a necessidade de procedimentos de inspeção para controlo da durabilidade de materiais, componentes, elementos e da própria construção, vem assumindo um papel cada vez mais importante. Presentemente e com a atual conjuntura, é essencial os utilizadores terem alguma sensibilidade e alguns critérios no conhecimento da escolha dos materiais para construção, tendo em vista essencialmente a sua durabilidade e outros pormenores essenciais, de acordo com a obra, o espaço e clima onde se localiza. De facto, o tipo de metal escolhido para determinado elemento na envolvente dos edifícios é primordial no que à durabilidade diz respeito devido sobretudo aos diversos agentes de degradação que atuam sobre o elemento. Deste modo, os estudos de durabilidade dos elementos metálicos situados na envolvente exterior são extremamente importantes, não só para alargar o conhecimento acerca dos materiais constituintes dos mesmos como também para a obtenção de uma escolha mais coerente, implicando uma constante preocupação acerca do seu estado de conservação ao longo do tempo.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 8 Part 9: Guidance on assessment of service-life data; Guia para a obtenção e apresentação de valores de RSL, aplicável a produtores de materiais e componentes de construção; Part 10: When to assess functional performance Indicações sobre a necessidade de especificar ou verificar o cumprimento de requisitos de desempenho funcional do património construído; ISO 15686-11 Terminology Terminologia adotada Em elaboração A seguinte figura, retirada desta Norma (mais concretamente da parte 1) e adaptada, resume a valência do tipo de informação e organização para o estudo da vida útil dos edifícios, fazendo menção também a outras partes da referida norma e de outras relacionadas. Fig. 2.1 - Informação para Planear a vida útil dos edifícios. Adaptado [1]
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 9 2.4. INDICADORES DE DURABILIDADE A durabilidade deve ser uma exigência presente nas diferentes fases, desde a fase de projeto, fase de construção e finalmente na fase de serviço de uma obra, uma vez que está ligada aos materiais e componentes do edifício e, naturalmente, ao próprio edifício. Neste contexto e de acordo com o Guia GD002 da EOTA, que expressa os valores de durabilidade dos materiais e componentes em função da durabilidade das construções, da facilidade de reparação e substituição dos respetivos produtos, apresenta-se o seguinte quadro: Quadro 2.3 - Vida útil dos produtos em função da durabilidade das construções [4] Durabilidade das Construções Durabilidade dos produtos de construção (anos) Categoria Anos Categoria Facilmente reparável ou substituível Reparável ou substituível Para toda a vida de construção (2) Pequena 10 10 (1) 10 10 Média 25 10 (1) 25 25 Normal 50 10 (1) 25 50 Longa 100 10 (1) 25 100 (1) Em casos excecionais e justificados, isto é, para determinado produto de reparação prevê-se um tempo de serviço de 3 ou 6 anos (quando em concordância com EOTA TB ou CEN, respetivamente). (2) Quando não são reparáveis, substituídos facilmente ou substituídos com mais algum esforço. Este documento menciona a necessidade de se estudar as características de determinado produto, pois a durabilidade do produto não pode ser interpretada como garantia do produtor, mas como uma referência para a correta seleção do produto, atendendo a uma expetativa economicamente razoável para a vida útil do edifício ou parte dele. O quadro 2.4 expressa os valores mínimos recomendáveis para a durabilidade dos edifícios e suas componentes de acordo com a Norma ISO 15686-1, tendo por base a necessidade de manutenção e a possibilidade de serem indicados valores mais reduzidos de durabilidade.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 10 Quadro 2.4 - Valores mínimos do tempo de vida útil estimada para os produtos de construção [1] Vida de Projeto do Edifício Elementos inacessíveis ou estruturais Elementos cuja substituição é difícil ou dispendiosa Elementos substituíveis do edifício Instalação e equipamentos Ilimitada Ilimitada 100 40 25 150 150 100 40 25 100 100 100 40 25 60 60 60 40 25 25 25 25 25 25 15 15 15 15 15 10 10 10 10 10 1) Alguns dos elementos de fácil substituição poderão ter uma durabilidade inferior – 3 a 6 anos. 2) A vida ilimitada deve ser utilizada raramente, pois reduz significativamente as opções de projeto. Estes valores definem que a vida útil de um edifício é limitada pela degradação dos elementos de construção, não sendo passiveis de substituição ou cuja substituição seja excessivamente dispendiosa, tornando-se incomportável ao longo do ciclo de vida do edifício. A Principal Guide Service Planning of Japan [9] apresenta uma classificação da durabilidade com valores médios de tempo de serviço dos elementos constituintes de um edifício em função do tipo de uso do mesmo. Quadro 2.5 - Vida útil de projeto exigida aos elementos de construção [9] Tipo de Elemento Uso do Edifício Habitação Escritórios Hospitais Escolas Todo o edifício 62 53 55 44 Cobertura plana 26 24 32 23 Cobertura inclinada 43 41 46 38 Sistema de fachada 48 42 43 34 Porta interior 45 35 32 29 Janela 39 30 36 26 Compartimentação 48 35 43 30 Elementos metálicos de amarração 32 22 21 24 Ar condicionado 40 31 24 26 Torneiras 23 17 15 18
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 11 2.5. PREVISÃO DO TEMPO DE VIDA ÚTIL 2.5.1. NOTA PRÉVIA Para a previsão da vida útil de determinado material de construção, existem dois tipos de modelos, os experimentais e os teóricos (físicos/matemáticos), devendo ser considerados aqueles que mais se adequam à natureza do produto e também ao fim ou utilização a que se destinam, implicando uma rigorosa definição de funções e exigências [18]. 2.5.2. MÉTODOS DETERMINÍSTICOS Os métodos determinísticos para a previsão da vida útil têm como base o estudo dos fatores de degradação dos elementos em análise. Depois, são traduzidos em expressões que indicam a sua ação ao longo do tempo, o que resulta num valor (absoluto) indicativo da durabilidade do elemento que estamos a estudar. Nos métodos determinísticos destaca-se o Método Fatorial. O conceito subjacente ao método fatorial, como anteriormente mencionado, foi introduzido pelo Architectural Institute of Japan [9] que apresentou, em 1993, um guia para o planeamento da vida útil de materiais e componentes de edifícios. Na segunda parte da norma ISO 15686, preconiza-se um método de previsão de vida útil para obtenção do valor referência a ser ponderado na aplicação do método fatorial.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 12 Fig. 2.2 - Metodologia de previsão da vida útil. Adaptado [10] Conforme ilustrado na Figura 2.2., o procedimento básico do método inclui a identificação das informações necessárias para definição do estudo, a seleção ou desenvolvimento de procedimentos de ensaio (programas de exposição e métodos de avaliação), realização de ensaios (exposição e avaliação) e interpretação de dados e relatório dos resultados.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 13 2.5.3. MÉTODOS PROBABILÍSTICOS Os métodos probabilísticos têm como base o cálculo matricial ou probabilístico, onde é definida a probabilidade de ocorrência de transformações de determinado elemento por unidade de tempo, resultando na construção das matrizes de probabilidade de mudança de estado. Assim, é possível superar a incerteza relacionada pela forma de degradação e pela imprevisibilidade das respetivas condições de serviço [20]. 2.5.4. MÉTODOS DE ENGENHARIA Os métodos de engenharia se baseiam em metodologias mais elementares (determinísticas), criando um nível intermédio entre os modelos determinísticos e probabilísticos, reconhecendo a variabilidade associada à incerteza do mundo real, sem se tornarem demasiadamente complexos [20]. 2.6. FIM DA VIDA ÚTIL O fim da vida útil do produto da construção é determinado pela perda de aptidão de desempenhar satisfatoriamente as suas funções, relativamente ao uso para que se destina. No entanto, é de difícil definição devido ao elevado número de exigências a satisfazer. Para além disso, há que ter em conta uma situação de obsolescência, que corresponde ao facto de ocorrer alterações ao nível de desempenho exigido, deixando deste modo de garantir um suficiente desempenho [18]. A norma ISO 15686-1 distingue três tipos de obsolescência: a funcional, a tecnológica e a económica, sendo apresentada no quadro seguinte a ocorrência típica e os respetivos exemplos de cada tipo de obsolescência. Quadro 2.6 - Tipo de obsolescência [1] Tipo de Obsolescência Ocorrência Típica Exemplos Funcional A função em causa já não é requerida Processo industrial obsoleto, instalações desnecessárias, divisória removida Tecnológica Alternativas atuais com um melhor desempenho, mudança de padrões de uso Mudança do isolamento térmico para um melhor desempenho, mudança para caixilharias mais estanques Económica Item ainda totalmente funcional mas menos eficiente e económico que novas alternativas Mudança do sistema de aquecimento
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 14 2.7. ABORDAGEM ADOTADA NESTE TRABALHO A abordagem adotada no presente trabalho consiste na inspeção de edifícios com o intuito de avaliar o desempenho dos diversos elementos metálicos existentes nas envolventes dos mesmos. Esta abordagem apesar de não ser fácil, tornar-se-á mais eficiente e cómoda com o uso de uma ficha de inspeção. Esta ficha foi elaborada após aos primeiros dias de campo onde se percebeu exatamente os pontos fulcrais e o tipo de dados a recolher aquando a inspeção de edifícios. No final da respetiva recolha de dados foi possível avaliar o estado de degradação e condições de exposição e através destes, avaliar de forma qualitativa o estado geral de conservação dos elementos metálicos.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 15 3 LEVANTAMENTO E CARACTERIZAÇÃO DOS PRINCIPAIS ELEMENTOS METÁLICOS 3.1. INTRODUÇÃO Desde o século XIX, que tem vindo a desenvolver-se a tecnologia para o uso de metais nos países desenvolvidos, como é o caso da França em relação ao grandioso monumento que é a Torre Eiffel. Um metal é um elemento, substância ou liga caracterizado pela sua condutividade elétrica e térmica, que geralmente apresenta cor prateada ou amarelada, um alto ponto de fusão e de ebulição e uma elevada dureza. As principais características e que levaram a um aumento cada vez mais acentuado do uso desse tipo de material na construção civil foi sem dúvida a sua capacidade de se moldarem facilmente (maleabilidade), o facto de apresentarem alta capacidade de voltar ao normal após serem esticados (elasticidade) e, claro, devido à sua dureza [25]. Os metais mais conhecidos e utilizados na indústria da construção civil são o aço inoxidável, o ferro, o alumínio, o aço, o cobre, o zinco, o bronze e o latão porém será dado mais enfâse aos seis primeiros metais por serem os mais usuais nos tipos de elementos exteriores abordados posteriormente e no decorrer da referente dissertação. Os elementos metálicos têm uma ampla e cada vez mais emergente aplicação na construção de um edifício, podendo se traduzir na prática desde os pequenos componentes até aos elementos estruturais. Assim, e devido sobretudo à grande diversidade de formas de utilização dos metais nesta indústria, podem considerar-se quatro categorias de aplicação dos mesmos na construção: Elementos metálicos usados no exterior e interior sujeitos principalmente à ação do ambiente atmosférico. Elementos metálicos incorporados na estrutura dos edifícios. Elementos metálicos utilizados nos sistemas de distribuição e drenagem de águas. Elementos metálicos no solo (por exemplo, perfis H ou I, estacas tubulares, etc.)
