O sumo de arando e a sua utilidade na criança com infeção urinária
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2013/2014 Ana Cristina Castro de Almeida Rollo O sumo de arando e a sua utilidade na criança com infeção urinária março, 2014
Mestrado Integrado em Medicina Área: Pediatria Trabalho efetuado sob a Orientação de: Doutor Alberto António Moreira Caldas Afonso Trabalho organizado de acordo com as normas da revista: Acta Pediátrica Portuguesa Ana Cristina Castro de Almeida Rollo O sumo de arando e a sua utilidade na criança com infeção urinária março, 2014
Projeto de Opção do 6º ano - DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE Eu, Ana Cristina Castro de Almeida Rollo, abaixo assinado, nº mecanográfico 200104585, estudante do 6º ano do Ciclo de Estudos Integrado em Medicina, na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, declaro ter atuado com absoluta integridade na elaboração deste projeto de opção. Neste sentido, confirmo que NÃO incorri em plágio (ato pelo qual um indivíduo, mesmo por omissão, assume a autoria de um determinado trabalho intelectual, ou partes dele). Mais declaro que todas as frases que retirei de trabalhos anteriores pertencentes a outros autores, foram referenciadas, ou redigidas com novas palavras, tendo colocado, neste caso, a citação da fonte bibliográfica. Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, 20/03/2014 Assinatura conforme cartão de identificação: ________________________________________________
Projecto de Opção do 6º ano – DECLARAÇÃO DE REPRODUÇÃO NOME Ana Cristina Castro de Almeida Rollo CARTÃO DE CIDADÃO OU PASSAPORTE (se estrangeiro) E-MAIL TELEFONE OU TELEMÓVEL 12306062 [email protected] 912545553 NÚMERO DE ESTUDANTE DATA DE CONCLUSÃO 200104585 2014 DESIGNAÇÃO DA ÁREA DO PROJECTO Pediatria TÍTULO DISSERTAÇÃO/MONOGRAFIA (riscar o que não interessa) O sumo de arando e a sua utilidade na criança com infeção urinária ORIENTADOR Doutor Alberto António Moreira Caldas Afonso COORIENTADOR (se aplicável) É autorizada a reprodução integral desta Dissertação/Monografia (riscar o que não interessa) para efeitos de investigação e de divulgação pedagógica, em programas e projectos coordenados pela FMUP. Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, 20/03/2014 Assinatura conforme cartão de identificação: ______________________________________________
Dedicatória Quero dedicar este trabalho ao meu companheiro João que me apoiou durante a sua realização e em especial aos meus filhos João Mateus e José António por lhes ter faltado um pouco mais de atenção devida durante a elaboração deste projeto. Por fim dedico aos meus pais Adauto e Ró por tornarem tudo possível e ao meu querido avô Amadeu por toda a sua amizade. ! ! ! ! ! ! !
! 1! Título: O sumo de arando e a sua utilidade na criança com infeção urinária Cranberry juice and its utility for children with urinary tract infection Título abreviado: Sumo de arando criança infeção urinária Artigo de Revisão Autor: Ana Cristina Castro de Almeida Rollo Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Al. Prof. Hernâni Monteiro, 4200 – 319 Porto, Portugal correio eletrónico: [email protected] ; [email protected] Agradecimentos: Ao Doutor Alberto Caldas Afonso pelo apoio prestado e disponibilidade. Fontes de financiamento: Sem fontes de financiamento a declarar. Conflitos de interesses: Sem eventuais conflitos de interesses a declarar. Contagem de palavras: Resumo – 231 ; Abstract - 206 Texto principal – 3397
! 2! Resumo A infeção do trato urinário (ITU) na criança é um problema comum, com custos associados. Dado o crescente aumento da resistência aos antibióticos, medidas profiláticas, além da antibioterapia, assumem importância. O arando, popular nos Estados Unidos da América, encontra-se associado a questões de saúde do trato urinário. Pretendeu-se rever a mais recente evidência sobre o arando na criança com ITU e responder a questões sobre composição, mecanismos de ação, dose e segurança. Para isso foram feitas pesquisas de bases de dados MEDLINE e sítios de Medicina Baseada na Evidência. Pela informação recolhida, o arando interfere com fatores de virulência das bactérias, principalmente a aderência bacteriana ao uroepitélio, possui propriedades antioxidantes e confere alívio sintomático da ITU. Podem ser usados 5mL/kg, até 300mL, por dia de sumo de arando. É desprovido de efeitos laterais, em ensaios clínicos randomizados e controlados. Sítios de referência não sugerem por rotina a utilização de sumo de arando na profilaxia da ITU em crianças, devido a resultados contraditórios em duas meta-análises recentes sobre o tema na população geral. Uma norma de orientação clínica considera-o um método adicional de profilaxia em pediatria. Ensaios clínicos heterogéneos, apresentam dados promissores no que diz respeito à profilaxia de ITU como alternativa não-antibiótica. São necessários estudos randomizados controlados com amostras maiores, tempos de intervenção prolongados, concentrações de arando e seus compostos padrão para determinar a eficácia do arando na ITU na criança. Palavras-chave: arando, Vaccinium macrocarpon, infeção trato urinário, criança
! 3! Abstract Urinary tract infection (UTI) in children is a common and costly problem. Since there is growing bacterial resistance, prophylactic measures, beyond antibiotics are important. Cranberry, popular in United States of America, is associated to urinary tract health. The present review aimed to gather the most recent evidence about cranberry utility in children with UTI and answer questions about its composition, mechanisms of action, dosing and safety. Searches of MEDLINE and sites of evidence-based medicine were taken. From the data gathered, cranberry seams to interfere with bacteria virulence factor, majorly its adherence to uroepithelium, possesses antioxidant properties and gives symptomatic relief in UTI. Cranberry juice doses of 5mL/Kg can be used, up to 300mL, a day. It lacks side effects in randomized control trials. Reference sites don’t suggest cranberry juice routinely in UTI prophylaxis in children, basing this in contradicting results of two meta-analysis about the subject in general population. A guideline considers it an additional method of prophylaxis in pediatrics. Heterogeneous clinical trials present promising data respecting ITU prophylaxis as a nonantibiotic alternative. Even so, new randomized control trials with bigger samples, longer duration of interventions, standard concentrations of cranberry and it’s components are needed to determine the effectiveness of cranberry juice for children with UTI. Keywords: cranberry, Vaccinium macrocarpon, urinary tract infections, children
! 4! Índice 1. Introdução.............................................................................................................................5 2. Arando: o que é e qual a sua composição.............................................................................7 3. Mecanismo de ação...............................................................................................................9 4. Dose e segurança.................................................................................................................11 5. Sítios de referência..............................................................................................................12 6. Meta-análises......................................................................................................................13 7. Normas de Orientação Clínica............................................................................................15 8. Ensaios clínicos...................................................................................................................16 9. Conclusão............................................................................................................................19 10. Referências bibliográficas...................................................................................................21 11. Anexo..................................................................................................................................25 11.1 Quadro I. Ensaios Clínicos a avaliar o sumo de arando na população pediátrica e o seu efeito na ITU
! 11! Dose e Segurança Quando se pensa no sumo de arando como uma solução profilática, há que saber se é aceitável por parte da criança e dos pais. Estudos mostram consentimento por parte das crianças em relação ao uso do sumo de arando, em doses diárias de 5ml/kg, até 300mL40, 41. Num estudo de 2005, com 341 crianças de um centro de dia dos um aos sete anos denotou-se que o sumo de arando é bem aceite pelas crianças e não apresenta efeitos inesperados na flora bacteriana da nasofaringe e do cólon41. Apesar do sabor amargo do sumo puro, que poderia afetar a sua aceitação42, num estudo envolvendo 341 crianças cerca de 84% das crianças tomaram mais de 90% das doses recomendadas de sumo de arando41. Outro estudo refere uma média de toma de 64% das doses de sumo de arando recomendadas40. A dose diária mais eficaz de PACs, com bioatividade antiadesiva, foi determinada ex-vivo25. Houve redução significativa da adesão bacteriana para doses a partir de 36mg de PACs, com picos após seis horas da ingestão de pó de arando25. Doses de 72mg de PACs por dia ofereceram proteção prolongada do trato urinário, até 24 horas25. Para o efeito pretendido, os autores concluíram que seriam aconselháveis duas doses separadas de 36mg de PACs por dia25. Não se verificaram efeitos laterais em ensaios clínicos randomizados e controlados40, 41, 43, 44. Apesar da ausência de estudos conclusivos acerca da possibilidade de litíase renal, aconselhase cautela em pessoas com história de nefrolitíase45. Principalmente, quando se deve a litíase renal por oxalatos e ácido úrico, uma vez que a sua excreção urinária se encontra aumentada46, 47. Discute-se a sua utilidade na litíase por fosfato de cálcio e estruvite por diminuir a sua supersaturação relativa, pois os estudos apresentam dados não significativos46. Há a hipótese de ocorrem distúrbios gastrointestinais e diarreia em crianças consoante a quantidade de sumo ingerido45.
