Categorização de itens verbais: medidas de frequência de produção e de tipicidade
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CATEGORIZAÇÃO DE ITENS VERBAIS: MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE PRODUÇÃO E DE TIPICIDADE * Amâncio da Costa Pinto Faculdade de Psicologia e de C. da Educação, Universidade do Porto s Resumo A categorização é uma actividade cognitiva fundamental. Representa uma função essencial nos processos de memória, linguagem, raciocínio e resolução de problemas. É uma actividade que ocorre sempre que dois ou mais objectos, seres ou acontecimentos diferentes são agrupados devido a uma certa semelhança entre si. Os exemplares que formam estes agrupamentos ou categorias não têm todos o mesmo estatuto. Há exemplares mais representativos do que outros e exemplares que são recordados mais rapidamente pela maioria das pessoas. Neste sentido foram propostas várias dimensões sobre as formas específicas como os exemplares estariam estruturados numa categoria. As principais dimensões ou medidas estudadas foram a frequência de produção e a tipicidade. Esta investigação é constituída por dois estudos: O primeiro teve por objectivo determinar valores de frequência de produção de exemplares para a maior parte das categorias estudadas por Battig e Montague (1969). O segundo teve por objectivo determinar o grau de tipicidade dos exemplares de várias categorias (Rosch e Mervis, 1975) e ainda a direcção e o grau de associação entre dimensões de tipicidade e de frequência de produção. A parte empírica do estudo revelou que a ordenação de produção de exemplares não era coincidente com escalas obtidas em língua inglesa, havendo várias categorias onde se verificaram discrepâncias acentuadas. Estas diferenças demonstram a vantagem dos investigadores Portugueses possuírem escalas de categorização para efeitos de planeamento de experiências nesta área ou até para fins educacionais relacionados com a aprendizagem da língua materna. Estes estudos empíricos foram ainda enquadrados numa revisão extensa da literatura sobre categorização. Introdução Geral A categorização é uma actividade cognitiva fundamental. Representa uma função essencial nos processos de memória, linguagem, raciocínio e resolução de problemas. É uma actividade que ocorre sempre que dois ou mais objectos, seres ou acontecimentos diferentes são agrupados devido a uma certa semelhança ou parecença entre si. Através do estabelecimento de categorias ou conceitos o ser humano organiza e representa o conhecimento da realidade. De facto o nosso conhecimento do mundo e a nossa habilidade para formar categorias apresentam-se intimamente associados. * Publicação em Março de 1992: [Pinto, A. C. (1992). Categorização de itens verbais: Medidas de frequência de produção e de tipicidade. Porto: Relato técnico de Centro de Psicologia Cognitiva da FPCE da UP] Créditos: A parte principal desta investigação foi realizada durante o ano lectivo de 1986-87 de que resultou um primeiro relatório preliminar constituído pelos resultados do primeiro estudo. Um segundo relatório preliminar constituído pelos resultados dos dois estudos e uma descrição do procedimento metodológico foi preparado em Novembro de 1991, tendo sido distribuído na altura a alguns investigadores que o tinham solicitado. O presente relatório, além de apresentar uma revisão da literatura na área da categorização de conhecimentos genéricos, corrige ainda alguns erros e deficiências da versão anteriormente distribuída. A realização do primeiro estudo contou com a colaboração inestimável de Maria das Dores Barros Dias, que durante vários meses codificou e analisou os dados obtidos. Uma amostragem destas análises foram ainda conferidas por Ângela Maria M. C. da Silva. A estas ex-colaboradoras gostaria de exprimir o meu profundo reconhecimento pela qualidade do trabalho desempenhado. A recolha, codificação e análise dos dados do segundo estudo teve a colaboração do Dr. Pedro Albuquerque a quem expresso também os meus agradecimentos.
2 A categorização baseia-se em informação do mundo real, que o aparelho cognitivo humano é levado a responder. A classificação de seres e objectos de conhecimento geral, como "aves", "legumes" e "cores", depende em grau elevado de propriedades perceptivas (e.g., Tversky e Hemenway, 1984). De facto o que parece similar não é um caso arbitrário. Em geral todas as nossas experiências são únicas. Não há exactamente dois seres vivos, objectos ou acontecimentos iguais que sejam por nós vivenciados. De facto o ser humano tem a habilidade de diferenciar uma enorme variedade de seres e objectos, assim como determinar diferenças mínimas entre objectos parecidos. O processo de diferenciação ou discriminação pode ser desenvolvido a tal ponto que em determinadas circunstâncias um adulto com visão normal é capaz de discriminar cerca de 7 milhões de cores diferentes. Apesar de possuir uma capacidade de discriminação tão extensa, o ser humano é capaz de estabelecer uma representação adequada da realidade com apenas alguns milhares de conceitos ou categorias. No caso das cores, é capaz de abstrair as similaridades existentes entre as diferentes cores de forma a organizar cada pigmento discriminável na categoria de azul, verde, amarelo ou vermelho. E o que se passa com as cores, observa-se também com seres vivos, acontecimentos e artefactos humanos. Esta libertação do individual, específico e único é obtida através do processo de categorização. A discriminação e categorização são instrumentos importantes do acto de pensar. Segundo Bruner, Goodnow e Austin (1956) categorizar permite às pessoas interagir com o meio ambiente ultrapassando a complexidade e diversidade que lhe são próprias. Mas esta interacção com o meio ambiente muito raramente é feita em termos de relação com seres únicos e individuais. Na maioria dos casos é feita com seres enquanto membros de uma categoria. Perante um cão estranho ou um novo modelo de automóvel não é preciso apelidá-los de modo específico e único, basta simplesmente dizer, “oh trata-se de um pastor-alemão ou de uma nova marca de Renault”. O ser humano é capaz de tudo classificar, desde animais a emoções, seres concretos a seres abstractos. A categorização é portanto um poderoso meio de identificação e classificação de novos objectos, ao facilitar a respectiva inclusão em categorias já conhecidas. Assim a categorização reduz a necessidade de aprendizagens constantes, guiando o pensamento para actividades superiores. Categorizar permite ainda ordenar e relacionar classes de objectos e acontecimentos. "Cão" é uma categoria, mas cão é também membro de uma categoria mais vasta, a de "mamífero", e mamífero é membro da categoria de "animais", que por sua vez é também membro da categoria de "seres vivos".* As quatro categorias estão ordenadas hierarquicamente em termos de subordinação de classes. A formação de categorias guia não só o nosso pensamento, mas também o nosso comportamento (e.g., Bruner, Goodnow e Austin, 1956). Ser capaz de classificar animais em cães ou lobos por um lado e cogumelos em comestíveis ou venenosos por outro é um acto que, em determinadas circunstâncias, poderá revelar-se fundamental em termos de sobrevivência. 1. Modelos de Categorização As categorias apresentam graus de complexidade crescente. Há um tipo de categorias simples, que têm por função agrupar sob um conceito comum entidades diferentes. Entre estas contam-se: Categorias naturais (p. ex., aves ou frutos); Acontecimentos (p. ex., acidentes, jogos); Artefactos (p. ex., mobiliário ou edifícios) e categorias de natureza predominantemente abstracta como "quadrado", "avô", "gene" e "democracia". Há ainda um tipo de categorias que apresentam uma organização bastante mais complexa e que inclui grandes agrupamentos de conceitos que são usados em tarefas cognitivas de grande complexidade. Entre estas contam-se (1) conceitos relacionais como "bater" e "vender", que envolvem um agente, um instrumento e um objecto; (2) Conceitos combinados, por ex., "camisa azul às riscas", "corrida de cavalos", "vias marítimas", "pistola falsa", etc. (3) Esquemas de acção como "ida a um restaurante", "idas ao teatro", "consulta de um profissional de saúde", "mudança de um pneu", etc. * Ao longo do texto usou-se o itálico para assinalar o exemplar de uma categoria e as aspas para indicar o nome da "categoria". Termos usados como sinónimos neste estudo: membro-exemplar; categoria-conceito; categorização-conceptualização-classificação.
3 A investigação na área da memória semântica, que engloba genericamente a forma como estaria representado mentalmente o conhecimento do mundo, tem entre os seus principais objectivos o estudo da natureza das categorias verbais e o modo como estão organizadas e estruturadas (e.g., Collins e Quillian, 1969; Anderson e Bower, 1973; Smith et al. 1974; Collins e Loftus, 1975; Glass e Holyoak, 1975; McCloskey e Glucksberg, 1979; Rosch e Lloyd, 1978; Smith e Medin, 1981; Mervis e Rosch, 1981; Medin e Smith, 1984; Gardner, 1985; Neisser, 1987; Medin e Barsalou (1987), Harnad, 1987; Hampton, 1990). Uma das questões centrais a que os investigadores na área da categorização tiveram que fazer face foi obter uma resposta para o modo como as categorias ou conceitos estariam estruturados ou organizados na memória humana. Será que as categorias estão estruturadas em torno de um grupo de atributos comuns a todos os membros? Por outras palavras, como é que entidades diferentes podem ser agrupadas sob uma categoria comum? E ainda, como é que as categorias se relacionam umas com as outras? Será que as categorias estarão estruturadas da mesma forma qualquer que seja o tipo em que se incluem? Este problema tem aliás uma tradição filosófica. Desde Platão que os filósofos se interrogaram sobre se os conceitos representavam a realidade externa ou não passavam de um mero nome atribuído a várias coisas. De um lado temos uma espécie de conceptualismo, defendido por Platão e Locke, em que os conceitos, formados a partir da mente humana, eram constituídos por um ou mais elementos presentes em todos os objectos. Por outro lado, houve uma corrente do tipo nominalista, representada inicialmente por Berkeley, que afirmou que o facto do mesmo conceito ser usado em diferentes situações não significava que houvesse algo de comum a todas elas. Já neste século Wittgenstein (1958) apontou no seu livro "Investigações filosóficas" exemplos de termos gerais que não são usados da mesma forma em todas as situações a que se referem. Um destes termos gerais é a palavra "jogos", que Wittgenstein analisa nesta importante citação de antologia: “66. Considere-se por exemplo, as actividades conhecidas por "jogos". Eu falo em jogos de tabuleiro, jogos de cartas, jogos de bola, jogos olímpicos, entre outros. O que há de comum a todos eles? Se se reparar nas várias denominações, não se vê nada de comum em todos, mas similaridades, relações e toda uma série de jogos sem mais nada. (...) Olhem, por exemplo, para os jogos de tabuleiro com as suas numerosas e diversas relações. Agora passem aos jogos de cartas: Aqui encontramos muitas correspondências com o primeiro grupo, no entanto algumas características desapareceram e outras surgiram. Em seguida, passem aos jogos de bola, onde muito do que é comum se mantém, mas também se perdeu um bom pedaço. Será que todos são "divertidos"? Compare-se o xadrez com o jogo do galo. Haverá sempre vencedores e vencidos ou competição entre jogadores? Pensem então nos jogos de paciência. Nos jogos de bola há vencedores e vencidos, mas quando uma criança atira a própria bola à parede e a apanha a seguir, tal característica desaparece. Repare-se nos jogos que dependem da habilidade e da sorte e na diferença existente entre a habilidade exigida no xadrez e no ténis. Pensem agora nos jogos como "bem-me-quer-mal-me-quer". Há aqui um elemento de diversão, mas quantas características já não desapareceram! E podemos continuar do mesmo modo pelos muitos, muitos outros grupos de jogos e observar como as semelhanças surgem e desaparecem. E o resultado deste exame revela uma estrutura complicada de similaridades que se sobrepõem e entrecruzam. Às vezes similaridades globais, outras similaridades de pormenor. 67. Eu não consigo imaginar uma expressão melhor para caracterizar estas similaridades do que "parecenças familiares", a partir das similaridades existentes entre os membros de uma mesma família. A forma, os traços fisionómicos, a cor dos olhos, o feitio, o temperamento, etc, etc. sobrepõem-se e entrecruzam-se do modo semelhante. - E eu direi: os "jogos" formam uma família.” (1958, p. 31e - 32e). A noção de "parecenças familiares" introduzida por Wittgenstein significa que dois membros de uma mesma categoria, digamos dois jogos, não têm necessariamente de possuir exactamente as mesmas características em comum. Os membros da categoria jogos, de modo semelhante ao que acontece com as faces dos membros de uma família, revelam parecenças familiares entre si, mas não partilham qualquer grupo de atributos distintos considerados necessários e suficientes. Mas se assim é, como é que se decide se determinado exemplar pertence ou não a uma categoria? Segundo Wittgenstein, a atribuição de dois exemplares diferentes à mesma categoria seria devida às ligações que mantêm com membros intermédios da categoria. Para responder ao problema da estruturação das categorias, a psicologia cognitiva propôs diversos