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 16 3.2. OS METAIS 3.2.1. INTRODUÇÃO HISTÓRICA A Idade dos Metais, período que se seguiu à Idade da Pedra, é marcado pelo início da fabricação de ferramentas e armas de metal e que mudou radicalmente a civilização. Estes novos objetos constituíam uma vantagem tecnológica por serem mais resistentes e mais sofisticados, o que originou uma melhoria substancial na vida dos povos que as usavam. Este período teve início por volta de 8000 a.C. e nesta altura o ser humano começava a dominar, ainda que de maneira rudimentar, a técnica da fundição. Começou com a exploração do cobre, o primeiro metal a ser transformado pelo ser humano, e mais tarde descobriu a liga de estanho (material mais tenaz e duradouro) com a junção do estanho e do bronze, metais cuja fusão é mais fácil. Após a Idade do Cobre e com a descoberta por parte do Homem que o carvão aquecido a altas temperaturas podia ser usado para a extração do ferro do seu minério (atualmente, esta extração é feita num alto forno), surgiu a Idade do Ferro, que começou na Ásia e África em 1100 a.C. e alguns anos mais tarde chegou à Europa, por volta de 500 a.C.. O ferro é superior ao bronze em relação à dureza e abundância de jazidas, e através do seu conhecimento descobriu-se o aço [25]. Os metais foram assim progressivamente extraídos da crosta terrestre transformados e utilizados, e em suma conclui-se que o enorme progresso alcançado hoje em dia a nível tecnológico deve-se em grande parte à evolução no domínio dos metais que se faz sentir desde os povos neolíticos [24]. 3.2.2. CONSTITUIÇÃO DOS METAIS Um metal pode ser ‘sinónimo’ de elemento, substância ou liga, mas enquanto material sólido, é essencialmente constituído por elementos químicos de carácter metálico, com estrutura cristalina que lhes confere a capacidade dos eletrões de valência (responsáveis pela elevada condutividade térmica e elétrica dos metais - os metais são por natureza bons condutores térmicos e elétricos), fluírem livremente. Geralmente, os metais apresentam ordenação cristalina simples, com uma alta densidade atómica e elevada simetria, o que lhes confere características consideráveis, tais como elasticidade, resistência à tração e compressão, elasticidade (os metais apresentam alta capacidade de voltar ao seu estado normal após serem esticados), ductilidade (os metais facilmente são transformados em lâminas), entre outras [28]. Apesar de existirem catorze tipos de estruturas cristalinas de metais, os mais importantes ao nível do sector comercial solidificam num dos quatro tipos de arranjos apresentados no quadro seguinte:
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 17 Quadro 3.1 - Estruturas Cristalinas típicas de Metais. Adaptado [28] Estrutura Esquema Unitário Metais Típicos Cúbica simples (SC) Nenhum Cúbica corpo centrado (BCC) Ferro, Crómio, Manganês, Tungsténio, Tantálio, Titânio, Vanádio, Sódio, Potássio Cúbica face centrada (FCC) Ferro, Alumínio, Cobre, Níquel, Cálcio, Ouro, Prata, Chumbo, Platina Hexagonal compacta (HCP) Berílio, Cádmio, Magnésio, Zinco, Zircónio Os metais ao solidificarem formam núcleos sólidos em solução que atuam como um gérmen a partir do qual outros átomos se acrescentam de maneira a formar uma rede cristalina. A nucleação e o crescimento destes cristais ocorre em diversos pontos do líquido (até este ser consumido na sua totalidade), formando-se um aglomerado de cristais adjacentes. Cada cristal é designado num material policristalino por grão, sendo as fronteiras entre os grãos designadas por limites de grão. Os cristais geralmente apresentam dimensões da ordem de alguns micrómetros (também existem grãos com dimensões macroscópicas), podendo ser observados via microscopia ótica após a respetiva preparação metalográfica. No sentido da proporcionalidade indireta entre a taxa de nucleação e a dimensão dos grãos, verifica-se que quanto maior a taxa de nucleação, menores serão as dimensões dos grãos formados. Esta estrutura de grão influencia algumas das propriedades dos metais (físicas, químicas e mecânicas), isto porque os limites dos grãos e a textura cristalina irão condicionar as suas propriedades. É comum subdividir-se os metais em dois grandes grupos, os ferrosos (compostos por ferro) e os NãoFerrosos (onde o ferro está ausente). 3.2.3. METAIS FERROSOS 3.2.3.1. Nota Prévia O termo “ferrosos” é originária da palavra em latim ferrum, que significa “contém ferro”. Assim os metais ferrosos é um grande grupo de metais que representa os metais que são compostos pelo ferro, sendo este o principal elemento constituinte (representa mais de 90% da sua composição). Todos os metais ferrosos são geralmente magnéticos e têm alta resistência à tração.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 24 O alumínio e as suas ligas são amplamente utilizados no fabrico de produtos para a construção civil. Algumas das aplicações neste domínio são: em caixilharia de janelas, em guardas de varandas, em escadas, instalações elétricas e acessórios diversos. Outros sectores também usufruem destes materiais como a indústria aeronáutica na construção de peças da fuselagem dos aviões, rebites, entre outros; a indústria automobilística; a indústria alimentar no fabrico de recipientes para bebidas e conservas. Em suma, a aplicação do alumínio e das suas ligas na construção civil aumentou significativamente nos últimos 50 anos e isto deveu-se não só à otimização de processos de produção, como também ao desenvolvimento de processos de tratamento superficial (a anodização e a lacagem), que aumentam a resistência à corrosão e conferem (ao nível da estética) boa aparência a estes produtos. Assim torna-os apropriados para certas aplicações onde é exigida a conservação e manutenção da aparência superficial por bastante tempo. 3.2.4.4. Outras Ligas Podem ser exemplos de outras ligas o zinco, o estanho, entre outros. O zinco sólido tem uma estrutura hexagonal centrada e enquanto elemento químico tem o número atómico 30. Por vezes classificado como metal de transição ainda que estritamente não seja, apresenta semelhanças com o magnésio e o berílio além dos metais do seu grupo. É pouco abundante na crosta terrestre, contudo pode ser obtido com relativa facilidade. Apresenta coloração branca azulada e na presença de ar seco mostra-se estável, no entanto, na presença de humidade, forma uma capa superficial de óxido ou carbonato básico que isola o metal e o protege da corrosão. Para melhorar o seu comportamento em relação à corrosão pode ser pintado ou lacado [25]. O estanho sólido tem uma grande aplicação principalmente no que diz respeito à soldadura, na produção de bronze, mas também em pastas de dentes em conjunto com o flúor (SnF5) [25]. 3.3. ELEMENTOS METÁLICOS EM EDIFÍCIOS 3.3.1. NOTA PRÉVIA Cada vez mais se verifica o acentuado uso de metais e ligas metálicas na construção civil e as fachadas dos nossos edifícios são prova disso mesmo. Desde elementos de alguma envergadura como é o caso de portões de garagens ou de arrumos, até elementos mais esbeltos como são os casos das guardas de varandas e/ou estendais. Sem dúvida que o metal é um material esteticamente mais apreciável e essa ideia contribuiu bastante para este crescente empregue do mesmo no sector da construção civil. Apesar de não ser objeto de estudo é de salientar que atualmente existe uma tendência arquitetónica para o uso do metal como revestimentos de paredes. Materiais como o alucobond ou alucore contribuíram para o desenvolvimento da arquitetura moderna e oferecem características como a leveza, a rigidez, fácil processamento e estabilidade, excelente resistência a ventos fortes e diversidade de cores e acabamentos. Podendo existir outros demais elementos ou componentes metálicos na envolvente de edifícios, concluiu-se que irão ser abordados apenas os elementos metálicos mais frequentemente utilizados e visualizados nas fachadas do nosso país, tais como, as guardas metálicas existentes nas diversas
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 25 varandas, os estendais, os gradeamentos de janelas, os portões, os capeamentos e os tubos de queda e caleiras. Todos estes elementos têm em comum o facto de estarem sujeitos, em primeiro lugar, a ação atmosférica. Os principais fatores que influenciam o estado dos elementos metálicos quanto à ocorrência do processo de corrosão atmosférica são a existência de gases poluentes como são os óxidos de enxofre (SO2 e SO3) e a contaminação por cloretos e deste modo constata-se que as atmosferas industriais e marítimas são geralmente as mais corrosivas [33]. Outro fator determinante para a extensão da corrosão que ocorrerá e posterior degradação dos elementos, é o tempo durante o qual a superfície metálica pode permanecer húmida, e assim sendo o tipo de clima (geralmente quanto mais húmido e quente for o tempo, maior a corrosividade atmosférica) é uma questão a ter em conta [33]. Os principais metais usados nestes tipos de componentes metálicos exteriores são o aço (galvanizado e/ou pintado), o aço inoxidável, o ferro (fundido e/ou forjado), o cobre, o alumínio (anodizado ou lacado) e o zinco. 3.3.2. GUARDAS METÁLICAS (VARANDAS) 3.3.2.1. Considerações Iniciais As guardas, ou também habitualmente conhecidas como guarda-corpos, são elemento construtivos e que têm como principal função proteger as pessoas que permaneçam ou circulem na sua proximidade contra o risco de queda fortuita, sem no entanto impedir a sua passagem forçada. São normalmente aplicados em lugares altos e/ou abertos como varandas, terraços, escadas, rampas, zonas de desnível e em torno de piscinas [34]. Este elemento metálico é constituído por elementos horizontais e verticais e de fixação que ligados entre si devem formar um conjunto que garanta estabilidade e segurança (Figura 3.7). Fig. 3.7 - Constituição de uma guarda [35] 3.3.2.2. Normas Técnicas Em Portugal, a Norma 4491:2009 (IPQ) especifica as características dimensionais que as guardas em edifícios devem ter, para serem uma proteção mais eficaz. A referida norma aconselha que as guardas
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 26 tenham uma altura mínima (H) de 1,10 m e que não possuam espaçamentos (entre elementos) superiores a 9 cm (Figura 3.8). Em termos de características complementares, esta norma aconselha que as guardas não tenham elementos de apoio entre os 12 e os 100 cm de altura da guarda, isto para dificultar a escalada do elemento de proteção e nas situações em que as guardas sejam instaladas num plano avançado relativamente ao limite exterior do pavimento, o avanço da guarda (medido na horizontal), em relação a esse limite não deve exceder os 5 cm e o espaçamento entre o elemento horizontal inferior da guarda e o bordo exterior do pavimento não deve permitir a passagem de um gabarito esférico de 9 cm de diâmetro (Figura 3.9) [35]. Fig. 3.8 - Características essenciais [35] Fig. 3.9 - Características complementares [35] 3.3.2.3. Tipos de Materiais A variedade de designs, cores e conjugação de materiais é grande, mas tudo depende da criatividade do projetista e da melhor forma de harmonizá-lo com o conjunto arquitetónico. Guardas com ou sem prumos, com ou sem passa-mãos, opacos, translúcidos ou transparentes, fixos em sapatas, calhas ou agrafados, a diversidade de combinações é vasta [34]. São vários os materiais empregues neste tipo de elementos exteriores, no entanto e em virtude da respetiva dissertação será abordado apenas os materiais metálicos, tais como, o aço inoxidável, o
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 27 alumínio (Figura 3.10) e o ferro (Figura 3.11). As guardas podem ser simplesmente constituídas por estes metais ou, como cada vez é mais usual, conjugados com painéis de vidro. Fig. 3.10 - Guarda em Alumínio com painéis de vidro [34] Fig. 3.11 - Guarda em Ferro com painéis de vidro [34] 3.3.3. ESTENDAIS Os estendais que normalmente se avistam nas fachadas dos edifícios servem para uma utilização prática e sendo assim têm a finalidade, como é de fácil compreensão, colocar roupa a secar em ambiente exterior e garantir que as mesmas não fiquem amarrotadas e que se mantenham em perfeitas condições. Estes podem ser articulados (Figura 3.12) ou de barra (Figura 3.13) e são elementos maioritariamente em aço inoxidável e alumínio e estão fixos à fachada.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 28 Fig. 3.12 - Estendais articulados [36] Fig. 3.13 - Estendais de barra (com 3 roldanas) [36] 3.3.4. GRADEAMENTO DE JANELAS Os gradeamentos metálicos servem exclusivamente para garantir a segurança de determinados locais ou zonas, sejam residenciais, industriais ou até comerciais. Existem variadíssimos modelos de gradeamentos, clássicos e contemporâneos, tais como, grades simples e imóveis fixadas exteriormente (Figura 3.14), grades lagarta cuja principal característica é ser retráctil, e que ao contrário das grades comuns, estas podem ser abertas e fechadas sempre que necessário, desobstruindo assim passagens ou paisagens (Figura 3.15) e grades de enrolar, que podem ser micro-furadas, semi-abertas ou totalmente fechadas (Figura 3.16). Estes elementos podem ser fabricados a partir de vários metais ou ligas metálicas como por exemplo, do alumínio, aço, ferro, entre outros.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 29 Fig. 3.14 - Gradeamento de fixação simples Fig. 3.15 - Grades lagarta [38] Fig. 3.16 - Grades de enrolar [39]
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 30 3.3.5. PORTÕES Um portão é um ponto de entrada de um espaço fechado por paredes, ou uma abertura num muro ou cerca. Pode prevenir ou controlar a entrada e/ou saída de pessoas, animais, veículos (no caso de garagens) ou simplesmente servirem meramente com elemento decorativo. A diversidade de modelos é vasta e podem ser de uso manual ou aliados a um sistema elétrico (automatizados): Portões Basculantes Este tipo de portões é composto por um painel apoiado por dois braços articulados, que posteriormente são apoiados sobre as ombreiras, e onde o painel desliza sobre calhas integradas. Os dois braços articulados e unidos por uma barra de torção, suportam o painel e o seu peso é compensado por dois conjuntos de 3 molas de torção e helicoidais. O movimento do painel efetua-se sem esforço, o seu basculamento exterior, permite obter o máximo de espaço no interior da divisória durante o seu funcionamento [40]. Fig. 3.17 - Portão Basculante [41] Portões de Batente Os portões de batente abrem-se girando ao redor de um pivô, como uma porta comum. A abertura das folhas é feita geralmente dentro da propriedade e necessita de um espaço interno apropriado. Fig. 3.18 - Portão de Batente (automatizado) [42]
