[Recensão a] Aurora López - Andrés Pociña (eds.), Medeas. Versiones de un mito desde Grecia hasta hoy.
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[Recensão a] LÓPEZ, Au o a -POCIÑA, And és (eds.): Medeas. Ve siones de un mi o
desde G ecia has a hoy
Au o (es): Pimen el, C is ina de Sousa
Publicado po : Faculdade de Le as da Uni e sidade de Coimb a, Ins i u o de Es udos
Clássicos
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Pe sis en e: URI:h p://hdl.handle.ne /10316.2/39469
Accessed : 14-Ap -2018 02:23:21
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Vol. LVI
IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA
COIMBRA UNIVERSITY PRESS
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ción,... Y odo ello con una cla idad que no es ecuen e en abajos de es a
na u aleza.
Los escasos de ec os que puedan censu a se son impu ables p ecisamen e a
es e a án de cla idad, así las epe iciones de pá a os en las páginas 229 y 230 o de
las páginas 343 y 344, el desliz de alguna e a a ocasional como la echa de la
g amá ica de Pas ana, 1566 po 1466 (pp. 123 y 398), y o as de índole mecano-
g á ica, p opias de una ob a an oluminosa y de quienes demues an más
esme o en la cla idad de con enidos que en la simple p esen ación. Todo ello no
empaña la sa is acción de ene a mano un es udio imp escindible ya pa a pos e
io es abajos de las a ias líneas de in es igación azadas po los aman es de
es a ma e ia.
San iago López Mo eda
LÓPEZ, Au o a -POCIÑA, And és (eds.): Medeas. Ve siones de un mi o desde
G ecia has a hoy (G anada, Uni e sidad, 2002) 2 oi. 1312 p.
ISBN 84-338-2911-4 (ob a comple a); 84-338-2912-2 ( ol. I);
84-338-2913-0 ( ol. II)
Como o í ulo indica, es es dois densos olumes ocupam-se das e sões do
mi o de Medeia desde a G ecia a é aos nossos dias. Se, como se econhece na
in odução (p. 9), o objec i o de aduzi oda a dimensão mul i ace ada desse
mi o, p esen e ñas mais a iadas cul u as e luga es, se e ela impossí el de a in
gi plenamen e, a e dade é que es e conjun o de es udos es á mui o p óximo de
consegui-lo. Repa e-se, ainda, que o í ulo logo nos o nece uma cha e pa a a
lei u a do mi o e pa a en ende mos o que se p e ende desco ina : os ensaios aqui
eunidos, 60 no o al, assinados po 52 nomes dos mais ele an es de en e os
especialis as do mundo clássico, ocupam-se, não exac amen e de Medeia, mas de
mui as Medeias, plu al que bem aduz aquilo que a i ma Au o a López, embo a
se e i a apenas à Medeia de Eu ípides e à de Séneca, mas se pode aplica a odas
as e sões do mi o: "El pe sonaje de Medea ... es una y es muchas. Es una pa a
quien la lee, pe o muchas po que al es el núme o de quienes puedan lee la, sean
simples lec o es o a anzados in es igado es, de uno y o o sexo, en ci cuns an
cias sociales y pe sonales di e en es. ... Es e pode encan ado de Medea emb uja,
y cada cual se queda con "su" Medea" (p. 208).
São, de ac o, múl iplas as lei u as suge idas, as pe spec i as adop adas:
ainda que o oco incida p imo dialmen e na exegese da lenda de Medeia e, de
en e as c iações li e á ias a que deu luga , nas agedias de Eu ípides e Séneca,
ab e-se ambém amplo espaço pa a ou as e sões, que g eco- omanas, que de
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ou as li e a u as e empos subsequen es, que ainda pa a alguma incu são pon
ual em ou as a es, como o cinema (c . o es udo de F ancisco Sal ado Ven u a
sob e a Medeia de Pasolini, pp. 1009-32). Daqui esul a, não uma soma de linhas
de in e p e ação desligadas ou a é con adi ó ias, isco p o á el em ob a c iada a
an as ozes, mas an es uma abo dagem ha moniosa que acompanha o mi o nas
suas ans o mações ao longo dos séculos, adap ando-se a con enções de géne o
mas ambém à na u al ac ualização que empos, cul u as e po os lhe o am a i
buindo. Nem seque as no as pis as de lei u a, como a dos gende s udies, es ão
ausen es, e, po isso, podemos sem a o subsc e e a a i mação dos edi o es
quando dizem ap esen a "la más g ande ob a publicada sob e la he oína á
gica" (p. 10).