4 modelos: (1) O modelo de atributos definidores; (2) O modelo de atributos definidores e característicos; (3) O modelo probabilístico; (4) O modelo de retenção de exemplares (veja-se Medin e Smith, 1984; Gardner, 1985; Eysenck e Keane, 1990). Devido a similaridades estruturais entre este quatro modelos, apenas serão desenvolvidos “o modelo clássico”, que partilha a maior parte dos princípios dos dois primeiros modelos e “o modelo de protótipo” que engloba importantes aspectos dos dois últimos. O modelo clássico: O modelo clássico defende que todos os exemplares de um conceito ou categoria partilham entre si propriedades comuns, que são consideradas condições necessárias e suficientes para a definição da categoria. O conjunto das propriedades é considerada uma condição necessária para que um item seja considerado como um exemplar de uma categoria. Ao possuírem os mesmos atributos comuns, os membros da categoria são igualmente representativos. Neste modelo está claramente demarcado o que constitui ou não um exemplar de uma categoria, de forma que as categorias apresentam fronteiras claramente definidas. Quando as categorias se organizam numa hierarquia, as categorias mais específicas incluem todos os atributos das categorias mais gerais. Assim a categoria "canário" incluiria todos os atributos definidores da categoria mais geral "ave". Esta concepção de categorização ficou a dever-se bastante ao trabalho pioneiro realizado na filosofia e na lógica, nomeadamente por Frege (1952). Frege defendeu que um conceito era caracterizado por um conjunto de atributos definidores (intenção) e por um número de exemplares (extensão). No que se refere ao conceito de "celibatário", intenção incluía os atributos adulto, masculino e solteiro; a extensão pessoas como o Papa, tarzan e o vizinho do prédio ao lado. O modelo clássico teve alguma repercussão em psicologia, desde os estudos pioneiros nos anos 20 por Hull (1920) e nos anos 50 por Bruner, Goodnow e Austin (1956) até aos anos 70 (e.g., Clark e Clark, 1977; Glass e Holyoak, 1975; Katz, 1972; Collins e Quillian, 1969). Collins e Quillian (1969) desenvolveram um modelo computacional de organização das categorias em sistemas hierárquicos que permitia prever o tempo de processamento de verificação de atributos das categorias. Num modelo deste tipo era mais rápido verificar positivamente o enunciado "o canário é amarelo" do que os enunciados "o canário tem asas" e "o canário tem pele", por envolverem características relacionadas com nós superiores da hierarquia. Apesar do modelo clássico exercer uma grande atracção, foram formuladas algumas objecções bastante pertinentes: (1) Tem sido difícil determinar as características definidoras de um grande número de conceitos, apesar dos esforços desenvolvidos. Para além da análise feita por Wittgenstein à categoria "jogos", provas experimentais realizadas têm confirmado a dificuldade de se estabelecer atributos distintivos (e.g., Conrad, 1972; Rosch e Mervis, 1975). Estão neste caso a maioria das categorias naturais, como "aves" e "peixes" e artefactos como "mobiliário" e "utensílios de cozinha". (2) As categorias apresentam fronteiras frequentemente imprecisas. Qual é por exemplo a fronteira entre mar, lago, lagoa e albufeira? Entre mamíferos e peixes? Frutos e legumes? A pertença de um exemplar a uma determinada categoria não está regulada por regras precisas, podendo às vezes variar conforme o tempo, as circunstâncias e os contextos de decisão. McCloskey e Glusksberg (1978) perguntaram a um grupo de sujeitos se um enfarte era ou não uma "doença". Dezasseis disseram sim e 14 não. Resultados semelhantes foram ainda obtidos quando se lhes perguntou se uma abóbora era ou não um "fruto". No entanto, quando os mesmo sujeitos foram de novo interrogados um mês mais tarde, 11 mudaram de opinião em relação ao facto de um enfarte ser ou não uma doença e 8 em relação a abóbora ser um fruto. Por sua vez Labov (1973) provou experimentalmente que os limites de uma categoria tão comum como é uma "chávena" variavam conforme o contexto em que este objecto era usado. Certos desenhos eram mais frequentemente classificadas como chávenas se imaginadas no contexto de tomada de café, do que imaginados no contexto de recipientes para puré de batata, vaso para arranjo de flores ou ornamento para uma estante. (3) Os exemplares de uma categoria não têm todos o mesmo estatuto. Há exemplares mais típicos do que outros. Por exemplo rosa e cravo são exemplares mais típicos de "flores" do que miosótis e granjas. Verificou-se ainda que os exemplares mais típicos são, não só mais fáceis de categorizar, mas também são recordados mais rapidamente do que os exemplares menos típicos. (4). Ao contrário de Collins e Quillian (1969), Smith et al (1974) provaram que os conceitos sobreordenados distantes podem ser verificados mais rapidamente do que os conceitos menos distantes. Por ex.,
5 "porco é um mamífero" demora mais a verificar do que "porco é um animal" ao contrário da previsão de Collins e Quillian. Hampton (1982) provou também que as hierarquias dos conceitos nem sempre são transitivas. Em resumo, o modelo clássico falha na captação de aspectos significativos do comportamento conceptual. Por outro lado, é simplesmente falso que os conceitos dependam de uma conjunção de atributos necessários. Para remediar algumas objecções ao modelo clássico formuladas nomeadamente por Conrad (1972), foi proposto o modelo de atributos definidores e característicos (e.g., Rips et al., 1973; Smith et al. 1974). Este modelo defende que um conceito é representado por dois conjuntos de atributos: Atributos definidores (atributos centrais partilhados por todos os membros) e atributos característicos (atributos que determinam o grau de tipicidade ou representatividade do membro na categoria). O modelo introduz ainda duas fases de processamento nas tarefas de verificação: Na primeira fase os dois tipos de atributos dos objectos são comparados. Se não se atingir uma decisão, segue-se uma segunda fase opcional que compara apenas os atributos definidores. O recurso a uma segunda fase depende dos resultados da primeira fase e das exigências da tarefa. Esta versão mais actualizada do modelo clássico consegue explicar adequadamente a maior parte das objecções, no entanto é considerada metodologicamente limitada porque não é capaz de distinguir entre atributos definidores e atributos característicos de forma objectiva. O modelo de protótipo: O modelo de protótipo adoptou uma estrutura de princípios bastante diferente em relação aos modelos anteriores a fim de explicar a organização das categorias. O princípio crucial deste modelo sustenta que as categorias são organizadas à volta de protótipos centrais. A interpretação da natureza deste protótipo central deu origem a diferentes versões do modelo. Segundo uma versão, o protótipo estaria representado por atributos característicos com pesos diferentes ou graus de importância diferentes na categoria (e.g., Posner e Keele, 1968; Rosch 1978). Um item é considerado como membro de uma categoria se os seus atributos corresponderem aos atributos do protótipo acima de um certo limiar. Uma versão alternativa defende que o protótipo é o exemplar melhor ou então é constituído por um pequeno conjunto dos melhores exemplares da categoria. A inclusão de um item numa categoria seria feita em função da proximidade com os melhores exemplares da categoria (e.g., Brooks, 1978; Hintzman e Ludlum, 1980; Medin e Shaffer, 1978). Por ex., o protótipo de mobiliário poderia ser "cadeira" (ou "cadeira, mesa e cama"). Esta versão rejeita a perspectiva de que os conceitos são formados a partir de abstracções; antes defende que os exemplares individuais representam a centralidade da categoria. Os princípios gerais do modelo de protótipo são: (1) As categorias têm uma estrutura baseada num protótipo. (2) Não há um conjunto delimitador de atributos necessários e suficientes para determinar a inclusão numa categoria. Embora possa haver um conjunto de atributos necessários, eles não são suficientes para a inclusão. (3) Os limites das categorias são imprecisos a ponto de alguns membros saltarem para outras categorias, como acontece por vezes com tomate em relação a "fruto" e "vegetal". (4) Os exemplares de uma categoria podem ser ordenados em termos do grau de tipicidade que possuem. Existe um gradiente de tipicidade entre os exemplares. (5) A classificação dos exemplares numa categoria é determinada pela similaridade dos atributos de um objecto com o protótipo da categoria. (6) As categorias estão ordenadas segundo uma hierarquia em três níveis: Sobre-ordenado, básico, sub-ordenado. Por exemplo, "fruto", "maçã" e "maçã golden". Segundo Rosh et al. (1978) estes níveis reflectem a maneira óptima como cada um pode organizar um conjunto de categorias. A investigação realizada para testar o modelo de protótipo obteve alguns índices de correlação importante. Assim verificou-se que,
6 (1) Os membros típicos de uma categoria são comparados mais rapidamente do que membros menos típicos, sendo este dado bastante robusto. (2) Os membros típicos são geralmente referidos primeiro quando os sujeitos são solicitados a indicar os membros de uma categoria ou a fazer um esboço do membro mais típico (e.g., Rosch et al. 1976). (3) Rosch e Mervis (1975) obtiveram valores de correlação significativos entre medidas de parecença familiar e de tipicidade. Descobriram que os membros típicos têm valores de parecença familiar mais elevados e partilham poucos (ou nenhuns) atributos com categorias próximas. Esta é uma prova de que o gradiente de tipicidade dos membros de uma categoria é uma função da similaridade desses membros com o protótipo da categoria. (4) A estrutura das categorias em protótipo apresenta um grau de generalidade considerável, tendo-se verificado efeitos de tipicidade em categorias relacionadas com doenças psiquiátricas (e.g., Cantor et al. 1980); Categorias linguísticas como substantivos e verbos (e.g., Lakoff 1982) e até em conceitos de acção como enganar e esperar (e.g., Coleman e Kay, 1981). Segundo Eysenck e Keane (1990) o modelo de protótipo tem sido objecto de três tipos de críticas: (1) Nem todas as categorias têm características prototípicas, pondo assim alguns limites no grau de generalidade do modelo. Hampton (1981) analisou categorias abstractas e verificou que algumas como "instinto", "crença" e "regra" não a têm. A razão talvez seja o número infindável de exemplares de "regras" e de "crenças", produzindo assim uma enorme flexibilidade. (2) O modelo é limitado a respeito do conhecimento que as pessoas possuem sobre as relações entre categorias. Por ex., as pessoas, além de terem um gradiente de tipicidade da categoria "aves", sabem também que é mais provável que uma ave pequena seja canora em relação a uma ave grande. Em geral sabese que alguns atributos variam mais facilmente do que outros. (3) O modelo do protótipo não explica ainda porque é que as categorias são aderentes, isto é, o que é que mantém as categorias reunidas? A resposta tradicional propôs um mecanismo de similaridade baseado em atributos comuns. No entanto às vezes formam-se categorias que só muito tenuemente estão baseadas em atributos comuns. As explicações propostas pelos modelos clássico e protótipo não são totalmente satisfatórias. Se o modelo clássico tem dificuldades em explicar os efeitos de tipicidade, os modelos alternativos não são capazes de explicar satisfatoriamente a organização das categorias; isto é, o que faz com que as categorias sejam psicologicamente coesas. Talvez as categorias não sejam todas da mesma natureza e apresentem tipos diferentes. Talvez haja categorias que se adequem melhor com o modelo clássico e outras com o modelo de protótipo. De facto Armstrong, Gleitman e Gleitman (1983) defenderam que o modelo clássico tinha um papel importante em vários tipos de conceitos relacionados com a matemática e a geometria (p. ex., número ímpar e quadrado), sistemas de parentesco (p. ex., avô), sistemas legais (p. ex., falso testemunho) e ciências (p. ex., molécula e gene). Todas estas categorias têm um núcleo de propriedades comuns que definem não só os membros pertencentes à categoria, mas também rejeitam os itens que não lhes pertencem. Gardner (1985, p. 348) acrescenta ainda que certos aspectos da cognição humana, como a capacidade de aplicar uma definição de número ímpar de forma correcta ou a habilidade para se formar conceitos mais elaborados a partir de outros mais simples, parecem inexplicáveis em termos do modelo de protótipo. Alguns aspectos da categorização poderiam estar portanto dependentes de operações computacionais advogadas pelo modelo clássico. 2. Medidas de Categorização Os exemplares que formam uma categoria não têm todos o mesmo estatuto. Há exemplares mais representativos do que outros, e há também exemplares que são recordados mais rapidamente pela maioria das pessoas. Neste sentido foram propostas várias dimensões sobre as formas específicas como os exemplares estariam estruturados numa categoria. As principais dimensões ou medidas de categorização estudadas foram: (1) A frequência de produção (também conhecida por frequência associativa ou dominância