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 31 Portões de Fole Este tipo de portões desliza numa calha dupla em movimento horizontal com guia inferior no solo. Os painéis articulados ocupam um espaço mínimo lateralmente quando aberto: deixa-se o vão completamente livre na largura e altura; fácil de manobrar e silenciosa; pouco sofisticada, exige pouca manutenção; ideal para grandes vãos [43]. Fig. 3.19 - Portão de Fole [44] Portões de Correr Os portões de correr de entradas de habitações são geralmente de apenas uma folha que corre sobre um carril no piso com cremalheira. Para a sua movimentação necessitam de um espaço comprido e estreito, onde o portão corre durante a fase de abertura e de fecho. Este tipo de portão é a proteção ideal em caso de entradas amplas, acessos posicionados em subida ou onde não existe espaço suficiente para manobrar dentro da propriedade para a abertura do portão de batente [45]. Em garagens é muito frequente existir portões de correr mas que fisicamente são diferentes porque se articulam para puder correr horizontalmente ou verticalmente ocupando o menor espaço possível. Fig. 3.20 - Portão de Correr [45]
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 32 Estes elementos podem ser fabricados a partir de vários materiais sendo o mais usual serem construídos a partir de metais ou ligas metálicas, como é o caso do alumínio, aço, ferro forjado, ferro fundido, entre outros. 3.3.6. CAPEAMENTOS Os capeamentos são um elemento fundamental para muros, sendo também importantes em palas e platibandas. Para além de permitirem um perfeito acabamento, estes elementos tem como principal objetivo evitar a infiltração de águas pluviais, garantindo assim o seu bom estado e proporcionando uma maior longevidade. Normalmente, os muros acessíveis e ou de limitação da zona habitacional são protegidos com capeamentos em pedra natural ou artificial (Figura 3.23), em cerâmica ou pré-fabricado em betão. Porém, o capeamento de muros de telhados acessíveis (Figura 3.21), de palas (Figura 3.22) e de outros elementos que necessitem do mesmo são fabricados em zinco, podendo inclusive encontrar-se em alumínio. Fig. 3.21 - Capeamentos metálicos em muros [46] [47]
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 33 Fig. 3.22 - Capeamentos metálicos em palas Fig. 3.23 - Capeamentos de pedra em muros [48] 3.3.7. TUBOS DE QUEDA E CALEIRAS (ÁGUAS PLUVIAIS) Estes dois elementos complementam-se no que à recolha e transporte de águas pluviais diz respeito. Os tubos de queda em questão são tubos colocados na vertical e que servem para escoar as águas pluviais recolhidas pelas caleiras para os coletores ou valetas. No caso de serem colocados exteriormente, são fixos às fachadas dos edifícios a partir de abraçadeiras ou outro mecanismo próprio. Estes mecanismos de fixação podem ser do mesmo tipo de material do tubo ou de outro tipo desde que esteja garantida a segurança e durabilidade do mesmo. As caleiras são dispositivos de recolha para condução das águas pluviais para os ramais ou tubos de queda. Tomando em perspetiva a diversidade de materiais metálicos que podem servir de fabrico para estes dois elementos, saliento os mais usuais, como são o caso do aço galvanizado, do alumínio ou por exemplo do cobre.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 40 4.4.2.4. Corrosão Galvânica ou Bimetálica Fenómeno em que um metal vai acentuar a velocidade de corrosão noutro metal, com estes em contacto físico e imersos num meio corrosivo (meio eletrolítico), permitindo a passagem de eletrões entre ambos. Os metais dissimilares desenvolvem uma diferença de potencial entre si, em que o metal ou a liga menos nobre (ânodo) corrói [25]. Este tipo de corrosão é tanto mais intenso quanto mais distanciados entre si estiverem os dois materiais na série do potencial elétrico ou quanto melhor condutor for o meio eletrolítico. Além disso, a intensidade depende também da relação entre a área catódica e a área anódica (área do metal mais nobre sobre a do menos nobre), sendo de evitar os grandes cátodos para pequenos ânodos, o que por vezes se verifica ao pintar os metais menos nobres, quando se devia efetuar o contrário. A corrosão Galvânica ou Bimetálica é muito habitual em tubagens de aço galvanizado (com zinco), em conjunto com acessórios de ligas de cobre. Os efeitos da corrosão galvânica ou bimetálica podem ser contornados ou prevenidos através do seguinte modo: seleção de metais próximos na série galvânica; isolar (entre si) os materiais diferentes sempre que possível; prever a substituição periódica do material menos nobre; evitar relações de área desfavoráveis, isto é, pequenos ânodos para grandes cátodos, entre outros. 4.4.2.5. Corrosão por Picadas A corrosão por picadas é um tipo de corrosão localizada e caracterizada por apresentar furos na superfície metálica decorrentes da ação corrosiva concentrada em alguns pontos. É um dos tipos de corrosão mais destrutivo, pois escava a superfície dos metais, eventualmente até à perfuração completa e por vezes é de difícil deteção devido ao diminuto tamanho dos furos e estarem cobertos com os produtos da corrosão. Em geral manifesta-se em metais que apresentam uma excelente resistência à corrosão por formação de filmes muito protetores, como por exemplo os aços inoxidáveis. Este processo corrosivo é geralmente autocatalítico e está associado à corrosão por arejamento diferencial, anteriormente descrita [25]. Fig. 4.4 - Corrosão por Picadas num tubo [55] 4.4.2.6. Corrosão-Erosão Acontece pela ação conjunta da corrosão e da erosão. É um processo corrosivo associado à ação erosiva de um fluido em movimento numa superfície metálica. Quando este movimento é rápido, com velocidades acima de um certo valor limite
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 41 (raramente é provocada por fluidos que circulem a velocidades inferiores a 0,5 m/s), provoca a erosão de revestimentos/películas protetoras. Ou seja, o fluido ao movimentar-se na superfície metálica destrói a camada passiva, remove os iões metálicos (dissolvidos em solução) e arrastando-os das superfícies, a uma velocidade tal que impede a regeneração do filme passivante. Normalmente a superfície atacada apresenta anomalias tais como, riscos, furos arredondados, ondulações entre outras marcas, que geralmente têm a orientação do escoamento do respetivo fluido [25]. 4.4.2.7. Corrosão sob Tensão A corrosão sob tensão é um tipo de corrosão grave e que resulta da ação simultânea de um meio corrosivo (ação química) e de tensões de tração (ação mecânica) no metal. A corrosão inicia-se na superfície e propaga-se através da rede cristalina para o interior do metal na forma de fissuras [33]. As velocidades de corrosão envolvidas são geralmente baixas e o nível de tensões existentes é frequentemente muito inferior ao da tensão de cedência do material (limite elástico). Este fenómeno tem aumentado substancialmente devido ao aparecimento de aços de alta resistência e dos novos códigos de projetos que permitem tensões mais elevadas. Diversas variáveis afetam este fenómeno, como a temperatura, a natureza do metal, a composição do meio líquido corrosivo e o nível de tensão mecânica [25]. Fig. 4.5 - Corrosão sob tensão fraturante em tubo de aço inoxidável [55] 4.4.2.8. Corrosão por Fadiga Este tipo de corrosão pode ser considerado como um modo da corrosão sob tensão e acontece pela ação conjunta da corrosão e da fadiga (os esforços de fadiga diferenciam-se por serem repetitivos ou cíclicos, ou seja, não estáticos) dos metais. Exemplos deste tipo de fenómeno são: o das caldeiras de vapor que estejam submetidas a ciclos de aquecimento brusco seguido de arrefecimento; as peças metálicas sujeitas a variações diárias de temperaturas (como em monumentos no exterior) ou ainda da degradação das estruturas das aeronaves, em especial das asas, que durante a vida útil sofrem muitas variações cíclicas de condições de utilização (esforços, temperaturas, entre outros).
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 42 4.4.2.9. Corrosão Seletiva É um processo corrosivo onde apenas um dos elementos de uma liga metálica é corroído. O resultado da corrosão seletiva é uma estrutura esponjosa, materiais porosos e com fraca resistência mecânica [53]. O exemplo mais comum deste tipo de corrosão ocorre no latão (liga de cobre e zinco) e é conhecido por deszincificação do latão (perda de zinco em ligas Cobre-Zinco). A corrosão seletiva do zinco (em latões) provoca a diminuição da resistência mecânica do metal e traduz-se basicamente pela remoção do zinco relativamente ao cobre e o ataque é imediatamente visível a olho nu: a liga apresenta a cor vermelha do cobre que contrasta com o amarelo inicial do latão. Os ferros fundidos, ou seja, as ligas de ferro com elevado teor em carbono que contém silício, também são suscetíveis a corrosão seletiva: as suas camadas superficiais ficam com o aspeto da grafite e são facilmente cortadas com um canivete. A grafite remanescente permite que o objeto de ferro fundido mantenha a sua forma, no entanto a sua resistência e peso são muito reduzidas. Este é o tipo de corrosão seletiva que designamos por corrosão grafítica, ou simplesmente por grafitização [56]. Fig. 4.6 - Corrosão grafítica em componente de bomba centrífuga de ferro fundido [55] 4.4.2.10. Corrosão Intersticial Também designada por corrosão em fendas ou sob depósitos, este tipo de corrosão é uma forma de corrosão localizada que se desenvolve em interstícios (fendas, gretas, uniões de peças, sob depósitos de partículas) onde se podem formar pequenos volumes de água estagnada, e que geralmente no interior dos quais se dá a corrosão por arejamento diferencial. No interior do interstício, ocorrem reações eletrolíticas que modificam a composição do eletrólito, tornando-o mais ácido. A diminuição do pH permite a rutura da camada passivadora dos aços inoxidáveis, o que origina uma intensa corrosão localizada. O mecanismo é semelhante à corrosão por picadas, com a diferença que neste caso a “picada” (por exemplo, fenda ou greta) já existia, e por esse motivo é mais fácil de se iniciar que propriamente a corrosão por picadas. Este tipo de corrosão pode suceder quando algum componente metálico próximo desenvolve um processo de corrosão (por exemplo, por corrosão uniforme) ou existem partículas em suspensão na solução.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 43 A corrosão é principalmente grave para cavidades em forma de fendas, sendo o ataque tanto maior quanto menor for a abertura da fresta e quanto maior for sua profundidade [25]. A corrosão intersticial é frequente em soldaduras deficientes, sob rebites, juntas roscadas, entre outros. Para evitarmos este tipo de ocorrência, podemos: usar uniões soldadas em detrimento das aparafusadas ou rebitadas; fechar as ranhuras existentes em interfaces expostas, por calafetagem e projetar estruturas com drenagem completa, evitando cantos retos e regiões estagnantes. 4.4.2.11. Corrosão Intergranular Este tipo de corrosão desenvolve-se nos limites (fronteiras) dos grãos cristalinos, com uma progressão contudo semelhante à formação de fissuras, tendo como consequência a desagregação da liga e perda de propriedades mecânicas. Pode suceder por: impurezas no limite do grão; enriquecimento num ou mais elementos de liga na fronteira de grão e empobrecimento em certos elementos nessas mesmas áreas [25]. A corrosão intergranular acontece principalmente nos aços inoxidáveis expostos a alguns meios corrosivos, quando a periferia do grão fica com menor quantidade de crómio livre do que o interior dos grãos, tornando-se assim regiões anódicas, aonde se formam fendas. 4.4.2.12. Corrosão em Camadas ou por Esfoliação (processo de separação, por lâminas, escamas ou fólios) É um tipo de corrosão intergranular, que ocorre em metais apresentando uma microestrutura marcada por processos mecânicos de conformação com elevadas taxas de deformação, geralmente caracterizada por grãos alongados dispostos segundo a direção de maior deformação, e eventualmente grãos espalmados segundo o plano perpendicular à ação mecânica de compressão [53]. Este fenómeno acontece por progressão preferencial da corrosão ao longo do limite de grão, provocando (devido à menor densidade dos produtos de corrosão formados e à estrutura de grãos muito alongados segundo uma direção preferencial) destacamentos de camadas internamente não corroídas. Casos típicos são a esfoliação em alumínios extrudidos e alguns ferros forjados a quente. Fig. 4.7 - Corrosão por camadas num componente de liga de alumínio [55]
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 44 4.4.2.13. Corrosão Microbiana Esta forma de corrosão está diretamente relacionada com a ação de microrganismos, que podem atacar os elementos metálicos de diversas maneiras, como: destruindo a camada passivadora ou revestimentos protetores; promovendo a despolarização do cátodo, consumindo o hidrogénio e reduzindo os sulfatos a sulfuretos ou produzindo ácidos minerais ou orgânicos. A corrosão microbiana pode manifestar-se de um modo mais uniforme ou localizado (por exemplo por picadas), e por isso pode ser englobada num dos tipos descritos anteriormente [25]. 4.4.3. CONSEQUÊNCIAS DOS EFEITOS DANOSOS Em suma, podemos concluir que a corrosão e as suas variantes provocam determinadas consequências nos diferentes elementos metálicos, tais como: Perda de qualidade no aspeto; Elevação do custo de manutenção; Interrupção do funcionamento; Contaminação de produtos; Perda de peças/componentes; Redução da segurança. 4.4.4. CUIDADOS BÁSICOS AQUANDO DA ETAPA DE PROJETO Independentemente do tipo de metal, certos cuidados e medidas tomadas na etapa de projeto, podem contribuir significativamente para a melhoria da resistência à corrosão. Portanto, ao nível do projeto deve-se considerar aspetos tais como [57]: Geometria dos componentes - A forma geométrica externa e interna deve facilitar a manutenção; - Evitar arestas vivas, recessos, rebarbas, gretas ou cavidades; - Projetar a estrutura de forma a evitar locais de acesso dificultado para possíveis manutenções; - Usar tubulações com formato suave; - Evitar reduções repentinas de diâmetro (estas devem ser graduais); - Evitar locais que favoreçam a acumulação de água e/ou a deposição de partículas - zonas preferenciais de ocorrência de corrosão (Figura 4.8); - As caleiras devem ser projetadas para permitir o livre fluxo de ar, de forma a acelerar o processo de secagem; - Em soldas longas, manter a continuidade do filete, evitando-se cavidades; - Juntas soldadas provocam menos problemas do que as aparafusadas;
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 45 Fig. 4.8 - Corrosão devido à acumulação de depósitos [58] Acabamentos superficiais - Evitar superfícies rugosas (retenção de pó e humidade); - Escolher cantos arredondados e superfícies planas; - Escolher superfícies inclinadas (melhor secagem e autolimpeza) Compatibilidade dos materiais (Figura 4.9) - Evitar peças semienterradas ou semissubmersas; - Usar isolamentos, metal mais nobre com a área menor do par galvânico, tintas sobre ambos os materiais para evitar o contacto metal/meio ou revestimentos metálicos; Fig. 4.9 - Revestimentos ou isolamento para evitar o contato direto de dois metais [57].