Pa a o ag upamen o dos es udos, o am conside adas cinco secções, o gani
zadas an o quan o possí el c onologicamen e, a p imei a das quais se cen a no
mi o de Medeia con emplado de uma o ma ge al; na segunda obse a-se a sua
p esença na G écia, cabendo aqui ambém os es udos que, sob p isma compa a
i o, abo dam as e sões das li e a u as g ega e la ina; na e cei a secção, eúnem-
-se os ensaios sob e Medeia na li e a u a la ina; em seguida, já no ol. II,
examinam-se alguns dos ex os da Idade Média e da Idade Mode na em que o
mi o pe i e; no úl imo bloco, su ge-nos Medeia em ec iações do séc. XX e,
p o a da ac ualidade do mi o mas ambém da opo unidade des a ob a, já do
séc. XXI. Como epílogo, dois ex os p eciosos: um poema inédi o, em galego, de
Luz Pozo Ga za, in i ulado 'Medea en Co in o', esc i o pa a es e p ojec o
edi o ial, e que em acompanhado de um pequeno es udo in odu ó io e da
e são espanhola de que são esponsá eis Au o a López e And és Pociña
(pp. 1177-227); uma en e is a, conduzida pelos mesmos em 2002, a Nu ia Espe
("Vision de Medea a lo la go de una ida", pp. 1229-47), du an e a qual a ac iz
deu con a de como em i ido e sen ido Medeia ao longo dos quase cinquen a
anos em que em ep esen ado a pe sonagem. A conclui (pp. 1251-71), uma
in o mação bio-bibliog á ica, b e e mas escla ecedo a, sob e os colabo ado es
des a ob a, e uma bibliog a ia (pp. 1275-93) que con empla, de en e a as idão de
í ulos ci ados nos 60 capí ulos do li o, apenas aqueles que se ocupam
undamen almen e de Medeia, bem como a indicação das edições das di e sas
Medeias, g egas, la inas e pos e io es, que o am objec o de es udo ou e e ência
ci cuns anciada. Pode o lei o con a ambém com um 'Indice de e sões do ema
de Medea' (pp. 1297-307).
Uma pala a ainda, an es de e mos mais de pe o o con eúdo de cada uma
das secções e e idas: dos capí ulos ap esen ados, uns são inédi os, ou os eedi
ções, que na o ma o iginal, que e is os e ac ualizados, que ainda em adução
espanhola; os ex os eedi ados p o êm, na sua maio ia, de e is as cien í icas e
cul u ais, mas ambém de li os. Todas essas indicações cons am, como é de ido,
da bibliog a ia. Si a es a in o mação pa a sublinha a an agem adicional de,
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numa ob a de conjun o sob e o ema 'Medeia(s)', se e acesso a alguns ex os
undamen ais, po ezes ac ualizados, que se encon a am dispe sos.
A p imei a secção engloba seis es udos. No p imei o, "El mi o de Jasón y
Medea y el Folklo e" (pp. 15-48), José Manuel de P ada Sampe e oca um con o
popula ecolhido em G anada, em 1920: dai pa e pa a a e lexão sob e os pon os
de con ac o en e o mi o g ego e as suas on es adicionais. Em análise cla íssima,
o A. lança as bases de uma in e p e ação do mi o quando, passado a esc i o, se
ans o ma em unção das sociedades que o con am. Ca los Ga cia Guai ("El
A gonau a Jasón y Medea. Análisis de un mi o y su adición li e a ia", pp. 29-48)
assume ambém uma pe spec i a que ein e p e a o mi o em unção de cada
época, seus gos os e alo es. A análise, que se ocupa da adição li e á ia a é
Apolónio de Rodes, cen a-se em alguns aspec os (os deuses, os elemen os mági
cos, a composição das pe sonagens Jasão e Medeia) des a lenda, que começou po
se "un mi o a caico pa a acaba en casi una no ela omán ica, pasando po una
escandalosa agedia" (p. 32), sem esquece os elemen os a que ípicos do Ma chen
ou aspec os suge idos pela ce âmica. O es udo de Alain Mo eau (pp. 49-60:
"Quelques app oches du my he de Médée"), enunciando ace as que algumas
mode nas pe spec i as de análise (psicanali ica; compa a is a; emá ica; es u u-