7 dos itens); (2) a tipicidade e a (3) familiaridade. A frequência de produção é a medida da probabilidade de um sujeito produzir um item quando solicitado para gerar membros de uma dada categoria. Um dos primeiros estudos importantes de frequência de produção foi realizado por Battig e Montague (1969) com 442 estudantes universitários. A tarefa consistia na produção do maior número de exemplares de uma categoria durante 30 segundos, tendo sido apresentadas uma sequência de 56 categorias. As respostas dos sujeitos foram analisadas de forma a produzir tabelas de frequência de produção dos exemplares das diversas categorias. O estudo de Battig e Montague (1969) é um dos mais citados na literatura inglesa, embora tenha havido outros que entretanto se lhe seguiram (e.g., Hunt e Hodge, 1971; Shapiro e Palermo, 1970; Hunt, 1978; Posnansky, 1978), tendo este último recorrido a crianças como sujeitos. Rosch (1973) introduziu uma nova dimensão na organização das categorias a que deu o nome de tipicidade (e.g., Rosch, 1973). A tipicidade, também conhecida por prototipicidade, representatividade ou exemplar melhor, mede-se pedindo aos sujeitos para ordenar diferentes exemplares numa escala numérica conforme o grau de proximidade ou afastamento com o melhor exemplar da categoria. Escalas de tipicidade foram elaboradas por Ashcraft (1978), Rosch (1975), Uyeda e Mandler (1980). Apesar da importância inegável que estas duas medidas oferecem sobre a forma de estruturação das categorias, é difícil no entanto determinar a contribuição específica de cada medida, devido à elevada correlação que apresentam entre si (e.g., Hampton e Gardiner, 1983). McCloskey (1980) sugeriu entretanto que as medidas de frequência de produção e de tipicidade poderão estar relacionadas com um terceiro factor ou medida, a familiaridade. Quando o valor de familiaridade é mantido constante, desaparece parte do efeito do valor de tipicidade no tempo de categorização. A este respeito Glass e Meany (1978) apresentaram provas da existência de duas classes de membros atípicos numa categoria: Membros pouco típicos mas muito familiares, como tomate - "fruto"; e membros pouco típicos e pouco familiares como caqui - "fruto". Os investigadores portugueses que trabalham nos domínios da aprendizagem verbal têm de recorrer com alguma frequência a listagens de categorias de palavras para seleccionarem materiais para as suas experiências. Se a listagem da frequência dos exemplares de algumas categorias poderá ser semelhante em português, espanhol e inglês, como parece ser o caso de "cores", "metais" ou "utensílios de cozinha", é possível que se verifiquem discrepâncias acentuadas na grande maioria das restantes categorias, devido a factores socioculturais mais específicos. Na sequência de vários estudos de produção de frequência de exemplares de categorias realizados em inglês, quer nos EUA e em Inglaterra (e.g., Battig e Montague, 1969; Hunt e Hodge, 1971; Shapiro e Palermo, 1970; Hunt, 1978; Hampton e Gardiner, 1983) quer em castelhano (e.g., Soto, Sebastian, Garcia, e Amo, 1982), considerou-se importante planear também um estudo de forma a obter dados normativos para a maior parte das categorias que foram estudadas em inglês e espanhol e de que o estudo de Battig e Montague (1969) foi percussor. O estudo de Battig e Montague, que é um dos mais citados na literatura, serviu ainda de orientação em termos de procedimento metodológico e tratamento dos resultados. Método Sujeitos: A amostra foi constituída por 316 estudantes, sendo 107 do sexo masculino e 209 do sexo feminino. Os estudantes eram membros dos seguintes estabelecimentos escolares: 150 pertenciam a diferentes cursos da Universidade do Porto e 166 eram alunos do ensino secundário que em 1986 se deslocaram à Faculdade de Psicologia em visita. A faixa etária dos sujeitos ia dos 16 aos 37 anos, sendo a média de 19,9 anos. Materiais: Foram elaborados pequenos cadernos com 49 folhas. As folhas eram pautadas e tinham a dimensão de 1/4 de uma folha A4. Na primeira folha os sujeitos deveriam indicar o sexo, o grupo etário a que pertenciam numa escala de 5 intervalos e o estabelecimento de ensino que frequentavam. Nas restantes 48 folhas, estava escrito um número de 1 a 48 e o nome de uma categoria no cimo da folha. A ordem de distribuição das 48 categorias por cada caderno foi feita ao acaso. Foi ainda gravada uma sequência de sinais sonoros numa cassete-audio ao ritmo de um sinal cada 30 segundos. Procedimento: A tarefa foi realizada em grupos de 12 a 25 estudantes durante a Primavera de 1986. Após terem sido distribuídos um caderno e esferográfica pelos sujeitos presentes, foram lidas as seguintes instruções:
8 “À vossa frente encontra-se um caderno com 49 folhas. Na 1ª folha, anotem os seguintes elementos de identificação, como o sexo, grupo etário e estabelecimento de ensino. Façam-no já, por favor. (Alguns minutos depois). As restantes 48 folhas do caderno incluem no cimo de cada folha um número e uma palavra ou expressão verbal, seguida por um espaço em branco. A vossa tarefa é escrever o maior número de exemplares incluídos na categoria ou classe representada por tal expressão verbal durante um período de 30 segundos. Se por exemplo estiver escrito a categoria "líquidos" no cimo da página, a vossa tarefa consiste em redigir o maior número de nomes de líquidos de que vos recordeis, como água, vinho, leite, óleo, etc, durante um período de 30 segundos. Os exemplares de cada categoria devem ser escritos um abaixo do outro. Se o número de linhas não for suficiente, escrevam uma segunda coluna de nomes ao lado. Ao fim de 30 segundos será emitido um sinal sonoro e nessa altura deverão virar imediatamente a página e começar a trabalhar na categoria seguinte. Há ao todo 48 categorias, mas a sequência das categorias de 1 a 48 é diferente de caderno para caderno. Não adianta olhar para o vosso colega do lado, nem ficar admirado se ele ou ela escreve muito ou pouco, já que de certeza que estão a trabalhar numa categoria diferente da vossa. Preparem-se então para começar a vossa tarefa. Quando ouvirem um sinal sonoro virem a 1ª página do caderno, leiam o título da 2ª página e procurem redigir o maior número de exemplares. Atenção...” (Liga-se o gravador). Resultados Das 48 categorias apresentadas omitiram-se as categorias "Artistas Famosos" e "Desportistas Famosos". Todas as respostas de cada categoria, julgadas legíveis, foram incluídas no tratamento dos resultados, mesmo que a ortografia não seja correcta. Os resultados de frequência de produção das 46 categorias encontram-se expostos na Tabela 1 das páginas 17 a 43 e de acordo com o formato seguinte: 1. Na primeira coluna (Total %) indica-se a percentagem de cada exemplar em função do número de sujeitos que responderam a esta categoria. Exemplares de categorias com frequências iguais ou inferiores a 5% estão agrupados sob a designação de cinco, quatro, três, dois, um e (1). A frequência (1) refere-se a exemplares referidos apenas por um sujeito da amostra total estudada, representando cerca de 0,3% do total. 2. A segunda coluna (1º) apresenta o número de vezes que um exemplar de uma categoria foi escrito em primeiro lugar na lista de exemplares da categoria. Para exemplares com frequência inferior a 5%, este valor encontra-se indicado entre parênteses logo a seguir ao nome do exemplar. 3. A terceira coluna (M) indica a percentagem de cada exemplar para o grupo de sujeitos masculinos (N = 107) até ao valor de 6% de frequência de produção. 4. A quarta coluna (F) indica também a percentagem de cada exemplar até ao valor de 6% para o grupo de sujeitos femininos (N = 209). Os valores das colunas três e quatro são omitidos para exemplares com frequências iguais ou inferiores a 5%. A Tabela 2 (p.44) apresenta a listagem das 46 categorias e cinco colunas de valores de estatística descritiva: 1. O número de sujeitos que responderam a cada categoria (N) e que variou de 234 a 316. O N de 234 referiu-se à 40ª categoria (Nomes de Famílias), onde se verificou uma confusão por parte de vários estudantes entre graus de parentesco e apelidos de família, sendo esta última a categoria em análise. O segundo N mais baixo foi de 278. 2. A média de exemplares por categoria (Média) que variou entre 2,7 para cores e 9,3 para nomes masculinos. A média total foi de 5,73 com 1,8 de desvio padrão. 3. O desvio padrão por categoria (DP). 4. O número de exemplares por categoria produzidos por 90% e 10% dos sujeitos (90-10%) em cada categoria e que variou entre 1 e 12. 5. Por último, o número de exemplares não-comuns entre este estudo e o estudo de Battig e Montague (1969) produzidos pelos sujeitos nas primeiras seis posições (≠BM). A opção pelos primeiros seis exemplares baseou-se no valor da média total das 46 categorias que foi 5,73.
9 As principais similaridades de frequência de produção registadas na coluna 5, verificaram-se nas categorias: 3. Tipos de profissões, 13. Cores; 17. Pedras preciosas; 18. Metais; 19. Escalões militares e 33. Tipos de veículos. Nestas seis categorias registou-se apenas um exemplar discrepante. As categorias que incluíram 4 e 5 exemplares não comuns foram respectivamente 24. Árvores; 27. Legumes; 32. Moedas de Países; 38. Nomes femininos; 21. Aves; 23. Peixes; 36. Tipos de dança; 39. Nomes masculinos. Na categoria 42. Nomes de cidades todos os exemplares foram diferentes. Cerca de metade, (53%) das 40 categorias comuns aos dois estudos em análise, apresentaram dois ou três exemplares diferentes nas primeiras seis posições. Discussão Nos estudos de categorização publicados na literatura a amostra de sujeitos é constituída predominantemente por estudantes universitários. Como no estudo aqui descrito a amostra seleccionada apresenta características similares às amostras de outros estudos (e.g., Battig e Montague, 1969; Hunt e Hodge, 1971; Shapiro e Palermo, 1970; Hunt, 1978; Hampton e Gardiner, 1983, Soto, Sebastian, Garcia, e Amo (1982), estes resultados poderão considerar-se comparáveis, pelo menos em termos de características, tais como a idade e escolaridade dos sujeitos. Considerando ainda o número de sujeitos avaliados, que ultrapassou os 300 em 38 categorias analisadas, a ordenação dos exemplares apresentada na Tabela 1 pode considerar-se aproximadamente normalizada para jovens universitários e pré-universitários. Mesmo que a normalização da frequência de produção dos exemplares não se possa aplicar à população Portuguesa, este aspecto é de somenos importância já que a maior parte das experiências laboratoriais de aprendizagem verbal são realizadas com jovens estudantes universitários, a maior parte deles frequentando cursos de psicologia.
16 Cognition, 9, 35-58. Posnansky, C. J. (1978). Category norms for verbal itens in 25 categories for children in grades 2-6. Behavior Research Methods & Instrumentation, 10, 819-832. Posner, M. I., e Keele, S. W. (1968). On the genesis of abstract ideas. Journal of Experimental Psychology, 77, 353-363. Rips, L. J., Shoben, E. J., e Smith, E. E. (1973). Semantic distance and the verification of semantic relations. Journal of Verbal Learning and Verbal Behavior, 12,1-20. Rosch, E. (1973). Natural categories. Cognitive Psychology, 4, 328-350. Rosch, E. (1975). Cognitive representations of semantic categories. Journal of Experimental Psychology: General, 104, 192-233. Rosch, E. (1978). Principles of categorization. In E. Rosch e B. B. Lloyd (Eds), Cognition and categorization. Hillsdale, N.J.: Erlbaum. Rosch, E., e Lloyd, B. B. (1978), Cognition and categorization. Hillsdale, N.J.: Erlbaum. Rosch, E., e Mervis, C. B. (1975). Family resemblances: Studies in the internal structure of categories. Cognitive Psychology, 7, 573-605. Rosch, E., Mervis, C. B., Gray, W. D., Johnson, D. M., e Boyes-Braem, P. (1976). Basic objects in natural categories. Cognitive Psychology, 8, 382-439. Shapiro, S. I., e Palermo, D. S. (1970). Conceptual organization and class membership: Normative data for representatives of 100 categories. Psychonomic Monograph Supplements, 3 (11, Nº completo 43) Smith, E. E., e Medin, D. L. (1981). Categories and concepts. Cambridge, Mass.: Harvard University Press. Smith, E. E., Shoben, E. J., e Rips, L. J. (1974). Structure and process in semantic memory: A featural model for semantic decisions. Psychological Review, 81, 214-241. Soto, P., Sebastian, M. V., Garcia, E, e Amo, T. (1982). Categorizacion y datos normativos en España. Madrid: Ediciones Cantoblanco. Tversky, B., e Hemenway, K. ( 1984). Objects, parts, and categories. Journal of Experimental Psychology: General, 113, 169-193. Uyeda, K. M. e Mandler, G. (1980). Prototypicality norms for 28 semantic categories. Behavior Research Methods & Instrumentation, 12, 587-595. Wittgenstein, L. (1958). Philosophical investigations. (2ª Ed.). Oxford: Blackwell. (Obra original publicada em 1953)
