desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes
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Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes Hospital Pedro Hispano Tiago Daniel Rodrigues Maia Machado Relatório do projeto final / Dissertação MIEM Orientadora no HPH: Eng.ª Joana Andrade Orientador na FEUP: Prof. José Luís Alexandre Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Julho de 2013
Dedicatória Tiago Machado i Aos meus Pais: É com o coração a transbordar de alegria que vos ofereço esta página. Ela traduz o agradecimento mais sincero e o amor mais puro que um filho grato pode dedicar a seus Pais.
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Resumo Tiago Machado iii Resumo O acesso à energia é fundamental para o desenvolvimento das sociedades. À medida que a sociedade se desenvolve, o consumo de energia tende a aumentar de modo nem sempre eficiente. A eficiência energética já é vista como um fator de competitividade, por muitas empresas, uma vez que afeta diretamente os seus lucros. Os hospitais apresentam um potencial de poupança energético importante. Esta dissertação tem como objetivo promover a melhoria do desempenho energético e detetar eventuais deficiências, do sistema de climatização do hospital Pedro Hispano. Uma análise detalhada dos sistemas de climatização é a única forma de compreender o funcionamento da instalação e, consequentemente, apresentar medidas que se insiram no quadro de oportunidades de poupança energética (ECO). Ainda que exista um grande potencial de redução de consumos, a sua implementação está fortemente condicionada pelo investimento que a maior das medidas acarreta. Este entrave foi tido em consideração, na escolha das medidas de poupança de energia, para este trabalho. Assim, as seguintes oportunidades de poupança foram analisadas: permitir ao controlo do sistema, alterar o setpoint, em função das condições climáticas exteriores; manter o correto funcionamento do controlo do sistema de climatização, em relação aos setpoints; melhorar isolamento térmico das tubagens; ajustar o setpoint em função das condições exteriores; desligar bombas de circulação, quando não são necessárias. O estudo destas ECO demonstrou a possibilidade de redução do consumo energético, sem investimentos muito significativos na sua implementação e com períodos de retorno inferiores a meio ano.
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Abstract Tiago Machado v Abstract The access to energy is essential for the development of societies. As a society develops energy consumption tends to increase, and not always efficiently. Energy efficiency is now seen as a fact of competitiveness for many companies, as it directly affects their profits. Hospitals have a great potential energy saving. This dissertation aims to promote the improvement of energy performance and detect deficiencies in the HVAC system of Hospital Pedro Hispano. A detailed analysis of HVAC systems is the only way to understand the operation of the system and, therefore, provide measures of energy conservation opportunities (ECO). Even though there’s a lot of potential for reducing consumption, its implementation is strongly affected by the investment that most of the measures entail. This constraint has been taken into account on the choice of measures for energy savings for this work. Thus, the following saving opportunities were analyzed: to modify control in order to adjust internal set point values to external conditions; to switch off circulation pumps when not needed; to maintain proper system control set point; to improve thermal insulation of pipes; to adjust internal setpoint values to external climatic conditions. The study of these ECOs has demonstrated the possibility of reducing energy consumption without very significant investments in its implementation. Payback periods are less than half a year.
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Abreviaturas Tiago Machado vii Abreviaturas ACSS Administração central do sistema de saúde AQS Aguas quentes sanitárias ASHRAE American Society of Heating, Refrigeration and Air Conditioning Engineers AVAC Aquecimento, ventilação e ar condicionado DGIES Direção Geral das Instalações e Equipamentos de Saúde DOL Departamento de Operações e Logística ECO Oportunidades de poupança energética EPBD Directive of the European Parliament and of the Council on the energy performance of buildings EPE Entidade Pública Empresarial ET Especificações Técnicas EU União Europeia GTC Gestão técnica centralizada HPH Hospital Pedro Hispano M&O Manutenção e operação P&D Projeto e dimensionamento RCCTE Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios RQSECE Regulamento da Qualidade dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios RSECE Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios SCE Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios SF Setpoint da temperatura fixo SGC Sistema de gestão centralizado SIE Serviço de Instalações e Equipamentos SMI Serviço medicina interna SV Setpoint da temperatura com possibilidade de variar ao longo do dia UCI Unidade de cuidados intensivos ULSM Unidade Local de Saúde de Matosinhos UTA Unidade de tratamento de ar UTAN Unidade de tratamento de ar novo UTV Unidades de termoventilação VAV box Caixas de variação de volume de ar VE Ventiladores de extração
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes xiv Tiago Machado 4.2.1. Recolha e analise dos dados ............................................................................... 52 4.2.2. Potencia térmica transferida ao ar junto da UTA pela corete: ........................... 53 4.2.3. Potência térmica das UTA’s: ............................................................................. 54 4.2.4. Consumo energético das UTA’s: ....................................................................... 54 4.2.5. Analise dos resultados e da viabilidade da implementação ............................... 56 4.3. O setpoint em função das condições climáticas exteriores .......................................... 57 4.3.1. Local de análise e recolha de dados ................................................................... 57 4.3.2. Carga térmica e condições de insuflação ........................................................... 58 4.3.3. Setpoint da temperatura fixo (SF) ...................................................................... 60 4.3.4. Setpoint da temperatura variável ao longo do dia (SV) ..................................... 62 4.3.5. SF e SV por um período de um ano ................................................................... 63 4.3.6. Analise dos resultados e da viabilidade de implementação ............................... 64 4.4. Desligar bombas de circulação quando não são necessárias ........................................ 66 4.4.1. Analise dos resultados e viabilidade da implementação .................................... 67 5. Conclusões e perspetivas futuras ......................................................................................... 69 6. Bibliografia .......................................................................................................................... 71 7. Anexos ................................................................................................................................. 73 7.1. Equipamentos de medição ............................................................................................ 73 7.2. Listagem das UTAN’s, UTA’s e UTV’s, no HPH ....................................................... 76 7.3. Sistemas Terminais de AVAC em Edifícios Hospitalares ........................................... 77 7.4. Dados da temperatura e humidade registados com os dataloggers .............................. 79 7.4.1. Gabinete médico ................................................................................................ 79 7.4.2. Sala de enfermagem ........................................................................................... 92 7.4.3. Urgência, UTAN 8 ........................................................................................... 106 7.4.4. GTC UTAN 8 .................................................................................................. 119 7.4.5. UTAN 42, UTAN 43, Corete ........................................................................... 126 7.4.6. Medicina física, UTAN11 ................................................................................ 139 7.4.7. Condições climáticas exteriores de 2012 ......................................................... 158
Índice de figuras Tiago Machado xv ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1 – Consumo da energia primária mundial em 2011, Mtep [1]. ..................................... 6 Figura 2 – Desagregação do consumo de energia nos hospitais Europeus [3] ........................... 6 Figura 3 – Consumo energético por edifícios de serviço kwh/m2 [4] ....................................... 7 Figura 4 – Desagregação do consumo de energia nos hospitais portugueses [5] ....................... 8 Figura 5 – Evolução do consumo de energia primaria em Portugal [6] ..................................... 8 Figura 6 – Potencial das medidas de melhoria [13].................................................................. 10 Figura 7 – Sistemas de climatização [14] ................................................................................. 11 Figura 8 – Sistema primário [14] .............................................................................................. 12 Figura 9 – Sistema Secundário [14] ......................................................................................... 13 Figura 10 – Sistema secundário: Tudo-Água [14].................................................................... 14 Figura 11 – Sistema secundário: Ar-Água [14] ........................................................................ 15 Figura 12 – Equipamento de refrigeração nos hospitais da Europa ......................................... 16 Figura 13 – Distribuição da ocorrência dos ECO’s por classes [18] ........................................ 18 Figura 14 - ECO’s P&D com maior poupança energética [18] ................................................ 23 Figura 15 - ECO M&O com maior poupança energética [18] ................................................. 27 Figura 16 – ECO’s .................................................................................................................... 29 Figura 17 – Distribuição da área de pavimento por zonas ....................................................... 31 Figura 18 – Urgência com sala de enfermagem e gabinete médico assinalados respetivamente a vermelho e a verde ................................................................... 34 Figura 19 – Temperatura da sala de enfermagem e insuflação ................................................ 35 Figura 20 – Temperatura da sala de enfermagem..................................................................... 36 Figura 21 – Temperatura de retorno ......................................................................................... 38 Figura 22 – Humidade relativa de retorno ................................................................................ 38 Figura 23 – Carga térmica do serviço de urgência ................................................................... 40 Figura 24 – Diagrama psicométrico [23] .................................................................................. 41 Figura 25 – Temperatura de insuflação no serviço de urgência ............................................... 43 Figura 26 – Humidade absoluta de insuflação no serviço de urgência .................................... 43 Figura 27 – Temperatura do ar no gabinete .............................................................................. 45 Figura 28 – Temperatura do ar na sala de enfermagem ........................................................... 45 Figura 29 – Serviço de urgência, potência necessária no sistema atual ................................... 47
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes xvi Tiago Machado Figura 30 – Serviço de urgência, potência necessária no sistema retificado ........................... 48 Figura 31 – Humidade absoluta no Verão ............................................................................... 50 Figura 32 – Temperaturas do ar ............................................................................................... 52 Figura 33 - Posição das válvulas da UTA42 ............................................................................ 55 Figura 34 – Posição das válvulas da UTA 43 .......................................................................... 55 Figura 35 – Medicina física assinalada a cor de laranja e zona de hidroterapia a cor verde .................................................................................................................... 57 Figura 36 – Temperatura de retorno ........................................................................................ 58 Figura 37 – Carga térmica da medicina física .......................................................................... 58 Figura 38 – Variação da temperatura de insuflação ................................................................. 59 Figura 39 – Variação da humidade absoluta de insuflação ...................................................... 60 Figura 40 – Temperatura e humidade absoluta do ar exterior ................................................. 61 Figura 41 – Humidade absoluta exterior e máxima a insuflar em função da temperatura .......................................................................................................... 61 Figura 42 – Variação da temperatura interior com o objetivo de reduzir o consumo energético ............................................................................................................ 63 Figura 43 – Datalogger ............................................................................................................ 73 Figura 44 – Erro do datalogger ................................................................................................ 74 Figura 45 - Balometro .............................................................................................................. 74 Figura 46 – Tubo pitot e coluna de água com escala da velocidade do ar ............................... 75 Figura 47 – Termómetro digital ............................................................................................... 75 Figura 48 – Temperatura exterior de 2012 ............................................................................. 158 Figura 49 – Humidade relativa exterior de 2012 ................................................................... 158
Índice de tabelas Tiago Machado xvii ÍNDICE DE TABELAS Tabela 1 – Consumo de energia nos hospitais [2] e [4]............. Erro! Marcador não definido. Tabela 2 – ECO’s P&D, SGC e Controladores ......................... Erro! Marcador não definido. Tabela 3 – ECO’s P&D, Equipamento de refrigeração ............. Erro! Marcador não definido. Tabela 4 – ECO’s P&D, Tratamento e distribuição do ar ......... Erro! Marcador não definido. Tabela 5 – ECO’s P&D, Tratamento e distribuição da água ..... Erro! Marcador não definido. Tabela 6 – ECO’s M&O, Sistemas de gestão ............................ Erro! Marcador não definido. Tabela 7 – ECO’s M&O, Sistemas de AVAC........................... Erro! Marcador não definido. Tabela 8 – ECO’s M&O, Equipamentos de refrigeração .......... Erro! Marcador não definido. Tabela 9 – ECO’s M&O, Distribuição e tratamento de fluidos Erro! Marcador não definido. Tabela 10 – Variação máxima da temperatura por intervalo de tempo [15]Erro! Marcador não definido. Tabela 11 – Caudal de ar insuflado ........................................... Erro! Marcador não definido. Tabela 12 – Propriedades dos pontos 2 e 3 ............................... Erro! Marcador não definido. Tabela 13 – Energia térmica consumida para tratar o ar, no serviço de urgênciaErro! Marcador não definido. Tabela 14 – Valores dos consumos térmicos nos meses de InvernoErro! Marcador não definido. Tabela 15 – Excesso de consumo causado pelo mau isolamento da condutaErro! Marcador não definido. Tabela 16 – Potencia da máxima das UTA’s ............................ Erro! Marcador não definido. Tabela 17 – Comparar as energias térmicas consumidas .......... Erro! Marcador não definido. Tabela 18 – Consumo energético em função da temperatura internaErro! Marcador não definido. Tabela 19 – Média dos consumos energéticos diários .............. Erro! Marcador não definido. Tabela 20 – Percentagem de poupança com a ECO4 e a ECO2.Erro! Marcador não definido. Tabela 21 – Horários de funcionamento das unidades de tratamento e das bombas de circulação .............................................................. Erro! Marcador não definido. Tabela 22 – Casos de mau funcionamento ................................ Erro! Marcador não definido. Tabela 23 – Casos de otimização do sistema ............................ Erro! Marcador não definido. Tabela 24 – Listagem das unidades ........................................... Erro! Marcador não definido. Tabela 25 – Dados do gabinete médico ..................................... Erro! Marcador não definido. Tabela 26 – Dados da sala de enfermagem ............................... Erro! Marcador não definido. Tabela 27 – Dados da UTAN 8 ................................................. Erro! Marcador não definido. Tabela 28 – Dados da GTC da UTAN 8 ................................... Erro! Marcador não definido. Tabela 29 – Dados junto da admissão de ar das UTAN’s e na coreteErro! Marcador não definido.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes xviii Tiago Machado Tabela 30 - Dados da Medicina Física ...................................... Erro! Marcador não definido.
Introdução Tiago Machado 1 1. Introdução No atual panorama mundial, a energia é essencial para a sociedade. No sector da saúde, mais concretamente nos edifícios hospitalares, as suas atividades requerem a utilização de uma grande quantidade de energia para aquecimento, arrefecimento, funcionamento de todos equipamentos e aparelhos, entre outros. Tendo esta consciência e por se tratar de um sector de grande responsabilidade social, tenderá a incorporar o conceito de desenvolvimento sustentável desde as fases mais preliminares de projeto dos seus edifícios. Frequentemente, os sistemas de climatização deixam de desempenhar corretamente as funções a que se destinam, perdendo assim o sistema eficiência. Uma manutenção descuidada ou uma má atuação dos responsáveis são apontadas como prováveis causas. O funcionamento intensivo destes equipamentos durante 24 horas, o elevado número de ocupação de pessoas, a existência de zonas de trabalho distintas com necessidades energéticas diferenciadas, a exigência de elevados padrões de qualidade de ar e a grande dimensão das instalações, torna os hospitais casos específicos de estudo. Neste sentido, o presente trabalho tem como objetivo promover a melhoria do desempenho energético e detetar eventuais defeitos, do sistema de climatização do Hospital Pedro Hispano, tendo em conta: - as condições climáticas externas - exigências em termos de clima interior - rentabilidade económica
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 2 Tiago Machado 1.1. Objetivos da dissertação O trabalho desenvolve-se em várias fases de entre as quais se destacam: Identificação das principais oportunidades de poupança de energia, nos sistemas AVAC; Levantamento e identificação das condições de funcionamento dos equipamentos terminais do sistema AVAC, do Hospital Pedro Hispano; Identificação das suas principais deficiências de funcionamento; Identificação das principais implicações, causas subjacentes e medidas corretivas em relação ao item anterior; Identificar oportunidades de poupança de energia, nos equipamentos terminais do sistema de climatização do hospital, com períodos de retorno curtos. 1.2. Apresentação do local onde se realizaram os casos de estudo A presente dissertação foi realizada em ambiente empresarial, na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE (ULSM). Esta instituição, tratando-se de uma Entidade Pública Empresarial (EPE), é responsável pela gestão integrada de diversas unidades de prestação de cuidados de saúde da cidade de Matosinhos, destacando-se o Hospital Pedro Hispano (HPH) em particular por ser o local onde se realizou esta dissertação. O Serviço de Instalações e Equipamentos (SIE), serviço onde fui incorporado, parte integrante do Departamento de Operações e Logística (DOL) e cuja missão passa por garantir a qualidade, a segurança e a eficiência energética de todas as instalações e equipamentos da ULSM. Contactos: Http://www.ulsm.min-saude.pt/homepage.aspx Rua Dr. Eduardo Torres 4464-513 Senhora da Hora 229391000
Introdução Tiago Machado 3 1.3. Organização e temas abordados Apresenta-se aqui os capítulos segundo os quais se organiza esta dissertação. Capítulo 2 Neste capítulo, compara-se a desagregação do consumo de energia nos hospitais portugueses com os hospitais internacionais. Descreve-se a evolução da legislação portuguesa com o objetivo de economizar energia e melhor as condições do ar no interior dos edifícios. Analisase o potencial de medidas de melhoria, em edifícios públicos, em Portugal. Explica-se de uma forma geral, os sistemas de climatização e faz-se referência aos sistemas mais utilizados em hospitais. Capítulo 3 Neste capítulo apresenta-se e explica-se as principais oportunidades de poupança de energia relacionadas com os sistemas de climatização, devidamente agrupadas. Realçando as que envolvem maior economia, em cada grupo. Apresenta-se o processo de seleção e enumera-se as ECO’s a analisar nesta dissertação. Capítulo 4 Neste capítulo apresenta-se o sistema de climatização do hospital Pedro Hispano e analisa-se os casos de estudo, desde, a recolha de dados até a discussão dos resultados.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 4 Tiago Machado
Enquadramento do trabalho Tiago Machado 5 2. Enquadramento do trabalho Com os avanços tecnológicos, os sistemas de climatização evoluíram e tornaram-se cada vez mais frequentes e eficientes. Inicialmente, a única preocupação era referente às condições de conforto do ar mas, atualmente o consumo de energia desses sistemas também se revela um fator importante, devido á crise económico mundial e as questões ambientais. O aparecimento da legislação e as suas alterações demonstra essa mesma preocupação, muitas empresas pretendem ir mais além relativamente á redução do consumo de energia, devido ao aumento do custo da mesma, permitindo a fiabilidade do seu negócio. É neste contexto que surge o crescente interesse em estudar o desempenho do sistema de climatização existente nos edifícios e pretende-se contribuir com a elaboração desta dissertação. 2.1. Consumo de energia Com o aumento da procura de energia, especialmente nos países em desenvolvimento, a eficiência energética é vista como a principal ferramenta no combate ao desperdício de energia. Em 2011, os combustíveis fósseis representaram cerca 86% do consumo mundial de energia primária global, ilustrado na Figura1. [1] O consumo mundial de energia primária cresceu 2,5% nesse ano, situando-se ligeiramente abaixo de metade do crescimento esperado, mas é um valor próximo da média de crescimento, ao longo dos anos. Em termos percentuais o petróleo continua a ser o combustível mais utilizado com 33,1%, mas este é o valor mais baixo desde que há registo, ao contrário do carvão que é necessário recuar até 1969 para encontrar consumos similares, 30,3%. [1]
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 12 Tiago Machado o Sistemas por Espaços (local) – o próprio equipamento possui capacidade térmica superior a 12kw e realiza as trocas energéticas com os espaços interiores. [15] [16] 2.4.1. Sistema Primário O Sistema Primário, representado na Figura 8, é responsável pelo fornecimento ou remoção de calor do fluido de trabalho que serve os equipamentos do sistema secundário. Figura 8 – Sistema primário [14] A caldeira (boiler) recorre a resistências ou a combustíveis para aquecer a água, apesar do nome em inglês, não significa que o fluido tenha de entrar em ebulição. É o único equipamento do sistema primário com o objetivo exclusivo de fornecer calor. O chiller é um equipamento destinado á produção de água fria, podendo-se optar entre dois tipos de sistema. O liquid chilling system utiliza um ciclo de compressão de vapor e pode optar por quatro compressores diferentes. Enquanto o absorption system com um ciclo de absorção de vapor, substitui o compressor por um subcircuito que necessita de uma fonte quente. O coeficiente de eficiência dos sistemas de absorção é cerca de cinco vezes inferior mas permite aproveitar desperdícios de água quente que possam surgir e apenas necessita de energia elétrica para garantir a circulação dos fluidos. As torres de arrefecimento permitem libertar o calor retirado pelos chiller ou pelas bombas de calor para a atmosfera e esse processo pode acontecer de três modos diferentes. Na evaporação direta, o fluido a arrefecer e o que evapora é o mesmo. Geralmente é água e há a necessidade de repor o fluido de trabalho no circuito. Já na evaporação indireta, o fluido de trabalho transfere o calor para a água que é pulverizada e, com o apoio do ventilador é libertada para o exterior. O terceiro método (condensação de água) não envolve evaporação. O calor é transferido para o ar, através de uma superfície que separa o fluido de trabalho e o ar ambiente.
Enquadramento do trabalho Tiago Machado 13 No armazenamento térmico é possível reter a energia sobre a forma de calor ou frio, é vantajoso porque permite optar pelo período de maior eficiência, compensar um défice esporádico de potência do sistema e evitar desperdícios. [15] [16] 2.4.2. Sistema secundário O sistema secundário classifica segundo o tipo de fluido ou fluidos distribuídos pelos equipamentos terminais, colocados nos ambientes a climatizar, podendo-se dividir em três tipos: Tudo-ar Neste sistema, o ar do interior dos espaços é removido e substituído por ar tratado, constituído por 100% ar exterior ou uma mistura deste com o ar interior extraído, proveniente das unidades de tratamento de ar (UTA). O ar fornecido pela UTA é distribui até aos difusores que se encontram nas zonas climatizadas e promovem a insuflação do ar nos espaços, de modo a anular as cargas térmicas e a garantir a qualidade do ar interior. A Figura 9 ainda separa este sistema. Figura 9 – Sistema Secundário [14] Nos sistemas com percurso simples, a distribuição do ar à saída é feito apenas por uma conduta até ao local a climatizar e as baterias de arrefecimento e aquecimento, existentes na unidade de tratamento de ar (UTA), estão montadas em série. Neste tipo de sistema, a temperatura do escoamento de ar, que chega a cada um dos locais, é igual em todos. Variando o caudal de ar com o ajuste dos dampers e possibilitando o reaquecimento terminal, ajuda a minimizar a diferença na evolução temporal das cargas térmicas dos espaços. Contudo essas diferenças não podem ser muito significativas para este tipo de sistema funcionar corretamente.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 14 Tiago Machado Nos sistemas com percurso duplo, o aquecimento e o arrefecimento do ar processa-se em simultâneo nas baterias de arrefecimento e de aquecimento montadas em paralelo e o ar é distribuído por duas condutas. Em cada zona é colocada uma caixa de mistura terminal, onde o ar das duas condutas é misturado em função das necessidades do local antes de ser insuflado no espaço. Tudo-água Os sistemas “tudo-água” consistem numa técnica de climatização em que se distribui pelos equipamentos terminais existentes em cada ambiente, apenas água fria ou água quente em função das necessidades de arrefecimento ou de aquecimento. Estes sistemas têm a vantagem de necessitarem dum espaço reduzido para o circuito da tubagem de distribuição de água em vez das grandes condutas de ar mas, como desvantagem, não existe um circuito de distribuição de ar novo pelos espaços. O processo de renovação do ar em cada espaço é assegurado duma forma natural através das infiltrações de aberturas das janelas ou de entradas de ar junto das unidades terminais. Exemplos de equipamentos são apresentados na Figura 10. Figura 10 – Sistema secundário: Tudo-Água [14] Apesar dos ventiloconvectores serem as unidades terminais instaladas em cada um dos locais mais utilizadas para anular o efeito das cargas térmicas de aquecimento e de arrefecimento, não são os únicos a conseguir. Um outro exemplo são os painéis radiantes. Ambas as unidades têm a possibilidade de serem alimentados por um sistema a quatro tubos que permite arrefecer alguns locais enquanto os outros estão a aquecer e o retorno das águas não se mistura o que melhora a eficiência do sistema. Ar-água O sistema “ar-água” inclui as vantagens do “tudo-ar” e do “tudo-água” num sistema hibrido, ou seja, volume reduzido do sistema “tudo-água” é combinado com os benefícios da insuflação de ar tratado do sistema “tudo-ar”. Existem várias possibilidades para este sistema como se pode ver na Figura 11.