alis a; in e ex ual; a queológica) azem à in e p e ação do mi o e do compo
amen o das pe sonagens Jasão e Medeia, p o a que es e mi o esponde aos in e
esses e p eocupações da nossa época. Ma ía-José Ragué A ias (pp. 61-8: "La
in e minable mue e de los hijos de Medea"), depois de uma de i a pelos 'mons
os' emininos do mi o g ego (Medeia, Cli emnes a, Fed a), pe sonagens a ípi
cas ela i amen e aos modelos de condu a es abelecidos, mas cuja g andeza á
gica lhes con e e in ini as capacidades polissémicas, e e e a análise das ' azões
de Medeia' segundo as pe spec i as do mo imen o ea al eminis a e de ou as
lei u as con empo âneas, como a da iden idade ocul a ou de subs i uição, ou a da
me á o a da ci ilização que se des ói a si mesma. "O mi o de Medeia na poesia
po uguesa" (pp. 69-85), ex o modela de M.â Helena da Rocha Pe ei a que odos
conhecíamos de an e io es publicações, su ge ago a em e são ac ualizada, que
em esul ado de con ínua in es igação, que pela no idade da bibliog a ia en e
an o dada a lume e ci ada. Aí se comen a a p esença do mi o no Cancionei o
Ge al de Ga cia de Resende, em Gil Vicen e, Camões, An ónio José da Sil a,
Bocage, Ma quesa de Alo na, e na ec iação de Sophia de Mello B eyne And e-
sen. Au o a López dá-nos "Visiones de Medea en la li e a u a gallega" (pp. 87-
130), pela análise de qua o ex os d amá icos (Manuel Lou enzo, Medea dos uxi-
dos e Úl imas aíscas de se emb o, 1984 e 1999, espec i amen e; Edua do Alonso y
Manuel Guede, Medea, 1987; Xesús Pisón, Ani e sa io de Medea, 2000), ap eciação
que es ende ao campo da na a i a (Manuel Lou enzo, Residen es p i ilexiados,
1998; And és Pociña, Medea en Cama inas, 2001) e da poesia, nes e caso des inada
a um público lei o in an o-ju enii (Xoán Baba o, Os ei izos de Medea, 2001).
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Na Pa e II da ob a encon amos es udos cen ados em Eu ípides, como
"Medea y la imagen de las Simplégades en Eu ípides" (pp. 133-45), de Lidia
Gambon, que analisa a unção e o signi icado dessa imagem na peça; "Doble
en Medea" (pp. 147-56), de Ana Ma ía González de Tobia, que comen a a
colabo ação que o Co o p es a à in e p e ação da agedia; "Las ' azones' de
Medea" (pp. 157-69), de Ana I ia e, que, pa a e ela o ca ác e essencialmen e
ágico de Medeia, e eco endo ambém ao pa alelo com o compo amen o de
ou as esposas a ais da agédia, e.g. a Cli emnes a de Esquilo e a Dejani a de
Só ocles, se deb uça sob e os aspec os que inspi a am a sua e í el decisão, odos
eles u o do con on o en e alo es opos os (mãe os. mulhe aída e abando
nada; lucidez s. loucu a; es angei a s. G egos); "Nue a lec u a de sophia -
sophós en la Medea de Eu ipides" (pp. 211-32), de Juan An onio López Fé ez, que,
do comen á io dos passos em que oco em os ocábulos, conclui a a enção de
Eu ípides aos no os alo es semân icos que alguns e mos, he dados da épica ou
da lí ica, adqui iam na A enas sua con empo ânea; "Medea de Eu ípides: lec u as
de un d ama de enganza" (pp. 255-76), de Milag os Quijada, acompanha ês
linhas de explicação pa a o ac o e pa a a con igu ação psicológica da pe sonagem,
elabo ações poé icas pos e io es a Eu ípides, mas que encon am apoio na sua
agédia: Medeia, se di ino ou p odigioso; o ca ác e de es angei a; o d ama
passionai, sendo es a úl ima a pe spec i a de análise desen ol ida. Também Rosa
Sala Rose (pp. 293-313: "La Medea de Eu ípides: el enigma del in an icidio")
p ocu a o sen ido úl imo de "un in an icidio ealizado íamen e y po enganza"
(p. 294) con a os p óp ios ilhos, pa a que, encon ada a espos a, seja ambém
possí el pene a um pouco mais na complexidade do mi o.
Em "Las o as Medeas del ea o g iego" (pp. 315-28), An onio Mele o passa
em e is a a his ó ia da pe sonagem em ou as c iações d amá icas g egas
(comédia, agédia, d ama sa í ico...) que sabemos e em exis ido ou de que nos
es am ão-só agmen os, e com as quais sem dú ida Eu ípides de e ia "es able
ce oda una se ie de complejas elaciones in e ex uales, po alusión o po
omisión" (p. 315).
Giuseppe Giang ande dedica os es udos "Medea y la concepción del amo
en Apolonio Rodio" (pp. 329-45) e "Medea and D eams in Apollonius Rhodius"
(pp. 347-63) ao poema épico helenís ico: naquele examina, den o do quad o da
concepção do amo na poesia alexand ina, o ecu so a ópicos e ó icos con encio
nais, e o alcance da a ia io do poe a ela i amen e a esses opoi; nes e, obse a de
que modo e com que im Apolónio usa os sonhos segundo a concepção co en e
no seu empo, a das eo ias de o igem a is o élica e da pe spec i a es oica sis e
ma izada po Posidónio, que os enca a am como mensagens que o ado mecido
ecebia da sua p óp ia ψυχή e lhe pe mi iam an e e o u u o.
Em ês es udos, co ejam-se as e sões g egas e la inas do mi o. Au o a
López ("Co o de muje es y Co o de homb es en las agedias Medea de Eu ípides
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y de Séneca", pp. 171-210), in e p e ando o papel do co o em ambas as peças,
busca as azões e o signi icado da mudança ão p o unda, e ão o iginal, de
Séneca ela i amen e ao modelo g ego, colocando a ónica na exempli icação da
eo ía es oica dos a ec us. And és Pociña (pp. 233-54: "El amo de Medea is o
po Eu ípides y Séneca") compa a o modo como o amo de uma e ou a Medeia
apa ece e lec ido, bem como os mo i os do ho endo c ime, segundo cada u na
das e sões. Com es e es udo, consegue o A. o que p opunha (p. 233): "o ece un
ejemplo es upendo de las ci cuns ancias y condiciones en que una ob a magis al
de la G ecia clásica llega, casi medio millenio después, a la Roma del p ime siglo
del Impe io, y ecibe allí una in e p e ación, en muchos aspec os no edosa". Elsa
Rod íguez Cid e (pp. 277-92: "Medea y lo mons uoso: a amien o di e encial en
Eu ípides y en Séneca") isa "analiza las alencias simbólicas que des ilan las
imágenes de lo mons uoso", an o no que espei a às qualidades especí icas da
pe sonagem como às suas acções, em especial o ilicidio, dema cando e in e p e
ando as di e enças en e a e são g ega e a la ina.
A Pa e III in eg a os ensaios dedicados à li e a u a la ina. And é A cellas-
chi (pp. 367-87) classi ica os agmen os de "La Médée d'Ennius", numa en a i a
bem conseguida de econs i ui o mo imen o do d ama. E Eu ípides o guia dessa
' econs ução7: mas a análise es ilís ica pe mi e ao A. sublinha que Énio é mui o
mais que um "de ces poe es la ins qui on su adui e, non pas le mo à mo , mais
la igueu des poè es g ecs" (p. 376), e que, no equilíb io en e imi a io e o igina
lidade, alcançou a ha monia en e o sen ido, a mé ica e a música. Após in eg a
ção de "La agedia de Lucio Acio" nos modelos g egos, e na agédia la ina an e
io e pos e io , And és Pociña (pp. 389-410) o e ece-nos a edição c í ica, a adu
ção e a in e p e ação dos agmen os exis en es. M- Consuelo Ál a ez Mo án e
Rosa Mâ Iglésias Mon iel (pp. 411-45: "C uce de géne os en las Me amo osis:
Medea en e la épica y la agedia") p o am, com abundância de passos comen
ados, que a con igu ação da pe sonagem o idiana é "un c isol de la Medea de la
épica y de la agedia, con adi amen o de o os gene os", (p. 418), e.g. a poesia
amo osa. And és Pociña (pp. 447-58: "O idio y el ea o: la agedia Medea")
p ocu a, da lei u a de oda a ob a o idiana, pe sc u a a opinião do poe a sob e
di e en es aspec os do ea o (au o es, espec ado es e ac o es), pa a os in e p e a
no con ex o da si uação do ea o na época de Augus o, e dai conclui ambém "el
sen ido de O idio como d ama u go, o, lo que es lo mismo, cuál pudo se el sen
ido de su Medea" (p. 447), agédia in elizmen e pe dida.
Séneca susci a nada menos que doze capí ulos, dois dos quais em pe spec
i a in e ex ual: Rosa M- Iglesias Mon iel e Mã Consuelo Ál a ez Mo án
(pp. 565-87: "Ca ulo y la o ganización de los co os de la Medea de Séneca")
e elam a p esença de Ca ulo, em especial o ca m. 64, nos qua o co os, cuja
elação com a ama da peça examinam; An onio Ma ina co eja "La Medea di
Seneca e la XII delle He oides di O idio" (pp. 589-613): após eco da as p incipais
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di e enças de es u u a e con eúdo en e a agédia la ina e a eu ipidiana, sem
esquece Apolónio de Rodes, o A. desenha as linhas que unem a peça de Seneca
às suas on es, em pa icula o modelo da(s) Medeia(s) de O ídio. Os es an es
es udos cen am-se na p esença da eo ia es oica na peça, ou em aspec os de
in e p e ação, análise es ilís ica e p ocessos de cons ução d amá ica. Ca men
Be nal La esa (pp. 459-86: "Medea en la agedia de Séneca"), admi indo que as
peças enham sido esc i as com is a a uma possí el ep esen ação, examina
Medea enquan o "ins umen o idóneo pa a di ulga las máximas ehiculado as
de p incipios ilosó icos y consegui que el pueblo los hicie a suyos" (p. 462), e ê
como Séneca az, das pe sonagens, exempla e objec o de es udo sob e os a ec us,
ao mesmo empo que, nas suas con adições, encon a mo i o pa a e lec i sob e
"la insu iciencia de la iloso ia pa ené ica" (p. 475). Gilbe o Giuseppe Biondi
(pp. 487-510: "Una ipo esi di le u a: lo 's ile iloso ico' del d amma ico Seneca")
busca esponde a pe gun as como: "La agedia di Seneca è psicologicamen e
desc i i a o iloso icamen e no ma i a? Il poe a Seneca è au onomo o e e onomo
ispe o al iloso o? Esis e un Seneca poe a o è solo il p es a- e si del iloso o e del
e o e?" (p. 507). José An onio Segu ado e Campos (pp. 511-22: "A magia de
Medeia") demons a que a cena de magia não ep oduz nenhum e ec i o i ual
mágico, é, sim, um exp essi o a i ício écnico pa a " ansmi i oda a ace
i acional, obscu a, inconscien e da pe sonagem" e "deno a a sua p o unda e
an i-es óica subo dinação às paixões" (p. 522). Gio anna Galimbe i Bi ino (pp.
523-33: "La Médée de Sénèque, une agédie «annoncée»") obse a o i e agicum,
escandido em ês momen os (Medea supe es ; Medea iam; Medea nunc sum), que a
p o agonis a pe co e e anuncia, ema que e oma em "Medea nunc sum: Il des ino
nel nome" (pp. 535-47), onde analisa a peça como "una agedia della Bildung" (p.
544). Em "Médée e les mè es en deuil: échos, en ois, symé ies dans le héâ e
de Sénèque" (pp. 549-64), Ma ie Hélène Ga elli-F ançois es uda a mul iplicidade
de o mas e p ocessos de que esul a a 'es u u a da in e são', biná ia, simé ica
ou dual, que encon a uma aplicação p i ilegiada na peça em ap eço, e que
Gius o Picone, em "La Medea di Seneca come abula dell'in e sione" (pp. 639-50),
demons a a a -se da es u u a p o unda "che o ien a e go e na i con enu i del
d ama senecano" (p. 645). Gianca lo Mazzoli (pp. 615-25: "Medea in Seneca: il
logos del u o ") enca a Medeia como a pe sonagem ágica que aduz de modo
mais pe ei o a coexis ência desses alo es opos os, e obse a como Séneca põe
"una pa adossale Medea sapiens al se izio della pa adigma ica Medea u ens"
(p. 621). Eulalia Rodón (pp. 651-69: "El léxico de una pasión: Medea") demons a
que Séneca ouxe, com es a peça, "una apo ación inno ado a en su azado
psicológico, apo ación a la ez an o humana como li e a ia, que se encon a
cumplida y diá anamen e ep esen ada en el plano de la exp esi idad léxica
o mal" (p. 669). Gianna Pe one (pp. 627-38: "Medea, il ma e, il male.
Un'in e p e azione con o il mi o delle e à") esponde à pe gun a: "Qual è ... il
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