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 46 4.4.5. ANOMALIAS/PROBLEMAS CONSTRUTIVOS DEVIDO À CORROSÃO 4.4.4.1. Nota Prévia A ação corrosiva, dentro dos diferentes tipos e formas de atuar, contribui para acelerar ou provocar o aparecimento de anomalias nos diferentes elementos metálicos. As anomalias resultantes dessa ação podem dividir-se em dois tipos, anomalias superficiais e anomalias profundas, e que podem se manifestar sob diversas formas. 4.4.4.2. Anomalias Superficiais e suas Manifestações As anomalias superficiais traduzem-se simplesmente pela alteração do aspeto da superfície dos elementos metálicos e isto acontece devido ao facto dos produtos da corrosão apresentarem uma cor diferente da cor original da superfície metálica. Em relação aos elementos metálicos nas envolventes de edifícios, ou seja exteriores, este tipo de anomalias tem uma certa importância pois além de serem elementos de proteção e/ou ligação são também elementos decorativos e estas anomalias têm consequências ao nível da estética. As principais manifestações das anomalias superficiais são [7]: Alteração da cor: Esta manifestação consiste numa alteração generalizada da superfície do elemento metálico e ocorre ao fim de algum tempo de exposição. Com a contínua ação do processo de corrosão e a formação das diversas camadas de produtos de corrosão, a superfície do elemento metálico perde o seu brilho característico dando lugar a diferentes cores que dependem do tipo de produtos de corrosão que se formem. Fig. 4.10 - Exemplo de alteração de cor
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 47 Manchas: Devido à formação dos produtos da corrosão aparecem manchas nas superfícies dos elementos metálicos, que no início apresentam pequena dimensão mas que com o passar do tempo e com a ação da corrosão pode aumentar até que toda a superfície metálica se encontre alterada. Fig. 4.11 - Exemplos de manchas Escorrimentos: Este tipo de anomalia superficial surge sobretudo quando os produtos da corrosão formados são de natureza solúvel e através da água da chuva são arrastados para zonas inferiores à zona corroída, onde se depositam à medida que se evapora. Destacamentos: Esta manifestação aparece sobretudo nos metais revestidos com produtos orgânicos, tais como pinturas (as tintas são revestimentos não metálicos de natureza orgânica e são o método convencional mais utilizado no combate a corrosão devido ao seu baixo custo e fácil aplicação), lacagem, resinas, e consiste no aparecimento de empolamentos desses revestimentos devido à pressão exercida pelos produtos formados pela corrosão no metal. Fig. 4.12 - Exemplo de destacamento
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 48 4.4.4.3. Anomalias Profundas e suas Manifestações Por sua vez, as anomalias profundas são deformações deveras mais preocupantes. Neste tipo de anomalias os danos causados pela corrosão afetam a integridade e/ou funcionalidade do elemento metálico, sendo necessário, aquando a sua ocorrência, a reparação do elemento ou à substituição do mesmo por um elemento constituído por material mais resistente à corrosão. As principais manifestações das anomalias profundas são [7]: Picadas/Perfurações: Este tipo de manifestação que resulta de uma corrosão localizada consiste em perfurações de pequeno diâmetro na superfície do elemento metálico. Inicialmente as picadas são superficiais, mas ao longo do tempo e com o evoluir em profundidade do processo de corrosão, transformam-se em “cavidades” na superfície metálica, geralmente com produtos de corrosão. No entanto, quando em estágios iniciais a sua deteção é manifestamente difícil pois na superfície a degradação é pequena em comparação com a degradação que pode atingir em profundidade. Normalmente, este tipo de manifestação ocorre em locais expostos a meios aquosos, salinos ou com insuficiente drenagem e é provocada pela deposição concentrada de material nocivo ao metal, por pilha de arejamento diferencial ou por pequenos furos que permitam a infiltração e o arejamento de substâncias liquidas na peça. Diminuição da espessura: Este tipo de manifestação que resulta de uma corrosão generalizada das superfícies do elemento consiste na diminuição gradual global da espessura das peças/elemento metálico. As consequências desta anomalia são principalmente em relação às suas propriedades de resistência mecânica e que gradualmente levará à perda de partes do elemento metálico. Fig. 4.13 – Exemplo de diminuição de espessura de um elemento metálico
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 49 Perda de peças/partes do elemento metálico: A perda de partes constituintes do elemento metálico pode ocorrer em virtude da existência de corrosão (localizada ou em extensas zonas da superfície do elementos ou das peças de fixação) ao longo de toda a espessura. Fig. 4.14 - Exemplo de uma guarda partida Fissuras: A formação deste tipo de anomalia pode resultar de duas situações: da ação da corrosão em sintonia com as tensões mecânicas, que em certos ambientes, pode levar ao aparecimento de fissuras através da rede cristalina do metal e por sua vez à rotura do elemento metálico; e da presença de tensões residuais no metal resultante de operações como a soldadura, estiragem, laminação a frio ou forjagem. 4.4.6. MÉTODOS DE PREVENÇÃO DA CORROSÃO 4.4.5.1. Nota Prévia A reparação dos danos causados pela corrosão nos diferentes elementos metálicos pode ser um processo dispendioso. Deste modo a maneira mais eficiente de combater a corrosão é apostar na sua prevenção, que passa por atuar nos fatores que a promovem (Figura 4.2), procurando minimizar ou até mesmo eliminar a ocorrência das principais anomalias, descritas anteriormente no subcapítulo 4.4.3 [7]. Existem diversos métodos ou medidas para proteger os metais da corrosão, tais como: seleção do material adequado, evitar erros na instalação, manutenção periódica, aplicação de revestimentos metálicos, aplicação de revestimentos inorgânicos, aplicação de revestimentos orgânicos e proteção catódica. 4.4.5.2. Seleção do Material Adequado Na fase de projeto, a prevenção faz-se selecionando para o elemento metálico o material mais adequado em termos de resistência à corrosão para o tipo de aplicação e corrosividade do meio em que o elemento metálico vai ser utilizado.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 56 conhecimentos do Engenheiro António Vasconcelos (Diretor dos Serviços Técnicos e de Manutenção), constatou-se que a FEUP não seria um bom caso de estudo. Pois passados doze anos da sua existência os elementos metálicos que estão em estudo nesta dissertação continuam em bom estado de conservação e sem que tenha existido grandes intervenções ao nível da reabilitação e/ou manutenção. Em suma, no que aos elementos em estudo diz respeito, a nossa Faculdade apresenta bons resultados. Assim, optou-se por definir outros objetos de estudo, dividindo-se entre duas zonas geográficas da Área Metropolitana do Porto: Baixa do Porto e Foz/Matosinhos. A escolha das zonas deveu-se sobretudo às diferentes condições de exposição dos edifícios e ao facto de se tratar de construções de tipo e épocas diferentes. 5.2. DESCRIÇÃO DAS ZONAS EM ESTUDO 5.2.1. NOTA PRÉVIA Como referido anteriormente, a amostra do estudo apresentado neste trabalho é respeitante a duas diferentes zonas da AMP (Área Metropolitana do Porto), sendo que cada edifício inspecionado estará devidamente descrito nas fichas de inspeção e devidamente associado à respetiva zona em estudo. 5.2.2. BAIXA DO PORTO A Baixa do Porto é a designação dada à zona central da cidade do Porto. É uma zona que além de apresentar edificações com algum estado de degradação, o que poderá ser benéfico para o estudo, é uma zona que, ao contrário da outra, apresenta enorme tráfego automóvel, o que significa que a libertação de gases atmosféricos prejudiciais para as fachadas será maior. Além disso esta é uma zona mais vulnerável à ação humana, o que pode alterar o desempenho dos elementos em estudo. Fig. 5.1 – Baixa do Porto [61]
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 57 5.2.3. FOZ/MATOSINHOS A Foz pertence à zona ocidental da cidade do Porto que inclui as freguesias da Foz do Douro, Nevogilde e ainda Lordelo do Ouro e Aldoar. É uma zona turística e onde se pode desfrutar da beleza do Oceano Atlântico, o que a caracteriza e respetivamente conduziu à sua escolha como uma das zonas em estudo, ou seja o facto de se situar perto mar. As zonas marítimas caracterizam-se pela maior velocidade de degradação devido à ação dos cloretos, e portanto é uma situação importantíssima a ter em conta no estudo realizado. Fig. 5.2 – Foz [62] A cidade de Matosinhos, pertencente à Grande Área Metropolitana do Porto, é conhecida pelas suas belíssimas praias, sendo esta uma zona costeira que vive muito do que o mar lhe oferece. É sem dúvida uma importante zona de estudo devido principalmente à sua proximidade do mar [como no caso da Foz] que é diferente da zona da Baixa devido sobretudo à ação dos cloretos provenientes do mar.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 58 Fig. 5.3 - Matosinhos [63] 5.3. FICHA DE INSPEÇÃO UTILIZADA O recurso a fichas de inspeção foi desde sempre uma opção largamente aplicada em muitos trabalhos de avaliação do estado de conservação das construções, e este trabalho não foi exceção. Como visto anteriormente, a elaboração de fichas de inspeção constitui um ponto necessário e fundamental a uma boa base de dados, que proporciona uma correta análise estatística dos dados encontrados. A ficha de inspeção foi elaborada tendo em conta alguns pressupostos e critérios, que serão explicados posteriormente no capítulo 5.3.1, e permite a recolha de informação de uma forma organizada e sistematizada, incluindo o respetivo registo fotográfico, sendo uma ferramenta essencial no âmbito deste estudo (indispensável para o registo a figurar na base de dados). Esta ficha encontra-se estruturada com o intuito de se adaptar a qualquer tipo de edifícios. Organizadas de forma hierarquizada, estas fichas possibilitam vários tipos de análise através da informação contida e proporcionam um conhecimento mais profundo dos elementos metálicos que estão na base de estudo. A informação contida na ficha de inspeção é a seguinte: Identificação do Edifício; Descrição do Edifício; Caracterização do Elemento Metálico; Caracterização do Local do Elemento Metálico; Condições de Manutenção do Elemento Metálico; Estado de Conservação do Elemento Metálico; Registo Fotográfico. A ficha de inspeção completa encontra-se no anexo A.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 59 5.4. DESCRIÇÃO DA FICHA DE INSPEÇÃO UTILIZADA 5.4.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS A descrição e apresentação da ficha de inspeção será dividida consoante os itens anteriormente referidos. Esta descrição vai ser efetuada com um exemplo de preenchimento da mesma, neste caso a inspeção de um portão na zona da Foz/Matosinhos. No cabeçalho da ficha de inspeção é indicado o número, a referência (associada às diferentes zonas em estudo) e a data de preenchimento. Fig. 5.4 – Cabeçalho da Ficha de Inspeção 5.4.2. IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Através deste item é efetuada a recolha relativa à identificação do edifício, como a sua denominação (se possível) e a sua morada. Fig. 5.5 – Ficha de Inspeção – Identificação do Edifício 5.4.3. DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Neste item é identificada a sua época de construção, que nos permite saber a idade do edifício (dado relevante neste tipo de estudo), o tipo de uso do edifício, o número de pisos que este contém e também é registado se o mesmo sofreu algum tipo de intervenção e em que ano.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 60 Fig. 5.6 – Ficha de Inspeção – Descrição do Edifício 5.4.4. CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Neste item é efetuada a caracterização do elemento metálico, quanto ao tipo de elemento (sendo que este trabalho engloba variados elementos), ao tipo de metal e acabamento, ao tipo de ligação, ao tipo de uso e ao número de anos que o mesmo possui. Além disto, é registado se o elemento em causa já sofreu algum tipo de intervenção. Fig. 5.7 – Ficha de Inspeção – Caracterização do Elemento Metálico 5.4.5. CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Na caracterização do local do elemento metálico é feita a descrição do tipo de acesso, do tipo de orientação da fachada e do tipo de exposição solar (fatores importante no estudo da deterioração do elemento).
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 61 Fig. 5.8 – Ficha de Inspeção – Caracterização do Local do Elemento Metálico 5.4.6. CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Neste item é considerada a manutenção feita pelos utilizadores ou moradores, como as operações de limpeza (via seca ou húmida) e o tipo de recurso (manual ou mecânico) utilizado nas mesmas. A regularidade da manutenção também é indicada, sendo descrita a regularidade no campo de observações. Fig. 5.9 – Ficha de Inspeção – Condições de Manutenção do Elemento Metálico 5.4.7. ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO 5.4.7.1. Nota Prévia Num edifício e em muitos dos seus componentes, o aparecimento de uma anomalia é algo de muito comum, tanto nos edifícios mais antigos como nos mais recentes. No estado de conservação do elemento metálico são apresentadas diversas anomalias (superficiais e profundas) relativas às condições de serviço. As principais manifestações das anomalias superficiais são: a alteração da cor e/ou brilho, manchas, destacamentos, escorrimentos e riscagem. Em relação às anomalias profundas destacam-se as picadas ou perfurações, a diminuição da espessura, a desagregação das peças e as fissuras. 5.4.7.2. Níveis de Degradação Tendo em conta as primeiras abordagens em campo, considerou-se ser possível adaptar as principais anomalias de forma a obter uma escala de níveis de degradação. Estes níveis serão definidos consoante