Enquadramento do trabalho Tiago Machado 15 O ar que se introduz mecanicamente nos locais é designado por ar primário e é constituído normalmente apenas por ar novo, ou seja, ar exterior, que foi tratado centralmente numa unidade de tratamento de ar novo, UTAN. A função principal deste ar primário consiste em assegurar as necessidades mínimas de ventilação e renovação; já a carga térmica é anulada com a utilização de água nas unidades terminais instaladas em cada um dos locais. Figura 11 – Sistema secundário: Ar-Água [14] O ar distribuído a cada um dos locais pode entrar diretamente no ambiente, através de grelhas ou difusores, ou então ser canalizado para as unidades terminais onde se mistura com o ar recirculado, para depois ser então introduzido no ambiente Os principais equipamentos utilizados nos sistemas “ar-água” são os ventiloconvectores e as unidades de indução. A principal diferença é a substituição dos ventiladores terminais pelo aumento da velocidade do ar fornecida pela UTAN às unidades de indução. [15] [16] 2.4.3. Sistemas de refrigeração mais utilizados nos hospitais da Europa A constante ocupação de pessoas e o grande número de equipamento nos hospitais faz com que a refrigeração seja uma necessidade, durante boa parte do ano, e a carga térmica a retirar dos espaços possa atingir valores elevados. Por esses motivos a escolha do equipamento, como se pode ver na Figura 12, recai nos chiller (sistemas primários centralizados) em cerca de 93% dos hospitais europeus e os restantes 7% representem pequenos equipamentos de baixa potência colocados nas divisões a climatizar e responsáveis pela sua produção de frio, não pertencendo a um sistema centralizado. Grande parte destes pequenos equipamentos são splits e ar condicionados de janela, ambos com potência inferior a 12kW. [17]
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 16 Tiago Machado Figura 12 – Equipamento de refrigeração nos hospitais da Europa
Oportunidades de poupança de energia Tiago Machado 17 3. Oportunidade de poupança de energia, ECO Devido às crescentes preocupações em relação ao consumo de energia nos edifícios, tem sido realizado vários estudos a nível Europeu, através da reunião da informação obtida de inspeções e auditorias. O conceito de ECO, Energy Conservation Opportunities, que refere medidas a adotar ou que devem de ser corrigidas para reduzir o consumo de energia, foi tipificado e organizado. Essas medidas vão desde a envolvente dos edifícios até aos equipamentos de climatização e seu modo de funcionamento. Os custos associados à implementação destas medidas são muito variados. Os ECO’s estão grupados em classes e subclasses: Envolvente e cargas térmicas o Redução dos efeitos solares o Ventilação/ movimento do ar/ redução das fugas o Isolamento envolvente o Outras medidas com vista à redução da carga térmica Projeto e dimensionamento o SGC (Sistema de gestão centralizado) e controladores/ Vários o Equipamentos de refrigeração/ Arrefecimento gratuito o Tratamento de ar/ Recuperação de calor/ Distribuição de ar o Tratamento de água/ Distribuição de água o Unidades terminais o Substituição de sistemas (em zonas especificas limitadas) Operação e manutenção o Sistemas de gestão o Sistema de AVAC o Equipamento de refrigeração o Distribuição e tratamento de fluidos
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 18 Tiago Machado Considerando apenas os ECO’s que ocorreram com uma frequência superior a 5%, Figura 13, constata-se que mais de metade, são ECO’s referentes ao modo de operação e à manutenção do equipamento. Figura 13 – Distribuição da ocorrência dos ECO’s por classes [18] De referir que face ao tema desta dissertação, com maior incidência nas unidades de tratamento de ar, apenas as ECO’s referentes as classes ‘operação e manutenção’ e ‘projeto e dimensionamento’ serão estudados. As ECO’s dos sub-grupos estão abaixo descritas e enumeradas ao longo das tabelas. [18] 3.1. ECO’s relacionados com o projeto e o dimensionamento (P&D) O conjunto de ECO’s deste grupo é numeroso e bastante diversificado. Como tal, a identificação e explicação, é apresentada em seis subgrupos para uma melhorar compreensão. Este grupo de medidas é particularmente influente no consumo de energia do sistema. SGC e Controladores O Sistema de Gestão Centralizado permite a deteção de eventuais anomalias dos equipamentos, que estão conectados, através de comandos de alerta. Também tem a capacidade de guardar informações de funcionamento para análises mais complexas. O setpoint da temperatura, ou seja, a temperatura que se pretende num determinado espaço, não é sempre o mesmo, ao longo do ano. No verão, ao estabelecer um setpoint mais elevado, para o sistema entrar em funcionamento, e outro setpoint inferior, para quando o sistema estiver ligado, permite reduzir algum tempo de funcionamento do sistema. Quando as válvulas de água quente e fria estão abertas em simultâneo, e não se pretende desumidificar o ar, há um claro caso de desperdício de energia. Deve-se definir a resposta do controlo de modo a esta situação não ocorrer. 16% 61% 23% Distribuição da ocorrência dos ECO's Envolvente e cargas termicas Operação e manutenção Projeto e dimensionamento
Oportunidades de poupança de energia Tiago Machado 19 Um software limitado não permite tirar todo o proveito de uma instalação de trigeração, o mesmo pode acontecer, se o software não for 100% compatível com o equipamento ou estar desatualizado. Para atingir as condições interiores pretendidas, o controlador deve analisar as condições ar em cada instante e determinar, em função disso, a velocidade de aproximação (é o caso o angulo de abertura das válvulas de agua). De modo a evitar as oscilações em torno do setpoint, overshoot, que provoca desconforto dos ocupantes e gastos energéticos desnecessários. Também os motores elétricos e equipamentos auxiliares podem ter um consumo desnecessário, se forem de baixa eficiência ou sobredimensionados. Um sistema não pode funcionar corretamente, se a informação que receber estiver errada. Isso acontece quando os sensores de temperatura estão mal localizados. Um exemplo: quando o sensor está por cima de um equipamento, que libertam calor (alem de isso provocar um aquecimento indesejado do espaço) o sensor vai medir uma temperatura superior à temperatura média da sala e o controlador vai atual em função dessa informação. Tabela 2– ECO’s P&D, SGC e Controladores Instalar sistema de gestão energético centralizado Modificar o SGC para alterar o setpoint em função das condições climáticas exteriores Modificar os comandos para alternar entre quente e frio Melhorar central/ controlo de arrefecimento Gerar a possibilidade de adotar controladores de variação de velocidade Aplicar controlo da variação de caudal de ar Utilizar os motores elétricos de classe mais eficientes Reduzir a potência consumida do equipamento auxiliar Definir o melhor local para os equipamentos de medição da temperatura interior Definir o melhor local para o novo equipamento elétrico e de arrefecimento Equipamento de refrigeração Os chiller elétricos são máquinas de elevada potência térmica e com consumos energéticos consideráveis. Por isso, uma pequena melhoria em termos de eficiência, proporciona grandes poupanças. O chiller deve operar maioritariamente À sua potencia nominal, precisamente para reduzir consumos, sendo um erro o seu sobredimensionamento, para suprimir cargas térmicas esporadicamente mais elevadas. Em vez dessa opção, é preferível, optar por mais do que um chiller. Além disso, os regulamentos atuais, exigem a instalação de mais do que um chiller.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 20 Tiago Machado A ligação dos chiller, em paralelo, permite a produção de maior quantidade de água, embora com temperaturas não tão baixas, mas aproveitando melhor a eficiência do equipamento, do que uma ligação em serie. Se existir um reservatório de armazenamento, é possível, durante a noite, período que a temperatura exterior é inferior, produzir água com temperatura mais baixa. Através, da ligação em serie, para ser utilizada no período de maior calor. O arrefecimento gratuito indireto, através das torres de arrefecimento, é um bom método de poupar energia, quando, o ar exterior se encontra mais frio do que a água. A vantagem reside no facto de não ser preciso fornecer energia. A água ao ser arrefecida, transfere calor para outro fluido que, no condensador liberta para a atmosfera. Esse calor pode ser aproveitado, para aquecer o ar a ser insuflado ou pelo sistema de absorção, caso exista. Tabela 3– ECO’s P&D, Equipamento de refrigeração Chiller mais eficientes e bem dimensionados Dividir a carga térmica por vários chillers Ligar os chillers em serie ou paralelo para otimizar o sistema Considerar a aplicação de armazenamento de água Considerar o arrefecimento gratuito indireto com as torres de arrefecimento Considerar aproveitar o calor rejeitado pela água ao ser arrefecida Tratamento e distribuição de ar Os motores dos ventiladores, com potência superior a 2,3kW e com eficiência inferior a 85%, assim como os sobredimensionados, têm de ser revistos, pois representam um consumo contínuo e superior ao que é necessário, hoje em dia. O sobredimensionamento, também pode provocar desconforto, com velocidades elevadas a incidir nos ocupantes. E desperdício, se a velocidade for superior a 0,51m/ perto da exaustão, isso significa que o ar insuflado é diretamente extraído. Um variador de frequência no motor do ventilado da UTA, permitindo diminuir os consumos elétricos e térmicos do sistema, quando as condições do ar interior estão dentro do intervalo pretendido. Outra vantagem é permitir o aumento de caudal, para a carga interna ser suprimida apenas com refrigeração gratuita, poupando na energia térmica. As caixas de variação de volume de ar (VAV box) são equipamentos periféricos, que abrindo ou fechando os dampers, possibilitam o ajuste do caudal, face às condições do ar que sai da UTA e do espaço. Vencendo as variações da carga térmica, sem interferir com as restantes zonas, abastecidas pelo ar da mesma UTA. A implementação das VAV box, sugere a utilização de variador de frequência, no ventilador, de modo a evitar a sobrepressão do
Oportunidades de poupança de energia Tiago Machado 21 sistema, no caso do fecho de dampers. Também, em conjunto, permitem uma melhoria na eficiência do sistema. Em certas situações, é apenas aplicado um ventilador que extai o ar contaminado de vários espaços, com caudais previamente definidos. Nestes casos, o caudal não altera em função das emissões de poluentes, nem é possível impedir a extração, em certos locais, sem desligar todo o sistema. Isso implica um consumo elétrico do ventilador desnecessário e a reposição do ar interior também acarta os seus custos. Quando a grelha de insuflação do ar, está muito próxima ou o fluxo de ar insuflado, direcionado para a grelha de exaustão, há um desperdício de energia e a renovação do ar interior é posta em causa. Um problema idêntico (este também relacionado com a qualidade do ar, apesar de ter um desperdício de energia associado), ocorre se a grelha de admissão do ar novo para a UTA estiver demasiado próximo da grelha de exaustão. Uma má escolha ou orientação dos difusores, pode agravar o efeito, referido em cima, também pode, provocar desequilíbrios de pressão entre espaços e altas velocidades de incidência do ar nos ocupantes. Muitas das vezes, compensados por dampers, mas com peso no consumo de energia, devido ao aumento da perda de carga. Grandes relações entre a altura e a largura da conduta (superior a 5), curvas muito acentuadas e material com elevada rugosidade, também aumentam a perda de carga e exigem ventiladores mais potentes. Ao contrário dos humidificadores a vapor, que requerem calor para a água transitar do estado liquido a vapor, os adiabáticos conseguem humidificar, diminuindo a pressão da água para a pressão de saturação à temperatura do ar e dispersando em pequenas gotículas. A desumidificação mais usual é um processo com elevado consumo de energia, com o seu ciclo de arrefecimento e aquecimento do ar. Métodos químicos têm sido desenvolvidos para absorver a água, recorrendo a um outro fluido ou material sem necessidade de alterar a temperatura do ar e economizando energia. Ao libertar o ar para o exterior, sem aproveitar o seu calor, está-se a desperdiçar parte da energia que o ar novo ar poderia receber sem haver necessidade de fornecer energia adicional ao sistema. Esse desperdício é proporcional à diferença de temperatura entre o ar interior e exterior. Tabela 4 – ECO’s P&D, Tratamento e distribuição do ar Utilizar os ventiladores mais eficientes Reduzir a potencia do motor do ventilador quando sobredimensionado Aplicar ventilação regulável Considerar converter para VAV box Instalar sistema de exaustão com caudal variável em função das emissões
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 28 Tiago Machado O primeiro ponto exclui ECO’s, como, por exemplo: implementar sistemas de absorção, colocar recuperador de calor, limpar ou substituir filtros, reduzir potência de equipamentos sobredimensionados e desligar ventiladores quando não são necessários (foi realizado um estudo recentemente). Os ECO’s referentes à diminuição de caudais não foram analisados, devido, a não ter sido registado excesso de caudal em nenhum dos pontos de medição e, devido ao número elevado de pessoas, os espaços estejam normalmente ocupados. Além de, o segundo ponto, definir valores mínimos para certos espaços. Não menos importante é o fato de a crise económica, limitar os investimentos. Por esse motivo, evitou-se ECO’s que implicam, a substituição de equipamentos mais dispendiosos. A segunda e última fase de seleção, teve em consideração, as deficiências de funcionamento do sistema AVAC. Deste modo, as ECO do grupo Projeto & Dimensionamento, selecionadas para ser analisado são: 1) Manter o correto funcionamento do controlo do sistema de climatização, em relação aos setpoints A regulação do caudal de água fria e quente que trata o ar, é determinada pelo controlo do sistema. Se este, não estiver devidamente programado, as condições internas não se mantêm iguais, aos valores definidos nos setpoints. Além disso, pode causar situações de desconforto térmico dos ocupantes. Poupança energética estimada 8,44%. 2) Modificar o controlo, de modo a este, poder alterar o valor do setpoint da temperatura em função das condições climáticas exteriores Esta ECO implica permitir que o controlador altere os valores de setpoint, mas dentro de um intervalo pré-definido, em função das condições climáticas exteriores. Esta medida, também tem a vantagem de reduzir o consumo, em dias em que as condições exteriores são pouco frequentes, para esse período do ano. A poupança energética estimada é de 33,3kWh/(m2.ano). As ECO’s selecionadas do grupo Manutenção & Operação são: 3) Desligar bombas de circulação quando não são necessárias As UTA’s precisam da água para realizar as trocas de calor com o ar, mas quando não é necessárias realizar essas trocas. Desligar as bombas que fornecem-lhe a água, permite poupar energia e reduzir o desgaste das bombas. A poupança energética estimada é de 8,9kWh/(m2.ano).
Oportunidades de poupança de energia Tiago Machado 29 4) Alterar o valor do setpoint, em função, das condições climáticas exteriores A variação da temperatura e da humidade do ar exterior têm influência no consumo de energia, para as mesmas condições de insuflação. O inverso também se verifica, alterando ligeiramente as condições de insuflação permite poupanças significativas. A poupança estimada com esse ajuste da temperatura é de 8,2 kWh/(m2.ano). 5) Melhorar o isolamento térmico nas tubagens de água O mau estado do isolamento dos sistemas de distribuição e armazenamento de energia termica provocam grandes desperdicios de energia. Esse efeito é agravado, quando ocorre transferencia de calor, do circuito de quente para o ar que, posteriormente, tem de ser arrefecido. A poupança estimada, na energia utilizada para arrefecer o ar, é de 6,6%. Os valores de poupança estimada foram retirados do estudo europeu, Harmonac. [18] O gráfico da Figura 16, permite uma melhor compreensão da seleção das ECO’s e refere em que subcapítulo, da dissertação, serão analisados. Os locais de análise desta dissertação são: Serviço de urgência Área técnica do 5 piso Medicina física Central de bombagem Figura 16 – ECO’s Listagem de ECO’s Defeitos de funcionamento do sistema Otimização do sistema ECO 1 ECO 5 ECO 2 ECO 4 ECO 3 Cap. 4.1 Cap. 4.3 Cap. 4.4 Cap. 4.2
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 30 Tiago Machado
Casos de estudo Tiago Machado 31 4. Casos de estudo Esta dissertação realizou-se no hospital Pedro Hispano que foi inaugurado em 1997 e se localiza na Senhora da Hora, pertence ao conselho de Matosinhos e distrito do Porto. O edifício principal do hospital é constituído por 8 andares com uma área bruta de 54400m2 e uma área útil de 43520 m2. A percentagem da área útil por categorias é apresentada na Figura 17. Figura 17 – Distribuição da área de pavimento por zonas Os sistemas de tratamento de ar existente no hospital são, na sua generalidade, do tipo centralizado, existindo, no entanto, diversas unidades locais com o objetivo de um controle mais rigoroso da temperatura desses locais. Consoante a configuração do edifício e as funções dos diversos núcleos que o constituem, podemos encontrar diferentes equipamentos de tratamento do ambiente: Unidades de tratamento de ar novo (UTAN) Unidade de tratamento de ar (UTA)
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 32 Tiago Machado Unidades de termoventilação (UTV) Ventiladores de extração (VE) Unidades locais de climatização Aquecimento central Nos locais climatizados por unidades de tratamento de ar central, estão instalados sensores nas conduta e o controle do ar é realizado na GTC, localizada no gabinete do Serviço de Instalação e Equipamento. No caso das unidades locais, o controle das condições de cada sala é realizado através do comando instalado na parede, com sensor ambiente que permite a regulação da temperatura e velocidade de insuflação do ar. Nesta dissertação, não se estudou o funcionamento do aquecimento central, nem das unidades locais de climatização. Por estarem, no teto falso, o seu acesso é difícil e a sua localização, por vezes, incerta. Unidades de tratamento de ar novo (UTAN) As unidades de tratamento de ar do hospital, possuem: registos para a admissão de ar, préfiltro, baterias de água refrigerada e quente, separador de gotículas, ventilador de insuflação. Em alguns casos, atenuador de ruido e, por último, o filtro. Esta combinação de módulos foi empregue em quase todas as unidades do hospital, mas em virtude do nível de assepsia e das condições termo-higrométricas exigidas em alguns espaços, aos módulos já referidos, foram acrescentados outros: Permutador de calor, humidificador e filtro absoluto. Permutador de calor e humidificador. Humidificador Unidades de tratamento de ar (UTA) As unidades de tratamento de ar são semelhantes às UTAN, mas não necessitam de permutador de calor, porque têm a possibilidade de recircular parte o ar interior. Existem, em muito menor quantidade do que as UTAN, no hospital. Unidades de termoventilação Estas unidades não possuem a capacidade de arrefecer e consequente, não desumidificam o ar. Por isso, não podem ser colocadas, em espaços, com requisitos das condições interiores elevados. A localização das unidades, os espaços que climatizam e o horário de funcionamento são apresentados em anexo. Também é apresentado, nos anexos, informação adicional dos equipamentos de medição e dos dados de temperatura e humidade medidos.
Casos de estudo Tiago Machado 33 Ainda antes de iniciar a análise das ECO, é importante referir que todos os preços serão apresentados sem IVA e os orçamentos são valores aproximados. E que a conversão para energia primária será realizada, como no estudo europeu, multiplicando por 1,36 a energia térmica e multiplicando por 3,14 a energia elétrica.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 34 Tiago Machado 4.1. Manter o correto funcionamento do sistema de climatização, em relação aos setpoints Uma das medidas de poupança de energia em estudo é a melhoria do controlo de aquecimento e arrefecimento. Este ECO está relacionado com a atuação das válvulas motorizadas, do tipo modulante, que fornecem a água quente e fria às unidades de tratamento do ar. Um controlador mal ajustado ou sem estar calibrado pode provocar uma resposta demasiado lenta e/ou dificuldade em estabilizar as condições do ar interior, sendo que esta ultima situação, implica que surja uma correção constante da temperatura e da humidade. Ou seja, uma oscilação das condições de insuflação que pode ser de amplitude considerável e, além de poder causar desperdício de energia, também pode provocar desconforto térmico aos ocupantes. Um outro motivo impeditivo, às condições internas serem iguais às estabelecidas nos setpoints, é a avaria ou descalibração dos sensores da temperatura e humidade. 4.1.1. Local de análise e recolha de dados O serviço de urgência foi o espaço escolhido para o estudo, pois existiam reclamações por parte dos funcionários em relação à variação da temperatura interna, sendo este um indicador, de mau funcionamento do controlo. Foram analisados dois espaços que recebem o ar da mesma UTAN, mas com tipos de ocupação e prestações de serviços diferentes - um gabinete médico e uma sala de enfermagem. Ambos sem unidades locais de climatização e com os radiadores desligados no período das medições. O serviço de urgência localiza-se no piso -1 do hospital, junto à pediatria e à secção de colheitas, como ilustra a Figura 18. A sua área está delimitada a cor de laranja e a sala de enfermagem e o gabinete médico assinalados, respetivamente a cor vermelha e verde. A sala de enfermagem tem uma parede exterior, devido à existência de um espaço aberto, no meio do edifício. Contrariamente ao gabinete médico, onde todas as paredes, estão em contacto com outros espaços interiores. Figura 18 – Urgência com sala de enfermagem e gabinete médico assinalados respetivamente a vermelho e a verde
Casos de estudo Tiago Machado 35 Para a realização desta análise, em cada um dos espaços recorri a dataloggers. Este equipamento mede e grava automaticamente a temperatura e humidade relativa do ar, com intervalos de 5 minutos, e permitiu obter medições referentes a 2 dias, estes foram posicionados: na parte terminar da conduta de insuflação com o ar a incidir diretamente no sensor fixado no centro de uma parede interior, a uma altura de cerca de 1,5m e afastados de focos térmicas Também foram medidas as temperaturas e humidades, de insuflação e retorno da UTAN, com datalogger posicionados nas condutas, junto da unidade de tratamento. Os valores de temperatura e humidade do ar de retorno, registados pelos sensores da UTAN, foram recolhidos na Gestão Técnica Centralizada. Em relação aos caudais de ar, foi necessário medir a insuflação dos espaços com um balometro digital, tapando as grelhas com o seu bocal para obter os resultados. Realizaram-se pelo menos 3 medições para cada valor de caudal, no dia que os dataloggers foram colocados e repetiu-se o processo de medição quando estes foram retirados. O caudal da UTAN8 foi obtido com a ficha técnica do equipamento. 4.1.2. Condições de funcionamento do sistema O registo da medição da temperatura do ar insuflado e do ar no interior da sala de enfermagem, durante um dia, está representado respetivamente a preto e a azul, na Figura 19. Figura 19 – Temperatura da sala de enfermagem e insuflação
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 36 Tiago Machado Com a Figura 19, verifica-se que existe uma grande variação da temperatura de insuflação, e consequente variação da temperatura interior que chegou a variar 4ºC, em meia hora. Apesar de os dados apresentados serem referentes a apenas um dia, a oscilação das temperaturas foi detetada ao longo de todo os dias, que se realizaram as medições. Para uma análise mais aprofundada, optou-se pelo intervalo das 11h às 16h, porque a variação da temperatura interna era inferior. Figura 20 – Temperatura da sala de enfermagem O intervalo de tempo, de pico a pico, varia entre cerca de 20 a 45 minutos como se pode ver na Figura 20, e a menor variação da temperatura é de 3,5ºC em 45 minutos. A Ashrae define valores máximos de variação da temperatura em relação ao intervalo de tempo, de modo a evitar que os ocupantes sintam desconforto térmico. Tabela 10– Variação máxima da temperatura por intervalo de tempo [15] Intervalo de tempo 0,25h 0,5h 1h 2h 4h Variação máxima da temperatura 1,1ºC 1,7ºC 2,2ºC 2,8ºC 3,3ºC Consultando a Tabela 10, constatamos que a variação máxima da temperatura permitida para um intervalo de 1h é de 2,2ºC, inferior aos 3,5ºC registados num intervalo de tempo mais curto, o que ainda agrava a situação. Tendo em conta que se chegou a registar alterações da temperatura de 4ºC em 30 minutos no interior da sala nesse dia, é compreensível o desconforto térmico sentido pelos cinco ocupantes que tive a oportunidade de questionar
Casos de estudo Tiago Machado 37 enquanto realizava as medições. As medições no gabinete médico, também apresentam um comportamento semelhante. Os valores obtidos das medições de caudal da sala de enfermagem e gabinete médico estão apresentados na Tabela 11. Tabela 11– Caudal de ar insuflado Caudal insuflado [m3/h] Ocupação Renovação por hora [rph] Ar novo por pessoa [m3/h] Sala de enfermagem 92,6 2 a 3 2,9 31 Gabinete médico 162,5 4 a 5 3,6 33 O hospital foi inaugurado em 1997 e a legislação mais recente da altura, a Portaria 987/93, impunha 30 a 50 m3/h de ar novo por pessoa, os valores de caudal medidos estão dentro desse intervalo e aproxima-se do valor mínimo. Atualmente, a ACSS não diminuiu os valores mínimos exigidos de caudal de ar por pessoa, para os espaços em análise. O que exclui a hipótese de solucionar o problema da variação da temperatura interna com a redução do caudal de insuflação. [21] [9] Durante o presente estudo foi detetado um segundo problema, o ar proveniente dos espaços do serviço de urgência, ao chegar à UTAN, apresentava valores de leitura diferentes, de temperatura e humidade, na GTC e no datalogger. Como se pode observar nas Figura 21 e Figura 22.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 44 Tiago Machado O aumento da humidade máxima permitida no interior, fez com que a necessidade de desumidificar o ar quase que deixe de existir e surja uma possível redução no consumo de energia. Quando a linha preta, que representa a humidade a insuflar para manter a humidade interna constante, surge abaixo da linha verde, que representa a humidade exterior, isso implica que é necessário desumidificar. Na situação inversa, quando a linha preta está acima da verde, a humidade interna desce dos 60% e não se realiza desumidificação. Porém, se a humidade interna baixar dos 40%, o que para esta temperatura interna seria necessário uma diferença de 3,1g/kg, entre a humidade absoluta do ar a insuflar e o ar exterior, é preciso humidificar o ar. Esta necessidade de humidificar o ar não ocorrerá neste estudo. 4.1.5. Analise das temperaturas internas, na sala e no gabinete O sistema atual, com apenas uma UTAN a climatizar todo o ar do serviço de urgência, não garante as mesmas condições em cada espaço, mas sim a média das condições internas de todos os espaços. Por esse motivo, mesmo no sistema retificado, a temperatura no gabinete e na sala de enfermagem é ligeiramente diferente ao definido no setpoint do sistema. Sendo assim, vamos analisar a diferença das temperaturas internas e se estas continuam a oscilar de igual modo com a retificação do sistema. Para realizar este estudo, precisa-se determinar as cargas térmicas sensíveis do gabinete e da sala de enfermagem. Utilizando o mesmo método referido acima, com os dados dos caudais de ar e as temperaturas de insuflação e internas. De seguida, com as cargas térmicas sensíveis e as temperaturas de insuflação da UTA com o sistema retificado, determina-se as novas temperaturas internas destes dois espaços. Trata-se de um método de cálculo semelhante ao utilizado para a determinação das novas condições de insuflação, mas neste caso, realiza-se o percurso de 4 para 5, representado na Figura 24. Temperatura interior: [( ) ] As temperaturas internas dos dois espaços, com o sistema atual e o sistema retificado, estão apresentadas nas Figura 27 e Figura 28.