17 T a be l a 1 1. Tipos de Desportos N=312 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Futebol 95 117 98 93 2. Basquetebol 72 29 83 67 3. Andebol 64 15 75 58 4. Natação 60 38 49 66 5. Voleibol 56 20 63 53 6. Ténis 42 23 36 46 7. Atletismo 36 22 38 34 8. Hóquei em patins 27 5 35 23 9. Raguebi 21 3 27 17 10. Ginástica 11 6 8 12 11. Hipismo 11 2 8 12 12. Ciclismo 10 2 12 9 13. Remo 9 3 12 7 14. Badminton 8 18 7 9 15. Golf 8 2 10 7 16. Pólo aquático 6 1 10 4 17. Esgrima 6 0 6 6 CINCO. Automobilismo (2), Hóquei em campo, Karaté (1), Judo, Patinagem, Ping-Pong,Vela. QUATRO. Corrida, Esqui (1), Hóquei no gelo, Polo, Ténis de mesa. TRÊS. Boxe, Dança (2), Ginástica desportiva, Ginástica rítmica, Xadrez. DOIS. Canoagem, Saltos, Salto em altura, Salto em comprimento, Motocross, Squash (1), Surf. UM. Alpinismo, Argolas, Ballet, Basebol, Bilhar, Caça (1), Corta-mato (1), Cri-quet, Culturismo, Esqui aquático, Ginástica de manutenção, Halterofilismo, Jogging, Motonáutica, Motorizada náutica, Patinagem no gelo, Pesca (1), Pugilismo, Tiro, Tiro ao alvo, Windsurf. (1) Aeróbica, Aikett (1), Aiquidô, Artes marciais, Barco, Com arco, Com bola (1), Cooper, Cross, Disco, Estafeta, Jazz (1), Karting, Lançamento do dar-do, Luta, Marcha (1), Motociclismo, Naútico (1), Paraquedismo, Patinagem sobre rodas, Rali, Salto à vara, Taekwondo, Tiro ao prato, Tiro com arco, Tiro com pistola. 2. Fenómenos Atmosféricos N=312 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Chuva 78 165 74 79 2. Trovoada 41 54 41 41 3. Vento 40 17 42 39 4. Neve 32 3 30 33 5. Granizo 28 0 29 27 6. Nevoeiro 20 2 17 21 7. Sol 17 1 18 17 8. Tempestade 16 6 17 15 9. Calor 14 0 10 15 10. Relâmpago 13 6 20 10 11. Ciclone 13 3 14 12 12. Furacão 11 4 16 9 13. Frio 10 0 8 11 14. Tufão 10 4 9 11 15. Geada 8 0 9 8 16. Terramoto 8 3 6 9 17. Trovão 6 5 7 5 CINCO. Saraiva, QUATRO. Eclipse (3), Nuvens (1), Tornado, (1),
18 TRÊS. Aguaceiro (1), Evaporação, Vulcão. DOIS. Altas pressões, Anticiclone, Arco-íris (2), Condensação, Depressão, Neblina, Orvalho, Pressão, Raio (1), Sismo, Tromba de água (1), Vendaval. UM. Ar, Aurora boreal, Baixas pressões (1), Brisa, Danúbio, Dilúvio, Gelo, Humidade, Húmido, Inundação,Marmoto, Nebulosidade, Quente, Poluição, Precipitação, Saraivada, Seco, Temperatura, Temporal, Tremor de terra. (1) Atmosfera (1), Cheias, Chuvisco, Cometas (1), Condensação do ar, Correntes de ar, Crepúsculo, Dia, Ebulição, Encobertas, Erupção das rochas, Explosões (1), Gases (1), Haley (1), Hidrosfera, Meteoritos (1), Nevão, Noite, Nortada, Pedraça, Poeira, Protecção da crosta, Radiação solar, Rajadas, Sol brilhante, Sol da meia-noite, Vapores, Vaporização. 3. Tipos de Profissões N= 313 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Professor 74 56 63 78 2. Médico 65 73 54 70 3. Psicólogo 40 26 39 40 4. Carpinteiro 32 20 38 29 5. Engenheiro 33 8 31 33 6. Advogado 19 3 13 22 7. Pedreiro 15 15 23 11 8. Enfermeiro 14 6 9 17 9. Estudante 13 16 21 9 10. Padeiro 13 4 12 13 11. Bancário 10 6 10 10 12. Economista 9 4 9 9 13. Trolha 9 2 17 6 14. Mecânico 9 5 10 8 15. Sapateiro 9 3 9 8 16. Arquitecto 8 0 7 8 17. Agricultor 8 1 8 8 18. Pintor 7 1 11 5 19. Costureira 7 4 4 8 20. Merceeiro 7 3 3 9 21. Marceneiro 6 3 9 4 22. Serralheiro 6 1 7 5 23. Comerciante 6 2 7 6 24. Vendedor 6 1 7 6 25. Jornalista 6 2 4 7 26. Electricista 6 1 4 7 CINCO. Cozinheira, Dentista, Escritor, Polícia. QUATRO. Alfaiate, (2), Empregado de escritório (1), Escriturário, Escultor, Farmacêu-tico (1), Futebolista. TRÊS. Assistente social, Biólogo (1), Carteiro, Cientista, Doméstica (1), Empregado de balcão (1), Ferreiro (1), Industrial, Lixeiro, Metalúrgico, Motorista, Pasteleiro (1), Psiquiatra, Secretária (1), Varredor. DOIS. Actor, Bombeiro, Desenhador, Doutor, Educadora, Filósofo, Florista, Funcionário público (1), Hospedeira, Jardineiro, Jogador, Juiz (1), Músico, Ourives, Padre, Paraquedista, Pescador (1), Político, Porteiro, Químico, (1) Veterinário (1). UM. Analista, Antropólogo, Astrónomo, Aviador, Bailarina, Banqueiro, Barbei-ro, Barman, Calceteiro, Camionista (1), Cantor, Chapeiro (1), Cinzelador, Condutor, Construtor civil, Contabilista, Contínuo, Corredor de automó-veis, Dactilógrafa, Despachante, Desportista, Empregada de limpeza, Empre-gada doméstica, Empresário (1), Esteticista, Estucador, Físico, Fuzileiro, Geóloga (1), Gerente, Gestor, Jornaleiro, Lavadeira, Matemático, Marinheiro, Maquinista, Militar, Modelista, Modista, Peixeira, Pianista (1), Picheleiro, Poeta, Presidente, Prostituta, Retalhista, Relojoeiro, Sociólogo, Soldado, Talhante, Taxista (1), Técnico, Técnico de contas, Telefonista, Viajante (1). (1) Administrador, Aduaneiro, Agrário, Ajudante, Apresentador, Armeiro, Artista, Astronauta, Bábá, Balconista, Bibliotecário, Bioquímico, Botânico, Caçador, Calista, Capitão, Cardiologista, Chefe de vendas, Chulo, Cobra-dor, Comentador, Construtor, Decorador, Director da escola, Domador, Droguista, Educação física, Educadora infantil, Empregado, Empregado de mesa, Empreiteiro (1), Engenheiro físico, Engenheiro químico, Estilista,
19 Estufador, Explorador, Fadista, Feirante, Ferroviário (1), Garagista, Gigolo, Guarda, Historiador, Hoteleiro, Investigador, Inspector (1), Joa-lheiro, Lenhador, Limpa-chaminés, Litógrafo, Magnata, Ministro, Nave-gador, Negociante, Nutricionista, Oculista, Oficial, Orientador profissional, Parteira, Pastor, Pracista, Prospector de seguros, Psicanalista, Realizador, Relações públicas, Repórter, Servente, Taberneiro, Técnico informativo, Terapeuta, Tipógrafo, Tradutor, Treinador, Turismo, Vaqueiro, Vigilante. 4. Formações Terrestres Naturais N= 291 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Montanha 55 89 55 55 2. Vale 33 8 30 34 3. Vulcões 29 44 32 28 4. Monte 28 35 30 27 5. Serra 22 25 26 20 6. Rios 22 5 24 22 7. Planície 20 0 25 17 8. Planalto 19 3 22 17 9. Lagos 16 5 13 18 10. Ilha 13 23 14 13 11. Mares 13 4 14 12 12. Grutas 7 4 7 7 13. Rochas 6 9 3 8 QUATRO Cordilheira, Oceano (2), TRÊS. Cabo, Colina, Continente (1), Cratera, Encosta (1), Pedra (4). DOIS. Água, Árvores (3), Baía, Caverna (1), Depressão, Deserto (1), Floresta (1), Lagoa (1), Iceberg (1), Pico, Península (1), Precipício, Riacho, Quedas de água (1), Terra, Terramoto. UM. Alpes, Areia, Arquipélago, Canhão, Cascata, Catarata, Costa (1), Desfila-deiro, Duna (1), Enseada, Escarpa, Estalactites, Estuário, Fenda, Flor, Glaciar (1), Himalaias (1), Ihota, Penedos, Peneplanície, Porto, Praia (1), Relva, Ria, Ribeiro, Rochedo. (1) Abismo (1), Alameda, Ar, Argila (1), Arroios, Atlas, Bainha, Barra, Cabe-delo, Calcário, Campo, Canedelo, Canyon, Crescimento de animais, Crescimento de plantas (1), Colo, Cume (1), Eclipse, Fonte natural, Fosso, Fóssil (1), Golfo, Ihéu, Maciço, Manto, Nascente, Niagara, Outeiro, Pân-tano, Polos, Pós, Prado, Ribeira, Selva, Sismo, Sopés, Sucalco, Super-fícies planas, Tremor de terra. 5. Partes do Corpo Humano N= 316 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Cabeça 82 131 80 82 2. Braço 81 82 81 80 3. Perna 81 20 79 82 4. Pé 67 9 58 72 5. Mão 65 26 61 67 6. Tronco 41 1 41 43 7. Olhos 36 8 42 33 8. Nariz 32 4 30 33 9. Dedos 28 0 12 36 10. Boca 28 6 26 29 11. Orelha 25 2 23 21 12. Pescoço 23 0 18 26 13. Coxa 17 0 11 15 14. Coração 15 10 22 11 15. Antebraço 12 0 13 12 16. Membros 11 1 8 13 17. Estômago 11 0 12 11 18. Barriga 9 0 2 13 19. Ouvidos 9 0 14 6 20. Fígado 9 1 7 9 21. Unhas 9 0 7 9
20 22. Abdómen 8 0 6 9 23. Peito 7 1 7 7 24. Cabelo 7 0 6 8 25. Joelho 7 0 6 8 26. Dentes 6 0 8 5 CINCO. Coxa, Costas. QUATRO. Anca, Cérebro (3), Intestino, Pulmão (1), Rim, Tórax. TRÊS. Cara (2), Membros inferiores, Membros superiores, Ombros (1), Tornozelo. DOIS. Clavícula, Cotovelo, Esófago, Face, Falanges, Lábios, Língua, Ossos. UM. Ânus, Bacia, Baço (1), Bexiga, Costelas, Crânio, Cu, (1), Faringe, Laringe, Mama, Metacarpo, Nádegas, Omoplata, Órgãos genitais, Órgãos sexuais, Pâncreas, Pénis, Perónio (1), Pestana, Queixo, Rótula, Seio, Sexo, Testa, Umbigo, Vagina, Vesícula, Tíbia (1). (1) Apêndice, Artérias, (1), Bílis (1), Canela, Cerebelo (1), Cinta, Diafragma (1), Encéfalo (1), Espinha, Garganta (1), Hipófise (1), Hipotálamo (1), Maxilar (1), Ovários, Pulso, Rabo, Rádio, Região pélvica, Reto, Sobran-celhas, Supra-renais, Testículos, Tiróide, Tubo digestivo, Veias, Ventre, Zona sexual. 6. Nomes de Países N= 315 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Portugal 95 208 100 93 2. França 91 32 93 89 3. Espanha 82 5 91 78 4. Inglaterra 49 8 44 52 5. Itália 50 7 50 50 6. Alemanha 46 13 56 41 7. Suíça 35 3 32 37 8. E. U. A. 35 0 48 28 9. Brasil 33 5 33 33 10. Bélgica 32 4 36 30 11. U. R. S. S. 26 0 30 24 12. Holanda 23 9 24 22 13. Suécia 20 1 20 20 14. Japão 17 1 17 17 15. Luxemburgo 15 3 14 16 16. Grécia 12 0 11 13 17. China 12 0 18 9 18. Noruega 12 0 8 14 19. Canada 11 0 9 11 20. Dinamarca 10 1 9 11 21. Angola 9 4 7 9 22. Jugoslávia 8 0 9 6 23. Irlanda 8 0 9 7 24. Moçambique 7 1 7 7 25. Áustria 7 0 4 9 26. México 6 0 8 5 27. Rússia 6 0 11 3 CINCO. Argentina (1), India (1), Polónia. QUATRO. Finlândia (1), Líbia, Marrocos, Perú, Venezuela. TRÊS. África do Sul (1), América (3), Checoslováquia, Hungria, Irão, Paraguai, R.D.A., R.F.A., Turquia, Uruguai. DOIS. Austrália, Bulgária (1), Chile, Egipto, Escócia, Grã-Bretanha (1), Guiné-Bissau, Iraque, Islândia, Israel, Mónaco, Roménia. UM. América do Norte, Andorra, Argélia (1), Bolívia, Chipre, Coreia, Cuba, Eti-ópia, Equador, Honduras, Indonésia, Malta, País de Gales, Panamá, Pa-quistão, Quénia, Salvador, Zaire. (1) América do Sul, Arábia, Cabo Verde, Camarões, Chade, Congo, Colômbia, Coreia do Sul, Filipinas, Germânia, Guatemala, Haiti, Koweit, Líbano, Malásia, Mali, Nepal, Nigéria, Oman, Senegal, Timor, Tunísia, Vietname.
21 7. Tipos de Armas N= 314 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Pistola 77 109 82 75 2. Espingarda 52 54 47 55 3. Metralhadora 49 37 55 46 4. Canhão 39 9 53 32 5. Faca 35 28 35 35 6. Revólver 24 17 29 22 7. G3 20 18 22 18 8. Míssil 19 3 36 11 9. Caçadeira 15 6 16 14 10. Espada 12 2 11 12 11. Basuca 9 1 15 7 12. Navalha 9 3 5 11 13. Punhal 9 0 8 9 14. Bomba 7 0 7 7 15. Tanque 6 1 10 3 CINCO. Carabina (7), Granada (1). QUATRO. Facão. TRÊS. Arco (1), Bomba atómica (1), Lança (1), Sabre. DOIS. Anti-aéreo, Flecha, Matraca, Pau (1), Pressão de ar (1), Seta. UM. Adaga, Agulha, Arco e flecha (2), Arma de chumbo, Arma de fogo (1), Arma nuclear, Arma de pressão, Baioneta, Bombardeiro, Caça (1), Catana, Cartucheira, Chumbeira, Coldre (1), Corda, Colt 45, Cutelo, Desportivis-mo, Dois canos, Fisga, Florete (1), Foguete, Guerra, Lança-chamas, Lança-mísseis, Machado, Metralhadora de tambor, Morteiro, Pistola de alarme, Pistola de ar, Rifle (1), Rocket, Tanque de guerra, Torpedo. (1) Alfinete, Arma branca (2), Arma de bolso, Arma de mão, Arpão, Bastão, Bomba nuclear (19, Bomba relógio, Catapulta, Cacete, Calibre, Canivete (1), Chicote, Cocktail, Colt (1), Foguetão, Fragata, Ganchos, Gazua, Mosquete, M6, M60, Naifa, Neutros, Novelho, Obus, Ogiva nuclear, Pedras, Pistola de bala, Pistolão, Portaaviões, Privada (1), Raios laser, Roca, SKA, Submarino, Veneno, Volkes. 8. Tipos de Habitação Humana N= 310 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Casa 75 195 80 72 2. Apartamento 49 22 43 53 3. Vivenda 37 10 34 39 4. Andar 37 15 36 37 5. Prédio 33 26 44 28 6. Cabana 24 14 25 24 7. Moradia 18 6 11 22 8. Tenda 16 2 26 11 9. Barraca 15 1 13 15 10. Rolote 13 0 16 11 11. Hotel 11 0 15 9 12. Mansão 10 1 12 9 13. Palácio 8 2 9 8 14. Chalé 8 0 4 10 CINCO. Casebre, Palhota. QUATRO. Arranha-céus (4), Caravana, Casarão, Castelo (1), Gruta (1), Quinta. TRÊS. Barraco, Caverna (1), Pensão, Quarto. DOIS. Bar, Casa pré-fabricada, Casota, Edifício (1), Solar. UM. Águas-furtadas, Albergue, Atrelado, Bairro de lata, Buraco, Casa de praia, Casa terreira, Carrinha, Carroça, Caserna, Cave, Choupana, Cubata, Debai-xo da ponte, Duplex, Estúdio, Habitação lacustre, Iglo (1), Igreja, Motel, Palacete, Pousada, Quartel, Suite. (1) Acampamento, Adote, Alameda, Aparthotel, Assoalhada, Bangalou, Barra-cão, Bairro, Camarata, Carro, Casa de madeira, Casas baixas (1), Casa gémea, Casa rupestre, Castro, Colégio, Espelunca, Estalagem, Fazenda, Fortaleza, Hospedaria, Ilha, Ilhéu, Lar, Loja,
22 Mansarda, Palafita, Palheiro, Prisão, Privada (1), Rua, Rural, Residência, Residencial, Sótão, Subter-râneo, Torre, Urbana (1), Vila. 9. Instrumentos de Carpinteiro N= 313 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Martelo 90 179 88 91 2. Prego 60 9 58 61 3. Serrote 49 37 56 46 4. Serra 34 32 29 37 5. Plaina 28 15 36 25 6. Lima 19 3 16 21 7. Madeira 19 7 13 22 8. Lixa 16 2 20 14 9. Alicate 16 2 20 14 10. Formão 13 7 21 9 11. Parafuso 9 0 6 11 12. Torno 8 3 8 8 CINCO. Chave de fendas, Chave de parafusos, Cola, Esquadro, Lápis, Régua (1). QUATRO. Broca, Metro (2), Tacha. TRÊS. Banco (2), Machado, Turquês (1). DOIS. Berbequim, Bigorna, Black and Decker, Chave inglesa, Cinzel, Compasso (1), Goiva, Grosa, Máquina de furar, Mesa (1), Raspador, Tábua, Verniz. UM. Agrafador, Banca, Chaves, Escopro, Faca, Fita métrica, Furador, Galorpa, Graminho, Maço, Nível (1), Pá (1), Picareta, Pincel, Ponteiro, Porca, Prensa, Serra mecânica, Tintas (1), Trincha. (1) Anilhas, Arame, Balde, Barrote, Caixa, Cavalete, Corta-arame, Enxado, Es-cadote, Ferro, Fio de prumo, Fita, Fuso, Lascador, Limatão, Marreta, Mesa de madeira, Máquina de cortar, Máquina eléctrica, Paquímetro, Plástico, Prancha, Prisma, Pua (1), Purgão, Riscador, Rolo, Serra de recorte, Ser-rador (1), Tabuleiro, Tenaz, Tesoura, Torniquete, Torquilha, Turquês, Verruga, Verruma. 10. Membros do Clero N= 305 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Padre 90 186 94 87 2. Bispo 84 42 90 80 3. Papa 79 57 86 75 4. Freira 36 0 36 37 5. Arcebispo 31 1 36 29 6. Frade 28 4 28 28 7. Cardeal 24 2 29 21 8. Sacerdote 16 5 15 17 9. Sacristão 12 0 13 11 10. Abade 7 21 7 7 11. Madre 6 1 6 6 CINCO. Cónego, Prior (1), Seminarista. QUATRO. Diácono, Monsenhor. TRÊS. Frei, Pároco, DOIS. Capelão, Jesuíta, Leigo. UM. Acólito, Ajudante da igreja, Franciscano, Irmã, Irmão, Missionário, Noviço, Pastor, Presbítero, Reitor, Vigário. (1) Abadessa, Advogado, Bispo superior, Capuchinho, Clérigo, Confessor, Cura, Eremita, João Paulo II, Leitor, Membro das comunidades, Ministro, Monagillo, Monge, Patriarca, Prelado, Rei, Religiosa, Sacerdotisa.