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 62 as anomalias sejam mais ou menos influentes na degradação dos elementos metálicos, sendo natural que as anomalias superficiais não têm um papel tão relevante no desempenho dos elementos metálicos como as anomalias profundas. Quadro 5.1 – Classificação visual para a avaliação da degradação dos elementos metálicos Níveis de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação Nível 1 – Nulo/Insignificante o Sem degradação detetável visualmente o Apresenta sujidade o Alteração da cor/brilho o Pequenas manchas superficiais 4.0 Nível 2 – Ligeiro (degradação ligeira) o Parcialmente/Totalmente riscados o Presença localizada de fungos o Pequenos destacamentos de pintura o Manchas na totalidade do elemento 3.0 Nível 3 – Médio (degradação mediana) o Presença de escorrimentos o Existência de pequenas picadas o Existência de pequenas fissuras o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação 2.0 Nível 4 – Elevado (degradação elevada) o Perfurações visíveis a olho nu o Fissuração generalizada o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento o Desagregação de peças (elementos partidos) 1.0 Assim, pode-se dizer que o nível 1 de degradação corresponde a anomalias superficiais com pouco significado e o nível 2 corresponde a anomalias superficiais de pequena/média escala. Por sua vez, o nível 3 corresponde a anomalias superficiais mas desta vez em grande escala e a anomalias profundas em pequena escala e o nível 4 a anomalias profundas e em grande escala. Este último nível como é caracterizado a partir só de anomalias profundas será em princípio pouco encontrado visto que a ocorrência de anomalias profundas é rara, já que implica a substituição ou a reparação do componente metálico que foi afetado na sua integridade ou funcionalidade. Na elaboração dos diferentes níveis de degradação, definiu-se como estado limite o nível 3. Deste modo, para cada forma de degradação de nível inferior ou igual a 3, considerou-se que os elementos metálicos cumpriam as exigências. É um limite de durabilidade um pouco subjetivo, visto que o estado limite pode variar consoante se considerem exigências de segurança, de funcionalidade ou de aparência, no entanto para o caso em concreto evidencia ter sido bem ponderado. Em termos práticos relativamente à classificação consoante o estado de degradação (Quadro 5.1), sempre que ocorrer a seleção de uma ou mais anomalias num nível de degradação superior será a classificação desse nível a adotada.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 63 5.4.7.3. Níveis de Exposição A diversidade de variáveis que exercem influência direta nos mecanismos de degradação dos elementos metálicos, seja num processo intrínseco aos próprios mecanismos, seja na velocidade em que a degradação evolui, faz com que os dados obtidos acerca da quantificação da anomalia sejam, regra geral, um pouco dispersos. Assim, um dos fatores importantes a considerar no estado de conservação prende-se com as condições de exposição dos elementos em estudo. Portanto, consideraram-se as seguintes variáveis nas condições de exposição [64]: Acesso: Este fator caracteriza-se pela facilidade ou não de aceder ao elemento, a sua vulnerabilidade à ação humana. Orientação da fachada (que contém o elemento em estudo): Apresenta-se como um fator preponderante, pois dependente da orientação está a maior ou menor incidência de luz solar, em particular à exposição aos raios ultravioleta que é um relevante agente de degradação. Proximidade ao mar: Ainda a considerar existe a proximidade do mar das fachadas (que contêm os elementos em estudo), uma vez que as condições atmosféricas e de microrganismos alteram-se segundo a distância ao mar. Espera-se que na zona marítima a velocidade de degradação seja maior devido à ação dos cloretos. Proximidade de vias: Este fator pode influenciar as condições de exposição, dado que, regra geral, quanto maior o grau da via de trânsito/circulação, maior será a sua capacidade e frequência quanto ao número de veículos que a atravessa e, por conseguinte, maior será a libertação de gases atmosféricos prejudiciais e mais vulneráveis à ação humana, o que poderá alterar o seu desempenho. Idade do Elemento: Por fim, a idade do elemento, que é talvez o fator mais decisivo e mais complicado de qualificar. No entanto, após a avaliação e ponderação de alguns dados retirados das primeiras ações de inspeção chegou-se à conclusão que a melhor forma de classificar os elementos quanto a este fator seria dividir o tempo de vida dos elementos em 3 escalas, dos 0 aos 10 anos, entre os 10 e os 30 anos, e finalmente mais de 30 anos. É uma avaliação um pouco subjetiva mas devidamente ponderada conforme os resultados obtidos das inspeções. É certo que existam outros critérios, no entanto estes são os mais significativos e relevantes para o caso de estudo. Relativamente às variáveis escolhidas, deve-se ter em consideração que nem todas as variáveis exercem a mesma influência na degradação dos elementos metálicos, porém essa situação não foi abordada. Com base no referido, adotaram-se os seguintes valores para a ponderação das condições de exposição nos diferentes casos:
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 64 Fig. 5.10 – Condições e Níveis de Exposição. Adaptado [64] Na figura 5.10, pode-se observar que existem cinco variáveis que definem as condições de exposição, e que em cada uma dessas variáveis existem três hipóteses possíveis de escolha (0.20, 0.60, 1.00). Estes diferentes valores correspondem às diferenças verificadas nas variáveis para os diferentes elementos em estudo. A título de exemplo, um elemento pode encontrar-se numa fachada em que o acesso ao mesmo é normal (1,00), estar orientada a Norte (0,20), situar-se numa zona longe do costa (0,20), estar na imediação de vias de trânsito principais (1,00) e ainda ter menos de 10 anos de idade (0,20). Somando todos os valores correspondentes, o resultado obtido será de 2,60, que através da escala de valores apresentada na figura 5.10, conclui-se que o nível de exposição associado a este elemento é E2. O total da soma dos valores correspondentes às variáveis definirá então o nível de exposição, sendo que [64]: Nível de Exposição 1 (E1) – condições agressivas quase inexistentes; Nível de Exposição 2 (E2) – condições pouco agressivas (baixa vulnerabilidade); Nível de Exposição 3 (E3) – condições agressivas; Nível de Exposição 4 (E4) – condições muito agressivas (vulnerabilidade elevada); Através da mesma figura (Fig. 5.10) conclui-se que a cada nível de exposição corresponderá a um valor de majoração, ou melhor um incremento qualitativo, isto com o intuito de distinguir os diversos elementos metálicos quanto ao seu estado geral de conservação. Isto é, os elementos mesmo classificados com a mesma pontuação (Quadro 5.1), ou seja tendo o mesmo nível de degradação, mas que estejam em condições de exposição opostas possam ser distinguidos quanto ao estado de conservação. Por exemplo, dois elementos (x e y) apresentam nível de degradação D3, no entanto em termos de exposição, o elemento “x” apresenta o nível E1 (meio agressivo quase inexistente) e o “y” E4 (meio muito agressivo), desta forma o estado de conservação do elemento “x” (Fig. 5.11) será Razoável e do “y” (Fig. 5.12) será Bom.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 65 Fig. 5.11 – Exemplo elemento “x” Fig. 5.12 – Exemplo elemento “y” Apesar de todos estes fatores e a conjugação dos mesmos ser um pouco subjetiva, julgou-se pertinente esta abordagem. Concluindo, a avaliação qualitativa do estado de conservação dos elementos metálicos é a seguinte: EC1 (Muito Bom) – Durabilidade do elemento metálico praticamente não afetada, apenas alguns efeitos visuais da(s) anomalia(s); EC2 (Bom) – Durabilidade do elemento metálico afetada em algumas das suas características, através de relativa gravidade e extensão da(s) anomalia(s), sendo conveniente monitorizar a evolução e desenvolvimento da anomalia; EC3 (Razoável) – Durabilidade do elemento metálico parcialmente afetada, com efeitos visuais consideráveis da(s) anomalia(s); EC4 (Mau) – Durabilidade do elemento metálico fortemente afetada, com efeitos visuais grandes da(s) anomalia(s). 5.4.8. REGISTO FOTOGRÁFICO No registo fotográfico são apresentadas fotografias das anomalias e pormenores das anomalias mais relevantes, efetuando-se sempre que necessário a demarcação na fotografia. Poderão também ser apresentadas fotografias do enquadramento do local, para melhor perceção do espaço envolvente.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 72 Fig. 6.3 - Frequência das Anomalias na Baixa do Porto Sempre que possível (retirando os edifícios ou elementos de difícil acesso), inspecionou-se em cada edifício todo o tipo de elementos estudados existentes nos mesmos. 6.2.2. INCIDÊNCIA DAS ANOMALIAS 6.2.2.1. Nota Prévia Com este tipo de análise é possível verificar qual é a frequência da incidência por tipo de anomalia, superficial ou profunda, através dos registos efetuados para a totalidade das fichas de inspeção referentes a cada tipo de elemento metálico. Serão estudados todos os elementos (que apresentam anomalias) exceto os estendais e capeamentos devido às razões anteriormente mencionadas. 6.2.2.2. Incidência das Anomalias Superficiais Na figura 6.4, podemos observar que relativamente à zona da Baixa do Porto, a anomalia “Manchas” é a que apresenta maior incidência em 97,50% dos elementos estudados que continham anomalias, seguindo-se a “Alteração de cor” e “Destacamentos” com 85% e 65%, respetivamente. As anomalias superficiais como a “riscagem” e “escorrimentos” apresentam uma menor incidência, com valores próximos dos 28%. Através do mesmo gráfico, conclui-se que a incidência da anomalia “Alteração de cor” é total nos gradeamentos de janelas e portões e menor em tubos de queda (63,64%). Em relação à anomalia “Manchas”, também esta apresenta totalidade de incidência não só em gradeamento de janelas e portões, mas também em tubos de queda/caleiras. Relativamente à anomalia “Destacamentos”, evidencia-se com maior frequência em tubos de queda/caleiras (cerca de 82%) e menor em gradeamento de janelas (cerca de 43%). No que diz respeito à anomalia “Escorrimentos” pode-se afirmar que a sua incidência se reparte por todos os elementos. Por fim, em relação às riscagens podemos concluir que existe uma maior incidência desta anomalia em portões (metade dos portões analisados que continham anomalias apresentavam riscagens) e uma menor em gradeamentos e guardas. Em suma, nesta zona as anomalias superficiais em que houve mais casos de registo foram as “Manchas” e a “Alteração de cor” com 97,50% e 85% incidência, respetivamente, ou seja, 93,02% 6,98% Frequência das Anomalias na Baixa do Porto Percentagem de Elementos com anomalias Percentagem de Elementos sem anomalias
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 73 praticamente a totalidade dos elementos inspecionados na zona da Baixa do Porto e que continham anomalias apresentavam manchas. Estas anomalias são os primeiros “sintomas” do começo do estado de degradação o que poderá justificar estes resultados. Fig. 6.4 - Incidência de Anomalias Superficiais 6.2.2.3. Incidência das Anomalias Profundas Pela análise da figura 6.5, podemos concluir que relativamente à incidência de anomalias profundas, a anomalia “Picadas/Perfurações” é a que apresenta maior incidência com 22,50%, seguindo-se e com a mesma frequência a “Deformação dos Elementos de Ligação” e “Fissuras” com 5%. A anomalia profunda “Diminuição da espessura” apresenta muito pouca evidência nos casos estudados, com 2,50% de incidência. Não se evidenciou qualquer elemento com peças (constituintes do próprio componente) desagregadas, o que pode ser explicado pelo facto desta anomalia implicar a sua rápida substituição ou reparação. Através do mesmo gráfico (Fig.6.5), conclui-se que a incidência da anomalia “Deformação dos Elementos de Ligação” apenas se verificou nas guardas de varanda, onde só 13,33% das guardas apresentavam este tipo de anomalia. Em relação às “Picadas/Perfurações”, conclui-se que num terço dos portões inspecionados nesta zona e que possuíam anomalias apresentavam picadas ou perfurações. Cerca de 30% dos gradeamentos de janelas e tubos de queda/caleiras apresentavam também esta anomalia. No que diz respeito à diminuição da espessura, este tipo de anomalia só se verificou em tubos de queda/caleiras. Este tipo de anomalia coloca em causa a integridade do elemento e possivelmente por isso só se evidenciou em tubos de queda/caleiras que são elementos com menor importância estética e que os moradores não dão tanta importância. Por fim, verificou-se apenas fissuras em dois tipos de elementos, nos portões e tubos de queda/caleiras, com uma incidência de 16,67% e 5%, respetivamente. 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Alteração de cor Manchas Destacamentos Escorrimentos Riscagem 86,67% 93,33% 66,67% 26,67% 20,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 100,00% 100,00% 42,86% 28,57% 14,29% 66,67% 33,33% 50,00% 0,00% 0,00% 0,00% 63,64% 81,82% 18,18% 36,36% 85,00% 97,50% 65,00% 27,50% 27,50% Incidência das Anomalias Superficiais Guarda (Varanda) Estendais Gradeamento janelas Portões Capeamentos Tubos de Queda/Caleiras TOTAL
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 74 Em suma, nesta zona a anomalia profunda que se evidenciou (e em larga escala) por apresentar mais casos de registo foram as “Picadas/Perfurações” com 22,50% de incidência nos elementos que serviram de base a este estudo. Fig. 6.5 - Incidência das Anomalias Profundas 6.2.3. DISTRIBUIÇÃO DAS ANOMALIAS 6.2.3.1. Nota Prévia Com este tipo de análise é possível verificar qual é a percentagem que cada anomalia representa no universo das anomalias detetadas em cada elemento metálico. Serão estudados todos os elementos exceto os estendais e capeamentos devido às razões mencionadas no subcapítulo 6.2.1. 6.2.3.2. Distribuição das Anomalias em Guardas (Varandas) Através da figura 6.6, podemos constatar que das anomalias detetadas em guardas de varanda na Baixa do Porto, as alterações de cor com uma representação de 29,17%, as manchas com 27,08% e destacamentos com 20,83%, são as anomalias com maior expressão neste tipo de elemento. Seguidamente aparecem os escorrimentos com 8,33%, a riscagem com 6,25% e finalmente as deformações dos elementos de ligação e picadas ambas com 4,17%. Conclui-se então que na globalidade das guardas inspecionadas e que apresentam anomalias, existiam em maior número as que apresentavam alterações de cor e manchas. 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% Deformação Elementos Ligação Picadas/Perfurações Desagregação Peças Diminuição Espessura Fissuras 13,33% 13,33% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 28,57% 33,33% 16,67% 0,00% 0,00% 0,00% 27,27% 9,09% 9,09% 5,00% 22,50% 0,00% 2,50% 5,00% Incidência das Anomalias Profundas Guarda (Varanda) Estendais Gradeamento janelas Portões Capeamentos Tubos de Queda/Caleiras TOTAL
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 75 Fig. 6.6 - Distribuição das Anomalias em Guardas de varanda 6.2.3.3. Distribuição das Anomalias em Gradeamento de Janelas Pela análise da figura 6.7, podemos verificar que das anomalias detetadas em gradeamento de janelas na Baixa do Porto, destacam-se desde logo dois tipos de anomalias, as alterações de cor e as manchas ambas com 31,82%. Posteriormente aparecem os destacamentos com 13,64%, a riscagem com 6,25% e finalmente as deformações dos elementos de ligação e picadas ambas com 4,17%. Resumindo, na globalidade dos gradeamentos de janelas inspecionados e que apresentam anomalias, existem em maior número as que se apresentavam com alterações de cor e manchadas. Fig. 6.7 - Distribuição das Anomalias em Gradeamento de Janelas 27,08% 29,17% 20,83% 8,33% 6,25% 4,17% 4,17% Distribuição das Anomalias em Guardas (varanda) Alteração de cor Manchas Destacamentos Escorrimentos Riscagem Deformação dos Elementos de Ligação Picadas/Perfurações Desagregação das Peças Diminuição da espessura Fissuras 31,82% 31,82% 13,64% 9,09% 4,55% 9,09% Distribuição das Anomalias em Gradeamento de Janelas Alteração de cor Manchas Destacamentos Escorrimentos Riscagem Deformação dos Elementos de Ligação Picadas/Perfurações Desagregação das Peças Diminuição da espessura Fissuras