! 12! Sítios de Referência Encontrou-se dois sítios de referência de medicina baseada em evidência importantes. Na revisão do UpToDate, de 2013, sobre a prevenção da ITU em crianças, o sumo de arando não é sugerido por rotina, avaliando esta afirmação como uma recomendação fraca, de grau 2B, dando-nos espaço a refletir sobre o assunto dadas as limitações dos estudos em que se baseia48. Apesar de reconhecerem a sua possível inocuidade quando em moderação, referem que poderá contribuir para cáries dentárias, diarreia e obesidade, não citando fontes48. Estes são efeitos contornáveis com recomendações de senso comum. No sítio do Medscape vários artigos surgiram citando duas meta-análises contraditórias, pormenorizadas a montante, referindo a dúvida que permanece quanto ao benefício científico do arando49-51.
! 13! Meta-análises As duas encontradas sobre o tema são ambas de 2012 e apresentam conclusões contraditórias. A Cochrane, conhecida pelas suas revisões sistemáticas de alta qualidade em medicina baseada na evidência, apresenta uma atualização de uma revisão de 2008 que vem contrariar afirmações anteriores. Foram excluídos onze estudos dessa meta-análise por falta de dados relevantes52. Após análise dos dados chegaram à conclusão que os produtos de arando não reduziam o risco de ITU sintomática comparativamente ao placebo, água ou ausência de tratamento52. Além disso não encontraram efeitos benéficos significativos na subpopulação pediátrica52. Mesmo assim, referem a existência de um estudo com 198 crianças, que iguala a efectividade do arando em relação à profilaxia antibiótica e outro estudo em crianças que demostrou uma redução significativa de ITU sintomática com o arando52. Criticam ambos pela alta taxa de desistências e a má adesão à terapia, colocando a palatabilidade do sumo como causa principal52. Wang et al, pretendeu reavaliar os produtos de arando e os factores que pudessem influenciar a sua eficácia na prevenção da ITU17. Nessa meta-análise chegou-se à conclusão que o uso de produtos de arando mais do que duas vezes por dia tende a ser mais benéfico em certas populações, inclusive nas crianças17. Contudo, sugerem cautela devido à grande heterogeneidade dos estudos envolvidos17. Foi ainda excluído um ensaio clínico de alta qualidade como potencial variável de confundimento, cujo resultado não mostrava diferença entre o sumo de arando e outro sumo especialmente composto para o efeito, cuja presença de ácido ascórbico poderá ter alterado os resultados17. De referir ainda que nessa revisão foi incluído apenas um ensaio clínico envolvendo a população pediátrica, considerando-se a população pediátrica com bexiga neurogénica um subgrupo à parte17.
! 14! Face à discrepância entre estas duas meta-análises de objetivo comum, que pretendiam ampliar o conhecimento acerca dos produtos de arando relativamente à última revisão da Cochrane 2008, fica a questão ainda mais difícil de responder. Na base destes achados encontra-se a diferente exclusão ou inclusão de estudos que levaram a contradições nas recomendações.
! 15! Normas de Orientação Clínica Encontrou-se duas NOCs referentes ao uso do arando na ITU, mas apenas uma destinada à população pediátrica. NOCs da European Association Urology 2013 contemplam o consumo de produtos de arando com mais de 36mg de PACs tipo-A por dia para a profilaxia da ITU recorrente não complicada na mulher, grau de recomendação C53. Porém não se manifestam quanto ao seu uso nas crianças. Já as normas da NICE 2007 vão mais além, referindo que em idade pediátrica se deverá considerar para a profilaxia de ITU diferentes estratégias além dos antibióticos, incluindo beber regularmente sumo de arando12.
! 16! Ensaios Clínicos Foram incluídos cinco estudos nesta revisão. (Quadro I) Em 1999, foi feito um estudo de cross-over, em quinze crianças com bexiga neurogénica entre os dois e os 18 anos, durante duas fases de três meses alternadas54. Neste estudo foi comparada a administração de 60mL de concentrado de arando diluído em água com sumo placebo54. Não foi observado qualquer benefício quanto ao uso do arando54. De notar o tamanho reduzido da amostra e o curto espaço de intervenção de apenas três meses. Num ensaio randomizado controlado, comparou-se durante seis meses o sumo de arando em relação a uma bebida de Lactobacillus GG e a bebida placebo44. Na população em estudo, 84 crianças dos três aos catorze anos, com mais do que uma ITU por E.coli no último ano, houve uma redução significativa do risco de recorrência de ITU e do número de crianças a necessitar de profilaxia antibiótica quando administrados 50mL de sumo de arando concentrado44. O grupo do arando apresentou episódios de ITU em 18,5%, contra 42,3% no grupo dos Lactobacillus e 48,1% no grupo controlo (p<0,05)44. No Japão, foi comparado sumo de arando concentrado a 50%, 100mL por dia, com uma dose profilática de 5-10mg de cefaclor numa população de 31 crianças com refluxo vesicoureteral (RVU) graus I-IV42. A duração de tratamento foi de 13,7meses em média42. Neste estudo não houve diferença significativa no risco de recorrência de ITU entre os grupos e, apesar de ser uma intervenção num reduzido número de indivíduos, sem randomização, ou ocultamento, leva-nos a pensar no sumo de arando como uma possível alternativa à profilaxia antibiótica em crianças com RVU graus I-IV, uma vez que é seguro e aceitável para as crianças42. Noutro estudo randomizado e controlado de 2012, com uma população de 263 crianças entre os um e os 16 anos tratadas por ITU, comparou-se o sumo de arando com um sumo placebo sem fruta ou extractos de bagas40. A intervenção durou seis meses, tendo-se prolongado a
! 17! observação durante doze meses40. Neste estudo não houve diferença no tempo que decorreu até aparecer a primeira ITU40. O número de crianças que apresentou recorrência após uma primeira ITU também não teve redução significativa40. Por outro lado observou-se uma redução no número de dias necessários de antibiótico, cerca de seis dias por paciente por ano, dado que uma ITU diagnosticada era tratada com regime padrão de antibioterapia sem suspender o sumo40. Além disso verificou-se uma redução em 43% no número de recorrências de ITUs40. Ficou assim concluído que o sumo de arando seria considerável como alternativa aos antimicrobianos para prevenção de ITUs em crianças sem marcada patologia do trato urinário, mas suscetíveis à recorrência40. O único estudo que refere a dose de PACs, sem diferenciar qual o tipo de PAC, é um estudo randomizado controlado, com 40 crianças, que comparou a administração de sumo de arando com 37% de PACs versus sumo de arando sem a mesma43. Durante doze meses, cada criança entre os cinco e os 18 anos tomaria 2mL de sumo de arando por cada quilo de peso, com ou sem PACs43. Verificou-se uma redução do risco de ITU em 65% no grupo de tratamento, concluindo-se que o sumo de arando com alta concentração de PACs reduz o risco de ITUs recorrentes em crianças sem anomalias urológicas43. Neste estudo foram tidos em conta factores predisponentes de ITUs, tendo os grupos sido equilibrados para os mesmos. Houve ainda medidas foto e termoprotectoras do sumo43. Segundo o site de ensaios clínicos da United States National Health Institute, atualmente estão em curso três estudos, dois na Finlândia e um nos EUA, a avaliar o uso do arando na ITU na criança55. Têm como intervenção o sumo de arando e um deles pretende avaliar a interação entre o sumo de arando e os antibióticos usados para tratar ITUs55. Para concluir, é difícil avaliar comparativamente os estudos dada a heterogeneidade entre eles.
! 18! Há diferenças tanto na população em estudo, como na própria definição de ITU. Além disso, o sumo de arando difere consoante o fabricante, nas concentrações de arando e não há quantidades de PACs padrão. A duração de tratamento também varia, situando-se entre três meses a pouco mais de um ano. Há ainda omissões quanto a medidas protetoras do sumo, para preservar os compostos bioativos do arando devido à sua termolabilidade, fotolabilidade e oxidação56. De notar que o seu uso parece ser benéfico apenas na profilaxia e não no tratamento da ITU21. Atualmente não existem estudos de qualidade sobre o seu uso como tratamento57.