23 11. Tipos de Crimes N= 307 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Assassínio 51 111 57 48 2. Roubo 51 25 50 52 3. Homicídio 42 86 46 41 4. Violação 37 16 38 36 5. Suicídio 21 22 20 22 6. Enforcamento 9 6 14 6 7. Estrangulamento 9 9 11 7 8. Envenenamento 6 1 5 6 9. Matar 6 7 3 7 10. Afogamento 5 2 8 4 QUATRO. Agredir, Esfaqueamento (1), Furto (1), Rapto, Tiroteio. TRÊS. À mão armada (2), Asfixia (2), Infanticídio, Genocídio. DOIS. Burla, Espancamento, Fraude, Incesto (1). UM. Aborto, Adultério, Apunhalar, Arrombamento, Atropelar, Bigamia (1), Ca-lúnia, Com faca, Contrabando, Desfalque, Difamação, Estupro, Facada, Fal-sificação, Insulto, Pancada, Parricídio, Regicídio, Sequestro, Vandalismo, Violento. (1) Abafamento, Abuso de confiança, Acidente, Agressão física, Agressão oral, Agressão simples, Aldrabar, Assaltante (1), Atentado, Atentado ao pudor, Atentado bombista, Atropelamento, Castrar, Chantagem, Cheque sem cobertura, Chicotada, Com armas, Corrupção, Crime de arma branca, Cúmplice, Desertar, Desordem, Desrespeito, Destruir, Desvio, Distúrbio, Droga (1), Esconder, Extravio, Falcatrua, Fuga, Guilhotina, Hipocrisia, Infringir leis, Injúria, Invasão de propriedade, Linchamento, Maltratar, Matar à queima-roupa, Mentir, Mentir para culpar, Mistério (1), Molestar, Ofensa, Passar droga, Passional (1), Perjúrio, Por pistola, Queimado, Sabotagem, Sabotar, Sexual, Subornar, Terrorismo, Tortura, Transgressão rodoviária, Viciar, Vigarice, Violação da propriedade privada, Violador. 12. Substâncias para Condimentar Alimentos N= 286 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Pimenta 78 121 76 80 2. Sal 71 86 69 71 3. Piri-piri 36 7 33 37 4. Colorau 31 3 27 33 5. Cominhos 28 7 23 31 6. Alho 23 7 21 24 7. Salsa 24 22 21 26 8. Noz-moscada 21 2 14 24 9. Canela 20 6 19 21 10. Loureiro 17 0 20 15 11. Açúcar 15 5 12 16 12. Cravinho 13 3 13 13 13. Azeite 12 3 15 11 14. Vinagre 11 0 7 12 15. Malagueta 8 0 7 9 16. Mostarda 8 2 9 7 17. Óleo 6 0 8 5 18. Pimentão 6 0 4 7 19. Hortelã 6 0 6 6 CINCO. Caril, Cebola (1), Oregãos. QUATRO. Açafrão (1), Limão, Pimento (3), Tomate (1). TRÊS. Coentros, Ketchup, Paprica (1). DOIS. Gengibre, Maionese (1), Manteiga (1), Vinho. UM. Aipo, Alecrim, Caldos Knorr, Erva doce, Manjericão, Margarina, Molho inglês, Picante, Pickeles, Rosmaninho, Tomilho. (1) Açúcar baunilhado, Alfazema (1), Avelã, Cacau, Canda, Chocolates, Cidrei-ra, Coco ralado, Dente-de-leão, Essência, Eucalipto, Funcho, Molho branco, Pimentão doce, Rabanetes, Sálvia, Sementinhas.
24 13. Cores N= 316 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Amarelo 94 84 31 93 2. Azul 93 92 31 91 3. Preto 91 9 28 91 4. Verde 91 12 29 90 5. Branco 88 55 28 89 6. Vermelho 84 51 28 82 7. Rosa 67 6 17 74 8. Laranja 65 2 21 66 9. Castanho 54 0 21 49 10. Roxo 44 1 11 48 11. Cinzento 43 0 11 46 12. Lilás 38 0 11 39 13. Violeta 22 0 7 21 14. Beje 11 0 2 14 15. Anil 7 0 1 9 TRÊS. Carmim, Grenã. DOIS. Dourado, Salmão. UM. Azul marinho, Cor de tijolo, Creme, Encarnado, Negro, Prateado,Turquesa. (1) Ágata, Âmbar, Azulão, Azul eléctrico, Beringela, Cardinal, Celeste, Cor de vinho, Cru, Escarlate, Indigo, Pérola, Púrpura. 14. Utensílios de Cozinha N= 315 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Garfo 83 46 91 79 2. Faca 81 94 87 78 3. Colher 77 50 83 74 4. Panela 70 55 70 69 5. Tacho 55 21 51 57 6. Prato 50 26 51 49 7. Fogão 34 6 38 33 8. Copo 25 1 29 23 9. Frigideira 16 0 18 15 10. Colher de pau 14 5 12 15 11. Sertã 9 0 8 10 12. Travessa 9 0 8 9 13. Batedeira 8 1 4 11 14. Frigorífico 8 0 10 7 15. Tigela 7 0 5 9 16. Pano 7 0 9 5 17. Fritadeira 6 0 8 5 18. Coador 6 0 6 6 19. Varinha Mágica 6 0 1 9 CINCO. Bacia, Cafeteira, Chávena (1), Escumadeira. QUATRO. Guardanapo, Passe-vite, TRÊS. Caneca (1), Fervedor, Forno, Fósforos, Panela de pressão (1), Rolo da massa (1), Tábua, Talher, Toalha. DOIS. Banca, Caçarola (1), Concha, Detergente, Forma, Grelhador, Lava-louça, Martelo, Passador, Pega, Ralador, Tampa. UM. Alguidar, Almofariz, Armário, Assadeira, Avental, Balança (1), Banco, Cadeira, Chaleira, Colher de sobremesa, Cutelo, Descascador, Electrodo-mésticos, Esfregão, Esponja, Espátula, Exaustor, Garrafa, Gás, Louça, Machado, Máquina de lavar louça, Máquina de sumos, Mocho, Pá, Pires, Sabão, Saleiro, Taça, Tesoura, Torneira, Tuperware. (1) Aparador, Arca frigorífica, Balde (1), Bandeja, Centrifugadora, Enfusa, Es-corredor, Espremedor, Espanador, Faca do pão, Funil, Galheteiro, Geleira, Isqueiro, Jarro, Lambedor, Lareira, Leiteira, Malga, Máquina, Máquina de descascar, Micro-ondas, Misturadora, Óleo,
25 Palito, Panela eléctrica, Peneira, Picador, Pitão, Prateleira, Raspador, Recipiente, Rodilha, Tabuleiro, Tacho de fritar, Terrina, Testo, Torradeira. 15. Artigos de Mobiliário N= 315 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Cadeira 89 38 86 90 2. Mesa 86 97 79 89 3. Cama 82 115 72 88 4. Cómoda 47 20 40 51 5. Armário 47 9 45 48 6. Sofá 42 6 39 43 7. Guarda-roupa 38 5 36 39 8. Mesinha de cabeceira 34 4 35 34 9. Banco 32 1 33 32 10. Estante 27 4 27 22 11. Móvel 13 6 12 13 12. Escrivaninha 11 0 13 10 13. Secretária 10 0 9 10 CINCO. Espelho, QUATRO. Candeeiro, Cristaleira, Maple, Prateleira, Roupeiro. TRÊS. Arca (1), DOIS. Balcão, Bengaleiro, Mausoléu (1), Pechiché, Televisão, Fogão. UM. Aparador, Banca, Bar, Camiseiro (1), Carteira (1), Divã, Frigorífico, Gave-ta, Guarda-louça, Paço Episcopal (1), Papeleira (1), Poltrona, Quadro, Se-nhorinha, Tapete, Toalete. (1) Banheira, Beliche, Biblot, Biblioteca, Bijutarias, Biombo, Boudon, Cadeira de baloiço, Cantoneira, Carpete, Chave (1), Cofre, Colchão, Cortinas, Cozinha, Credência, Escabelo, Frasco de perfume, Jarra (1), Livro, Mala, Máquina de escrever, Mesinha, Mobília, Móvel de cozinha, Móvel de sala, Móvel de parede, Móvel de televisão, Pano, Penteadeira, Porta, Porta-retratos, Relógio, Relógio de mesa, Sofá-cama, Tamborete. 16. Tipos de Edifícios Religiosos N= 312 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Igreja 99 247 102 96 2. Capela 49 17 53 47 3. Convento 28 4 34 25 4. Catedral 26 12 28 25 5. Mosteiro 25 4 30 22 6. Sé 19 10 19 20 7. Mesquita 17 5 16 17 8. Santuário 15 0 18 13 9. Templo 13 2 13 13 10. Seminário 7 0 6 8 11. Basílica 7 2 9 5 12. Sinagoga 6 5 7 5 QUATRO. Abadia, TRÊS. Cemitério, Ermida (2), DOIS. Mausoléu (1), Vaticano, UM. Casa de Deus, Colégio, Congregação, Cripta, Diocese, Museu religioso, Paço episcopal, Palácio Budista, Paróquia, Retiro, Sacristia, Sé catedral, (1) Alminhas, Assembleias, Casa de retiro, Casa religiosa, Casa paroquial, Catacumba, Catequese, Cenáculo, Centro, Claustro, Edifício de Geová, Fortaleza religiosa, Lar de freiras, Morgue, Missões, Museu, Ordens, Orfanato, Priorato, Sala de culto, Tabernáculo, Templo adventista.