Casos de estudo Tiago Machado 45 Figura 27 – Temperatura do ar no gabinete Figura 28 – Temperatura do ar na sala de enfermagem É evidente a redução na variação da temperatura interna, com o sistema retificado, linha a azul. Sendo que a maior variação, ocorre no gabinete médico, com um valor de 0,31ºC/h. Muito abaixo dos 2,2ºC/h, como valor máximo da variação da temperatura interna aceite pela Ashrae. As temperaturas máximas nos espaços atingem os 21,5ºC e as mínimas um pouco abaixo dos 20,5ºC. Ou seja, há uma diferença de apenas 0,5ºC em relação à temperatura média diária do ar de retorno à UTAN, enquanto no sistema atual é essa diferença podia atingir os 3ºC.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 46 Tiago Machado 4.1.6. Energia térmica útil para garantir as condições de insuflação Conhecendo as condições de insuflação e do ar exterior, pode-se determinar o processo de tratamento do ar e, posteriormente, a energia térmica fornecida pela UTAN. Para melhor compreender o processo, analisa-se a Figura 24, em particular, entre os pontos 1 e 4, a que correspondem respetivamente as condições do ar exterior e as condições de insuflação. Neste exemplo, a humidade absoluta de insuflação é inferior à humidade absoluta exterior, isso implica que haja desumidificação do ar. O percurso descrito pelo ar quando há desumidificação, é o seguinte. Entre os pontos 1 e 2 ocorre o arrefecimento do ar até à temperatura de orvalho. A condensação do vapor de água e, consequente, desumidificação do ar entre os pontos 2 e 3, e até ao ponto 4 o ar é aquecido para ser insuflado no interior do edifício. Para se determinar a posição dos pontos 2 e 3 no diagrama, conhecendo os pontos 1 e 4, é necessário conhecer as relações entre as propriedades do ar, nos diferentes pontos, como se pode consultar na Tabela 12. Tabela 12 - Propriedades dos pontos 2 e 3 Humidade absoluta Humidade relativa Ponto 2 Igual ao ponto 1 100% Ponto 3 Igual ao ponto 4 100% Conhecidas duas propriedades do ar, é possível definir a localização dos pontos 2 e 3, no diagrama psicrométrico, conseguindo deste modo definir os quatro pontos. A energia térmica consumida entre os pontos, quer se trate do processo de arrefecimento, desumidificação ou aquecimento. É calculada com a diferença de entalpia por kg de ar seco, informação disponível no diagrama, a multiplicar pelo caudal de ar e pelo intervalo de tempo. Neste estudo, devido ao elevado número de dados, a entalpia dos pontos 2 e 3 foi determinada com o programa Matlab. Iniciou-se por calcular a pressão de saturação da água a uma determinada temperatura, com a informação da Erro! A origem da referência não foi ncontrada.. Recorrendo às tabelas das propriedades da água saturada, obteve-se a temperatura da água em função da pressão de saturação. Quando a humidade relativa do ar é 100%, como é o caso, a
Casos de estudo Tiago Machado 47 temperatura da água e igual à temperatura do ar. Por fim, com os valores da temperatura e humidade absoluta, calcula-se a entalpia do ar com a expressão apresentada a baixo. No caso de não ser preciso desumidificar o ar, essa situação surge se a humidade absoluta exterior for igual ou inferior à humidade absoluta do ar de insuflação. Não se determina os pontos 2 e 3, nem se humidifica o ar. Exceto se a humidade relativa nos espaços baixar dos 40%, o que não se verificou. Sendo assim, considera-se que a humidade absoluta de insuflação é igual a humidade do ar exterior e determina-se a entalpia do ar a insuflar. Quando esta situação surge, apenas pode ocorrer aquecimento ou arrefecimento do ar. Os valores de potência térmica fornecida ao ar exterior, antes de ser insuflado, no gabinete médico, no dia 19 de Dezembro. Estão apresentados nas Figura 29 e Figura 30. Figura 29 – Serviço de urgência, potência necessária no sistema atual
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 48 Tiago Machado Figura 30 – Serviço de urgência, potência necessária no sistema retificado Ao retificar o sistema de controlo e os sensores de temperatura e humidade, a potência térmica requerida pelo ar tornam-se mais constante e os valores de potência máxima útil, reduzem para cerca de metade. Devido ao aumento da humidade interior, com a correção dos valores dos sensores, quase que deixa de ser preciso desumidificar o ar. A associação destas duas retificações permitiu uma poupança de 66,8%, como se pode ver pela Tabela 13, com os consumos energéticos térmicos durante 24h. Tabela 13 – Energia térmica consumida para tratar o ar, no serviço de urgência Arrefecimento [kWh] Desumidificação [kWh] Aquecimento [kWh] Total [kWh] Economia [%] Sistema atual 575,0 530,0 2246,6 3352,2 - Sistema retificado 108,2 25,3 978,1 1111,6 66,8 A maior descida percentual é na desumidificação, apesar de ter ocorrido uma descida generalizada. Apesar de se ter separado, para uma melhor interpretação dos dados, a energia das colunas desumidificação e arrefecimento são provenientes da bateria de arrefecimento. Os valores de aquecimento são elevados, porque o ar tem de ser reaquecido para compensar o arrefecimento do ar, realizado para o desumidificar. O peso do processo de desumidificação, no consumo de energia térmica, é bem visível nesta análise. De realçar que foi medida a diferença de entalpia do ar entre a entrada e saída da UTAN e não a diferença entálpica da água entre a entrada e a saída nas baterias. O que implica que não foi medida a inercia térmica no interior da UTAN, que é superior quando as condições de insuflação oscilam significativamente. Nem foram contabilizadas as perdas térmicas pela envolvente da UTAN.
Casos de estudo Tiago Machado 49 Analise por um período mais alargado Se considerarmos que as cargas térmicas diárias, são iguais nos meses de novembro a abril, podemos considerar que as condições de insuflação dos dois sistemas também o são, porque, por norma, o valor de setpoint da temperatura, nesses meses, é o mesmo. Como veremos no capítulo 4.3, durante esses meses, o valor de setpoint da temperatura associado a um menor consumo é igual. Com essas considerações e com os dados da temperatura e da humidade, de 2012, determinou-se o consumo mensal de energia térmica. Os valores obtidos são apresentados na Tabela 14. Tabela 14 – Valores dos consumos térmicos nos meses de Inverno Novembro Dezembro Janeiro Fevereiro Março Abril Sistema atual [kWh] Arrefecimento 6559,3 4981,0 1365,4 711,3 6779,0 2960,0 Desumidificação 10123,0 14142,0 1206,1 484,1 3688,7 5044,2 Aquecimento 67603,0 74705,0 76584,5 74519,3 55530,8 64401,3 Total 84285,3 93828,0 79156,0 75714,7 65998,6 72405,5 Sistema retificado [kWh] Arrefecimento 3309,0 2401,0 147,3 51,8 4425,7 947,6 Desumidificação 4105,5 5945,0 123,1 3,7 628,4 1153,7 Aquecimento 43972,2 50252,0 56444,3 56414,3 33434,7 42878,2 Total 51386,7 58598,0 56714,7 56469,8 38488,8 44979,4 Poupança 39% 38% 28% 25% 42% 38% Apesar de a percentagem de poupança mensal no consumo de energia não ser tão elevada, como no dia 19 de Dezembro, os seus valores continuam a ser significativos. Representando uma poupança mensal média de 35%, ou seja, de 27,5MWh/mês. Com estes dados não é possível calcular com rigor a poupança no Verão, mas pode-se realizar uma estimativa. Segundo a ACSS a temperatura no serviço de urgência nesse período, deve ser de 25ºC e a humidade absoluta para 25ºC e 60% e de 11,9g/kg. Se a esse valor retirarmos a contribuição média da carga latente do serviço, sabemos qual é a humidade absoluta a insuflar, 11,4g/kg. O sistema atual, tem um erro de leitura de +30%, o que significa que, para este sistema não realizar desumidificação, as condições internas teriam de ser de 25ºC e 30%, o que corresponde uma humidade absoluta de 5,9 g/kg. A esse valor ainda se tem de retirar o efeito da carga latente, para se saber a humidade de insuflação, posicionando o valor nos 5,4g/kg. Na Figura 31 está representada a humidade exterior no período correspondente aos 6 meses mais quentes.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 50 Tiago Machado Figura 31 – Humidade absoluta no Verão Como se pode verificar, com o sistema atual, representado a linha verde, há praticamente uma necessidade constante de desumidificar o ar. Essa necessidade, não se verifica se o sistema não possuir esse erro de leitura. Sabe-se, pela análise do dia 19 de Dezembro, que o consumo de energia térmica, quando a UTAN remove continuamente 0,7g/kg do ar, durante um dia, é de 1005kWh. E pela observação da Figura 31, verifica-se que será algo que terá de ocorrer com frequência e muitas das vezes terá de ser removida uma maior quantidade de água. Por esse motivo, considerar que a poupança média, durante os meses de verão, é igual ao valor médio dos meses de inverno, não é uma estimativa irreal. 4.1.7. Análise dos resultados e da viabilidade de implementação Sendo assim, a poupança resultante é de 329,7MWh/ano, ou seja de 35%, o que representa uma economia de 17.825,3€/ano. Em relação ao consumo de energia primária, significa 315,8kWh/(m2.ano). Como neste estudo, não foi analisada apenas a implicação de um mau funcionamento do controlo do controlo do sistema, em relação aos setpoints (ECO1). Também, foi analisada a implicação dos erros dos sensores. Não há sentido em comparar os valores deste estudo com os valores o estudo europeu.
Casos de estudo Tiago Machado 51 A correção deste mau funcionamento da UTAN, implica: substituição dos sensores de temperatura e humidade colocação de um sensor de temperatura, na conduta de insuflação reprogramação do controlador O preço a pagar pelas alterações, é de 1602,6€ e o retorno demora 33dias.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 52 Tiago Machado 4.2. Melhorar isolamento térmico O mau estado do isolamento dos sistemas de distribuição e armazenamento de energia termica provocam grandes desperdicios de energia. Esse efeito é agravado quando ocorre transferência de calor do circuito de quente para o circuito de frio ou para o ar que, posteriormente tem de ser arrefecido. As grelhas de admissão do ar novo para as UTA’s, as condutas e as tubagens de água quente e fria podem ser encontradas nas áreas tecnicas do hospital. Esta situação pode aumentar o desperdicio energetico e prejudicar, assim, o funcionamento das UTA’s, quando se pretende insuflar, nas salas, ar a baixa temperatura. Numa situação deste genero, podem existir perdas de calor da água quente, aumento da temperatura da água fria e aumento indesejado da temperatura do ar que a UTA via receber. Foram detectadas tubagens de água com o isolamento deteriorado, numa corete com o acesso mal vedado para uma área tecnica. O interior da corete encontra-se a 34ºC, o que provoca um aumento da temperatura do ar junto das grelhas de admissão de ar novo das UTA’s, como ilustra na Figura 32. 4.2.1. Recolha e analise dos dados Para uma primeira analise, com recurso a dataloggers, mediu-se a temperatura do ar: No exterior Na coret Junto das grelhas de admissão de ar novo das duas UTA’s Figura 32 – Temperaturas do ar
Casos de estudo Tiago Machado 53 É percetível, na Figura 32, o efeito do calor proveniente da corete com o aumento da temperatura do ar junto das grelhas de admissão de ar novo das UTA´s, em relação à temperatura exterior. A temperatura do ar, junto da UTA 43, é mais elevada do que a temperatura do ar, junto da UTA 42, porque está a uma distância maior do pavimento. Em termos de distância à corete, é a mesma para ambas. Verificado o impacto da libertação de calor pela corete no aumento da temperatura do ar, irá se estudar esse desperdicio energetico envolvido. Neste estudo, não se contabilizará as perdas energeticas das tubagens mal isoladas, apenas será analisado o efeito do aumento da temperatura do ar provocado por esse mau isolamento, no consumo energetico das UTA’s. Para se calcular as poupanças energeticas, é necessáro o calculo da potencia térmica fornecida ao ar junto das UTA’s pela corete, o calculo da potência térmica das UTA’s e o calculo do consumo energetico das UTA’s com e sem a intreferência do calor libertado pela corete. Aos dados já recolhidos, foi preciso adicionar o valor dos caudar de ar de cada UTA. Medido com um tubo de pitot na conduta de insuflação. Os valores máximos do caudal de água, fornecido às UTA’s, foram recolhidos das fichas técnicas desses equipamentos. Porém, a diferença de temperatura da água entre a entrada e saída da bateria de frio foi obtida recorrendo a um termómetro digital. 4.2.2. Potencia térmica transferida ao ar junto da UTA pela corete: Com os dados dos caudais, juntamente com as leituras da temperatura do ar exterior e do ar à entrada das grelhas das UTA’s, foi determinada a potência térmica. Potência térmica: Energia térmica: Tabela 15– Excesso de consumo causado pelo mau isolamento da conduta Caudal [m3/h] Potência [kW] Energia [kWh/dia] UTA 42 1980 2,20 52,73 UTA 43 1440 2,21 53,11
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 60 Tiago Machado Figura 39 – Variação da humidade absoluta de insuflação Com os novos dados da humidade absoluta a insuflar de modo a obter 60% de humidade relativa no interior, sabe-se que é necessário desumidificar o ar exterior, quando este apresenta valores superiores aos novos dados obtidos. Na Figura 39 apenas se representou a humidade absoluta a insuflar para os 20ºC e 25ºC de temperatura interna. Por último, para o cálculo da energia consumida, determina-se, em cada instante a potência térmica a fornecer ao ar proveniente do exterior com os valores do caudal de insuflação, as condições climáticas exteriores e as condições do ar a insuflar. No caso prático 4.1 está explicado com maior detalhe como se calcula a carga térmica, as condições de insuflação do ar e a energia consumida. Para melhor compreensão dos dois diferentes modos de atuação sobre os valores do setpoint da temperatura, vamos realizar analisar os dois separadamente. 4.3.3. Setpoint da temperatura fixo (SF) Neste modo de atuação, a temperatura interior que se pretende, ou seja, o setpoint da temperatura interna, é sempre igual, durante todo o período de análise. Isso permite comparar os diferentes consumos de energia térmica em função do setpoint para o mesmo período de análise, ou seja, com as mesmas condições do ar exterior e as mesmas cargas térmicas internas. No dia 3 de Maio de 2012, a temperatura e humidade do ar exterior apresentava os valores representados na Figura 40.
Casos de estudo Tiago Machado 61 Figura 40 – Temperatura e humidade absoluta do ar exterior Na observação da Figura 40, se apenas for retida a informação que a temperatura máxima ronda os 16ºC e sabendo, pela Figura 38, que é a temperatura de insuflação mais próxima desse valor, ocorre com o setpoint a 20ºC. Fica-se com a perceção que o menor consumo energético está associado, precisamente, a uma temperatura interna de 20ºC. Contudo, a humidade não pode ser desprezada porque, neste caso de estudo o seu valor tem de se encontrar entre os 40 e os 60%. Na Figura 41, está representada a humidade absoluta exterior e os valores máximos da humidade absoluta a insuflar, em função da temperatura interna, de modo à humidade relativa no interior não exceder os 60%. Figura 41 – Humidade absoluta exterior e máxima a insuflar em função da temperatura
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 62 Tiago Machado Quando a humidade exterior, linha a preto, é superior aos valores de humidade máxima, linhas coloridas, é necessário desumidificar o ar para a humidade relativa no interior não ser superior a 60%. Dadas as condições exteriores, nesse dia, para uma temperatura interior de 20ºC ou 21ºC, é preciso desumidificar o ar, e essa desumidificação terá de ser mais intensa para a temperatura de 20ºC. Isso aumenta significativamente o consumo energético como se pode verificar pela Tabela 18. Tabela 18– Consumo energético em função da temperatura interna Arrefecimento [kWh] Aquecimento [kWh] Total [kWh] 20ºC 73,5 184,6 258,1 21ºC 14,2 173,6 187,8 22ºC 0 195,3 195,3 O processo de desumidificação nas UTA’s consiste em arrefecer o ar, provocando a condensação da água e com a água no estado líquido é possível removê-la. Este processo é comprovado com os dados do consumo de energia, porque só assim se justifica que para uma temperatura interna de 20ºC (a temperaturas de insuflação próximas dos 18ºC), o ar exterior que está a 16ºC, tenha de ser arrefecido. Por norma, após o processo de desumidificação, há a necessidade de reaquecer o ar, para ser insuflado à temperatura desejada. É por esse motivo que houve um maior consumo de energia para o aquecimento do ar, quando se pretendia uma temperatura interna de 20ºC do que para uma temperatura interna de 21ºC. Com esta análise, percebe-se que o processo de desumidificação consume bastante energia, e que do ponto de vista energético, pode ser preferível aumentar a temperatura interna reduzindo, assim, a humidade relativa, em vez de desumidificar o ar. 4.3.4. Setpoint da temperatura variável ao longo do dia (SV) De certa forma, é com base com o que dito na última frase que este método funciona. O sistema calcula qual é a temperatura interior que acarta com o menor consumo energético e define esse valor como setpoint interior. Neste caso, como no anterior, limitamos os valores de setpoint entre os 20ºC e os 25ºC e a humidade entre os 40% e os 60%. Para o dia 3 de Maio de 2012, o mesmo dia que foi analisado anteriormente, o setpoint da temperatura interior teria o comportamento representado na Figura 42.
Casos de estudo Tiago Machado 63 Figura 42 – Variação da temperatura interior com o objetivo de reduzir o consumo energético Nesse dia, a temperatura interna variaria entre os 20ºC e os 22ºC e, se analisarmos juntamente com a Figura 41, verificamos que é nos períodos em que é necessário desumidificar o ar que o sistema aumenta o valor do setpoint da temperatura interna. O menor consumo energético registado na análise anterior, foi de 187,8kWh obtido com um setpoint fixo de 21ºC. Neste caso, o consumo obtido com um setpoint variável foi de 149,0kWh, o que representa uma poupança de 21%. Uma análise, por um período mais alargado dos dois diferentes modos de atuação do setpoint, é apresentada em seguida. 4.3.5. SF e SV por um período de um ano Com os dados, de 10 em 10 minutos, da temperatura e humidade exterior de 2012, e considerando que a variação das cargas térmicas diárias é igual de dia para dia, calculou-se para cada mês o consumo médio de energia térmica diário. Na Tabela 19, são apresentados os consumos com o método SF e SV em kWh/dia.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 64 Tiago Machado Tabela 19 – Média dos consumos energéticos diários SF [kWh] SV [kWh] 20ºC 21ºC 22ºC 23ºC 24ºC 25ºC Otimizado Poupança Janeiro 227,4 259,9 293,7 327,5 361,4 395,2 226,3 1,1 Fevereiro 198,4 227,6 257,1 286,7 316,2 345,8 198,3 0,1 Março 123,6 137,6 154,4 173,4 194,8 218,8 98,3 5,2 Abril 170,0 195,7 226,2 258,6 290,9 323,3 163,6 6,4 Maio 412,9 342,3 292,8 261,2 204,3 195,9 117,1 78,8 Junho 478,3 407,2 336,5 294,6 253,8 231,7 178,2 53,5 Julho 541,4 456,1 366,9 296,7 228,4 184,5 147,0 37,5 Agosto 642,0 580,0 502,2 412,5 294,4 234,6 218,0 16,5 Setembro 554,4 470,8 402,2 340,3 250,4 199,9 180,2 19,7 Outubro 445,1 402,7 355,7 321,0 273,5 260,2 179,5 80,7 Novembro 201,5 207,4 225,4 251,3 280,2 311,6 161,9 39,6 Dezembro 226,6 227,6 246,9 270,8 300,8 331,7 191,7 34,8 Pelos dados, verificamos que, pelo método SF, nos seis meses de maio a outubro, o menor consumo energético é obtido com um setpoint de temperatura fixo nos 25ºC e que, durante os restantes seis meses, é com o setpoint a 20ºC que o consumo é inferior. Isto ocorre porque a temperatura e a humidade absoluta do ar aumenta com a proximidade aos meses de verão. De salientar que, mesmo dentro do intervalo entre os 20ºC e os 25ºC, o consumo energético pode aumentar para o triplo, se optarmos por um valor de setpoint desfavorável para esse mês. O método SV permite maior poupança de energia, mesmo comparando com a melhor opção mensal de setpoint do método SF. Em particular nos meses em que o valor de setpoint mais favorável do SF alterou ou vai alterar, como acontece no mês de maio e outubro. 4.3.6. Analise dos resultados e da viabilidade de implementação A oportunidade de poupança de energia conseguida, na medicina física, com o ajuste do valor de setpoint em função das condições climáticas exteriores (ECO4), é a soma da diferença entre o menor consumo energético obtido no método SF, em cada mês, e o consumo energético obtido com um setpoint constante de 22,5ºC, que foi a temperatura interna registada nesse espaço. O valor da poupança é de 24,4MWh/ano, o que representa uma economia de 1319,5€/ano. Esta medida não necessita de investimento monetário, apenas requere a atenção do operador da GTC, para alterar os valores de setpoint, duas vezes ao ano. A ECO2 permitir que o controlo altere o valor de setpoint, em função das condições climáticas exteriores. É a soma da diferença entre, o consumo energético obtido no método
Casos de estudo Tiago Machado 65 SV, em cada mês, e o consumo energético obtido com um setpoint constante de 22,5ºC. O valor da poupança, na medicina física, é de 33,0MWh/ano, o que representa uma economia de 1785,6€/ano. A implementação desta ECO, requere: colocação de um sensor de temperatura e humidade no exterior reprogramar o controlador O custo associado é de 663,88€ e o retorno em 136 dias. Mas a implementação desta medida, quando a medida anterior, já foi implementada, tem um período de espera do retorno, de 520 dias. Não é possível comparar os valores obtidos nestas ECO’s com os valores do estudo europeu. Porque, na primeira ECO referida acima, o estudo europeu não refere o método que utiliza para o determinar, e na segunda ECO, o funcionamento proposto para o controlo do sistema é diferente. Em resumo, são apresentadas na Tabela 20, as percentagens da poupança de energia em relação aos espaços que tenham as temperaturas internas iguais às referidas nas colunas 1 e 2, face à ECO4 e à ECO2. Tabela 20 – Percentagem de poupança com a ECO4 e a ECO2. Inverno [ºC] Verão [ºC] ECO4 [%] ECO2 [%] 20 25 0,0 16,1 21 24 11,1 25,4 22 23 26,3 29,8 22,5 22,5 29,8 41,0 Este estudo permite uma estimativa face a outros locais, podendo ser aplicado a todo o hospital, com exceção dos espaços em que as temperaturas de inverno e verão recomendas, não sejam, respetivamente, 20ºC e 25ºC, ou que não permitam a variação da temperatura ao longo do dia, como sugere o ECO2. Sendo assim, a lista dos espaços excluídos para este estudo são: Blocos operatórios UCI Neonatologia Laboratório Anatomia Patológica Imagiologia Consulta externa Esterilização
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 66 Tiago Machado 4.4. Desligar bombas de circulação quando não são necessárias Em cada circuito de água quente ou fria há uma bomba de circulação e, como qualquer outro equipamento, deve ser desligada quando não é necessária para reduzir o desgaste e o consumo energético. No hospital Pedro Hispano, o mesmo circuito fornece a água a várias unidades e só é possível desligar a bomba de circulação, quando todas as unidades associadas a esse circuito não precisam da água quente ou fria para tratar o ar. Por norma, cada unidade de tratamento de ar está ligada a dois circuitos de água: um de água quente e outro de água fria. Devido ao limite de 60% de humidade relativa, na grande maioria dos espaços do hospital, às diferentes cargas térmicas e às diferentes temperaturas pretendidas entre os serviços, é frequente a necessidade de água quente e fria em simultâneo durante o período de funcionamento do grupo de unidades associadas aos mesmos circuitos de água. Assim sendo, só será analisada a possibilidade de desligar as bombas de circulação, fora do período de funcionamentos das unidades de tratamento. Para isso, é necessário saber o horário de funcionamento dessas unidades e a que bombas de circulação de água estão associadas. Tabela 21 – Horários de funcionamento das unidades de tratamento e das bombas de circulação Frio Quente on off UTAN 1 Internamento 0 24 7 UTAN 2 Internamento 0 24 7 UTAN 3 Internamento 0 24 7 UTAN 4 Internamento 0 24 7 UTA 41 Sala 11 - CA 0 24 7 UTA42 Sala 12 - CA 0 24 7 UTA 43 Sala 13 - CA 0 24 7 UTAN 6 Med. Hiperbárica 7 16 7 UTAN 13 Sala Cirugia Nº10 0 24 7 UTAN 14 Sala Cirugia Nº9 0 24 7 UTAN 15 Sala Cirugia Nº8 0 24 7 UTAN 16 Sala Cirugia Nº7 0 24 7 UTAN 17 Sala Cirugia Nº6 0 24 7 UTAN 23 Sala Bloco de Partos 0 24 7 UTAN 24 B.O Sala Gessos 0 24 7 UTAN 25 B.O Sala Corredor 0 24 7 UTAN27 Sala Recobro 0 24 7 UTAN 29 Anatomia Patologica 7 20 7 UTAN 28 Laboratórios 0 24 7 —UTV 26 Gabinetes 7 16 7 UTAN 18 Sala Cirugia Nº5 0 24 7 UTAN 19 Sala Cirugia Nº4 0 24 7 UTAN 20 Sala Cirugia Nº1 0 24 7 UTAN 21 Sala Cirugia Nº2 0 24 7 UTAN 22 Sala Cirugia Nº3 0 24 7 UTAN 30 Neonatologia 0 24 7 UTAN 5 UCIP 0 24 7 UTAN 9 Imagiologia 7 24 7 UTAN 10 Consultas Externas 7 20 5 UTAN40 Consultas Externas 7 20 7 UTAN 11 Medicina Física 7 19 5 —UTV 12 Gab. Imagiologia 7 16 5 UTAN 7 Exames especiais 6 21 5 UTAN8 Urgência 0 24 7 UTA P0 Administrativos 0 24 7 UTA44 Recobro - CA 0 24 7 UTV 31 Cozinha 7 24 7 UTV 32 Refeitório Pessoal 7 22 7 UTV 33 Arquivo 0 24 7 UTAN38 Reforço aos VCs 0 24 7 UTAN 34 Esterilização 0 24 7 UTAN 35 Cirurgia Ambulatória 0 24 7 UTA37 SMI 0 24 7 UTAN 39 DOL 0 24 7 UTAN 45 Hospital de Dia 0 24 7 UTAN 36 Auditório 7 20 7 Bomba 07 Bomba 04 Bomba 09 Bomba 03 Bomba 10 — Bomba 05 Bomba 02 Bomba 06 Local a climatizar Horário Nº de dias semanais Unidade de Climatização Bomba Circuladora Bomba 17 Bomba 12 Bomba 01 Bomba 02 Bomba 06
Casos de estudo Tiago Machado 67 As cinco unidades de tratamento de ar assinaladas a amarelo, na Tabela 21, têm em comum e em exclusivo, o mesmo circuito de água quente e fria. Quando a UTAN9, da Imagiologia, é desligada, todas as UTAN’s desse grupo também o estão, surgindo, a possibilidade de desligar as bombas de água fria e quente durante 7horas por dia. Cada uma das bombas tem uma potência elétrica de 4kW. 4.4.1. Analise dos resultados e viabilidade da implementação O fato de as desligar, quando não necessárias (ECO3), representa uma economia anual de 1649,5€, se ambas as bombas forem desligadas 7h por dia. O grupo de UTAN’s, climatiza o ar de uma área útil de 5131,6m2. Sendo assim, o valor da poupança de energia primária é de 12,5kWh/m2.ano. Enquanto o valor de um estudo idêntico, realizado a nível europeu é de 8,9kWh/m2.ano. A grande dimensão do hospital e, consequentemente, a potência elevada das bombas, podem justificar essa diferença. Visto que, no estudo europeu, a análise decorreu em edifícios com dimensões e prestações de serviços variados. A implementação de um sistema, com horário, para ligar e desligar as bombas de circulação de água, requere um investimento inicial de 388,8€ e o período de retorno, desse investimento, é de 86dias.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 68 Tiago Machado
Conclusões Tiago Machado 69 5. Conclusões e perspetivas futuras Análise macro Este estudo permitiu uma melhor compreensão dos sistemas de climatização, utlizados em hospitais. As exigências, a nível de funcionamento contínuo dos sistemas de climatização e as normas de cada serviço, é algo a ter em conta, quando se pretende realizar o levantamento de dados num hospital. Em particular, foi analisado o desempenho e eficiência do sistema de climatização utilizado no HPH. Verificou-se a existência de 2 casos de mal funcionamento dos sistemas de climatização: 1) Leituras incorretas dos sensores, de temperatura e de humidade, e controlador mal regulado. 2) Insuficiente isolamento térmico. Por outro lado, foram sugeridas 2 soluções de otimização do sistema de climatização, aqui referido: 3) Alteração do setpoint de temperatura, em função das condições climáticas exteriores; 4) Introdução de um temporizador que desligue as bombas de circulação de água, quando não são necessárias. Em cada uma destas situações, uma análise do custo da operação foi realizada. Nomeadamente, concluiu-se que todas as quatro alterações sugeridas apresentam um retorno a curto prazo. Na pior das situações, uma das propostas de otimização, da alteração do setpoint de temperatura, em função das condições climáticas exteriores, apresenta um retorno em 136 dias e o investimento é de 664€. Demonstrando que é possível poupar energia, mesmo com investimentos reduzidos e períodos de retorno muito curtos.