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 76 6.2.3.4. Distribuição das Anomalias em Portões Através da figura 6.8, podemos observar que das anomalias detetadas em portões na Baixa do Porto, existe uma melhor divisão quanto à percentagem das anomalias, o que evidencia a diversidade e a quantidade de anomalias neste tipo de elemento. Fig. 6.8 - Distribuição das Anomalias em Portões 6.2.3.5. Distribuição das Anomalias em Tubos de Queda/Caleiras Na figura 6.9 observa-se que, das anomalias detetadas em tubos de queda/caleiras na Baixa do Porto, destacam-se desde logo dois tipos de anomalias, as manchas e os destacamentos com 28,95% e 23,68%, respetivamente. Posteriormente aparecem as alterações de cor com 18,42% e a riscagem com 10,53%. As outras anomalias apresentam pouca evidência. Resumindo, na globalidade dos tubos de queda/caleiras inspecionadas e que apresentam anomalias, existiam em maior número as que se apresentavam manchadas e com destacamentos de tinta. 25,00% 25,00% 16,67% 8,33% 12,50% 8,33% 4,17% Distribuição das Anomalias em Portões Alteração de cor Manchas Destacamentos Escorrimentos Riscagem Deformação dos Elementos de Ligação Picadas/Perfurações Desagregação das Peças Diminuição da espessura Fissuras
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 77 Fig. 6.9 - Distribuição das Anomalias em Tubos de queda/Caleiras 6.2.4. ANOMALIAS RELEVANTES No Quadro 6.2 são apresentadas as anomalias relevantes detetadas na zona da Baixa do Porto. Sempre que necessário deverão ser consultadas as fichas de inspeção com o intuito de complementar a informação. Quadro 6.2 – Anomalias relevantes detetadas em elementos metálicos da zona da Baixa do Porto Tipo de Anomalia Tipo de Elemento Metálico Figura Ficha de Inspeção Manchas Portão Nº 12 Ref.: A – Baixa do Porto 18,42% 28,95% 23,68% 5,26% 10,53% 7,89% 2,63% 2,63% Distribuição das Anomalias em Tubos de Queda/Caleiras Alteração de cor Manchas Destacamentos Escorrimentos Riscagem Deformação dos Elementos de Ligação Picadas/Perfurações Desagregação das Peças Diminuição da espessura Fissuras
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 78 Destacamentos Gradeamento de Janela Nº 3 Ref.: A – Baixa do Porto Guarda de Varanda Nº 29 Ref.: A – Baixa do Porto Tubo de Queda Nº 23 Ref.: A – Baixa do Porto Perfurações Caleira Nº 8 Ref.: A – Baixa do Porto 6.2.5. ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS ELEMENTOS METÁLICOS Relativamente ao estado geral de conservação (Fig. 6.10), os diversos elementos metálicos inspecionados nesta zona antiga do Porto apresentam como seria de esperar valores muito dispersos. De salientar que quase um terço dos elementos (32,56%) apresentam muito bom estado de conservação, o que demonstra a preocupação de muitos portuenses em relação ao seu património
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 79 conduzindo-os a ações de manutenção e reabilitação. Ações estas evidenciadas no decorrer do trabalho de campo. Fig. 6.10 – Estado Geral de Conservação dos Elementos Metálicos Em relação ao estado de conservação mas de cada elemento metálico (Fig. 6.9) conclui-se que a percentagem de elementos em mau estado advém exclusivamente dos tubos de queda/caleiras, facto explicado sobretudo porque estes elementos são considerados menos importantes na ótica dos moradores. De destacar também a homogeneidade de valores percentuais para as guardas de varanda. Fig. 6.11 - Estado de Conservação de cada Elemento Metálico 32,56% 37,21% 25,58% 4,65% Estado Geral de Conservação dos Elementos Metálicos EC1 - Muito Bom EC2 - Bom EC3 - Razoável EC4 - Mau 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Guarda (Varanda) Gradeamento janelas Portões Tubos de Queda/Caleiras 29,41% 57,14% 33,33% 25,00% 41,18% 14,29% 50,00% 41,67% 29,41% 28,57% 16,67% 0,00% 0,00% 0,00% Estados de Conservação de cada Elemento Metálico EC1 - Muito Bom EC2 - Bom EC3 - Razoável EC4 - Mau
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 80 6.3. ANÁLISE DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS ELEMENTOS METÁLICOS DA ZONA DA FOZ/MATOSINHOS 6.3.1. NOTAS INICIAIS Nesta zona costeira foram inspecionados 45 elementos metálicos em 26 edifícios, como se pode concluir através da ficha nº 01 à ficha nº 45, que correspondem à referência B (encontram-se alguns exemplos no Anexo B). Fig. 6.12 - Áreas inspecionadas da zona de Matosinhos (à esquerda) e da Foz (à direita) Os edifícios considerados neste estudo foram exclusivamente os que situam ao longo da costa ou muito perto da mesma, não ultrapassando os 500 metros de distância. Considerou-se que dentro deste limite ainda se considera importante a ação da maresia que é o ponto fulcral e diferenciador desta zona em relação à zona da Baixa do Porto.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 81 Quadro 6.3 – Número de Elementos Inspecionados Tipo de Elemento Guarda (Varanda) Estendais Gradeamento janelas Portões Capeamentos Tubos de Queda/ Caleiras Total Nº de Elementos Inspecionados 13 6 7 6 6 7 45 Nº de Elementos com anomalias 13 6 7 6 6 7 45 Percentagem de Elementos com anomalias 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% Ao contrário da zona da Baixa do Porto, a zona marítima da Foz/Matosinhos apresenta alguns casos de elementos como os estendais e capeamentos e assim podem contribuir para esta avaliação. Através do Quadro 6.3, conclui-se que todos os elementos inspecionados nesta zona apresentavam anomalias. Sendo assim, os 45 elementos inspecionados serão alvo de estudo quanto à incidência e distribuição das anomalias. De sublinhar que procurou-se, sempre que possível, inspecionar todo o tipo de elementos metálicos existentes em cada edifício. 6.3.2. INCIDÊNCIA DAS ANOMALIAS 6.3.2.1. Nota Prévia Como visto anteriormente, com este tipo de análise é possível verificar qual é a frequência da incidência por tipo de anomalia, superficial ou profunda, através dos registos efetuados para a totalidade das fichas de inspeção referentes a cada tipo de elemento metálico. Serão estudados todos os elementos inspecionados visto que todos apresentam um número significante de casos para a base de estudo e todos apresentam anomalias. 6.3.2.2. Incidência das Anomalias Superficiais Na figura 6.13, podemos observar que relativamente à zona da Foz/Matosinhos, a anomalia “Manchas” é a que apresenta maior incidência com uma representação em 97,78% dos elementos estudados, seguindo-se “Alteração de cor” e “Destacamentos” com 86,67% e 44,44%, respetivamente. As anomalias superficiais como “escorrimentos” e “riscagem” apresentam uma menor incidência, apresentando valores quase nulos como é o caso da “riscagem”. Através do mesmo gráfico, conclui-se que a incidência da anomalia “Alteração de cor” é total nos estendais e capeamentos e menor em portões (66,67%). Em relação à anomalia “Manchas”, constata-
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 88 6.3.4. ANOMALIAS RELEVANTES No Quadro 6.4 são apresentadas as anomalias relevantes detetadas na zona da Foz/Matosinhos. Sempre que necessário deverão ser consultadas as fichas de inspeção com o intuito de complementar a informação. Quadro 6.4 - Anomalias relevantes detetadas em elementos metálicos da zona da Baixa do Porto Tipo de Anomalia Tipo de Elemento Metálico Figura Ficha de Inspeção Manchas Guarda de Varanda Nº 13 Ref.: B – Foz/ Matosinhos Nº 22 Ref.: B – Foz/ Matosinhos Destacamentos Gradeamento de Janela Nº 28 Ref.: B – Foz/ Matosinhos Portão Nº 12 Ref.: B – Foz/ Matosinhos
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 89 Tubo de Queda Nº 27 Ref.: B – Foz/ Matosinhos Desagregação de partes do Elemento Guarda de Varanda Nº 26 Ref.: B – Foz/ Matosinhos Portão Nº 32 Ref.: B – Foz/ Matosinhos Diminuição da espessura Guarda de Varanda Nº 26 Ref.: B – Foz/ Matosinhos 6.3.5. ESTADO DE CONSERVAÇÃO DOS ELEMENTOS METÁLICOS Relativamente ao estado geral de conservação (Fig. 6.21), os diversos elementos metálicos inspecionados na zona Foz/Matosinhos apresentam valores muito positivos. De salientar que mais de metade dos elementos (51,11%) apresentam muito bom estado de conservação, o que demonstra não só a preocupação da população em relação ao seu património, às suas edificações, conduzindo-os a ações de manutenção e reabilitação, como comprova que a zona/edifícios inspecionados não teriam a maioria uma idade muito avançada.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 90 Fig. 6.21 – Estado Geral de Conservação dos Elementos Metálicos Em relação ao estado de conservação mas de cada elemento metálico (Fig. 6.22) conclui-se que a percentagem de elementos em mau estado advém exclusivamente das guardas de varanda. De destacar o excelente desempenho dos gradeamentos de janelas, portões e tubos de queda/caleiras, mais propriamente deste último elemento, que apresenta mais de 85% de elementos inspecionados com um estado de conservação muito bom. Fig. 6.22 – Estado de Conservação de cada Elemento Metálico 51,11% 37,78% 8,89% 2,22% Estado Geral de Conservação dos Elementos Metálicos EC1 - Muito Bom EC2 - Bom EC3 - Razoável EC4 - Mau 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Guarda (Varanda) Estendais Gradeamento janelas Portões Capeamento Tubos de Queda/ Caleiras 46,15% 50,00% 42,86% 50,00% 33,33% 85,71% 30,77% 33,33% 57,14% 50,00% 14,29% 15,38% 16,67% 0,00% 16,67% 7,69% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% Estado de Conservação de cda Elemento Metálico EC1 - Muito Bom EC2 - Bom EC3 - Razoável EC4 - Mau
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 91 6.4. SÍNTESE DAS CONCLUSÕES RELATIVAS AOS CASOS ESTUDADOS A zona da Baixa do Porto apresenta os elementos metálicos num modo geral em bom estado de conservação, existe no entanto uma percentagem ainda considerável em estado de conservação razoável ou mau que se deve tomar em conta e que é demonstrativa da avançada idade dos edifícios desta zona da cidade Porto. Relativamente à zona da Foz/Matosinhos, poderá dizer-se que os elementos metálicos apresentam muito bom estado de conservação. Apenas 11% (aproximadamente) dos elementos inspecionados apresentam um estado de conservação mau ou razoável, o que evidencia ser uma zona onde a maioria dos edifícios inspecionados são recentes, não apresentando muito mais de 30/40 anos. Em suma, no presente estudo, as anomalias mais frequentes foram as superficiais, uma vez que se verificou que a ocorrência de anomalias profundas é rara, já que implica a substituição ou a reparação do elemento metálico que foi afetado na sua integridade ou funcionalidade. A reparação dos componentes metálicos afetados pelos mecanismos de degradação vai depender de diversos fatores, tais como, do tipo de anomalias apresentadas e da sua gravidade, do valor patrimonial e arquitetónico do elemento em causa, e ainda, da função que desempenha. 6.5. MODELO DE DEGRADAÇÃO GLOBAL (EXEMPLO DEMONSTRATIVO) 6.5.1. NOTA PRÉVIA Este modelo genérico define a velocidade de deterioração dos elementos metálicos em função das condições ambientais. A definição do modelo que se apresenta é realizada a partir dos dados recolhidos, que representam uma amostra estatisticamente pouco significativa, assim sendo os resultados e conclusões obtidas devem ser entendidas como uma ilustração ou reflexão do método preconizado. 6.5.2. DEFINIÇÃO DOS ESTADOS LIMITES DE VIDA ÚTIL Considera-se que se atingiu o estado limite de durabilidade do elemento quando determinado mecanismo ou conjugação de mecanismos de degradação que agem sobre o mesmo conduzem à ultrapassagem de determinado estado limite previamente definido [65]. Neste estudo considerou-se o estado limite como equivalente à classificação 2,0, numa escala de 1,0 a 5,0. Portanto, para o estado de conservação dentro do intervalo 1,99 a 5,0, considera-se que os elementos cumprem as exigências estabelecidas. 6.5.3. CURVA DE DEGRADAÇÃO De forma simplificada, considera-se a degradação como uma perda da capacidade do elemento em responder às exigências requeridas, linearmente ao longo do tempo.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 92 Fig. 6.23 – Degradação global dos casos estudados. Pela análise deste gráfico (Fig. 6.23), conclui-se que existe uma grande dispersão de pontos, existindo bandas de variação muito expressivas nos elementos com um intervalo de idades dos 20 aos 30 anos. É possível reconhecer, e como seria de esperar, uma relação genérica entre a idade dos elementos metálicos e o seu estado de conservação, ou seja, os elementos que apresentam mais anos de vida tendem a apresentar maiores níveis de degradação e consequentemente menores níveis de conservação. A curva de degradação associada aos casos de estudo foi obtida através de métodos de regressão, a partir de uma nuvem de pontos dispersos para uma expressão do tipo polinomial do terceiro grau, tal como se apresenta na figura 6.23. A partir deste mesmos dados e para uma melhor perceção do estudo, a análise é feita por zonas geográficas (Fig. 6.24). y = -6E-06x3 + 0,0008x2 - 0,0694x + 5 R² = 0,5476 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 5 010 20 30 40 50 60 70 Classificação Final Nº de Anos Degradação global dos casos em estudo Degradação global dos casos em estudo Curva de Degradação dos Elementos
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 93 Fig. 6.24 – Curvas de degradação por zonas de estudo Constata-se através deste gráfico que, em geral, existe uma diferenciação nas idades dos elementos quando comparados por zonas, o que evidencia a diferença que as zonas apresentam em relação ao tipo e época dos edifícios. Através do conhecimento da curva média de degradação, pode-se estimar a vida útil média destes elementos, determinando os valores das abcissas em função do valor mínimo do estado de conservação. Assim, para um valor de y=2,0 (estado limite admitido), por resolução da equação da curva média de degradação, obtém-se um valor de vida útil para estes elementos. No entanto, é apenas uma situação teórica, uma reflexão de uma possível abordagem para chegar a valores concretos, isto porque como anteriormente referido a amostra apresentada é relativamente pequena e muito abrangente, não diferenciando o tipo de material, o tipo de elemento, etc. 6.5.4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Apresentou-se os primeiros passos para a implementação de um método para o cálculo da vida útil de elementos metálicos, com o objetivo de desenvolver um método de estimativa da durabilidade destes elementos [65]. y = -1E-05x3 + 0,0013x2 - 0,0757x + 5 R² = 0,5745 y = 3E-06x3 + 0,0001x2 - 0,0607x + 5 R² = 0,5164 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 5 010 20 30 40 50 60 70 Classificação Final Nº de Anos Degradação dos elementos por zonas Zona da Baixa do Porto Zona da Foz/Matosinhos Curva de Degradação (Baixa do Porto) Curva de Degradação (Foz/Matos.)