32 4. Camisa 68 52 89 57 5. Casaco 62 45 57 65 6. Saia 55 30 20 74 7. Cuecas 42 12 63 32 8. Blusa 31 5 7 44 9. Sapatos 29 6 44 22 10. Vestido 27 16 7 38 11. T-shirt 20 0 28 15 12. Soutien 19 1 18 19 13. Calções 17 1 19 17 14. Pulôver 16 1 28 10 15. Gravata 15 0 18 14 16. Luvas 14 0 12 15 17. Camiseta 11 1 4 15 18. Peúgas 9 1 15 6 19. Chapéu 9 0 12 7 20. Gabardina 9 0 9 9 21. Sobretudo 9 0 7 10 22. Cachecol 9 0 7 10 23. Lenço 8 0 8 8 24. Blusão 8 0 8 7 25. Botas 6 0 7 5 CINCO. Colete, Sapatilhas (1). QUATRO. Kispo, Slips. TRÊS. Camisola interior, Ceroulas, Cinta, Cinto, Fato. DOIS. Blaiser, Calcinhas, Combinação, Laço, Gorro, Pijama, Sandálias, Sweat-shirt. UM. Anorak, Biquini, Camisa de noite, Camisolão, Collants, Fato de banho, Roupão, Saiote, Soquetes, Xaile. (1) Avental (1), Barrete, Boné, Casaco comprido, Chinelos, Impermeável, Jaqueta, Jeans, Meiacalça, Meia de seda, Robe, Roupa interior, Saia-calça, Saia-casaco, Shorts, Tanga, Touca, Túnica. 29. Tipos de Tecido N= 316 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Seda 66 87 51 73 2. Algodão 54 30 47 58 3. Lã 46 39 58 40 4. Ganga 40 17 44 38 5. Linho 30 19 17 36 6. Nylon 29 28 31 28 7. Terilene 27 12 25 28 8. Flanela 23 19 26 22 9. Fazenda 21 11 22 20 10. Cetim 19 6 20 19 11. Veludo 16 10 12 19 12. Sarja 15 6 12 17 13. Malha 13 11 6 16 14. Fibra 12 4 11 13 15. Bombazina 11 1 12 11 16. Chita 6 2 6 6 QUATRO. Couro (1), Poliéster (1), TRÊS. Cambraia (1), Feltro, Sarapilheira, Tafetá (1). DOIS. Chiffon (1), Crepe, Marrocan (1). UM. Acrílico, Brocado, Cachemira, Camurça, Crepon (1), Estopa, Fibra sintética, Jersey (1), Lona, Lycra, Mousse (1), Napa, Organdi, Popelina, Sintético, Tule, Tweed (1), Voil. (1) Alpace (1), Angorá, Antílope, Brim, Cardado, Chetlã, Cretone, Damasco (1), Dralon, Entertela, Fáltico, Fisco, Ganga cardada, Gaze, Mohair, Oleado, Pano cru, Pele, Rendas, Shantum, Sargetim, Strass, Veludina, Viezeline.
33 30. Elementos Químicos N= 295 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Oxigénio 54 37 63 54 2. Hidrogénio 53 48 56 52 3. Sódio 45 58 42 46 4. Potássio 45 15 38 48 5. Azoto 27 19 30 25 6. Carbono 23 17 25 22 7. Cobre 20 18 21 20 8. Cálcio 19 15 21 19 9. Ouro 19 5 25 16 10. Prata 19 2 25 16 11. Magnésio 19 5 17 20 12. Enxofre 19 3 23 16 13. Hélio 17 1 13 19 14. Ferro 16 4 17 16 15. Alumínio 12 7 14 11 16. Zinco 11 4 7 13 17. Lítio 11 2 7 13 18. Fósforo 9 3 8 10 19. Bromo 9 0 15 7 20. Flúor 9 1 8 9 21. Chumbo 8 3 9 7 22. Mercúrio 8 3 4 10 23. Iodo 8 0 8 7 24. Manganésio 6 0 5 20 CINCO. Bário (4), Boro. QUATRO. Cloro, Krípton, Neon, Rádio, Rubídio (1), Xenon. TRÊS. Argon, Berílio, Cobalto (2), Crómio, (1), Níquel (1). DOIS. Césio, Frâncio. UM. Estanho, Estrôncio, Platina, Plutónio, Urânio. (1) Bronze, Cádmio, Manganês, Polónio, Titânio, Vanádio. 31. Instrumentos Musicais N= 315 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Viola 84 105 86 83 2. Piano 81 52 71 86 3. Flauta 56 49 50 59 4. Violino 52 6 56 50 5. Guitarra 47 20 52 44 6. Bateria 41 6 50 36 7. Violoncelo 38 1 39 38 8. Órgão 36 4 39 35 9. Trompete 26 5 31 24 10. Saxofone 24 5 32 24 11. Tambor 22 4 25 20 12. Acordeão 19 6 15 21 13. Harpa 18 8 14 21 14. Clarinete 15 4 20 12 15. Trombone 12 6 9 29 16. Cavaquinho 11 1 9 25 17. Bombo 10 4 13 9 18. Ferrinhos 10 0 12 10 19. Pífaro 10 2 10 10 20. Violão 9 2 8 8 21. Xilofone 6 5 7 6 22. Pandeireta 6 2 4 7 CINCO. Gaita (1). QUATRO. Corneta (6), Contra-baixo, Harmónica, Oboé.
34 TRÊS. Bandolim, Pratos, Sintetizador, Tuba, Viola-baixo (1). DOIS. Banjo, Clarim, Cravo, Gaita de foles (1), Trombeta (1), Trompa (1). UM. Baixo, Castanholas, Chocalho, Clave, Concertina, Flautim, Gaita de beiços, Lira, Metalofone, Órgão eléctrico, Pianola, Realejo, Tímbale, Triângulo, Viola eléctrica. (1) Adufe, Assobio, Berimbau, Borba, Caixa, Cítara, Cornetim, Fagote, Flauta de pá, Florinete, Gongo (1), Guitarra baixo, Guitarra-eléctrica, Metais, Percussões, Reque-reque, Tamborim, Teclas, Vibrafone. 32. Moedas de Cada País N= 315 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Escudo 97 179 100 96 2. Peseta 79 7 86 75 3. Dólar 73 23 83 68 4. Franco Francês 80 21 89 77 5. Libra 65 23 71 60 6. Marco 48 17 50 46 7. Lira 42 12 49 38 8. Cruzeiro 25 4 26 25 9. Iene 23 8 37 15 10. Xelim 20 4 18 21 11. Franco Suíço 19 1 26 15 12. Cruzado 15 3 20 12 13. Florim 12 4 16 10 14. Peso 11 1 21 6 15. Rublo 8 0 9 7 16. Franco Belga 7 0 13 4 17. Rand 6 2 9 5 18. Coroa 6 3 12 3 CINCO. Bolivar (3). TRÊS. Dracma. DOIS. Dinar. UM. Chien, Dólar Canadiano, Ecu, Libra Irlandesa, Marco Suíço, Metical, Pence, Quanzas, Rúpia. (1) Coroa Sueca, Escudo Cabo-Verdiano, Franco Alemão, Franco Canadiano, Marco Belga, Níquel, Penny, Reis. 33. Tipos de Veículos N= 278 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Bicicleta 64 8 62 65 2. Carro 63 151 64 63 3. Mota 47 15 52 45 4. Autocarro 43 13 33 48 5. Avião 40 4 35 43 6. Comboio 31 1 26 33 7. Camioneta 28 1 23 31 8. Motorizada 28 9 24 29 9. Camião 26 4 29 25 10. Barco 25 1 21 27 11. Automóvel 23 53 19 25 12. Triciclo 21 3 21 21 13. Carroça 15 4 14 15 14. Eléctrico 10 1 8 11 15. Carrinha 7 1 9 6 16. Motocicleta 7 1 7 7 17. Tractor 7 0 7 7 18. Troley 7 0 5 8 19. Trotinete 6 0 6 6
35 CINCO. Avioneta, Navio. TRÊS. Helicóptero, Metro, Skate, Táxi. DOIS. Carro de bois, Foguetão, Furgão, Jipe, Ligeiros, Nave, Patins, Pesados (1). UM. Ambulância, Carro de mão, Carruagens, Charrete, Ciclomotor, Com rebo-que, Furgoneta, Jangada, Lancha, Mercadorias, Motociclos, Motoreta, Óni-bus, Submarino, Trem, Trenó, Vaivém. (1) Aéreos, Aeronave, Aeroplano, Atrelado, Autopulman, Barco à vela, Bimo-tor, Bote, Caixaaberta (1), Caixa-fechada, Canoa, Carreta, Coche, Duas rodas, Expresso, Hidroavião, Iate, Lambreta, Misto, Mobilete, Náuticos, Reno, Rolote, Satélite, Side-car, Teleférico, Terrestres, Velocípede. 34. Nomes de Ciências N= 308 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Psicologia 77 103 83 74 2. Biologia 69 80 63 73 3. Matemática 59 47 62 58 4. Física 48 18 42 51 5. Química 48 6 39 50 6. Filosofia 30 13 44 22 7. Medicina 26 5 27 25 8. Geologia 24 1 29 21 9. Geografia 16 1 20 14 10. Astronomia 11 5 18 8 11. Antropologia 11 4 15 10 12. Sociologia 9 3 12 7 13. Ciências naturais 8 6 8 8 14. Zoologia 8 1 7 8 15. Engenharia 8 0 7 8 16. História 7 0 4 9 17. Bioquímica 6 0 7 6 18. Ecologia 5 0 4 6 CINCO. Botânica (2), Física-Química (2). QUATRO. Ciências da natureza (5), Genética (1). TRÊS. Anatomia, Economia, Farmácia. DOIS. Agronomia, Arqueologia, Astrologia, Ciências sociais, Citologia, Fisiologia, Mecânica, Mineralogia. UM. Biotecnologia, Cibernética, Ciências humanísticas (1), Etnologia, Informá-tica, Geometria, Metafísica (1), Oceanografia, Parapsicologia, Psiquiatria. (1) Arquitectura, Artes, Biologia do Homem, Biológicas, Biomédicas, Ciências da educação (1), Ciências do meio Aquático, Ciências humanas, Cosmo-logia, Criminologia, Demografia, Direito, Electrónica, Engenharia química, Estomatologia, Hematologia, Linguística, Microbiologia, Nutricionismo, Psicanálise, Psicofisiologia, Saúde, Saúde humana, Sociobiologia, Socor-rismo, Teologia. 35. Tipos de Brinquedos N= 314 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Carrinho 83 80 85 81 2. Boneca 80 122 89 27 3. Bola 38 49 47 34 4. Jogos 22 7 24 20 5. Legos 19 9 20 19 6. Bicicleta 11 5 16 9 7. Puzzle 11 5 11 11 8. Casinhas 9 1 9 10 9. Cubos 9 3 10 9 10. Pistola 8 5 11 6 11. Pistas de carros 8 0 7 9 12. Triciclo 6 0 4 7 13. Boneco de peluche 6 0 2 8
36 CINCO. Armas (1),Avião, Comboio, Construções, Pião, Pistas. QUATRO. Guiso (1). TRÊS. Barco, Livros, Loucinhas, Patins, Pista de comboios, Raquete, Solda-dinhos. DOIS. Berlindes, Dominó (1), Fogão, Ió-Ió, Jogos didácticos (2), Mota, Paneli-nhas, Ursos. UM. Ancinho, Apito, Arco, Argolas, Assobio, Balão (1), Balde, Berço, Bóia, Bonecos de borracha, Caixa de música, Camião, Caricas, Carro eléctrico, Carrossel (1), Cartas (1), Casa de bonecas, Cavalinhos, Computadores, Dados, Damas, Espingarda, Fantoches, Garagem, Helicóptero, Jogos béli-cos (1), Jogos educativos, Jogos de completar, Loto, Metralhadora, Minia-turas, Recreativos, Secador, Tambor, Tanque, Telefone, Trotinete, Xadrez. (1) Alimentos, Astronauta, Automóvel, Balança, Baloiço, Bateria, Bobos de plástico, Bonecos de madeira (1), Bonecos de plástico (1), Caixas, Cama, Caneta, Canhão, Cão, Carroças, Casas, Castelos, Cavalo de madeira (1), Chocalhos, Chorões, Colheres, Comboio eléctrico, Elástico, Eléctrico, Espaciais, Eixo, Estojo de médico, Forminhas, Gato, Gaita, Garfos, Índios, Jogos electrónicos, Jogos de cartas, Jogos de glória, Labirintos, Lápis, Livros de colorir, Master mind, Matrecos, Mini-games, Móveis, Nave espacial, Pá, Papagaio, Papéis, Passatempos, Passarinhos, Paus, Peixes, Piano, Pista de aviões, Pipa, Plasticina, Portaaviões, Quebra-cabeças, Roca, Rodinhas, Tachos, Trem, Utensílios de cozinha, Video-games, Viola. 36. Tipos de Dança N= 291 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Rock 59 65 63 57 2. Tango 59 37 55 61 3. Valsa 59 23 41 56 4. Jazz 42 70 36 46 5. Ballet 22 26 17 24 6. Break 20 10 33 13 7. Slow 20 7 19 21 8. Folclore 20 10 23 18 9. Cha-cha-cha 14 4 18 12 10. Samba 13 0 14 13 11. Bolero 9 0 9 10 12. Rumba 9 1 10 9 13. Clássica 9 5 9 9 14. Swing 9 2 7 10 15. Rítmica 9 3 4 11 16. Twist 8 4 4 11 17. Dança moderna 5 1 2 7 18. Foxtrott 5 1 7 4 CINCO. Paso doble (1). QUATRO. Corridinho(1). TRÊS. Funky, Salão (1). DOIS. Bailado, Bailado clássico (1), Can-Can, Ié-Ié, Merengue, Sapateado (1), Shake, Vira (1). UM. Aeróbia, Ballet moderno, Blues, Bossa-nova, Charleston, Fandango, Folk, Flamengo, HulaHula (1), Malhão (1), Marcha, Polka (1), Pop, Popular, Rancho. (1) Acrobática, Bailado contemporâneo, Bailinho, Cadet, Chula, Country, Dança de competição, Disco, Indiana, Maxixe, Palco (1), Pauliteiros, Punk, Raspa, Rondó, Rugge, Tanzuela, Dança de vanguarda. 37. Insectos N= 316 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Mosca 97 228 101 95 2. Mosquito 80 17 80 80 3. Abelha 64 31 66 63 4. Melga 29 0 35 27 5. Vespa 28 2 27 28 6. Aranha 22 11 25 20