! 19! Conclusão Vários estudos comprovam o efeito do arando como protetor do trato urinário. Interfere em fatores de virulência de bactérias, como a aderência bacteriana ao uroepitélio, capacidade de motilidade, formação de biofilme e morfologia bacteriana33-35, 38. Possui ainda propriedades antioxidantes e confere alívio sintomático da ITU21, 38, 39. Devemos ter em conta que, actualmente a NICE recomenda considerar, na profilaxia de ITU, estratégias adicionais como beber regularmente o sumo de arando12. Há doses de sumo de arando geralmente usadas, embora não sejam baseadas em estudos de melhor dose eficaz para a prevenção de ITU na criança. O sumo é geralmente bem aceite40, 41, não havendo evidência de efeitos laterais40, 41, 43, 44. Sítios de referência não sugerem por rotina o sumo de arando. Há duas evidências fortes recentes que são contraditórias quanto ao uso do arando na ITU, consoante os estudos incluídos ou excluídos17, 52. Ambos reportam haver moderada heterogeneidade nos estudos e limitações17, 52. Mesmo assim referem a igual eficácia do arando em relação à profilaxia antibiótica, uma redução significativa da ITU sintomática e que a utilização de produtos de arando mais do que duas vezes por dia tende a ser benéfico para as crianças17, 52. De lembrar que incluem um número muito reduzido de estudos em crianças. Actualmente não existe qualquer evidência acerca do uso do sumo de arando no tratamento de ITU57, pelo que o seu efeito está circunscrito à profilaxia. A presente revisão abarcou uma maior quantidade de ensaios clínicos, onde se viu existir forte evidência de que o sumo de arando reduz o número de recorrências de ITU nas crianças sem anomalias urológicas, mas com suscetibilidade a recorrência. É sugerida a consideração neste
! 20! tipo de casos do uso do sumo de arando, dado que não interfere com a resistência bacteriana e parece ser inócuo. No caso de crianças com bexiga neurogénica não se encontrou qualquer efeito, num estudo com pouco poder estatístico55. Também é sugerido não haver diferença entre sumo de arando e profilaxia com antibiótico, num estudo com pouco poder estatístico, em crianças com RVU (I-IV)42. Porém a evidência científica que nos leva a estas afirmações é baseada em estudos com elevada heterogeneidade, tendo alguns pouco poder estatístico. Os ensaios clínicos apresentam limitações, alguns quanto à amostra, curto tempo de intervenção, outros por não terem em conta fatores predisponentes de ITUs ou medidas que protejam o sumo de foto e termolabilidade, além da falta de randomização ou ocultamento. Por outro lado, a própria definição de ITU varia entre estudos, assim como varia o sumo de arando e a sua concentração. De notar, que os diferentes sumos disponíveis no mercado variam na sua composição, e alguns podem até ser desprovidos de PACs28. Até à data, nesta população, apenas um estudo mencionou a quantidade de PACs. Mesmo esse apenas refere a sua percentagem. Faltam doses padrão de arando e seus componentes. De futuro, os estudos deveriam focar nesses problemas de modo a contornar essas limitações. O sumo de arando parece promissor no que diz respeito à profilaxia de ITU como alternativa não-antibiótica. Em Portugal encontra-se à venda o sumo Dryck Lingon, da Ikea Food®, de arando vermelho ou “lingonberry”, mas até à data não foi dada resposta sobre a composição do sumo. Há também lojas de produtos naturais com sumo de arando concentrado. Os preços vão desde 1,5€ a 3,15€ por 300mL de sumo. Dado ser uma abordagem com custos associados, seria interessante saber a quantidade de PACs, principalmente PACs tipo-A de cada um deles.
XV Acta Pediatr Port 2012:43(1):XIV-XXI Normas Editoriais nese, exame objectivo, eventuais resultados de exames laboratoriais, HXPDDWUrVLPDJHQVIRWRJUiILFDUDGLRJUiILFDHRXHFRJUiILFDKLVWROyJLFDFLU~UJLFDHWFHOXFLGDWLYDVFRPLPSOLFDo}HVQRGLDJQyVWLFR e/ou na actuação prática. Deverá ter um título curto e apelativo (não PDLVTXHRLWRSDODYUDVLGHDOPHQWHVHPPHQomRGRGLDJQyVWLFRGHILQLtivo). As imagens, a cores ou a preto e branco deverão ser de elevada qualidade, com valor didáctico. As dimensões deverão situar-se entre 12x17 cm e 18x24 cm, podendo ser colocadas setas ou outros símbolos QXPDGDVLPDJHQV$VOHJHQGDVGHYHUmRVHUVXFLQWDVHVXILFLHQWHPHQWH LQIRUPDWLYDV 3. Boas práticas de publicação a) Autoria e responsabilidade &RPRUHIHULGRQRV8506%-,&0-(DDXWRULDUHTXHUXPDFRQ tribuição substancial em, pelo menos, uma das seguintes actividades: concepção e desenho do estudo, ou obtenção dos dados, ou análise e interpretação dos dados; redacção do manuscrito ou reviVmRFUtWLFDGRVHXFRQWH~GRLQWHOHFWXDODSURYDomRILQDOGDYHUVmR VXEPHWLGDSDUDSXEOLFDomR$REWHQomRGHILQDQFLDPHQWRDUHFROKD de dados ou a supervisão geral do grupo de trabalho, por si só, não MXVWLILFDPDXWRULD Colaboradores que não cumpram critérios para autoria mas que contribuíram para o estudo ou manuscrito, deverão ser reconhecidos na VHFomRGH$JUDGHFLPHQWRVHVSHFLILFDQGRRVHXFRQWULEXWR4XDQGR os autores publicam em nome de um grupo, os membros do grupo devem ser listados em apêndice. 