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 94
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 95 7 CONCLUSÕES 7.1. CONSIDERAÇÕES FINAIS Atualmente, na área da construção, o tema durabilidade das construções não passa indiferente, estando o interesse deste ramo a afirmar-se com alguma relevância a nível nacional e internacional Neste sentido, ao longo das últimas décadas tem-se assistido ao desenvolvimento de diversas atividades e documentos com o intuito de prever de uma forma quantificada a durabilidade dos produtos da construção de modo a permitir a seleção de determinada solução construtiva na fase de projeto. A avaliação da durabilidade dos produtos da construção pressupõe o conhecimento aprofundado das propriedades desses produtos e dos agentes e mecanismos de degradação a que estes vão estar sujeitos, sendo por isso necessário contextualizar os produtos a realidades específicas. A metodologia de estudo apresentada através das fichas de inspeção permitiu a recolha de informação diversificada, tornando possível o tratamento e a análise de dados. Estes incidiram na avaliação do estado de conservação dos elementos metálicos em estudo. A interpretação através do gráfico referente à avaliação do estado de conservação para o tempo de serviço, permitiu obter um cenário geral das condições de serviço dos elementos metálicos. As fichas de inspeção elaboradas estão adaptadas à generalidade dos edifícios, podendo ser efetuados estudos semelhantes para outro tipo de edifício. Apesar dos contratempos, deve reconhecer-se que foi dado um grande passo na melhoria da qualidade das obras de construção civil, mas considera-se que há ainda muito a fazer nesse sentido. 7.2. CONCLUSÕES GERAIS O estudo da durabilidade dos elementos metálicos é de certo modo um processo complexo, devido sobretudo aos fatores e às variáveis que lhes estão associadas. As análises que se poderão efetuar são vastas, dependendo do tipo de estudo pretendido e respetivas comparações. Os principais resultados obtidos neste trabalho, são inerentes aos edifícios de cada zona e respetivos elementos metálicos em estudo. Como já foi referido, este estudo é de considerável dificuldade devido ao elevado número de variáveis em causa, embora se consiga obter um panorama geral do estado de conservação dos elementos metálicos que serviram de base a este estudo.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 96 Sendo a amostra estatisticamente pouco significativa, optou-se por fazer-se apenas uma reflexão com exemplos demonstrativos. Assim, obteve-se um cenário hipotético da durabilidade dos elementos metálicos que foram alvo de estudo. 7.3. DESENVOLVIMENTOS FUTUROS O vasto campo de investigação que envolve o tema durabilidade e os elementos metálicos presentes na envolvente dos edifícios, não foi completamente estudado com o presente trabalho. Por esse motivo, de seguida são expostos alguns aspetos que se consideram de maior relevância para o acompanhamento futuro do desempenho destes elementos em edifícios que virão a ser reabilitados: Considerar uma metodologia de investigação mais abrangente, recolhendo mais dados e informações relevantes resultando numa amostra mais alargada e significativa; Estudar em concreto a durabilidade dos elementos metálicos consoante as suas características mais relevantes, fazendo um estudo de acordo com o tipo de material, o tipo de proteção, o tipo de ligação ou tipo de edifícios; Em novos estudos recomenda-se a atualização dos dados existentes, o que possibilitará a combinação de vários fatores e a obtenção de curvas de deterioração com um maior grau de fiabilidade; Introduzir outros fatores de degradação na análise, a fim de se apurar aqueles que condicionam, de forma mais significativa, a degradação dos elementos metálicos. Simular o comportamento e o desempenho de determinados elementos em determinados locais perspetivando a sua durabilidade; Possibilitar, através da informação obtida, a realização de estimativas das necessidades futuras de manutenção dos elementos metálicos, tendo em conta os fatores de degradação considerados.
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios 97 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] ISO 15686-1:2011 International Organization for Standardization (ISO). Buildings and constructed assets. Service Life Planning – Part 1: General principles and framework. Suiça, 2011. [2] American Society for Testing and Materials (ASTM). Standard practice for developing accelerated tests to aid prediction of the service life building components and material. 1982. E63282 (reapproved 1996). [3] Canadian Standards Association (CSA). Guideline on durability in buildings: structures design. Vancouver, 2001. S478-95 [4] European Organization for Technical approvals (EOTA). Assumption of working Life of Construction Products in Guideline for European Technical Approval, European Technical Approvals and Harmonized Standards – Guidance Document 002. Bruxelas: EOTA, 1999. [5] Conselho Superior de Obras Públicas e Transportes (CSOPT). Proposta de Revisão do RGEU. Lisboa: Subcomissão para a revisão do Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU), Junho de 2004. [6] ISO 6241:1984, Performance standards in building – Principles for their preparation and factors to be considered. Geneva: ISO. [7] Silva, Miguel da Rocha. Previsão da Vida Útil de Elementos Metálicos Exteriores Não Estruturais em Edifícios. Dissertação de Mestrado, Instituto Superior Técnico, 2012 [8] BS 7543:2003. Guide to durability of buildings and building elements, products and components. British Standards (BSI). [9] Architectural Institute of Japan (AIJ) – The English Edition of Principal Guide for Service Life Planning of Buildings. Chairman: AIJ, 1993. [10] ISO 15686-2:2001, Building and constructed assets – Service Life Planning – Part 2: Service life prediction procedures. Geneva: ISO. [11] ISO 15686-3:2002, Buildings and constructed assets – Service Life Planning – Part 3: General Performance audits and reviews. Geneva: ISO. [12] ISO 15686-5:2008, Buildings and constructed assets – Service Life Planning – Part 5: Lyfe-cycle costing. Geneva: ISO. [13] ISO 15686-6:2004, Buildings and constructed assets – Service Life Planning – Part 6: Procedures for considering environmental impacts. Geneva: ISO. [14] ISO 15686-7:2006, Buildings and constructed assets – Service Life Planning – Part 7: Performance evaluation for feedback of service life data from practice. Geneva: ISO. [15] ISO 15686-8:2008, Buildings and constructed assets – Service Life Planning – Part 8: Reference service life and service life estimation. Draft Standard. Geneva: ISO. [16] ISO 15686-9:2008, Buildings and constructed assets – Service Life Planning – Part 9: Guidance on assessment of service-life data. Geneva: ISO. [17] ISO 15686-10:2010, Buildings and constructed assets – Service Life Planning – Part 10: When to assess functional performance. Geneva: ISO. [18] Martins, Albano J. Gomes. Estudo da Durabilidade dos Revestimentos de Piso. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, 2012.
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas Superficiais: Profundas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |_| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |_| o Pequenas manchas superficiais |_| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ/MATOSINHOS FICHA Nº : 01 PÁG: 2/3 DATA: 05/06/2013
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Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios ANEXO B FICHAS DE INSPEÇÃO PREENCHIDAS
Estudo da Durabilidade de Elementos Metálicos da Envolvente dos Edifícios
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: _-----------------------_________________________________________________________________ Morada:_Rua dos Alferes Malheiro_____________________________________ Nº: _12___ Andar:_R/C__ Localidade:__Porto______________________________ Código Postal: __4000-126___________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:__1953____________________ Nº Pisos:__4_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ______________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |X| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |_| Aço: |X| Alumínio: |_ | Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |_| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro:Galvanização Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: __5 anos_______________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? ______________ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |X| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |X| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |X| Rural: |_| Marítima: |_| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |X| Vias Principais: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente Sim |_|; Não |X| Se sim, qual o tipo de Operação de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 01 PÁG: 1/3 DATA: 20/05/2013
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |X| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,25 0,75 1,25 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,25 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul 1,25 E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km 0,25 E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 0,75 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL 3,5 A B A+B Estado de Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom X Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 0.75 4.75 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 01 PÁG: 2/3 DATA: 20/05/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 01 PÁG: 3/3 DATA: 20/05/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: _-----------------------_________________________________________________________________ Morada:_Rua dos Alferes Malheiro_____________________________________ Nº: _12___ Andar:_R/C__ Localidade:__Porto______________________________ Código Postal: __4000-126___________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:__1953____________________ Nº Pisos:__4_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ______________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |X| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_ | Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro:__________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: __40 anos_______________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_| Se sim, quais? _Pintura_______ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |X| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |X| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |X| Rural: |_| Marítima: |_| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |X| Vias Principais: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente Sim |_|; Não |X| Se sim, qual o tipo de Operação de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 02 PÁG: 1/3 DATA: 20/05/2013
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |_| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |_| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |X| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,25 0,75 1,25 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,25 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul 0,75 E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km 0,25 E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 0,75 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL 3,0 A B A+B Estado de Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom X Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 0.75 3.75 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 02 PÁG: 2/3 DATA: 20/05/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 04 PÁG: 3/3 DATA: 20/05/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: _-----------------------_________________________________________________________________ Morada:_Rua do Bonjardim__________________________________________ Nº: _566___ Andar:_____ Localidade:__Porto______________________________ Código Postal: __4000-118___________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:__1940____________________ Nº Pisos:__2_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? __2001_______ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |X| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_ | Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro:__________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: __+ de 20 anos___________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? ______________ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |X| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |X| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |X| Rural: |_| Marítima: |_| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente Sim |_|; Não |X| Se sim, qual o tipo de Operação de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 05 PÁG: 1/3 DATA: 20/05/2013
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |X| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |_| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |X| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |X| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,25 0,75 1,25 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,25 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul 0,75 E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km 0,25 E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,25 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL 3,5 A B A+B Estado de Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom X Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 0.75 3.75 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 05 PÁG: 2/3 DATA: 20/05/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 05 PÁG: 3/3 DATA: 20/05/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: _-----------------------_________________________________________________________________ Morada:_Rua do Bonjardim__________________________________________ Nº: _590___ Andar:_____ Localidade:__Porto______________________________ Código Postal: ___---------------_______________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:__1950/60____________________ Nº Pisos:__3_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ______________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |X| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |_| Aço: |_| Alumínio: |X| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro:__________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: __5 anos________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? ______________ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |X| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |X| Ocasional: |_| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |X| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |X| Rural: |_| Marítima: |_| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente Sim |X|; Não |_| Se sim, qual o tipo de Operação de Limpeza Via Húmida: |X| Via Seca: |_| Recurso Manual: |X| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 06 PÁG: 1/3 DATA: 20/05/2013
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,25 0,75 1,25 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,25 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul 0,75 E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km 0,25 E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,25 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL 3,5 A B A+B Estado de Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom X Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 0.75 4.75 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 06 PÁG: 2/3 DATA: 20/05/2013
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IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: _-----------------------_________________________________________________________________ Morada:_Rua do Bonjardim__________________________________________ Nº: _608___ Andar:_____ Localidade:__Porto______________________________ Código Postal: ___---------------_______________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:__1930____________________ Nº Pisos:__2_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? __2009_______ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|X| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro:__________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: __+ de 30 anos____________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_| Se sim, quais? __Pintura______ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |X| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |X| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |X| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |X| Rural: |_| Marítima: |_| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente Sim |_|; Não |X| Se sim, qual o tipo de Operação de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 07 PÁG: 1/3 DATA: 20/05/2013
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |X| |X| |X| |X| |_| |X| |_| |X| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |X| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |_| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |X| 3.0 o Presença localizada de fungos |X| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |X| D3 o Presença de escorrimentos |X| 2.0 o Existência de pequenas picadas |X| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,25 0,75 1,25 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,75 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul 0,75 E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km 0,25 E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,25 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL 3,0 A B A+B Estado de Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável X 2.0 0.75 2.75 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: A – BAIXA DO PORTO FICHA Nº : 07 PÁG: 2/3 DATA: 20/05/2013
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IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Silva Pinheiro _______________________________________ Nº: _145_ Andar:_1º__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____________________________ Nº Pisos:__11_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ___________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |X| Tipo de Metal Ferro: |_| Aço: |X| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |_| Lacagem:|X| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _________ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |X| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |_| Frequente: |X| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 02 PÁG: 1/3 DATA: 04/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |_| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |_| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,60 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 02 PÁG: 2/3 DATA: 04/06/2013
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IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Silva Pinheiro _______________________________________ Nº: _104_ Andar:_1º__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:_____1960_________________ Nº Pisos:__3_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? _2000_______ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|X| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |_| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: _______________53_____________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_| Se sim, quais? _pintura_____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |X| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |X| Vias Principais: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 03 PÁG: 1/3 DATA: 04/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |_| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |X| o Alteração da cor/brilho |_| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,60 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 0,60 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 1,00 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 03 PÁG: 2/3 DATA: 04/06/2013
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IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Silva Pinheiro _______________________________________ Nº: _104_ Andar:_R/C__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:_____1960_________________ Nº Pisos:__3_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? _2000_______ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |X| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |_| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: _______________53_____________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_| Se sim, quais? _pintura_____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |X| Vias Principais: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 04 PÁG: 1/3 DATA: 04/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |_| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |_| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,00 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 0,60 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 1,00 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 04 PÁG: 2/3 DATA: 04/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 04 PÁG: 3/3 DATA: 04/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Silva Pinheiro _______________________________________ Nº: _102_ Andar:_R/C__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__3_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |X| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |_| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |X| Vias Principais: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 05 PÁG: 1/3 DATA: 04/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,00 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 0,60 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 1,00 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 07 PÁG: 2/3 DATA: 04/06/2013
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IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Silva Pinheiro _______________________________________ Nº: _54_ Andar:_R/C__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__4_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |_|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |X| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |_| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |X| Vias Principais: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 08 PÁG: 1/3 DATA: 04/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,00 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 0,60 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 1,00 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 08 PÁG: 2/3 DATA: 04/06/2013
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IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Silva Pinheiro _______________________________________ Nº: _54_ Andar:_1º__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__4_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |_|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|X| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |_| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |X| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |X| Vias Principais: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 09 PÁG: 1/3 DATA: 04/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,60 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 0,60 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 1,00 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 09 PÁG: 2/3 DATA: 04/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 09 PÁG: 3/3 DATA: 04/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Silva Pinheiro _______________________________________ Nº: _45_ Andar:_R/C__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__3_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |X| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |X| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |X| Vias Principais: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 10 PÁG: 1/3 DATA: 04/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,60 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 0,60 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 1,00 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 10 PÁG: 2/3 DATA: 04/06/2013
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IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Avenida do comendador Ferreira de Matos _______________________ Nº: _67_ Andar:_1º__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__7_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |X| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |_| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |X| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |X| Reduzido: |_| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |X| Ocasional: |_| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 13 PÁG: 1/3 DATA: 04/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |X| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |_| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |X| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |X| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,20 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 0,20 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 13 PÁG: 2/3 DATA: 04/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 13 PÁG: 3/3 DATA: 04/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Avenida do comendador Ferreira de Matos _______________________ Nº: _118_ Andar:_1º__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__7_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |X| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |X| Ocasional: |_| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 14 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |X| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,00 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 14 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 14 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Avenida do comendador Ferreira de Matos _______________________ Nº: _118_ Andar:_1º__ Localidade:___Porto____________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__7_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|X| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |X| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |X| Ocasional: |_| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 15 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |_| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |X| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,60 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 15 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 15 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua do conselheiro Costa Braga _______________________ Nº: _735_ Andar:_R/C__ Localidade:___Matosinhos_____________1930___________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__2_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? ___2000_____ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |X| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_| Se sim, quais? _pintura _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |_| Frequente: |X| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 18 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |_| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |_| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,00 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 1,00 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 18 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 18 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua do conselheiro Costa Braga _______________________ Nº: _129_ Andar:_1º__ Localidade:___Matosinhos________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__2_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|X| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |X| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 19 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,60 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 19 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 19 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua do conselheiro Costa Braga _______________________ Nº: _129_ Andar:_1º__ Localidade:___Matosinhos________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__2_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |X| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |_| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |X| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |X| Reduzido: |_| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 20 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,20 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 20 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 20 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua do conselheiro Costa Braga _______________________ Nº: _715_ Andar:_R/C__ Localidade:___Matosinhos________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ 1910_________________ Nº Pisos:__3_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |X| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 21 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,20 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 1,00 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 23 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 23 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Avenida Menéres _______________________ Nº: _239_ Andar:_1º__ Localidade:___Matosinhos________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__3_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|X| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |X| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 24 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |_| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |X| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,60 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 24 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 24 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Avenida Menéres _______________________ Nº: _239_ Andar:_1º__ Localidade:___Matosinhos________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _________________ Nº Pisos:__3_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |X| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |X| Frequente: |_| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |_| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 25 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,00 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 25 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 25 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Roberto Ivens _______________________ Nº: __ Andar:_1º__ Localidade:___Matosinhos________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:____ _2000_____________ Nº Pisos:__9_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |_|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ________ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |X| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |_| Aço: |_| Alumínio: |X| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |_| Lacagem:|X| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |X| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |_| Frequente: |X| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |X| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 26 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |_| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |X| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,00 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul 0,60 E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km 1,00 E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 0,60 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL 4,20 A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável X 2.0 1,0 3,0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 26 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 28 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Roberto Ivens _______________________ Nº: 1381 Andar:_R/C__ Localidade:___Matosinhos________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:___________________________ Nº Pisos:__10_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? __2013____ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |X| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |X| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |_| Frequente: |X| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |X| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 29 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |_| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |X| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,00 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul 0,60 E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km 1,00 E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 0,60 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL 4,20 A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom X Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 3.0 1,0 4,0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 29 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 29 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Roberto Ivens _______________________ Nº: 1381 Andar:_R/C__ Localidade:___Matosinhos________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:___________________________ Nº Pisos:__10_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |X|; Não |_|; Se sim, em que ano? __2013____ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |X| Portões: |_| Capeamentos: |_| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |X| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |_| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: ________________________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |_| Reduzido: |_| Normal: |X| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |X| Sul: |_| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |_| Frequente: |X| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |X| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 30 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |X| |X| |_| |X| |_| |X| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |_| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |X| 3.0 o Presença localizada de fungos |X| o Pequenos destacamentos de pintura |X| o Manchas na totalidade do elemento |X| D3 o Presença de escorrimentos |X| 2.0 o Existência de pequenas picadas |X| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 1,00 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul 0,60 E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km 1,00 E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 0,60 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL 4,20 A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável X 2.0 1,0 3,0 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 30 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 30 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Denominação: __________---------------------------------__________________________________________________ Morada:_Rua Roberto Ivens _______________________ Nº: 15 Andar:_R/C__ Localidade:___Matosinhos________________________ Código Postal: ____________________________ DESCRIÇÃO DO EDIFÍCIO Ano de Construção:_________2000_____________ Nº Pisos:__15_________________________________ Funcionalidade do Edifício: Habitacional |X|; Comercial |X|; Ensino |_|; Administração/Serviços |_|; Saúde |_|; Desportivo |_|; Hotelaria |_|; Religioso |_|; Espetáculo |_|; Aeroporto/Gares |_|; Destinado à Terceira Idade |_|; Outro: ____________________________________________________________ O Edifício já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X|; Se sim, em que ano? ______ CARACTERIZAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Tipo de Elemento Guarda (Varandas):|_| Estendais: |_| Gradeamento de Janelas: |_| Portões: |_| Capeamentos: |X| Tubos Queda/Caleiras: |_| Tipo de Metal Ferro: |_| Aço: |_| Alumínio: |_| Cobre: |_| Zinco: |X| Outro:__________ Tipo de Acabamento Pintura: |X| Lacagem:|_| Anodização:|_| Envernizamento:|_| Outro: _________ Tipo de Ligação Aparafusado: |X| Soldado: |_| Uso Privado: |X| Público: |_| Nº de Anos do Elemento Metálico: _____________13________________________________________ O Elemento Metálico já sofreu algum tipo de intervenção? Sim |_|; Não |X| Se sim, quais? _ _____ Observações: _________________________________________________________________________________ CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DO ELEMENTO METÁLICO Acesso S/ Acesso: |X| Reduzido: |_| Normal: |_| Orientação Norte: |_| Este: |_| Oeste: |_| Sul: |X| Exposição à Luz Solar Raramente: |_| Ocasional: |_| Frequente: |X| Proximidade ao Mar Mais de 3km: |_| De 1km a 3km: |_| Até 1km: |X| Zonas Urbana: |_| Rural: |_| Marítima: |X| Proximidade de Vias Vias Rurais: |_| Vias Secundárias: |_| Vias Principais: |X| Observações: _________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES DE MANUTENÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Manutenção Efetuada Regularmente: Sim |_|; Não |X| Operações de Limpeza Via Húmida: |_| Via Seca: |_| Recurso: Manual: |_| Mecânico: |_| Observações: _________________________________________________________________________________ FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 31 PÁG: 1/3 DATA: 06/06/2013
4 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Anomalias Apresentadas: o Alteração de cor: o Manchas: o Destacamentos: o Escorrimentos: o Riscagem: |X| o Deformação dos elementos de ligação: o Picadas/Perfurações: o Desagregação das Peças: o Diminuição da espessura: o Fissuras: |_| |X| |_| |_| |_| |_| |_| |_| |_| Avaliação Qualitativa: Nível de Degradação Caracterização das Anomalias Classificação D1 o Sem degradação detetável visualmente |_| 4.0 o Apresenta sujidade |_| o Alteração da cor/brilho |X| o Pequenas manchas superficiais |X| D2 o Parcialmente/Totalmente riscados |_| 3.0 o Presença localizada de fungos |_| o Pequenos destacamentos de pintura |_| o Manchas na totalidade do elemento |_| D3 o Presença de escorrimentos |_| 2.0 o Existência de pequenas picadas |_| o Existência de pequenas fissuras |_| o Deformações graves nos elementos de fixação/ligação |_| D4 o Perfurações visíveis a olho nu |_| 1.0 o Fissuração generalizada |_| o Diminuição da espessura da seção da peça/elemento |_| o Desagregação de peças (elementos partidos) |_| Condições de Exposição Nível de Exposição Classificação Coeficiente de Majoração Variáveis 0,20 0,60 1,00 Total E1 ≥1,0 e <2,0 0.25 Acesso S/ acesso Reduzido Normal 0,20 Orientação da fachada Norte Este/Oeste Sul 1,00 E2 ≥2,0 e <3,0 0.5 Proximidade do Mar + de 3km 1km - 3km Até 1km 1,00 E3 ≥3,0 e <4,0 0.75 Proximidade de Vias Vias Rurais Vias Secundárias Vias Principais 1,00 Idade do Elemento Até 10anos 10-30anos + de 30anos 0,60 E4 ≥4,0 e ≤5,0 1.0 TOTAL 3,80 A B A+B Estado Conservação (Av. Qualitativa) Classe Degradação Condições de Exposição Estado de Conservação EC1 – Muito Bom X Níveis D1 D2 D3 D4 E1 E2 E3 E4 EC1 EC2 EC3 EC4 EC2 – Bom Classificação 4.0 3.0 2.0 1.0 0.25 0.5 0.75 1.0 >4 e ≤5 >3 e ≤4 >2 e ≤3 >1 e ≤2 EC3 – Razoável 4.0 0,75 4,75 EC4 - Mau FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 31 PÁG: 2/3 DATA: 06/06/2013
REGISTO FOTOGRÁFICO: FICHA DE INSPEÇÃO – ELEMENTOS METÁLICOS REF.ª: B – FOZ / MATOSINHOS FICHA Nº : 31 PÁG: 3/3 DATA: 06/06/2013
Alteração de cor Manchas Destacamentos Escorrimentos Riscagem Deformação dos Elementos de Ligação Picadas/Perfurações Desagregação das Peças Diminuição da espessura Fissuras Sem degradação detetável visualmente Apresenta sujidade Alteração da cor/brilho Pequenas manchas superficiais Parcialmente/Totalmente riscados Presença localizada de fungos Pequenos destacamentos de pintura Manchas na totalidade do elemento Presença de escorrimentos Existência de pequenas picadas Existência de pequenas fissuras Deformações graves nos elementos de fixação/ligação Perfurações visíveis a olho nu Fissuração generalizada Diminuição da espessura da seção da peça/elemento Desagregação de peças (elementos partidos) X X 4,0 0,60 1,00 0,60 1,00 0,20 3,40 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X 4,0 0,60 1,00 0,60 1,00 0,20 3,40 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X 4,0 0,60 0,60 0,60 0,60 1,00 3,40 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X 3,0 1,00 0,60 0,60 0,60 1,00 3,80 0,75 E3 3,75 Bom X X X X 3,0 1,00 0,60 0,60 0,60 1,00 3,80 0,75 E3 3,75 Bom X X X X 3,0 0,60 0,60 0,60 0,60 1,00 3,40 0,75 E3 3,75 Bom X X X X 4,0 1,00 0,60 0,60 0,60 0,60 3,40 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X X X 3,0 1,00 0,60 0,60 0,60 1,00 3,80 0,75 E3 3,75 Bom X X X X 4,0 0,60 0,60 0,60 0,60 1,00 3,40 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X 4,0 1,00 0,60 1,00 1,00 0,60 4,20 1,00 E4 5,00 Muito Bom X X X X X X X X 3,0 0,20 0,60 1,00 1,00 0,60 3,40 0,75 E3 3,75 Bom X X X X X X X 3,0 1,00 0,60 1,00 1,00 1,00 4,60 1,00 E4 4,00 Bom X X X X 3,0 0,60 0,60 1,00 1,00 1,00 4,20 1,00 E4 4,00 Bom X X X X 4,0 0,60 0,60 1,00 1,00 0,60 3,80 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X 4,0 1,00 0,60 1,00 1,00 0,60 4,20 1,00 E4 5,00 Muito Bom X X X X 3,0 1,00 0,60 1,00 1,00 1,00 4,60 1,00 E4 4,00 Bom X X X X 4,0 0,60 0,60 1,00 1,00 1,00 4,20 1,00 E4 5,00 Muito Bom X X X X 4,0 0,20 0,60 1,00 1,00 1,00 3,80 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X 4,0 1,00 0,60 1,00 0,60 1,00 4,20 1,00 E4 5,00 Muito Bom X X X X X X 2,0 1,00 1,00 1,00 0,60 1,00 4,60 1,00 E4 3,00 Razoável X X X X 4,0 0,20 1,00 1,00 0,60 1,00 3,80 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X X X X X X X 2,0 0,60 0,60 1,00 1,00 1,00 4,20 1,00 E4 3,00 Razoável X X X X X X 3,0 1,00 0,60 1,00 1,00 1,00 4,60 1,00 E4 4,00 Bom X X X X 2,0 1,00 0,60 1,00 1,00 0,60 4,20 1,00 E4 3,00 Razoável X X X X 4,0 0,60 0,20 1,00 1,00 0,60 3,40 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X X X X X X X X X X X X 1,0 1,00 0,60 1,00 1,00 0,60 4,20 1,00 E4 2,00 Mau X X X X X X X X 2,0 1,00 0,60 1,00 1,00 0,60 4,20 1,00 E4 3,00 Razoável X X X X X X X X X X X X X 2,0 1,00 0,60 1,00 1,00 0,60 4,20 1,00 E4 3,00 Razoável X X X X 4,0 0,20 1,00 1,00 1,00 0,60 3,80 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X X X 3,0 1,00 1,00 1,00 1,00 0,60 4,60 1,00 E4 4,00 Bom X X X X X X X X 2,0 0,60 1,00 1,00 1,00 1,00 4,60 1,00 E4 3,00 Razoável X X X X X X X X X 2,0 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 5,00 1,00 E4 3,00 Razoável X X X X X X X X X X X X 2,0 0,60 1,00 1,00 1,00 1,00 4,60 1,00 E4 3,00 Razoável X X X X X X 2,0 0,60 0,60 1,00 0,60 0,60 3,40 0,75 E3 2,75 Razoável X X X X X X X X X X 2,0 0,60 0,20 1,00 0,60 1,00 3,40 0,75 E3 2,75 Razoável X X X X 4,0 0,60 0,20 1,00 0,60 0,60 3,00 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X X X 3,0 1,00 0,60 1,00 0,60 0,60 3,80 0,75 E3 3,75 Bom X X X X X X 3,0 1,00 0,60 1,00 0,60 0,60 3,80 0,75 E3 3,75 Bom X X X X X X 3,0 1,00 0,60 1,00 0,60 0,60 3,80 0,75 E3 3,75 Bom X X X X X X 3,0 0,60 0,20 1,00 0,60 1,00 3,40 0,75 E3 3,75 Bom X X X X 4,0 0,60 0,60 1,00 0,60 1,00 3,80 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X X X X X 2,0 0,60 0,60 1,00 0,60 1,00 3,80 0,75 E3 2,75 Razoável X X X X 4,0 0,60 0,60 1,00 0,60 1,00 3,80 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X 4,0 0,60 0,20 1,00 0,60 0,60 3,00 0,75 E3 4,75 Muito Bom X X X X X X X 2,0 0,20 0,20 1,00 0,60 0,60 2,60 0,50 E2 2,50 Razoável Anomalias Superficiais Anomalias Apresentadas Anomalias Profundas D1 (4.0) ESTADO DE CONSERVAÇÃO DO ELEMENTO METÁLICO Condições de Exposição Total Acesso Idade do Elemento Proximidade das Vias Proximidade do Mar Avaliação Qualitativa Orientação das Fachadas Classe de Exposição Avaliação Quantitativa Classificação de Anomalias D2 (3.0) D3 (2.0) D4 (1.0) CLASSIFICAÇÃO