37 7. Formiga 22 10 25 20 8. Barata 21 2 30 17 9. Gafanhoto 17 3 21 15 10. Borboleta 16 9 14 18 11. Libelinha 14 0 12 15 12. Moscardo 11 0 15 10 13. Louva-a-Deus 9 0 9 8 14. Pulga 7 0 9 6 15. Vareja 6 0 5 7 16. Zangão 6 0 7 5 17. Escaravelho 6 0 4 7 CINCO. Abelhão, Besouro (1), Joaninha (1), Piolho. QUATRO. Grilo (1). TRÊS. Percevejo. DOIS. Carraça, Carrapato, Saltão. UM. Aranhão, Aranhiço, Cigarra, Sapateiro, Tira-olhos, Traça, Trequídeos, Tsé-Tsé. (1) Abelhudo, Acaro, Bicho da seda, Centopeia, Frade, Mosca tsé-tsé, Mosco, Pernilongo, Pirilampo, Ralo, Saltitão, Térmitas. 38. Nomes Femininos N= 314 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Maria 61 70 64 59 2. Paula 60 30 57 61 3. Ana 43 46 46 42 4. Cristina 36 6 36 35 5. Isabel 34 7 29 37 6. Teresa 31 10 27 33 7. Manuela 26 7 27 25 8. Carla 26 13 28 25 9. Rosa 24 18 26 23 10. Joana 20 5 22 18 11. Helena 16 4 18 15 12. Luísa 16 5 10 19 13. Alexandra 15 5 17 12 14. Fernanda 14 2 11 16 15. Fátima 13 1 9 15 16. João 13 1 10 15 17. Sandra 13 5 14 12 18. Margarida 10 2 14 9 19. Susana 10 1 7 11 20. Sofia 10 0 5 12 21. Amélia 9 7 10 8 22. Conceição 9 1 8 11 23. Claúdia 9 2 8 9 24. Marta 8 4 5 10 25. Anabela 8 2 5 8 26. Maria José 8 1 7 8 27. Sílvia 8 1 2 11 28. Graça 8 0 7 9 29. Clara 8 2 9 7 30. Antónia 7 1 11 5 31. Ema 6 2 4 8 32. Mónica 6 0 3 8 33. Augusta 6 0 7 6 34. Sónia 6 1 3 7 CINCO. Alice, Célia, Eduarda, Filomena, Júlia (1), Laura, Raquel. QUATRO. Angélica (1), Beatriz, Cândida (1), Catarina (1), Céu, Elisabete, Emília, Eva, Filipa, Francisca (1), Gabriela, Inês, Lígia, Lúcia, Lurdes, Mafalda, Rita, Rosário, Sara. TRÊS. Alzira, Balbina (1), Carmo, Celeste, Deolinda (1), Elsa, Eugénia (1), Joa-quina, Josefina, Mariana, Olga, Patrícia, Regina, Vera (1). DOIS. Adelaide, Adelina, Adília, Alberta, Albertina, Antonieta, Armandina, Armin-da, Aurora,
38 Branca, Carlota (1), Cecília, Celina (1), Cidália (1), Estela (1), Florbela, Germana (1), Gertrudes (1), Glória, Idalina, Ilda (1), Iolanda, Ire-ne, Jacinta, Judite, Liliana, Madalena (1), Natália, Olívia, Solange, Virgínia. UM. Adélia, Adriana, Amália, Anastácia, Andreia, Ângela, Angelina, Armanda, Arménia, Ascenção, Assunção, Carolina, Carmem, Cátia, Custódia, Dalila (1), Daniela, Diana, Dora, Dores, Duartina, Dulce, Elisa, Esmeralda, Ester, Felicidade, Felismina, Flora, Florinda, Georgina, Goreti, Gracinda (1), Gui-lhermina, Henriqueta, Hermínia, Ivone, Josefa, Laurinda, Luciana, Lucinda (1), Luz, Luzia, Magda, Mara, Maria Olímpia (1), Marília, Marina, Matilde, Miquelina, Nazaré (1), Noémia, Olinda, Orlanda, Palmira, Renata, Rosalina, Rute, Vanessa (1), Vânia, Vitória, Zulmira. (1) Ada, Adínes, Aida, Albina, Alexandrina, Amanda, Amândia, Ambrosina, Ana Cristina, Ana Paula, Anizabel, Áurea, Aurélia, Bárbara, Bela, Belmira, Benedita, Benilde, Benvinda, Berta (1), Betina, Carminda, Cesaltina, Ciri-na, Clarisse, Clementina, Cleópatra, Clotilde, Constância, Cristina Paula, Débora, Delfina, Delmira, Diamantina (1), Diadora, Edite, Elídia, Elza, Emanuela, Ermelinda, Ersília, Estefânia, Etelvina, Eufémia, Eulália, Fenícia, Felisberta, Gal Costa, Genoveva, Gisela, Graciete, Heloísa, Humberta, Inocência, Iria, Irina, Isabela, Isadora, Isaura, Isilda, Jacinta, Jesus, Justina, Juventina, Kika, Lassalete, Leila, Leonor, Lisa, Luane Maria Jorge, Marcelina, Marisa, Mercês, Micaela, Mizi, Nélia, Nídia, Nuxa, Octávia, Odete, Ondina, Otília, Paulina, Priscila, Rafaela, Ricardina, Roberta Close, Rosália, Rosalinda, Sameiro, Silviane, Soluz, Tita, Úrsula, Valquíria, Vaniz, Violeta, Xanda. 39. Nomes Masculinos N= 314 Exemplares Total (%) 1º M F 1. António 61 29 69 56 2. José 60 34 60 61 3. Pedro 59 30 60 59 4. Manuel 53 22 60 50 5. João 52 38 36 60 6. Paulo 52 33 50 53 7. Rui 36 18 38 35 8. Carlos 35 16 38 34 9. Luís 33 6 35 32 10. Joaquim 30 2 32 29 11. Fernando 28 10 30 27 12. Jorge 26 9 21 29 13. Miguel 24 0 19 26 14. Mário 17 7 16 15 15. Alberto 16 8 12 19 16. Nuno 16 6 23 12 17. Vitor 14 2 23 14 18. Ricardo 13 0 11 14 19. Francisco 13 1 11 13 20. Filipe 12 1 7 15 21. Artur 10 3 12 9 22. Alexandre 9 2 7 10 23. Augusto 9 1 13 7 24. André 8 2 5 10 25. Armando 8 2 9 7 26. Álvaro 7 4 12 4 27. Tiago 7 2 2 9 28. Sérgio 6 0 5 7 CINCO. Alfredo (1), Eduardo (1), Júlio, Vasco. QUATRO. Afonso, Amâncio, Bernardo (1), Casimiro, Cláudio (1), Domingos, Gon-çalo (1)Henrique, Raúl (1) TRÊS. Adriano, Armindo, Daniel, Guilherme, Jaime, Marco (1). DOIS. Adalberto, Agostinho, Albino, Bruno, Celso, David, Dinis, Duarte, Ernesto, Firmino, Gilberto, Helder, Hugo (1), Ivo, Jacinto, Marcos, Óscar, Osvaldo, Rodrigo, Rogério, Serafim. UM. Abel, Adão (2), Adelino, Amadeu, Amândio, Américo, António José, Antero, Augustinho, Belmiro, Benjamim, Camilo, Cândido, Catarino, Ce-lestino, César, Cristóvão, Custódio (1), Edgar, Elias, Emanuel, Eugénio, Fábio, Félix, Frederico, Gervásio, Gil, Hernâni (1),
39 Horácio, Jerónimo, Nelson, Nicolau, Octávio, Osmar, Rafael, Raimundo, Ramiro (1), Roberto, Sebastião, Tomás, Tomé, Tó-Zé, Vicente. (1) Abílio, Adérito, Adílio, Aguiar, Agustino, Alfeu, Alex, Alípio, Altino, Am-brósio, Anacleto, Anastácio, Aníbal, Ângelo, Anselmo, Arnaldo, Asdrúbal, Aurélio, Basílio, Bento, Cesaltino, Cipriano, Dário, Delfim, Diamantino, Dito, Dórcio, Eliseu, Ejídio, Elídio, Emílio, Eusébio, Evaristo, Ezequiel, Fausto, Feliciano, Felismino, Fernão, Florindo, Frasco, Germano, Gerardo, Godofredo, Gonçalo, Herculano, Inácio, Ireno, Isac, Jacob, Jeremias, Jonas, Johny, José Carlos, Josefino, Karim, Lauro, Leandro, Lionel, Mar-celo, Mariano, Martinho, Maurício, Mateus, Matias (1), Maximino, Moisés, Narciso, Olavo, Orlando, Paulino, Profírio, Rubens, Rudolfo, Salomão, Samuel, Saúl, Sílvio, Simão, Telmo, Tito, Vieto, Vírgílio, Vitorino, Xavier, Zacarias, Zeca (1), Zeferino. 40. Nomes de Famílias * N= 234 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Silva 42 12 17 25 2. Pereira 28 6 7 21 3. Pai 19 12 6 13 4. Mãe 18 1 6 13 5. Sousa 18 3 5 13 6. Santos 16 2 4 11 7. Ferreira 15 1 5 10 8. Tio 14 2 4 9 9. Costa 13 2 4 9 10. Oliveira 13 2 7 6 11. Avó 13 1 3 10 12. Moreira 11 2 1 7 13. Irmão 11 1 3 8 14. Avô 10 0 3 7 15. Teixeira 10 2 2 8 16. Tia 10 0 3 7 17. Almeida 10 1 3 7 18. Gomes 10 1 2 8 19. Martins 9 2 4 5 20. Ribeiro 9 2 3 5 21. Castro 8 2 3 5 22. Primo 8 0 2 6 23. Fonseca 7 1 2 5 24. Carvalho 7 1 2 4 25. Filho 7 0 2 5 26. Cunhado 6 1 2 4 27. Soares 6 1 1 5 28. Rocha 6 0 2 3 CINCO. Cardoso (2), Fernandes (2), Genro, Lopes (1), Mendes (2), Nora, Sobrinho (1), Sogra. QUATRO. Abreu(1), Cunha (4), Machado (1), Marques (5), Padrinho, Prima, Neto, Rodrigues (1), Vieira (2). TRÊS. Alves, Araújo, Barbosa (2), Bisavô, Cabral (1), Coelho (1), Faria (4), Freitas (2), Gonçalves, Lima (1), Madrinha, Monteiro (2), Moreira (1), Pacheco (1), Peixoto (2), Pinheiro (1), Pinto (1), Sá (1). DOIS. Andrade (2), Azevedo (1), Borges, Branca, Dias, Esteves (3), Godinho (1), Guimarães (1), Leal (1), Madureira (2), Magalhães, Maia (3), Matos (1), Meneses, Mesquita (3), Morais (2), Moura (1), Nunes (1), Pires, Ramos (3), Tavares, Torres (2). UM. Abecassis, Abrunhosa, Afonso, Aguiar, Aires, Aktinson, Alão, Alçada, Alcides, Almendra (1), Amaral, Ámen, Amoreira, Amorim, Anjos, Antónios, Aragão, Azeredo, Aristides, Bacelar, Bairres, Baptista, Barradas, Barreira, Barreiros, Bastos (1), Batalha, Belo, Bernardo, Botelho, Braga, Brandão, Caires, Caldas, Camelo (1), Camilo, Campos, Canhão, Canhola, Carneiro, Carpinteiro, Carvalhal, Casais (1), Castanheiro, Casanova, Cava-co, Cerqueira (1), * Embora o título da categoria apresentada fosse "Nomes de Famílias", muitos sujeitos confundiram os apelidos familiares com graus de parentesco. Julgou-se melhor apresentar os resultados obtidos em vez de os omitir ou reduzir à categoria pretendida.