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 76 Tiago Machado 7.2. Listagem das UTAN’s, UTA’s e UTV’s, no HPH A listagem das UTAN’s, UTA’s e UTV’s existentes no hospital é apresentada na Tabela 24. Tabela 24 – Listagem das unidades Unidade de tratamento Colocação (Piso e código do local) Local a climatizar Horário ON OFF Nº de dias semanais ON UTAN1_VE9 5H Internamento 0 24 7 UTAN2_VE3 5H Internamento 0 24 7 UTAN3_VE8 5H Internamento 0 24 7 UTAN4_VE4 5H Internamento 0 24 7 UTAN5_VE16 2H UCIP 0 24 7 UTAN6_VE10 5H Med. Hiperbárica 7 16 5 UTAN7_VE2 0H Exames especiais 7 16 5 UTAN8_VE17 0H Urgência 0 24 7 UTAN9_VE26.1 2O Imagiologia 7 24 7 UTAN10_VE27 2O Consultas Externas 7 20 5 UTAN40 2O Consultas Externas 7 20 5 UTAN11_VE25 2O Medicina Física 7 19 5 UTV12_VE26.1 2O Gab. Imagiologia 7 16 7 UTAN13_VE28 2E.2 Sala Cirurgia Nº10 0 24 7 UTAN14_VE32 2E.2 Sala Cirurgia Nº9 0 24 7 UTAN15_VE31 2E.2 Sala Cirurgia Nº8 0 24 7 UTAN16_VE30 2E.2 sala Cirurgia Nº7 0 24 7 UTAN17_VE29 2E.2 Sala Cirurgia Nº6 0 24 7 UTAN18_VE33 2E.1 Sala Cirurgia Nº5 0 24 7 UTAN19_VE34 2E.1 Sala Cirurgia Nº4 0 24 7 UTAN20_VE35 2E.1 Sala Cirurgia Nº1 0 24 7 UTAN21_VE36 2E.1 Sala Cirurgia Nº2 0 24 7 UTAN22_VE37 2E.1 Sala Cirurgia Nº3 0 24 7 UTAN24_VE39 2E.2 B.O Sala Gessos 0 24 7 UTAN25_VE47 2E.2 B.O Sala Corredor 0 24 7 UTAN27_VE38 2E.2 Sala Recobro 0 24 7 UTAN23_VE30 2E.2 Sala Bloco de Partos 0 24 7 UTV26_VE58 2E.2 Gabinetes 7 16 5 UTAN28_VE45 2E.2 Laboratórios 0 24 7 UTAN29_VE50 2E.2 Anatomia Patológica 7 20 5 UTAN30_VE41 2E.1 Neonatologia 0 24 7 UTV31 -1E Cozinha 7 24 7 UTV32 -1E Refeitório Pessoal 7 22 7
Anexos Tiago Machado 77 UTV33 -1E Arquivo 7 22 7 UTAN34_VE39 -1E Esterilização 0 24 7 UTAN35_VE10 -1E Cirurgia Ambulatória 0 24 7 UTAN36 -1O Auditório 7 18 5 UTA37 -1O SMI 0 24 7 UTAN38 -1O Reforço aos VCs 0 24 7 UTA39 -1E DOL 0 24 7 UTA41 5H Sala 11 - CA 0 24 7 UTA42 5H Sala 12 - CA 0 24 7 UTA43 5H Sala 13 - CA 0 24 7 UTA44 0H Recobro - CA 0 24 7 UTAN45 -1E Hospital de Dia 7 20 5 UTAN46 -1H Casa Mortuária 7 20 5 UTA P0 0H Administrativos 0 24 7 7.3. Sistemas Terminais de AVAC em Edifícios Hospitalares Todos os sistemas terminais de condicionamento de ar devem não só estar preparados para serem conectados a um sistema de GTC, bem como ter por base os tipos adiante descritos. As principais caraterísticas a cumprir por tipo de unidade são apresentadas de seguida, sendo que existem também recomendações para ordem de grandeza para as extrações de ar por compartimento e as soluções a adotar por serviço hospitalar. UTA Constituição: Módulo de entrada de ar novo com registo; Módulo de mistura (caso haja recirculação); Módulo de pré-filtragem (mínimo F5); Módulo de arrefecimento e separador de gotas (tabuleiro de aço inox e sifão para condensados); Módulo de aquecimento; Módulo de humidificação (opcional), incluindo tabuleiro de aço inox, sifão para condensados, óculo e iluminação a 24 V; Módulo de ventilação (óculo e iluminação a 24 V); Atenuador de ruído (opcional); Módulo de filtragem (mínimo F7 a F9);
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 78 Tiago Machado Especificações: 4 tubos, tudo-ar; Função: tratar o ar a insuflar nas zonas com condicionamento do tipo tudo ar; Localização: pisos técnicos (não se aceitam montagens no tecto falso); Outras restrições: possibilidade de arrefecimento gratuito e obrigatoriedade de recuperação de energia sensível para caudais de insuflação superiores a 10000 m3/h e caudais de ar novo superiores a 13000 m3/h, respetivamente. UTAN Constituição: Módulo de entrada de ar novo com registo; Módulo de pré-filtragem (mínimo F5); Módulo de arrefecimento/aquecimento e separador de gotas (tabuleiro de aço inox e sifão para condensados); Módulo de ventilação (óculo e iluminação a 24 V); Atenuador de ruído (opcional); Módulo de filtragem (mínimo F7 a F9); Especificações: poderá recorrer-se a 4 tubos, se as condições o exigirem; Função: pré-tratar o ar novo para as zonas com VC; Localização: pisos técnicos (não se aceitam montagens no tecto falso); Outras restrições: obrigatória a recuperação de energia sensível para caudais de ar novo superiores a 13000 m3/h. UTV Constituição: Caixa de mistura ar novo/recirculado; Filtragem (G4); Baterias de arrefecimento/aquecimento; Ventilador de 3 velocidades; Função: tratar o ambiente das salas de alguns serviços; Outras restrições: horizontal em teto falso ou de balcão, a 2 ou 4 tubos. [9]
Anexos Tiago Machado 79 7.4. Dados da temperatura e humidade registados com os dataloggers Os dados da temperatura e humidade registados pelos equipamentos dataloggers são aqui apresentados. 7.4.1. Gabinete médico Tabela 25 – Dados do gabinete médico Data Hora Insuflação (%HR) Insuflação (°C) Interior (%HR) Interior (°C) 18-12-2012 16:04:01 56,1 22,2 56,1 22,8 18-12-2012 16:09:01 63,4 18,8 53,7 22,7 18-12-2012 16:14:01 50,9 22 52,9 22,8 18-12-2012 16:19:01 45,2 24,4 53,6 23,2 18-12-2012 16:24:01 42,1 25,9 52,9 23,7 18-12-2012 16:29:01 40,5 26,8 52,9 23,9 18-12-2012 16:34:01 46,9 24,6 53,2 23,7 18-12-2012 16:39:01 62,5 20,9 56,1 23,3 18-12-2012 16:44:01 70,2 18,9 56,4 23,2 18-12-2012 16:49:01 76,1 17,6 57,1 22,9 18-12-2012 16:54:01 79,8 16,7 58,2 22,7 18-12-2012 16:59:01 81,8 16,2 57,4 22,6 18-12-2012 17:04:01 83,6 15,7 56,8 22,6 18-12-2012 17:09:01 84,4 15,3 56,8 22,4 18-12-2012 17:14:01 88,0 15,3 56,5 22,4 18-12-2012 17:19:01 72,7 17,9 55,4 22,6 18-12-2012 17:24:01 54,3 21,5 52,9 22,9 18-12-2012 17:29:01 45,1 23,7 51,2 23,1 18-12-2012 17:34:01 41,2 24,7 50 23,3 18-12-2012 17:39:01 39,0 25,2 48,9 23,4 18-12-2012 17:44:01 44,4 22,5 48,9 23,1 18-12-2012 17:49:01 58,3 18,7 51 22,7 18-12-2012 17:54:01 73,4 16,8 52,3 22,7 18-12-2012 17:59:01 80,0 15,9 53 22,4 18-12-2012 18:04:01 85,2 15,7 54,6 22,2 18-12-2012 18:09:01 87,8 15,6 55,9 22,1 18-12-2012 18:14:01 89,3 15,7 57,3 22 18-12-2012 18:19:01 90,2 16,2 58,8 22,1 18-12-2012 18:24:01 78,2 18,3 58,4 22,3 18-12-2012 18:29:01 56,4 22,1 55,9 22,7 18-12-2012 18:34:01 46,2 24,5 53,7 23 18-12-2012 18:39:01 41,1 25,7 51,9 23,3
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 80 Tiago Machado 18-12-2012 18:44:01 38,3 26,3 50,4 23,5 18-12-2012 18:49:01 36,8 26,4 50,9 23,6 18-12-2012 18:54:01 41,8 23,8 50,2 23,6 18-12-2012 18:59:01 55,0 19,9 50,2 23,3 18-12-2012 19:04:01 64,7 17,5 50,5 23 18-12-2012 19:09:01 70,9 16,2 50,5 22,8 18-12-2012 19:14:01 77,6 15,4 51,5 22,7 18-12-2012 19:19:01 83,3 15,8 52,7 22,7 18-12-2012 19:24:01 64,6 19,5 52,2 23,1 18-12-2012 19:29:01 48,7 23,4 51,9 23,4 18-12-2012 19:34:01 42,5 25,7 51,3 23,8 18-12-2012 19:39:01 38,6 26,9 49,9 24,1 18-12-2012 19:44:01 40,0 25,9 49,8 23,8 18-12-2012 19:49:01 53,5 21,7 51 23,3 18-12-2012 19:54:01 63,0 18,9 51,6 22,8 18-12-2012 19:59:01 69,8 17,3 51,8 22,6 18-12-2012 20:04:01 75,0 16,2 51,8 22,3 18-12-2012 20:09:01 78,0 15,5 51,7 22,2 18-12-2012 20:14:01 80,6 15 52,5 22,2 18-12-2012 20:19:01 82,1 15,8 53 22,4 18-12-2012 20:24:01 55,8 20,5 51,2 22,9 18-12-2012 20:29:01 40,5 24,3 49 23,4 18-12-2012 20:34:01 35,9 26,3 47,6 23,8 18-12-2012 20:39:01 32,8 27,6 46,7 24,2 18-12-2012 20:44:01 32,1 28,2 47,3 24,4 18-12-2012 20:49:01 37,9 25,5 47,2 24,1 18-12-2012 20:54:01 53,9 20,9 48,7 23,4 18-12-2012 20:59:01 65,0 18,2 49,8 22,8 18-12-2012 21:04:01 70,7 16,9 50,1 22,6 18-12-2012 21:09:01 73,0 16,3 49,9 22,4 18-12-2012 21:14:01 73,1 16,4 49,9 22,3 18-12-2012 21:19:01 58,2 19,8 48,8 22,6 18-12-2012 21:24:01 41,9 23,9 46,8 23,1 18-12-2012 21:29:01 34,8 26,3 45,2 23,4 18-12-2012 21:34:01 31,4 27,4 44 23,8 18-12-2012 21:39:01 30,0 27,8 43,2 23,9 18-12-2012 21:44:01 36,5 24,8 43,7 23,6 18-12-2012 21:49:01 50,8 20,1 44,9 22,9 18-12-2012 21:54:01 61,9 17,3 46 22,6 18-12-2012 21:59:01 72,8 15,9 47,5 22,3 18-12-2012 22:04:01 77,0 15,3 48,9 22,1 18-12-2012 22:09:01 73,3 17 50,3 22,3 18-12-2012 22:14:01 50,9 21,8 48,9 23 18-12-2012 22:19:01 39,0 25,3 46,9 23,3
Anexos Tiago Machado 81 18-12-2012 22:24:01 33,1 27,3 45,7 23,6 18-12-2012 22:29:01 30,2 28,4 44,8 23,9 18-12-2012 22:34:01 32,0 27,2 45,1 23,7 18-12-2012 22:39:01 44,4 22,7 46,5 23,2 18-12-2012 22:44:01 56,0 19,5 47,6 22,8 18-12-2012 22:49:01 63,6 17,7 48,5 22,4 18-12-2012 22:54:01 69,8 16,5 48,9 22,3 18-12-2012 22:59:01 74,0 15,7 49,3 22,2 18-12-2012 23:04:01 75,8 16,2 49,7 22,2 18-12-2012 23:09:01 53,9 20,7 48,5 22,4 18-12-2012 23:14:01 39,7 24,2 46,6 22,9 18-12-2012 23:19:01 35,6 25,9 45,8 23,2 18-12-2012 23:24:01 32,8 27 45 23,5 18-12-2012 23:29:01 32,2 27,6 44,9 23,7 18-12-2012 23:34:01 37,0 25,3 45,8 23,4 18-12-2012 23:39:01 51,4 21 47,3 22,9 18-12-2012 23:44:01 61,4 18,4 48,6 22,6 18-12-2012 23:49:01 67,1 17,3 49 22,4 18-12-2012 23:54:01 70,1 16,8 49,4 22,2 18-12-2012 23:59:01 71,1 17 49,9 22,2 19-12-2012 00:04:01 52,7 21,4 48,9 22,6 19-12-2012 00:09:01 40,0 25 47,3 23 19-12-2012 00:14:01 34,3 26,8 46,2 23,3 19-12-2012 00:19:01 32,4 27,5 45,5 23,6 19-12-2012 00:24:01 32,6 27 45,2 23,6 19-12-2012 00:29:01 42,4 22,9 46,3 23,2 19-12-2012 00:34:01 55,7 19 46,9 22,9 19-12-2012 00:39:01 65,5 16,7 47,1 22,7 19-12-2012 00:44:01 75,8 15,5 49,3 22,5 19-12-2012 00:49:01 81,5 15,7 51,1 22,5 19-12-2012 00:54:01 60,4 20,2 50,2 22,8 19-12-2012 00:59:01 44,3 24,2 49,2 23,5 19-12-2012 01:04:01 38,2 26,5 48,5 23,8 19-12-2012 01:09:01 35,2 27,7 48 24,2 19-12-2012 01:14:01 34,3 28 48,1 24,4 19-12-2012 01:19:01 43,6 24,5 48,7 23,8 19-12-2012 01:24:01 58,9 20,5 50,9 23,2 19-12-2012 01:29:01 66,5 18,4 51,4 22,9 19-12-2012 01:34:01 72,5 17,2 51,9 22,6 19-12-2012 01:39:01 76,0 16,3 51,9 22,5 19-12-2012 01:44:01 79,5 15,7 52,3 22,3 19-12-2012 01:49:01 73,9 17,2 51,9 22,4 19-12-2012 01:54:01 50,7 21,8 49,6 22,8 19-12-2012 01:59:01 38,6 25,2 47 23,3
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 82 Tiago Machado 19-12-2012 02:04:01 32,5 26,8 45,4 23,7 19-12-2012 02:09:01 31,9 27,8 45 23,9 19-12-2012 02:14:01 30,9 28,3 45 24 19-12-2012 02:19:01 37,8 25,4 45,9 23,7 19-12-2012 02:24:01 54,3 20,8 48,2 23,2 19-12-2012 02:29:01 66,5 18,2 50,1 22,7 19-12-2012 02:34:01 75,1 16,9 52 22,4 19-12-2012 02:39:01 79,9 16,2 53,3 22,3 19-12-2012 02:44:01 83,1 15,9 54,2 22,2 19-12-2012 02:49:01 75,8 17,8 54 22,3 19-12-2012 02:54:01 52,2 22,4 51,7 22,8 19-12-2012 02:59:01 41,5 25,3 49,5 23,3 19-12-2012 03:04:01 36,8 26,6 48 23,6 19-12-2012 03:09:01 34,1 27,2 46,8 23,8 19-12-2012 03:14:01 33,6 26,9 46 23,8 19-12-2012 03:19:01 41,0 23,4 46,6 23,4 19-12-2012 03:24:01 53,7 19,6 49,1 22,8 19-12-2012 03:29:01 64,9 17,3 49,2 22,6 19-12-2012 03:34:01 71,5 16,4 49,5 22,3 19-12-2012 03:39:01 77,5 16,1 50,8 22,2 19-12-2012 03:44:01 64,7 19,2 50,6 22,4 19-12-2012 03:49:01 47,1 23,7 49,5 22,9 19-12-2012 03:54:01 38,9 26,4 48,5 23,4 19-12-2012 03:59:01 34,9 27,9 47,8 23,8 19-12-2012 04:04:01 32,9 28,7 47,3 24 19-12-2012 04:09:01 39,0 25,9 47,9 23,7 19-12-2012 04:14:01 53,4 21,4 49,5 23,1 19-12-2012 04:19:01 63,6 18,8 50,6 22,7 19-12-2012 04:24:01 70,1 17,3 51 22,4 19-12-2012 04:29:01 75,5 16,3 51,4 22,2 19-12-2012 04:34:01 78,9 15,5 51,9 22,1 19-12-2012 04:39:01 72,4 17,3 51,8 22,2 19-12-2012 04:44:01 48,5 22,3 50,3 22,9 19-12-2012 04:49:01 36,5 25,6 49 23,4 19-12-2012 04:54:01 33,5 27,4 46,4 23,8 19-12-2012 04:59:01 30,4 28,5 45,4 24 19-12-2012 05:04:01 31,3 28,4 45,4 24 19-12-2012 05:09:01 41,7 24,2 46,9 23,6 19-12-2012 05:14:01 58,4 20,1 48,9 23 19-12-2012 05:19:01 69,3 17,9 51,8 22,8 19-12-2012 05:24:01 76,3 16,8 52,1 22,7 19-12-2012 05:29:01 81,3 16,3 53 22,4 19-12-2012 05:34:01 80,6 17,4 54 22,4 19-12-2012 05:39:01 56,1 22 52,3 22,8
Anexos Tiago Machado 83 19-12-2012 05:44:01 42,3 25,5 50,1 23,3 19-12-2012 05:49:01 35,2 27,3 48,3 23,7 19-12-2012 05:54:01 32,4 28 47,1 23,9 19-12-2012 05:59:01 32,6 27,3 46,2 23,9 19-12-2012 06:04:01 43,0 22,9 46,8 23,3 19-12-2012 06:09:01 56,5 18,9 47,3 22,8 19-12-2012 06:14:01 65,8 16,7 47,6 22,5 19-12-2012 06:19:01 75,8 15,8 49 22,2 19-12-2012 06:24:01 76,3 16,8 50,2 22,3 19-12-2012 06:29:01 52,5 22 49,2 22,7 19-12-2012 06:34:01 40,2 25,8 48,1 23,3 19-12-2012 06:39:01 34,3 27,8 47,1 23,7 19-12-2012 06:44:01 31,5 29 46,6 24,1 19-12-2012 06:49:01 31,6 28,8 46,5 24,1 19-12-2012 06:54:01 42,2 24,4 47,6 23,6 19-12-2012 06:59:01 56,2 20,4 49 23 19-12-2012 07:04:01 63,1 18,3 49,5 22,7 19-12-2012 07:09:01 68,8 17,1 49,9 22,4 19-12-2012 07:14:01 72,8 16,3 50,8 22,4 19-12-2012 07:19:01 73,0 17 51,4 22,6 19-12-2012 07:24:01 51,5 21,8 49,5 22,9 19-12-2012 07:29:01 38,9 25,3 47,7 23,4 19-12-2012 07:34:01 32,6 27,2 45,7 23,7 19-12-2012 07:39:01 29,5 28 44,1 24 19-12-2012 07:44:01 28,1 28,4 43,4 24,1 19-12-2012 07:49:01 30,7 27,9 43,6 24,1 19-12-2012 07:54:01 40,4 23,9 45,1 23,6 19-12-2012 07:59:01 56,2 20 47 23,1 19-12-2012 08:04:01 66,4 17,9 48,6 22,8 19-12-2012 08:09:01 71,7 16,9 49,4 22,6 19-12-2012 08:14:01 74,0 16,5 50 22,4 19-12-2012 08:19:01 62,3 19,2 50,4 22,7 19-12-2012 08:24:01 45,0 23,3 48,6 23,3 19-12-2012 08:29:01 37,7 25,4 46,2 23,6 19-12-2012 08:34:01 34,3 26,4 45,2 23,7 19-12-2012 08:39:01 33,2 26,7 44,6 23,8 19-12-2012 08:44:01 40,1 23,5 45,8 23,5 19-12-2012 08:49:01 54,2 19,5 47,5 23,1 19-12-2012 08:54:01 63,9 17,2 47,9 22,9 19-12-2012 08:59:01 70,4 15,9 48,8 22,6 19-12-2012 09:04:01 75,8 15,4 48,6 22,5 19-12-2012 09:09:01 62,3 18 47,5 22,6 19-12-2012 09:14:01 50,3 21,2 46,9 22,8 19-12-2012 09:19:01 44,1 23,3 47,6 23,2
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 84 Tiago Machado 19-12-2012 09:24:01 40,9 24,4 47,1 23,5 19-12-2012 09:29:01 37,6 25,3 45,7 23,7 19-12-2012 09:34:01 35,8 25,7 44,6 23,8 19-12-2012 09:39:01 38,9 24 44,4 23,4 19-12-2012 09:44:01 48,5 21 45,8 23,1 19-12-2012 09:49:01 57,4 18,6 46,3 23 19-12-2012 09:54:01 63,5 17,2 46,4 22,8 19-12-2012 09:59:01 68,2 16,3 47,3 22,6 19-12-2012 10:04:01 71,9 15,6 47,7 22,5 19-12-2012 10:09:01 74,7 15,2 47,4 22,5 19-12-2012 10:14:01 76,9 14,8 47,7 22,4 19-12-2012 10:19:01 68,4 17 47,4 22,6 19-12-2012 10:24:01 49,7 21,2 46,3 22,9 19-12-2012 10:29:01 40,4 23,7 45,4 23,2 19-12-2012 10:34:01 36,8 24,9 45,3 23,5 19-12-2012 10:39:01 34,9 25,5 44,2 23,7 19-12-2012 10:44:01 35,3 25,2 43,9 23,7 19-12-2012 10:49:01 43,2 21,8 44,2 23,4 19-12-2012 10:54:01 58,3 18,5 46,3 23,1 19-12-2012 10:59:01 66,5 16,7 46,8 22,9 19-12-2012 11:04:01 70,8 16 46,6 22,7 19-12-2012 11:09:01 72,0 15,8 47,3 22,5 19-12-2012 11:14:01 71,3 15,9 47,4 22,6 19-12-2012 11:19:01 68,4 16,9 47,6 22,7 19-12-2012 11:24:01 54,8 20 46,5 23 19-12-2012 11:29:01 43,2 23 45,5 23,2 19-12-2012 11:34:01 38,6 24,4 44,8 23,4 19-12-2012 11:39:01 36,9 25,1 44,2 23,7 19-12-2012 11:44:01 36,8 24,8 44,6 23,7 19-12-2012 11:49:01 48,0 20,8 44,7 23,4 19-12-2012 11:54:01 60,5 17,9 45,2 23,1 19-12-2012 11:59:01 68,7 16,2 47 22,8 19-12-2012 12:04:01 74,5 15,2 47,5 22,7 19-12-2012 12:09:01 77,2 14,6 48,5 22,5 19-12-2012 12:14:01 80,8 14,3 48,9 22,4 19-12-2012 12:19:01 72,5 16,4 49,4 22,6 19-12-2012 12:24:01 53,4 20,5 47 22,9 19-12-2012 12:29:01 42,8 23,1 46,3 23,3 19-12-2012 12:34:01 38,4 24,4 45,3 23,7 19-12-2012 12:39:01 38,3 25,1 45,5 23,9 19-12-2012 12:44:01 39,0 24,9 46,2 23,9 19-12-2012 12:49:01 49,8 21,7 47,5 23,6 19-12-2012 12:54:01 61,2 18,7 48,3 23,3 19-12-2012 12:59:01 67,6 17,3 48,1 23