1DFDUWDGHDSUHVHQWDomRGHYHFRQVWDUTXHWRGRVRVSDUWLFLSDQWHV considerados como autores cumprem os critérios de autoria, uma curta descrição da contribuição de cada autor, assim como a declaUDomRGHTXHQLQJXpPpRPLWLGR7DPEpPGHYHFRQVWDUQDFDUWDGH apresentação a aprovação de todos os autores, de outros participanWHVHDLQGDDVIRQWHVGHILQDQFLDPHQWR 2ULJRUHDH[DFWLGmRGRFRQWH~GRGRVDUWLJRVSXEOLFDGRVVmRGD responsabilidade exclusiva dos autores. Apesar dos editores e dos UHYLVRUHVHQYLGDUHPHVIRUoRVSDUDDVVHJXUDUDTXDOLGDGHWpFQLFDH FLHQWtILFDGRVPDQXVFULWRVDUHVSRQVDELOLGDGHILQDOGRFRQWH~GR é dos autores, aos quais pertence a propriedade intelectual dos artigos. Os autores são responsáveis pela obtenção da autorização escrita para reprodução de materiais que tenham sido previamente publicados e que desejem que sejam reproduzidos no artigo submetido. b) Orientação para apresentação de estudos A APP recomenda as linhas orientadoras para publicação da (48$725QHWZRUNKWWSZZZHTXDWRUQHWZRUNRUJ), nomeadamente DVGHFODUDo}HV&216257HVXDVH[WHQV}HVHVWXGRVDOHDWRUL]DGRV KWWSZZZFRQVRUWVWDWHPHQWRUJ 6752%( HVWXGRV REVHUYD cionais como estudos de coortes, caso-controlo, transversais, KWWSZZZVWUREHVWDWHPHQWRUJ 67$5' HVWXGRV GH SUHFLVmR GLDJnóstica, KWWSZZZVWDUGVWDWHPHQWRUJ35,60$UHYLV}HVVLVWHPiWLcas e meta análises, KWWSZZZSULVPDVWDWHPHQWRUJH648,5(HVWXdos de melhoria de qualidade, KWWSZZZVTXLUHVWDWHPHQWRUJ). c) Publicação duplicada 2V DXWRUHV GHYHP GHFODUDU TXH R PDQXVFULWR VXEPHWLGR QmR IRL objecto de qualquer outro tipo de publicação, não estando em apreFLDomRRXUHYLVmRQRXWUDUHYLVWD(VWDUHVWULomRQmRVHDSOLFDDQRWDV de imprensa ou a resumos publicados no âmbito de reuniões cienWtILFDV6HKRXYHUSXEOLFDo}HVVHPHOKDQWHVjTXHpVXEPHWLGDRX VHH[LVWLUHP G~YLGDVUHODWLYDPHQWH DRFXPSULPHQWRGRV FULWpULRV acima mencionados, estas devem ser enviadas em anexo ao manuscrito em submissão. G )RQWHVGHÀQDQFLDPHQWR 7RGDVDVIRQWHVGHILQDQFLDPHQWRH[WHUQDVFRPREROVDVGHLQYHVWLgação, patrocínios, dádivas ou apoios de organizações comerciais GHYHPVHUGHFODUDGDV(VWDLQIRUPDomRVHUiSXEOLFDGDFRQMXQWDPHQWH com o artigo. H &RQÁLWRGHLQWHUHVVHV 2VDXWRUHVHRVUHYLVRUHVH[WHUQRVGHYHPGHFODUDUHYHQWXDLVFRQIOLWRV de interesses que os leitores e os editores possam considerar releYDQWHV(YHQWXDLVEHQHItFLRVGDSXEOLFDomRGRDUWLJRTXHGHYHPVHU GHFODUDGRVLQFOXHPDFo}HVRXLQWHUHVVHVILQDQFHLURVHPFRPSDQKLDV RXLQVWLWXLo}HVVDOiULRVEROVDVRXRXWUDVIRUPDVGHILQDQFLDPHQWR consultadorias, direitos de patentes, ou outros tipos de relações ILQDQFHLUDV4XDLVTXHURXWUDVUHODo}HVSHVVRDLVSURILVVLRQDLVSROtticas, religiosas, ou de outro tipo que os leitores possam considerar SDVVtYHLVGHLQIOXrQFLDHPUHODomRDRDUWLJRHPSXEOLFDomR $H[LVWrQFLDGHFRQIOLWRVGHLQWHUHVVHSDUDDSXEOLFDomRQmRFRQV titui motivo para a rejeição de manuscritos, desde que devidamente declarados. f) Consentimentos 'HYH VHU REWLGR FRQVHQWLPHQWR LQIRUPDGR GH FDGD SDUWLFLSDQWH QR estudo ou dos seus representantes, tanto para a participação no estudo FRPRSDUD D SXEOLFDomR(VWD LQIRUPDomRGHYH FRQVWDUQR WH[WRGR DUWLJR'HYHVHUREWLGRFRQVHQWLPHQWRLQIRUPDGRUHODWLYDPHQWHDFDGD LQGLYtGXRSUHVHQWHHPIRWRJUDÀDVPHVPRDSyVWHQWDWLYDGHRFXOWDUD UHVSHFWLYDLGHQWLGDGH1RPHVLQLFLDLVRXRXWUDVIRUPDVGHLGHQWLÀFDomRGHYHPVHUUHPRYLGRVGDVIRWRJUDÀDVRXRXWUDVLPDJHQV g) Conduta Ética 2V DXWRUHV GHYHP DVVHJXUDU TXH R HVWXGR HVWi HP FRQIRUPLGDGH com os princípios éticos e legais, quer no decurso da investigação quer na publicação, nomeadamente com as recomendao}HV GD 'HFODUDomR GH +HOVtQTXLD GD $VVRFLDomR 0pGLFD 0XQGLDO (ZZZZPDQHW H GR ,&0-( ZZZLFPMHRUJ). Os autores devem GHPRQVWUDUTXHDLQYHVWLJDomRIRLDSURYDGDSRUXPDFRPLVVmRGHpWLFD ou pelas comissões de ética das instituições envolvidas e que as recoPHQGDo}HVIRUDPVHJXLGDV(VWDLQIRUPDomRGHYHFRQVWDUGRWH[WRGR artigo. O cumprimento dos princípios éticos e legais será assumido QXPGRFXPHQWRDVHUDQH[DGRjFDUWDGHVXEPLVVmRGRDUWLJR4XDOTXHUVXVSHLWDGHPiFRQGXWDVHUiLQYHVWLJDGDHVHIRURFDVRUHWUDFtada publicamente. 4. Estrutura e formatação dos manuscritos Os autores devem seguir rigorosamente estas normas, na medida em TXHRGHVUHVSHLWRGDVPHVPDVFRQVWLWXLPRWLYRVXILFLHQWHSDUDDUHMHLção do manuscrito. a) Organização do manuscrito 7RGRVRVPDQXVFULWRVWHUmRTXHVHURUJDQL]DGRVGDVHJXLQWHIRUPD Primeira página: A primeira página deverá conter títulos em português, em inglês e abreviado (máximo de 40 caracteres, incluindo espaços). Deverão ser ainda indicados o tipo do artigo, os agradecimentos HIRQWHVGHÀQDQFLDPHQWRHYHQWXDLVSUpPLRVRXDSUHVHQWDo}HVSUpYLDV Segunda página: A segunda página incluirá o resumo em português (máximo de palavras de acordo com a tipologia do artigo) e três a seis SDODYUDVFKDYH $V SDODYUDVFKDYHV GHYHUmR VHU IDFLOPHQWH SHVTXL sáveis em bases de indexação, usando os Descritores em Ciências da 6D~GH'H&6HRV0HGLFDO6XEMHFW+HDGLQJV0H6+5HFRPHQGD- -se a consulta das listas de palavras usadas nos motores de busca: para português em KWWSZZZELUHPHEUSKSGHFVZVSKS ou em http://decs.bvs.br/ e em inglês KWWSZZZQOPQLKJRYPHVK 1RV manuscritos que não incluem resumos, as palavras-chave devem ser DSUHVHQWDGDVQRÀQDOGRPDQXVFULWR Terceira página:$WHUFHLUDSiJLQDGHYHUiLQFOXLURFRQWH~GRHTXLYDOHQWH ao da segunda página, em inglês. Páginas seguintes: As páginas seguintes deverão incluir o texto do DUWLJRGHDFRUGRFRPDVVHFo}HVHVSHFtÀFDVGHFDGDWLSRGHDUWLJR2 texto poderá ser apresentado em português, inglês ou espanhol (poderá ser excepcionalmente considerada a submissão de textos noutras línguas, de reconhecida divulgação internacional). Após a apresentação das UHIHUrQFLDVELEOLRJUiÀFDVDVLOXVWUDo}HVGHYHUmRVHUDSUHVHQWDGRVLQGLYLGXDOPHQWHQXPDQRYDSiJLQDSHODVHJXLQWHRUGHPTXDGURVHÀJXUDV ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !
XVI Acta Pediatr Port 2012:43(1):XIV-XXI Normas Editoriais c) Normas de estilo 7RGRRPDQXVFULWRLQFOXLQGRUHIHUrQFLDVGHYHVHUUHGLJLGRHPFROXQD~QLFD DGRLVHVSDoRVFRPOHWUDGHGLPHQVmRHMXVWLÀFDGRjHVTXHUGD$FRQVHOKDVHDXWLOL]DomRGRVIRUPDWRVGHOHWUDTimes New Roman, ou Arial; para FDUDFWHUHVHVSHFLDLVDFRQVHOKDVHDXWLOL]DomRGRIRUPDWRSymbol(PWRGRR PDQXVFULWRDVTXDWURPDUJHQVGHYHPVHUGHFP7RGDVDVSiJLQDVGHYHP VHUQXPHUDGDVLQFOXLQGRDSiJLQDGHLGHQWLÀFDomRGRPDQXVFULWR'HYHPVHU LQVHULGDVTXHEUDVGHSiJLQDHQWUHFDGDVHFomRGRPDQXVFULWR1mRGHYHPFRQter cabeçalhos nem rodapés. A publicação de citações, quadros ou ilustrações cuja origem esteja sujeita a direitos de autor, está dependente da citação comSOHWDGDIRQWHHRXGDDXWRUL]DomRGRGHWHQWRUGRVGLUHLWRVGHDXWRU Unidades de medida - Devem ser utilizadas as unidades de medida do Sistema Internacional (SI), mas os editores podem solicitar a apresentação de outras unidades não pertencentes ao SI. Abreviaturas - Devem evitar-se acrónimos e abreviaturas no título e QRVUHVXPRV4XDQGRIRUQHFHVViULDDVXDXWLOL]DomRGHYHPVHUGHÀQLGRVQDSULPHLUDYH]TXHVmRPHQFLRQDGRVQRWH[WR2VHXVLJQLÀFDGR GHYHWDPEpPÀFDUH[SOtFLWRQRUHVXPRQRVTXDGURVHÀJXUDVH[FHSWR QRFDVRGDVXQLGDGHVGHPHGLGD4XDQGRXVDGRVPDLVGRTXHVHLVDFUynimos ou abreviaturas, recomenda-se a inclusão de um quadro com a lista completa dos mesmos. Nomes de doenças - Os nomes de doenças devem ser escritos em PLQ~VFXODH[FHSWXDQGRVHDSHQDVDTXHOHVTXHFRQWrPWRSRQtPLFRVRX antropónimos. Nomes de medicamentos -'HYHVHUSUHIHULGDDXWLOL]DomRGD'HVLJ QDomR&RPXP,QWHUQDFLRQDO'&,GHIiUPDFRVHVFULWRHPPLQ~VFXOD HPYH]GHQRPHVFRPHUFLDLVGHPHGLFDPHQWRV4XDQGRIRUHPXWLOL]DGDV marcas registadas, pode ser mencionado o nome do medicamento, em PDL~VFXODHVHJXLGRGRVtPERORHRQRPHGRIDEULFDQWHFLGDGHH país, entre parêntesis. Nomes de instrumentos - Os instrumentos de medida, diagnóstico ou SURJUDPDVLQIRUPiWLFRVXWLOL]DGRVQRHVWXGRHPHQFLRQDGRVQRPDQXVFULWRGHYHPVHUDSUHVHQWDGRVGHIRUPDJHQpULFDHDWUDYpVGRVHXQRPH FRPHUFLDOVHJXLGRGRVtPERORHRQRPHGRIDEULFDQWHFLGDGHHSDtV entre parêntesis. Local do estudo -$ÀOLDomRLQVWLWXFLRQDOGRVDXWRUHVGHYHVHUUHIHULGD QDSiJLQDGRWtWXOR1mRGHYHÀFDUH[SOtFLWDQRWH[WRRXQRUHVXPRD LGHQWLÀFDomRGDLQVWLWXLomRRQGHGHFRUUHXRHVWXGRGHPRGRDPDQWHU RGXSORDQRQLPDWRGDUHYLVmR6HHVVDUHIHUrQFLDIRULPSRUWDQWHSDUDD FRPSUHHQVmRGRPDQXVFULWRGHYHVHUIHLWDHPWHUPRVGHFDUDFWHUL]DomR JHQpULFDGRQtYHOGHGLIHUHQFLDomRHORFDOJHRJUiÀFRGDLQVWLWXLomRH[ ´KRVSLWDOXQLYHUVLWiULRGHQtYHO,,,µRX´FHQWURGHVD~GHHPiUHDUXUDOµ Números -2VQ~PHURVGHXPDTXLQ]HGHYHPVHUHVFULWRVSRUH[WHQVR excepto quando têm decimais ou se seguidos de unidades de medida. 1~PHURVVXSHULRUHVDTXLQ]HVmRHVFULWRVHPDOJDULVPRVVDOYRQRLQtFLR GHXPDIUDVH$VFDVDVGHFLPDLVGHYHPDVVLQDODUVHFRPYtUJXODV d) Texto Introdução -'HYHFRQWHUHVVHQFLDOPHQWHRVDUJXPHQWRVFLHQWtÀFRVTXH IXQGDPHQWDPDUHDOL]DomRGRHVWXGRHMXVWLÀFDPRVREMHFWLYRV3RGHFRQFOXLUFRPRHQXQFLDGRGRVREMHFWLYRVGRHVWXGR(VWDVHFomRGHYHDSHQDV FRQWHUDVUHIHUrQFLDVELEOLRJUiÀFDVLQGLVSHQViYHLVSDUDRIXQGDPHQWRHRV objectivos do estudo. Objectivos -2VREMHFWLYRVGRHVWXGRSRGHPVHUDSUHVHQWDGRVQRÀQDO da Introdução ou em secção própria, devendo ser claros, explícitos e não conter elementos metodológicos no enunciado. Métodos -(VWDVHFomRSRGHUiGHQRPLQDUVHFRQVRDQWHDQDWXUH]DGRHVWXGR ´0pWRGRVµ´0DWHULDOH0pWRGRVµ´$PRVWUDH0pWRGRVµ´3RSXODomRH0pWRGRVµRXVLPSOHVPHQWH´0HWRGRORJLDµ1HVWDVHFomRGHYHPGHVFUHYHUVH $DPRVWUDRXDSRSXODomRHPHVWXGRHVSHFLÀFDQGRDVXDGHÀQLomRH IRUPDGHLGHQWLÀFDomRUHFUXWDPHQWRRXVHOHFomR$ORFDOL]DomRGR estudo no tempo e no espaço; O desenho do estudo; Os métodos de recolha de dados; Os métodos de análise dos dados: Os métodos estaWtVWLFRVGHYHPVHUGHVFULWRVFRPRGHWDOKHVXÀFLHQWHGHPRGRDSRVVLbilitar a reprodução dos resultados apresentados. Sempre que possível GHYHVHUTXDQWLÀFDGDDLPSUHFLVmRGDVHVWLPDWLYDVDSUHVHQWDGDVGHVLJQDGDPHQWHDWUDYpVGDDSUHVHQWDomRGHLQWHUYDORVGHFRQÀDQoD'HYH evitar-se uma utilização excessiva de testes de hipóteses, com o uso GHYDORUHVGHSTXHQmRIRUQHFHPLQIRUPDomRTXDQWLWDWLYDLPSRUWDQWH 'HYHVHUPHQFLRQDGRRSURJUDPDLQIRUPiWLFRXWLOL]DGRQDDQiOLVHGRV GDGRVUHIHULQGRRVHXIDEULFDQWHHVHFRQVLGHUDGRQHFHVViULRLQVHULQGRDUHIHUrQFLDGHFLWDomR As considerações éticasGHYHPÀJXUDUQRÀQDOGHVWDVHFomRGHYHQGRVHU mencionada a aprovação de comissões de ética e a obtenção de consentiPHQWRLQIRUPDGRVHDSOLFiYHO Resultados - Os resultados devem ser apresentados no texto, usando HYHQWXDOPHQWH,OXVWUDo}HV4XDGURVH)LJXUDVVHJXLQGRXPDVHTXrQFLDOyJLFD1mRGHYHVHUIRUQHFLGDLQIRUPDomRUHGXQGDQWHDSDUHFHQGR em duplicado no texto e nas ilustrações, bastando descrever a princiSDLVREVHUYDo}HVUHIHULGDVQDVLOXVWUDo}HVvide infra as recomendações sobre Ilustrações). Discussão - 1D GLVFXVVmR QmR GHYH VHU UHSHWLGD GHWDOKDGDPHQWH D LQIRUPDomRIRUQHFLGDQDVHFomRGH5HVXOWDGRV$GLVFXVVmRGHYHLQFLdir nas limitações do estudo, na relação dos resultados obtidos com o observado noutras investigações, devem ser evidenciados os aspectos LQRYDGRUHVGRHVWXGRHDVFRQFOXV}HVTXHGHOHVUHVXOWDP1HVWDVHFomR DSHQDVGHYHPVHULQFOXtGDVDVUHIHUrQFLDVLQGLVSHQViYHLVSDUDGLVFXWLU os resultados do estudo. Conclusão -(VWDVHFomRSRGHVXUJLUVHSDUDGDGD'LVFXVVmRRXLQFOXtGDQR ÀQDOGD PHVPD É importante que as conclusões estejam de DFRUGRFRPRVREMHFWLYRVGRHVWXGRGHYHQGRVHHYLWDUDÀUPDo}HVH conclusões que não sejam completamente apoiadas pelos resultados da investigação realizada. b) Dimensão dos manuscritos Tipo de artigo Organização Limite de palavras* Máximo de ilustrações Máximo de referências Resumos estruturados** Original ,05' 3200 6 30 300 Publicação breve ,05' 1500 2 15 250 Caso clínico ,05F' 1200 2 12 120 Casuística ,05' 2200 3 30 250 5HYLVmR ,05' 3400 6 60 250 Consensos ,05' 3400 - 60 250 (GXFDomRPpGLFD ,05' 2400 3 20 250 Ética ,05' 2400 3 30 250 História da medicina - 2400 3 40 250 Crítica - 600 2 6 1mR Opinião - 900 1 5 1mR Carta ao director - 400 1 6 1mR Imagem - 200 3 5 1mR H[FOXLQGRUHIHUrQFLDVHLOXVWUDo}HVSRUWXJXrVLQJOrV,LQWURGXomR00DWHULDOHPpWRGRV5UHVXOWDGRV5FUHODWRGHFDVRV''LVFXVVmRHHYHQWXDOFRQFOXVmR2VUHVXPRVGHDUWLJRV GHLQYHVWLJDomRRULJLQDOSXEOLFDo}HVEUHYHVHUHYLV}HVTXDQWLWDWLYDVGHYHPVHUHVWUXWXUDGRVLQWURGXomRPpWRGRVUHVXOWDGRVGLVFXVVmRHFRQFOXV}HVHDSUHVHQWDUFRQWH~GRVHPHOKDQWHDRGR PDQXVFULWR1RVFDVRVFOtQLFRVHVpULHVGHFDVRVGHYHPVHUHVWUXWXUDGRVHPLQWURGXomRUHODWRGRVFDVRVGLVFXVVmRLQFOXLQGRDFRQFOXVmRDFRQFOXVmRGHYHGHVWDFDURVDVSHFWRVTXHMXVWLÀFDP DSXEOLFDomRGRFDVRRXVHULHGHFDVRV2VUHVXPRVGHPDQXVFULWRVUHIHUHQWHVDUHYLV}HVQmRVLVWHPiWLFDVHDUWLJRVGHRSLQLmRQmRVmRHVWUXWXUDGRVVHJXQGRDVVHFo}HVUHIHULGDVQDDOtQHDDQWHULRU 1RVUHVXPRVQmRGHYHPVHUXWLOL]DGDVUHIHUrQFLDVHDVDEUHYLDWXUDVGHYHPOLPLWDUVHDRPtQLPR ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !
XVII Acta Pediatr Port 2012:43(1):XIV-XXI Normas Editoriais e) Referências Deve ser usado o estilo Vancouver, tal como recomendado pelos UniIRUP 5HTXLUHPHQWV IRU 0DQXVFULSWV 6XEPLWWHG WR %LRPHGLFDO -RXUQDOV ²,&0-( 1RWH[WRRVQ~PHURVGDVUHIHUrQFLDVGHYHPVHUDSUHVHQWDGRVHPH[SRHQWHDQWHVGHYtUJXODVRXSRQWRVÀQDLVH[´VHJXQGRDOJXQVDXWRUHV3,5,7”). 5HIHUrQFLDVVHTXHQFLDLVGHYHPVHUIHLWDVLQGLFDQGRDSHQDVDSULPHLUDHD ~OWLPDXQLGDVSRUKtIHQH[´VHJXQGRDOJXQVDXWRUHV5-7”). $V UHIHUrQFLDV GHYHP VHU OLVWDGDV DSyV R WH[WR SULQFLSDO QXPHUDGDV sequencialmente, pela ordem de citação no texto. 'HYHPVHUFLWDGRVDSHQDVDUWLJRVSXEOLFDGRVFRPUHYLVmRSRUSDUHV1mR GHYHPVHU XVDGDVUHIHUrQFLDVVHFXQGiULDV WH[WRVTXHID]HP UHIHUrQFLD às publicações originais), resumos e comunicações pessoais (estas serão UHIHULGDVQRWH[WRFRPRWDO´FRPXQLFDomRSHVVRDOµ Devem ser utilizados os nomes abreviados das publicações, de acordo FRP R DGRSWDGR SHOR ,QGH[ 0HGLFXV GHYHQGR VHU HVFULWRV HP LWiOLFR VHP SRQWXDomR (P FDVR GH G~YLGD VREUH TXDO R QRPH DEUHviado correcto de publicações internacionais pode ser consultado ZZZQFELQOPQLKJRYQOPFDWDORJ. 8PDGHVFULomRSRUPHQRUL]DGDGRIRUPDWRGRVGLIHUHQWHVWLSRVGHUHIHUrQFLDVFRQIRUPHDVUHJUDVGH8506%-²,&0-(SRGHVHUHQFRQWUDGDHP ZZZQOPQLKJRYEVGXQLIRUPBUHTXLUHPHQWVKWPO ou em ZZZLFPMHRUJ. 6HPSUHTXHHVWHMDGLVSRQtYHOGHYHUiVHUDSUHVHQWDGRRLGHQWLÀFDGRUGH REMHFWRGLJLWDO'2,GDUHIHUrQFLDFLWDGDQRÀQDOGDPHVPD &LWDPVHDSHQDVDOJXQVWLSRVGHUHIHUHQFLDomR Artigo de revista:5HODomRGHWRGRVRVDXWRUHVDSHOLGRVHJXLGRGDV iniciais dos primeiros nomes, sem pontos (se mais de seis autores, constarão os seis primeiros, seguidos de “et al”, em itálico - exemplo 7tWXORGRDUWLJR1RPHGDUHYLVWDDEUHYLDGDHHPLWiOLFRDQRGH SXEOLFDomRVHJXLGRGHSRQWRHYtUJXODQ~PHURGRYROXPHVHJXLGRGH GRLVSRQWRVHSULPHLUDH~OWLPDSiJLQDVH[HPSOR(PPXLWDVUHYLVWDVRVDUWLJRVTXHQmRWrPHVWULWDQDWXUH]DFLHQWtÀFDWrPQXPHUDomR URPDQDH[HPSOR(PFDVRVH[FHSFLRQDLVDSDJLQDomRLQLFLDVHHP FDGDQ~PHURGRPHVPRYROXPHQHVWHVFDVRVRQ~PHURGHYHÀJXUDU entre parêntesis logo a seguir ao volume (exemplo 3); na maioria das revistas médicas a paginação é contínua ao longo de todo o volume e QHVWHFDVRRQ~PHURGHYHVHURPLWLGR4XDQGRVHWUDWDGHXPVXSOHPHQWRGHYHÀJXUDUORJRDVHJXLUDRYROXPHFRPLQGLFDomRGDQXPHUDomRGRVXSOHPHQWRVHHVWHIRURFDVRH[HPSOR1RFDVRGHFDUWDDR editor ou resumo, deve ser assinalado em parêntesis recto logo a seguir ao título do artigo (exemplo 5). Se disponível DOI, deve ser apresenWDGRQRÀPH[HPSOR ([HPSORV 0RUHLUD '%DORQD)/DPHLUmR$5DPRV60DUTXHV()HUUHLUDet al. 2GHVHPSHQKRGLDJQyVWLFRGDSURFDOFLWRQLQDQDIHEUHVHPIRFR²HVWXGR prospectivo. Acta Pediatr Port 2011; 42: 250-7. &KDGZLFN56FKXNOHQN87KHSROLWLFVRIHWKLFDOFRQVHQVXVÀQGLQJ Bioethics 2002;16:iii-v. 'LDEHWHV3UHYHQWLRQ3URJUDP5HVHDUFK*URXS+\SHUWHQVLRQLQVXOLQ DQGSURLQVXOLQLQSDUWLFLSDQWVZLWKLPSDLUHGJOXFRVHWROHUDQFHPediatr Nurs Rev 2002;40(2):679-86. *HUDXG*6SLHULQJV(/.H\ZRRG&7ROHUDELOLW\DQGVDIHW\RIIURYDWULSWDQZLWKVKRUWDQGORQJWHUPXVHIRUWUHDWPHQWRIPLJUDLQHDQGLQ FRPSDULVRQZLWKVXPDWULSWDQHeadache 2002;42 Suppl 2:S93-9. 7RU07XUNHU+,QWHUQDWLRQDODSSURDFKHVWRWKHSUHVFULSWLRQRIORQJ- WHUPR[\JHQWKHUDS\>OHWWHU@Eur Respir J 2002;20:242. 6LPRQ$(/XNDFV6/0HQGROD 3(PHUJHQF\GHSDUWPHQWODERUDWRU\HYDOXDWLRQVRIIHYHUZLWKRXWVRXUFHLQFKLOGUHQDJHGWRPRQWKV 3HGLDWULFVH²HGRLSHGV Artigo em publicação exclusivamente digital (sem paginação): 2HVWHUJDDUG0=,QRXH0<RVKLGD60DKDQDQL:5*RUH)0&RXVHQV S, et al1HRQDWDOPRUWDOLW\OHYHOVIRUFRXQWULHVLQZLWKWUHQGV VLQFH$V\VWHPDWLFDQDO\VLVRISURJUHVVSURMHFWLRQVDQGSULRULWLHV 3/R60HGHGRLMRXUQDOSPHG Livro:1RPHVDSHOLGRVHJXLGRGDVLQLFLDLVGRVSULPHLURVQRPHVGRV DXWRUHV7tWXORGROLYURHPLWiOLFRHLQLFLDLVPDL~VFXODV(GLomR&LGDGH nome da casa editora; ano de publicação. 0XUUD\355RVHQWKDO.6.RED\DVKL*63IDOOHU0$ Medical Microbiology. WKHG6W/RXLV0RVE\ Capítulo de livro:1RPHVDSHOLGRVHJXLGRGDVLQLFLDLVGRVSULPHLURV QRPHVGRVDXWRUHVGRFDStWXOR7tWXORGRFDStWXOR,Q1RPHVDSHOLGRVHJXLGRGDVLQLFLDLVGRVSULPHLURVQRPHVGRVHGLWRUHVHGV7tWXOR GROLYURHPLWiOLFRHLQLFLDLVPDL~VFXODV1~PHURGDHGLomR&LGDGHQRPH GDFDVDHGLWRUDDQRGHSXEOLFDomR1~PHURGDSULPHLUDH~OWLPDSiJLQDV $UYLQ$1,QIHFWLRQFRQWURO,Q%HKUPDQ5(.OLHJPDQ50$UYLQ$0 editors. Nelson Textbook of PediatricsWKHG3KLODGHOSKLD:%6DXQGHUV&RPSDQ\ Comunicação em jornadas, congressos e similares:1RPHVDSHOLGR seguido das iniciais dos primeiros nomes do(s) autor(es) da comunicação. 7tWXORGDFRPXQLFDomR,Q1RPHVDSHOLGRVHJXLGRGDVLQLFLDLVGRV primeiros nomes do(s) editor(es), eds. Livro de publicação das comunicao}HVGDWDHORFDOGDUHXQLmR&LGDGHHQRPHGDFDVDHGLWRUDVHUHIHULGR DQRGHSXEOLFDomR1~PHURGDSULPHLUDH~OWLPDSiJLQDV &KULVWHQVHQ62SSDFKHU)$QDQDO\VLVRI.R]D·VFRPSXWDWLRQDOHIIRUW VWDWLVWLFIRUJHQHWLFSURJUDPPLQJ,Q)RVWHU-$/XWWRQ(0LOOHU-5\DQ &7HWWDPDQ]L$*HGV*HQHWLFSURJUDPPLQJ(XUR*33URFHHGLQJV RIWKHWK(XURSHDQ&RQIHUHQFHRQ*HQHWLF3URJUDPPLQJ$SU .LQVGDOH,UHODQG%HUOLQ6SULQJHUS Página web: &DQFHU3DLQRUJ.QRZOHGJHIRUDFWLRQ>,QWHUQHW@>FLWDGR-DQ@ $YDLODEOHIURP$FHVVLYHOHPKWWSFDQFHUSDLQRUJ f) Ilustrações $V,OXVWUDo}HVGHYHPVHUDQH[DGDVDSyVDVUHIHUrQFLDVELEOLRJUiÀFDV$V )LJXUDVGHYHPVHUDQH[DVDSyVRV4XDGURV&DGD4XDGURRX)LJXUDGHYH ser apresentada em páginas separadas, juntamente com os respectivos WtWXORHDVQRWDVH[SOLFDWLYDV2V4XDGURVH)LJXUDVGHYHPVHUQXPHUDGDVVHSDUDGDPHQWHQXPHUDomRURPDQDSDUD4XDGURVHQXPHUDomRiUDEH SDUD)LJXUDVGHDFRUGRFRPDRUGHPFRPTXHVmRDSUHVHQWDGDVQRWH[WR 'HYHPVHUPHQFLRQDGDVQRWH[WRWRGRVRV4XDGURVH)LJXUDV &DGD4XDGURRX)LJXUDGHYHVHUDFRPSDQKDGRGHXPWtWXORHQRWDVH[SOLFDWLYDVH[GHÀQLo}HVGHDEUHYLDWXUDVGHPRGRDVHUHPFRPSUHHQGLGDV e interpretadas sem recurso ao texto do manuscrito. Se a ilustração possui XPDWDEHODRXJUiÀFRTXHLQFOXDRUHVXOWDGRGDDQiOLVHHVWDWtVWLFDGHYHP VHUUHIHULGRVRWHVWHHVWDWtVWLFRXVDGRHRVHXQtYHOGHVLJQLÀFkQFLDQRFDVR do cálculo do risco relativo ou do odds ratio, devem ser incluídos os seus LQWHUYDORVGHFRQÀDQoD 2WtWXORGHFDGD4XDGURRX)LJXUDGHYHWHUXPDH[SOLFDomRVXFLQWDGRFRQWH~GRTXHFKDPHDDWHQomRGROHLWRUSDUDRVHXDVSHFWRPDLVLPSRUWDQWH e/ou que auxilie a sua compreensão. 