40 Cerveira, Clemente, Conceição, Cordeiro, Corte Real, Coutado, Coutinho, Couto, Cristovão (1), Datsun, Domingues, Duarte, Eanes, Estevão, Fabião, Fangeiro, Figueiredo (1), Figueiresco, Figueiro, Fontes, Fragateiro, Franco, Freire, Furtado, Gabriel, Gama, Gandarela, Garcia, Garrido, Gayo (1), Gonçalez, Gonçalo, Gouveia, Graça, Granja, Guedes (1), Guerra, Henriques, Horta, Isidoro, Junqueira, Jesus (1), Jorge, Lagarteiro, Lamelas, Lara, Laranjeiras, Lavrador, Leitão, Leite, Lemos, Limoeiro, Loureiro (1), Lourenço, Louse, Macário, Macieira, Macarteney, Mafra, Magina, Magno, Malefaia, Mascarenhas, Mateus, Manso, Meireles, Melo (1), Mendonça (1), Miguel, Miranda, Montado, Montenegro, Morgado, Mota (1), Mourão, Moutinho, Nascimento, Natal, Neves, Nóbrega, No-gueira, Noronha (1), Novais (1), Paciência, Paiva (1), Pampelene, Passeira, Passos (1), Perdigão, Pedreira, Pedrão, Peres, Pimenta, Pimentel, Polónias, Prato, Preto, Proença, Queirós, Ramalho, Rangel, Rebelo, Rego (1), Reis, Resende, Rios, Rochados, Rolo, Roque, Rosas (1), Rother, Salgado, Salgueiro (1), Salvador, Santana, Santiago, Saraiva, Sarmento, Semedo, Sena, Serra, Serpa, Setas, Silveira, Silvério, Simões, Simpson, Sobreiro, Soucasoux, Souto (1), Spratley, Susuki, Tadeu, Taveira, Teles, Terroso, Tinoco (1), Travassos (1), Valcinas, Vasconcelos (1), Vaz, Veiga, Veloso, Veludo, Veríssimo, Viana, Vidal, Videira, Vila, Vilaça, Vilas-Boas, Xavier. 41. Tipos de Doença N= 312 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Cancro 47 47 48 46 2. Sarampo 40 36 35 42 3. Gripe 36 37 32 38 4. Tuberculose 29 14 33 27 5. Sida 28 14 35 25 6. Rubéola 26 28 20 29 7. Varicela 24 18 16 29 8. Constipação 16 9 22 13 9. Hepatite 13 9 10 14 10. Varíola 11 4 8 13 11. Pneumonia 11 1 7 13 12. Reumatismo 11 6 13 10 13. Diabetes 10 4 8 11 14. Anemia 6 5 4 7 15. Papeira 6 3 5 7 16. Tétano 6 2 7 6 17. Meningite 6 2 7 6 18. Úlcera 6 1 5 0 CINCO. Asma (2), Tosse convulsa. QUATRO. Amigladites (4), Bronquite (3), Cardíacas (1), Cólera (5), Difteria, Febre (4), Febre tifóide (2), Lepra (4), Malária (10). TRÊS. Alergia (3), Apendicite, Cardio-vasculares (3), Doenças pulmonares (3), Escarlatina (1), Leucemia (2), Sífilis (2). DOIS. Arteriosclerose (1), Artrite, Cirrose, Contagiosa (3), Epilepsia, Escorbuto (1), Esquizofrenia(1), Faringite (1), Febre amarela(1), Hipertensão (1), Infecção, Paralisia. UM. Ácido Úrico, Amnésia, Agnosia, Angina de peito, Anginas, Beribéri (1), Cefaleia, Colesterol, Colibacilo, Conjuntivite, Diarreia, Doenças hereditárias (1), Doenças infecciosas, Doença psicológica, Doença do pezinho, Doenças venéreas (1), Doenças vasculares, Dor de dentes, Enfarte (1), Enxaqueca, Gastrite, Gastril, Glaucoma, Hemofilia, Hemorragias, Hereditária (1), Her-pes, Infecto-contagiosas, Laringite (1), Mongoloidismo, Nefrite (1), Neuro-se, Otite (1), Paludismo (2), Parkinson, Pé de atleta, Pele, Peritonite, Polio-mielite, Psicose, Quisto, Raiva, Raquitismo, Renite, Respiratória, Sarna, Síncope, Sinusite, Soprocardíaco, Stress, Tendinite, Tiroidismo, Tosse, Tumor cerebral, Tropicais, Variz, Ureia, Urticária. (1) Agudas, Analgia, Ataque cardíaco, AVS, Bexigas, Bicha solitária, Bichas, Cachumba, Cancerosa, Cardiopatias, Cárie, Cegueira, Cerebrais, Cistite, Cólica, Coma, Coqueluche, Crónica, Daltonismo, Demência, Depressão, Dermatite, Derrame, Distúrbio, Doença nervosa (1), Dores de cabeça, Eczema, Esclerose, Esofagite, Esquizofrenia, Estomatite, Febre amarela, Febre de Malta, Gastrenterite, Gastro-intestinais, Gengivite, Ginecológica, Hemorróidas, Hipertiroidismo, Lombriga, Maligna, Menier, Micose, Mio-cárdio, Miopia, Neurológica (1), Paralisia infantil, Paralisia mental, Peste, Peste negra, Poliolenifite, Psiquiátrica, Psoríase
41 (1), Resfriado, Roturas, Taxoplasma, Tesourelho, Tifo, Tinha (1), Traumatismo, Trombose, Virose. 42. Nomes de Cidades N= 315 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Porto 97 175 100 96 2. Lisboa 97 59 100 95 3. Coimbra 57 1 60 55 4. Braga 46 35 61 39 5. Faro 42 9 40 44 6. Paris 43 2 50 39 7. Madrid 28 2 33 25 8. Londres 28 1 27 28 9. Aveiro 21 2 25 18 10. Roma 20 2 18 21 11. Viana do Castelo 19 3 21 28 12. Bragança 18 1 17 18 13. Setúbal 17 0 22 14 14. Évora 16 3 18 15 15. Guimarães 14 0 12 14 16. Viseu 11 0 19 8 17. Beja 11 0 12 11 18. la Real 11 1 12 11 19. V. N. de Gaia 11 0 8 12 20. Nova Iorque 9 0 13 8 21. Guarda 9 1 11 8 22. Portimão 9 0 11 7 23. Santarém 8 0 6 9 24. Castelo Branco 7 0 7 7 25. Bruxelas 7 1 12 4 26. Famalicão 6 0 11 3 27. Barcelona 6 0 10 3 CINCO. Espinho (2), Leiria (1), Penafiel. QUATRO. Berlim (2), Chaves (2), Funchal (1), Rio de Janeiro (1), Tóquio (2). TRÊS. Amarante (1), Amesterdão (1), Barcelos, Bona (1), Lagos, Lamego, Luanda (1), Matosinhos, Milão, Ovar, Portalegre, Póvoa (1), Régua, Moscovo. DOIS. Brasília, Copenhague, Covilhã, Estocolmo, Figueira da Foz, Florença, Frankfurt, Génova, Mirandela, Oslo, São Paulo, Veneza, Vigo, Viena. UM. Abrantes, Albufeira, Atenas, Belgrado, Bissau, Bordéus, Boston, Buenos Aires (1), Ceuta (1), Chicago, Colónia, Dallas, Dublim, Elvas, Haia, Ham-burgo, Heidelberg, Hong-Kong, Joanesburgo, Kiev, Lion, Louvraire, Maia, Monte Gordo, Munique (1), Nice, Olhão, Oliveira de Azeméis, Pe-quim, Ponta Delgada, Porto Santo, Praga, Recife, Salamanca, Santo Tirso, Sevilha, Silves, Sintra, Tavira, Tomar, Turim, Tuy, Valença, Washington, Zurique. (1) Águeda, Alicante, Almada, Andorra, Benguela, Benidorm, Bergen, Berna, Bombaim, Budapeste, Burgos, Caen, Caldas da Rainha, Caracas, Castelo de Paiva, Cidade do México, Conímbriga, Fafe, Fátima, Feira, Genebra, Gerês, Helsínquia, Hiroxima, Horta, Jerusálem, Koln, Limoges, Lobito, Los Angeles, Loulé, Lousana, Malange, Manchester, Mangualde, Maputo, Mocâmedes, Monção, Nantes, Nápoles, Nova Lisboa, Nuremberg, Paraná, Peniche, Pina, Pombal, Porto Alegre, Porto Rico, Pretória, Rio Tinto, Salz-burgo, Saragoza, Sesimbra, S. Francisco, S.João da Madeira, Sófia, S. Peter, S. Tropez, Tel-Aviv, Valongo, Varsóvia, Verona, Vila Franca, Vizela, Wanda. 43. Nomes de Montanhas N= 296 Exemplares Total (%) 1º M F 1. Serra da Estrela 69 99 80 63 2. Everest 34 75 44 28 3. Alpes 32 19 32 33 4. Marão 28 9 31 27
48 23. Peixes FP Tip 24. Árvores FP Tip Sardinha 80 3,2 Pinheiro 58 5,3 Bacalhau 22 4,0 Macieira 64 7,2 Pescada 57 4,4 Laranjeira 38 7,6 Carapau 31 5,6 Castanheiro 27 7,8 Atum 13 7,0 Eucalipto 34 8,1 Faneca 27 7,0 Carvalho 27 8,5 Peixe espada 25 9,1 Oliveira 16 9,5 Truta 19 9,6 Pereira 53 9,5 Polvo 11 9,8 Sobreiro 12 9,7 Solha 8 11,2 Limoeiro 12 10,0 Cavala 5 11,3 Pessegueiro 22 11,1 Enguia 13 11,5 Nogueira 8 11,6 Salmão 24 11,5 Figueira 12 11,8 Lampreia 6 12,7 Ameixoeira 10 12,1 Robalo 22 12,7 Cerejeira 16 12,1 Goraz 4 14,3 Amendoeira 11 12,3 Corvina 2 15,3 Palmeira 8 12,8 Carpa 3 15,8 Cedro 7 13,9 Arenque 0,3 16,8 Nespereira 6 13,9 Rodovalho 1 17,2 Bananeira 8 14,7 25. Frutos FP Tip 26. Flores FP Tip Maçã 96 3,5 Rosa 96 2,3 Laranja 81 4,4 Cravo 74 5,5 Pêra 86 6,4 Malmequer 49 7,1 Banana 67 6,5 Tulipa 37 7,1 Pêssego 41 6,8 Violeta 22 8,1 Morango 61 8,2 Margarida 26 8,2 Uva 29 8,5 Amor-perfeito 21 8,3 Cereja 40 9,1 Dália 18 10,2 Tangerina 31 9,3 Orquídea 22 10,4 Ananás 48 9,6 Camélia 17 10,5 Ameixa 20 10,6 Papoila 13 10,6 Melão 16 11,1 Gladíolos 19 10,9 Limão 18 11,6 Lírios 31 10,9 Figo 13 12,9 Jarro 17 12,1 Melancia 10 13,2 Girassol 6 13,1 Damasco 12 14,0 Açucena 7 13,4 Dióspiro 20 14,5 Jacinto 7 15,0 Maracujá 12 16,0 Lilás 5 15,1 Romã 17 16,1 Estrelícia 5 15,2 Manga 9 17,3 Jasmim 16 16,1
49 27. Legumes FP Tip 29. Tipos de tecido FP Tip Couve 74 5,9 Algodão 54 3,6 Alface 67 6,9 Ganga 40 5,5 Cenoura 57 7,1 Lã 46 6,2 Batata 16 8,7 Linho 30 6,7 Cebola 18 9,4 Fazenda 21 7,4 Couve galega 7 9,5 Seda 66 7,5 Tomate 39 9,9 Flanela 23 7,7 Couve lombarda 8 10,2 Veludo 16 8,9 Grelos 13 10,3 Bombazina 11 9,9 Ervilhas 14 10,9 Sarja 15 10,2 Nabiça 14 10,9 Malha 13 10,3 Couve-flor 32 11,0 Cetim 19 10,7 Penca 13 11,0 Terilene 27 12,0 Nabo 20 11,2 Nylon 29 12,3 Repolho 14 11,2 Chita 6 13,6 Agrião 26 11,4 Couro 4 13,9 Feijão 9 11,6 Cambraia 3 14,2 Espinafre 18 14,0 Poliéster 4 14,8 Pepino 9 14,8 Crepe 2 16,7 Beterraba 10 16,1 Estopa 1 16,7 31. Instrumentos musicais FP Tip 33. Tipos de veículos FP Tip Piano 81 2,7 Automóvel 23 2,6 Viola 84 3,6 Carro 63 3,7 Guitarra 47 4,9 Autocarro 43 5,1 Órgão 36 6,5 Comboio 31 7,1 Flauta 56 6,8 Camioneta 28 7,7 Violino 52 8,4 Mota 47 8,5 Acordeão 19 8,6 Carrinha 7 9,1 Tambor 22 8,9 Avião 40 9,2 Bateria 41 9,0 Barco 25 9,9 Bombo 10 10,7 Bicicleta 64 10,3 Cavaquinho 11 11,1 Motorizada 28 10,4 Saxofone 24 11,8 Camião 26 10,6 Trompete 26 12,5 Eléctrico 10 10,8 Clarinete 15 13,9 Motocicleta 7 11,8 Harmónica 4 14,0 Avioneta 5 13,1 Xilofone 6 14,2 Troley 7 13,9 Castanholas 1 14,9 Tractor 7 15,2 Harpa 18 15,6 Carroça 15 15,4 Bandolim 3 15,7 Triciclo 21 16,5 Gaita de foles 2 15,9 Trotinete 6 18,6
50 37. Insectos FP Tip 41. Tipos de doença FP Tip Mosca 97 2,7 Gripe 36 5,7 Mosquito 80 4,0 Cancro 47 6,4 Abelha 64 4,5 Constipação 16 6,5 Melga 29 7,0 Sarampo 40 7,7 Aranha 22 7,1 Sida 28 8,3 Borboleta 16 8,0 Diabetes 10 8,6 Formiga 22 8,9 Rubéola 26 9,3 Joaninha 5 9,9 Varicela 24 9,3 Vespa 28 10,2 Asma 5 9,6 Pulga 7 10,3 Tuberculose 29 9,9 Barata 21 11,1 Pneumonia 11 10,2 Grilo 4 11,4 Hepatite 13 10,3 Moscardo 11 12,8 Reumatismo 11 10,3 Libelinha 14 13,8 Otite 1 12,3 Traça 1 13,8 Meningite 6 13,3 Escaravelho 6 14,1 Tétano 6 13,6 Carraça 2 14,4 Artrite 2 14,2 Louva-a-Deus 9 14,4 Epilepsia 1 14,3 Percevejo 3 15,6 Sífilis 3 14,8 Pirilampo 0,3 15,8 Lepra 4 15,3
51 T a be l a 4 Nome das Categorias N r rs 2. Fenónemos Atmosféricos 54 - 0,65 - 0,70 4. Formações Terrrestres Naturais 55 - 0,59 - 0,54 5. Partes do Corpo Humano 53 - 0,77 - 0,75 7. Tipos de Armas 78 - 0,76 - 0,71 11. Tipos de Crimes 56 - 0,82 - 0,67 12. Substâncias para Condimentar Alimentos 78 - 0,68 - 0,49 14. Utensílios de Cozinha 55 - 0,78 - 0,85 15. Artigos de mobiliário 78 - 0,89 - 0,88 18. Metais 77 - 0,79 - 0,83 20. Animais mamíferos 78 - 0,64 - 0,70 21. Aves 56 - 0,72 - 0,72 22. Répteis 56 - 0,77 - 0,87 23. Peixes 55 - 0,79 - 0,85 24. Árvores 78 - 0,81 - 0,91 25. Frutos 78 - 0,88 - 0,91 26. Flores 78 - 0,85 - 0,88 27. Legumes 78 - 0,70 - 0,44 29. Tipos de Tecido 55 - 0,80 - 0,85 31. Instrumentos Musicais 55 - 0,87 - 0,87 33. Tipos de Veículos 78 - 0,59 - 0,68 37. Insectos 55 - 0,86 - 0,85 41. Tipos de Doença 55 - 0,79 - 0,83 N. Número de sujeitos que participaram na ordenação da categoria r. Correlação de Pearson: (r = 0,45, p<0,05), (r = 0,56 p<0,01), (r = 0,68, p<0,001) rs. Correlação de Spearman: (rs= 0,38, p<0,05), (rs = 0,54 p<0,01)