Anexos Tiago Machado 85 19-12-2012 13:04:01 70,2 16,7 48,6 22,8 19-12-2012 13:09:01 71,6 16,4 47,9 22,8 19-12-2012 13:14:01 72,7 16,4 48,9 22,7 19-12-2012 13:19:01 65,3 18,2 49,6 22,9 19-12-2012 13:24:01 51,3 21,6 47,8 23,2 19-12-2012 13:29:01 42,5 23,9 46,6 23,4 19-12-2012 13:34:01 39,4 25,1 45,7 23,6 19-12-2012 13:39:01 37,4 25,7 45,7 23,7 19-12-2012 13:44:01 36,9 25,7 45,8 23,8 19-12-2012 13:49:01 42,6 23 46,2 23,7 19-12-2012 13:54:01 56,4 19,2 46,9 23,4 19-12-2012 13:59:01 67,0 16,8 47,5 23 19-12-2012 14:04:01 73,8 15,6 47,7 22,8 19-12-2012 14:09:01 77,5 14,9 48,3 22,6 19-12-2012 14:14:01 79,7 14,4 48,6 22,5 19-12-2012 14:19:01 80,9 15,3 49,1 22,5 19-12-2012 14:24:01 57,9 19,4 47,7 22,9 19-12-2012 14:29:01 43,8 22,9 46,1 23,2 19-12-2012 14:34:01 40,7 25 46,2 23,4 19-12-2012 14:39:01 37,2 26,3 45,8 23,7 19-12-2012 14:44:01 37,9 25,9 46 23,7 19-12-2012 14:49:01 50,4 21,9 47,5 23,2 19-12-2012 14:54:01 61,8 18,9 48,7 22,8 19-12-2012 14:59:01 66,7 17,4 48,9 22,6 19-12-2012 15:04:01 70,3 16,6 48,8 22,4 19-12-2012 15:09:01 72,8 16 49 22,3 19-12-2012 15:14:01 75,3 15,5 49,2 22,1 19-12-2012 15:19:01 77,4 15,2 49,4 22,1 19-12-2012 15:24:01 78,4 14,9 50,3 22,1 19-12-2012 15:29:01 81,8 15,1 50,6 22,3 19-12-2012 15:34:01 62,3 18,8 49,3 22,7 19-12-2012 15:39:01 47,0 22,5 48,3 23,1 19-12-2012 15:44:01 39,7 24,6 47 23,3 19-12-2012 15:49:01 36,3 25,7 46,3 23,7 19-12-2012 15:54:01 34,4 26 45,4 23,8 19-12-2012 15:59:01 39,9 23,3 44,7 23,5 19-12-2012 16:04:01 53,9 19,1 45,5 22,9 19-12-2012 16:09:01 65,9 16,5 46,6 22,5 19-12-2012 16:14:01 74,1 15 47,6 22,3 19-12-2012 16:19:01 80,3 14,5 48,6 22,2 19-12-2012 16:24:01 87,0 14,7 50 22,1 19-12-2012 16:29:01 63,1 18,8 49,6 22,4 19-12-2012 16:34:01 45,1 23 47,5 22,9 19-12-2012 16:39:01 36,8 25,6 45,7 23,3
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 92 Tiago Machado 20-12-2012 14:44:01 75,9 15,6 48,5 22,8 20-12-2012 14:49:01 84,5 14,9 50,2 22,4 20-12-2012 14:54:01 90,3 14,5 51,9 22,3 20-12-2012 14:59:01 92,8 14,6 53,5 22,2 20-12-2012 15:04:01 95,3 14,8 55,2 22,1 20-12-2012 15:09:01 95,3 14,9 56 22,1 20-12-2012 15:14:01 94,8 14,9 56,8 22 20-12-2012 15:19:01 93,2 15,2 57 22,1 20-12-2012 15:24:01 80,1 17,2 56,2 22,2 20-12-2012 15:29:01 63,5 20,1 55,1 22,5 20-12-2012 15:34:01 53,8 21,9 53,2 22,8 20-12-2012 15:39:01 49,6 22,6 53 23,2 20-12-2012 15:44:01 47,0 23,1 51,6 23,4 20-12-2012 15:49:01 50,1 21,6 50,8 23,3 20-12-2012 15:54:01 62,1 18,3 51,2 23,1 20-12-2012 15:59:01 73,6 16,1 51,1 22,8 20-12-2012 16:04:01 80,8 14,9 50,8 22,5 20-12-2012 16:09:01 84,0 14,1 51,5 22,2 20-12-2012 16:14:01 85,9 13,7 51,7 21,9 20-12-2012 16:19:01 86,9 13,4 51,9 21,9 20-12-2012 16:24:01 90,6 13,5 52,8 21,9 20-12-2012 16:29:01 74,2 16,8 52,4 22,3 20-12-2012 16:34:01 58,3 20,6 51,6 22,8 20-12-2012 16:39:01 49,8 23,1 51,1 23,1 20-12-2012 16:44:01 45,9 24,7 50,8 23,3 20-12-2012 16:49:01 44,7 25,2 50,9 23,4 20-12-2012 16:54:01 57,0 21,6 53 23,1 20-12-2012 16:59:01 68,8 18,8 55,1 22,9 20-12-2012 17:04:01 76,9 17,1 55,5 22,7 20-12-2012 17:09:01 82,1 16,1 57,8 22,5 7.4.2. Sala de enfermagem Tabela 26 – Dados da sala de enfermagem Data Hora Insuflação (%HR) Insuflação (°C) Interior (%HR) Interior (°C) 18-12-2012 15:55:35 59,6 22,9 58,5 22,2 18-12-2012 16:00:35 82,6 14,5 56,1 21,2 18-12-2012 16:05:35 90,6 15,1 58,8 21,2 18-12-2012 16:10:35 59,1 20,3 53 22,6 18-12-2012 16:15:35 44,2 24,2 51,3 23,5 18-12-2012 16:20:35 39,7 26,3 49,2 24,2 18-12-2012 16:25:35 38,0 27,3 49,5 24,6 18-12-2012 16:30:35 37,3 27,7 49,8 24,6 18-12-2012 16:35:35 52,3 23,1 54,3 23,5
Anexos Tiago Machado 93 18-12-2012 16:40:35 70,7 19,3 56,8 22,9 18-12-2012 16:45:35 78,4 17,6 57,5 22,4 18-12-2012 16:50:35 82,3 16,7 59,3 21,7 18-12-2012 16:55:35 85,5 16 60,2 21,7 18-12-2012 17:00:35 86,6 15,6 59,2 21,6 18-12-2012 17:05:35 88,0 15,2 57,1 21,8 18-12-2012 17:10:35 88,2 14,8 59,8 21,1 18-12-2012 17:15:35 91,1 15,3 59,5 21,3 18-12-2012 17:20:35 64,3 19,7 55,4 22,3 18-12-2012 17:25:35 46,2 23,6 50,4 23,1 18-12-2012 17:30:35 40,5 25,2 48,1 23,6 18-12-2012 17:35:35 37,7 25,8 47,1 23,9 18-12-2012 17:40:35 37,1 25,7 46,3 23,9 18-12-2012 17:45:35 50,7 20,8 48,7 22,8 18-12-2012 17:50:35 68,9 16,9 51,7 22,1 18-12-2012 17:55:35 81,6 15,6 55,7 21,4 18-12-2012 18:00:35 87,2 15,1 57,9 21,1 18-12-2012 18:05:35 89,8 15,2 57,8 21,6 18-12-2012 18:10:35 91,9 15,3 59,6 21,5 18-12-2012 18:15:35 92,8 15,4 62 21,2 18-12-2012 18:20:35 91,3 16,2 63,2 21,3 18-12-2012 18:25:35 70,4 20,2 58,3 22,4 18-12-2012 18:30:35 47,6 24,3 52,8 23,3 18-12-2012 18:35:35 40,3 26,2 49,7 23,9 18-12-2012 18:40:35 36,9 26,9 48,6 24,3 18-12-2012 18:45:35 35,2 27,2 47 24,6 18-12-2012 18:50:35 35,5 26,7 45,9 24,5 18-12-2012 18:55:35 47,3 22,2 48,4 23,6 18-12-2012 19:00:35 63,5 18 47,9 22,9 18-12-2012 19:05:35 73,3 16,1 50,3 22,1 18-12-2012 19:10:35 78,0 15,1 52 21,3 18-12-2012 19:15:35 84,1 14,7 54,5 21,3 18-12-2012 19:20:35 82,8 16,2 54,2 21,8 18-12-2012 19:25:35 54,9 21,9 51,4 22,9 18-12-2012 19:30:35 41,6 25,7 48,8 23,9 18-12-2012 19:35:35 36,7 27,4 47,5 24,6 18-12-2012 19:40:35 34,4 28,2 46,8 24,9 18-12-2012 19:45:35 42,2 24,9 48,7 24,1 18-12-2012 19:50:35 61,5 19,8 51,4 23,1 18-12-2012 19:55:35 71,5 17,3 52,3 22,6 18-12-2012 20:00:35 76,7 16,2 53,6 22,3 18-12-2012 20:05:35 80,9 15,4 54,4 21,9 18-12-2012 20:10:35 83,1 14,9 53 21,9 18-12-2012 20:15:35 84,8 14,4 55,2 21,2
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 94 Tiago Machado 18-12-2012 20:20:35 75,9 16,9 53,1 21,8 18-12-2012 20:25:35 44,9 23,3 47,4 23,3 18-12-2012 20:30:35 33,5 26,7 43,7 24,2 18-12-2012 20:35:35 31,3 28,1 43 24,8 18-12-2012 20:40:35 28,8 29 42,4 25,2 18-12-2012 20:45:35 29,6 28,8 42,5 25,1 18-12-2012 20:50:35 42,8 23,7 46,5 23,7 18-12-2012 20:55:35 62,9 18,8 48,9 22,9 18-12-2012 21:00:35 73,7 16,7 51,9 22,1 18-12-2012 21:05:35 77,0 15,9 52,5 21,6 18-12-2012 21:10:35 77,7 15,7 52,3 21,7 18-12-2012 21:15:35 75,0 16,5 51,7 21,8 18-12-2012 21:20:35 49,0 22,2 47,2 23,2 18-12-2012 21:25:35 35,0 26,3 43,2 24,2 18-12-2012 21:30:35 29,7 28,1 41,2 24,8 18-12-2012 21:35:35 27,9 28,7 40,1 25,1 18-12-2012 21:40:35 28,1 28,3 40,5 24,9 18-12-2012 21:45:35 41,3 22,9 43,3 23,5 18-12-2012 21:50:35 60,0 17,9 47 22,3 18-12-2012 21:55:35 71,8 15,7 49,4 21,7 18-12-2012 22:00:35 79,8 14,9 51,3 21,3 18-12-2012 22:05:35 83,1 14,7 53,5 21,3 18-12-2012 22:10:35 65,9 18,6 50,4 22,4 18-12-2012 22:15:35 41,3 24,6 45,9 23,8 18-12-2012 22:20:35 32,3 27,6 42,9 24,8 18-12-2012 22:25:35 28,5 29 41,1 25,3 18-12-2012 22:30:35 26,8 29,7 40,5 25,5 18-12-2012 22:35:35 34,3 26,2 42,6 24,4 18-12-2012 22:40:35 52,4 20,6 45,3 23,5 18-12-2012 22:45:35 64,2 17,8 47,3 22,7 18-12-2012 22:50:35 70,9 16,4 48,9 22,2 18-12-2012 22:55:35 75,9 15,6 50,7 21,6 18-12-2012 23:00:35 80,1 14,9 52 21,4 18-12-2012 23:05:35 72,1 17,1 50,5 21,9 18-12-2012 23:10:35 44,1 23,2 45,2 23,3 18-12-2012 23:15:35 33,4 26,3 42 24,2 18-12-2012 23:20:35 31,8 27,6 41,5 24,7 18-12-2012 23:25:35 29,3 28,3 41,1 25,2 18-12-2012 23:30:35 29,8 28,3 41,5 25,1 18-12-2012 23:35:35 41,1 23,7 44 24,2 18-12-2012 23:40:35 59,7 19 46 23,4 18-12-2012 23:45:35 69,6 17 48,2 22,7 18-12-2012 23:50:35 73,2 16,3 49,3 22,1 18-12-2012 23:55:35 74,7 16,2 49,6 22
Anexos Tiago Machado 95 19-12-2012 00:00:35 70,5 17,6 49,8 22,2 19-12-2012 00:05:35 43,0 24 45,7 23,6 19-12-2012 00:10:35 33,3 27,2 42,8 24,4 19-12-2012 00:15:35 30,2 28,2 41,4 24,9 19-12-2012 00:20:35 29,1 28,6 41,2 25,2 19-12-2012 00:25:35 32,9 26,7 42,5 24,4 19-12-2012 00:30:35 50,2 20,8 45,3 23,1 19-12-2012 00:35:35 65,6 17 47,4 22,2 19-12-2012 00:40:35 74,4 15,3 49,2 21,6 19-12-2012 00:45:35 82,0 14,7 51,8 21,2 19-12-2012 00:50:35 81,7 16,1 52,2 21,7 19-12-2012 00:55:35 49,4 22,8 48 23,2 19-12-2012 01:00:35 37,3 26,6 45,5 24,3 19-12-2012 01:05:35 32,9 28,3 43,7 24,9 19-12-2012 01:10:35 31,3 29,2 43,3 25,4 19-12-2012 01:15:35 32,9 28,3 44,8 24,8 19-12-2012 01:20:35 50,5 22,5 48,6 23,8 19-12-2012 01:25:35 67,3 18,7 50,7 23,1 19-12-2012 01:30:35 73,9 17,1 51,9 22,4 19-12-2012 01:35:35 78,5 16,2 53,6 21,9 19-12-2012 01:40:35 81,9 15,5 53,3 21,8 19-12-2012 01:45:35 85,1 15,1 55,4 21,6 19-12-2012 01:50:35 66,1 18,8 53 22,6 19-12-2012 01:55:35 41,1 24,4 46,8 23,7 19-12-2012 02:00:35 31,8 27,3 42,4 24,6 19-12-2012 02:05:35 28,8 28,4 41,5 25,1 19-12-2012 02:10:35 28,2 29,2 40,9 25,5 19-12-2012 02:15:35 29,3 28,8 41,6 25,3 19-12-2012 02:20:35 42,6 23,7 44,7 23,9 19-12-2012 02:25:35 64,0 18,7 47,4 23,3 19-12-2012 02:30:35 75,9 16,7 51,5 22,3 19-12-2012 02:35:35 82,6 15,9 53,7 21,8 19-12-2012 02:40:35 85,7 15,6 55,6 21,4 19-12-2012 02:45:35 88,1 15,5 57,2 21,6 19-12-2012 02:50:35 66,4 19,7 52,6 22,8 19-12-2012 02:55:35 43,4 24,9 47,7 23,8 19-12-2012 03:00:35 35,2 27,2 44,8 24,5 19-12-2012 03:05:35 32,7 27,9 43,3 24,8 19-12-2012 03:10:35 31,1 28,2 41,8 25 19-12-2012 03:15:35 33,0 26,8 42,4 24,6 19-12-2012 03:20:35 47,5 21,5 44,1 23,4 19-12-2012 03:25:35 62,4 17,7 46,4 22,4 19-12-2012 03:30:35 74,4 16 48,6 22,1 19-12-2012 03:35:35 77,7 15,6 50,1 21,7
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 96 Tiago Machado 19-12-2012 03:40:35 85,8 15,8 51,9 21,9 19-12-2012 03:45:35 56,3 21,4 48,9 23,1 19-12-2012 03:50:35 38,9 26,3 46 24,2 19-12-2012 03:55:35 33,1 28,4 44,2 24,9 19-12-2012 04:00:35 30,5 29,4 43,3 25,4 19-12-2012 04:05:35 30,3 29,4 43,2 25,3 19-12-2012 04:10:35 43,8 24,1 46,4 24,1 19-12-2012 04:15:35 61,5 19,4 48,3 23,2 19-12-2012 04:20:35 72,3 17,3 50,2 22,6 19-12-2012 04:25:35 77,2 16,2 50,9 22,2 19-12-2012 04:30:35 81,5 15,4 51,7 21,8 19-12-2012 04:35:35 84,9 14,9 52,7 21,8 19-12-2012 04:40:35 63,2 19,2 49,2 22,5 19-12-2012 04:45:35 39,2 25,1 44,2 23,7 19-12-2012 04:50:35 29,9 27,8 41,3 24,6 19-12-2012 04:55:35 28,7 29,1 40,5 25,2 19-12-2012 05:00:35 27,2 29,8 40,3 25,5 19-12-2012 05:05:35 30,4 28,3 42 24,8 19-12-2012 05:10:35 49,6 22 46,3 23,4 19-12-2012 05:15:35 67,7 18,1 49,6 22,6 19-12-2012 05:20:35 78,1 16,6 53 22 19-12-2012 05:25:35 83,2 15,9 53,6 22 19-12-2012 05:30:35 86,7 15,7 56,2 21,8 19-12-2012 05:35:35 73,9 18,7 54,9 22,4 19-12-2012 05:40:35 45,3 24,7 49,1 23,7 19-12-2012 05:45:35 34,5 27,7 45,5 24,6 19-12-2012 05:50:35 30,7 28,8 43,5 25,1 19-12-2012 05:55:35 29,0 29,2 42 25,2 19-12-2012 06:00:35 33,2 26,7 42,7 24,5 19-12-2012 06:05:35 51,4 20,6 44,3 23,6 19-12-2012 06:10:35 66,5 17 44,9 23,1 19-12-2012 06:15:35 75,3 15,3 46,1 22,7 19-12-2012 06:20:35 82,2 14,8 49,7 21,9 19-12-2012 06:25:35 70,2 18,2 49,2 22,6 19-12-2012 06:30:35 42,3 24,9 46 23,8 19-12-2012 06:35:35 32,9 28,2 43,8 24,6 19-12-2012 06:40:35 29,3 29,7 42,7 25,2 19-12-2012 06:45:35 28,1 30,4 42,1 25,6 19-12-2012 06:50:35 31,3 28,6 43,2 24,9 19-12-2012 06:55:35 49,7 22,2 46 23,8 19-12-2012 07:00:35 64,8 18,5 47,2 23,2 19-12-2012 07:05:35 70,5 17 48,1 22,8 19-12-2012 07:10:35 75,2 16,2 48,9 22,2 19-12-2012 07:15:35 78,7 15,6 51,4 21,7
Anexos Tiago Machado 97 19-12-2012 07:20:35 67,4 18,4 49,4 22,5 19-12-2012 07:25:35 42,1 24,4 45,3 23,7 19-12-2012 07:30:35 31,9 27,6 42,4 24,6 19-12-2012 07:35:35 28,0 28,8 40,4 25,1 19-12-2012 07:40:35 26,0 29,3 38,9 25,3 19-12-2012 07:45:35 26,3 29,3 39,3 25,4 19-12-2012 07:50:35 29,9 27,9 41,3 24,9 19-12-2012 07:55:35 48,7 21,8 44,9 23,6 19-12-2012 08:00:35 65,2 18,1 48,3 22,7 19-12-2012 08:05:35 74,7 16,6 50,4 22,4 19-12-2012 08:10:35 77,7 16,1 51,1 22,4 19-12-2012 08:15:35 78,4 16,2 51,1 22,6 19-12-2012 08:20:35 54,3 21,2 47,3 23,4 19-12-2012 08:25:35 37,9 25,6 43,9 24,1 19-12-2012 08:30:35 32,9 27,1 41,9 24,5 19-12-2012 08:35:35 31,0 27,6 41,5 24,9 19-12-2012 08:40:35 31,9 26,9 40,7 24,6 19-12-2012 08:45:35 46,3 21,7 42,9 23,4 19-12-2012 08:50:35 63,2 17,6 45,5 22,5 19-12-2012 08:55:35 72,4 15,8 47,9 21,9 19-12-2012 09:00:35 77,2 14,9 50,3 21,3 19-12-2012 09:05:35 79,2 15,2 51,4 21,4 19-12-2012 09:10:35 55,6 19,7 49,5 21,9 19-12-2012 09:15:35 44,4 23 46,3 23,2 19-12-2012 09:20:35 39,5 24,8 44,3 23,6 19-12-2012 09:25:35 37,4 25,6 43,5 24 19-12-2012 09:30:35 34,6 26,2 42 24,2 19-12-2012 09:35:35 34,0 26,2 41,5 24,1 19-12-2012 09:40:35 42,1 22,9 43,4 23,3 19-12-2012 09:45:35 54,4 19,4 45,2 22,9 19-12-2012 09:50:35 64,2 17,3 45,4 22,5 19-12-2012 09:55:35 70,0 16,2 46,2 22,1 19-12-2012 10:00:35 73,8 15,5 48,1 21,5 19-12-2012 10:05:35 76,8 14,9 49,3 21,3 19-12-2012 10:10:35 78,2 14,6 49,5 21,2 19-12-2012 10:15:35 80,0 14,5 50,4 21,2 19-12-2012 10:20:35 60,3 18,9 47,3 22,2 19-12-2012 10:25:35 41,6 23,5 44,1 23,2 19-12-2012 10:30:35 35,6 25,4 42,2 23,7 19-12-2012 10:35:35 33,2 26,2 41,3 24,1 19-12-2012 10:40:35 32,2 26,4 40,3 24,2 19-12-2012 10:45:35 34,9 25 41,1 23,7 19-12-2012 10:50:35 50,0 20,1 44,2 22,6 19-12-2012 10:55:35 67,2 16,8 46,5 22,1
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 98 Tiago Machado 19-12-2012 11:00:35 74,0 15,6 47,5 21,8 19-12-2012 11:05:35 75,9 15,3 48,8 21,4 19-12-2012 11:10:35 75,7 15,4 49,1 21,3 19-12-2012 11:15:35 74,6 15,7 48,7 21,5 19-12-2012 11:20:35 64,7 17,7 48,1 21,8 19-12-2012 11:25:35 47,5 22 45,6 22,8 19-12-2012 11:30:35 37,9 24,7 43,4 23,6 19-12-2012 11:35:35 35,1 25,7 42,6 23,9 19-12-2012 11:40:35 34,1 26 42,1 24,1 19-12-2012 11:45:35 37,5 24,2 42,8 23,3 19-12-2012 11:50:35 55,6 18,9 46,2 22,3 19-12-2012 11:55:35 69,0 16,3 47,9 21,8 19-12-2012 12:00:35 76,2 15,1 49,3 21,4 19-12-2012 12:05:35 79,2 14,4 49,1 21,6 19-12-2012 12:10:35 81,7 13,9 50,8 20,9 19-12-2012 12:15:35 84,9 14,1 52,7 21,1 19-12-2012 12:20:35 65,1 18,1 48,6 21,9 19-12-2012 12:25:35 44,6 22,8 45,6 22,8 19-12-2012 12:30:35 37,5 24,8 43,6 23,3 19-12-2012 12:35:35 34,9 25,7 42,3 23,8 19-12-2012 12:40:35 36,0 26,2 42,7 23,9 19-12-2012 12:45:35 38,8 24,7 44,6 23,3 19-12-2012 12:50:35 57,0 20 47,7 22,4 19-12-2012 12:55:35 69,4 17,2 50 21,8 19-12-2012 13:00:35 73,7 16,3 50,6 21,6 19-12-2012 13:05:35 74,4 16,2 51,5 21,3 19-12-2012 13:10:35 75,6 16 51,9 21,4 19-12-2012 13:15:35 74,7 16,3 51,6 21,4 19-12-2012 13:20:35 59,9 19,6 49,3 22,2 19-12-2012 13:25:35 44,2 23,7 46,5 23,1 19-12-2012 13:30:35 37,9 25,6 44,6 23,7 19-12-2012 13:35:35 35,9 26,2 43,6 24,1 19-12-2012 13:40:35 34,5 26,5 42,8 24,2 19-12-2012 13:45:35 35,2 26 43 23,9 19-12-2012 13:50:35 48,6 21,3 44,8 23,1 19-12-2012 13:55:35 65,8 17,3 47 22,1 19-12-2012 14:00:35 75,7 15,4 48,9 21,4 19-12-2012 14:05:35 79,8 14,6 50,2 21,1 19-12-2012 14:10:35 82,1 14,1 50,7 21,3 19-12-2012 14:15:35 84,7 13,8 52,1 21,3 19-12-2012 14:20:35 75,9 16,3 49,9 21,9 19-12-2012 14:25:35 48,4 21,9 46,9 22,8 19-12-2012 14:30:35 37,5 25,2 44,7 23,6 19-12-2012 14:35:35 35,3 26,7 44,2 24,2
Anexos Tiago Machado 99 19-12-2012 14:40:35 33,3 27,6 43,2 24,5 19-12-2012 14:45:35 38,3 25,6 46,9 22,9 19-12-2012 14:50:35 58,7 19,9 50,9 22,2 19-12-2012 14:55:35 69,6 17,4 51,4 22,1 19-12-2012 15:00:35 72,8 16,4 51,6 21,7 19-12-2012 15:05:35 75,3 15,9 50,5 21,7 19-12-2012 15:10:35 77,5 15,4 51,9 21,1 19-12-2012 15:15:35 79,6 15,1 51,8 21,2 19-12-2012 15:20:35 80,8 14,8 52,4 21 19-12-2012 15:25:35 81,4 14,4 53 21 19-12-2012 15:30:35 81,7 15,5 52,1 21,5 19-12-2012 15:35:35 53,6 21,1 48,8 22,5 19-12-2012 15:40:35 39,6 24,8 46 23,5 19-12-2012 15:45:35 34,7 26,2 44,1 24,1 19-12-2012 15:50:35 32,5 26,9 42,5 24,4 19-12-2012 15:55:35 32,4 26,6 42,1 24,1 19-12-2012 16:00:35 45,3 21,7 43,9 22,9 19-12-2012 16:05:35 63,8 17,1 50,4 22,2 19-12-2012 16:10:35 75,2 15 51,6 21,7 19-12-2012 16:15:35 81,5 14,1 51,9 21,3 19-12-2012 16:20:35 85,0 13,9 53,4 21,1 19-12-2012 16:25:35 86,7 15,3 52,3 21,6 19-12-2012 16:30:35 53,0 21,3 48,2 22,7 19-12-2012 16:35:35 37,1 25,6 45,2 23,6 19-12-2012 16:40:35 31,0 27,6 44 24,3 19-12-2012 16:45:35 28,1 28,6 42,2 24,8 19-12-2012 16:50:35 29,3 27,7 42,4 24,6 19-12-2012 16:55:35 44,1 22,3 44,3 23,8 19-12-2012 17:00:35 60,0 18,2 46,2 22,8 19-12-2012 17:05:35 69,7 16,4 48 22,1 19-12-2012 17:10:35 74,6 15,4 49,7 21,4 19-12-2012 17:15:35 78,1 14,8 49,4 21,3 19-12-2012 17:20:35 79,9 14,3 51,4 21 19-12-2012 17:25:35 84,0 14,4 50,7 21,5 19-12-2012 17:30:35 59,0 19,3 48,3 22,2 19-12-2012 17:35:35 40,1 24,1 44,5 23,1 19-12-2012 17:40:35 33,2 26,3 42,1 23,8 19-12-2012 17:45:35 30,1 27,3 41 24,2 19-12-2012 17:50:35 30,6 27,9 41,3 24,5 19-12-2012 17:55:35 29,4 28,3 42 24,8 19-12-2012 18:00:35 30,7 27,5 41,7 24,4 19-12-2012 18:05:35 42,4 22,9 44,1 23,4 19-12-2012 18:10:35 56,8 19,1 47 22,7 19-12-2012 18:15:35 64,6 17,6 47,9 22,4
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 100 Tiago Machado 19-12-2012 18:20:35 68,4 16,8 48,6 22,1 19-12-2012 18:25:35 70,8 16,4 48,7 22 19-12-2012 18:30:35 76,1 15,8 50,7 21,7 19-12-2012 18:35:35 57,6 20 48,1 22,7 19-12-2012 18:40:35 40,1 24,5 45,3 23,7 19-12-2012 18:45:35 34,1 26,4 43,7 24,3 19-12-2012 18:50:35 31,6 27,2 42 24,6 19-12-2012 18:55:35 30,7 27,4 41,2 24,8 19-12-2012 19:00:35 30,1 27,5 40,5 24,9 19-12-2012 19:05:35 31,8 26,5 41 24,4 19-12-2012 19:10:35 41,7 22,6 42,8 23,6 19-12-2012 19:15:35 57,8 19,1 46,5 22,8 19-12-2012 19:20:35 65,4 17,8 48,2 22,6 19-12-2012 19:25:35 70,1 17,3 50,4 22,3 19-12-2012 19:30:35 72,0 17,2 52,5 22 19-12-2012 19:35:35 70,5 18 51,7 22,7 19-12-2012 19:40:35 49,9 22,7 48,4 23,6 19-12-2012 19:45:35 40,0 25,7 45,7 24,4 19-12-2012 19:50:35 35,3 27 44,4 24,8 19-12-2012 19:55:35 33,8 27,5 43,4 25,1 19-12-2012 20:00:35 33,7 27,5 43,3 25,1 19-12-2012 20:05:35 36,9 26 44,9 24,7 19-12-2012 20:10:35 51,6 21,2 47,5 23,6 19-12-2012 20:15:35 66,1 17,6 50 22,9 19-12-2012 20:20:35 75,1 15,9 50,5 22,5 19-12-2012 20:25:35 79,8 15 51,3 21,9 19-12-2012 20:30:35 65,2 18 48,7 22,7 19-12-2012 20:35:35 44,2 23,9 48,1 23,8 19-12-2012 20:40:35 34,0 27 45,3 24,6 19-12-2012 20:45:35 31,6 28,4 44 25,2 19-12-2012 20:50:35 30,4 29,2 42,9 25,6 19-12-2012 20:55:35 30,2 29,6 43,2 25,7 19-12-2012 21:00:35 31,9 29 43,9 25,6 19-12-2012 21:05:35 43,1 25,1 47 24,6 19-12-2012 21:10:35 62,5 20,4 49,6 23,7 19-12-2012 21:15:35 72,4 17,9 51,4 23,1 19-12-2012 21:20:35 77,6 16,7 53 22,5 19-12-2012 21:25:35 83,0 15,9 53,9 22,6 19-12-2012 21:30:35 64,4 19,6 50,5 23,2 19-12-2012 21:35:35 42,4 24,7 46 24,2 19-12-2012 21:40:35 32,2 27,5 43,1 25 19-12-2012 21:45:35 26,5 29,6 40,9 25,6 19-12-2012 21:50:35 24,0 30,4 39,2 26 19-12-2012 21:55:35 24,3 30,6 39,7 26,3
Anexos Tiago Machado 101 19-12-2012 22:00:35 26,6 29,8 40,2 26 19-12-2012 22:05:35 38,0 25,6 44,1 24,8 19-12-2012 22:10:35 59,7 19,9 48,4 23,6 19-12-2012 22:15:35 73,8 17,3 51,6 23,1 19-12-2012 22:20:35 81,2 16,3 52,3 23,1 19-12-2012 22:25:35 85,6 15,9 55,1 22,8 19-12-2012 22:30:35 76,1 18,5 54,4 23 19-12-2012 22:35:35 49,3 24,1 50,2 24,2 19-12-2012 22:40:35 37,6 27,2 46,7 25,1 19-12-2012 22:45:35 32,4 28,3 44,7 25,4 19-12-2012 22:50:35 30,4 28,8 42,8 25,6 19-12-2012 22:55:35 29,2 28,8 41,4 25,8 19-12-2012 23:00:35 29,6 28,2 41,1 25,6 19-12-2012 23:05:35 35,4 25,8 41,8 25,1 19-12-2012 23:10:35 45,7 21,9 42,8 24,2 19-12-2012 23:15:35 61,4 18,7 45,9 23,7 19-12-2012 23:20:35 67,0 17,7 47,5 23,3 19-12-2012 23:25:35 72,2 17,3 48,3 23,2 19-12-2012 23:30:35 75,6 17,4 50,4 23,2 19-12-2012 23:35:35 58,5 21,4 49,2 23,9 19-12-2012 23:40:35 43,7 25,5 47,3 24,7 19-12-2012 23:45:35 37,1 27,7 46,2 25,2 19-12-2012 23:50:35 34,9 28,7 45,7 25,6 19-12-2012 23:55:35 34,3 29,2 45,3 25,8 20-12-2012 00:00:35 38,1 26,8 45,9 25,1 20-12-2012 00:05:35 57,2 20,7 48 23,7 20-12-2012 00:10:35 72,4 17,1 49,1 22,9 20-12-2012 00:15:35 81,0 15,3 50,4 22,4 20-12-2012 00:20:35 85,5 14,4 51,2 22,1 20-12-2012 00:25:35 86,7 13,7 49,8 22,2 20-12-2012 00:30:35 91,5 13,5 52,1 21,7 20-12-2012 00:35:35 60,2 19,1 47,8 22,9 20-12-2012 00:40:35 40,7 24,7 44 24,2 20-12-2012 00:45:35 32,4 27,5 41,9 25,1 20-12-2012 00:50:35 29,6 28,8 40,8 25,6 20-12-2012 00:55:35 29,1 29,5 41,1 25,8 20-12-2012 01:00:35 33,3 27,5 42,9 25,2 20-12-2012 01:05:35 54,1 21,3 47,2 23,9 20-12-2012 01:10:35 73,0 17,5 51,5 22,8 20-12-2012 01:15:35 84,0 16 54,5 22,3 20-12-2012 01:20:35 89,1 15,4 55,2 22,1 20-12-2012 01:25:35 91,0 14,9 54,6 22,3 20-12-2012 01:30:35 94,3 14,9 54 22,7 20-12-2012 01:35:35 60,9 20,5 49,7 23,7
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 108 Tiago Machado 18-12-2012 22:03:44 77,1 15,2 51,3 22,2 18-12-2012 22:08:44 73,4 16,9 54,0 20,4 18-12-2012 22:13:44 51,0 21,7 56,0 20,6 18-12-2012 22:18:44 39,1 25,2 53,7 21,5 18-12-2012 22:23:44 33,2 27,2 48,9 22,7 18-12-2012 22:28:44 30,3 28,3 44,5 23,8 18-12-2012 22:33:44 32,1 27,1 42,7 24,5 18-12-2012 22:38:44 44,5 22,6 44,1 24,2 18-12-2012 22:43:44 56,1 19,4 45,7 23,5 18-12-2012 22:48:44 63,7 17,6 46,8 23,0 18-12-2012 22:53:44 69,9 16,4 48,3 22,6 18-12-2012 22:58:44 74,1 15,6 49,8 22,3 18-12-2012 23:03:44 75,9 16,1 52,6 21,8 18-12-2012 23:08:44 54,0 20,6 53,0 21,1 18-12-2012 23:13:44 39,8 24,1 49,3 21,4 18-12-2012 23:18:44 35,7 25,8 45,0 21,8 18-12-2012 23:23:44 32,9 26,9 41,2 22,4 18-12-2012 23:28:44 32,3 27,5 39,2 23,3 18-12-2012 23:33:44 37,1 25,2 39,7 23,8 18-12-2012 23:38:44 51,5 20,9 41,1 24,1 18-12-2012 23:43:44 61,5 18,3 42,8 23,3 18-12-2012 23:48:44 67,2 17,2 44,1 22,9 18-12-2012 23:53:44 70,2 16,7 47,0 22,6 18-12-2012 23:58:44 71,2 16,9 48,2 22,2 19-12-2012 00:03:44 52,8 21,3 49,9 21,9 19-12-2012 00:08:44 39,8 24,9 51,3 21,4 19-12-2012 00:13:44 34,1 26,7 51,9 21,4 19-12-2012 00:18:44 32,1 27,4 49,8 22,1 19-12-2012 00:23:44 32,4 26,9 47,5 22,7 19-12-2012 00:28:44 42,4 22,8 46,3 23,0 19-12-2012 00:33:44 56,0 18,9 45,6 23,3 19-12-2012 00:38:44 66,1 16,6 45,2 23,3 19-12-2012 00:43:44 76,4 15,4 46,5 22,9 19-12-2012 00:48:44 82,1 15,6 47,1 22,6 19-12-2012 00:53:44 60,6 20,1 47,4 22,4 19-12-2012 00:58:44 44,3 24,1 50,9 21,8 19-12-2012 01:03:44 38,0 26,4 52,8 21,8 19-12-2012 01:08:44 34,9 27,6 49,9 22,7 19-12-2012 01:13:44 34,0 27,9 48,8 23,4 19-12-2012 01:18:44 43,5 24,4 48,0 23,7 19-12-2012 01:23:44 59,0 20,4 47,5 24,1 19-12-2012 01:28:44 66,9 18,3 47,6 24,3 19-12-2012 01:33:44 73,0 17,1 48,2 23,7 19-12-2012 01:38:44 76,6 16,2 50,6 23,1
Anexos Tiago Machado 109 19-12-2012 01:43:44 80,2 15,6 51,1 22,8 19-12-2012 01:48:44 74,4 17,1 51,7 22,5 19-12-2012 01:53:44 50,8 21,7 51,7 22,4 19-12-2012 01:58:44 38,5 25,1 53,0 21,9 19-12-2012 02:03:44 32,3 26,7 50,5 22,7 19-12-2012 02:08:44 31,6 27,7 48,1 23,1 19-12-2012 02:13:44 30,6 28,2 45,5 23,6 19-12-2012 02:18:44 37,7 25,3 43,8 24,0 19-12-2012 02:23:44 54,5 20,7 43,4 24,2 19-12-2012 02:28:44 66,8 18,1 43,4 24,3 19-12-2012 02:33:44 75,6 16,8 44,3 24,0 19-12-2012 02:38:44 80,5 16,1 46,7 23,5 19-12-2012 02:43:44 83,7 15,8 48,6 23,0 19-12-2012 02:48:44 76,2 17,7 50,6 22,7 19-12-2012 02:53:44 52,2 22,3 51,9 22,6 19-12-2012 02:58:44 41,3 25,2 53,1 22,4 19-12-2012 03:03:44 36,6 26,5 52,6 22,6 19-12-2012 03:08:44 33,8 27,1 50,2 23,1 19-12-2012 03:13:44 33,3 26,8 48,0 23,6 19-12-2012 03:18:44 41,0 23,3 46,5 23,9 19-12-2012 03:23:44 54,0 19,5 45,2 24,1 19-12-2012 03:28:44 65,3 17,2 44,4 24,1 19-12-2012 03:33:44 72,1 16,3 45,1 23,7 19-12-2012 03:38:44 78,1 16 47,6 23,1 19-12-2012 03:43:44 64,9 19,1 47,7 22,9 19-12-2012 03:48:44 47,0 23,6 48,0 22,6 19-12-2012 03:53:44 38,6 26,3 49,4 22,5 19-12-2012 03:58:44 34,6 27,8 49,1 22,7 19-12-2012 04:03:44 32,5 28,6 48,0 23,2 19-12-2012 04:08:44 38,8 25,8 47,0 23,7 19-12-2012 04:13:44 53,5 21,3 46,3 24,1 19-12-2012 04:18:44 63,9 18,7 45,7 24,3 19-12-2012 04:23:44 70,5 17,2 46,4 24,0 19-12-2012 04:28:44 76,0 16,2 48,0 23,4 19-12-2012 04:33:44 79,5 15,4 49,1 23,0 19-12-2012 04:38:44 72,9 17,2 49,6 22,7 19-12-2012 04:43:44 48,5 22,2 50,0 22,5 19-12-2012 04:48:44 36,4 25,5 50,5 22,4 19-12-2012 04:53:44 33,3 27,3 50,4 22,5 19-12-2012 04:58:44 30,0 28,4 48,8 23,2 19-12-2012 05:03:44 31,0 28,3 46,2 24,2 19-12-2012 05:08:44 41,6 24,1 43,6 24,6 19-12-2012 05:13:44 58,6 20 42,7 24,8 19-12-2012 05:18:44 69,7 17,8 42,7 24,8
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 110 Tiago Machado 19-12-2012 05:23:44 76,8 16,7 44,1 24,4 19-12-2012 05:28:44 81,8 16,2 46,1 23,8 19-12-2012 05:33:44 81,0 17,3 48,9 23,6 19-12-2012 05:38:44 56,1 21,9 49,2 23,5 19-12-2012 05:43:44 42,1 25,4 50,1 23,2 19-12-2012 05:48:44 35,0 27,2 51,1 23,2 19-12-2012 05:53:44 32,1 27,9 49,4 23,6 19-12-2012 05:58:44 32,3 27,2 47,3 24,1 19-12-2012 06:03:44 43,0 22,8 45,5 24,5 19-12-2012 06:08:44 56,8 18,8 44,3 24,7 19-12-2012 06:13:44 66,3 16,6 43,4 24,7 19-12-2012 06:18:44 76,4 15,7 44,0 24,1 19-12-2012 06:23:44 76,8 16,7 44,5 23,6 19-12-2012 06:28:44 52,5 21,9 44,8 23,3 19-12-2012 06:33:44 40,0 25,7 46,1 23,0 19-12-2012 06:38:44 34,0 27,7 47,3 23,1 19-12-2012 06:43:44 31,1 28,9 46,4 23,5 19-12-2012 06:48:44 31,3 28,7 45,3 24,1 19-12-2012 06:53:44 42,1 24,3 44,3 24,5 19-12-2012 06:58:44 56,4 20,3 43,8 24,9 19-12-2012 07:03:44 63,5 18,2 43,8 24,9 19-12-2012 07:08:44 69,3 17 44,8 24,4 19-12-2012 07:13:44 73,4 16,2 46,2 23,8 19-12-2012 07:18:44 73,5 16,9 46,7 23,5 19-12-2012 07:23:44 51,6 21,7 47,0 23,2 19-12-2012 07:28:44 38,8 25,2 47,9 23,2 19-12-2012 07:33:44 32,3 27,1 51,2 22,5 19-12-2012 07:38:44 29,2 27,9 48,0 23,2 19-12-2012 07:43:44 27,7 28,3 46,2 23,7 19-12-2012 07:48:44 30,4 27,8 44,1 24,0 19-12-2012 07:53:44 40,3 23,8 42,5 24,3 19-12-2012 07:58:44 56,4 19,9 41,8 24,4 19-12-2012 08:03:44 66,8 17,8 42,0 24,4 19-12-2012 08:08:44 72,2 16,8 43,5 23,9 19-12-2012 08:13:44 74,6 16,4 45,5 23,4 19-12-2012 08:18:44 62,6 19,1 47,1 23,1 19-12-2012 08:23:44 45,0 23,2 47,9 22,9 19-12-2012 08:28:44 37,6 25,3 48,5 22,7 19-12-2012 08:33:44 34,1 26,3 48,9 23,0 19-12-2012 08:38:44 33,0 26,6 47,1 23,6 19-12-2012 08:43:44 40,1 23,4 44,6 23,9 19-12-2012 08:48:44 54,4 19,4 43,6 24,0 19-12-2012 08:53:44 64,4 17,1 43,0 24,1 19-12-2012 08:58:44 71,0 15,8 44,2 23,8
Anexos Tiago Machado 111 19-12-2012 09:03:44 76,5 15,3 46,0 23,4 19-12-2012 09:08:44 62,6 17,9 46,4 23,2 19-12-2012 09:13:44 50,4 21,1 47,3 22,9 19-12-2012 09:18:44 44,1 23,2 47,1 22,8 19-12-2012 09:23:44 40,8 24,3 48,9 21,9 19-12-2012 09:28:44 37,5 25,2 48,2 22,1 19-12-2012 09:33:44 35,6 25,6 48,9 22,5 19-12-2012 09:38:44 38,9 23,9 48,3 22,8 19-12-2012 09:43:44 48,6 20,9 46,7 23,0 19-12-2012 09:48:44 57,7 18,5 45,5 23,1 19-12-2012 09:53:44 64,0 17,1 45,4 22,7 19-12-2012 09:58:44 68,8 16,2 46,9 22,4 19-12-2012 10:03:44 72,5 15,5 47,5 22,3 19-12-2012 10:08:44 75,4 15,1 47,7 22,1 19-12-2012 10:13:44 77,6 14,7 48,7 21,9 19-12-2012 10:18:44 68,9 16,9 49,1 21,8 19-12-2012 10:23:44 49,9 21,1 50,7 21,2 19-12-2012 10:28:44 40,4 23,6 49,1 21,7 19-12-2012 10:33:44 36,7 24,8 48,8 21,9 19-12-2012 10:38:44 34,8 25,4 47,5 22,2 19-12-2012 10:43:44 35,2 25,1 44,0 23,0 19-12-2012 10:48:44 43,3 21,7 46,6 23,3 19-12-2012 10:53:44 58,7 18,4 45,5 23,5 19-12-2012 10:58:44 67,0 16,6 45,1 23,5 19-12-2012 11:03:44 71,4 15,9 45,5 23,2 19-12-2012 11:08:44 72,6 15,7 47,8 22,9 19-12-2012 11:13:44 71,9 15,8 48,3 22,7 19-12-2012 11:18:44 68,9 16,8 48,2 22,5 19-12-2012 11:23:44 55,1 19,9 48,9 22,3 19-12-2012 11:28:44 43,2 22,9 49,0 22,4 19-12-2012 11:33:44 38,5 24,3 49,2 22,5 19-12-2012 11:38:44 36,8 25 48,6 22,8 19-12-2012 11:43:44 36,7 24,7 47,5 23,0 19-12-2012 11:48:44 48,2 20,7 46,7 23,2 19-12-2012 11:53:44 60,9 17,8 46,0 23,5 19-12-2012 11:58:44 69,3 16,1 46,4 23,5 19-12-2012 12:03:44 75,2 15,1 46,6 23,2 19-12-2012 12:08:44 78,0 14,5 47,2 22,9 19-12-2012 12:13:44 81,6 14,2 49,1 22,6 19-12-2012 12:18:44 73,0 16,3 49,7 22,5 19-12-2012 12:23:44 53,6 20,4 50,8 22,3 19-12-2012 12:28:44 42,8 23 51,2 22,2 19-12-2012 12:33:44 38,3 24,3 52,3 22,4 19-12-2012 12:38:44 38,2 25 49,7 22,7
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 112 Tiago Machado 19-12-2012 12:43:44 38,8 24,8 48,8 23,1 19-12-2012 12:48:44 49,8 21,6 47,7 23,5 19-12-2012 12:53:44 61,5 18,6 47,8 23,7 19-12-2012 12:58:44 68,1 17,2 48,6 23,7 19-12-2012 13:03:44 70,8 16,6 50,0 23,4 19-12-2012 13:08:44 72,2 16,3 50,9 23,1 19-12-2012 13:13:44 73,2 16,3 50,8 22,8 19-12-2012 13:18:44 65,7 18,1 51,4 22,6 19-12-2012 13:23:44 51,3 21,5 52,5 22,0 19-12-2012 13:28:44 42,5 23,8 51,7 22,5 19-12-2012 13:33:44 39,2 25 52,4 22,7 19-12-2012 13:38:44 37,2 25,6 50,4 23,0 19-12-2012 13:43:44 36,8 25,6 49,1 23,2 19-12-2012 13:48:44 42,6 22,9 48,1 23,4 19-12-2012 13:53:44 56,7 19,1 48,1 23,5 19-12-2012 13:58:44 67,5 16,7 48,2 23,6 19-12-2012 14:03:44 74,4 15,5 48,6 23,5 19-12-2012 14:08:44 78,3 14,8 49,4 23,2 19-12-2012 14:13:44 80,5 14,3 50,2 22,8 19-12-2012 14:18:44 81,6 15,2 50,4 22,6 19-12-2012 14:23:44 58,2 19,3 51,1 22,4 19-12-2012 14:28:44 43,8 22,8 51,5 22,3 19-12-2012 14:33:44 40,6 24,9 52,0 22,3 19-12-2012 14:38:44 37,0 26,2 50,4 22,7 19-12-2012 14:43:44 37,7 25,8 48,7 23,0 19-12-2012 14:48:44 50,4 21,8 48,7 23,2 19-12-2012 14:53:44 62,1 18,8 48,2 23,5 19-12-2012 14:58:44 67,2 17,3 48,4 23,5 19-12-2012 15:03:44 70,8 16,5 50,1 23,0 19-12-2012 15:08:44 73,4 15,9 51,5 22,6 19-12-2012 15:13:44 76,0 15,4 51,7 22,4 19-12-2012 15:18:44 78,1 15,1 51,7 22,2 19-12-2012 15:23:44 79,1 14,8 51,9 22,1 19-12-2012 15:28:44 82,5 15 52,2 21,9 19-12-2012 15:33:44 62,6 18,7 52,4 21,9 19-12-2012 15:38:44 47,0 22,4 53,4 21,9 19-12-2012 15:43:44 39,6 24,5 53,6 22,1 19-12-2012 15:48:44 36,1 25,6 52,1 22,5 19-12-2012 15:53:44 34,3 25,9 51,0 22,9 19-12-2012 15:58:44 39,8 23,2 49,6 23,1 19-12-2012 16:03:44 54,2 19 48,7 23,5 19-12-2012 16:08:44 66,5 16,4 47,8 23,6 19-12-2012 16:13:44 74,8 14,9 47,1 23,3 19-12-2012 16:18:44 81,1 14,4 48,1 22,7
Anexos Tiago Machado 113 19-12-2012 16:23:44 87,8 14,6 49,4 22,3 19-12-2012 16:28:44 63,5 18,7 50,5 22,1 19-12-2012 16:33:44 45,1 22,9 51,6 22,0 19-12-2012 16:38:44 36,7 25,5 53,0 21,9 19-12-2012 16:43:44 32,2 26,9 52,5 22,2 19-12-2012 16:48:44 30,6 27,2 47,4 23,7 19-12-2012 16:53:44 38,1 24 45,6 24,1 19-12-2012 16:58:44 52,2 20 44,3 24,5 19-12-2012 17:03:44 61,9 17,7 43,6 24,6 19-12-2012 17:08:44 68,5 16,3 44,4 24,2 19-12-2012 17:13:44 73,5 15,4 45,7 23,7 19-12-2012 17:18:44 76,7 14,9 46,6 23,4 19-12-2012 17:23:44 80,3 14,6 47,3 23,1 19-12-2012 17:28:44 68,1 17,2 47,9 22,9 19-12-2012 17:33:44 49,2 21,5 48,3 22,8 19-12-2012 17:38:44 38,7 24,3 49,2 22,6 19-12-2012 17:43:44 34,2 25,7 48,7 22,9 19-12-2012 17:48:44 34,0 26,6 47,0 23,3 19-12-2012 17:53:44 31,9 27,2 45,4 23,7 19-12-2012 17:58:44 31,5 27,2 44,1 24,0 19-12-2012 18:03:44 37,7 24,4 44,1 24,3 19-12-2012 18:08:44 50,0 20,7 43,9 24,5 19-12-2012 18:13:44 58,2 18,7 44,2 24,5 19-12-2012 18:18:44 63,1 17,7 44,3 24,2 19-12-2012 18:23:44 66,6 16,9 45,6 23,8 19-12-2012 18:28:44 71,8 16,1 46,7 23,5 19-12-2012 18:33:44 63,8 18,1 47,2 23,4 19-12-2012 18:38:44 47,7 22,1 48,0 23,1 19-12-2012 18:43:44 39,3 24,5 48,7 23,0 19-12-2012 18:48:44 35,5 25,8 48,5 23,1 19-12-2012 18:53:44 33,5 26,3 47,0 23,6 19-12-2012 18:58:44 32,3 26,6 45,2 24,0 19-12-2012 19:03:44 32,4 26,3 45,3 24,2 19-12-2012 19:08:44 37,8 23,8 44,5 24,5 19-12-2012 19:13:44 51,9 20,6 44,7 24,6 19-12-2012 19:18:44 59,3 18,8 44,3 24,7 19-12-2012 19:23:44 66,0 17,9 41,6 24,5 19-12-2012 19:28:44 68,6 17,5 42,0 24,0 19-12-2012 19:33:44 72,1 17,6 43,2 23,6 19-12-2012 19:38:44 57,6 20,8 45,1 23,5 19-12-2012 19:43:44 45,4 23,9 46,7 23,5 19-12-2012 19:48:44 39,5 25,7 47,7 23,7 19-12-2012 19:53:44 36,7 26,6 48,6 24,1 19-12-2012 19:58:44 35,5 26,9 48,4 24,5
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 114 Tiago Machado 19-12-2012 20:03:44 36,3 26,3 47,6 24,7 19-12-2012 20:08:44 44,3 23,1 45,5 25,0 19-12-2012 20:13:44 57,3 19,6 44,0 24,9 19-12-2012 20:18:44 65,8 17,4 43,4 24,7 19-12-2012 20:23:44 71,5 16,2 43,7 24,4 19-12-2012 20:28:44 70,2 17 44,5 23,9 19-12-2012 20:33:44 51,7 21,5 45,0 23,5 19-12-2012 20:38:44 40,6 24,9 45,3 23,3 19-12-2012 20:43:44 35,9 26,8 45,4 23,3 19-12-2012 20:48:44 33,0 28 44,7 23,7 19-12-2012 20:53:44 32,2 28,6 44,5 24,1 19-12-2012 20:58:44 32,5 28,7 44,4 24,5 19-12-2012 21:03:44 38,3 26,6 44,3 24,8 19-12-2012 21:08:44 52,2 22,5 44,5 24,9 19-12-2012 21:13:44 63,5 19,7 44,7 25,0 19-12-2012 21:18:44 69,4 18 45,7 24,8 19-12-2012 21:23:44 74,5 17 47,6 24,2 19-12-2012 21:28:44 69,0 18,3 49,0 23,7 19-12-2012 21:33:44 49,6 22,5 49,7 23,4 19-12-2012 21:38:44 38,7 25,4 50,1 23,2 19-12-2012 21:43:44 30,7 27,8 50,9 23,3 19-12-2012 21:48:44 27,0 29,1 51,4 23,7 19-12-2012 21:53:44 26,1 29,7 48,7 24,1 19-12-2012 21:58:44 27,4 29,6 46,2 24,6 19-12-2012 22:03:44 32,9 27,2 43,2 25,0 19-12-2012 22:08:44 48,4 22,3 42,0 25,2 19-12-2012 22:13:44 63,7 19,2 42,0 25,2 19-12-2012 22:18:44 72,1 17,6 43,3 24,9 19-12-2012 22:23:44 78,5 16,9 45,4 24,3 19-12-2012 22:28:44 79,8 17,7 47,7 23,8 19-12-2012 22:33:44 58,4 21,9 49,3 23,4 19-12-2012 22:38:44 44,9 25,2 50,8 23,2 19-12-2012 22:43:44 36,5 26,9 52,9 23,0 19-12-2012 22:48:44 33,4 27,7 51,5 23,4 19-12-2012 22:53:44 31,2 28,1 49,4 23,9 19-12-2012 22:58:44 30,6 27,9 47,4 24,3 19-12-2012 23:03:44 33,6 26,4 45,9 24,5 19-12-2012 23:08:44 39,6 23,6 44,9 24,7 19-12-2012 23:13:44 53,2 20,3 44,0 24,7 19-12-2012 23:18:44 60,8 18,8 43,6 24,6 19-12-2012 23:23:44 66,7 18,1 44,1 24,1 19-12-2012 23:28:44 69,4 17,9 45,4 23,7 19-12-2012 23:33:44 64,9 19,8 46,6 23,3 19-12-2012 23:38:44 49,8 23,5 47,8 23,2
Anexos Tiago Machado 115 19-12-2012 23:43:44 42,4 26 49,9 22,8 19-12-2012 23:48:44 38,4 27,4 50,6 23,0 19-12-2012 23:53:44 36,3 28,2 49,9 23,4 19-12-2012 23:58:44 35,9 27,6 49,4 23,9 20-12-2012 00:03:44 48,1 22,8 48,9 24,3 20-12-2012 00:08:44 62,4 18,9 51,8 22,9 20-12-2012 00:13:44 71,2 16,7 56,1 21,3 20-12-2012 00:18:44 78,1 15,3 56,8 20,9 20-12-2012 00:23:44 81,5 14,4 56,2 20,8 20-12-2012 00:28:44 85,7 13,8 55,0 21,0 20-12-2012 00:33:44 70,5 16,8 51,6 22,1 20-12-2012 00:38:44 51,3 21,7 49,9 22,8 20-12-2012 00:43:44 40,2 25 46,1 23,9 20-12-2012 00:48:44 35,5 26,9 42,5 24,7 20-12-2012 00:53:44 32,6 28 40,9 25,1 20-12-2012 00:58:44 33,3 27,7 44,1 24,2 20-12-2012 01:03:44 45,2 23,4 49,4 23,1 20-12-2012 01:08:44 62,8 19,4 49,7 22,8 20-12-2012 01:13:44 74,3 17,2 52,3 22,4 20-12-2012 01:18:44 82,3 16,2 54,1 22,0 20-12-2012 01:23:44 85,0 15,5 53,7 22,6 20-12-2012 01:28:44 88,6 15,1 52,2 23,4 20-12-2012 01:33:44 71,0 18,1 50,9 23,6 20-12-2012 01:38:44 49,7 22,5 50,9 23,7 20-12-2012 01:43:44 40,6 24,9 47,2 24,4 20-12-2012 01:48:44 35,4 26,2 45,3 24,6 20-12-2012 01:53:44 32,4 26,8 43,7 24,7 20-12-2012 01:58:44 32,1 26,4 46,6 23,7 20-12-2012 02:03:44 40,9 23,7 48,0 23,6 20-12-2012 02:08:44 56,1 19,6 49,0 23,0 20-12-2012 02:13:44 68,5 17,3 49,1 22,4 20-12-2012 02:18:44 76,7 16,3 49,5 22,3 20-12-2012 02:23:44 82,0 15,8 48,9 22,6 20-12-2012 02:28:44 88,0 16,1 48,5 23,5 20-12-2012 02:33:44 67,1 19,9 48,0 23,5 20-12-2012 02:38:44 52,1 23,4 47,7 24,0 20-12-2012 02:43:44 44,9 25,5 45,9 24,5 20-12-2012 02:48:44 40,5 26,5 45,3 25,0 20-12-2012 02:53:44 37,8 26,3 45,3 24,8 20-12-2012 02:58:44 47,5 22,4 49,3 23,6 20-12-2012 03:03:44 60,8 18,8 52,4 22,7 20-12-2012 03:08:44 70,3 16,5 53,7 21,9 20-12-2012 03:13:44 76,7 15,3 53,1 21,8 20-12-2012 03:18:44 80,5 14,4 52,6 21,7
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 116 Tiago Machado 20-12-2012 03:23:44 77,8 16 50,1 22,3 20-12-2012 03:28:44 52,0 22,1 48,5 23,2 20-12-2012 03:33:44 31,5 29,1 45,2 24,7 20-12-2012 03:38:44 22,5 33,1 41,6 25,9 20-12-2012 03:43:44 18,9 35,3 38,2 27,2 20-12-2012 03:48:44 17,2 36,3 36,5 27,3 20-12-2012 03:53:44 17,7 36,1 39,5 26,8 20-12-2012 03:58:44 19,7 35,2 42,5 25,8 20-12-2012 04:03:44 21,8 33,5 44,8 24,9 20-12-2012 04:08:44 38,1 25,9 44,7 25,2 20-12-2012 04:13:44 56,1 20,5 44,9 25,0 20-12-2012 04:18:44 68,1 17,5 45,7 24,8 20-12-2012 04:23:44 76,5 15,7 45,7 24,5 20-12-2012 04:28:44 82,4 14,5 47,0 23,7 20-12-2012 04:33:44 84,5 13,8 48,9 23,0 20-12-2012 04:38:44 85,0 13,3 48,6 22,8 20-12-2012 04:43:44 86,9 12,7 49,8 21,9 20-12-2012 04:48:44 93,0 12,5 53,1 21,1 20-12-2012 04:53:44 94,2 12,7 57,1 20,3 20-12-2012 04:58:44 80,3 16,3 57,9 20,5 20-12-2012 05:03:44 53,2 21,7 56,5 21,6 20-12-2012 05:08:44 41,4 25,3 49,7 23,2 20-12-2012 05:13:44 35,9 27,2 44,2 24,9 20-12-2012 05:18:44 32,9 28,2 39,1 26,3 20-12-2012 05:23:44 37,6 25,9 37,9 26,6 20-12-2012 05:28:44 53,1 21 38,1 26,1 20-12-2012 05:33:44 64,5 18,1 42,2 25,1 20-12-2012 05:38:44 72,2 16,5 43,5 24,3 20-12-2012 05:43:44 78,4 15,4 47,4 23,0 20-12-2012 05:48:44 80,9 14,6 53,3 21,8 20-12-2012 05:53:44 86,9 14,3 54,5 21,5 20-12-2012 05:58:44 62,9 18,3 52,9 21,8 20-12-2012 06:03:44 44,4 22,5 50,8 22,8 20-12-2012 06:08:44 38,2 24,8 45,4 24,5 20-12-2012 06:13:44 34,8 26,3 41,1 25,7 20-12-2012 06:18:44 33,6 27,1 39,9 25,9 20-12-2012 06:23:44 35,4 26,2 38,7 25,8 20-12-2012 06:28:44 49,2 21,7 38,7 25,5 20-12-2012 06:33:44 63,8 18,2 43,1 23,8 20-12-2012 06:38:44 74,7 16,4 49,6 22,4 20-12-2012 06:43:44 80,5 15,5 51,9 21,6 20-12-2012 06:48:44 82,9 15,2 52,9 21,6 20-12-2012 06:53:44 77,9 16,5 53,0 22,0 20-12-2012 06:58:44 57,5 20,8 52,3 23,3
Anexos Tiago Machado 117 20-12-2012 07:03:44 44,9 23,9 47,0 24,7 20-12-2012 07:08:44 39,3 25,6 43,9 25,3 20-12-2012 07:13:44 36,0 26,4 42,1 25,4 20-12-2012 07:18:44 35,1 26,2 40,7 25,6 20-12-2012 07:23:44 40,5 23,2 40,2 25,3 20-12-2012 07:28:44 54,3 19 43,2 24,2 20-12-2012 07:33:44 64,7 16,5 50,8 22,1 20-12-2012 07:38:44 74,9 15,1 51,4 21,6 20-12-2012 07:43:44 80,6 14,7 51,4 21,6 20-12-2012 07:48:44 70,9 17,3 52,2 21,6 20-12-2012 07:53:44 52,5 21,6 49,9 22,4 20-12-2012 07:58:44 43,9 24,4 45,6 23,6 20-12-2012 08:03:44 39,0 26 42,0 25,1 20-12-2012 08:08:44 35,9 26,9 40,4 25,7 20-12-2012 08:13:44 42,9 23,8 40,7 25,7 20-12-2012 08:18:44 58,5 19,7 42,3 24,9 20-12-2012 08:23:44 68,8 17,3 46,0 23,5 20-12-2012 08:28:44 76,3 15,9 51,6 22,2 20-12-2012 08:33:44 80,7 14,9 55,2 21,7 20-12-2012 08:38:44 82,3 14,2 53,6 22,2 20-12-2012 08:43:44 84,3 13,7 51,3 22,0 20-12-2012 08:48:44 85,9 13,3 50,1 22,1 20-12-2012 08:53:44 88,7 13,1 48,1 22,9 20-12-2012 08:58:44 80,8 15,3 48,0 23,2 20-12-2012 09:03:44 56,7 19,8 48,7 23,4 20-12-2012 09:08:44 43,8 22,7 47,2 24,0 20-12-2012 09:13:44 39,8 24,2 44,7 24,1 20-12-2012 09:18:44 39,0 25,2 42,9 24,0 20-12-2012 09:23:44 42,2 23,9 46,6 22,4 20-12-2012 09:28:44 58,3 19,7 48,5 22,3 20-12-2012 09:33:44 71,6 17,2 52,8 21,8 20-12-2012 09:38:44 79,7 16 55,7 21,7 20-12-2012 09:43:44 81,5 15,3 55,5 21,7 20-12-2012 09:48:44 83,2 15 53,4 22,3 20-12-2012 09:53:44 84,8 14,6 51,9 22,0 20-12-2012 09:58:44 85,9 14,3 52,8 21,8 20-12-2012 10:03:44 87,4 14,1 53,6 21,8 20-12-2012 10:08:44 88,4 13,8 52,8 21,8 20-12-2012 10:13:44 89,4 13,5 53,5 21,6 20-12-2012 10:18:44 90,5 13,4 53,4 21,7 20-12-2012 10:23:44 90,0 13,9 56,2 20,9 20-12-2012 10:28:44 73,6 16,7 56,3 20,8 20-12-2012 10:33:44 57,9 19,8 56,4 20,6 20-12-2012 10:38:44 50,3 21,3 54,7 21,0
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 124 Tiago Machado 19-12-2013 15:15:00 20,70 79,27 100,00 68,90 19-12-2013 15:20:00 20,70 79,27 100,00 71,90 19-12-2013 15:25:00 20,70 79,27 100,00 77,90 19-12-2013 15:30:00 20,52 79,27 100,00 81,10 19-12-2013 15:35:00 20,73 79,85 100,00 83,90 19-12-2013 15:40:00 20,93 78,97 100,00 81,80 19-12-2013 15:45:00 21,14 78,75 100,00 80,60 19-12-2013 15:50:00 21,35 79,15 100,00 75,10 19-12-2013 15:55:00 21,35 79,15 100,00 69,80 19-12-2013 16:00:00 21,37 79,15 100,00 67,30 19-12-2013 16:05:00 21,16 79,68 100,00 65,80 19-12-2013 16:10:00 20,95 79,00 100,00 68,80 19-12-2013 16:15:00 20,55 79,76 100,00 74,50 19-12-2013 16:20:00 20,55 78,88 100,00 77,20 19-12-2013 16:25:00 20,55 78,80 100,00 83,20 19-12-2013 16:30:00 20,75 78,83 100,00 86,00 19-12-2013 16:35:00 20,95 78,83 100,00 85,00 19-12-2013 16:40:00 21,16 79,66 100,00 80,00 19-12-2013 16:45:00 21,37 79,63 100,00 74,00 19-12-2013 16:50:00 21,37 78,56 100,00 71,10 19-12-2013 16:55:00 21,37 79,27 100,00 66,90 19-12-2013 17:00:00 21,16 79,29 100,00 67,30 19-12-2013 17:05:00 20,95 79,27 100,00 66,40 19-12-2013 17:10:00 20,75 79,27 100,00 71,10 19-12-2013 17:15:00 20,75 79,10 100,00 74,50 19-12-2013 17:20:00 20,55 79,10 100,00 77,20 19-12-2013 17:25:00 20,55 79,95 100,00 83,40 19-12-2013 17:30:00 20,50 79,05 100,00 85,80 19-12-2013 17:35:00 20,91 79,93 100,00 87,10 19-12-2013 17:40:00 21,12 79,80 100,00 85,20 19-12-2013 17:45:00 21,12 79,73 100,00 84,80 19-12-2013 17:50:00 21,33 79,71 100,00 79,20 19-12-2013 17:55:00 21,33 79,95 100,00 75,90 19-12-2013 18:00:00 21,33 79,93 100,00 72,70 19-12-2013 18:05:00 21,33 79,90 100,00 69,10 19-12-2013 18:10:00 21,12 80,59 100,00 69,20 19-12-2013 18:15:00 20,91 79,63 100,00 71,00 19-12-2013 18:20:00 20,70 80,24 100,00 73,70 19-12-2013 18:25:00 20,70 80,24 100,00 79,50 19-12-2013 18:30:00 20,50 80,29 100,00 84,20 19-12-2013 18:35:00 20,70 80,29 100,00 87,80 19-12-2013 18:40:00 20,91 79,49 100,00 87,30 19-12-2013 18:45:00 21,12 79,88 100,00 86,20 19-12-2013 18:50:00 21,12 79,85 100,00 84,70
Anexos Tiago Machado 125 19-12-2013 18:55:00 21,33 79,90 100,00 80,10 19-12-2013 19:00:00 21,30 80,54 100,00 78,00 19-12-2013 19:05:00 21,30 80,22 100,00 75,30 19-12-2013 19:10:00 21,30 80,22 100,00 73,60 19-12-2013 19:15:00 21,09 80,90 100,00 72,70 19-12-2013 19:20:00 20,91 80,88 100,00 75,70 19-12-2013 19:25:00 20,70 81,93 100,00 78,60 19-12-2013 19:30:00 20,70 80,12 100,00 82,50 19-12-2013 19:35:00 20,73 80,17 100,00 85,80 19-12-2013 19:40:00 20,73 80,20 100,00 88,10 19-12-2013 19:45:00 20,93 80,98 100,00 87,50 19-12-2013 19:50:00 21,14 80,02 100,00 84,70 19-12-2013 19:55:00 21,14 80,90 100,00 82,30 19-12-2013 20:00:00 21,35 80,90 100,00 79,10 19-12-2013 20:05:00 21,35 81,61 100,00 74,40 19-12-2013 20:10:00 21,14 81,76 100,00 75,00 19-12-2013 20:15:00 20,93 80,83 100,00 75,80 19-12-2013 20:20:00 20,73 82,42 100,00 80,70 19-12-2013 20:25:00 20,52 81,51 100,00 85,40 19-12-2013 20:30:00 20,52 81,93 100,00 91,50 19-12-2013 20:35:00 20,73 81,76 100,00 92,30 19-12-2013 20:40:00 20,93 80,90 100,00 92,80 19-12-2013 20:45:00 21,14 80,90 100,00 89,00 19-12-2013 20:50:00 21,35 81,83 100,00 85,60 19-12-2013 20:55:00 21,37 81,00 100,00 82,80 19-12-2013 21:00:00 21,37 82,08 100,00 77,20 19-12-2013 21:05:00 21,37 81,10 100,00 75,00 19-12-2013 21:10:00 21,16 81,05 100,00 75,20 19-12-2013 21:15:00 20,95 81,05 100,00 76,40 19-12-2013 21:20:00 20,75 80,85 100,00 82,40 19-12-2013 21:25:00 20,55 80,90 100,00 87,60 19-12-2013 21:30:00 20,55 82,12 100,00 91,30 19-12-2013 21:35:00 20,75 80,32 100,00 93,40 19-12-2013 21:40:00 20,95 79,54 100,00 95,00 19-12-2013 21:45:00 21,16 80,51 100,00 93,50 19-12-2013 21:50:00 21,37 80,71 100,00 88,10 19-12-2013 21:55:00 21,58 80,66 100,00 81,50 19-12-2013 22:00:00 21,58 80,66 100,00 75,40 19-12-2013 22:05:00 21,37 80,95 100,00 72,80 19-12-2013 22:10:00 21,16 79,76 100,00 73,00 19-12-2013 22:15:00 20,95 80,51 100,00 74,60 19-12-2013 22:20:00 20,75 79,83 100,00 78,70 19-12-2013 22:25:00 20,55 80,56 100,00 83,80 19-12-2013 22:30:00 20,55 79,73 100,00 87,80
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 126 Tiago Machado 19-12-2013 22:35:00 20,75 79,93 100,00 90,90 19-12-2013 22:40:00 20,95 80,68 100,00 89,90 19-12-2013 22:45:00 21,16 80,66 100,00 87,70 19-12-2013 22:50:00 21,16 81,54 100,00 83,20 19-12-2013 22:55:00 21,42 80,83 100,00 79,90 19-12-2013 23:00:00 21,42 81,76 100,00 77,90 19-12-2013 23:05:00 21,21 80,56 100,00 76,00 19-12-2013 23:10:00 21,00 80,95 100,00 75,10 19-12-2013 23:15:00 21,00 81,00 100,00 76,20 19-12-2013 23:20:00 20,80 81,00 100,00 78,30 19-12-2013 23:25:00 20,80 81,81 100,00 81,80 19-12-2013 23:30:00 20,59 81,71 100,00 87,50 19-12-2013 23:35:00 20,59 81,71 100,00 90,60 19-12-2013 23:40:00 20,80 81,71 100,00 90,40 19-12-2013 23:45:00 21,02 81,15 100,00 88,10 19-12-2013 23:50:00 21,23 80,95 100,00 84,80 19-12-2013 23:55:00 21,44 81,59 100,00 78,10 7.4.5. UTAN 42, UTAN 43, Corete Tabela 29 – Dados junto da admissão de ar das UTAN’s e na corete Data Hora UTAN 42 (HR%) UTAN 42 (ºC) UTAN 43 (HR%) UTAN 43 (ºC) Corete (HR%) Corete (ºC) 21-12-2012 15:03:33 49,1 26,4 44,5 28,2 32,5 32,3 21-12-2012 15:08:33 47,9 26,8 44,8 28,1 32,6 32,3 21-12-2012 15:13:33 51,6 25,7 44,5 28,3 32,6 32,3 21-12-2012 15:18:33 47,8 26,8 44,4 28,3 32,4 32,3 21-12-2012 15:23:33 49,3 26,3 44,4 28,3 32,5 32,3 21-12-2012 15:28:33 49,3 26,3 44,7 28,1 32,3 32,3 21-12-2012 15:33:33 52,2 25,4 44,9 28,1 32,4 32,3 21-12-2012 15:38:33 50,6 26 44,7 28,1 32,3 32,3 21-12-2012 15:43:33 50,3 26 44,1 28,3 32,2 32,3 21-12-2012 15:48:33 49,9 26,1 44,1 28,3 32,4 32,3 21-12-2012 15:53:33 48,8 26,6 45,7 27,8 32,3 32,2 21-12-2012 15:58:33 50,8 25,9 45 28 32,5 32,2 21-12-2012 16:03:33 51 25,8 47,2 27,3 32,5 32,2 21-12-2012 16:08:33 54,5 24,9 48,3 27 32,3 32,3 21-12-2012 16:13:33 54,5 24,9 46,9 27,5 32,2 32,4 21-12-2012 16:18:33 53,1 25,2 47,5 27,3 32,3 32,3 21-12-2012 16:23:33 54,2 24,9 47,3 27,3 32,4 32,3 21-12-2012 16:28:33 52,8 25,3 47,6 27,2 32,4 32,3 21-12-2012 16:33:33 56,1 24,4 48,4 26,9 32,3 32,3 21-12-2012 16:38:33 54,4 24,9 47,6 27,2 31,9 32,4
Anexos Tiago Machado 127 21-12-2012 16:43:33 52,7 25,3 47,8 27,2 32 32,4 21-12-2012 16:48:33 53,8 25 46,9 27,4 32,2 32,3 21-12-2012 16:53:33 53,2 25,2 48,3 26,9 32,2 32,3 21-12-2012 16:58:33 54,7 24,7 50,7 26,2 32 32,3 21-12-2012 17:03:33 54,2 24,9 51,9 25,8 31,6 32,4 21-12-2012 17:08:33 56,6 24,2 53,3 25,4 31,6 32,5 21-12-2012 17:13:33 58,3 23,8 53,9 25,3 31,3 32,7 21-12-2012 17:18:33 55,2 24,7 54,1 25,2 31,1 32,8 21-12-2012 17:23:33 56,6 24,3 54,1 25,3 31 32,8 21-12-2012 17:28:33 56,4 24,2 55,6 24,8 30,6 32,8 21-12-2012 17:33:33 60,5 23,2 56,3 24,7 30,7 32,9 21-12-2012 17:38:33 58 23,9 55,6 24,8 30,4 32,9 21-12-2012 17:43:33 58,4 23,8 55,5 24,8 30,7 32,9 21-12-2012 17:48:33 57,8 23,9 54,5 25,1 30,5 32,9 21-12-2012 17:53:33 56,6 24,2 55,1 24,9 30,4 32,9 21-12-2012 17:58:33 58,3 23,8 54,8 25 30,4 33 21-12-2012 18:03:33 56,6 24,2 54,4 25,1 30,4 33 21-12-2012 18:08:33 56,4 24,2 54,1 25,2 30,5 33 21-12-2012 18:13:33 55,9 24,3 54,2 25,1 30,4 33 21-12-2012 18:18:33 55,9 24,3 53,4 25,3 30,4 33 21-12-2012 18:23:33 55,4 24,4 53,2 25,3 30,4 33 21-12-2012 18:28:33 56 24,2 53,3 25,4 30,1 33,1 21-12-2012 18:33:33 55,4 24,4 52,9 25,4 30,2 33 21-12-2012 18:38:33 56,2 24,2 54,2 25,1 30,1 33,1 21-12-2012 18:43:33 59,1 23,4 54,9 24,9 30 33,1 21-12-2012 18:48:33 56,8 24,1 54,3 25,1 30,1 33,1 21-12-2012 18:53:33 58 23,7 55,2 24,9 30,1 33,1 21-12-2012 18:58:33 56,4 24,3 54,2 25,2 30,1 33,1 21-12-2012 19:03:33 55,6 24,5 52,5 25,7 30,1 33,1 21-12-2012 19:08:33 55,1 24,5 52,7 25,6 30,2 33,1 21-12-2012 19:13:33 54,9 24,6 52,8 25,5 30,1 33,1 21-12-2012 19:18:33 56,5 24,1 53,8 25,2 30 33,1 21-12-2012 19:23:33 57,3 23,9 54,6 25 29,7 33,2 21-12-2012 19:28:33 57,7 23,8 54,6 24,9 29,6 33,2 21-12-2012 19:33:33 59,7 23,2 55,4 24,8 29,7 33,2 21-12-2012 19:38:33 60,1 23,2 56,2 24,5 29,6 33,2 21-12-2012 19:43:33 61,5 22,8 55,8 24,6 29,4 33,3 21-12-2012 19:48:33 59,9 23,2 56,6 24,4 29,4 33,3 21-12-2012 19:53:33 62,2 22,7 58,8 23,8 29,3 33,3 21-12-2012 19:58:33 62,3 22,7 60,9 23,3 29,3 33,3 21-12-2012 20:03:33 67,8 21,4 60,3 23,5 29,3 33,3 21-12-2012 20:08:33 62,2 22,7 58,5 24 29,3 33,3 21-12-2012 20:13:33 62 22,7 60,2 23,5 29,3 33,3 21-12-2012 20:18:33 63,7 22,4 59,2 23,8 29,3 33,3
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 128 Tiago Machado 21-12-2012 20:23:33 61,3 23 59,4 23,8 29,3 33,3 21-12-2012 20:28:33 62,4 22,7 59,7 23,7 29,5 33,3 21-12-2012 20:33:33 62 22,7 58,5 23,9 29,4 33,3 21-12-2012 20:38:33 62,4 22,4 59,6 23,6 29,2 33,4 21-12-2012 20:43:33 63,4 22,4 58,9 23,7 29 33,4 21-12-2012 20:48:33 64,5 22,1 60,1 23,4 29,1 33,4 21-12-2012 20:53:33 62,6 22,6 59,3 23,7 28,9 33,4 21-12-2012 20:58:33 62,5 22,4 58,9 23,8 28,9 33,3 21-12-2012 21:03:33 61,5 22,8 57,7 24,1 28,9 33,3 21-12-2012 21:08:33 59,5 23,2 57,4 24,2 28,9 33,3 21-12-2012 21:13:33 61 22,8 58,1 23,9 28,8 33,3 21-12-2012 21:18:33 61,6 22,7 59,1 23,6 29 33,3 21-12-2012 21:23:33 63 22,4 58,5 23,8 28,9 33,3 21-12-2012 21:28:33 63,5 22,2 60,4 23,3 28,9 33,3 21-12-2012 21:33:33 62,5 22,6 61,2 23,1 28,9 33,3 21-12-2012 21:38:33 66,3 21,6 62,6 22,7 29 33,3 21-12-2012 21:43:33 67,3 21,4 63,1 22,6 28,9 33,3 21-12-2012 21:48:33 67,6 21,3 62,2 23 28,9 33,4 21-12-2012 21:53:33 65,6 21,7 61,9 23,1 29 33,3 21-12-2012 21:58:33 63,8 22,3 61,8 23,1 29 33,4 21-12-2012 22:03:33 64,6 22,1 62,9 22,8 29 33,4 21-12-2012 22:08:33 67,5 21,4 61,5 23,2 29 33,4 21-12-2012 22:13:33 63,4 22,4 60,8 23,3 28,9 33,3 21-12-2012 22:18:33 62,1 22,7 59,7 23,6 29 33,4 21-12-2012 22:23:33 60,7 22,9 61,2 23,2 28,8 33,4 21-12-2012 22:28:33 65,5 21,7 61,4 23,1 28,8 33,4 21-12-2012 22:33:33 64,3 21,9 61,2 23,1 28,7 33,4 21-12-2012 22:38:33 62,9 22,4 59,2 23,6 28,7 33,4 21-12-2012 22:43:33 60,1 23 57,8 23,9 28,6 33,4 21-12-2012 22:48:33 59,4 23,1 56,9 24,1 28,3 33,4 21-12-2012 22:53:33 60 22,9 56,7 24 28,4 33,4 21-12-2012 22:58:33 61,8 22,3 57,6 23,8 28,3 33,4 21-12-2012 23:03:33 62,1 22,3 59,3 23,2 28 33,4 21-12-2012 23:08:33 64,5 21,7 59,4 23,3 27,9 33,4 21-12-2012 23:13:33 62,5 22,1 59,8 23,1 28 33,4 21-12-2012 23:18:33 62,8 22 61,2 22,7 27,8 33,4 21-12-2012 23:23:33 67,2 21,1 62 22,5 27,9 33,5 21-12-2012 23:28:33 70,1 20,3 64,1 22,1 27,8 33,4 21-12-2012 23:33:33 70 20,4 64 22,1 27,8 33,5 21-12-2012 23:38:33 67,4 20,9 65,2 21,7 28 33,4 21-12-2012 23:43:33 70,4 20,3 63,6 22,1 27,9 33,5 21-12-2012 23:48:33 65,3 21,3 61,8 22,5 27,7 33,5 21-12-2012 23:53:33 63,3 21,6 61,4 22,6 27,7 33,5 21-12-2012 23:58:33 64,2 21,5 61,2 22,5 27,5 33,6
Anexos Tiago Machado 129 22-12-2012 00:03:33 67,4 20,7 62,6 22,1 27,3 33,5 22-12-2012 00:08:33 68,7 20,3 63,6 21,8 27,2 33,6 22-12-2012 00:13:33 68,2 20,5 64,5 21,7 27,3 33,6 22-12-2012 00:18:33 65,9 21,1 64 21,8 27,3 33,6 22-12-2012 00:23:33 67,7 20,7 64,3 21,7 27 33,6 22-12-2012 00:28:33 71,8 19,7 65,4 21,5 27,1 33,6 22-12-2012 00:33:33 68,2 20,6 65,9 21,3 27,1 33,6 22-12-2012 00:38:33 74,3 19,2 68,1 20,8 27,1 33,5 22-12-2012 00:43:33 74,3 19,3 67,9 20,9 27,2 33,6 22-12-2012 00:48:33 70,2 20,3 65,6 21,5 27,2 33,6 22-12-2012 00:53:33 67,9 20,7 65,1 21,6 27,2 33,5 22-12-2012 00:58:33 70,9 19,9 64,8 21,6 27,2 33,5 22-12-2012 01:03:33 70 20,1 64 21,7 27,3 33,5 22-12-2012 01:08:33 70,4 19,9 66,2 21,2 27,1 33,5 22-12-2012 01:13:33 68,7 20,4 65 21,5 27 33,5 22-12-2012 01:18:33 69 20,2 64,7 21,6 27,1 33,5 22-12-2012 01:23:33 65,5 21,1 64,4 21,4 26,8 33,5 22-12-2012 01:28:33 71,5 19,6 65,7 21,1 26,8 33,4 22-12-2012 01:33:33 72,4 19,5 64,5 21,4 26,7 33,5 22-12-2012 01:38:33 69,8 19,8 66,3 21,1 26,6 33,5 22-12-2012 01:43:33 70,9 19,6 65 21,3 26,7 33,5 22-12-2012 01:48:33 68,5 20,1 65,9 21 26,7 33,4 22-12-2012 01:53:33 71,8 19,5 63,9 21,6 26,8 33,4 22-12-2012 01:58:33 67,5 20,2 64,1 21,4 26,6 33,5 22-12-2012 02:03:33 69,5 19,9 64,7 21,3 26,5 33,6 22-12-2012 02:08:33 69,5 19,9 62,7 21,8 26,4 33,5 22-12-2012 02:13:33 66,5 20,5 63,1 21,6 26,7 33,5 22-12-2012 02:18:33 69,7 19,8 65,3 21,2 26,7 33,4 22-12-2012 02:23:33 69,7 19,9 64,1 21,5 26,5 33,4 22-12-2012 02:28:33 68,1 20,1 64,3 21,4 26,4 33,5 22-12-2012 02:33:33 67,1 20,6 62,5 21,8 26,4 33,5 22-12-2012 02:38:33 70,3 19,6 64 21,4 26,4 33,5 22-12-2012 02:43:33 70,6 19,6 65,2 21,2 26,2 33,6 22-12-2012 02:48:33 69,2 20 65,4 21,1 26,2 33,5 22-12-2012 02:53:33 71,5 19,4 65,6 21 26,1 33,6 22-12-2012 02:58:33 71 19,5 66,2 20,9 26,1 33,5 22-12-2012 03:03:33 70,7 19,7 64,7 21,3 25,9 33,6 22-12-2012 03:08:33 66,9 20,3 64,9 21,2 26 33,5 22-12-2012 03:13:33 72,7 19,1 66,6 20,8 25,9 33,6 22-12-2012 03:18:33 73,2 19,2 66,8 20,7 25,9 33,6 22-12-2012 03:23:33 72 19,2 67,3 20,6 25,9 33,6 22-12-2012 03:28:33 75,2 18,6 68 20,4 26 33,5 22-12-2012 03:33:33 73,1 19,1 67 20,7 26 33,6 22-12-2012 03:38:33 71,3 19,4 66 20,8 26 33,6
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 130 Tiago Machado 22-12-2012 03:43:33 72,2 19,2 65,6 21 25,9 33,6 22-12-2012 03:48:33 69,3 19,8 65,7 20,9 25,7 33,6 22-12-2012 03:53:33 72 19,2 66 20,8 25,8 33,6 22-12-2012 03:58:33 70,9 19,5 65,4 20,9 25,7 33,6 22-12-2012 04:03:33 73,9 18,8 67,5 20,4 25,8 33,6 22-12-2012 04:08:33 73,4 19 67,2 20,5 25,5 33,6 22-12-2012 04:13:33 70,5 19,6 66,3 20,7 25,6 33,6 22-12-2012 04:18:33 71,5 19,2 66,1 20,7 25,5 33,5 22-12-2012 04:23:33 71,8 19,1 66,6 20,6 25,4 33,6 22-12-2012 04:28:33 71,5 19,2 65,7 20,8 25,3 33,6 22-12-2012 04:33:33 68,3 19,9 64,7 21,1 25,3 33,6 22-12-2012 04:38:33 67,5 20,1 64,4 21,1 25,3 33,6 22-12-2012 04:43:33 70,8 19,3 65,4 20,8 25,4 33,5 22-12-2012 04:48:33 69,9 19,6 63,1 21,4 25,3 33,6 22-12-2012 04:53:33 65,8 20,4 62,7 21,4 25,2 33,6 22-12-2012 04:58:33 67,6 19,9 63,3 21,1 25,3 33,6 22-12-2012 05:03:33 70,9 19,1 65,2 20,6 25,1 33,6 22-12-2012 05:08:33 72,9 18,5 66,5 20,2 25,1 33,6 22-12-2012 05:13:33 73,9 18,3 67,4 20 24,8 33,6 22-12-2012 05:18:33 70,8 19 65,4 20,5 24,7 33,6 22-12-2012 05:23:33 69,7 19 64,5 20,3 24,7 33,6 22-12-2012 05:28:33 72,1 18,4 65,4 20,1 24,5 33,6 22-12-2012 05:33:33 68,5 19,2 64,6 20,2 24,2 33,6 22-12-2012 05:38:33 66,9 19,6 62,8 20,7 24,2 33,6 22-12-2012 05:43:33 65,8 19,6 62,4 20,7 24,1 33,6 22-12-2012 05:48:33 65,8 19,5 62 20,7 24 33,6 22-12-2012 05:53:33 67,6 19 62,5 20,6 23,7 33,6 22-12-2012 05:58:33 69,5 18,5 63,1 20,4 23,7 33,6 22-12-2012 06:03:33 67,9 18,9 62,5 20,4 23,7 33,6 22-12-2012 06:08:33 69,8 18,4 63,3 20,2 23,5 33,6 22-12-2012 06:13:33 70,6 18,3 63,7 20,2 23,5 33,6 22-12-2012 06:18:33 69,9 18,4 64,2 20 23,4 33,6 22-12-2012 06:23:33 71,9 17,9 65,2 19,9 23,5 33,6 22-12-2012 06:28:33 69,8 18,4 64,4 20,1 23,6 33,6 22-12-2012 06:33:33 67,9 18,9 63,3 20,3 23,5 33,6 22-12-2012 06:38:33 69,1 18,5 62,7 20,4 23,5 33,6 22-12-2012 06:43:33 68,1 18,7 64,2 19,9 23,4 33,6 22-12-2012 06:48:33 71,6 17,8 65,4 19,6 23,2 33,6 22-12-2012 06:53:33 73,5 17,5 67,7 19,1 23,1 33,6 22-12-2012 06:58:33 72,1 17,9 68,5 18,9 23,1 33,6 22-12-2012 07:03:33 73,9 17,5 69,5 18,7 23,1 33,6 22-12-2012 07:08:33 71,8 17,9 68,4 19,1 23,1 33,6 22-12-2012 07:13:33 71,3 18,1 66,7 19,4 22,9 33,6 22-12-2012 07:18:33 71,1 18 68 19,2 23 33,6
Anexos Tiago Machado 131 22-12-2012 07:23:33 74,2 17,5 68,5 19 23 33,6 22-12-2012 07:28:33 75,3 17,2 69,3 18,9 23,2 33,6 22-12-2012 07:33:33 73,8 17,5 68,4 19,1 23,1 33,6 22-12-2012 07:38:33 71,3 18,3 65,2 19,9 23,2 33,6 22-12-2012 07:43:33 70,8 18,3 65,7 19,7 23,1 33,6 22-12-2012 07:48:33 74,5 17,4 66,4 19,7 23,3 33,5 22-12-2012 07:53:33 72,6 17,9 66,7 19,6 23,7 33,5 22-12-2012 07:58:33 69,5 18,7 64,9 20 23,4 33,5 22-12-2012 08:03:33 68,3 19 66 19,7 23,7 33,5 22-12-2012 08:08:33 69,2 18,7 66,3 19,7 23,4 33,5 22-12-2012 08:13:33 70,1 18,4 67,7 19,5 23,4 33,5 22-12-2012 08:18:33 68,9 18,8 67,3 19,6 23,4 33,5 22-12-2012 08:23:33 68,6 18,8 67,9 19,3 23,3 33,4 22-12-2012 08:28:33 72,7 18 66,4 19,6 23,3 33,4 22-12-2012 08:33:33 74,6 17,6 70,1 18,7 23,2 33,4 22-12-2012 08:38:33 76,4 17,1 71,8 18,2 23,2 33,4 22-12-2012 08:43:33 76,4 17,2 71,9 18,3 23,3 33,4 22-12-2012 08:48:33 71,4 18,2 70,2 18,6 23,3 33,4 22-12-2012 08:53:33 72,4 17,8 69,4 18,7 23,3 33,4 22-12-2012 08:58:33 72,9 17,6 71 18,3 23,3 33,4 22-12-2012 09:03:33 71,9 18,1 69,7 18,6 23,2 33,4 22-12-2012 09:08:33 71,1 18,1 65 19,6 23,2 33,4 22-12-2012 09:13:33 71 17,9 66,1 19,3 23,1 33,4 22-12-2012 09:18:33 68,5 18,6 64,3 19,7 22,9 33,4 22-12-2012 09:23:33 68,8 18,4 64,9 19,6 23 33,4 22-12-2012 09:28:33 68,6 18,4 63,5 19,9 22,9 33,4 22-12-2012 09:33:33 66,8 18,8 64 19,9 22,9 33,4 22-12-2012 09:38:33 69 18,3 63,3 20,1 22,9 33,4 22-12-2012 09:43:33 68,4 18,6 65,4 19,5 23,2 33,4 22-12-2012 09:48:33 71,6 17,7 65,9 19,4 22,8 33,4 22-12-2012 09:53:33 69,7 18,1 66,1 19,3 22,9 33,4 22-12-2012 09:58:33 71,6 17,6 67,9 19 22,9 33,4 22-12-2012 10:03:33 72,2 17,5 68 18,8 22,9 33,4 22-12-2012 10:08:33 70,5 17,9 65,8 19,4 22,9 33,4 22-12-2012 10:13:33 70,2 17,8 67,2 18,9 22,9 33,4 22-12-2012 10:18:33 72,1 17,4 68,1 18,8 22,7 33,4 22-12-2012 10:23:33 71,7 17,5 68,1 18,7 22,6 33,4 22-12-2012 10:28:33 70,6 17,9 66,6 19 22,7 33,3 22-12-2012 10:33:33 69,5 18,1 64,9 19,2 22,8 33,3 22-12-2012 10:38:33 70,1 17,8 64,9 19,3 22,6 33,3 22-12-2012 10:43:33 69 18 64,3 19,5 22,7 33,3 22-12-2012 10:48:33 67 18,4 62,2 19,9 22,4 33,3 22-12-2012 10:53:33 66,9 18,4 63,3 19,6 22,7 33,3 22-12-2012 10:58:33 68 18,1 63,1 19,7 22,4 33,3
Desempenho e eficiência de sistemas de climatização hospitalares em edifícios existentes 132 Tiago Machado 22-12-2012 11:03:33 66,3 18,5 62,5 19,9 22,5 33,3 22-12-2012 11:08:33 66,7 18,4 62,5 19,8 22,5 33,3 22-12-2012 11:13:33 66,2 18,4 63,3 19,5 22,3 33,3 22-12-2012 11:18:33 67,9 18,2 61,6 19,9 22,3 33,3 22-12-2012 11:23:33 65,6 18,6 61,3 19,8 22,3 33,3 22-12-2012 11:28:33 67,8 18,1 62,1 19,8 22,3 33,3 22-12-2012 11:33:33 66,3 18,4 61,2 20,1 22,1 33,3 22-12-2012 11:38:33 65,3 18,6 60,8 20,1 22,3 33,3 22-12-2012 11:43:33 64,8 18,7 60,1 20,3 22,2 33,3 22-12-2012 11:48:33 63 19,2 59,6 20,4 22,3 33,4 22-12-2012 11:53:33 65,3 18,4 61,1 20 22,3 33,3 22-12-2012 11:58:33 66 18,4 59,5 20,3 22,3 33,3 22-12-2012 12:03:33 64,1 18,8 59,1 20,6 22,3 33,3 22-12-2012 12:08:33 62,8 19,1 58,7 20,7 22,3 33,3 22-12-2012 12:13:33 63 19,3 57,8 20,8 22,4 33,3 22-12-2012 12:18:33 60,5 19,7 57,5 20,8 22,3 33,3 22-12-2012 12:23:33 62,1 19,2 57,6 20,7 21,8 33,3 22-12-2012 12:28:33 62,2 19,2 57,5 20,8 22 33,3 22-12-2012 12:33:33 59 20,1 56,8 21 21,9 33,3 22-12-2012 12:38:33 61 19,4 56,4 21,1 22 33,3 22-12-2012 12:43:33 60,9 19,4 57,1 20,8 22 33,3 22-12-2012 12:48:33 61,8 19,3 56,5 20,9 21,6 33,4 22-12-2012 12:53:33 61,7 19,3 56,5 21 21,7 33,3 22-12-2012 12:58:33 61,9 19,3 57,8 20,8 21,9 33,3 22-12-2012 13:03:33 62,1 19,3 57,5 20,8 21,9 33,3 22-12-2012 13:08:33 62,1 19,2 57,8 20,7 22,1 33,3 22-12-2012 13:13:33 61,7 19,3 56,9 21,1 21,7 33,3 22-12-2012 13:18:33 60,4 19,6 57,8 20,7 21,9 33,3 22-12-2012 13:23:33 63 19 57,4 20,8 21,7 33,3 22-12-2012 13:28:33 61,5 19,5 57,9 20,8 22 33,3 22-12-2012 13:33:33 63,5 19 58,8 20,6 21,7 33,3 22-12-2012 13:38:33 61,6 19,5 58,3 20,7 21,7 33,3 22-12-2012 13:43:33 64,8 18,7 59,2 20,4 22 33,3 22-12-2012 13:48:33 63,8 18,8 59,6 20,2 22,1 33,3 22-12-2012 13:53:33 63,4 19,1 60,8 19,9 21,7 33,3 22-12-2012 13:58:33 64,7 18,6 60,7 19,9 21,7 33,3 22-12-2012 14:03:33 64 18,8 60,5 20,2 21,7 33,4 22-12-2012 14:08:33 65 18,8 59,4 20,5 21,6 33,4 22-12-2012 14:13:33 64,5 18,7 61,1 19,9 21,8 33,4 22-12-2012 14:18:33 65,3 18,7 61,2 20,1 21,7 33,4 22-12-2012 14:23:33 64,7 18,9 60,7 20,3 21,8 33,4 22-12-2012 14:28:33 64,6 18,9 59,6 20,5 21,8 33,4 22-12-2012 14:33:33 64,1 18,9 60,7 20,1 22 33,4 22-12-2012 14:38:33 65,3 18,8 59,4 20,7 21,6 33,4
Anexos Tiago Machado 133 22-12-2012 14:43:33 61 19,6 59,4 20,3 22,3 33,3 22-12-2012 14:48:33 64,4 18,8 60,8 19,9 22,1 33,2 22-12-2012 14:53:33 63,9 18,9 60,2 20,2 21,6 33,3 22-12-2012 14:58:33 64,3 18,7 63 19,5 21,7 33,3 22-12-2012 15:03:33 67,9 18,2 62,2 19,8 21,9 33,2 22-12-2012 15:08:33 65,8 18,7 61 20,2 22,1 33,2 22-12-2012 15:13:33 63 19,4 59,3 20,7 22 33,3 22-12-2012 15:18:33 65,2 18,7 61,8 19,9 22 33,3 22-12-2012 15:23:33 67,5 18,2 60,9 20,1 22,2 33,4 22-12-2012 15:28:33 66 18,4 63,2 19,4 22,1 33,3 22-12-2012 15:33:33 67,3 18,3 62,4 19,8 21,6 33,3 22-12-2012 15:38:33 64,3 18,9 62,1 19,8 22 33,3 22-12-2012 15:43:33 67,1 18,3 63,2 19,5 22 33,3 22-12-2012 15:48:33 65,8 18,6 60,4 20,3 21,9 33,3 22-12-2012 15:53:33 64 19,1 59,2 20,6 22 33,4 22-12-2012 15:58:33 63,6 19 60,4 20,2 22 33,3 22-12-2012 16:03:33 64,5 18,9 60,3 20,2 21,9 33,3 22-12-2012 16:08:33 65,5 18,6 63,6 19,4 22,2 33,3 22-12-2012 16:13:33 67,6 18,1 64,5 19,2 21,7 33,3 22-12-2012 16:18:33 68,6 17,9 66,4 18,8 21,7 33,4 22-12-2012 16:23:33 68,2 18,1 66,3 18,9 21,6 33,4 22-12-2012 16:28:33 68,3 18 66,7 18,6 21,7 33,3 22-12-2012 16:33:33 69,4 17,7 64,8 19,2 21,7 33,3 22-12-2012 16:38:33 65,8 18,5 65,4 19 21,6 33,4 22-12-2012 16:43:33 66,7 18,3 62,7 19,6 21,7 33,3 22-12-2012 16:48:33 65,6 18,6 61,5 19,8 21,7 33,3 22-12-2012 16:53:33 65,5 18,4 63 19,6 21,6 33,3 22-12-2012 16:58:33 65,4 18,4 61,5 19,8 21,5 33,4 22-12-2012 17:03:33 65,8 18,4 60 20,3 21,5 33,3 22-12-2012 17:08:33 62,2 19,4 58,5 20,6 21,8 33,3 22-12-2012 17:13:33 61,9 19,4 58,2 20,7 21,7 33,3 22-12-2012 17:18:33 62,1 19,2 59,5 20,3 21,8 33,3 22-12-2012 17:23:33 64,9 18,6 60,4 20,1 21,7 33,3 22-12-2012 17:28:33 66,2 18,4 60,7 20,1 21,7 33,3 22-12-2012 17:33:33 65 18,8 59,3 20,5 21,7 33,3 22-12-2012 17:38:33 63,7 19,1 58,8 20,7 21,7 33,3 22-12-2012 17:43:33 62,6 19,3 59,6 20,4 22 33,3 22-12-2012 17:48:33 64,3 18,8 59,6 20,3 21,9 33,3 22-12-2012 17:53:33 65,8 18,2 62,6 19,5 21,7 33,3 22-12-2012 17:58:33 65,7 18,5 60,9 20 21,7 33,3 22-12-2012 18:03:33 65 18,4 63 19,4 21,6 33,3 22-12-2012 18:08:33 66,4 18,2 62,1 19,7 21,7 33,3 22-12-2012 18:13:33 66,6 18,2 61,6 19,8 21,6 33,3 22-12-2012 18:18:33 65,8 18,3 63,7 19,2 21,5 33,3