1RV4XDGURVRWtWXORHQRWDVH[SOLFDWLYDVHQFLPDPDWDEHODQDV)LJXUDV o título e notas explicativas colocam-se por baixo da ilustração. 3DUDDVQRWDVH[SOLFDWLYDVGRV4XDGURVRX)LJXUDVGHYHPVHUXWLOL]DGRVRV seguintes símbolos, nesta mesma sequência: *, †, ‡, §, ||, ¶, **, ††, ‡‡ . 1DVWDEHODVGHYHPVHUXWLOL]DGDVDSHQDVOLQKDVGHOLPLWHKRUL]RQWDLV $V)LJXUDVLQFOXLQGRJUiÀFRVPDSDVLOXVWUDo}HVIRWRJUDÀDVRXRXWURV PDWHULDLVGHYHPVHUIRUPDWDGDVHPFRPSXWDGRURXGLJLWDOL]DGDV 1RVJUiÀFRVDVOHJHQGDVGRVHL[RVGHYHPVHUSUHIHUHQFLDOPHQWHHVFULWDV paralelamente aos eixos das ordenadas e das abcissas, indicando as unidaGHVGHPHGLGD(VVHVHL[RVGHYHPWHUPDUFDVFRUUHVSRQGHQWHVDRVYDORUHV 4XDQGRGLJLWDOL]DGDVDVOHJHQGDVVtPERORVVHWDVRXOHWUDVGHYHPVHU LQVHULGDVQRÀFKHLURGDLPDJHPGDVIRWRJUDÀDVRXLOXVWUDo}HVFRUUHVSRQGHQWHV2VVtPERORVVHWDVRXOHWUDVGHYHPFRQWUDVWDUVXÀFLHQWHPHQWHFRP RIXQGRGHIRWRJUDÀDVRXLOXVWUDo}HV $V LOXVWUDo}HV TXH LQFOXDP IRWRJUDÀDV GH GRHQWHV GHYHUmR VHU DFRPpanhadas pela autorização do doente ou do seu responsável legal, perPLWLQGRDVXDSXEOLFDomRGHYHQGRWHURVROKRVWDSDGRVRXGHVIRFDGRV GLJLWDOPHQWHGHPRGRDLPSHGLUDVXDLGHQWLÀFDomRGHVGHTXHLVVRQmR desvirtue a intenção da apresentação da imagem. ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !
XVIII Acta Pediatr Port 2012:43(1):XIV-XXI Normas Editoriais A dimensão das ilustrações é habitualmente reduzida à largura de uma FROXQDSHORTXHDVPHVPDVHRWH[WRTXHDVDFRPSDQKDGHYHPVHUIDFLOmente legíveis após redução. A resolução de imagens a preto e branco deve ser de pelo menos 1200 dpi e a de imagens com tons de cinzento ou a cores deve ser de pelo menos 300 dpi. 8PDYH]TXHDLPSUHVVmRÀQDOGD$33pSUHGRPLQDQWHPHQWHDSUHWRH EUDQFRRXHPWRQVGHFLQ]HQWRRVJUiÀFRVQmRGHYHUmRFRQWHUFRUHV$ submissão de imagens a cores deve ser reduzida ao mínimo necessário, GDGRRQ~PHUROLPLWDGRGHSiJLQDVDFRUHVSRVVtYHOHPFDGDQ~PHURGD APP. O excesso de imagens a cores poderá atrasar a data de publicação até haver disponibilidade editorial. 1D SULPHLUDVXEPLVVmR GRPDQXVFULWR QmR GHYHPVHU HQYLDGRVRUL JLQDLVGHIRWRJUDÀDVLOXVWUDo}HVRXRXWURVPDWHULDLVFRPRSHOtFXODV GHUDLRV;$VÀJXUDVFULDGDVHPFRPSXWDGRURXFRQYHUWLGDVHPIRUPDWRHOHFWUyQLFRDSyVGLJLWDOL]DomRGHYHPVHUSUHIHUHQFLDOPHQWHLQVHULGDVQRÀFKHLURGRPDQXVFULWR (PFDVRGHDFHLWDomRGRPDQXVFULWRVHUmRVROLFLWDGDVDV,OXVWUDo}HVQRV IRUPDWRVPDLVDGHTXDGRVSDUDDVXDUHSURGXomRQDUHYLVWD g) Material suplementar e SRVVtYHO D SXEOLFDomR RQ OLQH GH LQIRUPDomR VXSOHPHQWDU WDO FRPR ÀFKHLURVGHYtGHRRXiXGLRLPDJHQVDGLFLRQDLVGDGRVVXSOHPHQWDUHVRX anexos mais volumosos. 3DUDWDOpQHFHVViULRFDUUHJDUHVWHVÀFKHLURVQRSURFHVVRGHVXEPLVVmR (passo 4) e declará-lo na carta de apresentação. 5. Revisão, aceitação e publicação a) Revisão Os manuscritos são inicialmente avaliados por membros da equipa HGLWRULDOHFDVRRPDQXVFULWRQmRUHVSHLWHULJRURVDPHQWHHVWDV1RUmas de Publicação será rejeitado. Os manuscritos considerados adequados são submetidos ao parecer técnico de pelo menos dois revisoUHVH[WHUQRV$UHYLVmRpIHLWDDQRQLPDPHQWHSRGHQGRRVUHYLVRUHV SURSRUDUHMHLomRDFHLWDomRVHPPRGLILFDo}HVRXSURSRUDOWHUDo}HV GHFRQWH~GRRXGHIRUPDFRQGLFLRQDQGRDSXEOLFDomRGRDUWLJRjV mesmas. Os pareceres da equipa editorial e dos revisores são comunicados ao(s) autor(es). b) Após a aceitação 1RFDVRGHRDUWLJRVHUDFHLWHFRQGLFLRQDGRDPRGLÀFDo}HVHVWDVGHYHP ser realizadas pelos autores no prazo indicado pela APP. O reenvio de nova versão do manuscrito deve acompanhar-se da resposta dos autores jVVXJHVW}HVIHLWDVSHORVUHYLVRUHV 1RPRPHQWRGDDFHLWDomRRVDXWRUHVVHUmRLQIRUPDGRVVHGHYHPVHU HQYLDGDVDVLOXVWUDo}HVQXPIRUPDWRGLIHUHQWHjTXHOHHPTXHIRUDPLQLcialmente enviadas. $VSURYDVWLSRJUiÀFDVVHUmRHQYLDGDVDRVDXWRUHVFRQWHQGRDLQGLFDomR GRSUD]RGHUHYLVmRHPIXQomRGDVQHFHVVLGDGHVGHSXEOLFDomRGD$33 $UHYLVmRGHYHVHUDSURYDGDSRUWRGRVRVDXWRUHV1HVWDIDVHDFHLWDPVH DSHQDVPRGLÀFDo}HVTXHGHFRUUDPGDFRUUHFomRGHHUURVWLSRJUiÀFRV2 não respeito do prazo desobriga a APP a aceitar a revisão pelos autores, SRGHQGRDUHYLVmRVHUHIHFWXDGDH[FOXVLYDPHQWHSHORVVHUYLoRVGD$33 c) Após a publicação 6H DSyV D SXEOLFDomR IRUHP LGHQWLÀFDGRV HUURV RX RPLVV}HV TXH LQÁXHQFLHPDLQWHUSUHWDomRGHGDGRVRXLQIRUPDomRVHUiSXEOLFDGDXPD errata logo que possível. 6. Direitos autorais Os artigos publicados na Acta Pediátrica Portuguesa são disponibilizados de acordo com uma licença Creative Commons (Licença Creative Commons $WULEXLomR²8VR 1mR &RPHUFLDO²3DUWLOKD QRV 7HUPRV GD 0HVPD /LFHQoD H[FHSWRRQGHLQGLFDGR,VWRVLJQLÀFDTXHRVDXWRUHVUHWrPRVGLUHLWRV autorais, mas permitem a cópia electrónica, a distribuição e a impressão dos DUWLJRVSXEOLFDGRVSDUDÀQVQmRFRPHUFLDLVDFDGpPLFRVRXLQGLYLGXDLVSRU TXDOTXHUXWLOL]DGRUVHPSHUPLVVmRRXSDJDPHQWRGHVGHTXHVHMDUHIHULGDD DXWRULDHDIRQWHeLJXDOPHQWHLPSRVWRROLFHQFLDPHQWRGHREUDVGHULYDGDV nos mesmos termos. 7. Autorizações Antes de submeter um manuscrito à APP, os autores devem ter em sua posse os seguintes documentos que poderão ser solicitados pelo corpo editorial: FRQVHQWLPHQWRLQIRUPDGRGHFDGDSDUWLFLSDQWHVHDSOLFiYHO FRQVHQWLPHQWRLQIRUPDGRUHODWLYDPHQWHDFDGDLQGLYtGXRSUHVHQWHHPIRWRJUDÀDVPHVPRDSyVWHQWDWLYDGHRFXOWDUDUHVSHFWLYDLGHQWLGDGH WUDQVIHUrQFLDGHGLUHLWRVGHDXWRUGHLPDJHQVRXLOXVWUDo}HV - autorizações para utilização de material previamente publicado; - autorização dos colaboradores mencionados na secção de agradecimentos; - declaração de aprovação das comissões de Ética das instituições envolvidas. )LFKDGHYHULÀFDomRSDUDRVDXWRUHV $$33UHFRPHQGDDRVDXWRUHVTXHYHULÀTXHPQD)LFKDDQH[DRFXPSULPHQWRGRVUHTXLVLWRVFRQWLGRVQHVWDV1RUPDVGH3XEOLFDomRRTXHDFHOHUD o processo editorial. ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !
XIX Acta Pediatr Port 2012:43(1):XIV-XXI Normas Editoriais Acta Pediátrica Portuguesa ÐUJmR2ÀFLDOGD6RFLHGDGH3RUWXJXHVDGH3HGLDWULD )LFKDGHYHULÀFDomRSDUDRVDXWRUHV Título: na língua original do manuscrito, em inglês e na versão abreviada Autores:RVQRPHVDÀOLDomRLQVWLWXFLRQDODFRQWULEXLomRGHFDGDDXWRU Contacto: nome e contactos do autor que deve receber a correspondência Agradecimentos )RQWHVGHÀQDQFLDPHQWR 'HFODUDomRGH&RQÁLWRGH,QWHUHVVHV Contagem de palavras: para cada resumo e para o texto principal Resumo e Abstract:HVWUXWXUDGRFRQIRUPHDWLSRORJLDGRPDQXVFULWR Palavras-chave:HPFRQFRUGkQFLDFRPR0HGLFDO6XEMHFW+HDGLQJV0H6+ Texto:HVWUXWXUDFRQWH~GRDFUyQLPRVHLQVHUomRGHUHIHUrQFLDV Ilustrações:IRUPDWDomRHQXPHUDomRGRV4XDGURVH)LJXUDVDXWRUL]Do}HV Referências:HPFRQFRUGkQFLDFRPDVUHJUDVGH8506%-²,&0-( Carta de Apresentação à APP Autorizações: autoria, agradecimentos, utilização de imagens e material publicado Autorizações:FRPLVV}HVGHpWLFDFRQVHQWLPHQWRVLQIRUPDGRV Declaração de aceitação da licença Creative Commons 3.0 by-nc-sa Data: .… / .... / …….. Assinatura do autor principal: ………………………………………………………......... Acta Pediátrica Portuguesa. Sociedade Portuguesa de Pediatria. 5XD$PtOFDU&DEUDOUF,/LVERD7HO)D[[email protected] ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! 20!!!!!03!!!!2014!
XX Acta Pediatr Port 2012:43(1):XIV-XXI Normas Editoriais Acta Pediátrica Portuguesa ÐUJmR2ÀFLDOGD6RFLHGDGH3RUWXJXHVDGH3HGLDWULD Modelo de carta de apresentação para submissão de manuscrito $R(GLWRUGDActa Pediátrica Portuguesa Data: Assunto: Submissão de manuscrito à Acta Pediátrica Portuguesa O(s) autore(s) abaixo indicados vêm, por este meio, submeter à Acta Pediátrica Portuguesa o seguinte manuscrito: Título: Primeiro autor: Referência APP-OJS: O(s) autor(es) declaram (cortar o que não é aplicável): TXHRPDQXVFULWRpRULJLQDOHLQpGLWRHTXHTXHUHPSDUWHTXHUQRWRGRQmRIRLSXEOLFDGRHQmRVHHQFRQWUDVREUHYLVmRRX SDUDSXEOLFDomRSRURXWUDUHYLVWDVHMDQRIRUPDWRLPSUHVVRRXQRHOHFWUyQLFR TXHWRGRVRVDXWRUHVDFHLWDPVHUGDVXDH[FOXVLYDUHVSRQVDELOLGDGHDH[DFWLGmRHRULJRUGRFRQWH~GRGRPDQXVFULWRVXEPHWLGR TXHWRGRVRVDXWRUHVFRQWULEXtUDPGHPRGRVXEVWDQFLDOSDUDDFRQFHSomRHUHDOL]DomRGRHVWXGRDVVLPFRPRSDUDDUHGDFomRGRPDQXVFULWRGHDFRUGRFRPRV8QLIRUP5HTXLUHPHQWVIRU0DQXVFULSWV6XEPLWHGGWR%LRPHGLFDO-RXUQDOVHODERUDGRVSHOR,QWHUQDWLRQDO&RPPLWWHHRI0HGLFDO-RXUQDO(GLWRUV,&0-(GHIRUPDDWRUQDUS~EOLFDDVXDUHVSRQVDELOLGDGH SHORFRQWH~GRDFHLWDQGRTXDOTXHUWLSRGHDFomROHJDOGHFRUUHQWHGDLPSUHFLVmRGDDÀUPDomRDQWHULRU TXHWRGRVRVDXWRUHVQRFDVRGHPDLVTXHXPFRQFRUGDPFRPDRUGHPHQ~PHURGHDXWRUHVGHÀQLGRVQDVXEPLVVmR TXHRHVWXGRQRFDVRGHHQYROYHUVHUHVKXPDQRVIRLDSURYDGRSRUFRPLVV}HVGHpWLFDGDVLQVWLWXLo}HVHPTXHDLQYHVWLJDomRIRLUHDOL]DGDGHDFRUGRFRPD'HFODUDomRGH+HOVtQTXLDGD$VVRFLDomR0pGLFD0XQGLDOHTXHIRLREWLGRFRQVHQWLPHQWRLQIRUPDGRGHFDGDSDUWLFLSDQWHQRHVWXGR'HFODUDPDLQGDTXHRVUHVSHFWLYRVGRFXPHQWRVVmRHQYLDGRVHPDQH[R ou quando solicitados pelos editores. WHUSUHSDUDGRRPDQXVFULWRGHDFRUGRFRPDVQRUPDVGHSXEOLFDomRHDFHLWDPTXHFDVRRDUWLJRQmRRVUHVSHLWHHVWULWDPHQWH o mesmo será devolvido sem ser iniciado o processo de revisão pelos pares. TXHRPDQXVFULWRQmRLQIULQJHGLUHLWRVDXWRUDLVGHRXWURVHQmRYLRODQHQKXPGLUHLWRGDSULYDFLGDGH TXHFRQFRUGDPFRPDGLVSRQLELOL]DomRGRVHXDUWLJRQRVIRUPDWRVLPSUHVVRHHOHFWUyQLFRGHDFRUGRFRPXPDLicença Creative Commons Atribuição – Uso Não Comercial – Partilha nos Termos da Mesma Licença 3.0VLJQLÀFDTXHRV autores retêm os direitos autorais, mas permitem a cópia electrónica, a distribuição e a impressão dos artigos publicados SDUDÀQVQmRFRPHUFLDLVDFDGpPLFRVRXLQGLYLGXDLVSRUTXDOTXHUXWLOL]DGRUVHPSHUPLVVmRRXSDJDPHQWRGHVGHTXHVHMD UHIHULGDDDXWRULDHDIRQWHVHQGRLJXDOPHQWHLPSRVWRROLFHQFLDPHQWRGHREUDVGHULYDGDVQRVPHVPRVWHUPRV Os autores declaram, igualmente, que o presente manuscrito resulta de um estudo concebido e desenvolvido com base nos seguintes: 1. 3RWHQFLDLVFRQÁLWRVGHLQWHUHVVHV: 2. )RQWHVGHÀQDQFLDPHQWR: Com os melhores cumprimentos, 2VDXWRUHV1RPHVHDVVLQDWXUDV ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !
XXI Acta Pediatr Port 2012:43(1):XIV-XXI Normas Editoriais A enviar em anexo ou disponível quando solicitado pelos editores: 1. Listagem da contribuição de cada autor para o manuscrito; 2. Autorização dos colaboradores mencionados na secção de agradecimentos; 3. Se aplicável, declaração de aprovação de comissão de ética representando as instituições envolvidas; 6HDSOLFiYHOGHFODUDomRHPFRPRIRLFRQFHGLGRRFRQVHQWLPHQWRLQIRUPDGRSRUWRGRVRVSDUWLFLSDQWHVQRHVWXGRRXSHORV respectivos representantes legais; &RQVHQWLPHQWRLQIRUPDGRUHODWLYDPHQWHDFDGDLQGLYtGXRSUHVHQWHHPIRWRJUDÀDVPHVPRDSyVWHQWDWLYDGHRFXOWDUDUHV pectiva identidade; 6. Autorizações para utilização de material previamente publicado; Acta Pediátrica Portuguesa. Sociedade Portuguesa de Pediatria. 5XD$PtOFDU&DEUDOUF,/LVERD7HO)D[[email protected] ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !